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Gestão do conhecimento

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  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Dado, info e conhecimento
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
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  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
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  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Através das aulas do professor Lima sobre o desenvolvimento do produto, retiramos essa evolução histórica sobre o SCM. FALAR SOBRE CLM ANTES DA VISÃO DE SCM COMPARAÇÃO Evolução histórica ATÉ 1960: VISÃO DEPARTAMENTAL Visão Local e de Custo Prazo dos processos; Falta de sincronização; Estoques Altos; “ Efeito Chicote”. 1960 A 1980: VISÃO FUNCIONAL Aparecimento dos Sistemas Locais; Visão de Curto Prazo da Função; Aglutinação de algumas atividades similares. 1980 A 1990: VISÃO DE SCM Integração Tática; Visão de Cadeia Interna; Sistemas integrados em suas Interfaces; Planejamento de Médio Prazo. SEC. XXI: EVOLUÇÃO DE SCM Visão Sistêmica de toda a cadeia interna e externa; Oportunidades de Parcerias entre elos; Ascensão dos Sistemas Integrados de Informação.
  • Transcript

    • 1. 2011 Gestão do Conhecimento Diego Penhalber N° 12107476-9 Matheus Souza N° 12209246-3 Bruno Cruz N° 12209147-3 Professor: Mateus Cozer Centro Universitário da FEI – NPA810 – Turma 050 Gestão do Conhecimento
    • 2.
        • Livros Base
        • As principais características do conhecimento
        • Diferença de conhecimento tácito e explicito
        • Conhecimento organizacional
        • Learning organizations
        • O valor do conhecimento
        • Mercado do conhecimento
        • Web 2.0
      Agenda Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    • 3. Hirotaka Takeuchi, Ikujiro Nonaka Hirotaka Takeuchi é reitor da Escola de Estratégia Corporativa Internacional na Universidade Hitotsubashi é considerado como um dos dez melhores professores de gerência para programas de educação corporativa no mundo. Ikujiro Nonaka é professor da Universidade Hitotsubashi. É considerado uma das pessoas com pensamento influente da área de negócios Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa
    • 4. Idalberto Chiavenato Idalberto Chiavenato é conselheiro no conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo. Autor de livros na área de administração e Recursos Humanos. Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    • 5. Small Pieces Loosely Joined – Weinberger, David
      • David Weinberger é pesquisador sênior do Berkman Center for Internet and Society, doutor em Filosofia pela Universidade de Toronto e co-diretor da Harvard Law School Library Lab.
      • Dr. Weinberger escreve sobre o efeito da tecnologia sobre as idéias.
      Fonte: http://cyber.law.harvard.edu/people/dweinberger
    • 6. A Crowd of One – Clippinger, John Henry
      • John Henry Clippinger é co-Diretor do Laboratório de Direito da Universidade de Harvard, centro multi-disciplinar fundado para investigar o papel de mecanismos sociais, neurológicas e econômicos sob os parâmetros da lei com o intuito de facilitar a cooperação e a inovação empresarial.
    • 7. Dado, informação e conhecimento
      • Dado
        • Códigos
        • Isoladamente sem sentido
        • Bits
      • Informação
        • Dados tratados
        • Possuem significado
        • Palavras
      • Conhecimento
        • Informação trabalhada
        • Idéias, experiências
    • 8. Características do conhecimento Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa
        • Difícil de ser quantificada
        • Conhecimento tácito
        • Conhecimento explicito
        • Ganho de produtividade
        • Poder econômico
        • Maior ativo de uma empresa
      Principais características do conhecimento
    • 9. Conhecimento Explícito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Ocidentais X Japoneses
    • 10. Conhecimento Explícito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Comparação da importância de cada conhecimento
    • 11. Conhecimento Explicito X Tácito Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Como transformar os diferentes tipos de conhecimentos ?
    • 12. Conhecimento Organizacional Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Quatro modos de conversão do conhecimento
    • 13. Conhecimento Tácito em Tácito (Socialização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Matsushita Electric Industrial Company
        • Década de 80
        • Equipe multifuncional qualificada
        • Desafio de fabricar pão com baixo custo e qualidade
        • Tanaka chefe de desenvolvimento sabia que o melhor pão da região era do Osaka International Hotel
    • 14. Conhecimento Tácito em Explícito (Externalização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Mazda fabricante do carro RX-7
        • Processo de criação do conhecimento perfeito
        • Utiliza metáforas, analogias conceitos hipóteses ou modelos
        • Conceito é criado atraves da combinação de dedução e indução
        • Alta gerancia “um autêntico carro esporte que privilegie o prazer e o conforto de dirigir”
    • 15. Conhecimento Explícito em Explícito (Combinação) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Kraft General Foods (fabricante de derivados do leite)
        • Conhecimentos através documentos, reuniões, conversar ao telefone ou redes computadorizadas
        • Reconfiguração das informações existentes através da classificação, acréscimo, combinação e categorização
        • Kraft utilizou redes de comunicação computadorizadas e banco de dados para tirar proveito da “micromerchandising”
    • 16. Conhecimento Explícito em Tácito (Internalização) Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Matsushita em 1993
        • “ Aprender fazendo”
        • Reduzir a carga horária anual para 1800 horas
        • Objetivo: inovar mentalidade e a gerência reduzindo as horas de trabalho e aumentando a criatividade individual
        • Know-how
    • 17. Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Vídeo Outros exemplos
    • 18. Espiral de criação do conhecimento organizacional Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa
    • 19. Conhecimento Organizacional Qual é a função da organização na criação do conhecimento?
    • 20.
        • Intenção
        • Autonomia
        • Flutuação e caos
        • Redundância
        • Variedade de requisitos
      Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa A função da organização é falicitar trabalhos em grupo e estimular a criação do conhecimento em nível individual Conhecimento Organizacional
    • 21.
        • Top-down
        • Bottom-up
        • Middle-up-down
      Processo Gerencial Fonte: NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hiro. Criação de conhecimento na empresa Existem três modelos de processo gerencial:
    • 22.
        • Taylor, Fayol e Ford
        • Visão exclusivamente empresarial
        • Equiparação do homem à máquina
      Breve histórico... Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    • 23.
        • Alheamento às novas idéias ou reação negativa;
        • Conservadorismo e conformismo;
        • Apatia e ociosidade;
        • Constante retardamento decisório;
        • Ocorrência de discórdia e conflitos em excesso;
        • Decisões rígidas;
        • Preconceito.
      Sintomas negativos gerados com a aplicação desta teoria de produção: Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    • 24.
        • Não há mais indústrias que podem ser consideradas 100% racional e/ou nacional.
        • Corporações Transnacionais: matéria-prima, equipamentos, técnicas ou conhecimentos originários de várias países diferentes proporcionando um dinamismo social mais elevado e mais proveitoso para a corporação.
        • Situação atual: inovações tecnológicas e comportamentais sendo absorvidas em todos os países através da importação de equipamentos, produtos acabados ou até mesmo conhecimento.
      Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP
    • 25.
        • Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional.
      Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    • 26.
        • Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional.
      Frente às mudanças ambientais e necessidade de sobrevivência face às rápidas inovações tecnológicas. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    • 27.
        • Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional.
      Definição de um sistema interno de lideranças e competições. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    • 28.
        • Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional.
      Não somente o meio-ambiente econômico mas social e político também onde essas mudanças se operam. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    • 29.
        • Quatro principais áreas da Teoria do Desenvolvimento Organizacional.
      Necessidades e comportamento dos colaboradores. Learning Organizations Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Dinamismo Quadro social Meio-ambiente econômico Motivação do trabalhador
    • 30. Learning Organizations Aprendizagem, atualização e renovação constantes das quatro áreas, desenvolvendo assim não somente o capital técnico mas também o capital humano de cada corporação. Ou seja, somente as corporações flexíveis e adaptáveis às diversas e constantes mudanças em todos os campos conseguirão se sobressair e sobreviver. Fonte: Chiavaneto Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP Fusão das quatro áreas
    • 31. Vídeo O valor do conhecimento Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    • 32. O valor do conhecimento " QUAL É O VALOR DO CONHECIMENTO? A informação está em todo lugar. Se hoje em dia a informação é de graça, Qual é o valor do conhecimento?“ Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    • 33. O valor do conhecimento A influência do conhecimento gerado: Fonte: Selcon Empowering Business - São Paulo - SP
    • 34. O valor do conhecimento “ Para as organizações do século 21, onde conhecimento é o principal ativo não financeiro, compartilhamento é um fator chave para proporcionar vantagem competitiva real e criar a base de uma inteligência empresarial com diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência.” Fonte: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
    • 35. O valor do conhecimento “ É preciso criar um ambiente onde o poder esteja nas relações e não na quantidade de informações que cada um possui sozinho . Adquira a consciência do que você sabe que sabe, do que você não sabe que sabe e principalmente do que você não sabe, mas precisa saber . Só assim será possível alavancar novas competências essenciais ao sucesso do seu negócio e alinhar sua equipe estrategicamente. ” (SEBRAE) Fonte: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE
    • 36. Mercado do Conhecimento
      • Sociedade Pós-Industrial : obter maior valor agregado: mais tecnologia e conhecimento
      • Era do Conhecimento : conhecimento é nova fonte de riqueza, que cresce quando compartilhado. Recursos ilimitados.
      Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    • 37. Mercado do Conhecimento
      • Conhecimento como mercadoria intangível
        • Sujeito a variação de preços e mercados
        • Compradores: possuem algum problema que demanda conhecimento
        • Vendedores: interessado em compartilhar conhecimento
        • Corretores: relacionam as pessoas com conhecimento e aquelas que precisam dele
      Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    • 38. Mercado do Conhecimento
      • Sistemas de preços: Transações raramente são financeiras
        • Reciprocidade  Banco de Favores
        • Reputação
          • Melhor comprador de conhecimento
          • Estabilidade no emprego
          • Promoção, bônus
        • Altruísmo
      Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    • 39. Mercado do Conhecimento
      • Transações de conhecimento: a confiança é elemento indispensável
        • Garantir a credibilidade do vendedor
        • Garantir o “pagamento” do fornecedor
      Fonte: Gestão do conhecimento e aprendizagem: as estratégias competitivas da sociedade pós-industrial – Fialho, Francisco Antônio Pereira
    • 40. Gestão do Conhecimento e os Sistemas de Informação
      • Como podemos utilizar as ferramentas de tecnologia para acelerar o processo de difusão e criação de conhecimento ?
    • 41. Groupware: software colaborativo
      • Ferramenta de Gestão de Conhecimento
        • Compartilhamento de conhecimento
        • Geração de conhecimento em conjunto
      Fonte: LEVY.Pierre. As tecnologias da Inteligência . São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição.
    • 42.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 43.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 44.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 45.
      • Espaço
      • Encurtamento de distâncias
      • Novos lugares
      • Hyperlinks: Proximidade medida pelo interesse
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 46.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 47.
      • Tempo
      • Controlado pelo interesse; pode ser parado e continuado de acordo com a vontade do usuário
      • Permite reviver o passado
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 48.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 49.
      • Perfeição
      • Web é imperfeita por definição
      • Web é independente e descentralizada: mantida pelos próprios usuários
      • Informalidade
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 50.
      • Um novo mundo
      • Espaço
      • Tempo
      • Perfeição
      • União
      • Conhecimento
      A Web Fonte: Small Pieces Loosely Joined
    • 51.
      • União
      • A Web é um novo espaço social que escolhemos construir e habitar para constituir nossa sociabilidade
      • Grupos se conectam diante de algum interesse
      • Um grupo não é homogêneo
      • Todos têm voz na web
      • A velocidade de comunicação é diferente. Lenta, mas sempre disponível.
      A Web Fonte : Small Pieces Loosely Joined
    • 52. Vídeo Web 2.0 Fonte: Jornal Estado de São Paulo - São Paulo - SP
    • 53. Web 2.0
      • Segunda geração da internet
        • Interatividade
        • Maior comunicação
        • Produconsumo: conteúdo gerado pelos próprios usuários
        • Inteligência Coletiva = Conhecimento compartilhado
    • 54. Web 2.0
    • 55. Web 2.0
    • 56. Soneto da separação   De repente do riso fez-se o pranto  Silencioso e branco como a bruma  E das bocas unidas fez-se a espuma  E das mãos espalmadas fez-se o espanto.  De repente da calma fez-se o vento  Que dos olhos desfez a última chama  E da paixão fez-se o pressentimento  E do momento imóvel fez-se o drama.    De repente, não mais que de repente  Fez-se de triste o que se fez amante  E de sozinho o que se fez contente.    Fez-se do amigo próximo o distante  Fez-se da vida uma aventura errante  De repente, não mais que de repente.
    • 57. Dúvidas??? Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    • 58. Fonte:Material de apresetanção de estudo do professor Chiesa
    • 59. BIBLIOGRAFIA Harvard Business Review . Gestao do Conhecimento , Editora Campos. 2001 . NONAKA,I.; TAKEUCHI,N. Criação de conhecimento na empresa . 1.ed.Rio de Janeiro: Campus. 1997 LUCAS,Henry. Tecnologia da informação 1.ed.Rio de Janeiro: LTC. 2005 CLIPPINGER.J. A crowd of one . 1.ed.New Yorl: Public Affairs 2007 WEINBERGER,D. Small pieces loosely joined . 1.ed.New Yorl: Basic. 2002 Oreilly. Web2.0. Disponível em :<http://oreilly.com/web2/archieve/what-is-web-20.html> LEVY.Pierre. As tecnologias da Inteligência . São Paulo: Editora 34, 2004, 13a. Edição. CHIAVANETO, Idalberto - Administração de empresas - São Paulo - SP