Paul Auster, em Timbuktu, narra a amizade entre um vira-lata e um poeta indigente tocado pela loucura. Ao criar um cão ou gato demasiadamente humano ele sugere o quanto rejeitamos de nossa natureza. cardiologistaruipeixoto.com.br/artigos
Mr.Bones, o cachorro de Willy, o poeta de Auster, iria para a terra das palavras e das torradeiras transparentes, a terra das rodas de bicicleta e dos desertos ardentes onde cães e homens conversavam de igual para igual. Mr.Bones não está propondo o suicÃdio, ia simplesmente fazer uma brincadeira que um cão velho, louco e doente faria. Era isto que ele era agora - um cão velho, doente e louco. cardiologistaruipeixoto.com.br/artigos
Chamava-se "desvie do carro". Correr para o outro lado da rua e ver se conseguia escapar dos carros. Uma brincadeira venerável que permitia a todo cachorro da velha guarda recuperar a glória da juventude. cardiologistaruipeixoto.com.br/artigos
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