25 De A Bril

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25 De A Bril

  1. 1. Portugal antes do 25 de Abril de 1974 Escola Básica 2,3 da Cruz de Pau Disciplina: História Professora: Sílvia Mendonça Trabalho realizado por: Fábio Aguiar nº 8 9ºB
  2. 2. Índice <ul><li>A afirmação do Autoritismo em Portugal </li></ul><ul><li>Oposição ao regime salazarista </li></ul><ul><li>A Economia </li></ul><ul><li>Mudanças Sociais </li></ul><ul><li>A falta de Liberdade </li></ul><ul><li>Guerra Colonial </li></ul><ul><li>O Marcelismo </li></ul><ul><li>O 25 de Abril de 1974 </li></ul>
  3. 3. A Afirmação do Autoritismo em Portugal <ul><li>Após a 2ª Guerra Mundial, Portugal era governado sobre uma ditadura de direita, designada por Estado Novo e chefiado por Salazar. </li></ul><ul><li>Com a derrota dos países ditatorias esperava-se a queda de Salazar do governo e a restauração do Regime Democrático. </li></ul><ul><li>Mas para para provar que se adaptava aos novos tempos democráticos Salazar tomou as seguintes medidas: </li></ul><ul><li>- Condenou o Regime Nazi </li></ul><ul><li>Anunciou a realização de eleições para a Assembleia Nacional </li></ul><ul><li>Ordenou a revisão da Constituição de 1933 de modo a permitir mais do que uma lista nas eleições. </li></ul>
  4. 4. A Afirmação do Autoritarismo em Portugal <ul><li>As forças de oposição a fim de concorrerem ás eleições criaram o MUD (Movimento de Unidade Democrática) </li></ul><ul><li>Começaram por fazer propaganda mas para esclarecerem melhor a população pediram um adiamento de 6 meses. </li></ul><ul><li>Mas Salazar não atendeu ao pedido da Oposição,então, a MUD desistiu das eleições. </li></ul><ul><li>A União Nacional (organização política controlada pelo governo) ganhou todos os lugares da Assembleia Nacional, continuando o Regime autoritário. </li></ul>
  5. 5. Estado Novo <ul><li>O Estado Novo (1933-1974) é um regime autoritário, corporativista, conservador, tradicionalista, colonialista, nacionalista, anti-liberal, anti-parlamentar, anti-comunista, anti-democrático e repressivo (apoiado na PIDE) instituído sob a direcção de António de Oliveira Salazar. </li></ul><ul><li>O regime apoia-se na censura, na propaganda, nas organizações juvenis, nas organizações paramilitares, no culto do Chefe e na ideologia católica. </li></ul>
  6. 6. Estado Novo <ul><li>O Estado Novo apresenta muitos aspectos semelhantes aos regimes instituídos por Mussolini na Itália e por Adolf Hitler na Alemanha, mas o Estado Novo não é verdadeiramente um regime fascista visto que apresentava significativas diferenças em relação a estes regimes e Salazar nunca afirmou que o regime criado por ele era um regime fascista. </li></ul><ul><li>Pode-se dizer que é um regime autoritário e corporativo de inspiração integralista (nacionalismo integral) e fascista. </li></ul><ul><li>O Estado Novo, com as suas características, é um regime político único no Mundo, só existente em Portugal. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Fig.1- António Oliveira Salazar </li></ul>Fig.2- Bandeiras do Slazarismo
  8. 8. PIDE <ul><li>Ficou conhecida por PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado), a principal organização responsável pela polícia política do Estado Novo em Portugal, apesar de esta designação só ter vigorado oficialmente entre 1945 e 1969, mas só foi extinta na Revolução de 1974. </li></ul><ul><li>Ao contrário do que é vulgarmente conhecido a PIDE não nasceu do zero durante o Estado Novo, mas foi sim o resultado do agrupamento e reorganização de polícias já existentes, algumas vindas já desde finais do séc. XIX. </li></ul>Fig.3- PIDE
  9. 9. PIDE <ul><li>A Polícia Internacional e de Defesa do Estado foi criada em Portugal em 22 de Outubro de 1946, sendo apresentada como um organismo autónomo da Polícia Judiciária. </li></ul><ul><li>Também, a função da PIDE ia muito mais além da de polícia política, sendo igualmente responsável pelo controlo de estrangeiros e fronteiras, pela informação e contra-espionagem, pelo combate ao terrorismo e pela investigação de crimes contra a segurança do estado. </li></ul>
  10. 10. Oposição ao Regime Salazarista <ul><li>1945 - Criação da MUD (Movimento de Unidade Democrática) </li></ul><ul><li>1947 - Sabotagem de aviões na Base Aérea de Sintra </li></ul><ul><li>1949 - Eleições presidencias – o candidato da Oposição, Norton de Matos, desiste. </li></ul><ul><li>1951 - Eleições presidenciais – os candidatos da Oposição, Quintão Meireles e Rui Luís Gomes, desistem antes do acto eleitoral. </li></ul><ul><li>1958 - Eleições presidenciais. O candidato da Oposição, general Humberto Delgado obtém o apoio de largas camadas da população. </li></ul>
  11. 11. Oposição ao Regime Salazarista <ul><li>1961 - Assalto ao paquete “Santa Maria” sob o comando do capitão Henrique Galvão. </li></ul><ul><li>1962 - Revolta do Quartel de Beja, sob o comando de capitão Varela Gomes. </li></ul><ul><li>1969 - Eleições para deputados. Pela 1ª vez, a Oposição vai às urnas, mas sai derrotada. </li></ul><ul><li>Alguns grupos da Oposição usaram a força contra o regime para tentar avisar a comunidade internacional, mas a política autoritária de Salazar isolou o país internacionalmente, o que contribuiu para o seu atraso a nível económico. </li></ul>
  12. 12. A Economia <ul><li>Na década de 50 a situação económica em Portugal estava bastante atrasada em relação ao resto da Europa. </li></ul><ul><li>Agricultura: </li></ul><ul><li>A agricultura era a sua principal actividade mas estava estagnada devido a: </li></ul><ul><li>A população rural era analfabeta e pouca aberta à inovação </li></ul><ul><li>Mecanização baixa e fraca utilização de adubos </li></ul><ul><li>Os investimentos na terra eram insuficientes e a produtividade reduzida. </li></ul>
  13. 13. A Economia <ul><li>Entre 1950 e 1970, houve alguns progressos no aproveitamento dos solos, florestação de terras baldias e a construção de barragens hidraúlicas. </li></ul><ul><li>Industrialização: </li></ul><ul><li>Também na década de 50 os governantes se viraram para alguns sectores industriais: </li></ul><ul><li>- As indústrias da siderugia, refinação de petróleos, de adubos, de montagem de automóveis, da construção naval, da pasta de papel de modo a reduzir as importações. </li></ul>
  14. 14. A Economia <ul><li>As indústrias tradicionais (têxteis, vestuário, calçada, bebidas) de modo a alimentar as exportações. </li></ul><ul><li>Apartir de 1959, a Economia Nacional abriu-se ao exterior com a entrada de Portugal para a EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre). </li></ul><ul><li>Estas mudanças levaram a um aumento das exportações, apesar de ainda não ser o suficiente para a balança comercial deixar de ser defecitária . </li></ul>
  15. 15. Mudanças Sociais <ul><li>As alterações na economia provocaram importantes mudanças sociais, a população activa diminui na agricultura e aumentou na indústria e nos serviços. </li></ul><ul><li>Em poucos anos, o investimento externo em Portugal cresceu bastante como nunca antes: </li></ul><ul><li>Surgiram empresas estrangeiras de fabrico e montagem de aparelhos e máquinas </li></ul><ul><li>Instalaram-se empresas industrias com o objectivo de produzir para as exportações. </li></ul><ul><li>Liberalizaram-se, as trocas comerciais com os países europeus. </li></ul>
  16. 16. Mudanças Sociais <ul><li>Por outro lado, a população começou a deslocar-se do interior do país para os centros urbanos que se localizavam perto do litoral, ou então emrigraram, legal ou cladestinamente, para França, Alemanha, Estados Unidos entre outros, em busca de melhores condições de vida. </li></ul><ul><li>O dinheiro enviado pelos emigrantes ajudou bastante para compensar a balança comercial defecitária. </li></ul>
  17. 17. Mudanças Sociais <ul><li>Coincidindo com este fluxo migratório outro acontecimento que marca este tempo é o turismo. </li></ul><ul><li>A origem é principalmente europeia e o destino é o sul do país (Algarve). </li></ul><ul><li>Este fenómeno contribuiu bastante para compensar a balança comercial e para as as actividades de hotelaria, comércio, construção e imobiliário. </li></ul>
  18. 18. A falta de liberdade <ul><li>Recusa da independência das colónias: </li></ul><ul><li>A ONU após a sua criação consagrou o direito dos povos à autodeterminação e independência. </li></ul><ul><li>Esta ideia foi reforçada na Conferência de Bandung onde se condenou o colonialismo e manifestaram o apoio aos movimentos de libertação. </li></ul><ul><li>Isto levou a que as princípais potências coloniais europeias concedesem pouco a pouco a independência das suas colónias. </li></ul><ul><li>Mas Salazar pensava de forma diferente, ele entendia que as possessões portuguesas faziam parte integrante de Portugal. </li></ul>
  19. 19. A falta de liberdade <ul><li>A vida em Portugal: </li></ul><ul><li>Havia bastante segurança, policiamento nas ruas fronteiras, e também existia um controlo político. </li></ul><ul><li>O conceito de cidadania era diferente do de agora, principalmente a nível dos direitos. As pessoas encontravam-se impossibilitadas de exprimir a sua opinião, de reivindicar tudo aquilo a que tinham direito. </li></ul><ul><li>Não existiam sindicatos nem instituições que informassem os cidadãos quanto aos seus direitos. </li></ul>
  20. 20. A falta de liberdade <ul><li>As pessoas não podiam exercer a sua cidadania, não podiam escolher os seus governantes, o acesso à cultura era “bloqueado”. </li></ul><ul><li>Portugal vivia num regime em que a liberdade e a cidadania não eram respeitadas, as pessoas eram obrigadas a seguir ideias impostas pelo estado, o que originou a constantes motins de reivindicação dos seus direitos. </li></ul><ul><li>Não havia liberdade de expressão nem de pensamento devido à censura e à repressão, os direitos dos cidadãos praticamente não eram reconhecidos. </li></ul>
  21. 21. Guerra Colonial <ul><li>Em resultado à política intransisgente de Salazar formaram-se movimentos independistas nas colónias (Angola, Guiné e Moçambique). </li></ul><ul><li>O primeiro país a revoltar-se foi a Angola em 1961, nos anos seguintes a Guiné e Moçambique. </li></ul><ul><li>Portugal viu-se obrigado a enviar tropas para África. </li></ul><ul><li>Entre 1961 e 1974 foram mobilizados mais de 900.000 portugueses que se juntaram às tropas recrutadas localmente. </li></ul>
  22. 22. Guerra Colonial <ul><li>Esta guerra durou 13 anos (1961-1974) provocando quase 10.000 mortos, para além dos feridos e alguns que ficaram incapacitados. </li></ul><ul><li>Ou seja, as despesas com a guerra foram bastantes elevadas. </li></ul><ul><li>Esta política colonial portuguesa levou ao isolamento do país a nível internacional, alguns países cortaram ligações com Portugal. </li></ul><ul><li>Mesmo assim Salazar continuou a defender a sua polítca colonialista. </li></ul>
  23. 23. Fig.5- Locais onde ocorreu a Guerra Colonial <ul><li>Fig.4- Miblização de tropas portuguesas </li></ul>
  24. 24. O Marcelismo <ul><li>Com Salazar incapacitado de governar devido a uma hemorragia cerebral, o Presidente da República, Américo Tomás, nomeou em sua substituição, Marcello Caetano (1968). </li></ul><ul><li>Marcello Caetano procurou liberalizar o regime: </li></ul><ul><li>Concedeu alguma liberdade de expressão </li></ul><ul><li>Permitiu o regresso de exilados políticos </li></ul><ul><li>Admitiu a entrada de deputados liberais na Assembleia Nacional. </li></ul>
  25. 25. O Marcelismo <ul><li>Estes deputados apresentaram numerosos projectos de lei e procuraram alterar o regime. </li></ul><ul><li>Mas todos os seus projectos encontravam a oposição por parte dos deputados conservadores, que dominavam a Assembleia Nacional. </li></ul>
  26. 26. O Marcelismo <ul><li>A tentativa da liberalização do regime saiu falhada. </li></ul><ul><li>As instituições repressivas foram mantidas com outros nomes. </li></ul><ul><li>Os cidadãos continuaram provados da liberdade e de outros direitos fundamentais. </li></ul><ul><li>Mesmo assim Marcello Caetano procurou desenvolver o país no plano económico e no plano social. </li></ul>
  27. 27. O Marcelismo <ul><li>No que respeita às colónias as coisas continuaram na mesma, a Guerra Colonial manteve-se e o governo não tencionava resolver o problema doutra maneira. </li></ul><ul><li>A política de Marcello não deu os resultados esperados, pois a Guerra Colonial manteve-se e não houve a liberalização do regime. </li></ul>Fig.6- Marcello Caetano
  28. 28. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>A primeira reunião clandestina de capitães foi realizada em Bissau,em 21 de Agosto de 1973. Uma nova reunião, em 9 de Setembro de 1973 no Monte Sobral (Alcáçovas) dá origem ao Movimento das Forças Armadas. </li></ul>
  29. 29. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>O MFA ou (Movimento das Forças Armadas) foi responsável pelo golpe militar que terminou com o Estado Novo em Portugal, em 25 de Abril de 1974. O que motivou este grupo de militares era, essencialmente, o desejo da liberdade até então negada ao povo português e o descontentamento pela política seguida pelo governo em relação à Guerra Colonial. </li></ul><ul><li>As tropas foram comandadas no terreno por diversos capitães, de entre os quais o que mais se destacou e mais é recordado e associado à revolução foi Salgueiro Maia, que comandou tropas vindas da Escola Prática de Cavalaria de Santarem. No quartel da Pontinha, as operações eram dirigidas pelo brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho </li></ul>
  30. 30. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>No dia 14 de Março o governo demite os generais Spínola e Costa Gomes dos cargos de Vice-Chefe e Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, alegadamente, por estes se terem recusado a participar numa cerimónia de apoio ao regime. No entanto, a verdadeira causa da expulsão dos dois Generais foi o facto do primeiro ter escrito, com a cobertura do segundo, um livro, &quot; Portugal e o Futuro &quot;, no qual, pela primeira vez uma alta patente advogava a necessidade de uma solução política para as revoltas separatistas nas colónias e não uma solução militar. </li></ul><ul><li>No dia 24 de Março a última reunião clandestina decide o derrube do regime pela força. </li></ul>
  31. 31. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>No dia 24 de Abril de 1974, um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho instalou secretamente o posto de comando do movimento golpista no quartel da Pontinha, em Lisboa. </li></ul><ul><li>Às 22h 55m é transmitida a canção ”E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, pelos Emissores Associados de Lisboa, emitida por Luís Filipe Costa. </li></ul><ul><li>Este foi um dos sinais previamente combinados pelos golpistas e que desencadeou a tomada de posições da primeira fase do golpe de estado. </li></ul>
  32. 32. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>O segundo sinal foi dado às 0h20 m, quando foi transmitida a canção ”Grândola Vila Morena“, de José Afonso, pelo programa Limite, da Rádio Renascença, que confirmava o golpe e marcava o início das operações. </li></ul><ul><li>O locutor de serviço nessa emissão foi Leite de Vasconcelos, jornalista e poeta moçambicano. </li></ul><ul><li>O golpe militar do dia 25 de Abril teve a colaboração de vários regimentos militares que desenvolveram uma acção concertada. </li></ul>
  33. 33. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>No Norte, uma força do CICA 1 liderada pelo Tenente-Coronel Carlos Azeredo toma o Quartel-General da Região Militar do Porto. </li></ul><ul><li>Estas forças são reforçadas por forças vindas de Lamego. </li></ul><ul><li>Forças do BC9 de Viana do Castelo tomam o Aeroporto de Pedras Rubras. </li></ul><ul><li>Forças do CIOE tomam a RTP e RCP no Porto. </li></ul><ul><li>O regime reagiu, ordenando a forças sedeadas em Braga para avançarem sobre o Porto, no que não foi obedecido, já que estas já tinham aderido ao golpe. </li></ul>
  34. 34. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>À Escola Prática de Cavalaria, que partiu de Santarém, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço. </li></ul><ul><li>As forças da Escola Prática de Cavalaria eram comandadas pelo então Capitão Salgueiro Maia. </li></ul><ul><li>O Terreiro do Paço foi ocupado às primeiras horas da manhã. </li></ul>
  35. 35. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>Salgueiro Maia moveu, mais tarde, parte das suas forças para o Quartel do Carmo onde se encontrava o chefe do governo, Marcello Caetano, que ao final do dia se rendeu, fazendo, contudo, a exigência de entregar o poder ao General António de Spínola, que não fazia parte do MFA, para que o &quot;poder não caísse na rua&quot;. </li></ul><ul><li>Marcello Caetano partiu, depois, para a Madeira, rumo ao exílio no Brasil. </li></ul>
  36. 36. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>Apesar de esta ser considerada uma revolução pacífica, resultou, na morte de 4 pessoas, quando elementos da polícia política dispararam sobre um grupo que se manifestava à porta das suas instalações na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa. </li></ul>Fig.7 – Portugal em 1974
  37. 37. O 25 de Abril de 1974 <ul><li>O cravo tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974, porque, ao amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, apoiando os soldados revoltosos, e alguém (existem várias versões, sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista contratada para levar cravos para a abertura de um hotel, foi vista por um soldado que pôs um cravo na espingarda, e em seguida todos o fizeram), começou a distribuir cravos vermelhos pelos soldados, que depressa os colocaram nos canos das espingardas. </li></ul>
  38. 38. Bibliografia <ul><li>Livro: </li></ul><ul><li>Rumos da História 9º ano, Aníbal Barreira, Mendes Moreira, Edições ASA. </li></ul><ul><li>Internet: </li></ul><ul><li>http://www.arqnet.pt/imagens2/img_portugal.jpg </li></ul><ul><li>http://jpn.icicom.up.pt/imagens/pais/salazar_flup.jpg </li></ul><ul><li>http://inet.sitepac.pt/BandeiraANPMPLP.jpg </li></ul><ul><li>http://botaacima.blogs.sapo.pt/arquivo/PIDE-DGS%5B1%5D.jpg </li></ul><ul><li>http://www.uc.pt/cd25a/media/Colonial/embarque.jpg </li></ul>
  39. 39. Bibliografia <ul><li>http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/77/Portuguese_colonial_war_map1.PNG/250px-Portuguese_colonial_war_map1.PNG </li></ul><ul><li>http://inet.sitepac.pt/MarceloCaetano.jpg </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa </li></ul><ul><li>http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=101 </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cravos </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_das_For%C3%A7as_Armadas </li></ul>
  40. 40. Bibliografia <ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_%28Portugal%29 </li></ul><ul><li>http://www.citidep.pt/act/lpncid.html </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcello_Caetano </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/PIDE </li></ul>

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