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Teste avaliacao usabilidade software
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    Teste avaliacao usabilidade software Teste avaliacao usabilidade software Presentation Transcript

    • (48) 3285 5615 / 9645 5506 contato@qualister.com.br•  Terceirização de profissionais•  Consultoria de teste Avaliação  de  •  Avaliação de usabilidade usabilidade:  teoria  •  Automação de testes•  Testes de performance e  prá4ca  •  Treinamentos www.qualister.com.br
    • Quer saber mais? Estes  são  apenas  alguns  slides  do  curso  avaliação  de  usabilidade  oferecido  pela  Qualister     Para  maiores  informações  visite  nosso  site:     h?p://www.qualister.com.br/cursos         www.qualister.com.br
    • Direitos autorais Importante er produção de qualqu proibida a cópia e re –  É resentação incluindo, parte do conteúdo desta ap , imagens, gráficos e mas não limitado a, textos é protegida pelas leis tabela s. Esta apresentação no opriedade de Cristia de Copyright e são pr e Treinamento Caetano e Qualister Consultoria LTDA. r, copiar, guardar em –  Não é permitido modifica ugar, vender ou banco de dados público, al apresentação, republicar qualquer parte desta o explícita do autor. sem prévia permissã o deste material, –  Quando ho uver permissão de us e bibliográfica conform é ob rigatória a referência as normas vigentes.www.qualister.com.br
    • Instrutor Cristiano Caetano Email: cristiano.caetano@qualister.com.br Apresentações: slideshare.net/cristianocaetano Blog: cristianocaetano.wordpress.com É certificado CBTS pela ALATS. Diretor técnico da Qualister com mais de 10 anos de experiência, já trabalhou na área de qualidade e teste de software para grandes empresas como Zero G, DELL e HP Invent. É colunista na área de Teste e Qualidade de software do site linhadecodigo.com.br e autor dos livros "CVS: Controle de Versões e Desenvolvimento Colaborativo de Software" e "Automação e Gerenciamento de Testes: Aumentando a Produtividade com as Principais Soluções Open Source e Gratuitas". Participante ativo da comunidade de teste de software brasileira, é o criador e mantenedor do portal TestExpert: A sua comunidade gratuita de teste e qualidade de software (www.testexpert.com.br).www.qualister.com.br
    • Twitter twitter.com/c_caetanowww.qualister.com.br
    • Sobre a Qualister•  Fundação: 2007.•  Sobre a Qualister: A Qualister é uma empresa nacional, constituída a partir da união de profissionais qualificados e certificados na área de testes e qualidade de software, com o objetivo de integrar, implementar e implantar soluções com base nas melhores práticas do mercado e normas internacionais.•  Colaboradores: A Qualister é composta por colaboradores pós-graduados e certificados na área de testes (CBTS, CSTE) com larga experiência na indústria de Tecnologia da Informação.•  Área de atuação: A Qualister é uma empresa especializada em serviços de qualidade e teste de software. Tem como linhas de atuação consultoria em teste/ qualidade de software, outsourcing (terceirização dos serviços através da alocação de profissionais) e treinamentos. www.qualister.com.br
    • Parcerias internacionais   Soluções para automação, profilling e gestão de testes             Soluções para testes de performance           Soluções de apoio a avaliação de usabilidade      www.qualister.com.br
    • Agenda•  Introdução•  Testes com usuários•  Técnicas preditivas•  Técnicas objetivas•  Técnicas prospectivas•  Ferramentas de apoio•  Exercícios práticos www.qualister.com.br
    • Tópico Introduçãowww.qualister.com.br
    • O que há de errado nestes objetos 10  www.qualister.com.br
    • O que há de errado com esse aplicativo 11  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade O  que  é  usabilidade?   12  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade Facilidade de Aprendizado Facilidade de Uso Facilidade de Memorização Usabilidade Prevenção de Satisfação do Erros Usuário 13  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade Usabilidade  refere-­‐se  à  capacidade  de  uma  aplicação  ser  compreendida,  aprendida,  u4lizada  e  atra4va  para  o  usuário,  em   condições  específicas  de  u4lização.   (ISO/IEC  9126)   14  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade Quem  é  o  Usuário?   •  O  usuário  é  qualquer  pessoa  que  entre  em  contato  com  o  sistema,  seja  o   operador,  o  mantenedor,  o  instrutor,  o  consumidor,  em  qualquer  4po  de   a4vidade.     •  O  usuário  pode  ser  enquadrado  em  diversas  dimensões,  tais  como:   –  O  usuário  como  sujeito  em  testes  de  usabilidade  e  proto4pagem,  onde  o   foco  é  saber  qual  a  qualidade  da  performance  do  sujeito  com  relação  a  um   sistema  par4cular  ou  a  uma  caracterís4ca  deste  sistema;   –  O  usuário  com  alguém  que  tem  preferências,  par4cularmente  com  produtos   comerciais;   –  O  usuário  experiente  em  assuntos  específicos,  como  provedor  de   informações  (experiência  anterior  do  usuário).   15  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade O  que  o  usuário  quer?   •  O  usuário  deseja  que  o  aplica4vo  que  ele  está  usando  ajude-­‐o  a  concluir   as  suas  tarefas  co:dianas  (trabalho,  escola,  etc.)   •  Para  isso,  o  usuário  deve  alcançar  três  obje4vos  através  do  aplica4vo,  em   ordem  de  importância:   1.  Eficácia  –  o  usuário  alcança   quando  conclui  uma  tarefa.   2.  Eficiência  –  o  usuário  alcança   quando  completa  a  tarefa   com  mínimo  tempo  e   esforço.   3.  Sa:sfação  –  o  usuário   alcança  quando  ele  se  sente   gra4ficado  em  usar  o   aplica4vo.   16  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidade Segundo  Cybis  (2000),  os  efeitos  nega4vos  da  falta  de  usabilidade  de  um   aplica4vo  podem  ser  sen4dos  diretamente  sobre  o  usuário  e  a  sua  tarefa,   geralmente  como:   –  Sobrecarga  percep4va  (dificuldade  de  leitura).   –  Sobrecarga  cogni4va  (desorientação  ou  hesitação)   –  Sobrecarga  ^sica  (dificuldade  de  acionamento)     Classificação   Descrição   Aspecto  da  interface  no  qual  o  usuário  esbarra  diversas  vezes,  sem   conseguir  suplantá-­‐lo.  Uma  barreira  pode  fazer  com  que  o  usuário   Barreira   desista  de  usar  uma  função  do  aplica4vo.  Esse  fato,  dependendo  do   contexto,  pode  fazer  com  que  o  sistema  se  torne  comercialmente   inviável.   Aspecto  da  interface  no  qual  o  usuário  esbarra,  mas  consegue  contorná-­‐ Obstáculo   lo.  Essa  u4lização  de  uma  via  alterna4va  de  acesso  à  função  pode   acarretar  perda  de  desempenho,  gerando  prejuízos.   Aspecto  da  interface  que  não  impede  a  consecução  da  tarefa,  e  nem  faz   Ruído   com  que  o  usuário  tenha  que  contorná-­‐lo,  mas  que  diminui  o   desempenho  dele  no  sistema.   17  www.qualister.com.br
    • O que é usabilidadeInterfaces  com  baixa  usabilidade  trazem  diversos  problemas  ao  usuário,  tais  como:     1.  Requerem  treinamento  excessivo;   2.  Desmo4vam  a  exploração  do  aplica4vo;   3.  Confundem  os  usuários;   4.  Induzem  os  usuários  ao  erro;   5.  Geram  insa4sfação  junto  aos  usuários;   6.  Diminuem  a  produ4vidade;   7.  Não  trazem  o  retorno  de  inves4mento  previsto.   18   www.qualister.com.br
    • Usabilidade e negócios •  Preece  (2007)  mostra  que  um  aplica4vo  que  é  adequadamente   projetado  para  o  seu  domínio  proporciona  vantagens  dentro  da   empresa  em  que  ele  é  u4lizado,  tais  como:   –  Custos  reduzidos   –  Aumento  do  rendimento  do  trabalho   –  Número  reduzido  de  faltas  ao  trabalho   •  Se  um  aplica4vo  proporciona  mais  rendimento  aos  trabalhos  de  uma   empresa,  ele  será  naturalmente  preferido  a  outro  aplica4vo  similar.     •  Além  disso,  o  aplica4vo  que  alcançar,  primeiro,  um  nível  de   usabilidade  adequado,  alcança  vantagem  sobre  os  outros  produtos   similares.   19  www.qualister.com.br
    • Usabilidade e negócios •  Nielsen  (2000)  aponta  uma  correspondência  direta  entre  a   usabilidade  de  um  site  e  o  seu  rendimento  para  a  empresa  que  o   mantém.   –  Em  empresas  de  e-­‐commerce,  a  usabilidade  é  ainda  mais  importante:   o  site  é  a  empresa,  efe4vamente.   –  Além  disso,  na  Web,  as  empresas  concorrem  pelo  tempo  e  pela   atenção  do  usuário.  E  é  muito  fácil  passar  de  uma  empresa  para  a   outra:  basta  digitar  um  endereço  eletrônico,  e  se  passa  para  outro   site.   –  Pesquisas  apontam  que  um  usuário,  quando  não  consegue  usar  os   serviços  de  um  site,  passa  no  máximo  10  segundos  antes  de  passar   para  o  site  concorrente.   •  Ainda  segundo  Nielsen  (2007),  uma  empresa  pode  dobrar  a  taxa  de   conversão  de  seu  site  se  4ver  um  projeto  de  usabilidade  adequado.   20  www.qualister.com.br
    • Usabilidade e negócios $ Vantagem competitiva! Menores custos de desenvolvimento! Fidelização do cliente! Redução do tempo de projeto! Menores custos em manutenção e suporte! 21  www.qualister.com.br
    • Usabilidade e negócios •  Uma  métrica  u4lizada  para  avaliar  a  rentabilidade  de  um  inves4mento  em   tecnologia  é  o  ROI  (Return  of  Investments).  ROI  é  o  bene^cio  que  se   obtém  para  cada  unidade  inves4da  em  tecnologia  durante  um  certo   período  de  tempo.  A  sua  fórmula  é  dada  por:   ROI=(BeneKcios/Custos)x100     •  O  inves4mento  em  usabilidade  é,  em  geral,  a  estratégia  aplicada  ao   desenvolvimento  de  projetos  que  produz  mais  ROI.  O  retorno  médio,   segundo  o  site  www.seisdeagosto.com,  é  da  ordem  de  8€  para  cada  1€     inves4do  em  usabilidade.   •  Clare-­‐Marie  Karat,  na  IBM,  demonstrou  como  inves4r  60,000  dólares  em   usabilidade  durante  o  processo  de  desenvolvimento  de  um  aplica4vo   implicou  na  economia  de  6,000,000  dólares  durante  o  primeiro  ano  de   vida  do  produto.   22  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário •  Durante  muito  tempo,  a  visão  hegemônica  da  empresa  é  que  todo  o  usuário  é   um  expert  em  informá:ca,  e  subentende-­‐se  a  sua  ap4dão  para  lidar  com   sistemas  complexos.   –  O  conceito  u4lizado  era  o  common  sense  dos  desenvolvedores  e  líderes  de  equipe:   uma  visão  de  profissionais  da  computação,  única,  que  embarca  uma  série  de   conceitos  prontos  e  subjacentes.   –  Durante  muito  tempo,  de  fato,  os  usuários  eram  os  profissionais  de  computação,  ou   de  alguma  área  correlata.   •  Atualmente,  existe  uma  gama  variada  de  usuários,  de  crianças  e  adolescentes   com  nenhuma  formação  em  informá4ca  (mas  muita  curiosidade  e  capacidade  de   aprender)  até  pessoas  idosas,  com  dificuldades  de  visão  e  audição.  Passando,   claro,  pelos  especialistas  em  informá4ca...   –  O  common  sense  dos  desenvolvedores  e  líderes  de  equipe  já  não  reflete  a  realidade   dos  usuários,  que  se  tornou  pluralista.   –  Tristemente,  muitas  empresas  não  consideram  os  anseios  e  necessidades  dessa  gama   de  usuários,  advindos  da  popularização  da  informá4ca.   23  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário Design Tradicional Design Centrado no Usuário  •  •  •  •  •  # Pouco  tempo  para  desenvolvimento  da   usabilidade.   Testes  na  fase  final  do  desenvolvimento.   Ênfase  nos  aspectos  funcionais  do  aplica4vo.   Design  do  aplica4vo  geralmente  conduzido   pelos  desenvolvedores.   Usuários  não  são  consultados.   •  •  •  •  €# Equilíbrio  entre  funcionalidade  e   usabilidade.   Design  do  aplica4vo  geralmente   conduzido  por  especialistas  em     usabilidade.   Testes  conduzidos  durante  todo  o  ciclo  de   desenvolvimento   Usuários  são  consultados  e  par4cipam  do   processo.   24  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário •  Gould  e  Lewis  (1985)  postulam  três  princípios  para  efetuar   o  Design  Centrado  no  Usuário:   –  Foco  inicial  em  Usuários  (Personas)  e  Tarefas   –  Avaliação  empírica  (com  usuários)  da  usabilidade   do  produto   –  Design  Itera4vo  -­‐  O  produto  deve  ser  projetado,   modificado  e  testado  repe4damente,  a  cada  fase   do  ciclo  de  desenvolvimento.   25  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário •  Foco  inicial  em  Usuários  (Personas)  e  Tarefas:   –  Personas:  segundo  Cybis  (2007)  ,  a  persona  “descreve  o  perfil  de   uma  pessoa  fic5cia  envolvida  com  o  produto.  Trata-­‐se,  então,  de   inventar  um  conjunto  de  pessoas  (3  ou  4)  que  estejam  dentro  da   população  de  usuários  pretendidos  e  de  descrevê-­‐las  em   detalhes.”   Fulano de Tal é um professor de ensino médio, e tem 40 anos. Ele usa serviços de internet com frequência, como banco virtual, compras em lojas online, entre outros. É uma pessoa que gosta de controlar os seus gastos detalhadamente. 26  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário •  Avaliação  empírica  (com  usuários)  da  usabilidade  do  produto:   –  Para  garan4r  a  simplicidade  da  interface,  é  necessário  conduzir   avaliações  de  usabilidade:   •  Erros  come4dos  –  violação  de  bons  princípios  de  usabilidade.   •  Conhecimento  e  experiência  prévia  do  usuário  –  o  que  ele  conhece   que  pode  aumentar  a  sua  curva  de  aprendizado.   –  Os  usuários  interagem  com  o  aplica4vo  em  situações  muito   próximas  do  co4diano.   –  Ao  final,  é  solicitado  ao  usuário  que  relate  a  sua  experiência  e  as   sugestões  para  o  aplica4vo,  através  de  um  ques4onário  ou  de  uma   entrevista.   27  www.qualister.com.br
    • DCU – Design Centrado no Usuário •  Design  Itera:vo:   –  O  design  itera4vo  faz  com  que  o  aplica4vo  seja  testado  e  validado   (inclusive  junto  com  os  usuários)  a  cada  ciclo  de  iteração.   –  Desde  a  análise  de  requisitos,  as  avaliações  de  usabilidade  devem   ser  conduzidas  (através  de  protó4pos  não  funcionais).   –  Esse  4po  de  abordagem  evita  alguns  problemas:   •  Retrabalho;   •  Gastos  extras  com  pessoal  e  recursos;   •  Erros  detectados  apenas  ao  final  do  ciclo  de  desenvolvimento,   quando  erros  conceituais  se  tornam  de  di^cil  resolução.   28  www.qualister.com.br
    • Quando são realizadas as avaliações •  Quanto  à  etapa  do  ciclo  de  projeto:   Avaliação Formativa Análise de Teste e Implementação Manutenção Requisitos Implantação É realizada ao longo de todo o ciclo de design, e acompanha o desenvolvimento da interface. 29  www.qualister.com.br
    • Quando são realizadas as avaliações •  Quanto  à  etapa  do  ciclo  de  projeto:   Avaliação Formativa Avaliação Somativa Análise de Teste e Implementação Manutenção Requisitos Implantação É realizada ao longo de É realizada somente ao todo o ciclo de design, e final do ciclo de design, acompanha o quando o aplicativo está em desenvolvimento da vias de ser (ou já foi) interface. lançado. 30  www.qualister.com.br
    • Quem realiza as avaliações •  Quanto  aos  executores  das  avaliações:   Especialistas Inspeções por Especialistas: Realização de inspeções, €# €# €# baseadas no background do especialista, e em bons princípios de usabilidade. 31  www.qualister.com.br
    • Quem realiza as avaliações •  Quanto  aos  executores  das  avaliações:   Inspeções por Especialistas:   Especialistas Realização de inspeções, €# €# ƒ# €# baseadas no background do especialista, e em bons princípios de usabilidade. €# ƒ#  Testes com Usuários:  Observação de usuários €#  interagindo, de fato, com o €#  aplicativo avaliado. Possibilita ƒ# descobrir falhas de usabilidade e colher sugestões.  €# ƒ#  €# Usuários 32  www.qualister.com.br
    • Como a avaliação é realizada Técnicas Técnicas Preditivas: são utilizadas para Preditivas prever problemas que os usuários típicos do sistema provavelmente terão Avaliação Percurso (uso de especificações, maquetes ou Checklists Heurística Cognitivo protótipos). 33  www.qualister.com.br
    • Como a avaliação é realizada Técnicas Técnicas Preditivas: são utilizadas para Preditivas prever problemas que os usuários típicos do sistema provavelmente terão Avaliação Percurso (uso de especificações, maquetes ou Checklists Heurística Cognitivo protótipos). Técnicas Técnicas objetivas: são utilizadas para Objetivas compreender melhor como os usuários utilizam o aplicativo em seu ambiente natural, e como o uso daquele sistema Testes Testes de Empíricos Think-Aloud Comunicabilidade se integra em outras atividades. 34  www.qualister.com.br
    • Como a avaliação é realizada Técnicas Técnicas Preditivas: são utilizadas para Preditivas prever problemas que os usuários típicos do sistema provavelmente terão Avaliação Percurso (uso de especificações, maquetes ou Checklists Heurística Cognitivo protótipos). Técnicas Técnicas objetivas: são utilizadas para Objetivas compreender melhor como os usuários utilizam o aplicativo em seu ambiente natural, e como o uso daquele sistema se Testes Testes de Empíricos Think-Aloud Comunicabilidade integra em outras atividades. Técnicas Técnicas Prospectivas: são Prospectivas utilizadas para medir o grau de satisfação do usuário, além das Questionário Questionário suas sugestões e reclamações. Pré-Teste Pós-Teste 35  www.qualister.com.br
    • Tópico Técnicas preditivas: •  Avaliação Heurística: Bastien e Scapin •  Avaliação Heurística: Nielsen •  Conformidade com diretrizes e padrões (checklists)www.qualister.com.br
    • Inspeção por especialistas •  Avaliar  por  inspeção  significa  u4lizar  uma  série  de  métodos  de  avaliação   através  dos  quais  os  avaliadores  inspecionam  ou  examinam  aspectos  de   uma  interface  de  usuário  relacionados  a  usabilidade  (Silveira  2007).   •  A  avaliação  por  inspeção  ocorre  quando  deseja-­‐se  aferir  problemas  de   usabilidade  em  um  projeto  de  interface  existente,  a  fim  de  analisá-­‐los  e   apontar  recomendações  para  consertá-­‐los,  dentro  do  escopo  do  projeto.   •  Técnicas  principais:   –  Avaliação  heurís4ca   –  Conformidade  com  diretrizes  e  padrões  (checklists)   37  www.qualister.com.br
    • Inspeção por especialistas – Análise heurística•  O  método  de  avaliação  heurís4ca  é  um  método  analí4co  que   visa  iden4ficar  problemas  de  usabilidade  conforme  um   conjunto  de  diretrizes  ou  heurís:cas  (Nielsen,  1994).  •  Ele  se  baseia  em  melhores  prá4cas  definidas  por  profissionais   experientes  e  especialistas  em  IHC,  ao  longo  de  diversos  anos   de  trabalho  nesta  área.  •  Não  envolve  usuários,  e  deve  ser  realizado  por  avaliadores   especialistas.     •  Em  geral,  recomenda-­‐se  que  3  a  5  especialistas  realizem  uma   avaliação  heurís4ca.     •  Este  método  é  bastante  rápido,  e  de  menor  custo  que  a  maior  parte   dos  métodos  de  avaliação  amplamente  difundidos.   38  www.qualister.com.br
    • Inspeção por especialistas – Análise heurística •  Existem  várias  heurís4cas,  desenvolvidas  por   especialistas,  que  podem  ser  u4lizadas  nesse  4po  de   análise.  Como  exemplos  dessas  heurís4cas,  podemos   citar  as  criadas  por:     Bastien e Scapin (1995) Nielsen (1994)www.qualister.com.br
    • Análise heurística – Bastien e Scapin •  Coerência:  refere-­‐se  à  forma  na  qual  as  escolhas  na  concepção  da   interface  são  conservadas  idên4cas  em  contextos  idên4cos,  e   diferentes  para  contextos  diferentes.   C Dwww.qualister.com.br
    • Análise heurística – Bastien e Scapin •  Significado  dos  Códigos  e  Denominações:  diz  respeito  a  adequação   entre  o  objeto  ou  a  informação  apresentada  ou  pedida,  e  sua   referência.   C Dwww.qualister.com.br
    • Análise heurística – Nielsen •  Correspondência  entre  o  sistema  e  o  mundo  real    O  sistema  deve  falar   a  língua  do  usuário,  com  palavras,  expressões  e  conceitos  que  lhe  são   familiares.  O  proje4sta  deve  seguir  as  convenções  do  mundo  real,   fazendo  com  que  a  informação  apareça  em  uma  ordem  natural  e  lógica.   C 42   Dwww.qualister.com.br
    • Análise heurística Como a Avaliação Heurística funciona? Seleção dos Avaliação Individual Avaliação Conjunta Problemas Aferir a interface Discussão sobre os Discussão com o através das heurísticas problemas encontrados Cliente na Avaliação Individual Atribuição de Anotar problemas Consolidação dos Prioridades encontrados resultados Atribuir grau de Atribuição de soluções severidade aos problemas. Relatório conjunto Geração de Relatório Individualwww.qualister.com.br
    • Tópico Testes com usuários: •  Planejamento •  Avaliadores •  Laboratório •  Métricas e indicadores •  Questões éticaswww.qualister.com.br
    • Testes com usuários •  Os  testes  com  usuários  são  aplicados  quando  se  procura   saber  qual  a  opinião  deste  sobre  a  interação  com  o   sistema.  Os  usuários,  em  todas  as  técnicas,  são  os   principais  sujeitos  da  avaliação  (sendo  o  objeto  o  aplica4vo   avaliado).   •  A  atuação  do  avaliador  se  limita  a  coletar  os  dados  que  o   usuário  disponibiliza,  para  em  um  momento  posterior   interpretá-­‐los,  iden4ficando  os  problemas  da  interface  do   aplica4vo.   •  Nesse  contexto,  a  sa4sfação  dos  usuários  é  aferida  de   forma  direta,  por  meio  de  dados  subje4vos.   45  www.qualister.com.br
    • Planejamento de uma avaliação - DECIDEPara  organizar  as  decisões  que  devem  ser  tomadas  com  respeito  a  uma  avaliação  de  usabilidade,  propõe-­‐se  u4lizar  o  esquema  DECIDE  (Preece  et  al.,  2002),  para  ajudar  no  planejamento  e  realização  de  uma  avaliação.         D E C I D E 46  www.qualister.com.br
    • Planejamento de uma avaliação - DECIDEPara  organizar  as  decisões  que  devem  ser  tomadas  com  respeito  a  uma  avaliação  de  usabilidade,  propõe-­‐se  u4lizar  o  esquema  DECIDE  (Preece  et  al.,  2002),  para  ajudar  no  planejamento  e  realização  de  uma  avaliação.           D E C I D E Determinar os objetivos gerais que a avaliação deverá tratar. Trata-se de responder as perguntas gerais: Quais são os objetivos gerais da avaliação? Quem quer realizá-la e por quê? 47  www.qualister.com.br
    • Planejamento de uma avaliação - DECIDEPara  organizar  as  decisões  que  devem  ser  tomadas  com  respeito  a  uma  avaliação  de  usabilidade,  propõe-­‐se  u4lizar  o  esquema  DECIDE  (Preece  et  al.,  2002),  para  ajudar  no  planejamento  e  realização  de  uma  avaliação.           D E C I D E Explorar perguntas específicas a serem respondidas. Trata-se de decompor as perguntas gerais em perguntas específicas ao sistema a ser avaliado, considerando-se os usuários-alvo e suas atividades. Estas perguntas são necessárias para permitir efetivamente que os objetivos da avaliação sejam atingidos. 48  www.qualister.com.br
    • Quantidade de participantes Figura 8. Gráfico de Custo X Benefício de Execução de Testes 49  www.qualister.com.br
    • Tarefas•  O  avaliador  deve  determinar  as  tarefas  a  serem  executadas  durante  o  teste,   que  poderão  fornecer  indicadores  sobre  estes  obje4vos.    •  As  tarefas  devem  ser  vpicas,  no  sen4do  de  serem  tarefas  tão  realistas  quanto   se  possa  prever  sobre  o  uso  a  ser  feito  do  sistema.      •  Na  definição  das  tarefas,  o  avaliador  deve  tomar  cuidado  com  o  tempo   previsto  para  cada  tarefa  e  para  o  teste.     •  Normalmente  o  tempo  de  execução  de  uma  tarefa  deveria  ser  de  no  máximo  20   minutos;   •  Deveria  se  manter  o  tempo  de  teste  inferior  a  uma  hora  para  não  ser  muito   cansa4vo  para  o  par4cipante  (Preece  et  al.,  2002).   50  www.qualister.com.br
    • Métricas e indicadores •  Geralmente,  as  avaliações  de  usabilidade  são  bastante  subje4vas,  não   u4lizando  modelagem  matemá4ca  ou  métodos  formais,  a  não  ser  em   ambiente  acadêmico.   •  As  métricas  na  usabilidade  são  subje4vas,  sem  valores  de  grandezas.  Os   indica4vos  estão  relacionados  ao  comportamento  do  usuário  durante  o   teste.   •  Algumas  variáveis  são  considerados  como  sendo  de  bastante   importância  para  aferir  a  usabilidade  (Preece,  2007):   –  Memorização     –  Número  de  Erros     –  Sa4sfação  do  Usuário   –  Aprendizagem   –  Eficiência   51  www.qualister.com.br
    • Métricas e indicadores Indicadores  de  Usabilidade  (ISO  9241-­‐11)   52  www.qualister.com.br
    • Métricas e indicadores Aprendizagem:   • Testes  com  usuários  iniciantes.   • Métricas:   •  Sucesso/falha  na  tarefa   •  Gravidade  dos  erros  (barreira,  obstáculo,  ruído).   •  Tempo  gasto  sem  fazer  qualquer  a4vidade  (mouse  parado  ou  correndo  a  esmo.   Eficiência:   •  Testes  com  usuários  experientes.   •  Métricas:   •  Tempo  para  realizar  tarefas   •  Número  de  erros  come4dos   •  Gravidade  dos  erros  (barreira,  obstáculo,  ruído).   53  www.qualister.com.br
    • Métricas e indicadores Memorização   •  Testes  com  usuários  ocasionais   •  Métricas:   •  Tempo  de  conclusão  da  tarefa   •  Número  de  vezes  em  que  o  usuário  u4lizou  ajuda  externa  (sistema  de  ajuda,   Google,  etc.)   •  Tempo  em  que  o  usuário  ficou  sem  executar  a4vidade  durante  a  tarefa  (cursor   do  mouse  parado,  ou  vagando  a  esmo).   Sa:sfação  do  Usuário   •  Testes  com  todos  os  perfis  de  usuários,  aplicação  de  ques4onários.   •  Métricas:   •  Escala  de  sa4sfação  do  usuário  (1.  Desaprovo  Totalmente  à  5.  Gostei   Completamente).   •  Número  e  teor  das  sugestões  do  usuário  no  ques4onário  pós-­‐teste.   •  Número  de  comentários  nega4vos  e  posi4vos  captados  em  áudio  durante  a   gravação  do  teste.   54  www.qualister.com.br
    • Métricas e indicadoresPerguntas a serem respondidas através das métricas de usabilidade: –  Por que o usuário não sabe? –  Por que o usuário erra? –  Por que o usuário demora? –  Por que ele não percebe? –  Por que ele não entende? –  Por que ele esquece? –  Por que ele não aprende? –  Como resolver os problemas detectados?www.qualister.com.br
    • Dados de apoioNos  testes  de  usabilidade,  o  ponto-­‐chave  é  a  observação  das  ações  dos  usuários.  Para  tornar  mais  fácil  essa  avaliação,  pode  dispor-­‐se  de  fontes  adicionais  de  informação:   •  Logs:  é  interessante  gravar  com  algum  aplica4vo  auxiliar  os  logs  das  teclas  pressionadas  e   da  movimentação  do  mouse  (número  de  cliques,  posição  do  cursor,  etc.).   •  Telas  de  interação:  alguns  sowwares  fazem  a  captura  de  telas  (e  geram  vídeos  destas),  o   que  se  torna  importante  para  ver  onde  o  usuário  “se  perde”,  ou  não  compreende  a  sua   tarefa  (toma  o  caminho  errado,  explora  a  interface  “sem  rumo”,  etc.)   •  Vídeo:  capta  as  emoções  do  usuário,  através  dos  seus  gestos  e  sua  expressão  corporal.     •  Áudio:  o  áudio  é  uma  boa  fonte  de  dados,  pois  os  comentários  que  eles  fazem  entre  si  são   uma  importante  fonte  de  informações  sobre  a  usabilidade  do  aplica4vo.   56  www.qualister.com.br
    • Testes com usuários - Local Os  testes  de  usabilidade  com  a  presença  do  usuário  podem,  quanto  ao   local,  ser  feitos  de  três  formas  dis4ntas:   Em Laboratório Os testes em laboratório têm a vantagem de serem feitos em um ambiente controlado. No entanto, um ambiente “formal” de avaliação pode fazer com que o usuário se sinta tolhido, e não faça o teste de usabilidade de maneira adequada. Ambiente do Usuário (Presencial) O teste de usabilidade conduzido nessas condições tem a vantagem de deixar o usuário mais à vontade, usando um ambiente ao qual ele já está acostumado. Porém, nem sempre o avaliador tem a disponibilidade de se deslocar, e perde-se um pouco do controle sobre as condições do teste. Ambiente do Usuário (Remoto) Nesse teste, o usuário sente-se ainda mais à vontade, porque não tem a presença “inquisitorial” do avaliador a seu lado, mas o experimento perde muito em relação ao controle do experimento. 57  www.qualister.com.br
    • Testes com usuários – Aspectos éticos •  Aspectos  é4cos  de  uma  avaliação  de  usabilidade:   –  No  Brasil,  a  Resolução  nº  196/96  define:   •  É  pesquisa  com  seres  humanos  toda  a  inves4gação  que  envolva  direta  ou   indiretamente  seres  humanos,  incluindo  o  manejo  de  informações  por  ele  geradas   (incluindo  toda  a  avaliação  de  sowware  que  envolva  o  usuário).   •  Define  que  toda  a  pesquisa  com  seres  humanos  envolve  riscos,  que  podem  causar   danos  ^sicos,  morais,  intelectuais,  sociais  ou  culturais  ao  ser  humano.   –  Devem  ser  garan:das  então  as  seguintes  condições  ao  usuário:   •  Consen4mento  informado  e  esclarecido  do  par4cipante.   •  Preservação  do  anonimato.   •  Garan4a  de  bem-­‐estar  dos  par4cipantes.   •  Proteção  de  grupos  vulneráveis.   58  www.qualister.com.br
    • Testes com usuários – Aspectos éticosPara  garan4r  a  proteção  aos  usuários  e  o  atendimento  a  exigências  é4cas  as  seguintes  diretrizes  foram  propostas  (Preece  et  al.,  2002):   •  Explicar  aos  par4cipantes  os  obje4vos  do  estudo  sendo  feito  e  exatamente  como   deverá  ser  a  par4cipação  deles.  Deve-­‐se  deixar  claro  o  processo  de  teste,  o  tempo   aproximado  do  teste,  o  4po  de  dado  sendo  coletado  e  ainda  como  os  dados  serão   analisados.   •  Deixar  claro  as  expecta4vas  de  anonimato  dos  usuários,  deixando  claro  que  dados   par4culares  iden4ficados  durante  o  teste  não  serão  divulgados.   •  Cer4ficar-­‐se  de  que  os  usuários  entendem  que  a  qualquer  momento  podem   interromper  o  teste,  caso  desejem.   •  Sempre  que  trechos  de  depoimentos  dos  usuários  forem  u4lizados  eles  devem  ser   anônimos  e  deve-­‐se  re4rar  descrições  ou  trechos  que  permitam  a  iden4ficação  do   usuário.  Nestes  casos,  deve-­‐se  requisitar  autorização  prévia  do  usuário  e  de   preferência  mostrar-­‐lhe  o  relato  a  ser  divulgado.     59  www.qualister.com.br
    • Tópico Técnicas objetivas: •  Card Sorting •  Teste Empírico Tradicional •  Protocolos Think-Aloud •  Protocolos Post-Event •  Teste de Comunicabilidadewww.qualister.com.br
    • Tópico Técnicas prospectivas: •  Questionárioswww.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas •  Caracteriza-­‐se,  como  o  próprio  nome  sugere,  pela  par4cipação  dos   usuários  na  avaliação  de  alguma  interface  através  de  suas  experiências,   opiniões  e  preferências.   •  Baseiam-­‐se  nas  aplicações  de  ques4onários,  segundo  Cybis  (2000),  para   avaliar  a  sa4sfação  de  usuários  de  algum  4po  de  sistema.     •  Ques4onários  podem  ser  úteis  de  diferentes  maneiras  dentro  do   desenvolvimento  de  interfaces,  como,  por  exemplo,  para:   •  Determinação  do  grau  de  sa4sfação  dos  usuários  com  relação  à  interface;   •  Estruturação  das  informações  sobre  problemas  de  usabilidade  iden4ficados   por  usuários.   •  Verificação  de  problemas  anteriormente  presumidos,  por  meio  de  inspeções   predi4vas  (análises  heurís4cas,  checklists).  www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas •  O  obje4vo  principal  dos  ques4onários  é  descobrir  como  os  usuários  e   suas  tarefas  se  integram  no  sistema,  e  como  é  possível  torná-­‐las  mais   fáceis.   •  Enquanto  um  ques4onário  pré-­‐teste  tem  perguntas  que  revelam   caracterís4cas  dos  usuários,  ques4onários  pós-­‐teste  podem  obter   informações  relevantes  sobre  as  tarefas.   •  O  ques4onário  abaixo  pode  auxiliar  na  formulação  de  outros,  mais   específicos:     1.  O  usuário  considera  a  tarefa  realmente  necessária  em  seu  co4diano?   2.  Como  o  usuário  realiza  a  tarefa?   3.  Quais  os  passos  que  o  usuário  julga  necessários  para  completar  a  tarefa?   4.  Há  algum  gargalo  que  torna  a  tarefa  mais  di^cil  de  ser  realizada?   5.  Como  tornar  a  tarefa  mais  fácil?  www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas: Questionários – Tipos de questões •  Questão  aberta   –  As  perguntas  do  4po  abertas  é  possível  obter  respostas  discursivas  dos   usuários  referentes  a  determinado  assunto  através  do  preenchimento  de  uma   nota.  Esse  4po  de  pergunta  depreende  tempo  para  análise  e  tabulação  dos   dados       •  Questão  fechada   –  As  perguntas  do  4po  fechadas,  o  usuário  tem  um  conjunto  de  possíveis   respostas  preestabelecidas  a  escolher.  Dessa  forma,  ele  expressa  sua  opinião   concordando  ou  discordando  de  afirma4vas  dadas  www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas: Questionários – Questões fechadas •  Escala  passo  a  passo   –  O  usuário  escolhe  uma  opção  entre  uma  série  delas,  geralmente  expressa  por   números    ou  adje4vos   •  Escala  compara:va   –  Induz  o  usuário  a  confrontar  elementos  de  uma  solução  de  interface  proposta   com  outros  da  mesma  categoria  www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas: Questionários – Questões fechadas •  Escala  LIKERT   –  Indica  o  grau  de  concordância  ou  discordância  dos  usuários  com  relação  às   afirmações  dadas   •  Escala  diferencial  semân:ca   –  Permite  ao  usuário  assinalar  sua  opinião  num  subconjunto  de  alterna4vas   entre  pontos  extremos  de  adje4vos  opostos  www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas: QuestionáriosEntre  os  ques4onários  reconhecidos  como  confiáveis  e  validados  pela  extensão  do  seu  uso,  desenvolvidos  especificamente  para  medir  a  sa4sfação  dos  usuários,  destacamos  os  apresentados  a  seguir:    QUIS:  QuesGonnaire  for  User  InteracGon  SaGsfacGon  -­‐  h?p://lap.umd.edu/quis/      WAMMI:  Web  Local  Analysis  and  Inventory  of  Measure  –  h?p://www.wammi.com/      SUMI:  SoSware  Usability  Measurement  Inventory  –  h?p://sumi.ucc.ie/    www.qualister.com.br
    • Técnicas prospectivas: Questionários•  Para fazer um questionário adequado, seja ele pré ou pós-teste, é necessário que tenhamos alguns cuidados no tocante à criação das questões (Rubin, 2003):•  Saber exatamente o que perguntar: cada pergunta dentro do questionário deve ter a sua razão de ser, e deve estar perfeitamente alinhada com os objetivos do teste.•  Perguntas relacionadas ao que não é possível observar diretamente: dê maior destaque para as perguntas que têm a ver com as preferências subjetivas. Não coloque questões a respeito de eficiência e eficácia que podem ser mais bem respondidas através da observação direta do avaliador sobre as tarefas do usuário.•  Manter as questões com simplicidade: minimize as respostas que necessitam de respostas em extenso, como perguntas abertas. Em vez disso, utilize questões fechadas e escalas. Questões fechadas eliminam as vantagens que os usuários com boa habilidade de expressão escrita podem ter sobre os usuários com escrita pobre.•  Usar um teste piloto para refinar o questionário: como é difícil produzir um questionário inequívoco e imparcial (especialmente se você está muito familiarizado com o assunto), é imperativo que você realize um teste piloto do questionário. O teste de questionário-piloto, que deverá coincidir com o teste de usabilidade piloto, lhe dará a direção para saber se as questões estão conduzindo às informações corretas. Peça aos participantes perguntas específicas sobre o questionário em si, como "As perguntas estavam confusas?" Além disso, procure para perguntas tendenciosas e questões que conduza a testemunha para uma única resposta possível. www.qualister.com.br
    • Tópico Ferramentas de apoiowww.qualister.com.br
    • Ferramentas de apoio 70  www.qualister.com.br
    • Ferramentas de apoio - StoryBoarding ? ? ? ? 1.  Carlos precisa de um 2.  “Mas onde está o alarme, 3.  Carlos fica confuso por um lembrete para o horário do afinal?” instante, mas tem uma ideia: seu medicamento. Vai “Será que o alarme está no registrar no PNotes... menu do botão direito?” TENSO 4.  “Nada a perder, não é 5.  “Cadê o bendito alarme? 6.  Carlos fica bastante mesmo?”, ele pensa. Não tem alarme em lugar contrariado, e acha que o Carlos resolve tentar... algum dessa interface!!!” aplicativo é inútil... “Um despertador seria melhor!” 71  www.qualister.com.br
    • Ferramentas de apoio – Card Sorting •  Ferramentas  para  o  Card  SorGng  são  interessantes  porque  tornam  o  processo  de   avaliação  mais  rápido  e  confiável,  dispensando  o  uso  da  cartolina  e  do  pincel   atômico  e  eliminando  quase  que  totalmente  o  trabalho  braçal  na  técnica.   •  Algumas  ferramentas  disponíveis:   –  Op4mal  Sort  –  h?p://www.op4malsort.com   –  Web  Sort  –  h?p://websort.net   –  UXSort  –  h?p://www.uxsort.com   72  www.qualister.com.br
    • Quer saber mais? Estes  são  apenas  alguns  slides  do  curso  avaliação  de  usabilidade  oferecido  pela  Qualister     Para  maiores  informações  visite  nosso  site:     h?p://www.qualister.com.br/cursos         www.qualister.com.br
    • Dúvidas?•  Contato: –  Email: cristiano.caetano@qualister.com.brwww.qualister.com.br