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Projeto Toda Crianca Em Rede Ligada Em Seus Direitos
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  • 1. projeto CRIANÇA EM REDE ligada em seus direitos www.criancaemrede.ning.com Professora Estadual Claudia Helena Lage Campos Escola Estadual Juca Pinto, Belo Horizonte 1
  • 2. De dentro da Roda para fora do ECA OS DIREITOS FUNDAMENTAIS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES ESTÃO PREVISTOS: Declaração Universal dos Direitos da Criança, da ONU, em 1959 Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei 8.069 de 1990. Do Brasil Império até a era digital: Até o final do Brasil Império, o Estado brasileiro, não tinha desenvolvido nenhum política direcionada às crianças e adolescentes. As crianças economicamente carentes e órfãs eram entregues aos cuidados da Igreja Católica, nas Santas Casas de Misericórdia. As crianças abandonadas eram colocadas dentro de uma Roda na frente da Igreja.A Roda era um cilindro oco de madeira que girava em torno do próprio eixo com uma abertura em uma das faces. Eram colocadas em um tipo de janela onde eram colocados os bebês. Hoje, 2009, mais de 60 milhões de crianças e adolescentes no Brasil vivem abaixo da linha de pobreza, sem ter a vasta maioria de seus direitos respeitados O Estatuto da Criança e do Adolescente foi sancionado em 1990 e pífias conquistas foram feitas na sua implementação 2
  • 3. Objetivos e aplicação do projeto Visão e inspiração iniciais do projeto “CRIANÇA EM REDE ligada em seus direitos”: A professora de ensino fundamental da Escola Estadual Cel. Juca Pinto, em Belo Horizonte, Claudia Helena observa e indigna-se com as violações escancaradas dos direitos da criança e do adolescente manifestados em desrespeito, violência e desafeto tanto no ambiente familiar como escolar no contexto de uma favela (Santa Rosa)no entorno da escola . Com vistas a ensinar e difundir seus direitos, a professora observou que : A escola não disponibiliza material didático com conteúdo e atividades referentes aos direitos da criança e do adolescente; Nem as crianças e nem os educadores conhecem os direitos da criança e do adolescente dispostos em leis e Declarações universais; As crianças e os adolescentes sentem-se à vontade e motivados a lidar com os recursos de computador e acesso à Internet; Conhecendo os seus direitos e sentindo-se incluídos, abrem-se mais facilmente para expor suas questões de violações de seus direitos; não são incluídos digitalmente por não serem incluídos socialmente. Observando o grande interesse e curiosidade aguçada dos alunos em conhecer e interagir com o meio digital,buscou uma solução para o problema dentro da estrutura escolar que atendesse essa demanda. Sem lograr êxito, buscou-se uma solução capaz de causar impacto na sua turma e que pudesse ser reproduzida e disseminada para toda a escola e comunidade em que está inserida.Avançando nas tecnologias, concluiu que o projeto pode ser replicado em toda a rede Pública de ensino. 3
  • 4. PROBLEMA: A intransigência dos problemas da educação, face às soluções convencionais, associada à grande pobreza e crescente necessidade de aprendizado de qualidade para inclusão na era do conhecimento global e digital– exige um novo pensar. Inclusão social e digital: As crianças pobres carecem de oportunidade e acesso à aprendizagem on-line. Ao darmos acesso à rede mundial da informação e do conhecimento (Internet) para cada criança, estaremos levando às crianças pobres as mesmas oportunidades de aprendizagem que as crianças abastadas.”Nenhum criança deve ser tratada desigual.” (art.2 da Declaração Universal dos Direitos da Criança da ONU) Solução adotada: USO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO(TIC): uma plataforma de mídia social capaz de permitir que alunos e educadores estabeleçam um ambiente de leitura, aprendizagem e colaboração, na Internet, promovendo e potencializando a interatividade entre eles. META: tornar os direitos da criança e do adolescente conhecidos e protegidos, disponibilizando ferramentas de fácil uso e gratuitas Criou-se então um espaço virtual na Internet, www.criancaemrede.ning.com , usando uma plataforma de mídia social, orientada especificamente para o tema os direitos da criança e do adolescente. Houve uma grande mobilização, como: participação dos pais como voluntariados, disponibilização de horários exclusivos em lan-houses da comunidade, autorização dos pais e da direção da escola para deslocamento do alunos no horário escolar. O grande interesse pela nova forma de aprendizagem despertou na turma a necessidade de se criar horário extra curricular. Após analisar as nove plataformas de mídia social mais populares ( Ning, KickApps, CrowdVine, GoingOn, CollectiveX, Me.com, PeopleAggregator, Haystack, e ONEsite )- optou-se pela plataforma NING (www.ning.com) por ser a de uso mais fácil, gratuita, com ampla capacidade de armazenagem de arquivos e que apresenta mais recursos tecnológicos prontos. Nenhum conhecimento de tecnologia da informação é requerido do administrador ou usuário. 4
  • 5. Objetivos gerais e específicos do projeto Difusão dos direitos da criança e do adolescente e de organizações e iniciativas referentes aos direitos, incluindo: Instrumento de denúncia on-line das violações do direitos da criança e do adolescente. Implementação das leis que obrigam a inclusão de conteúdos que tratem dos direitos da criança e do adolescente no currículo de ensino fundamental, propiciando: A capacitação dos professores A produção e distribuição on-line gratuita de material didático Inclusão digital de crianças e adolescentes carentes, favorecendo a sua inclusão social. 5
  • 6. Objetivos gerais e específicos do projeto: Difusão dos direitos e instrumento de denúncia A interatividade e comunicação entre os usuários e o público externo se dá por meio de salas de “chat” (bate-papo), formulários e emails dos membros. A plataforma disponibiliza rico material sobre os direitos, incluindo os próprios direitos em linguagem simplificada, que vai sendo construído coletivamente e continuamente pelos próprios participantes da rede: educadores, alunos, pedagogos, organizações afins etc. Os conteúdos são produzidos e disponibilizados em diversas formas e veículos: textos, vídeos, slides, fotos, fóruns de debates, grupos temáticos. A plataforma disponibiliza acesso às páginas (sites) das principais oiniciativas e organizações atinentes aos direitos da criança e do adolescente, no grupo JUNTANDO ESFORÇOS e na guia MURAL e na guia NOTÍCIAS se mantém a par de todas as notícias referentes aos direitos veiculadas na maior rede mundial, o Tweeter. No segundo nível de articulação da rede, ela integra-se viralmente a outras redes sociais e ambientes de conhecimentos e articulação na Internet por meio de outras comunidades da rede Criança em Rede, como: Orkurt, Facebook , Tweeter, Vias6 etc A rede disponibiliza ambientes de denúncia de violações dos direitos on-line usando dispositivos tecnológicos que mantêm o anonimato. 6
  • 7. METAS GERAIS Proteger os direitos da criança, Exercendo seu direito de ter informação: “Toda criança tem o direito de ter informação importante para o seu bem estar dos diversos meios de comunicação. Os adultos devem cuidar para que a informação que ela recebe seja saudável e ajudá-la a achar e entender a informação que precisa.”Art.17 da Convenção dos Direitos Universais da Criança da ONU COMO: Conectando as crianças, compartilhando informação e conhecimento, ouvindo sua voz, promovendo um senso de comunidade de valores nos alunos e nos educadores. Utilizando as ferramentas de tecnologia da informação, em particular as plataformas de mídia social da nova geração da Internet (conhecida como WEB 2.0) 7
  • 8. METAS GERAIS: INCLUSÃO DIGITAL: “NENHUMA CRIANÇA DEVE SER TRATADA DESIGUAL” (art.2 da Convenção Universal dos Direitos da Criança – ONU. “Ninguém ficou de fora.” (Daniele Patrícia Silva, 10 anos, na lanhouse) COMO:Podemos obter melhorias básicas dando a todas as crianças acesso ao conteúdo tradicional. Podemos obter imensas melhorias através da reestruturação dos processos educacionais e das disciplinas por meios das novas tecnologias da informação. 8
  • 9. METAS GERAIS: Empoderar a criança pela potencialização de seu conhecimento. “Sou capaz de tudo”.Neviton, 10 anos COMO: gerando conhecimento coletivo a partir de conexões multi-direcionais construídas pelo próprio aluno. É ele que deve estar no centro da ação. Tem um papel de protagonista, constrói seus próprios conteúdos, define e se conecta a grupos e outros colegas e educadores e faz a informação e o conhecimento andar em múltiplas direções. 9
  • 10. Objetivos gerais e específicos do projeto: Atendimento às exigências legais A Lei Federal 11.525]2007 exige a inclusão no currículo do ensino fundamental de conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, incluindo a produção e distribuição de material didático. A Lei Estadual em Minas, no.15.476]2005 igualmente exige:" As escolas de ensino fundamental e médio integrantes do Sistema Estadual de Educação incluirão em seu plano curricular conteúdos e atividades relativos à cidadania... integrando o tema "direitos da criança e do adolescente". Mas para se ensinar valores há que se vivenciar os valores; para se ensinar direitos, há que se conhecer, reconhecer e implementar os direitos da criança e do adolescente.. Para tanto, requer-se capacitação dos professores, produção e distribuição de material didático para consecução da exigência legal. Eentretanto, os custos para a implementação da obrigatoriedade legal (capacitação de professores e produção]distribuição de material didático) são elevados e não se coadunam com a realidade orçamentária, particularmente das escolas Públicas (Estaduais e Municipais). O projeto visa, gratuitamente e virtualmente, capacitar os professores (SALA DO PROFESSOR) e disponibilizar material didático on-line, disponíveis no espaço MEUS DIREITOS e no espaço MURAL. 10
  • 11. Objetivos gerais e específicos do projeto: capacitação dos professores Buscando novas formas de interação e aprendizagem por meio de ferramentas digitais para que os alunos conheçam e reflitam sobre seus direitos de uma maneira agradável, interessante e instigadora, resultando em melhoria da auto-estima e consequente melhor desempenho escolar. Capacitando os educadores no uso de computadores interligados, permitindo novas abordagens que vão além dos métodos padronizados, centralizados e hierárquicos. Pode-se criar centros de excelência, comunidades interligadas de práticas, exemplos concretos de vivências e de violações dos direitos, novos conteúdos e mecanismos para a divulgação de idéias. A questão não é fazer com que os professores reproduzam as mesmas lições em sistemas pedagógicos sofisticados. A questão é ajudá- los a aprender utilizando a tecnologia, repensar métodos e aplicar essa forma de aprendizagem. Criando condições para os educadores estabelecerem um ambiente colaborativo, na Internet, capaz de promover e potencializar a interação. Os alunos têm acesso a todos os ambientes da rede, aprendem e discutem seus direitos interagindo com outros colegas e professores. Compartilhando informações e conhecimento por meio de diversas ferramentas, como vídeos, áudios, imagens, etc. Eles também têm a possibilidade de editar seus projetos e disponibilizá-los para seus colegas no mesmo espaço interativo. Comunidades bem estruturadas ensejam que tanto os alunos como os professores tenham um espaço]portal único para comunicar sobre aspectos múltiplos da interação no processo de aprendizagem. Cada escola pode criar a sua comunidade]Grupo gerando seus próprios conteúdos e interagindo com outras comunidades internas e externas. Interagindo socialmente e globalmente. Um aspecto chave da comunidade é a interação social. Se for implementada adequadamente, essa ferramenta permite que os alunos e os professores encontrem e trabalhem uns com os outros das formas mais variadas. Os dados do perfil podem ser usados para que uns achem os outros em termos de interesse, projetos, atividades ou conhecimento em um área específica. O verdadeiro impacto de uma rede social para escolas é demonstrado quando combina e integra com uma variedade de outros dispositivos como parte de uma comunidade. 11
  • 12. Objetivos gerais e específicos do projeto: Inclusão digital das crianças e adolescentes carentes Empoderando-os pela potencialização de seu conhecimento. Gerando conhecimento coletivo a partir de conexões multi-direcionais construídas pelo próprio aluno. É ele que deve estar no centro da ação. É ele que tem um papel de protagonista, constrói seus próprios conteúdos, define e se conecta a grupos e outros colegas e educadores e faz a informação e o conhecimento andar em múltiplas direções. Protegendo seus direitos de ter acesso a informação: Conectando-os, compartilhando informação e conhecimento, ouvindo sua voz, promovendo um senso de comunidade de valores nos alunos e nos educadores. Incluindo-os no mundo digital: “NENHUMA CRIANÇA DEVE SER TRATADA DESIGUAL” (art.2 da Declaração Universal dos Direitos da Criança – ONU. Podemos obter melhorias básicas dando a todas as crianças acesso a conteúdo de ensino tradicional. Podemos obter imensas melhorias através da reestruturação dos processos educacionais e das disciplinas por meios das novas tecnologias da informação. Incluindo-os socialmente: É provado que conceitos que são considerados além da capacidade de apreensão das crianças são possíveis de ser atingidos. O que falta às crianças não é capacidade, mas sim oportunidade de acessar o conhecimento. A convicção é que podemos obter melhorias significativas de aprendizagem oferecendo inclusão digital e conectividade às crianças. Podemos alcançar grandes melhorias ao repensar atividades, conteúdo e colaboração usando as poderosas ferramentas da nova Internet (WEB 2.0). 12
  • 13. INICIANDO NA REDE Com apenas com uma conta de email, criada de forma simples e gratuita em qualquer provedor (como gmail, Yahoo, hotmail), o aluno e professor registra-se na rede, e começa imediatamente a aprender, comunicar e publicar conteúdo Os alunos e professores elegem ou criam comunidades temáticas e exercem um papel fundamental na expansão do processo convidando outros da cadeia de valor para participar da rede. Caso tenham dificuldades, eles podem transitar na rede para identificar alguém que tenha conhecimento na área e pedir ajuda. A interação das crianças através de seus perfis pessoais, fóruns e grupos, fomentados pela ação de mediadores e professores, é o que forma o segundo nível de articulação da rede A interação com outras fontes de conhecimento e informação (redes, sites, portais, blogs etc) forma o terceiro nível de articulação da rede 13
  • 14. Recursos necessários para a implantação do projeto e inserção na rede: Valor do investimento: despreendimento, paixão, afeição, responsabilidade social, doação, dedicação, comprometimento, profissionalismo, altruísmo. Para se ter uma plataforma mais robusta, com mais recursos, é preciso para a organização NING. Valor do investimento: locação de computadores em lan-house, ou gratuito usando a infra-estrutura da escola e dos próprios alunos Humanos :um administrador geral da rede, um gestor]professor para cada grupo (temático ou sala de aula) para inserção e moderação de conteúdos.Não há necessidade de formação profissional do pessoal técnico necessário para manter a tecnologia. A aprendizagem é intuitiva e gratuita. Materiais : idealmente, uma computador portátil por criança (viabilizando o sonho da organização “one laptop perchild” www.laptop.org/en ) . Dado a exclusão digital, horas de lan-houses a R$ 1.50 por hora 14
  • 15. Forma de transferência: Construção e colaboração em massa usando a própria rede e criação de rede específica de aprendizagem de uso de ferramentas, como o projeto TEIA – Tecnologia e Empreendedorismo e Inovação Aplicados (www.teia.mg.gov.br) da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Minas Gerais. Aplicando um ambiente pessoal de aprendizagem (personal learning environment - PLE).Mais que um conceito, cria-se um ambiente que procura fomentar a aprendizagem para toda a vida,aprendizagem informal, colaborativa, aprendizagem vista como processo e não só como resultado. O PLE oferece aos aprendizes seus próprios espaços sob seu próprio controle para desenvolver e compartilhar idéias. Ao invés de integrar diferentes ferramentas em um sistema centralizado, a idéia é oferecer aos aprendizes uma miríade de ferramentas e passar-lhe o controle para que selecione, combine e use as ferramentas da forma que melhor lhe convier. 15
  • 16. Conceitos, metodologias da aplicação da tecnologia da informação ao projeto 16
  • 17. Colaboração para inclusão “ Enquanto o comunismo sufocou o individualismo, a colaboração em massa se baseia em indivíduos e empresas utilizando a computação e tecnologias de comunicação amplamente distribuídas para alcançar resultados compartilhados, através de associações voluntárias livres. A revolução de participação que está acontecendo agora abre novas possibilidades para que bilhões de pessoas desempenhem papéis ativos em seus locais de trabalho, comunidades, democracias nacionais e na economia global. Os benefícios sociais são profundos e incluem a oportunidade de atribuir maior responsabilidade aos governos e tirar milhões de pessoas da pobreza.” 17 Don Tapscot - Wikinomics
  • 18. Colaboração para inclusão “ Mudanças profundas na natureza da tecnologia, da demografia e da economia global estão fazendo emergir novos e poderosos modelos de produção baseados em comunidade, colaboração e auto-organização, e não em hierarquia e controle. Com um número cada vez maior de empresas percebendo os benefícios da colaboração em massa, esse novo modo de organização acabará por substituir as estruturas empresariais tradicionais como o motor primário de criação de riqueza na economia.” 18 Don Tapscot - Wikinomics
  • 19. POPULAÇÃO GLOBAL ON LINE Atualmente, cerca de 1.2 bilhões Projetado expandir para 1.8 bilhões até 2010 300 milhões de usuários de mídia social 19
  • 20. Ferramenta: Mídia social Mídia Social descreve as tecnologias e práticas online que as pessoas usam para compartilhar opiniões, experiências, perspectivas e a própria mídia. A mídia social pode assumir diferentes formas, tais como textos, imagens, video. Esses espacos na Internet geralmente usam tecnologias 20 como blogs, painéis de mensagens, podcasts, wikis que permitem que os usuários interajam
  • 21. AMBIENTES E FERRAMENTAS AMBIENTES EXEMPLOS REDES SOCIAIS BOOKMARKS SOCIAIS MICRO BLOGGING MECANISMOS DE BUSCA SITES E PORTAIS BLOGS IM e VOIP COMPARTILHAMENTO DE VÍDEOS, DOCS E MP3 WIDGTES CONTAINNERS 21 MAPAS Entre outros...
  • 22. PEDAGOGIA DA TECNOLOGIA: DUAS ABORDAGENS TECNOLÓGICAS NA APRENDIZAGEM: LMS X PLM PLE-Personal learning environment (Ambiente Pessoal de Aprendizagem) Learning Management Systems - LMS – ferramentas diferentes integradas em um sistema único. 22
  • 23. PEDAGOGIA DA TECNOLOGIA: ABORDAGEM LMS O LMS requer um processo de criação e descontinuidade longo – uma vez que a estrutura de aprendizagem é interrompida (final de curso), a aprendizagem não é mais acessível. Essencialmente, a maioria das plataformas de LMS estão buscando formatar o futuro da aprendizagem para se enquadrar na estrutura de seus sistemas. Quando o conteúdo é considerado como a contribuição mais valiosa para a aprendizagem, o sistema LMS é suficiente. Quando interação e conexões são considerados como o aspecto mais importante da aprendizagem, então outras alternativas – como as ferramentas de mídia social – são as alternativas mais adequadas. Jorge Siemens http://www.elearnspace.org/Articles/lms.htm 23
  • 24. Ambiente pessoal de aprendizagem Para alguns educadores, esse é mais que um conceito, mas um ambiente que procura fomentar a aprendizagem para toda a vida,aprendizagem informal, colaborativa, aprendizagem vista como processo e não só como resultado. “PLE oferece aos aprendizes seus próprios espaços sob seu próprio controle para desenvolver e compartilhar idéias.” http://www.elearningeuropa.info/files/media/media11561.pdf “Ao invés de integrar diferentes ferramentas em um sistema centralizado, a idéia é oferecer aos aprendizes uma miríade de ferramentas e passar-lhe o controle para que selecione, combine e use as ferramentas da forma que melhor lhe convier”. http://edutechwiki.unige.ch/en/Personal_learning_environment Um PLE é caracterizado por uma forma livre de usar uma gama de serviços e ferramentas que pertence e é usada pelo indivíduo. Esta é a pedagogia utilizada pela rede 24 TODA CRIANÇA EM REDE
  • 25. VISÃO O computador pode liberar a aprendizagem do círculo vicioso do conhecimento baseado nos professores, família e comunidade, que limitam as possibilidades de conhecimento da próxima geração. A partir dessa liberação, os professores da nova geração devem orientar os alunos em um processo de aprendizagem viral, permitindo pelo menos três tipos de aprendizagem: • A forma de pensar matemática e científica tradicional torna-se posse de todos ao invés de privilégio de uma minoria; • As novas ciências da computação, informação e complexidade impulsionam toda a sociedade para a era moderna do conhecimento; • Professores e alunos aprendem juntos a habilidade mais importante em um mundo de drásticas mudanças: “aprender aprendendo” 25
  • 26. IMPORTÂNCIA DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO Foi provado que conceitos considerados além do entendimento das crianças são possíveis de ser atingidos. O aprendizado foi melhorado através de um acesso profundo aos computadores, não apenas em matemática e ciências, mas nas demais disciplinas, incluindo alfabetização, leitura, escrita, música e artes. Pedagogos inovadores ao redor do mundo adaptaram e desenvolveram ainda mais abordagens criativas para o aprendizado com computadores, demonstrando que esses resultados extraordinários de aprendizado não estão limitados a uma elite. Muito pelo contrário, inúmeros exemplos ilustram como crianças pouco privilegiadas e crianças que não tiveram sucesso nos ambientes escolares tradicionais conseguiram atingir seu pleno potencial com tais abordagens. O que falta a essas crianças não é capacidade, mas sim oportunidade. Temos a convicção de que poderemos obter melhorias oferecendo inclusão e conectividade às crianças. Podemos alcançar grandes melhorias ao repensar atividades, conteúdo e colaboração. Podemos obter melhorias básicas dando a todas as crianças acesso ao conteúdo tradicional. Podemos obter imensas melhorias através da reestruturação dos processos educacionais e das disciplinas. 26
  • 27. • Operacionalização do projeto e documentação das ferramentas tecnológicas 27
  • 28. METAS ESPECÍFICAS: ESTIMULAR OS ALUNOS Pesquisas em diversas partes do mundo demonstram que: Estudantes preferem escrever nos computadores do que em papel; Estudantes consideram que que os computadores facilitam o trabalho de revisão e alteração das redações; Estudantes obtêm notas melhores nos trabalhos com o uso de computadores . Os dados demonstram mudanças não apenas nas atitudes de escrita dos alunos, mas também em suas práticas. Essas mudanças também foram observadas nas estratégias dos professores de redação e nas atitudes e práticas de professores de outras áreas. 28
  • 29. METAS ESPECÍFICAS: AULAS VIRTUAIS O conceito de aula virtual tem sido amplamente discutido nos círculos educacionais. Idealmente, significa um local na Internet onde os alunos encontram-se e aprendem as matérias do curso. Essas plataformas de formação de comunidades permitem que os educadores estabeleçam um ambiente colaborativo, na Internet, capaz de promover e potencializar a interação. Os alunos podem visitar sua própria sala de aula virtual para ver as matérias ensinadas, encontrar e interagir com outros colegas e compartilhar informações e conhecimento por meio de diversas ferramentas, como vídeos, áudios, imagens, dicionários, mecanismos de busca etc Eles também têm a possibilidade de editar (upload) seus projetos e disponibilizá-los para seus colegas no mesmo espaço interativo. Uma das principais facetas nesse processo consiste na formação de grupos. Dentro dessa abordagem, os grupos podem ser grandes ou pequenos e podem ser organizado de acordo com a hierarquia do departamento, mas sempre ligados à rede social. Dessa forma, os alunos e os educadores podem ficar atualizados e integrados às suas turmas usando um ambiente colaborativo baseado em grupos. Por exemplo, o aluno pode se integrar à sua comunidade e visitar o seu perfil pessoal. Nesse perfil, o aluno pode visualizar todas as salas de que ele é membro para ver se alguma nova informação foi publicada (postada) A vantagem é que o aluno pode rever novos conteúdos e se ajustar às mudanças em tempo real. Com um clique, o aluno é levado para o grupo em que ele pode fazer perguntas sobre o conteúdo, conversar com outros alunos ou mesmo publicar suas questões. Comunidades bem estruturadas ensejam que tanto os alunos como os professores tenham um espaço]portal único para comunicar sobre aspectos múltiplos da interação no processo de aprendizagem. 29
  • 30. Comunidades]grupos Os alunos elegem ou criam comunidades temáticas, indicam os mediadores destas comunidades e exercem um papel fundamental na expansão do processo convidando outros da cadeia de valor para participar da rede. Caso tenham dificuldades, eles podem transitar na rede para identificar alguém que tenha conhecimento na área e pedir que ele participe da discussão. Ao se cadastrarem na rede, os alunos definem seus perfis declarando seus interesses, participam de fóruns de discussão e compartilham conteúdos. Neste processo, vão definindo seus interesses e o Administrador geral gerencia a rede como um todo na conseçução de seus objetivos. 30
  • 31. NÍVEIS DE INTERAÇÃO A estrutura da rede, seu conteúdo, registro de membros, formação de grupos e fóruns forma o primeiro nível de articulação da rede. A interação das crianças através de seus perfis pessoais, fóruns e comunidades, fomentados pela ação de mediadores e professores, é o que forma o segundo nível de articulação da rede A interação com outras fontes de conhecimento e informação (redes, sites, portais, blogs etc) forma o terceiro nível de articulação da rede 31
  • 32. TECNOLOGIA Após analisar as nove plataformas de mídia social mais populares ( Ning, KickApps, CrowdVine, GoingOn, CollectiveX, Me.com, PeopleAggregator, Haystack, e ONEsite )- optamos pela plataforma NING (www.ning.com) por ser a de uso mais fácil, gratuita, com ampla capacidade de armazenagem de documentos e com o maior disponibilização de dispositivos tecnológicos prontos. Nenhum conhecimento de tecnologia da informação é requerido do administrador ou usuário. INICIANDO NA REDE Apenas com uma conta de email, criada de forma simples e gratuita em qualquer provedor (como gmail, Yahoo, hotmail), o aluno registra-se na rede, abre seu “caderno” na guia de “cadernos” e começa imediatamente a aprender, comunicar e publicar conteúdo 32
  • 33. TECNOLOGIA: INTERATIVIDADE Mecanismos de interatividades da rede TODA CRIANÇA EM REDE Comunicação on-line: interação escrita em tempo real entre os membros. Ambiente para bate-papo rápido (ao lado direito abaixo da página) e troca de mensagens longas e com dispositivo de anexação de documentos no provedor de emails gratuito da google (www.gmail.com) . Sua aprendizagem é fácil e seu intuitivo e vem dotado de um amplo espaço de armazenagem de mais de 7 megabytes. Todos os alunos do projeto criaram o seu email e, pela primeira vez, estão usando essa forma de comunicação on-line. Comunicação on-line: interação oral em tempo real entre os membros usando o aplicativo gratuito “skype” (www.skype.com) usando a tecnologia VoIP usa conexão discada ou de banda larga para fazer chamadas gratuitas pela Internet. A sigla VoIP significa Voz sobre Protocolo de Internet, a tecnologia usada para transmitir conversas por voz pela Internet. Perfil: os dados do perfil podem ser formulados de acordo com o interesse específico de cada grupo com vistas às pesquisas para usos múltiplos (compartilhamento de conhecimentos, interação com o mercado de trabalho etc) 33
  • 34. TECNOLOGIAS DE INTEGRAÇÃO RSS: A tecnologia do RSS permite aos usuários se inscreverem em páginas na internet (sites) que fornecem "feeds" (fontes) RSS. Essa ferramenta serve para atualizar automaticamente os conteúdos do site recebedor sem ter de visitar o site fornecedor. Todos os Grupos ou comunidades da Rede TODA CRIANÇA EM REDE são dotados de um leitor (reader) de RSS. Isso permite distribuir os conteúdos da rede e de outros ambientes externos à Rede. Ou seja, cada Grupo pode estar conectado e atualizado com outro para consultas recorrentes. WIDGET: Um widget é um objeto formado por código que pode carregar diversas mensagens e pode ser incorporado a uma página da internet, adicionando a ela conteúdo que não é estático. Assim, aplicações podem ser integradas a websites de terceiros com inserção de um código. O código traz conteúdo "vivo", links, imagens de um site de terceiro sem que o usuário do site precise atualizá-lo. BADGE: dispositivo que disponibiliza os conteúdos de um grupo para outro grupo 34
  • 35. MECANISMOS DE BUSCA O importante de ter mecanismos de buscas dentro da própria rede é não desviar o aluno de seu tema central. Mecanismos dentro da rede TODA CRIANÇA EM REDE: Achar membros na rede: utilizando o mecanismo de busca do espaço da TURMA, permitindo encontrar colegas e professores em qualquer parte da rede para aprendizagem e elaboração de projetos em conjunto Enciclopédia: busca direta na maior enciclopédia virtual colaborativa do mundo, a Wikipédia Achar na Internet: busca direta no maior ferramenta de busca da atualidade na Internet, o Google (www.google.com.br) 35
  • 36. TECNOLOGIA: ESPAÇOS DE ARMAZENAGEM Todos os espaços de armazenagem de documentos]conteúdos da rede são gratuitos. É fundamental que os conteúdos e ferramentas publicados na rede sejam armazenados na própria Internet, para que haja uma colaboração crescente entre seus membros, sejam melhorados e disponibilizados para a formação de outros grupos ou redes afins democratizando o conhecimento em construção. Espaços criados para a rede TODA CRIANÇA EM REDE: De fotos: no picasa]Google: www.picasaweb.com.br De vídeos: no youtube]Google: www.youtube.com De apresentações (de documentos em Power point ou similar e pdf: www.slideshare.net De “widgets” – para manutenção e disponibilização para outras redes educativas, todos os widgets da rede são armazenados no WIDGETBOX 36 (www.widgetbox.com)