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Relatório do projecto ADOPT-DTV: …

Relatório do projecto ADOPT-DTV:
Estudo de Usabilidade (Outubro de 2011)

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Transcript

  • 1. 

 
 
 
 
 “ADOPT_DTV:
Barreiras
à
adopção
da
televisão
digital
no
contexto
da
 transição
da
televisão
analógica
para
o
digital
em
Portugal”

 (
PTDC/CCI‐COM/102576/2008)
 
 Relatório
“Estudo
de
Usabilidade”
 Outubro
de
2011


 1

  • 2. 







Este
relatório
constitui
uma
das
componentes
de
investigação
do
projecto
“ADOPT‐DTV:
Barreiras
à
adopção
da
televisão
digital
no
contexto
da
transição
da
televisão
analógica
para
o
digital”
(PTDC/CCI‐COM/102576/2008),
da
responsabilidade
do
Centro
de
Investigação
em
Comunicação,
Artes
e
Novas
Tecnologias
(CICANT)
da

Universidade
Lusófona
de
Humanidades
e
Tecnologias,
com
o
financiamento
da
Fundação
para
a
Ciência
e
Tecnologia,
em
parceria
com
o
Obercom
e
Anacom.



EQUIPA
DE
INVESTIGAÇÃO
Universidade
Lusófona
de
Humanidades
e
Tecnologias
‐
Manuel
José
Damásio
(investigador
responsável)
‐
Célia
Quico
(coordenação‐geral)
‐
Iolanda
Veríssimo
‐
Sara
Henriques
‐
Rui
Henriques
‐
Inês
Martins
‐
Ágata
Sequeira


PARCEIROS
Obercom
–
Observatório
da
Comunicação
(Gustavo
Cardoso,
Vera
Araújo)
Anacom
–
Autoridade
Nacional
das
Comunicações


FICHA
TÉCNICA
Título:
 
 
 “ADOPT‐DTV:
Estudo
de
Usabilidade”
Autoria:

 
 Rui
Henriques,
com
Iolanda
Veríssimo,
Inês
Martins
e
Célia
Quico

Data
de
Publicação:

 Outubro
de
2011


 2

  • 3. 

ÍNDICE


1.
Introdução.......................................................................................................... 4
2.
Resultados.......................................................................................................... 8
3.
Conclusões ....................................................................................................... 31
4.
Anexos ............................................................................................................. 36







 3

  • 4. 
1.
Introdução

Objectivos
O
 presente
 estudo
 de
 usabilidade
 tem
 por
 objectivo
 principal
 proceder
 à
 análise
comparativa
 da
 eficácia
 e
 satisfação
 de
 alguns
 equipamentos
 de
 recepção
 de
 televisão
digital
 terrestre
 (TDT)
 disponíveis
 no
 mercado
 português.
 Na
 constituição
 da
 amostra
 foi
dada
particular
atenção
ao
recrutamento
de
pessoas
com
idade
igual
ou
superior
a
65
anos
e
a
pessoas
com
necessidades
especiais.
Os
testes
de
usabilidade
decorreram
Universidade
Lusófona,
nas
instalações
do
CICANT,
de
Julho
a
Setembro
de
2011.

Instrumentos
Para
 os
 testes
 foi
 utilizada
 uma
 televisão
 com
 cerca
 de
 30
 cm
 diâmetro
 e
 três
 caixas
descodificadoras
de
Televisão
Digital
Terrestre
(TDT),
a
saber:
 
1.
Technisat
DiGYBOXX
T4
MPEG4
(a
primeira
opção
de
compra
era
o
modelo
Denver
DMB‐105HD,
considerado
a
melhor
compra
pela
DECO
em
inícios
de
20111,
mas
não
foi
possível
adquirir
 este
 equipamento,
 tendo‐se
 optado
 por
 um
 equipamento
 de
 preço
 semelhante);
2.
Televes
Receptor
TDT
7151
MPEG42
 (1ª
recomendação
da
DECO);
 
3.
Easy
Home
TDT
HD
Nano
(a
caixa
mais
barata,
segundo
a
DECO).
 

Figura
1:
Caixa
descodificadora
Technisat
DiGYBOXX
T4
 
 





























































1 
Anacom
(2011)
Descodificadores
para
TDT
têm
boa
imagem
mesmo
em
TVs
convencionais
e
registam
descidas
de
preços.
Acedido
a
27‐10‐2011,
em:
http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1067421
2 
DECO
(2011)
Descodificadores
para
televisão
digital
terrestre:
poupe
até
111
euros.
Acedido
a
27‐10‐2011,
em:
http://www.deco.proteste.pt/dvd‐tv‐som/descodificadores‐para‐televisao‐digital‐terrestre‐poupe‐ate‐111‐euros‐s647831.htm

 4

  • 5. 
Figura
2:
Caixa
descodificadora
Televes
Receptor
TDT
7151
MPEG4
 
 

Figura
3:
Caixa
descodificadora
Easy
Home
TDT
HD
Nano
 
 
 

Uma
 das
 maiores
 diferenças
 entre
 estas
 caixas
 descodificadoras
 é
 a
 capacidade
 de
reprodução
 de
 filmes,
 música
 e
 fotos
 por
 parte
 da
 Easy
 Home,
 mas
 sem
 hipótese
 de
gravação,
 enquanto
 a
 Televes
 e
 a
 Technisat
 têm
 capacidade
 de
 gravação
 e
 reprodução
 de
programas,
mas
sem
capacidade
de
reprodução
de
vídeos
noutro
formato.

 

 As
 sessões
 individuais
 duraram
 cerca
 de
 uma
 hora
 e
 meia
 tendo
 como
 base
 o
seguinte
protocolo:

a)
 Entrevista
 semi‐estruturada
 (Quico
 &
 Henriques,
 2011)
 onde
 se
 recolheu
 informação
sobre
características,
atitudes,
preferências
face
à
TV,
face
à
TV
digital,
expectativas
relativas
à
 televisão
 no
 futuro,
 a
 recolha
 de
 dados
 sócio‐demográficos,
 literacia
 e
 autonomia
tecnológica
 e
 necessidades
 especiais
 em
 termos
 de
 acessibilidade
 por
 parte
 dos

 5

  • 6. participantes
 (anexo
 1).
 Foi
 utilizada
 uma
 outra
 versão
 aumentada,
 utilizada
especificamente
para
pessoas
com
deficiência
visual
e
auditiva
(anexo
2)
b)
 Teste
 de
 usabilidade
 (Quico
 &
 Henriques,
 2011)
 a
 três
 caixas
 descodificadoras
 para
Televisão
Digital
Terrestre
onde
se
avalia
a
interacção
com
as
caixas
através
do
telecomando
e
 procuramos
 conhecer
 a
 satisfação
 dos
 participantes,
 a
 eficácia
 (capacidade
 de
 fazer
tarefas)
e
a
eficiência
(qualidade
com
que
as
tarefas
são
executadas)
das
caixas.
Procurámos
também
 conhecer
 a
 aderência
 (também
 do
 ponto
 de
 vista
 perspectivo)
 às
 capacidades
tecnológicas
das
caixas
(anexo
3).

Amostra
e
Metodologia
 
A
 amostra
 do
 estudo
 é
 de
 conveniência,
 sendo
 constituída
 por
 20
 participantes
 adultos
(n=20),
 10
 homens
 e
 10
 mulheres,
 cinco
 com
 idades
 inferior
 a
 65
 anos,
 cinco
 com
 idade
superior
a
65
anos,
cinco
com
deficiência
auditiva
grave
e
cinco
com
deficiência
visual
grave.
Os
participantes
têm
idades
compreendidas
entre
os
23
e
os
80
anos
e
a
média
das
idades
é
de
45,6
anos
(masculino=
40,2
anos;
feminino=51,1
anos).
 

Figura
4:
Participante
no
estudo
de
usabilidade
a
testar
os
equipamentos
 
 

 Os
 participantes,
 residentes
 na
 grande
 Lisboa
 foram
 recrutados
 telefonicamente
durante
os
meses
de
Junho
e
Setembro
de
2011,
sendo‐lhes
garantida
a
confidencialidade,
explicada
o
enquadramento
do
estudo,
a
metodologia,
objetivos
e
o
tempo
de
duração
da

 6

  • 7. avaliação,
 tendo
 sido
 pedido
 a
 presença
 de
 intérprete
 de
 língua
 gestual
 por
 dois
participantes
com
deficiência
auditiva.
 O
 questionário
 semi‐estruturado
 foi
 realizado
 individualmente,
 supervisionado
 por
uma
 assistente
 no
 caso
 de
 haver
 dúvidas
 e
 o
 teste
 de
 usabilidade
 foi
 conduzido
 por
 um
investigador
que
diligencia
todo
o
preenchimento
do
teste.
 Foi
 pedido
 aos
 participantes
 para
 identificarem
 as
 funções
 dos
 botões
 do
telecomando
de
cada
uma
das
caixas.
Foi
averiguado
que
a
média
de
botões
das
três
caixas
é
de
40,
pelo
que
para
se
graduar
o
grau
de
conhecimento
das
funções
numa
escala
de
um
a
cinco,
foi
criado
um
intervalo
de
oito
factores
(40/5=8).
Como
tal,
um
desconhecimento
das
funções
de
até
oito
botões
(consegue
identificar
todos
ou
quase
todos)
é
graduado
com
um
cinco,
até
16
com
um
quatro
e
assim
sistematicamente
até
um.
 

Figura
5:
Participante
no
estudo
de
usabilidade
a
ser
entrevistada
por
investigador

 
 

 As
capacidades
básicas
de
cada
caixa
foram
explicadas
a
cada
participante.
Para
que
não
 houvesse
 efeito
 de
 aprendizagem
 (ao
 início,
 muitos
 participantes
 não
 sabiam
 que
 o
botão
EPG
dava
acesso
ao
Guia
de
Programação/Guia
TV
e
denotava‐se
que
na
última
caixa
o
acesso
era
mais
rápido),
as
caixas
foram
apresentadas
de
forma
sequencial
(123‐231‐312).
Assim,
 o
 primeiro
 participante
 testou
 a
 Televes,
 depois
 a
 Easy
 Home
 e
 finalmente
 a
Technisat,
 mas
 o
 segundo
 participante
 testou
 a
 Easy
 Home,
 Technisat
 e
 a
 Televes
 e
 assim
por
diante.

 7

  • 8. A
destrinça
na
identificação
das
funções
pelos
sujeitos
com
dificuldade
de
visão
foi
feita
 pela
 identificação
 por
 zonas
 de
 funcionalidade
 (teclas
 de
 cursores,
 teclado
 numérico,
volume
e
mudança
 de
 canal,
ligar/desligar
caixa
e
ligar/desligar
som)
e
avaliadas
à
mesma
de
um
a
cinco.
 

Figura
6:
Participante
no
estudo
de
usabilidade
a
testar
os
equipamentos
 
 

 No
 final,
 foi
 entregue
 uma
 pequena
 gratificação
 pela
 participação
 e
 para
 os
participantes
que
utilizem
o
actual
serviço
de
televisão
analógico
terrestre,
serão
sorteadas
as
caixas
e
entregues.

2.
Resultados
Os
 resultados
 nos
 quadros
 apresentam
 por
 vezes
 múltiplas
 respostas
 dadas
 pelo
 mesmo
indivíduo,
o
que
poderá
resultar
num
somatório
do
N>20.
Quando
assim
o
é,
o
valor
de
N
para
“Não
responde”
ou
“Não
aplicável”
é
absoluto,
ou
seja,
corresponde
ao
número
exacto
de
participantes.
 

I
‐
DADOS
SÓCIO‐DEMOGRÁFICOS
 
Em
 termos
 de
 qualificações,
 os
 80%
 dos
 homens
 apresentam‐se
 como
 tendo
 um
 grau
académico
superior
relativamente
às
mulheres
(50%).

 8

  • 9. Tabela
1a.
Caracterização
da
amostra
–
ocupação
e
escolaridade
 
 N
 Masculino
 Feminino
 %
 Ocupação
 Trabalhador‐Estudante
 5
 3
 2
 25,0
 Trabalhador
por
conta
de
outrem
 8
 5
 3
 40,0
 Trabalhador
por
conta
própria
 1
 1
 0
 5,0
 Desempregado
 1
 0
 1
 5,0
 Reformado/a
 5
 1
 4
 25,0
 Escolaridade
 Ensino
Básico
(1º
ano
–
4º
ano)
 3
 0
 3
 15,0
 Ensino
Secundário
(10º
‐
12º
ano)
 3
 2
 1
 15,0
 Bacharelato
/
Licenciatura
 11
 6
 5
 55,0
 Mestrado/
Doutoramento
 2
 2
 0
 10,0
 Não
responde
 1
 0
 1
 5,0

Tabela
1b.
Caracterização
da
amostra
–
necessidades
especiais
 
 N
 %
 Dificuldade
em
ver
mesmo
usando
óculos
ou
lentes
de
contacto
 Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 12
 60,0
 Tem
alguma
dificuldade
 3
 15,0
 Tem
muita
dificuldade
 1
 5,0
 Não
consegue
ver
 4
 20,0
 Dificuldade
em
ouvir
mesmo
usando
um
aparelho
auditivo
 Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 14
 70,0
 Tem
pouca
dificuldade
 1
 5,0
 Tem
muita
dificuldade
 2
 10,0
 Não
consegue
ouvir
 3
 15,0



II
‐
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
A
grande
maioria
dos
inquiridos
tem
serviço
de
TV
paga
(80%),
tendo
a
maioria
uma
caixa
descodificadora
(60%)
sendo
o
serviço
de
cabo
preferencial
(55%).

 9

  • 10. 
Tabela
2.
Serviço
televisivo
 

 N
 %
 Tipo
de
serviço
televisivo
tem
em
casa
 4
canais
básicos
gratuitos
 4
 20,0
 Serviço
de
TV
paga
 16
 80,0
 Que
serviço
de
TV
paga
tem
 TV
por
cabo
 11
 55,0
 TV
por
satélite
 1
 5,0
 TV
por
fibra/IPTV
 4
 20,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Tem
box
(caixa
descodificadora)
 Sim
 12
 60,0
 Não
 4
 20,0
 Não
aplicável
*
 4
 20,0
*4
canais
básicos
não
necessitam
de
box
e
não
são
pagos.
Deste
grupo,
três
são
homens
e
apenas
uma
mulher


A
maioria
dos
inquiridos
(60%)
vê
mais
de
2
a
4
horas
de
televisão
por
dia,
sendo
que
as
mulheres
vêem
mais
televisão
que
os
homens
(60%),
acima
das
2‐4
horas.
Tabela
3.
Consumo
televisivo
 
 N
 Masculino
 Feminino
 %
 Horas
de
televisão
em
média
por
dia
 Menos
de
1
hora
 2
 10,0
 10,0
 10,0
 1
a
2
horas
 
 6
 40,0
 20,0
 30,0
 2
a
4
horas
 
 9
 40,0
 50,0
 45,0
 mais
de
4
horas
 3
 10,0
 20,0
 15,0


Uma
maioria
dos
inquiridos
não
utiliza
o
serviço
de
teletexto
(55%),
sendo
que
a
totalidade
dos
 participantes
 com
 deficiência
 auditiva
 utiliza
 o
 serviço
 de
 legendagem
 e
 todos
 (100%)
utilizam
o
serviço
da
RTP
(todos
os
canais+RTP).


 10

  • 11. 
Tabela
4.
Teletexto
 
 N
 %
 Regularidade
com
que
utiliza
o
teletexto
 Nunca
*
 11
 55,0
 Raramente
 5
 25,0
 Algumas
vezes
 1
 5,0
 Muitas
vezes
 1
 5,0
 Sempre
 2
 10,0
 Efeito
com
que
utiliza
o
teletexto
 Ler
noticias
 2
 10,0
 Farmácias
 2
 10,0
 Programação
 1
 5,0
 Legendas
 2
 10,0
 Não
responde
 2
 10,0
 Não
aplicável
*
 11
 55,0
 Utilização
do
serviço
de
legendagem
para
deficientes
auditivos
através
do
teletexto
 Não
 14
 70,0
 Sim.
 6
 30,0
 Se
sim,
em
que
canais
utiliza
 
 
 RTP
 2
 10,0
 SIC
 1
 5,0
 TVI
 1
 5,0
 Todos
os
canais
 4
 20,0
 Não
aplicável
 4
 60,0
 Frequência
com
que
utiliza
este
serviço
de
legendagem
para
deficientes
auditivos
 Algumas
vezes
 3
 15,0
 Muitas
vezes
 1
 5,0
 Sempre
 2
 10,0
 Não
aplicável
 14
 70,0
 Legendagem
é
melhor
que
a
língua
gestual
para
deficientes
auditivos

 11

  • 12. Não
 2
 10,0
 Sim
 3
 15,0
 Não
sei
 1
 5,0
 Não
aplicável
 14
 70,0
 Legendagem
versus
LGP
(língua
gestual
portuguesa)
 A
legendagem
pode
não
ser
melhor
caso
a
pessoa
surda
ser
 
 
 analfabeta
ou
ter
dificuldade
em
ler
 2
 10,0
 A
tradução
em
língua
gestual
é
também
muito
importante
 1
 5,0
 A
legendagem
é
mais
prática
 3
 15,0
 Não
aplicável
 14
 70,0


A
 maioria
 dos
 participantes
 com
 deficiência
 visual
 (80%)
 afirma
 que
 utiliza,
 mas
espaçadamente,
o
serviço
de
áudio‐descrição
da
RTP.
Tabela
5.
Áudio‐descrição
 
 N
 %
 Utilização
de
serviço
de
áudio‐descrição
para
deficientes
visuais,
através
de
um
canal
TV
 Não
 80,0
 16
 Sim.
Através
da
RTP,
mas
é
raramente
utilizado
 20,0
 4

Uma
 grande
 parte
 das
 pessoas
 com
 deficiência
 visual
 (66%)
 consulta
 a
 Internet
 para
 se
informar
da
programação
dos
canais,
mas
há
uma
dispersão
de
opinião
sobre
qual
a
melhor
forma
de
aceder
à
programação
de
um
canal
(25%
dos
participantes
com
deficiência
visual).
Tabela
6.
Programação
televisiva
 
 N
 %
 Saber
a
programação
de
um
determinado
canal
 Pesquisa
na
Internet
 3
 15,0
 Através
de
teletexto
 1
 5,0
 Não
consegue
aceder
 1
 5,0
 Não
aplicável
 16
 75,0

 12

  • 13. Como
gostaria
de
ter
conhecimento
sobre
a
programação
de
um
canal
 Leitura
de
ecrã
 1
 5,0
 Áudio‐descrição
 1
 5,0
 Acessibilidade
no
teletexto
 1
 5,0
 Programação
com
voz
off
no
canal
 1
 5,0
 Não
responde
 1
 5,0


III
–
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
DIGITAL
 
À
 excepção
 do
 “switchover”
 (35%),
 a
 grande
 maioria
 dos
 inquiridos
 já
 ouviu
 falar
 e
 pelo
menos
cerca
de
metade
diz
conhecer
os
termos
abaixo
mencionados.
 
Tabela
7.
Conhecimento
tecnológico
 
 N
 %
 
 N
 %
 Ouvir
falar
de
TV
Digital
 Saber
o
que
é
TV
digital
 Não
 2
 10,0
 Não
 10
 50,0
 Sim
 18
 90,0
 Sim
 10
 50,0
 Ouvir
falar
de
HD
‐
TV
de
alta
definição
 Saber
o
que
é
HD
‐
TV
de
alta
definição
 Não
 4
 20,0
 10
 50,0
 Não
 Sim
 16
 80,0
 10
 50,0
 Sim
 Ouvir
falar
de
Switchover
digital
 Saber
o
que
é
Switchover
digital
 Não
 13
 65,0
 Não
 14
 70,0
 Sim
 7
 35,0
 Sim
 6
 30,0
 Ouvir
falar
de
Televisão
digital
terrestre
(TDT)
 Saber
o
que
é
Televisão
digital
terrestre
 (TDT)
 Não
 5
 25,0
 Não
 9
 45,0
 Sim
 15
 75,0
 Sim
 11
 55,0
 Ouvir
falar
de
BOX/Caixa
descodificadora
(STB)
 Saber
o
que
é
uma
BOX/Caixa
 descodificadora
(STB)
 Não
 3
 15,0
 Não
 8
 40,0
 Sim
 17
 85,0
 Sim
 12
 60,0

 13

  • 14. 
Cerca
de
65%
dos
inquiridos
mostra‐se
pelo
menos
interessado
na
TV
digital
e
apenas
dois
inquiridos
 erraram
 quando
 afirmaram
 que
 a
 sua
 zona
 não
 estava
 abrangida
 pelo
 sinal
 de
TDT.
 No
 entanto,
 90%
 tem
 conhecimento
 acerca
 do
 “apagão”
 e
 podemos
 considerar
 que
60%
tem
uma
percepção
da
data
limite
do
apagão.
Tabela
8.
TV
digital
 
 N
 %
 Interesse
na
TV
digital
 Nada
interessado/a
 2
 10,0
 Pouco
interessado/a
 4
 20,0
 Com
interesse
 6
 30,0
 Muito
interessado/a
 2
 10,0
 Bastante
interessado/a
 5
 25,0
 Não
responde
 1
 5,0
 A
zona
de
residência
já
tem
cobertura
TDT

‐Televisão
Digital
Terrestre
 Não
 2
 10,0
 Sim
 10
 50,0
 Não
sei
 7
 35,0
 Não
responde
 1
 5,0
 Conhecimento
acerca
do
"apagão"
 Não
 1
 5,0
 Sim
 18
 90,0
 Não
responde
 1
 5,0
 Data
limite
do
apagão
 Não
sabe
 4
 20,0
 Abril
2012
 4
 20,0
 2012
 8
 40,0
 2011
 3
 15,0
 2013
 1
 5,0

Uma
 larga
 maioria
 dos
 inquiridos
 (95%)
 respondeu
 correctamente
 acerca
 da
 adaptação

 14

  • 15. técnica
 necessária
 para
 a
 passagem
 do
 analógico
 para
 o
 digital,
 o
 envolvimento
 de
 custos
(100%
dos
que
têm
o
sistema
analógico)
embora
haja
uma
grande
dispersão
em
termos
das
medidas
 a
 adoptar,
 instalação
 (ninguém
 considerou
 a
 hipótese
 de
 poder
 instalá‐la
sozinho/a)
facilidade
e
utilização
das
caixas.
Tabela
9.
Descodificador
TDT
 
 N
 %
 Conhecimento
de
quem
recebe
o
sinal
por
antena,
caso
não
tenha
um
televisor
com
um
 receptor
com
descodificador
de
TV
digital
incorporado,
terá
de
comprar
uma
caixa
ou
 televisor
que
receba
o
novo
sinal
digital
para
continuar
a
ver
TV
gratuitamente
 Não
 1
 5,0
 Sim
 19
 95,0
 Se
tem
sinal
analógico
como
vai
obter
apoio,
para
continuar
a
ter
os
4
canais
 generalistas
em
casa
 Pedir
ajuda
a
familiar
ou
amigo
 2
 15,0
 Não
sei
 1
 10,0
 Não
responde
 1
 10,0
 Não
aplicável
 16
 80
 Dificuldade
em
instalar
o
descodificador
de
TDT
em
casa
 Complicado
 1
 5,0
 Simples
 2
 10,0
 Não
sei
 1
 5,0
 Não
aplicável
 16
 80
 Dificuldade
em
utilizar
o
descodificador
de
TDT
em
casa
 Complicado
 2
 10,0
 Simples
 1
 5,0
 Não
sei
 1
 5,0
 Não
aplicável
 16
 80,0
 Qual
o
sistema
a
ser
adoptado
 Comprar
o
descodificador
 1
 5,0
 Comprar
uma
televisão
nova
 1
 5,0
 Aderir
a
um
serviço
pago
de
TV
por
cabo,
satélite
ou
IPTV
 1
 5,0
 Não
sabe
 1
 5,0
 Não
aplicável
 16
 80,0

 15

  • 16. Conhecimento
de
que
há
custos
envolvidos
na
passagem
para
o
TDT
 Não
 0
 0
 Sim
 4
 20,0
 Não
aplicável
 16
 80,0
 TV
digital
é
mais
simples
ou
complicado
que
a
TV
analógica
 Mais
complicado
 1
 5,0
 Mais
simples
 2
 10,0
 Não
responde
 1
 5,0
 Não
aplicável
 16
 80,0


IV‐
EXPECTATIVAS
RELATIVAMENTE
À
TV
DO
FUTURO
 
A
maioria
dos
participantes
(55%)
acredita
que
daqui
por
cinco
anos
verão
o
mesmo
número
de
 horas
 de
 televisão,
 15%
 dos
 participantes
 imagina
 a
 televisão
 com
 funcionalidades
 de
acessibilidade
(tecnologia
táctil
+
escolha
de
idioma
+
dobragem
para
português)
e
a
maioria
(55%)
não
responde
sobre
as
suas
expectativas
acerca
de
novas
tecnologias
em
televisão.
Tabela
10.
A
Televisão
no
futuro
 
 N
 %
 Daqui
a
5
anos,
vai
ver
mais
televisão,
menos
ou
o
mesmo
tempo
do
que
vê
hoje
em
dia
 Menos
 2
 10,0
 O
mesmo
 11
 55,0
 Mais
 6
 30,0
 Não
sei
 1
 5,0
 Como
imagina
a
televisão
daqui
a
10
anos
em
termos
de
programas
 Mais
programas
interactivos/participativos
 2
 10,0
 Mais
variedade
de
programas
 2
 10,0
 Maior
qualidade
 1
 5,0
 A
privatização
de
canais
públicos
vai
diminuir
a
qualidade
dos
programas
 2
 10,0
 Vão
haver
menos
programas
em
português
 1
 5,0
 Programas
com
áudio‐descrição
 1
 5,0
 Vão
ser
iguais
 1
 5,0

 16

  • 17. Programas
dirigidos
a
nichos
de
mercado
 1
 5,0
 Mais
programas
portugueses
 1
 5,0
 Programas
com
legendas
 1
 5,0
 Não
respondem
 5
 25,0
 Não
sei
 2
 10,0
 Como
imagina
a
televisão
daqui
a
10
anos
em
termos
de
tecnologia
 Desenvolvimento
de
tecnologia
táctil
 1
 5,0
 Mais
tecnologia
interactiva
 3
 15,0
 Capacidade
de
escolha
de
idioma
 1
 5,0
 Melhor
imagem
 1
 5,0
 Mais
funcionalidades
 1
 5,0
 Capacidade
de
escolha
de
dobragem
para
português
de
entrevistas
 1
 5,0
 Ligação
à
internet
 1
 5,0
 Não
respondem
 11
 55,0


V
‐
LITERACIA
E
AUTONOMIA
TECNOLÓGICA
 
Dos
 18
 inquiridos
 que
 utilizam
 telemóvel,
 em
 média
 utilizam‐no
 há
 11
 anos
 e
 9
 meses
(M=11,75),
 utilizando
 a
 maioria
 (n=16)
 mais
 que
 uma
 vez
 por
 dia.
 As
 funcionalidades
 mais
populares
são
a
agenda
(60%),
as
mensagens
(50%),
o
alarme
(70%)
e
a
máquina
fotográfica
(25%).
A
maior
parte
(40%)
não
necessita
de
auxílio
para
trabalhar
com
o
telemóvel,
sendo
que
todos
os
participantes
com
deficiência
visual
necessitam
de
auxílio.
 

Tabela
11.
Telemóveis
 
 N
 %
 Utiliza
telemóvel
 Não
 2
 10,0
 Sim
 18
 90,0
 Regularidade
com
que
utiliza
o
telemóvel
 1‐2
vezes
por
semana
 1
 5,0
 Uma
vez
por
dia
 1
 5,0

 17

  • 18. Mais
que
uma
vez
por
dia
 16
 80,0
 Não
aplicável
 2
 10,0
 Funções/aplicações
utilizadas
no
telemóvel
 Agenda
 12
 60,0
 Notas
 3
 15,0
 Mensagens
 10
 50,0
 Alarme
 14
 70,0
 Chamadas
 2
 10,0
 Leitor
de
ecrã
 1
 5,0
 Utilização
de
multimédia
 1
 5,0
 Videochamadas
 1
 5,0
 Mail
 1
 5,0
 GPS
 3
 15,0
 Internet
 3
 15,0
 Lembretes
 2
 10,0
 Máquina
fotográfica
 5
 25,0
 Jogos
 2
 10,0
 Não
aplicável
 2
 10,0
 Não
responde
 1
 5,0
 Auxílio
para
trabalhar
com
o
telemóvel
 Nenhum
 8
 40,0
 Pouco
 2
 10,0
 Algum
 2
 10,0
 Bastante
auxílio
 6
 30,0
 Não
aplicável
 2
 10,0
 Tipo
de
auxílio
necessário
telemóvel
 Software
para
leitura
de
ecrã*
 4
 20,0
 Software
de
síntese
de
voz*
 2
 10,0
 Para
escrever
Smss
 1
 5,0
 Ajuda
de
outras
pessoas
 1
 5,0
 Leitor
de
texto
(para
livros)*
 1
 5,0

 18

  • 19. Não
aplicável
 10
 50,0
 Não
responderam
 3
 15,0
*
Relativo
aos
cinco
participantes
com
deficiência
visual

 
A
maioria
dos
participantes
utiliza
computador
(80%)
e
mais
do
que
uma
vez
por
dia
(75%)
e
quatro
participantes
com
mais
de
65
anos
é
que
não
utilizam
computador.
 

Os
aplicativos
mais
utilizados
pela
maioria
são
o
Microsoft
Word
(55%)
e
a
Internet
(65%).
Um
 número
 significativo
 (45%)
 necessita
 de
 auxílio,
 mas
 essa
 necessidade
 é
 unânime
 nos
participantes
com
deficiência
visual.
Tabela
12.
Computador
 
 N
 %
 Utiliza
computador
 Não
 4
 20,0
 Sim
 16
 80,0
 Regularidade
com
que
utiliza
o
computador
 3‐4
vezes
por
semana
 1
 5,0
 Mais
que
uma
vez
por
dia
 15
 75,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Funções/aplicações
que
utilizada
no
computador
 Word
 11
 55,0
 Internet
 13
 65,0
 Excel
 4
 20,0
 Mail
 4
 20,0
 Jogos
 4
 20,0
 Programa
de
gestão
de
redes
 1
 5,0
 Agenda
 1
 5,0
 Editor
de
sites
 1
 5,0
 Editor
de
áudio
 2
 10,0
 Editor
de
vídeo
 1
 5,0
 Find
reader
converter
(conversor
de
imagem
em
texto)
 1
 5,0

 19

  • 20. Office
 4
 20,0
 Não
responde
 1
 5,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Auxílio
para
trabalhar
com
o
computador
 Nenhum
 5
 25,0
 Pouco
 2
 10,0
 Algum
 3
 15,0
 Bastante
auxílio
 6
 30,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Tipo
de
auxílio
necessário
 Leitor
de
ecrã*
 3
 15,0
 Síntese
de
voz*
 3
 15,0
 Auxílio
de
outras
pessoas
 1
 5,0
 Leitor
de
Braille*
 1
 5,0
 Ampliação
de
imagem*
 1
 5,0
 Não
aplicável
 10
 10,0
 Não
responderam
 4
 20,0
*
Relativo
aos
cinco
participantes
com
deficiência
visual

A
 maioria
 dos
 participantes
 utiliza
 Internet
 (80%)
 e
 acede
 mais
 do
 que
 uma
 vez
 por
 dia
(75%),
sendo
que
a
média
do
tempo
em
que
já
utilizam
a
Internet
é
de
11
anos
e
6
meses
(M=11,5).
 A
 maior
 parte
 não
 precisa
 de
 auxílio
 para
 navegar
 (35%),
 mas
 todos
 os
participantes
 com
 deficiência
 visual
 precisam.
 Os
 programas/aplicações
 com
 mais
popularidade
é
o
email
(80%
dos
inquiridos,
mas
que
corresponde
a
100%
dos
que
utilizam
internet),
 pesquisa
 (50%
 /
 70%
 utilizadores)
 e
 as
 redes
 sociais
 (35%
 /
 55%
 utilizadores
 de
internet).
Tabela
13.
Internet
 
 N
 %
 Utiliza
internet
 Não
 4
 20,0
 Sim
 16
 80,0

 20

  • 21. Regularidade
com
que
utiliza
a
internet
 3‐4
vezes
por
semana
 1
 5,0
 Mais
que
uma
vez
por
dia
 15
 75,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Necessidade
de
auxílio
para
navegar
na
internet
 Nenhum
 7
 35,0
 Pouco
 2
 10,0
 Algum
 1
 5,0
 Bastante
 6
 30,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
 Tipo
de
auxílio
necessário
na
internet
 Leitor
de
ecrã*
 3
 15,0
 Sintetizador
de
voz*
 2
 10,0
 Braille*
 1
 5,0
 Ampliação
de
imagem*
 1
 5,0
 Não
respondem
 4
 20,0
 Não
aplicável
 11
 55,0
 Funções/aplicações
que
utilizada
na
internet
 Jogos
 2
 10,0
 Email
 16
 80,0
 Pesquisa
 10
 50,0
 Televisão
e
rádio
online
 1
 5,0
 Twitter
 2
 10,0
 Redes
sociais
(facebook,hi‐5)
 6
 30,0
 Messenger
 4
 20,0
 Mapas
 1
 5,0
 Moodle
 1
 5,0
 Ler
as
notícias
 5
 25,0
 e‐banking
 1
 5,0
 Blogues
 1
 5,0
 Vídeo‐chamadas
 1
 5,0

 21

  • 22. Compras
online
 1
 5,0
 Construção
e
edição
de
sites
 1
 5,0
 Ver
vídeos
no
YouTube
 1
 5,0
 Software
de
administração
remota
 1
 5,0
 Não
aplicável
 4
 20,0
*
Relativo
aos
cinco
participantes
com
deficiência
visual
 

A
 maioria
 (55%)
 recorre
 à
 rede
 de
 suporte
 social
 (família
 e
 amigos)
 para
 os
 ajudarem
 a
instalar
e
 fazer
 equipamento
 electrónico
funcionar
‐
e
essa
opção
é
prevalente
nos
quatro
grupos
em
estudo.
Os
indivíduos
com
menos
de
65
anos
são
os
que
recorrem
mais
à
ajuda
de
um
técnico
(n=3).
 
Tabela
14.
Necessidade
de
auxílio
com
equipamentos
electrónicos
 
 
 N
 %
 Recorre
a
que
ajuda
na
instalação/funcionamento
de
um
equipamento
 electrónico
 Raramente
precisa
de
auxílio
 4
 20,0
 Recorre
a
familiares/amigos
 11
 55,0
 Recorre
a
ajuda
de
um
técnico
 6
 30,0
 Vai
ao
Google
 1
 5,0
 Não
resolve
porque
não
pede
ajuda
 1
 5,0


VI
–
USABILIDADE
 
Em
 relação
 à
 capacidade
 de
 identificação
 dos
 botões
 dos
 telecomandos,
 a
 grande
 maioria
consegue
 identificar
 a
 maior
 parte
 dos
 botões
 e
 a
 capacidade
 de
 ligar
 a
 box
 foi
 quase
unânime
à
excepção
de
uma
participante
com
mais
de
65
anos
que
não
conseguiu
realizar
a
tarefa
num
dos
comandos.
 As
teclas
de
cursor
são
utilizadas
maioritariamente
para
alterar
o
canal
de
televisão
e
 facilidade
 de
 alterar
 o
 volume
 encontra‐se
 próximo
 do
 valor
 máximo,
 não
 havendo
diferenças
entre
os
três
comandos.

 22

  • 23. O
acesso
à
programação
de
um
canal
no
teletexto
é
para
a
maioria
fácil/
muito
fácil
 (55‐60%)
 e
 o
acesso
 à
 programação
de
um
canal
é
feita
em
grande
parte
através
do
canal
 numérico
(45‐55%).
 
 Tabela
15.
Funções
da
caixa
com
acesso
no
telecomando
 
 Televes
 Easy
Home
 Technisat
 
 N
 %
 M
 N
 %
 M
 N
 %
 M
Identificação
dos
botões
do
telecomando
 
 4,25
 
 4,20
 
 4,45
Não
consegue
identificar
a
grande
maioria
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Consegue
identificar
poucos
botões
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Consegue
identificar
cerca
de
metade
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Consegue
identificar
uma
larga
parte
 6
 30,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
Consegue
identificar
todos
ou
quase
todos
 11
 55,0
 ‐
 12
 60,0
 ‐
 14
 70,0
 ‐
Capacidade
para
ligar
a
box
 
 4,45
 
 4,80
 
 4,55
Não
 0
 0,0
 ‐
 0
 0,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Sim
 20
 100,0
 ‐
 20
 100,0
 ‐
 19
 95,0
 ‐
Utilizou
que
botões
para
mudar
de
canal
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Botões
‐/+
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Teclado
numérico
 6
 30,0
 ‐
 9
 45,0
 ‐
 6
 30,0
 ‐
Cursor
 10
 50,0
 ‐
 11
 55,0
 ‐
 11
 55,0
 ‐
Alterar
o
volume
 
 4,80
 
 4,55
 
 4,65
Aceder
ao
teletexto
e
ver
a
programação
de
 
 
 
 
 
 
um
canal
 3,67
 3,60
 4,00
Muito
difícil
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Difícil
 ‐
 ‐
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Fácil
 4
 20,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
Muito
fácil
 7
 35,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 9
 45,0
 ‐
Não
conseguem
aceder*
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Não
aplicável**
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Botões
utilizados
para
aceder
à
programação
 
 
 
 
 
 
 
 
 
do
teletexto
Botões
‐/+
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 
 23

  • 24. Teclado
numérico
 11
 55,0
 ‐
 11
 55,0
 ‐
 9
 45,0
 ‐
Teclas
coloridas
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Teclas
de
Cursor
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
Não
conseguem
aceder*
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Não
aplicável**
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 *Nesta
e
próximas
tabelas,
os
respondentes
“Não
conseguem
aceder”
contam
para
a
média,
quando
aplicável
e
 também
para
a
taxa
de
resposta
(n
e
%).

 **
Nesta
e
próximas
tabelas,
as
situações
“Não
aplicável”
reportam‐se
a
Indivíduos
com
deficiência
visual
e
que
 não
contam
para
a
média,
mas
sim
para
a
taxa
de
resposta.
 
 Grande
 parte
 dos
 inquiridos
 (35‐55%)
 conseguiram
 localizar
 o
 botão
 de
 acesso
 ao
 EPG,
e
a
maioria
(50%)
conseguiu
com
muita
facilidade
aceder
à
programação
específica
de
 um
canal
através
do
EPG
com
a
caixa
Technisat
(M=4,13),
comparativamente
à
Televes
que
 teve
resultados
medianos
(M=3,0).
 Novamente
a
maioria
(55‐65%)
utiliza
as
teclas
de
cursor
para
aceder
à
programação
 específica
de
um
canal
através
do
EPG.
 Tabela
16.
Acesso
ao
Guia
de
Programação
Electrónico
(EPG)
 
 Televes
 Easy
Home
 Technisat
 
 N
 %
 M
 N
 %
 M
 N
 %
 M
Procurar
no
telecomando
o
Guia
de
 
 
 
 
 
 
Programação
Electrónico
(EPG)
 3,87
 3,87
 3,53
Muito
difícil
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Difícil
 1
 5,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Acessível
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 6
 30,0
 ‐
Fácil
 2
 10,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Muito
fácil
 8
 40,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Aceder
à
programação
específica
 
 
 
 
 
 
de
um
canal
através
do
EPG
 3,0
 3,33
 4,13
Muito
difícil
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 
 ‐
 ‐
Difícil
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Acessível
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 
 24

  • 25. Fácil
 6
 30,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
Muito
fácil
 2
 10,0
 ‐
 6
 30,0
 ‐
 10
 50,0
 ‐
Não
conseguem
aceder
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Botões
utilizados
para
aceder
à
 
 
 
 
 
 
programação
específica
de
um
canal
através
do
EPG*
Teclado
numérico
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 0
 0
 ‐
Botões
coloridos
 4
 20,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
Cursor
 11
 55,0
 ‐
 13
 65,0
 ‐
 12
 60,0
 ‐
Não
conseguem
aceder
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 *
 É
 permitida
 múltiplas
 combinações
 de
 teclas,
 logo
 o
 valor
 de
 n
 corresponde
 não
 ao
 número
 de
 indivíduos
 respondentes,
mas
ao
número
de
respostas,
que
pode
ser
n>20
(>100%)
 
 A
 maioria
 das
 respostas
 em
 relação
 à
 dificuldade
 de
 navegar
 no
 EPG,
 encontra‐se
 em
 crescendo,
 proporcional
 à
 média,
 sendo
 que
 a
 maior
 parte
 (25%)
 considerou
 mediana
 a
 acessibilidade
 da
 Televes,
 30%
 considerou
 a
 da
 Easy
 Home
 fácil
 e
 30%
 considerou
 a
 acessibilidade
de
navegação
no
EPG
da
Technisat
como
“muito
fácil”.
 Quanto
 ao
 conteúdo
 de
 informação,
 há
 de
 novo
 um
 crescendo,
 considerando‐se
 o
 conteúdo
da
Televes
(25%)
,
da
Easy
Home
(70%)
e
da
Technisat

(70%)
como
satisfatório.
 Em
termos
da
estética
do
EPG,
o
mesmo
crescendo
em
termos
de
média,
com
60%
 dos
participantes
agradados
com
a
estética
do
EPG
da
Technisat.
 
 
 Tabela
17
.
Análise
do
EPG
 
 Televes
 Shop
+
 Technisat
 
 N
 %
 M
 N
 %
 M
 N
 %
 M
 Dificuldade
em
navegar
no
EPG
 
 2,86
 
 3,53
 
 3,66
Muito
difícil
 3
 15,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
Difícil
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Acessível
 5
 25,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 
 25

  • 26. Fácil
 4
 20,0
 ‐
 6
 30,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
Muito
fácil
 1
 5,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 6
 30,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Conteúdo
de
informação
do
EPG
 
 3,47
 
 4,33
 
 4,40
Muito
pouco
 3
 15,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Pouco
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Mediano
 5
 25,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Bastante
 4
 20,0
 ‐
 8
 40,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
Muito
 1
 5,0
 ‐
 6
 30,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Estética
do
EPG
 
 3,53
 
 3,87
 
 4,00
Muito
feio/desagradável
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Feio/desagradável
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Nem
bonito,
nem
feio
 5
 25,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Bonito/agradável
 2
 10,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 8
 40,0
 ‐
Muito
bonito/agradável
 5
 25,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 
 
 Pedindo
 aos
 inquiridos
 que
 navegassem
 pelo
 menu,
 e
 verificassem
 o
 conhecimento
 das
 funções
do
menu,
houve
um
equilíbrio
das
respostas
nas
três
caixas,
sendo
que
uma
grande
 parte
assinala
que
consegue
identificar
a
maioria
das
funções
(50%).
 Considerando
 que
 as
 três
 caixas
 possuem
 menus
 diferentes,
 alguns
 com
 a
 mesma
 função
e
diferente
nomenclatura
(ex:
Controlo
parental/Configuração
crianças),
procedeu‐se
 à
 análise
 de
 conteúdo
 das
 respostas.
 O
 não
 reconhecimento
 da
 função
 “Controlo
 parental/configurações
crianças”
e
“Busca
de
canais”
parece
ser
similar
nos
três
caixas.
Em
 relação
 à
 Technisat,
 metade
 dos
 participantes
 não
 respondem,
 dando
 a
 indicação
 de
 que
 conhecem
todas
as
funções
(40%
conhecimento
para
a
Easy
Home
e
35%
para
a
Televes).
 Em
 termos
 legibilidade
 nas
 diferentes
 janelas
 (menu,
 barra
 de
 informação,
 EPG,
 Alertas,
etc.),
desataca‐se
a
Technisat
com
70%
dos
inquiridos
a
acharem
a
terem
uma
boa
 
 26

  • 27. legibilidade,
55%
para
a
Easy
Home
e
apenas
15%
para
a
Televes
que
recebe
a
maior
crítica
 relativamente
ao
escasso
tamanho
das
letras
(50%
dos
participantes)
à
forma
como
a
letra
 se
confunde
com
o
fundo
(25%).
No
entanto,
duas
pessoas
não
revelam
qualquer
crítica.
O
 tamanho
de
letra
(35%)
e
a
fusão
da
cor
com
o
fundo
(20%)
são
as
principais
críticas
à
Easy
 Home,
 sendo
 que
 a
 Technisat
 recebe
 elogios
 de
 quatro
 participantes
 pelo
 adequado
 tamanho
da
letra.
 Tabela
18.
Menu
 
 Televes
 Easy
Nano
 Technisat
 
 N
 %
 M
 N
 %
 M
 N
 %
 M
Reconhecimento
das
funções
do
 
 
 
 
 
 
Menu
 3,80
 3,73
 3,73
Não
consegue
identificar
a
grande
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
maioria
Consegue
identificar
poucas
funções
 3
 15,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Consegue
identificar
cerca
de
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
metade
Consegue
identificar
uma
larga
 3
 15,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
parte
Consegue
identificar
todas
ou
quase
 7
 35,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 8
 40,0
 ‐
todas
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Funções
do
menu
não
 
 
 
 
 
 
reconhecíveis
Controlo
parental/configuração
 4
 20,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
crianças
Lista
rádio
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Busca
de
canais
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
Boa
legibilidade
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Configurações
 3
 15,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Favoritos
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Não
entende
significado
dos
ícones
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Eventos
 3
 15,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Temporizador
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Valores
de
fábrica
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Editar
programas
 2
 10,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Não
sabe
o
que
é
"Hora"
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 
 27

  • 28. Não
respondem
 7
 35,0
 ‐
 8
 40,0
 ‐
 10
 50,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Capacidade
de
leitura
nas
 
 2,93
 
 3,80
 
 4,53
diferentes
janelas
Difícil
 5
 25,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Acessível
 7
 35,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Fácil
 2
 10,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Muito
fácil
 1
 5,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 9
 45,0
 ‐
Não
aplicável
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
Crítica
à
leitura
nas
diferentes
 
 
 
 
 
 
janelas
Letras
deviam
ser
maiores
 10
 50,0
 ‐
 7
 35,0
 ‐
 3
 15,0
 ‐
Maior
contraste
 1
 5,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Bom
contraste
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Bom
tamanho
de
letra
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
Bom
lettering
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 1
 5,0
 ‐
Opção
selecionada
deveria
ter
cor
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 2
 10,0
 ‐
diferente
Cores
garridas
 4
 20,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Cor
da
letra
confunde‐se
com
o
 5
 25,0
 ‐
 4
 20,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
fundo
Muita
informação
na
barra
info
do
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
canal
Modificava
as
cores
 1
 5,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
Não
responde
 2
 10,0
 ‐
 ‐
 ‐
 ‐
 2
 10,0
 ‐
Não
aplicável/
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 5
 25,0
 ‐
 
 Comparativamente,
 a
 caixa
 descodificadora
 TDT
 cujos
 clientes
 optariam
 para
 compra
caso
necessário,
seria
a
Technisat
com
60%
das
escolhas,
seguida
da
Easy
Home
com
 35%
e
como
última
escolha,
a
Televes
(5%).
 Os
aspectos
mencionados
como
mais
importantes
para
aquisição
de
uma
caixa
são
a
 facilidade
 de
 uso
 (45%),
 a
 estética
 do
 interface
 (20%),
 um
 bom
 comando
 (20%)
 e
 a
 possibilidade
de
utilização
de
Pen
USB
(15%).
 Pondo‐se
 a
 hipótese
 de
 se
 adquirir
 uma
 qualquer
 caixa,
 a
 opção
 de
 gravação
 de
 programas
surge
com
primazia
(30%),
a
explicação
das
funcionalidades
das
caixas
de
seguida
 
 28

  • 29. (25%)
 ,
 o
 preço,
 a
 alguém
 que
 pudesse
 instalar
 a
 caixa,
 opções
 de
 acessibilidade
 e
 a
simplicidade
(15%),
seriam
os
seguintes
critérios
a
seguir.
Tabela
19.
Escolha
das
caixas
 
 N
 %
 Quais
das
3
caixas
compraria
 Televes
 1
 5,0
 Easy
Home
 7
 35,0
 Technisat
 12
 60,0
 Aspectos
relevantes
para
adquirir
a
caixa
 Facilidade
de
uso
 9
 45,0
 Gostar
da
estética
do
interface
 4
 20,0
 Melhor
comando
 4
 20,0
 Uso
de
Pen
USB
 3
 15,0
 Bom
uso
das
cores
 2
 10,0
 Bom
contraste
letra‐fundo
 2
 10,0
 Legibilidade
 2
 10,0
 Ergonomia
do
comando
 2
 10,0
 Gostar
da
estética
da
caixa
 1
 5,0
 Caixa
ser
pequena
 1
 5,0
 Poder
ver
filmes
 1
 5,0
 Rápido
acesso
 1
 5,0
 Mais
intuitivo
 1
 5,0
 Melhor
EPG
 1
 5,0
 Melhor
interface
 1
 5,0
 Questões
ou
critérios
de
compra
colocaria
ao
vendedor
 Se
tinha
opção
de
gravação
 6
 30,0
 Funções
da
caixa
 5
 25,0
 Preço
 3
 15,0
 Alguém
para
instalar
a
caixa
 3
 15,0
 Caixa
com
opções
de
acessibilidade
 3
 15,0
 Uma
caixa
simples
 3
 15,0
 O
que
o
vendedor
aconselharia
 2
 10,0
 Prazo
da
garantia
 2
 10,0
 Saber
como
se
fazem
as
ligações
da
caixa
 2
 10,0
 Ia
à
Internet
informar‐me
 1
 5,0
 Descrição
das
funções
do
telecomando
 1
 5,0
 Caixa
pequena
 1
 5,0

 29

  • 30. Ter
comando
em
português
 1
 5,0
 Se
a
caixa
faz
actualização
de
software
 1
 5,0
 Se
vai
utilizar
as
funcionalidades
do
serviço
digital
 Não
 3
 15,0
 Sim
 14
 70,0
 Talvez
 3
 15,0
 Que
funções
da
caixa
iria
utilizar
 
 
 Gravar
programas
 11
 55,0
 EPG
 10
 50,0
 Rádio
 6
 30,0
 Ver
filmes
 3
 15,0
 Pen
USB
 3
 15,0
 Poder
ver
fotos
 2
 10,0
 Aplicativos
e
funções
que
teria
numa
box,
caso
a
pudesse
personalizar
 Gravar
programas
 12
 60,0
 Internet
 8
 40,0
 EPG
 6
 30,0
 Pen
USB
 5
 25,0
 Legendas
 4
 20,0
 Ver
filmes
 4
 20,0
 Áudio‐descrição
 4
 20,0
 Meteorologia
 2
 10,0
 Software
de
voz
para
ler
Menus
 2
 10,0
 Rádio
 2
 10,0
 Personalizar
cores
do
Menu
 1
 5,0
 EPG
com
voz
 1
 5,0
 Áudio‐legendas
 1
 5,0
 Notícias
 1
 5,0
 Interprete
Língua
Gestual
Portuguesa
 1
 5,0
 Multimédia
 1
 5,0
 Conversor
de
voz
em
texto
 1
 5,0
 Opções
de
acessibilidade
 1
 5,0
 Não
aplicável/Não
responde
 3
 15,0

No
 caso
 de
 utilizar
 o
 serviço
 digital,
 a
 maioria
 (70%)
 utilizaria
 as
 funcionalidades
 da
 caixa,
sendo
 que
 as
 funções
 que
 mais
 entusiasmaram
 novamente
 a
 capacidade
 de
 gravar
programas
 (55%),
 o
 EPG
 (50%)
 e
 o
 acesso
 à
 Rádio
 (30%)
 e
 de
 alguma
 forma
 são
 esses

 30

  • 31. também
 que
 aparecem
 preferencialmente
 na
 perspectiva
 de
 se
 poder
 personalizar
 uma
caixa,
 com
 a
 gravação
 de
 programas
 apresentando‐se
 como
 preferencial
 (60%),
 a
capacidade
 de
 aceder
 à
 Internet
 (40%),
 ter
 EPG
 (30%)
 e
 ter
 Pen
 USB
 (25%).
Minoritariamente
 aparecem
 opções
 para
 pessoas
 com
 problemas
 de
 acessibilidade
 como
Áudio‐descrição,
software
para
leitura
de
menus,
EPG
com
voz,
áudio‐legendas,
capacidade
de
activar
uma
janela
com
intérprete
de
LGP,
conversor
de
voz
em
texto
e
outras
opções
de
acessibilidade.


3.
Conclusões
Em
 síntese,
 foi
 indicado
 que
 as
 mulheres
 (60%),
 vêem
 mais
 televisão
 que
 os
 homens
 e
segundo
 a
 nossa
 amostra,
 40%
 das
 mulheres
 não
 têm
 um
 trabalho
 declarado
 (3
 mulheres
reformadas
 e
 uma
 desemprega),
 possibilitando
 assim
 um
 acréscimo
 no
 consumo
 de
televisão.
 Foi
avaliado
que
uma
maioria
dos
inquiridos
não
utiliza
o
serviço
de
teletexto
(55%),
e
apenas
três
utilizam
muitas
vezes,
ou
mais.
Os
cinco
participantes
com
deficiência
auditiva
utilizam
 o
 serviço
 de
 legendagem
 e
 todos
 (100%)
 utilizam
 o
 serviço
 da
 RTP
 (todos
 os
canais+RTP),
mas
isso
é
feito
com
uma
baixa
frequência,
o
que
poderá
indiciar
que
o
facto
dos
 cinco
 participantes
 não
 utilizarem
 “Sempre”
 a
 legendagem,
 é
 reflexo
 de
 uma
 provável
escassez
 de
 legendagem
 nos
 programas
 portugueses,
 ou
 da
 falta
 de
 legendagem
 em
situações
 de
 entrevista/
 declarações
 sem
 ser
 em
 língua
 portuguesa
 onde
 a
 voz
 é
 dobrada,
mas
também
da
presença
de
intérprete
de
LGP,
poderá
tornar
desnecessário
ou
poderá
ser
complementar
 à
 legendagem.
 De
 facto
 não
 existe
 unanimidade
 sobre
 a
 melhor
 forma
 de
informação,
 se
 por
 legendagem
 (n=3)
 ou
 por
 LGP
 (n=2),
 havendo
 ainda
 um
 indeciso.
 A
complementaridade
 das
 duas
 formas,
 será
 talvez
 a
 mais
 correcta
 e
 consensual
 e
 se
 puder
ser
 opcional
 (só
 o
 é
 para
 a
 legendagem),
 melhor
 será,
 já
 que
 diminui
 o
 ruído
 visual
 na
imagem
(a
janela
com
intérprete
de
LGP
ocupa
uma
parte
do
ecrã,
sobrepondo‐se
à
imagem
e
no
caso
de
peças
de
futebol,
pode
haver
ocultação
de
conteúdo
televisivo
por
detrás
da
janela).
 Relativamente
à
tabela
7,
à
excepção
do
“Switchover”
(35%
já
ouviu
falar),
os
dados
apontam
 para
 um
 conhecimento
 relativo
 da
 terminologia
 tecnológica,
 embora
 nos
 tenha
surgido
que
o
termo
poderá
não
ser
o
mais
adequado,
já
que
tem
sido
lançado
pelos
media

 31

  • 32. o
 jargão
 “apagão”
 para
 designar
 a
 passagem
 do
 sinal
 analógico
 para
 digital,
 mas
 optámos
por
não
corrigir
no
inquérito
na
expectativa
de
que
poderia
haver
enviesamento
dos
dados,
já
que
tinha
sido
feita
alguma
recolha.
Hipótese
essa
corroborada
na
Tabela
8
onde
se
utiliza
o
termo
“apagão”
e
em
que
há
um
responsividade
positiva
de
90%
dos
inquiridos.
 O
“presentismo”
formula
que
a
forma
como
projectamos
o
futuro,
tem
por
base
os
conhecimentos
do
presente
e
como
tal,
não
é
de
estranhar
que
em
termos
daquilo
que
os
participantes
pensem
que
vá
ser
o
futuro
tecnológico
e
programático,
tem
muito
a
ver
com
os
 actuais
 padrões
 de
 televisão
 e
 tecnológicos.
 A
 tendência
 para
 a
 assimilação
 da
funcionalidade
 de
 diversos
 objectos
 numa
 mesma
 fonte,
 ou
 multi‐funcionalidade
 é
 já
 uma
realidade
 nos
 computadores,
 telemóveis
 e
 começa
 a
 sê‐lo
 com
 os
 televisores.
 Assim,
embora
haja
uma
grande
abrangência
em
termos
de
respostas
(Tabela
10),
essa
futurologia
engloba
 já
 muita
 tecnologia
 utilizada
 por
 outros
 dispositivos
 (IPad,
 DVDs,
 televisores
 HD,
etc.)
e
que
os
inquiridos
acreditam
vir
a
ser
funcionalizada
pela
televisão.
No
entanto,
55%
dos
inquiridos
não
demonstraram
uma
perspectiva
de
como
poderá
ser
a
televisão
no
futuro
em
 termos
 tecnológicos,
 tendo
 os
 participantes
 com
 deficiência
 uma
 maior
 preocupação
com
a
acessibilidade
(15%).
 Quanto
 à
 utilização
 de
 telemóveis,
 as
 duas
 pessoas
 que
 não
 os
 utilizam,
 são
integrantes
 no
 grupo
 com
 mais
 de
 65
 anos
 de
 idade.
 Nesse
 mesmo
 grupo,
 apenas
 uma
pessoa
utiliza
computador
e
Internet,
o
que
cruzando
os
dados
com
uma
maioria
que
nunca
utiliza
o
teletexto
(n=4),
não
sabe
o
que
é
HD
(n=4),
TDT
(n=3),
caixa
descodificadora
(n=3),
o
pouco
ou
nenhum
interesse
na
TV
digital
(n=5),
conjugado
com
baixa
literacia
académica
(3
pessoas
têm
o
ensino
básico),
podemos
inferir
uma
baixa
literacia
tecnológica.
 Os
 dados
 indicam
 uma
 baixa
 utilização
 do
 telemóvel
 para
 mensagens
 (n=10)
 e
chamadas
 (n=2),
 mas
 pensamos
 que
 estes
 valores
 se
 encontrem
 enviesados
 por
 baixo,
 já
que
 os
 participantes
 procurarão
 responder
 para
 além
 do
 óbvio
 (o
 telemóvel
 serve
primordialmente
 para
 fazer
 chamadas),
 confundindo‐se
 o
 objecto
 com
 a
 própria
 função
 e
como
tal,
não
havendo
a
necessidade
de
o
referir.
 O
uso
frequente
(n=15
‐
Mais
que
uma
vez
por
dia)
do
computador
(tabela
12)
e
da
Internet
 poderá
 indiciar
 uma
 dependência,
 ou
 menos
 radical,
 uma
 necessidade
 diária
 de
mediar
as
redes
sociais,
a
acessibilidade,
o
trabalho,
o
lazer
e
a
gestão
pessoal,
através
da
informática
e
da
electrónica.

 32

  • 33. Nos
 resultados
 (Tabela
 15),
 foi
 assinalado
 que
 a
 maioria
 dos
 inquiridos
 fizera
 uma
boa
identificação
das
funções
do
telecomando,
para
além
de
haver
alguma
correspondência
em
termos
das
médias
obtidas.
Poderão
estes
resultados
ser
explicados
em
dois
factores:
a)
a
uniformização
existente
nos
botões
dos
três
telecomandos
em
termos
de
símbolos
e
das
funcionalidades
 b)
 e
 o
 conhecimento
 prévio
 (por
 experiência)
 dos
 sujeitos
 relativamente
 à
funcionalidade
dos
telecomandos.
 Indo
ao
encontro
destes
resultados
está
a
capacidade
generalizada
para
ligar
a
box
e
alterar
o
volume
no
telecomando,
que
é
feito
com
bastante
sucesso.
 Embora
as
teclas
de
cursor
sirvam
maioritariamente
para
alterar
o
canal
de
televisão
(50‐55%),
este
valor
poderá
estar
circunscrito
ao
facto
de
apenas
haver
quatro
canais
TDT,
logo
a
necessidade
de
se
utilizar
o
teclado
numérico
(para
aceder
a
canais
com
posição
na
grelha
mais
longínquas)
encontra‐se
diminuída.
 Uma
 capacidade
 exploratória
 a
 registar
 é
 o
 facto
 de
 apesar
 de
 80%
 nunca
 ou
raramente
 utilizar
 o
 teletexto
 (Tabela
 4),
 apenas
 uma
 pequena
 parte
 (35%)
 não
 consegue
aceder
 à
 programação
 de
 um
 canal
 pelo
 teletexto
 sendo
 que
 a
 grande
 parte
 acede
 com
facilidade
 (45‐55%).
 Para
 os
 participantes
 com
 deficiência
 auditiva,
 a
 recorrente
 utilização
do
 teletexto
 (100%
 utiliza
 em
 especial
 a
 página
 888
 para
 legendagem),
 leva
 a
 que
 os
resultados
apresentem
uma
facilidade
de
utilização
que
é
específica
de
um
grupo
e
não
de
um
todo
(nenhum
participante
invisual
utiliza).
 A
 tabela
 16
 revela‐nos
 que
 apesar
 de
 grande
 parte
 dos
 inquiridos
 (35‐55%)
conseguirem
 localizar
 o
 botão
 de
 acesso
 ao
 EPG,
 a
 caixa
 Technisat
 teve
 resultados
 mais
baixos
 devido
 provavelmente
 à
 partilha
 de
 funções
 do
 botão
 de
 acesso
 ao
 EPG
 com
 a
 da
função
SFI
que
se
encontra
inscrita
no
próprio
botão,
tornando
a
legibilidade
menos
precisa,
logo,
mais
demorada.
 A
 caixa
 Technisat
 parece
 ter
 obtido
 melhores
 resultados
 em
 termos
 de
acessibilidade,
 muito
 devido
 a
 um
 interface
 simples,
 “limpo”
 e
 básico
 (branco
 acinzentado
com
 letras
 negras)
 e
 que
 vão
 ao
 encontro
 de
 algumas
 das
 10
 directivas
 heurísticas
 de
Nielsen
 (1993)
 para
 a
 usabilidade
 como
 diálogos
 simples
 e
 naturais;
 falar
 a
 linguagem
 do
utilizador;
 minimizar
 a
 sobrecarga
 de
 memória
 do
 utilizador;
 consistência
 (neste
 caso
 na
estrutura,
 cores,
 disposição,
 etc.);
 saídas
 claramente
 marcadas
 e
 prevenir
 erros.
 A
 única
dificuldade
de
acesso
foi
registada
por
duas
participantes
com
mais
de
65
anos
e
com
pouca
experiência
 na
 navegação
 de
 menus
 e
 sistemas
 gráficos.
 A
 caixa
 Televes
 utiliza
 como

 33

  • 34. instrumento
 de
 navegação,
 as
 teclas
 coloridas
 (geralmente
 utilizadas
 no
 teletexto)
 e
 como
se
 viu
 na
 tabela
 15
 (“Botões
 utilizados
 para
 aceder
 à
 programação
 do
 teletexto”),
 a
 sua
utilização
mesmo
com
o
teletexto
é
restrita,
parecendo
que
poucos
são
os
participantes
que
sabem
para
que
servem
os
botões
coloridos.
Aliás
no
interface
gráfico
do
EPG
da
Televes,
há
uma
inconsistência
entre
o
formato
arredondado
do
“botão
verde”
para
“detalhes”
e
a
tecla
rectangular
do
telecomando.
 Após
a
análise
da
satisfação
com
três
aspectos
das
caixas
(acessibilidade,
conteúdo
e
estética),
a
caixa
Technisat
apresenta‐se
em
lugar
de
destaque
nos
três
espectros,
embora
a
Easy
Home
tenha
a
vantagem
única
de
apresentar
vários
canais
em
simultâneo
no
seu
EPG,
mas
 falha
 em
 não
 ter
 uma
 janela
 de
 previsão
 da
 emissão
 (preview)
 e
 a
 descrição
 dos
programas
(ao
invés
das
outras
duas)
(tabela
17).
 A
tabela
18
apresenta‐nos
resultados
pouco
diferenciados
dos
até
aqui
obtidos,
com
a
 caixa
 Televes
 a
 destacar‐se
 pela
 positiva,
 com
 os
 participantes
 a
 reportarem
 menor
dificuldade
em
identificar
funções.
No
entanto,
as
diferenças
não
são
significativas
(m=3,80
e
 as
 outras
 3,73)
 e
 os
 participantes
 estranhamente
 reportam
 mais
 funções
 que
 não
entendem
na
Televes
(n=17)
comparativamente
à
Easy
Home
(n=14)
e
à
Technisat
(n=12).
O
maior
número
de
funções
pode
explicar
esta
discrepância.
 As
 letras
 de
 tamanho
 reduzido
 da
 Televes
 é
 o
 seu
 “calcanhar
 de
 Aquiles”
 (50%
 de
queixas)
 em
 conjugação
 com
 a
 má
 qualidade
 do
 interface
 (cores
 garridas
 com
 as
 letras
 a
confundirem‐se
com
o
fundo),
tornando
a
leitura
difícil.
 Embora
 35%
 dos
 entrevistados
 se
 rendam
 aos
 encantos
 da
 Easy
 Home,
 e
 que
podemos
aferir
que
tenha
a
ver
com
a
capacidade
de
debitar
música
e
vídeos
externos
da
Pen
USB,
já
que
a
tabela
19
indicia
uma
preferência
pela
gravação
(não
acessível
pela
Easy
Home)
e
pela
reprodução
de
vídeos
(acessível
e
que
15%
iriam
utilizar
se
disponível),
mas
é
a
conjugação
do
interface
(EPG
e
barra
informativa)
e
a
capacidade
de
gravação
em
Pen
USB
que
torna
a
caixa
TDT
Technisat
a
favorita
dos
participantes
(60%)
e
recorrendo
novamente
a
Nielsen
(1993),
é
a
simplicidade/facilidade
de
uso,
o
principal
argumento
na
aquisição
de
uma
caixa
(45%).
 Há
um
claro
interesse
(70%)
nas
potencialidades
das
caixas
TDT
e
que
também
não
puderam
 ser
 exploradas
 em
 profundidade,
 já
 que
 a
 falta
 de
 uniformidade
 nas
 funções
 das
caixas,
 a
 falta
 de
 serviços
 TDT
 disponibilizados
 (a
 função
 Rádio
 não
 funciona,
 assim
 como

 34

  • 35. maior
 parte
 das
 funcionalidades
 de
 acessibilidade
 para
 deficientes
 que
 se
 encontram
acessíveis,
mas
desactivadas
para
Portugal).
 Há
 a
 salientar
 ainda
 a
 pesagem
 de
 alguns
 valores
 que
 poderão
 estar
 enviesados:
como
 as
 caixas
 não
 têm
 disco
 interno
 e
 a
 gravação
 é
 feita
 na
 Pen
 USB,
 o
 facto
 dos
participantes
 mencionarem
 a
 visualização
 de
 filmes
 e
 o
 uso
 de
 Pen
 USB
 poderá
 ser
considerado
redundante,
mas
em
todo
o
caso
decidimos
separar
os
critérios
(tabela
19).
 Como
conclusão
geral,
parece
que
os
participantes
procuram
interagir
com
objectos
simples,
de
fácil
utilização,
mas
ao
mesmo
tempo
com
uma
multifuncionalidade
que
englobe
aspectos
técnicos
que
reflictam
as
necessidades
sociais
e
tecnológicas
e
no
caso
das
pessoas
com
 deficiência
 que
 parecem
 compensar
 a
 suas
 dificuldades
 de
 acessibilidade
 com
ferramentas
técnicas
e
tecnológicas
indispensáveis
para
o
dia‐a‐dia.
Como
seria
de
esperar,
os
 participantes
 com
 mais
 de
 65
 anos
 apresentavam
 a
 par
 das
 baixas
 habilitações
académicas,
 menor
 literacia
 tecnológica,
 fruto
 da
 falta
 de
 interacção
 com
 as
 novas
tecnologias
 e
 os
 novos
 media,
 para
 além
 de
 serem
 mais
 formais
 e
 pouco
 exploratórios
 na
utilização
e
investimento
nestas
áreas.
 

 35

  • 36. 





 ANEXO
1
 Entrevista
semi‐estruturada
(Quico
&
Henriques,
2011)

 36

  • 37. 
 A
 Universidade
 Lusófona
 está
 a
 desenvolver
 uma
 investigação
 em
 Portugal
 sobre
 Televisão

 Digital
 Terrestre
 e
 precisamos
 da
 sua
 ajuda
 para
 testar
 equipamento
 descodificador
 para
 converter

 sinal
de
televisão.


 A
 informação
 recolhida
 destina‐se
 exclusivamente
 para
 fins
 de
 investigação
 científica.
 A
 sua
 colaboração
é,
para
nós,
muito
importante,
mas
poderá
não
participar
ou
desistir
se
assim
desejar.

 • Não
 existem
 respostas
 certas,
 nem
 erradas,
 o
 que
 está
 a
 ser
 testado
 são
 aparelhos
 e
 não
 o

 participante.
Agradecemos
a
sua
resposta
sincera
e
honesta,
qualquer
que
ela
seja.



 • No
final
dos
testes,
serão
sorteadas
3
caixas
descodificadoras
para
oferta
aos
participantes
 Obrigado
pela
sua
colaboração
e
disponibilidade.


I
–
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
1. Que
tipo
de
serviço
televisivo
tem
em
casa?

 
Os
4
canais
básicos
gratuitos
 
Serviço
de
TV
paga
 1.1. Se
respondeu,
“serviço
de
TV
paga”,
que
tipo
de
serviço
tem?
 
 
TV
por
cabo

 
 
 
TV
por
satélite
 
 
 
 
 
TV
por
fibra/
IPTV
 
 
Não
sei
 1.2. Se
respondeu,
“serviço
de
TV
paga”,
tem
box
(caixa
descodificadora)?
 
 
Sim

 
 
 
Não
 
2. Quantas
horas
de
televisão
vê
em
média
por
dia?
 
Menos
de
1
hora
 
 
1
a
2
horas
 
 
2
a
4
horas
 
 
mais
de
4
horas
 
3. 
Com
que
regularidade
utiliza
o
Teletexto?
 
Nunca
 
Raramente
 
 
Algumas
vezes

 
Muitas
vezes












Sempre
 3.
1
Para
que
efeito
o
utiliza?_______________________________________________________
 
4. Já
utilizou
o
serviço
de
legendagem
para
pessoas
com
deficiências
auditivas
através
do
teletexto?
 

























Sim


 
 
Não
(se
não
utilizou,
passe
à
questão
5)
 4.1. Em
caso
positivo,
em
que
canais?_______________________________________________
 4.2. Ainda,
com
que
frequência
utiliza
este
serviço
de
legendagem
para
pessoas
com
deficiências
 auditivas?
 
Nunca
 
Raramente
 
 
Algumas
vezes

 
Muitas
vezes

 

Sempre
 
 4.3.
Considera
ser
esta
melhor
solução
do
que
a
língua
gestual
para
deficientes
auditivos?

 
Sim
 
Não
 
 
Não
sei
 Porquê?
__________________________________________________________________
 
 
 37

  • 38. 5. Já
utilizou
algum
serviço
de
áudio‐descrição
para
pessoas
com
deficiências
visuais,
através
de
um
 canal
de
televisão?
 
Sim

 
 
 
Não
(se
não
utilizou
passe
ao
grupo
II)
 5.1. Em
caso
positivo,
em
que
canais?
____________________________________________
 5.2. Ainda,
com
que
frequência
utiliza
o
serviço
de
áudio‐descrição?
 
Nunca
 
Raramente
 





Algumas
vezes







Muitas
vezes











Sempre
 
 
 II
–
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
DIGITAL
 
1. Assinale
com
uma
(X)
se
ouviu
falar
e/ou
sabe
o
que
é:
 

 Ouviu
falar
 Sabe
o
que
é
 TV
digital
 
 
 
 
 

 

 HD
‐
TV
de
alta
definição
 

 

 Switchover
digital
 
 

 

 Televisão
digital
terrestre
(TDT)
 

 

 BOX/Caixa
descodificadora
(STB)
 

 


2. Avalie
por
favor
o
seu
interesse
geral
na
TV
digital
 
Nada
interessado/a 
 
 
Pouco
interessado/a 
 
Com
interesse
 
Muito
interessado/a 
 
 
Bastante
interessado/a
 
3. Sabe
se
a
sua
zona
de
residência
já
tem
cobertura
TDT

‐Televisão
Digital
Terrestre?
 
Zona
sem
cobertura
 
 
Com
cobertura
 
 
Não
sei
 
4. Sabia
que
vai
haver
um
“apagão”?
Ou
seja,
o
sinal
analógico
de
televisão
dos
4
canais
generalistas
 (RTP1,
RTP2,
SIC,
TVI)
vai
ser
desligado,
passando
a
ser
emitido
apenas
em
formato
digital?
 
Sim
 
 
Não
 
5. 
Sabia
que
quem
recebe
o
sinal
de
televisão
por
antena,
caso
não
tenha
um
televisor
com
um
 receptor
com
descodificador
de
TV
digital
incorporado,
terá
de
comprar
uma
caixa
ou
televisor
 que
receba
o
novo
sinal
digital
para
continuar
a
ver
TV
gratuitamente?
 
Sim
 
 
Não
 
6. Caso
receba
televisão
através
de
antena
(sinal
analógico)
e
só
tenha
os
4
canais
generalistas,
e
 ainda
não
tem
a
caixa
descodificadora,
já
pensou
como
vai
obter
apoio,
para
continuar
a
ter
os
4
 canais
generalistas
em
casa?
 
(se
não
é
o
seu
caso,
passe
à
questão
11)
____________________________________________
 
7. Qual
acha
que
é
a
dificuldade
em
instalar
e
utilizar
o
descodificador
de
TDT
em
sua
casa.

 7.1
Instalar:
 
Muito
complicado
 
Complicado

  
Simples

 
Muito
simples
 
Não
sei
 7.2
Utilizar:

 
Muito
complicado
 
Complicado

  
Simples

 
Muito
simples
 
Não
sei
 
 38

  • 39. 
8. 
Qual
pensa
vir
a
ser
o
sistema
que
vai
adoptar?
 
Vai
comprar
o
descodificador
 




 
 



 

Vai
comprar
uma
televisão
nova
 
Vai
aderir
a
um
serviço
pago
de
TV
por
cabo,
satélite
ou
IPTV
 

Não
sabe
 

Nenhum
–
vou
deixar
de
receber
televisão
em
casa
 
9. 
Sabe
se
há
custos
envolvidos?


 

Sim
 
 
Não

 
 
Não
sei
 
10. Utilizar
TV
digital
é
mais
simples
ou
complicado
que
a
TV
analógica,
em
sua
opinião?
 
Mais
complicado
 
Complicado

 
Simples

 
Mais
simples
 
Não
sei
 
11. Sabe
quando
é
a
data
limite
para
o
“apagão”?________________

III
–
EXPECTATIVAS
RELATIVAMENTE
À
TV
DO
FUTURO
1. Daqui
a
5
anos,
acha
que
vai
ver
mais
televisão,
menos
ou
o
mesmo
tempo
do
que
vê
hoje
em
 dia?

Muito
menos




Menos



 
O
mesmo
 
Mais
 
Muito
mais
 
 
Não
sei
2. Como
imagina
que
a
televisão
venha
a
ser
daqui
a
10
anos.
 2.1
Em
termos
de
programas_____________________________________________________
 
 _____________________________________________________________________________
 
 2.2.
Em
termos
de
tecnologia_____________________________________________________
 
 _____________________________________________________________________________
 
 2.3
Outra_____________________________________________________________________
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 39

  • 40. 
 
 IV
–
DADOS
SÓCIO‐DEMOGRÁFICOS

1. 1.
Idade:
_______anos
 2. 2.
Sexo:

Masculino 


 
Feminino
 
 3.
Ocupação:
 4.
Escolaridade:
 
 
 Estudante
 
 Ensino
Básico
(1º
ano
–
4º
ano)
 
 Trabalhador‐Estudante
 
 Ciclo
Preparatório
(5º
‐
6º
ano)
 
 Trabalhador
por
conta
de
outrem
 
 Ensino
Secundário
(7º
‐
9º
ano)
 
 Trabalhador
por
conta
própria
 
 Ensino
Secundário
(10º
‐
12º
ano)
 
 Desempregado
 
 Bacharelato
/
Licenciatura
 
 Dona
de
casa
 
 Mestrado/
Doutoramento
 
 
 Reformado
 
 
 V
–
LITERACIA
E
AUTONOMIA
TECNOLÓGICA
 1. Utiliza
telemóvel?

Sim 
 
 
Não
(passe
à
questão
6)
 
 2. Há
quanto
tempo
utiliza
telemóvel?
_____anos
 
 3. Usa
com
que
regularidade
o
telemóvel?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
 4. Que
funções/aplicações
utiliza
no
telemóvel?
(ex:
agenda,
alarme,
etc)
______________________
 ________________________________________________________________________________
 5. Precisa
de
auxílio
para
trabalhar
com
o
telemóvel?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
Algum
 
 
Bastante
auxílio
 
 6. Utiliza
computador?

Sim 

 
Não
(passe
à
questão
11)
 
 7. Há
quanto
tempo
utiliza
computador?_______anos
 
 8. Usa
com
que
regularidade
o
computador?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
 
 40

  • 41. 9. Precisa
de
auxílio
para
trabalhar
com
o
computador?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
Algum
 
 
Bastante
auxílio
 
10. Que
funções/aplicações
utiliza
no
computador?
(ex:
word,
jogos,
internet,
etc)
 ________________________________________________________________________________
 
11. 
Utiliza
a
internet?

Sim 
 
 
Não
(passe
à
questão
16)
 
12. Há
quanto
tempo
acede
à
internet?______anos
 
13. Com
que
frequência
acede
à
internet?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
14. Precisa
de
auxílio
para
navegar
na
internet?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
Algum
 
 
Bastante
auxílio

15. Que
funções/aplicações
utiliza
na
internet?
(ex:
jogos,
mail,
etc)____________________________
 ________________________________________________________________________________

 
16. Quando
não
sabe
como
funciona
um
dado
equipamento
electrónico,
ou
precisa
de
ajuda
na
 instalação,
como
resolve
a
situação?

 





a)Raramente
preciso
de
ajuda
 

 
b)Recorro
a
familiares/
amigos


 





c)
Recorro
a
ajuda
de
um
técnico

 
d)Outro:_______________________________

VI
–
NECESSIDADES
ESPECIAIS
.
Indique
o
grau
de
dificuldade
que
sente
diariamente
na
realização
de
algumas
atividades

1.
Tem
dificuldade
em
ver
mesmo
usando
óculos
ou
lentes
de
contacto?

a)
Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 
b)
Tem
pouca
dificuldade





c)Tem
alguma
dificuldade

d)
Tem
muita
dificuldade
 
 
e)
Não
consegue
ver

2.
Tem
dificuldade
em
ouvir
mesmo
usando
um
aparelho
auditivo?

a)
Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 
b)
Tem
pouca
dificuldade





c)Tem
alguma
dificuldade

d)
Tem
muita
dificuldade
 
 
e)
Não
consegue
ouvir

 
 OBRIGADO
PELA
SUA
PARTICIPAÇÃO
 
 41

  • 42. 




 ANEXO
2
 Entrevista
semi‐estruturada
(Quico
&
Henriques,
2011)
 Versão
aumentada
para
indivíduos
com
deficiência
visual
e
auditiva

 42

  • 43. 
 A
 Universidade
 Lusófona
 está
 a
 desenvolver
 uma
 investigação
 em
 Portugal
 sobre
 Televisão

 Digital
 Terrestre
 e
 precisamos
 da
 sua
 ajuda
 para
 testar
 equipamento
 descodificador
 para
 converter

 sinal
de
televisão.


 A
 informação
 recolhida
 destina‐se
 exclusivamente
 para
 fins
 de
 investigação
 científica.
 A
 sua
 colaboração
é,
para
nós,
muito
importante,
mas
poderá
não
participar
ou
desistir
se
assim
desejar.

 • Não
 existem
 respostas
 certas,
 nem
 erradas,
 o
 que
 está
 a
 ser
 testado
 são
 aparelhos
 e
 não
 o

 participante.
Agradecemos
a
sua
resposta
sincera
e
honesta,
qualquer
que
ela
seja.



 • No
final
dos
testes,
serão
sorteadas
3
caixas
descodificadoras
para
oferta
aos
participantes
 Obrigado
pela
sua
colaboração
e
disponibilidade.


I
–
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
6. Que
tipo
de
serviço
televisivo
tem
em
casa?

 
Os
4
canais
básicos
gratuitos

















Serviço
de
TV
paga
 6.1. Se
respondeu,
“serviço
de
TV
paga”,
que
tipo
de
serviço
tem?
 
 
TV
por
cabo

 
 
 
TV
por
satélite
 
 
 
 
 
TV
por
fibra/
IPTV
 
 
Não
sei
 6.2. Se
respondeu,
“serviço
de
TV
paga”,
tem
box
(caixa
descodificadora)?
 
 
Sim

 
 
 
Não
 
7. Quantas
horas
de
televisão
vê
em
média
por
dia?
 
Menos
de
1
hora
 
 
1
a
2
horas
 
 
2
a
4
horas
 
 
mais
de
4
horas
 
8. 
Com
que
regularidade
utiliza
o
Teletexto?
 
Nunca
 
Raramente
 
 
Algumas
vezes

 
Muitas
vezes












Sempre
 3.
1
Para
que
efeito
o
utiliza?_______________________________________________________
 
9. Já
utilizou
o
serviço
de
legendagem
para
pessoas
com
deficiências
auditivas
através
do
teletexto?
 

























Sim


 
 
Não
(se
não
utilizou,
passe
à
questão
5)
 9.1. Em
caso
positivo,
em
que
canais?______________________________________________
 9.2. Ainda,
com
que
frequência
utiliza
este
serviço
de
legendagem
para
pessoas
com
deficiências
 auditivas?
 
Nunca
 
Raramente
 
 
Algumas
vezes

 
Muitas
vezes

 

Sempre
 
 4.3.
Considera
ser
esta
melhor
solução
do
que
a
língua
gestual
para
deficientes
auditivos?

 
Sim
 
Não
 
 
Não
sei
 Porquê?
__________________________________________________________________
 
 
 43

  • 44. 10. Já
utilizou
algum
serviço
de
áudio‐descrição
para
pessoas
com
deficiências
visuais,
através
de
um
 canal
de
televisão?
 
Sim

 
 
 
Não
(se
não
utilizou
passe
ao
grupo
II)
 10.1. Em
caso
positivo,
em
que
canais?
_______________________________________
 10.2. Ainda,
com
que
frequência
utiliza
o
serviço
de
áudio‐descrição?
 
Nunca
 
Raramente
 
Algumas
vezes

 
Muitas
vezes

 

Sempre
 5.3
Como
faz
para
saber
a
programação
de
um
determinado
canal?
 
Não
tem
interesse
para
si
 
Pede
ajuda
a
outras
pessoas
 
 
Pesquisa
na
Internet
 
 
Acede
ao
teletexto





 
 
Outra.
Qual?
___________________________________
 
 5.4
Como
gostaria
de
ter
conhecimento
sobre
essa
informação?
___________________________
 ________________________________________________________________________________
 
 II
–
CARACTERÍSTICAS,
ATITUDES
E
PREFERÊNCIAS
FACE
À
TV
DIGITAL
12. Assinale
com
uma
(X)
se
ouviu
falar
e/ou
sabe
o
que
é:
 

 Ouviu
falar
 Sabe
o
que
é
 TV
digital
 
 
 
 
 

 

 HD
‐
TV
de
alta
definição
 

 

 Switchover
digital
 
 

 

 Televisão
digital
terrestre
(TDT)
 

 

 BOX/Caixa
descodificadora
(STB)
 

 


13. Avalie
por
favor
o
seu
interesse
geral
na
TV
digital
 
Nada
interessado/a 
 
 
Pouco
interessado/a 
 
Com
interesse
 
Muito
interessado/a 
 
 
Bastante
interessado/a
 
14. Sabe
se
a
sua
zona
de
residência
já
tem
cobertura
TDT

‐Televisão
Digital
Terrestre?
 
Zona
sem
cobertura
 
 
Com
cobertura
 
 
Não
sei
 
15. Sabia
que
vai
haver
um
“apagão”?
Ou
seja,
o
sinal
analógico
de
televisão
dos
4
canais
generalistas
 (RTP1,
RTP2,
SIC,
TVI)
vai
ser
desligado,
passando
a
ser
emitido
apenas
em
formato
digital?
 
Sim
 
 
Não
 
16. 
Sabia
que
quem
recebe
o
sinal
de
televisão
por
antena,
caso
não
tenha
um
televisor
com
um
 receptor
com
descodificador
de
TV
digital
incorporado,
terá
de
comprar
uma
caixa
ou
televisor
 que
receba
o
novo
sinal
digital
para
continuar
a
ver
TV
gratuitamente?
 
Sim
 
 
Não
 
17. Caso
receba
televisão
através
de
antena
(sinal
analógico)
e
só
tenha
os
4
canais
generalistas,
e
 ainda
não
tem
a
caixa
descodificadora,
já
pensou
como
vai
obter
apoio,
para
continuar
a
ter
os
4
 canais
generalistas
em
casa?
 
(se
não
é
o
seu
caso,
passe
à
questão
11)
_____________________________________________
 
 
 44

  • 45. 18. Qual
acha
que
é
a
dificuldade
em
instalar
e
utilizar
o
descodificador
de
TDT
em
sua
casa.

 7.1
Instalar:
 
Muito
complicado
 
Complicado

  
Simples

 
Muito
simples
 
Não
sei
 7.2
Utilizar:

 
Muito
complicado
 
Complicado

  
Simples

 
Muito
simples
 
Não
sei
 
19. 
Qual
pensa
vir
a
ser
o
sistema
que
vai
adoptar?
 
Vai
comprar
o
descodificador
 




 
 
 

Vai
comprar
uma
televisão
nova
 
Vai
aderir
a
um
serviço
pago
de
TV
por
cabo,
satélite
ou
IPTV
 

Não
sabe
 

Nenhum
–
vou
deixar
de
receber
televisão
em
casa
 
20. 
Sabe
se
há
custos
envolvidos?


 

Sim
 
 
Não

 
 
Não
sei
 
21. Utilizar
TV
digital
é
mais
simples
ou
complicado
que
a
TV
analógica,
em
sua
opinião?
 
Mais
complicado
 
Complicado

 
Simples

 
Mais
simples
 
Não
sei
 
22. Sabe
quando
é
a
data
limite
para
o
“apagão”?________________

III
–
EXPECTATIVAS
RELATIVAMENTE
À
TV
DO
FUTURO
3. Daqui
a
5
anos,
acha
que
vai
ver
mais
televisão,
menos
ou
o
mesmo
tempo
do
que
vê
hoje
em
 dia?

Muito
menos




Menos



 
O
mesmo
 
Mais
 
Muito
mais
 
Não
sei
4. Como
imagina
que
a
televisão
venha
a
ser
daqui
a
10
anos.
 2.1
Em
termos
de
programas_____________________________________________________
 
 _____________________________________________________________________________
 
 2.2.
Em
termos
de
tecnologia_____________________________________________________
 
 _____________________________________________________________________________
 
 2.3
Outra_____________________________________________________________________
 
 
 
 
 
 
 
 
 45

  • 46. 
 IV
–
DADOS
SÓCIO‐DEMOGRÁFICOS

3. 1.
Idade:
_______anos
 4. 2.
Sexo:

Masculino 


 
Feminino
 
 3.
Ocupação:
 4.
Escolaridade:
 
 
 Estudante
 
 Ensino
Básico
(1º
ano
–
4º
ano)
 
 Trabalhador‐Estudante
 
 Ciclo
Preparatório
(5º
‐
6º
ano)
 
 Trabalhador
por
conta
de
outrem
 
 Ensino
Secundário
(7º
‐
9º
ano)
 
 Trabalhador
por
conta
própria
 
 Ensino
Secundário
(10º
‐
12º
ano)
 
 Desempregado
 
 Bacharelato
/
Licenciatura
 
 Dona
de
casa
 
 Mestrado/
Doutoramento
 
 
 Reformado
 
 
 V
–
LITERACIA
E
AUTONOMIA
TECNOLÓGICA
 17. Utiliza
telemóvel?

Sim 
 
 
Não
(passe
à
questão
6)
 
 18. Há
quanto
tempo
utiliza
telemóvel?
_____anos
 
 19. Usa
com
que
regularidade
o
telemóvel?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
 20. Que
funções/aplicações
utiliza
no
telemóvel?
(ex:
agenda,
alarme,
etc)
______________________
 ________________________________________________________________________________
 21. Precisa
de
auxílio
para
trabalhar
com
o
telemóvel?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
  Algum
 
 
Bastante
auxílio
 5.1
Se
precisa
de
auxilio,
descreva
que
tipo

(software,
audio‐descrição,
 etc.)___________________________________________________________________________
 22. Utiliza
computador?

Sim 

 
Não
(passe
à
questão
11)
 
 23. Há
quanto
tempo
utiliza
computador?_______anos
 
 24. Usa
com
que
regularidade
o
computador?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
 
 46

  • 47. 25. Precisa
de
auxílio
para
trabalhar
com
o
computador?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
  Algum
 
 
Bastante
auxílio
 9.1
Se
precisa
de
auxilio,
descreva
que
tipo

(software
próprio,
Narrador,

etc.):
_______________
 ________________________________________________________________________________
26. Que
funções/aplicações
utiliza
no
computador?
(ex:
word,
jogos,
internet,
etc)
 ________________________________________________________________________________
 
27. 
Utiliza
a
internet?

Sim 
 
 
Não
(passe
à
questão
16)
 
28. Há
quanto
tempo
acede
à
internet?______anos
 
29. Com
que
frequência
acede
à
internet?
 
a)1‐2
vezes
por
semana
 
 
 
b)
3‐4
vezes
por
semana
 
c)
Uma
vez
por
dia
 
 
 
d)
Mais
que
uma
vez
por
dia
 
30. Precisa
de
auxílio
para
navegar
na
internet?
 
Nenhum
auxílio
 

 
Pouco
 
 
  Algum
 
 
Bastante
auxílio
 14.
1
Se
precisa
de
auxilio,
descreva
que
tipo

(software
próprio,
áudio‐descrição,

etc.):

________
 ________________________________________________________________________________

31. Que
funções/aplicações
utiliza
na
internet?
(ex:
jogos,
mail,
etc)____________________________
 ________________________________________________________________________________

 
32. Quando
não
sabe
como
funciona
um
dado
equipamento
electrónico,
ou
precisa
de
ajuda
na
 instalação,
como
resolve
a
situação?

 





a)Raramente
preciso
de
ajuda
 

 
b)Recorro
a
familiares/
amigos


 





c)
Recorro
a
ajuda
de
um
técnico















d)Outro:_______________________________

VI
–
NECESSIDADES
ESPECIAIS
.
Indique
o
grau
de
dificuldade
que
sente
diariamente
na
realização
de
algumas
atividades
1.
Tem
dificuldade
em
ver
mesmo
usando
óculos
ou
lentes
de
contacto?

a)Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 
b)Tem
pouca
dificuldade





c)Tem
alguma
dificuldade

d)
Tem
muita
dificuldade
 
 
e)
Não
consegue
ver

2.
Tem
dificuldade
em
ouvir
mesmo
usando
um
aparelho
auditivo?

a)
Não
tem
dificuldade
ou
tem
pouca
 
b)
Tem
pouca
dificuldade





c)Tem
alguma
dificuldade

d)
Tem
muita
dificuldade
 
 
e)
Não
consegue
ouvir

 OBRIGADO
PELA
SUA
PARTICIPAÇÃO
 
 47

  • 48. 
 
 
 
 
 Anexo
3
 Teste
de
usabilidade
(Quico
&
Henriques,
2011)


 48

  • 49. 
 CAIXA
________
 
 
 
 
 
Participante:__________

I
‐
USABILIDADE
Este
equipamento
deve
ser
novo
para
si,
por
isso
pode
familiarizar‐se
com
o
Telecomando.
0. Pedir
uma
identificação
visual
dos
botões
do
comando.
Conhecimento
dos
botões_______(1‐5)
 
1. Ligar
a
box
 Utilizou
o
telecomando

Sim 
 
Não








Dificuldade
(1‐5):
______
(de
1‐
Difícil
a
5‐
Fácil)
 
2. Mudar
de
canal
na
caixa:
 
Utilizou
o

‐/+

 
 
Teclado
numérico
 
 
Cursor
 
3. Alterar
o
volume.
Dificuldade
(1‐5):
______
 
4. Teletexto
 4.1
Ver
a
programação
da
SIC
à
noite.
Dificuldade
(1‐5):
______
 
 Botões

utilizados:
 Canal
‐/+

 
 
Teclado
numérico
 
 
Botões
coloridos
 
5. Utilização
do
Guia
de
programação
 
 5.1 Procurar
no
telecomando
o
Guia
de
Programação.
Dificuldade
(1‐5):
_____
(5=Fácil)
 
 5.2 Ver
a
programação
da
TVI
às
20
horas.
Dificuldade
(1‐5):
______
(5=Fácil)
 Botões

utilizados:

 
Canal
‐/+

 
 
Teclado
numérico
 
 
Botões
coloridos
 
Cursor
 
 5.3 Em
geral,
o
Guia
de
programação
é:
 Difícil
de
Usar


 
 
 
 
 Fácil
de
Usar
 Pobre

em
 
 
 
 
 
 Rico
em
 Informação

 Informação
 Feio/
desagradável


 
 
 
 
 Bonito
/
agradável
 Pouco
útil


 
 
 
 
 
 Muita
utilidade
  
 
 
 49

  • 50. 6. Navegar
pelo
Menu
e
descrever
o
que
está
a
ver
e
para
que
serve.
Dificuldade
(1‐5):
___
 (verificar
configuração
de
canais,
gestão
da
cor,
do
som,
etc.______________________________
 ________________________________________________________________________________
 ________________________________________________________________________________
 
7. Facilidade
da
leitura
do
texto
nas
diversas
janelas
(contraste
letra‐fundo,
tamanho
letra).

 Dificuldade
(1‐5):
_________(5=Fácil)
 Notas:
__________________________________________________________________________
 
 ________________________________________________________________________________
 
 
 
 II
‐
QUESTIONÁRIO
 
1. Imagine
que
tem
que
ir
a
uma
loja
comprar
uma
caixa
descodificador
e
o
lojista
diz‐lhe
que
tem
3
 para
venda.
Quais
das
3
compraria
e
porquê?
(analisar
os
aspectos
que
encontrou
nestas
caixas)
 ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________
 
2. Que
perguntas
faria
ao
vendedor
para
antes
de
tomar
a
sua
decisão?
 ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________
3. Agora
 que
 conhece
 melhor
 algumas
 das
 funcionalidades
 do
 serviço
 digital,
 acha
 que
 vai
 tirar
 partido
de
algum
das
aplicações?
 
Não
 
Talvez
 
Sim.
Quais?___________________________________________
 ______________________________________________________________________________________
4. Imagine
que
lhe
é
dada
a
oportunidade
de
ter
uma
caixa
com
funções
à
sua
medida.
Que
funções
 gostaria
de
ter
na
SUA
caixa?
 ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________
 
 TERMINOU
O
QUESTIONÁRIO.
OBRIGADO
PELA
COLABORAÇÃO
 
 50


×