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Carlos geo2003

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Slides do grupo de Geolocalização da disciplina de Multimídia da Universidade Federal de Viçosa.

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  • 1. Caroline Lomar Viana – 61375 Daniel Fernandes – 61368 Jordana Diógenis Belo - 61364 Lucas Guerra - 61377 JORN LISMO DIGITAL E GEOLOCAL ZAÇÃO
  • 2. CONTEXTO DA MÍDIA PRÉ-JORNALISMO CIDADÃO <ul><li>Corrida contra o relógio, falta de estrutura do local onde trabalha, pressão pelo fechamento </li></ul><ul><li>Papel do jornalista: gatekeeper </li></ul><ul><li>“ Os jornalistas cotidianos devem oferecer cotidianamente o extracotidiano” (RITTER, 2010) </li></ul>
  • 3. <ul><li>Jornalismo dividido em segmentos: internacional, regional e local. </li></ul><ul><li>Fast Thinking </li></ul>
  • 4. É NESSE CONTEXTO QUE SURGE A MÍDIA CIDADÃ <ul><li>Falta de credibilidade </li></ul><ul><li>Jornalista agrega material </li></ul><ul><li>Plataforma digital já está consolidada, mas enfrenta desafios </li></ul>
  • 5. <ul><li>Projeto Locast: exaltação da hiperlocalidade </li></ul><ul><li>“ A possibilidade de estar always on por meio de wireless, WiFi, 3G, smartphones, faz com que o espaço físico urbano deixe de ser um espaço de desconexão de outrora, tornando-se parte e cenário do processo de descentralização de notícias.” </li></ul><ul><li>(CEZAR, 2010) </li></ul>
  • 6. ANTES <ul><li>“ Os lugares na cidade estavam deslocados do contexto de dados não potencializando conexões importantes de contexto histórico, características físicas e outros elementos peculiares dos espaços tangíveis.” </li></ul><ul><li>(MITTCHELL, 2003) </li></ul>
  • 7. HOJE <ul><li>O indivíduo está envolvido com a sua conjuntura informacional geográfica. Exemplo: </li></ul>O Google móvel classifica o resultado das buscas de acordo com o ponto físico onde o pesquisador se encontra.
  • 8. <ul><li>O indivíduo estar always on; ele ser um ponto de compartilhamento de fatos ao seu redor </li></ul><ul><li>Difusão do efeito cidadão jornalista: informações rapidamente difundidas. Exemplo: Realengo </li></ul><ul><li>Cidadão jornalista: A plataforma móvel e online permite aos usuários atuarem na produção de notícias e informações relacionadas com as suas rotinas urbanas (às vezes divulgando coisas sem interesse público) </li></ul>
  • 9. PROJETO LOCAST
  • 10. METODOLOGIA <ul><li>Divisão do grupo em duplas </li></ul><ul><li>Pautas não definidas </li></ul><ul><li>Experiência: dez dias </li></ul><ul><li>Matérias produzidas e compartilhadas </li></ul>
  • 11. FORMATO DIFERENCIADO <ul><li>Organização das notícias através dos mapas </li></ul><ul><li>Alteração na visualização de conteúdo </li></ul>
  • 12. <ul><li>Filme e foto feitos através do próprio programa </li></ul>
  • 13. <ul><li>Compartilharam os conteúdos no site e também no Twitter e Facebook </li></ul><ul><li>Fusão do Jornalismo com programação </li></ul>
  • 14. USO PRÁTICO <ul><li>RBS utilizou de duas formas: </li></ul><ul><ul><li>Making of </li></ul></ul><ul><ul><li>Conteúdo sem espaço geral na programação, mas que possui interesse para um determinado público de um determinado local </li></ul></ul>
  • 15. TÉCNICA <ul><li>Uso de plano sequência. “Supressão da realidade” </li></ul><ul><li>Menor impacto do celular no entrevistado </li></ul><ul><li>Histórico de acontecimentos de um local </li></ul>
  • 16. NOVAS POSSIBILIDADES <ul><li>Redes de armazenamento e conversação urbana </li></ul><ul><li>Informação geográfica agrega valor a notícia </li></ul><ul><li>Celular como dispositivo de armazenamento </li></ul>
  • 17. <ul><li>Cibercidade: novidade </li></ul>
  • 18. <ul><ul><li>“ Toda a estrutura de reconhecimento geográfico que os aparatos móveis proporcionam neste momento histórico permite que se ligue espaços ao seu histórico de acontecimentos, tornando assim um ambiente propício para uma memória cotidiana.” </li></ul></ul><ul><ul><li>(CASALEGNO, 2006) </li></ul></ul><ul><li>Memória cotidiana </li></ul>
  • 19. <ul><li>Pode ser usado no impresso e também em sites </li></ul><ul><li>Repórter em uma ação gera dois produtos sem ação ou esforço. </li></ul><ul><li>Processo em desenvolvimento na internet. Ex: Foursquare, Twitter, outros... </li></ul><ul><li>Celular como vetor de informação geolocalizada </li></ul>
  • 20. <ul><li>Promover a participação popular através de “scores”, como no Foursquare </li></ul>Indivíduo se torna um ponto de compartilhamento. Ex: Rio Hudson
  • 21. ESPAÇOS HÍBRIDOS, A PLATAFORMA LOCAST E ALGUMAS POSSIBILIDADES (STELA MENEZES) <ul><li>Possibilidades de uso da plataforma Locast fora do jornalismo </li></ul><ul><li>Performance art, mapa de sotaques e expressões, mapas pessoais de interesses </li></ul>
  • 22. <ul><li>O Foursquare é um serviço de geolocalização e ao mesmo tempo é uma rede social </li></ul>FOURSQUARE- O QUE É? A partir de um sistema de GPS o aplicativo dá dica de lugares para visitar próximo de onde o usuário está
  • 23. <ul><li>Permite que você indique o lugar onde está por meio de um aplicativo no seu celular. Sistema chamado de check-in. As informações aparecem no twitter e facebook. </li></ul>
  • 24. <ul><li>Permite que o usuário dê dicas sobre os lugares que visitou. Forma de guia para quem ainda não conhece o local. </li></ul>
  • 25. <ul><li>Para atrair seguidores o programa possui uma espécie de raking: Cada vez que o usuário utiliza o check-in ele ganha pontos. Quem tiver mais pontos se torna o prefeito daquele local. </li></ul>
  • 26. <ul><li>Sistema de coleção de troféus de acordo com os seus hábitos e freqüência. Mais uma aproximação do aplicativo às redes sociais. </li></ul>
  • 27. FOURSQUARE E JORNALISMO – COMO PODE SER UTILIZADO? <ul><li>Encontrar fontes específicas – comunicação facilitada </li></ul>
  • 28. <ul><li>Saber se as fontes estarão naquele lugar – descobrir quem é a pessoa exata para falar de um determinado assunto e entrar em contato </li></ul><ul><li>Possibilidade de divulgar informações e notícias sobre um determinado lugar </li></ul>
  • 29. <ul><li>“ Foursquare está intimamente ligado à localidade, dessa forma, pensamos que o sistema pode trabalhar muito bem com notícias que importam as pessoas daquela proximidade, mas, será menos importante para aqueles que estão longe daquele lugar” </li></ul><ul><li>  Vach Seward Editor do Wall Street Journal </li></ul>
  • 30. <ul><li>Alcançar informações e até mesmo pautas a partir de dicas de usuários </li></ul>
  • 31. <ul><li>Possibilidade de monitorar algumas localidades para adquirir informações </li></ul><ul><li>Não só saber se haverá fontes em um determinado espaço como descobrir novas tendências a partir do programa </li></ul><ul><li>Por meio de links os jornalistas podem expor informações a respeito de um determinado local chamando para uma matéria </li></ul>
  • 32. <ul><li>Criar troféus específicos para quem é seguidor do jornal </li></ul>
  • 33. EXEMPLOS <ul><li>Google Fusion Table </li></ul><ul><li>Instagram </li></ul><ul><li>Idéia + Google Maps = inovação </li></ul><ul><li>Paraisópolis </li></ul><ul><li>US Bridge Map </li></ul><ul><li>Pontos de cultura no Brasil </li></ul>
  • 34. <ul><li>Erupção vulcão Islândia </li></ul><ul><li>Casa do Osama </li></ul><ul><li>Dia-a-dia da presidente </li></ul><ul><li>Protect the Planet </li></ul><ul><li>Trends map </li></ul><ul><li>Ushahidi </li></ul><ul><li>Teresópolis </li></ul>
  • 35. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Jornalismo popular, cidadão e local </li></ul><ul><li>“ A evolução do jornalismo e das mídias em geral tem proporcionado um debate sobre como a informação pode ser passada de uma forma que atinja todos os públicos e seus interesses. O Locast surge nessa ideia como uma plataforma de ajuda para que a informação seja disseminada e buscada de uma forma mais prática e rápida. Já que o interesse de um morador rador de Fortaleza, a hiperlocalidade do fato surge como fator preponderante para a consolidação do jornalismo cidadão.” </li></ul><ul><li>(MORAES; PLASTINA, 2010) </li></ul>
  • 36. <ul><li>Obrigado </li></ul>

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