As redes sociais como ferramentas jornalísticas - O caso do Twitter
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Resumo da pesquisa realizada no meu Trabalho de Conclusão de Curso para entender como os principais jornais brasileiros estão se apropriando do Twitter para divulgar as notícias e interagir com os ...

Resumo da pesquisa realizada no meu Trabalho de Conclusão de Curso para entender como os principais jornais brasileiros estão se apropriando do Twitter para divulgar as notícias e interagir com os leitores.

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As redes sociais como ferramentas jornalísticas - O caso do Twitter As redes sociais como ferramentas jornalísticas - O caso do Twitter Presentation Transcript

  • O caso do Twitter As redes sociais como ferramentas jornalísticas
  • Aluna Daniela Cristina Machado O caso do Twitter Orientador Daniel Bittencourt As redes sociais como ferramentas jornalísticas
  • Observar como os principais jornais brasileiros e o portal de notícias mais popular do Brasil estão se posicionando no Twitter , e se estão utilizando os recursos oferecidos pela Web 2.0 em todo seu potencial, ou apenas se fazendo presente no Twitter por estar atualmente em evidência dentre os sites de redes sociais. Motivação
  • Verificar se o Twitter está se tornando um novo espaço de difusão da informação pelos meios de comunicação, se está surgindo uma nova linguagem neste meio e como está se dando o relacionamento entre emissor e receptor. Objetivo
    • Criado em 2006 pelos americanos Jack Dorsey, Christopher Isaac Stone e Evan Williams;
    • A origem do nome remete ao canto repetitivo de um pássaro;
    • Definido como microblog;
    • Textos de até 140 caracteres;
    • Mobilidade, vários aplicativos agregados, recursos diferenciados como hashtags e TT’s.
    O que é o Twitter
  • Internet Pierre Lévy, José Benedito Pinho, André Parente, Steven Johnson, Pollyana Ferrari e Juliana Jaeger. Sociedade em rede, tempo, espaço Manuel Castells, Patrick Charaudeau, Carlos Eduardo Franciscato e Beatriz Sarlo Redes Sociais, Sites de Redes Sociais e Capital Social Raquel Recuero, Chris Anderson, Juliano Spyer, e Fernando Firmino Silva. Pesquisa Teórica
  • Twitter Juliano Spyer, Gabriela Zago e Márcia Lima. Jornalismo online, hipertexto, hipermídia, jornalismo participativo e jornalismo no Twitter Pollyana Ferrari, Lucia Santaella, José Benedito Pinho, Luciana Moherdaui, Pierre Lévy, Steven Johnson, André Parente, Marcos Palacios, Raquel Recuero, Carlos Eduardo Franciscato, Patrick Charaudeau, Juliano Spyer e Juliana Jaeger. Pesquisa Teórica
    • Voltada para o estudo do emissor;
    • Presença do veículo no Twitter e a sua popularidade;
    • Observação do conteúdo dos tweets e dos tipos de interação que ocorrem entre emissor e receptor.
    Pesquisa Metodológica
    • Critérios de análise
    Compreensão de como ocorre o processo comunicacional no Twitter dos jornais O Globo, Estadão, Jornal do Brasil e Zero Hora e do portal G1. Pesquisa Exploratória
  • Análise
    • Observação dos cinco perfis jornalísticos escolhidos entre os dias 3 e 7 de maio de 2010;
    • Critérios analíticos observados: perfil, difusão da informação, interação e conteúdo.
    Pesquisa Exploratória
    • Perfil
    • A maioria dos veículos segue apenas editorias do veículo;
    • Pouca utilização de recursos como os tweet favoritos;
    • Layout do perfil do Twitter segue o padrão do site;
    • Falta de descrição do veículo.
    Pesquisa Exploratória
    • Difusão da informação
    • Média de tweets diários bem diferenciadas de um perfil para outro;
    • O número elevado de tweets publicados pelo G1 e JB faz com que seja difícil de acompanhar todas atualizações e pode ocorrer desistência por parte do leitor;
    • Variedade de ferramentas usadas para atualização do perfil.
    Pesquisa Exploratória
    • Interação
    • O G1 e o JB apenas publicam notícias no Twitter, não há relacionamento com seus seguidores;
    • Zero Hora, Estadão e o Globo estão iniciando, ainda timidamente, um relacionamento com seus seguidores;
    • Poucos retweets e nenhum uso do reply.
    “ Falta de interação entre os perfis jornalísticos e seus seguidores;” Pesquisa Exploratória
    • Interação
    • Baixa citação de outros perfis que não fazem parte do veículo de comunicação;
    • Zero Hora, Estadão e O Globo usam hastags ;
    • Zero Hora usa hashtag para eventos específicos.
    “ Falta de interação entre os perfis jornalísticos e seus seguidores;” Pesquisa Exploratória
    • Conteúdo
    • Chamadas do G1 e do JB são iguais ao site;
    • Estadão e o Zero Hora fizeram metade dos posts copiando o site, e outra metade diferenciaram as chamadas do Twitter do site de notícias;
    • O Globo foi o único perfil que publicou chamadas no Twitter diferente do seu site.
    Pesquisa Exploratória
    • Conteúdo
    • Linguagem é predominantemente formal;
    • A segunda pessoa do singular (tu/você) foi usada em poucos tweets nos perfis do Zero Hora, Estadão, O Globo e G1;
    • O Jornal do Brasil não fez nenhuma postagem falando diretamente com o leitor/seguidor;
    • Repetição de notícias e aos erros de digitação foram cometidos pelo O Globo, Estadão e G1.
    Pesquisa Exploratória
    • Falta de entendimento sobre o objetivo principal das redes sociais: interação com o receptor;
    • Não preocupação com a mensuração de resultados;
    • Pouco uso dos recursos oferecidos pela ferramenta;
    • Falta de preocupação com a construção de uma nova linguagem e com conteúdo diferenciado e voltado para as especificidades do site de rede social.
    Conclusão
    • Comparação dos perfis jornalísticos brasileiros no Twitter com os perfis dos jornais americanos no site de rede social;
    • Entrevista com jornalistas que possuem conta no Twitter e profissionais que são considerados os social media das empresas de comunicação;
    • Perceber como o receptor vê a presença desses jornais no Twitter.
    Aspectos não abordados na pesquisa
  • O caso do Twitter As redes sociais como ferramentas jornalísticas @danielamachado [email_address]