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O Papel Da Imprensa Na FormaçãO Da OpiniãO PúBlica
 

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Projeto de Pesquisa que ressalta a importância do bom jornalismo para a formação da opinião pública.

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    O Papel Da Imprensa Na FormaçãO Da OpiniãO PúBlica O Papel Da Imprensa Na FormaçãO Da OpiniãO PúBlica Document Transcript

    • BRUNO SCOLA CÉSAR EDUARDO CARESSATO CRISTHYANE HENKLAIN VIUDES FLAVIO LUCIO ITANA DE SOUZA ALVES JULIANA DIAS ALVES PRISCILA SANTOS ROSA RENAN PRETO DE OLIVEIRA O PAPEL DA IMPRENSA NA FORMAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO SÃO PAULO - 2008 0
    • BRUNO SCOLA RA - 908115115 CÉSAR EDUARDO CARESSATO RA - 408101750 CRISTHYANE HENKLAIN VIUDES RA - 908101120 FLAVIO LUCIO RA - 908155447 ITANA DE SOUZA ALVES RA - 308203637 JULIANA DIAS ALVES RA - 908155473 PRISCILA SANTOS ROSA RA - 908116531 RENAN PRETO DE OLIVEIRA RA - 908116419 O PAPEL DA IMPRENSA NA FORMAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA Projeto pesquisa da Disciplina de Introdução à Produção Acadêmica II apresentado como exigência para o curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Orientador: Prof. Dr. Adélio Alves da Silva. UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO SÃO PAULO – 2008 1
    • SUMÁRIO INTRODUÇÃO................................................................................................................. 03 JUSTIFICATIVA............................................................................................................. 04 PROBLEMA ..................................................................................................................... 05 HIPÓTESE........................................................................................................................ 06 OBJETIVO GERAL......................................................................................................... 07 OBJETIVO ESPECÍFICO............................................................................................... 07 METODOLOGIA............................................................................................................. 08 RELEVÂNCIA TEÓRICA ............................................................................................. 09 CONCLUSÃO................................................................................................................... 10 BIBLIOGRAFIA............................................................................................................... 11 2
    • INTRODUÇÃO Nesta pesquisa apresentaremos os meios usados para a formação de opinião na população, os modos como a imprensa pode influenciar a forma de pensar da sociedade, causando grandes impactos no cotidiano das pessoas. Os meios de comunicação massivos não são, necessariamente, perversos, pois seu conteúdo e sua forma de linguagem são feitos de modo a ser acessível às classes menos esclarecidas. “(...) disse o Papa João Paulo II em junho de 2000 a um grupo de donos de meios de comunicação de todo o mundo: com sua influência vasta e direta sobre a opinião pública, o jornalismo não pode ser só guiado por forças econômicas, lucros e interesses pessoais. Deve, ao contrário, ser encarado como uma missão, até certo ponto sagrada, realizada com o entendimento de que poderosos meios de comunicação foram confiados aos senhores para o bem geral” (KOVACH, 2004, p.35). Porém, os meios de comunicação de massa, em geral, são comerciais, visam o lucro e são forçados a não veicular a verdade, omitindo informações, para não jogar a opinião pública contra as autoridades, celebridades, entidades, enfim, pessoas influentes na sociedade. O público é manipulado e não nota, por atribuir que as notícias de tais mídias são verídicas, e confiabiliza importância na informação, e elas têm um papel primordial para a formação da sociedade chegando a influenciar em tomadas de decisões de governos, mudando os rumos da política, e, conseqüentemente, o destino de uma nação. Os casos abordados nessa obra visam esclarecer algumas questões de como se consegue manipular e moldar opiniões através das informações que a mídia divulga, criando dependência da massa para com esse sistema. 3
    • JUSTIFICATIVA Este projeto tem como objetivo esclarecer algumas situações onde o jornalismo influenciou, positiva ou negativamente, na decisão de um governo, de uma empresa ou da sociedade em si. Este tema foi proposto no intuito de reavaliar quais os limites da privacidade, da ética, da dor, quais as invisíveis e delicadas delimitações enfrentadas pelo profissional da área da informação. Para tanto, é imprescindível consultar as teorias da comunicação e as legislações que regem a profissão, bem como os fatos históricos da política, do esporte, ou que tenha despertado uma grande comoção na sociedade, destacando a importância da imprensa na posição escolhida pela população em aceitar ou não o que foi exposto pela mídia. A opinião pública pode ser facilmente influenciada pelo poder exercido pela mídia através de seus representantes - atores, apresentadores, repórteres, enfim - e pode ser percebido através dos seguidores do corte de cabelo de determinada celebridade até às excursões feitas de outros estados para pernoitar em frente ao apartamento de uma criança assassinada. Para descobrir a razão de tanto poder dessa mídia, é necessário investigar se a informação transmitida através dos variados meios de comunicação está sendo imparcial ou se sempre tem uma ideologia intrínseca nas notícias, levando a população a determinado comportamento, alterando por vezes até o resultado da eleição do presidente de uma nação. Portanto, a busca entre teoria e aplicação deverá revelar a importância da imparcialidade do jornalismo e a ética ao pensar que uma matéria publicada, uma opinião expressa na grande mídia pode desencadear graves problemas econômicos, políticos e sociais. 4
    • PROBLEMA Até que ponto a notícia é divulgada com a intenção de alterar a visão da verdade para influenciar a opinião pública? 5
    • HIPÓTESE A mídia influencia a vida das pessoas, modificando seus pensamentos, sua visão de mundo e, conseqüentemente, suas atitudes. Através do que é divulgado, as notícias são modificadas e condicionadas para atingir a sociedade de maneira desejada pré-determinante. Preponderantemente os meios de comunicação tendenciam a informação, de modo a exaltar apenas um ponto de vista, que condiz com a mensagem que querem transmitir para a grande massa, com fins econômicos, financeiros, e até pessoais. Essa manipulação das informações é feita de modo a deixar a sociedade com um só pensamento, submissa às vontades da classe dominante, que querem difundir uma só ideologia, deixando a sociedade passiva, sem questionar o “como” ou o “porquê” de tudo. 6
    • OBJETIVO GERAL Analisar o motivo e a intenção da mídia em distorcer informações para verificar quais são os fins empresariais e públicos de modo que se compreenda como ocorre essa influência. OBJETIVO ESPECÍFICO Levantar os conceitos teóricos sobre ética e imparcialidade e exemplificar com os casos polêmicos que abalaram a sociedade. 7
    • METODOLOGIA Esta pesquisa será realizada pelo método qualitativo, tendo como fonte: livros, periódicos, sites e meios eletrônicos. 8
    • RELEVÂNCIA TEÓRICA “Há que se reconhecer o grande poder da mídia e sua manipulação, prioritariamente, a serviço dos interesses das classes dominantes, mas nem pos isso ela deixa de dar sua contribuição ao conjunto da sociedade. Quando quer, divulga campanhas e programas educativos e outros de elevado interesse público. Por outro lado, ao informar, instantaneamente, sobre fatos que ocorrem em qualquer parte do mundo, também propicia entretenimento, preenchendo, assim, necessidades que os meios populares se propõem e nem, conseguem satisfazer. Temos que levar em conta que ela vem sendo aceita tal como é pela maioria da população, o que inclui as classes subalternas. Seu conteúdo, seus formatos e sua linguagem têm muito a ver com o universo cultural de segmentos de receptores. Quem, mesmo lendo o jornalzinho da „comunidade‟, não acompanha o noticiário da televisão? Ou quem deixa de ver a „novela das oito‟ para assistir um programa da tevê educativa ou cultural?” (PERUZZO, 2004; p.131) A mídia tem um importante papel na formação da opinião pública, pois, existem aquelas que educam, e outras que manipulam a sociedade. A questão é verificar até que ponto isso interfere na vida das pessoas, já que a mídia focaliza o seu conteúdo, exclusivamente para se manter. Cabe a esses órgãos dosarem sua programação e, aos poucos, mudar os valores do público, incitando à visão crítica do mundo. 9
    • CONCLUSÃO Através desse projeto concluímos que a função do jornalista é transmitir a notícia com total comprometimento para com a verdade, conforme é evidenciado pelo trecho a seguir do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros: “Artigo 7º - O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos e o seu trabalho pauta-se pelo apuramento preciso dos acontecimentos e sua correta divulgação” (GOMES, 2002; p. 78). Porém, não é exatamente isso o que ocorre na maioria dos casos, pois a imprensa gera tendências de acordo com seus interesses, que podem ser em favor do público ou apenas para atender às exigências dos patrocinadores que os financiam. “Não podemos ser objetivos porque entramos nos assuntos já com certas idéias preconcebidas”, disse Patty Calhoun, editora do jornal alternativo semanal Westword, “mas podemos com toda certeza buscar a exatidão, a eqüidade e a verdade”. (KOVACH, 2004; p. 61). Com base nos autores relacionados em nossa bibliografia, concluímos que para cada indivíduo existe um conceito e uma aplicação diferente no que se refere ao termo “verdade”, porém o que é unânime entre eles é a certeza de que o jornalista deve estar comprometido em apurar corretamente os fatos que irá divulgar, e, além disso, pensar no que irá agregar à população saber deste ou daquele acontecimento específico. Diante destes fatos, finalizamos nossa análise para a contribuição social, que demonstra como a opinião da população é moldada através dos interesses da mídia . 10
    • BIBLIOGRAFIA ABREU, Alzira Alves de. (org). A Imprensa em Transição. Editora Fundação Getúlio Vargas. 1ª Edição. 1996. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. Editora Ática. 2000. CONTI, Mario Sergio. Notícias do Planalto – A imprensa e Fernando Collor. Companhia das Letras. São Paulo. 1999. FLEUR, Melvin L.; ROKEACH, Sandra Ball. Teorias da Comunicação de Massa. Editor Jorge Zahar. 1993. GOMES, Mayra Rodrigues. Ética e Jornalismo – Uma Cartografia dos Valores. Editora Escrituras. 2002. KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os Elementos do Jornalismo. Editora Geração Editorial; 2ª Edição. 2004. KUCINSKI, Bernardo. Jornalistas e Revolucionários – Nos tempos da Imprensa Alternativa. Editora EDUSP. 2003. MEDINA, Cremilda. Notícia - Um Produto à Venda: Jornalismo na Sociedade Urbana e Industrial. Editora Summos Editorial. 2ª Edição. 1998. PERUZZO, Cicília Maria Krohling. Comunicação nos Movimentos Populares: A Participação na Construção da Cidadania. Editora Vozes; 3ª Edição. 2004. 11