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Variação linguistica e aprednizagem2
 

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    Variação linguistica e aprednizagem2 Variação linguistica e aprednizagem2 Document Transcript

    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ – UVA CURSO DE LICENCIATURA EM PORTUGUÊSBÁRBARA ACELES DOS SANTOSKYARA MARIA DANTAS OLIVEIRAMARIA DO CARMO SOUSA LEITERITA VIRGINIA LEITE ARGÔLOTÂNIA DO NASCIMENTO REIS VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA E A APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO NO 9º ANO DO COLÉGIO JOÃO CARLOS TOURINHO DANTAS TOBIAS BARRETO / SE WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 2 DEZEMBRO / 2008BÁRBARA ACELES DOS SANTOSKYARA MARIA DANTAS OLIVEIRAMARIA DO CARMO SOUSA LEITERITA VIRGINIA LEITE ARGÔLOTÂNIA DO NASCIMENTO REIS VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA E A APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO NO 9º ANO DO COLÉGIO JOÃO CARLOS TOURINHO DANTAS Projeto de pesquisa apresentado à disciplina Estágio Supervisionado sob orientação do professor Especialista Fernando José Alves do Nascimento, do curso de Licenciatura em Português da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA como parte e requisito da avaliação. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 3 SUMÁRIO1. Introdução2. Referencial teórico3. Justificativa4. Problema de Estudo5. Objetivos:5.1.Geral5.2. Especifico6. Procedimentos Metodológicos7. Cronograma8. Referências Bibliográficas WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 4INTRODUÇÃO O Colégio Municipal João Carlos Tourinho Dantas situado a Av. Antônio CarlosMagalhães, 113, no município de Itapicuru, agreste do estado da Bahia, distante 165 Km dacapital sergipana, atende a uma demanda de alunos da 2ª fase do Ensino Fundamental e doEnsino Médio, modalidade normal. Atualmente o colégio possui uma área de 3.825 m² e compõe-se dos seguintesdepartamentos: 15 salas de aula, uma quadra poliesportiva, uma biblioteca e uma sala deInformática. Funciona regularmente nos turnos: matutino, vespertino e noturno. Embasados na pesquisa realizada com os alunos do 9º ano do referido colégio sobreas avaliações lingüísticas percebemos a necessidade que se faz presente em elaborar umprojeto de pesquisa, o qual aborda o tema como forma de conhecimento e socialização dessasnovas variantes, bem como o porquê da distinção entre fala x escrita. Estudar a língua em seus aspectos variáveis é aprender a perceber sem preconceito,que a expressão da linguagem humana é um conjunto variado e mutuamente cruzado devariedades geográficas, sociais e estilísticas. Um fator determinante para aprendizagem é o conhecimento da língua padrão, vistoque, está inserida dentre muitas variedades da língua que tem funções específicas em seuaspecto social, especialmente na escrita. Dessa forma percebe-se que a Língua Portuguesa funciona nos mais diversoscampos, tanto nas feiras livres quanto no grande tribunal de júri não porque seja homogênea esim heterogênea e variável, e se fosse um código rígido e único como os gramáticos noslevam a crer, teríamos problemas comunicativos. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 5FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O presente trabalho procura apresentar algumas contribuições de uma das subáreaslingüística denominada de sociolingüística educacional. Essa corrente tem se debruçado sobrevários fenômenos da variação lingüística, que ocorre no português brasileiro, vendo suasimplicações no processo ensino e aprendizagem da linguagem, sobretudo, em relação aoensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental. Entendemos que o estudo e o conhecimento advindo dessa corrente pode contribuirpara melhorar a qualidade do ensino da Língua Portuguesa porque trabalha sobre a realidadelingüística dos usuários dessa língua, levando em conta além dos fatores internos à língua(fonologia, morfologia, sintaxe, semântica) também os fatores de ordem externa à língua(sexo, etnia, faixa etária, origem geográfica, situação econômica, escolaridade, história,cultura, entre outros.). As pesquisas fundamentadas na sociolingüística educacional mostram que é possíveldesenvolver práticas de linguagem significativas, no sentido de incluir alunos oriundos dasclasses sociais menos favorecidas, fazendo com que esses alunos deixem de se sentirestrangeiros em relação à língua utilizada pela escola, e com isso consigam participar deforma satisfatória das práticas sociais que demandam conhecimentos lingüísticos diversos. Diferentemente dos alunos oriundos das classes mais abastadas, cuja variedade delíngua é também a variante de prestígio, e também a que é ensinada na escola, a maioria dosalunos das classes menos favorecidas além de ter que, praticamente, aprender uma novalíngua, não têm sua variedade de língua valorizada e muito menos colocada como objeto deestudo na sala de aula. O que se observa é que, muitas vezes, os alunos usuários dasvariedades populares são discriminados em função da sua maneira de falar. Por outro lado, as dificuldades que esses alunos apresentam em relação às atividadeslingüísticas são tratadas como se estas ocorressem em função da falta de capacidade dosalunos, quando na verdade tais dificuldades estão relacionadas ao desconhecimento da escola WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 6em relação às variedades lingüísticas existentes no Brasil, que tenta trabalhar a língua maternacomo se esta fosse algo estático, puro, homogêneo, uniforme ou até mesmo intocável comodefendem muitos gramáticos. Na verdade, a Língua Portuguesa, como todas as outras línguashumanas, é para ser compreendida como um organismo vivo, heterogêneo, passível devariação e mudança, que sofre a influência de vários fatores lingüísticos e não lingüísticos.Isto significa que a nossa língua não está pronta, que não é neutra ou mesmo algo inerte quese possa colocar numa forma, mas algo que se encontra em permanente processo de variação,e que expressa a diversidade dos grupos sociais que a falam. Segundo LABOV (1983) (2), a variação existe em todas as línguas naturais humanas,é inerente ao sistema lingüístico, ocorre na fala de uma comunidade e, inclusive, na fala deuma mesma pessoa. Isto significa que a variação sempre existiu e sempre existirá,independente de qualquer ação normativa. Assim, quando falamos em Língua Portuguesaestamos falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. E mesmo havendo noBrasil uma aparente unidade lingüística e apenas uma língua nacional, é possível observarvariação em diversos níveis da estrutura lingüística como ilustram os exemplos a seguir: napronúncia (tia/tchia (3), porta/porrrta, televisão/tElEvisão, festa/feishta REcifi/Recifi/Ricifi),no emprego de palavras (macaxeira/aimpim/mandioca, menino/garoto/guri, você/tu), namorfologia e nas construções sintáticas (eles falam/eles fala, nós falamos/a gente fala, nósfala/a gente falamos, eu quero falá com o pai/quero falar com pai). Esses são alguns exemplos de variação lingüística que não somente identificam osfalantes de comunidades lingüísticas em diferentes regiões, como ainda se multiplicam emuma mesma comunidade de fala. Isso significa dizer que não existem variedades fixas: em ummesmo espaço social convivem diferentes variedades lingüísticas (padrão e não-padrão),geralmente associadas a diferentes valores sociais (PCN 1998). Porém, não queremos dizer com isso que a variação seja um fenômeno que ocorraaleatoriamente. Vários estudos na perspectiva variacionista (MOLLICA 1992; SCHRRE1996; entre outros) mostram que a variação é governada por restrições lingüísticas e nãolingüística, que são passíveis de descrição. Por isso, não devemos agir com indiferença diantedas produções textuais dos alunos (orais e escritas), que apresentam variação, mas assumiruma atitude natural, o que também não significa que “vale tudo”, significa, sim, que estamosagindo sem preconceito, porém com responsabilidade e sobretudo muito sensibilidade.. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 7 Por outro lado, não devemos esquecer que algumas variedades lingüísticas sãofortemente discriminadas, isto é, tratadas de modo preconceituoso e anticientífico. Nãoporque essas variedades sejam inferiores ou porque sejam menos elaboradas do ponto de vistalingüístico, mas simplesmente porque diferem em alguns aspectos (quase sempre relacionadosà forma) daqueles que os gramáticos tradicionais elegeram como sendo o “correto”. Para trabalhar a variação lingüística, o professor deve introduzir, ao mesmo tempo, porum lado, o respeito e a aceitação aos vários falares dos alunos (MOLLICA 1998); e por outro,uma prática de ensino e aprendizagem cujo objeto de estudo sejam os próprios textos dosalunos (orais e escritos). O que também não significa o abandono ao ensino da língua culta,pois esta continua sendo a variante de prestígio, portanto é importante que também sejatrabalhada em sala de aula. Além disso, é imprescindível que haja constantemente uma práticade reflexão sobre os usos das diversas variedades lingüísticas existentes no País, nos diversosgêneros textuais, tanto na modalidade oral quanto na escrita, para que o aluno saiba que cadauma dessas variedades (padrão e não-padrão) tem seus contextos de uso. Por outro lado,Também é importante que o aluno, ao aprender novas formas lingüísticas, particularmente aescrita e o padrão de oralidade mais formal orientado pela tradição gramatical, entenda quetodas as variedades lingüísticas são legítimas e próprias da história e da cultura humana.Agindo assim, não somente estamos conscicetizando os nossos alunos, enriquecendo os seusdialetos, mas também aumentando o leque de suas possibilidades lingüísticas, que associadasaos seus contextos de uso podem tornar esses alunos usuários muito mais conscientes ecompetentes quanto aos diversos usos da língua. Tornar os alunos usuários muito mais competentes quanto aos diversos usos da língua,não significa levá-los a memorizar as regras da gramática normativa ou a falar “certo”, maspermitir-lhe a escolha da forma de fala ou de escrita adequada à cada situação comunicativa,considerando as características e condições do contexto de produção, isto é, saber adequar osrecursos expressivos, a variedade de língua e o estilo às diferentes situações comunicativas. Segundo SANTOS e CAVALCANTE (2000), para trabalhar a variação lingüística emsala de aula seria interessante que fossem realizadas atividades enfatizando a diferença entretextos produzidos oralmente e textos escritos, trabalhando o máximo possível os própriostextos dos alunos (orais e escritos). E chamando a atenção para a possibilidade de sempre WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 8poder realizar a retextualização, podendo melhorar vários aspectos do texto, inclusivemudando de gênero. Com base nas orientações de alguns pesquisadores (BAGNO, 1997, 1998, 1999;CASTILHO, 1998; MOLLICA, 1992, 1998; MOURA, 1996, 1997, 1999; RAMOS, 1997;TARALLO, 1989, 1990) SANTOS e CAVALCANTE (op.cit) apresentam algumasestratégias (4) que podem ser utilizadas para trabalhar a variação lingüística tanto com alíngua falada como com a escrita. 1. Apresentar aos alunos gravações de textos produzidos oralmente, podendo ser tantoos textos dos próprios alunos (5) como textos de outras pessoas. É importante que elesconstatem que existe diferença entre os sons são produzidos oralmente e a escrita padrãodesses sons. 2. Durante o exercício de escuta o professor pode pedir aos alunos que escrevam, daforma que ouvem, algumas palavras do texto gravado. Em seguida compare o registro de taispalavras com a grafia padrão. 3. A etapa seguinte consiste em pedir aos alunos que façam pequenas entrevistas emcasa, gravando-as em fita cassete. (O professor juntamente com os alunos devem organizar osroteiros das entrevistas). Também é importante pedir a cada aluno que anote numa ficha aidade aproximada do entrevistado, o local onde ele mora, o sexo e o grau de escolaridade,bem como as dificuldades ocorridas durante a realização de tal tarefa. Após a discussão a respeito dos fatos ocorridos durante as gravações, o professorpoderá pedir aos alunos que façam o levantamento de alguns recursos lingüísticos que sãopróprios da língua falada, como: “bom”, “ah” ah”, “viu”, “né?”, “pois é”, “oxi”, “nossa quecoisa!”, “é mesmo?” Os chamadas marcadores discursivos. Além das atividades acima sugeridas o professor poderá pedir aos alunos que realizemum levantamento de algumas variedades regionais (carrrni/carne, mutcho/muito, guri/criança,macaxeira/aimpim/mandioca, tu/você, etc,). Essa atividade poderá ser realizada a partir defilmes, novelas, peças de teatro, programas de televisão, depoimento de pessoas que viveramem outras regiões do país, etc. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 9 Segundo MOURA (1999), “o ensino de língua pressupõe o conhecimento da realidadelingüística dos usuários dessa língua”. Tal conhecimento torna-se necessário em função daheterogeneidade lingüística freqüente em situações de ensino, sobretudo nos espaços em queos alunos utilizam variedades lingüísticas socialmente estigmatizadas. O desconhecimento dessa diversidade lingüística tem contribuído para que algumasvariedades não-padrão sejam estigmatizadas, isto é, sejam discriminadas, fazendo com queseus falantes sejam vítimas de “preconceitos lingüísticos. Segundo BAGNO (1999), tais preconceitos juntamente com os vários mitos sobre oensino de Língua Portuguesa, dentre os quais, o de que existe uma única forma “certa” defalar, o de que a fala “certa” é a de uma determinada região, o de que o brasileiro não sabeportuguês, o de que português é a língua mais difícil do mundo, o de que é preciso “consertar”a fala do aluno para evitar que ele escreva errado, etc., precisam ser combatidos com bastanteenergia não somente pelos professores de Língua Portuguesa, mas também por toda asociedade, uma vez que tais crenças não encontram nenhum respaldo científico. No entantocontinuam produzindo danos enormes na vida do aprendiz, fazendo com que este sintavergonha da própria fala. Estamos conscientes, entretanto, de que esse tipo de conhecimento não tem sidosocializado entre os professores de LP (Língua Portuguesa) que atuam na educação básica eem muitos casos até entre aqueles que trabalham na formação dos professores. Tambémconcordamos, que não é o simples fato de sido incluída nos PCN que a variação lingüísticaestará ao alcance dos professores do ensino fundamental. É preciso que esse conhecimento que vem sendo acumulado ao longo de mais de vinteanos sobre a variação lingüística saia dos muros das Universidades e seja, de fato, socializadoentre os professores de Língua Portuguesa, para que estes utilizem tal conhecimento embenefício dos alunos e até de si próprio. Porém, vale destacar que para desenvolver um processo sistemático de reflexão econscientização sobre a interferência dos fenômenos de variação lingüística nos diversos usosda Língua Portuguesa dentro e fora da sala de aula, é necessário ter em mente que isso nãoocorre de um dia para o outro e que não pode ser visto como se fosse fruto de uma simplesadesão por parte dos docentes, mas de um processo contínuo e sistemático de trabalho e WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 10reflexão sobre os aspectos formais da língua, seus gêneros, seus usos, seu contexto, suahistória e seus falantes, bem como de uma política de formação de professores planejadadesde sua fase inicial até os estágios mais avançados da formação continuada, que objetivesubsidiar as práticas de ensino da Língua Portuguesa numa visão plural do conhecimentocientífico.JUSTIFICATIVA A partir da análise sobre variações lingüísticas feita com os alunos do 9º ano ColégioJoão Carlos Tourinho Dantas, percebemos a necessidade de elaborar um projeto de pesquisa,o qual, faz interferências sobre o que é possível fazer com o que foi detectado. Dentre aspossíveis causas foram observadas os diferentes tipos de variações presentes no contexto decada educando. Dessa forma, é preciso que a prática das aulas seja conduzida através deanálise lingüística e produção textual. A prática da análise lingüística será desenvolvida a fimde possibilitar o processo de constituição e distribuição de hipóteses sobre a língua, porque oconhecimento não deve ser apenas, exato e cumulativo, pois, mais importante do que dominarou aprender regras é aprender a usar e conhecer a língua pelo entendimento de como elafunciona. Será determinante a atenção peculiar às produções dos alunos, àquilo que elasmostram e se escondem do seu conhecimento e da sua capacidade lingüística, aos aspectosque as distanciam as diferenciam da convenção, do que é considerado norma-padrão. Todavia,há o respeito pela variedade do aluno como parte de sua história. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 11Tema: Variedades lingüísticas e a aprendizagem: um estudo de caso no 9º ano do ColégioJoão Carlos Tourinho Dantas.Problema de estudo. É evidente que trabalhar as variedades sob a disposição investigativa, é debruçar-sesobre fenômenos lingüísticos de como os usuários realizam a língua através da fala. A análise sobre as variações lingüísticas detectadas nos textos dos alunos do 9º anodo Colégio João Carlos Tourinho Dantas em Itapicuru – BA deverá avaliar o grau deaprendizagem dos educandos trabalhando a formalidade gramatical na prática da escrita. Esta prática está correlacionada de acordo com a história dos diferentes grupossociais dos educandos. Descobrir estes empecilhos e procurar observá-los à luz dasexperiências advindas dos alunos é um problema a ser desvendado, esclarecido pela equipeinvestigativa. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 12Variações Lingüísticas e a Aprendizagem:Um estudo de caso no 9º ano do Colégio João Carlos Tourinho DantasObjetivo geral: Desenvolver a reflexão em torno da problemática das Variações Lingüísticasfazendo valer o uso da língua dentro do contexto social em suas especificidades.Objetivos específicos: • Proporcionar um melhor conhecimento sobre a língua com a qual nos comunicamos, de forma a conscientizar de que a unidade não significa igualdade. • Analisar de que maneira as variações lingüísticas interferem, contribuem ou interagem nas produções textuais dos alunos. • Analisar o grau de aprendizado do alunado no período investigativo. • Desenvolver técnicas que aprimorem o conhecimento. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 13METODOLOGIA O referido instrumento de pesquisa será respaldado na atividade dos discentessolicitada pelo professor em sala de aula. Além disso, o embasamento estará arraigado adiscussões e análises bibliográficas. Realizar-se-á coleta de dados tendo como alvo os discentes do 9º ano do ColégioJoão Carlos Tourinho Dantas em Itapicuru – BA. Após as discussões, desenvolve-se uma metodologia prática e variável para sechegar a um consenso do qual é importante abordar este tema como forma de interação nasdiferentes situações lingüísticas assegurando aos alunos um domínio lingüístico e garantindo-lhes uma boa produção escrita. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 14 Cronograma Novembro Dezembro 08 10 12 13 14 1 20 13 19 22 26 29 8Encontro com o Xprofessor orientadorInicio da pesquisa XContinuação da XpesquisaColeta de dados XColeta de material XAnálise da pesquisa XEstudo do material XSegunda revisão do XprofessorCorreção do projeto X X XEntrega do projeto X WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 15REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASDUARTE, Maria Eugênia Lamoglia e PAIVA, Maria da Conceição Auxiliadora de AMudança Lingüística em Tempo Real, 2007MARCUSHI, Luiz Antônio – Da fala para a escrita: atividades da retextualização. 2. ed. SãoPaulo. Cortez, 2001.BAGNO, Marcos, in: Preconceito Lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.BORTONI-RICARDO. S. M. Educação em Língua Materna: A Sociolingüística na Sala deAula. São Paulo: Parábola, 2004._____. DELTTONI, R.do V. Diversidades Lingüísticas e Desigualdades Sociais: Aplicando aPedagogia Culturalmente Sensível.In: COX, M. I. P; ASSIS-PETERSON, A.A. de. (Org.).Cenas de Sala de Aula. Campinas-SP: Mercado das Letras, 2001.CASTILHO, A . T. de. A língua falada no ensino de português. São Paulo: Contexto, 1998.CAVALCANTE, M. A. da Silva. O sujeito pronominal na língua falada em Alagoas. In:MOURA, Denilda (org.). Os múltiplos usos da língua. Maceió: EDUFAL, 1999. p. 353-356.PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais.LABOV, William. Modelos Sociolingüísticos. Madrid: ediciones Cátedra. 1983. Tradución deJosé Miguel Herreras. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
    • WWW.CURSORAIZES.COM.BR 16MOLLICA, M. Cecília (org.). Introdução à Sociolingüística Variacionista. Cadernosdidáticos. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ. 1992._____. “Como o brasileiro fala, percebe e avalia alguns padrões lingüísticos”. Rio de Janeiro:Ed. Flores Verbais, p. 121-129, 1995._____. “Influência da fala na alfabetização”. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1998.MOURA, Maria Denilda. A língua falada em Alagoas. In: Anais do I Encontro NacionalSobre Língua Falada e Ensino – Universidade Federal de Alagoas/ Coordenação do Mestradoem Letras – Maceió: EDUFAL, 1995, p. 50-56._____A fala e a escrita na sala de aula – uma questão para a Lingüística e para o ensino delíngua. In: ABRALIN: Associação Brasileira de Lingüística – Maceió: Boletim 18, ImprensaUniversitária/UFAL. 1996. p. 72-76._____. Língua falada e ensino. In: MOURA, Maria Denilda (org.). Os múltiplos usos dalíngua. Maceió: EUFAL. 1999. p. 61-63._____; MORAIS, (Org.) Ler e escrever para quê? Maceió: EDUFAL: FAPEAL, 2000.RAMOS, Jânia M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo: Martins Fontes, 1997.SANTOS, M. B.; CAVACANTE, M. A da Silva. Contribuição da Teoria da VariaçãoLingüística ao ensino de Língua Portuguesa. In: MOURA, M. D; MORAIS, G. (Org.). Ler eescrever para quê? Maceió: EDUFAL: FAPEAL, 2000.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quartociclos do ensino fundamental de português. Brasília: MEC/SEF, 1997. WWW.CURSORAIZES.COM.BR