• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Proposta pedagógica ctam (2010 2012)
 

Proposta pedagógica ctam (2010 2012)

on

  • 11,160 views

www.ctamsap.com.br

www.ctamsap.com.br

Statistics

Views

Total Views
11,160
Views on SlideShare
11,061
Embed Views
99

Actions

Likes
1
Downloads
0
Comments
0

3 Embeds 99

http://ctamsap.com.br 56
http://www.ctamsap.com.br 41
http://www.flashquix.com 2

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

CC Attribution-NonCommercial LicenseCC Attribution-NonCommercial License

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Proposta pedagógica ctam (2010 2012) Proposta pedagógica ctam (2010 2012) Document Transcript

    • COLÉGIO TIA ANA MARIA EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO.Rua 13 de Maio, nº 970 – Fone/Fax (0xx43) 3534-3492 ctamsap@gmail.com.br Santo Antônio da Platina – Paraná. 1976/2011
    • Sumário Do Projeto Político-Pedagógico2 - Apresentação.....................................................................................083- Identificação do Estabelecimento........................................................084 – Objetivo Geral do Colégio Tia Ana Maria..........................................105 – Marco Situacional..............................................................................105.1 – Organização da Entidade Escolar..................................................105.2 – Breve histórico da realidade.. ........................................................145.3 – Breve histórico da Instituição..........................................................145.4 – Caracterização da comunidade escolar.........................................155.5 – Regime Escolar..............................................................................165.6 – Classificação e Reclassificação......................................................175.7 – Promoção.......................................................................................185.8 – Regime de Progressão Parcial.......................................................195.9 – Relação do corpo docente e técnico administrativo.......................195.10 – Análise dos problemas existentes................................................215.11 – Tabela de reprovações nos últimos anos.....................................235.12 – Inclusão........................................................................................235.13 – Gestão Democrática.....................................................................245.13.1 –Conselho de Classe....................................................................245.13.2 – Grêmio Estudantil......................................................................245.14 – Desafios Educacionais Contemporâneos.....................................256 – Marco Conceitual ..............................................................................256.1 – Fundamentação Teórica.................................................................25
    • 6.1.1 - Filosofia e os Princípios Didático-Pedagógicos da Instituição.....256.1.2 – Concepção Educacional..............................................................266.1.3 – Objetivo do Colégio Tia Ana Maria..............................................266.1.4 – Concepção de Homem................................................................276.1.5 – Concepção de Sociedade............................................................276.1.6 – Concepção de Cultura.................................................................286.1.7 – Concepção de Mundo..................................................................286.1.8 – Concepção de Infância................................................................296.1.9 – Concepção de Escola..................................................................306.1.10 – Concepção de Conhecimento...................................................316.1.11 – Concepção de Tecnologia ........................................................316.1.12 – Concepção de Ensino e Aprendizagem....................................326.1.13 – Concepção de Cidadania..........................................................336.1.14 – Concepção de Gestão Democrática de Ensino.........................336.1.15 – Concepção de Formação Continuada.......................................346.1.16 – Concepção de hora atividade docente......................................356.2 – Concepção de Tempo Escolar.......................................................356.3 – Organização Curricular...................................................................366.4 – Matriz Curricular.............................................................................366.5 – Concepção das Ações Didático-Pedagógicas................................386.5.1 – Atividades Escolares: Projetos a serem desenvolvidos..............396.6 – Concepção Curricular.....................................................................496.7 – Concepção de Avaliação................................................................516.8 – Planos de Avaliação.......................................................................526.8.1 – Média Bimestral...........................................................................536.8.2 – Avaliações de 2ª Chamada.........................................................546.8.3 – Média Semestral..........................................................................546.8.4 – Critérios para aprovação.............................................................557 – Marco Operacional............................................................................56
    • 7.1 – Demonstrativos de Metas e Ações para o ano de 2011................577.2 – Organização da hora atividade docente........................................597.3 – Conselho de Classe.......................................................................597.4 – Processo de Recuperação.............................................................607.4.1 – Recuperação do Ensino Fundamental – séries iniciais...............607.4.2 – Recuperação Semestral..............................................................607.5 – Da Matrícula em Regime de Progressão Parcial...........................608. Proposta Pedagógica Curricular.........................................................618.1 – Conteúdos Estruturantes................................................................57Educação Infantil – Eixos Organizadores do CurrículoMaternal...................................................................................................62Jardim I – Artes Visuais...........................................................................63Jardim I – Linguagem oral e escrita........................................................63Jardim I – Matemática.............................................................................63Jardim I – Movimento..............................................................................63Jardim I – Natureza e Sociedade............................................................63Jardim I – Música.....................................................................................64Jardim II – Artes Visuais..........................................................................64Jardim II – Linguagem oral e escrita........................................................64Jardim II – Matemática............................................................................64Jardim II – Movimento.............................................................................64Jardim II – Natureza e Sociedade...........................................................65Jardim II – Música....................................................................................65Disciplinas – Ensino Fundamental e Ensino MédioArtes/ArteApresentação Geral da Disciplina...........................................................65Fundamentos Teórico Metodológicos......................................................66
    • Conteúdos Estruturantes ........................................................................67Encaminhamento Metodológico..............................................................71Avaliação.................................................................................................72Ciências/BiologiaApresentação Geral da Disciplina...........................................................73Fundamentos Teórico-Metodológicos ....................................................74Conteúdos Estruturantes ........................................................................75Encaminhamento Metodológico..............................................................79Avaliação.................................................................................................81Educação FísicaApresentação Geral da Disciplina...........................................................82Fundamentos Teórico-Metodológicos.....................................................83Conteúdos Estruturantes ........................................................................84Encaminhamento Metodológico..............................................................86Avaliação.................................................................................................86Filosofia/Conhecimento FilosóficoApresentação Geral da Disciplina...........................................................87Fundamentos Teórico-Metodológicos ....................................................88Conteúdos Estruturantes ........................................................................89Encaminhamento Metodológico..............................................................90Avaliação.................................................................................................91FísicaApresentação Geral da Disciplina...........................................................92Fundamentos Teórico-Metodológicos ....................................................93Conteúdos Estruturantes ........................................................................94Encaminhamento Metodológico..............................................................96Avaliação.................................................................................................97Geografia
    • Apresentação Geral da Disciplina...........................................................97Fundamentos Teórico-Metodológicos ....................................................98Conteúdos Estruturantes ......................................................................100Encaminhamento Metodológico............................................................103Avaliação...............................................................................................104HistóriaApresentação Geral da Disciplina.........................................................105Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................106Conteúdos Estruturantes ......................................................................107Encaminhamento Metodológico............................................................112Avaliação...............................................................................................113Língua Portuguesa e LiteraturaApresentação Geral da Disciplina.........................................................114Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................115Conteúdos Estruturantes ......................................................................116Encaminhamento Metodológico............................................................122Avaliação...............................................................................................123MatemáticaApresentação Geral da Disciplina.........................................................124Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................125Conteúdos Estruturantes ......................................................................127Encaminhamento Metodológico............................................................131Avaliação...............................................................................................132QuímicaApresentação Geral da Disciplina.........................................................133Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................134Conteúdos Estruturantes ......................................................................135Encaminhamento Metodológico............................................................136Avaliação...............................................................................................137
    • SociologiaApresentação Geral da Disciplina.........................................................138Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................139Conteúdos Estruturantes ......................................................................140Encaminhamento Metodológico............................................................142Avaliação...............................................................................................142Parte DiversificadaLíngua Estrangeira Moderna: EspanholApresentação Geral da Disciplina.........................................................144Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................144Conteúdos Estruturantes ......................................................................145Encaminhamento Metodológico............................................................147Avaliação...............................................................................................148Língua Estrangeira Moderna: InglêsApresentação Geral da Disciplina.........................................................148Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................149Conteúdos Estruturantes ......................................................................150Encaminhamento Metodológico............................................................153Avaliação...............................................................................................154Linguagem e ComunicaçãoApresentação Geral da Disciplina.........................................................155Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................156Conteúdos Estruturantes ......................................................................156Encaminhamento Metodológico............................................................157Avaliação...............................................................................................158Produção TextualApresentação Geral da Disciplina.........................................................158Fundamentos Teórico-Metodológicos ..................................................159
    • Conteúdos Estruturantes.......................................................................159Encaminhamento Metodológico............................................................162Avaliação...............................................................................................1628.2 - Bibliografia.....................................................................................163
    • 2 - Apresentação Como fator de mudança, renovação, progresso e buscando levar aocrescimento de cada membro envolvido e assim, do município como um todopropõe-se o Projeto Político-Pedagógico/Proposta Pedagógica Curricular daEducação como recurso de organização e fundamento de toda a ação educativa queacompanha o processo de ensinar e aprender. Busca-se obter maior efetividade doensino, objetivando-se a coordenação de esforços para aperfeiçoá-lo, climaestimulante para o desenvolvimento das tarefas educativas e ajuda aos membros dacomunidade escolar na definição de seus objetivos. Para que isto seja alcançado, há necessidade de comprometimento de todosos envolvidos no processo para que a escola atinja seus verdadeiros propósitos, ouseja, preparando-se para uma educação permanente dentro dos propósitos básicosde liberdade e respeito ao outro e de suas potencialidades. O presente Projeto visa servir à escola e foi elaborado considerando princípiosque norteiam a ação educativa da Escola e atendendo aos dispositivos legaiscontidos nos pressupostos básicos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação - Lei9394/96 e no Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei 8069/90, o ReferencialCurricular para a Educação Infantil, a Diretriz Curricular Nacional para EducaçãoInfantil e Ensino Fundamental de Nove Anos e as demais leis vigentes no país. Este documento apresentará as características de divisão entre o MarcoSituacional, Marco Conceitual e Marco Operacional.3 - Identificação do Estabelecimento3.1 - Colégio Tia Ana Maria – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.Código: 0010-63.2 – Endereço: Rua 13 de maio, 970 – Centro CEP: 86 430 0003.3 - Fone: 43 3534 34923.4 – Município: Santo Antonio da PlatinaCódigo: 24303.5 – Núcleo Regional de Educação: Jacarezinho.
    • 3.6 - Entidade mantenedora: Colégio Tia Ana Maria S/C Ltda.3.7 – Ato de Autorização de Funcionamento:Pré –Escola - Resolução nº 1604/83 DOE de 28/06/83.1a a 4ª Séries - Resolução nº 3421/90 DOE de 08/11/90.5a a 8a Séries - Resolução nº 5119/94 de 21/10/94.2º Grau –Ensino Médio - Resolução nº 4554/96 DOE de 03/12/96 e alterou adenominação de Escola para: Colégio Tia Ana Maria – Ensino Pré-Escolar e de 1º e2º Graus ;Ensino Fundamental de Nove Anos: Resolução nº 3078/08 de 12/09/08.3.8 – Ato de Reconhecimento:Pré-Escola - Resolução nº 1317/98 DOE de 19/05/98.1ª a 4ª Séries - Resolução nº 1317/98 DOE de 19/05/98.5a a 8a Séries - Resolução nº 1317/98 DOE de 19/05/98.2º Grau – Ensino Médio - Resolução nº 4131/99 DOE 10/11/99.3.9 - Ato de Renovação de Autorização de Funcionamento:Educação Infantil:Resolução n.º 4758/02, de 02/12/02;Resolução n.º 3230/03, de 27/10/2003;Resolução nº 3883/08 de 13/10/08.Ensino Fundamental de 1ª a 8a Série:Resolução n.º 1228/04, de 29/03/2004 (DOE de 15/04/2004);Resolução nº 3121/08 de 09/07/08.Ensino Médio:Resolução nº 89/05 de 13/01/2005 ( DOE de 26/01/05).Resolução n.º 2050/01, de 06/09/01 (DOE 6085 de 04/10/01) – Resolução queautorizou a mudança de denominação da entidade mantenedora do Colégio Tia AnaMaria – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, de Escola Tia Ana Maria –Ensino Pré-Escolar e de 1.º Grau S/C Ltda., para Colégio Tia Ana Maria Ltda;
    • 3.10 – Parecer do Núcleo Regional de Jacarezinho de aprovação do RegimentoEscolar - nº 199/08 de 17 de outubro de 2008.3.11 – Distância do Colégio do Núcleo Regional de Jacarezinho: 22 km.3.12 – Local: Urbana.3.13 – Site do Colégio: www.ctamsap.com.br3.14 - E-mail: ctamsap@gmail.com4 – Objetivo Geral do Projeto Político-Pedagógico Promover educação de qualidade, que possibilite ao aluno a apropriação doconhecimento científico e o desenvolvimento de suas competências e habilidades,formando cidadãos conscientes, participativos, responsáveis e capazes de promovertransformações na sociedade.5 - Marco Situacional5.1 - Organização da Entidade Escolar. Esta entidade contempla as seguintes modalidades de ensino: EducaçãoInfantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio atendendo as Diretrizes CurricularesNacionais. A Educação Infantil atenderá as modalidades Maternal, Jardim I, Jardim II,destinadas às crianças de (Maternal – 2 a 3 anos; Jardim I – 4 anos de idade; JardimII – 5 anos de idade;, conforme está determinado na Deliberação nº 009/99 – CEE)a ser ofertado em função da demanda existente, e em acordo com as possibilidadesdeste estabelecimento. Visa o desenvolvimento das habilidades cognitivas dacriança, levando-a a despertar para o mundo que a cerca e desenvolver-se noprocesso educacional. O Ensino Fundamental, com duração de nove anos em implantação, éministrado por ano em regime seriado. Tem como objetivo a formação básica docidadão mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meiosbásicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo. Completa ainda acompreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, dasartes e dos valores em que se fundamenta a sociedade e o desenvolvimento da
    • capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos ehabilidades e a formação de atitudes e valores em que se assenta a vida social. Ensino Médio, também ministrado por série é a etapa final da educaçãobásica, tem a duração de três anos com a finalidade da consolidação e oaprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental,possibilitando o prosseguimento de estudos. Visa a preparação básica para otrabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo de modo a sercapaz de se adaptar com flexibilidade a novas mudanças de ocupação ouaperfeiçoamento posteriores. Está organizado de maneira a favorecer oaprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e odesenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.5.1.1 – Modalidade de Ensino** Educação InfantilMaternal - 2 a 3 anos e 11 meses;Número de alunos: 18Número de Turma: 01Número de Professores: 02Jardim I - 4 anos;Número de alunos: 25Número de Turma: 01Número de Professores: 02Jardim II - 5 anosNúmero de alunos: 26Número de Turma: 01Número de professores : 02- Ensino Fundamental:Ensino Fundamental de Nove anos: ano de implantação 2007 – gradativo;1º Ano: 01 Número de alunos: 30Número de Professor: 02
    • 2º Ano: 01 Número de alunos: 29Número de Professor: 023º Ano: 01 Número de alunos: 24Número de Professor: 024º Ano: 01 Número de alunos: 26Número de Professor: 025º Ano: 01 Número de alunos: 26Número de Professor: 02Número de Professor das disciplinas complementares:Educação Física: 01Brinquedoteca: 01Xadrez: 01Inglês: 01Música: 01Ensino Fundamental de Oito anos:5a Série:01 Número de alunos: 23Número de Professores: 01 por disciplina6a Série:01 Número de alunos: 18Número de Professores: 01 por disciplina7a Série:01 Número de alunos: 15Número de Professores: 01 por disciplina8a Série:01 Número de alunos: 18Número de Professores: 01 por disciplina-Ensino Médio.1ª Série: 01 Número de alunos: 30Número de Professores: 01 por disciplina2ª Série: 01 Número de alunos: 27
    • Número de Professores: 01 por disciplina3ª Série: 01 Número de alunos: 30Número de Professores: 01 por disciplinaNúmero total de alunos: 365 da Educação Infantil ao Ensino MédioNúmero total de professores: 38Número de funcionários: 195.1.2 - Turno de Funcionamento: - Manhã: Ensino Fundamental: 5ª Série, 6ª Série, 7ª Série e 8ª Série. Ensino Médio: 1ª Série, 2ª Série e 3ª Série. - Tarde: Maternal, Jardim I, Jardim II, 1º Ano, 2º Ano, 3º Ano; 4º Ano e 5º Ano.5.1.3 – Ambientes Pedagógicos:- Número total de salas de aula: 12 salas de aulas, sendo cada uma delas,composta de uma televisão, ventiladores de teto e relógio de parede;Número de salas de aula utilizadas por turno:Manhã: 07 salasTarde : 08 salas- Sala da equipe pedagógica: 02- Sala dos professores: 01- Sala da direção: 01;- Sala de apoio à aprendizagem: 01- Computadores para uso em sala.- 08 unidades de sanitários para alunos e professores;- 01 almoxarifado;- Número de carteiras adequado ao número de alunos;- Biblioteca com computador, impressora e Internet; Acervo bibliográfico.- Laboratório de Biologia, Física e Química;- Quadra esportiva coberta;- Campo gramado para práticas esportivas;- Cantina com computador ligado em rede e com som ambiente;- Secretaria computadorizada, ligada à Internet;- Recepção;
    • - Parque infantil;- Sala de coordenação esportiva: instrumentos para atividades físicas: bolas, redes,colchonetes, pesos, cordas, hastes, bambolês, etc.- Sala de instrumentos musicais;- Brinquedoteca.- Instrumentos pedagógicos: vídeos, televisores; retroprojetor, máquina de xerox,CD`s e DVD`s.5.2 - Breve histórico da realidade. A sociedade moderna tem evoluído numa velocidade espantosa, exigindo queas instituições educacionais a ela ligadas acompanhem esse ritmo, além de exigiruma reflexão das alterações que se fazem necessárias a cada uma delas. Asociedade apresenta características marcantes, que é a rapidez cada vez maiscrescente no ritmo das transformações deixando no passado àquelas instituiçõesclássicas marcadas pela lentidão em que se transformam. Isto faz da escola o setorque mais precisa de transformações a fim de assumir o seu verdadeiro papel nessasociedade emergente. Um dos primeiros passos necessários para que ocorra às taismudanças na sociedade, refere-se à tomada de consciência do problema, que, nomesmo ritmo lento da educação, levou muito tempo para ser notado e assumido. Faz-se necessária à busca de consciência junto a este estágio letárgico quetrouxe angústias para todos os envolvidos na educação, e o tempo não espera e àmedida que esse tempo passa, mais problemas se acumulam, numa situaçãoinversamente proporcional. Assim, o papel de cada profissional da educação tem de ser repensado ereelaborado, pois a realidade é que a educação é um organismo vivo e complexo e,se um de seus órgãos é problemático, todo o resto sofre e de antemão ficacomprometido o desempenho global desse mesmo organismo. Cabe então, a buscaconstante de mudanças significativas, precisa-se buscar, pensar e reelaborar osobjetivos do Colégio, de forma coletiva e englobadora em relação à sua organizaçãocomo um todo, resgatando a identidade e os princípios que deve ter uma escolamoderna, criando possibilidades pedagógicas singulares e buscando condiçõesnecessárias para que a função social da escola seja cumprida.
    • 5.3 - Breve histórico da Instituição. Colégio Tia Ana Maria, fundado em 9 de março de 1976 pela professora ―AnaMaria da Veiga Freitas‖, funcionou provisoriamente na rua 13 de Maio, 928,mudando-se, logo em seguida – 8 de junho de 1976 – para sua sede própria, situadaà rua 13 de Maio, nº 970. Contava, em sua fundação, com 40 alunos divididos emduas turmas, tendo como professora responsável, sua fundadora ―Ana Maria daVeiga Freitas‖ e como auxiliares, suas filhas Márcia e Clarimília. Devidamente autorizada pela Secretaria de Estado de Educação em 1990, porresolução nº 3421/90 DOE 08/11/90, iniciou-se as atividades de 1º Grau com ofuncionamento da 1ª Série. Com a ampliação gradativa do número de alunos e desalas, houve mudança nas salas de aulas e mudança administrativa, assumindo adireção a professora Márcia Veiga de Freitas Calheiro - Ato nº 001/94 - tendo navice direção Ana Maria da Veiga Freitas e secretária a professora Clarimília Veigade Freitas Altvater, todas detentoras dos graus e currículos exigidos para o exercíciode tais funções. Em 1997, a escola passou a ser Colégio Tia Ana Maria, com a implantação doSegundo Grau. Atualmente o Colégio conta com o funcionamento pleno daEducação Infantil, do Ensino Fundamental e Médio, com um total de 345 alunos,sendo a professora Clarimília Veiga de Freitas Altvater (Ato nº 012/2000) e aprofessora Luciene Vilas Bôas Maurano (Ato nº 003/2009), responsáveis pela equipepedagógica.5.4 - Caracterização da comunidade escolar. O Colégio Tia Ana Maria, localiza-se no centro da cidade e faz parte de umacomunidade que apresenta nível sócio –econômico muito bom. Analisando o perfil deseus atuais alunos verifica-se que, na sua maioria, são pertencentes à classe médiaalta, proveniente da zona rural e urbana do Município, e alguns de famílias e decidades vizinhas. Assim, o Colégio busca inserir o aluno seja ele tido como um aluno normal ouespecial, numa proposta pedagógica voltada para suas necessidades, com o objetivode torná-lo participativo, atuante e crítico nas atividades de âmbito escolar,preparando-se para a vida em sociedade.
    • Os conteúdos propostos são passados, utilizando-se do método de ensinoMetafônico , material Alfa e Beto, livros Vai começar a Brincadeira (FTD), materialAnglo Sistema de Ensino, com o qual o Colégio mantém Convênio, e livroscomplementares condizentes, incentivando a leitura, buscando-se uma visãouniversalista de culturas, porém jamais se esquecendo das realidades sociais eeconômicas de nosso meio, baseadas nos momentos de estudos da hora-atividade . Os planos curriculares se encaixam nas exigências legais vigentes no Estadodo Paraná, voltados para a construção do saber, proporcionando aos alunos uminstrumental teórico prático que lhes permita melhor compreender a vida emsociedade e a complexidade das relações sociais. Em relação a Lei de nº 10.639/03, sendo esta alterada pela lei 11.645/05, emseu artigo 26 A, trataremos da temática ―História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena‖e atendendo a necessidade de se envolver com os temas dos Desafios EducacionaisContemporâneos estaremos engajados nesta temática, valorizando estes temas. A faixa etária dos alunos vai de 02 (dois) anos (Educação Infantil), onde acriança inicia sua escolaridade; aqui a criança aprende a estudar com prazer, atravésde aulas criativas que motivam a construção do próprio pensamento e odesenvolvimento da coordenação motora. Esta faixa vai até mais ou menos aos 18(dezoito) anos de idade, quando estará finalizando o curso do Ensino Médio, no qualo aluno, como indivíduo terá se apropriado dos conhecimentos desse período parase aprimorar, como tal, no mundo do trabalho e na prática social. Portanto os nossos alunos são de excelente padrão cultural, convivendo eobtendo no Colégio, boa formação. Dispondo dos mais variados e modernosrecursos tecnológicos como exemplo: computador, DVD, internet, etc - queenriquecem e são enriquecidos com o intercâmbio natural com outros de seu próprioou diferentes meios e/ou níveis. Normalmente provêm de lares sólidos, construídossobre o alicerce da tradição e da religiosidade interiorana, nunca são, para a Escola,alunos problemas, salvo raras exceções, que são resolvidas dentro dos parâmetroseducacionais e da Filosofia do Colégio.5.5 - Regime Escolar A Matrícula é o ato formal que vincula o educando a um estabelecimento deensino autorizado, conferindo-lhe a condição de aluno. Será requerida pelointeressado ou por seus responsáveis quando menor de 18 anos, e deferida pelo
    • Diretor do estabelecimento em conformidade com os dispositivos regimentais, noprazo máximo de 60(sessenta) dias. Fica assegurada ao aluno, não vinculado ao estabelecimento de ensino apossibilidade de ingressar no Colégio a qualquer tempo, desde que se submeta aprocesso de Classificação, Aproveitamento de estudos e Adaptação, previstos noRegimento Escolar, sendo que o controle de freqüência se fará a partir da data damatrícula. Para a matrícula de ingresso no 1º Ano do Ensino Fundamental deNove Anos, a criança deverá ter 06 (seis) anos de idade. Atendida amatrícula dos alunos com 6 (seis) anos completos ou a completar noinício do ano letivo, este estabelecimento admitirá, em caráterexcepcional, o acesso ao ensino fundamental de crianças quecompletem seis anos no decorrer do ano letivo, observando-se osseguintes requisitos:a) crianças que no seu percurso educacional estiveram matriculadas e frequentarampor dois anos ou mais a pré-escolab) termo de responsabilidade pela antecipação da matrícula do educando, assinadopelos pais ou responsáveis;c) comprovação da existência de vagas neste estabelecimento;d) proposta pedagógica adequada ao desenvolvimento dos alunos;Matrícula por Transferência - é aquela pela qual o aluno, ao se desvincular de umestabelecimento de ensino, vincula-se ato contínuo a outro congênere, paraprosseguimento de estudos em curso.Adaptação - A Adaptação de Estudos é o conjunto de atividades didático-pedagógicas desenvolvidas sem prejuízo das atividades normais da série ou períodoem que o aluno se matricular, para que possa seguir, com proveito o novo currículo.A equipe técnico-pedagógica deste estabelecimento, fica responsável pela análisedo currículo apresentado pelo aluno a fim de determinar as adaptações noajustamento do novo currículo.Aproveitamento de Estudos - será feito o aproveitamento de Estudos concluídos comaprovação na escola de origem da série, fase, ciclo, período ou disciplinas.
    • 5.6 - Classificação e Reclassificação A Classificação é o procedimento que o estabelecimento adota segundocritérios próprios, para posicionar o aluno em série, fase, período, ciclo ou etapacompatível com a idade, experiência e desempenho adquiridos por meios formais ouinformais. Poderá ser realizada por promoção, por transferência e independente deescolarização anterior, mediante avaliação feita pela Escola. Fica vedada aclassificação para o ingresso na 1ª Série do Ensino Fundamental, conforme Artigo24, inciso II da LDB. A Reclassificação é o processo pelo qual o colégio avalia o grau deexperiência do aluno matriculado, preferencialmente no início do ano letivo, levandoem conta as normas curriculares gerais, a fim de encaminhar o aluno à etapa deestudos compatível com a sua experiência e desenvolvimento, independentementedo que registre o seu Histórico Escolar. Fica vedada a reclassificação para etapainferior à anteriormente cursada.5.7 - Promoção Após a apuração dos resultados finais de aproveitamento e frequência, serãodefinidas as situações de aprovação ou reprovação dos alunos. Será consideradoaprovado o aluno que apresentar frequência igual ou superior a 75% (setenta e cincopor cento) do total da carga horária do período letivo e média anual igual ou superiora 6,0 (seis vírgula zero). Será realizada a Recuperação Semestral ao longo dasséries do Ensino Fundamental II e Ensino Médio para os alunos que não alcançaremmédia semestral igual ou superior a 6,0, sendo estes casos analisados no Conselhode Classe. Nas séries correspondentes de 2º ao 5º ano, devido à necessidade darecuperação ser mais próxima ao conteúdo trabalhado, será realizada aRecuperação Bimestral e, se fizer necessário, apresentar-se-á a RecuperaçãoSemestral. Todos estes processos referentes aos resultados das avaliações dosalunos serão registrados em documentos próprios, a fim de que sejam asseguradasa regularidade e autenticidade da vida escolar. A avaliação no 1º ano do Ensino Fundamental de nove anos e na EducaçãoInfantil terá característica diagnóstica e de acompanhamento do processo contínuoque objetiva analisar a forma como a criança elabora o seu conhecimento. Para isso,o docente deverá registrar o desenvolvimento da criança e elaborar ao término do
    • ano ou período letivo, com caráter descritivo, o parecer sobre os diferentes aspectosdo processo de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno.Da Revalidação de Equivalência de Estudos - Para realização de Estudosincompletos cursados em escolas de países estrangeiros, serão obedecidos osArtigos das Deliberações nº 005/98 e 009/01- CEE.Da Regularização da Vida Escolar - Em atendimento a irregularidade na vida escolardo aluno, será obedecido o constante nas Deliberações 005/98 – 009/01- CEE.5.8 - Regime de Progressão Parcial. O Colégio apresenta esta matrícula ao aluno reprovado em até 03 (três)disciplinas ou área de conhecimento da série, fase, ciclo ou período, e lhe épermitido cursar o período subseqüente concomitante às disciplinas ou áreas nasquais reprovou. (Deliberações 005/98 e 009/01 – 9394/96)5.9 - Relação do Corpo Docente e Técnico - AdministrativoTécnico-Pedagógico Nome FunçãoMárcia V. F. Calheiro. DiretoraClarimília V. F. Altvater. Orientadora EducacionalLuciene Vilas Bôas Maurano. Coordenadora PedagógicaClariana Veiga de Freitas Coordenadora PedagógicaAlmeidaApoio – Técnico- AdministrativoNome FunçãoCarla de Fátima Appolinário Aux.Martins AdministrativoAdriana Imai Rosendo Diniz Aux.Antônio Veiga de Freitas AdministrativoAltvater Aux.
    • Diego Felix Lourenço Wenceslau AdministrativoFabíola Soares Aux.Lílian Carolina Calheiro AdministrativoTânia Petrini Siqueira Aux.Juliana Cristina Margarido Administrativo Aux. Administrativo Aux. Administrativo Aux. AdministrativoApoio – Serviços GeraisNome FunçãoMaria Lucélia da Silva Corrêa RecepcionistaJosé Palmeira VigiaEnedir Gonçalves da Costa Aux. AdministrativoFernanda Alves Caetano Aux. AdministrativoJosiane de Oliveira Silva Aux. AdministrativoNeves Aux. AdministrativoLuciana da Silva Mendonça Aux. AdministrativoMaria José Aux. AdministrativoMaria Vanilda MachadoCorpo DocenteEducação Infantil e Ensino Fundamental (1º ano ao 5º ano).Nome Função Série
    • Lucimara Cimatti C. Batistella Regente MaternalMichele Cristina dos Santos Regente MaternalPoliana Leopoldino de Regente Jardim IOliveira Auxiliar Jardim ITaciane Aparecida Merlim Regente Jardim IIAna Karolina de Freitas Auxiliar Jardim IIAndressa de Paula Costa Regente 1º anoAdriana Barros de Góes Auxiliar 1º anoJanaína de Oliveira Andrade Regente 2º anoDaiane Montanheiro dos Reis Regente 3º anoGabriela Simoni da Cunha Auxiliar 2º e 3º anosCassia Carolina de Oliveira Regente 4º anoJuliane de Oliveira Regente 4a SérieConstantino 1a a 4ª/Ed. InfantilMaura Vasconcellos B. Imai 1a a 4ª/Ed. InfantilJanaína Patrial Rodrigues.Cristina Rodrigues CorsiniEnsino Fundamental (5ª a 8ª Séries).Nome FunçãoCristiane P. Crespo Produção Textual Lín.PortuguesaRondinele Aparecido Produção TextualRibeiro Lín.Portuguesa Matemática/QuímCésar A Pinto Ribeiro icaFábio R. da Costa História
    • Edilene Chaves R. GeografiaFerreira GeografiaKathilene Regina da CiênciasSilva Ed. FísicaCrisgislaine O. A. ArteCassoroti InglêsJefferson Vernier Conh.FilosóficoMárcia Fernandes da EspanholSilvaGabriel Luiz MauranoBrígida De V.BianchiThays Regina R. deOliveiraEnsino Médio Nome Função Rondinele Aparecido Lin.Portuguesa Ribeiro Lin.Portuguesa Marília de Melo Pereira Prod.Textual Cristiane Papi Crespo Matemática Luiz O Santos Física Matemática João Paulo Chiaroti História Fábio R. da Costa Geografia Kathilene Regina da Biologia Silva Ed. Física Jacirema L. G. Zanata. Arte Jefferson Vernier Inglês
    • Márcia Fernandes da Ling.Comum. Silva Espanhol Gabriel Luiz Maurano Ling.Comum. Química Thays Regina R. de Filosofia/Sociolo Oliveira gia César A Pinto Ribeiro Angélica A. de Carvalho5.10 - Análise dos problemas existentes. No que diz respeito ao rendimento escolar, o Colégio possui uma propostapedagógica em consonância com a concepção e metodologia do ensino atual, ondealunos participam das aulas ativamente, professores e equipe técnico-pedagógicaprocuram num trabalho conjunto, sanar os problemas que ocorrem diariamentequanto ao comportamento, freqüência e aprendizagem de seus alunos, de acordocom os recursos que dispõe. O índice de evasão escolar é mínimo, porém este sempre será um assuntoque precisará de atenção e estudo. O Colégio é privilegiado quanto ao seu quadro de professores, pois estespossuem níveis de capacitação, se não ideal, em constante formação eaprimoramento, introduzindo assim novas técnicas aprendidas. O Colégio está engajado no processo de democratização do ensino,comprometendo-se, radicalmente na redução de repetência, que já é mínima, tantono ensino fundamental como no ensino médio. O Ensino Médio, além de preparar ocidadão para o convívio social e o trabalho efetivo, estabelece as bases quepropiciam condições para novas metas de nível superior, preparando o jovem, nãoapenas para os embates vestibulares, mas, principalmente, para uma plenarealização universitária e pessoal. Sendo um Colégio particular, este é mantido exclusivamente com asmensalidades pagas pelos pais dos alunos e que são estabelecidas de conformidade
    • com a planilha de custos elaborada pelo Estabelecimento. Leva-se em consideração o número de alunos – geradores da receita - a serem matriculados no ano letivo, e faz-se a previsão das despesas a serem efetuadas, resultando daí, os cálculos necessários, para a fixação das mensalidades. Na busca de soluções para os problemas ainda existentes, a equipe técnico- pedagógica, corpo docente e direção buscam a melhor opção de ação sempre pautada no diálogo, com o objetivo de alcançar um atendimento de excelência. Através da hora atividade, os professores do CTAM têm um período para atender a comunidade escolar, corrigir avaliações e atividades, bem como, organizar- se para desenvolver projetos. A equipe pedagógica procura atender aos professores, dando subsídios para o seu planejamento e auxiliando-os quando necessário 5.11 – Tabela de reprovações nos três últimos anos letivosEnsino Fundamental 2008 2009 2010Turma Total Número Total Número Total Número alunos Reprovações alunos Reprovações alunos Reprovações1º ano 26 0 26 0 30 02º ano 17 0 23 0 23 03º ano 14 1 25 1 27 24º ano 12 0 17 0 25 04ª série 18 1 13 0 17 05ª série 12 1 17 0 17 06ª série 14 0 14 0 14 07ª série 13 1 16 0 19 28ª série 11 0 18 0 18 0Ensino Médio 2008 2009 2010
    • Turma Total Número Total Número Total Número alunos Reprovações alunos Reprovações alunos Reprovações1ª série 45 3 36 0 30 42ª série 38 0 41 0 37 03ª série 35 0 36 0 40 0 5.12 – Inclusão Homens e mulheres são paradoxalmente diferentes em sua igualdade. Isso se deve ao fato de, como seres humanos, pertencerem a uma mesma espécie de características semelhantes e ao mesmo tempo, diante da peculiaridade de cada um, serem diferentes em atitudes, pensamentos, habilidades, etc. A Constituição Federal de 1988 possibilitou um grande avanço educacional, visto que serve de respaldo à efetivação da cidadania e à dignidade humana, e da mesma forma favoreceu o comprometimento na realização do bem comum. Tem-se, então, estabelecida a igualdade de todos num contexto de diversidade étnica, cultural e social. Mas tal igualdade só é considerada a partir da singularidade inerente a cada diferença. Diante desta nova visão, a escola passou por uma transformação, cujas individualidades são respeitadas a fim de e proporcionar melhor aprendizado e desenvolvimento pessoal, para a construção de um ser global. O intento da inclusão é garantir uma vida com igualdade, pautada pelo respeito às diferenças, objetivando a formação para uma sociedade inclusiva. Este estabelecimento de ensino não possui nenhum aluno com necessidade de atendimento especial. 5.13 - Gestão Democrática 5.13.1 - Conselho de Classe O Conselho de Classe é o órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa em assuntos didático-pedagógicos, com atuação restrita a cada turma do estabelecimento.
    • Dentre outras atribuições, cabe ao Conselho de Classe, conselho estecomposto pela direção, pela secretária, pela equipe pedagógica, por todos osdocentes e da representação facultativa de aluno por turma, é de decidir quanto àaprovação ou reprovação de alunos que, apresentarem situações limítrofes,inusitadas ou omissas. A finalidade das reuniões organizadas pelo Conselho, após analisar asinformações e dados apresentados, é a de intervir em tempo hábil no processoensino e aprendizagem, oportunizando ao aluno formas diferenciadas de apropriar-se dos conteúdos curriculares estabelecidos.5.13.2 - Grêmio Estudantil O Grêmio Estudantil é o órgão máximo de representação dos estudantes doCTAM, com o objetivo de defender os interesses individuais e coletivos dos alunos,incentivando a cultura literária, artística e desportiva de seus membros. Anualmente, os alunos de 5ª série do Ensino Fundamental a 3ª série doEnsino Médio elegem um grupo de alunos regularmente matriculados no CTAM paraque possam desenvolver projetos e o espírito político, representando-os frente àdireção do colégio. O Grêmio Estudantil possui Estatuto próprio, aprovado e homologado emassembleia geral, convocada especificamente para esse fim.5.14 - Desafios Educacionais Contemporâneos. Os Desafios Educacionais Contemporâneos são demandas que possuem umahistoricidade, por vezes oriundas dos anseios dos movimentos sociais, outras vezesfruto das contradições da sociedade capitalista e, por isso, prementes na sociedadecontemporânea. São de relevância para a comunidade escolar, pois estão presentesnas experiências, práticas, representações e identidades de educandos eeducadores e cabe a todos os envolvidos no processo educacional procurardesenvolvê-los de forma responsável e consciente. Trabalhar com os Desafios Educacionais Contemporâneos não é tarefasimples, uma vez que temáticas, como a Violência, a Diversidade Cultural e Social, aPrevenção quanto ao uso de Drogas e a Sexualidade, requerem constante
    • aprofundamento no assunto, preparação do corpo docente e equipe escolar e orespeito ao abordá-las. O Colégio preocupa-se em preparar seus alunos para estas questõespertinentes na sociedade, buscando retratar que, embora muitos possuam umarealidade privilegiada, esta não se faz regra na sociedade em geral e o respeito peladiversidade deve sempre prevalecer.6 - Marco Conceitual6.1 – Fundamentação Teórica:6.1.1 - Filosofia e os Princípios Didáticos – Pedagógicos da Instituição. Como instituição transformadora, o Colégio Tia Ana Maria, acredita no sonhoda transformação da Pátria, da escola e do indivíduo, baseando-se sempre nasconcepções norteadoras como a LDB, PCN´s, RCNEI, Estatuto da Criança e doAdolescente entre outros. Valoriza o esforço, a luta pelo reconhecimento dadignidade da pessoa humana que extrapola o saber científico que a escolaproporciona e passa, seriamente, pelo fortalecimento da consciência da cidadania, aênfase no desenvolvimento de valores humanos e o despertar da dimensãoprazerosa e realizadora do trabalho. Para que se possa falar de sociedade a inclusão de alunos com necessidadesespeciais se faz necessária. Para tanto os alunos com necessidades especiaisconsideradas leves são incluídos no processo educativo recebendoacompanhamento necessário dos professores, da equipe pedagógica, e deprofissionais como: psicólogos, psicopedagogos e da ajuda da família, sendo quetodos os envolvidos buscam realizar um trabalho que esteja de acordo com asnecessidades dos alunos, realizando assim o processo de aprendizagem. Passo a passo, busca-se realizar como Escola acolhedora, com espíritocrítico, participativa, competente, na formação integral de seus alunos comdisposição para aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver; a ser umespaço para a vivência da fé e da esperança. O fazer pedagógico do Colégio norteia-se no sentido de desenvolver valores e atitudes como condição para o exercício dacidadania e da construção de condutas e não simplesmente proporcionarinformações. Neste sentido, faz um trabalho de prevenção dos valores negativos e
    • quando se faz necessário mostrar a conseqüência de um erro cometido, este érealizado com seriedade. A formação do aluno tem como principal alvo à aquisição de conhecimentosbásicos e a preparação científica e tecnológica. Busca-se dar significado aoconhecimento escolar mediante a contextualização, incentivar o raciocínio e acapacidade de aprender.6.1.2 - Concepção Educacional. A educação é ato ou efeito de educar, é o processo dedesenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano(HOLANDA, 1989). Sendo assim, o processo educacional que tem comoelementos consagrados o professor, o aluno, o sistema gestor e afamília, institucionalizados na escola necessita de constantesajustamentos á realidade externa, a fim de cumprir o seu papel nasociedade. O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino eaprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes―cristalizados‖, e desemboque em um processo de produção e deapropriação de conhecimento, possibilitando, assim, que o cidadãotorne-se crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre asquestões sociais e buscando alternativas de superação da realidade.6.1.3 - Objetivo do Colégio Tia Ana Maria Promover educação de qualidade, que possibilite ao aluno a apropriação doconhecimento científico e o desenvolvimento de suas competências e habilidades,formando cidadãos conscientes, participativos, responsáveis e capazes de promovertransformações na sociedade.6.1.4 - Concepção de Homem. O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado dasrelações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve serpor um homem social, voltado para o seu bem próprio, mas acima de tudo, para o
    • bem estar do grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pelaapropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio domovimento dialético ―do social para o individual para o social‖. Diante dacomplexidade de que se revela o ―homem‖, o estudioso Morin (2001, p. 40) retrataque o ―homem é um ser, ao mesmo tempo, totalmente biológico e totalmentecultural", procuramos estruturar nossa concepção de homem e, em consequênciadesta, a expectativa em relação ao cidadão que queremos formar, mostrando assimtoda a sua complexidade.6.1.5 - Concepção de Sociedade O Brasil é um país imenso, diversificado em clima, em raças, em religiões, emgraus de desenvolvimento regionais, etc... É cheio de contrastes, apresentando umatraso indesejável, com população analfabeta, sem saneamento básico e altosíndices de mortalidade infantil. É um país, ao mesmo tempo velho pelo muito queperdeu como colônia e como vítima de políticas arcaicas e interesseiras, moderno,pelo arrojo com que se atira no futuro, desenvolvendo tecnologia e planejando novostempos. É um imenso país em transformação e evolução. A sociedade ideal, imaginada por nós, pode mesmo ser um sonho. Masacreditamos que a própria vida é um sonho. Um sonho maravilhoso que, a cada dia,tornamos realidade com nosso trabalho contínuo e persistente. Portanto, os ideais dejustiça, de saúde, de educação, de igualdade de direitos de oportunidades e deprosperidade para todos, é o que almejamos. A sociedade que concebemos não se distancia dos problemas atuais e nãovive apenas dos sonhos. Pelo contrário, como já dissemos, trabalha diuturnamentena eliminação dos problemas que afligem o mundo moderno. A preocupação com a poluição ambiental. O perigo da escassez de água, deenergia, a preservação das espécies vegetais e animais. Enfim, a ecologia, como umtodo, constitui uma preocupação constante, de cuja vigilância e contribuição nãodescuidamos. Não nos cabe aqui, traçar um paralelo entre as diversas concepçõessociológicas ou escolher entre as diversas teses dos cientistas da sociologia, qual aconcepção ideal de sociedade. O que nos cumpre é traçar uma meta de trabalho,visando o crescimento moral, intelectual e social do ente humano como ser, criado
    • perfeito, buscando a sociedade perfeita, predestinada por Deus a herdar a terra, oparaíso perfeito perdido pela insensatez. Por isso que, diante destas definições, Foucalt (1975) retrata a sociedade emsentido geral, sendo esta uma condição universal da vida humana. Estauniversalidade admite uma interpretação biológica ou instintual, e outrasimbólicomoral, ou institucional. Assim, a sociedade pode ser vista como um atributobásico, mas não exclusivo, da natureza humana: somos geneticamente predispostosà vida social6.1.6 – Concepção de Cultura. Cultura (do latim colere, que significa cultivar) é um conceito de váriasacepções, sendo a mais corrente a definição genérica formulada por Edward B.Tylor, segundo a qual cultura é ―aquele todo complexo que inclui o conhecimento, ascrenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidõesadquiridos pelo homem como membro da sociedade‖. A cultura é fundamental para a compreensão de diversos valores morais eéticos que guiam nosso comportamento social. Entender como estes valores seinternalizaram em nós e como eles conduzem nossas emoções e a avaliação dooutro, é um grande desafio. O conceito de cultura está sempre em constante mutação e evolução,acabando por ser o aspecto da vida social que se relaciona com a produção dosaber, arte, folclore, mitologia, costumes, etc., bem como à sua perpetuação pelatransmissão de uma geração à outra.6.1.7 - Concepção de Mundo. O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido arapidez do processo de assimilação das informações e pela globalização torna-senecessário proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos,culturais e espirituais para que sejam superadas as injustiças, diferenças, distinçõese divisões na tentativa de se formar o ser humano que se imagina. Isto será possívelse a escola for um espaço que contribua para a efetiva mudança social.
    • Por isso, Paulo Freire (2001) vê a escola como uma importante concepção demundo, pois ela proporciona aos educandos a sua melhora como ―sujeitos maisativos na sociedade, onde começam a vivenciar experiências com outros meios deleitura de mundo, percebendo que essa convivência deve ser respeitosa, reflexiva edemocrática‖, sendo assim, uma visão de um mundo ideal.6.1.8 - Concepção de Infância A concepção de infância dos dias atuais é bem diferente de alguns séculosatrás. É importante salientar que a visão que se tem da criança é algo historicamenteconstruído, por isso é que se pode perceber os grandes contrastes em relação aosentimento de infância no decorrer dos tempos. O que hoje pode parecer umaaberração, como a indiferença destinada à criança pequena, há séculos atrás eraalgo absolutamente normal. Por maior estranheza que se cause, a humanidade nemsempre viu a criança como um ser em particular, e por muito tempo a tratou comoum adulto em miniatura. De um ser sem importância, quase imperceptível, a criançanum processo secular ocupa um maior destaque na sociedade, e a humanidade lhelança um novo olhar. Hoje, a criança é vista como um sujeito de direitos, situado historicamente eque precisa ter as suas necessidades físicas, cognitivas, psicológicas, emocionais esociais supridas, caracterizando um atendimento integral e integrado da criança. Eladeve ter todas as suas dimensões respeitadas. Segundo Zabalza ao citar Fraboni: ―aetapa histórica que estamos vivendo, fortemente marcada pela ―transformação‖tecnológico-científica e pela mudança ético-social, cumpre todos os requisitos paratornar efetiva a conquista do salto na educação da criança, legitimando-a finalmentecomo figura social‖ (1998, p.68).6.1.9- Concepção de Escola Uma escola é um lugar de encontros, de eventos e de atividades que ajudamo aluno a se integrar, a conviver e a crescer, tudo mediante ao trabalho de todos osenvolvidos. Nós, enquanto escola preocupamo-nos em transmitir conteúdos, conceitos,habilidades de raciocínio os quais serão incorporados à estrutura cognitiva do aluno,para permitir-lhe transpor aquilo que adquiriu para as outras áreas do conhecimento
    • e até mesmo para torná-lo capaz de recuperar esses conhecimentos quandonecessitar deles, sem perder de vista a idéia de que todos estes conteúdos sejamadequados ao nível de desenvolvimento cognitivo da faixa etária com a qual estamostrabalhando e que procurem estimular nosso aluno a novas conquistas intelectuais.Não sabemos qual será a situação social, econômica e política que nossos alunos dehoje encontrarão em sua vida adulta, mas estamos conscientes de que nossotrabalho certamente influirá, positivamente, não só em suas possibilidadesprofissionais como em diversos outros aspectos igualmente importantes para a suarealização como seres humanos. E, pretendemos, sejam eles atuantes em todo esseprocesso. É bom lembrar que já temos à nossa disposição uma imensa quantidade deinformações, e o nosso desafio pessoal não é conhecer todas elas, mas sermoscapazes de pesquisar aquelas das quais necessitamos, relacionando-as e utilizando-as criativamente em nossas vidas. Buscaremos fazer a nossa parte no sentido decolaborar para que nossos alunos possam se desenvolver e enfrentar um mundotalvez muito diferente daquele em que vivem hoje, o que poderá exigir deles não sóuma sólida formação intelectual como um amadurecimento pessoal. No que diz respeito aos conteúdos, um grande conjunto de informações se faznecessário, não só para se ingressar numa boa universidade, como é fundamentalpara se ter uma visão geral de todas as áreas do conhecimento. Adquirir um certonível de informação geral, possibilita uma compreensão e uma análise de mundo eda sociedade, que tornam o indivíduo mais capaz de se enriquecer como serhumano e de contribuir para a formação de uma sociedade mais justa, igualitária esolidária. Para Luckesi (2004) é importante a busca pelo equilíbrio entre vários camposdo conhecimento, o que, além de não forçar o aluno a uma opção profissionalprecoce, permite a ele ser capaz de se posicionar em relação a assuntos que nãosejam específicos de sua área de atuação. Ao longo do processo pedagógicodesenvolvido desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, perseguimos umobjetivo de crescimento integral que permita ao nosso aluno uma autonomiaintelectual crescente, ao lado de um bom nível de informação e uma capacidade dese posicionar frente ao mundo, de se rever, de ser capaz de respeitar as diferenças econviver com elas; enfim, de poder amadurecer como ser humano, pois uma mente
    • aberta, com múltiplas capacidades desenvolvidas, é que poderá tornar uma pessoafeliz consigo mesma, capaz de contribuir para a sociedade em que vive.6.1.10 - Concepção de Conhecimento. Conhecimento é relação que se estabelece entre um sujeito cognoscente(aquele que conhece) e objeto cognoscível (objeto a ser conhecido). Dessa forma, oconhecimento é o elo entre tais constituintes. Na escola, ele deve garantir a transmissão-assimilação da informaçãosistematizada e a construção nos métodos do saber através do conhecimentocientífico determinados e processos de ensino-aprendizagem em todo trabalhopedagógico da escola.6.1.11 - Concepção de Tecnologia A tecnologia deve ser encarada como mecanismo que viabilize a concepçãode metodologias em sala de aula. Em tempos de globalização, ela deve serexplorada a fim de que seja uma forte aliada do professor no processo deconhecimento. As rápidas mudanças ocorridas na sociedade e o grande volume deinformações estão refletindo-se no ensino, exigindo, desta forma, que a escola nãoseja mera transmissora de conhecimentos, mas que seja um ambiente estimulante,que possibilite ao aluno percorrer o conhecimento de maneira mais motivada, críticae variada. Há muitas formas de compreender a tecnologia. Para alguns ela é fruto do conhecimento científico especializado. É, porém, preferível compreendê-la da forma mais ampla possível, como qualquer artefato, método ou técnica criado pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e sua comunicação mais fáceis, ou simplesmente sua vida mais satisfatória, agradável e divertida.‖ (CHAVES, 1999, p. 47) A interação da tecnologia na escola é vista como uma dinâmica deinteração, ou seja, um ambiente rico para a mediação entre os alunos,oferece condições para envolver e estimular a investigação, além depossibilitar paradas e retornos para a interpretação, análise, atendendo oritmo de cada processo de aprendizagem.
    • 6.1.12 - Concepção de Ensino e Aprendizagem. A concepção de ensino e aprendizagem está intimamente ligada à forma detransmissão e construção do saber que leva o indivíduo ao questionamento deexperiências, de valores, de princípios advindos das relações sociais de umdeterminado contexto e à probabilidade de relacionar situações diversas, estandoaberto à possibilidade de estabelecer conexões entre o ensino e a realidade, em umprocesso constante de aquisição de conhecimento, desenvolvimento decompetências e mudança de comportamento. O processo de ensino e aprendizagem visa valorizar os conceitosespontâneos para a construção dos conceitos científicos. Os conceitos espontâneossão aqueles construídos pela experiência individual e cotidiana, sendo estasacessíveis por meio de observação ou ação imediata com o mundo. Já os conceitoscientíficos são construídos de forma metódica e intencional, sobretudo no ambienteescolar. Neste sentido, Freire (2001) indica que a fenomenologia dos estudoscurriculares permite dar lugar às experiências dos sujeitos para que possampromover aprendizagens significativas em que o papel do aluno dar-se-á comoprotagonista no processo de aprendizagem, utilizando-se dos seus próprios recursoscognitivos. Dessa forma, o ensino está intimamente ligado à aprendizagem, uma vez queo ser humano nunca está sozinho, pois, em toda situação de aquisição deconhecimento, o sujeito compartilha de um tipo de linguagem que é permeada pelasmúltiplas vozes que marcam a presença do outro no processo do saber.6.1.13 - Concepção de Cidadania. A concessão de cidadania para além das linhas divisórias das classesdesiguais parece significar que a possibilidade prática de exercer os direitos ou ascapacidades legais que constituem o status do cidadão não está ao alcance detodos que os possuem, lazer, trabalho, entre outros. Segundo ―A complexidade do mundo globalizado, a amplitude das comunicações, provocam essa indefinição relativamente à cidadania. Se ser cidadão significa, conforme a origem grega, em termos bastante genéricos, ser o
    • habitante da cidade, isso implica no pertencimento a determinado espaço geográfico. Mas o que se pode perceber é que para a globalização não existem barreiras. Ao extrapolar estes limites faz desaparecer as peculiaridades de cada espaço e também dos indivíduos implicados. Serão todos ―cidadãos do mundo‖, sujeitos indefinidos socialmente. A rapidez das transformações sociais provoca igualmente transformações individuais. Isso exige readaptação, reeducação.‖ (ARAÚJO, 2003, p. 47) Como consequência, cidadania passa a significar o relacionamento entreuma sociedade política e seus membros. Os reflexos dessa condição no direitointernacional, por outro lado, impulsiona esse conceito ao de nacionalidade. Busca-se trabalhar o indivíduo para que este possa conhecer e buscar a sua condiçãodentro do processo de cidadania.6.1.14 - Concepção de Gestão Democrática de Ensino A gestão democrática da escola é um passo importante no aprendizado dademocracia. A escola não tem um fim em si mesma. Ela está a serviço dacomunidade. Nisso, a gestão democrática da escola está prestando um serviçotambém à comunidade que a mantém. Ela, também, pode melhorar o que éespecífico da escola: o seu ensino. A participação na gestão da escola proporcionaráum melhor conhecimento do funcionamento da escola e de todos os seus atores;propiciará um contato permanente entre professores e alunos, o que leva aoconhecimento mútuo e, em conseqüência, aproximará também as necessidades dosalunos dos conteúdos ensinados pelos professores. Conforme apontado por Lück (2000, p. 11), gestão escolar:―[...] constitui uma dimensão e um enfoque de atuação que objetiva promover aorganização, a mobilização e a articulação de todas as condições materiais ehumanas necessárias para garantir o avanço dos processos socioeducacionais dosestabelecimentos de ensino orientadas para a promoção efetiva da aprendizagempelos alunos, de modo a torná-los capazes de enfrentar adequadamente os desafiosda sociedade globalizada e da economia centrada no conhecimento‖. O aluno aprende apenas quando ele se torna sujeito da sua aprendizagem. Epara ele tornar-se sujeito da sua aprendizagem ele precisa participar das decisõesque dizem respeito ao projeto/proposta da escola que faz parte também do projetode sua vida.
    • A gestão democrática é demonstrada por uma certa atmosfera que se respirana escola, na circulação das informações, no processo de elaboração e criação denovos objetivos, na formação de grupos de trabalho, na capacitação de recursoshumanos, etc. A gestão democrática de uma escola será avaliada pelo efetivo engajamentode todos nas decisões comuns. Não será avaliada pela quantidade de tarefascoletivas realizadas - número de reuniões formais, por exemplo - mas pelacompetência política e organizacional em transformar permanentemente a propostada escola numa proposta social com o envolvimento da comunidade escolar, logo aparticipação dos envolvidos e o envolvimento na hora-atividade, nas reuniõespedagógicas, nos Conselhos será de extrema importância para a sua efetivação. . É preciso, contudo reconhecer que a gestão democrática é um processosempre inacabado e que os limites são enormes. Enfim, a gestão democráticaapoia-se em alguns princípios: desenvolvimento de uma consciência crítica;envolvimento das pessoas; participação e cooperação; autonomia.6.1.15– Concepção de Formação Continuada. Segundo Perrenoud, a Formação Continuada tem entre outrosobjetivos, propor novas metodologias e colocar os profissionais a par dasdiscussões teóricas atuais, com a intenção de contribuir para asmudanças que se fazem necessárias para a melhoria da açãopedagógica na escola e, consequentemente, da educação. É certo queconhecer novas teorias, faz parte do processo de construçãoprofissional, mas não bastam, se estas não possibilitam ao professorrelacioná-las com seu conhecimento prático construído no seu dia-a-dia(Perrenoud, 2000). Assim, a Formação Continuada é específica a dos profissionais da educação,principalmente os professores, a qual ocorre ao longo da vida do ser humano-professor. Esta formação pode acontecer mediante diversas situações do cotidianoque viabilizem aprendizagens para o exercício profissionaldocente. Entretanto, é necessário salientar que, tratando-se de uma profissãocaracterizada pelo trabalho acadêmico, a formação continuada precisa estar
    • constituída por atividades devidamente organizadas para viabilizar a construção,socialização e confronto de conhecimentos, de talforma que os professores como cidadãos e como docentes possam avançarcontinuamente em seu caminho de desenvolvimento profissional.Para concretizar, entendo a Formação Continuada como aquela desenvolvida,geralmente, mediante atividades de estudo e pesquisa planejadas e realizadas comoparte do desenvolvimento profissional dos professores a partir das necessidades econhecimentos derivados das suas experiências docentes.6.1.16 – Concepção da hora atividade docente. A hora atividade é o tempo reservado ao docente, em exercício, para estudos,avaliação e planejamento. Além disso, visa-se uma organização para o trabalhocoletivo, uma vez que se formam grupos de professores para o planejamento edesenvolvimento de ações necessárias ao CTAM. Através da hora atividade, os professores do CTAM têm um período paraatender a comunidade escolar, corrigir avaliações e atividades, bem como, organizar-se para desenvolver projetos. A equipe pedagógica procura atender aos professores, dando subsídios parao seu planejamento e auxiliando-os quando necessário 6. 2- Concepção do Tempo Escolar. A organização curricular se dá por série, por bimestre e por disciplina,sendo estas auxiliadas por projeto, quando assim se fizer necessário. Podemos considerar o tempo escolar como uma construção social,desvinculada da natureza, ou como enfoca Elias (1998, p.13), que ―em toda parteonde se opera com o ‗tempo‘, os homens estão juntamente com seu meio ambiente,ou seja, com processos físicos e sociais‖. Para as resoluções da Escola, todos os itens citados acima, bem como asDisposições Finais, será mantido o enunciado aprovado no Regimento Escolar, nasdeterminações das Deliberações 005/98; 009/01-9394/96 e considerando asdecisões da direção juntamente com o Conselho de Classe.6.3 - Organização Curricular.
    • Esta entidade contempla as seguintes modalidades de ensino: EducaçãoInfantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio atendendo as Diretrizes CurricularesNacionais. A Educação Infantil atenderá as modalidades Maternal, Jardim I e Jardim II ,destinadas às crianças de (Maternal – 2 a 3 anos e 11 meses; Jardim I – 4 anos deidade; Jardim II – 5 anos de idade; Deliberação nº 009/99 – CEE) a ser ofertado emfunção da demanda existente, e em acordo com as possibilidades desteestabelecimento. Visa o desenvolvimento das habilidades cognitivas da criança,levando-a a despertar para o mundo que a cerca e desenvolver-se no processoeducacional. O Ensino Fundamental organizado por série e em língua portuguesa, temcomo objetivo a ―formação básica do cidadão mediante o desenvolvimento dacapacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, daescrita e do cálculo‖ (Vygostky, 1999) . Completa ainda a compreensão do ambientenatural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que sefundamenta a sociedade e o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem,tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudese valores em que se assenta a vida social. Ensino Médio, organizado por série, é a etapa final da educação básica, tem aduração de três anos com a finalidade da consolidação e o aprofundamento dosconhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimentode estudos. Visa a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando,para continuar aprendendo de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade anovas mudanças de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores. Está organizado demaneira a favorecer o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindoa formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamentocrítico.6.4 – Matriz Curricular. MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIES DISCIPLINAS
    • 5ª 6ª 7ª 8ª Arte B 1 1 1 1 A S Ciências E 3 3 4 4 Educação Física N 2 2 2 2 A C Geografia I 2 2 2 2 O História N 2 2 2 2 A L Língua Portuguesa 4 4 3 3 C Matemática O M 5 5 5 5 U M Sub- 19 19 19 19 total Conhecimento Filosófico 1 1 1 1 P D L.E.M. Espanhol 1 1 1 1 2 L.E.M. Inglês 2 2 2 Produção de Texto 2 2 2 2 Total geral 25 25 25 25Matriz Curricular de acordo com a LDBEN nº 9394/96 MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO SÉRIES DISCIPLINAS
    • 1ª Série 2ª Série 3ª Série Arte 1 1 -- B A Biologia 3 3 4 S E Educação Física 1 1 1 N Filosofia 1 1 1 A C Física 3 3 4 I O Geografia 3 3 3 N A História 3 3 3 L Língua Portuguesa 4 4 4 C O Matemática 4 4 5 M U Química 3 3 4 M Sociologia 1 1 1 Sub-total 27 27 30 LEM Espanhol 2 2 -- P D LEM Inglês 2 2 -- Linguagem e Comunicação -- -- 2 Produção de Texto 2 2 2 Sub total geral 33 33 346.5 – Concepção das Ações Didático-Pedagógicas.
    • A equipe Técnico-Administrativa, Corpo Docente e Funcionários deve tercompetência técnica e compromisso político, para a realização do trabalho a serdesenvolvido. A organização de todas as atividades é feita com o envolvimento detodo o corpo docente, alunos, funcionários e administração, estando estesconscientes de seus direitos, deveres e responsabilidades. Para isso são feitasreuniões pedagógicas, sempre que necessárias, do corpo docente com a equipediretiva para verificar se o que foi previsto e proposto está sendo atingido.Acontecerão reuniões com a equipe de ensino e funcionários para a verificaçãosobre as tarefas correlatas e suas funções. No término do ano letivo e no momentoinicial do período letivo que se inicia todo o Corpo Docente pára, no intuito damontagem das atividades e realimentação dos projetos que se desenvolverão nodecorrer de todo o ano. Para o bom acompanhamento do Corpo Docente em relação às normasestabelecidas pelo Colégio, o professor terá conhecimento das normas do Colégio,através da leitura do Regimento Escolar para que se possa ter uma maior adaptaçãoentre equipe diretiva, funcionários e alunos, para que todos sigam uma mesma linhade organização. Serão feitas reuniões pedagógicas bimestrais, sempre que se fizeremnecessárias, ou em caráter de emergência, sendo que estas contarão com apresença de todos os convocados. Serão comunicadas através de bilhetes e docaderno de comunicados. O Calendário Escolar da Instituição será elaborado anualmente sendoobservado os 200 (duzentos) dias letivos e obedecendo as 800 (oitocentos) horasanual, observando ao disposto na Legislação vigente , sendo este aprovado peloórgão competente para este fim. Em relação à falta de professores não haverá adiamento de aulas; toda faltadeverá constar de atestado médico; caso contrário acarretará desconto de hora/aula;sempre buscaremos preencher este espaço com alguma atividade pré-preparada oupassaremos a aula para um outro professor que tenha esta disponibilidade, ficandoassim os casos especiais a serem decididos pela Direção do Colégio. Quando houver atraso, ainda no decorrer da 1ª aula, os alunos entrarão noColégio e ficarão na Biblioteca até o início da 2ª aula. Os atrasos serão analisadospela orientação educacional. Casos especiais serão resolvidos pela OrientaçãoEducacional.
    • Saídas antecipadas somente serão aceitas quando solicitadas ou autorizadaspelos pais (ou responsáveis), sendo que a liberação só será feita pela OrientaçãoEducacional, Coordenação Pedagógica ou pela Direção do Colégio. O Colégio busca formar indivíduos capazes de analisar, interpretar etransformar a realidade, e para se alcançar estas metas precisamos ir além dosrecursos utilizados em sala de aula. Para tanto, desenvolve projetos, que já realizados em seu meio, deramexcelentes resultados, assim haverá uma realimentação na busca de melhoras. OColégio está em constante interação professor/aluno/sociedade, e o que demonstraisto são os projetos que seguem :6.5.1 - Atividades Escolares: Projetos a serem desenvolvidos durante o ano de2010/2011.a) CTAM GAMES O projeto CTAM GAMES teve início no ano de 2006 e consiste na aplicaçãode atividades lúdicas, culturais, esportivas, musicais e intelectuais aos alunos doColégio Tia Ana Maria. Possui como objetivo a socialização, entretenimento e adiversão entre alunos, professores, funcionários, coordenação, supervisão e direçãodo CTAM. De acordo com o regulamento poderão participar os alunos matriculados noColégio Tia Ana Maria no período letivo de 2010/2011. Cada equipe poderá trazerquatro convidados (ex-alunos do CTAM ou alunos de qualquer outra escola) parafazer parte da equipe como convidados. Toda equipe deverá cumprir os regulamentos os quais estarão em editais. Toda prova desta gincana possui caráter instrutivo, e buscará trabalhar deforma prazerosa e agradável. Para que tudo transcorra bem e agrade a todos aprofessora chefe apresentará as regras à equipe diretiva e aos alunos chefes deequipe.b) Congresso do CTAMCriação: Ano de 2004.Princípios Fundamentais:Levar o aluno a um aumento do seu saber elaborado. b) Integração
    • c) Interdisciplinaridade. d) Aumento de conhecimentos.Participação: Alunos, professores, pais, familiares, funcionários e a sociedade.Objetivos: 2010/2011.a) Promover a formação de novos conhecimentos;b) Enriquecer a personalidade do aluno com novos e melhores recursos depensamento, de ação e de convívio social, abrindo-lhes novas perspectivas decultura;c) Planejar e orientar experiências concretas de trabalho, de busca por parte dosalunos;d)Envolver alunos, professores e elementos da sociedade na busca doconhecimento e do entendimento;e) Levar os educandos à formação crítica e ressaltar a participação como ―gente‖construtor do processo de formação do seu conhecimento e do conhecimento dasgerações.f)Buscar progresso através do escutar experiências para que possa reformular seusconceitos e assim consolidar seus conhecimentos.g) Levar o aluno a perceber que as dúvidas dele também são dúvidas de outros.h) Levar o aluno a participar através da escolha dos temas a serem trabalhados.c) Piquenique em Família. O projeto resgata o prazer de estar juntos, de vivenciar cada momento ao ladoda família, de poder repartir o que de bom temos, no ambiente da natureza, atravésde brincadeiras alegres e sadias. Com o intuito de maior entrosamento entre escola, alunos e pais, foi criado oPiquenique em família, que conta com a participação dos pais e dos familiares dosnossos alunos. Busca-se uma maior integração e participação, resgatando o convívio diretocom a natureza, com as brincadeiras atuais e de tempos atrás. Proporciona umaproximidade prazerosa entre todos os que participam, não havendo distinções. Conta com a colaboração antecipada dos professores, equipe administrativa,funcionários em geral na organização do mesmo, que se realiza no envolvimento dosalunos. Na sua realização, há uma montagem de equipes que se unem na busca dos
    • objetivos propostos nas provas. Sendo a integração/descontração, o objetivoprimordial, todos vencem e recebem o prêmio surpresa. No evento, se dá: cabo deguerra, caça ao tesouro, bambolê, circuito rápido, futebol, corrida, chute ao gol,danças, entre outras brincadeiras. Temos também, como não poderia faltar, odelicioso momento do lanche em família, que é realizado em contato direto com anatureza, sem agredi-la. Sabemos que a vida é feita de bons momentos e é com esta visão e certezaque nos empenhamos, cada dia, em torná-los todos bons.d) Projeto T.E.C.A: Trabalho de Enriquecimento Cultural Anual O projeto T.E.C.A - Trabalho de Enriquecimento Cultural Anual – visa propiciarao aluno da 8 série do Ensino Fundamental uma preparação quanto à organizaçãode um trabalho seguindo as normas da ABNT. Além disso, vem como projeto quesolidifica uma etapa do conhecimento estudantil – a conclusão do EnsinoFundamental, pois os alunos escolhem um tema já estudado e aprofundam-se nesteconhecimento, passando pela fase da pesquisa, organização e apresentação dotrabalho.e) Viagens e Passeios. A necessidade de saber e conhecer além das salas de aula faz com que serealizem as viagens, estas acontecem dentro de um planejamento, de acordo com opedido dos professores e com o cronograma de atividades, serão realizadasmediante autorização dos pais. Estas possuem por sua vez, desenvolvimentointerdisciplinar, no qual busca-se o conhecimento amplo antes da viagem, e aorealizar-se, complementa-se com os conteúdos específicos. Possui por finalidade o desenvolvimento amplo, realizando assimconfraternizações, companheirismo.Objetivos para 2011: Participar de viagens propostas pelos professores. Visita a cidades pólo, feiras, entidades, supermercados, lojas e a todos os locaisespecíficos, para realização e fixação dos conteúdos propostos. Entre outras que se fizerem necessárias e que estejam de acordo com ocalendário do Colégio.
    • f) Sistema Integrado de Comunicação Interna: O Colégio Tia Ana Maria, conta com um sofisticado sistema de comunicaçãointerna. Liga os alunos a todos os interessados nessa comunicação, através demicrofones e telefones ligados a uma cabine, que é controlada pela centralizadora. Na recepção, são analisados os recados e transmitidos, em horárioconveniente, para os que deles precisam, ou aos quais são endereçados. Estesistema liga pais, comunidade escolar em geral e favorece a comunicação dentro doestabelecimento, dando assim maior qualidade aos acontecimentos e contribuindopara maior eficiência em todos os trabalhos internos e externos do Colégio.g) Departamento Cultural. O Colégio busca desenvolver os valores artísticos de cada aluno, descobrindotalentos, desvendando aptidões. Para melhor desenvolver o lado artístico dos alunos, trabalha-se com pinturas,exposições, projeções, músicas. Busca-se desenvolver o gosto pela poesia e pelaliteratura, dando assim, grande valor para a arte como um todo.h) FICOTAM: Festival Interno do Colégio Tia Ana Maria: Este festival tem por objetivo desenvolver na criança e no adolescente oespírito artístico, o gosto pela arte de apresentar. Com este festival mostramosgrandes talentos, desenvolvemos grandes lideranças no que diz respeito ao ladocultural de cada indivíduo. Sabemos que toda apresentação ao público gera umdeterminado constrangimento, sendo assim busca-se trabalhar o medo, o desinibir.Para finalização deste contamos com a escolha de um corpo de jurados imparcialque julga o evento.i) Sarau da Poesia O Sarau da Poesia visa atender os alunos da primeira fase do ensinofundamental. O mesmo busca trabalhar o envolvimento com as poesias e levá-los aoconhecimento deste mundo encantado. A apresentação motiva os alunos aenvolverem-se com o seu poeta preferido e encaminhá-los para a escrita e adescoberta de novos conhecimentos e imaginações empregados através destacultura.
    • j) Dia das Mães Com muito carinho, são preparadas lembranças, filmagens, mensagens,palestras, homenagens que são transmitidas em comemorações realizadas paraelas. O convite é feito com antecedência, para que todas possam participar. Paratanto, prepara-se um local agradável, e adequado para o evento, no qual é envolvidotodo corpo docente e discente. Neste dia, os homenageados recebem homenagens,dos filhos, dos professores, do Colégio como um todo.k) Dia dos Pais: Para a comemoração deste dia, preparam-se atividades que envolvam todosos pais. Busca-se realizar num dia da semana em que todos tenham a possibilidadede estar presentes. São preparados dias de lazer, onde os mesmos participam dejogos, brincadeiras, torneios ou momentos de reflexão a serem preparados pelocolégio. São preparados, juntamente com os alunos, mensagens, desenhos, pinturas,para serem entregues aos pais. Jamais deixamos de lado os casos em que o aluno não possui pai, nessescasos faz-se uma preparação anterior e o mesmo, se quiser realiza as atividadespara alguma pessoa estimada.l) Departamento Comunitário: O departamento comunitário do Colégio dá assistência à creche Bóia-Fria, aqual apresenta carência de recursos financeiros. O Colégio, através da participaçãode seus alunos, faz todos os anos a doação voluntária de chocolates, na época daPáscoa, de agasalhos e cobertores no início de todos os invernos, de cestas-básicasno decorrer dos bimestres, complementando um trabalho de interdisciplinaridadecom as disciplinas de Filosofia e Artes. Estas doações se complementam na entregados benefícios, pois os mesmos são entregues com a participação dos alunos doColégio, existindo assim um intercâmbio muito rico na troca de experiências. Cadaaluno adota uma criança da creche. O projeto Cesta-básica, também atinge lares carentes de nossa cidade. O atendimento é feito com o auxílio direto de professores que acompanhamos alunos do Colégio no desenrolar das atividades pré-preparadas. Acompanham
    • alunos que de livre e espontânea vontade se inscrevem para participar com espíritode ajuda. Sabemos que neste espírito de constante doação, estamos conscientizandonossas crianças e adolescentes na necessidade da partilha, do amor ao próximo, dasolidariedade humana. *Projeto Trate Criança como Criança.m) Festa Junina: Esta festa realiza-se em junho, e conta com a participação dos pais, alunos,professores, funcionários e da sociedade em geral. Todas as apresentações são feitas pelos nossos alunos, que na sua maioria,aceitam e se disponibilizam a participar. Nesta festa, contamos com um ambienteque passa por uma preparação, no sentido de caracterização; professores e alunosse envolvem e deixam o ambiente adequado para uma excelente apresentaçãocaipira, genuinamente brasileira. A alegria da festa torna-se ainda mais contagiante quando alunos de todas asséries apresentam danças caipiras do nosso folclore. Para completar a riqueza de variedades da festa, temos a participação dospais, avós, tios e parentes na quadrilha dos adultos, sendo que a mesma é esperadapor todos. Temos várias barracas: de doce da Vovó, comidas típicas, pescaria, correioelegante, de jogos variados, que quando solicitados com a finalidade de arrecadaçãode dinheiro para a formatura, são passados para os alunos.n) Eleição dos Dirigentes de sala. Para um melhor entrosamento e comunicação, busca-se ouvir os alunos. Paraque as salas sejam representadas em todos os momentos de importantes decisões,são eleitos os dirigentes de sala, os quais se integram.Princípios Fundamentais:a) Responsabilidade.b) Integração.c) Participação.d) Comprometimento.
    • Participação: Dois alunos de cada série, um escolhido pelos amigos e outroescolhido pelos professores, através da votação.Objetivos: 2010/2011.a)Aumentar as responsabilidades dos envolvidos;b)Planejar e orientar experiências concretas de trabalho reflexivo dos alunos;d)Tomar medidas de decisões em nome dos amigos, visando assim, fazer com quecada líder, consiga transmitir a idéia central refletida em reunião;f)Construir nos educandos à formação crítica e ressaltar a participação como―agente‖ construtor da sociedade.g) Levar o aluno a perceber que a comunicação é construída pelo ser humano eestá em constante transformação, sendo ela de extrema necessidade;h)Buscar um progresso no contexto social, sanando problemas, descobrindo idéiasnovas, levando ao desenvolvimento geral.Objetivos alcançados: Participação dos alunos, responsabilidade, aceitação porparte dos demais alunos nas tomadas de decisões, crescimento de idéias na buscade objetivos a serem alcançados.Reuniões: Mensais, ou de acordo com a necessidade de comunicação entre alunose direção.o) Semana da Pátria Com todo o respeito dedicado à Pátria, o Colégio preocupa-se em transmitirpara seus alunos, o conhecimento inerente ao bom cidadão. Sendo assim, conta com a participação de todos os alunos na realização devariadas atividades.Semana da Pátria:a) Discurso: preparado pela disciplina de História e apresentado para os demais emmomentos pré–determinados.b) Hino Nacional: Os presentes na solenidade entoam o hino, sendo que a bandeiraé hasteada por um escolhido no momento.c)Dia da Roupa Verde e Amarela: É destinado para a participação de todos alunose professores que usam de suas criatividades e ousam na beleza das cores. Mais doque nunca, resgatam a civilidade, o amor e o respeito à Pátria.p) Semana da Criança.
    • A semana que envolve o dia das Crianças é preparada com acontecimentosalegres e envolventes. Os acontecimentos da Educação Infantil e da primeira fase doensino fundamental são planejados com antecedência variando assim conforme asdecisões. Dia das apresentações: busca-se envolver os alunos em peças de teatro, danças,apresentações de músicas, entre outras atividades que envolvem a maioria dosalunos; Confecção de materiais: alunos e professores envolvem-se na confecção delembranças, algumas vezes, com material reciclado; Decoração do Colégio: os ambientes são preparados com bexigas, atividadesconfeccionadas pelos alunos, dizeres, para que o mesmo fique com espírito de festa; Dia do passeio: os alunos preparam-se com lanches e brincadeiras para arealização do dia de lazer; Festa das Crianças: é preparada pelos professores com a ajuda dos alunos.Cada criança traz um alimento da sua escolha e os mesmos são divididos entretodos numa festa de confraternização que envolve músicas, danças e muita alegria. Dia dos brinquedos: cada criança traz o seu brinquedo preferido para brincar comos amigos. Dia da visita ao Super Festa, no qual acontece o delicioso piquenique.q) Festival de Pesca Festival no qual todos os alunos, professores e familiares são convidados.Este torneio conta com a premiação através de troféus que são distribuídos emdiferentes modalidades. Este depende da variação do tempo, sendo assim, fica omês e a data sempre a serem determinados próximos ao evento, pelo departamentode esportes do Colégio.r) Brinquedoteca O projeto Brinquedoteca visa trabalhar com o lúdico, desenvolver na criançatodo o potencial e criatividade inerentes a idade. A Educação Infantil na Brinquedoteca do Colégio Tia Ana Maria tem comoobjetivo principal proporcionar condições para o crescimento integral da criança, cujoeixo de orientação e aprendizagem seja seu desenvolvimento; respeitando-a,
    • colaborando para a construção de uma auto-imagem positiva, a partir da descobertade si, estimulando-a na busca de novos conhecimentos; incentivando a partir de umprocesso lúdico, o espírito investigador e pesquisador, visando à formação deindivíduos capazes de gerenciar com êxito o conhecimento.Ensino Fundamental – primeira fase As séries iniciais do Ensino Fundamental têm como principal objetivooportunizar a construção da identidade e autonomia: fortalecendo a auto-estima,promovendo situações nas quais os estudantes possam desenvolver suashabilidades físicas e mentais; usando sua imaginação e criatividade, com ênfase àafetividade, a cooperação, socialização e organização; favorecendo a interpretaçãoda realidade; estabelecendo relações entre novas informações e a realidade dosestudantes para construir conhecimento, compreendendo a sociedade e interagindonela.s) Matemática Básica Este projeto se desenvolve no início do ano letivo e visa atender alunos da 1 aSérie do Ensino Médio. Mesmo a matemática básica sendo trabalhada em sala deaula seguindo os conteúdos propostos, alguns alunos apresentam dificuldades edúvidas em determinado conteúdo e estas devem ser sanadas para que num futuropróximo não venham a prejudicá-los. Para tanto, o Colégio desenvolve este projetode Matemática Básica, para que todos os alunos que sintam a necessidade ou sejamconvocados, tenham a ajuda de um profissional, que possa ajudá-los em tempooportuno fazendo assim uma retomada dos conteúdos considerados essenciais paraque se possa dar continuidade nos demais conceitos a serem estudados.t) Programa Agrinho. O Programa Agrinho desenvolve ações integradas entre escola e acomunidade rural e urbana. Seu objetivo é educar, motivar, transformar contribuindopara que as crianças e jovens adotem atitudes positivas em relação ao meioambiente, promovendo assim mudanças de hábitos e de atitudes quanto àpreservação ambiental, às boas práticas de saúde, ao trabalho e consumo, aoexercício da cidadania, de forma integrada às demais disciplinas do programacurricular. Esse programa desenvolve tais ações porque entende que para a
    • formação de cidadãos conscientes, empenhados na defesa da sociedade e do meioambiente é a melhor maneira de agir. u) Projetos Como complemento dos conteúdos apresentados nas Apostilas do Anglo, efazendo assim, a interdisciplinaridade e a transversalidade entre todos os conteúdos,contaremos com o auxílio indispensável dos projetos. Todos os Projetos realizadosdurante os anos letivos anteriores serão consultados e realimentados para aconstrução do processo a ser realizado no ano dois mil e cinco. Sabemos que todo otrabalho realizado com excelentes resultados, deve na sua sequência, servir de basepara novas conquistas. As falhas e erros, já detectados, darão espaço para novaspropostas de realimentação, buscando assim, um crescimento constante. O Colégio Tia Ana Maria trabalha com os temas referentes à educaçãoambiental, prevenção de AIDS, cultura afro-brasileira africana nas disciplinas deConhecimento Filosófico, Ciências, Produção Textual e História. No entanto, estesnão são desenvolvidos obedecendo a organização da Agenda 21 Escolar.6.6 – Concepção Curricular. O debate em torno dos sistemas educacionais vem ganhandogrande espaço à medida que se indaga o que realmente deve serensinado e aprendido nas escolas. Sabe-se que é por meio deconteúdos culturais que as instituições educativas realizam suasfinalidades, por isso o currículo filiou-se diretamente à qualidade deeducação tornando-se de fundamental reflexão para a questão ensino-aprendizagem. Existe uma diversidade infindável para a definição do termocurrículo. Interessante é que cada um vale de pressupostos diferentesque venham a se adequar à sua concepção de educação. Ele deve servisto como uma ferramenta conceitual que supõe sempre, de formaexplícita ou tácita, uma resposta às perguntas o que ensinar, como épor quê? Falar em currículo pressupõe-se pensar a educação tendo emvista a questão dos conteúdos.
    • José Conterás afirma que tais concepções variam em função dosdistintos valores educativos que lhes dão vida. Deve-se pensar também,que na medida em que o currículo diz respeito às decisões educativaspara a escola, acha-se mediado por problemas institucionais e, porconseguinte, reflete as circunstâncias históricas e sociais as quais foipensado. Constituindo o Currículo na matéria-prima do trabalho docente, aquestão que se coloca ao profissional é como enfrentar os desafios dasinovações curriculares. Sabe-se que tais inovações apontadas no campoeducacional visam a melhorar a qualidade do ensino ou modernizaçãodo processo educativo. Contra a idéia do processo educativo que o enxergue como sendo deinteresses dominantes, ou da noção de que basta ao ensino montar-se paradenunciar os mecanismos de exploração, coloca-se a necessidade de negociaçãoque venha a entender aos interesses particulares. Todavia, cabe a advertência de que algumas de suas interpretações, selevadas às últimas conseqüências, podem vir a cair em outras visões deterministas.Por exemplo, a organização do saber escolar e de seu ensino vem se dando, hávários anos, segundo certas características, pontificando que a tendência é isso, nãorestando às concepções teóricas outro papel que não o de especular sobre umdever ser que nunca se fará realidade. Como reprodutora, a escola atua na seleção e distribuição de conhecimento eo currículo nada mais é que uma seleção de cultura, uma filtragem de conhecimentode modo que o torne acessível aos diferentes grupos, conforme as necessidadesde cada um. Os professores devem assumir uma postura em relação ao currículo nãocomo uma solução estabelecida, mas sim como espaço no qual se pode buscar eexperimentar soluções. Concebido como uma ferramenta profissional, deveconstituir-se no cenário e numa estratégia para o professor compreender melhor oseu trabalho e resolver seus problemas. A articulação entre as diversas áreasque compõem este eixo é um dos fatores importantes para a aprendizagem dosconteúdos propostos. A partir de um projeto sobre animais, por exemplo, o
    • professor pode ampliar seu trabalho, trazendo informações advindas do campo daHistória e da Geografia. A formação em currículo almeja uma incursão no domínioda cultura escolar, uma instigante interrogação sobre a prática e o trabalhoeducativos, um processo incessante de democratizar a cultura experimentandosempre novas possibilidades. A interdisciplinaridade deve ser entendida como um processo de co-participação, reciprocidade, mutualidade e dialógo, estes que caracterizam aintegração não apenas das disciplinas mas de todos os envolvidos no processoeducativo. É vista como uma questão de atitude, pressupondo umaintersubjetividade e visando a uma mudança de atitude frente ao problema deconhecimento, uma substituição da concepção fragmentária para e unitária do serhumano. A interdisciplinaridade não é entendida como compatibilização de conteúdosde disciplinas em função de suas eventuais aproximações ( Bochniak,1992, p. 19). Tampouco significa a ―justaposição de conteúdos de disciplinasheterogêneas ou a integração de conteúdos numa mesma disciplina‖, nem visasimplesmente atingir o nível de integração de métodos, teorias ou conhecimentos..6.7 – Concepção de Avaliação. Todo processo de avaliação deve ser entendido como parte de processo deensino aprendizagem: Indica ao professor o momento de aprendizagem dos alunos: o que jácompreenderam, quais seus avanços, quais suas dificuldades, dando pistas de comointervir no sentido da superação de tais dificuldades; Permite que o aluno se torne consciente de seu processo de aprendizagem:perceba seus avanços e suas dificuldades e possa, em conjunto com o professor,buscar modos de resolver essas dificuldades; Indica ao professor a necessidade de rever e refazer ajustes ou não na suaprática educacional. Nesse sentido a avaliação é uma ação contínua, exigindo umaobservação sistemática dos alunos não apenas com relação ao domínio de conceitosde conteúdos específicos, mas também com relação ao desenvolvimento decompetências e habilidades.
    • O processo de avaliação dar-se-á, no cotidiano do aluno, pelo professor,fazendo valer as participações, envolvimento em sala e em atividades propostas pelocolégio, companheirismo entre aluno/aluno, aluno/professor. Utilizaremos como instrumento de 5a EF a 3a EM a avaliação mensal,atribuindo notas, sendo que estas avaliações serão aplicadas em horários pré-determinados e seguirão cronogramas elaborados pela coordenação eapresentado em tempo hábil ao corpo docente e discente para a sua realização.Serão avaliadas também tarefas e atividades complementares, sendo que cadaprofessor poderá determinar os títulos das atividades a serem trabalhadas de acordocom os conteúdos estudados. A partir da 5a série do Ensino Fundamental ostrabalhos escritos deverão seguir os padrões da norma científica (modelo) comoforma instrutiva de conhecimento. As disciplinas de Produção Textual, Literatura,Arte, Filosofia e Educação Física não seguirão este roteiro, ficando a cargo doprofessor juntamente com a equipe pedagógica distribuir e pré-determinar aorganização dos mesmos. Considerando que o processo de avaliação não é algo estanque, possíveisalterações no processo de avaliação e recuperação poderão ocorrer medianteanuência da equipe pedagógica juntamente com o corpo docente. O processo de avaliação de 2º ao 5º ano segue cronograma própriodeterminado na Semana de estudos e planejamentos e realimentado a cadabimestre, assim como a distribuição das notas, portanto possíveis alterações noprocesso de avaliação e recuperação poderão ocorrer mediante anuência da equipepedagógica juntamente com o corpo docente. Todo aluno de 5a Ensino Fundamental a 3a Série Ensino Médio terá acesso aocronograma de avaliações, pois este será fixado em edital geral e para maiorprecisão, fixado também em edital oficial. Os cronogramas de avaliações de 2º ao 5ºano serão entregues aos alunos. Cabe ressaltar que na terceira série do Ensino Médio serão aplicadosinstrumentos de avaliação variados, como avaliações, provões, atividades, exercíciosda apostila, simulados, mudando sempre que necessário o cronograma citado.6.8 – Planos de Avaliação.Processo de Avaliação e Promoção.
    • A avaliação na Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental de NoveAnos terá característica diagnóstica e de acompanhamento do processo contínuoque objetiva analisar a forma como a criança elabora o seu conhecimento. Estadeverá subsidiar permanentemente o professor, permitindo a organização ereorganização de ações pedagógicas junto às crianças, sendo registrados pelodocente os dados referentes ao desenvolvimento da criança. Ao término de cadaciclo (bimestral, semestral e/ou final) deverão ser redigidos Pareceres Descritivossobre os diferentes aspectos do processo de desenvolvimento e aprendizagem. A verificação de rendimento escolar de 2º ao 5º ano do Ensino Fundamentalserá bimestral e obedecerá aos critérios descritos abaixo:a) Os instrumentos de avaliação serão somatórios, totalizando o valor de 10,0 queserão distribuídos da seguinte forma:P1 + P2 + TAR + TR=MB P1 = 4,0; P2 = 4,0; TAR = 1,0; TR = 1,0 *P1: avaliações discursivas que serão aplicadas bimestralmente em horário deaula, pré-determinado, avaliando os conteúdos programados em cada disciplina; * P2: avaliações quinzenais que serão aplicadas no decorrer dos bimestres,com o objetivo de verificação de aprendizagem em relação aos conteúdosministrados de acordo com o programado por cada disciplina; *TAR: tarefas definidas pelo professor acompanhando assim o materialdidático; *TR: trabalhos desenvolvidos ao longo dos bimestres. Estes critérios poderão sofrer alterações mediante análise, leitura e aprovaçãoda direção, equipe pedagógica e corpo docente. Já a verificação do rendimento escolar de 5a E.F. a 3a Série E.M. serábimestral e obedecerá aos critérios abaixo descritos:1- Os instrumentos de avaliação do rendimento escolar serão somatórios totalizandoo valor 10,0 (dez), que serão distribuídos da seguinte forma:P1 + P2 + TM + TC= MBP1= 4,0; P2 = 3,0TM = 2,0TC= 1,0. * P1: provas objetivas/discursivas que serão aplicadas, semanalmente nohorário de aula ou em horário diferenciado, pré-determinado, oportunidade em queserão avaliados os conteúdos constantes no projeto da disciplina;
    • *P2: provas objetivas/discursivas aplicadas no segundo mês de cadabimestre, semanalmente, cujos conteúdos avaliados poderão ser cumulativos ounão, dependendo do projeto da disciplina. *TM: Tarefa mínima definida pelo professor acompanhando assim o materialdidático; *TC: tarefas complementares, trabalhos. A alteração de algum valor das notas estabelecidas acima ou quanto aonúmero de avaliações a serem aplicadas, poderá se efetuar mediante leitura,análise e aprovação da direção, equipe pedagógica e corpo docente. As disciplinas de Produção Textual, Educação Física, Literatura, Arte eFilosofia, serão avaliadas em termos diferenciados, usando assim trabalhos,avaliações escritas de conteúdos relacionados à disciplina, desempenho,participação, debates, logo possuem critérios pré-definidos junto à equipepedagógica.6.8.1 - Média Bimestral (MB) O aproveitamento bimestral do aluno será igual à somatória das avaliações,trabalhos de pesquisa, participações e tarefas mínimas e complementares obtidas nobimestre.6.8.2 - Avaliações de 2ª Chamada1- Caso o aluno, venha a perder uma ou mais avaliações, fará a 2ª Chamada, nasdatas a serem marcadas pela Orientação, as quais serão comunicadas em temposuficiente.2- A Lei número 7.102 (15/01/79) ampara somente os casos de doença, luto,convocação para atividades cívicas e jurídicas e impedimentos por motivosreligiosos.3 - A inscrição para a 2ª Chamada deverá ser requerida na Secretaria do Colégio,mediante apresentação de atestado médico ou preenchimento do requerimentoespecífico pelos pais, pelo aluno quando de maior ou ainda da justificativa porescrito dos pais , até 48 horas (úteis) antes da realização da respectiva avaliação.4 - Para a avaliação de 2ª Chamada o aluno deverá:*apresenta-se pontualmente ao horário marcado;*portar o material necessário;
    • *estar com a camiseta ou agasalho do uniforme.O aluno poderá realizar até duas avaliações de 2 a Chamada por bimestre. Casosextras serão decididos pela direção.6.8.3 - Média Semestral (MS) Ao término de cada semestre, será calculada a média semestral, que resultaráda aplicação da seguinte fórmula: 1ª MS = (1º B x 1) + (2º B x 2) =6,0 3 2ª MS = (3º B x 3) + (4º B x 4) = 6,0 7Cálculos para a Recuperação do 1o Semestre12,0 – M 1o S = X  Esta será a nota que o aluno precisará tirar na avaliação deRecuperação.Para se fazer a nova média do 1º Semestre, que substituirá a que foi encontradaanteriormente.M 1o S + NR = 2M 1o S + nota tirada na avaliação de Recuperação. O resultado desta soma divide-se por dois. *Permanece a maior Média Semestral.2o SemestrePara saber quanto o aluno precisa tirar no 4o Bimestre para passar de ano semRecuperação60,0 – (M 1o S x 3 + 3o B x 3 ) = 4Para saber quanto o aluno deverá atingir na Média do 2o Semestre:60,0- (M 1o S x 3 ) = 7Para calcular a Média do 2o Semestre:(3O B x 3) + (4o B x 4) = 7Para saber quanto o aluno precisa tirar na Recuperação do 2º Semestre seránecessário:Recuperação do 2o Semestre = M 2O S= 60,0 – (3 x 1o S) =
    • 7 x 2 - M2 o S (* MS que o aluno já tem)O resultado será a nota que deverá ser atingida na Recuperação. Permanece amaior Média Semestral.Para calcular a Média FinalM 1o S x 3 + M 2O S x 7 = MF 10* A Média Final (MF) deverá ser igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero)6.8.4 - Critérios para aprovaçãoQuanto ao aproveitamento, estará aprovado:Por média, o aluno que, ao final do ano, alcançar, tendo ou não se submetido àsrecuperações bimestrais, média anual igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero), emcada disciplina, resultante dos bimestres nas respectivas disciplinas como segue:MF= (1º S x3)+(2º Sx7) 10Caso o aluno não atinja média final igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) em atétrês disciplinas, este prosseguirá para a série seguinte, mas terá que cumprirdependências das disciplinas não aprovadas.Quanto à frequência:Na conformidade da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº.9.394/96), o aluno só será aprovado se tiver freqüência, pelo menos, 75% do total dehoras letivas anuais.Conforme Regimento, não haverá Recuperação Final, devendo o aluno serrecuperado nas Recuperações Semestrais durante o ano letivo, conforme CalendárioEscolar homologado.7 - MARCO OPERACIONAL Empenhamo-nos para que os cursos de capacitação dos professores sejamrealizados no início do ano letivo, dentro do primeiro semestre, para um maioraproveitamento por parte de toda a comunidade escolar. De qualquer forma, poresse motivo, buscaremos não dispensar as aulas. Também não se acumulam cursosde diversas áreas, numa mesma época, para se evitar um esvaziamento do CorpoDocente. Porém se o curso for proposto para todos, e este se fizer necessário,
    • faremos o possível para que todos possam participar e ganharem com isto. Estescursos contemplam os mais variados temas como a necessidade da inclusão, ahiperatividade, os transtornos de atenção, conhecimento e aprofundamento nosconteúdos apresentados pelo material utilizado, técnicas e metodologias aplicadasao material, laboratórios práticos, entre outros que se fizerem necessários. Serão realizados grupos de estudos por área, conforme cronograma deatividades montado pelos professores no início do ano letivo e de acordo com anecessidade de estudo dos temas que se fizerem necessários.Sendo assim, todoprofessor terá a oportunidade durante o ano letivo, de estar aprimorando-se emidéias e conteúdos novos, apresentados pelos órgãos responsáveis pela divulgaçãodesses conhecimentos, tidos como fundamentais dentro do processo ensino–aprendizagem. Temos como meta fazer nossos professores e funcionáriosparticiparem de cursos que envolvam capacitações e habilidades de conhecimentos. Cabe ressaltar que a temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena,assim como os temas dos Desafios Educacionais Contemporâneos sendo eles,Educação Ambiental, Educação Fiscal, Enfrentamento à Violência nas Escolas,Prevenção ao Uso Indevido de Drogas e Sexualidade serão inseridos nas diferentesdisciplinas do currículo. Buscaremos tratar a abordagem pedagógica dessesassuntos a partir dos conteúdos historicamente acumulados, visando assim resgatara função social da escola. As reuniões para discussões e aprimoramento do trabalho serão realizadas deforma mensal/bimestral ou de acordo com a necessidade, sendo que esta, serácomunicada pela direção do Colégio, através de comunicado por escrito em tempohábil. O Colégio possui vínculo com a comunidade podendo assim contar com aparticipação de várias entidades em seus eventos e comemorações. O atendimento ao aluno será feito sempre que solicitado pelos professores –uma vez apurada a necessidade - ou a pedido do próprio aluno interessado. Não serestringindo apenas a problemas escolares, mas indo além, objetivando-se asnecessidades de diálogo com e entre cada aluno, criando-se assim um vínculo muitogrande de solidariedade, companheirismo e respeito dentro da comunidade escolar,realizando assim um atendimento individualizado. Como solução para possíveisproblemas, contamos com a ajuda dos pais.
    • Quando necessário, é solicitado o atendimento psicológico, aos alunos efamiliares sendo que cabe ao Colégio apenas indicar o atendimento. De acordocom a busca de soluções para os problemas ainda existentes, a equipe técnico -pedagógica presta um atendimento personalizado a cada aluno que dele necessite,no sentido de conscientizar do seu papel dentro do plano escolar.7. 1 - Demonstrativo de Metas e ações para o ano de 2012.1. Prédio1.1– Novas salas de aula: Como meta a ser alcançada, colocamos a construção deum novo prédio, que venha solucionar as nossas carências, viabilizando ocrescimento do espaço físico do Colégio. A construção de novas salas visará o apoioas aulas de contra-turno e desenvolvimento de projetos que aprimorem o processode ensino-aprendizagem.1.2– Laboratório: Buscar-se-á reformas proporcionando assim um ambiente cada vezmais agradável e de maior espaço para a realização das atividades.1.3– Conservação: Todos os tipos de serviços que visam a conservação constantedo prédio como: pintura, consertos, manutenção geral, terão espaço reservado noorçamento, com disponibilidade de verbas.2. Formação humana:2.1– reuniões: as reuniões terão periodicidade mensal/bimestral, pois só assim,ouvindo o que todos têm a dizer, é que conseguiremos melhorar o atendimento e orelacionamento entre alunos, pais, professores, direção e funcionários.2.2– motivações: teremos as participações nas festividades do Colégio, e, alémdisso, toda data marcante, como por exemplo: o dia da Amizade, o dia das Mães, afesta Junina, o dia dos Pais, a Páscoa, o dia dos Professores e o Natal, serãocomemorados em união. Nestas datas o Colégio promove e promoverá homenagense momentos de confraternização. No jantar de encerramento de ano, o Colégiobusca promover: bingos, sorteios, momentos de reflexão e oração, para todos osmembros ativos do Colégio. Fora destas datas, temos o intuito de promover, na salados professores, manhãs culturais e musicais: presença de revistas e jornais,músicas clássicas e relaxantes. Para os alunos, sempre que possível, promoveremosbrindes.3. Disciplina
    • 3.1– dos alunos: faz-se necessária para o bom andamento do sistema escolar, parao aproveitamento dentro de sala de aula e como fruto do relacionamento.3.2– O atendimento aos casos será feito pela equipe pedagógica, juntamente comtodo o corpo docente.4. Limpeza:4.1 – das salas: além da limpeza feita pelas zeladoras, observaremos a conduta dosalunos no uso das salas de aulas, com a finalidade de mantermos um ambienteagradável e condizente com as necessidades de uma boa qualidade de vida, boasaúde humana e bem estar de todos.4.2 – dos pátios: todo lixo será recolhido imediatamente, do maior ao maisinsignificante, para evitar a proliferação de possíveis germes ou contaminação. Estalimpeza é compromisso de todos.4.3 – do prédio: será abastecido com materiais de limpeza condizentes com asnossas necessidades, para que todos tenham um ambiente agradável e limpo. Todapossibilidade de separação de lixo será buscada para que seja dado o melhordestino para ele.5. Equipamentos:5.1 – Aparelho datashow: é objetivo comprar um para utilização em sala de aula eeventos.5.2 – Compra de mais computadores e manutenção para os já existentes.5.3 – Lousa interativa e quadro digital: aquisição para implementação em sala deaulas.6. Materiais:6.1 – Biblioteca: renovaremos os materiais de apoio ao professor como revistas,mapas, planetários, cartazes, livros entre outros materiais que se fizeremnecessários, de acordo com a demanda de alunos e professores.6.2 – Laboratório: a compra de novos materiais que visam o aprimoramento dosestudos realizados neste local como exemplo, tubos de ensaio, microscópioeletrônico entre outros instrumentos que se fizerem necessários.6.3 – Brinquedoteca: compra de brinquedos pedagógicos e ilustrativos para ascrianças de maternal ao 5º ano do Ensino Fundamental.7. Pedagógico:7.1 – O Ensino Fundamental de Nove anos terá implantação simultânea.
    • 7. 2 – Organização da hora atividade docente A hora atividade é o tempo reservado ao docente, em exercício, para estudos,avaliação e planejamento. Além disso, visa-se uma organização para o trabalhocoletivo, uma vez que se formam grupos de professores para o planejamento edesenvolvimento de ações necessárias ao CTAM. Através da hora atividade, os professores do CTAM têm um período paraatender a comunidade escolar, corrigir avaliações e atividades, bem como, organizar-se para desenvolver projetos. A equipe pedagógica procura atender aos professores, dando subsídios parao seu planejamento e auxiliando-os quando necessário7.3 - Conselho de Classe O Conselho de Classe é o órgão colegiado de natureza consultiva edeliberativa em assuntos didático-pedagógicos, com atuação restrita a cada turma doestabelecimento. Dentre outras atribuições, cabe ao Conselho de Classe decidir quanto àaprovação ou reprovação de alunos que, apresentarem situações limítrofes,inusitadas ou omissas7. 4- Processo de Recuperação:7.4.1 - Recuperação do Ensino Fundamental – anos iniciais O processo de recuperação dos anos iniciais do Ensino Fundamental seráfeito de forma paralela aos bimestres, para o aluno que não atingir média mensaligual a ou superior a 6,0. Poderá ser atribuída também a Recuperação Semestralconforme consenso da Equipe Pedagógica juntamente com professores.7.4.2 - Recuperação Semestral1. O aluno que obtiver rendimento inferior a 6,0 (seis inteiros) na média semestral,será orientado e convocado, a participar do processo de Recuperação Semestral.Este processo se fará através de aulas e atividades.2. A Avaliação de Recuperação Semestral (que consiste na somatória de aulas,atividades e provas) valerá 10 (dez) pontos. Sendo: 3,0 – Atividades realizadas soba orientação do professor; 7,0 – avaliação escrita.
    • 3. O aluno poderá ter sua média bimestral alterada para maior, após a realização darespectiva Avaliação de Recuperação.4. A média, após a Recuperação Semestral, será calculada mediante a aplicação daseguinte fórmula: MS = Média do Semestre + Nota da Recuperação 25. No caso da média, depois da Recuperação ser inferior àquela anteriormenteobtida, será mantida a primeira.6. A Recuperação Semestral se dará em horários paralelos ao horário normal de aulana semana de recuperação, sendo feito pelo professor, juntamente com oacompanhamento da equipe pedagógica. Nesta recuperação inclui-se aRecuperação de férias.7.5 - Da Matrícula em Regime de Progressão Parcial: O Colégio apresenta esta matrícula ao aluno reprovado em até 03 (três)disciplinas ou área de conhecimento da série, fase, ciclo ou período, e lhe épermitido cursar o período subseqüente concomitante às disciplinas ou áreas nasquais reprovou. (Deliberações 005/98 e 009/01 – 9394/96)8 - Proposta Pedagógica Curricular8.1 Conteúdos Estruturantes.Educação Infantil: Pautado no Referencial Curricular Nacional (RCN), explicitado pelo Ministério daEducação e do Desporto, e considerando os fundamentos filosóficos, segue os princípioseducativos:  Respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, etc.  Direito das crianças de brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil.  Acesso das crianças aos bens sócio-culturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, aos afetos, à interação social, ao pensamento, ética e estética.
    •  Socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas maisdiversificadas práticas sociais. Aprendizagem desenvolvida a partir da problematização de situaçõescontextualizadas, levando em conta a visão de mundo da criança. Saber reflexivo, construído mediante permanente problematização darealidade e busca de soluções, produzindo conhecimento cada vez maissignificativo. Os objetivos gerais a serem desenvolvidos estão apontados de acordo como Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil, o qual visa: Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez maisindependente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações; Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suaspotencialidades e seus gostos preferenciais; Despertar o espírito científico da observação, pesquisa, coleta de dados,interpretação, análise e conclusão; Favorecer o desenvolvimento das habilidades de observação, análise,experimentação, raciocínio, interpretação, julgamento e síntese, capacitando o alunoa tirar conclusões próprias e aplicá-las na resolução de situações da vida real; Desenvolver a capacidade de pensar e agir de forma crítica e consciente,visando à melhoria de suas condições de vida e as da comunidade; Ampliar a visão de mundo através da compreensão da realidade; Desenvolver com responsabilidade as noções presentes na formação doindivíduo: ética, saúde, pluralidade cultural, meio ambiente e sexualidade.Eixos Organizadores do Currículo:  Movimento  Linguagem Oral e Escrita  Música  Natureza e Sociedade  Artes Visuais  Matemática
    • Maternal1º BIMESTRE: Traçados livres e direcionados; Pontilhismo; Pinturas livres e direcionadas;Colagem de pedaços de folhas secas; Usando tinta; Pintura de caminho com materiallivre; Atividades comemorativas: Carnaval; Páscoa; Dia do Índio; Atividades com histórias;Atividades com oficinas de brinquedos;2º BIMESTRE: Trabalhando com traçados e linhas; usando carimbos; dobraduras;pinturas; trabalhando simetria; início da nomenclatura das mãos; contorno das mãos edos pés, desenhando alimentos; Atividades comemorativas: Dia das Mães; Dia do MeioAmbiente; festa junina; Atividades com histórias: seqüência, construção de móbiles efantoches;3o BIMESTRE: Pintura com material livre; giz de cera; colagens; Traçando caminhos;animais e seus espaços; Atividades comemorativas: Dia dos Pais; Dia do Folclore; Dia daPátria; Dia da árvore; Atividades com história: elementos da cena; colagem depersonagem; Oficinas de brinquedo: quebra-cabeça; meio de transporte;4O BIMESTRE: Associação das partes; colagens; pinturas variadas - sequências;traçados de linhas; quantidade três; Atividades comemorativas: Dia das Crianças, Dia doProfessor e Natal; Atividades com História: Contos; Oficina de brinquedos: montagem deanimais;* Acontecimentos relevantes relacionados ao cotidiano, às festividades e que levam àcriança a discussão, reflexão e construção de novos conhecimentos; Os eixosnorteadores de currículo são trabalhados de forma integrada, portanto, não há divisão poráreas, mas sim, aquilo que é desenvolvido ao longo do ano.Jardim IArtes VisuaisMovimentos, traçados e desenhos; pintura, identificação de cores, colagem, modelagem;Cores – cores primárias; cores claras e escuras; seleção de figuras, identificação,classificação, interpretação.Linguagem Oral e EscritaApresentação de textos; Verbalização e compreensão de histórias; Traçado das vogais;Ampliação de vocabulário através do conhecimento dos diversos gêneros textuais;Sequenciação de historinhas (tirinhas); Desenvolvimento de desenhos referentes ao textotrabalhado; Escrita do nome – apresentação das letras que compõem os nomes próprios.
    • MatemáticaNoções de sequência numérica e contagem; Os números no cotidiano; Seriação;Discriminação espacial – descer e subir/ perto e longe/ dentro e fora/; Noções degrandezas e medidas: linhas retas; linhas curvas; comprido e curto; estreito e largo;Geometria – triângulo, quadrado – retângulo; Agrupamentos: noções de quantidades(pequeno, muito, nenhum, mais e menos); grupos e subgrupos; Traçados dos númerosde 0 a 10.MovimentoHabilidades motoras de base (locomotoras, não-locomotoras, manipulativas, coordenaçãoviso-motora), esquema corporal, percepção corporal; Jogos coletivos; Dança, BrinquedosCantados, Cantigas de Roda; Desenvolvimento de postura; Percepção espacial:longe/perto, rápido/lento, dentro/fora, frente/trásNatureza e SociedadeMoradias – as diferenças e semelhanças; A hora do banho; A paisagem em volta daescola; Os povos indígenas – apresentação, festividades e cultura; Noções temporais –bebê, crianças, adulto e idoso; As partes do corpo humano; Os cinco sentidos; Osanimais de estimação; A flor e suas partes; A importância da água.MúsicaCoordenação motora, o senso rítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimentocorporal, a percepção, noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dossons de instrumentos de orquestra, cantos, ritmos, danças e sons de instrumentosregionais e folclóricos.Jardim IIArtes VisuaisExpressão Artística, Atividades manuais e cores; Desenho, pintura e cores primárias;Colagem de palavras recortadas: de jornais e revistas, do banco de palavras; produção demarcas; Movimentos e traçados; Caminhos – labirintos – direções e sentidos; Coresprimárias e secundáriasLinguagem Oral e Escrita
    • A escrita das vogais; Criação e análise do crachá; Identificação de nomes dos objetos docotidiano; Descoberta das letras do alfabeto nos nomes próprios; Leitura e interpretaçãooral de textos; Percepção de texto narrativo, teatral, cantigas, rimas; As letras do alfabeto– traçados e compreensão;MatemáticaNumeração: sequência e escrita do 1 ao 10; Noções de quantidades; Discriminaçãoespacial: ao lado, perto, longe, dentro, fora, entre; Geometria: tipos de contorno, figurasplanas, círculos, triângulo, quadrado, retângulo; Noções de adição e subtração; Relaçãoda matemática com os jogos.MovimentoEsquema e percepção corporal; Desenvolvimento e reconhecimento do corpo –conhecendo todas as suas partes; Direção, localização e dimensão do espaço;Desenvolvimento da lateralidade; Jogos coletivos; Desenvolvimento de postura;Percepção espacial: longe/perto, rápido/lento, dentro/fora, frente/trásNatureza e SociedadeO meu espaço; As paisagens variadas; Profissões; Noções temporais – bebê, crianças,adulto e idoso; A história do meu nome; Cantigas de roda – memória musical; O corpointeiro – corpo humano; Animais – a cadeia alimentar; As nossas matas; Meio ambiente –a importância.MúsicaCoordenação motora, o senso rítmico e melódico, o pulso interno, a voz, o movimentocorporal, a percepção, noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dossons de instrumentos de orquestra, cantos, ritmos, danças e sons de instrumentosregionais e folclóricos.Disciplinas – Ensino Fundamental e Ensino Médio.Artes/ArteApresentação Geral da Disciplina
    • Um marco importante para a arte brasileira e os movimentos Nacionalistas foia semana de Arte Moderna de 1922, que influenciou artistas brasileiros, como, porexemplo, os modernistas Anita Malfatti e Mario de Andrade, que valorizaram aexpressão singular e rompiam com os modos de representação realistas. Esses artistas direcionaram seus trabalhos para a pesquisa e produção deobras a partir das raízes nacionais. Procurou-se valorizar a cultura nacional expressana educação pela escola nova, que postulava métodos de ensino em que aliberdade de expressão do aluno era priorizada. Tal movimento valorizava a cultura do povo, pois entendia que, em toda aHistória dos povos que habitavam o território onde hoje é o Brasil, sempre ocorrerammanifestações artísticas. Considerava, também, que desde o processo decolonização, a arte indígena, a arte medieval e renascentista européia e a arteafricana, cada uma com suas especificidades, constituíram a matriz da culturapopular brasileira. A partir da década de 1960, as produções e movimentos artísticos seintensificaram: nas artes plásticas, com as Bienais e os movimentos contrários a ela,na música, com a bossa nova e os festivais, no teatro, com o teatro de rua, teatrooficina e teatro de arena de Augusto Boal, e no cinema, com o cinema novo deGlauber Rocha. Esses movimentos tiveram forte caráter ideológico propunham umanova realidade social e, gradativamente, deixaram de acontecer com oendurecimento do regime militar. Com o Ato Institucional nº 5 (A-I5), em 1968, esses movimentos foramreprimidos. Vários artistas, professores, políticos e outros que se opunham aoregime foram perseguidos e exilados. Nesse contexto, em 1971, foi promulgado aLei Federal nº 5.692/71, em cujo artigo 7º determinava a obrigatoriedade do Ensinoda Arte nos currículos do Ensino Fundamental (a partir da 5ª série) e do EnsinoMédio. Hoje, deve-se reconhecer que houve muitos avanços no processo históricorecente para refletir uma transformação no ensino de Arte. Entretanto, essadisciplina ainda exige reflexões que contemplem a arte como área de conhecimentoe não meramente como meio para destacar dons inatos, pois muitas vezes é vistaequivocadamente, como prática de entretenimento e terapia.
    • Assim, é de se perceber que o ensino de Arte deixa de ser coadjuvante nosistema educacional e passa a se preocupar também com o desenvolvimento dosujeito frente a uma sociedade construída historicamente e em constantetransformação.Fundamentos Teórico-Metodológicos A proposta de ensino de Arte na escola propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética que é a síntese das múltiplas determinações que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. A educação, nesse caso, deve compreender a Arte como trabalho criador.Este conteúdo apresentado ao aluno favorece o mesmo a relacionar-se criativamentecom as outras disciplinas do currículo. Leva também, a criar condições para umamelhor qualidade de vida a partir do momento em que é capaz de perceber suarealidade cotidiana através de uma observação crítica de sua cultura. Cada dia se torna mais importante despertar no aluno a curiosidade sobrecontrastes, contradições, desigualdades e peculiaridades que formam as diferentesculturas e que as distinguem entre si por meio de trabalhos artísticos que expressamtais características. O sentido cultural da Arte vai se desvelando na medida em que os alunosparticipam de processos de ensino aprendizagem criativos que lhes possibilitemcontinuar a praticar produções e apreciações artísticas, a experimentar o domínio e afamiliaridade com os códigos e expressão em linguagens de arte, por isso aconcretização e apreciação de produtos artísticos pelos alunos requer aprender atrabalhar combinações, reelaborações, imaginativas, criativas, intuitivas, estéticas, apartir de diversos elementos da experiência sensível da vida cotidiana e dos saberessobre a natureza, a cultura, a história e seus contextos. O intuito do processo de ensino e aprendizagem de Arte é, assim, o decapacitar os estudantes a melhor humanizarem-se como cidadãos inteligentes,sensíveis, estéticos, reflexivos, criativos e responsáveis, no coletivo, por melhoresqualidades culturais de vida dos grupos e das cidades, com ética e respeito peladiversidade.Conteúdos Estruturantes
    • 1˚, 2˚ e 3º anos: Pintura livre, uso de massinha, montagem de histórias a partir depersonagens de massinha, jogral, músicas, pinturas variadas, giz de cera,trabalhando o corpo através de gestos, recorte, colagem e montagem, quadrilha, usode argila, dobraduras, linhas paralelas, curvas, inclinadas, horizontal e vertical,Origami, figuras geométricas, nomeação de sólidos geométricos, datascomemorativas, confecção de brinquedos com material reciclável.4˚ e 5º anos: confecção e montagem de quebra cabeça, , pintura com tinta guache,montagem de paisagens com recortes, quadrilha, dobradura, confecção de cartaz,teatro, massinha, desenhos e pinturas variadas, nomeação de sólidos geométricos,datas comemorativas, confecção de brinquedos com material reciclável, construçãode figuras geométricas a partir de conceitos matemáticos, estudo do xadrez,confecção do sistema solar, confecção de brinquedo, pinturas a dedo, filme:os dozetrabalhos de Hércules e desenho da tarefa mais apreciada, ilustração de poemas,montagem de maquete, colagens, confecção de pirâmides, confecção de cartão,desenho sobre planetário, peças de teatro.5ª SérieQuando fazemos Arte; Fundamentos da Arte – Linguagens integradas: música,plástica, teatro e dança; Leitura de imagens – reconhecimento das linguagensintegradas; Estilo – História da Arte : Arte rupestre/ Escultura; Tridimensional –imagens e figuras – Linha do Tempo; Música – Harpa Egípcia – rituais; Música dasnações – folclore; Vida e obra dos artistas- Arte Primitiva: Djanira Motta e Silva –carnaval, Heitor dos Prazeres – folclore, José Antônio da Silva; Teatro – Tríadeessencial; Criação : Coreografia(dança), folclore; Linha do Tempo em movimento;Recursos Expressivos: Ponto, Linha, Textura, Equilíbrio, Simetria, ritmo; Desenho deObservação – Técnica do Pontilhismo – História da Arte – Van Ghogh; Natureza –Morta; Panoramas e paisagens das regiões brasileiras; Produção visual, sonorae gestual; Recursos Expressivos – paisagem, profundidade, cores- cores do dia- adia; As cores brasileiras; Arte Brasileira- História da Arte- artistas brasileiros: Grupode dança; Construção: Trilha da Arte brasileira, no mapa do Brasil/ Regiões; Artepor toda parte; Museus- Conhecendo os museus; Visitas aos museus ( poderá servirtual); Profissões do museu – artistas, restaurador, curador, empresário;Organização de um espaço cultural na escola; Tridimensional, Esculturas – Bonecos– Festas natalinas.6ª Série
    • Os sentidos da Arte; _ As linguagens da Arte – Leitura da Imagem / Música eRepresentação;_ A linguagem plástica / Arte Conceitual / Objeto/; Intervenções:Performances; Arte brasileira e Universal; Hiper – Realismo, KITSH – ArteBrega; Artistas – Cildo Meireles; Sônia Pava; Helio Leites; Jan Nelson;Criação – Tudo se encaixa –performance/ Arte Ambiental / Minimalismo(Miniaturas); A FôRMA E SUAS FORMAS; Leituras de imagens/ música erepresentação Linguagem Integradas música ciência visual; A fôrma e a formaconceito/ noções- formas geométricas linguagem artísticas; Distorção/Deformação_Ampliação/ Redução; _Artista:- Gustavo Rosa/ - Volume/ Criação-Animação c/massinhas; Imagens e miragens; Imagens e miragens da representaçãopictórica (ciências/ integração); O tridimensional/ bidimensional; Op arte/ BD ( 3dimensões); Estilo Surrealismo Universal e brasileiro; Salvador Dali; Tarsila doAmaral; Shakespeare- Teatro – Ciências; Criação- Representação Teatral; Faces,Interfaces e Identidade; A identidade cultural na arte do retrato, autor- retrato;Elementos básicos/ técnicas/ matérias e procedimentos.; Simetria e Proporção nodesenho de retratos; Pablo Picasso /Cândido Portinari/Tarsila do Amaral; Produçãoe Estilos; Máscaras; Carnaval; Marchas/ marchinhas e óperas; Criação – Produçãode Porta – retratos/ teatro7ª SérieAs entrelinhas da Arte; A representação - processo de criação (linha e cor); Odesenho, suas técnicas; Iniciação a História da Arte; Pré – Historia; Abstracionismo;Dança (A dança tribal); Picasso; O mito do boi (folclore) / cultura popular/ música erepresentações; Cantos e Encantos em quadrados; Cantos e encantos brasileiros;Estilo / A música popular brasileira / Erudita/ Sacra (séc. xx); Semiologia e arte;(Simbologia); -Iniciação à História da Arte - Arte Egípcia; Histórias em quadrinhos;Sonoplastia; -Jogos dramáticos; Tramas e Dramas; Tramas , tessitura e texturas;Semiologia/ História dos tapetes; Drama /Origem do teatro Grego; Sófocles/Esquilo / Eurípedes; Iniciação à História da Arte - Antiguidade Clássica /ArteGrega/Romana; -M.P.B -(compositores brasileiros); Tramas e dramas nadramaturgia da t.v. brasileira; fazendo mídia e fazendo arte; fazendo arte - valores/ritmo /eco /rádio; comédia /piada; -Iniciação à História da Arte – I.M; Arte conceitual- Estilo; A música dos festivais; Brasões e semiologia; Teatro; Rituais e festejospopulares e religiosos; Presépio.
    • 8ª SérieEstéticas Naturais e Digitais; A Estética da Natureza; A Estética feita pela digital;humana e também pelas linguagens digitais; Integração das linguagens temáticaformal; -Integração das linguagens temática informal; -Natureza Morta (e viva); -fractais; -Coreografias / músicas ( digitais); -Textura; -Forma e contorno; -Artistas :Van Gogh/ Matisse; -Estilo Futurismo / concretismo; -Escultura de Papel - Origami;-Sem título/ anonimatos; -Ciclos da via e da arte; -Estilos Expressos; -Estilos nasartes Plásticas /Estilo na música; -Obras modernistas (ciclos da vida), produção doteatro ou cinema; Iniciação à História da Arte - Renascimento e seu ciclos; -Aescultura Oriental; -Os mitos grego – Romanos e sua influência atual; -Coresquentes/ frias/Neutras - Estações; -Semiologia / Símbolos do Renascimento; -Dança/ciclos da dança/Popular brasileira; -A arte Primitiva /folclore e artistas; -Pêssanka- Arte Ucraniana; Nomes e mitos nomes (artistas); -A arte e o artesanato; -Artistapopular (M.P.B.) Música – História da M.P.B; -Artístas: de rua/ de palco/ de circo; -O artista gráfico; -Ciclo Buarque de Holanda; -O artista Clássico; -Neoclassicismo eRomântico; -Musas e personagens /Deusas/Esculturas; Revoluções e revelaçõesestéticas; -A arte Objeto; -Op Art (A arte Popular); -Noçoes de composição; -Imágem/ Plástica/ Proporção/Simetria; -fotografia Séc. XXI.Ensino Médio.1ª e 2ª SériesAs teias da Arte; A importância, função e integração das linguagens da arte;explorando os elementos básicos de cada uma e propondo a integração deles;Composição; montagem e diagramação; Surrealismo, Salvador Dalí; Semiótica esemiologia na arte; Iniciação à investigação das artes digitais; Símbolos, ícones,interações e estéticas; A arte em meio ao belo e ao feio; O conceito de estética... Obelo e o feio; Iniciação à História da arte; A música grega; O teatro grego; Estéticasurbanas como tatuagens e a pintura corporal em diferentes sociedades; proporçãona arte; Simetria na arte; A arte de Klimt; A arte de Picasso; O beijo...;As estações daarte; Viagem no tempo integrando música e plástica abordando imagens da Pré-História, Egito e Idade Antiga, contraposta com músicas atuais que pretendem refletirsobre o primitivo, o drama e a centralização na produção da Idade Média; Iniciaçãoda História da arte; Retábulos, Iluminas, Vitrais, Ícones, Artistas; Giotto, Mestre deSão Francisco; Símbolos medievais da pintura; Música Medieval; Teatro
    • medieval;Paisagens, bagagens, viagens... perspectivas; Iniciação a História da Arte;Perspectiva artística, isométrica; Escher; Música Renascentista;Estética dos opostos;Os compostos na arte; Fundamentos de artes nas linguagens: visual, cênica emusical; Fundamentos de Artes e cênica; Iniciação à leitura de imagens, decomposições, de movimento e da representação, Claro-escura; Claro e escuro –Positivo e negativo; Barroco universal; Rococó; A música barroca; A ópera; Palcosde teatro; Shakespeare; A obra de Ismael Nery; Técnicas de sombreamento;Movimento;Ritos, Tribos e Mitos; A estética dos ritos, das tribos e dos mitos quederam origem à nação brasileira; a cultura afro-brasileira; a cultura indígenabrasileira; a cerâmica indígena; A cultura latina; O barroco brasileiro; Aleijadinho; Omestre Ataíde; Djalma; Ritmo; Movimento e duração nas imagens; Mitos, ―estigmas‖eidentidade; Os ceramistas brasileiros de diferentes regiões; Festa Junina; MPB;Semiologia e o sincretismo brasileiro;Histórias reais e belas nas telas; As históriaspresentes nas artes visuais, música e cênica; Iniciação à leitura de imagens,composições, movimento e da representação; Equilíbrio; Neoclassicismo universal ebrasileiro; As expressões e sentidos de ser; Romantismo universal e brasileiro;Figurino; O Personagem; a história; Decoração de estilos e de épocas diferentes;Molière; RPG; A estética das cartas e suas histórias no tempo; Os jogos deestratégia; Contraposição entre heróis clássicos e da ficção científica;Um mundo decores; A luz e as cores no mundo que nos cerca; Harmonia; Composição;Pontilhismo; Impressionismo; Monet, Renoir, Degas, Cézanne, Sisle, Pissarro;Integração de linguagens musicais, visuais e dança por meio da obra de Degas emúsica; Técnicas e materiais; divisionismo.Encaminhamento Metodológico É nas relações sócio-culturais, dentre elas as vividas na educação escolar,que praticamos e aprendemos os saberes da arte. Por meio de práticas sensíveis de produção e apreciação artísticas e dereflexões sobre elas nas aulas de Arte, os alunos, podem desenvolver saberes queos levam a compreender e envolver-se com decisões estéticas, apropriando-se,nessa área, de saberes culturais e contextualizados referentes ao conhecer ecomunicar arte e seus códigos.
    • Nas aulas de Arte, há diversos modos de aprender sobre as elaboraçõesestéticas presentes nos produtos artísticos de música, artes visuais, trabalho manual,dança, teatro, revistas, textos elaborados, artes audiovisuais, visitas virtuais amuseus e sobre as possibilidades de apreciação desses produtos artísticos nasdiferentes linguagens. As atividades propostas na área de Arte devem garantir e ajudar o aluno adesenvolver modos interessantes, imaginativos e criadores de fazer e de pensarsobre a arte, exercitando seus modos de expressão e comunicação. O professor deve ser um observador constante do conjunto de variáveis etendências de seus alunos a fim de que possa tornar-se um criador de situações deaprendizagem, um incentivador da produção individual ou grupal, um estimulador doolhar crítico dos alunos. Terá como oportunidades de trabalho o uso dos textos efiguras da história da arte, a dança, as músicas, os costumes, as habilidadesmanuais dos alunos , a pintura, a escultura, as variações das cores nos desenhos ,entre inúmeras outras. Dessa maneira, terá oportunidade de propiciar um clima detrabalho em que a curiosidade, o constante desafio perceptivo, a qualidade lúdica e aalegria estejam presentes, junto com a paciência, a atenção e o esforço necessáriospara a continuidade do processo de criação artística.Avaliação Essa disciplina se apresenta como componente curricularresponsável por viabilizar ao aluno o acesso sistematizado aosconhecimentos em Educação Artística/Arte, por meio das diferenteslinguagens artísticas. Dessa forma, o objetivo da Educação Artística/Arteno Ensino Fundamental e Médio é propiciar ao aluno o acesso aosconhecimentos presentes nos bens culturais, por meio de um conjuntode saberes que lhes permitem se utilizar desses conhecimentos nacompreensão das realidades e amplie o seu modo de vê-las. De acordo com A LDBEN (nº 9.394, art. 24, inciso V) e com Deliberação 07/99do Conselho Estadual de Educação (Capítulo I, art. 8°), a avaliação em Arte deverálevar em conta as relações estabelecidas pelo aluno entre os conhecimentos em artee a sua realidade, evidenciadas tanto no processo, quanto na produção individual ecoletiva desenvolvidas a partir desses saberes.
    • Para se tratar da Avaliação, é necessário se referir ao conhecimentoespecífico das linguagens artísticas, tanto em seus aspectos práticos quantoteóricos, pois a avaliação consistente e fundamentada, permite ao aluno seposicionar em relação aos trabalhos artísticos estudados e produzidos. Cadalinguagem artística possui um conjunto de significados anteriores, historicamenteconstruídos pelo homem, composto de sentidos que podem ser entendidos ereorganizados para se construir novas significações sobre a realidade. A avaliação proposta nesta diretriz curricular é diagnóstica e processual.Diagnóstica, por ser a referência do professor para o planejamento das aulas e deavaliação dos alunos; processual, por pertencer a todos os momentos da práticapedagógica. Tratando-se de uma avaliação significativa, é preciso também que oprofessor tenha conhecimento da linguagem artística em questão, bem como darelação entre o criador e o que foi criado. Ela exige fundamentação para que se abraportas e aponte caminhos para o redimensionamento das práticas pedagógicas, poiso professor participa do processo e compartilha a produção do aluno. Daí aimportância da avaliação em si: ela permite que se saia do lugar comum, dos gostospessoais, desvinculando-se de uma prática pedagógica pragmatista, caracterizadapela produção de resultados, bem como de avaliações que valorizam tão somente oespontaneísmo.Ciências/BiologiaApresentação Geral da Disciplina A Ciência se construiu a partir da evolução do pensamento doser humano, embora faltasse ao homem o caráter sistematizador doconhecimento. O que se observa , por outro lado, é que auxiliado pelaidéia de Ciência, o homem passou a formular teorias, crenças evalores e adotou no seu cotidiano o exercício do pensamento racional.No decorrer da história, tais práticas fizeram –no mudar a forma deexpressar seu conhecimento sobre o mundo, assim a Ciência passou aser determinada pela maneira como ele manifesta esse conhecimento. Sabe-se que a disciplina de Ciências foi inserida no currículo apartir da Reforma Francisco Campos. A partir daí, o Estado passou a
    • organizar o Sistema de Educação Nacional e propôs o ensino de―Ciências Físicas e Naturais‖, nas duas primeiras séries do ensinocomum e fundamental e, nas três últimas, as disciplinas de Física,Química e História Natural. Essa disciplina tinha como função preparar ocidadão para pensar lógica e criticamente, exercitar o método científico. Contudo, a degradação ambiental ocasionada pelo avanço doSistema Capitalista, resultou em uma nova ênfase nos Currículosescolares no final dos anos de 1970. Já nos anos de 1990, forammarcados por uma grande e profunda crise econômica e social,expressa no acirramento das desigualdades sociais. Nessa década, oNeoliberalismo no mundo e no Brasil, trouxe a discussão da qualidadetotal e das estratégias empresariais para o contexto educacional. Talvisão, no entanto, foi criticada por grupos de professores de diferentesáreas, cujo ponto de vista era que, numa sociedade solidária e justa, aescola deveria formar um cidadão crítico e participativo. Já a partir de 2003, destaca-se o descrédito à proposta neoliberal,o resgate da função social da escola e o trabalho pedagógico com osconteúdos das disciplinas escolares. Esta disciplina tem como objeto de estudo o fenômeno VIDA. Ao longo dahistória da humanidade, muitos foram os conceitos elaborados sobre essefenômeno. Os conhecimentos apresentados pela disciplina de Biologia no Ensino Médionão implicam o resultado da apreensão contemplativa da natureza em si, mas osmodelos teóricos elaborados pelo homem – seus paradigmas teóricos –, queevidenciam o esforço de entender, explicar, usar e manipular os recursos naturais. Para compreender os pensamentos que contribuíram na construção dasdiferentes concepções sobre o fenômeno VIDA e suas implicações para o ensino,buscou-se na História da Ciência o contexto histórico no qual pressões religiosas,
    • econômicas, políticas e sociais impulsionaram mudanças conceituais no modo comoo homem passou a compreender a natureza. Refletir a partir da evolução científica é pensar criticamente o ensino daBiologia. Essa disciplina deve ser entendida e compreendida como processo deprodução do próprio desenvolvimento humano. Ela deve ainda contribuir para formarsujeitos críticos e atuantes, por meio de conteúdos que possibilitem que o estudanteamplie seu entendimento acerca do objeto de estudo: o fenômeno VIDA em suamanifestação complexa de relações.Fundamentos Teórico-Metodológicos Ciências, a designação usual, no currículo escolar do Ensino Fundamental, dadisciplina que reúne os conhecimentos pertencentes ao domínio das Ciências Físicase Naturais que, por sua vez compreendem a Física, a Química, a Biologia, asGeociências e a Astronomia. Mas a concepção de Ciências vai bem mais além doque a simples reunião de conteúdos referentes a determinados campos deconhecimento científico. A aparentemente simples transformação dessesconhecimentos em saber escolar implica decisões de seleção, organização eenfoque necessariamente subordinados à concepção de Ciência, Educação e MeioAmbiente. O ponto básico do ensino de Ciências é salientá-la como um todo dinâmico,que interage com o meio ambiente em seu sentido mais amplo, a área de Ciênciaspode construir para a formação da integridade pessoal e da auto – estima, dapostura de respeito ao próprio corpo e ao dos outros, para o entendimento da saúdecomo um valor pessoal e social, e para a compreensão da sexualidade humana sempreconceitos. É também no estudo de Ciências que os fenômenos da natureza e astransformações produzidas pelo homem, bem como as diferentes explicações sobreo mundo, podem ser expostos e comparados. Dessa forma, o aluno, que já écidadão hoje, mesmo nos seus primeiros anos de vida, amplia a sua possibilidadepresente de participação social e viabiliza também a sua capacidade de plenaparticipação social no futuro. A necessidade de superação da visão idealizada do ambiente como reuniãode seres e fenômenos naturais, em que a humanidade e suas realizações estãoexcluídas, assim como as da suas percepções fragmentárias e antropocêntricas e dasua alienação do universo escolar, também oferece uma inestimável contribuição
    • para essa iniciativa de revisão. Em contraposto, passa-se a pensar o ambiente comoalgo em constantes transformações, modelado tanto pelas forças físicas quantopelas sociais, em que as partes são expressões do todo e este não resulta do merosomatório ou da posição das partes, mas sim de uma complexa interação eintegração entre elas, em diversas escalas espaço – temporais. Nessa perspectiva, há necessidade de uma proposta capaz de traduzircorretamente, no projeto pedagógico, as preocupações e diretrizes enunciadas; umaproposta derivada de uma particular concepção de Ciências que preservando, aespecificidade dessa área de conhecimento, contribua simultaneamente paradesvelar as verdadeiras relações entre Ciências, Química, Física, Biologia,Tecnologia, Homem, Sociedade e Ambiente.Conteúdos Estruturantes1˚ ano Eu sou assim; Partes do corpo; O que você come?; Os sentidos; Saúde ehigiene; Animais; Plantas; Meio Ambiente; Sólido e líquido; Ruídos dos sons; Água eAr.2˚ anoMares e Oceanos (vida, alimento); O litoral do Brasil; Praia; Vegetação; Manguezal;Mata Atlântica; Natureza; Homem Primitivo; Agricultura: fazenda, animais, vegetais;Ataque e defesa no corpo; A higiene do corpo; Cuidados para se ter saúde;3˚ anoVegetais: (Fruto e semente); Caule; Folhas; Raiz; Agricultura, fertilidade do soloeconservação dos alimentos; Química; Os recursos da natureza;4˚ anoA água no planeta Terra; Vida: trocas de energia e cadeias alimentares; Climas;limentação e sobrevivência; Insetos transmissores de doenças; Ambientes doplaneta;5˚ ano
    • Seriação; Numeração; Operações com números naturais; Espaço e forma (númerospitagóricos);Gráficos e tabelas; Grandezas e medidas; Número com vírgula e sem vírgula;Composição e decomposição; 5ª SérieEvolução das cidades: orgânicas e planejadas; Ecossistema urbano; Ecossistemanatural; Minerais; Lixo; Definição e trabalho com gráficos e tabelas; Aterro sanitário;Lixões, incineradores e compostagem; Reciclagem: Três Rs, vidro, papel, metal,plástico; desperdício; Água : seres vivos, doenças e desperdício no Brasil, estadosfísicos, diluição, poluição, recurso escasso; Energia; Fontes renováveis e nãorenováveis; Ar : propriedades, combustão, corrosão, poluição, inversão térmica,chuva ácida, efeito estufa, camada de ozônio,atmosfera; Lixo; Saúde : ambienteurbano e doenças; Qualidade de vida; Ecologia;Controle biológico; Solo:Composição, características (cor, permeabilidade, componentes); Agricultura,transgênicos; Desmatamento; desertificação; sucessão ecológica; 6ª SérieOs vertebrados e as plantas superiores no ambiente terrestre; Alguns conceitosecológicos; Ecossistemas brasileiros; Classificação — o ato de agrupar; Evolução;Origem da vida; Filogenia — a representação da evolução dos grupos; Os Oceanos:As algas e os protozoários; Os fungos; Os primeiros invertebrados; Os poríferos; Oscnidários; Os platelmintos e os nematelmintos; Os moluscos; Os anelídeos; Osartrópodes marinhos; Os equinodermos; Os protocordados e os peixes primitivos;Ambiente terrestre: As briófitas; Os artrópodes terrestres; As pteridófitas; 7ª SérieNíveis de organização: Átomos, moléculas, células, tecidos, órgãos, sistemas,organismo, populações, comunidade, ecossistema, biosfera; A diversidade dascélulas e dos tecidos; Como funciona nosso corpo: Exercícios físicos; Integraçãoentre sistemas; De onde vem nossa energia?; Órgãos dos sentidos: Visão;Audição; Tato; Gustação; Olfato; Comendo, digerindo, nutrindo: As proteínas;Açúcares; Gordura;Vitaminas e sais minerais; Sistema digestório: Participação daboca; O papel do estômago; Intestino; Para onde vai o produto da digestão e o quenão foi usado?; Distribuindo os nutrientes: O sistema circulatório; Como osnutrientes chegam às células; Respiramos para produzir energia: O sistemarespiratório; Troca de gases; Oxigênio, nutrientes, gás carbônico e energia:
    • respiração celular; Energia no movimento: Os ossos: alavancas; Os músculos; Oque é excreção; Os rins; Sistema urinário; Sistema nervoso: Estrutura; As sinapses;Atos reflexos; A ação das drogas; Sistema endócrino: Os hormônios; Principaisglândulas endócrinas; O sistema imunitário: As células de defesa; O sistemalinfático; Memória imunitária; Soros e vacinas; Aids; Reprodução: Formas dereprodução; Sistema reprodutor feminino e masculino; Maturidade sexual;Fecundação; Gravidez e parto; Sexo e saúde: As lendas; Doenças sexualmentetransmissíveis; Contracepção; Genética: De onde vêm as nossas características; Ainfluência do ambiente; Genética, genes e DNA; Biotecnologia, sociedade e ética;Projeto Genoma;A Física e as ciências naturais; Energia e matéria; Movimento e repouso;Velocidade média; Móvel, ponto material e espaço; Tabelas e gráficos; Intervalo detempo; Força: uma grandeza vetorial; A inércia e a 1ª- lei de Newton; 2ª- lei deNewton; 3ª- lei de Newton; A força de gravidade da Terra, o sistema solar e agravitação; O peso e a massa; Trabalho e potência; Energia e trabalho; Máquinassimples; Polias, roldanas e rodas denteadas; Planos inclinados; Máquinascomplexas; As máquinas térmicas; Sistema Internacional de Unidades (SI); 8ª Série FísicaEletricidade; Modelo atômico; Corpos neutros e corpos eletrizados; Verificandocircuitos; Tensão, intensidade e resistência elétrica; Associação de resistores;Fusível; Potência mecânica e potência elétrica; O consumo de energia e seu custo;Campo magnético e linhas de campo; Eletromagnetismo e eletroímã; Ondasmecânicas e eletromagnéticas, transversais e longitudinais; Energia sonora e som;Energia térmica, calor e temperatura; Calorimetria; Espectro das radiações; Anatureza da luz; Sistema óptico, objeto e imagem; Espelhos ; Lentes; O olhohumano e os defeitos da visão; QuímicaIntrodução ao estudo da Química: Conceitos de reciclagem — Política dos três R;Matéria; Energia; Sistemas; Unidades de medida: Massa; Volume; Densidade;Pressão; Estados físicos da matéria; Substâncias puras e misturas; Ciclo da água;Poluição atmosférica; Sistemas homogêneos e heterogêneos; Tratamento de água;Tratamento de esgoto; Fenômenos químicos e físicos; Leis ponderais; Elementoquímico; Fórmulas; Representação; Balanceamento;Classificação da matéria;
    • Modelo atômico clássico; Semelhanças atômicas: Isótopos; Isóbaros; Isótonos;Distribuição eletrônica; Tabela periódica: Introdução; Organização em Famílias eperíodos; Ligações químicas: Iônica; Covalente; Metálica; Funções inorgânicas;Ácidos; Bases; Sais; Óxidos; Efeito estufa; Chuva ácida;Ensino Médio1ª SérieBiologiaCélula; Substâncias químicas dos seres vivos: Água e sais minerais; Os carboidratose os lipídios; As proteínas e o metabolismo de construção; Ácidos nucléicos; Amembrana e a permeabilidade; Citoplasma; Núcleo celular, divisão: mitose e meiose;Ácidos nucléicos e síntese de proteínas; Biotecnologia; A primeira Lei de Mendel;Probabilidades; Grupos sangüíneos: Herança ligada ao sexo; A segunda Lei deMendel; As aberrações cromossômicas; Evolução biológica: Lamarck e Darwin;Ecologia: Cadeias e teias alimentares; Ciclos biogeoquímicos; Populações eComunidades: interações biológicas2ª SérieClassificação biológica; Bactérias; Vírus; Protozoários (sem doenças); Algas;Fungos; Ciclos reprodutivos diplobionte e haplodiplobionte; Briófitas; Pteridófitas;Gimnospermas; Angiospermas; Morfofisiologia vegetal; Grupos animais: poríferos,cnidários, platelmintos, nematelmintos, anelídeos, moluscos, artrópodes,equinodermos, cordados; Morfofisiologia animal; Ecologia: doenças causadas porprotozoários, platelmintos e seus ciclos, nematelmintos e seus ciclos;3ª SérieModelos celulares procariótico e eucariótico; Mecanismos da evolução biológica –formação de novas espécies; O metabolismo e as substâncias químicas da célula;A membrana plasmática e a permeabilidade celular; Os orgânulos do citoplasma;Bioenergética; A fisiologia da fotossíntese; O núcleo celular; Mitose; Meiose; APrimeira lei de Mendel; As noções de probabilidades aplicadas à genética; Osalelos múltiplos; A herança ligada ao sexo; A segunda lei de Mendel; A noção delinkage; A genética de populações; Classificação dos seres vivos: os reinos;Protozoários e protozooses; Poríferos e celenterados; Platelmintos e verminoses;Nematelmintos e verminoses; Anelídeos e moluscos; Artrópodes; Cordados;
    • Fisiologia animal; Bactérias, vírus, fungos e algas; Ciclo reprodutivohaplodiplobionte; Briófitas e pteridófitas: características e reprodução;Gimnospermas: características e reprodução; Angiospermas: características ereprodução; Morfofisiologia vegetal; Ecologia: conceitos fundamentais;Encaminhamento Metodológico O momento em que vivemos caracteriza-se por um grande processo decriação científica, fortemente associada às questões sociais e políticas.Movimentações aparentemente singelas, como a curiosidade ou o prazer deconhecer, são importantes na busca do conhecimento para o indivíduo que investigaa natureza. Freqüentemente interesses econômicos e políticos conduzem àprodução científica ou tecnológica. Não pode haver, portanto, neutralidade nosinteresses científicos das nações, das instituições, nem dos grupos de pesquisas quepromovem e interferem na produção do conhecimento. Com o intuito de que se efetive a aprendizagem significativa do conhecimentohistoricamente acumulado e a formação de uma concepção correta de ciências, sefaz necessidade a construção de uma estrutura geral da área a suas relações com aTecnologia e a sociedade. Desenvolver os estudos dessa área de uma forma muito dinâmica onde otrabalho escolar será voltado para os conhecimentos dos fenômenos da natureza,incluindo o ser humano e as tecnologias mais próximas e mais distantes no espaço eno tempo. Na área científica é relevante o enfoque a ser dado às relações entre osseres humanos, o conhecimento e o ambiente. O incentivo às atitudes decuriosidade, de respeito à diversidade de opiniões, à persistência na busca ecompreensão das informações, às provas obtidas por meio de investigações, devalorização da vida em sua diversidade, de preservação do ambiente, de apreço erespeito à individualidade e à coletividade, que tem lugar no processo de ensino eaprendizagem. Conceituais existentes entre as diversas ciências vai depender acompreensão dos fenômenos naturais em uma perspectiva interdisciplinar. Assim,como referencial de suporte aparece um conjunto de conceitos centrais para acompreensão dos fenômenos naturais e os conhecimentos tecnológicos em mútuarelação. Os objetos de estudo e os conteúdos dessa área são amplos em função de
    • que a natureza como rede de relações entre fenômenos e seres humanos é o agentede transformações da própria rede. A estrutura de todo o conhecimento científico,porém, embasará os conhecimentos a serem transmitidos e compreendê-la é umadas metas de evolução conceitual de alunos e professores. Todo o contexto do meio ambiente será provocado em seus conceitos simplese genéricos e revisado no âmago do conhecimento, a fim de ser valorizado eenriquecido com informações científicas. É preciso, também, que o conhecimento escolar não seja alheio ao ambientaltravado pela comunidade e ofereça meios de o aluno participar, refletir e manifestar-se, ouvindo os membros da comunidade, no processo de convívio democrático sociale vivência da cidadania. Temas ligados à saúde e sobre orientação sexual comportam relaçõesintrínsecas e diretas com os aspectos fundamentais e os temas da área. Osprocedimentos pedagógicos são semelhantes: pesquisar diferentes bibliografias,levantar dados, investigar, organizar, ter conhecimento dos textos apostilados,apresentar e debater as suas buscas dirigidas, discutir e trocar informações quepossuam respaldo nas experiências vivenciadas pelos alunos. Nesse processo oprofessor usará todo material que leve a concretização do conteúdo como:retroprojetor, lâminas, uso do laboratório de química e física entre outros que sefizerem necessários. A discussão nesses tópicos deve ser cuidadosa, ressalvando-se oamadurecimento correspondente a cada faixa etária e gradativamente, incluindo-seaspectos mais complexos. Assim, estabelecer relações entre o que é conhecido e novas idéias, entre ocomum e o diferente, entre o particular e o geral, definir contrapontos entre os muitoselementos no universo do conhecimento são processos essenciais à estruturação dopensamento, particularmente do pensamento científico.Avaliação A avaliação se dará ao longo do processo de ensino e de aprendizagempossibilitando ao professor, por meio de uma interação diária com os alunos,contribuições importantes para verificar em que medida os alunos se apropriaramdos conteúdos específicos tratados nesse processo. É necessário que o processo
    • avaliativo se dê de forma sistemática e a partir de critérios avaliativos, estabelecidospelo professor e equipe pedagógica, que considerem aspectos como osconhecimentos que os alunos possuem sobre determinados conteúdos, a práticasocial desses alunos, o confronto entre esses conhecimentos e os conteúdosespecíficos, as relações e interações estabelecidas por eles no seu progressocognitivo, ao longo do processo de ensino e de aprendizagem e, no seu cotidiano,contando sempre com os recursos e instrumentos avaliativos diversificados. Acoerência entre os critérios propostos e a natureza dos instrumentos avaliativos, éfundamental para propiciar uma avaliação real do progresso cognitivo dos alunos. Por meio dos instrumentos avaliativos diversificados, os alunos podemexpressar os avanços na aprendizagem, à medida que em que interpretam,produzem, discutem, relacionam, refletem, analisam, justificam, posicionam-se eargumentam, defendendo o próprio ponto de vista. Com isso, o professor podeinterpretar e analisar as informações obtidas na avaliação, considerando asconcepções de ciência, tecnologia, sociedade, educação, aluno, processo de ensinoe de aprendizagem, escola e do currículo. É preciso compreender a avaliação como prática emancipadora. Deste modo,a avaliação nesta disciplina, passa a ser entendida como instrumento cuja finalidadeé obter informações necessárias sobre o desenvolvimento da prática pedagógicapara nela intervir e reformular os processos de aprendizagem. Pressupõe-se uma tomada de decisões, onde o aluno toma conhecimento dosresultados de sua aprendizagem e organiza-se para as mudanças necessárias. Enfim, a avaliação como instrumento reflexivo prevê um conjunto de açõespedagógicas pensadas e realizadas pelo professor ao longo do ano letivo.Professores e alunos tornam-se observadores dos avanços e dificuldades a fim desuperar os obstáculos.Educação Física.Apresentação Geral da Disciplina As práticas pedagógicas escolares de Educação Física foram fortementeinfluenciadas pela instituição militar e pela medicina, emergentes dos séculos XVIII eXIX. Por outro lado, melhorar o funcionamento do corpo dependia de técnicasconstruídas com base no conhecimento biológico, que atribuía a Educação Física a
    • tarefa de formar corpos saudáveis e dóceis que permitissem uma melhor adaptaçãodos sujeitos ao processo produtivo. No Brasil, em meados da década de 1980, começou-se a formar umacomunidade científica na Educação Física, de modo que passaram a existirtendências ou correntes, cujos debates evidenciavam severas críticas ao modelovigente até então. Ao se analisarem abordagens teóricas, em que a Educação Física transitoupor diversas perspectivas, desde as mais reacionárias até as mais críticas, deve-seoptar, então, a inquirir à hegemonia que entende essa disciplina tão – somente comotreinamento do corpo, sem nenhuma reflexão sobre o fazer corporal. Busca-se,assim, a formação de um sujeito que reconhece o próprio corpo em movimento e,também, a sua subjetividade.Fundamentos Teórico-Metodológicos Observa-se uma forte tendência atual dos professores de Educação Física empriorizar o trabalho com os esportes, levando à valorização dos conhecimentostécnicos e táticos dos esportes: como este procedimento não tem sido, de formageral, eficiente, visto que a maioria dos alunos não internalizam tais conteúdos, aEducação Física vem apresentando um caráter puramente recreativo na maior partedas aulas, conforme colocado nos Parâmetros Curriculares Nacionais, que tambémsalientam a participação dos alunos que se dá de forma descomprometida emvirtude de incapacidade de obtenção da performance desejada, observando assim oafastamento de alguns alunos de tal atividade. A Lei 9394/96 descreve como objetivos específicos para o Ensino Médio: oaprofundamento dos conhecimentos trabalhados no Ensino Fundamental, acontinuidade destes estudos, o preparo para o trabalho e a cidadania; odesenvolvimento de habilidades como – continuar aprender, capacidade de seadaptar com flexibilidade às novas condições de ocupação e aperfeiçoamento; odesenvolvimento, o aprimoramento do educando como pessoa humana; incluindo aformação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamentocrítico e a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processosprodutivos relacionando teoria e prática.
    • A Educação Física, tem o papel insubstituível e fundamental de transmitir aosalunos, sólidos conhecimentos acerca da cultura corporal, formando-os criticamente,e instrumentalizando-os para a procura autônoma de conhecimento e auto formaçãoe a melhoria da qualidade de vida. O trabalho com os esportes deve encontrar seu lugar na escola através deuma proposta que atinja efetivamente todos os alunos, havendo troca deexperiências que contribuam para o desenvolvimento da autonomia do educandolevando-os a compreensão de que o seu corpo é ao mesmo tempo meio e modo deintegração e comunicação. Fica o professor incumbido de mostrar aos alunos que o espaço das aulas deEducação Física se destina ao aprendizado onde se pretende entender e aceitar asrelações corporais existentes no mundo levando-o a ampliar o seu potencial deleitura e execução dos movimentos da manifestação da cultura corporal. Para que isto seja conseguido, o professor deve-se utilizar as mais variadasformas de movimentação, dentro das capacidades dos alunos e das possibilidadesda escola.Conteúdos EstruturantesConteúdos Relacionados de Forma Integrada1˚ anoJogos; Brincadeiras, Expressão Corporal; Danças; Esportes; Ginástica e AtividadesCorporais; Atividades extra-classe: Gincanas e Passeios.2˚ e 3˚ anosParticipação em diversos jogos, respeitando as regras e não discriminando oscolegas; Explicação e demonstração de brincadeiras aprendidas em contextos extra-escolares; Participação e apreciação de brincadeiras ensinadas pelos colegas;Resolução de situações de conflito por meio do diálogo, com a ajuda do professor;Discussão das regras dos jogos; Utilização de habilidades em situações de jogo,tendo como referência de avaliação e esforço pessoal; Resolução de problemascorporais individualmente; Participação em atividades cantadas; Utilização dehabilidades: correr, saltar, arremessar, rolar, bater, rebater, receber, amortecer,chutar, girar, etc...Durante os jogos, brincadeiras e danças; Diferenciação dassituações de esforço e repouso; Reconhecimento de algumas das alterações
    • provocadas pelo esforço físico, tais como excesso de excitação, cansaço, elevaçãode batimentos cardíacos, mediante a percepção do próprio corpo; Atividades extra-classe: Gincanas, jogos inter-séries, dia de lazer, passeios, excursões.4˚ e 5˚ anosParticipação em dificuldades competitivas, respeitando as regras e nãodiscriminando os colegas, suportando pequenas frustrações, evitando atitudesviolentas; Expressão de opiniões pessoais quanto a atividades e estratégias a seremutilizadas em situações de jogos, esportes, etc; Reflexão e avaliação do seu própriodesempenho e dos demais tendo como referência o esforço em si, prescindindo emalguns casos, do auxílio do professor. Diferenciação de situações de esforçoaeróbico, e repouso.Reconhecimento de alterações corporais, mediante percepção do próprio corpo,provocadas pelo esforço físico, tais como excesso de excitação, cansaço, elevaçãodos batimentos cardíacos; Atividades extra-classe: Gincanas, jogos inter-séries, diade lazer, passeios, excursões.5ª e 6ª SériesPredisposição a cooperação e solidariedade (ajudar o outro, dar segurança,contribuir com um ambiente favorável ao trabalho); Respeito a si e ao outro (próprioslimites corporais, desempenho, interesse, biótipo, gênero, classe social, habilidade,erro, etc); Predisposição para cultivar algumas práticas sistemáticas (exercíciostécnicos de manutenção das capacidades físicas, etc); Aceitação da disputa comoum elemento da competição e não como uma atitude de rivalidade, frente aosdemais; Valorização do estilo pessoal de cada um.7ª e 8ª SériesPredisposição para responsabilizar-se pelo desenvolvimento e manutenção de suascapacidades físicas (resistência, força, velocidade, flexibilidade); Valorização dosefeitos que as práticas corporais e hábitos saudáveis exercem sobre a aptidão físicae a qualidade de vida; Disposição favorável para a superação de limitaçõespessoais; Respeito ao limite pessoal e ao limite do outro; Conteúdos ProgramáticosEnsino Fundamental: Atividades recreativas; Ginástica corporal; Conhecimento dosdiferentes estilos de Danças; Voleibol, basquetebol, handebol, futsal, atletismo;Apresentados de forma gradativa ao nível do desempenho e desenvolvimento doadolescente.
    • Ensino MédioAtividades recreativas variadas e englobadoras; Ginástica corporal, conhecendocada parte do seu corpo; Danças rítmicas, aeróbicas, folclóricas e regionais; Voleibol,basquetebol, handebol, futsal, atletismo. Encaminhamento Metodológico Entendendo a ação, ou seja, o movimento corporal como condiçãoindispensável para o desenvolvimento do homem, a Educação Física inserida doprocesso educacional busca trabalhar esse movimento numa dimensão detotalidade, visualizando, porém determinado e determinante no processo históricodas relações sociais. O professor, compreendendo a evolução do indivíduo, suas características enecessidades numa dialética de desenvolvimento, entendendo as diferençasindividuais, poderá articular sua prática pedagógica à realidade contextual que irátrabalhar, garantindo assim, a todos os alunos a apropriação do conhecimento. O conteúdo precisa ser trabalhado, refletido, reelaborado pelo aluno para seconstituir em conhecimento dele e permitir-lhe efetuar uma ‗leitura‘ diferente dosenso comum, dando um resignificado a esse saber. Deverá ser trabalhado numadimensão histórico-social em que, tecendo todas as relações possíveis, abordaránão a história do conteúdo, mas o conteúdo historicamente. Através de atividades em equipe, grupos, individuais, aulas teóricas dosconteúdos científicos necessários, participações em eventos esportivos e culturais,buscar-se-á a inserção, a realização e o desenvolvimento do indivíduo como serglobal e totalitário.Avaliação A avaliação da aprendizagem em Educação Física tem conduzido osprofessores à reflexão, ao estudo e ao aprofundamento, visando buscar novasformas de entendimento e compreensão de seus significados no contexto escolar. Ao propor reflexões sobre a avaliação no Ensino de Educação Física, objetiva-se favorecer a busca da coerência entre a concepção defendida e as práticasavaliativas que integram o processo de ensino e aprendizagem. Nesta perspectiva, aavaliação deve estar colocada a serviço da aprendizagem de todos os alunos, de
    • modo que permeie o conjunto das ações pedagógicas e não como um elementoexterno a este processo. De acordo com as especificidades desta, a avaliação deve estar vinculada aoProjeto Político-Pedagógico da escola, com critérios estabelecidos de forma clara, afim de priorizar a qualidade e o processo de ensino aprendizagem, sendo contínua,identificando, dessa forma, os progressos do aluno durante o ano letivo, levando-seem consideração o que preconiza a LDB 9394/96 pela chamada avaliação formativaem comparação à avaliação tradicional, qual seja, somativa ou classificatória, comvistas à diminuição das desigualdades sociais e com a luta por uma sociedade justae mais humana. A partir da avaliação diagnóstica tanto professor quanto os alunos poderãorevisitar o processo desenvolvido até então para identificar lacunas no processo deensino e aprendizagem, bem como planejar e propor outros encaminhamentos quevisem a superação das dificuldades constatadas. Será um processo contínuo, permanente e cumulativo, onde o professorestará organizando e reorganizando o seu trabalho tendo no horizonte as diversasmanifestações corporais, evidenciadas nas formas de ginástica, do esporte, dosjogos, da dança e das lutas, levando os alunos a refletirem e a se posicionaremcriticamente com o intuito de construir uma suposta relação com o mundo. Filosofia/Conhecimento FilosóficoApresentação Geral da Disciplina. A Filosofia no Brasil, como a disciplina figura nos currículos escolares desde oensino jesuítico, ainda nos tempos coloniais, sob as leis do Ratio studiorum. Nessaperspectiva, a Filosofia era entendida como instrumento de formação moral eintelectual sob os câmones da Igreja Católica e do poder cartorial local. EssaFilosofia buscava aperfeiçoar os instrumentos lógicos para melhor compreensão dostextos bíblicos e dos ensinamentos dos padres da Igreja que demonstrariam, combase na razão, as verdades aceitas pela fé. Hoje, a Filosofia procura tornar vivo o espaço escolar, onde sujeitos exercitama interação buscando no diálogo e no embate entre as diferenças a sua convivênciae a construção da sua história.
    • A lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96, no art.36, determina que,ao final do Ensino Médio, o estudante deverá dominar os conhecimentos de Filosofiae de Sociologia necessários ao exercício da cidadania. Com base nisso, foiaprovada a lei nº 15228, em julho de 2006, tornando a disciplina como matrizcurricular do Ensino Médio. Todavia, ao pensar o ensino de Filosofia, é preciso definir o local onde ele serealiza e que sujeitos são esse aos quais esse ensino se dirige. Isso nos permitirápensar qual Filosofia será ensinada. Ensinar Filosofia no Ensino Médio, no Brasil, na América Latina, não é omesmo que ensiná-la em outro lugar isso exige do professor claro posicionamentoem relação aos sujeitos desse ensino e das questões históricas atuais que noscolocam como país capitalista/ subdesenvolvido, rico/explorado/consciente/alienadoetc. Ao pensar o ensino de Filosofia, vê-se, então, que não hápropriamente ofício filosófico sem sujeitos democráticos e não há comoatuar no campo político e cultural, avançar e consolidar a democraciaquando se perde o direito de pensar, a capacidade de discernimento, ouso autônomo da razão.Fundamentos Teórico-Metodológicos Considera-se que, do ponto de vista didático-pedagógico, o ensino dequalquer das disciplinas do currículo escolar não pode prescindir de conteúdosobjetivamente mediadores da construção do conhecimento. Por isso o currículo deFilosofia coloca-se frente a duas exigências que emergem da fundamentação destaproposta: o ensino de Filosofia não se confunde simplesmente com o ensino deconteúdos e enquanto disciplina análoga a qualquer outra disciplina do currículo temnos seus conteúdos elementos mediadores fundamentais para que se possadesenvolver o específico do ensino de Filosofia – a mobilização para oconhecimento, a problematização, a investigação e a criação de conceitos,transformando assim a aprendizagem numa atividade reflexiva. Os conhecimentos de Filosofia são necessários, por serem muito importantespara a formação geral. Ajuda a promover a passagem do mundo infantil ao mundoadulto, estimulando a elaboração do pensamento abstrato. Se a condição do
    • amadurecimento é a conquista da autonomia no pensar e no agir, muitos adultos,permanecerão crianças caso não exercitem desde cedo esse olhar crítico sobre simesmo e sobre a realidade que o cerca. O ensino de Filosofia tem a especificidade que se concretiza na relação deestudante com os problemas suscitados na busca de soluções nos textos filosóficospor meio da investigação construindo assim um trabalho de criação de conceitos.Assim sendo qualquer que seja a atividade futura do indivíduo, seu projeto detrabalho, este, como pessoa, como cidadão, precisa destes conhecimentos para oalargamento da consciência crítica, para o exercício da capacidade humana de seinterrogar e para uma participação mais ativa na comunidade. Buscando este ideal, épreciso compreender, de maneira significativa, a nossa realidade atual, o mundo denossa contemporaneidade, pois é nele que se desdobra a nossa existência e toda aorganização de vida de um indivíduo. Cabe ao Colégio fazer valer este ensino, pois ésó assim, que a criança poderá expandir seus horizontes e passar a olhar o mundocom os olhos críticos e aprofundados num conhecimento que busca as soluçõespara todos os acontecimentos histórico-sociais.Conteúdos Estruturantes 5ª SérieConhecendo um pouco mais da Filosofia (pesquisas); Grandes filósofos (alguns dosfilósofos contemporâneos); Papel do homem na sociedade.; Reações, estímulos; Afamília no contexto social emergente; Auto conhecimento, Amizade;Relacionamento: a família e os amigos; Formas de raciocínio: pensar, falar eescrever; Preconceitos, Maneiras de encontrar a verdade; Raciocínio Indutivo,Linhas de raciocínio: inferência; Linhas do raciocínio lógico, Diferenças e similares. 6ª SérieGrandes filósofos da Idade Moderna; Regras – memória, Códigos; Namoro,Diferenças e semelhanças entre pensamento, reflexão e Filosofia; Liberdade naFamília, Valores; Prevenção das drogas na pré-adolescência; Aprofundamento emamizade, Decepção; Solidariedade, Paz, Socialização; Tipos de raciocínio, Linhas deraciocínio – aprofundamento; Raciocínio Lógico, Similares e similitudes: pensamento.
    • 7ª SérieIntrodução da história do nascimento da Filosofia; A palavra filosofia; Para queFilosofia; Relações Humanas – valores humanos; Campanha da Fraternidade –Superar a violência, construindo a Paz; Drogas – por quê?; Política. Projeto Bóia-fria. 8ª SérieIntrodução da história do nascimento da Filosofia; A palavra filosofia; Para queFilosofia; Mitologia Grega; O agir do homem- preocupação da Filosofiacontemporânea. Relações Humanas – valores humanos; Projeto Bóia-fria –participação dos alunos na realização. Ensino Médio 1ª, 2a e 3ª SériesConteúdo estruturante: Mito e Filosofia. Conteúdos básicos: Saber mítico; Saberfilosófico; Relação Mito e Filosofia; Atualidade do mito; O que é Filosofia?Conteúdo estruturante: Teoria do Conhecimento. Conhecimentos básicos:Possibilidade do conhecimento; As formas de conhecimento; O problema daverdade; A questão do método; Conhecimento e lógica;Conteúdo estruturante: Ética. Conteúdos básicos: Relações entre comunidade epoder; Liberdade e igualdade política; Política e Ideologia; Esfera pública e privada;Cidadania formal e/ou participativa;Conteúdo estruturante: Filosofia da Ciência. Conteúdos básicos: Concepções deciência; A questão do método científico; Contribuições e limites da ciência; Ciência eideologia; Ciência e ética;Conteúdo estruturante: Estética. Conteúdos básicos: Natureza da arte; Filosofia earte; Categorias estéticas – feio, belo, sublime, trágico, cômico, grotesco, gosto,etc.Estética e sociedade;Encaminhamento Metodológico Os conteúdos de Conhecimentos Filosóficos realizar-se-ão de formasvariadas. Dentre elas a dinâmica de grupo, visto que o ser humano é um ser social ea vida social se dá em forma de grupos, pois estes desenvolvem a socialização doindivíduo. É nos grupos que a percepção da pessoa começa a ser formada, face àpercepção do outro.
    • Logo o trabalho a ser realizado pelo professor deverá assegurar ao estudantea experiência do ―específico‖ da atividade filosófica. O exercício filosófico poderámanifestar-se ao refazer o percurso filosófico. O professor deverá proporproblematizações, leituras filosóficas e análises de textos, organizar debates, sugerirpesquisas e sistematizações. Através da pesquisa busca-se desenvolver a independência mental e acuriosidade do intelecto, estimular a perseverança no trabalho, ou seja, estimular nosentido de dar prosseguimento ao trabalho, mesmo quando o indivíduo encontraobstáculos e obtém insucessos. Busca ainda favorecer através da pesquisa decampo, a contextualização dos conteúdos estudados. O teatro é um recursoaudiovisual na formação e desenvolvimento da expressão pessoal e emocional doaluno, que tem a tendência de dramatizar as suas brincadeiras diárias. A músicaserá usada para ajudar o aluno em seu desenvolvimento intelectual e social, elatambém ajuda a combater a agressividade, pois canaliza o excesso de energia,ajuda a enfrentar o isolacionismo, desenvolve o espírito de iniciativa e funciona comohigiene mental. Os filmes são recursos tão ricos que alguém já disse, ―uma imagemvale por mil palavras‖. A aula expositiva ainda é muito útil e necessária, quandoadequada às exigências do conteúdo. A entrevista é sem dúvida, o aproveitamentodos recursos humanos da comunicação. Lançar mão de todo o potencial artísticocanalizando-o para a confecção de faixas, cartazes e murais. Toda a apresentação eexposição de conteúdos, feito pelos alunos, direta ou indiretamente, deverá serencarada como um salto para o aprofundamento da análise crítica e analógica.Avaliação Segundo Kohan e Wakaman (2002), o ensino de Filosofia tem umaespecificidade que deve ser levada em conta no processo de avaliação. A Filosofiacomo prática, como discussão com o outro, como discussão de conceitos encontraseu sentido na experiência de pensamento filosófico. Entendemos por experiênciaesse acontecimento inusitado que o educador pode propiciar e preparar. A avaliação deve ser concebida na sua função diagnóstica, isto é, ela não temfinalidade em si mesma, mas sim tem a função de subsidiar e mesmo redirecionar ocurso da ação no processo ensino-aprendizagem, tendo em vista garantir aqualidade que professores, estudantes e a própria escola estão construindocoletivamente. Sendo assim, avaliação não se resume apenas em perceber quanto o
    • aluno assimilou do conteúdo, nem examinar sua capacidade de tratar deste oudaquele tema. O ensino de Filosofia é, acima de tudo, um grande desafio. Ao avaliar, oprofessor deve respeitar as posições dos alunos, mesmo que não concorde comelas, pois o que está em jogo é a capacidade dele de argumentar e de identificar oslimites dessas posições. O que deve ser levado em consideração é a atividade comconceitos, a capacidade de construir e tomar decisões. É importante avaliar a capacidade do estudante de trabalhar e criar conceitos,fazendo-o observar que discurso tinha antes e qual discurso tem após o estudo deFilosofia.FísicaApresentação Geral da Disciplina A Física tem como objeto de estudo o Universo, em toda suacomplexidade. Por isso, a disciplina de Física propõe aos estudantes oestudo da natureza, embora os conhecimentos apresentados aosestudantes do Ensino Médio não são coisas da natureza, ou a próprianatureza, mas modelos de elaborações humanas. Na tentativa de resolver seus problemas de ordem prática e garantir suasubsistência, o olhar sobre a natureza tem origem em tempos remotos,provavelmente no período paleolítico. Assim, a astronomia, provavelmente seja amais antiga das Ciências, tendo encontrado sua racionalidade pelo interesse dosgregos em explicar as variações cíclicas observadas nos céus. Era o início doestudo dos movimentos. Já no século XX foi marcado por uma revolução no campo da Física. Em1905, Einstein propusera a teoria da relatividade. Isso permitiu que sedesenvolvesse a mecânica quântica. Através do Decreto Federal n. 355, de 13 de junho de 1946, foi criado oIbecc, Instituto de Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura. Na verdade foi aprimeira instituição brasileira direcionada ao ensino de Ciências.Após anos de estudo buscando uma prática pedagógica que melhor mostrasse oque é física e como trabalhá-la, chegou –se à conclusão de que a física deve educarpara a cidadania e contribuir para o desenvolvimento de um sujeito crítico capaz de
    • admirar a beleza da produção científica ao longo da história. Também deveconsiderar a dimensão do conhecimento sobre o universo de fenômenos e fazerperceber a não-neutralidade de sua produção, mas aspectos sociais , políticos,econômicos e culturais, seu comprometimento e envolvimento com as estruturasque representam tais aspectos. Deve-se ressaltar, ainda que a importância de um enfoque conceitual paraalém de uma equação matemática, sob o pressuposto teórico que afirma que oconhecimento científico e uma construção humana com significado histórico e socialconstrução humana com significado histórico e social.Fundamentos Teórico- Metodológicos A Física tornou-se indispensável para a formação da cidadania do homemcontemporâneo, devido ao ganho tecnológico dos últimos tempos O conhecimentoem Física é que permite criar modelos de evolução cósmica, investiga os mistériosdas partículas que compõem a matéria, desenvolve novas fontes de energia, crianovas tecnologias e desenvolve novos produtos. O ensino da Física deve contribuir para uma formação que permita aosalunos, interpretar fatos, fenômenos e processos naturais, do seu dia-a-dia, pra quehaja a interpretação do ser humano com a natureza em transformação. Para tanto éessencial que o conhecimento em Física seja explicitado como um processohistórico, objeto de contínua transformação e associado com outras formas deexpressão. Oferecendo esses conhecimentos, o ensino da Física promove a articulaçãode toda a visão do mundo moderno e revela a dimensão filosófica, com uma beleza eimportância que não devem ser substimadas no processo educativo. Para que essesobjetivos transformem-se em linhas orientadoras para a organização do ensino dafísica é imprescindível traduzi-lo de forma que possibilitem a independência de umafutura aprendizagem. O ensino da Física é colocado através de conceitos prontos, leis e fórmulasdistanciadas do mundo vivido pelos alunos e professores. Dando muita importância aabstração, enfatizando a utilização de fórmulas, em situações artificiais,desvinculadas da linguagem matemática que essas fórmulas representam de seu
    • significado físico efetivo. Insistindo na resolução da listas de exercícios repetitivos,pretendendo que o aprendizado ocorra pela automatização ou memorização e nãopela construção do conhecimento através das competências adquiridas. Faz-se necessário, rediscutir qual Física ensinar, para possibilitar umacompreensão melhor do mundo, e da formação cidadã mais adequada. Para queocorra esse novo ensino não existem fórmulas, nem receitas ou solução simples quegarantam o sucesso. As dificuldades irão surgir de acordo com a realidade, e oprofessor deverá resolvê-las da maneira que ele achar correto, desde que atinja odesenvolvimento do ensino na direção desejada. É imprescindível levar em consideração o mundo em que o aluno vive, suarealidade próxima ou distante, os fenômenos que lidam ou que despertam suacuriosidade. Esse deve ser o ponto de partida e também o de chegada, conduzindoas investigações de volta aos fenômenos significativos fazendo uso de uma novametodologia. O saber adquirido, através desse novo enfoque, leva as novascompreensões do mundo podendo ser prático, mas que permite ultrapassar ointeresse imediato.Conteúdos EstruturantesEnsino Médio1ª SérieFísica: estudo, aparelhos, divisão; Cinemática Escalar: posição e espaço, descriçãode movimentos; Velocidade escalar constante, variável, média; Movimento uniforme:equação dos espaços; Estudo vetorial dos movimentos. Deslocamento,Velocidade, Composição; Dinâmica: força: Tipos, Medida (Lei de Hooke),Resultante; Inércia; Massa: Peso e campo gravitacional; Aceleração escalar;Equação: movimento retilíneo, uniformemente variado, Torricelli; Movimento circularuniforme — Grandezas angulares, equação fundamental da dinâmica; Aceleraçãocentrípeta; Ação e reação; Corpo apoiado; Força de tração; Atrito; Leis de Newton;Óptica Geométrica: Cores dos objetos, sombra, penumbra, câmara escura,fenômeno da reflexão; Espelho plano e esférico; Leis da refração; Reflexão total;Dioptro plano; Lentes esféricas: estudo gráfico, analítico; Globo ocular e suasametropias; Energia e suas transformações: força constante, variável; Teorema daEnergia Cinética; Energia potencial gravitacional, elástica; Teorema da Energia
    • Mecânica; Potência e rendimento; Balística: Queda livre, lançamento horizontal eoblíquo; Estática.2ª SérieForça: movimento e impulso; Colisão contra obstáculo fixo: energia, coeficiente derestituição; Teorema do Sistema Isolado; Choque frontal; Eletricidade. Cargaelétrica e sua quantização; Processo de eletrização; Força elétrica e Lei de Coulomb;Campo elétrico: Trabalho e energia; Corrente elétrica: condições de existência;Resistência elétrica e Lei de Ohm; Associação de resistores; Geradores, circuitos emedidas elétricas; Eletromagnetismo. Campo de indução magnética; Forçamagnética; Hidrostática. Densidade, Pressão; Lei de Stevin: pressão hidrostática;Aplicação de Stevin: vasos comunicantes, prensa hidráulica; Teorema deArquimedes. Corpos totalmente e parcialmente imersos; Termofísica. Temperatura esuas escalas; Calor e mecanismos de transferência; Dilatação dos sólidos e doslíquidos; Quantidade de calor sensível; Mudanças de estado físico; Sistematermicamente isolado; Termodinâmica: gases ideais, força de pressão, energiainterna (gás monoatômico); 1ª lei da termodinâmica: aplicação nas transformaçõesgasosas; Ondulatória: Ondas: propriedades e classificação; Reflexão e refração depulsos em corda; Onda senoidal: formação, equação fundamental da ondulatória;Ondas em meios bidimensionais e fenômenos ondulatórios; Interferência de ondas eonda estacionária; Acústica: som (propriedades, características); Cordas vibrantes;Tubos sonoros; Efeito Doppler (qualitativo);3ª SérieGrandezas físicas; Força; Resultante; Componentes de uma força; Velocidadevetorial; Inércia; Massa e peso; Aceleração vetorial e de suas componentestangenciais e centrípeta; Princípio fundamental da dinâmica; Princípio da ação ereação; Estudo do plano inclinado; Estudo do movimento curvilíneo uniforme(cinemática) ; (dinâmica); Estudo da força de atrito; Estudo da força de atrito;Queda livre; Lançamento vertical, horizontal, oblíquo; Introdução à gravitação e àforça gravitacional; Força variando com tempo; Teorema dos sistemas; Colisãocontra obstáculo fixo: discussão sobre energia, coeficiente de restituição; Estudo dochoque frontal; Estudo do choque oblíquo; Hidrostática: densidade de um corpo emassa específica de uma substância; Pressão de uma força: definição, cálculo eunidade; Lei de Stevin; Teorema de Arquimedes; Estática do corpo rígido; Pontomaterial, repouso, movimento e trajetória; Velocidade escalar média; Movimento
    • acelerado e retardado; Movimentos uniformes; Equação de Torricelli ; Trabalho deuma força; Teorema da energia cinética; Energia potencial; Sistemas conservativos;Potência; Carga elétrica; Indução eletrostática; Lei de Coulomb; Campo elétrico;Linhas de força; Corrente elétrica, ddp e potência; Segunda lei de Ohm; Geradores elei de Pouillet; Voltímetro e amperímetro; Ponte de Wheatstone; Capacitores;Eletromagnetismo; Força magnética; Trajetórias; Indução eletromagnética; ÓpticaGeométrica; Estudo da reflexão; Estudo da refração: definição, conceito derefringência e índice de refração; Leis da refração; Fenômeno da reflexão total;Dioptro plano; Estudo das lentes esféricas; Termofísica; Estudo do gás ideal;Trabalho da força de pressão em uma transformação gasosa; 1ª Lei daTermodinâmica; Oscilações; Ondulatória; Acústica; Encaminhamento Metodológico Espera-se que o Ensino de Física venha dar subsídios ao aluno para ser bemsucedido em um mundo competitivo, para tanto se propõe, a utilização de materiaisdo dia-a-dia onde os conteúdos abordados tenham consonância com ainterdisciplinaridade.Serão utilizadas diferentes imagens óticas, como: fotografias, vídeos, aparelhoselétricos, meios de transportes, para observar suas transformações durante osprocessos, levando a investigação e compreensão. Essas atividades desenvolver–se-ão individual e coletivamente. Durante o processo ensino aprendizagem a compreensão das diversas teoriasfísicas envolverá investigação para que o aluno possa resolver problemas,desenvolvendo habilidades para medir e quantificar com réguas, balanças e outrosinstrumentos próprios, chegando a propor conclusões. Com visitas a centros de produção e pesquisas os alunos poderãodesenvolver relatórios individuais ou em grupo, consultando diversas fontes deconteúdos (livros, revistas, computadores). Estas atividades de pesquisa levarão oestudante a compreender o desenvolvimento histórico e a relação entre outrasdisciplinas.Avaliação A avaliação deve levar em conta os importantes aspectos históricos,conceituais e culturais, a evolução das idéias em Física e a não neutralidade daciência, nossa avaliação deve levar em conta o progresso do estudante quanto a
    • esses aspectos. Ainda, se o objetivo é garantir o objeto de estudo da Física, então,ao avaliar, deve-se também considerar a apropriação desses objetos pelosestudantes. Dessa forma, a avaliação deve ter um caráter diversificado,levando em consideração todos os aspectos: a compreensão dosconceitos físicos; a capacidade de análise de um texto, seja ele literárioou científico, emitindo uma opinião que leve em conta o conteúdofísico; a capacidade de elaborar um relatório sobre um experimento ouqualquer outro evento que envolva a Física. No entanto, a avaliação deve sim auxiliar o aluno na aprendizagem, ou seja,avaliar só tem sentido quando utilizada como instrumento para intervir no processode aprendizagem dos estudantes, visando ao seu crescimento.GeografiaApresentação Geral da Disciplina Na Antiguidade Clássica, muito se avançou na elaboração dossaberes geográficos. Ampliaram-se os conhecimentos sobre as relaçõessociedade-natureza, extensão e características físicas e humanas dosterritórios imperiais. Estudos descritivos das áreas conquistadas einformações sobre a localização , o acesso e as características dascidades e regiões dos Impérios eram conhecimentos fundamentais parasuas organizações políticas e econômicas. Nesse contexto, desenvolveram-se outros conhecimentos como os relativosà elaboração de mapas; discussões a respeito da forma e do tamanho da Terra, dadistribuição de terras e águas, bem como não-verdade, pois feriam a visão demundo imposta pelo poder político então estabelecido. A institucionalização da Geografia no Brasil, no entanto, consolidou-seapenas a partir da década de 1930, quando as pesquisas desenvolvidas buscavamcompreender e descrever o ambiente físico nacional com o objetivo de servir aosinteresses políticos do Estado, na perspectiva do nacionalismo econômico. Paraefetivar as ações relacionadas com aqueles objetivos, tais como a exploração
    • mineral, o desenvolvimento da indústria de base e as políticas sociais , fazia-senecessário um levantamento de dados demográficos e informações detalhadassobre os recursos naturais do país. Essa abordagem do conhecimento geográfico perpetuou-se por boa parte doséculo XX. Nas escolas brasileiras, a Geografia tinha um caráter decorativo eenciclopedista, focado na descrição do espaço, na formação e no fortalecimento donacionalismo, com um papel significativo na consolidação do Estado Nacionalbrasileiro. Essa corrente metodológica é conhecida como geografia tradicional. No entanto, no decorrer dos anos, preconizou-se para o ensino da Geografiauma análise social, política e econômica sobre o espaço geográfico. A compreensãoe incorporação da Geografia Crítica, é inegável, foram gradativas. A geografia torna-se uma disciplina pertinente e mutante, mas, dentro de suasabordagens, há conteúdos que a contempla e que também são inseridos em outrastemáticas, devido sua relevância. Isto ocorre, sobretudo, com os conteúdosreferentes à História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (lei 10.639/03), História eCultura Afro-Brasileira e Indígena (lei 9.795/99), pois estes abordam a diversidadecultural e contribuem para que não sejam difundidos idéias equivocadas, mas simque valorizem a identidade cultural, ressaltando a importância que o negro eindígena tiveram na formação social e cultural de nosso país.Fundamentos Teórico-Metodológicos Sob o enfoque social que os temas transversais oferecem, a Geografia é aciência que amplamente oferece instrumentos essenciais para a compreensão eintervenção na realidade social. Portanto, propõe-se uma nova concepção deGeografia, que compreenda a realidade da forma mais ampla possível já que é opróprio ser humano que passa a interferir nessa construção de maneira consciente epropositiva, para que se crie um espaço, melhor distribuído socialmente, menosagressivo e mais justo. O estudo da interação das sociedades na natureza como forma de construir oseu espaço, os vínculos que o ser humano cria com o meio ambiente e a suainteração com o mesmo são aspectos ricos que conduzem a uma reflexão dasrelações atuais dos seres humanos com aquelas que seus antepassadosestabeleceram com o espaço geográfico. Observando, assim, as influências culturais
    • e sociais que sofremos, e ressaltando a grande diversidade cultural que existe emnosso país (influência dos brancos, negros e indígenas). Para se chegar a esse termo de estudo da Geografia, a produção acadêmicareflete diferentes momentos onde se estabelecem reflexões distintas sobre osmétodos e o objeto do fazer geográfico. Assim, o estudo da paisagem como síntesede múltiplos espaços e tempos deve ser o ponto de partida e o de chegada para oconhecimento geográfico. É o ponto de partida porque é o dado da realidade que aspessoas percebem. É um conjunto de coisas da natureza (relevo, florestas, rios,etc.), nas suas relações sociais. A paisagem está sempre em mudança, é umaespécie de marca da história do fazer humano, do movimento da sociedade. Devemos ultrapassar o concreto aparente da paisagem para chegar aoconhecimento das relações sociais que a construíram. O entendimento dessasrelações é o ponto de chegada. O homem, para viver, necessita de ferro, sais minerais, manganês e outroselementos que fazem parte do seu metabolismo. Precisa também de oxigênio, que éobtido através da respiração e da água. Neste sentido, a atmosfera, a hidrosfera e alitosfera fazem parte integrante do homem e, assim, não se separa o homem danatureza. Isso também ocorre com as coisas da paisagem construída pelo homem:elas contêm matéria ou uma forma de natureza. Os prédios, por exemplo, sãoconstruídos de ferro, argila, cimento e água, etc. – eles são matérias culturalizadasadquirindo uma natureza humana. A Geografia estaria então identificada como a ciência que busca decodificaras imagens presentes no cotidiano, impressa e expressa nas paisagens e em suasrepresentações, numa reflexão direta e imediata sobre o espaço geográfico e olugar. O estudo da Geografia possibilita aos alunos a compreensão de sua posiçãono conjunto das relações da sociedade com a natureza; como e porque suas açõesindividuais ou coletivas, em relação aos valores humanos ou à natureza, têmconseqüências tanto para si como para a sociedade. Para tanto, deve-se criar e planejar situações nas quais o aluno possa utilizara observação, a descrição, a experimentação, a analogia e a síntese, com afinalidade de compreender e mesmo representar os processos de construção doespaço que se desenvolvem nos diferentes tipos de paisagens e territórios. Taisprocessos servirão para construir noções, definir os fenômenos, levantar problemas
    • e compreender as soluções propostas para conhecer e começar a operar com osprocedimentos e as explicações que a Geografia como ciência produz. Tal abordagem visa favorecer a compreensão de que o aluno é parteintegrante do ambiente e agente ativo e passivo das transformações na paisagem.Contribui também para a formação de uma consciência conservacionista e ambientalna qual se pensa sobre o ambiente não somente em aspectos naturais, mas tambémculturais, econômicos e políticos. Neste sentido, não se trata de jogar fora uma série de saberes que foramproduzidos pela geografia tradicional, mas sim de recontextualizá-los à luz de novascontribuições, capazes de explicar novos problemas que se expressam em âmbitolocal, regional, nacional e internacional. O homem deve saber localizar, perceber,analisar e compreender a extensão do fenômeno do qual está falando ou que estáacontecendo, para assim poder agir.Conteúdos EstruturantesHistória/Geografia1˚ anoIdentidade, Meio Ambiente, Água e ar, movimento e energia,observação, experimentos simples, levantar e testar hipóteses simples,localização; As diferenças culturais (negro, branco, índio)2˚ anoMeus amigos e eu: família, história, moradias; Meu corpo; Formas; Sala de aula;Comunicação; Relacionamento: grupos e regras; Índio Guarani; Diferenças sociais;O tempo de cada um e de todos; O sol.3˚ anoEspaços da escola; Espaços do bairro; Município: zona urbana e zona rural,população, história; Regras de convivência; Os municípios do passado (século XIX);Diversidade cultural e social (os povos indígenas, africanos e brancos colonizadores)4˚ ano
    • Municípios e estados; Região Nordeste; Região Sudeste; Região Sul; Região Centro-Oeste; Região Norte; Ser brasileiro (Solidariedade e cidadania);5˚ anoBrasil antes dos portugueses; Mapas; Descobrimento do Brasil (outras versões);Europeus; O lugar do índio; Os descobridores de ouro; Inconfidência Mineira; Famíliareal no Brasil; Independência do Brasil (movimento); Primeiro Império (começo efim); Imigrantes; Café e Indústria; Fim da escravidão (conseqüências); EstadosUnidos do Brasil; Geografia 5ª SérieConhecendo e desenhando a Terra; O Brasil e suas dimensões; Nação e território; Acidade e o campo; Os ambientes da Terra; A origem do Sistema Solar e a idade daTerra; O interior de nosso planeta; As rochas e os minerais; Tectônica de placas; Orelevo terrestre; Os pontos cardeais no mapa; O tempo e o clima; A dinâmica dotempo atmosférico; O clima e a paisagem vegetal; População; Formação dapopulação brasileira: os índios; Os tipos de mapas; Formação da populaçãobrasileira: os brancos; Formação da população brasileira: os negros; O Brasilmulticultural; Natalidade; O crescimento da população; A mortalidade; A formaçãodas cidades; O mundo urbano; Os problemas sociais urbanos; AtividadeCartográfica; Geografia do Paraná: Paraná – um estado brasileiro; Nosso espaço noBrasil; 6ª SérieO homem e a natureza; O uso econômico dos animais; O uso econômico dos solos;O uso econômico das plantas; Atividade Cartográfica; Agropecuária brasileira; O usoeconômico das águas; O uso econômico do subsolo; A indústria; A industrialização, acidade brasileira e os problemas ambientais urbanos; As divisões regionais do Brasil;O Complexo Amazônico; O Complexo Nordestino; O Complexo Centro-Sul; 7ª SérieAs diferentes formas de se dividir o mundo; As graves deficiênciassociais e econômicas nos países subdesenvolvidos; A Nova OrdemMundial; Aspectos naturais dos Estados Unidos; A população dos
    • Estados Unidos; A atividade industrial nos EUA; A atividade agrícola nosEUA; O crescimento urbano dos Estados Unidos; A estratégiaeconômica dos Estados Unidos; Os parceiros dos Estados Unidos noNafta: Canadá e México; A população, a estrutura étnica e o crescimentodemográfico da América LatinaA estrutura etária e ativa da população da América Latina; Aspectos naturais eeconômicos da América Central; Aspectos geopolíticos e naturais da América do Sul;Aspectos econômicos da América do Sul; A industrialização na América Latina; Oque é GPS; 8ª SérieAs paisagens naturais da Europa; O quadro humano da Europa; Aeconomia da União Européia; O espaço natural asiático; Aspectoshumanos da Ásia; A agropecuária asiática; A economia mineral-industrialasiática; O espaço africano; Aspectos humanos da África; A economiaafricana; Conflitos na África; O que é globalização; A dívida externa; Odomínio da tecnologia; O problema do desemprego; Os problemasambientais atuais; Atividade Cartográfica; Ensino Médio 1ª SérieEspaço geográfico: astronomia; Cartografia; Brasil: geografia, política; Geologia,Geomorfologia; Recursos metálicos no Brasil e no mundo; Combustíveis fósseis noBrasil e no mundo; Domínios climato-botânicos; Hidrologia geral; Questão agrária noBrasil; O mundo frio, temperado, tropical; 2ª SérieComplexo Regional: Centro-Sul, Amazônia, Nordeste; População: evoluçãoquantitativa, movimentos migratórios, estruturas, aspectos sociais e culturais;Formação étnica do Brasil: raças e etnias; Urbanização; modernização, problemas;Indústria; Zonas industriais: mundo atual, subdesenvolvido, meio ambiente; Setorterciário da economia; Circulação dos bens: comércio, transportes; Redes imateriais;Ordens internacionais;
    • 3ª SériePosição geográfica; Divisão regional; Estrutura geológica; Relevo; Recursosminerais; Combustíveis fósseis; Clima; Vegetação; Hidrografia; Bacia Amazônica;Bacia do Paraná; Bacia do São Francisco; Crescimento vegetativo; Estrutura etáriae ativa; Urbanização; Distribuição regional da indústria; Agricultura regional;Cartografia; Ordem da Revolução Industrial; Ordem da Guerra Fria; Nova OrdemInternacional; Europa: aspectos naturais, humanos, econômicos; América Anglo-Saxônica: aspectos naturais; Estados Unidos: aspectos humanos, econômicos;Japão: aspectos naturais, humanos e econômicos; Subdesenvolvimento; China;Índia; Ásia árida: aspectos naturais, econômicos; conflitos; África: aspectosnaturais, humanos, econômicos; América do Sul; Geopolítica ambiental.Encaminhamento Metodológico A finalidade do ensino de Geografia é a aquisição do conhecimento do espaçogeográfico quanto à sua origem/ocupação/organização/construção. Quando a criança entra na escola, traz um conhecimento não sistemáticosobre a realidade, adquirido no processo desocialização/individualização/socialização, que faz parte da sua vida. Cabe aoprofessor trabalhar o conhecimento formal com a finalidade de promover suaapropriação. Para que ocorra, por parte do aluno, o entendimento de sua participação narealidade em que vive, é fundamental a reelaboração das noções de relaçõessociais, de espaço, de tempo e dos conceitos de produção de necessidades etransformação para a compreensão/apreensão do conhecimento sobre o espaçogeográfico. O professor, articulando conteúdos e noções, facilitará para o aluno acompreensão global da organização de espaço e a aquisição de conceitosfundamentais da Geografia enquanto área do conhecimento, através de textos,debates, leituras, murais, palestras, aulas expositivas, resumos, análise de filmes enoticiários, aulas com o auxílio de transparências. Para tanto o professor fará aabordagem pedagógica que permita estabelecer o maior número de relaçõespossíveis.
    • Ao trabalhar as relações dinâmicas da sociedade, o professor explicará aoaluno o que são relações sociais - as estabelecidas entre os homens, as políticas, aseconômicas e as culturais – e que são praticadas devido às necessidades criadaspela própria sociedade. Para que haja a satisfação dessas necessidades, os homenstransformam o natural – matéria – em cultural, através do processo do trabalho. Oestudo da Geografia possibilita aos alunos a compreensão de sua posição noconjunto das relações da sociedade com a natureza; como e por que suas ações,individuais ou coletivas, em relação aos valores humanos ou à natureza, têmconseqüências tanto para si como para a sociedade. Para que isso aconteça, deve-se criar e planejar situações nas quais o alunopossa utilizar a observação, a descrição, à experimentação, à analogia e a síntesecom a finalidade de compreender e mesmo representar os processos que sedesenvolvem na construção do espaço nos diferentes tipos de paisagens eterritórios. Tais processos servirão para a construção de noções, espacializar osfenômenos, etc. O professor deve, como auxiliar do processo, articular e orientar o aluno atrabalhar de forma dinâmica e instigante, mediante situações que problematizem osdiferentes espaços geográficos, que disparem relações entre o passado e opresente, o específico e o geral, as ações humanas individuais e as coletivas, epromovam o domínio de procedimentos que permitam ao aluno fazer a leitura dapaisagem como um todo, nunca deixando de inferir aí a presença humana.Avaliação A avaliação está inserida dentro do processo de ensino/aprendizagem e,antes de tudo, deve ser entendida como uma das formas utilizadas pelos professoresavaliar a sua metodologia e o nível de compreensão dos conteúdos específicostratados durante um determinado período. Ao propormos avaliar uma turma de alunos, despertamos neles um certoreceio, pois todos saberão que avaliados de uma maneira padronizada, ou seja, quedesconsiderará a individualidade de cada aluno. Diante disso, deve-se evitaravaliações que contemplem apenas uma das formas de comunicação dos alunos, ouseja, apenas a escrita ou a interpretação de textos, porém não podemos abandonar
    • totalmente está prática, pois o nosso aluno encontrará esse tipo de situação nasociedade capitalista na qual ele está inserido. Propõe-se que o processo de avaliação esteja articulado com os conteúdosestruturantes apresentados e suas variações estudadas. Que essa avaliação sejadiagnóstica e continuada, e que contemplem diferentes práticas pedagógicas, taiscomo: leitura, Interpretação e produção de textos geográficos; leitura e Interpretaçãode fotos, imagens e principalmente diferentes tipos de mapas; provas objetivas esubjetivas e pesquisas bibliográficas, aulas de campo entre outros, cuja uma dasfinalidades seja a apresentação de seminários; leitura e interpretação de diferentestabelas e gráficos; relatório de experiências práticas de aulas de campo oulaboratório; construção de maquetes; produção de mapas mentais, entre outros. Destaca-se ainda, que a proposta avaliativa deve estar bem clara para osalunos, ou seja, que saibam como eles serão avaliados em cada atividade proposta.Além disso, a avaliação deve ser um processo não-linear de construções ereconstruções, assentado na interação e na relação dialógica que acontece entre ossujeitos do processo – professor e aluno.HistóriaApresentação Geral da Disciplina A História tem como objeto de estudo os processos históricos relativos àsações e às relações humanas praticadas no tempo, bem como a respectivasignificação atribuída pelos sujeitos, tendo ou não consciência dessa ações. Busca-se suscitar reflexões a respeito de aspectos políticos, econômicos,culturais, sociais, e das relações entre o ensino da disciplina com a produção doconhecimento histórico. Na década de 1970, o ensino da história era predominantemente tradicional,fosse pela valorização de alguns personagens como sujeitos da história e de suaatuação em fatos políticos, fosse pela abordagem dos conteúdos históricos deforma factual e linear. A prática do professor era marcada pelas aulas expositivas, apartir das quais cabia aos alunos a memorização e repetição do que era ensinadocomo verdade. Vale lembrar que durante o regime militar, a partir de 1964, o ensino daHistória foi marcado pelos debates teóricos sobre a inclusão dos Estudos Sociais na
    • escola desde o início da década de 1930. As experiências norte- americanas naorganização da disciplina passaram a fazer parte dos debates educacionais pormeio da Escola Nova. A partir de da Lei nº 5692/71, as disciplinas de História e Geografia foramcondensadas como áreas de Estudos Sociais, dividindo ainda a carga horária para oensino de Educação Moral e Cívica (EMC). Por sua vez, no segundo grau, a cargahorária de História foi reduzida e a disciplina de Organização Social e PolíticaBrasileira (OSPB) passou a compor o currículo. Então, o ensino da História distanciou-se da produção historiográficaacadêmica, envolvida em discussões a respeito de objetos, fontes, métodos,concepções e referenciais teóricos da ciência histórica. Na segunda metade da década de 1980 e no início dos anos 1990, cresceramos debates em torno das reformas democráticas na área e educacional, processoque repercutiu nas novas propostas do ensino de História. Essa discussão entreeducadores e outros setores da sociedade foi o resultado da restauração dasliberdades individuais e coletivas no país. Isso levou tanto à produção diferenciadade materiais didáticos e paradidáticos quanto à elaboração de novas propostascurriculares, em vários estados. A produção de livros didáticos e paradidáticosprocurou incorporar na nova historiografia e, em alguns casos, chegou a ditar ocurrículo. Modificou-se, por outro lado,a concepção de ensino de História tanto é queem 1990, o Paraná apresentou um modelo fundamentado na pedagogia histórico-crítica dos conteúdos, apresentava uma proposta curricular de História que apontavaa organização dos conteúdos a partir do do estudo da formação do Capitalismo nomundo Ocidental e a inserção do Brasil nesse quadro, de forma integrada pelaretomada da historiografia social ligada ao materialismo histórico dialético.Fundamentos Teórico-Metodológicos Levando em consideração os avanços que vêm ocorrendo nos meiosacadêmicos em relação às possibilidades da História e sua abrangência, buscou-secompatibilizá-los com seu ensino da Educação Infantil e no Ensino Fundamental.
    • O que se pretende com o ensino dessa disciplina é que o aluno tenha acessoao conhecimento historicamente acumulado e reflita criticamente sobre ele. A partirdessa aquisição e estabelecer relações com outras sociedades em outros tempos. Tradicionalmente, o ensino da História tem contemplado os feitos dos heróis,o relato dos acontecimentos grandiosos. A concepção que fundamenta esse ensino,remota ao século XIX, quando a ordem burguesa consolidou sua ascensão ao poder.A partir de então, a apreensão que se fez do passado e seu registro ocorreu sob aótica daquele poder ascendente, permanecendo até os dias atuais. Através doensino renovado da História, o que se pretende é o acesso à produçãohistoriográfica, considerando que o ―olhar para o passado‖ e o seu registro dependemuito de ―quem o faz‖ e ―para que o faz‖, e que a subjetividade sempre estevepresente no discurso do historiador. Faz-se necessário, então considerar ohistoriador, seu tempo. Então, o passado terá sempre muitas leituras. Com essa preocupação, o ensino da História propõe que alunos e professoresreflitam criticamente sobre o conhecimento, possibilitando a sua reelaboração. Essaconstrução se constitui num processo dinâmico, que contem avanços, recuos erupturas. O ensino e a aprendizagem da História envolvem uma distinção básica entre osaber histórico, como um campo de pesquisas e produção de conhecimento dodomínio dos especialistas, e o saber histórico escolar, como conhecimento produzidono espaço da escola. O ensino da História possui objetivo específico, sendo um dos mais relevanteso que se relaciona à constituição da noção de identidade. Assim, é primordial queesse ensino, estabeleça relações entre identidades individuais, sociais e coletivas. Com esses pressupostos busca-se uma nova identidade no ensino daHistória, que visa a constituição de uma nova identidade social do estudante.Conteúdos EstruturantesHistória/Geografia1˚ anoIdentidade, Meio Ambiente, Água e ar, movimento e energia,observação, experimentos simples, levantar e testar hipóteses simples,localização
    • 2˚ anoMeus amigos e eu: família, história, moradias; Meu corpo; Formas; Sala de aula;Comunicação; Relacionamento: grupos e regras; Índio Guarani; Diferenças sociais;O tempo de cada um e de todos; O sol.3˚ anoEspaços da escola; Espaços do bairro; Município: zona urbana e zona rural,população, história; Regras de convivência; Os municípios do passado (século XIX);4˚ anoMunicípios e estados; Região Nordeste; Região Sudeste; Região Sul; Região Centro-Oeste; Região Norte; Ser brasileiro (Solidariedade e cidadania);5˚ anoBrasil antes dos portugueses; Mapas; Descobrimento do Brasil (outras versões);Europeus; O lugar do índio; Os descobridores de ouro; Inconfidência Mineira; Famíliareal no Brasil; Independência do Brasil (movimento); Primeiro Império (começo efim); Imigrantes; Café e Indústria; Fim da escravidão (conseqüências); EstadosUnidos do Brasil; História 5ª SérieSherlock Holmes / arqueólogos e historiadores; Arqueólogo: trabalho, fósseis,laboratórios e centros de estudos; Historiador: coleta, pesquisa, relatos; PlanetaTerra; Humanos: origem, surgimento, processo de humanização; Grupos humanos:modo de vida, sobrevivência, descoberta do fogo; Esquimós; Egípcios; Os índiosguaranis do Brasil; Brasil: primeiros habitantes; Nações indígenas: as terras, grupos;Kamaiurá: Mavutsinin, o primeiro homem: Akuanduba; Tempo histórico ecronológico; Etnocentrismo; Egito (passado e presente); Rio Nilo; Estado esociedade no Egito; Faraó, deuses e o povo; As construções egípcias; Grécia:surgimento, invenção da política; Política: Oligarquia e da Democracia; Liberdade eescravidão; Esparta e Atenas; Grécia: Roma (origem, lenda); Monarquia; República
    • Romana; ristianismo; Império Romano; História do Paraná: Paraná – um estadobrasileiro; Nosso espaço no Brasil; A história da nossa terra. 6ª SérieImpério Bizantino: centralização, hierarquia; Roma Ocidental e Oriental; Oriente e oOcidente; Bárbaros; Germânicos; Guerreiros; Religião; Império Romano do Ocidente;Períodos da História (a.C. e d.C.); Feudalismo; O poder da Igreja Católica; Osfeudos; Sociedade feudal; Os nobres; Os cavaleiros; Os servos; As bruxas;Civilização árabe; Arábia pré-islâmica; Maomé e o islamismo; Corão; A Unificação;Expansão árabe; Inovações técnicas e aumento demográfico; Jerusalém; Comércio;Novas profissões e atividades; Peste negra na Europa; Os mercadores e o rei; Orenascimento cultural; Homem, centro do mundo; A pintura, a escultura e a literatura;A Reforma Protestante; Henrique VIII; A Contra-Reforma; Concílio de Trento; Asgrandes navegações; Encontro da América; Os povos pré-colombianos; Europeus doséculo XV; A guerra; Conquistar para explorar; A chegada de Cabral; As expediçõesexploradoras; Escambo; As feitorias; A colonização; O açúcar; A sociedade. Históriado Paraná: A formação das cidades do Paraná; Paraná – popular e o pitoresco; Ossímbolos do Paraná. 7ª SérieA Europa na Idade Média: Revisão; Os reis comandam seus países; O absolutismo;O mercantilismo; Antigo Regime; O absolutismo inglês; O Parlamento inglês; ARevolução Gloriosa; Liberalismo político; O iluminismo; John Locke; Montesquieu;Voltaire; Rousseau; Liberalismo econômico; Liberalismo clássico; Iluminismo naAmérica; 1776: a independência dos Estados Unidos; A Revolução Francesa I ; Aeconomia; A organização social ; Política: absolutismo X iluminismo; A RevoluçãoFrancesa II; Os girondinos; Os jacobinos; O Pântano; República Girondina (1792-1793); República Jacobina (1793-1795); Diretório (1795-1799); Os fins e os meios deNapoleão; França x Inglaterra; Século XVII: o inferno português; Ouro no Brasil; Ocontrole metropolitano; Destino do ouro brasileiro; Liberalismo contra o PactoColonial; Inconfidência Mineira; Conjuração Baiana; A História oficial; A família realno Brasil; A abertura dos portos; O processo de independência; A Constituição daMandioca; Constituição outorgada de 1824; Conflitos no império; Nova fase doCapitalismo; As fábricas; O ludismo; O cartismo; A Segunda Revolução Industrial;Neocolonialismo; Etnocentrismo e violência; O mundo burguês; Conflito:trabalhadores contra burgueses; Socialismo Científico; Anarquismo; As revoltas
    • regenciais; O Segundo Reinado; Os acordos políticos; O rei café; O movimentoabolicionista; A imigração. História do Paraná: A história da industrialização do nossoestado; A produção dos nossos campos e indústrias; O governo paranaense. 8ª SérieAs heranças do século XIX; Excesso de concorrência; Os nacionalismos aumentamas rivalidades; A construção das alianças militares; A eclosão do conflito: a PrimeiraGuerra Mundial; A Revolução Russa; O governo provisório; A terceira revolução;Socialismo x capitalismo; Conseqüências da Revolução Comunista; A proclamaçãoda República; A República dos fazendeiros; A política dos governadores; O Brasilrepublicano; A Revolta da Vacina; As greves; O período entre as duas GuerrasMundiais (1919-1939); Crise econômica e radicalização política; Totalitarismo;Nacionalismo; Militarismo; A ascensão do fascismo na Itália; O nazismo; A guerracivil espanhola; A Segunda Guerra Mundial; A crise da Primeira República; Aformação da Aliança Liberal; A Revolução de 1930; O populismo; Comunismo efascismo; Industrialização subsidiada pelo Estado; A cultura a partir de 1930;Décadas de 1950 e 1960; A democracia; O governo JK; Jânio Quadros; A crisepolítica da sucessão; O Brasil em 1960; Governo de João Goulart (1961-1964);Instalação da ditadura militar; A cultura em 1960: trevas e luzes; A aldeia global; Oenfraquecimento do regime militar; Governo Figueiredo; O governo Sarney;Constituição de 1988; O Plano Cruzado; Eleições diretas; Collor; Itamar Franco;Fernando Henrique Cardoso; Complexidade do final do século XX; As questõesecológicas; O futuro do trabalho. História do Paraná: Os primeiros habitantes doParaná; A história do litoral paranaense; Estudo sobre Fundação de Curitiba. Ensino Médio 1ª SériePré-História; Civilização egípcia, mesopotâmica, hebraica, fenícia e persa;Civilização grega; Civilização romana; Roma Oriental: Bizâncio; Idade Média: Alta eBaixa; Cultura medieval; Renascimento cultural; Reforma religiosa; RevoluçãoComercial; O Antigo Regime europeu: o absolutismo e o iluminismo; O mercantilismoe a colonização brasileira; Brasil Colônia; América pré-colombiana; Colonização daAmérica Espanhola e Inglesa; A crise do Antigo Regime: a independência dos EUA;Revolução Francesa; Europa e a Revolução Industrial; Independência brasileira;História do Paraná: Caminhos antigos do Paraná; Os tropeiros no Paraná; Chegadados imigrantes no estado.
    • 2ª SérieAmérica Espanhola: independência; Brasil Império: Primeiro Reinado, PeríodoRegencial; Europa: liberalismo econômico e socialismo, unificações; França: séculoXIX; América: os EUA no século XIX (a Guerra de Secessão); Segundo Reinadobrasileiro: política interna, economia cafeeira, sistema escravista, declínio do Império;Imperialismo do século XIX: partilha da África, Ásia, as crises imperialistas; PrimeiraGuerra Mundial: causas, Sistema de Versalhes; Revolução Russa; Crise de 1929 e aGrande Depressão; República Velha: crise da República, evolução econômica,mecanismos políticos de domínio oligárquico, primeiros abalos do regime oligárquico,declínio das oligarquias; Europa: o fascismo e o nazismo; Segunda Guerra Mundial:causas, e os acordos de paz; República Populista — Era Vargas: processo deindustrialização, governo provisório, constitucional, Estado Novo; O mundo: pós-guerra, Guerra Fria; República Populista: Democracia populista; Brasil: RegimeMilitar; O fim da Guerra Fria; O mundo atual; Brasil: Nova República, atual; Históriado Paraná: O Paraná transforma-se em província; Revolução Federalista; Osaspectos econômicos do estado; A cultura Paranaense. 3ª SérieIntrodução à História e à Pré-História; Civilização Grega; Civilização Romana; AltaIdade Média; Baixa Idade Média; A Cultura Medieval; O Renascimento Cultural eCientífico; A Reforma Religiosa; A Revolução Comercial e a Expansão UltramarinaEuropéia; O Absolutismo; Mercantilismo e Colonização Brasileira; Brasil Colônia; AAmérica Pré-Colombiana; As colonizações espanhola e inglesa; O Iluminismo; AIndependência dos EUA; A Revolução Francesa; Napoleão e o Congresso deViena; A Revolução Industrial; O processo de Independência brasileiro; AIndependência da América Espanhola; Brasil Monárquico: o Primeiro Reinado;Brasil Monárquico: o Período Regencial; O Liberalismo econômico e o socialismo; AFrança no Século XIX e as Unificações; Os EUA no século XIX – A Guerra deSecessão; O Segundo Reinado Brasileiro: O declínio do Império; Imperialismo; Ascrises Imperialistas e as causas da Primeira Guerra Mundial; A Primeira GuerraMundial e o Sistema de Versalhes; A Revolução Russa; A Crise de 1929 e aGrande Depressão; A República Velha; O Fascismo e o Nazismo; A SegundaGuerra Mundial; A República Populista; O Mundo do pós-Segunda Guerra; OMundo da Guerra Fria; O Brasil: O Regime Militar; O fim da Guerra Fria; O MundoAtual; O Brasil Contemporâneo;
    • Encaminhamento Metodológico. Entendendo a História como produto da ação de todos os homens, numprocesso dinâmico e contraditório, vemos a necessidade de uma crítica em relaçãode como vem sendo trabalhada essa disciplina. O trabalho com conteúdo de História deve levar à compreensão de que associedades não são naturais, mas construídas pelos homens, estão sempre emmovimento e em transformação no tempo. As noções temporais devem ser trabalhadas através da construção da linhado tempo, que é a representação gráfica da vida de uma pessoa ou de umasociedade, pontuado por acontecimentos significativos. Nela são trabalhadas asnoções de sucessão e transformação. Nas séries iniciais, o trabalho com a linha do tempo poderá ser desenvolvidocom a história da vida do aluno. Através da comparação de diferentes linhas dotempo – dos colegas, dos professores, assim o aluno vai aprendendo as noções desimultaneidade, multilinearidade e geração. Desde os primeiros anos de vida, oindivíduo pode sentir o processo histórico como fato presente em sua vida, sentindocomo exemplo, como se dá o decorrer do seu dia e assim sucessivamente. O ensino da História faz uso de diferentes linguagens: fotografias, filmes,textos variados, objetos, pesquisas, literatura, poesias, música e charges para acompreensão do processo de construção da realidade. Em todas as séries, o professor usará as aulas expositivas, as observações,as discussões, as viagens, logo as reflexões devem ser sistematizadas através daprodução de textos individuais e coletivos, desenhos, poesias, jornais, painéis eoutros, tão possíveis dentro do processo escolar. Para se concretizar esta proposta,impõe-se à necessidade de critérios minuciosos na escolha dos textos de apoio, autilização de uma boa bibliografia e um esquema de reuniões para trocas deaprendizados de professores com a supervisão e direção do estabelecimento. Durante todo o processo de aprendizagem a pesquisa e a coleta devemfundamentar a construção de uma ou mais respostas para os inúmerosquestionamentos que surgirão durante todo o processo de aprendizagem.Avaliação
    • Ao propor reflexões sobre a avaliação no ensino de História objetiva-sefavorecer a busca da coerência entre a concepção de História defendida e aspráticas avaliativas que integram o processo de ensino e de aprendizagem. Nestaperspectiva, a avaliação deve estar colocada a serviço da aprendizagem de todos osalunos, de modo que permeie o conjunto das ações pedagógicas, e não como umelemento externo a este processo. A partir da avaliação diagnóstica, tanto o professor quanto os alunos poderãorevisitar as práticas desenvolvidas, até então, para identificar lacunas no processo deensino e aprendizagem, bem como planejar e propor outros encaminhamentos quevisem à superação das dificuldades constadas. Retomar a avaliação com os alunos permite ainda situá-los como parte de umcoletivo, onde a responsabilidade pelo e com o grupo seja assumida com vistas àaprendizagem de todos. Segundo Giroux ―através do diálogo em grupo, as normasde cooperação e sociabilidade compensam a ênfase do currículo oculto tradicionalna competição e individualismos excessivos‖. Ao propor uma maior participação dos alunos no processoavaliativo, não se pretende esvaziar o papel do professor, mas ampliar osignificado das práticas avaliativas para todos os envolvidos. No entanto,é necessário destacar que cabe ao professor planejar situaçõesdiferenciadas de avaliação. A principal finalidade do acompanhamento do processo ensino-aprendizagemé dar uma resposta ao professor e ao aluno sobre o desenvolvimento desseprocesso e, assim, permitir refletir sobre o método de trabalho utilizado peloprofessor, possibilitando o redimensionamento deste, caso seja necessário. O alunodeverá entender, que as relações de trabalho, as relações de poder constituemjuntamente com as relações culturais, o processo histórico. E compreender que oestudo do passado se realiza a partir de questionamentos feitos no presente pormeio da análise de diferentes documentos históricos. O aluno nos últimos anos de estudo deverá compreender como se encontramas relações de trabalho no mundo contemporâneo, como estas se configuraram ecomo o mundo do trabalho se constituiu em diferentes períodos históricos,considerando os conflitos inerentes às relações de trabalho.
    • Já quanto às relações culturais, o aluno deverá reconhecer a si e aos outroscomo construtores de uma cultura comum, compreendendo a especificidade de cadasociedade e as relações entre elas. O aluno deverá entender como se constituíramas experiências culturais dos sujeitos ao longo do tempo e detectar as permanênciase mudanças nas diversas tradições e costumes sociais. O professor deve se utilizar de diferentes atividades como: leitura,interpretação de análise de textos historiográficos, mapas e documentos históricos;produção de narrativas históricas, pesquisas bibliográficas, sistematização deconceitos históricos, apresentação de seminários, provas objetivas e discursivasentre outras.Língua Portuguesa e LiteraturaApresentação Geral da Disciplina Como disciplina escolar, a Língua Portuguesa passou a integrar oscurrículos escolares brasileiros somente nas últimas décadas do séculoXIX, depois de já há muito organizado o Sistema de Ensino, contudo, apreocupação com a formação do professor dessa disciplina teve inícioapenas nos anos 30 do século XX. O que se observa no Ensino de Língua Portuguesa é um ensino elitista quese manteve até o século XX, quando se iniciou no Brasil, a partir de 1967, umprocesso de democratização do ensino, com a ampliação de vagas, eliminação doschamados exames de admissão, entre outros fatores. Através da Lei nº 5692/71, a disciplina de Português passou a denominar-se,no primeiro grau, Comunicação e Expressão (nas quatro primeiras séries) eComunicação em Língua Portuguesa (nas quatro últimas séries). Em decorrênciadisso, a Gramática deixava de ser o enfoque principal do ensino da língua e a teoriada comunicação passava a ser o referencial, embora, nas salas de aula,permanecesse o normativismo. Já durante a década de 1970 e até os primeiros anos da década de 1980, oensino da Língua Portuguesa passou a se pautar em exercícios estruturais, técnicasde redação e treinamento de habilidades de leitura.
    • Por outro lado, até meados do século XX, para o ensino da Literatura,vigorou-se o cânone, baseado na Antiguidade Clássica, quando o principalinstrumento do trabalho pedagógico eram as antologias literárias. Até as décadas de1960-70, a leitura do texto literário, no ensino primário e ginasial, transmitia a normaculta da língua com base em exercícios gramaticais e estratégias para incutir valoresreligiosos, morais e cívicos. Como tentativa de rompimento com essa prática, aabordagem do texto literário passou a centrar-se numa análise literária simplificada,a partir de questionários sobre personagens principais e secundários, tempo eespaço da narrativa. Já na década de 80, os estudos lingüísticos mobilizaram os professores paraa discussão e o repensar sobre o ensino da língua materna e para a reflexão sobre otrabalho realizado na sala de aula. Dessa forma o objetivo da disciplina é reconhecer a importância na normaculta da língua, de maneira a propiciar acesso aos recursos de expressão ecompreensão de processos discursivos, como condição para tornar o aluno capazde enfrentar as contradições sociais em que está inserido e para a afirmação de suacidadania, como sujeito singular que é coletivo.Fundamentos Teórico-Metodológicos Dentro da linguagem, existe um caráter mutável. O ensino da LínguaPortuguesa tem passado, nos últimos anos, por mudanças que refletem umatendência metodológica pensada a partir da concepção de língua como forma deinteração social. Torna-se indispensável que o ensino se fundamente no conhecimento sobre,as relações entre linguagem e sociedade, revelando os pressupostos sociaislingüísticos dessas relações, para que seja um ensino, realmente competente ecomprometido com o social. Permitimo-nos repensar sobre o ensino da leitura eescrita considerando não só o conhecimento didático acumulado, mas também ascontribuições de outras áreas como a psicologia da aprendizagem, a psicologiacultural e as ciências da linguagem. Deve-se considerar que a transversalidade na Língua Portuguesa, ofereceinúmeras possibilidades de trabalho e a transversalidade dos conteúdos, uma vezque está presente em todas as situações de ensino e aprendizagem e serve de
    • instrumento de produção de conhecimentos em todas as áreas e temas. Convémsalientar que a linguagem possibilita ao homem a apreensão do mundo exterior e lhedá condições para entendê-lo e se posicionar criticamente perante os outros,tornando-se o agente transformador na sociedade. No que diz respeito à interpretação de texto, é importante que o trabalhoesteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula. O aluno precisa ver, notexto, algo que ele consiga relacionar com a sua realidade para que, associando tudoo que o envolve e integrando-se com o mundo, possa manter com este uma relaçãodialética. O ensino da Língua Portuguesa, não deve ser ensinado de formadescontextualizada como antes vinha sendo ensinado na maioria das escolas, massim deve-se, sempre que possível, ser abordado de maneira em que o aluno possadesenvolver habilidades cognitivas ( como raciocínio lógico) para poder compreendera estrutura lingüística de sua língua materna e saber aplicar os princípios essenciaisna fala e na escrita.Conteúdos Estruturantes1˚ anoConsciência fonológica e princípio alfabético: - Identificar diferentes sons; Identificar e produzir rimas; Identificar e respeitarritmo; Identificar os fonemas mais característicos das letras da língua portuguesa;Demonstrar que conhece o princípio alfabético (que sons correspondem a letras evice-versa); Analisar e sintetizar sons. Escrita: - Escrever letras de fôrma legíveis; Identificar letras de fôrma, maiúscula eminúscula; Adquirir postura e manuseio adequado do lápis. Decodificação: - Demonstrar o domínio do código alfabético da língua portuguesa,identificando o som mais característico de cada letra do alfabeto; Analisar e sintetizarsons a partir de estímulos auditivos (oral, ditado) e visuais (leitura); Identificarpalavras escritas usando mecanismos de decodificação.2º Ano
    • Práticas de leitura; Alfabeto; Rima; Palavras; Sons; Vogais e consoantes; Dígrafos;Linguagem; Pontuação; Parágrafo; Rima; Acentos; Nomes próprios e comuns (letramaiúscula); Encontros consonantais; Ordem alfabética; Entonação;3˚ anoLeitura compreensiva; Palavras; Rimas; Nomes próprios / início de frases; Separaçãode sílabas no final da linha; Frase: ponto final; Derivação; Onomatopéia; Pontuação eentoação; Sílabas: separação e classificação; Paragrafação; Sinônimos e antônimos;Substantivo; Adjetivo; Ortografia; Acentuação;4˚ anoLeitura compreensiva; Substantivos e adjetivos; Tempos verbais; Ortografia;Pontuação e acentuação; Formação das palavras; Pronomes; Homônimos eparônimos; Advérbios; Interjeições;5˚ anoLeitura compreensiva; Tempo verbal; Pronomes; Derivação e formação de palavras;Preposições; Linguagem textual;Literatura:De 1˚ ao 5˚ ano: serão trabalhados os livros bimestrais os quais são divulgados noinício de cada ano.5ª SérieAdjetivo: caracterização e função; Variação de gênero, número, grau; Derivaçãoimprópria: substantivo e adjetivo; Acentuação: palavras proparoxítonas; Pontuação:vírgula separando elementos de enumeração; Uso da letra maiúscula inicial: iníciode frase e substantivos próprios; Ortografia: cognatos e sufixo -ês, -esa em título ehonra ou naturalidade; onomatopéia; situações com adjetivos; poema comsonoridade intensa e ritmo marcado; permuta de letra; gênero do substantivo; Verbo:caracterização e função; Tempos básicos; presente, pretérito, futuro; Desinências;Advérbio: caracterização e função; Locução adverbial; Gradação; Variedadeslingüísticas; Variação de registro;Numeral: caracterização e função; Subclasses:cardinal, ordinal, fracionário, multiplicativo; Escrita por extenso de alguns numerais;Pronome: caracterização e função; As pessoas do discurso; Pronomes pessoais,possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos; A fala das personagens nashistórias em quadrinhos; características do discurso direto; verbete de dicionário;Ortografia de alguns advérbios e locuções adverbiais; uso de eu e mim;
    • Características lingüísticas do texto informativo; Preposição: caracterização e função;Significado; Locução prepositiva; Preposição + outras palavras; característicaslingüísticas do texto jornalístico; A palavra a: artigo, pronome, preposição; Crase:definição e ocorrências; A extensão do sentido das palavras: termos genéricos etermos específicos; Acentuação: palavras paroxítonas; Diferença de uso: a/em; deencontro a/aoencontro de; a fim de/afim de; Pontuação: uso da vírgula em frases ouexpressões informativas/explicativas; Alguns casos de crase; Frase: conceituação;Entonação e pontuação; Contexto e situação; Frase, oração, período; Interjeição:caracterização e função; Conjunção: caracterização e função; Termos básicos daoração: sujeito e predicado; Tipos de sujeito: determinado (oculto, simples,composto), indeterminado, inexistente; Diferença entre mas, mais, más;Concordância verbal: regra básica; Ortografia: terminações - ãoe -amnas formasverbais;6ª SérieUso do infinitivo impessoal com valor de imperativo; Caracterização do substantivopelo reconhecimento das palavras que o acompanham (adjetivo, artigo, pronomeadjetivo, numeral); O futuro do presente. Emprego com valor de imperativo;Ortografia: -oso, -ês/-esa, -ez/eza, -isar/-izar; Ordem inversa dos termos na frase:ênfase e nuances; Onomatopéias; Ortografia e acentuação: sufixos, x/ch, formaverbal com — sse-; Preposição, locução prepositiva, contração/combinação; Uso deiniciais maiúsculas;Função dos pronomes pessoais retos e oblíquos e dos pronomes possessivos;Função dos pronomes demonstrativos e dos indefinidos; Uso dos principaispronomes de tratamento; Pronomes interrogativos; Pontuação: uso da vírgulaseparando expressões intercaladas, elementos enumerados, seqüência de ações evocativo; Retomada de assunto: nome, verbo, sujeito e predicado; Predicado verbale predicado nominal; Tempos verbais do indicativo: presente; pretérito perfeito,imperfeito e mais-que-perfeito; futuro do presente e futuro do pretérito; Ortografia: x,viagem/viajem, trás/traz, sufixos -eza e –agem;Tipos de sujeito; oração sem sujeito; Predicação verbal: verbo intransitivo e verbotransitivo; Verbo transitivo direto e verbo transitivo indireto; Verbo transitivo comelipse do complemento; Predicado nominal; características do predicativo dosujeito.Concordância nominal; Concordância verbal; Verbos: tempos do futuro do
    • indicativo; Pontuação: emprego da vírgula (adjunto adverbial iniciando frase;expressões explicativas; não e sim enfáticos ); dois pontos; aspas;ponto final; Pronomes substantivos e pronomes adjetivos; Verbos: exercícios comtempos do indicativoPredicação verbal: exercícios com verbo de ligação, intransitivo e transitivo; Adjuntoadnominal e adjunto adverbial;7ª SériePronomes e tempos verbais utilizados no poema lírico "Pela rua", de Ferreira Gullar;O presente e o imperfeito do subjuntivo no poema citado; Imperativo: formação eemprego; Categorias gramaticais da palavra a; Características da linguagemjornalística; Vozes do verbo: ativa e passiva; Ambigüidade.Complemento verbal: objeto direto; representação por pronome oblíquo átono;Complemento verbal: objeto indireto; representação por pronome oblíquo átono;Regência verbal: agradar, aspirar, assistir, implicar, ir, namorar, (des)obedecer,perdoar, preferir, querer; Recursos estilísticos: personificação, pleonasmo, gradação,repetição, inversão, antítese; Crase: conceituação e emprego; Voz passivapronominal; Voz reflexiva. Recursos da linguagem jornalística; Aposto:características e diferença em relação ao adjunto adnominal; Oração com valor deadjetivo: características; Pontuação: emprego da vírgula; Tipos de predicado: verbal,nominal, verbo-nominal; Predicativo do sujeito e predicativo do objeto: estrutura dafrase com esses predicativos; Complemento nominal: características e diferença emrelação ao adjunto adnominal; Tabela-síntese dos termos da oração; Transformaçãode frases usando recursos expressivos da língua; Evolução da língua:arcaísmos/neologismos/estrangeirismos; As classes gramaticais da palavra a:preposição, artigo, pronome; termos ligados ao verbo: objeto direto, objeto indireto,agente da passiva; termos ligados ao nome: complemento nominal, predicativo,aposto.8ª SérieA linguagem no soneto camoniano "Amor é fogo que arde...": predicado nominal,predicativo, adjuntos adnominais, orações adjetivas; A linguagem no citado soneto:voz passiva pronominal; Predicação verbal: predicado verbal, predicado nominal,predicado verbo-nominal; Frase, oração, período; Frase e estilo: subversão da normagramatical, tipos de discurso, frase telegráfica; Reconhecimento do período simples edo período composto; Encadeamento de orações no período composto. A formação
    • do período composto: graus de coesão e dependência entre orações; Acoordenação: orações assindéticas e sindéticas; Classificação das oraçõescoordenadas sindéticas; reelaboração de orações de acordo com o sentido dasconjunções coordenativas; Pontuação: emprego da vírgula entre oraçõescoordenadas; A subordinação: oração principal e orações equivalentes a substantivo,adjetivo, advérbio; Orações subordinadas substantivas: classificação ecaracterísticas; Oração subordinada adjetiva: características e classificação emrestritiva e explicativa; Orações subordinadas adjetivas e regência verbal: construçãode orações adjetivas em que o pronome relativo é precedido por; preposição;Organização do período composto: emprego da coordenação e da subordinação notexto e paralelismo; Pontuação: a vírgula entre orações subordinadas; Oraçãosubordinada adverbial; Palavras, expressões e estruturas frasais indicadoras decircunstâncias. Colocação dos pronomes oblíquos átonos: ênclise, mesóclise,próclise; Emprego dos tempos verbais do indicativo; Emprego dos tempos verbais dosubjuntivo; Emprego do imperativo afirmativo e negativo; Emprego das formasnominais do verbo.Literatura:De 5a a 8a Séries: serão trabalhados livros mensais os quais são divulgados atravésdo Cronograma de Literatura, no início de cada ano.Ensino Médio1ª SérieGramáticaImportância social da língua, falar bem x falar correto; Mecanismos produtores desentido — Seleção, Combinação, Coesão e coerência; Morfossintaxe — Osubstantivo e o verbo, os pronomes, os relatores; Apreensão e compreensão —Intertextualidade; Formação de palavras; Tematização e figurativização; Conjugaçãoverbal: tempos presente, perfeito, Uso dos tempos.LiteraturaNoções elementares de poesia: metrificação e rima; Denotação e conotação. Noçãode retórica e de figura de linguagem; Figuras de harmonia, construção, pensamento;Fanopéia. Tropos de similaridade, contigüidade; Gêneros e Escolas literárias;Tradições artísticas; Trovadorismo; Humanismo: a crônica de Fernão Lopes,Cancioneiro Geral, o teatro de Gil Vicente; Renascimento, Classicismo e Maneirismo;Luís de Camões. Poesia épica: Os Lusíadas, Poesia lírica: Rimas; Literatura de
    • informação e de formação no Brasil do século XVI; O Barroco: prosa de PadreAntônio Vieira, poesia de Gregório de Matos; O Arcadismo; Uma epopéianeoclássica: O Uruguay, de Basílio da Gama, poesia de Tomás Antônio Gonzaga,poesia de Bocage; Estudos e gêneros literários: Prosa; O Romantismo: em Portugal,poesia e prosa brasileira.2ª SérieGramáticaTextos do universo comentado; A sintaxe: marcadores da coesão na frase — Sujeitoe predicado; Termos do verbo — O pronome se; Termos do nome; Traçosqualificantes do texto dissertativo; Sintaxe dos pronomes; Período composto:orações subordinadas e coordenadas; Argumentação; Pontuação; Regência; Crase;Colocação; Recursos discursivos; Concordância; Fonética; Ortografia; Acentuação;LiteraturaRealismo: correntes estilísticas na prosa de ficção; Realismo em Portugal. A poesiade Antero de Quental. Eça de Queirós: A cidade e as serras; Realismo-Naturalismono Brasil: Aluísio Azevedo: O Mulato; Realismo de Machado de Assis: Memóriaspóstumas de Brás Cubas. Dom Casmurro; Raul Pompéia: O Ateneu; Parnasianismo:Olavo Bilac; Simbolismo em Portugal: Camilo Pessanha e no Brasil: Cruz e Souza;Pré-Modernismo: Augusto dos Anjos, Euclides da Cunha, Lima Barreto, MonteiroLobato; Vanguardas artísticas européias; Modernismo português: Fernando Pessoa— heterônimos, poesia ortônima; A prosa modernista em Portugal; Modernismobrasileiro: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira; A prosa neo-realista de Graciliano Ramos; A poesia de Carlos Drummond de Andrade, de JoãoCabral de Melo Neto; O regionalismo universalista de João Guimarães Rosa; A prosaintimista de Clarice Lispector;3ª SérieGramáticaLinguagem utilitária; Seleção e combinação de palavras; Mecanismos decombinação de palavras; Semântica; Generalidades sobre classes de palavras;Processos de formação de palavras; Sujeito e predicado; Período simples; Sintaxedos pronomes pessoais; Período composto: A subordinação, A coordenação; Apontuação; Regência; Crase; Verbo: tempo do presente; tempos do perfeito; Uso dostempos; Concordância; Colocação pronominal; Tipos de discurso;Literatura
    • Teoria da poesia;; Teoria da prosa; Trovadorismo; Humanismo – O teatro de GilVicente; Renascimento e Classicismo; A poesia lírica de Camões – Estudo dosSonetos; Camões épico; Barroco; Neoclassicismo/Arcadismo; Romantismo;Poesia romântica brasileira: Gonçalves Dias; Álvares de Azevedo; Castro Alves; Aficção romântica no Brasil: Manuel Antônio de Almeida; José de Alencar;Realismo/Naturalismo; Poesia realista em Portugal; Eça de Queirós; AluísioAzevedo; Raul Pompéia; Machado de Assis; Parnasianismo; Simbolismo; Pré-Modernismo; O Modernismo; Portugal (Orpheu), Brasil (Semana de 22);vanguardas; Fernando Pessoa; Mário de Andrade; Mário de Andrade; Oswald deAndrade; Manuel Bandeira; Carlos Drummond de Andrade; Graciliano Ramos;João Cabral de Melo Neto; Guimarães Rosa; Clarice Lispector; Painel da literaturacontemporânea.Encaminhamento Metodológico Cabe ao professor trabalhar com os usos da linguagem e com atividades de operação e reflexão para, posteriormente, chegar a um trabalho de sistematização gramatical. Através da mediação, o professor utilizar-se-á dos saberes anteriores do alunopara ancorar os novos saberes, para tanto, colocará o texto do aluno como centro ecomo ponto de partida para outros trabalhos. Todo aluno, após um período deescolarização, traz consigo um conhecimento lingüístico adquirido nas sériesanteriores, bem como a interação com seu grupo social. O objeto da educação é a socialização do saber, e cabe à escola identificar oselementos culturais que se constituem como essenciais para que o homem exerça,conscientemente, sua cidadania como agente transformador da realidade. Umencaminhamento metodológico é eficaz na medida em que oportuniza o saber demaneira diversificada, isto é, permite a realização de atividades que possibilitem avivência, pois é através dela que se dá a construção dos significados doconhecimento. Pode-se se referir ao aprender: falando, lendo, dramatizando,produzindo nas diferentes linguagens, individualmente, em pequenos e grandesgrupos. O texto do aluno é visto em constante elaboração, permitindo modificações ereformulações e para isso o professor poderá lançar mão de textos variados de
    • livros, revistas, jornais e conteúdos retirados da Internet, gerando assim umaconstante contextualização. É no exercício constante da linguagem que o aluno vai fundamentando-separa, gradativamente, ir incorporando as normas que regem sua língua.Avaliação Quando se reconhece a linguagem como um processo dialógico,discursivo, a avaliação precisa ser analisada sob novos parâmetros, precisadar ao professor pistas concretas do caminho que o aluno está trilhando paraaprimorar sua capacidade lingüística e discursiva em práticas de oralidade,leitura e escrita. A avaliação formativa, nessa concepção, que considera ritmos e processos deaprendizagens diferentes nos estudantes e, na sua condição de contínua ediagnóstica, aponta as dificuldades, possibilita que a intervenção pedagógicaaconteça a tempo, informando os sujeitos do processo (professor e alunos),ajudando-os a refletirem e tomarem decisões. Os fundamentos teóricos que alicerçam a discussão sobre o ensino deLíngua Portuguesa e Literatura estão a demandar novos posicionamentos emrelação às práticas de ensino. Talvez a palavra ‗alicerce‘ não seja a mais adequadapara a situação profissional nas salas de aula, pois que se pensa o alicerce como ofundamento de uma estrutura fixa, como uma casa ou prédio, e o edifício humanocom que lidamos – a Língua Portuguesa - é móvel, passa continuamente portransformações oriundas de seu papel nas interações que ocorrem no seio dasociedade. E uma Diretriz da disciplina de Língua Portuguesa/Literatura tem em si amarca dessa mobilidade, dessa incompletude, solicitando dos professores a contínuacrítica, avaliação e revisão deste documento. Talvez se pudesse pensar este textocurricular como agenciamentos sobre uma trilha. Talvez se pudessem substituirlinhas de ação por linhas de desterritorialiazação, sabendo da tendência aterritorializar.
    • Nesta área o planejamento deve ser constantemente redirecionado,utilizando a avaliação do professor, da classe o desenvolvimento das aulas edos alunos. Visando possibilitar uma avaliação individual e coletiva, é necessário utilizarvários instrumentos de avaliação, como o diagnóstico inicial, durante o percurso efinal, lançar mão de trabalhos, pesquisas, provas objetivas e discursivas, entreoutras.MatemáticaApresentação Geral da Disciplina A História da Matemática revela que os povos das antigas civilizaçõesconseguiram desenvolver os rudimentos de conhecimentos matemática que vierama compor a matemática que se conhece hoje.Há menções na literatura da Históriada matemática de que os babilônicos, por volta de 2,000ac. acumulavam registrosque hoje podem ser classificados como álgebra elementar. Foram as primeirasconsiderações feitas pela humanidade a respeito de idéias que se originaram desimples observações provenientes da capacidade humana de reconhecerconfigurações físicas e geométricas, comparar formas, tamanhos e quantidades. No Brasil, ministrava-se um ensino de matemática de caráter técnico, a fim depreparar os estudantes para as academias militares, influenciado pelos fatospolíticos que ocorriam na Europa. Do final do século XVI, o ensino da matemática,desdobrado em aritmética,geometria, álgebra e trigonometria, destinava-se aodomínio de técnicas com objetivo de formar engenheiros, geógrafos e topógrafospara trabalhar em minas, abertura de estradas, construções dos portos, canais,pontes, fontes calcadas e preparar jovens para a prática de Guerra. A matemática escolar demarcava os programas de ensino da época, por ser aciência que daria a base de conhecimento para solucionar os problemas de ordemprática. Muitas tendências influenciaram o ensino da matemática no país:empírico-ativista, formalista clássica, formalista moderno,tecnicista, construtivista,socioetnocultural e histórico-crítica. A partir de 1991, adotou-se uma concepção de ensino que sustentava queaprender matemática é mais do que manejar fórmulas, saber fazer contas ou
    • marcar X nas respostas: é interpretar, criar significados, construir seus própriosinstrumentos para resolver problemas, estar preparado para perceber estesmesmos problemas,desenvolver o raciocínio lógico, a capacidade de conceber,projetar e transcender o imediatamente sensível.Fundamentos Teórico-Metodológicos A Matemática comporta um amplo campo de relações, regularidades ecoerência que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar,projetar, prever, abstrair, favorecendo a estruturação do pensamento e odesenvolvimento do raciocínio lógico. Faz parte da vida de todas as pessoas nasexperiências mais simples como contar, comparar e operar quantidades. Também éum instrumento importante para diferentes áreas do conhecimento, por ser utilizadaem estudos tanto ligados às ciências da natureza como das ciências sociais e porestar presente na composição musical, na coreografia, na arte e nos esportes. Essa potencialidade do conhecimento matemático e geométrico deve serexplorada, da forma mais ampla possível, no Ensino Fundamental sendo estacomplementada no Ensino Médio. A Matemática é componente importante na construção da cidadania, namedida em que a sociedade se utiliza, cada vez mais, de conhecimentos científicos erecursos tecnológicos, dos quais os cidadãos devem se apropriar. É a ciência dasrelações, uma vez que o seu desenvolvimento está diretamente ligado com arepresentação das relações sociais (homem/homem) e naturais (homem/natureza).O fato de considerar a Matemática pronta e acabada implica a imposição doconteúdo por um professor que supõe dominá-la plenamente a um aluno passivo,receptor de um conjunto de regras criadas por mentes privilegiadas. Essaconcepção, que tem norteado o ensino da matemática, coloca-a cada vez maisdistanciada do processo histórico – social, pois a Matemática não é ‗olhar para ascoisas prontas e definitivas‘, mas a apropriação de um conhecimento pelo aluno,ligado ou não ao raciocínio numérico, que através dele passará a compreender omundo e transformar a realidade. Considerando que a função da escola é socializar o conhecimentosistematizado, é preciso ter uma proposta curricular que evidencie e possibilite acompreensão das relações sociais, das diversas relações existentes no interior da
    • própria ciência matemática e as relações entre ela e as demais ciências. Portanto,nenhum currículo deve ser concebido como definitivo. Ele acompanha asnecessidades sociais, as mudanças e as inovações tecnológicas. No ensino da Matemática, deve-se levar em consideração dois aspectosbásicos: um consiste em relacionar observações do mundo real com representações(esquemas, tabelas); outro consiste em relacionar essas representações comprincípios e conceitos matemáticos. O fato da linguagem-matemática ser, instrumento para as demais ciências,estimula o desenvolvimento da mesma, dando-lhe suporte e facilitando a suaarticulação com elas. A partir desse entendimento, o homem será agente desseprocesso de produção do conhecimento matemático, instrumentalizando-se parauma maior compreensão de sua inserção na realidade social. Um currículo de Matemática deve procurar contribuir, de um lado, para avalorização da pluralidade sócio-cultural, impedindo processo de submissão noconfronto com outras culturas; de outro lado criar condições para que o alunotranscenda um modo de vida restrito a um determinado espaço social e se torneativo na transformação de seu ambiente. É importante destacar que a Matemática deverá ser vista pelo aluno como umconhecimento que pode favorecer o desenvolvimento do seu raciocínio, de suacapacidade expressiva, de sua sensibilidade estática e de sua imaginação.Conteúdos Estruturantes1˚ ano Identificar correspondência entre numeral escrito em palavras ou algarismos;Identificar a posição de objetos (lº, 2º, etc.); Escrever algarismos em letra cursiva (até99); Representar conjunto de números naturais dados na reta numerada; Escrevernúmeros em ordem crescente e decrescente; Representar conceitos de inteiro emetade (gráficos, dobraduras, recortes, etc.); Identificar conceitos de dúzia e meiadúzia.2˚ anoClassificação: critérios para objetos, números e dados; Seriação: padrão e criação;Números e operações; Espaço e forma; Tabelas e gráficos; Grandezas e medidas;3˚ ano
    • Seriação; Numeração; Operações com números naturais; Espaço e forma; Tabelas egráficos; Grandezas e medidas;4˚ anoNúmeros; Seriação e ordenação; Numeração; Operações com números naturais;Espaço e forma (unidade de medidas); Gráficos e tabelas; Grandezas e medidas;Operações (cálculo mental);5˚ anoEspaços da escola; Espaços do bairro; Município: zona urbana e zona rural,população, história;Regras de convivência; Os municípios do passado (século XIX); 5ª SérieNúmeros e operações: Classificação dos sólidos e dos poliedros; Relação deEuler; Planificação da superfície de prismas e pirâmides; Usos e significados dosnúmeros; Cálculo de porcentagens; Operação inversa (adição e subtração);Múltiplos e divisores; Números primos; Divisibilidade; Expressões numéricas;Operação inversa (multiplicação e divisão); Multiplicação e divisão de decimais;Frações; Tratamento da informação: Construção e análise de gráficos de barras,colunas e curvas; Construção e análise de gráficos; Raciocínio combinatório;Princípio da contagem; Árvore de possibilidades;Construção e análise de gráficos;Noções de probabilidade; Grandezas e medidas: Ano-luz; uso de escalas;Unidades de armazenamento de informações; Medidas de comprimento; Medidasde superfície; Espaço e forma: Representações de poliedros; Polígono;Paralelismo e perpendicularismo; Paralelismo e perpendicularismo; Quadriláteros;Diagonal de um polígono e de um quadrilátero; Pirâmides e prismas; Investigaçõesem geometria.6ª SérieNumeração: Frações; m.d.c. por subtrações sucessivas; Números primos;Divisoresde um número;M.m.c: noções e algoritmo; Ampliação de Q+ para Q; O conjunto dos númerosracionais; Proposições lógicas para representações em diagramas (todo, nenhum,algum...); A operação de radiciação; Linguagem algébrica; Termos semelhantes;Contextos que utilizam números negativos; O conjunto dos números inteiros:comparação, ordenação, leitura e escrita; Representação de números inteiros na
    • reta numérica; Propriedades das operações; Expressões numéricas; Tratamentoda informação: Análise de gráficos e tabelas; Resolução de problemas por meio dopensamento combinatório; Análise de gráficos; Possibilidades de ocorrência de umevento; Noção de moda; Gráfico de setores; Análise de gráficos; Análise de gráficos;Espaço e forma: Cálculo de áreas por composição e decomposição de figuras;Poliminós; Sólidos geométricos ; Arcos de circunferência; Circunferênciasconcêntricas; Setor circular; Ângulos; Representação geométrica da raiz quadrada ecúbica; Diagonais de um polígono; Representação geométrica de fatos algébricos;Grandezas e medidas: A medida em nosso cotidiano; Watt, quiloWatt, megaWatt egigaWatt; O grau; Fusos horários; Medidas de ângulos; Volume de um poliedro, deum cubo e de um paralelepípedo; Variáveis para expressar volumes e áreas; Ometro cúbico; Consumo residencial de água; Noções de proporcionalidade;7ª SérieNumeração: Retomando as noções básicas de Álgebra; Expressão algébrica;Variável e incógnita; Valor numérico; Redução de termos semelhantes;Propriedades da potenciação; Expoente negativo; Equações de 1º- grau ;Propriedades da igualdade; O inverso de um número; Algoritmo da divisão de duasfrações; Inequações de 1º- grau ; Sistemas impossíveis e indeterminados;Polinômios; Fatoração; Produtos Notáveis; Frações algébricas; Tratamento dainformação: Retomada dos gráficos estatísticos: curvas, barras e colunas; Título efonte de um gráfico; Critérios de confiabilidade de uma pesquisa; População eamostra; Moda, média e mediana; Gráfico de porcentagens complementares;Variáveis e séries estatísticas; Freqüências simples, relativa e percentual; Tabelade distribuição de freqüência; Organização de informações em tabelas; Espaço eforma: Ângulos; Retas paralelas e transversais; Desigualdade triangular; ComoEratóstenes mediu a Terra; Simetria; Transformações no plano: construçõesgeométricas; Congruência de figuras; Congruência de triângulos; Medianas eBissetrizes ; Mediatrizes ; Altura do triângulo; Ortocentro; Altura de quadriláteros;Grandezas e medidas: Medida de ângulos; Áreas ;8ª SérieNumeração: Notação científica; Ampliação dos campos numéricos: irracionais ereais; Propriedades dos reais; Dízima periódica e fração geratriz de uma dízima; Oexpoente fracionário; Raízes aproximadas; Cálculo com radicais: aspectosgeométricos e algébricos; Equações do 2.º grau; Fórmula de Báskara; Equações
    • redutíveis ao 2º- grau; Equações fracionárias; Tratamento da informação:Histograma; Gráficos estatísticos; Polígono de freqüência; Exploração deexperimentos aleatórios; Uso das medidas de tendência central para fazerinferências; Espaço e forma: A escola pitagórica: Teorema de Pitágoras;Semelhança;Teorema de Tales; Ampliação e redução de figuras; Relações métricas;A demonstração em Geometria; Polígonos regulares; Grandezas e medidas:Segmentos comensuráveis e incomensuráveis; Proporcionalidade;Volume; Razõestrigonométricas no triângulo retângulo;EnsinoMédio1ª SérieEquação: 1º grau, 2º grau; Inequações; Função: domínio, contra-domínio, imagem,notação, constante,1º grau, 2º grau; Função modular: número real, equações,inequações simples; Equações exponenciais; Função exponencial: gráficos einequações; Logaritmos: definição e conseqüências, propriedades, mudança debase, função; Seqüências; Progressão aritmética, geométrica; Números complexos;Polinômios: divisão, teorema do resto, equações; Potenciação; Radiciação; Fatorcomum, agrupamento, diferença de dois quadrados, trinômio quadrado perfeito;Retas paralelas; Ângulos: triângulo, polígono convexo, circunferência; Tangência;Quadriláteros notáveis; Triângulo: baricentro e incentro, circuncentro e ortocentro,semelhantes; Retângulo: relações métricas; Segmentos proporcionais; Teorema dossenos, co-senos; Áreas: quadrado e retângulo, paralelogramo, triângulo, trapézio elosango, polígono regular, circunferência, círculo; Matrizes: igualdade, multiplicação;Determinantes: ordens, cofator de um elemento, teorema de Laplace, propriedades,teorema de Jacobi.2ª SérieTriângulo retângulo: razões trigonométricas; Arcos: trigonométricos (circunferênciatrigonométrica) e medidas; Seno e co-seno de um arco; Tangente de um arco;Equações e inequações trigonométricas no intervalo; Seno, co-seno e tangente:Função; Gráficos e períodos; Contagem; Arranjo simples — Fatorial; Permutaçõessimples; Combinações simples; Probabilidade (Adição e multiplicação); Númeroscomplexos: módulo, plano Argand-Gauss, forma trigonométrica, potenciação;Sistemas lineares: teorema de Cramer, escalonamento, discussão, homogêneos;Geometria do Espaço: ponto, reta, plano e postulados; Planos: determinação,posição; Paralelismo; Perpendicularidade; Poliedros convexos, de Platão; Prisma:
    • paralelepípedo, cubo, regular; Pirâmide: tetraedros; Cilindro e Cone de revolução;Esfera; Sistema cartesiano ortogonal: quadrantes; Ponto: divisor de um segmento edistância entre dois pontos; Reta: coeficiente angular, equação, posições, distância;Área de um triângulo; Circunferência: equação reduzida, normal;3ª SérieFatoração: fator comum – diferença de quadrados, trinômio quadrado perfeito;Porcentagem: conceito, acréscimos e decréscimos sucessivos; Equação do 2º grau:soma e produto das raízes; Equações biquadradas, irracionais; Funções: 1º grau efunção constante, 2º grau – máximos e mínimos; Inequações do 2º grau; produto equociente; Funções: função composta e inversa; Módulo: definição para os númerosreais; equações; gráficos; inequações; Trigonometria; Seno e co-seno de um arco;Progressão aritmética; Progressão geométrica; Exponenciais; Logaritmos; Númeroscomplexos; Polinômios; Princípio fundamental de contagem; Fatorial; Permutação;Combinações; Números binomiais; Probabilidades; Noções de estatística; Ângulose retas paralelas; Polígonos; Quadriláteros notáveis; Segmentos proporcionais:teorema de Tales; Semelhança de triângulos; Triângulo retângulo: relaçõesmétricas; Áreas: polígonos; Matrizes: conceito e operações; Determinantes;Sistemas lineares: regra de Cramer; Plano cartesiano; Coeficiente angular de umareta; Equação fundamental de uma reta – retas paralelas; Retas perpendiculares:equações; Área de um triângulo; Inequações do 1º grau; Circunferência; Noções degeometria do espaço; Paralelismo; Perpendicularidade; Prismas; Pirâmide regular eespeciais; Cilindro; Cone; EsferaEncaminhamento Metodológico O objetivo do ensino a ser desenvolvido nas escolas deve ser atransmissão/assimilação do conhecimento historicamente acumulado, dentro de umaperspectiva crítica que possibilite a transformação do modo de produção dasociedade. Esse conhecimento deve ser refletido pelo professor, no âmbito doprocesso histórico no qual ele foi produzido. Tal procedimento remeterá à produçãode um novo conhecimento pedagógico necessário a uma educação crítica – orepensar da prática docente. O homem, no seu cotidiano, enfrenta situações que o levam a construirinstrumentos que o auxiliam no processo de matematização de situações reais.
    • Como acontece na própria história dos conceitos matemáticos, nem sempre taisinstrumentos podem ser utilizados em situações mais gerais. Desse modo, a partirdas experiências matemáticas fragmentadas que os alunos trazem do seu cotidiano,cabe à escola, através da mediação, garantir o acesso ao conhecimento científicoque oportunizará ao aluno a reelaboração de seu conhecimento de formasistematizada. Por outro lado, a produção científica está articulada ao modo deprodução capitalista, uma vez que seu desenvolvimento se dá em função dodesenvolvimento do sistema produtivo. A automatização cada vez maior da produçãoatravés das máquinas exige um maior domínio do conhecimento científico. A partir desta concepção sócio-histórica do ensino da Matemática é possívelindicar aos alunos os caminhos por ela trilhados, desde as noções primitivas denúmero, grandeza e forma nos primeiros anos de estudo, até o surgimento dainformática e o envolvimento dos jovens de todas as idades, que vem crescendo acada dia, despertando no homem a curiosidade e o interesse pela sua utilização navida prática. Isso ocorrerá na medida em que o professor valorizar a troca de experiênciasentre os alunos como forma de aprendizagem, promover o intercâmbio de idéiascomo fonte de aprendizagem, respeitar ele próprio o pensamento e a produção dosalunos e desenvolver um trabalho livre do preconceito de que a Matemática é umconhecimento direcionado apenas para poucos indivíduos talentosos, para tantocabe ao professor fazer o uso de materiais pedagógicos concretos, como porexemplo: tabelas, gráficos, cuisenaires emborrachados, tangram, base 2, figurasgeométricas, réguas fracionárias, material dourado, mosaicos, entre outros; fazer aleitura concreta da realidade e a aplicabilidade década conteúdo estudado, levando oaluno a analisar a matemática como parte da sua vida.Todo material concreto queleve ao entendimento do conteúdo será bem visto para o processo de assimilação. A construção de uma visão solidária de relações humanas a partir da sala deaula contribuirá para que os alunos superem o individualismo e valorizem a interaçãoe a troca, percebendo que as pessoas se complementam e dependem uma dasoutras. No entanto, como importante instituição formadora de cidadãos, o Colégio nãopode estabelecer qualquer tipo de diferenças à capacidade de aprendizagem entreos alunos de diferentes sexos.
    • Também a compreensão das questões ambientais pressupõe um trabalhointerdisciplinar em que a Matemática está inserida. A quantificação de aspectosenvolvidos em problemas ambientais favorece uma visão mais clara deles, ajudandona tomada de decisões e permitindo intervenções necessárias. Valorizar o saber matemático de todos os grupos sócio-culturais, aproximar osaber universal de cultura em que o aluno está inserido, é fundamental para oprocesso de ensino aprendizagem. Ao dar importância a esse saber, a escola estácontribuindo para a superação do preconceito de que a Matemática é umconhecimento estanque produzido exclusivamente por determinados grupos sociaisou sociedades mais desenvolvidas.Avaliação As práticas pedagógicas, em virtude do desenvolvimento e das pesquisasrealizadas em Educação Matemática, têm se expandido em relação aos conteúdos eàs propostas das tendências metodológicas (modelagem, etnomatemática, resoluçãode problemas, uso das tecnologias e história da matemática). É percebido umcrescimento das possibilidades do ensino e da aprendizagem em Matemática. Aavaliação, por conta disso, merece uma atenção especial por parte dos professoresda disciplina. Segundo a concepção de Educação Matemática adotada nestas Diretrizes,avaliar tem um papel de mediação no processo de ensino e aprendizagem, ou seja,ensino, aprendizagem e avaliação devem ser vistos integrados na prática docente.Cabe ao professor considerar no contexto das práticas de avaliaçãoencaminhamentos diversos como a observação, a intervenção, a revisão de noçõesde subjetividade, isto é, buscar diversos métodos avaliativos, incluindo o uso demateriais manipuláveis, computador e/ou calculadora. Dessa forma, rompe-se com alinearidade e a limitação que tem marcado as práticas avaliativas. Como práticasavaliativas pressupõem-se discussões dos processos de ensino e da aprendizagemcaracterizadas pela reflexão sobre formação do aluno enquanto cidadão atuantenuma sociedade que agrega problemas complexos. Não é coerente com a proposta de Educação Matemática uma avaliação quese restringe em apenas quantificar o nível de informação que o aluno domina. Essemomento, para ser completo, precisa abarcar todo a complexa relação do aluno e o
    • conhecimento. Isso significa, em que medida o aluno atribuiu significado ao queaprendeu e consegue materializá-lo em situações que exigem raciocíniomatemático. Uma prática avaliativa em Educação Matemática, além disso, precisa deencaminhamentos metodológicos que perpassem uma aula, que abram espaço àinterpretação e à discussão, dando significado ao conteúdo trabalhado e acompreensão por parte do aluno. E para que isso aconteça, é fundamental o diálogoentre professores e alunos, na tomada de decisões, nas questões relativas aoscritérios utilizados para se avaliar, na função da avaliação e nas constantesretomadas avaliativas, se necessário. Estes apontamentos aqui observados não se esgotam, mas servem comoindicativos aos professores na elaboração dos instrumentos de avaliação emconsonância com a proposta destas Diretrizes. QuímicaApresentação Geral da Disciplina Sabe-se que a química está presente em todo processo dedesenvolvimento das civilizações a partir das primeiras necessidadeshumanas, tais como a comunicação, o domínio do fogo e,posteriormente, o domínio do processo de cozimento necessário àsobrevivência, bem como a fermentação, o tingimento e a vitrificação. No século XVII, ocorreu uma revolução química tanto assim que aQuímica ascendeu ao fórum das Ciências. Por sua vez, os interesses da indústria da segunda metade doséculo XIX impulsionaram pesquisas e descobertas sobre oconhecimento químico entre eles, os avanços da eletricidade trouxeramsignificativas contribuições, sobretudo os conceitos de afinidade químicae eletrólise, que esclareceram a estrutura da matéria. No século XX, a Química e todas as outras Ciências Naturaistiveram um grande desenvolvimento, em especial nos Estados Unidos e
    • Inglaterra. Com o esclarecimento da d estrutura atômica, foi possívelentender melhor a constituição e formação das moléculas. Passada a Segunda Guerra Mundial, as pesquisas sobre o átomoforam ainda mais incrementadas em busca de desvendar suascaracterísticas tanto é que o bombardeio de núcleos, com partículasaceleradas conduziu à produção de novos elementos químicos. Desde o final do século XX, passamos a conviver com a crescenteminiaturização dos sistemas de computação como aumento de suaeficiência e ampliação do seu uso, o que constitui uma era detransformações nas Ciências que vêm modificando algumas maneiras deviver. Fundamentos Teórico-Metodológicos Na luta pela sua sobrevivência, o ser humano, sempre teve a necessidade de:conhecer, entender e utilizar o mundo que o cerca. Assim, das raízes históricas aoseu processo de afirmação como conhecimento sistematizado, isto é, como ciência,a Química tornou-se um dos meios de interpretação e utilização do mundo físico. Conhecer química significa compreender as transformações químicas queocorrem no mundo físico de forma abrangente e integrada, e assim poder julgar deforma mais fundamentada, as informações advindas da tradição cultural, da mídia eda escola e tomar suas próprias decisões, enquanto indivíduo e cidadão, de acordocom sua faixa etária e grupo social. Daí a importância da presença da química naescola formal e, especialmente, no ensino médio que completa a educação básica.Para tanto, a química no ensino médio deve possibilitar ao aluno uma compreensãodos processos químicos em si, conhecimento científico, em estreita relação com astecnológicas, suas implicações ambientais, sociais, políticas e econômicas.Conteúdos EstruturantesEnsino Médio1ª SérieConceito de modelo científico. Modelo atômico de Dalton. Símbolos de elementosquímicos; Medidas e conversões; Molécula: Fórmulas, Substância pura, simples e
    • composta, misturas. Diagramas de aquecimento; Fenômenos físicos e químicos;Experiência de Rutherford; Números atômicos e de massa, de prótons, elétrons enêutrons. Conceito de íon; Modelo de Bohr; Diagrama de Pauling; Tabela periódica.Construção. Partes principais; Raio atômico, energia de ionização,eletronegatividade; Ligação iônica e covalente dativa e metálica; Geometriamolecular; Polaridade de ligações e de moléculas; Ligações (Forças)intermoleculares; Sistemas homo e heterogêneos; Lei de Lavoisier; Teoria deArrhenius; Ácidos, bases e sais; Óxidos: ácidos, básicos e neutros ; Reações desíntese/análise,de simples e de dupla troca; Massa: atômica de isótopo, de elementoquímico e molecular; Massa molar; Fórmula porcentual, mínima, molecular;2ª SérieEstado gasoso: a teoria cinética, leis dos gases, equação; Equação geral de estado.Volume molar; Mistura de gases. A pressão parcial; Leis ponderais (Lavoisier eProust); Cálculos estequiométricos: excesso de reagente, grau de pureza; Soluções:curvas de solubilidade, diluição; Concentração comum e em mol/L; Densidade etítulo; Vapor: pressão, ponto de ebulição; Aspectos qualitativos dos efeitoscoligativos; Termoquímica: diagramas de entalpia; A Lei de Hess; Cinética química:curvas de velocidade; Velocidade média da reação: leis, fatores; Energia deativação; Equilíbrios: químicos, heterogêneos e Kp; Os deslocamentos de equilíbrios;Lei da Diluição; Ki; O produto iônico da água (Kw); Hidrólise salina; Oxired: oxidaçãoe redução; Pilhas; Potenciais de redução; Eletrólises; Química Orgânica:classificação de cadeias; Petróleo e combustão; Nomenclatura de hidrocarbonetosnão ramificados; Principais radicais orgânicos; Nomenclatura de hidrocarbonetosramificados, álcoois, aldeídos e cetonas, ácidos carboxílicos, ésteres, éteres eaminas; Sinopse das funções; Isomeria plana, geométrica, óptica;3ª SérieIntrodução à atomística; Relações atômicas; Estados físicos e classificação damatéria; Processos de separação de misturas; Modelo de Rutherford – Böhr –Distribuição eletrônica; Tabela periódica atual; Propriedades periódicas; Ligações;Geometria molecular; Polaridade; Forças intermoleculares; Teoria de Arrhenius –Dissociação e ionização; Ácidos; Bases; Sais e reações de neutralização; Óxidos;Tipos de reação; Oxirredução – Número de oxidação – Agentes oxidantes eredutores; Balanceamento de equações de reações de oxirredução; QuímicaOrgânica – Classificação das cadeias carbônicas; Nomenclatura de hidrocarboneto;
    • Radicais; Nomenclatura de hidrocarbonetos ramificados; Nomenclatura de álcool,fenol e aldeído; Nomenclatura de cetona, ácido e éster; Reconhecimento defunções; Isomeria; Reações; Ozonólise e oxidação enérgica de alquenos; Reaçõesde álcoois; Ésteres, lípides, sabões; Acidez, basicidade; Polímeros; Radioatividade;Massa atômica e massa molecular; Mol e massa molar; O estado gasoso; Cálculosestequiométricos – Leis ponderais e volumétricas; Determinação de fórmulasquímicas; Concentração de soluções; Termoquímica; Cinética química; Equilíbriosquímicos; Os equilíbrios iônicos; Os diagramas de solubilidade; Equilíbrios iônicos;Eletroquímica; Propriedades coligativas; Encaminhamento Metodológico Com relação ao grande número de conteúdos a serem tratados, em nível dedetalhamento muitas vezes exagerado, é preciso objetivar um ensino da química quepossa contribuir para uma visão mais ampla do conhecimento, que possibilite melhorcompreensão do mundo físico e para a construção da cidadania, colocando empauta na sala de aula, conhecimentos socialmente relevantes, que façam sentido epossam se integrar à vida do aluno. Faz-se necessário apresentar ao aluno fatos concretos, observáveis emensuráveis, uma vez que os conceitos que o aluno traz para a sala de aula advêmprincipalmente de sua leitura do mundo macroscópico. Esse entendimento exige epode ser o ponto de partida para, o desenvolvimento de habilidades referentes aoreconhecimento de tendências e relações a partir de dados experimentais, deraciocínio proporcional, bem como, de leitura e construção de tabelas e gráficos,identificar e controlar as variáveis que podem modificar a rapidez dastransformações, como temperatura, estado de agregação, concentração ecatalisador, reconhecendo a aplicação desses conhecimentos ao sistema produtivo ea outras situações de interesse social de acordo com a realidade. O processo ensinoaprendizagem e a compreensão das diversas teorias da química envolverão umtrabalho de crescente investigação para que o aluno possa resolver problemas,desenvolvendo habilidades para medir e quantificar com réguas, balanças e outrosinstrumentos próprios, chegando a propor conclusões, levando a investigação ecompreensão. Essas atividades desenvolver–se-ão individual e coletivamente.
    • Durante o processo ensino aprendizagem faz-se necessário a investigaçãopara que o aluno possa ter conhecimento para medir e quantificar com réguas,balanças e outros instrumentos próprios, chegando a propor conclusões. Faz-se necessário também o uso do laboratório de química para que se possavisualizar e comprovar as reações e os conteúdos vistos como teoria. Todo materialde apoio como livros, revistas, e computadores estarão ligados as atividades depesquisa e levarão o estudante a compreender o desenvolvimento histórico e arelação desta disciplina com as demais.Avaliação No modelo tradicional e positivista de ensino a avaliação é classificatória ecaracterizada pela presença de alunos passivos.Enquanto que aos alunos, em total submissão, restaria acertar exatamente aresposta que era única e absoluta. Busca-se uma proposta de avaliação formativa e processual, como uma formade questionamento às relações de poder, logo esta proposta passa a ser o métodomais adequado para o processo educativo. Este tipo de avaliação leva em conta atodo o conhecimento prévio do aluno e como ele supera suas concepçõesespontâneas, além de orientar e facilitar a aprendizagem. A avaliação não possuiuma finalidade em si mesma, mas deve subsidiar e mesmo redirecionar o curso daação do professor no processo ensino-aprendizagem, tendo em vista garantir aqualidade do processo educacional desenvolvido no coletivo da escola. Nesse entendimento a avaliação deve ser concebida de forma processual eformativa, sob as condicionantes do diagnóstico e da continuidade. Em Química, o principal critério de avaliação é a formação de conceitoscientíficos. O processo de ―construção e reconstrução de significados dos conceitoscientíficos‖ (MALDANER, 2003, p.144) se dá a partir de uma ação pedagógica emque a partir de conhecimentos anteriores dos alunos seja permitido aos mesmos oentendimento e a interação com a dinâmica dos fenômenos naturais por meio deconceitos químicos. Por isso, em lugar de avaliar apenas por meio de provas, o professor deveusar instrumentos de avaliação que contemplem várias formas de expressão dosalunos, como: leitura e interpretação de textos, produção de textos, leitura einterpretação da tabela periódica, pesquisas bibliográficas, relatórios de aulas em
    • laboratório, trabalhos escritos, apresentação de seminários, entre outros. Essesinstrumentos devem ser selecionados de acordo com cada conteúdo e objetivo deensino. Em relação à leitura de mundo, o aluno deverá posicionar-se criticamente nosdebates conceituais, articulando o conhecimento químico às questões sociais,econômicas e políticas, ou seja, a construção coletiva do conhecimento a partir doensino, da aprendizagem e da avaliação. É preciso ter clareza também de que oensino da química como de outra ciência deve ser sob o prisma da atividadehumana, portanto, sem verdades absolutas. Tal prática avaliativa requer que o professor compreenda a concepção deensino de Química na perspectiva crítica e se faz necessário que os critérios eformas de avaliação fiquem bem claros para os alunos, como direito que tem deacompanhar todo o processo. SociologiaApresentação Geral da Disciplina As modificações ocorridas nas relações sociais, decorrentes das mudançasestruturais impostas pela formação de um novo modo de produção econômica muitoinfluenciaram o pensar. Basta lembrar que o sistema capitalista não cessa sua dinâmica e assumeinéditas formas de produção, distribuição e opressão, nunca imaginadas pelosprecursores do estudo da sociedade, o que implicava novas formas de olhar,compreender e atuar socialmente. No Brasil, por sua vez, idéias conformistas e revolucionárias exerceram forteinfluência na formação do pensamento sociológico brasileiro. Como forma de pensar e explicar a sociedade capitalista, o marxismo tevefortes repercussões no Brasil, notadamente a partir de 1930. Os intelectuais dessaépoca apresentavam uma produção sociológica significativa que possibilitou ofirmamento da sociologia no Brasil. Hoje, sabe-se que a disciplina tem como função ir além da leitura e dainterpretação teórica da sociedade. Espera-se da sociologia que ela contribua paraque os sujeitos tenham recursos para desconstruir e desnaturalizar conceitostomados historicamente como irrefutáveis, de maneira que melhorem seu senso
    • crítico e também passem a transformar a realidade e conquistar mais participação nasociedade. Os grandes problemas que vivemos hoje, provenientes do acirramento dasforças do capitalismo mundial e do desenvolvimento industrial desenfreado, entreoutras causas, exigem sujeitos capazes de refutar a lógica neoliberal da destruiçãosocial e planetária. É tarefa inadiável da escola e da sociologia a formação de novosvalores, de uma nova ética de novas práticas que induzem a possibilidade deconstrução de novas relações sociais. Fundamentos Teórico-Metodológicos A sociedade atual devido as sublimações radicais faz da Sociologia umadisciplina necessária nos bancos escolares. Alunos vêm da sociedade, vão para asociedade e dentro da escola estão em sociedade a aí se situa a necessidade dacompreensão da complexidade da vida social, principalmente no mundo atual.Através da sociologia é que se reconhecem os problemas sociais, e que se estuda aexistência e a manutenção da coletividade humana, se faz necessária e emergente. As leis estabelecem como uma das finalidades centrais do Ensino aconstrução da cidadania do educando, evidenciando assim a importância do ensinode Sociologia. Tendo em vista que o conhecimento sociológico tem como atribuiçõesbásicas investigar, identificar, descrever, classificar, interpretar e explicar todos osfatos relacionados à vida social, logo permite instrumentalizar o aluno para quepossa decodificar a complexidade da realidade social. Portanto, pela via do conhecimento sociológico sistematizado, o educandopoderá construir uma postura mais reflexiva e crítica frente ao mundo moderno. Aocompreender melhor a dinâmica da sociedade em que vive, poderá perceber-secomo elemento ativo, dotado de força política e capacidade de transformar e, atémesmo, viabilizar, através do exercício pleno de sua cidadania, mudanças estruturaisque apontem para um modelo de sociedade mais justa e solidária. Confere à Sociologia em papel analítico importante quando realiza esforçospara entender a realidade e associada a outros conhecimentos subsidia a solução deproblemas sociais.Conteúdos Estruturantes
    • Ensino MédioI - O Conhecimento em Ciências SociaisIntrodução ao Estatuto da Sociedade – Teoria e Método  A revolução Industrial e o surgimento das ciências sociais.  As principais correntes teóricas e as possibilidades de análise científica dos problemas sociais.  As Ciências Sociais no BrasilII – Relação Homem/Natureza: a Questão do Trabalho na perspectiva antropológicae sociológica  A relação entre o homem e a Natureza nas várias sociedades da perspectiva do trabalho e da cultura.  A questão ambiental e as diversas sociedades.  A Dinâmica rural e urbana  As várias formas de trabalho: escravo, servil e assalariado.  As transformações recentes no mundo do trabalho.III – Indivíduo, Identidade e Socialização.  A questão da identidade nas várias sociedades.  A emergência do indivíduo/individualização e do individualismo.  A diversidade do processo de socialização  A questão da família e da escola na formação do indivíduoIV – Estrutura e Estratificação Social/ As desigualdades Sociais  A relação entre estrutura social e estratificação: as castas, os estamentos e as classes.  As várias formas de desigualdades sociais e a diversidade das explicações teóricas.V – Mudança/Transformação Social/Movimentos Sociais/Direitos/Cidadania  Mudança social e revolução: diferentes abordagens teóricas.  Mudança tecnológica e mudança social.
    •  Movimentos Sociais. Os direitos civis, políticos e sociais. Os direitos e a democracia.  Os ―novos‖ movimentos sociais contemporâneos.VI – Política/Estado - Dominação e Poder  As sociedades sem estado.  As várias formas de poder e dominação.  Surgimento e desenvolvimento do Estado Moderno. Poder e a democracia.  Estado nacional no mundo contemporâneo.VII – Cultura e Diversidade Cultural  Conceito antropológico de cultura e a compreensão do homem como totalidade.  A unidade humana e a diversidade cultural. O Etnocentrismo e a diversidade étnica.VIII – A Indústria Cultural e a Ideologia  Os meios de comunicação e a massificação/homogeneização cultural. O universo da propaganda.  Os diversos sentidos de ideologia. Ideologia e classes sociais.Encaminhamento Metodológico Sendo ciência da sociedade passa a ser lógica uma metodologia voltada parao campo fazendo da vida social o laboratório para experiências conhecimentosvinculando-os teoricamente a esta ciência. Os alunos serão levados a efetuar pesquisas para posterior análise,questionamento e debates associados aos conteúdos teóricos, além de debates eentrevistas com profissionais atuantes na sociedade, propondo um clima decooperação, que na prática é construído ao longo do tempo. Quando se fizernecessário esses profissionais serão selecionados de acordo com a necessidade deconhecimento da turma, e se prontificarão a explanar os acontecimentos reaisligados àquela determinada profissão. Serão ainda explorados o uso de imagens,pesquisas, ilustrações, cartuns e filmografia como textos, pretextos paraproblematizar o tema em questão. E ainda, estudos específicos em jornais e revistas
    • da atualidade. Fica em aberto a necessidade da criação de projetos para odesenvolvimento dos conteúdos.Avaliação Não se pretende através dos conteúdos estruturantes responder pelatotalidade da Sociologia bem como por seus desdobramentos em conteúdosespecíficos devido à dimensão e à dinâmica próprias das sociedade e doconhecimento científico que a acompanha, mas, por outro lado também tem-se aclareza da necessidade do redimensionado de aspectos da realidade para umaanálise didática e crítica das problemáticas sociais. Como já mencionado, osconteúdos estruturantes não devem ser pensados e trabalhados de maneiraautônoma, como se bastassem por si próprios, da mesma forma como também nãoexigem uma obediência seqüencial, ou seja, apesar de estarem articulados entre si,é possível o estudo e a apreensão pelos alunos de cada um dos conteúdos sem anecessidade de uma ―amarração‖ com os demais. No ensino de Sociologia é fundamental a utilização de múltiplos instrumentosmetodológicos, os quais devem adequar-se aos objetivos pretendidos, seja aexposição, a leitura e esclarecimento do significado dos conceitos e da lógica dostextos (teóricos, temáticos, literários), a análise, a discussão, a pesquisa de campo ebibliográfica ou outros. Os instrumentos metodológicos e o processo de avaliaçãoensino-aprendizagem também devem estar relacionados à própria construçãohistórica da Sociologia crítica, caracterizada portanto por posturas teóricas e práticasfavorecedoras ao desenvolvimento de um pensamento criativo e instigante. O aluno do Ensino Médio deve ser considerado em sua especificidade etária,e em sua diversidade cultural, ou seja, além de importantes aspectos como alinguagem, interesses pessoais e profissionais, e necessidades materiais, levandoem consideração as peculiaridades da região em que o nosso Colégio está inseridoe a origem social do aluno, para que os conteúdos trabalhados e a metodologiautilizada possam responder a necessidades. Aprender a pensar sobre a sociedade em que vivemos, e conseqüentementea agir nas diversas instâncias sociais, implica antes de tudo, uma atitude ativa eparticipativa. O ensino da Sociologia pressupõe metodologias que coloquem o alunocomo sujeito de seu aprendizado, não importa que o encaminhamento seja a leitura,
    • o debate, a pesquisa de campo, ou análise de filmes, mas importa que o aluno estejaconstantemente provocado a relacionar a teoria com o vivido, a rever conhecimentose a reconstruir coletivamente novos saberes. O processo de avaliação no âmbito do ensino da Sociologia deve perpassartodas as atividades relacionadas à disciplina, portanto necessita de um tratamentometódico e sistemático. Portanto, as formas de avaliação em Sociologia devem acompanhar aspróprias práticas de ensino e de aprendizagem da disciplina, seja a reflexão críticanos debates, que acompanham os textos ou filmes, seja a participação naspesquisas de campo, seja a produção de textos que demonstrem capacidade dearticulação entre teoria e prática, enfim, várias podem ser as formas, desde que setenha como perspectiva ao selecioná-las, a clareza dos objetivos que se pretendeatingir, no sentido da apreensão// compreensão/reflexão dos conteúdos pelo aluno.Por fim, entendemos que não só o aluno, mas também professores e a instituiçãoescolar devem constantemente ser avaliados em suas dimensões práticas ediscursivas e principalmente em seus princípios políticos com a qualidade e ademocracia. Parte Diversificada Língua Estrangeira Moderna – EspanholApresentação Geral da Disciplina Possui como finalidade, levar o aluno a desenvolver-se, assegurando-lhe aformação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meiospara progredir no trabalho e em estudos posteriores. Esta qualifica a compreensãodas possibilidades de visões de mundo e permite o acesso aos trabalhos ecomunicações com os países mais próximos aumentando assim o campo detrabalho. Esta língua dentro da grade curricular visa o entrosamento aluno no meiosocial. Faz-se necessário o domínio deste idioma dentro da nossa sociedade sendoesta, uma característica estritamente necessária para que o cidadão se destaque napretensão de um emprego e até mesmo como realização pessoal e aumento devisão do global. A escola será a preparadora do educando para que este seja inserido no meiosocial, na vida profissional apresentando mais uma base de aprendizagem,
    • aumentando visão de mundo, melhorando a preparação de entendimento dosobjetivos a serem alcançados nas tarefas diárias, na função social do trabalho, enfim,a escola dever prevenir o indivíduo para sua vida social. A Língua espanhola vem para abrir rumos e horizontes dentro das novaspropostas de ensino, sendo então parte de um conjunto de conhecimentos que sejulguem essenciais dentro da realidade. Atualmente o conhecimento das línguas deve prever não só o vocabulário,mas também as realidades dentro do conceito de conhecimento exteriorizadas pelomundo, e que se refletem em nossa fala, em nossa música, em nosso dia-a-dia, eisso leva-nos a acreditar cada vez mais no aspecto universal da língua pluralizada.Fundamentos Teórico-Metodológicos Ao explicitarem aspectos relativos ao ensino da Língua Estrangeira, no que serefere a suas práticas e objetivos atribuídos à disciplina, identificou-se que aabordagem comunicativa tem orientado o trabalho em sala de aula. Essa opçãofavorece o uso da língua pelos alunos, mesmo de forma limitada, e evidencia umaperspectiva utilitarista de ensino, na qual a língua é concebida como um sistemapara a expressão do significado, num contexto interativo. As práticas pedagógicas decorrem de concepções teórico-metodológicas, e,portanto, não são naturais nem desvinculadas do contexto sócio-histórico, mascarregadas de ideologias que explicitam as relações de poder e que correspondem ainteresses distintos e precisam ser problematizadas. É fundamental, sendo assim, que os professores reconheçam aimportância da relação entre língua e pedagogia crítica na atual contexto globaleducacional, pedagógico e discursivo, na medida em que as questões de uso dalíngua, do diálogo, da comunicação, da cultura, do poder, e as questões das políticae da pedagogia não se separam. Isso significa superar uma visão de ensino de língua estrangeira apenascomo meio para se atingir fins comunicativos, que restringem as possibilidades desua aprendizagem como experiência da identificação social e cultural, ao postularos significados como externos aos sujeitos. Propõe-se que a aula de Língua Espanhola constitua um espaço para que oaluno reconheça e compreenda a diversidade lingüística e cultural, de modo que se
    • engaje discursivamente e perceba possibilidades de construção de significados emrelação ao mundo em que vive. Para que isso ocorra, no entanto, é necessáriomapear a língua a partir do quadro teórico da referência a aspectos imbricados noprocesso discursivo, a saber: a língua e cultura, ideologia e sujeito, discurso eidentidade.Conteúdos Estruturantes.5ª SérieLecturas; Vocabulário; El abecedario/Verbo ser/Artículos determinantes/el femenino;Pronombres personales/demostrativos/posesivos; El femenino/elplural/ortografía/verbos ir y venir/numerales; Verbos estar y tener/Los artículosDeterminantes e Indeterminantes; Verbo estudiar/las horas; Adverbios deIntensidad/de Tiempo/Meses/Estaciones; Verbo gustar/aumentativo/diminutivo;Verbos vender y poner/Los colores; Adverbios de Intensidad/Heterosemánticos;Verbos partir y oír/Los antónimos/Verbos de los sentidos; Juegos Olímpicos; 6ª SérieTexto; Lenguaje coloquial/científica/culta; Pretérito Perfecto Simple o Indefinido;Verbos jugar/soler/poder (presente); Preposiciones; Pretérito Imperfecto/Perfecto;Palabras primitivas y derivadas; Palabras compuestas; Cuentos y leyendas; Adjetivosy pronombres posesivos; Adverbios; Los numerales; Acentuación gráfica;Concordancia nominal; Concordancia verbal; Fonemas b/v; 7ª SérieTexto; Futuro; Pronombre objeto; Uso de c/z/s; Rima; Artículo; Neutro; Concordância;Gerundio/Participio/Infinitivo; Uso del pronombre; Antónimos; Ambigüedad;Interrogación/Exclamación/Afirmación; Uso de c/z; Colectivo; Biografía; Uso de b/v;Superlativo; Uso de ll/y; Homógrafos; Heterosemánticos; Tiempos compuestos (1ª-conjugación / 2ª conjugación); 8ª SérieTexto; Futuro imperfecto (regulares/irregulares); Acentuación gráfica; Discursodirecto e indirecto; Comparaciones; Formación de palabras (verbo); Me duele/nosduelen; Números fraccionarios/multiplicativos/colectivos; Ir + a + infinitivo; Estar +gerúndio; Tener + que + infinitivo; Imperativo afirmativo/negativo; Concordancia;
    • Interjecciones/Onomatopeyas; Pronombre reflexivo; Reglas del uso pronominal;Artículos; Contracciones; Formas apocopadas del adjetivo; Ensino Médio 1ª SérieSistema Fonético de la Lengua; Pronombres Personales y de Tratamiento; VerbosSer, Estar, Tener, Haber, Hablar (Presente de Indicativo); Gentilicios; Los Artículos;Los Sustantivos: Género, Número (Grado y Colectivos); Adjetivos: Apócope;Concordancia Nominal; Presente de Indicativo (1ª 2ª y 3ª Conjugaciones) (VerbosRegulares), Verbos Gustar, Preferir, Parecer, Querer, Poder;Números/Representación Gráfica de las Horas (Verbos Pronominales); Adverbios;Pronombres: Posesivos, Adjetivos, Demostrativos, Indefinidos; Verbos Regulares yIrregulares en Pretérito Indefinido;Discursos Directo e Indirecto; Futuro (Simple, ir + a + Infinitivo); Preposiciones yContracciones/Empleo de Muy y Mucho; 2ª SérieFormas y tiempos verbales: presente de indicativo, pretérito perfecto; simple oindefinido y futuro simple; Verbos regulares e irregulares en pretérito imperfecto deindicativo; Futuro imperfecto o simple de los verbos regulares e irregulares; Reglasde acentuación; Heterotónicos; Heterogenéricos y heterosemánticos; Imperativo yformas no nominales; Presente de subjuntivo; Pretérito imperfecto de subjuntivo;Pronombres interrogativos, exclamativos y relativos; Preposiciones (empleosespeciales); Concordancia verbal; Perífrases verbales; Conjunciones; Voces delverbo; Interjecciones y onomatopeyas; Adverbios; Câmbios de significado:parônimos, homônimos y homófonos; Verbos de cambio; Formación de palabras:prefijos y sufijos; Encaminhamento Metodológico Buscar-se-á a aprendizagem através de elaboração de resumos, sínteses,letras de músicas, roteiros, índices, entrevistas, seminários e resenhas, para que oaluno possa ter condições de escolher o vocabulário que melhor reflita a idéia que sepretende transmitir. Serão utilizados desenhos com interpretações, sinais e gestos que simulem acomunicação, para que o educando possa compreender e interpretar como
    • determinada maneira de expressão o poder da língua pode ser literalmenteinterpretada em razão de aspectos sociais e ou culturais. Usaremos debates, a fim de que as estratégias verbais e não verbais queentram em ação possam compensar falha na comunicação, buscando também umamaior assimilação dos temas propostos, auxiliando assim a produção de diálogos eatividades em sala de aula serão motivadas através de vídeos, fotos, propagandas,anúncios de jornais e os conteúdos serão transmitidos através de filmes, textos,lidos e explicados pelo professor, para a associação da teoria com a prática,buscando assim a inserção do aluno ao mundo atual. Serão utilizadas músicas para que os temas dos conteúdos não se tornempesados, buscando não só o conteúdo em si, mas todo o processo cultural envolvidona significação lingüística dos conteúdos.Avaliação Com relação ao ensino de língua estrangeira, é importanteressaltar que ele deve ser articulado com as demais disciplinas docurrículo, objetivando relacionar os vários conhecimentos. Isso nãosignifica obrigatoriamente desenvolver projetos envolvendo inúmerasdisciplinas, mas fazer com que o aluno perceba que conteúdos dedisciplinas distintas podem muitas vezes estar relacionados entre si.Logo percebendo que variação lingüística existe tanto na línguaestrangeira como na materna, a literatura está relacionada à história, oscostumes alimentares ou de vestuário de uma comunidade sãoinfluenciados pela sua localização geográfica. Todas as atividades devem ser desenvolvidas com vistas a proporcionar aoaluno condições para assumir uma postura crítica e transformadora com relação aosdiscursos que lhe são apresentados. Nesse sentido, a avaliação deve ser parteintegrante do processo de aprendizagem e contribuir para a construção de saberes.Língua Estrangeira Moderna – InglêsApresentação Geral da Disciplina
    • O cenário do ensino de Línguas Estrangeiras no Brasil e a estrutura docurrículo escolar sofreram constantes mudanças em decorrência da organizaçãosocial no decorrer da história. As propostas curriculares e as metodologias sãoinstigadas a atender às expectativas e demandas sociais contemporâneas e apropiciar às novas gerações a aprendizagem dos conhecimentos históricosproduzidos. No Brasil, o ensino de línguas estrangeiras só foi possível devido à atuaçãode D. João VI com a abertura dos Portos a nações amigas. Já no século XX, o sistema educacional brasileiro viu-se responsável pelaformação de seus alunos para o mundo do trabalho: ao mesmo tempo em que seampliou a rede escolar, devido ao forte tecnicismo que deveria mão-de-obraqualificada, reduziu-se a carga horária das Línguas estrangeiras, bem como foiextinta sua obrigatoriedade. Tal situação só se restabeleceu em 1976, no entanto, deve-se verificar adefasagem do modelo, já que se reduziu para uma hora semanal, por apenas umano, com um único idioma. Estes conteúdos devem propiciar a construção das entidades dos alunos ao oportunizar o desenvolvimento da consciência sobre o papel exercido pelas línguas estrangeiras na sociedade brasileira e no panorama internacional, favorecendo ligações entre a comunidade local e planetária. Fundamentos Teórico-Metodológicos Tem como finalidade principal, desenvolver o educando, assegurando-lhe aformação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meiospara progredir no trabalho e em estudos posteriores. A língua estrangeira qualifica acompreensão das possibilidades de visões de mundo e permite o acesso àcomunicação internacional, necessário ao desenvolvimento pleno do indivíduo nasociedade atual. Em nossa sociedade o domínio do idioma inglês é uma característicaestritamente necessária para que o cidadão se destaque na pretensão de usarqualquer tipo de instrumento de comunicação, pois até os desenhos animadosapresentam nomes e características de um mundo diferente da língua materna donosso país.
    • Na escola, que deve se apresentar como preparadora do aluno para que omesmo seja inserido no meio de trabalho sem sofrer os choques traumáticos quetodos os que estejam despreparados enfrentam, na vida profissional como uma novaadequação da linguagem, nova visão de mundo, preparação de entendimento dosobjetivos a serem alcançados nas tarefas diárias, na função social do trabalho, enfim,a escola dever prevenir o homem para sua vida social. Nesses parâmetros,encontramos a Língua Inglesa como diferenciadora da formação técnico-cultural dohomem, como parte de um conjunto de conhecimentos essenciais para ele. Em relação, alguns anos passados, o estudo da Língua mudou. Hoje o ensinode línguas deve prever não só o vocabulário, mas principalmente o conceito deconhecimento de realidades exteriorizadas pelo mundo e que se refletem em nossafala, em nossa música, em nosso mercado, enfim, nas ações corriqueiras do dia-a-dia que nos levam a acreditar cada vez mais no aspecto universal de idioma, e naimportância de conhecermos cada vez mais o idioma mais falado em número depaíses no mundo todo e o poder se adequar às novas situações de melhorias nasociedade atual.Conteúdos Estruturantes 2º AnoVocabulário básico de: Numbers, Pets, Colors, Family, People, School, Clothes,Garden, Favorite toys, Birthday party and Christmas. 3º AnoVocabulário básico de: Numbers, Pets, Colors, Family, Object School, The days of deWeek, Breakfast, Garden, Clothes, Favorite toys, Human Body, Big/small, Birthdayparty and Christmas. 4º AnoExpressions (greetings),Colors, Numbers, Animals, School Objects, Fruit, The Meansof Transportation, The Human Body, The Month of the Year, What time is it, This-That, A-AN, These-Those, Food and Drink, Lunch, Verb To Be. 5º AnoGreetings, Review Colors, Numbers, Seasons, The City, A-An, This-These, That –Those, What time is it, Personal Pronouns and Verb To Be, Qualities, Professions,
    • With or Without, Good or Bad, Places, Rooms, Family, Singular and Plural,Halloween, Prepositions. 5ª SérieEstruturas gramaticais e vocabulário making decisions concerning eating habits;kinds of food; Identifying cognate words in a text; polite expressions; time; time indifferent parts of the world; appointment; Asking about and describing a house/flatand its rooms; environmental problems; Identifying and producing ‗ecological tips‘;Developing/expanding listening, speaking, reading and; writing skills; Numbers (20 —100); Indefinite article; Preposition; Days of the week; There is/there are; Parts of thehouse; Furniture; Imperative; Wh-words; Greetings; Introducing yourself and otherpeople; commands; country/city of origin; nationalities; Locating continents, oceansand countries on a map; Expressing family relationships: family relationships;solar system; planets; Counting to 20; phone number; Checking in at a hotel;favorite color; objects/places (color, size); Developing/expanding -skills; Personalpronouns; Verb to be; Numbers (0 — 20); This / these; Genitives; The alphabet;School objects; Colors; Family relationships; Possessive Adjectives; Vocabularyrelated; Wh-words (what, who, where, whose, how, what color, how do you spell);countries; Talking about Brazilian cultural aspects; activities; Conjunctions: and, but;Vocabulary related to folklore; The Present Simple Tense; Vocabulary related to dailyactivities; Sports and free time activities;Vocabulary related to history and geography;Expressing ability; sports preferences; opinions about people; one‘s age and aboutbirth dates; describing people (physical features); weather and the seasons; Thereis/are — expansion; Places; Can affirmative/negative/interrogative); Adjectives;Months; Ordinal numbers; Have; (affirmative/negative/interrogative); Adjectivesrelated to physical features; Vocabulary weather 6ª SérieLanguage language objectives: The Present Simple Asking for and describingregular activities; (positive, negative, questions); Describing daily routines;Must/Mustnt; Lets Making excuses; Objects pronouns Making suggestions;Language language objectives: (structures/vocabulary) (skills/functions... languagein use); Some/any (How many) Talking about quantity; Describing people(expanding vocabulary) Talking about what people are like; Present ContinuousTense Asking and answering about current activities; P. Continuous S. PresentContrasting present activity with repeated activity; Language Objectives:
    • (structures/vocabulary) (skills/functions... language in use); Have/Has got (revision)Describing physical activities; There is/are (revision); Describing places; Past Simpleof TO BE (pos./neg./?) Asking about and describing past events; There was/wereTalking about places in the past and present; The Past Simple (reg./irreg.)(pos./neg./?) Narrating a story; Describing ones life; Talking about the life of famouspeople; S. Present/S. Past Comparing present and past activities; Revision: Questionwords; Personal Pronouns; 7ª SérieLanguage Objectives: (structures/vocabulary) (skills/functions... language in use)Revision: Simple Present Identifying and describing people; Present Continuous(name, age, birthdate, where...live, S. Past what one does, eye/hair colour,; (whatone is wearing...); Asking about and giving personal details; Asking about and givingphysical descriptions; Asking about and describing activities; Asking about and givingfamily details; structures/vocabulary) (skills/functions... language in use); SimpleFuture (will) Talking about future plans; Talking about likely changes in the future;Must/Mustnt/Needent Making suggestions; Can/cant ("good at") Expressingconditions; Genitives Making arrangements for a journey/describing a route/buying atrain ticket/describing a holiday; (structures/vocabulary) (skills/functions... languagein use); Past Continuous + S. Past Describing actions in the past; Time prepositions(in/on/at) Explaining how something happened; The weather (adjs. that describe theweather) Telling/asking about a story; Indefinite pronouns (someone etc.) Describinga historical event; Imperatives (Dos and Donts) Talking about an event in ones life;Giving dates and times; Describing the weather; Giving warning and advice;Explaining recipes; If-clauses Talking about conditions; Talking about hipotheticalsituations; (structures/vocabulary) (skills/functions... language in use); Comparativesand Superlatives Comparing people and things (physical aspects); (reg./irreg./less..least/as .. as) Describing records/problems etc.; Expressing preferences and makingjudgements; Prepositions of time/place/manner Buying things in shops; Words toexpress quantity: a bottle of two leaves of Asking about and giving sizes, prices etc.of goods; How much is/are Giving details of time and place; Prices Expressing unitsof food; Some/any Expressing quantity; Any/no (rev. There is/are); Irregular plurals: abit of; a few; a lot of;
    • 8ª SérieLanguage Objectives; (structures/vocabulary) (skills/functions... language in use);Revision: Past Tense Describing when, where and how sth. Happened; Prepositions(in/on/at/by/in front of) Describing position; (on the left/right, straight ahead)Describing direction; Prep. of movement: towards, along, Asking for and givingdirections; over, away from...;Shall/Lets Asking for and giving information aboutplaces to visit; How much is it to...?; Can Explaining advantages and disadvantages;have/has to Asking for and giving directions; Dont/doesnt have to;(structures/vocabulary); skills/functions... language in use); Going to + verb Talkingabout future intentions; Modals: must, neednt, mustnt, should Talking about rules;will/wont have to/had to Giving advice; could/couldnt Saying what someone will haveto or had to do; will/wont be able to Describing abilities and disabilities in the past andfuture; (structures/vocabulary) (skills/functions... language in use); Present PerfectTense Describing recent actions/events; Present Perfect & Simple Past Describingchanges; since/for ; xplaining changes in the past and present; already/yet/everSaying what one has/hasnt done; recently/lately; many times(structures/vocabulary)(skills/functions... language in use); Passive Voice Describing what happened;(present, past, future, pres. perf.) Describing a process; Active Passive VoiceTalking about natural disasters; By + agent; General revision (emphasis on texts); Ensino Médio 1ª SérieSimple Present; Possessive Adjectives, Possessive Pronouns; Personal Pronouns.Reflexive Pronouns; Much; Many; Little; Few; Present Continuous. Simple Future.―Going to‖ Future; Imperative. Time Clauses; Simple Past. Past Perfect. PastContinuous; Interrogatives (―Wh‖-question words); Degrees of Adjectives; Some; Any;No; None; Compound Forms; Relative Pronouns; 2ª SériePresent Perfect; Articles; Modal Auxiliary Verbs; Conditional Sentences; Question-tags; The Passive Voice; Prepositions; Reported (Indirect) Speech; Additions toRemarks; -Ing form; ―To‖ Infinitive; Bare Infinitive; Encaminhamento Metodológico Todo o processo de desenvolvimento da disciplina será realizado através deelaboração de resumos, sínteses, letras de músicas, roteiros, índices, entrevistas,
    • seminários e resenhas, para que o aluno possa ter condições de escolher ovocabulário que melhor reflita a idéia que se pretende transmitir. Serão utilizados desenhos com interpretações, sinais e gestos que simulem acomunicação, de forma que o aluno seja capaz de compreender como determinadamaneira de expressão pode ser literalmente interpretada em razão de aspectossociais e ou culturais. Debates planejados a fim de que as estratégias verbais e não verbais queentram em ação possam compensar falha na comunicação e também para que aassimilação dos temas propostos possam auxiliar na compreensão dos textosdesenvolvidos em sala. Participação de eventos extraclasse, que envolvam acomunicação em Língua Inglesa de forma a utilizar aspectos de coesão e coerência.Na produção de diálogos de maneira a escolher o registro adequado à situação naqual se processa a comunicação. As aulas serão motivadas através de vídeos, diálogos, fotos, propagandas,músicas, anúncios de jornais, transparências em projetor. Serão ministrados conteúdos através de filmes, para a associação da teoriacom a prática, antes de cada texto, que serão sempre voltados a problemas sociais,ou trarão notícias de acontecimentos atuais relacionados à aula, tendo em vista ainserção do aluno ao mundo atual. Esses temas serão aplicados através de músicas para que não se tornemcansativos e para que o aluno entenda a forma de compor em outros idiomas e amensagem poética de cada música juntamente com a sua significação lingüística aosque a contêm, sendo que todo conteúdo apresentado pelo professor, serácomplementado pelo conteúdo dos alunos que já a dominam. Também serãorealizados os exercícios propostos pelo material Anglo para que se dê a fixação daaprendizagem.Avaliação Ao propor reflexões sobre as práticas avaliativas, objetiva-se favorecer acoerência entre tais aspectos (avaliação, concepção de língua e objetivos de ensino)e o processo de ensino e de aprendizagem. Assim, o caráter educacional da avaliação deve sobrepor-se ao seu carátereventualmente punitivo e de controle. Por conseguinte, a avaliação se constitui num
    • instrumento facilitador na busca de orientações e intervenções pedagógicas, não seatendo apenas ao conteúdo desenvolvido, mas àqueles vivenciados ao longo doprocesso, de forma que os objetivos explicitados nas Diretrizes sejam alcançados. Depreende-se, portanto, que a avaliação da aprendizagem de LínguaEstrangeira precisa superar a concepção de mero instrumento de mediação daapreensão de conteúdos, visto que ela se configura como processual e, como tal,objetiva subsidiar discussões acerca das dificuldades e avanços dos alunos sujeitos,a partir de suas produções, no processo de ensino e aprendizagem. É importante considerar na prática pedagógica, avaliações de outrasnaturezas desde que essas se articulem com os objetivos específicos e conteúdosdefinidos respeitando assim as diferenças individuais.Linguagem e ComunicaçãoApresentação Geral da Disciplina A Língua não se limita a uma visão sistêmica e estrutural doCódigo Lingüístico: é heterogênea, ideológica e opaca. Repleta desentidos a ela conferidos por nossas cultural e sociedades, a línguaorganiza e determina as possibilidades de percepção do mundo,estabelece entendimentos possíveis. A abordagem comunicativa tem orientado o trabalho em sala de aula. Essaopção favorece o uso da língua pelos alunos, onde a língua é concebida como umsistema para a expressão do significado, num contexto interativo. Tradicionalmente, a escola tem agido como a escrita fosse a língua ou comose todos os que nela ingressam falassem da mesma forma. No ambiente escolar, aracionalidade se exercita com a escrita, de modo que a prática orla emcomunicação é muito valorizada. Permite, assim como a língua escrita, muitaspossibilidades de trabalho a serem pautados em situações reais de uso da fala e naprodução de discursos nos quais o aluno se constitui como sujeito do processointerativo.
    • Deve-se ver, então, que o professor e a escola devem trabalhar com obidialetismo, preparando o aluno para o emprego da língua padrão bem comosabendo que em situações informais ele poderá usar o dialeto que lhe é peculiar. Fundamentos Teórico-Metodológicos Os conteúdos apresentados têm como finalidade, qualificar e aumentar acompreensão das possibilidades à comunicação internacional, a qual se faznecessária ao desenvolvimento do indivíduo ligado ao mercado de trabalho. A globalização dos conhecimentos é de suma importância na avaliação doaluno, pois este enfrentará variados campos pessoais e profissionais. O ensino delínguas deve prever não só o vocabulário, mas principalmente o conceito deconhecimento de realidades exteriorizadas pelo mundo e que se refletem em nossarealidade. A finalidade é levar o aluno a desenvolver-se, assegurando-lhe a formaçãocomum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios paraprogredir no trabalho e em estudos posteriores. O ensino das línguas dentro dagrade curricular visa o entrosamento do aluno no meio social. A escola deve ser a preparadora do educando para que este seja inserido nomeio social, na vida profissional apresentando mais uma base de aprendizagem,aumentando a visão de mundo, melhorando a preparação de entendimento dosobjetivos a serem alcançados. O estudo da língua tanto da inglesa quanto daespanhola vem para nortear horizontes dentro das novas tendências de ensino.Cabe à escola transmitir as línguas para abrir rumo e horizonte dentro das novaspropostas de ensino.Conteúdos EstruturantesEnsino Médio 3ª SérieInglêsSimple Present / Present Continuous; Simple Future / ―Going to‖ Future / TimeClauses; Possessive Adjectives and Pronouns; Personal Pronouns / Reflexive(Emphasizing) Pronouns; Simple Past / Past Perfect / Past Continuous; Texts;Present Perfect; Much / Many / (A) Little / (A) Few / A lot of / Lots of / Plenty of / Agreat deal of / A large (great) number of; Some / Any / No / None / Compound
    • Forms; Texts; Interrogatives (―Wh‖ – questions); Relative Pronouns; Prepositions;Review exercises; Texts; Modal Auxiliary Verbs; Question-tags; Additions toRemarks (Too; Also; So; Either; Neither); Conditional Sentences; Passive Voice;Degrees of Adjectives (Adverbs); Reported Speech; Articles ―To‖ Infinitive / BareInfinitive / -Ing Form; Adverb Order.EspanholEl alfabeto, las pronuncias de las letras; Artículos determinantes y indeterminates,uso del articulo Neutro LO; Eufonía de los artículos; Los pronombres personales,diferencias entre el tú y usted, entre vosotros y ustedes, el tuteo y el voseo; Lostiempos verbales, presente, pretérito y pasado; Los modos verbales, indicativo,subjuntivo e imperativo; Proclisis y enclisis, Los verbos Haber, Ser, Estar, Tener,diferencia entre el Haber y Tener; El sustantivo, genero, número y grado. LosHeterogenéricos, Heterosemánticos y Heterotónicos; Los pronombres complementosdirectos y indirectos, concurrencia de pronombres; Los adjetivos; Los adjetivos ypronombres demostrativos; Los adjetivos y pronombres posesivos; Los adverbios ylocuciones verbales, Los números; La hora; Los indefinidos, apócope de losindefinidos; Los interrogativos y exclamativos; Los pronombres relativos; El Uso deMuy y mucho; Las preposiciones, el régimen preposicional; Las conjunciones; Losverbos reflexivos, recíprocos; Expresiones idiomáticas; Repaso de los contenidos del1 y 2 grado. Enfoque en la comprensión y interpretación de textos para el vestibular.Encaminhamento Metodológico A aprendizagem se dará através de elaboração de sínteses, letras demúsicas, roteiros, resumos, índices, entrevistas, seminários e resenhas, para que oaluno possa ter condições de escolher o vocabulário que melhor reflita a idéia que sepretende transmitir. Serão utilizados recursos para que o aluno seja capaz de compreender comodeterminada maneira de expressão pode ser usada dentro dos determinantessociais. Serão promovidas estratégias de participação do aluno dentro dacomunicação estrangeira para que este se intere dos vocabulários aprendidos. Asaulas serão motivadas através de textos, testes de vestibulares, propagandas,anúncios de jornais, transparências em projetor.
    • Avaliação De acordo com a lei vigente a avaliação deverá ser contínua e cumulativa eque os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos. Além de ser útil para a verificação da aprendizagem dos alunos, a avaliaçãoservirá, principalmente, para que o professor repense a sua metodologia e planeje assuas aulas de acordo com as necessidades de seus alunos. Através dela é possívelperceber quais são os conhecimentos – lingüísticos, discursivos, sócio-pragmáticosou culturais – e as práticas – leitura, escrita ou oralidade – que ainda não foramsuficientemente trabalhados e que precisam ser abordados mais exaustivamentepara garantir a efetiva interação do aluno com os discursos em língua estrangeira. Por fim, ressaltamos a importância do material didático desta disciplina, quenão esgota todas as necessidades, nem abrange todos os conteúdos de línguaestrangeira, mas se constitui como suporte e ponto de partida para professores ealunos.Produção TextualApresentação Geral da Disciplina No processo de ensino e aprendizagem da língua, assumem-se otexto oral ou escrito e também as outras linguagens, tendo em vista omultiletramento, como unidade básica, que se manifesta emenunciações concretas, cujas formas se estabelecem de modo dinâmicocom experiências reais de uso da língua. Não há menor dúvida de que quanto maior o contato com a linguagem, nadiversidade textual, mais possibilidades se tem de entender o texto como materialverbal carregado de intenções e de visões de mundo. Deve-se pautar, por sua vez, que as aulas calcadas apenas na explanaçãoda gramática normativa desconsidera a construção interativa da linguagem.Encarada dessa forma, a gramática apenas admite duas respostas: certo ou errado. Por outro lado, ao se voltar para uma sociedade cada vez mais bombardeadade informações, é de se esperar que o aluno desenvolva, auxiliado pela gramáticanormativa e de sua interação com os meios de informação, competência lingüísticanecessária para desenvolver textos coesos e coerentes. Afinal, o estudante deve
    • sempre estar engajado na elaboração de textos criativos, perspicazes e dotados deuma elevada capacidade lingüística.Fundamentos Teórico-Metodológicos Toda produção de texto deve ser vista como síntese do trabalho realizado poralunos e professores, dessa forma o aluno deverá poder expressar-se com liberdade,produzindo então, o seu próprio texto, mas sempre levando em conta quem é ointerlocutor, qual a sua visão de mundo e qual a situação que os envolve. Aprender aescrever necessita entre tantos enfoques, de se ter acesso à diversidade de textosescritos, testemunhar a utilização que se faz da escrita em diferentes circunstâncias,defrontar-se com as reais questões que a escrita coloca a quando se propõeproduzi-la, arriscar-se a fazer como quem consegue e receber ajuda de quem jásabe escrever. Sendo assim, é preciso aproximá-los, principalmente quando são iniciados―oficialmente‖ no mundo da escrita por meio da alfabetização seguindo em constantebusca de melhoras, a cada erro cometido. Afinal, esse é o caminho que deverãotrilhar para se transformar em cidadãos de cultura escrita.Conteúdos Estruturantes2ª SérieNarrativa, paráfrase, anúncios, poemas, rimas, narração; revisão de texto; introduçãodas partes da narração; estrofes e versos; acróstico; tipos de texto.3ª SérieDescrição de lugares, carta, descrição de figuras, relatos pessoais, histórias emquadrinhos, trabalho com palavras que gerem dúvidas, frases engraçadas, invençãode conto.4ª SérieCarta, textos com diálogos, diário fictício, texto narrativo para diálogo, propaganda,trabalhando em 1a pessoa, biografia, entrevista, texto poético, resumo de textodidático, criação de poemas, texto informativo, elaboração de roteiro. 5ª SérieRelato pessoal; Uso do dicionário; Ficção: narrativas ficcionais, elementos essenciaisda narrativa; Adequação vocabular; Autobiografia: características, produção; Edição
    • de texto; Narrativas: ficcionais, maravilhosa, humor (noções, produção,procedimentos); Recursos expressivos: grafia e utilização diferenciada dos sinais depontuação; Gênero textual: noções; Linguagem culta e coloquial; Produção de texto:biografia, quadrinhos, tiras, anedota; Relato histórico — características, produção,procedimentos; Notícia — características, produção, procedimentos; Paródia —características gerais; Origem do teatro: na Grécia antiga; Texto teatral:características, produção, procedimentos; Entrevista: características gerais,produção; Carta pessoal, bilhete e E-mail: características, produção; Propaganda:noções; Outdoors e cartazes de propaganda: características gerais; 6ª SérieDesenvolvimento de frases absurdas (nonsense /expressividade); Criação de históriaexageradamente romântica, cena de suspense/mistério, história fantástica;Continuação de história; Histórias sobrenaturais: levantamento de características;Produção de diferentes versões de uma mesma história (narrador em 1ª- pessoa);Criação de história em 3ª- pessoa; Narração de fato: tempo e espaço; Criação detexto dissertativo; Construção do enredo e de conflito; Caracterização depersonagens; criação de fichas sobre personagens; Produção de narrativa de humorcom personagem já criada; Função de personagem na narrativa; Desenvolvimentode situação dada, apresentação direta ou indireta de personagem; Personagem-tipo;Descrição de cenários + organização do texto descritivo; Produção de narrativarealista ou fantástica; Análise e paródia de texto com linguagem jurídica; Produçãode texto memorialista; Criação e desenvolvimento de fórmulas narrativas; Projetonarrativo e narração: compatibilidade; Desfecho: inesperado; Narrativa de suspensecom verbos no presente; Criação de personagens "complexas"; Narrativa comdiálogo; Narrativa de suspense ou humor; Texto informativo: conteúdo genérico eparticular; 7ª SérieLinguagem expressiva; Redação de manual; Descrição expressiva de objeto, lugar,pessoa; Tom negativo na descrição; Descrição de cidade; Produção de roteiroturístico; Artigo para suplemento de turismo; Modalização do tom de crítica;Narrativa: a intenção do autor; Produção de textos com ênfase no tempo, de abaixo-assinado de requerimento; O tom do texto; Duração dos fatos da narração;Montagem de jornal: elaboração de pequenas notícias, montagem, produção,elaboração; Redação de "chamadas"; Eliminação de marcas de oralidade em
    • diálogo; Produção de entrevista; A subjetividade no jornal; Criação de manchetes:objetividade e subjetividade; Redação de notícia sensacionalista, de artigo de jornal;Definição da linha editorial de um jornal; Produção de texto com base em textosantigos sobre o amor; Produção de respostas a questões dissertativas (introdução àdissertação); Produção de texto narrativo; 8ª SériePersonagem: apresentação direta e indireta; Foco narrativo; Parágrafo dissertativo;Descrição, narração, dissertação: diferença e transformação; Narração: tempo,desfecho; Horóscopo: linguagem genérica; Linguagem genérica e objetiva; Slogans;Narrativa de humor; Inferência e conclusão; Estrutura básica da dissertação;Dissertação: características; Opinião e argumento; Carta argumentativa; Coesão;Dissertação: Estudo, produção, estrutura (roteiro de trabalho); 1ª e 2a Séries Tipologia e gêneros textuais; Produção e avaliação de textos escritos; Narração; Tipos de discurso; Introdução à descrição, Descrição e narração; Descrição e dissertação; Descrição de gráficos e tabelas; A linguagem da publicidade; A função poética da linguagem: paráfrase e paródia; A função referencial da linguagem; A função expressiva de linguagem; Dissertação a partir de textos jornalísticos; Dissertação a partir de textos literários; correspondência; Os defeitos do texto; Trabalho com textos de naturezas diferentes. 3ª Série As grandes competências de uma boa redação; Tipos de Texto; Estrutura ortodoxa do texto dissertativo; Carta argumentativa; Tipos de comentários; Coesão; Coerência; Progressão Textual; Recursos Lingüísticos; Recursos Discursivos; Adequação à Proposta.Encaminhamento Metodológico A aprendizagem será buscada através de elaboração de textos, sínteses eresenhas, para que o aluno possa ter condições de escolher e aplicar o vocabulárioadequado e condizente para transmitir um idéia. Serão utilizadas figuras com interpretações que simulem a comunicação, paraque o educando possa compreender e interpretar o seu texto como forma deexpressar o momento e a história dentro do contexto social.
    • Usaremos diferentes textos, a fim de que as estratégias verbais e não verbaisque entram em ação possam compensar falha na comunicação, buscando tambémuma maior assimilação dos temas propostos, auxiliando assim a produção de textosescritos. As atividades em sala de aula serão motivadas através de fotos, propagandas,anúncios de jornais e os conteúdos serão transmitidos através de textos, lidos eexplicados pelo professor, para a associação da teoria com a prática, buscandoassim a inserção do aluno ao mundo atual.Avaliação A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantesempregaram no decorrer da leitura, a compreensão do texto lido, o sentidoconstruído para o texto, sua reflexão e sua resposta ao texto. Não é demais lembrarque essa avaliação precisa considerar as diferenças de leituras de mundo erepertório de experiências dos alunos. Em relação à escrita podemos dizer que o que determina a adequação dotexto escrito são as circunstâncias de sua produção e o resultado dessa ação. É apartir daí que o texto escrito será avaliado nos seus aspectos textuais e gramaticais.Tal como na oralidade, o aluno precisa, também aqui, posicionar-se como avaliadortanto dos textos que o rodeiam quanto de seu próprio texto. O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e escritos éessencial para que ele adquira autonomia. É necessário que o professor perceba adimensão deste posicionamento Nessa perspectiva, a oralidade será avaliada, primeiramente, em função daadequação do discurso/texto aos diferentes interlocutores e situações. Numseminário, num debate, numa troca informal de idéias, numa entrevista, num contode história, as exigências de adequação da fala são diferentes, e isso deve serconsiderado numa análise da produção oral dos estudantes. Mas é necessáriotambém que o aluno para poder se expressar na produção escrita possa seposicionar como avaliador de textos orais e escritos com os quais convive(noticiários, discursos políticos, programas televisivos, etc.) e de suas próprias falas,mais ou menos formais, tendo em vista o resultado esperado.
    • 8.2 - Bibliografia:01. ARAUJO, Francisca Socorro. Cidadania: um dever de todos. SãoPaulo: Scipione, 2003. p.4702. Brasília, Ministério da Educação e Cultura. Lei nº 9394/96.03 ----, Ministério da Educação e Cultura, Parâmetros Curriculares para oEnsino Fundamental.04. -----, Ministério da Educação e Cultura, Parâmetros Curricularespara o Ensino Médio.05. -----, Ministério da Educação e do Desporto, Lei de Diretrizes eBases de Educação Nacional.06. CHAVES, Eduardo. Tecnologia e Educação: o futuro da escola nasociedade de informação. São Paulo: Moderna, 1999.07. ELIAS, N. Sobre o Tempo. Rio de Janeiro:Ed. Jorge Zahar, 199808. JACAREZINHO, Núcleo Regional de Educação. Conselho Estadualde Educação, Deliberação nº 005/98, 014/99, 009/01.09. PERRENOUD, Philippe. Práticas pedagógicas, profissão docente e formação: perspectivas sociológicas. Lisboa, Dom Quixote, 1993.p.38.10. REGIMENTO Escolar da Instituição.