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EDUCAÇÃO INDÍGENA E EDUCAÇÃO À DISTANCIA II
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EDUCAÇÃO INDÍGENA E EDUCAÇÃO À DISTANCIA II

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  • 1. WWW.CURSORAIZES.COM.BR UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ – UVA CURSO DE LICENCIATURA EM PORTUGUÊS RITA VIRGINIA LEITE ARGÔLOEDUCAÇÃO INDÍGENA E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA TOBIAS BARRETO / SE WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 2. WWW.CURSORAIZES.COM.BR JANEIRO / 2009RITA VIRGINIA LEITE ARGÔLOEDUCAÇÃO INDÍGENA E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Trabalho apresentado à disciplina Base Pedagógica I sob orientação da professora Ivone Paim, do curso de Licenciatura em Português da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA como parte e requisito da avaliação. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 3. WWW.CURSORAIZES.COM.BRWWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 4. WWW.CURSORAIZES.COM.BR SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO2. REFERENCIAL TEÓRICO3. CONCLUSÃO4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 5. WWW.CURSORAIZES.COM.BRINTRODUÇÃO O presente trabalho tem a função de mostrar como anda a Educação Indígena eEducação a Distância no Brasil, demonstrando assim qual a relação delas com a educaçãopresencial na vida da humanidade. Revigorou-se nesta última década em função, principalmente, do surgimento dasnovas tecnologias de comunicação mediada por computador em rede – mais precisamente,com a popularização da Internet. A mudança não é pequena: surgem novos métodoseducacionais, novas concepções de material didático, novas relações humanas e novasrelações com o conhecimento. A Internet tem sido cada vez mais utilizada para apoiar ecomplementar o ensino tradicional - a distinção entre “Educação a Distância” e “EducaçãoPresencial” torna-se cada vez mais difícil. Há muitas controvérsias na área – por exemplo,existe grande quantidade de definições para o termo “Educação a Distância”, algumascontraditórias, nenhuma amplamente aceita. Existem poucos mecanismos formais para suaanálise. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 6. WWW.CURSORAIZES.COM.BRA EDUCAÇÃO INDÍGENA A Educação Indígena no Brasil está sendo desenvolvida e consolidada com base nosprincípios estabelecidos no estudo que fizemos sobre o bilinguismo, estou registrandoinformações sobre o assunto: Quando os portugueses chegaram ao Brasil, em 1500, oshistoriadores estimam que aqui houvessem uma população de 6 milhões de índios falandomais de 1300 línguas. Dados mais recentes informam sobre a existência de 218 povosindígenas falando 180 línguas e dialetos nativos conhecidos. Já foram menos e hoje se estimaque representam pelo menos 1% da população brasileira. A Constituição Brasileira de 1988, em vigor, avançou na garantia de direitos dosindígenas em relação às terras que ocupam e de manutenção de suas identidadesdiferenciadas, preservando suas línguas, suas culturas, tradições e modos de ser e de pensar.Isto, porém, não significa a inexistência de conflitos de terras indígenas e de quem questione orespeito e garantia de direitos a estes povos. A legislação e as políticas públicas paraenfrentamento destas questões vêm sendo alteradas de forma significativa. e onde seobservam as maiores mudanças é na educação escolar indígena. Surgiram projetos em diversos pontos do país específicos pra a realidade socioculturale histórica dos povos indígenas marcados pelos princípios da interculturalidade e bilingüismoproposto no tema analisado neste trabalho. O novo paradigma inspirou o MEC- Ministério deEducação a criar programas específicos a partir de um novo paradigma educacional derespeito à intercuturalidade, ao multilinguismo e à etnicidade. As ações desenvolvidas foram: a) Formar os próprios índios como professores de suas comunidades; b) Programas diferenciados para formação de indígenas; c) Produção de materiais bilíngües e na língua nacional; adequação de currículos e calendários á realidade de cada povo indígena. Dados de 2002 demonstravam que naquela época já havia no Brasil 1392 escolasindígenas onde lecionam 3059 professores índios e 939 não – índios atendendo aaproximadamente 93 mil alunos indígenas. A educação indígena brasileira fundamenta-se norespeito e no conhecimento da história dos diferentes povos, propiciando processos deresgate e de valorização dos saberes e das práticas tradicionais destes povos. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 7. WWW.CURSORAIZES.COM.BRWWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 8. WWW.CURSORAIZES.COM.BREDUCAÇÃO A DISTÂNCIA É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos,fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente astelemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão,o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes. Na expressão "ensino a distância" a ênfase é dada ao papel do professor (comoalguém que ensina a distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente,embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada. Hoje temos a educação presencial, semi-presencial (parte presencial/parte virtual ou adistância) e educação a distância (ou virtual). A presencial é a dos cursos regulares, emqualquer nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamadosala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na sala de aula eoutra parte a distância, através de tecnologias. A educação a distância pode ter ou nãomomentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separadosfisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos através de tecnologias decomunicação. Outro conceito importante é o de educação contínua ou continuada, que se dá noprocesso de formação constante, de aprender sempre, de aprender em serviço, juntando teoriae prática, refletindo sobre a própria experiência, ampliando-a com novas informações erelações. A educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis que o ensino regular. Noensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. É mais adequado para a educação deadultos, principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagemindividual e de pesquisa, como acontece no ensino de pós-graduação e também no degraduação. Há modelos exclusivos de instituições de educação a distância, que só oferecemprogramas nessa modalidade, como a Open University da Inglaterra ou a UniversidadeNacional a Distância da Espanha. A maior parte das instituições que oferecem cursos adistância também o fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual predominante noBrasil. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 9. WWW.CURSORAIZES.COM.BR As tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, oque deveria ser o cerne de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entretodos os que estão envolvidos nesse processo. Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectampessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência,redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos terprofessores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando"com sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior desaberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, noprocesso de construção do conhecimento, muitas vezes a distância. O conceito de curso, de aula também muda. Hoje, ainda entendemos por aula umespaço e um tempo determinados. Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serãoflexíveis. O professor continuará "dando aula", e enriquecerá esse processo com aspossibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e respondermensagens dos alunos, criar listas de discussão e alimentar continuamente os debates epesquisas com textos, páginas da Internet, até mesmo fora do horário específico da aula. Háuma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos eespaços diferentes. Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo"aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendoredimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor, um animador, um incentivadordos alunos na instigante aventura do conhecimento. As crianças, pela especificidade de suas necessidades de desenvolvimento esocialização, não podem prescindir do contato físico, da interação. Mas nos cursos médios esuperiores, o virtual, provavelmente, superará o presencial. Haverá, então, uma grandereorganização das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente,salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa e o escritório serão, também, lugaresimportantes de aprendizagem. Poderemos também oferecer cursos predominantemente presenciais e outrospredominantemente virtuais. Isso dependerá da área de conhecimento, das necessidadesconcretas do currículo ou para aproveitar melhor especialistas de outras instituições, que seriadifícil contratar. Estamos numa fase de transição na educação a distância. Muitas organizações estãose limitando a transpor para o virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 10. WWW.CURSORAIZES.COM.BRdisponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugaresdiferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos modelospredominantemente individuais para os grupais na educação a distância. Das mídiasunidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativase mesmo os meios de comunicação tradicionais buscam novas formas de interação. Dacomunicação off-line estamos evoluindo para um mix de comunicação off e on-line (emtempo real). Educação a distância não é um "fast-food" em que o aluno se serve de algo pronto. Éuma prática que permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as dogrupo - de forma presencial e virtual. Nessa perspectiva, é possível avançar rapidamente,trocar experiências, esclarecer dúvidas e inferir resultados. De agora em diante, as práticaseducativas, cada vez mais, vão combinar cursos presenciais com virtuais, uma parte doscursos presenciais será feita virtualmente, uma parte dos cursos a distância será feita de formapresencial ou virtual-presencial, ou seja, vendo-nos e ouvindo-nos, intercalando períodos depesquisa individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns cursospoderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor, e em outros seráimportante compartilhar vivências, experiências, idéias. A Internet está caminhando para ser audiovisual, para transmissão em tempo real desom e imagem (tecnologias streaming, que permitem ver o professor numa tela, acompanhar oresumo do que fala e fazer perguntas ou comentários). Cada vez será mais fácil fazerintegrações mais profundas entre TV e WEB (a parte da Internet que nos permite navegar,fazer pesquisas...). Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa a poderacessar simultaneamente às informações que achar interessantes sobre o programa, acessandoo site da programadora na Internet ou outros bancos de dados. As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento dabanda de transmissão, como acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem,principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação serãodiretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas. Teremos aulas a distância com possibilidade de interação on-line (ao vivo) e aulaspresenciais com interação a distância. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 11. WWW.CURSORAIZES.COM.BR Algumas organizações e cursos oferecerão tecnologias avançadas dentro de umavisão conservadora (só visando o lucro, multiplicando o número de alunos com poucosprofessores). Outras oferecerão cursos de qualidade, integrando tecnologias e propostaspedagógicas inovadoras, com foco na aprendizagem e com um mix de uso de tecnologias: oracom momentos presenciais; ora de ensino on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, emlugares diferentes); adaptação ao ritmo pessoal; interação grupal; diferentes formas deavaliação, que poderá também ser mais personalizada e a partir de níveis diferenciados devisão pedagógica. O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil. Iremosmudando aos poucos, em todos os níveis e modalidades educacionais. Há uma grandedesigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estãopreparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos(gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E amaioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o acesso àinformação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às tecnologias, àinformação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a suautilização inovadora. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 12. WWW.CURSORAIZES.COM.BRCONCLUSÃO Podemos concluir que nos dias atuais existem povos indígenas que vivem isolados namata, que ainda não foram totalmente atingidos pela cultura de outras raças. Porém, existemaqueles que já tiveram um contato maior, e por ter a necessidade de enfrentar a mesma vida,de competir no mercado de trabalho e ser cobrado de conhecimentos, começa a colocar delado seus costumes e tradições. Portanto, são levados a conhecer novas tecnologias, o queinclui a Internet, deixando, desta forma, um caminho aberto à inclusão digital para os índios. O contexto social está em constante transformação e a comunidade indígena começa a seadequar às tecnologias educacionais como TV, computadores, Internet e, ainda, educação adistância, disseminando as culturas, principalmente a cultura indígena que, antigamente, era maisreservada. Verifica-se, assim, a necessidade de introduzir tecnologias educacionais na sociedadeeducacional, principalmente o domínio do computador que hoje se torna o mais novo integrantedo nosso dia-a-dia em todas as faixas etárias existentes. Hoje os materiais didáticos sãooferecidos, em sua maioria, em sites da Internet, onde o usuário tem uma gama de artigos,trabalhos de graduação, mestrado e doutorado à disposição, sem levar em conta os sitespedagógicos que auxiliam os professores no processo ensino-aprendizagem do aluno através daeducação a distancia. WWW.CURSORAIZES.COM.BR
  • 13. WWW.CURSORAIZES.COM.BRREFERENCIAS BIBLIOGRAFICASBRASIL. Ministério da Educação. O Governo Brasileiro e a Educação Escolar Indígena1995-2002.LANDIM, Claudia Maria Ferreira. Educação a distância: algumas considerações. Rio deJaneiro, s/n, 1997.LUCENA, Marisa. Um modelo de escola aberta na Internet: kidlink no Brasil. Rio deJaneiro: Brasport, 1997.NISKIER, Arnaldo. Educação a distância: a tecnologia da esperança; políticas eestratégias a implantação de um sistema nacional de educação aberta e a distância. SãoPaulo: Loyola, 1999. WWW.CURSORAIZES.COM.BR

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