A leitura e escrita no contexto escolar
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A leitura e escrita no contexto escolar A leitura e escrita no contexto escolar Document Transcript

  • www.cursoraizes.com.br 1 UNIVERSIDADE TIRADENTES PRÓ-REITORIA ACADÊMICA PRÓ-REITORIA ADJUNTA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS/PORTUGUÊSA LEITURA E A ESCRITA NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO A PRÁTICA DALEITURA NA 1ª FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL Ana Maria Menezes Santos Maria Luziete Santos Matos Tobias Barreto 2008 www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 2 A LEITURA E A ESCRITA NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO INCENTIVO A PRÁTICA DA LEITURA NA 1ª FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL. 1 Ana Maria Menezes Santos 2 Maria Luziete Santos Matos 3 Orientadora: Rozevânia Valadares de Meneses César RESUMO Este artigo tem como objetivo abordar a questão da importância da leitura naformação de alunos conscientes e críticos, onde os mesmos possam fazer do ato de ler umacondição essencial para viver a sua cidadania. Este trabalho buscou por meio de análisecompreender o processo do ensino e do hábito de leitura no ensino fundamental. A partirdesse aspecto desenvolveu-se o trabalho enfatizando a importância de leitura no contextoescolar, apontando a problemática da falta de leitura e suas conseqüências no processo deensino-aprendizagem e seus reflexos no comportamento dos alunos.Palavras– chave: Aprendizado, leitura e escrita, formar leitor, linguagem, professores econhecimento pedagógico. ABSTRACT This article aims to address the issue of the importance of reading in the training ofstudents aware and critical, where they can make the act of reading a prerequisite to livetheir citizenship. This paper attempts through analysis to understand the process of teachingand the habit of reading in elementary schools. From that point it was developed to workemphasizing the importance of reading in the school, pointing out the problem of lack ofreading and its consequences in the teaching-learning process and its effect on the behaviorof students.Words - words: learning, reading and writing, form player, language, teacher knowledge andpedagogical. Graduanda em Letras – Português pela Universidade Tiradentes.2 Graduanda em Letras – Português pela Universidade Tiradentes.3 Graduada em Pedagogia e Pós-graduada em Didática do Ensino Superior pela Faculdade Pio Décimo. www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 3 INTRODUÇÃO Este artigo tem como objetivo principal apresentar aspectos relevantes daaquisição da escrita e da prática da leitura no contexto da escola, partindo dasseguintes questões: - Podem as crianças aprender a ler com prazer? - Quando consegue aprender, o que aprendem paralelamente ao aprendizadoda leitura e da escrita? - Como se forma o leitor? - A motivação dos alunos para a leitura, sobretudo no âmbito da escola, nãoestaria numa certa medida, “condicionada” ao entusiasmo e à motivação das(os)professoras(res)? Tendo essas questões como pano de fundo, vamos conduzir o enfoque denossa análise para o interior da escola. A escola, tal como concebemos, deveria ser o espaço privilegiado da leituracomo experiência de vida para alunos e professores. Contraditoriamente,encontramos, ainda hoje, como pedagogia da leitura em muitas das nossas escolas,a prática de “solicitar aos alunos que leiam determinado livro para posteriormentefazer prova sobre ele” ou “leiam para responder a determinadas perguntas”. É inevitável a mudança da metodologia de ensino utilizada pela escola dehoje. Ela não condiz mais com as necessidades do século XXI. Por conseguinte é essencial que a escola, muito mais do que acumularconhecimento, ensine a raciocinar, desenvolva a criatividade, a imaginação e oespírito de iniciativa, e consiga entusiasmar o aluno à aquisição de conhecimentos. O PRAZER DA LEITURA Constata-se, assim, que ler e escrever bem requer esforço e dedicação doaluno, mas também a orientação e a mediação segura do professor. Para seconstruir compreensão do ato de ler e escrever cabe, pois, avaliar o papel do aluno www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 4na construção da leitura e da escrita e sua percepção do processo, bem como papeldo professor e sua percepção no desenvolvimento da habilidade de escrever e ler eno processo de produção textual na escola. Tais fatos merecem uma reflexão por parte dos professores. Numa época emque para denominar a oralidade, válida e rica sob todos os aspectos, não se podeesquecer também a importância da expressão escrita, saber expor devidamentesuas idéias oralmente e por escrito e argumentar com eficácia é fator inquestionávelno sucesso pessoal no grupo social da criança; Portanto, escola é um ambiente no qual se busca o desenvolvimento de umgrande número de competências. As habilidades de construção da escrita, e daleitura não poderiam ser excluídas das informações e das competências a seremtrabalhadas no processo de ensino-aprendizagem. Algumas das prováveis razõesdas dificuldades para redigir pode ser o fato de a escola colocar a avaliação doproduto como objetivo da escrita, de privilegiar aspectos gramaticais, de importópicos a serem desenvolvidos, de não fornecer comentários ou até de mostrarpouco interesse pela escrita, privilegiando, por exemplo, a leitura de formamecânica, que não oferece desenvolvimento criativo para a criança, e a fala doprofessor na sala de aula. Vivemos hoje as expectativas da virada do século e do milênio. As exigênciasemergentes nesse momento histórico-social já se fazem presentes em todos osníveis da nossa vida cotidiana e social. Para tanto, “o trabalho do aluno e doprofessor deve se realizar numa atmosfera onde todos deverão estar aprendendo otempo todo”. (BERNARDES, 1994). Afinal, se o negócio é ler por prazer, não há sentido em exigir tarefas que nãotem nenhuma relação com isso. O correto é apenas trocar idéias e privilegiar aconstrução de sentido dos textos, estabelecendo relações com a realidade dosalunos e com diversas artes. Em outras palavras, nas aulas de literatura, só deveria haver espaço paratextos literários. Pode parecer óbvio, mas não é o que se vê por aí. Muitosprofessores organizam o currículo com base na ordem cronológica e histórica dosmovimentos literários “Discutem os problemas e conflitos sociais presentes emdeterminadas obras. Debatem a biografia dos autores, mas lê muito pouco”, afirmaMaria José Nóbrega, consultora e professora da USP. (Revista Nova Escola) www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 5 A ORALIDADE E A CONSTRUÇÃO DA ESCRITA O desenvolvimento da língua oral e o desenvolvimento da escrita se suportame se influenciam mutuamente. Nos meios letrados, onde a escrita faz parte da vidacotidiana da família, a construção das duas modalidades se dá simultaneamente: aomesmo tempo em que a criança aprende a falar ela começa a aprender as funções eos usos da escrita. Quanto a crianças de meios iletrados ou pouco letrados, um fatoinquestionável é que, ao iniciar a aprendizagem da língua escrita na escola, elas jáapresentam um bom domínio da língua oral. Embora as habilidades comunicativas dessas crianças possam variardependendo das características dos grupos sociais a que pertencem, todas elas aoiniciar o ensino fundamental são capazes de interagir com os membros dacomunidade, expressando-se e fazendo sentido da fala do outro, respeitando asregras conversacionais estabelecidas em seu meio, adequando o registro, o tom, aentonação à situação de interlocução. Do mesmo modo que a leitura, a escrita também torna-se uma obrigação navida das pessoas. Há uma diferença muito grande entre falar e escrever.Geralmente não apresentamos problemas ao falarmos, a não ser a expressãoformal. Os problemas começam a surgir quando temos que produzir textos. Semprefomos ensinados que escrever bem é escrever “certo”, é obedecer regras e normasda escrita, e jamais cometer erros ortográficos. Isso tudo poda nossas idéias enossa criatividade. Por isso, a todos os momentos escutamos as pessoas falandoque não sabem escrever, que não consegue, pôr suas idéias no papel. SegundoSabino. “O principal é se exprimir bem, e que a linguagem seja eficaz e eficiente paratransmitir uma determinada idéia” (1985 p. 6). Não basta dominar as regrasgramaticais, escrever ortograficamente “certo” e não ter argumentos e pensamentocrítico. É necessário escrever “certo”, mas também, devemos saber expressar idéias,sentimentos e conhecimentos através dos textos que escrevemos. No entanto, aescola não estimula o desenvolvimento da linguagem, apenas nos impõe desde www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 6criança um exagero de normas gramaticais, normalmente associadas a exercíciosmecânicos e fragmentados. Os fatos apontados acima são reflexos de uma prática pedagógica que temdemonstrado o despreparo de muitos docentes no que diz respeito ao ensino daleitura e da escrita. É importante que o professor saiba que existem muitas variações dialetais, eprincipalmente deve conhecer muito a respeito de linguagem e estar ciente de comose dá o processo de aquisição lingüística. Segundo Freire “a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e aleitura desta implica a continuidade da leitura daquela. (1999, p. 20) Vale ressaltar que para considerar um bom leitor se faz necessário fazerconexão entre o mundo e o escrito. É a leitura sem sentido que leva a dificuldade deprodução textual. Outro agravante que dificulta a produção textual é a conduta do professor.Nas turmas de alfabetização, letramento é iniciado por professores com menorgraduação escolar, sejam nas instituições públicas ou privadas, e a falta deconhecimento pedagógico, na maioria dos casos, cria bloqueio no educando, muitasvezes irreversíveis quanto ao ato de ler e escrever. Por conseguinte, é perceptível a grande necessidade de orientar e prepararprofessores e alunos no intuito de despertar para a importância de uma utilizaçãocorreta das técnicas e levá-los a fazer uma reflexão sobre a leitura como veículopara o desenvolvimento da produção textual e descobrir assim o prazer de contarhistórias, de fazer leituras, de mergulhar na essência do texto e, conseqüentemente,contribuir para a melhoria da qualidade da escrita. De certo que leituras apenas não significam real aprendizagem, é necessário,a produção e a interpretação de texto. Paulo Freire viveu situação semelhante às do demais professores comrelação às questões supracitadas, mas aprendeu a lidar com tal situação sem negarà gramática, apesar da compreensão colonial que ela carrega. “Era analisando com os alunos seus trabalhos concretos, suas experiências de redação, que eu ia, com indiscutível facilidade, pondo sobre a mesa questões de sintaxe cujo estudo era previsto, na programação dos www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 7 conteúdos, para um ano dois mais adiante. A sintaxe emergia esclarecedora da fala viva dos autores dos textos. Não era transplantada das páginas frias de uma gramática. Da mesma forma como a procura da boniteza do discurso se dava com bom gosto sendo aprovado na experiência concreta que os alunos faziam com sua linguagem, na comparação que eu estabelecia muitas vezes entre a frase de um dos jovens autores e a de um Gilberto Freyre ou de um Lins do Rego ou de um Graciliano Ramos.” PROFESSOR – LEITOR, ALUNOS – LEITORES De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), não se formambons leitores oferecendo materiais de leitura empobrecidos, justamente no momentoem que as crianças são iniciadas no mundo da escrita. As pessoas aprendem agostar de ler quando, de alguma forma, a qualidade de suas vidas melhora com aleitura. (PCNs, p. 36). Formar um leitor competente supõe formar alguém que compreenda o que lê;que possa aprender a ler também o que não está escrito, identificando elementosimplícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros textos já lidos; quesaiba que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto; que consiga justificar evalidar a sua leitura a partir da localização e validar a sua leitura a partir dalocalização de elementos discursivos. É preciso, portanto, oferecer-lhes os textos domundo, não se formam bons leitores solicitando aos alunos que leiam apenas nasala de aula, apenas no livro didático, ou ainda porque o professor pede. Eis aimportante estratégia didática para a prática da leitura: o trabalho com a diversidadetextual. Sem ela pode-se até ensinar a ler, mas certamente não se formarão leitorescompetentes. INCENTIVO À LEITURA Defendemos ainda a idéias de que ler é mais do que possui um rico cabedalde estratégias e técnicas. É, sobretudo, uma atividade voluntária prazerosa equando ensinamos a ler devemos levar isso em conta. É prioridade que o professor www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 8pesquise textos, preocupando-se em ter um objetivo bem definido para desenvolvê-lo junto aos alunos, escolhendo textos à altura dos repertórios destes para que odiálogo com a leitura seja produtivo. Segundo BAGNO, que ninguém se iluda: só a leitura intensa permiteconhecer os múltiplos recursos da língua sem decoreba gramatiqueira (BAGNO,2006). Afirma ainda que a leitura favorece a remoção das barreiras educacionais,concedendo oportunidades mais justas de educação, principalmente através daprodução e do desenvolvimento da linguagem. (BAGNO, 2006. p. 113) Para que o aluno tenha interesse em ler faz-se necessário usar estratégias deleitura, da clareza e coerência dos conteúdos dos textos, da familiaridade ouconhecimento da sua estrutura e do nível aceitável do seu léxico, sintaxe e coesãointerna. Com isso, queremos demonstrar que os folhetos, panfletos, outdoors, jornais,revistas, placas, faixas, anúncios, catálogos telefônicos, cartas, cartões, que nosencantam, comovem ou assustam, são portadores de textos que trazem as maisvariadas formas estéticas em função do uso social de cada um. Conseqüentemente,o tipo de texto impresso neles preserva usos e formas da linguagem escritapadronizada para cada gênero discursivo. Permitir a exploração destes materiais (leitura e escrita) em sala de aulasignifica propiciar oportunidades ao aluno para ampliar e aprimorar sua competêncialingüística, adaptando-se às exigências da sociedade, tornando-se uma pessoaseletiva, analisadora e usuário desse material. Contudo, ao estimular o hábito de ler, interpretar e escrever, estamos nãosomente ajudando os alunos a se tornarem bons leitores, com vocabulário rico eculto, mas estaremos ajudando a se tornarem bons leitores do mundo, ativos,críticos e criativos e, com certeza, cidadãos mais conscientes. E para desenvolver, muito mais do que a capacidade de ler, o gosto e o compromisso com a leitura, a escola terá de mobilizá-los internamente, pois aprender a ler (e também ler para aprender) requer esforço. Precisará fazê- lo achar que a leitura é algo interessante e desafiador, algo que, conquistado plenamente, dará autonomia e independência. Precisará torná- los confiantes, condição para poderem se desafiar a “aprender fazendo”. Uma prática de leitura que não desperte e cultive o desejo de ler não é uma prática pedagógica eficiente. (PCNs, p. 58) www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 9 Por conseguinte, é perceptível a grande necessidade de orientar e prepararprofessores e alunos no intuito de despertar para a importância de uma utilizaçãocorreta das técnicas e levá-los a fazer uma reflexão sobre a leitura como veículopara o desenvolvimento da produção textual e descobrir assim o prazer de contarhistórias, de fazer leituras, de mergulhar na essência do texto e, conseqüentemente,contribuir para a melhoria de qualidade da leitura e da escrita. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para falar em Educação como instrumento de ação reflexiva é preciso falar daimportância da leitura na Educação. Importante porque a leitura como instrumentoproporciona melhoria da condição social e humana. Então observar, analisar e procurar entender o mundo e interagir tem atravésda leitura um caminho para a promoção do desenvolvimento de competências namedida em que os conhecimentos vão sendo absorvidos e se ampliagradativamente a produção cultural da humanidade. Os indivíduos necessitam de conhecimento e reflexão sobre os processos deaquisição, sobre como filtrar melhor a informação que desejam principalmente nestenovo contexto informacional onde a quantidade de informações tem aumentado acada dia. Se quisermos uma sociedade mais justa, solidária e humana, e é este onosso objetivo, resta-nos investir na formação de alunos críticos, capazes de nortearsua vida, sua história, decidir, discernir, participar e transformar o meio em que vive.Este processo requer apenas não investimentos financeiros, ainda que importantes,mas também dedicação, esforço e profissionalismo da parte da instituição de ensinoe responsabilidade e consciência da parte dos alunos. Embora seja estaconstatação lógica do processo de formação, fica evidente, que a pensar doprofissionalismo, dedicação e esforço, o professor tem que “andar na contramão” deum sistema estruturado, que teima me manter “analfabetos intelectuais”, para queestes sejam apenas “massas manipuláveis”. www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 10 Sendo assim, o desafio de formar alunos críticos, torna-se mais agravante,principalmente quando há índices de indisciplina; que reflete a desmotivação, adesvalorização, o desleixo e a desconfiança no processo de aprendizagem de si edos demais. Daí faz-se necessário trabalhar essa questão, de uma forma vinculadaà leitura, ou seja, fazer leitura, não apenas a decodificação de códigos, mais ummecanismo de transformação da realidade, onde ter torna-se um ato deconhecimento e de descobertas de “novos mundos”, nossas possibilidades e novasopções de escolha. É um trabalho de conscientização, de resgate de valores emtodas as dimensões da vida. Por isso, a leitura e a interpretação do que se lê tem opoder de alcançará a transformação pessoal dos alunos, e uma vez conseguidoisso, fica mais acessível chegar à formação da criticidade frente a si mesmo e omundo que o rodeia. Aí sim, acontece a transformação, tendo então, um cidadão,sujeito de sua história e a partir disso, tudo começa a mudar. Concluindo percebe-seque as questões mais intrigantes que desenvolveu-se nesse artigo, como apresentarformas atraentes de leitura e por meio destas formar alunos críticos, é na verdade,uma questão de projeto político sustentável e socializado nas instituições de ensino,onde o objetivo deve ser trabalhado por todos. Quando há essa práxis, hásimultaneamente a transformação humana, social e política. Isso não é mágica, nemtão pouco utopia, é tão somente consciência e trabalho em pró da vida de qualidade. REFERÊNCIASBAGNO, Marcos. A língua de Eulália: Novela Sociolinguística, 14ª Ed. São Paulo:contexto, 2005BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: O que é. Como se faz 41ª Ed. SãoPaulo, Loyola, 2006FREIRE, Paulo, 1921 – 1997. A importância do ato de ler: em três artigos que secompletam / Paulo Freire. 38. Ed São Paulo, Cortez, 1999 www.cursoraizes.com.br
  • www.cursoraizes.com.br 11Nova Escola, Revista. Todas as leituras. Agosto de 2006. Editora abril páginas 31 –37Nova Escola, Revista. Leitura do Passado. Junho / Julho de 2008. Editora Abril,páginas 54 – 62Parâmetros Curriculares Nacionais, Ensino Médio. Linguagem Códigos e suastecnologias. Secretaria de Educação Média e tecnologia. Brasília: MEC, SEMTEC.2002.Parâmetros Curriculares Nacionais: língua Portuguesa / Secretaria de EducaçãoFundamental. Brasília 144 A Ensino de 1ª à 4ª série. www.cursoraizes.com.br