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O Mundo Romano No Apogeu Do ImpéRio
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O Mundo Romano No Apogeu Do ImpéRio

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Transcript

  • 1. O Mundo Romano no Apogeu do Império A Sociedade e as Instituições Políticas
  • 2. índice <ul><li>● A sociedade e a vida quotidiana </li></ul><ul><li>- Os mais abastados e poderosos </li></ul><ul><li>- Os plebeus </li></ul><ul><li>- Os escravos e os libertos </li></ul><ul><li>- A vida quotidiana </li></ul><ul><li>● As instituições políticas e o direito romano </li></ul><ul><li>- As instituições políticas </li></ul><ul><li>- O direito romano </li></ul>
  • 3. A Sociedade e a vida quotidiana
  • 4. Os mais abastados e poderosos <ul><li>A pirâmide social romana era ocupada pelo Imperador e pela sua família, seguidos pela ordem senatorial, sendo formada pelos homens mais ricos e influentes, que desempenhavam os principais cargos políticos (senadores, magistrados e governadores da província). Muitos possuíam grandes propriedades rurais (os latifúndios) que constituíam uma grande fonte de rendimentos. </li></ul>
  • 5. Abaixo da ordem senatorial estavam os cavaleiros (ordem equestre) um grupo também com dinheiro e prestígio. Eram cobradores de impostos e negociantes ligados ao comércio, banca e obras públicas. Desempenhavam também importantes cargos no exército e na administração. Sendo fiéis ao Imperador, apoiavam-no com esperança de aumentar a sua influência e poder. O Imperador recorria aos seus serviços para limitar o poder da ordem senatorial.
  • 6. Os Plebeus <ul><li>Eram homens livres mas menos poderosos e ricos que a ordem senatorial ou os cavaleiros. Dentro deste grupo havia uma enorme quantidade de pequenos proprietários, comerciantes e artesãos. Muitos plebeus eram desempregados por causa da mão-de-obra de escravos. Alguns só sobreviviam graças às distribuições gratuitas de trigo. Outros escolhiam tornar-se clientes de homens ricos e poderosos obtendo sustento em troca do seu voto para o Senado ou outras magistraturas. </li></ul>
  • 7. Os escravos e os libertos <ul><li>Os escravos eram prisioneiros de guerra, criminosos ou obtidos por compra. Não tinham quaisquer direitos cívicos ou jurídicos, ficando dependentes e à mercê dos seus amos, que lhes davam abrigo e alimentação. Eram considerados um objecto, podendo ser vendido, castigado, morto ou abandonado pelo seu senhor. </li></ul><ul><li>As ocupações dos escravos eram: serviço doméstico, trabalho de campo, minas e artesanato, e trabalho como secretários, médicos e engenheiros, quando eram mais cultos. Muitas vezes a relação entre o escravo e o seu amo tornava-se bastante familiar. Alguns conseguiam a liberdade, tornando-se libertos. </li></ul>
  • 8. A Vida quotidiana <ul><li>Os romanos levantavam-se cedo, ao nascer do dia, visto que as ruas não eram iluminadas, e tinham que aproveitar a luz do Sol. Lavavam a cara, calçavam as sandálias e não perdiam tempo a vestir se porque dormiam com a roupa dia-a-dia: várias túnicas sobrepostas dependendo da altura do ano. Tomavam a primeira refeição: pão, queijo e água. Os rapazes das famílias mais ricas iam à escola, acompanhados pelo pedagogo. </li></ul>
  • 9. <ul><li>Os mais ricos aproveitavam para receber os seus clientes nas suas casas (domus) a que ofereciam um cesto de comida. Tratavam dos seus negócios e assuntos particulares, como escrever cartas, averiguar contas, visitar as suas propriedades. No caso de serem senadores, encontrar-se-iam numa sessão do Senado. Também passeavam pelo fórum (praça pública) para conhecer as últimas novidades, discutir assuntos políticos e conversar com os amigos. </li></ul>
  • 10. Ao meio-dia, tomavam a segunda refeição composta normalmente por carne fria, fruta, legumes e vinho. Voltavam ao trabalho, parando a meio da tarde, para desfrutarem de um banho. Nas casas mais ricas havia balneários privativos, mas gostavam mais de frequentar os balneários públicos (termas) onde podiam tomar banho em piscinas de água quente, morna ou fria, podendo também fazer exercício no ginásio, desfrutar de massagens e outras diversões como jogos de dados, bolas e damas, ler na biblioteca ou conversar com os amigos.
  • 11. O dia terminava com a ceia. Os mais ricos por vezes convidavam os amigos e os clientes para grandes banquetes. Comiam-se diversos pratos, sendo um dos favoritos as tetas de porca recheadas, servidos por escravos em travessas, onde cada um tirava a comida usando uma colher os ou próprios dedos. Depois da refeição vinha o entretenimento, como músicos bailarinas ou um recital de poesia. Para os mais humildes, o tempo de trabalho era mais longo e a ceia com menos quantidade, valendo-lhes as distribuições gratuitas de trigo com a iniciativa do Imperador. Deitavam-se mais cedo, pois ao nascer do dia tinham que se levantar para ir trabalhar.
  • 12. As instituições políticas e o direito romano
  • 13. As instituições políticas <ul><li>A República em Roma foi implantada no século VI a.C., que cabia a três órgãos: os Magistrados, O Senado e os Comícios, cada qual com as suas funções específicas. Aos Magistrados competia aplicar a leis, administrar a justiça, gerir os bens do estado e superintender a vida militar e religiosa. O Senado vigiava de perto os Magistrados. Este órgão era constituído por antigos Magistrados e cabia-lhe dirigir a política externa e também nomear os governadores das províncias. Os Comícios eram assembleias de cidadãos a quem competia votar as leis e eleger anualmente os Magistrados. </li></ul>
  • 14. No século I a.C. as lutas políticas internas lideradas por generais do exército, ricos e prestigiados, que queriam ter um poder supremo, procurando apoio para o Senado. Algumas destas acabaram por desembocar em guerras civis e assassinatos. Esta crise política chegou ao fim em 27 a.C. com a implantação de um novo regime político, o Império, fundado por Octávio César Augusto, tornando-se o primeiro imperador romano. Impôs a ordem e segurança, passando todos os poderes para si: o poder político (legislativo, executivo e judicial) cabendo-lhe nomear funcionários e senadores, cunhar a moeda e dirigir a política externa; o poder militar, assumindo o comando supremo do exército; o poder religioso, tornando-se pontífice máximo e dirigindo a vida religiosa, sendo-lhe atribuído o título de Augusto (divino) e prestando-se-lhe culto após a morte (culto imperial).
  • 15. Tendo desta forma o Senado e os Magistrados reduzidos o poder, passando a estarem controlados e dependentes das decisões do Imperador. É criado um novo órgão político, o conselho imperial, composto por funcionários fiéis ao imperador, maioritariamente da ordem equestre e investido de funções deliberativas.
  • 16. O direito romano <ul><li>O direito foi uma das criações mais originais dos Romanos, tendo sido reparada a influência que exerceu os futuros Estados europeus e mesmo na actualidade. Para organizar um império vasto e complexo, era urgente e necessário dotá-lo de leis que regulassem as relações entre as pessoas (direito privado), entre estas e o Estado (direito público) e as relações com outros povos (direito internacional). O Direito romano respondeu à necessidade dando unidade e organização ao Império e tornando-se um exemplo para o futuro. </li></ul>
  • 17. <ul><li>- Este trabalho foi realizado por: </li></ul><ul><li>Alexandra Nunes nº2 7ºB </li></ul><ul><li>-Bibliografia: </li></ul><ul><li>“ Viver a História 7º ano”, de Custódio Lagartixa, Helena Pereira e José Gomes, e da editora Santillana Constância </li></ul><ul><li>- Professora: </li></ul><ul><li>Sílvia Mendonça </li></ul><ul><li>- Disciplina: </li></ul><ul><li>História </li></ul>

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