Trabalho Raiva Slaides

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Informações sobre raiva.

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Trabalho Raiva Slaides

  1. 1. RAIVA
  2. 2. É uma doença infecciosa de evolução aguda,  Provocada por vírus caracterizada por sintomatologia nervosa em animais e seres humanos  Quase sempre mortal!
  3. 3. A raiva quando declarada em um animal, assim como no homem não tem cura, sempre com a morte certa, após período breve de evolução e sintomatologia
  4. 4. Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo
  5. 5. Morcego hematófago, principal transmissor da raiva na zona rural
  6. 6. Mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão da raiva para os seres humanos.
  7. 7. A doença pode também ocorres nos animais herbívoros, como o boi, o cavalo, a ovelha, a cabra, sendo que nos ruminantes como os bovinos, os sintomas são predominantemente paralíticos.
  8. 8. TRANSMISSÃO  Transmite-se entre os animais, cão, gato, rato,bovino,eqüino,suíno,macaco,morcego,  quase sempre através da mordedura ou contaminação de ferimentos por saliva de animais doentes .  O vírus está contido em alta concentração na saliva, e demais excreções e secreções dos animais acometidos da doença, além de também no sangue.
  9. 9. Diagnóstico -animal  Inicialmente apresentam alteração de seu comportamento, procurando locais escuros para se abrigarem, já que existe a chamada fotofobia, o que é sua causa determinante;  Deixam de se alimentar e beber água e mesmo de atenderem ao chamados feitos pelos donos.
  10. 10. Diagnóstico-animal Em seguida evolui a doença para a chamada fase paralítica, em que não podendo mais se locomoverem podem tanto morrerem atropelados nas ruas; E ocorrendo a paralisia do maxilar, sintoma quase sempre presente, não conseguindo fecharem a boca passam a babar; O latido do cão com raiva torna-se característico, sendo emitido num duplo tom; é a saliva o principal veículo de transmissão da doença, já que nela o vírus encontra-se concentrado, porém outras secreções como a urina, fezes e até o sangue são também contagiantes para outros animais ou pessoas.
  11. 11. Diagnóstico-animal Com o evoluir da doença que é extremamente rápido, quando se trata de animais das espécies carnívoras, como cães, quase sempre ocorre em seguida que esses animais fogem de casa passando a vagarem pelas ruas, quando então passam a ser perseguidos por outros cães vadios, os quais são mordidos pelo animal com raiva, que assim agem como meio de defesa, e a través dessa mordida contaminam novos cães de rua, dando continuidade a doença.
  12. 12. Diagnóstico homem  Independente da forma de penetração o vírus dirige-se sempre para o sistema nervoso central.  o primeiro sintoma é uma febre pouco intensa (38 graus centígrados) acompanhada de dor de cabeça e depressão nervosa.
  13. 13. Diagnóstico homem  Em seguida, a temperatura torna-se mais elevada, atingindo 40 a 42 graus.  Logo a vítima começa a ficar inquieta e agitada, sofre espasmos dolorosos na laringe e faringe e passa a respirar e engolir com dificuldade.  Os espasmos estendem-se depois aos músculos do tronco e das extremidades dos membros, acompanhados de tremores generalizados, taquicardia, parada de respiração.
  14. 14. Diagnóstico homem  Qualquer tipo de excitação pode provocá-los (luminosa, sonora, aérea, etc.).  Sofre espasmos violentos quando vê ou tenta beber água.  Freqüentemente tem ataques de terror e depressão nervosa, apresentando tendência à vociferação,à gritaria e à agressividade, com acessos de fúria, alucinações visuais e auditivas, baba e delírio.
  15. 15. Diagnóstico homem  A seguir a fase de paralisia, mais rápida e menos comum nos homens do que nos animais.  É então que se nota paralisia flácida da face, da língua, dos músculos da deglutição, dos oculares e das extremidades dos membros.  Mais tarde, a condição pode atingir todo o corpo.
  16. 16. INCUBAÇÃO  O período de incubação, à partir da mordida até o início dos sinais clínicos, é variável podendo ser de duas semanas a seis meses. Mas a partir do momento que sejam vistos os sinais neurológicos, a doença é rapidamente progressiva, com a morte ocorrendo dentro de sete dias, na maioria dos animais.  Mordidas na face, cabeça e pescoço resultam em períodos de incubação mais curto
  17. 17. A raiva sempre apresenta uma evolução fatal para o paciente!
  18. 18. Prevenção Para evitar-se a doença, ou seja, como medida profilática, a vacinação dos animais susceptíveis, principalmente de cães e gatos, é a medida básica.
  19. 19. Vacina-animais  Existem vacinas anti-rábicas apropriadas para cada espécie animal;  E das mais variadas técnicas de fabricação, desde a antiga vacina Pasteuriana, até as mais modernas obtidas por técnicas especiais;  Dependentemente da técnica empregada no preparo dessa vacina anti-rábica, poderá a mesma dar imunidade por um ou dois anos, aos animais em que venha a ser inoculada.
  20. 20. Vacina-homem  O homem quando mordido por um cão suspeito de estar com raiva, a vacinação subsequente deve ser efetuada o mais rapidamente possível, a fim de possibilitar que o organismo humano fabrique sob o estímulo da vacina os anticorpos necessários a deterem a propagação do vírus em sentido ao cérebro.
  21. 21. No caso do homem, somente é indicada a vacinação como medida terapêutica, em caso do mesmo haver sido exposto à mordedura ou contato com animais suspeitos de raiva, a urgência da vacinação é de suma importância.

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