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Lidando com o autismo em sala de aula sem video

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  • Estou trabalhando com aluno autista à dois anos, sei que a experiência é pouca, mas como li 'tudo com amor se constrói'. Está sendo muito importante este trabalho.
    Obrigada por postar essas ricas informações!!!!!!
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  • Temos muito que aprender sobre o autismo, lidar com um autista é um grande desafio, parabéns pelo conteúdo....
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  • Transcript

    • 1. CURSO DE APERFEIÇOAMENTO TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO/ TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA <ul><li>Professora AEE: </li></ul><ul><li>Simone Nogueira Correia Pimenta </li></ul><ul><li>CRAEDI – Centro de Referência e Apoio à Educação Inclusiva </li></ul><ul><li>Governador Valadares - 2011 </li></ul>
    • 2. AUTISMO UM ARCO-ÍRIS DE POSSIBILIDADES <ul><li>“ Todas as cores do arco-íris superpostas formam o branco; só a integração de todos com suas diferenças é que pode criar harmonia.” </li></ul><ul><li>(Rose Marie Muraro) </li></ul>
    • 3. Lidando com o autismo em sala de aula É preciso amor pra poder pulsar É preciso amor pra pode pulsar
    • 4. Dividiremos nossa conversa em três etapas: <ul><li>O autismo; </li></ul><ul><li>O autismo na escola; </li></ul><ul><li>Propostas para atividades pedagógicas. </li></ul>
    • 5. O que é o autismo? <ul><li>O autismo agrupa um conjunto de comportamentos numa tríade principal: </li></ul><ul><li>Comprometimentos na comunicação, </li></ul><ul><li>dificuldades na interação social, </li></ul><ul><li>Atividades repetitivas . </li></ul>
    • 6. Ainda não se pode dizer com absoluta certeza as causas do autismo.
    • 7. <ul><li>Sabe-se, no entanto, que não possui origem ambiental, como se acreditou durante muitos anos. </li></ul>
    • 8. “ A genética do autismo” <ul><li>“ Cientistas descobriram o primeiro elo significativo entre o autismo e o DNA, num estudo que pode revolucionar a compreensão desta desordem comportamental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.” </li></ul><ul><li>Jornal O Globo, 10/06/2010 </li></ul>
    • 9. <ul><li>O termo autismo origina-se do grego autós, que significa “de si mesmo”. Foi empregado pela primeira vez pelo psiquiatra suíço Eugene Bleuler, em 1911, que buscava descrever a fuga da realidade e o retraimento interior dos pacientes acometidos de esquizofrenia . </li></ul>
    • 10. Pode aparecer nos primeiros anos de vida ou durante o período do desenvolvimento da criança. Normalmente, os sintomas se tornam aparentes por volta da idade de três anos. Alguns números relatam que a taxa média de prevalência do Transtorno Autista é de cerca 15 casos por 10.000 indivíduos, sendo mais comum entre os meninos .
    • 11. <ul><li>Leo Kanner, psiquiatra austríaco, naturalizado americano, publicou as primeiras pesquisas relacionadas ao autismo em 1943. </li></ul>Na Alemanha, em 1944, o pediatra Hans Asperger desenvolveu uma tese expondo um conjunto de sinais semelhantes aos descritos por Kanner em crianças na idade de três anos.
    • 12. Ainda que não exista total clareza a respeito do autismo, precisamos educar esses aprendentes .
    • 13. Na escola, é mais comum depararmos com dois tipos de autismo: <ul><li>Autismo clássico </li></ul><ul><li>Síndrome de Asperger </li></ul>
    • 14. <ul><li>A Síndrome de Asperger difere do autismo clássico principalmente por não ocorrer retardo mental, atraso cognitivo e considerável prejuízo na linguagem. Apesar de não haver o retraimento peculiar autístico, a criança, entretanto, torna-se também muito solitária. Desenvolve interesses particulares em campos específicos, modos de pensamentos complexos, rígidos e impermeáveis a novas idéias. </li></ul>
    • 15. Alguns Aspergers habilidosos são chamados de savants Matthew Savage
    • 16. Alguns foram retratados em filme
    • 17. As habilidades do autista são como ilhas num mar de inabilidades
    • 18. Uma mãe de uma criança autista definiu: “a mente do meu filho é como um queijo suíço: de boa qualidade, mas com muitos buracos”.
    • 19. <ul><li>Todavia, podemos dizer que não há dois autista iguais, pois existem diferentes graus de incidência. </li></ul>
    • 20. Como podemos identificar o comportamento autístico na escola ? Alguns sinais visíveis na criança:
    • 21. <ul><li>Isolar-se das pessoas. </li></ul><ul><li>Não manter contato visual. </li></ul><ul><li>Agir como se fosse surda. </li></ul><ul><li>Birras. </li></ul><ul><li>Não aceitar mudança de rotina. </li></ul><ul><li>Hiperatividade física. </li></ul><ul><li>Calma excessiva. </li></ul><ul><li>Apego e manuseio não apropriado de objetos. </li></ul><ul><li>Movimento circulares no corpo. </li></ul><ul><li>Sensibilidade a barulhos. </li></ul><ul><li>Estereotipias. </li></ul><ul><li>Ecolalias. </li></ul>
    • 22. <ul><li>A atuação dos profissionais da escola é fundamental, uma vez que muitos casos de autismo foram percebidos primeiramente no ambiente escolar e, por meio de uma educação adequada, o aluno foi incluído na escola e no seu espaço social com qualidade. </li></ul>
    • 23. Como lidar com o aluno autista na escola? <ul><li>Primeiro, sem rótulos e depois, com ações de qualidade. Nos rótulos encontram-se as limitações do aprendente, ou melhor, as nossas limitações. Devemos olhar para ele e transpomos as impressões externas das barreiras do ceticismo. São elas que mais impedem a inclusão do educando em nossos esforços e sonhos. </li></ul><ul><li>A inclusão escolar começa na alma do professor, contagia seus sonhos e amplia seus ideais. A utopia pode ter muitos defeitos, mas, pelo menos, uma virtude tem: ela nos faz caminhar . </li></ul>
    • 24. A atuação do professor envolve três estágios: <ul><li>Observação: atenta-se para características pessoais do aluno. É o primeiro passo para o ensino e a aprendizagem. </li></ul><ul><li>Avaliação: verifica-se como o aluno se comporta diante dos instrumentos pedagógicos. Estabelece-se metas. </li></ul><ul><li>Mediação: a atuação docente faz-se prática pedagógica. </li></ul>
    • 25. <ul><li>É importante investigar o contexto dos comportamentos disruptivos e as suas razões. Para tanto, é pertinente responder às seguintes perguntas: </li></ul>
    • 26. <ul><ul><li>Como surge o comportamento? </li></ul></ul><ul><ul><li>Onde ocorre? </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando ocorre? </li></ul></ul><ul><ul><li>Está relacionado ao ambiente ou algum objeto ou pessoa? </li></ul></ul><ul><ul><li>As respostas dependem da cooperação entre família e escola </li></ul></ul>
    • 27. O que fazer diante dos comportamentos disruptivos? <ul><li>Não se alterar, </li></ul><ul><li>Redirecionar a ação do aluno, </li></ul><ul><li>Falar baixo e procurar manter o mesmo tom de voz. </li></ul>
    • 28. É pertinente que o professor entenda a relação que o autista possui com o saber e com o mundo ao redor. <ul><li>Há uma relação diferente entre o cérebro e os sentidos, e as informações nem sempre se tornam conhecimento. </li></ul><ul><li>Os objetos não exercem atração em razão da sua função, mas em razão do estímulo que promovem. </li></ul>
    • 29. <ul><li>Por isso, o aluno com autismo </li></ul><ul><li>aprende diferentemente, </li></ul><ul><li>deseja diferentemente e </li></ul><ul><li>pensa diferentemente. </li></ul>
    • 30. Normalmente, articulamos nossas ações assim:
    • 31. O autista, muitas vezes, assim:
    • 32. <ul><li>Um livro, por exemplo, passa a ser apenas um objeto de contato sensorial. O aluno precisa aprender a função de cada objeto e o seu manuseio adequado. </li></ul>
    • 33. <ul><li>O autista cria formas incomuns de manuseio, surgindo as estereotipias, que causam atraso no desenvolvimento motor, principalmente nos movimentos finos. Diante disso, tudo passa a ter valor pedagógico: os usos, as habilidades e atividades mais elementares da vida diária. </li></ul>
    • 34. Educar o aluno autista é trabalhar com as diferenças. É incluir. É preciso amor pra poder pulsar
    • 35. <ul><li>É aprender com o desconhecido. É priorizar a qualidade da pergunta no lugar da certeza das respostas. </li></ul>
    • 36. <ul><li>Na relação com o educando com autismo o primeiro a aprender será o professor. </li></ul>
    • 37. Algumas dicas para o professor: <ul><li>Penetrar no mundo do autista; </li></ul><ul><li>Concentrar-se no contato visual; </li></ul><ul><li>Compartilhar com o autista as suas brincadeiras; </li></ul><ul><li>Procurar sempre enriquecer a comunicação; </li></ul><ul><li>Mostrar a cada palavra uma ação e a cada ação uma palavra; </li></ul><ul><li>Tornar hábitos cotidianos agradáveis; </li></ul><ul><li>Fazer tudo com serenidade, mas com voz clara e firme. </li></ul>
    • 38. Como incluir o aprendente autista?
    • 39. Priorizando um currículo com atividades funcionais
    • 40. Na educação, quem mostra o caminho é quem aprende. Por isso, um currículo não deve ser uma proposta acabada <ul><li>Precisa ser dinâmico; </li></ul><ul><li>Precisa partir do aprendente; </li></ul><ul><li>Precisa ser construído também em consonância com a família; </li></ul><ul><li>Precisa fazer sentido para o autista </li></ul><ul><li>“ Educar-se é impregnar-se de sentidos” </li></ul><ul><li>Paulo Freire </li></ul><ul><li>Precisa priorizar a autonomia. </li></ul>
    • 41. Alguns passos iniciais: <ul><li>Identificar o saber que o aluno já possui; </li></ul><ul><li>Estimular e privilegiar a comunicação; </li></ul><ul><li>Avaliar os recursos disponíveis; </li></ul><ul><li>Propor atividades de acordo com o aluno; </li></ul><ul><li>Propor atividades inclusivas com toda a turma. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
    • 42. <ul><li>É necessário responder a pergunta: “Onde o autista precisa ter mais autonomia?” </li></ul>
    • 43. <ul><li>Trabalha-se as habilidades sociais mais importantes que ele precisa aprender, começando pelas atividades que ele possui maior domínio. </li></ul>
    • 44. No universo autístico, tudo passa a ter valor pedagógico <ul><li>Do simples ato de segurar um lápis ao hábito de escovar os dentes. </li></ul>
    • 45. <ul><li>As atividades devem possuir caráter </li></ul><ul><li>Terapêutico </li></ul><ul><li>afetivo </li></ul><ul><li>social </li></ul><ul><li>pedagógico </li></ul>
    • 46. <ul><li>Terapêutico : Superar os comportamentos inoportunos. </li></ul><ul><li>Afetivo : Criar o vínculo com processo de aprendizagem, com o professor e com o espaço escolar. </li></ul><ul><li>Social : Propiciar ao autista experiências em grupo, trabalhando a interação e a comunicação. </li></ul><ul><li>Pedagógico : Estabelecer atividades que contemplem sua individualidade para o desenvolvimento de habilidades como aprendiz no espaço escolar. </li></ul>
    • 47. Decerto, a aprendizagem dar-se-á das seguintes formas: <ul><li>Diretiva </li></ul><ul><li>Autônoma </li></ul><ul><li>Criativa </li></ul><ul><li>Colaborativa </li></ul>
    • 48. Alguns cuidados: <ul><li>Pesquisas na área da bioquímica nutricional revelam danos potenciais causados por alimentos que contêm caseína, glúten, açúcar e metais pesados como o mercúrio que se encontra no meio ambiente e em vacinas. A alergia alimentar e outros alergênicos, assim como os efeitos tóxicos de alguns alimentos, podem alterar o comportamento. </li></ul><ul><li>Ainda que o autismo não possua origem ambiental, o ambiente pode reforçar os sintomas. </li></ul>
    • 49. Diante disso, o que estimular no aprendente? <ul><li>Afetividade, </li></ul><ul><li>Socialização e ludicidade, </li></ul><ul><li>Linguagem e comunicação, </li></ul><ul><li>Educação psicomotora, </li></ul><ul><li>Música e arte, </li></ul><ul><li>Uma boa alimentação . </li></ul>
    • 50. <ul><li>A essência e os conceitos que fundamentam essas práticas educativas aplicam-se em qualquer contexto da educação e são adequados a qualquer aluno </li></ul>
    • 51. Esta é lógica do processo de aprendizagem: desloca-se o olhar do educador prioritariamente para aluno, seus afetos e suas qualidades e não para as suas dificuldades.
    • 52. Mas nada se pode fazer sem amor <ul><li>“ Não existe educação sem amor” </li></ul>
    • 53. Paulo Freire diz que quem não ama os seres inacabados não pode educar.
    • 54. <ul><li>Por isso, não existe educação sem afeto. </li></ul>A primeira relação com o aluno será a afetiva
    • 55. Por que o afeto na educação? <ul><li>Porque aprendemos melhor quando amamos. </li></ul>
    • 56. O QUE É O AFETO?
    • 57. É um eficaz e real instrumento pedagógico que funciona como agenciador da aprendizagem, trabalhando a memória, as emoções e a cognição. Porque, verdadeiramente, aprendemos melhor quando amamos.
    • 58. Três dimensões do afeto <ul><li>Pessoal (autoestima) </li></ul><ul><li>Social (nas relações na escola) </li></ul><ul><li>Com o objeto de estudo (desejo de aprender) </li></ul>
    • 59. Piaget afirma que o afeto é a mola propulsora da educação.
    • 60. Vygotsky diz que todo trabalho na educação deve partir da emoção .
    • 61. Para Maria Montessori, basta a criança amar o que faz para que os problemas na educação sejam superados.
    • 62. Howard Gardner
    • 63. Partindo das idéias de Piaget, Gardner desenvolveu a teoria das múltiplas inteligências (habilidades), propondo que a aprendizagem não é via de mão única.
    • 64. Daniel Goleman
    • 65. Goleman diz que para o cérebro pensar tão bem é necessário o bom equilíbrio das emoções.
    • 66. <ul><li>A inclusão vai além das determinações da lei. Estende-se aos nossos afetos e ações. </li></ul>
    • 67. <ul><li>Na escola, não incluímos apenas alunos com necessidades educacionais especiais, incluímos sonhos, ideais e afetos. </li></ul>
    • 68. <ul><li>O afeto dá qualidade ao aprendizado e autonomia ao aprendente. </li></ul>
    • 69. Algumas atividades pedagógicas
    • 70. Telaio
    • 71. Números de lixa
    • 72. Letras de lixa
    • 73. Telaio
    • 74. Pareamento com números
    • 75. Versamento
    • 76. Versamento
    • 77. Recorte com tesoura
    • 78. Fazer a ponta do lápis
    • 79. Bola de encher
    • 80. Bolas de sabão
    • 81. Fotos
    • 82. O livro estimula a imaginação. Ainda que o aluno não saiba ler, ele imagina e é apresentado à linguagem. Enquanto o leitor explora o mundo da linguagem pela descoberta das palavras, o não-leitor o explora pela descoberta das imagens.  
    • 83. Pareamento
    • 84. Encaixes geométricos
    • 85. Música e artes
    • 86. Alfabetário
    • 87. Todo ser busca expressar sua criatividade e desenvolver sua autonomia
    • 88. Ninguém é incapaz de aprender porque ninguém é incapaz de amar filme
    • 89. <ul><li>Por isso, o exercício docente é primordialmente o trabalho, para adquirir a percepção que cada aluno aprende diferentemente e que nem todos têm as mesmas habilidades. </li></ul>
    • 90. Importante: Todo trabalho ganha qualidade quando feito em consonância com a família
    • 91.  
    • 92.  
    • 93.  
    • 94.  
    • 95. Quem ama e planta a boa semente, com alegria colherá os frutos
    • 96. Dicas de livros:
    • 97. Dicas de filmes <ul><li>1. A filha da luz – associação entre autismo de uma criança de seis anos com poderes extraordinários gera o seu envolvimento com uma seita religiosa. </li></ul><ul><li>2. Código para o inferno – um garoto autista de nove anos consegue decifrar códigos secretos de uma instituição de segurança que procura eliminá-lo. </li></ul><ul><li>3. Experimentando a vida - aos 28 anos Molly, que é autista, volta a viver com seu atarefado irmão, após deixar a instituição onde morava. A relação entre os dois é difícil, até que Molly aceita submeter-se a um tratamento revolucionário. </li></ul>
    • 98. <ul><li>4. Loucos de amor - um jovem com uma espécie de autismo se apaixona por uma mulher que tem o mesmo problema e que freqüenta seu grupo de ajuda. Ele gosta e precisa seguir um padrão em sua vida, para que possa levá-la de forma normal. Entretanto ao conhecer Isabelle em seu grupo de ajuda tudo muda em sua vida, por estar apaixonado por ela. </li></ul><ul><li>5. Meu filho meu mundo - comovente e delicada história de um casal que luta para tratar de seu filho autista, apesar dos diagnósticos médicos desfavoráveis. </li></ul><ul><li>6. Os segredos de Adam – garoto autista apresenta comportamentos intrigantes. </li></ul><ul><li>7. Ray Man – exposição dos comportamentos e possibilidades de um adulto com a síndrome do autismo. </li></ul>
    • 99. Simone Nogueira Correia Pimenta Professora do Atendimento Educacional Especializado Especialista em Língua Falada e Ensino do Português; Educação Especial, Déficit cognitivo e Educação para Surdos; Atendimento Educacional Especializado; Atividades Físicas para Pessoas com Deficìência. Contato: [email_address] F: (33)3225-6020

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