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Uma nova metodologia para a matemática
 

Uma nova metodologia para a matemática

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    Uma nova metodologia para a matemática Uma nova metodologia para a matemática Document Transcript

    • www.cursoraizes.com.br UMA NOVA METODOLOGIA PARA A MATEMÁTICA Janaína Fernandes LacerdaRESUMOA educação nos últimos anos tem passado uma série de transformações e cada diaa sociedade exige uma melhor qualificação profissional exigindo um conhecimentoeclético. Nesta vertente a Matemática é encarada por muitos como algo inacessívele o que fazer diante deste impasse? Exigência do mercado de trabalho de umprofissional polivalente e conhecimentos fracionados. Nesta perspectiva esse artigobuscou através de análise bibliográfica entender as dificuldades no entendimento daMatemática. Como metodologia foi feita leitura de teóricos que embasassem apesquisa no sentido de entendimento da condição do ensino da Matemática atual.Como resultante deste trabalho percebeu-se a necessidade do educador agir comointermediário do conhecimento matemático e o educando buscando construir o tripéescola, alunos e professores de forma comprometida e facilitadora na construção doconhecimento matemático.Palavras-Chave: Matemática, Prática, Meio Social, Escola.Introdução:Atualmente muitas pessoas culpam a sua falta de aptidão para a Matemática comoresponsável pelas suas dificuldades em aprende-la de maneira satisfatória,entretanto acabam que utilizando no seu cotidiano a Matemática sem muitas vezesnotar a presença da mesma. Sendo assim se fez necessário elaborar uma discussãoque pudesse determinar quais os verdadeiros motivos que vão levar as pessoas adesenvolverem esse "temor" para com a Matemática, sendo esta tão próxima epertinente à vida de todos? Seriam os métodos? A falta de incentivo em casa? Acarência econômica de grande parte da população? O que dizer mesmo naspessoas com alto poder aquisitivo e ainda assim ignora a Matemática alegando nãoser para eles a compreensão dessa disciplina? Esse emaranhado de dúvidas quemotivou a busca de respostas através de pesquisas e análise bibliográfica paradeterminar a conclusão deste artigo. www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.br.Nesta vertente essa pesquisa científica buscou diagnosticar as deficiências emrelação a Matemática, apontar os possíveis erros que a escola e a sociedade possater cometido para contribuir com essa realidade e ainda apresentar possíveisvertentes de solução para essa realidade apresentada.Desenvolvimento:A Matemática sempre acompanhou o homem desde a sua formação quando omesmo tomava determinadas decisões se alimentava ou caçava nas mais variadasatitudes do homem em todo o seu espaço geográfico de convivência temos amatemática acompanhando o homem. Entretanto é comum afirmamos que aMatemática como disciplina não é pertinente a todos os indivíduos que alguns jánasceram predestinados a aprenderem à Matemática enquanto que a grandemaioria deve evitá-la, pois não foram predestinados. Mas como evitar algo que é tãoinerente à existência do homem, seria possível? E o que dizer da predestinaçãoquanto a esta ou aquela disciplina. Talvez dentre as disciplinas a Matemática seja aque primeiro entra em contato consciente e direto com o indivíduo desde as suasprimeiras opções e visões de mundo. Neste sentido Luis Márcio Imenes afirma:No nosso dia-a-dia, nas salas de aula, em nossas casas, nas mesas de bares, nosmais diversos lugares, torna-se "lugar comum" ouvir comentários do tipo: "Amatemática é pra poucos", "A matemática é abstrata", "A matemática é a ciênciaexata", "A matemática desenvolve o raciocínio lógico". Até nos acostumaríamos comessas frases, se elas não nos doessem, nos gritassem e nos indicassem ossintomas de algo crônico e profundo. Como uma ferida cálida a nos incomodar. E,talvez o pior, é bem provável que pratiquemos essas idéias, ou talvez venhamos apraticá-las. (IMENES, 2002, p. 47)Entende-se que, para o ensino não somente da Matemática, mas qualquer outradisciplina, ser realizado com sucesso, deve-se a princípio ter o conhecimentoinerente ao ser humano de forma ilimitado e não discriminatório, ou seja, todo serhumano é apto a aprender. O que ocorre é que muitos profissionais desanimamdiante dos obstáculos e torna-se mais cômodo sentenciar uma grande parcela dasociedade humana como desprovida de capacidades mentais para o entendimentoda Matemática. Essa realidade é preocupante em um país que carece de uma www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.breducação de qualidade comprometida com o desenvolvimento humano e social doindividuo.Se levar em conta tais afirmações o que dizer desses poucos que consegueaprende-la de maneira satisfatória sem muitos problemas. Se a educação fossedestinada aos já pré-destinados em cada área talvez já não mais existissem osprofessores, pois se o individuo já nasce com o conhecimento ou com apredisposição seria muito cômodo ensinar.Comparar a aprendizagem da Matemática com aptidão, ou melhor, a falta de aptidãotorna-se incoerente uma vez que aptidão para música, para poesia, para dançarrequer supostamente uma herança genética que contribui pra o desenvolvimento ounão, além do mais não se ensina música, danças, poesia de forma compulsória eindiscriminadamente a todas as pessoas o que inviabiliza totalmente a pré-destinação do conhecimento matemático.O ser humano nasce na sua individualidade como um ser capaz, apto aaprendizagem, entretanto o meio o qual o mesmo está inserido pode serdeterminante neste processo de construção do conhecimento e cabe ao professor ahonrada e difícil tarefa de conduzir essa transformação que implicará na vida destecidadão.E é acreditando na capacidade humana sem distinção que se procura oentendimento nas dificuldades da aprendizagem da Matemática, para partir de talconhecimento criar-se estratégias que possam conduzir para a aprendizagemhomogênea. (DOWBOR, p. 51, 1998)O que se vê é a confusão entre "interesse" e "aptidão" para a Matemática. Esseinteresse pode ser: construído, alicerçado e desenvolvido. O professor, munido dalinguagem adequada, sensibilidade, boa vontade, paciência e dedicação, podegradativamente levar seus alunos a elevados níveis de conhecimento matemático ea uma utilização sistemática desse conhecimento. E até mesmo em alguns casos, aMatemáticos ou professores de Matemática, dependendo dos respectivos"interesses", não "aptidões". www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.brFaz-se necessário refletir sobre as realidades sociais desses sujeitos, sobre seuslares, suas estruturas familiares, quem são seus pais e mães? Médicos e médicas,pedreiros, engenheiros e engenheiras, professores e professoras, presidiários epresidiárias, traficantes, vendedores e vendedoras ambulantes? O que esse ouaquele sujeito teve em sua mesa? Qual o seu café da manhã ou almoço ou jantar?(Se teve). Por que alguns têm e outros não? Quanto tempo o pai ou a mãe passacom esse filho? Eles ajudam-no a fazer os deveres? Acompanham-no na vidaescolar? Qual o vocabulário de um e outro? O que determina a aprendizagem ounão é um conjunto de fatores ligados à vida cotidiana do sujeito, e dizer que alguémnão tem capacidade de aprender, porque não nasceu pra isso, é por demaisinfeliz.O meio social o qual o indivíduo está envolvido influencia diretamente no seuprocesso de aprendizagem seja na Matemática ou outra disciplina. Culpar oindivíduo como o responsável pela sua limitação na aprendizagem da Matemática ouainda culpar a própria natureza humana o qual o mesmo foi concebido é muito maiscômodo de que encarar essa deficiência como uma necessidade de incitá-lo desde asua infância a ter um contato com a Matemática e faze-lo notar ainda que aMatemática esta no seu dia a dia. (MACHADO, p. 78, 2005)É preciso repensar seriamente nas dificuldades impostas pelo formalismo dalinguagem matemática, nas dificuldades impostas pelo modelo político-econômicovigente em nosso país, que só ajuda no processo de segregação social em âmbitocultural, econômico, tecnológico e cultural, nas dificuldades impostas pela"instituição" escola, que em muitas das vezes no através do seu processo deavaliação comete uma seleção desumana tarjando alunos como incapazes diante deuma dificuldade tida como natural e em alguns casos até mesmo aceitáveis peloseducadores.Refletir e inferir sobre esses assuntos é um caminho na busca desoluções sérias, não mirabolantes, nem milagrosas, mas eficazes. (DOWBOR, p. 53,1998).O mundo caminha com grandes avanços tecnológicos que interliga as pessoas e aomesmo tempo exclui grande parte de analfabetos, subalternos econômicos se vêemlimitados à imposição de um mundo preparado pela elite e para a elite. Oconhecimento não está limitado a ser fracionado exige-se um indivíduo eclético enão mais limitado a um determinado ramo da educação tornando-se altamente www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.brqualificado no que se diz ser mais a sua afinidade e desprezando as demais áreasdo conhecimento. O mundo busca e abre as portas àquele profissional polivalente, oque exige uma retomada na educação como forma de transformação do indivíduopreparando-o pra uma sociedade mais exigente e qualificada sendo que nessaperspectiva da educação atual Snyders afirma:Enraizada na sociedade de classes escravista da Idade Antiga, destinada a umapequena minoria, a educação tradicional iniciou seu declínio já no movimentorenascentista, mas ela sobrevive até hoje, apesar da extensão média daescolaridade trazida pela educação burguesa. A educação nova, que surge de formamais clara a partir da obra de Rousseau, desenvolveu-se nesses últimos doisséculos e trouxe consigo numerosas conquistas, sobretudo no campo das ciênciasda educação e das metodologias de ensino. O conceito de "aprender fazendo" deJohn Dewey e as técnicas Freinet, por exemplo, são aquisições definitivas nahistória da pedagogia. Tanto a concepção tradicional de educação quanto a nova,amplamente consolidadas, terão um lugar garantido na educação do futuro.(SNYDERS, 1988, p. 96)A arte de educar supera o simples fato de transmissão de conhecimento que atéentão é muito praticado por diversos profissionais da área e apesar de ser remota adiscussão sobre uma educação mais prática em que o indivíduo realmenteconsegue enxergar um sentido no aprender, ainda assim nos deparamos comprofissionais que isolam atrás de um tido conhecimento restrito a poucos ceifando,parte da população criando uma sensação de desconforto como que se aprenderMatemática fosse limitado, designado e não é permitido a toda a sociedade odomínio dessa ciência.Enquanto que o profissional da educação se achar em pedestal o detentor doconhecimento e o educando um simples receptor do conhecimento a educação dopaís não conseguira transformar a nossa sociedade em um lugar melhor de se viver.Deve-se preocupar com o educando quanto todo o seu processo educacional desdea sua iniciação escolar alfabetizando-o não só em sua língua materna como tambémna linguagem Matemática, construindo o seu conhecimento segundo as diferentes www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.bretapas de desenvolvimento congnitivo, um bom ensino nesse nível é fundamentalem que segundo Vygotsky:[...] o aprendizado das crianças começa muito antes delas freqüentarem a escola.Qualquer situação de aprendizado com a qual a criança se defronta na escola temsempre uma história prévia. Por exemplo, as crianças começam a estudar aritméticana escola, mas muito antes elas tiveram alguma experiência com quantidades – elastiveram que lidar com operações de divisão, adição, subtração e determinação detamanho. Conseqüentemente, as crianças têm a sua própria aritmética pré-escolar,que somente psicólogos míopes podem ignorar (VYGOTSKY, 1989, p. 94-95).Cabe primeiramente a escola e os educadores a desenvolverem um processo deensino e aprendizagem da Matemática de forma aplicativa e bem trabalhada, apesarde que o meio o qual o educando possa contribuir negativamente neste processo,ainda assim a instituição escola tem como pelo ao menos amenizar essa dificuldadeda aprendizagem da Matemática como algo natural aplicado no cotidiano daspessoas de uma forma muito mais real que outras disciplinas evitandoquefuturamente os alunosapresentem dificuldades graves, quanto a construçãodeficiente do pensamento lógico-abstrato. Nessa dificuldade do emprego do abstratoNilson Machado aborda como uma deficiência da Matemática atual em que omesmo afirma:Atualmente o ensino da Matemática se apresenta descontextualizado, inflexível eimutável, sendo produto de mentes privilegiadas. O aluno é, muitas vezes, um meroexpectador e não um sujeito partícipe, sendo a maior preocupação dos professorescumprirem o programa. Os conteúdos e a metodologia não se articulam com osobjetivos de um ensino que sirva à inserção social das crianças, ao desenvolvimentodo seu potencial, de sua expressão e interação com o meio. (MACHADO, 1994, p.75)O fato é que existe uma série de empecilhos que dificultam a aprendizagem daMatemática seja eles da ordem social, econômico, político ou cultural, entretanto ainstituição escola e seus educadores podem amenizar tal descompasso em que oindivíduo ignora e às vezes até mesmo repudia a Matemática não entendendo o www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.brmesmo que no seu cotidiano está em contato com a Matemática nessavertenteSchielimanafirma:(...) Por que muitos pedreiros, carpinteiros e marceneiros, analfabetos, usam oteorema de Pitágoras sem nunca terem ouvido falar dele? Todos podemosdesenvolver um "pensamento matemático", em algum momento de nossas vidas?Vemos nos sinais de trânsito, meninos, meninas, adolescentes, adultos vendendodoces, frutas, brinquedos, os mais variados objetos. E muitos desses nãofreqüentam a escola ou freqüentaram-na ou deixaram de freqüentá-la há muitotempo. Mesmo quando o faziam, em geral apresentavam inúmeras dificuldades emoperar com adições, subtrações, multiplicações e divisões, sem contar comdificuldades na escrita, leitura e fala. Em suma, eram fracassados escolares, nosentido mais amplo do termo. E agora, nos sinais, realizam essas operações comdesenvoltura e naturalidade, recebem dinheiro de seus fregueses, dão troco,calculam os preços de um ou de vários produtos, dividem os lucros. E realizamesses cálculos com exatidão e na maioria das vezes mentalmente. Não erram notroco, pois senão vai-se embora o lucro, ou os fregueses, e, em ambos os casos, éprejuízo. Já no ambiente escolar não conseguem ou conseguiam realizar osmesmos tais cálculos. Como explicar isso? Como entender esses sujeitos e fazer daescola um lugar onde possam se desenvolver com plenitude e exercer sua cidadaniacom dignidade. (SCHIELIMAN, 1990, p. 126)A dificuldade em aprender está também no ambiente "escola". Do contrário, tantagente não aprenderia, em outros espaços, a lidar com valores monetários(ambulantes), com geometria (pedreiros), estando distantes da escola. Quaisquerque sejam as respostas àquelas questões se houverem, valerão à pena. Entenderos motivos dessa aversão à matemática e à escola será um primeiro passo, dosmuitos que precisam ser dados no sentido conhecer essa "moléstia e tentar suacura, que é transformar nossas escolas, torná-las eficientes, torná-las públicas (nosentido lato da palavra), uma escola de todos e para todos. Professores,pesquisadores, estudiosos, educadores de um modo geral saem com ganhos emsuas diversas áreas de atuação, se buscarem o cerne dessas e de outras questões,se não se prenderem a preconceitos, se pautarem suas práticas na busca de www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.brsoluções, se pautarem suas práticas na busca de um sonho possível, a nossaeducação básica, por que não de nossa escola pública.( GADOTTI, p.68, 2000)Cada vez mais o papel da escola torna-se mais importante no entendimento e natransformação social de seus educando, seja tendo a sensibilidade de notar asdeficiências que os alunos encontram no seu meio familiar e social buscando osajudar no processo da aprendizagem da Matemática sendo necessário a construçãode uma escola participativa e que preze pela harmonia desenvolvendo uma relaçãoagradável entre todos os envolvidos no processo educativo.Conclusão:Não é utopia uma sociedade em que o conhecimento seja acessível de forma plenaa todos, uma vez que o ensino público a cada dia vem alcançando mais pessoas,entretanto para a efetivação desse desejo de plenitude do conhecimento, a figura doprofessor como mediador e da escola como estrutura física pedagógica para odesenvolvimento do cidadão tem que passar por transformações em busca dafacilitação da aprendizagem para o aluno.Coloca-se por terra então a teoria mística de uma sociedade predestinada para aMatemática, somos todos capazes de atingir os mesmos objetivos e que precisa serfeito é uma nova metodologia em que a Matemática seja mais humana, mais práticae a escola assuma um papel cativante na vida do estudante, ai sim conseguiremosalcançar a plenitude do conhecimento, seja matemático ou quaisquer outradisciplina..REFERÊNCIASDOWBOR, L. A reprodução social. São Paulo: Vozes, 1998.*FREIRE, Paulo. – Pedagogia da autonomia: saberes necessários à práticaeducativa – São Paulo: Paz e Terra, 1996.GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas,2000. www.cursoraizes.com.br
    • www.cursoraizes.com.brIMENES, Luiz Márcio P. - Um Estudo Sobre o Fracasso do Ensino e Aprendizagemda Matemática - São Paulo. 2002.MACHADO, Nilson J. Lógica e linguagem cotidiana - verdade, coerência,comunicação, argumentação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.MACHADO, Nilson J. Matemática e Realidade: análise dos pressupostos filosóficosque fundamentam o ensino da matemática. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1994.SCHIELIMAN, Ana Lúcia.Na vida dez, na escola zero. 4ºed. São Paulo: Cortez,1990.SNYDERS, G. A alegria na escola. São Paulo: Manole, 1988.VYGOTSKY, L.A. - A Formação Social da Mente - São Paulo: Martins Fontes, 1984.____1 Graduada em Matemática pela Faculdade Unimontes, aluna de pós graduaçãoLato Sensu em Matemática da FINOM.Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:UMA NOVA METODOLÓGIA PARA A MATEMÁTICA publicado 2/07/2009 porjanaina fernandes em http://www.webartigos.comFonte: http://www.webartigos.com/articles/20662/1/UMA-NOVA-METODOLOGIA-PARA-A-MATEMATICA/pagina1.html#ixzz13hTjAsyA www.cursoraizes.com.br