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PESQUISADOR RESPONSÁVEL – Prof Dr. MARIO TERRA FILHO Prof. Associado – INCOR/HC-FMUSPPESQUISADOR EXECUTANTE – Prof Dr. ERI...
Mario Terra Filho• Professor Associado do Departamento de Cardiopneumologia -  FMUSP• Chefe do Grupo de Pneumopatias Ambie...
FINANCIAMENTO DO PROJETO
APROVAÇÕES      Comitê de Ética HC-FMUSP - 2006Relatório Final Técnico-Científico – CNPq 2010
PROJETO ASBESTO AMBIENTAL         “Exposição Ambiental ao Asbesto:       Avaliação do Risco e Efeitos na Saúde”           ...
PROJETO ASBESTO AMBIENTAL       “Exposição Ambiental ao Asbesto:     Avaliação do Risco e Efeitos na Saúde”               ...
1- Parte ambiental2- Parte ocupacional
JUSTIFICATIVAS:Inexistência, em nosso meio, de estudos sobre aexposição ambiental/doméstica ao asbesto e oseventuais efeit...
INTRODUÇÃO• Doenças relacionadas ao asbesto:  - Asbestose  - Placa Pleural / Espessamento Pleural Difuso  - Atelectasia re...
OBJETIVOS• Avaliar os eventuais efeitos na saúde de  residente em moradias cobertas com telhas  de cimento-amianto;• Medir...
1- São Paulo2- Goiânia3- Rio de Janeiro4- Salvador5- Recife
MÉTODOS               População de Estudo• 6.000 entrevistados (1.200 moradores em cada uma das 5  comunidades selecionada...
Preparação de entrevistadores   (membros da comunidade)
Aerofotografia:Comunidade de Paraisópolis (seta branca) – SP
Paraisópolis – São Paulo - Brasil
MÉTODOS• População de Estudo – Exposição Doméstica• Caracterização da Amostra: “Pior Cenário”  - Faixa Etária (adulto)  - ...
MÉTODOS• Avaliação Clínica• Radiológica - Radiografia de Tórax - Tomografia Computadorizada de Alta Resolução - TCAR
MÉTODOS• Coleta e Análise das amostras de ar:  -   Comunidades: Intra e Extra-Domiciliar  -   Cidades: Pontos Cardeais e E...
Coleta de ar no interiordas residências (indoor)
Coleta de ar nos pontos externos na comunidadede Paraisópolis (outdoor).
Prof.Chatfield analisando amostra coletada em São Paulo       por TEM – Microscopia Eletrônica de Transmissão
RESULTADOS- IDADE: 92%  31-70 anos- SEXO: 420(76,4%) F; 130(23,6%) M- TEMPO DE MORADIA: X = 35 anos  90% > 20 
RESULTADOS• Análise Clínica e Radiológica- Não foram encontradas doenças relacionadas ao asbesto- Predominaram achados rad...
RESULTADOS                                          Número de Coletas          Locais                                  IND...
RESULTADOS-    -    -
DISCUSSÃOComparação gráfica entre concentrações de fibras de asbesto no meio ambienteurbano de diversos países e aquelas e...
DISCUSSÃO            Krakoviak E, 2009
DISCUSSÃO            Lee RJ, 2008
DISCUSSÃO- As concentrações de fibra ≥ 5 µm da ordem de0,00040   a   0,00080   f/cc   são   similares   àsencontradas nas ...
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-   As concentrações de fibras deasbesto (f/cc) foram semelhantes nosambientes intra e extra-domiciliar.
Com relação a concentração de fibras/cc deasbesto encontrada na amostra deste estudo:- Foi comparável ao já descrito em gr...
CENTENÁRIO DA FMUSP - 2012                      OBRIGADO!!!
STF - Audiência Pública do Amianto - 24/08/2012 - Supremo Tribunal Federal
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Dr. MÁRIO TERRA FILHO. Doutor em Pneumologia pela Universidade de São Paulo – USP (1989). Atualmente é professor associado da Universidade de São Paulo – USP e chefe do Grupo de Pneumologia Ocupacional e Ambiental.

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  1. 1. PESQUISADOR RESPONSÁVEL – Prof Dr. MARIO TERRA FILHO Prof. Associado – INCOR/HC-FMUSPPESQUISADOR EXECUTANTE – Prof Dr. ERICSON BAGATIN Prof. Associado-Livre Docente – AST-DMPS-FCM-UNICAMP
  2. 2. Mario Terra Filho• Professor Associado do Departamento de Cardiopneumologia - FMUSP• Chefe do Grupo de Pneumopatias Ambientais e Ocupacionais da Disciplina de Pneumologia – InCor – HCFMUSP• Autor/co-autor de 9 artigos originais sobre asbestos publicados em revistas internacionais na língua inglesa (agregadores de conhecimento)• Palestrante convidado pelo Governo dos EUA para fazer conferência sobre ASBESTOS no NIOSH-Morgantown - 2006
  3. 3. FINANCIAMENTO DO PROJETO
  4. 4. APROVAÇÕES Comitê de Ética HC-FMUSP - 2006Relatório Final Técnico-Científico – CNPq 2010
  5. 5. PROJETO ASBESTO AMBIENTAL “Exposição Ambiental ao Asbesto: Avaliação do Risco e Efeitos na Saúde” Participantes: Prof. Luiz Eduardo Nery Prof. José Alberto Neder Prof. Reynaldo Tavares Rodrigues Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP Prof. Satoshi kitamura Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Prof. Ricardo Marques DiasUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO Prof. Vera L. Capelozzi Prof. Pedro K. Kiyohara Universidade de São Paulo - USP
  6. 6. PROJETO ASBESTO AMBIENTAL “Exposição Ambiental ao Asbesto: Avaliação do Risco e Efeitos na Saúde” Participantes: Prof. Francisco Hora O. Fontes Universidade Federal da Bahia – UFBA Prof. Marcelo Fuad Rabahi Prof. Kim-Ir-Sem S. Teixeira Universidade Federal de Goiás – UFG Prof. Mirian Cruxên Oliveira Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPTDr. Fernando L.C.Lundgren – Médico Pneumologista do Hospital Otávio de Freitas – Recife – PE. Dr. Eric J. Chatfield – Consultor Internacional Chatfield Technical Consulting Limited - Canadá
  7. 7. 1- Parte ambiental2- Parte ocupacional
  8. 8. JUSTIFICATIVAS:Inexistência, em nosso meio, de estudos sobre aexposição ambiental/doméstica ao asbesto e oseventuais efeitos na saúde da população em gerale de estudos longitudinais/prospectivos detrabalhadores com exposição ocupacional aoasbesto.
  9. 9. INTRODUÇÃO• Doenças relacionadas ao asbesto: - Asbestose - Placa Pleural / Espessamento Pleural Difuso - Atelectasia redonda - Câncer de pulmão - Mesotelioma - Outras
  10. 10. OBJETIVOS• Avaliar os eventuais efeitos na saúde de residente em moradias cobertas com telhas de cimento-amianto;• Medir as concentrações, urbanas e intra- domiciliares, de fibras de asbesto, em moradias de cinco capitais brasileiras.
  11. 11. 1- São Paulo2- Goiânia3- Rio de Janeiro4- Salvador5- Recife
  12. 12. MÉTODOS População de Estudo• 6.000 entrevistados (1.200 moradores em cada uma das 5 comunidades selecionadas – SP, RJ, Goiânia, Salvador, Recife)• 550 indivíduos selecionados (110 em cada comunidade)
  13. 13. Preparação de entrevistadores (membros da comunidade)
  14. 14. Aerofotografia:Comunidade de Paraisópolis (seta branca) – SP
  15. 15. Paraisópolis – São Paulo - Brasil
  16. 16. MÉTODOS• População de Estudo – Exposição Doméstica• Caracterização da Amostra: “Pior Cenário” - Faixa Etária (adulto) - Tempo total moradia (> 15 anos) - Telhas em mau estado de conservação
  17. 17. MÉTODOS• Avaliação Clínica• Radiológica - Radiografia de Tórax - Tomografia Computadorizada de Alta Resolução - TCAR
  18. 18. MÉTODOS• Coleta e Análise das amostras de ar: - Comunidades: Intra e Extra-Domiciliar - Cidades: Pontos Cardeais e Externo (controle de poluição) - Método ISO 10312/2005 - Análise por Microscopia Eletrônica de Transmissão
  19. 19. Coleta de ar no interiordas residências (indoor)
  20. 20. Coleta de ar nos pontos externos na comunidadede Paraisópolis (outdoor).
  21. 21. Prof.Chatfield analisando amostra coletada em São Paulo por TEM – Microscopia Eletrônica de Transmissão
  22. 22. RESULTADOS- IDADE: 92%  31-70 anos- SEXO: 420(76,4%) F; 130(23,6%) M- TEMPO DE MORADIA: X = 35 anos  90% > 20 
  23. 23. RESULTADOS• Análise Clínica e Radiológica- Não foram encontradas doenças relacionadas ao asbesto- Predominaram achados radiológicos compatíveis com outras doenças pulmonares pregressas
  24. 24. RESULTADOS Número de Coletas Locais INDOOR OUTDOOR** (Ambiente Interno) (Ambiente Externo)São Paulo (Atibaia*) 30 22Goiânia (Caldas Novas*) 14 12Salvador (Praia do Forte*) 12 18Recife (Porto de Galinhas*) 8 17Rio de Janeiro (Recreio*) 8 19 Total 72 88 * Ambiente Externo – Ponto Controle; ** Pontos Cardeais, Central e Controle
  25. 25. RESULTADOS- - -
  26. 26. DISCUSSÃOComparação gráfica entre concentrações de fibras de asbesto no meio ambienteurbano de diversos países e aquelas encontradas no presente estudo (máxima emverde, mínima em vermelho). Krakoviak E, 2009
  27. 27. DISCUSSÃO Krakoviak E, 2009
  28. 28. DISCUSSÃO Lee RJ, 2008
  29. 29. DISCUSSÃO- As concentrações de fibra ≥ 5 µm da ordem de0,00040 a 0,00080 f/cc são similares àsencontradas nas grandes metrópoles mundiais.
  30. 30. - Entre os moradores avaliados nãoforam observadas evidências deacometimento clínico e radiológicopassíveis de atribuição à exposiçãoambiental a fibras de asbesto.
  31. 31. - As concentrações de fibras deasbesto (f/cc) foram semelhantes nosambientes intra e extra-domiciliar.
  32. 32. Com relação a concentração de fibras/cc deasbesto encontrada na amostra deste estudo:- Foi comparável ao já descrito em grandesáreas urbanas de diversos paísesdesenvolvidos e;- Esteve dentro dos limites aceitáveis deacordo com a OMS e agências internacionaisde controle da exposição.
  33. 33. CENTENÁRIO DA FMUSP - 2012 OBRIGADO!!!

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