Cálculo Amostral

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Apresentação sobre cálculo amostral.

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Cálculo Amostral

  1. 1. AMOSTRAGEM Pesquisa em Marketing Prof César William
  2. 2. POPULAÇÃO E AMOSTRA <ul><li>População/Universo: Todos os indivíduos do campo de interesse da pesquisa, ou seja, é a totalidade das pessoas que potencialmente são alvo de uma pesquisa, </li></ul><ul><li>Amostra: é toda fração (independente de seu tamanho) obtida de uma população. </li></ul>
  3. 3. POPULAÇÃO EM ESTUDO <ul><li>Características similares que podem ser clínicas ou demográficas, definem a população-alvo. É o conjunto maior de pessoas ao redor do mundo para as quais os resultados serão generalizados (ex.: todas os moradores de uma área, ou todas as pessoas com determinada doença). </li></ul>
  4. 4. POPULAÇÃO (N) E AMOSTRA (n) N n 3 n 1 n 2 n 4 Universo amostra amostra amostra amostra
  5. 5. ESTATÍSTICA, PARÂMETRO E ESTIMATIVA <ul><li>Considera-se que o resultado de qualquer cálculo estatístico realizado em um grupo de indivíduos (população ou amostra) gera uma estatística . </li></ul><ul><li>Quando a estatística é obtida em uma população denomina-se parâmetro . </li></ul><ul><li>Quando a estatística é obtida em uma amostra denomina-se estimativa (de parâmetro). </li></ul>
  6. 6. AMOSTRA NÃO PROBABILÍSTICA OU DE CONVENIÊNCIA <ul><li>É uma amostra composta de indivíduos que atendem os critérios de entrada e que são de fácil acesso do investigador. </li></ul><ul><li>Para evitar dificuldades de seleção o ideal é arrolar uma amostra consecutiva . </li></ul><ul><ul><li>Ex.: num estudo sobre empregabilidade arrolar os primeiros 200 alunos que forem matriculados numa faculdade. </li></ul></ul>
  7. 7. AMOSTRA NÃO PROBABILÍSTICA OU DE CONVENIÊNCIA <ul><ul><li>Tem vantagens óbvias em termos de custo e logística. </li></ul></ul><ul><ul><li>A validade desse tipo de amostra depende do pressuposto de que ela representa adequadamente a população alvo. </li></ul></ul>
  8. 8. AMOSTRAS PROBABILÍSTICAS <ul><li>Amostra aleatória simples </li></ul><ul><li>Amostra sistemática </li></ul><ul><li>Amostra aleatória estratificada </li></ul><ul><ul><ul><li>com alocação proporcional </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>com alocação igualitária </li></ul></ul></ul><ul><li>Amostra por conglomerados </li></ul><ul><li>Amostra por estágios múltiplos </li></ul>
  9. 9. AMOSTRA ALEATÓRIA SIMPLES <ul><li>É coletada enumerando-se as unidades da população e selecionando-se aleatoriamente um subconjunto. </li></ul><ul><ul><li>Ex.: 20% dos matriculados de uma população de alunos que estiveram empregados no semestre são sorteados para receber visita domiciliar visando avaliar a qualidade de vida atual. </li></ul></ul>
  10. 10. AMOSTRA SISTEMÁTICA <ul><li>Se assemelha à amostragem aleatória simples, porque inicialmente enumera-se as unidades da população. Difere da aleatória simples porque a seleção da amostra é feita por um processo periódico pré-ordenado. </li></ul><ul><ul><li>Ex.: amostra de 20% dos matriculados empregados. Sorteia-se um valor de 1 a 5. Se o sorteado for o 2, incluem-se na amostra o aluno 2, o 7, o 12 e assim por diante de cinco em cinco. </li></ul></ul>
  11. 11. AMOSTRA SISTEMÁTICA <ul><li>As amostras sistemáticas são suscetíveis a erros induzidos por periodicidade naturais da população e permitem ao investigador prever e possivelmente manipular quem entrará na amostra. </li></ul><ul><li>Não oferecem vantagens logísticas em relação às amostras aleatórias simples. </li></ul>
  12. 12. AMOSTRA ALEATÓRIA ESTRATIFICADA <ul><li>divide a população em subgrupos de acordo com determinadas características como sexo ou faixa etária, selecionando uma amostra aleatória de cada um desses estratos. </li></ul><ul><ul><li>Exemplo de amostra estratificada proporcional: a população de alunos empregados é composta por 40% de homens e 60% de mulheres. Separam-se os dois grupos e sorteiam-se 30 mulheres e 20 homens. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo de amostra estratificada igualitária: o investigador tem especial interesse na empregabilidade de adolescentes (8% dos casos); separa a população em adultos e adolescentes e sorteia 25 casos de cada grupo. </li></ul></ul>
  13. 13. AMOSTRA POR CONGLOMERADOS <ul><li>É uma amostra aleatória de agrupamentos naturais de indivíduos (conglomerados) na população. </li></ul><ul><li>Tem vantagens logísticas na sua aplicação, porém aumenta a complexidade da análise estatística porque os indivíduos de um mesmo conglomerado tendem a ter uma certa homogeneidade. </li></ul><ul><ul><li>Ex.: num estudo de empregabilidade de alunos do ensino médio, foram sorteadas as salas de aula das escolas de um município e aplicado um questionário a todos os alunos das turmas sorteadas. </li></ul></ul>
  14. 14. AMOSTRA POR ESTÁGIOS MÚLTIPLOS <ul><li>São amostras obtidas por métodos combinados. </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: numa pesquisa sobre tabagismo em estudantes de ensino superior foram sorteadas as instituições e depois as turmas (amostra por conglomerados). De cada turma, foram sorteados 20% dos alunos do sexo masculino e 20% dos alunos do sexo feminino (amostra aleatória estratificada). </li></ul></ul>
  15. 15. DETERMINAÇÃO DO TAMANHO DE UMA AMOSTRA INTRODUÇÃO O pesquisador procura tirar conclusões a respeito de um grande número de sujeitos. Por exemplo, ele poderia desejar estudar: os 170.000.000 de cidadãos que constituem a população brasileira. Os 1.000 membros de um sindicato. Os 45.000 estudantes de intercâmbio e assim sucessivamente. Se o pesquisador trabalha com todo o grupo que ele tenta compreender, dizemos que está trabalhando com a POPULAÇÃO.
  16. 16. Fatores que determinam o cálculo
  17. 17. ERRO NÃO AMOSTRAL Ocorrem erros não-amostrais quando: • Os dados amostrais são coletados, registrados ou analisado incorretamente. • Há uma utilização de um instrumento defeituoso durante a realização de mensurações. • Um questionário ou formulário possui questões formuladas de modo tendencioso [Triola, 1999].
  18. 18. ERRO AMOSTRAL Não há dúvida de que uma amostra não representa perfeitamente uma população. Ou seja, a utilização de uma amostra implica na aceitação de uma margem de erro que denominaremos ERRO AMOSTRAL. Erro Amostral é a diferença entre um resultado amostral e o verdadeiro resultado populacional.
  19. 19. ERRO AMOSTRAL o ERRO AMOSTRAL e o TAMANHO DA AMOSTRA seguem sentidos contrários. Quanto maior o tamanho da amostra, menor o erro cometido e vice-versa. E Margem de erro ou ERRO MÁXIMO DE ESTIMATIVA. Identifica a diferença máxima entre a MÉDIA AMOSTRAL ( X ) e a verdadeira MÉDIA POPULACIONAL.
  20. 20. GRAU DE CONFIANÇA Ele estabelece um limite para interpretação dos resultados, ou seja, significa que há uma probabilidade do resultado obtido no levantamento estar correto.   α 95% é um número aceito e mais usado de nível de confiança
  21. 21. GRAU DE CONFIANÇA Tabela de equivalência Percentual Equivalência 68% 1 90% 1,645 95% 1,96 95,5% 2 99% 2,575 99,7% 3
  22. 22. Porcentagem pela qual o fenômeno se verifica É um cálculo estimativo, em que percebe-se dois números. 1º Proporção populacional de indivíduos que pertence a categoria que estamos interessados em estudar = p 2º Proporção populacional de indivíduos que NÃO pertence à categoria que estamos interessados em estudar = q Teremos então -> p.q
  23. 23. FÓRMULAS DE CÁLCULO AMOSTRAL Infinita : n= ∂ 2 .p.q e 2 Finita: n= ∂².p.q .N e².(N-1)+ ∂².p.q
  24. 24. <ul><ul><li>VAMOS À BATALHA </li></ul></ul>A Faculdade de Marketing Facottur deverá fazer uma pesquisa com alunos do Bairro Novo que totalizam 3000 pessoas. A intenção é quantificar a opinião dos alunos em relação aos cursos. Erro=5 e confiança de 95,5% Finita: n= ∂².p.q .N e².(N-1)+ ∂².p.q
  25. 25. (2) 2 *50*50*3000 (5) 2 *(3000-1)+(2) 2 *50*50 30.000.000 74.975+10.000 353,04

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