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A Biblioteca Escolar Em Mudanca
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A Biblioteca Escolar Em Mudanca

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  • METAS DO PEA: Promoção da leitura e das literacias; melhoria dos resultados escolares; educação cívica.
  • Modelo colectivo – a avaliação incide sobre a BE enquanto organização colectiva e não sobre a acção individual do professor bibliotecário; deve envolver toda a comunidade em termos de recolha de evidências.
  • Os domínios correspondem às áreas de intervenção anteriormente apontadas
  • Transcript

    • 1. Paradigma Medidas Desafios MODELO DE AVALIAÇÃO CRISTINA CALADO 14/11/2009
    • 2. O que nos diz a legislação…  A biblioteca escolar assume-se, no novo modelo organizacional das escolas, como estrutura inovadora, funcionando dentro e para fora da escola, capaz de acompanhar e impulsionar as mudanças nas práticas educativas, necessárias para proporcionar o acesso à informação e ao conhecimento e o seu uso, exigido pelas sociedades actuais. (Portaria n.º756/2009, de 14 de Julho) 2Cristina Calado, 09/11/14
    • 3. PARADIGMA DA MUDANÇA DA BE 3Cristina Calado, 09/11/14
    • 4. PAPEL DA BE INFORMACIONAL • DISPONIBILIZAÇÃO DE RECURSOS DE INFORMAÇÃO DIGITAIS E NÃO DIGITAIS FORMATIVO • FORMAÇÃO PARA AS DIFERENTES LITERACIAS, EM ARTICULAÇÃO COM O CURRÍCULO • USO E INTEGRAÇÃO DAS TIC NAS PRÁTICAS LECTIVAS TRANSFORMATIVO • TRANSFORMAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM APRENDIZAGEM E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO 4Cristina Calado, 09/11/14
    • 5. MISSÃO DA BE Contribuir para: as aprendizagens o sucesso educativo a promoção das ALV Consecução das metas do PEA Promoção da leitura e das literacias; Melhoria dos resultados escolares; Educação cívica. 5Cristina Calado, 09/11/14
    • 6. Medidas institucionais:  Designação de Professores Bibliotecários, de acordo com regras específicas de selecção, e definição das suas funções – Portaria n.º 756/2009;  Orientação formal para a designação da Equipa BE pelo director do agrupamento – Portaria n.º756/2009. 6Cristina Calado, 09/11/14
    • 7. Funções do Professor Bibliotecário Art.º 3.º,Portaria n.º756/2009  Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento;  Promover articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do projecto educativo, do projecto curricular de agrupamento/escola e dos projectos curriculares de turma;  Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à biblioteca;  Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca;  Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos; 7Cristina Calado, 09/11/14
    • 8. Funções do Professor Bibliotecário Art.º 3.º, Portaria n.º 756/2009  Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento;  Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento;  Estabelecer redes de trabalho, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais;  Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto-avaliação a remeter ao GRBE;  Representar a BE no conselho pedagógico. 8Cristina Calado, 09/11/14
    • 9. Equipa BE Art.º 4.º, Portaria n.º 756/2009  A equipa BE coadjuva o professor bibliotecário, nos termos definidos no RI;  Os docentes que a integram são designados pelo director do agrupamento de entre os que disponham de competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação, das ciências documentais e das TIC;  Na constituição da equipa da biblioteca escolar, deve ser ponderada a titularidade de formação de base que abranja as diferentes áreas do conhecimento de modo a permitir uma efectiva complementaridade de saberes. 9Cristina Calado, 09/11/14
    • 10. Desafios Mudança de ATITUDE e de PRÁTICAS BEEscola 10Cristina Calado, 09/11/14
    • 11. Mudança de ATITUDE e de PRÁTICAS Direcção ponderação dos recursos humanos a afectar à BE apoio técnico- financeiro Estruturas de Orientação Educativa cooperação na planificação, execução e avaliação das aprendizagens articulação de práticas pedagógicas pro-activas e autónomas Comunidade Educativa apoio a actividades livres e de enriquecimento curricular desenvolvimento de projectos e parcerias 11Cristina Calado, 09/11/14
    • 12. ÁREAS DE INTERVENÇÃO DA BE • Acesso e serviços • Condições humanas e materiais para prestação de serviços • Gestão da colecção e da informação GESTÃO DA BE • Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes • Desenvolvimento da leitura e da literacia da informação APOIO AO DESENVOLVIMENTO CURRICULAR • Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular • Projectos e Parcerias ABERTURA À COMUNIDADE 12Cristina Calado, 09/11/14
    • 13. PLANO DE ACÇÃO/MELHORIA Definição das PRIORIDADES, OBJECTIVOS, ESTRATÉGIAS, RECURSOS, em cada área de intervenção, para quatro anos. EFICIÊNCIA EFICÁCIA QUALIDADE ACESSO/ UTILIZAÇÃO COMUNICAÇÃO/ INTERACÇÃO APRENDIZAGENS 13Cristina Calado, 09/11/14
    • 14. MODELO DE AVALIAÇÃO DA BE Definir prioridades Identificar objectivos Seleccionar estratégias Implementar plano de acção/melhoria Recolher evidências Avaliar & Reflectir para Melhorar COLECTIVO (mobilização da comunidade educativa) ANÁLISE DE PROCESSOS AUTO- REGULADOR (FORMATIVO) ANÁLISE DE RESULTADOS Diagnosticar 14Cristina Calado, 09/11/14
    • 15. DESCRIÇÃO DO MODELO  Está organizado em 4 domínios;  Para cada domínio/subdomínio apontam-se  e definem-se quatro níveis de desempenho: Indicadores Factores Críticos de Sucesso Evidências Acções para melhoria/Exemplos 4. A BE é bastante forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 3. A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio, mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. 2. A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo. 1. A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência. 15Cristina Calado, 09/11/14
    • 16. A PRÁTICA DAS EVIDÊNCIAS Observatório de Qualidade Diagnóstico de pontos fortes e fracos Reformulação do Plano de Acção Monitorização das acções de melhoria AVALIAÇÃO AUTO-AVALIAÇÃO DA ESCOLA AVALIAÇÃO EXTERNA DOCUMENTOS QUE REGULAM A ACTIVIDADE DA ESCOLA (PEA, RI, PAA, PCT, RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO E DA AVALIAÇÂO EXTERNA, etc.) PLANOS DE TRABALHO / SESSÕES NA BE DOCUMENTOS DE APOIO AO TRABALHO NA BE ACTAS DE REUNIÕES RELATÓRIOS DE ACTIVIDADES TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS (no âmbito da colaboração com a BE) ESTATÍSTICAS DOS SERVIÇOS E ROTINAS DA BE INSTRUMENTOS PRODUZIDOS PARA RECOLHA DE EVIDÊNCIAS : - REGISTOS DE OBSERVAÇÃO - QUESTIONÁRIOS - ENTREVISTAS Recolha sistemática e abrangendo os vários sectores da comunidade 16Cristina Calado, 09/11/14
    • 17. Reflectir para iniciar a mudança…  If we always see as we’ve always seen, we’ll always be as we’ve always been, and we’ll always do as we’ve always done” Ross Todd, The 2001 IASL Conference Onde estamos? Para onde queremos ir? O que podemos e queremos fazer? Por onde começamos? 17Cristina Calado, 09/11/14

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