Narrativas em hipermidia
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Narrativas em hipermidia Narrativas em hipermidia Presentation Transcript

    • História da TV e comunicação digital
      AULA:
    • Narrativas em hipermídia
    • Prof. Daniel Hora
    • [email_address]
  • Narrativas em hipermídia
    • Temporalidade e espacialidade
    • O papel do roteirista
    • Etapas de realização
    • Roteirização do link
  • Temporalidade e espacialidade
    • hipermídia vai além do tempo e do espaço (do cinema)
    • - lida com as opções de perseguição do tempo em toda obra (plano-sequência) e em um trecho dela (tempo do plano e da realidade representada)
    • experiência ficcional do tempo – imersão
    • internet como moto-contínuo
  • Temporalidade e espacialidade
      A hipermídia adota a
    • narrativa clássica: continuidade, realismo, fluidez
    • - montagem alternada: cenas simultâneas em espaços distintos
    • - montagem paralela: cenas de épocas e espaços diferentes
    • - profundidade de campo, composição de plano, movimento de câmera, transições, elipses, jump-cuts
  • Temporalidade e espacialidade
      A hipermídia também adota a:
    • narrativa por desconstrução: senso crítico pela ruptura
  • Temporalidade e espacialidade
    • hibridez da narrativa em hipermídia – videogames, por ex.
    • épico, drama ou ambos? Street Fighter ou Final Fantasy
  • O papel do roteirista
    • necessidade de formação multi e interdisciplinar
    • trabalhar com a comunicação dos links pelo software de autoração
    • títulos, ícones, metáforas, áreas da imagem
    • fluxograma de navegação
    • Trabalhar com a opção do usuário: abrir portas
  • Etapas de realização
      Roteirização de obra audiovisual linear
  • Etapas de realização
      Roteirização para hipermídia
  • Etapas de realização
      Roteirização para hipermídia
  • Etapas de realização
    • Pré-produção:
    • programação hipermídia (softwares necessários, metas do projeto, análise de público-alvo, ambientes, design de interface)
    • criação (conceito/tratamento, pesquisa e desenvolvimento de roteiro, storyboard das aplicações, fluxograma, relação e administração de recursos, projeto de autoração, validação)
    • planejamento: (pesquisa de locação, pesquisa fotográfica, aspectos legais)
  • Etapas de realização
    • Produção:
    • autoração, criação de textos, sonoridades, vídeos, gráficos e animações
    • Pós-produção:
    • edição, digitalização de conteúdos, cópias, bancos de dados
    • Encadeamento do trabalho do especialista em conteúdo, designer instrucional e roteirista (+ arquitetura da informação)
  • Roteirização do link
    • conteúdos, níveis hierárquicos, organização da interface e rede de links
    • Perguntas:
    • - como os links dão acesso a um conteúdo?
    • - como os links são utilizados no roteiro?
    • - de que forma os links e apresentação de conteúdos se repetem para dar rito e unicidade?
  • Roteirização do link
      De modo distinto das transições e efeitos gráficos em cinema e TV:
    • os links da hipermídia funcionam do mesmo modo, mas constituem relações diferentes entre os conteúdos
    • não identificam no designer/autor as razões e credibilidade do produto, mas sim valores que se manifestam na hipermídia
    • não são apenas modo de associação, mas sim forma de leitura e compreensão
  • Roteirização do link
      Classificação pela retórica ou figuras semânticas:
    • Metáfora: passagem entre campos semânticos (contextos distintos), baseada em paridade implícita ao sentido próprio e ao figurado.
    • Metonímia: relação de razão e resultado, composição e componente, origem e produto, material e artefato, abstrato e concreto. Ex: ícone da casa página para página inicial.
  • Roteirização do link
      Classificação pela retórica ou figuras semânticas:
    • Sinédoque: relação de compreensão do todo pela parte.
    • Hipérbole: exagero do aspecto volumoso ou diminuto.
    • Antístase: palavra, gráfico, vídeo usados como pivô de um contexto específico para outro diferente, como bricolagem.
  • Roteirização do link
      Classificação pela retórica ou figuras semânticas:
    • Identidade: ênfase em correspondências, sem alteração entre os contextos.
    • Sequência causa-efeito: conclusões entre dois elementos.
    • Catacrese: metáfora forçada para expandir alcance da palavra que se torna familiar e normal. Ex: seta para esquerda para voltar ou para seguir leitura (idiomas orientais).
  • Roteirização como esboço ou pauta
    • Na pintura, música, arquitetura, teatro, cinema
    • Fontana Mix (1960), John Cage: linhas, pontos e matriz para representar instrumentos e notas musicais
    • Timecode (2000), Mike Figgis: uso de partitura para roteiro de narrativa de cinema estruturada em quatro telas
  • Roteirização como esboço ou pauta
    • I promessi sposi (1827), Alessandro Manzoni: desenhos para redação de romance
    • Alexander Nevsky (1938), Eisenstein: diagrama organizado em linhas de sequências de planos e de trilha melódica
  • Roteirização como esboço ou pauta
    • Storyboard de hipermídia: esboço
    • - sucede a definição do fluxograma
    • - antecede a autoração
    • - como se dará a interação
  • Exemplo de fluxograma para hipermídia
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • TRANSLAÇÃO E REPETIÇÃO
    • - movimentos opostos mas convergentes
    • - repetição para facilitar a unicidade
    • - tipos de links e forma de utilização
    • MODELOS DA MÚSICA
    • - polifonia, fuga – linhas melódicas que partem do tema, derivam e não se imitam, mas dialogam em contraponto – de Bach ao atonalismo e música aleatória de Koellreutter
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO DO TEATRO:
    • - kabuki: integração de elementos de som, voz, espaço, movimento
    • - na hipermídia, cada meio de comunicação tem seu desenvolvimento próprio e participa de unidade da obra
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO DO CINEMA:
    • - desempenho no espaço como as artes visuais, no tempo como a música – arquitetura em movimento
    • - hipermídia acrescenta desempenho na memória, como o texto
    • - link está para hipermídia assim como agrupamentos visuais para as artes visuais, intervalos para a música, passagens entre planos e cenas no cinema e ligações entre frases ou parágrafos no texto
    • - teoria da atração em Eisenstein: um elemento novo inserido no filme pode levar a uma nova leitura do conjunto
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO MULTIMÍDIA – IMAGEM + SOM + TEXTO:
    • - uso do texto em movimento – efeitos da animação
    • - poesia verbivocovisual do concretismo
    • - videoclipes e TV
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO DO JOGO:
    • - a mais frequente integração com o mundo
    • - linguagem dos games e suas transferências
    • - relação entre espaços, cenas e as ramificações do roteiro
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO DO VÍDEO INTERATIVO:
    • - HyperCafe (1996) - Nitin Nick Sawhney, David Balcom, Ian Smith
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO DA FÍSICA QUÂNTICA:
    • - princípio da incerteza – duplas de variáveis como tempo e energia, velocidade e posição, são impossibilitadas de medição precisa
    • - regiões ao redor do núcleo atômico em que elétrons têm maior ou menor possibilidade de existir, comportando-se como partícula ou onda, com superposições e realidades múltiplas
    • - na hipermídia, a incorporação do tempo como quarta dimensão: as interações dependem do ponto e momento de acesso e da direção e velocidade do percurso
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO COMUNICACIONAL:
    • - relacionamento entre usuário e obra – utilização como consumo produtivo
    • - permanência com os conteúdos: motivação intrínseca
    • - roteiro prevê situações, mas não pode prever suas leituras construídas pela seleção, decodificação, interpretação e comunicação
  • Modelos para roteirização em hipermídia
    • MODELO COMUNICACIONAL:
    • - esforço para elevar eficiência pela interatividade
    • - quanto mais interativa, mais hipermidiática