PROJETO PEDAGÓGICO         Pós-graduação Lato SensuESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PARA A           SUSTENTABILIDADE      CENTRO ...
SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO .........................................................................................................
APRESENTAÇÃOO Senac São Paulo é uma das mais completas instituições educacionais do país. Commais de 60 anos de história, ...
Identificação do cursoNome do curso:                          Pós - graduação lato sensu Especialização em Gestão para a  ...
1     CONCEPÇÃO DO CURSOOs novos desafios da sustentabilidade3 enfrentados pela sociedade contemporâneapodem ser agrupados...
habitantes do planeta demonstram a disparidade entre aqueles que consomem muitopouco ou não consomem e outros que consomem...
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1.3 Perfil do egressoO egresso dessa especialização poderá atuar na consultoria, articulação, gestão eexecução de iniciati...
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2.1 Estrutura curricular                                                         Carga          Carga      CargaMódulos   ...
Esquema de oferta dos módulos                                                                                  Carga horár...
2.2 Trabalho de Conclusão de Curso e Metodologia da PesquisaPara obtenção do título de especialista, além de cursar e obte...
Nos componentes curriculares à distância a avaliação do aluno baseia-se nas atividadesrealizadas no ambiente virtual e na ...
2.3 EmentárioMódulo I: Análise de contexto da sustentabilidadeCarga Horária: 108 hEmentaApresenta histórica e criticamente...
Aborda as questões de desenvolvimento sustentável e de sustentabilidade; a relevânciadas práticas econômicas, sociais e am...
CARROL, A. B; BUCHHOLTZ, A. K. Business & society: ethics and stakeholdermanagement. Cincinnati, Ohio: South-Western Colle...
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3   PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM3.1 Metodologia de EnsinoO modelo educacional pautado pelo desenvolvimento de competê...
alunos, interagindo com os demais docentes para as adaptações e mudançasnecessárias.3.2 Avaliação do Processo de Aprendiza...
3.3    Sistemas de ComunicaçãoCom o crescimento do uso da internet nos mais diversos segmentos sociais, e o aumentoda dema...
3.4    Material DidáticoOs materiais educacionais são desenvolvidos considerando práticas pedagógicasinovadoras,   que   e...
recursos variados (ex. aulas narradas, infográficos interativos, revistas eletrônicas,vídeos, entrevistas, podcasts), ativ...
4.1 Perfil do coordenadorTitulações: Bacharelado, preferencialmente, em Administração e/ou Comunicação Sociale/ou, Engenha...
5    AVALIAÇÃO INSTITUCIONALA implantação do processo de avaliação é fruto de uma política de qualidade pela qual ainstitu...
projeto pedagógico, infraestrutura, corpo docente, coordenação de curso, corpo técnicoadministrativo e evolução profission...
6     REFERÊNCIASGUIA DE PÓS-GRADUAÇÃO. Matéria mira certeira. Editora Segmento . Disponível em:< http://guiadeposgraduaca...
ETHOS,                    Instituto.                 Disponível                   em:<http://www.ethos.org.br/DesktopDefau...
ANEXOSComponentes Curriculares OptativosLibrasO Centro Universitário Senac oferece aos seus alunos a possibilidade de curs...
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Guia de Recursos PedagógicosCom o crescimento do uso da internet nos mais diversos segmentos sociais, e o aumentoda demand...
FERRAMENTA        DESCRIÇÃO                                          APLICAÇÃO PEDAGÓGICA                  Ferramenta que ...
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Ppc pós gestão para a sustentabilidade_29ºconsepe

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  1. 1. PROJETO PEDAGÓGICO Pós-graduação Lato SensuESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO SENACAprovada na 29ª Reunião do CONSEPE em 29.08.2011
  2. 2. SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO ............................................................................................................ 3Identificação do curso ....................................................................................................... 41 CONCEPÇÃO DO CURSO ...................................................................................... 51.1 Público-alvo ............................................................................................................111.2 Objetivos .................................................................................................................111.3 Perfil do egresso .....................................................................................................122 CONCEPÇÃO CURRICULAR .................................................................................132.1 Estrutura curricular ..................................................................................................142.2 Trabalho de Conclusão de Curso e Metodologia da Pesquisa ................................162.3 Ementário................................................................................................................182.4 Equivalência de Componentes Curriculares ............................................................253 PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM .......................................................263.1 Metodologia de Ensino ............................................................................................263.2 Avaliação do Processo de Aprendizagem ...............................................................273.3 Sistemas de Comunicação ......................................................................................283.4 Material Didático .....................................................................................................294 PERFIL DA COORDENAÇÃO E DO CORPO DOCENTE.......................................304.1 Perfil do coordenador ..............................................................................................314.2 Perfil do corpo docente ...........................................................................................315 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ................................................................................326 REFERÊNCIAS.......................................................................................................34ANEXOS..........................................................................................................................36Componentes Curriculares Optativos ..............................................................................36Libras ...............................................................................................................................36Estágio ............................................................................................................................38Infraestrutura ...................................................................................................................39Requisitos Tecnológicos para Acesso aos Sistemas .......................................................39Guia de Recursos Pedagógicos .......................................................................................40 2
  3. 3. APRESENTAÇÃOO Senac São Paulo é uma das mais completas instituições educacionais do país. Commais de 60 anos de história, na década de 1980, em atenção às demandas do mundo dotrabalho estendeu sua atuação diferenciada, inovadora e diversificada também ao ensinosuperior com criação das Faculdades Senac.Em setembro de 2004 as Faculdades Senac São Paulo foram credenciadas como CentroUniversitário pelo Ministério da Educação. Esse credenciamento fortaleceu seuposicionamento no rol das grandes instituições de ensino no país, consagrando aexcelência da atuação na educação superior em três campi – Santo Amaro, situado nacapital, Águas de São Pedro, Campos do Jordão, além das diversas unidadesespalhadas pelo Estado de São Paulo – com a oferta de uma programação de cursos degraduação e pós-graduação diversificada. Em 2008, o Centro Universitário ampliou aspossibilidades de oferta quando foi credenciado pela Portaria nº124 (22 de janeiro de2008) para ofertar cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade a distância,reafirmando a diversificação do seu modo de oferta, iniciada em outros níveis de ensinodesde a década de 1940. No âmbito da pós-graduação lato sensu, o Centro UniversitárioSenac São Paulo vem se caracterizando por imprimir ao seu portfólio de cursos ocomprometimento com a qualificação profissional de alto nível, atendendo a crescentedemanda por formação continuada em várias áreas do conhecimento, em um contextohistórico marcado pela necessidade de aceleramento do tempo em razão dasvertiginosas mudanças científicas e tecnológicas.Identidade que orienta a construção dos Projetos Pedagógicos de seus cursos, como oque ora apresentamos. Mais do que o cumprimento de uma exigência legal, este ProjetoPedagógico de Curso materializa a concepção do papel formativo da pós-graduação latosensu para o Centro Universitário Senac.Nesse sentido, reflete sua compreensão do processo educativo centrado na formação,qualificação e aperfeiçoamento profissional em resposta às demandas sociais,comprometida com a cultura do empreendedorismo, do cidadão ético e socialmenteresponsável, por intermédio de práticas pedagógicas significativas e inovadoras,apoiadas na autonomia do aluno, e de um corpo docente altamente qualificado. 3
  4. 4. Identificação do cursoNome do curso: Pós - graduação lato sensu Especialização em Gestão para a SustentabilidadeCertificação conferida: Especialista em Gestão para a SustentabilidadeÁrea de conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas - código nº 6.00.00.00-7Modalidade: PresencialDocumento de Autorização: Aprovada na xx ª Reunião do CONSUNI em xx.xx.xxxxAcompanhamento do PPC: 29ª Reunião CONSEPE, 29/08/2011 – Aprovação PPCDuração mínima1: 3 semestres letivosDuração máxima:2 6 semestres letivosCarga horária: Total Presencial EAD (20%) 366 horas 318 horas 48 horas1 A determinação da duração do curso deve considerar o prazo mínimo e o máximo para integralização docurso pelo aluno. A duração mínima e a máxima devem sempre ser indicadas em semestres letivos. Aduração mínima do curso poderá ser ampliada em razão de necessidades estruturais e/ou organizacionais daoferta de cada unidade. Por integralização entende-se o cumprimento com aprovação pelo aluno de todos oscomponentes da estrutura curricular, habilitando-o à certificação.2 A duração máxima deverá corresponder ao dobro da duração mínima, se não houver disposição expressaem contrário, fixada por órgãos de representação profissional. Ultrapassado o prazo máximo para conclusãodo curso, sujeitará o aluno a cursar eventuais adaptações curriculares. 4
  5. 5. 1 CONCEPÇÃO DO CURSOOs novos desafios da sustentabilidade3 enfrentados pela sociedade contemporâneapodem ser agrupados em dois grandes blocos: o primeiro engloba a crise social,econômica e ambiental e o segundo trata da mudança de paradigma de governança.Em relação ao primeiro bloco, crise social, econômica e ambiental, as temáticas tratadasainda são as mesmas, como escassez e exploração de recursos naturais, poluição,desastres ambientais, imensas diferenças na distribuição de renda, pobreza, etc. O quemodificou foi a escala, a velocidade e a complexidade em que as mudanças acontecem.A evolução do movimento ambientalista e das práticas empresariais tem sido alternadapor avanços e retrocessos, ao contrário da evolução dos impactos no planeta, queparecem ter acelerado e alcançado um estágio de maior magnitude e persistência. OPrograma das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) 4 define como áreasprioritárias de atuação para os próximos anos: 1. mudança climática; 2. eficiência no uso dos recursos; 3. desastres e conflitos; 4. governança ambiental; 5. resíduos e substâncias perigosas; e 6. gerenciamento de ecossistemas: promoção da conservação e uso sustentável para elevar a qualidade de vida humana (bem estar).É fato que algumas temáticas ambientais tornaram-se prioridade, como é o caso damudança climática oriunda do aquecimento global, devido ao uso indiscriminado decombustíveis fósseis e demais emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.Entretanto, não é possível separar as questões econômicas, ambientais e sociais nodiagnóstico dos dilemas a serem enfrentados. A visão de interdependência é dominante,pois um impacto ambiental sempre estará atrelado à condição social, econômica, etambém, política.Nesse contexto, dois aspectos socioeconômicos são fundamentais para explicar a criseambiental e procurar alternativas. Em primeiro lugar tem-se o consumo. A questão doconsumo precisa ser pensada na perspectiva do desenvolvimento e da justiça social, semperder de vista os desafios ambientais. As taxas atuais de relação de consumo entre os3 Sustentabilidade define-se como “satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade de atender asnecessidades das gerações futuras” (Comissão Bruntland, 1988).4 PNUMA, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Disponível em http://www.unep.org/, acessado no dia 3 dedezembro de 2010. Tradução livre dos autores.
  6. 6. habitantes do planeta demonstram a disparidade entre aqueles que consomem muitopouco ou não consomem e outros que consomem em exagero. No caso do leite, base demuitas dietas alimentares, a diferença é de oito vezes, enquanto que para os automóveischega a ser de 23,6 vezes.5 O segundo aspecto socioeconômico é o posicionamento daluta contra a pobreza a partir da preservação dos ecossistemas nos quais as populaçõespobres baseiam sua condição e meios de vida (econômica, cultural, social, etc.). Istosignifica propor modelos de desenvolvimento socioeconômico que usufruam de serviçose produtos que melhorem as condições dos ecossistemas. O grande desafio é promovera melhoria de condições de vida, reduzir as diferenças sociais e econômicas, esimultaneamente reduzir e reparar os danos causados ao meio ambiente.Com uma população mundial de 6,7 bilhões de pessoas6, a questão não se encerra nodebate sobre o crescimento populacional e sim no impacto que causamos sobre oplaneta. A equação “impacto = população X riqueza X tecnologia” é colocada na mesadas políticas públicas econômicas e de desenvolvimento dos países. Mesmo com a criseeconômica de 2008, fortaleceu-se cada vez mais o discurso de que é preciso agirimediatamente para que o planeta e a vida humana não fiquem comprometidos nopresente e no futuro. A solução para os problemas gira em torno da economia verde e debaixo carbono e, nesse sentido, está diretamente vinculada à atuação das empresasprivadas e governamentais, bem como às políticas públicas e ambientais.O segundo bloco, que trata dos desafios de governança, aponta para uma verdadeira“subversão” da ordem estabelecida e dos conceitos até então consolidados. Mais do queisso, impacta as estruturas de poder. Para que as organizações possam operar e usufruirdas oportunidades da sustentabilidade, é preciso que reconheçam a necessidade decompartilhar o poder entre governos, empresas e sociedade civil, configurando assim achamada governança tripolar7. O comportamento dos atores sociais altera-se conformese ampliam as megamudanças nos ecossistemas, base da sobrevivência humana. Aspartes interessadas (stakeholders) das empresas - acionistas, ONGs ambientalistas e dedefesa de direitos, sindicatos, mídia, clientes, entre outros - intensificam suas pressõessobre as organizações. Por outro lado, os governos aumentam a regulamentação edesenvolvem novas políticas públicas. Conforme os atores sociais ampliam suacompreensão dos desafios da sustentabilidade, os espaços para negociação e diálogotornam-se mais complexos.5 SACHS, I., VIEIRA, P. F. (Org.). Rumo a ecossocioeconomia: teoria e prática do desenvolvimento. São Paulo: CortezEditora. 2007. p. 203.6 ALIGLERI, L., ALIGLERI, L. A., KRUGLIANSKAS, I. Gestão socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade donegócio. São Paulo: Editora Atlas. 2009. p. xiiv.7 ALMEIDA, F. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. p.129. 6
  7. 7. E como as organizações se posicionam em meio a tantos desafios? O novo contextoorganizacional e de sociedade atual é ilustrado por John Elkington por meio de seterevoluções.8 São revoluções da sociedade que determinaram as mudanças de paradigmaem que as organizações estão inseridas hoje: 1. revolução de mercado: aumento da competitividade; 2. revolução de valores: novos valores mudando rapidamente na sociedade, mudança de opinião dos stakeholders; 3. revolução de transparência: aumento do volume de informação compartilhada e dificuldade de esconder fatos da sociedade; 4. revolução de tecnologia do ciclo de vida: mais importante do que o produto em si é a sua produção do “berço ao túmulo” e sua função na sociedade; 5. revolução de parcerias: muitos dos desafios são impossíveis de se endereçar individualmente, é preciso ser multissetorial; 6. revolução de tempo: o tempo longo assume um papel fundamental no planejamento e visão de futuro; e 7. revolução de governança corporativa: a sustentabilidade é assunto dos comitês de diretoria, que devem controlar a empresa de uma maneira mais efetiva. Por exemplo: (...) a Revolução sete solicitará (...) que os comitês corporativos comecem a entender todas as mudanças que provavelmente serão solicitadas pelo capitalismo stakeholder. O diálogo com o stakeholder tende a estar entre os mais importantes desses novos requisitos. 9Outra maneira de compreender o novo ambiente dos negócios é analisar as diversasiniciativas globais que contextualizam a atuação das organizações. Essas iniciativaspropõem padrões e códigos de conduta inspirando o setor privado como tambémgovernos e sociedade civil. No Brasil, uma referência de mercado relevante é o Índice deSustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa que completou cinco anos em 2010. Acarteira, vigente até 30 de novembro de 2010, reunia 43 ações de 34 companhias. Asações representavam 15 setores e somavam R$730 bilhões em valor de mercado, o8 ELKINGTON, J.. Canibais com garfo e faca. Tradução de Patricia Martins Ramalho. São Paulo: Makron Books, 2001.p.3.9 Idem, p.406. 7
  8. 8. equivalente a 32,21% do valor de mercado total das companhias com ações negociadasna BM&FBOVESPA10.Para as organizações, atuar nesse contexto complexo e inédito demanda novosconhecimentos e experiências. Mesmo porque não é uma simples adequação de serviçose produtos que se espera das lideranças do movimento da gestão para sustentabilidade esim uma transformação traduzida em novos modelos de negócio.Não há consenso sobre as possibilidades da sociedade continuar nos atuais modos deprodução e ainda promover o desenvolvimento sustentável. A visão crítica dosprofissionais da área torna-se, portanto, fundamental.No mercado atual, as organizações apresentam diversas estratégias e modelos degestão para endereçar os desafios da sustentabilidade apresentados acima.Independente de suas motivações originais, por consciência ou conveniência, o setorprivado, o governo e a sociedade civil participam tanto da proliferação dos problemassocioambientais quanto da busca de soluções. Um dos principais motivadores dessemovimento tem sido a competitividade entre as empresas, que buscam oportunidades deposicionamento no novo contexto global. Sua perenidade e seu papel na sociedade sãoquestionados. Dentre diversas definições para sustentabilidade, Elkington (2001)conseguiu, por meio do conceito do triple bottom line (três pilares), esclarecer a novaagenda da sustentabilidade para as organizações. Ele definiu: (...) o desenvolvimento sustentável envolve a busca simultânea da prosperidade econômica, da qualidade ambiental e da igualdade social. As empresas que buscam a sustentabilidade precisam empenhar-se não somente na direção de uma única linha de resultados, a financeira, mas sim na linha dos três pilares.11Gestão para a sustentabilidade, responsabilidade social empresarial (RSE),responsabilidade corporativa e responsabilidade socioambiental são variaçõesconceituais com o objetivo de compreender a responsabilidade das organizações faceaos impactos que geram na sociedade e no meio ambiente. Essas se misturam com asversões apropriadas pelas empresas em seus discursos apresentados ao mercado, comotambém com as falas de governos e de organizações da sociedade civil.10 Dados sobre carteira de ações da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBOVESPA) avaliados em 24 de novembro de2009. Disponível em http://www.ces.fgvsp.br/gvces/index.php?page=Conteudo&id=30, acessado em 26 de novembro de2010.Entre essas destacam-se: Diretrizes da OCDE para Multinacionais (1976), Carta da Terra (1997), Protocolo de Kyoto(1997), Pacto Global (1999), Metas do Milênio (2000) e Princípios do Equador (2002).1011 ELKINGTON, J.. Canibais com garfo e faca. Tradução de Patricia Martins Ramalho. São Paulo: Makron Books, 2001.p.429. 8
  9. 9. A origem destas definições encontra-se na década de 1970, no campo da administração.Há três correntes principais: ética nos negócios, Business Ethics; Business and Society,que busca compreender a visão sociopolítica da relação da empresa com a sociedade; eSocial Issues Management, apresentando o extremo da visão instrumental.A corrente Business and Society dá origem à Teoria de Stakeholders, desenvolvidaprimeiramente por Freeman12 em 1984 que definiu stakeholder como “qualquer indivíduoou grupo que pode afetar ou ser afetado pelas ações, decisões, políticas, práticas ouobjetivos da organização”. No Brasil a definição dominante de RSE vem do InstitutoEthos: A RSE é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.13Dentre tantas definições, pode-se concluir uma convergência de tópicos e assimconsiderar o que a gestão para a sustentabilidade das organizações deve contemplar: 1. ir além das obrigações legais; 2. considerar o desenvolvimento sustentável e interesses de longo prazo da sociedade; 3. incorporar expectativas dos stakeholders e análises de impacto econômico, ambiental e social nas operações e tomadas de decisão; 4. estar vinculada a sua forma de gestão, desde o planejamento estratégico até as áreas funcionais e relacionamentos.14O momento econômico brasileiro é de projeção de cenários de crescimento e (...) prevê que a economia brasileira deve crescer cerca de 5% ao ano até a Olimpíada de 2016. (...) Algumas áreas estão em franca expansão e deverão capitanear o iminente boom na economia nacional. Impossível ignorar os investimentos da ordem de US$ 150 bilhões, até 2020, que a12 FREEMAN apud CARROL & BUCHHOLTZ, 1999, p.66. CARROL, A. B; BUCHHOLTZ, A. K. Business & society: ethicsand stakeholder management. Cincinnati, Ohio: South-Western College Publishing, 1999. Tradução livre dos autores.13 ALIGLERI, L., ALIGLERI, L. A., KRUGLIANSKAS, I. Gestão socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade donegócio. São Paulo: Editora Atlas. 2009. p. 16.14 ALIGLERI, L., ALIGLERI, L. A., KRUGLIANSKAS, I. Gestão socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade donegócio. São Paulo: Editora Atlas. 2009. p. 17. 9
  10. 10. exploração do petróleo da camada pré-sal exigirá dos setores público e privado.15Isso significa, na prática, um aumento na procura por capacitação profissional ereposicionamento no mercado pelos brasileiros que buscam aproveitar as oportunidadesgeradas por esses investimentos. Nesse cenário algumas profissões se destacam como,por exemplo, aquelas relacionadas à sustentabilidade.Atualmente setor governamental e sociedade civil também têm procuradoprofissionalizar-se nessa temática, pois possuem demandas de trabalho a seremendereçadas. Como exemplo de novas demandas, no ano de 2010 no Brasil foi lançadouma Instrução Normativa16 do governo federal para as chamadas “compras verdes” porparte de organizações públicas e privadas, governos estaduais e locais. É a compra debens e serviços com critérios de sustentabilidade (integra critérios ambientais, sociais eeconômicos a todos os estágios do processo de licitação) e busca incentivar tomadoresde decisão e gestores sobre a oportunidade de engajar os governos locais e asinstituições (hospitais, postos de saúde, escolas) nas compras sustentáveis.17 Pode-secitar também a nova Lei de Resíduos Sólidos18, que instituiu a Política Nacional deResíduos Sólidos, em 201019.A principal força motriz da revisão pedagógica do curso foram as mudanças ocorridasnos últimos anos, tanto nos programas oferecidos pelas universidades e centros depesquisa relacionados ao tema quanto nas organizações, na sociedade e no mercado deresponsabilidade socioambiental e sustentabilidade. Do ponto de vista dos cursosoferecidos, o Instituto Ethos compilou 35 cursos de especialização nas temáticas deresponsabilidade socioambiental e sustentabilidade em 2010. Portanto, houve anecessidade de atualizar-se frente à crescente concorrência e manter-se competitivo.O processo de reformulação do projeto pedagógico do curso concentrou-se em trêsaspectos. Primeiramente, na ampliação do escopo das temáticas econômicas,socioambientais e da sustentabilidade. A concepção anterior estava orientada peloescopo específico da responsabilidade socioambiental, no entanto percebeu-se anecessidade de incluir novas competências e aprofundar outras, conforme as tendênciase os desafios da sustentabilidade apontados pelas pesquisas acadêmicas e pelomercado. O segundo aspecto da revisão considerou novos atores no público-alvo do15 Guia de Pós-Graduação, Editora Segmento, matéria Mira Certeira. Disponível emhttp://guiadeposgraduacao.uol.com.br/materia.asp?id=4, acessado no dia 26 de novembro de 2010.16 Secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 2010. InstruçãoNormativa n.1, 19 de janeiro de 2010.17 Idem.18 Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010.19 Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm, acessado em 26 de novembro de2010. 10
  11. 11. curso, pois além das empresas também há o interesse do setor público e deorganizações da sociedade civil por capacitação nessas temáticas. Assim, o cursopassou a abordar a gestão do ponto de vista das organizações de diversos setores enaturezas de atuação. E por fim, o terceiro aspecto englobou as metodologias de ensino-aprendizagem e estrutura curricular, vinculando os módulos ao passo a passo daelaboração de um projeto de intervenção de gestão para a sustentabilidade em umaorganização, cujo resultado será o TCC. As etapas de planejamento, implementação,avaliação e comunicação características da atividade de elaboração de projetos degestão dentro das organizações foram inseridas nas competências e agrupadas emmódulos segundo a lógica gerencial.Em síntese, a base epistemológica que norteava o antigo curso de Pós-Graduação LatoSensu Especialização em Responsabilidade Socioambiental Empresarial, criado em2008, se altera para dar lugar ao novo curso que passa a ser intitulado Pós GraduaçãoLato Sensu Especialização em Gestão para a Sustentabilidade.1.1 Público-alvoProfissionais com ensino superior completo, preferencialmente das áreas de CiênciasSociais ou Ciências Humanas, que atuem nos setores privado, público e na sociedadecivil e apresentem interesse na incorporação dos valores e princípios da sustentabilidadena gestão de suas organizações.1.2 ObjetivosFormar profissionais para atuarem como líderes na incorporação dos princípios e valoresda sustentabilidade na gestão das organizações, a partir de estratégias que considerem ocontexto socioambiental, econômico, político e cultural e o envolvimento de todos ospúblicos interessados. 11
  12. 12. 1.3 Perfil do egressoO egresso dessa especialização poderá atuar na consultoria, articulação, gestão eexecução de iniciativas para a sustentabilidade das empresas e demais organizações dosetor público e da sociedade civil, integrando e compondo equipes multiprofissionais emultifuncionais no sentido de fortalecer as ações nesse campo.Ao final do curso o aluno terá desenvolvido as seguintes competências: Produzir análises de contexto, analisar criticamente os modelos de gestão e cultura organizacional e identificar os interesses dos diversos públicos envolvidos na perspectiva dos valores e princípios da sustentabilidade, visando realizar diagnósticos e avaliações. Analisar as ferramentas socioambientais existentes (gestão, planejamento, avaliação, comunicação e prestação de contas) para avaliar sua adequação aos diversos contextos organizacionais. Planejar e estabelecer estratégias de atuação para integrar os princípios e valores da sustentabilidade na gestão das organizações. Elaborar projetos de intervenção na gestão das organizações em sintonia com os princípios e valores da sustentabilidade. 12
  13. 13. 2 CONCEPÇÃO CURRICULAROs processos que envolvem a atuação dos profissionais da área orientam a construçãodesse percurso curricular e estão representados em módulos, a saber: Módulo I - Análisede contexto da sustentabilidade; Módulo II - Ferramentas de gestão para asustentabilidade; Módulo III - Gestão para a sustentabilidade e Módulo IV - Projeto deintervenção, oferecidos na sequência em que estão ordenados na estrutura curricular,exceto o Módulo IV que é ofertado transversal e simultaneamente aos demais.O Módulo I aborda a produção de análises de contexto, analisa criticamente os modelosde gestão e cultura organizacional e discute os interesses dos diversos públicosenvolvidos na perspectiva dos valores e princípios da sustentabilidade, visando realizardiagnósticos e avaliações.O Módulo II analisa as ferramentas socioambientais existentes (planejamento, avaliação,comunicação e prestação de contas) para avaliar sua adequação aos diversos contextosorganizacionais.O Módulo III planeja e discute estratégias de atuação para integrar os princípios e valoresda sustentabilidade na gestão das organizações.E finalmente, o Módulo IV, orienta a elaboração de projetos de intervenção para a gestãodas organizações em sintonia com os princípios e valores da sustentabilidade. Oferecidoem parte a distância, perpassa todos os módulos, criando condições para a elaboraçãodo Trabalho de Conclusão de Curso, desde o Módulo I. Prevê também seis horas deorientação presencial por grupo. Todos os módulos estão conectados a esse que integraos temas e provoca a reflexão crítica dos alunos na relação com seu processo deaprendizagem, culminando na materialização do TCC. 13
  14. 14. 2.1 Estrutura curricular Carga Carga CargaMódulos Competências horária horária à horária Presencial Distância Produzir análises de contexto, analisar criticamente os modelos de gestão e culturaI - Análise de organizacional e identificar oscontexto da interesses dos diversos públicos 108h ---- 108hsustentabilidade envolvidos na perspectiva dos valores e princípios da sustentabilidade, visando realizar diagnósticos e avaliações. Analisar as ferramentas socioambientais existentesII - Ferramentas (planejamento, avaliação,de gestão para comunicação e prestação de 104h ---- 104ha contas) para avaliar suasustentabilidade adequação aos diversos contextos organizacionais. Planejar e estabelecerIII - Gestão estratégias de atuação parapara a integrar os princípios e valores 76h ---- 76hsustentabilidade da sustentabilidade na gestão das organizações. Elaborar projetos de intervençãoIV - Projeto de para a gestão das organizações 24h 48h 72hintervenção em sintonia com os princípios e valores da sustentabilidade. 312h 48hSubtotal 360Trabalho de Conclusão de Curso 6Carga Horária Total do Curso 366 14
  15. 15. Esquema de oferta dos módulos Carga horáriaMódulo 1º período 2º período 3º período por móduloI 108hII 104hIII 76hIV 72hOrientação presencial TCC 6h por grupoCarga horária total 366hGráfico evolutivo das competências Gestão para a Sustentabilidade Módulo I Módulo II Módulo III Projeto TCC Módulo IV - Projeto 15
  16. 16. 2.2 Trabalho de Conclusão de Curso e Metodologia da PesquisaPara obtenção do título de especialista, além de cursar e obter aprovação em todos osmódulos do currículo, o aluno deverá desenvolver e obter aprovação no TCC,componente curricular obrigatório em cursos de pós-graduação lato sensu, conformeexigência do Ministério da Educação.Para obtenção do título de especialista, além de cursar e obter aprovação em todos osmódulos do currículo, o aluno deverá desenvolver e obter aprovação no TCC,componente curricular obrigatório em cursos de pós-graduação lato sensu, conformeexigência do Ministério da Educação (MEC).Tendo em vista a natureza e vocação do curso de Especialização em Gestão para aSustentabilidade, o TCC deverá ser desenvolvido na forma de um Plano de Intervenção.Para isso, serão constituídos grupos de no máximo três alunos. Cada grupo terá, duranteo desenvolvimento do TCC, seis horas de orientação do professor designado comoorientador.O TCC será desenvolvido ao longo do curso no Módulo IV. Será elaborado a partir dasdiversas reflexões, registros, sínteses e projetos entregues ao longo do curso. O TCCassumirá a forma de um Plano de Intervenção em uma organização real, simulando aimplantação de um projeto de gestão para a sustentabilidade. A escolha da organizaçãoficará a critério do grupo, devendo ser avalizada pela coordenação do curso.A produção de textos e a construção constante e paulatina do TCC serão requeridasdurante todo o curso, portanto, concomitantes ao desenvolvimento dos módulos I, II e III,e visam avaliar continuamente o desenvolvimento do aluno através de sua produçãointelectual, ao mesmo tempo em que promovem sua formação. As etapas dodesenvolvimento do TCC deverão estar em consonância com a oferta dos módulos deforma que esses possam subsidiar sua construção.O componente curricular Elaborar projetos de intervenção para a gestão dasorganizações em sintonia com os princípios e valores da sustentabilidade – 48 horas,será realizado por meio do ambiente virtual de aprendizagem Blackboard, onde sãodisponibilizados os seus respectivos recursos didáticos. Esses componentes curricularesdispõem de situações de aprendizagem compostas por textos, recursos e atividades quese desenvolvem por meio de ferramentas que possibilitem a interação e colaboraçãoentre os participantes da turma. 16
  17. 17. Nos componentes curriculares à distância a avaliação do aluno baseia-se nas atividadesrealizadas no ambiente virtual e na avaliação final. Em relação às atividades a distância,alguns critérios orientam a avaliação da aprendizagem do aluno:Participação ativa do aluno no ambiente virtual.Qualidade da participação, demonstrando coerência nas intervenções.Realização de atividades solicitadas e sua correção e/ou complementação quandosugerida pelo professor.Cumprimento dos prazos estipulados para as tarefas propostas.Uso das ferramentas e recursos do ambiente de forma adequada e para os fins propostosno componente curricular.A avaliação final deve ser realizada presencialmente e ter peso superior às atividadesdesenvolvidas no ambiente virtual. O instrumento deverá ser escolhido pelo docente deacordo com os objetivos de aprendizagem a serem avaliados. 17
  18. 18. 2.3 EmentárioMódulo I: Análise de contexto da sustentabilidadeCarga Horária: 108 hEmentaApresenta histórica e criticamente o contexto social, cultural, político, econômico eambiental, organizando os temas de forma a facilitar a compreensão dos desafios dasustentabilidade no contexto organizacional, dessa forma discute: dimensão social e cultural: histórico dos acordos nacionais e internacionais, legislação, desenvolvimento da sociedade civil organizada (movimentos sociais, redes sociais, etc.), diálogo social, indicadores de desenvolvimento social e humano, cidadania, pobreza e direitos humanos e outros; dimensão política: ambiente legal, Constituição de 1988 (histórico) e direitos humanos, papel dos Conselhos, novos modelos de governança, influências e perspectivas da concepção de Estado sobre os direitos do cidadão e outros; dimensão econômica: desenvolvimento dos mercados nacional e internacional, crise econômica, globalização, acordos de comércio, novos arranjos produtivos, empreendedorismo social, inovação tecnológica, economia de baixo carbono, estatísticas e indicadores econômicos (oficiais e alternativos), questões do desenvolvimento territorial integrado e sustentável e suas interfaces com as políticas públicas, critérios socioambientais para atribuição de crédito/project finance – Princípios do Equador, critérios do IFC, BNDES; índices de bolsas, relatórios do mercado e prêmios, benchmark e rankings, SRI (social responsible investments) e outros; dimensão ambiental: movimentos ambientais, acordos nacionais e internacionais, legislação (estudo de impacto ambiental, Política Nacional de Resíduos Sólidos, etc.), estatísticas e indicadores ambientais, desafios ambientais contemporâneos (esgotamento dos recursos naturais, aquecimento global, consumo e estilo de vida da sociedade, etc.), crimes ambientais, risco e outros.Apresenta o contexto organizacional, abordando os seguintes temas: teoria, conceitos, dilemas, valores, princípios, modelos e estratégias da gestão para a sustentabilidade e outros; aprendizagem e cultura organizacional: análise das culturas organizacionais; adaptação dos projetos às diferentes culturas, e outros; campo de ação do gestor: capacidade de diálogo, gestão de conflitos, mercado, barreiras e oportunidades de intervenção e outros. 18
  19. 19. Aborda as questões de desenvolvimento sustentável e de sustentabilidade; a relevânciadas práticas econômicas, sociais e ambientais e suas relações com as culturas locais eglobais; a teoria de sistemas complexos, compreendendo as diversidades regionais,diferentes visões e atores em relacionamento; introduz a noção de partes interessadas.Bibliografia básicaADAM, J. Risco. São Paulo: Editora Senac, 2009.ADIZES, I. Gerenciando os ciclos de vida das organizações. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2004.CROMPTON, T. Common Cause - The Case for Working with our Cultural Values,WWF-UK, setembro 2010, disponível emhttp://assets.wwf.org.uk/downloads/common_cause_report.pdf/ELKINGTON, J. Canibais com garfo e faca. São Paulo: Makron Books, 2001.HENDERSON, H. Mercado Ético: a força do novo paradigma empresarial. São Paulo:Cultrix Amana-Key, 2007.JACOBI, P. R.; MONTEIRO, F.; FERNANDES, M. L. B. (orgs.) Educação eSustentabilidade - caminhos e práticas para uma educação transformadora. SãoPaulo: Evoluir Cultural, 2009.LÉLÉ, S. Sustainable development: a critical review. World Development. London:Pergamon Press, v. 19, n. 6, 1991.MACHADO Filho, C. P. Responsabilidade social e governança: o debate e asimplicações. São Paulo: Editora Thomson, 2006.MAKOWER, J. A economia verde: descubra as oportunidades e os desafios de umanova era dos negócios. São Paulo: Gente, 2009.SACHS, I. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro:Garamond, 2004.VEIGA, J. E. da. Sustentabilidade: a legitimação de um novo valor. São Paulo: Ed.SENAC São Paulo, 2010.Bibliografia ComplementarALIGLERI, L., ALIGLERI, L. A., KRUGLIANSKAS, I. Gestão socioambiental:responsabilidade e do negócio. São Paulo: Editora Atlas. 2009.ALMEIDA, F. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. (CEBDS). Rio deJaneiro: Campus/Elsevier, 2007.ANTAS Jr., R. M.; DOWBOR, L.; SILVA, H. Desafios do consumo. Petrópolis: Vozes,2007.BECK, U. O que é a globalização? Equívocos da globalização. Resposta àglobalização. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 19
  20. 20. CARROL, A. B; BUCHHOLTZ, A. K. Business & society: ethics and stakeholdermanagement. Cincinnati, Ohio: South-Western College Publishing, 1999.DANIEL, B.; MOGGI, J. O espírito transformador: a essência das mudançasorganizacionais do século XXI, 2.ed. São Paulo: Editora Gente, 2000.DOWBOR, L. A reprodução social: descentralização e participação: as novastendências. Vol. III. Petrópolis: Vozes, 2003.ESTY, D. C. e WINSTON, A. S. O verde que vale ouro: como empresas inteligentesusam a estratégia ambiental para inovar, criar valor e construir uma vantagemcompetitiva. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.GIDDENS, A. A terceira via: reflexões sobre o impasse político atual e o futura dasocial-democracia. Rio de Janeiro: Record, 2001.HAWKEN, P.; LOVINS, A.; LOVINS, L. H. Capitalismo Natural: criando a próximaRevolução Industrial. São Paulo: Cultrix Amana-Key, 1999.HERZ, M. & HOFFMAN, A. R. Organizações Internacionais: história e práticas. Rio deJaneiro: Elsevier, 2004.MORIN, E. O método 6: ética. Rio Grande do Sul: Editora Sulina, 2005.SECRETAN, L. H. K. Um nível acima: construindo organizações que estimulem aexcelência. São Paulo: Cultrix, 2002.TORO, J. B. A construção do público: cidadania, democracia e participação. SãoPaulo: Senac, 2005. 20
  21. 21. Módulo II - Ferramentas de gestão para a sustentabilidadeCarga horária: 104 hEmentaApresenta e analisa as ferramentas socioambientais existentes, assim como astendências mais atuais, no âmbito do planejamento, da avaliação, da comunicação e daprestação de contas no contexto da gestão das organizações. Avaliação: cultura de avaliação; indicadores de avaliação; construção de indicadores e outros; Comunicação e prestação de contas: balanço social, relatórios GRI, accountability e outros; Gestão ambiental: licenciamento ambiental, licenças voluntárias, contabilidade ambiental, SGA, SGI, auditoria ambiental, certificação ambiental, ecodesign, ecoeficiência, logística reversa e outros; Gestão e planejamento para a sustentabilidade: cadeias produtivas setoriais; governança multistakeholder e novos formatos de governança; SA8000; ISO 26000, análise de tangíveis e intangíveis; SIGMA; TNS, e outros; Engajamento de partes interessadas (stakeholder engagement): teoria, definições, principais metodologias de aplicação, ferramentas e normas; painéis de partes interessadas e outros.Bibliografia básicaACCOUNTABILITY: Institute of Social and Ethical Accountability. Disponível em:<http://www.accountability.org>. Acesso em: 26 nov. 2011.BARBIERI, J. C. e SIMANTOB, M. A. Organizações inovadoras sustentáveis: umareflexão sobre o futuro das organizações. São Paulo: Editora Atlas, 2007.CERQUEIRA, J. P. de. Sistemas de gestão integrados: ISO 9001, ISO 14001, OHSAS18001, SA 8000, NBR 16001: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro: Qualitymark,2006.DEMAJOROVIC, J.; VILELA, A. Modelos e ferramentas de gestão ambiental; desafiose perspectivas para as organizações. São Paulo: Editora Senac, 2010.LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. 2. ed. São Paulo:Prentice-Hall, 2009. 21
  22. 22. RIBEIRO NETO, J. B. M.; TAVARES, J. da C.; HOFFMANN, S. C. Sistemas de gestãointegrados: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social e segurança esaúde no trabalho. 2. ed., São Paulo: Senac São Paulo, 2008.TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa:estratégias de negócio focadas na realidade brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.Bibliografia complementarBELLEN, H. M. V. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. Rio deJaneiro: Editora FGV, 2005.DONALDSON, T.; PRESTON, L. E. The stakeholder theory of the corporation:concepts, evidence and implications. The Academy of Management Review, 1995.ETHOS, Instituto. Critérios essenciais de Responsabilidade Social Empresarial eseus mecanismos de indução no Brasil. São Paulo: Ethos, 2008.LOUETTE, A. Gestão do conhecimento: compêndio para sustentabilidade,ferramentas de gestão da responsabilidade socioambiental. São Paulo: AntakaranaCultura, Arte e Ciência, 2007._____________ Indicadores de Nações: uma contribuição ao dialogo dasustentabilidade: Gestão do conhecimento. São Paulo: Antakarana Cultura, Arte eCiência, 2007.THE SIGMA PROJECT. Disponível em: < http://www.projectsigma.co.uk>. Acesso em: 26nov. 2010. 22
  23. 23. Módulo III – Gestão para a sustentabilidadeCarga horária: 76 hEmentaDiscute planejamento de intervenções e estratégias organizacionais na perspectiva daincorporação da gestão para a sustentabilidade e responsabilidade socioambiental.Aborda, considerando os princípios e valores da sustentabilidade, formulação deestratégias, processos de gestão (estruturas organizacionais e processos decisórios,princípio de melhoria contínua, estágio de desenvolvimento da gestão), questões dagovernança corporativa, da liderança, da inovação, do financiamento, da adesão daspartes interessadas, da aprendizagem organizacional e da educação para asustentabilidade, mobilização e engajamento, avaliação e construção de indicadores demonitoramento, comunicação e prestação de contas e outros. Discute alternativas deinserção da gestão para a sustentabilidade no âmbito das organizações e apresentamodelos integradores, por meio da análise de casos. Discute o perfil do profissional queatua na incorporação dos princípios e valores da sustentabilidade nas organizações.Bibliografia básicaAMARAL, S. P. Sustentabilidade ambiental, social e econômica nas empresas:como entender, medir e relatar. São Paulo: Tocalino, 2005.BRITO, R. P.; BERARDI, P. C. (2010). "Vantagem competitiva na gestão sustentávelda cadeia de suprimentos: um metaestudo." Revista de Administração de Empresas50(2): 155-169.BUENO, W. C. Comunicação empresarial: políticas e estratégias. São Paulo: Saraiva,2009.CAPRA, F. As conexões ocultas. Ciência para uma vida sustentável. São Paulo:Cultrix Amana Key, 2003.ETHOS, Instituto. Guia de compatibilidade de ferramentas. São Paulo: Ethos, 2004.GRLI – Globally Responsible Leadership Initiative. Liderança globalmente responsável:um chamado ao engajamento. European Foundation for Management Development,2005.HART, S. L.; MILSTEIN, M. B. “Criando valor sustentável”. RAE Executivo. vol. 3,n. 2.mai/jul 2004: 65-79.HITT, M.; IRELAND, D.; HOSKISSON, R. E. Administração e estratégia. São Paulo:Thomson, 2003. 23
  24. 24. JANNUZZI, P. M. Indicadores sociais no Brasil: conceitos, fontes de dados eaplicações. Campinas: Editora Alínea, 2004.SENGE, P.; SERRA, A. C. da C.. A revolução decisiva: como indivíduos eorganizações trabalham em parceria para criar um mundo sustentável. Rio deJaneiro: Campus, 2009.Bibliografia complementarHART, S. L., (1995). “The natural-resource-based-view of the firm”, Academy ofManagement Review, 20: 986-1014.HART, S. L.; SHARMA, S. Engaging fringe stakeholders for competitive imagination.Academy of Management Executive, 2004.KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominarmercados. São Paulo: Futura, 1999.______________ Marketing social: Estratégia para alterar o comportamento público.Rio de Janeiro: Campus, 1992.ORSATO, R. J. (2006). Competitive environmental strategies: When does it pay to begreen?, California Management Review, v. 48, n. 2: 127-143.PORTER, M. E.; LINDE, C. van der. Green and Competitive: Ending The Stalemate,Harvard Business Review, 73(5): 120-134, 1995.RIFKIN, Jeremy. A era do acesso. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005.SHRIVASTA, P. Environmental Technologies and Competitive Advantage. StrategicManagement Journal, 16 (summer special issue):183-200, 1995.Módulo IV: Projeto de intervençãoCarga horária: 72 h (24h presenciais + 48 h a distância)EmentaApresenta metodologias de pesquisa e elaboração de projeto. Tem carga horária total de72h, sendo 24h presenciais e 48h a distância. A carga horária será distribuída ao longodos três módulos do curso. Elabora um plano de intervenção de gestão para asustentabilidade em uma organização que resultará no TCC, integrando os conteúdos decada módulo, tais como:Módulo I: Análise de contexto interno e externo de uma organização visando elaboraçãode diagnóstico de problemas e identificação de desafios para a incorporação dosprincípios e valores da sustentabilidade na gestão. 24
  25. 25. Módulo II: Análise das principais ferramentas socioambientais do mercado, suascategorias, funcionalidades e limites na organização selecionada.Módulo III: Oferece as bases metodológicas para o desenvolvimento do projeto deintervenção.Bibliografia básicaCERVO, A. L., BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall,2006.GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.GODOI, C. K.; MELLO, R. B. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais:paradigmas estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2010.SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez. 2007.2.4 Equivalência de Componentes Curriculares QUADRO DE EQUIVALENCIAS ENTRE MÓDULOSCurrículo de 2012 C/H Currículos Anteriores C/H Módulo I - Análise dos contextos sociocultural,Modulo I: Análise de contexto da 108h político, econômico e ambiental e a 128hsustentabilidade Responsabilidade Social.Módulo II: Ferramentas de gestão para a Modulo II – Avaliação e comunicação como 104h 116hsustentabilidade estratégias de gestão de relacionamento Módulo III – Gestão de ResponsabilidadeModulo III: Gestão para a sustentabilidade 76h 128h Socioambiental EmpresarialMódulo IV: Projeto de intervenção 72h Não há equivalência 25
  26. 26. 3 PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM3.1 Metodologia de EnsinoO modelo educacional pautado pelo desenvolvimento de competências exige asignificação da aprendizagem no contexto da vivência dos processos profissionais.Visando atender a essa disposição, o desenvolvimento do curso será permeado peloMódulo IV - Projeto de Intervenção, cujo produto será um plano de intervenção que visaintegrar as competências construídas ao longo de cada módulo e provocar a reflexãocrítica dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem, resultando nodesenvolvimento e aprofundamento contínuo das práticas profissionais.O processo de ensino aprendizagem vai além da sala de aula, visto que estáfundamentado na autonomia do aluno e de tal modo, pressupõe o envolvimento comestudos prévios, realização de pesquisas, leituras, trabalhos individuais e em grupo,atividades em bibliotecas, definidas no plano de ensino e orientadas pelo professor, quevão além do tempo e do espaço da escola como forma de preparação ecomplementação.Com essa orientação metodológica, o curso tem como princípio pedagógico a autonomiana aprendizagem, que se expressa no desenvolvimento da capacidade de pesquisa eanálise, reflexão sobre a prática, busca de soluções e tomada de decisão a respeito dosproblemas diagnosticados.Nesse sentido, tanto as aulas presenciais como aquelas realizadas a distância devemabranger situações diversificadas, que possibilitem ao aluno o contato com situaçõesreais ou simuladas, de acordo com as características de cada módulo. Destacam-se asseguintes estratégias metodológicas e recursos de aprendizagem: Debates sobre temas relevantes e conjunturais da área. Estudo de casos relacionados aos temas estudados pelos alunos. Incentivo a participação dos alunos em eventos da área. Palestras e diálogos com profissionais da área. Produção em equipe Recursos audiovisuais e multimídiaPara garantir a articulação entre as diferentes competências, o coordenador do cursoacompanha e avalia a evolução de cada módulo e o desenvolvimento do projeto pelos 26
  27. 27. alunos, interagindo com os demais docentes para as adaptações e mudançasnecessárias.3.2 Avaliação do Processo de AprendizagemA avaliação do aluno será contínua, realizando-se ao longo do curso. Nesse sentido,contempla momentos devolutivos, procurando assegurar oportunidades de ajustes,correções e aprofundamento em seu trabalho. O acompanhamento em sala de aula, adistância e nos momentos de orientação presencial (6 horas por grupo) compõe aavaliação do aluno.Objetivamente, a avaliação contínua da produção dos alunos deve levar emconsideração: comportamento metodológico e científico; capacidade de articulação dosconhecimentos da área; capacidade de síntese, análise e crítica; comunicação de ideias(expressão escrita, gráfica, verbal); participação e atitude em grupo; ética; criatividade eempreendedorismo; além do cumprimento dos prazos e apresentação formal dasentregas solicitadas em cada Módulo e do TCC. Cabe ao professor responsável pelaorientação explicitar esses indicadores no Plano de Curso, a ser dado ao conhecimentoprévio dos alunos.O acompanhamento continuo do desenvolvimento de um projeto de intervenção degestão para a sustentabilidade em uma organização e as demais entregas e atividadespropostas no curso facilitam a avaliação ao mesmo tempo em que propiciam aconstrução dos conhecimentos. Haverá entregas de trabalhos referentes aos conteúdostratados e avaliação da participação nos módulos I, II e III. Os trabalhos, de todos osmódulos, deverão ser entregues no ambiente virtual oferecido pelo Módulo IVdesenvolvido em paralelo com esses módulos. A avaliação do Módulo IV será odesenvolvimento e entrega final do TCC, em formato impresso e eletrônico, eapresentação pública presencial. 27
  28. 28. 3.3 Sistemas de ComunicaçãoCom o crescimento do uso da internet nos mais diversos segmentos sociais, e o aumentoda demanda por projetos educacionais em educação a distância, novos espaços virtuaistêm sido estruturados, para facilitar o processo de armazenamento de dados einformação, distribuição de material didático e os processos de comunicação e interação.Podemos entender os ambientes virtuais de aprendizagem como um sistema que forneceo meio tecnológico para a realização de estratégias de ensino e aprendizagem adistância. O Blackboard foi adotado pelo Centro Universitário Senac São Paulo comoambiente virtual de aprendizagem, no qual é possível organizar situações deaprendizagem a partir da disponibilização de conteúdos, recursos multimídia e atividades,gerenciar a participação dos alunos e professores por meio de suas ferramentas decontrole e acompanhamento, e promover a interação entre os participantes em suasferramentas de registro, comunicação, interação e colaboração.O Centro Universitário Senac São Paulo também utiliza um sistema de webconferência,denominado Adobe Connect, cujo objetivo é promover a interação entre os participantesdos cursos e intensificar a comunicação entre professor-aluno e entre alunos.O sistema de webconferência permite o desenvolvimento de conferências via Internet,podendo associar a interação por vídeo, áudio, chat, apresentação de arquivos digitais,espaços de colaboração, entre outras oportunidades de interação, utilizadas segundoestratégias didáticas dos docentes e coordenadores. As sessões de webconferênciaocorrem em tempo real (on-line/síncrona) e podem ser gravadas e, portanto,disponibilizadas aos alunos que não puderem participar da sessão sincronicamente ouque queiram revê-las.Por fim, o Portal do Aluno é outro sistema que visa aprimorar a comunicação entrealunos, docentes e a administração do Centro Universitário Senac. Por meio dele, o alunopode acessar o Manual do Aluno, checar agenda, consultar notas e faltas,documentos acadêmicos, acessar o ambiente virtual do seu curso, informaçõesacadêmicas, acionar o suporte técnico, verificar pagamentos, eventos e oportunidadesde estágios, além de informar-se sobre o que acontece na instituição. 28
  29. 29. 3.4 Material DidáticoOs materiais educacionais são desenvolvidos considerando práticas pedagógicasinovadoras, que estimulam a construção de conhecimento pelo aluno e odesenvolvimento das competências previstas no Projeto Pedagógico. De acordo comesta visão, busca-se elaborar materiais que fortaleçam a autonomia dos alunos naaprendizagem e desenvolvam a capacidade crítica, a criatividade e a iniciativa.Considerando esta perspectiva pedagógica, as tecnologias são usadas para provocar oaluno a estabelecer suas próprias relações, com base nos conceitos apresentados e seusconhecimentos prévios.Para atingir este fim, o processo de desenvolvimento dos materiais didáticos é iniciadocom o levantamento das especificidades da área em questão. Reuniões entre a equipemultidisciplinar, composta por designers educacionais, desenvolvedores multimídia,coordenação da área específica, professores especialistas e coordenação acadêmica,são realizadas para o desenho de situações de aprendizagem que incluam conteúdo,recursos multimídia e atividades, bem como o formato dos materiais que se adaptam aosfundamentos teóricos e práticos da área e às características dos alunos.Os materiais educacionais escolhidos ou desenvolvidos pelo Centro Universitário SenacSão Paulo têm o intuito de promover, com fundamento na ciência e tecnologia, aconstituição e o desenvolvimento de competências profissionais gerais e específicasdescritas no Projeto Pedagógico, bem como o estímulo à produção acadêmica,criatividade, transformação e humanização das relações produtivas. Além disso, comorecurso formativo, ele deve integrar a teoria com os problemas e as situações reais devida e trabalho, e, também, estabelecer inter-relações entre as diferentes áreas deconhecimento e as atividades profissionais.Como alternativa para oferecer sempre materiais coerentes com sua visão educacional, ainstituição, tanto nos programas da graduação quanto da pós-graduação, optou emprivilegiar o uso de materiais digitais ao invés dos impressos, os quais podem serdesenvolvidos, por professores especialistas, de acordo com as especificidades de cadacomponente curricular; adquiridos em acervos digitais ou pesquisados pelos professorese membros da equipe pedagógica para servirem de material complementar. O CentroUniversitário Senac São Paulo também entende que existem materiais impressos quesão referências para as áreas e, por isso, os adota em sua Bibliografia Básica para queos conceitos-chaves e as intenções formativas de cada curso sejam preservados.No ambiente virtual de aprendizagem os materiais são organizados em pastas,específicas para cada componente, onde o aluno encontra a apresentação geral (ementa,professor-autor, temas abordados, bibliografia básica e complementar), textos-base, 29
  30. 30. recursos variados (ex. aulas narradas, infográficos interativos, revistas eletrônicas,vídeos, entrevistas, podcasts), atividades e materiais complementares.Para viabilizar o desenvolvimento dos processos de ensino e de aprendizagem, sãodisponibilizadas ferramentas de interação (fórum, galeria, exercícios, diário, testes), deinformação e comunicação (perfil, e-mail) e de controle (minhas avaliações), queviabilizam a participação de alunos e professores, a troca de informações e experiência eo acompanhamento do desempenho ao longo do processo. Com o objetivo de orientar osalunos, um guia com as informações é disponibilizado no ambiente virtual deaprendizagem. Este material aborda as informações básicas da instituição, do curso, dasformas de avaliação, dos pré-requisitos e dicas de estudo a distância e disponibiliza oscontatos dos responsáveis pela área acadêmica, pelo curso e pelo apoio ao aluno.4 PERFIL DA COORDENAÇÃO E DO CORPO DOCENTEEm atendimento às exigências estabelecidas pelo MEC, o corpo docente de cursos depós-graduação lato sensu, em nível de especialização, do Centro Universitário Senac,deverá ser constituído por professores especialistas ou de reconhecida capacidadetécnico-profissional, sendo que 50% (cinquenta por cento) destes, pelo menos, deverãoapresentar titulação de mestre ou de doutor obtido em programa de pós-graduação strictosensu, reconhecido pelo MEC.Atendendo aos mesmos padrões de qualidade, embora a Resolução CNE/CES 1/2007,que estabelece as normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu,em nível de especialização, não faça qualquer referência ao coordenador do curso,devem-se ser consideradas como necessárias, no mínimo, os mesmos requisitosestabelecidos para o corpo docente. 2020 BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES 1, de 8 de junho de 2007. Estabelece normas parao funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces001_07.pdf. Acesso em: 20 Mai. 2011. 30
  31. 31. 4.1 Perfil do coordenadorTitulações: Bacharelado, preferencialmente, em Administração e/ou Comunicação Sociale/ou, Engenharia e/ou Ciência Econômicas e/ou Direito e/ou Licenciatura em Pedagogiae/ou Tecnologia em Gestão Ambiental, com Pós-graduação stricto sensu nas áreas deCiências Sociais ou Humanas.Experiência acadêmica: Atuação como docente no ensino superior.Experiência profissional: profissional em áreas correlatas à Sustentabilidade e vivênciasde coordenação de projetos educacionais.4.2 Perfil do corpo docenteMódulos I, II e III Titulações: Bacharelado, preferencialmente, em Administração e/ou Comunicação Social e/ou Engenharia e/ou Ciências Econômicas e/ou Direito e/ou Licenciatura em Pedagogia e/ou Tecnologia em Gestão Ambiental, com Pós-graduação stricto sensu nas áreas de Ciências Sociais e/ou Humanas. Experiência acadêmica: Atuação como docente no ensino superior Experiência profissional: profissional em áreas correlatas a Sustentabilidade.Módulo IV Titulação: Bacharelado, preferencialmente, em Administração e/ou Comunicação Social e/ou Engenharia e/ou Ciências Econômicas e/ou Direito e/ou Licenciatura em Pedagogia e/ou Tecnologia em Gestão Ambiental, com Pós-graduação stricto sensu nas áreas de Ciências Sociais e/ou Humanas. Experiência acadêmica: Atuação como docente no ensino superior. Experiência profissional: profissional em áreas correlatas a Sustentabilidade. Domínio de uso de ambientes virtuais, prática de pesquisa e vivência em orientação de projetos. 31
  32. 32. 5 AVALIAÇÃO INSTITUCIONALA implantação do processo de avaliação é fruto de uma política de qualidade pela qual ainstituição tem se pautado ao longo de décadas, desde quando algumas de suasunidades ainda funcionavam como faculdades isoladas. Para contribuir nessa trajetória, aDiretoria de Avaliação Institucional, criada em 2004 quando do credenciamento, peloMinistério da Educação (MEC), como Centro Universitário, tem como propósito criar umacultura de avaliação permanente, capaz de fornecer um diagnóstico sobre a qualidadedos serviços educacionais em todo os níveis de ensino oferecidos pela instituição, querevertam em melhorias pedagógicas efetivas e de gestão estratégica.Nesse sentido, suas tarefas buscam potencializar a gestão estratégica e subsidiartomadas de decisões pelas equipes de desenvolvimento, coordenação e supervisão,incentivando e sinalizando ações de melhorias que ratifiquem as responsabilidades, amissão e os valores da marca Senac.A Diretoria de Avaliação Institucional também tem como atribuição essencial fornecer osaportes técnicos e operacionais necessários para que a Comissão Própria de Avaliação(CPA) cumpra suas atribuições legais.A CPA do Centro Universitário Senac foi instituída, em 2004, para atender as exigênciasda Lei Federal nº. 10.861, de 14/04/2004, atuando desde então de maneira autônoma nacoordenação, planejamento e execução do processo de avaliação interna(autoavaliação), sistematizando e disponibilizando informações/resultados, elaborandorelatórios, pareceres e recomendações, visando a excelência acadêmica e odesenvolvimento institucional. Considerando a necessária abrangência e a busca daqualidade institucional, a CPA juntamente com as Comissões Setoriais de Avaliação(CSAs), constituídas e em funcionamento nas unidades de ensino descentralizadasatendem as demandas locais.A Diretoria de Avaliação Institucional, a CPA e as CSAs respondem conjuntamente pelaavaliação do Centro Universitário, construída com base em alguns princípios norteadoresdo Sistema Nacional de Ensino Superior – SINAES. Estas instâncias atuam com todos osprocessos da avaliação institucional, seja pela avaliação interna (autoavaliação) definindoas ações e metodologias a serem aplicadas sistematicamente seja pela avaliação externa(atuação regulatória do MEC), acompanhando o desenvolvimento dos cursos eprogramas oferecidos.A avaliação institucional do Centro Universitário prima pela busca constante da qualidadedo ensino para tanto trabalha fundamentalmente nas seguintes dimensões: dimensões: 32
  33. 33. projeto pedagógico, infraestrutura, corpo docente, coordenação de curso, corpo técnicoadministrativo e evolução profissional de alunos e egressos.Além da aplicação de pesquisas, a Instituição conta também com o Canal Aberto- aOuvidoria do Senac SP, ferramenta de comunicação criada exclusivamente para receberas reclamações, as sugestões e os elogios de nossos alunos, que se manifestam pormeio de formulários impressos, mensagens eletrônicas e/ou contato via 0800. A Diretoriade Avaliação Institucional é responsável pela gestão e pela operacionalização do CanalAberto em todas as unidades.Todos os instrumentos de pesquisa e avaliação utilizados têm como propósito explicitaraspectos de excelência, de necessidades de melhorias, sucessos/insucessos,dificuldades no acesso à informação, satisfação/insatisfação. Os resultados dosprocessos avaliativos, internos e externos, são tomados como aportes para a gestãoacadêmica e administrativa, bem como alimentam a busca contínua pela excelência noensino, a melhoria dos processos internos e o desenvolvimento de novos cursos eprogramas. 33
  34. 34. 6 REFERÊNCIASGUIA DE PÓS-GRADUAÇÃO. Matéria mira certeira. Editora Segmento . Disponível em:< http://guiadeposgraduacao.uol.com.br/materia.asp?id=4>. Acesso em: 26 nov. 2010.LEFF, H. Ecologia, capital e cultura: a territorialização da racionalidade ambiental.Tradução de Jorge E. Silva. Petrópolis: Vozes. 2009.Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso em:26 nov. 2010.MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, SECRETÁRIO DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DAINFORMAÇÃO. Orçamento e Gestão, 2010. Instrução Normativa n.1, 19 de janeiro de2010.PEREIRA, W. A.; CAMPOS FILHO, L. A. N. Investigação sobre as semelhanças entreos modelos conceituais da responsabilidade social corporativa. Revista de GestãoSocial e Ambiental, V.1, n.1, P.3-18, jan./abr.2007.PNUMA, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Disponível em:<http://www.unep.org/>. Acesso em: 3 dez. 2010POST, J.E.; PRESTON, L.E.; SACHS, S. Redefining the corporation: stakeholdermanagement and organizational wealth. Stanford, Califórnia: Stanford UniversityPress, 2002.SACHS, I., VIEIRA, P. F. (Org.). Rumo a ecossocioeconomia: teoria e prática dodesenvolvimento. São Paulo: Cortez Editora. 2007.SMITH, V. P. B. Interfaces entre comunicação organizacional, relações públicas eteoria de stakeholders. In: Congresso Brasileiro das Ciências da Comunicação, 35.2010, Caxias do Sul, RS. Anais. Caxias do Sul: Intercom, 2010. p. 1-15.Informações de sítios da internet:Dados sobre carteira de ações da Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBOVESPA)avaliados em 24 de novembro de 2009. Disponível em:<http://www.ces.fgvsp.br/gvces/index.php?page=Conteudo&id=30>. Acesso em: 26 nov.2010. 34
  35. 35. ETHOS, Instituto. Disponível em:<http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=4146&Alias=Uniethos&Lang=pt-BR> Acesso em:26 nov. 2010.JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO. Matéria publicada em 14 de setembro de 2010.Disponível em: < http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sudeste-concentra-cursos-de-pos-graduacao-maior-crescimento-e-no-norte,609731,0.htm>. Acesso em: 26 nov. 2010. 35
  36. 36. ANEXOSComponentes Curriculares OptativosLibrasO Centro Universitário Senac oferece aos seus alunos a possibilidade de cursarcomponentes curriculares optativos em outros cursos de graduação, de forma avivenciarem experiências diversificadas.Os componentes curriculares optativos constituem-se, desta maneira, em mais um modode materialização da flexibilidade curricular, com vistas a diversificar experiênciasacadêmicas, ampliando as conexões sociais, políticas e profissionais do aluno em seuprocesso formativo.A oferta do componente curricular Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – também seinsere nesse contexto de flexibilidade e ampliação da formação dos alunos.O Centro Universitário Senac, visando propiciar uma melhor comunicação entre surdos eouvintes em todos os âmbitos, oferecerá a seus alunos da graduação a possibilidade decursar a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – na forma de um componente curricularoptativo, mediante manifestação formal de vontade do interessado.Tal iniciativa, ao cumprir a determinação legal, oferece ao aluno a possibilidade deampliar sua formação cidadã e seus referenciais para atuação inclusiva, ao mesmotempo em que amplia a participação do Centro Universitário Senac na sociedade e noprocesso de inclusão de pessoas com deficiência.EmentaApresenta os fundamentos para comunicação e interação profissional e social comsurdos, por intermédio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), contribuindo para umprocesso natural (fluído) de interação entre os diversos públicos. Apresenta os termosbásicos do vocabulário para utilização na comunicação com surdos.Bibliografia BásicaCASTRO, Alberto Rainha de; CARVALHO, Ilza Silva de. Comunicação por línguabrasileira de sinais. Brasília: Senac Distrito Federal, 2005CAPOVILLA, Fernando Cesar. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da línguade sinais brasileira. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2001 36
  37. 37. RAPHAEL, Walkiria Duarte; CAPOVILLA, Fernando Cesar. Enciclopédia da língua desinais brasileira: o mundo do surdo em Libras. São Paulo: EDUSP; Imprensa Oficial,2004Bibliografia ComplementarALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades Ilustradas em Sinais da Libras. Revinter,2004.DICIONÁRIO da língua brasileira de Sinais. Disponível em:http://www.acessobrasil.org.br/libras/ Acesso em: set.2009DIDEROT, D. Língua de Sinais e Língua Portuguesa: em busca de um diálogo. In:LODI, Ana; TESKE, Ottmar; LACERDA, Cristina (orgs). Letramento e minorias. PortoAlegre: Mediação, 2002.GESSER, Audrei. Libras - que língua é essa. Parábola, 2009TELELIBRAS. Disponível em: http://www.vezdavoz.com.br/2vrs/index.php/ 37
  38. 38. EstágioNos termos da legislação vigente, Lei 11.788, de 25/9/2008,21 Estágio é o ato educativoescolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação doestudante para o trabalho produtivo em sua área de formação acadêmico-profissional,proporcionando-lhe aprendizagem social, profissional e cultural. Para os termos desteProjeto Pedagógico, o Estágio constitui-se em componente curricular não obrigatório,cabendo ao aluno avaliar e decidir sobre a oportunidade/conveniência de realizá-lo.O caráter opcional do Estágio e sua não vinculação à integralização do curso nãosignificam que a sua realização, caso escolhida pelo aluno, ocorra de forma desarticuladado Projeto Pedagógico e de sua perspectiva formativa. Trata-se de uma oportunidadepara o aluno de vivenciar o que aprende nos demais componentes curriculares ou dedescobrir a aplicabilidade das teorias às práticas, possibilitando a construção de umaperspectiva profissional concreta, materializando as competências desenvolvidas, dandounidade estrutural ao currículo, ao mesmo tempo em que lhe dá a oportunidade deavaliar e refletir sobre o nível de consistência e o grau de entrosamento dos saberesconstruídos.Como ato educativo que visa à inserção do aluno no ambiente de trabalho com opropósito de capacitá-lo para o exercício profissional, o Estágio, mesmo o nãoobrigatório, pressupõe a orientação, realizada pelo professor, e a supervisão sistemática,realizada por profissional da área/campo no local onde a atividade será desenvolvida,com base em um plano de estágio. A orientação deve incluir a apresentação de relatóriostécnicos e acompanhamento individualizado, durante a realização das atividades doestágio. Além, de um relatório final de síntese e integração (teórica e prática) dasatividades realizadas.A carga horária do Estágio desenvolvido como atividade opcional será acrescida à cargahorária regular e obrigatória do curso no histórico do aluno, observando-se asdisposições legais e normativas internas.21 Lei nº. 11.788, de 25/9/2008, dispõe sobre estágio de estudantes. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm. Acesso em: 14 de abril 2011. 38
  39. 39. InfraestruturaA infraestrutura comum utilizada na implementação do curso contará com as seguintesinstalações e equipamentos: salas de aula com os equipamentos convencionais de apoiodidático (quadro branco, TV e vídeo e projetor multímidia), laboratório de informática paraconsultas e pesquisas, sala de professores e biblioteca com acervo para consulta livre.Além disso, a instituição oferece áreas de acesso especiais e recursos necessários paraviabilizar a acessibilidade e o trânsito de pessoas com deficiênciaRequisitos Tecnológicos para Acesso aos Sistemas• Acesso à internet (recomendável banda larga);• Sistema operacional Windows, Mac OS ou Linux;• Possuir endereço eletrônico;• Plug-in dos aplicativos: Flash Player, Windows Media Player, Acrobat Reader, JavaRuntime Environment;• Browser de navegação (Internet Explorer, Mozilla, Firefox);• Mínimo de 512 Mb de memória Ram;• Placa de som (on-board ou off-board);• Caixas de áudio ou fone de ouvido;• Microfone (em caso de conferências de áudio). 39
  40. 40. Guia de Recursos PedagógicosCom o crescimento do uso da internet nos mais diversos segmentos sociais, e o aumentoda demanda por projetos educacionais em educação a distância, novos espaços virtuaistêm sido estruturados, para facilitar o processo de armazenamento de dados einformação, distribuição de material didático e outros processos de comunicação einteração.Podemos entender os ambientes virtuais de aprendizagem22 como um sistema quefornece suporte tecnológico para a realização de estratégias de ensino e aprendizagem,desde o acesso a materiais didáticos, a atividades, avaliações e interações.O Blackboard foi adotado pelo Senac São Paulo como ambiente virtual de aprendizagem,por ser: Um ambiente de ensino e aprendizado considerado líder em plataforma de e-learning por sua facilidade de uso, larga adoção em instituições de ensino, flexibilidadepedagógica, amplitude de funções e características intuitivas, para aprendizado adistância e para apoio ao ensino presencial23.O Guia de Recursos Blackboard foi desenvolvido com o objetivo de permitir acompreensão da aplicabilidade pedagógica de suas ferramentas, seu funcionamento eobjetivos.22 O grande diferencial dos ambientes virtuais de aprendizagem está na promoção do diálogo efetivo entretodos os participantes. Este diálogo permite a superação da unidirecionalidade da comunicação existente nossistemas de ensino tradicionais. A comunicação não será apenas a conexão aluno-professor, em tempo real,mas em rede, pois todos os sujeitos do processo podem se comunicar e aprender entre si.23 Referência: <http://www.techne.com.br/produtos/produtos.asp?id=17>, acesso em 20/02/08 40
  41. 41. FERRAMENTA DESCRIÇÃO APLICAÇÃO PEDAGÓGICA Ferramenta que possibilita a organização e Importante ferramenta pela qual o professor pode registrar e acompanhar o acompanhamento das notas/conceitos de desenvolvimento da turma, criando “filtros” para análise e intervenções pedagógicas. atividades on-line avaliativas, como testes e Boletim fóruns de interação. Os alunos também podem acompanhar seu desempenho, acessando os indicadores de avaliação para as atividades realizadas. A ferramenta possibilita também a exportação de notas/conceitos para planilhas do Excel. Ferramenta síncrona (bate-papo em tempo real) O professor poderá utilizar a ferramenta de Chat como estratégia para organizar de interação entre professor-aluno e aluno- reuniões, aulas ou encontros virtuais para o esclarecimento de dúvidas, desenvolvimento aluno. ou retomada de conteúdos; interações ou palestras, com a participação de especialistas da área. Procure sempre marcar o bate-papo em dois A aplicação pedagógica da ferramenta possibilita quebrar a linearidade na comunicação Chat horários alternativos ou realizar uma enquete de professores e alunos, bem como estabelecer os vínculos entre o conteúdo e as para verificação da disponibilidade dos horários atividades, potencializando o diálogo informal entre todos os participantes. mais comuns entre os alunos. Orientamos que o seu uso não seja obrigatório e nem usado como valor de pontuação para atividades. Lembre-se: em uma turma on-line os alunos trabalham e estudam em diferentes horários. Ferramenta que possibilita aos alunos postarem Indicada para o desenvolvimento de registros ou percursos de aprendizagem, como comentários e visualizar comentários de outros auto-avaliação, por exemplo. alunos. As postagens podem ser públicas ou privadas. O diário de bordo pode ter sua aplicação pedagógica ainda na construção do registro deDiário de Bordo produtos de aprendizagem, como etapas de um projeto, pesquisa, trabalhos em grupos, As mensagens privadas são visualizadas por entre outros, que são retomadas pelos alunos. professores e auxiliares. O professor poderá orientar também o uso da ferramenta elaborando questões ou palavras-chave que auxiliam o aluno na construção do registro pelo aluno e para o acompanhamento pedagógico do professor.
  42. 42. Ferramenta que possibilita aos alunos postarem Indicada para o desenvolvimento de registros que são compartilhados com os demais uma imagem e comentário, separados por data, alunos e professor. e acessar o diário de outros alunos. O professor poderá desenvolver atividades direcionadas à produção textual, como Neste diário todas as mensagens são públicas. sínteses, resenhas, resumos, apresentações, em que o aluno representa suaDiário de rotina compreensão pelo texto articulado com o uso de imagens. É importante que o professor incentive a turma a acessar os diários dos colegas e comentar o registro apresentando indicadores de análise nos comentários. Nesta ferramenta o aluno pode postar arquivos É indicada para entrega de trabalhos individuais, onde só o professor deve ler e pode Exercícios no ambiente. devolver resposta para o aluno. Ferramenta que “dispara” e-mails para todos os O envio de e-mail é uma importante ferramenta de comunicação entre professor-aluno e usuários cadastrados na turma. aluno-aluno. A ferramenta permite selecionar usuários Como os e-mails são direcionados para a caixa de endereço pessoal dos alunos, é individualmente ou grupos de usuários. importante que o professor procure organizar o subject/assunto da mensagem com o E-mail nome de sua disciplina, por exemplo: INTRODUÇÃO A FILOSOFIA. Como os alunos têm vários professores em um semestre, procure sempre assinar seu e- mail. Ex: Profa. Luciana. Procure também utilizar textos objetivos, informativos. Espaço para debate e interação sobre tópicos O Fórum é uma importante ferramenta de interação entre professor-aluno e aluno- importantes tratados no curso/disciplina, por aluno. meio de mensagens enviadas pelo professor e É importante o professor elaborar dinâmicas para potencializar as interações entre os participantes. participantes, evitando a linearidade da comunicação, como por exemplo: dividir o fórum Fórum em linhas de discussão; criar métricas de participação, em que o aluno envia sua resposta e, em seguida, escolhe de outro participante para comentar; A mediação do professor também é fundamental, comentando, questionando, motivando, incentivando a leitura dos comentários, e a sua interação entre eles. 42
  43. 43. Ferramenta que possibilita a inserção de O professor pode desenvolver atividades colaborativas pela galeria, solicitando a arquivos multimídias com a publicação de inserção de arquivos multimídias ou como entrega de atividades, análises, resenhas Galeria comentários. ilustrativas, entre outros. Um aspecto da ferramenta que é bastante positivo como aplicação pedagógica é a possibilidade de compartilhar e visualizar os arquivos, bem como a publicação de comentários. Caso o professor queira que a entrega seja individual, ele poderá utilizar a ferramenta Dropbox. Ferramenta que permite a construção de um A ferramenta permite ao professor diversificar os instrumentos de avaliação. As questões banco de questões objetivas usando formatos objetivas favorecem o acompanhamento sistemático dos conteúdos desenvolvidos. diversificados como: verdadeiro e falso, múltipla escolha, escolha múltipla, correspondência entre O registro da avaliação no boletim favorece a criação de filtros que permitem aoGerenciador de outros. professor verificar questões mais acertadas, mais erradas, desempenho geral da turma, Testes possibilitando a análise e retomada das ações didático-pedagógicas. As questões podem ser exportadas e reaproveitadas em outras turmas/disciplinas. Os dados de avaliação dos alunos são registrados no Boletim. Ferramenta que permite a definição de O professor pode utilizar a ferramenta, motivando o aluno a adicionar uma palavra ou conceitos ou termos referentes aos conteúdos termo e a sua descrição compartilhando com os outros usuários. do curso/disciplina. Glossário A ferramenta possibilita também que o professor possa comentar as definições. Ao construir o glossário, existe a opção de deixá-lo público ou privado. Permite ao professor, organizar seus alunos em Para o acompanhamento pedagógico, é possível disponibilizar para cada grupo grupos e atribuir a cada grupo atividades ferramentas de interação como fóruns, chat, e-mail e troca de arquivos. diferentes. É importante que o seu uso seja direcionado para atividades específicas que necessitem de acompanhamento, mediação e avaliação individualizada do grupo. Grupos A ferramenta de grupos é indicada para orientação de TCC e trabalhos interdisciplinares. 43
  44. 44. Área de publicação de mensagens, avisos, Utilizada como importante recurso pedagógico, a área de Avisos é fundamental para orientações. estabelecer um ritmo de comunicação do professor com seus alunos. Todos os avisos ficam registrados. Assim, é O professor pode disponibilizar semanalmente orientações sobre o conteúdo das aulas, possível rever todo o histórico, usando as seus objetivos, atividades, cronogramas e prazos, ferramenta utilizada para entrega. Quadro de opções: Exemplo: fórum de interação, galeria, grupos entre outros. Avisos Avisos postados nos últimos sete dias; avisos Indicações de leitura e links interessantes são sugestões que podem potencializar seu postados hoje; avisos postados nos últimos uso pedagógico. trinta dias; e todos os avisos postados. Todas as mensagens publicadas podem ser enviadas por e-mail. Através desta ferramenta, o aluno envia um Possibilita ao professor desenvolver atividades de pesquisa, em que as informações SafeAssign arquivo de texto e a ferramenta analisa se submetidas pelos alunos são “rastreadas” na web, apontando possíveis plágios. houve plágio da internet e indica o site de onde o texto foi copiado. Por meio desta ferramenta, o professor combina O professor poderá utilizar esta ferramenta para verificar como o aluno percebe o seuAuto Avaliação e um período de auto-avaliação de uma comprometimento e desenvolvimento nas atividades desenvolvidas. Avaliação dos determinada atividade desenvolvida pelos Colegas alunos, os quais poderão também atribuir notas e comentários nos trabalhos de seus colegas. 44

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