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Boletim dst aids_esp2011

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    Boletim dst aids_esp2011 Boletim dst aids_esp2011 Document Transcript

    • ExpedienteSecretaria de Estado da Saúde de São Paulo AgradecimentosCoordenadoria de Controle de Doenças Nossos agradecimentos ao Departamento NacionalCentro de Vigilância Epidemiológica “Alexandre Vranjac” de DST/Aids e Hepatites Virais pelo fornecimento doCentro de Referência e Treinamento em DST/Aids – CRT- relacionamento das bases de dados do SINAN-Aids,DST/AIDS-SP Sistema de Mortalidade (SIM), Sistema de Controle dePrograma Estadual de DST/Aids de São Paulo Exames Laboratoriais (SISCEL) e Sistema de Logística de Medicamentos antirretrovirais (SICLOM), em especial aoCoordenação do Programa Estadual de DST/Aids Departamento de Vigilância, Informação e Pesquisa: KarenMaria Clara Gianna – Coordenadora Bruck, Gerson Fernando Mendes Pereira e Silvano Oliveira.Rosa Alencar - Coordenadora Adjunta Revisão do Texto:Vigilância Epidemiológica do Programa Estadual Ângela Tayra, Artur Olhovetchi Kalichman, Carmen Silviade DST/Aids/CVE Bruniera Domingues, Carla Gianna Luppi, Luiza Harunari Matida, Maria Clara Gianna, Rosa Alencar.DiretoriaÂngela Tayra Equipe Técnica Ana Lúcia C. Monteiro, Ana Paula Volpato Kuga, CarmenOrganização dessa Edição Silvia Bruniera Domingues, Carla Gianna Luppi, Celsis deCarmen Silvia Bruniera Domingues Jesus Pereira, Emily Anna Catapano Ruiz, Ione AquemiMariza Vono Tancredi Guibu, Márcia Cristina Polon do Carmo, Maria Aparecida da Silva, Maria Lúcia Rocha de Mello, Marina Maeda T.Elaboração dos Santos, Mariza Vono Tancredi, Solange E. C. Gomes eVigilância Epidemiológica do Programa Estadual Wong Kuen Alencar.de DST/Aids - SP:Ângela Tayra, Carmen Silvia Bruniera Domingues, Equipe de ApoioMárcia Cristina Polon do Carmo, Maria Aparecida da Eunice Francisco da Silva, Magda C. B. de Queiroz eSilva, Maria Lúcia Rocha de Mello, Mariza Vono Tancredi, Roberto Barbosa dos Santos.Solange E. C. Gomes. CapaColaboração Criação de Alex Cardoso, inspiradoCoordenação da Transmissão Vertical do HIV e Gerência em obra de Romero Brito.de Prevenção do Programa Estadual de DST/Aids - SP:Luiza Harunari Matida, Naila Janilde Seabra Santos e Editoração, CTP, Impressão e AcabamentoMárcia Giovanetti Imprensa Oficial do Estado de São PauloFundação Seade Cópias do boletim estão disponíveis no setor de VigilânciaBernadette Cunha Waldvogel, Lilian Cristina Correia Epidemiológica do Centro de Referência e TreinamentoMoraes, Margarete Silva Jordani, Mônica La Porte Teixeira em DST/Aids e no site www.crt.saude.sp.gov.bre Valmir José Aranha. ISSN 1984-641xCentro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo -ETH/SERSA/CVS Rua Santa Cruz, 81Regina Lúcia Cardoso Botega 04121-000 – São Paulo – SP Fone/Fax: (11) 5539-3445 ou 5087-9864/9865Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais E-mail: epidemio@crt.saude.sp.gov.brSilvano Oliveira Disque AIDS: 0800-162550 Tiragem : 4.000 exemplares
    • BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO C.R.T. – DST/AIDS. C.V.E. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Coordenadoria de Controle de DoençasCentro de Referência e Treinamento em DST/Aids – CRT-DST/AIDS-SP Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo ANO XXVIII – Nº 1 DEZEMBRO 2011
    • Índice Apresentação 03 1. AIDS 05 2. AIDS em indivíduos menores de 13 anos de idade 39 3. Gestante infectada pelo HIV no estado de São Paulo 67 4. Vigilância Epidemiológica da Criança Exposta ao Risco de Transmissão Vertical do HIV 77 5. Sífilis na Gestação 85 6. Sífilis Congênita no estado de São Paulo 97Editoração, CTP, Impressão e Acabamento: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
    • Apresentação Nesta edição do Boletim Epidemiológico da Coordenação do Programa Estadual de DST/Aids deSão Paulo são apresentados os dados de casos de aids, da Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS),produto da vinculação dos casos de aids notificados no SINAN e dos óbitos do Sistema de Mortalidadeda Fundação Seade, complementada pelo relacionamento com a base de dados do Departamento deDST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, pelo segundo ano consecutivo. Apresentamos de forma inédita uma análise detalhada em capítulo específico dos casos de aidsem crianças menores de treze anos de idade. A redução da aids em crianças encontra-se intrinseca-mente relacionada com as medidas preconizadas para a prevenção e assistência de crianças expostasa transmissão vertical do HIV e de gestantes soropositivas, pois cerca de 90% dos casos dizem respei-to à esta categoria de transmissão. Neste sentido, em 2010, a Coordenação Estadual de DST/Aids deSão Paulo propôs o “Protocolo para investigação dos casos HIV/aids por transmissão vertical” com afinalidade de investigar todos os casos de criança soropositiva para o HIV ou aids. Ressalta-se que aocorrência de aids entre crianças é um evento sentinela da qualidade da atenção materno-infantil oude contextos de vulnerabilidades às DST/aids que exigem medidas de intervenção de acordo com arealidade e necessidade local. O contexto epidemiológico da transmissão vertical da sífilis e HIV – gestante HIV positivo, criançaexposta ao risco de transmissão vertical do HIV, sífilis na gestação e sífilis congênita traz subsídios paramelhor planejamento e avaliação das ações implementadas rumo à meta de eliminação da transmis-são vertical destes agravos no estado de São Paulo, até 2015. Dra. Maria Clara Gianna - Dra. Rosa de Alencar Souza Coordenação do Programa Estadual DST/AIDS-SP
    • 4 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • aids A Base Integrada Paulista de Aids (BI- Relacionamento das basesPAIDS) é gerada através do relacionamento de de dados de aidsbanco de dados do SINAN-Aids com os dados demortalidade da Fundação Seade e vem sendoatualizada anualmente. Esse processo está sen- Dos 212.551 casos de aids registrados nodo replicado desde 2004 e atualmente faz parte estado de São Paulo, 9.928 (5,1%) foram óbitosda rotina de trabalho das equipes das duas ins- ainda não notificados no SINAN e 17.132 (8,1%)tituições, integrando e racionalizando o uso dos registrados no SISCEL e SICLOM, totalizandosistemas já existentes. 27.060 casos (12,7%) subnotificados (Tabela 1 e A parceria com a área de Vigilância e Infor- Figura 1).mação do Departamento de DST, Aids e Hepati- A subnotificação medida pelos óbitostes Virais do Ministério da Saúde propiciou pelo por aids não notificados como caso no SINANsegundo ano consecutivo a recuperação de casos oscilam aproximadamente de 2 a 12% entrede aids registrados no Sistema de Informação de 2000 e 2009. A proporção de casos originadosExames Laboratoriais (SISCEL) e do Sistema de da base de dados do Departamento NacionalControle Logístico de Medicamentos (SICLOM). de DST, Aids e Hepatites Virais (DN) variou de No período de 1980 até junho de 2011 fo- 1,1% em 2000 a 26,2% em 2010. Ressalta-seram registrados no Estado de São Paulo 212.551 que todos estes casos identificados pela téc-casos de aids. Deste total, 185.491 casos foram nica de vinculação anual são enviados paranotificados no Sistema Nacional de Agravos de as equipes de vigilância epidemiológica regio-Notificação (SINAN), 9.928 conhecidos a partir nais/municipais, para procedimentos de inves-do Sistema de Mortalidade da Fundação Seade tigação e notificação.e 17.132 através do SISCEL e SICLOM.Figura 1. Total de casos de aids notificados no SINAN, BIPAIDS, BIPAIDS+DN - DST/Aids - MS, estado de São Paulo,1980 a 2011* Figura 1 - Total de casos de aids noƟficados no SINAN, BIPAIDS,BIPAIDS+DN-DST/Aids-MS, Estado de São Paulo, 1980 a 2011* SINAN BIPAIDS (SINAN+SEADE) BIPAIDS+DN** 14.000 12.000 10.000Nº de casos 8.000 6.000 4.000 2.000 0 20 * * * 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 20 09 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 ** * 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 20 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 10 11 Ano de diagnósƟcoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal** DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+menor do que 350 células/mm³*** Não foi realizado relacionamento entre a base de óbitos e o SINAN
    • Tabela 1. Casos notificados de aids, óbitos por aids não notificados no SINAN, casos registrados no banco do Depar-tamento Nacional de DST/Aids (DN), proporção de subnotificação de casos de aids em relação ao óbito e banco doDN por ano diagnóstico, estado de São Paulo, 1980 a 2011* Óbitos BIPAIDS Departamento Proporção de Subnotificação Ano de BIPAIDS SINAN sem SINAN (SINAN Nacional Diagnóstico +DN** Em relação Em relação Total (Seade) +Seade) DST/Aids (DN)** ao óbito ao DN** 1980 1 - 1 - 1 - - - 1981 - - - - - - - - 1982 8 - 8 - 8 - - - 1983 26 - 26 - 26 - - - 1984 86 - 86 - 86 - - - 1985 340 10 350 - 350 2,9 - 2,9 1986 612 16 628 - 628 2,5 - 2,5 1987 1.530 48 1.578 - 1.578 3,0 - 3,0 1988 2.538 99 2.637 - 2.637 3,8 - 3,8 1989 3.440 111 3.551 - 3.551 3,1 - 3,1 1990 5.055 303 5.358 - 5.358 5,7 - 5,7 1991 6.666 453 7.119 - 7.119 6,4 - 6,4 1992 8.159 502 8.661 - 8.661 5,8 - 5,8 1993 8.739 644 9.383 - 9.383 6,9 - 6,9 1994 9.113 641 9.754 - 9.754 6,6 - 6,6 1995 10.128 318 10.446 - 10.446 3,0 - 3,0 1996 10.996 281 11.277 - 11.277 2,5 - 2,5 1997 11.216 622 11.838 - 11.838 5,3 - 5,3 1998 12.235 178 12.413 - 12.413 1,4 - 1,4 1999 10.612 403 11.015 - 11.015 3,7 - 3,7 2000 10.391 198 10.589 - 10.589 1,9 - 1,9 2001 9.747 364 10.111 115 10.226 3,6 1,1 4,7 2002 9.480 484 9.964 961 10.925 4,9 8,8 13,2 2003 8.931 485 9.416 1.123 10.539 5,2 10,7 15,3 2004 7.552 506 8.058 1.515 9.573 6,3 15,8 21,1 2005 7.128 490 7.618 2.016 9.634 6,4 20,9 26,0 2006 6.726 476 7.202 1.997 9.199 6,6 21,7 26,9 2007 6.029 592 6.621 2.135 8.756 8,9 24,4 31,1 2008 6.019 938 6.957 2.154 9.111 13,5 23,6 33,9 2009 5.558 766 6.324 2.430 8.754 12,1 27,8 36,5 2010*** 4.935 - 4.935 1.754 6.689 - 26,2 26,2 2011*** 1.495 - 1.495 932 2.427 - 38,4 38,4 Total 185.491 9.928 195.419 17.132 212.551 5,1 8,1 12,7Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional de DST,Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal**DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+menor do que 350 células/mm³*** Não foi realizado relacionamento entre a base de óbitos e o SINAN6 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Na Tabela 2 verificou-se que o Grupo de Perfil epidemiológico da aidsVigilância Epidemiológica de Araraquara (GVE no estado de São Paulo12), apresentou a menor proporção de subno-tificação (7,5%, sendo 2,9% em relação ao siste- No estado de São Paulo, no período dema de mortalidade e 4,7% em relação ao banco 1980 a 30 de junho de 2011, foram registradosdo DN (SISCEL e SICLOM), ou seja, 92% dos ca- 212.551 casos na BIPAIDS (SINAN até 30/06/2011sos de aids estavam notificados ao Sistema de e Seade até 31/12/2009) e no banco de dados doVigilância Epidemiológica, seguido do GVE da DN, sendo 145.340 (68,4%) em homens e 67.193Capital, Araçatuba e Ribeirão Preto com cerca (31,6%) em mulheres (Tabela 3).de 90% de cobertura de notificação. Na análise da série temporal, observou-se As regionais de Franco da Rocha, Assis tendência crescente dos casos até 1998 (Tabela 3e Mogi das Cruzes são as que apresentam as e Figura 2), quando a taxa de incidência (TI) atin-maiores taxas de subnotificação 25%, 23% e giu 34,8 casos por 100.000 habitantes-ano. En-23%, respectivamente. tretanto, apesar do maior número de casos tanto Os resultados apresentados apontam em homens, quanto em mulheres ter ocorridopara a necessidade de aprimoramento das equi- neste ano, a TI masculina apresentou seu picopes de vigilância epidemiológica na busca ativa dois anos antes (46,9 casos em 1996). O pico dade casos em outras fontes de informação, como TI em mulheres foi atingido em 1998 e, a partiro Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), deste ano, o número de casos e taxas reduziram-SISCEL, SICLOM, Sistema de Informações Hospi- -se paulatinamente, em ambos os sexos.talares do SUS (SIH-SUS), SINAN de tuberculose A razão entre os casos do sexo masculi-e hepatites, dentre outros. No Anexo 1 apresen- no e feminino foi de 34/1 em 1985 e apresen-tamos uma sugestão de roteiro para busca ativa tou tendência de queda até 1996 quando foide casos de aids nos serviços de saúde. de 2/1 e vem se mantendo estável até 2011. O presente boletim apresenta tabelas Entretanto, é importante observar que, se tra-elaboradas através do BIPAIDS e outras que são balharmos com a razão masculino/feminino empossíveis apenas com dados do SINAN, como a números absolutos verifica-se que ela mantevecategoria de exposição. As tabelas de mortalida- sua tendência decrescente até 2005, quando foide têm como fonte de dados a Fundação Seade. de 1,69 e, a partir deste ano, apresentou leve Observa-se que em virtude do atraso do acréscimo, atingindo 1,81 em 2009.fluxo da notificação de aids e também porquea doença é crônica, o que permite a notificaçãodo caso, anos após o diagnóstico, o último me-lhor ano para se ter como referência de análiseé o ano de 2009. ...necessidade de aprimoramento das equipes de vigilância epidemiológica na busca ativa de casos em outras fontes de informação, como o Sistema de Mortalidade (SIM), SISCEL, SICLOM, Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS), SINAN de tuberculose e hepatites... Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 7
    • Tabela 2. Casos notificados de aids, óbitos por aids não notificados no SINAN, casos registrados no banco do Departa-mento Nacional de DST/Aids (DN), proporção de subnotificação de casos de aids em relação ao óbito e banco do DN porGVE, estado de São Paulo, 1980 a 2011* Departamento Proporção de Subnotificação BIPAIDS Óbitos sem Nacional BIPAIDS GVE de residência SINAN (SINAN+ SINAN (Seade) DST/Aids +DN** Em relação Em relação Seade) Total (DN)** ao óbito ao DN** GVE 1 Capital 77.007 1.503 78.510 5.411 83.921 1,9 6,4 8,2 GVE 10 Osasco 7.929 813 8.742 1.052 9.794 9,3 10,7 19,0 GVE 11 Araçatuba 2.497 107 2.604 172 2.776 4,1 6,2 10,1 GVE 12 Araraquara 3.759 113 3.872 193 4.065 2,9 4,7 7,5 GVE 13 Assis 1.015 138 1.153 165 1.318 12,0 12,5 23,0 GVE 14 Barretos 2.190 128 2.318 162 2.480 5,5 6,5 11,7 GVE 15 Bauru 3.511 244 3.755 466 4.221 6,5 11,0 16,8 GVE 16 Botucatu 1.151 44 1.195 153 1.348 3,7 11,4 14,6 GVE 17 Campinas 13.178 835 14.013 1.276 15.289 6,0 8,3 13,8 GVE 18 Franca 1.666 158 1.824 187 2.011 8,7 9,3 17,2 GVE 19 Marília 1.603 96 1.699 216 1.915 5,7 11,3 16,3 GVE 20 Piracicaba 4.770 474 5.244 655 5.899 9,0 11,1 19,1 GVE 21 Presidente Prudente 1.482 76 1.558 118 1.676 4,9 7,0 11,6 GVE 22 Presidente Venceslau 501 28 529 73 602 5,3 12,1 16,8 GVE 23 Registro 611 40 651 56 707 6,1 7,9 13,6 GVE 24 Ribeirão Preto 7.648 393 8.041 490 8.531 4,9 5,7 10,4 GVE 25 Santos 12.357 896 13.253 946 14.199 6,8 6,7 13,0 GVE 26 São João da Boa Vista 1.920 74 1.994 212 2.206 3,7 9,6 13,0 GVE 27 São José dos Campos 4.838 275 5.113 362 5.475 5,4 6,6 11,6 GVE 28 Caraguatatuba 1.169 128 1.297 121 1.418 9,9 8,5 17,6 GVE 29 São José do Rio Preto 6.640 294 6.934 567 7.501 4,2 7,6 11,5 GVE 30 Jales 428 25 453 76 529 5,5 14,4 19,1 GVE 31 Sorocaba 5.638 605 6.243 859 7.102 9,7 12,1 20,6 GVE 32 Itapeva 347 25 372 55 427 6,7 12,9 18,7 GVE 33 Taubaté 3.979 436 4.415 588 5.003 9,9 11,8 20,5 GVE 7 Santo André 9.717 838 10.555 1.122 11.677 7,9 9,6 16,8 GVE 8 Mogi das Cruzes 6.573 766 7.339 1.180 8.519 10,4 13,9 22,8 GVE 9 Franco da Rocha 1.336 261 1.597 195 1.792 16,3 10,9 25,4 GVE ignorada 31 115 146 4 150 78,8 2,7 79,3 Total 185.491 9.928 195.419 17.132 212.551 5,1 8,1 12,7Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional de DST, Aidse Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal**DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+ menordo que 350 células/mm³8 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 3. Casos notificados de aids, Taxa de Incidência* (TI), segundo ano de diagnóstico, sexo e razão de sexo,estado de São Paulo, 1980 - 2011 ** Sexo Total Razão de Sexo Ano de Diagnóstico Masculino Feminino Ign*** N TI N TI N N TI M/F 1980 1 0,0 - - - 1 0,0 - - 1981 - - - - - - - - - 1982 8 0,1 - - - 8 0,0 - - 1983 25 0,2 1 0,0 - 26 0,1 25/1 25,00 1984 81 0,6 5 0,0 - 86 0,3 16/1 16,20 1985 340 2,5 10 0,1 - 350 1,3 34/1 34,00 1986 594 4,2 34 0,2 - 628 2,2 17/1 17,47 1987 1.414 9,9 164 1,1 - 1.578 5,5 9/1 8,62 1988 2.254 15,4 383 2,6 - 2.637 8,9 6/1 5,89 1989 3.012 20,2 539 3,5 - 3.551 11,8 6/1 5,59 1990 4.482 29,4 876 5,6 - 5.358 17,4 5/1 5,12 1991 5.812 37,4 1.306 8,2 1 7.119 22,6 4/1 4,45 1992 6.861 43,4 1.799 11,1 1 8.661 27,0 4/1 3,81 1993 7.265 45,1 2.117 12,8 1 9.383 28,8 3/1 3,43 1994 7.438 45,4 2.313 13,7 3 9.754 29,3 3/1 3,22 1995 7.670 46,0 2.774 16,1 2 10.446 30,9 3/1 2,76 1996 7.947 46,9 3.330 19,0 - 11.277 32,7 2/1 2,39 1997 7.927 46,0 3.909 21,9 2 11.838 33,8 2/1 2,03 1998 8.112 46,3 4.300 23,7 1 12.413 34,8 2/1 1,89 1999 7.188 40,3 3.825 20,6 2 11.015 30,3 2/1 1,88 2000 6.827 37,7 3.761 19,9 1 10.589 28,6 2/1 1,82 2001 6.414 35,0 3.809 19,9 3 10.226 27,3 2/1 1,68 2002 6.773 36,5 4.151 21,4 1 10.925 28,8 2/1 1,63 2003 6.504 34,7 4.035 20,6 - 10.539 27,5 2/1 1,61 2004 5.853 30,9 3.720 18,8 - 9.573 24,7 2/1 1,57 2005 5.833 30,5 3.801 19,0 - 9.634 24,6 2/1 1,53 2006 5.695 29,4 3.504 17,3 - 9.199 23,2 2/1 1,63 2007 5.560 28,5 3.196 15,6 - 8.756 21,9 2/1 1,74 2008 5.688 28,9 3.423 16,5 - 9.111 22,5 2/1 1,66 2009 5.634 28,3 3.120 14,9 - 8.754 21,4 2/1 1,81 2010 4.494 22,4 2.195 10,4 - 6.689 16,2 2/1 2,05 2011 1.634 793 2.427 2/1 2,06 Total 145.340 - 67.193 - 18 212.551 - 2/1 2,16Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de Incidência por 100.000 habitantes-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação Seade ** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal *** Casos com sexo ignorado na declaraçäo de óbito Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 9
    • Figura 2. Taxa de 2Incidência* dede aids por 100 mil habitantes-ano e razão de sexoe(%) por ano de diagnósƟco, Estado ano de diag- Figura - Taxa de Incidência aids por 100 mil habitantes-ano razão de sexo (%) pornóstico, estado São Paulo, 1980 a 2010** São Paulo, 1980 a 2010* Masculino Feminino Total Razão de Sexo 50 40 45 35 40 30 TI (por 100mil hab-ano) 35 razão M/F (%) 30 25 25 20 20 15 15 10 10 5 5 0 0 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 Ano de DiagnósƟcoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Utilizada projeção populacional da Fundação Seade** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensalIdade e sexo Em número absoluto de casos, toman- Podem ser observados dois fatos interes-do-se as décadas de 80 e 90 inteiras, a faixa santes, relacionados à questão do envelhecimen-etária predominante foi a de 30 a 39 anos de to da epidemia. O primeiro é que, embora seidade. Focalizando a medida de risco de aids, mantendo em segunda posição de 2003 a 2009,a partir de 1991, verifica-se que no período a faixa etária de 40-49 anos vem se aproximandode 1991 a 1995 a maior taxa de incidência (TI) da faixa de 30-39 anos, de tal sorte que em 2003concentrou-se na faixa etária de 25 a 29 anos, estas taxas foram, respectivamente, 50,4 e 68,7quando foi superada, em 1996, pela faixa de e em 2009 elas passaram a 40,9 e 44,5 casos por30 a 39 anos (TI= 84,9 casos por 100.000 ha- 100 mil habitantes-ano. A segunda questão a ob-bitantes-ano), que permaneceu como a predo- servar é que na comparação das faixas etárias deminante até 2009 (TI= 44,5 casos por 100.000 20-24 anos e de 50-59 anos, as taxas de incidên-habitantes-ano). De 1996 até 2002, a faixa de cia da primeira faixa etária foram maiores do que25 a 29 anos ocupou a segunda posição da taxa as da segunda até 2001, tendo sido ultrapassa-de incidência, tendo sido superada em 2003 das em 2002, e a partir de então as taxas de inci-pelo grupo etário de 40 a 49 anos (TI = 50,4 dência de 50-59 anos tem sido cada vez maiores,casos por 100.000 habitantes-ano) que passou com relação às TI de 20-24 anos (Tabelas 4 e 5).a ocupar a segunda posição de incidência le- Na Tabela 5 verifica-se que no total a taxavando a faixa de 25 a 29 anos para a terceira de incidência de aids no sexo masculino perma-posição, permanecendo as faixas nesta ordem nece mais elevada em relação ao feminino ematé 2009 (Tabelas 4 e 5) . todo o período. A taxa de incidência de aids foi10 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • crescente para o sexo masculino até 1996 quan- rápido para os homens do que para as mulheresdo atingiu 46,9 por 100.000 habitantes-ano e nas faixas etárias mais velhas, para os homens nareduziu para 28,3 em 2009. Entretanto, no sexo faixa de 30-39 anos passa a ter a maior incidên-feminino o pico da taxa de incidência foi atingido cia em 1996, para as mulheres isto só ocorre emem 1998 com 23,7 casos por 100.000 habitantes- 2001. A incidência de 40-49 anos passa a ser a se--ano e reduziu-se durante o período para 14,9 gunda taxa em 2001 para os homens e, em 2004,em 2009. para as mulheres. Em todo o período as taxas de A taxa de incidência na faixa etária de 15 a incidência na faixa de 70 anos e mais são maiores19 anos foi maior entre os homens até 1996, des- para os homens (Tabelas 4 e 5).de então, tem sido maior entre as mulheres, comexceção dos anos de 2004. Na faixa etária de 20 a24 anos ocorreu predomínio da TI em homens nagrande maioria dos anos. Na faixa etária de 70 anos e mais, compa- ...o aumento da TI ocorre maisrando-se os anos de 2000 e 2008, observou-se um rápido para os homens do que paraaumento de 97% e 49% na taxa de incidência para as mulheres nas faixas etárias maishomens e mulheres, respectivamente. Estudos es- velhas, para os homens na faixapecíficos para esta faixa são de extrema relevân- de 30-39 anos passa a ter a maiorcia, para o conhecimento do momento da infecção incidência em 1996, para as mulherespelo HIV e dos fatores associados à evolução para isto só ocorre em 2001.aids. Observa-se que o aumento da TI ocorre maisTabela 4. Casos notificados de aids, segundo faixa etária (anos) e ano de diagnóstico, estado de São Paulo,1980 a 2011* Ano de Diagnóstico Faixa Etária (anos) Total 80 a 89 90 a 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 0-4 243 2.896 310 279 239 179 129 116 76 59 73 69 51 20 4.739 5-9 33 453 85 96 115 117 93 60 52 34 26 13 20 9 1.206 10 - 12 28 121 13 24 19 20 30 27 22 22 18 21 14 6 385 13 - 14 33 125 10 15 14 11 17 14 16 14 32 9 13 2 325 15 - 19 435 1.988 143 130 146 141 110 114 119 130 158 137 82 31 3.864 20 - 24 1.283 10.510 801 739 730 665 564 574 516 515 557 582 529 159 18.724 25 - 29 1.820 21.198 1.853 1661 1661 1471 1344 1272 1242 1182 1220 1246 961 302 38.433 30 - 39 3.172 38.276 4.356 4145 4523 4255 3715 3671 3423 3131 3138 2968 2135 842 81.750 40 - 49 1.263 15.404 2.079 2177 2394 2526 2421 2561 2502 2378 2492 2301 1761 648 42.907 50 - 59 383 4.484 695 704 804 856 865 972 912 965 1051 1014 848 305 14.858 60 - 69 124 1.396 211 203 216 238 222 201 265 257 268 321 228 82 4.232 70 anos e mais 21 278 30 49 54 54 59 46 50 69 73 66 47 21 917 ignorada 27 135 3 4 10 6 4 6 4 - 5 7 - - 211 Total 8.865 97.264 10.589 10.226 10.925 10.539 9.573 9.634 9.199 8.756 9.111 8.754 6.689 2.427 212.551Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites Virais Nota: * Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 11
    • Tabela 5. Taxa de incidência de aids por 100.000 habitantes-ano*, segundo faixa etária (anos), sexo e ano de diagnóstico, estadode São Paulo, 1991 a 2010** Faixa Ano de Diagnóstico Etária (anos) 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010Masculino 0-4 6,3 7,7 8,4 9,5 10,1 10,8 12,9 9,2 8,8 9,4 7,8 6,9 5,3 4,1 3,7 2,7 1,9 2,4 2,5 1,6 5-9 0,7 0,9 1,0 1,0 1,3 1,8 2,0 1,9 2,3 2,7 2,8 3,1 3,8 2,7 1,5 1,8 1,1 0,7 0,3 0,510 - 12 0,3 0,6 0,7 0,5 0,6 0,8 1,2 0,5 0,5 0,5 1,6 0,9 0,9 1,1 1,5 0,9 1,3 0,8 1,0 0,713 - 14 2,4 1,6 1,7 0,5 1,2 1,9 1,0 1,0 1,3 0,7 1,1 0,7 0,7 1,3 0,7 0,6 0,9 2,5 0,4 0,7 15 - 19 16,8 11,7 10,5 7,4 6,6 5,4 3,9 4,8 3,8 3,2 2,8 3,5 3,3 3,1 2,7 3,0 3,1 4,4 3,8 2,3 20 - 24 58,8 59,3 59,9 49,2 43,3 32,9 33,2 30,8 25,7 23,6 19,3 20,6 19,2 15,8 16,8 17,0 16,9 18,5 20,3 19,6 25 - 29 88,8 111,8 118,8 115,0 119,6 113,1 103,4 96,5 81,6 69,7 60,0 56,2 49,0 44,3 40,9 42,2 41,6 41,5 45,5 36,9 30 - 39 85,8 103,1 108,6 118,3 116,7 129,0 128,7 129,9 112,0 103,9 94,5 98,9 89,8 77,5 74,1 68,3 64,3 61,7 59,9 43,8 40 - 49 49,4 60,1 59,8 61,8 66,8 71,3 69,0 74,2 64,8 63,0 63,3 66,5 69,4 62,8 65,0 62,2 59,7 60,5 55,9 44,5 50 - 59 24,1 24,8 27,2 26,3 27,8 28,2 29,5 33,7 31,5 32,7 30,3 35,1 33,7 32,1 33,7 31,8 31,6 33,3 30,4 25,5 60 - 69 11,8 12,0 11,5 13,1 16,1 13,1 13,7 15,9 15,8 15,1 14,8 15,3 14,9 13,6 11,4 14,8 13,6 14,1 16,5 11,2 70 anos 3,1 4,9 4,2 4,4 5,9 3,9 3,9 5,2 5,3 3,1 5,9 5,0 5,9 5,1 4,1 4,4 5,8 6,0 4,3 3,8 e mais Subtotal 37,4 43,4 45,1 45,4 46,0 46,9 46,0 46,3 40,3 37,7 35,0 36,5 34,7 30,9 30,5 29,4 28,5 28,9 28,3 22,4 Feminino 0-4 6,8 7,6 8,3 9,5 11,6 12,3 13,7 10,4 10,2 10,0 10,0 8,6 6,5 4,6 4,2 2,6 2,3 2,9 2,6 2,2 5-9 0,7 1,0 1,2 0,8 1,2 1,8 2,5 2,0 2,3 2,7 3,3 4,3 3,8 3,4 2,5 1,7 1,2 1,1 0,6 0,9 10 - 12 0,1 0,2 0,2 0,4 0,7 0,5 0,8 1,4 0,6 0,8 0,8 1,0 1,1 1,9 1,2 1,3 0,9 1,0 1,1 0,7 13 - 14 0,6 0,5 0,3 0,6 0,5 0,5 0,4 0,7 1,0 0,7 1,0 1,3 0,9 1,2 1,3 1,8 1,2 2,2 0,9 1,2 15 - 19 3,4 4,8 4,3 4,4 4,4 4,7 4,8 5,5 4,4 4,7 4,4 4,7 4,6 3,1 3,9 3,9 4,5 4,9 4,4 2,720 - 24 17,9 22,5 24,3 20,3 21,6 26,8 26,6 27,7 23,9 21,8 22,3 20,3 17,9 15,5 15,0 11,5 11,5 12,1 11,7 9,425 - 29 19,4 27,7 32,8 35,2 40,9 46,7 54,7 60,1 48,7 46,3 41,9 43,7 37,9 33,7 31,6 27,5 23,8 25,0 21,4 14,130 - 39 14,6 20,8 24,9 28,8 33,7 43,4 49,1 55,5 48,7 44,7 44,4 50,3 48,5 41,6 42,0 38,6 32,5 34,2 29,8 20,140 - 49 8,8 11,4 13,5 15,7 19,1 23,1 26,9 28,7 26,2 26,8 28,5 32,2 32,6 32,9 34,1 32,8 29,0 30,7 27,0 18,050 - 59 3,9 5,7 7,5 7,3 10,6 12,5 13,4 15,4 13,4 15,0 15,9 15,7 18,0 18,0 20,4 17,1 18,1 18,8 18,0 13,6 60 - 69 1,9 2,7 2,7 4,1 5,5 4,7 6,3 6,7 6,4 7,9 6,7 6,7 8,4 7,4 6,9 8,6 8,3 8,1 9,2 6,5 70 anos 0,6 0,4 0,7 1,1 2,1 0,9 1,7 1,3 1,2 1,4 1,5 2,4 1,6 2,4 1,6 1,6 2,1 2,1 2,5 1,1 e mais Subtotal 8,2 11,1 12,8 13,7 16,1 19,4 21,9 23,7 20,6 19,9 19,9 21,4 20,6 18,8 19,0 17,3 15,6 16,5 14,9 10,4 Ambos os sexos 0-4 6,6 7,6 8,4 9,5 10,8 11,6 13,3 9,8 9,5 9,7 8,9 7,7 5,9 4,3 3,9 2,6 2,1 2,6 2,5 1,9 5-9 0,7 1,0 1,1 0,9 1,3 1,8 2,3 2,0 2,3 2,7 3,1 3,7 3,8 3,0 2,0 1,7 1,1 0,9 0,4 0,7 10 - 12 0,2 0,4 0,5 0,5 0,7 0,7 1,0 1,0 0,6 0,7 1,2 1,0 1,0 1,5 1,3 1,1 1,1 0,9 1,1 0,7 13 - 14 1,5 1,0 1,0 0,5 0,8 1,2 0,7 0,9 1,2 0,7 1,1 1,0 0,8 1,2 1,0 1,2 1,0 2,3 0,7 1,0 15 - 19 10,0 8,2 7,4 5,9 5,5 5,0 4,3 5,2 4,1 3,9 3,6 4,1 4,0 3,1 3,3 3,4 3,8 4,7 4,1 2,5 20 - 24 38,4 40,9 42,2 34,8 32,5 29,6 29,9 29,3 24,8 22,7 20,8 20,4 18,5 15,7 15,9 14,3 14,2 15,3 16,0 14,6 25 - 29 53,7 69,2 75,2 74,7 79,8 79,3 78,8 78,1 65,0 57,9 50,8 49,9 43,4 38,9 36,2 34,8 32,6 33,2 33,4 25,4 30 - 39 49,6 61,2 66,0 72,7 74,3 84,9 88,1 91,9 79,6 73,6 68,9 74,0 68,7 59,1 57,7 53,1 48,0 47,6 44,5 31,7 40 - 49 28,9 35,4 36,3 38,3 42,4 46,2 47,4 50,8 44,9 44,3 45,3 48,8 50,4 47,3 49,0 47,0 43,8 45,1 40,9 30,7 50 - 59 13,6 14,9 17,0 16,4 18,8 19,8 21,1 24,2 22,1 23,5 22,8 25,0 25,5 24,7 26,7 24,1 24,5 25,7 23,8 19,2 60 - 69 6,5 7,0 6,8 8,3 10,4 8,5 9,7 10,9 10,7 11,2 10,4 10,7 11,4 10,2 9,0 11,4 10,7 10,8 12,5 8,670 anos 1,6 2,3 2,2 2,6 3,7 2,1 2,6 2,9 2,9 2,1 3,3 3,5 3,3 3,5 2,6 2,7 3,6 3,7 3,2 2,2e maisTotal 22,6 27,0 28,8 29,3 30,9 32,7 33,8 34,8 30,3 28,6 27,3 28,8 27,5 24,7 24,6 23,2 21,9 22,5 21,4 16,2Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional de DST, Aids e Hepatites ViraisNotas:*Utilizada projeção populacional da Fundação Seade** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal 12 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Raça/cor respondeu a 59,4% dos casos, a preta 10,4%, a parda 23,5%, a amarela 0,6% e a vermelha 0,1%. Em 2000 a variável raça/cor foi inserida A proporção de casos de aids de raça/corna ficha de notificação epidemiológica de aids preta junto a parda, apresentou aumento, es-(FIE). A melhora na qualidade de preenchimen- pecialmente, entre as mulheres de cor de peleto das FIE ocorreu a partir de 2004 e, em 2010, preta/parda, de 33,1% em 2004 para 43,3% emapenas 4,7% das notificações não apresentaram 2011. Entre os homens pretos/pardos este au-esta informação (Tabela 6). Dos 45.442 casos no- mento foi de 28,8% para 35,4%, nos mesmostificados neste período, a cor de pele branca cor- anos específicos (Tabela 6).Tabela 6. Casos notificados de aids, segundo ano de diagnóstico, sexo e raça/cor, estado de São Paulo,2004 - 2011* Raça/Cor Total Ano de Diagnóstico Branca Preta Parda Amarela Indigena Ign/Branco N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)Masculino2004 2.959 61,9 480 10,0 897 18,8 28 0,6 3 0,1 410 8,6 4.777 100,02005 2.799 62,8 395 8,9 895 20,1 31 0,7 3 0,1 331 7,4 4.454 100,02006 2.777 64,0 403 9,3 867 20,0 22 0,5 5 0,1 263 6,1 4.337 100,02007 2.397 60,1 413 10,4 938 23,5 32 0,8 5 0,1 202 5,1 3.987 100,02008 2.349 60,7 391 10,1 940 24,3 22 0,6 1 0,0 167 4,3 3.870 100,02009 2.217 59,6 345 9,3 966 26,0 19 0,5 7 0,2 168 4,5 3.722 100,02010 2.004 59,1 321 9,5 868 25,6 26 0,8 5 0,1 164 4,8 3.388 100,02011 650 61,3 101 9,5 275 25,9 6 0,6 1 0,1 28 2,6 1.061 100,0Subtotal 18.152 61,3 2.849 9,6 6.646 22,5 186 0,6 30 0,1 1.733 5,9 29.596 100,0Feminino2004 1.593 57,4 329 11,9 589 21,2 15 0,5 - - 249 9,0 2.775 100,02005 1.482 55,4 333 12,5 617 23,1 16 0,6 3 0,1 223 8,3 2.674 100,02006 1.393 58,3 249 10,4 563 23,6 10 0,4 3 0,1 171 7,2 2.389 100,02007 1.141 55,9 256 12,5 546 26,7 8 0,4 1 0,0 90 4,4 2.042 100,02008 1.166 54,3 263 12,2 609 28,3 8 0,4 4 0,2 99 4,6 2.149 100,02009 1.000 54,5 205 11,2 548 29,8 9 0,5 2 0,1 72 3,9 1.836 100,02010 841 54,4 181 11,7 439 28,4 16 1,0 - - 70 4,5 1.547 100,02011 221 50,9 52 12,0 136 31,3 3 0,7 - - 22 5,1 434 100,0 Subtotal 8.837 55,8 1.868 11,8 4.047 25,5 85 0,5 13 0,1 996 6,3 15.846 100,0 Total 2004 4.552 60,3 809 10,7 1.486 19,7 43 0,6 3 0,0 659 8,7 7.552 100,0 2005 4.281 60,1 728 10,2 1.512 21,2 47 0,7 6 0,1 554 7,8 7.128 100,0 2006 4.170 62,0 652 9,7 1.430 21,3 32 0,5 8 0,1 434 6,5 6.726 100,0 2007 3.538 58,7 669 11,1 1.484 24,6 40 0,7 6 0,1 292 4,8 6.029 100,0 2008 3.515 58,4 654 10,9 1.549 25,7 30 0,5 5 0,1 266 4,4 6.019 100,0 2009 3.217 57,9 550 9,9 1.514 27,2 28 0,5 9 0,2 240 4,3 5.558 100,0 2010 2.845 57,6 502 10,2 1.307 26,5 42 0,9 5 0,1 234 4,7 4.935 100,02011 871 58,3 153 10,2 411 27,5 9 0,6 1 0,1 50 3,3 1.495 100,0Total 26.989 59,4 4.717 10,4 10.693 23,5 271 0,6 43 0,1 2.729 6,0 45.442 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Nota: * Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 13
    • Escolaridade Na investigação de suspeita de trans- missão de doenças por transfusão é ideal e Dos 177.667 casos de aids com mais de necessário que a vigilância epidemiológica e18 anos de idade, verifica-se na Tabela 7 um sanitária realizem o trabalho em conjunto. Aaumento da proporção com 8 a 11 anos de es- vigilância epidemiológica realiza a busca ati-tudo, passando de 28,1% em 2005 para 39,1% va, prevenção/controle de doenças e agravos,em 2010, e diminuição na proporção de casos e a vigilância sanitária realiza a busca de errosde aids com 1 a 3 anos de estudo (de 11,1% em ou falhas no processo dos serviços de hemo-2005 para 6,5% em 2010). Estas mudanças no terapia, ambas contribuem para minimizargrau de escolaridade dos casos assemelham- o risco de ocorrência de reações adversas à-se a da população geral do Estado. A principal transfusão. O processo de investigação epi-diferença entre os sexos foi expressa naqueles demiológica e sanitária da suspeita de trans-com 12 anos e mais de estudo, pois entre os missão de doenças pelo sangue poderá serhomens esta medida foi o dobro das mulheres, desencadeado de várias maneiras, sendo de-13,9% e 5,6%, respectivamente, em 2010. Vale talhado no Anexo 2.ressaltar o elevado percentual de casos ignora- A identificação de outras situações dedos (17,9%) em 2010, o que pode comprometer maior vulnerabilidade para a exposição ao HIV,a análise desta variável. tais como, usuários de crack, álcool e outras drogas, travestis, transexuais, profissionais do sexo, populações privadas de liberdade, migran-Categoria de exposição - Aids em tes, moradores de rua, pessoas vivendo em con-indivíduos com 13 anos ou mais de dições de extrema pobreza, parcerias sexuais deidade pessoas em situação de risco, dentre outras, são importantes para melhor caracterizar o perfil Nesses 30 anos de epidemia de aids no comportamental e suas tendências. Para tanto,estado de São Paulo, dos 179.962 casos de aids faz-se necessário a melhora nos instrumentoscom 13 anos de idade ou mais notificados no de investigação epidemiológica, como a FIE e asistema de vigilância epidemiológica (SVE), ficha do Sistema de Informação dos Centros de42,0% apresentaram categoria de exposição Testagem e Aconselhamento (SICTA) que pode-heterossexual, 20% foram os de homens que riam ser aprimorados.fazem sexo com homens (HSH), 21,5% usuáriosde drogas injetáveis (UDI), 986 casos forampor hemocomponentes contaminados (0,5%),97 casos por transmissão vertical e 15,9% ainformação sobre a forma de transmissão foiignorada ou sem investigação, infelizmente,indicando falha na qualidade da investigação(Tabela 8). Com o controle sorológico na triagempara doação de sangue e hemoderivados em1987, os casos com diagnóstico de aids na ...notificação de um caso suspeito dedécada de 2000, revelaram durante a inves- transmissão do HIV por via sanguíneatigação, que os doadores encontravam-se em é extremamente importante quejanela imunológica. A identificação e notifica- seja imediata, para que as ações deção de um caso suspeito de transmissão do vigilância epidemiológica e sanitáriaHIV por via sanguínea é extremamente impor- possam ser desencadeadas de formatante que seja imediata, para que as ações de ágil e eficaz.vigilância epidemiológica e sanitária possamser desencadeadas de forma ágil e eficaz.14 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 7. Casos notificados de aids em indivíduos com 19 anos de idade ou mais, segundo escolaridade, sexo e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1980 - 2011* Ano de Diagnóstico Total Escolaridade 80 a 89 90 a 99 2000 a 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Masculino Nenhuma 111 1,6 1.516 2,3 677 2,4 86 2,0 83 1,9 39 1,0 43 1,1 44 1,2 45 1,3 15 1,4 2.659 2,1 De 1 a 3 1.672 23,6 18.486 28,4 5.515 19,5 451 10,3 369 8,7 294 7,5 273 7,2 236 6,4 203 6,1 65 6,2 27.564 22,1 De 4 a 7 1.752 24,7 18.587 28,6 8.566 30,3 1.418 32,5 1.276 30,0 1.059 27,0 917 24,2 827 22,5 682 20,4 194 18,6 35.278 28,2 De 8 a 11 990 13,9 9.718 14,9 6.071 21,4 1.248 28,6 1.275 30,0 1.436 36,6 1.397 36,8 1.452 39,6 1.322 39,5 461 44,2 25.370 20,3 De 12 e mais 1.009 14,2 5.491 8,4 2.334 8,2 512 11,7 544 12,8 423 10,8 500 13,2 476 13,0 466 13,9 130 12,5 11.885 9,5 Ign/Branco 1.564 22,0 11.283 17,3 5.154 18,2 654 15,0 710 16,7 672 17,1 665 17,5 635 17,3 631 18,8 179 17,1 22.147 17,7 Subtotal 7.098 100,0 65.081 100,0 28.317 100,0 4.369 100,0 4.257 100,0 3.923 100,0 3.795 100,0 3.670 100,0 3.349 100,0 1.044 100,0 124.903 100,0 Feminino Nenhuma 37 4,0 1.002 4,3 620 3,9 86 3,4 66 2,9 30 1,5 56 2,7 38 2,1 36 2,4 11 2,6 1.982 3,8 De 1 a 3 331 36,2 7.871 33,6 3.448 21,7 317 12,4 264 11,5 186 9,4 204 9,9 179 10,0 114 7,6 35 8,3 12.949 24,5 De 4 a 7 237 25,9 6.817 29,1 5.226 33,0 890 34,8 803 34,9 617 31,3 648 31,5 527 29,5 452 30,2 129 30,4 16.346 31,0 De 8 a 11 71 7,8 2.827 12,1 3.106 19,6 701 27,4 684 29,7 671 34,1 732 35,6 633 35,5 572 38,3 161 38,0 10.158 19,3 De 12 e mais 38 4,2 850 3,6 711 4,5 180 7,0 128 5,6 105 5,3 116 5,6 109 6,1 83 5,6 19 4,5 2.339 4,4 Ign/Branco 201 22,0 4.030 17,2 2.748 17,3 383 15,0 359 15,6 360 18,3 303 14,7 299 16,8 238 15,9 69 16,3 8.990 17,0 Subtotal 915 100,0 23.397 100,0 15.859 100,0 2.557 100,0 2.304 100,0 1.969 100,0 2.059 100,0 1.785 100,0 1.495 100,0 424 100,0 52.764 100,0 Ambos os sexos Nenhuma 148 1,8 2.518 2,8 1.297 2,9 172 2,5 149 2,3 69 1,2 99 1,7 82 1,5 81 1,7 26 1,8 4.641 2,6 De 1 a 3 2.003 25,0 26.357 29,8 8.963 20,3 768 11,1 633 9,6 480 8,1 477 8,1 415 7,6 317 6,5 100 6,8 40.513 22,8 De 4 a 7 1.989 24,8 25.404 28,7 13.792 31,2 2.308 33,3 2.079 31,7 1.676 28,4 1.565 26,7 1.354 24,8 1.134 23,4 323 22,0 51.624 29,1 De 8 a 11 1.061 13,2 12.545 14,2 9.177 20,8 1.949 28,1 1.959 29,9 2.107 35,8 2.129 36,4 2.085 38,2 1.894 39,1 622 42,4 35.528 20,0 De 12 e mais 1.047 13,1 6.341 7,2 3.045 6,9 692 10,0 672 10,2 528 9,0 616 10,5 585 10,7 549 11,3 149 10,1 14.224 8,0 Ign/Branco 1.765 22,0 15.313 17,3 7.902 17,9 1.037 15,0 1.069 16,3 1.032 17,5 968 16,5 934 17,1 869 17,9 248 16,9 31.137 17,5 Total 8.013 100,0 88.478 100,0 44.176 100,0 6.926 100,0 6.561 100,0 5.892 100,0 5.854 100,0 5.455 100,0 4.844 100,0 1.468 100,0 177.667 100,0 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 15 Nota: * Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal
    • Tabela 8. Casos notificados de aids em indivíduos com 13 anos de idade ou mais, segundo categoria de exposiçãoe ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1980 a 2011* Categoria de Exposição Ano de Total Diagnóstico HSH** Hetero UDI*** Hemof T.Sangue & Ac.Profis Vertical Invest N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 1980 1 100,0 - - - - - - - - - - - - - - 1 100,0 1981 - - - - - - - - - - - - - - - - - - 1982 6 75,0 1 12,5 1 - - - - - - - - - - - 8 100,0 1983 18 69,2 2 7,7 4 15,4 - - - - - - - - 2 7,7 26 100,0 1984 61 71,8 5 5,9 11 12,9 1 1,2 - - - - - - 7 8,2 85 100,0 1985 245 73,1 21 6,3 31 9,3 5 1,5 1 0,3 - - - - 32 9,6 335 100,0 1986 410 68,4 47 7,8 90 15,0 11 1,8 6 1,0 - - - - 35 5,8 599 100,0 1987 758 51,3 161 10,9 399 27,0 21 1,4 14 0,9 - - - - 126 8,5 1.479 100,0 1988 1.038 42,5 321 13,2 806 33,0 36 1,5 27 1,1 - - - - 212 8,7 2.440 100,0 1989 1.208 36,3 515 15,5 1.280 38,5 25 0,8 32 1,0 - - - - 267 8,0 3.327 100,0 1990 1.461 29,9 794 16,3 2.039 41,8 36 0,7 45 0,9 - - - - 506 10,4 4.881 100,0 1991 1.687 26,2 1.266 19,6 2.742 42,5 39 0,6 68 1,1 - - - - 649 10,1 6.451 100,0 1992 1.847 23,3 1.877 23,7 3.184 40,2 28 0,4 88 1,1 - - - - 887 11,2 7.911 100,0 1993 1.628 19,2 2.351 27,8 3.194 37,7 28 0,3 71 0,8 - - - - 1.197 14,1 8.469 100,0 1994 1.605 18,2 2.646 30,0 2.943 33,4 24 0,3 63 0,7 - - - - 1.533 17,4 8.814 100,0 1995 1.558 16,0 3.093 31,7 2.907 29,8 28 0,3 95 1,0 - - 1 0,0 2.081 21,3 9.763 100,0 1996 1.700 16,1 3.832 36,2 2.849 26,9 26 0,2 64 0,6 1 0,0 - - 2.105 19,9 10.577 100,0 1997 1.812 16,8 4.600 42,8 2.665 24,8 35 0,3 24 0,2 - - 2 0,0 1.618 15,0 10.756 100,0 1998 1.939 16,3 5.128 43,2 2.554 21,5 - - 2 0,0 - - 2 0,0 2.235 18,8 11.860 100,0 1999 1.678 16,4 4.770 46,6 1.994 19,5 1 0,0 - - - - 2 0,0 1.799 17,6 10.244 100,0 2000 1.560 15,6 4.803 48,1 1.810 18,1 - - - - - - 3 0,0 1.818 18,2 9.994 100,0 2001 1.484 15,8 4.740 50,6 1.431 15,3 1 0,0 1 0,0 - - 5 0,1 1.710 18,2 9.372 100,0 2002 1.548 16,8 4.820 52,4 1.228 13,4 3 0,0 - - - - 6 0,1 1.586 17,3 9.191 100,0 2003 1.441 16,6 4.776 55,1 1.095 12,6 5 0,1 - - - - 8 0,1 1.346 15,5 8.671 100,0 2004 1.310 17,8 4.108 55,8 774 10,5 2 0,0 1 0,0 - - 9 0,1 1.162 15,8 7.366 100,0 2005 1.241 17,8 3.982 57,0 662 9,5 4 0,1 1 0,0 - - 5 0,1 1.088 15,6 6.983 100,0 2006 1.340 20,3 3.574 54,0 589 8,9 2 0,0 - - - - 11 0,2 1.097 16,6 6.613 100,0 2007 1.175 19,8 3.316 55,8 419 7,1 4 0,1 - - - - 8 0,1 1.017 17,1 5.939 100,0 2008 1.296 21,8 3.407 57,4 384 6,5 1 0,0 1 0,0 - - 18 0,3 828 14,0 5.935 100,0 2009 1.325 24,1 3.080 56,0 304 5,5 - - - - - - 7 0,1 784 14,3 5.500 100,0 2010 1.234 25,2 2.764 56,5 256 5,2 - - - - - - 8 0,2 628 12,8 4.890 100,0 2011 404 27,2 791 53,3 84 5,7 - - - - - - 2 0,1 202 13,6 1.483 100,0 Total 36.018 20,0 75.591 42,0 38.729 21,5 366 0,2 604 0,3 1 0,0 97 0,1 28.557 15,9 179.963 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal** HSH - Homens que fazem sexo com homens*** UDI - Uso de drogas injetáveis& Os casos por transfusão de sangue foram reinvestigados de acordo com o algoritmo da CNDST/Aids-MS Realizou-se análise da tendência dos casos Entre os 126.285 casos de aids em ho-de aids segundo categoria de exposição através de mens com 13 anos ou mais de idade notificadosmodelos de regressão polinomial e respeitou-se no SINAN observou-se tendência decrescentea significância estatística da tendência, admitida no período de 2005 a 2009, para as categoriasquando o modelo de regressão estimado obteve p de exposição: Heterossexual e UDI, porém com< 0,05, isto é, com intervalo de confiança de 95%. diferentes velocidades de queda, 69 casos/ano16 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • e 74 casos/ano, respectivamente, com signi- heterossexuais reduziu-se em 18% e entre osficância estatística. A categoria HSH apresen- UDI a redução foi de 52%, no mesmo período.tou tendência de estabilidade nesse período Esta tendência de estabilidade entre osde 2005 a 2009, sem relevância estatística e, HSH aponta para a maior atenção frente à maiorapresentou crescimento no número de casos vulnerabilidade desta categoria comparada comde7% nesse período. A proporção de homens as demais (Tabela 9 e Figura 5).Tabela 9. Casos notificados de aids em homens com 13 anos de idade ou mais, segundo categoria de exposição eano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1980 a 2011* Categoria de Exposição Ano de Total HSH** Hetero UDI*** Hemof T.Sangue& Vertical Invest Diagnóstico N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 1980 1 100,0 - - - - - - - - - - - - 1 100,0 1981 - - - - - - - - 1982 6 75,0 1 12,5 1 12,5 - - - - - - - - 8 100,0 1983 18 72,0 1 4,0 4 16,0 - - - - - - 2 8,0 25 100,0 1984 61 76,3 1 1,3 11 13,8 1 1,3 - - - - 6 7,5 80 100,0 1985 245 74,9 14 4,3 31 9,5 5 1,5 1 0,3 - - 31 9,5 327 100,0 1986 410 72,1 31 5,4 81 14,2 11 1,9 3 0,5 - - 33 5,8 569 100,0 1987 758 56,9 107 8,0 320 24,0 21 1,6 8 0,6 - - 117 8,8 1.331 100,0 1988 1.038 48,9 196 9,2 653 30,8 36 1,7 15 0,7 - - 184 8,7 2.122 100,0 1989 1.208 42,0 328 11,4 1060 36,9 25 0,9 19 0,7 - - 233 8,1 2.873 100,0 1990 1.461 35,2 465 11,2 1714 41,3 36 0,9 30 0,7 - - 440 10,6 4.146 100,0 1991 1.687 31,6 733 13,7 2330 43,6 39 0,7 35 0,7 - - 522 9,8 5.346 100,0 1992 1.847 29,2 998 15,8 2656 42,0 28 0,4 50 0,8 - - 749 11,8 6.328 100,0 1993 1.628 24,5 1251 18,9 2698 40,7 28 0,4 38 0,6 - - 993 15,0 6.636 100,0 1994 1.605 23,6 1358 20,0 2499 36,7 24 0,4 34 0,5 - - 1281 18,8 6.801 100,0 1995 1.558 21,4 1488 20,5 2501 34,4 28 0,4 54 0,7 - - 1647 22,6 7.276 100,0 1996 1.700 22,5 1766 23,4 2367 31,4 26 0,3 35 0,5 1 0,0 1649 21,9 7.544 100,0 1997 1.812 24,9 2011 27,6 2225 30,6 35 0,5 10 0,1 1 0,0 1180 16,2 7.274 100,0 1998 1.939 24,8 2175 27,8 2110 27,0 - - 1 0,0 1 0,0 1587 20,3 7.813 100,0 1999 1.678 24,9 2095 31,1 1653 24,5 1 0,0 - - 2 0,0 1306 19,4 6.735 100,0 2000 1.560 24,0 2134 32,9 1545 23,8 - - - - 3 0,0 1251 19,3 6.493 100,0 2001 1.484 25,0 2086 35,1 1162 19,6 1 0,0 - - 3 0,1 1206 20,3 5.942 100,0 2002 1.548 26,4 2208 37,6 1011 17,2 3 0,1 - - 2 0,0 1093 18,6 5.865 100,0 2003 1.441 26,2 2201 40,1 884 16,1 5 0,1 - - 3 0,1 957 17,4 5.491 100,0 2004 1.310 27,9 1935 41,2 624 13,3 2 0,0 1 0,0 4 0,1 821 17,5 4.697 100,0 2005 1.241 28,3 1864 42,5 549 12,5 4 0,1 - - 2 0,0 730 16,6 4.390 100,0 2006 1.340 31,3 1670 39,0 489 11,4 2 0,0 - - 3 0,1 774 18,1 4.278 100,0 2007 1.175 29,8 1661 42,1 360 9,1 4 0,1 - - 1 0,0 743 18,8 3.944 100,0 2008 1.296 33,8 1636 42,7 314 8,2 1 0,0 - - 8 0,2 578 15,1 3.833 100,0 2009 1.325 35,9 1537 41,6 263 7,1 - - - - 6 0,2 563 15,2 3.694 100,0 2010 1.234 36,6 1445 42,9 215 6,4 - - - - 3 0,1 473 14,0 3.370 100,0 2011 404 38,4 411 39,0 74 7,0 - - - - 1 0,1 163 15,5 1.053 100,0 Total 36.018 28,5 35.807 28,4 32.404 25,7 366 0,3 334 0,3 44 0,0 21.312 16,9 126.285 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal** HSH - Homens que fazem sexo com homens*** UDI - Uso de drogas injetáveis& Os casos por transfusão de sangue foram reinvestigados de acordo com o algoritmo da CNDST/Aids-MS Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 17
    • Figura 5. Tendência dos casos de aids em adultos do sexo masculino segundo categoria de exposição, estado deSão Paulo, 2005 a 2009* HSH** Hetero UDI*** Linear (HSH**) Linear (Hetero) Linear (UDI***) 2.000 y = -69x + 1880 1.800 r 2 = 0,84; p = 0,023 1.600 1.400 1.200 y = 12x + 1238,2 Nº de casos r 2 = 0,08; p = 0,327 1.000 800 600 400 200 y = -74x + 619,1 R 2 = 0,97; p < 0,001 0 2005 2006 2007 2008 2009 Ano de diagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal** HSH - Homens que fazem sexo com homens*** UDI - Uso de drogas injetáveisFigura 6. Tendência dos casos de aids em adultos do sexo feminino segundo categoria de exposição, estado deSão Paulo, 2005 a 2009* Hetero UDI** Linear (Hetero) Linear (UDI**) 2500 2000 1500 y = -128x + 2183,1 Nº de casos r 2 = 0,82; p =0,035 1000 500 y = -17x + 128,8 r 2 = 0,90; p < 0,001 0 2005 2006 2007 2008 2009 Ano de DiagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal** UDI - Uso de drogas injetáveis18 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Em relação ao sexo feminino (n= 53.678 que na análise da tendência entre os heterosse-casos), 74,1% eram heterossexuais e 11,8% UDI. xuais, a velocidade de queda dos casos entre asNo período de 2005 a 2009, a tendência tam- mulheres foi, aproximadamente, 2 vezes maiorbém se apresentou decrescente, com uma velo- que a dos homens (Tabela 10 e Figura 6). A pro-cidade de queda de 128 casos/ano e 17 casos/ porção de mulheres heterossexuais reduziu-seano para heterossexual e UDI, respectivamente, em 31% e entre as UDI a redução foi de 59%, emcom significância estatística. Chamou a atenção 2006 e 2010.Tabela 10. Casos notificados de aids em mulheres com 13 anos de idade ou mais, segundo categoria de exposiçãoe ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1983 a 2011* Categoria de Exposição Total Ano de Diagnóstico Hetero UDI** T.Sangue & Ac.Profis Vertical Invest N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 1983 1 100,0 - - - - - - - - - - 1 100,0 1984 4 80,0 - - - - - - - - 1 20,0 5 100,0 1985 7 87,5 - - - - - - - - 1 12,5 8 100,0 1986 16 53,3 9 30,0 3 10,0 - - - - 2 6,7 30 100,0 1987 54 36,5 79 53,4 6 4,1 - - - - 9 6,1 148 100,0 1988 125 39,3 153 48,1 12 3,8 - - - - 28 8,8 318 100,0 1989 187 41,2 220 48,5 13 2,9 - - - - 34 7,5 454 100,0 1990 329 44,8 325 44,2 15 2,0 - - - - 66 9,0 735 100,0 1991 533 48,2 412 37,3 33 3,0 - - - - 127 11,5 1.105 100,0 1992 879 55,5 528 33,4 38 2,4 - - - - 138 8,7 1.583 100,0 1993 1100 60,0 496 27,1 33 1,8 - - - - 204 11,1 1.833 100,0 1994 1288 64,0 444 22,1 29 1,4 - - - - 252 12,5 2.013 100,0 1995 1605 64,5 406 16,3 41 1,6 - - 1 0,0 434 17,5 2.487 100,0 1996 2066 68,1 482 15,9 29 1,0 1 0,0 - - 455 15,0 3.033 100,0 1997 2589 74,4 440 12,6 14 0,4 - - 1 0,0 438 12,6 3.482 100,0 1998 2953 73,0 444 11,0 1 0,0 - - 1 0,0 648 16,0 4.047 100,0 1999 2675 76,2 341 9,7 - - - - - - 493 14,0 3.509 100,0 2000 2669 76,2 265 7,6 - - - - - - 567 16,2 3.501 100,0 2001 2654 77,4 269 7,8 1 0,0 - - 2 0,1 504 14,7 3.430 100,0 2002 2612 78,5 217 6,5 - - - - 4 0,1 493 14,8 3.326 100,0 2003 2575 81,0 211 6,6 - - - - 5 0,2 389 12,2 3.180 100,0 2004 2173 81,4 150 5,6 - - - - 5 0,2 341 12,8 2.669 100,0 2005 2118 81,7 113 4,4 1 0,0 - - 3 0,1 358 13,8 2.593 100,0 2006 1904 81,5 100 4,3 - - - - 8 0,3 323 13,8 2.335 100,0 2007 1655 83,0 59 3,0 - - - - 7 0,4 274 13,7 1.995 100,0 2008 1771 84,3 70 3,3 1 0,0 - - 10 0,5 250 11,9 2.102 100,0 2009 1543 85,4 41 2,3 - - 1 0,1 221 12,2 1.806 100,0 2010 1319 86,8 41 2,7 - - 5 0,3 155 10,2 1.520 100,0 2011 380 88,4 10 2,3 - - 1 0,2 39 9,1 430 100,0 Total 39.784 74,1 6.325 11,8 270 0,5 1 0,0 54 0,1 7.244 13,5 53.678 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: * Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal ** UDI - Uso de drogas injetáveis & Os casos por transfusão de sangue foram reinvestigados de acordo com o algoritmo da CNDST/Aids-MS Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 19
    • Uma limitação desta análise de tendência tanto, a estimativa de 102.428 pessoas viven-é que não foram incluídos 4.353 casos de aids do com aids em 2011. (Tabela 11 e Figura 7).em adultos provenientes das bases Seade e DN O impacto da introdução dos antirretro-(SISCEL/SICLOM), porque não existe a informa- virais tem aumentado sobremaneira a preva-ção de categoria de exposição nestes sistemas. lência de pessoais vivendo com aids levando aPortanto, as tendências poderão sofrer altera- um novo desafio, que merece políticas públicasções na medida em que estes casos forem inves- específicas. A exemplo do grupo de adolescen-tigados e notificados no SINAN. tes e adultos jovens que adquiriram a infecção por transmissão vertical. Este grupo necessitaPrevalência de casos de aids de cuidados especiais e muito distintos daque- les até aqui oferecidos pelos serviços de saúde Estimou-se o número de pessoas viven- voltados para essa faixa etária.do com aids, subtraindo-se o total de casos de Com o aumento da sobrevida, a aids ad-aids de cada ano, pelo número de óbitos do quiriu características de doença crônica que ne-ano respectivo, adicionando-se o resíduo de cessita de acompanhamento clínico-laboratorialcasos vivos do ano anterior. Obteve-se, por- e tratamento contínuo e aprimorado.Figura 7. Casos novos de aids, óbitos por ano de ocorrência e estimativa do número de pessoas vivendo com aids,estado de São Paulo, 1980 a 2011* Figura 8 - Casos novos de aids, óbitos reportados ao ano de ocorrência e esƟmaƟva do número de pessoas vivendo com aids, Estado de Säo Paulo, 1984 a 2011(*) Casos de Aids Óbitos segundo ano de ocorrência Nº pessoas vivendo com aids 14.000 120000 102.428 pessoas vivendo com aids 12.000 100000 10.000 80000 EsƟmaƟva de Prevalência 8.000 Nº de casos 60000 6.000 40000 4.000 20000 2.000 0 0 07 11 08 09 10 00 01 02 03 04 05 06 92 93 94 95 96 97 98 99 84 85 86 87 88 89 90 91 80 81 82 83 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 AnoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SeadeNotas: * Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal20 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 11. Casos notificados de aids, óbitos reportados ao ano de diagnóstico, taxa de letalidade (TL), óbitos porano de ocorrência, Taxa de Mortalidade* (TM) e número de pessoas vivendo com aids, segundo ano de diagnós-tico, estado de São Paulo, 1980 a 2011** óbitos BIPAIDS reportados nº pessoas vivendo Casos de Aids óbitos segundo ano de ocorrência Ano de ao ano de diagnóstico com aids Diagnóstico N N % (TL) N TM N 1980 1 1 100,0 - - 1 1981 - - - 1 0,00 - 1982 8 8 100,0 2 0,01 6 1983 26 24 92,3 14 0,05 18 1984 86 74 86,0 49 0,18 55 1985 350 293 83,7 179 0,65 226 1986 628 521 83,0 319 1,13 535 1987 1.578 1370 86,8 793 2,74 1.320 1988 2.637 2339 88,7 1511 5,12 2.446 1989 3.551 3176 89,4 2387 7,92 3.610 1990 5.358 4710 87,9 3657 11,88 5.311 1991 7.119 6339 89,0 4845 15,41 7.585 1992 8.661 7559 87,3 5573 17,40 10.673 1993 9.383 8127 86,6 6948 21,29 13.108 1994 9.754 8211 84,2 7675 23,09 15.187 1995 10.446 8380 80,2 8366 24,72 17.267 1996 11.277 7848 69,6 7886 22,89 20.658 1997 11.838 7197 60,8 6050 17,25 26.446 1998 12.413 6517 52,5 5126 14,36 33.733 1999 11.015 5521 50,1 4847 13,34 39.901 2000 10.589 5029 47,5 4794 12,97 45.696 2001 10.226 4278 41,8 4535 12,11 51.387 2002 10.925 3928 36,0 4332 11,43 57.980 2003 10.539 3336 31,7 4270 11,14 64.249 2004 9.573 2811 29,4 3954 10,20 69.868 2005 9.634 2482 25,8 3951 10,08 75.551 2006 9.199 2328 25,3 4058 10,24 80.692 2007 8.756 2228 25,4 4096 10,23 85.352 2008 9.111 2412 26,5 4112 10,17 90.351 2009 8.754 2016 23,0 4037 9,89 95.068 2010 6.689 852 12,7 1307 3,17 100.450 2011 2.427 208 8,6 449 1,08 102.428 TOTAL 212.551 110.123 51,8 110.123 Paulista de Aids (BIPAids)Fonte: Base Integrada - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SeadeNotas:* Taxa de mortalidade por 100.000 habitantes-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação Seade.** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 21
    • Adultos com aids nas regionais e proporção de ignorados abaixo de 10%, excetomunicípios para os GVE de Santos (19%), Registro (13,2%), Franco da Rocha (10,9%) (Tabela 14). No período de 1980 a 2011 o Grupo de Vi- As maiores proporções de casos de cor degilância Epidemiológica (GVE) 1-Capital concen- pele preta foram observadas nos GVE de Fran-trou 39,5% dos casos de aids residentes no Es- ca (15,3%), Piracicaba (12,7%), Marília e Capitaltado, seguido dos GVE de Campinas com 7,2%, (12,2%) e Ribeirão Preto (11,7%); de cor pardaSantos com 6,7% e Santo André com 5,5%. A em Presidente Venceslau (37,9%), Caraguata-regional que apresentou o menor número de tuba (30,1%), Osasco (28,6%), Franco da Rochacasos registrados foi Itapeva com 436, cerca de (28,3%) e Araçatuba (27,7%). Para estas compa-0,2% do total (Tabela 12). rações foram utilizadas medidas de proporção, As GVE com maiores TI em 2009 foram que expressam a magnitude dos casos, não per-as de Santos, 35,1, Caraguatatuba, 30,5, Capital, mitindo avaliação de risco ou associação da vari-28,5 , Ribeirão Preto, 25,9 e Barretos com 24,7 ável cor da pele com a doença (Tabela 14).casos por 100.000 habitantes-ano. As menores O município de São Paulo concentrou ataxas de incidência foram de Itapeva, 6,7, Presi- maior parte dos casos de aids do estado, 39,5%dente Venceslau, 10,1, Assis, 10,6 e São João da (n=83.920 casos residentes), seguido de Campi-Boa Vista 11,2 casos por 100.000 habitantes-ano nas (3,0%), Santos (2,9%), Ribeirão Preto (2,8%),(Tabela 13). Guarulhos 2,2% e São José do Rio Preto (2,0%) Nos anos de 2000 e 2009 observou-se no (Tabela 15).estado de São Paulo uma queda de 26% na TI Dos 645 municípios do Estado, em 15 de-de aids (de 28,8 para 21,4 casos por 100.000 les não foram registrados casos de aids nos 30habitantes-ano). No mesmo período, observou- anos de epidemia.-se que em 13 GVE a proporção de redução foi O município de Santos apresentou a maiormaior do que no Estado, sendo as regiões de TI em 2009, 59,3 casos por 100.000 habitantes-Araçatuba (45%), São José dos Campos, Tauba- -ano, seguido de Ituverava (54,5), Barretos (47,7),té e Araraquara as que mais contribuíram para São Sebastião (40,2) e Capivari (39,8). O municí-esta queda (42%). Em contrapartida apresenta- pio de São Paulo ficou na 27ª posição, com TI deram aumento na TI as GVE de Presidente Ven- 23,4 casos por 100.000 habitantes-ano. Dentreceslau (12%), Botucatu e Jales (16%) e Franco da os municípios prioritários, com menos de 70 ca-Rocha (33%), respectivamente (Tabela 13). sos ao longo da epidemia, São José do Rio Pardo A análise dos casos de aids notificados apresentou a menor taxa, que foi de 1,9 casosentre 2004 e 2010 segundo cor da pele mostrou por 100.000 habitantes-ano (Tabela 15).22 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 12 - Casos notificados de aids segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estadode São Paulo, 1980 a 2011* Ano de Diagnóstico Total GVE de Residência 80 a 89 90 a 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N N N N N % GVE 1 Capital 5.106 40.497 3.670 3.658 3.871 3.861 3.355 3.533 3.333 3.124 3.224 3.180 2.626 883 83.921 39,5 GVE 7 Santo André 384 5.507 559 563 634 582 620 534 495 414 510 420 321 134 11.677 5,5 GVE 8 Mogi das Cruzes 211 3.422 460 381 480 498 518 460 459 454 442 386 236 112 8.519 4,0 GVE 9 Franco da Rocha 47 736 54 78 97 88 115 100 108 109 81 86 64 29 1.792 0,8 GVE 10 Osasco 291 4.133 521 514 585 549 504 489 481 450 380 407 374 116 9.794 4,6 GVE 11 Araçatuba 48 1.117 186 151 162 135 142 140 128 154 191 112 78 32 2.776 1,3 GVE 12 Araraquara 73 1.845 236 263 234 205 184 176 174 181 164 152 121 57 4.065 1,9 GVE 13 Assis 42 519 60 70 77 92 79 91 66 61 69 48 34 10 1.318 0,6 GVE 14 Barretos 43 1.190 121 128 119 106 98 85 106 120 127 101 97 39 2.480 1,2 GVE 15 Bauru 67 1.902 210 193 273 226 189 235 202 161 186 189 141 47 4.221 2,0 GVE 16 Botucatu 44 440 60 77 73 79 89 79 70 66 62 77 89 43 1.348 0,6 GVE 17 Campinas 373 6.040 820 829 867 945 779 718 847 678 773 847 561 212 15.289 7,2 GVE 18 Franca 50 922 89 109 107 80 58 71 147 95 96 93 70 24 2.011 0,9 GVE 19 Marília 52 798 104 93 139 101 106 101 84 80 92 84 62 19 1.915 0,9 GVE 20 Piracicaba 102 2.447 349 314 394 347 265 303 281 318 283 273 171 52 5.899 2,8 GVE 21 Presidente Prudente 45 611 80 93 109 94 92 90 79 82 121 77 73 30 1.676 0,8 GVE 22 Presidente Venceslau 13 160 26 34 43 33 37 33 42 43 49 30 46 13 602 0,3 GVE 23 Registro 12 258 35 35 26 47 52 50 38 37 40 32 32 13 707 0,3 GVE 24 Ribeirão Preto 304 4.181 489 459 415 351 338 304 337 355 341 332 235 90 8.531 4,0 GVE 25 Santos 894 7.283 655 581 594 543 522 541 411 561 539 577 355 143 14.199 6,7 GVE 26 São João da Boa Vista 34 832 133 135 147 159 109 116 100 118 132 86 82 23 2.206 1,0 GVE 27 São José dos Campos 116 2.567 327 294 337 242 257 276 237 200 203 214 160 45 5.475 2,6 GVE 28 Caraguatatuba 12 509 97 104 74 92 76 97 64 57 85 84 45 22 1.418 0,7 GVE 29 São José do Rio Preto 216 3.710 407 333 351 361 332 283 283 315 338 270 221 81 7.501 3,5 GVE 30 Jales 10 167 32 44 24 25 37 32 34 26 23 38 27 10 529 0,2 GVE 31 Sorocaba 171 3.150 440 378 344 355 313 442 328 245 300 306 232 98 7.102 3,3 GVE 32 Itapeva 4 152 24 17 18 28 29 40 22 15 27 22 18 11 427 0,2 GVE 33 Taubaté 100 2.149 339 287 321 304 260 202 232 224 214 215 117 39 5.003 2,4 Não classificados 1 20 6 11 10 11 18 13 11 13 19 16 1 - 150 0,1 Total 8.865 97.264 10.589 10.226 10.925 10.539 9.573 9.634 9.199 8.756 9.111 8.754 6.689 2.427 212.551 100,0Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional de DST, Aids e Hepatites ViraisNotas: * Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 23
    • Tabela 13. Taxa de incidência de aids por 100.000 habitantes-ano, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 2000 a 2010* Ano de Diagnóstico Taxa de Incidência GVE de Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 N N N N N N N N N N N TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI GVE 1 Capital 3.670 3.658 3.871 3.861 3.355 3.533 3.333 3.124 3.224 3.180 2.626 35,2 34,8 36,5 36,1 31,1 32,5 30,5 28,3 29,1 28,5 23,4 GVE 7 Santo André 559 563 634 582 620 534 495 414 510 420 321 23,8 23,7 26,4 24,1 25,4 21,7 20,0 16,6 20,3 16,6 12,6 GVE 8 Mogi das Cruzes 460 381 480 498 518 460 459 454 442 386 236 20,0 16,3 20,2 20,6 21,1 18,5 18,2 17,7 17,0 14,7 8,9 GVE 9 Franco da Rocha 54 78 97 88 115 100 108 109 81 86 64 12,8 18,0 22,0 19,5 24,9 21,2 22,5 22,3 16,3 16,9 12,4 GVE 10 Osasco 521 514 585 549 504 489 481 450 380 407 374 22,1 21,5 24,1 22,3 20,2 19,3 18,8 17,3 14,5 15,3 13,9 GVE 11 Araçatuba 186 151 162 135 142 140 128 154 191 112 78 28,3 22,8 24,2 20,0 20,8 20,3 18,4 22,0 27,0 15,7 10,9 GVE 12 Araraquara 236 263 234 205 184 176 174 181 164 152 121 27,8 30,6 26,9 23,3 20,7 19,6 19,2 19,7 17,7 16,2 12,8 GVE 13 Assis 60 70 77 92 79 91 66 61 69 48 34 14,2 16,4 17,9 21,2 18,1 20,7 14,9 13,7 15,4 10,6 7,524 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST GVE 14 Barretos 121 128 119 106 98 85 106 120 127 101 97 31,2 32,8 30,3 26,8 24,6 21,2 26,3 29,6 31,2 24,7 23,6 GVE 15 Bauru 210 193 273 226 189 235 202 161 186 189 141 21,7 19,7 27,6 22,6 18,7 23,0 19,6 15,5 17,7 17,9 13,2 GVE 16 Botucatu 60 77 73 79 89 79 70 66 62 77 89 12,1 15,3 14,3 15,3 17,0 15,0 13,1 12,2 11,4 14,0 16,0 GVE 17 Campinas 820 829 867 945 779 718 847 678 773 847 561 24,2 24,0 24,7 26,4 21,4 19,4 22,5 17,7 19,8 21,4 13,9 GVE 18 Franca 89 109 107 80 58 71 147 95 96 93 70 15,1 18,3 17,8 13,2 9,4 11,4 23,4 15,0 15,0 14,4 10,8 GVE 19 Marília 104 93 139 101 106 101 84 80 92 84 62 17,8 15,8 23,5 17,0 17,7 16,8 13,9 13,2 15,1 13,7 10,1 GVE 20 Piracicaba 349 314 394 347 265 303 281 318 283 273 171 28,0 24,8 30,7 26,7 20,2 22,8 20,8 23,3 20,5 19,6 12,1 GVE 21 Presidente Prudente 80 93 109 94 92 90 79 82 121 77 73 20,4 23,4 27,2 23,3 22,6 22,0 19,2 19,8 29,0 18,3 17,3 GVE 22 Presidente Venceslau 26 34 43 33 37 33 42 43 49 30 46 9,0 11,7 14,7 11,2 12,6 11,2 14,2 14,5 16,5 10,1 15,4 GVE 23 Registro 35 35 26 47 52 50 38 37 40 32 32 13,0 12,9 9,6 17,2 19,0 18,3 13,9 13,5 14,6 11,7 11,7 GVE 24 Ribeirão Preto 489 459 415 351 338 304 337 355 341 332 235 44,2 40,7 36,2 30,1 28,5 25,2 27,5 28,6 27,0 25,9 18,1 GVE 25 Santos 655 581 594 543 522 541 411 561 539 577 355 44,4 38,9 39,2 35,4 33,6 34,4 25,8 34,9 33,1 35,1 21,4 GVE 26 São João da Boa Vista 133 135 147 159 109 116 100 118 132 86 82 18,3 18,4 19,9 21,4 14,6 15,4 13,2 15,5 17,2 11,2 10,6 GVE 27 São José dos Campos 327 294 337 242 257 276 237 200 203 214 160 38,4 34,0 38,4 27,2 28,5 30,2 25,6 21,3 21,4 22,2 16,4 GVE 28 Caraguatatuba 97 104 74 92 76 97 64 57 85 84 45 43,3 45,2 31,4 38,1 30,7 38,3 24,7 21,5 31,5 30,5 16,0 GVE 29 São José do Rio Preto 407 333 351 361 332 283 283 315 338 270 221 37,7 30,4 31,7 32,2 29,2 24,6 24,4 26,8 28,5 22,5 18,2 GVE 30 Jales 32 44 24 25 37 32 34 26 23 38 27 12,9 17,6 9,6 9,9 14,7 12,6 13,4 10,2 9,0 14,9 10,6 GVE 31 Sorocaba 440 378 344 355 313 442 328 245 300 306 232 26,9 22,7 20,3 20,6 17,9 24,8 18,1 13,4 16,1 16,2 12,1 GVE 32 Itapeva 24 17 18 28 29 40 22 15 27 22 18 7,4 5,2 5,5 8,5 8,8 12,2 6,7 4,6 8,2 6,7 5,5 GVE 33 Taubaté 339 287 321 304 260 202 232 224 214 215 117 37,1 31,0 34,3 32,2 27,3 21,0 23,9 22,8 21,6 21,5 11,6 Ignorado 6 11 10 11 18 13 11 13 19 16 1 Total 10.589 10.226 10.925 10.539 9.573 9.634 9.199 8.756 9.111 8.754 6.689 28,6 27,3 28,8 27,5 24,7 24,6 23,2 21,9 22,5 21,4 16,2 Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais Nota: * Dados preliminares até 30/06/10 (SINAN) e 31/12/08 (Seade), sujeitos a revisão mensal
    • Tabela 14. Casos notificados de aids, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência e raça/cor,estado de São Paulo, 2004 - 2011* Raça/cor Total GVE Residência Branca Preta Parda Amarela Indigena Ign/Branco N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE 1 Capital 10.059 55,4 2.208 12,2 4.794 26,4 144 0,8 22 0,1 917 5,1 18.144 100,0 GVE 7 Santo André 1.338 58,6 221 9,7 529 23,2 18 0,8 4 0,2 173 7,6 2.283 100,0 GVE 8 Mogi das Cruzes 970 55,5 172 9,8 478 27,3 8 0,5 2 0,1 118 6,8 1.748 100,0 GVE 9 Franco da Rocha 221 49,2 50 11,1 127 28,3 2 0,4 - - 49 10,9 449 100,0 GVE 10 Osasco 1.084 52,8 195 9,5 587 28,6 10 0,5 - - 177 8,6 2.053 100,0 GVE 11 Araçatuba 463 60,7 72 9,4 211 27,7 6 0,8 - - 11 1,4 763 100,0 GVE 12 Araraquara 705 72,0 75 7,7 163 16,6 2 0,2 4 0,4 30 3,1 979 100,0 GVE 13 Assis 180 70,0 17 6,6 54 21,0 4 1,6 - - 2 0,8 257 100,0 GVE 14 Barretos 337 60,6 60 10,8 140 25,2 4 0,7 - - 15 2,7 556 100,0 GVE 15 Bauru 535 63,8 85 10,1 201 24,0 5 0,6 2 0,2 11 1,3 839 100,0 GVE 16 Botucatu 326 76,2 43 10,0 56 13,1 2 0,5 - - 1 0,2 428 100,0 GVE 17 Campinas 2.556 63,9 347 8,7 767 19,2 15 0,4 - - 315 7,9 4.000 100,0 GVE 18 Franca 220 55,3 61 15,3 80 20,1 2 0,5 - - 35 8,8 398 100,0 GVE 19 Marília 227 59,0 47 12,2 98 25,5 3 0,8 - - 10 2,6 385 100,0 GVE 20 Piracicaba 820 67,9 154 12,7 213 17,6 1 0,1 - - 20 1,7 1.208 100,0 GVE 21 Presidente Prudente 334 65,5 35 6,9 135 26,5 4 0,8 1 0,2 1 0,2 510 100,0 GVE 22 Presidente Venceslau 110 54,2 9 4,4 77 37,9 1 0,5 - - 6 3,0 203 100,0 GVE 23 Registro 134 58,8 12 5,3 51 22,4 - - 1 0,4 30 13,2 228 100,0 GVE 24 Ribeirão Preto 1.085 61,4 206 11,7 291 16,5 7 0,4 2 0,1 175 9,9 1.766 100,0 GVE 25 Santos 1.150 46,3 232 9,3 615 24,8 14 0,6 1 0,0 471 19,0 2.483 100,0 GVE 26 São João da Boa Vista 411 75,4 43 7,9 84 15,4 1 0,2 - - 6 1,1 545 100,0 GVE 27 São José dos Campos 812 73,6 77 7,0 176 15,9 4 0,4 - - 35 3,2 1.104 100,0 GVE 28 Caraguatatuba 218 61,4 19 5,4 107 30,1 - - - - 11 3,1 355 100,0 GVE 29 São José do Rio Preto 1.050 72,3 106 7,3 265 18,2 4 0,3 1 0,1 27 1,9 1.453 100,0 GVE 30 Jales 108 77,1 3 2,1 27 19,3 1 0,7 - - 1 0,7 140 100,0 GVE 31 Sorocaba 849 71,1 92 7,7 195 16,3 4 0,3 3 0,3 51 4,3 1.194 100,0 GVE 32 Itapeva 100 84,0 7 5,9 9 7,6 1 0,8 - - 2 1,7 119 100,0 GVE 33 Taubaté 584 69,1 69 8,2 162 19,2 4 0,5 - - 26 3,1 845 100,0 Não classificados 3 42,9 - - 1 14,3 - - - - 3 42,9 7 100,0 Total 26.989 59,4 4.717 10,4 10.693 23,5 271 0,6 43 0,1 2.729 6,0 45.442 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Nota: * Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 25
    • Tabela 15. Casos notificados de aids, taxa de incidência* (TI) em 2009, segundo 150 municípios de residência commaior número de casos e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1980 a 2011** Ano de Diagnóstico Total 2009 Município de Residência 80-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) TI Total Estado de São Paulo 8.866 97.264 51.852 9.634 9.198 8.756 9.111 8.754 6.689 2.427 212.551 100,0 21,4 1 355030 São Paulo 5.106 40.496 18.415 3.533 3.333 3.124 3.224 3.180 2.626 883 83.920 39,5 28,5 2 350950 Campinas 215 2.728 1.650 284 296 276 308 343 218 80 6.398 3,0 32,1 3 354850 Santos 520 3.518 989 220 172 186 202 249 138 55 6.249 2,9 59,3 4 354340 Ribeirão Preto 266 3.112 1.337 182 200 218 224 199 142 48 5.928 2,8 33,5 5 351880 Guarulhos 134 2.002 1.227 244 248 237 243 223 114 53 4.725 2,2 18,5 6 354980 São José do Rio Preto 154 2.299 946 158 145 152 182 150 118 43 4.347 2,0 37,3 7 354780 Santo André 137 2.050 925 174 153 131 161 126 95 31 3.983 1,9 18,7 8 355220 Sorocaba 98 1.745 798 193 128 108 114 113 73 29 3.399 1,6 19,6 9 353440 Osasco 129 1.604 831 135 134 127 113 133 125 38 3.369 1,6 20,0 10 354990 São José dos Campos 80 1.481 904 161 134 140 127 144 105 26 3.302 1,6 23,2 11 354870 São Bernardo do Campo 109 1.317 761 161 151 97 146 113 107 48 3.010 1,4 14,9 12 355100 São Vicente 166 1.357 540 98 75 117 120 110 97 30 2.710 1,3 33,4 13 350600 Bauru 30 1.068 580 100 91 76 90 101 74 29 2.239 1,1 29,6 14 351870 Guarujá 105 1.011 508 75 54 88 69 66 34 13 2.023 1,0 22,9 15 355410 Taubaté 43 932 553 58 82 67 53 65 40 10 1.903 0,9 23,6 16 353870 Piracicaba 31 820 484 98 94 109 86 79 49 23 1.873 0,9 21,9 17 352590 Jundiaí 37 820 488 83 103 53 71 88 48 22 1.813 0,9 24,1 18 352940 Mauá 41 778 470 74 56 55 80 59 42 18 1.673 0,8 14,319 351380 Diadema 43 652 449 71 81 78 86 70 39 20 1.589 0,7 18,320 350320 Araraquara 28 801 359 53 46 45 46 36 43 22 1.479 0,7 17,521 351060 Carapicuíba 42 608 369 67 69 76 47 50 47 20 1.395 0,7 13,622 354100 Praia Grande 40 611 355 59 51 81 50 62 35 18 1.362 0,6 24,423 351620 Franca 38 655 267 44 89 62 50 44 48 13 1.310 0,6 13,924 352440 Jacareí 28 645 294 72 65 47 48 49 37 5 1.290 0,6 23,4 25 352690 Limeira 25 554 349 51 47 31 42 47 32 4 1.182 0,6 17,2 26 354140 Presidente Prudente 36 459 293 64 43 55 78 40 46 21 1.135 0,5 19,4 27 350280 Araçatuba 19 520 281 49 55 58 58 47 23 11 1.121 0,5 26,1 28 350550 Barretos 16 536 259 35 53 52 50 53 43 16 1.113 0,5 47,7 29 354890 São Carlos 24 431 308 43 55 69 47 47 40 14 1.078 0,5 21,5 30 351110 Catanduva 29 543 244 39 32 50 39 34 23 7 1.040 0,5 30,3 31 353060 Mogi das Cruzes 19 395 278 58 52 68 67 40 24 16 1.017 0,5 10,5 32 352900 Marília 23 474 274 47 44 42 37 30 25 7 1.003 0,5 14,0 33 355280 Taboão da Serra 38 443 222 47 52 49 34 41 46 7 979 0,5 17,1 34 354880 São Caetano do Sul 46 499 213 33 31 40 27 34 21 9 953 0,4 22,9 35 354390 Rio Claro 20 391 244 46 57 47 38 40 32 5 920 0,4 21,7 36 351350 Cubatão 33 451 233 34 24 26 31 24 20 11 887 0,4 20,4 37 350570 Barueri 18 304 263 51 52 56 52 45 34 9 884 0,4 19,0 38 352310 Itaquaquecetuba 18 270 272 50 52 47 37 37 41 12 836 0,4 11,7 39 350160 Americana 13 313 231 48 51 36 41 50 34 16 833 0,4 24,1 40 352250 Itapevi 17 304 256 50 47 36 41 39 26 7 823 0,4 19,8 41 350850 Caçapava 7 414 236 37 36 10 22 19 17 12 810 0,4 22,7 42 350610 Bebedouro 19 444 169 16 24 29 37 22 18 7 785 0,4 29,3 43 352390 Itu 10 304 199 29 46 27 53 47 35 13 763 0,4 30,944 355240 Sumaré 12 286 190 29 57 39 25 55 25 14 732 0,3 23,345 355250 Suzano 11 259 202 37 41 43 39 36 22 10 700 0,3 13,9 Continua26 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total 2009 Município de Residência 80-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) TI 46 351640 Franco da Rocha 20 300 156 39 47 40 29 16 13 13 673 0,3 12,4 47 351500 Embu 18 280 196 31 35 27 23 19 21 4 654 0,3 8,0 48 351907 Hortolândia 1 221 219 29 42 34 34 31 28 10 649 0,3 16,5 49 352230 Itapetininga 12 244 173 44 26 18 30 37 17 6 607 0,3 26,0 50 350330 Araras 6 240 199 32 19 50 29 18 11 2 606 0,3 15,4 51 351340 Cruzeiro 7 213 185 27 26 29 32 24 15 4 562 0,3 31,3 52 351630 Francisco Morato 17 186 141 39 40 34 21 39 23 6 546 0,3 25,6 53 351050 Caraguatatuba 3 150 181 35 27 30 37 36 29 16 544 0,3 36,6 54 351840 Guaratinguetá 11 212 160 22 27 25 30 26 14 3 530 0,2 23,4 55 351570 Ferraz de Vasconcelos 13 222 153 32 18 20 27 22 11 4 522 0,2 13,3 56 350760 Bragança Paulista 14 197 145 28 29 21 31 21 26 7 519 0,2 14,5 57 351300 Cotia 10 192 152 33 20 20 15 21 30 11 504 0,2 10,8 58 352430 Jaboticabal 13 228 122 20 19 18 16 24 10 4 474 0,2 33,7 59 355710 Votuporanga 5 232 121 20 12 24 30 10 12 3 469 0,2 12,0 60 353080 Mogi-Mirim 9 178 154 27 22 24 29 14 6 1 464 0,2 16,3 61 353470 Ourinhos 12 162 142 36 23 19 22 21 8 6 451 0,2 20,6 62 350410 Atibaia 17 206 96 25 27 16 14 21 18 9 449 0,2 16,8 63 355370 Taquaritinga 7 235 113 20 12 13 13 17 11 3 444 0,2 31,5 64 355400 Tatuí 12 186 137 22 17 14 15 11 14 8 436 0,2 10,4 65 350400 Assis 12 176 125 26 20 21 25 18 10 2 435 0,2 19,1 66 352260 Itapira 2 193 136 21 14 17 19 14 16 3 435 0,2 20,6 67 355070 São Sebastião 5 192 117 28 19 12 23 29 8 2 435 0,2 40,2 68 353800 Pindamonhangaba 8 150 127 15 25 28 25 30 15 10 433 0,2 20,7 69 355170 Sertãozinho 4 200 116 15 27 18 17 14 19 3 433 0,2 12,9 70 354580 Santa Bárbara d’Oeste 5 111 120 22 26 25 35 39 18 11 412 0,2 21,8 71 352720 Lorena 8 170 108 20 19 23 21 22 10 2 403 0,2 26,8 72 353070 Mogi-Guaçu 6 132 126 22 14 25 26 11 18 6 386 0,2 8,1 73 350750 Botucatu 22 134 97 15 19 18 14 26 21 18 384 0,2 20,7 74 352530 Jaú 9 184 81 20 22 16 16 11 14 3 376 0,2 8,5 75 352050 Indaiatuba 6 114 106 16 14 25 33 32 21 7 374 0,2 16,4 76 352210 Itanhaém 19 128 95 26 13 22 21 27 15 8 374 0,2 31,6 77 350650 Birigui 4 153 122 15 10 18 22 9 14 4 371 0,2 8,4 78 352670 Leme 3 143 111 17 15 21 22 20 8 7 367 0,2 22,1 79 354330 Ribeirão Pires 6 165 108 15 17 13 8 10 14 6 362 0,2 8,9 80 355480 Tremembé 11 194 92 12 10 14 10 10 7 2 362 0,2 24,8 81 353980 Poá 9 156 90 20 15 22 15 7 15 10 359 0,2 6,7 82 355540 Ubatuba 4 141 120 27 14 12 15 14 2 4 353 0,2 18,0 83 353030 Mirassol 4 164 104 14 15 18 11 12 5 4 351 0,2 22,5 84 355650 Várzea Paulista 4 163 96 18 18 11 16 13 9 2 350 0,2 12,3 85 352220 Itapecerica da Serra 6 118 104 18 20 18 21 15 17 5 342 0,2 10,0 86 355700 Votorantim 12 136 83 26 16 9 12 18 15 7 334 0,2 16,7 87 350450 Avaré 14 131 77 23 7 12 17 22 18 4 325 0,2 26,8 88 352710 Lins 6 143 84 15 14 14 20 15 11 2 324 0,2 21,2 89 352340 Itatiba 3 94 112 18 24 11 12 12 10 3 299 0,1 12,1 90 353130 Monte Alto 2 119 85 13 16 22 13 12 12 3 297 0,1 25,9 91 352500 Jandira 5 112 85 20 19 16 11 13 7 3 291 0,1 12,2 92 350190 Amparo 7 87 106 18 12 11 14 15 8 6 284 0,1 23,0 93 353760 Peruíbe 8 90 73 11 9 22 24 19 7 3 266 0,1 32,3 94 350210 Andradina 4 116 77 11 10 13 22 7 3 - 263 0,1 12,7 Continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 27
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total 2009 Município de Residência 80-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) TI 95 353650 Paulínia 6 86 87 12 17 13 17 12 9 2 261 0,1 15,3 96 355060 São Roque 3 101 81 19 10 7 12 6 14 3 256 0,1 7,7 97 353930 Pirassununga 5 105 83 14 4 12 9 15 4 2 253 0,1 21,6 98 354910 São João da Boa Vista 4 61 76 16 16 15 22 21 16 3 250 0,1 25,3 99 352930 Matão 2 91 85 9 16 17 8 12 5 3 248 0,1 15,7 100 350960 Campo Limpo Paulista 4 102 72 12 11 11 9 11 12 3 247 0,1 15,1 101 355620 Valinhos 5 72 79 10 19 8 19 11 16 8 247 0,1 10,6 102 351280 Cosmópolis 4 75 76 6 20 9 18 19 14 2 243 0,1 33,2 103 350250 Aparecida - 103 72 12 12 6 6 13 4 2 230 0,1 37,2 104 350590 Batatais 3 91 73 10 5 14 9 15 8 2 230 0,1 26,8 105 352850 Mairiporã 2 120 46 8 6 12 11 10 11 4 230 0,1 12,7 106 354520 Salto 4 74 70 12 14 10 10 12 18 5 229 0,1 11,5 107 353050 Mococa 3 116 67 9 7 6 7 4 4 4 227 0,1 6,0 108 351040 Capivari 4 67 62 14 14 14 17 19 10 1 222 0,1 39,8 109 355500 Tupã 8 77 55 9 14 9 13 19 7 5 216 0,1 29,9 110 350970 Campos do Jordão 5 75 72 9 13 6 15 12 5 3 215 0,1 25,3 111 351550 Fernandópolis 3 64 58 13 11 14 6 23 11 4 207 0,1 35,7 112 353010 Mirandópolis 4 90 47 9 11 6 15 9 6 3 200 0,1 33,0 113 353110 Mongaguá 3 72 58 15 7 6 14 10 5 2 192 0,1 22,2 114 350900 Caieiras 6 64 49 9 7 15 16 9 11 2 188 0,1 10,6 115 353890 Pirajuí 2 92 46 10 8 6 4 5 3 1 177 0,1 22,3 116 350390 Arujá 6 59 57 9 14 6 6 8 2 4 171 0,1 10,9 117 352240 Itapeva 2 68 41 13 6 8 9 12 8 3 170 0,1 13,7 118 354730 Santana de Parnaíba 1 47 56 10 15 10 8 12 7 4 170 0,1 11,4 119 352410 Ituverava 2 50 37 7 14 11 16 21 4 3 165 0,1 54,5 120 353730 Penápolis 3 75 37 6 8 9 11 5 5 2 161 0,1 8,6 121 355670 Vinhedo 5 49 43 9 6 16 10 11 9 1 159 0,1 17,8 122 353390 Olímpia 4 58 38 11 6 12 8 5 12 2 156 0,1 10,1 123 350920 Cajamar 2 66 40 5 8 8 4 12 6 4 155 0,1 19,1 124 352680 Lençóis Paulista 2 58 53 16 9 - 5 4 6 - 153 0,1 6,6 125 354070 Porto Ferreira 2 51 49 12 8 6 9 6 3 2 148 0,1 11,8 126 351510 Embu-Guaçu 2 59 46 9 7 2 6 5 2 3 141 0,1 8,0 127 353550 Paraguaçu Paulista 9 66 30 9 6 4 8 3 3 1 139 0,1 7,1 128 350635 Bertioga - 45 44 3 6 13 8 10 4 3 136 0,1 21,9 129 354130 Presidente Epitácio 1 31 45 12 10 8 8 9 7 3 134 0,1 21,9 130 354150 Presidente Venceslau 5 52 29 6 8 5 9 7 8 5 134 0,1 18,5 131 352510 Jardinópolis 1 58 34 5 7 8 4 8 4 4 133 0,1 21,7 132 352320 Itararé 1 32 50 16 6 5 9 7 5 1 132 0,1 14,6 133 354260 Registro 3 51 36 10 7 1 8 7 5 4 132 0,1 12,9 134 353180 Monte Mor 1 44 39 4 5 7 14 9 4 4 131 0,1 18,9 135 354940 São Joaquim da Barra 3 52 40 1 7 4 5 6 11 2 131 0,1 13,0 136 355150 Serrana - 55 27 6 6 5 9 11 5 5 129 0,1 28,8 137 352920 Martinópolis 1 20 54 9 10 8 10 5 3 2 122 0,1 20,8 138 353740 Pereira Barreto 1 26 43 4 1 11 16 9 7 3 121 0,1 36,0 139 353780 Piedade 2 51 26 12 8 7 3 5 3 1 118 0,1 9,6 140 353340 Nova Odessa 3 32 31 6 7 7 11 10 4 1 112 0,1 19,9 141 351310 Cravinhos 1 48 31 4 6 5 7 4 4 1 111 0,1 12,7 142 351960 Ibitinga 3 25 39 7 7 8 6 8 5 2 110 0,1 15,3 143 350170 Américo Brasiliense 1 42 36 9 5 4 3 5 2 2 109 0,1 14,8 Continua28 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total 2009 Município de Residência 80-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) TI 144 352470 Jaguariúna 1 38 27 5 10 11 7 5 4 - 108 0,1 11,7 145 355645 Vargem Grande Paulista 1 36 41 7 5 6 2 3 6 1 108 0,1 7,2 146 354410 Rio Grande da Serra 2 46 32 6 6 - 2 8 3 2 107 0,1 18,5 147 355630 Valparaíso 1 20 37 12 5 8 11 3 6 1 104 0,0 13,6 148 350925 Cajati - 26 32 9 8 6 6 - 10 5 102 0,0 - 149 353670 Pederneiras 1 53 23 5 4 5 5 4 1 1 102 0,0 9,8 150 352570 José Bonifácio 2 46 23 6 5 4 3 9 2 - 100 0,0 27,8 Subtotal 8.653 93.530 48.503 8.925 8.480 8.117 8.395 8.146 6.178 2.221 201.148 94,6 155 351670 Garça 6 47 29 3 - 2 2 3 2 1 95 0,0 7,0 156 352480 Jales 2 29 22 6 9 5 9 8 4 1 95 0,0 17,0 160 354680 Santa Isabel 1 24 26 5 14 5 5 2 4 2 88 0,0 4,0 161 351860 Guariba - 40 22 5 8 6 1 3 1 1 87 0,0 8,6 165 354660 Santa Fé do Sul 2 32 26 8 4 3 4 3 3 - 85 0,0 10,4 190 354160 Promissão 3 31 14 5 4 2 6 3 - 1 69 0,0 8,5 195 354970 São José do Rio Pardo 1 29 12 6 4 8 3 1 2 1 67 0,0 1,9 210 352640 Laranjal Paulista - 28 16 1 2 2 1 1 7 1 59 0,0 4,0 214 353620 Pariquera-Açu 1 24 10 3 3 5 5 3 4 - 58 0,0 16,4 Outros municípios prioritários(***) 16 284 177 42 48 38 36 27 27 8 703 0,3 Demais municípios do Estado 197 3.450 3.172 667 670 601 680 581 484 198 10.700 5,0Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação Seade, MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de incidência por 100.000 habitantes-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação Seade** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (Seade), sujeitos a revisão mensal*** incluido demais municípios prioritários que não estavam na relação dos 150 municípios com maior números de casosMortalidade No período de 1985 a 2010 ocorreram São Paulo, em 1996 e 2010. Comparando-se as97.494 óbitos por aids no estado de São Paulo. posições desse agravo como causa de morte, ob-Segundo dados da Fundação Seade foram re- serva-se a mudança da 8ª posição em 1996 para agistrados 3.141 óbitos no ano de 2010 e a taxa 17ª posição em 2010 exceto na faixa etária de 35 ade mortalidade (TM) passou de 7,9 em 2009 44 anos de idade, onde se manteve como primeirapara 7,6 óbitos por 100.000 habitantes-ano em causa.2010. (Tabela 16). Ressalta-se que a aids continua sendo a pri- Analisando-se a tendência da mortalidade meira causa de óbito na faixa de 35 a 44 anos desegundo sexo a partir do ano 2000 até 2010, ob- idade.servou-se queda de 79 óbitos por ano para o sexo No ano de 1996, para as mulheres na faixamasculino, entretanto, para o sexo feminino, a ve- etária de 25 a 34 anos, a aids foi a primeira causalocidade de queda foi bem menor, expressa por 14 de morte e em 2010 mudou para a 2ª posição.óbitos por ano (Figura 8). Na faixa de 35 a 44 anos não houve alteração nas Comparando-se os anos de 2006 e 2010 posições, mantendo-se na 2ª posição em 1996 eidentificam-se quedas de 7,9% dos óbitos 2010. Na faixa de 45 a 54 anos, a aids era a 8ª cau-(2.268/2.089) para o sexo masculino e de 3,8% sa de morte e passou para a 6ª causa em 2010.(1.134/1.052) para o sexo feminino. A taxa de Para o sexo masculino, na faixa etária demortalidade apresentou variação de 8,5 para 7,6 45 a 54 anos a aids era a 7ª causa de morte emóbitos por 100.000 habitantes-ano. 1996 e passou para a 6ª causa em 2010, sendo O Quadro 1 aponta a posição da aids en- precedida pelas doenças isquêmicas do coração,tre os óbitos gerais, segundo lista condensada de doenças do fígado, cerebrovasculares, acidentesmorte, por faixa etária (anos) e sexo no estado de de transporte e pneumonia (Quadro 2). Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 29
    • Tabela 16. Óbitos e taxa de mortalidade por aids, segundo sexo e ano de ocorrência, estado de SãoPaulo, 1985 a 2010 Óbitos Razão de Sexo Taxa de Mortalidade * Anos Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total 1985 69 4 73 17/1 0,5 0,0 0,3 1986 195 5 200 39/1 1,4 0,0 0,7 1987 403 31 434 13/1 2,8 0,2 1,5 1988 933 138 1.071 7/1 6,4 0,9 3,6 1989 1.429 232 1.661 6/1 9,6 1,5 5,5 1990 2.636 462 3.098 6/1 17,3 3,0 10,1 1991 3.496 722 4.218 5/1 22,5 4,5 13,4 1992 4.113 908 5.021 5/1 26,0 5,6 15,7 1993 5.163 1.270 6.433 4/1 32,1 7,7 19,7 1994 5.606 1.485 7.091 4/1 34,2 8,8 21,3 1995 5.850 1.889 7.739 3/1 35,1 11,0 22,9 1996 5.371 1.898 7.269 3/1 31,7 10,8 21,1 1997 3.983 1.553 5.536 3/1 23,1 8,7 15,8 1998 3.255 1.336 4.591 2/1 18,6 7,4 12,9 1999 3.057 1.201 4.258 3/1 17,2 6,5 11,7 2000 2.940 1.241 4.181 2/1 16,2 6,6 11,3 2001 2.752 1.210 3.962 2/1 15,0 6,3 10,6 2002 2.677 1.175 3.852 2/1 14,4 6,1 10,2 2003. 2.511 1.115 3.626 2/1 13,4 5,7 9,5 2004 2.304 1.028 3.332 2/1 12,2 5,2 8,6 2005 2.351 1.134 3.485 2/1 12,3 5,7 8,9 2006 2.268 1.094 3.362 2/1 11,7 5,4 8,5 2007 2.219 1.045 3.264 2/1 11,4 5,1 8,2 2008 2.235 1.131 3.366 2/1 11,3 5,5 8,3 2009 2.128 1.102 3.230 2/1 10,7 5,3 7,9 2010 2.089 1.052 3.141 2/1 10,4 5,0 7,6 Total 72.033 25.461 97.494 3/1Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - SeadeNota: * Taxa de mortalidade por 100.000 habitantes-ano No Quadro 3 é apresentada a mortali- GVE de São José dos Campos apresentou o maiordade por aids expressa em número e taxas por crescimento na taxa de mortalidade que evoluiu100.000 habitantes-ano segundo GVE. A maio- de 7,0 por 100.000 habitantes-ano em 2007 pararia deles apresentou redução das TM no perío- 10,2 em 2010. A GVE de Jales apresentou a me-do de 2000 a 2010. nor TM, 2,7 óbitos por 100.000 habitantes-ano. Ao analisar a mortalidade por aids segundo As demais regiões apresentaram TM inferioresGVE, observa-se que em nove GVE as TM foram ao Estado. Vale ressaltar que entre esses últimos,maiores do que no Estado em 2010 (7,6 óbitos as GVE de São João da Boa Vista, Marília, Campi-por 100.000 habitantes): Santos, Barretos, Tau- nas, Itapeva e Botucatú apresentaram aumentobaté, São José dos Campos, São José do Rio Pre- na TM entre 2009 e 2010 (Quadro 3).to, Piracicaba, Ribeirão Preto, Capital e Araçatu- O número de óbitos acumulado do municí-ba. Ressalta-se que no período de 2007 à 2010 a pio de São Paulo foi equivalente a cerca de 37,5%30 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • (n=35.283 óbitos) do total do Estado, seguido por rão Preto situando-se na 63ª, 7ª e 24ª posiçõesSantos e Ribeirão Preto com 3 e 3,2% (Tabela 17). na lista de TM, com 8,3, 18,4 e 11,4 óbitos por Em 2010, as cidades com maior quanti- 100.000 habitantes-ano, respectivamente (Tabe-dade de óbitos foram São Paulo, Santos e Ribei- la 17 e 18).Figura 8. Tendência dos óbitos por aids em adultos segundo sexo, estado de São Paulo, 2000 a 2010 Homens Mulheres Linear (Homens) Linear (Mulheres) 3500 3000 y = -79x + 2881 2500 r2 = 0,90; p < 0,001 2000 Nº de casos 1500 1000 y = -14x + 1207 r2 = 0,50; p = 0,048 500 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Ano de ocorrênciaFonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – SeadeNota: * Taxa de mortalidade por 100.000 habitantes-anoQuadro 1. Posição da aids entre os óbitos gerais, segundo Lista Condensada de Morte, por faixa etária (anos) esexo, estado de São Paulo, 1996 e 2010 Homens Mulheres Total Faixa etária (anos) 1996 2010 1996 2010 1996 2010 < 13 11º 22º 10º 20º 11º 21º 13 a 24 4º 7º 3º 10º 4º 7º 25 a 34 2º 4º 1º 2º 2º 3º 35 a 44 2º 4º 2º 2º 1º 1º 45 a 54 7º 6º 10º 10º 8º 6º 55 e + 33º 32º 43º 40º 43º 42º Total 6º 16º 9º 18º 8º 17º onte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - Seade F Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 31
    • Quadro 2. Óbitos por aids, segundo Lista Condensada de Morte, sexo e grupos de idade, estado de São Paulo, 2010 Posição Causas de morte no sexo masculino (1) Óbitos % Posição Causas de morte no sexo feminino (1) Óbitos % Total de Óbitos Masculinos de 25 a 34 Anos 7.408 100,0 Total de Óbitos Femininos de 25 a 34 Anos 2.685 100,0 1º 1-102 Agressões 1.576 21,3 1º 1-096 Acidentes de transporte 220 8,2 2º 1-096 Acidentes de transporte 1.392 18,8 2º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 218 8,1 3º 1-101 Lesões autoprovocadas voluntariamente 436 5,9 3º 1-102 Agressões 183 6,8 4º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 379 5,1 4º 1-087 Gravidez, parto e puerpério 124 4,6 5º 1-080 Doenças do fígado 225 3,0 5º 1-069 Doenças cerebrovasculares 107 4,0 6º 1-074 Pneumonia 207 2,8 6º 1-074 Pneumonia 104 3,9 7º 1-067 Doenças isquêmicas do coração 156 2,1 7º 1-036 Neoplasia maligna da mama 87 3,2 8º 1-098 Afogamento e submersão acidentais 148 2,0 8º 1-101 Lesões autoprovocadas voluntariamente 80 3,0 9º 1-069 Doenças cerebrovasculares 110 1,5 9º 1-083 Doenças do sistema osteomuscular e do tecido 54 2,0 10º 1-097 Quedas 86 1,2 conjuntivo 10º 1-037 Neoplasia maligna do colo do útero 53 2,0 Total de Óbitos Masculinos de 35 a 44 Anos 10.570 100,0 Total de Óbitos Femininos de 35 a 44 Anos 4.838 100,0 1º 1-102 Agressões 1.003 9,5 2º 1-096 Acidentes de transporte 997 9,4 1º 1-069 Doenças cerebrovasculares 395 8,2 3º 1-080 Doenças do fígado 846 8,0 2º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 393 8,1 4º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 787 7,4 3º 1-036 Neoplasia maligna da mama 356 7,4 5º 1-067 Doenças isquêmicas do coração 692 6,5 4º 1-067 Doenças isquêmicas do coração 313 6,5 6º 1-069 Doenças cerebrovasculares 373 3,5 5º 1-096 Acidentes de transporte 175 3,6 7º 1-074 Pneumonia 347 3,3 6º 1-074 Pneumonia 167 3,5 8º 1-101 Lesões autoprovocadas voluntariamente 330 3,1 7º 1-080 Doenças do fígado 128 2,6 9º 1-097 Quedas 215 2,0 8º 1-037 Neoplasia maligna do colo do útero 112 2,3 10º 1-056 Transtornos mentais e comportamentais devidos 204 1,9 9º 1-030 Neoplasia maligna do cólon, reto e ânus 105 2,2 ao uso de substâncias psicoativas 10º 1-086 Insuficiência renal 102 2,1 Total de Óbitos Masculinos de 45 a 54 Anos 18.585 100,0 Total de Óbitos Femininos de 45 a 54 Anos 9.770 100,0 1º 1-067 Doenças isquêmicas do coração 2.304 12,4 1º 1-067 Doenças isquêmicas do coração 958 9,8 2º 1-080 Doenças do fígado 1.706 9,2 2º 1-069 Doenças cerebrovasculares 870 8,9 3º 1-069 Doenças cerebrovasculares 1.048 5,6 3º 1-036 Neoplasia maligna da mama 769 7,9 4º 1-096 Acidentes de transporte 866 4,7 4º 1-074 Pneumonia 334 3,4 5º 1-074 Pneumonia 769 4,1 5º 1-066 Doenças hipertensivas 312 3,2 6º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 550 3,0 6º 1-080 Doenças do fígado 304 3,1 7º 1-102 Agressões 525 2,8 7º 1-052 Diabetes mellitus 301 3,1 8º 1-052 Diabetes mellitus 464 2,5 8º 1-034 Neoplasia maligna da traquéia, brônquios e dos 298 3,1 9º 1-066 Doenças hipertensivas 402 2,2 pulmões 10º 1-027 Neoplasia maligna do lábio, cavidade oral e faringe 401 2,2 9º 1-030 Neoplasia maligna do cólon, reto e ânus 297 3,0 10º 1-020 Doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) 242 2,5Fonte: Fundação Seade; Secretaria Estadual da Saúde; Secretarias Municipais da Saúde. Base Unificada de ÓbitosNota: (1) Classificação Internacional de Doenças - OMS 32 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Quadro 3. Óbitos por aids e taxas de mortalidade por aids (por 100.000 habitantes-ano), Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência do Estado de São Paulo, 2000 a 2010 Estado de São Paulo e Grupos de Óbitos por Aids Taxas de Mortalidade por Aids (por 100.000 habitantes-ano) Vigilância Epidemiológica 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Estado de São Paulo 4.181 3.962 3.852 3.626 3.332 3.485 3.362 3.264 3.366 3.230 3.141 11,3 10,6 10,2 9,5 8,6 8,9 8,5 8,2 8,3 7,9 7,6 Capital 1.379 1.245 1.210 1.139 1.018 1.025 1.069 958 1.051 1.016 939 13,2 11,8 11,4 10,6 9,4 9,4 9,8 8,7 9,5 9,1 8,3 Franco da Rocha 36 35 37 37 45 41 28 54 33 35 27 8,5 8,1 8,4 8,2 9,8 8,7 5,8 11,0 6,6 6,9 5,2 Santo André 187 197 174 218 168 186 185 178 154 172 153 8,0 8,3 7,3 9,0 6,9 7,6 7,5 7,1 6,1 6,8 6,0 Moji das Cruzes 184 179 207 183 198 185 168 169 179 173 155 8,0 7,6 8,7 7,6 8,1 7,4 6,7 6,6 6,9 6,6 5,8 Osasco 213 192 204 167 170 172 184 163 143 191 178 9,1 8,0 8,4 6,8 6,8 6,8 7,2 6,3 5,4 7,2 6,6 Araçatuba 62 49 60 46 56 50 53 64 76 52 56 9,4 7,4 9,0 6,8 8,2 7,3 7,6 9,1 10,8 7,3 7,8 Araraquara 106 106 94 80 70 81 100 95 93 66 64 12,5 12,3 10,8 9,1 7,9 9,0 11,0 10,3 10,0 7,0 6,8 Assis 23 45 24 37 32 39 24 29 21 22 22 5,4 10,5 5,6 8,5 7,3 8,9 5,4 6,5 4,7 4,9 4,8 Barretos 70 69 62 64 49 43 52 55 62 47 45 18,1 17,7 15,8 16,2 12,3 10,7 12,9 13,6 15,2 11,5 10,9 Marília 32 43 51 31 44 30 43 31 20 30 39 5,5 7,3 8,6 5,2 7,4 5,0 7,1 5,1 3,3 4,9 6,4 Bauru 98 99 103 97 83 108 101 90 93 73 72 10,1 10,1 10,4 9,7 8,2 10,6 9,8 8,7 8,9 6,9 6,7 Botucatu 12 29 22 20 26 22 15 18 18 18 21 2,4 5,8 4,3 3,9 5,0 4,2 2,8 3,3 3,3 3,3 3,8 Campinas 284 280 249 236 237 245 219 219 252 186 223 8,4 8,1 7,1 6,6 6,5 6,6 5,8 5,7 6,5 4,7 5,5 Franca 32 54 57 59 45 47 44 39 35 37 37 5,4 9,1 9,5 9,7 7,3 7,6 7,0 6,2 5,5 5,7 5,7 Piracicaba 175 150 149 151 117 123 119 135 125 127 131 14,0 11,9 11,6 11,6 8,9 9,2 8,8 9,9 9,1 9,1 9,3 Presidente Prudente 33 40 39 23 21 29 26 28 32 19 26 8,4 10,1 9,7 5,7 5,2 7,1 6,3 6,7 7,7 4,5 6,1 Presidente Venceslau 11 12 12 15 19 10 18 20 21 15 22 3,8 4,1 4,1 5,1 6,4 3,4 6,1 6,7 7,1 5,0 7,4 Registro 21 18 13 14 19 15 21 15 11 21 18 7,8 6,6 4,8 5,1 7,0 5,5 7,7 5,5 4,0 7,7 6,6 Ribeirão Preto 197 171 166 136 141 149 128 142 127 124 117 17,8 15,2 14,5 11,7 11,9 12,4 10,5 11,4 10,1 9,7 9,0 São José do Rio Preto 156 137 151 126 138 132 126 120 129 118 115 14,4 12,5 13,6 11,2 12,2 11,5 10,9 10,2 10,9 9,8 9,5 Santos 304 264 221 240 175 241 206 223 228 233 238 20,6 17,7 14,6 15,7 11,3 15,3 12,9 13,9 14,0 14,2 14,3 São João da Boa Vista 47 56 49 54 48 49 39 44 43 31 52 6,5 7,6 6,6 7,3 6,4 6,5 5,2 5,8 5,6 4,0 6,7 São José dos Campos 135 121 119 105 103 86 78 66 91 90 99 15,9 14,0 13,6 11,8 11,4 9,4 8,4 7,0 9,6 9,4 10,2 Caraguatatuba 26 31 34 17 31 20 20 31 35 30 19 11,6 13,5 14,4 7,0 12,5 7,9 7,7 11,7 13,0 10,9 6,8 Jales 6 13 6 13 9 13 15 9 7 10 7 2,4 5,2 2,4 5,2 3,6 5,1 5,9 3,5 2,7 3,9 2,7 Sorocaba 179 151 179 148 129 154 127 119 146 148 138 10,9 9,1 10,5 8,6 7,4 8,6 7,0 6,5 7,8 7,8 7,2 Itapeva 15 9 15 11 8 10 9 7 8 12 13 4,6 2,8 4,6 3,4 2,4 3,0 2,7 2,1 2,4 3,7 4,0 Taubaté 122 123 131 128 103 145 116 114 103 102 110 13,4 13,3 14,0 13,6 10,8 15,1 11,9 11,6 10,4 10,2 10,9 Estado sem especificação 36 44 14 31 30 35 29 29 30 32 5Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 33 Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - Seade.
    • Tabela 17 - Municípios com maior número de óbitos por aids, segundo ano de ocorrência, estado de São Paulo, 1990 a 2010 Total 1990 Óbitos a 2010 Municípios 90 a 94 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 N (%)São Paulo 11.975 3.158 2.940 2.048 1.639 1.474 1.379 1.245 1.210 1.139 1.018 1.025 1.069 958 1.051 1.016 939 35.283 37,5Santos 1.217 272 230 153 128 132 119 115 78 89 59 67 68 72 88 72 77 3.036 3,2Ribeirão Preto 881 266 233 163 125 144 127 117 105 80 95 97 81 80 75 68 69 2.806 3,0Guarulhos 532 164 177 131 110 116 108 91 114 103 105 89 79 93 87 87 84 2.270 2,4Campinas 588 198 179 146 142 106 101 95 80 80 77 85 64 65 94 57 65 2.222 2,4São José do Rio Preto 629 176 146 109 87 78 89 65 68 61 72 66 58 52 70 56 50 1.932 2,1Santo André 592 158 152 105 84 82 56 67 63 70 49 66 68 55 52 55 49 1.823 1,9Sorocaba 410 167 134 118 94 75 68 69 76 65 45 63 50 50 55 60 47 1.646 1,8Osasco 500 132 138 81 81 81 65 64 74 51 39 44 56 40 45 54 49 1.594 1,7São José dos Campos 297 125 115 80 59 70 70 54 60 55 52 46 41 40 52 43 63 1.322 1,4São Vicente 374 113 87 72 56 45 75 57 39 46 38 67 41 54 54 42 42 1.302 1,4Bauru 246 114 88 76 36 52 52 48 56 53 46 56 48 51 41 32 38 1.133 1,2São Bernardo do 321 87 67 74 64 52 43 36 34 58 41 44 46 37 42 41 28 1.115 1,2CampoGuarujá 296 98 85 75 69 44 50 47 55 38 34 40 32 30 24 38 36 1.091 1,2Piracicaba 150 70 64 83 70 75 70 61 50 56 38 37 46 38 39 26 37 1.010 1,1Taubaté 246 91 83 49 51 47 47 41 36 40 38 42 35 36 35 39 41 997 1,1Mauá 269 64 49 50 45 33 34 33 31 37 44 22 17 28 21 32 25 834 0,9Araraquara 198 63 60 57 50 37 41 39 40 20 29 26 28 30 26 12 23 779 0,8Jundiaí 168 67 75 42 24 33 35 35 33 33 31 31 31 21 30 25 25 739 0,8Franca 124 55 51 43 57 32 21 38 33 35 31 33 33 26 17 22 19 670 0,7Diadema 153 46 45 47 35 40 24 29 26 27 15 25 32 33 26 24 27 654 0,7Jacareí 123 42 61 46 48 18 35 39 32 24 32 23 23 15 26 26 21 634 0,7Carapicuíba 182 41 41 27 32 27 29 20 32 28 27 21 23 24 18 26 22 620 0,7Barretos 116 36 38 42 41 38 35 33 32 37 26 26 22 19 26 24 23 614 0,7Praia Grande 132 52 44 24 25 27 21 14 21 19 16 23 24 29 24 34 34 563 0,6Catanduva 128 59 35 31 32 17 26 32 31 11 22 23 18 27 18 17 20 547 0,6Araçatuba 99 50 44 34 32 24 23 21 24 21 20 21 26 24 30 23 21 537 0,6Limeira 97 39 41 37 31 26 27 29 26 27 22 20 14 25 16 28 27 532 0,6São Caetano do Sul 178 49 45 33 29 20 18 24 14 20 11 18 14 19 10 13 14 529 0,6 Continua 34 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Total 1990 Óbitos a 2010 Municípios 90 a 94 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 N (%) São Carlos 79 31 36 31 28 31 31 27 25 19 13 15 33 26 28 22 23 498 0,5 Mogi das Cruzes 102 33 25 29 26 22 16 30 21 19 23 33 24 21 26 20 17 487 0,5 Presidente Prudente 109 41 43 22 25 18 27 29 29 14 15 14 14 20 25 14 15 474 0,5 Taboão da Serra 129 32 41 24 13 18 12 20 20 14 18 22 18 22 14 18 16 451 0,5 Caçapava 88 41 32 31 14 22 29 26 26 25 17 13 12 9 12 20 14 431 0,5 Bebedouro 98 39 37 28 29 28 22 26 19 14 13 8 14 16 14 13 9 427 0,5 Rio Claro 81 37 38 33 18 21 23 14 16 17 17 14 15 18 10 13 14 399 0,4 Cubatão 97 24 33 36 26 19 21 13 10 16 10 13 17 13 14 15 13 390 0,4 Itu 50 37 28 23 19 21 25 20 23 11 21 6 19 15 22 21 24 385 0,4 Marília 71 36 31 28 22 25 11 19 28 12 14 13 18 16 10 11 15 380 0,4 Barueri 74 22 19 25 19 23 26 16 17 16 15 21 14 12 14 13 27 373 0,4 Itaquaquecetuba 62 23 18 30 24 14 18 14 28 17 23 21 17 15 13 20 14 371 0,4 Itapevi 77 23 30 15 13 20 17 20 18 8 20 16 12 15 12 19 10 345 0,4 Franco da Rocha 105 31 23 15 13 12 11 10 5 17 16 12 11 22 8 6 12 329 0,3 Suzano 70 21 19 13 13 17 12 11 17 22 21 15 11 16 17 15 16 326 0,3 Embu 66 29 19 19 16 11 22 16 12 17 16 15 17 10 9 15 10 319 0,3 Americana 40 18 18 15 16 14 18 16 19 14 21 14 18 11 16 16 14 298 0,3 Cruzeiro 19 11 19 15 15 21 17 19 34 18 13 22 16 15 14 11 15 294 0,3 Sumaré 68 12 34 18 17 19 13 11 8 6 9 12 20 9 10 7 17 290 0,3 Araras 39 21 19 14 10 14 13 20 18 17 17 15 11 19 17 9 13 286 0,3 Itapetininga 38 26 21 20 10 21 18 11 19 12 10 14 9 11 13 15 15 283 0,3 Subtotal 22.783 6.640 6.130 4.560 3.762 3.456 3.290 3.046 2.985 2.748 2.514 2.574 2.527 2.402 2.510 2.405 2.338 76.670 81,5 Demais municípios 3.078 1.099 1.139 976 829 802 891 916 867 878 818 911 835 862 856 825 803 17.385 18,5 Estado de São Paulo 25.861 7.739 7.269 5.536 4.591 4.258 4.181 3.962 3.852 3.626 3.332 3.485 3.362 3.264 3.366 3.230 3.141 94.055 100,0Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados - Seade. Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 35
    • Tabela 18. Taxa de mortalidade (TM) por Aids, por 100.000 habitantes-ano, dos municípios com TM igual ou maior que a do Estado,segundo ano de ocorrência e ordenados de forma decrescente em 2010 (entre os 150 municípios com maior número de óbitos),estado de São Paulo, 1990 a 2010 Taxa de Mortalidade Total 1990 a Municípios 1990 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2010 TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM N Estado de São Paulo 10,1 22,9 21,1 15,8 12,9 11,7 11,3 10,6 10,2 9,5 8,6 8,9 8,5 8,2 8,3 7,9 7,6 94.055 Cajati - 7,6 11,1 14,6 14,3 7,0 - 6,8 3,4 17,2 10,3 10,3 13,8 3,5 3,5 7,0 24,7 46 Bertioga - 10,6 19,2 17,4 23,8 3,6 10,1 12,7 15,1 14,3 10,9 5,2 - 19,0 6,8 17,5 23,2 75 Capivari - 29,5 15,7 30,8 17,6 12,3 33,8 11,9 11,7 13,8 4,5 11,1 15,3 4,3 14,9 20,9 20,6 121 Barretos 11,8 36,2 37,8 41,5 40,2 36,9 33,7 31,5 30,3 34,8 24,3 24,1 20,2 17,3 23,6 21,6 20,5 614 Cruzeiro 5,9 15,5 26,6 20,8 20,7 28,8 23,1 25,7 45,8 24,1 17,3 29,2 21,1 19,7 18,3 14,3 19,5 294 São Pedro - 4,3 - - - 7,4 14,4 10,6 7,0 6,9 3,4 6,7 13,2 19,6 12,9 16,0 19,0 48 Santos 38,8 65,2 55,2 36,7 30,7 31,6 28,5 27,5 18,6 21,2 14,1 16,0 16,2 17,1 20,9 17,1 18,4 3.036 Catanduva 7,7 60,5 35,3 30,7 31,2 16,3 24,6 30,0 28,9 10,2 20,2 21,0 16,4 24,4 16,2 15,2 17,7 547 Itanhaém 2,3 14,1 10,0 9,6 1,5 4,4 11,2 8,2 1,3 10,5 3,8 12,6 13,6 9,7 4,8 17,5 17,3 137 Caçapava 12,5 58,4 44,8 42,8 19,0 29,4 38,1 33,7 33,4 31,7 21,3 16,2 14,8 11,0 14,5 23,9 16,5 431 Itu 3,9 31,1 22,9 18,4 14,8 15,9 18,5 14,6 16,5 7,8 14,7 4,1 12,9 10,1 14,6 13,8 15,6 385 Taubaté 8,4 40,9 36,6 21,2 21,7 19,6 19,3 16,6 14,3 15,7 14,7 16,1 13,2 13,4 12,9 14,2 14,7 997 Jaboticabal 5,2 42,9 42,3 15,5 21,4 18,1 23,8 17,7 14,6 16,0 13,0 17,2 7,1 17,0 14,1 18,2 14,0 260 Dracena - 2,5 9,9 2,5 2,5 2,5 9,9 - 7,3 16,9 12,0 7,1 7,1 4,7 16,4 11,6 13,9 61 Itapira - 18,4 23,1 29,4 21,0 41,5 19,0 23,5 17,1 16,9 29,0 16,6 13,5 13,4 10,4 7,3 13,1 220 Praia Grande 10,4 34,1 27,5 14,3 14,2 14,6 10,9 7,0 10,2 8,9 7,3 10,1 10,3 12,0 9,7 13,4 13,0 563 São Vicente 16,9 39,9 30,3 24,8 19,0 15,0 24,7 18,6 12,6 14,7 12,1 21,0 12,8 16,7 16,5 12,7 12,6 1.302 Guarujá 16,8 42,1 35,6 30,7 27,5 17,1 18,9 17,6 20,3 13,9 12,3 14,4 11,4 10,6 8,4 13,2 12,4 1.091 São José do Rio Preto 24,7 55,5 44,8 32,9 25,6 22,3 24,9 17,9 18,5 16,3 19,0 17,2 15,0 13,2 17,6 13,9 12,3 1.932 Lorena 5,6 15,6 26,9 15,9 19,7 11,7 20,5 17,8 12,7 13,9 11,3 19,9 14,9 20,9 14,7 17,1 12,1 247 Pereira Barreto - 3,9 - 7,9 - 8,0 8,0 8,0 12,0 8,0 12,0 4,0 16,0 24,0 24,0 40,0 12,0 51 Bebedouro 6,1 54,9 51,5 38,6 39,6 37,8 29,4 34,7 25,3 18,6 17,3 10,6 18,6 21,3 18,6 17,3 12,0 427 Araçatuba 2,6 31,2 27,2 20,8 19,3 14,3 13,6 12,3 14,0 12,1 11,5 11,9 14,7 13,5 16,7 12,8 11,6 537 Ribeirão Preto 21,3 57,5 49,5 34,0 25,7 29,0 25,2 22,7 20,0 15,0 17,4 17,5 14,3 13,9 12,8 11,5 11,4 2.806 Aparecida - 11,7 29,1 23,2 28,9 5,7 22,9 22,9 11,5 22,9 11,5 25,8 5,7 25,7 11,4 22,9 11,4 119 Barueri 5,7 13,6 11,2 14,0 10,1 11,6 12,5 7,6 7,9 7,3 6,8 9,3 6,1 5,2 6,0 5,5 11,2 373 Bauru 7,5 40,1 30,3 25,6 11,9 16,8 16,5 15,1 17,4 16,3 14,0 16,9 14,4 15,2 12,1 9,4 11,1 1.133 Birigui 8,3 20,3 12,8 11,4 7,8 9,8 11,7 9,4 7,2 7,1 11,0 7,9 4,9 6,7 6,6 3,7 11,0 179 Araraquara 6,2 36,3 34,0 32,6 28,2 20,6 22,5 21,1 21,3 10,5 15,1 13,3 14,1 15,0 12,8 5,8 11,0 779 Cubatão 12,3 24,5 33,1 35,4 25,0 17,9 19,4 11,9 9,0 14,3 8,9 11,4 14,8 11,2 12,0 12,7 11,0 390 Araras 1,2 22,1 19,6 14,2 10,0 13,7 12,5 19,0 16,8 15,7 15,5 13,5 9,8 16,6 14,7 7,7 11,0 286 Monte Alto 7,7 21,7 11,9 18,9 14,0 18,5 18,4 15,9 15,8 9,0 8,9 13,3 8,8 21,8 17,4 10,8 10,7 130 Itapetininga 1,9 23,2 18,3 17,1 8,4 17,1 14,4 8,6 14,7 9,1 7,5 10,3 6,6 7,9 9,2 10,5 10,4 283 São Carlos 5,2 17,9 20,3 17,1 15,1 16,4 16,1 13,8 12,6 9,4 6,4 7,2 15,7 12,2 13,0 10,1 10,4 498 Ituverava 3,1 29,0 14,4 11,4 14,1 8,4 8,3 5,5 16,3 16,2 5,4 5,3 - 10,5 10,4 10,4 10,3 73 Serrana - 18,5 3,6 3,4 13,2 9,6 9,2 6,0 3,0 - 2,9 2,8 11,0 13,5 8,0 15,7 10,3 61 Cosmópolis 2,9 20,7 7,5 4,9 19,1 11,6 9,0 4,4 6,4 4,1 10,0 9,7 3,8 9,2 10,8 5,2 10,2 89 São Roque 1,6 27,9 12,9 7,9 6,2 4,6 9,0 5,9 10,1 7,1 5,6 8,2 2,7 5,3 3,9 6,4 10,2 116 Continua 36 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Taxa de Mortalidade Total 1990 a Municípios 1990 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2010 TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM TM N Piracicaba 4,7 23,4 21,0 26,7 22,1 23,2 21,3 18,3 14,9 16,5 11,1 10,7 13,1 10,7 10,9 7,2 10,2 1.010 Peruíbe 19,3 12,4 21,2 18,0 6,4 12,2 5,9 9,6 11,3 18,5 7,3 21,5 14,1 8,7 15,5 10,2 10,1 125 São José dos Campos 5,9 25,9 23,3 15,9 11,4 13,3 13,0 9,9 10,8 9,7 9,0 7,9 6,9 6,6 8,5 6,9 10,0 1.322 Pirassununga 3,6 8,3 13,1 11,3 7,9 7,8 9,3 4,6 15,2 15,0 13,4 14,8 5,9 4,4 10,1 12,9 10,0 126 Jacareí 5,7 24,0 34,2 25,3 26,0 9,6 18,3 20,2 16,4 12,1 16,0 11,4 11,3 7,3 12,5 12,4 10,0 634 Caraguatatuba 2,0 17,2 18,0 11,5 19,3 6,6 6,4 14,8 10,8 1,2 12,6 10,0 5,4 13,8 17,7 15,2 9,9 184 Leme 1,5 13,6 12,0 20,9 15,4 12,6 9,9 11,0 15,7 11,9 7,0 11,6 9,1 11,3 10,0 17,6 9,8 215 Limeira 4,0 17,3 17,8 15,8 13,0 10,7 10,9 11,5 10,2 10,5 8,5 7,6 5,3 9,3 5,9 10,2 9,8 532 Tremembé 3,8 22,9 19,1 18,6 9,1 11,8 5,8 - 22,2 2,7 5,4 10,5 15,6 7,7 5,0 7,4 9,8 79 Porto Ferreira - 11,8 9,2 9,0 13,2 17,2 10,6 10,5 8,3 8,2 6,1 14,2 10,0 6,0 15,8 3,9 9,7 83 São João da Boa Vista 3,0 4,1 4,1 2,7 4,0 2,6 5,2 7,7 5,1 5,0 5,0 6,2 7,4 4,9 6,1 4,8 9,6 81 Embu-Guaçu 2,9 17,9 10,7 12,2 7,7 7,4 5,3 7,0 8,6 3,4 3,4 6,7 8,3 8,2 8,1 4,8 9,6 92 Votuporanga 6,2 20,1 12,7 20,8 8,2 14,8 2,6 7,8 12,9 7,6 12,6 8,7 8,6 15,9 14,5 9,6 9,5 187 Poá 4,1 20,1 11,5 15,7 12,0 10,7 7,3 11,4 5,1 5,1 5,0 6,9 4,9 8,7 11,5 4,8 9,4 190 São Caetano do Sul 13,9 33,5 31,0 22,9 20,3 14,1 12,8 17,0 9,9 14,0 7,7 12,4 9,6 13,0 6,8 8,8 9,4 529 Moji Mirim 6,3 19,4 10,8 15,8 12,9 5,0 9,8 7,3 10,9 15,7 1,2 13,1 11,8 10,6 9,4 4,7 9,3 170 Franco da Rocha 17,3 32,8 23,7 15,0 12,7 11,4 10,2 9,1 4,4 14,8 13,6 10,0 9,0 17,7 6,3 4,7 9,1 329 Rio Grande da Serra 7,0 15,3 14,9 5,8 - 5,5 16,2 5,3 2,6 - 5,0 9,8 4,8 4,8 2,3 4,6 9,1 59 Sertãozinho 4,0 15,2 12,6 20,2 18,7 12,9 16,9 8,3 7,2 16,1 4,0 11,7 13,5 9,5 2,8 4,6 9,1 211 Guaratinguetá 6,0 29,7 15,1 9,0 12,8 11,7 11,5 9,5 7,5 20,6 13,0 14,7 14,6 8,2 8,1 8,1 8,9 254 Batatais 4,6 6,3 10,4 20,5 2,0 4,0 13,7 13,6 7,7 9,5 5,6 9,3 3,7 9,1 7,2 10,7 8,9 98 Pirajuí - 35,9 40,8 15,2 5,0 5,0 14,9 14,7 24,2 4,8 4,7 9,3 27,6 9,1 4,5 8,9 8,8 62 Ourinhos 5,3 7,1 18,5 10,2 10,0 6,5 9,6 20,1 10,4 16,5 9,2 19,3 9,0 10,0 4,9 8,8 8,7 206 Mongaguá 22,6 11,7 25,6 30,9 12,9 6,1 11,5 8,3 16,1 23,5 17,7 17,2 12,0 9,3 18,2 6,6 8,7 110 São Paulo 17,5 31,7 29,3 20,2 16,0 14,3 13,2 11,8 11,4 10,6 9,4 9,4 9,8 8,7 9,5 9,1 8,3 35.283 Itararé 2,3 4,5 4,5 4,4 6,6 4,3 12,9 2,1 12,8 2,1 6,3 6,3 6,3 4,2 8,3 4,2 8,3 54 São Sebastião 3,1 43,4 23,7 28,5 19,2 27,4 19,0 16,8 11,5 16,0 14,0 3,0 10,4 8,7 8,5 9,7 8,1 190 Sorocaba 9,8 39,1 30,5 26,1 20,2 15,7 13,8 13,7 14,8 12,5 8,5 11,7 9,1 9,0 9,7 10,4 8,0 1.646 Itapeva 3,7 7,7 6,4 7,6 2,5 3,7 7,2 3,6 4,7 4,7 3,5 2,3 2,3 1,1 1,1 1,1 8,0 71 Atibaia 4,8 22,7 19,1 18,6 11,4 9,2 11,7 6,2 7,9 5,2 5,9 5,9 3,3 4,1 8,1 8,8 7,9 225 Hortolândia - 11,5 8,3 13,3 11,8 8,3 6,6 7,0 5,0 6,7 4,8 8,7 5,1 2,8 7,1 1,1 7,8 200 Fernandó-polis - 10,2 5,1 5,0 6,6 11,5 1,6 12,9 - 9,6 6,3 4,7 7,8 6,3 3,1 4,7 7,7 72 Amparo 4,0 7,3 21,4 7,0 8,6 6,8 14,9 23,0 14,6 12,9 6,4 12,6 11,0 7,8 9,3 9,2 7,6 125 Salto 2,9 8,6 4,8 4,7 7,9 6,6 5,4 5,3 7,3 4,1 2,0 6,0 7,0 5,9 5,8 7,7 7,6 113Fonte: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – Seade Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 37
    • Anexo 1. Roteiro sugerido para busca ativa de Anexo 2. Procedimentos para investigaçãocasos de aids em adultos epidemiológica e sanitária da suspeita de transmissão de doenças pelo sangue a) Verificar todos os resultados laboratoriais de con- tagem de T-CD4+ de pacientes acompanhados no O processo de investigação epidemiológica e serviço HIV/aids; sanitária da suspeita de transmissão de doenças pelo sangue, baseado na Portaria MS nº 1353 de 14/06/2011, b) Verificar nas farmácias que dispensam medicamen- Resolução RDC nº 57 de 16/12/2010, Manual Técnico tos antirretrovirais (ARV) possíveis pacientes que para Investigação da Transmissão de Doenças pelo San- ainda não foram notificados; gue – ANVISA-MS, 2005 e Lei nº 8080 de 19/09/1990- c) Articular com laboratórios de referência para o en- MS, poderá ser desencadeado de várias maneiras: vio de todos os resultados com contagem de T CD4+ • Notificações recebidas pela Vigilância Epide- menor que o esperado para idade e de contagem de miológica (diretamente ou pesquisadas na base de dados carga viral de crianças para a vigilância epidemiológi- do SINAN); ca do município; • Denúncias recebidas pela Vigilância Sanitária; • Notificações recebidas pela Hemovigilância d) Articular com os responsáveis pelo sistema de morta- – NOTIVISA (definição: Sistema Web de Notificações de lidade (SIM) municipal para envio de qualquer Decla- eventos adversos e queixas técnicas relacionadas com ração de Óbito preenchida com “HIV ou aids ou ter- produtos sob Vigilância Sanitária); mos correlatos” em qualquer dos campos do docu- • Notificações feitas pelas indústrias que produ- mento para a vigilância epidemiológica do município; zem hemoderivados; Na suspeita de contaminação de doenças trans- missíveis pelo sangue o serviço hemoterápico deverá avaliar a possível transmissão: 1- Realizar novo estudo dos doadores dos hemocom- ponentes suspeitos convocando e repetindo os tes- tes para infecções transmissíveis de todos os doa- dores envolvidos. Caso o(s) doador(es) não seja(m) encontrado(s) ou não responda(m) a convocação do serviço de hemoterapia, a busca ativa deverá ser realizada por órgão de vigilância em saúde, para repetição de testes ou testes confirmatórios e de diagnóstico; 2- Se todos os doadores e serviços hemoterápicos im- plicados no caso após a completa investigação tive- rem resultados negativos (não reagentes) afasta-se a transmissão por transfusão; 3- No caso de um ou mais doadores serem positi- vos (reagente) para um ou mais marcadores de doenças transmissíveis, esse(s) deverá(ão) ser encaminhado(s) ao serviço de referência para tra- tamento, notificar a vigilância epidemiológica e NOTIVISA. 4- Os demais receptores que foram transfundidos pe- los outros hemocomponentes dessa doação deverão ser investigado(s), com o intervalo entre a transfusão e a sorologia no prazo mínimo de três meses para a infecção do HIV, seis meses para a infecção pelo HCV e Hepatite B, e 12 meses para HTLV. Em caso de positividade (reagente) dos receptores investigados notificar a vigilância epidemiológica, NOTIVISA e en- caminhar para tratamento.38 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • aids em menores de 13 anos de idade no estado de São Paulo No período de 1984 até junho de 2011 pelas vigilâncias epidemiológicas das regionaisforam registrados no estado de São Paulo 6.330 de saúde e/ou dos municípios e, incluídos comocasos de aids em menores de 13 anos de ida- casos de aids no SINAN.de. Deste total, 5.528 casos foram notificados Em 2010, a vigilância epidemiológica dono Sistema Nacional de Agravos de Notificação PEDST/Aids-SP relacionou a base de dados de(SINAN), 399 conhecidos a partir do Sistema de aids do Estado (SINAN-aids) com a base de da-Mortalidade da Fundação SEADE e 403 através dos (SINAN/SIM/SISCEL/SICLOM) do Departa-dos Sistemas de Controle Laboratorial e de Me- mento Nacional de DST/Aids e Hepatites Viraisdicamentos do Departamento de DST, Aids e (DN). A base de dados Nacional possuía os casosHepatites Virais (DN) do Ministério da Saúde – de indivíduos com contagem de linfócitos TCD4+SISCEL e SICLOM. menor do que o esperado para a idade atual da criança e/ou que recebem medicamentos antir-Relacionamento das bases de dados retrovirais. Na ocasião, foram identificados 540 casos de aids em crianças que não tinham sido Desde o Contrato de Cooperação Técnica notificados no SINAN. Estes casos foram inves-do Programa Estadual de DST/Aids de São Pau- tigados junto à rede de serviços de vigilâncialo (PEDST/AIDS-SP) com a Fundação Seade em epidemiológica e incluídos na base de dados2004, esta é a primeira vez em que foi realizado estadual, para cálculo de taxas de incidência deo relacionamento dos casos de aids em meno-res de 13 anos de idade, base SINAN - aids crian- sexo, idade, municípios e regionais no boletimça, com os óbitos do Sistema de Mortalidade da de 2011.referida Fundação. O relacionamento destas ba- Vale ressaltar que, das 540 crianças en-ses recuperou 399 casos de óbitos por aids, no caminhadas para a investigação e notificaçãoperíodo de 1984 a 2009, que não haviam sido no sistema de vigilância, 357 (66%) casos, comnotificados no SINAN, apontando para uma taxa diagnóstico entre 2002 e 2010, ainda não ha-de subnotificação de aproximadamente 7% em viam sido incluídas no SINAN até 30/06/2011,relação à fonte óbito (Tabela 1 e Figura 1). data de fechamento para análise dos dados des- A maior parte destes casos não notifica- te boletim. No período de 2001 a 2011, a taxados ocorreu antes do ano de 2004, porque, na de subnotificação dos casos captados através daocasião, não preenchiam os critérios definidores fonte de informação DN (maior parte dos casosde aids em criança. A partir de 2004, com a in- provenientes do SISCEL) foi de 6%, sendo declusão do critério excepcional óbito na definição 31% e 47% para os anos 2009 e 2010, respecti-de caso para menores de 13 anos de idade foi vamente (Tabela 1).possível classificar e inserir os óbitos por aids: Na Tabela 2, verifica-se que os Grupos de“menção de aids/sida em algum dos campos da Vigilância Epidemiológica (GVE) de Sorocaba,Declaração de Óbito (DO) e investigação epide- Caraguatatuba e Santo André foram as regio-miológica inconclusiva ou menção da infecção nais que apresentaram maiores proporções depelo HIV em algum dos campos da DO, além de casos não notificados no SINAN, 30% (n=73),doença(s) associada(s) à infecção pelo HIV e in- 23% (n=11) e 23% (n=78), respectivamente. Porvestigação epidemiológica inconclusiva”¹ . outro lado, os GVE que apresentaram as meno- Ressalta-se que os 40 óbitos identificados res proporções de casos não notificados foramentre 2004 e 2009, ou seja, na vigência do crité- Registro, 4,5% e Itapeva, 6%. A vigilância derio excepcional óbito, deverão ser investigados eventos fatais contribui para a maior captação
    • de casos de aids, conforme observado na GVECapital e de Botucatu que apresentaram baixas Rotina sugerida para busca ativa de casosproporções de subnotificação em relação ao de aids em crianças:óbito, 4% e 3%, respectivamente. a) Verificar todos os resultados laboratoriais de contagem de T CD4+ de crianças HIV/ Todos estes casos identificados através aids acompanhados nos serviços;do relacionamento das bases de dados foram b) Verificar todos os resultados laboratoriaisencaminhados às regionais e municípios, para de contagem de carga viral das crianças me-investigação e notificação no SINAN. nores de 13 anos de idade; Esta avaliação do atributo – representa- c) Verificar nas farmácias que dispensamtividade do sistema de vigilância epidemioló- medicamentos antirretrovirais (ARV) pos-gica da criança com aids aponta para a neces- síveis pacientes que ainda não foram no-sidade de aprimoramento das equipes de vigi- tificados;lância epidemiológica na busca ativa de casos d) Articular com laboratórios de referênciaem outras fontes de informação, como o Siste- para o envio de todos os resultados comma de Mortalidade (SIM), Sistema de Controle contagem de T CD4+ menor que o esperadode Exames Laboratoriais (SISCEL), Sistema de para idade e de contagem de carga viral deControle Logístico de Medicamentos (SICLOM), crianças para a vigilância epidemiológica do município;Sistema de Informações Hospitalares do SUS e) Articular com os responsáveis pelo sis-(SIH-SUS), SINAN de tuberculose e hepatites, tema de mortalidade (SIM) municipal paradentre outros. envio de qualquer Declaração de Óbito pre- A sistematização de algumas atividades enchida com “HIV ou aids ou termos corre-deve ser incluída na rotina de trabalho da vigi- latos” em qualquer dos campos do docu-lância epidemiológica: mento para a vigilância epidemiológica do município;Figura 1. Casos de aids1em menores de 13 anos de idade notificados no SINAN, BIPAIDSde dados dode dados do De- Figura - Casos de aids em menores de 13 anos de idade noƟficados no SINAN, BIPAIDS e base e basepartamento Nacional-DST/Aids (DN), segundo ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 2011* Departamento Nacional-DST/Aids (DN), segundo ano de diagnósƟco, estado de São Paulo, 1984 a1984 a 2011* SINAN BIPAIDS (SINAN+SEADE) BIPAIDS+DN** 550 500 450 400 350 300 Nº de casos 250 200 150 100 50 0 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 2 0 00 9 20 *** * ** 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 2 10 11 Ano de diagnóticoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnicade DiagnósƟco e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional Ano PEDST/Aids-SPde DST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal**DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+menor do que o esperado para a idade atual*** Não foi realizado o relacionamento entre a base de óbitos da Fundação SEADE e o SINAN40 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 1. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, óbitos por aids não notificados no SINAN,casos registrados na base de dados do Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais (DN), proporção desubnotificação de casos de aids em relação ao óbito e a base do DN por ano de diagnóstico, estado de São Paulo,1984 a 2011* Proporção Óbitos sem BIPAIDS Departamento de Subnotificação Ano de BIPAIDS SINAN SINAN (SINAN+ Nacional DST/Aids Diagnóstico +DN** (SEADE) SEADE) (DN)** Em relação ao Em relação ao Total óbito DN** 1984 1 - 1 - 1 - - - 1985 5 1 6 - 6 16,7 - 16,7 1986 13 1 14 - 14 7,1 - 7,1 1987 51 5 56 - 56 8,9 - 8,9 1988 98 5 103 - 103 4,9 - 4,9 1989 113 11 124 - 124 8,9 - 8,9 1990 174 20 194 - 194 10,3 - 10,3 1991 215 16 231 - 231 6,9 - 6,9 1992 248 31 279 - 279 11,1 - 11,1 1993 270 36 306 - 306 11,8 - 11,8 1994 299 38 337 - 337 11,3 - 11,3 1995 365 29 394 - 394 7,4 - 7,4 1996 419 17 436 - 436 3,9 - 3,9 1997 460 54 514 - 514 10,5 - 10,5 1998 375 18 393 - 393 4,6 - 4,6 1999 368 18 386 - 386 4,7 - 4,7 2000 397 11 408 - 408 2,7 - 2,7 2001 375 15 390 9 399 3,8 2,3 6,0 2002 289 21 310 63 373 6,8 16,9 22,5 2003 260 12 272 44 316 4,4 13,9 17,7 2004 186 5 191 61 252 2,6 24,2 26,2 2005 145 5 150 53 203 3,3 26,1 28,6 2006 113 4 117 33 150 3,4 22,0 24,7 2007 90 4 94 21 115 4,3 18,3 21,7 2008 84 9 93 24 117 9,7 20,5 28,2 2009 58 13 71 32 103 18,3 31,1 43,7 2010*** 45 - 45 40 85 - 47,1 47,1 2011*** 12 - 12 23 35 - 65,7 65,7 Total 5.528 399 5.927 403 6.330 6,7 6,4 12,7Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional deDST/Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal**DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+menor do que o esperado para a idade atual*** Não foi realizado o relacionamento entre a base de óbitos da Fundação SEADE e o SINAN Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 41
    • Tabela 2. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, óbitos por aids não notificados no SINAN,casos registrados na base de dados do Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatites Virais (DN), proporção desubnotificação de casos de aids em relação ao óbito e a base do DN, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica(GVE) de residência, estado de São Paulo, 1984 a 2011* Proporção de Subnotificação Óbitos BIPAIDS Departamento sem BIPAIDS GVE de Residência SINAN (SINAN+ Nacional DST/Aids SINAN +DN** Em relação Em relação SEADE) (DN)** Total (SEADE) ao óbito ao DN** GVE 1 Capital 2.223 82 2.305 144 2.449 3,6 5,9 9,2 GVE 7 Santo André 266 39 305 39 344 12,8 11,3 22,7 GVE 8 Mogi das Cruzes 267 22 289 22 311 7,6 7,1 14,1 GVE 9 Franco da Rocha 68 3 71 8 79 4,2 10,1 13,9 GVE 10 Osasco 322 14 336 26 362 4,2 7,2 11,0 GVE 11 Araçatuba 45 12 57 - 57 21,1 - 21,1 GVE 12 Araraquara 87 5 92 5 97 5,4 5,2 10,3 GVE 13 Assis 24 3 27 3 30 11,1 10,0 20,0 GVE 14 Barretos 52 4 56 5 61 7,1 8,2 14,8 GVE 15 Bauru 87 12 99 7 106 12,1 6,6 17,9 GVE 16 Botucatu 31 1 32 3 35 3,1 8,6 11,4 GVE 17 Campinas 361 24 385 25 410 6,2 6,1 12,0 GVE 18 Franca 51 3 54 3 57 5,6 5,3 10,5 GVE 19 Marília 46 2 48 2 50 4,2 4,0 8,0 GVE 20 Piracicaba 145 11 156 13 169 7,1 7,7 14,2 GVE 21 Presidente Prudente 30 2 32 2 34 6,3 5,9 11,8 GVE 22 Presidente Venceslau 10 2 12 - 12 16,7 - 16,7 GVE 23 Registro 21 1 22 - 22 4,5 - 4,5 GVE 24 Ribeirão Preto 241 24 265 1 266 9,1 0,4 9,4 GVE 25 Santos 419 38 457 27 484 8,3 5,6 13,4 GVE 26 São João da Boa Vista 49 4 53 2 55 7,5 3,6 10,9 GVE 27 São José dos Campos 167 12 179 10 189 6,7 5,3 11,6 GVE 28 Caraguatatuba 37 7 44 4 48 15,9 8,3 22,9 GVE 29 São José do Rio Preto 159 12 171 6 177 7,0 3,4 10,2 GVE 30 Jales 19 2 21 - 21 9,5 - 9,5 GVE 31 Sorocaba 167 39 206 34 240 18,9 14,2 30,4 GVE 32 Itapeva 15 1 16 - 16 6,3 - 6,3 GVE 33 Taubaté 119 18 137 12 149 13,1 8,1 20,1 Total 5.528 399 5.927 403 6.330 6,7 6,4 12,7Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional deDST/Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal**DN - Departamento Nacional de DST/Aids e Hepatite Virais - Casos de aids segundo Critério CDC Adaptado – Contagem de linfócitos T CD4+menor do que o esperado para a idade atual42 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Perfil Epidemiológico das crianças estável até 2009 (Tabela 4 e Figura 2). Uma dascom AIDS no Estado de São Paulo possíveis explicações, para este comportamen- to da incidência, é o adoecimento em idades No período de 1984 até junho de 2011 mais elevadas, decorrente do prolongamentoforam registrados no estado de São Paulo 6.330 do período de incubação com o uso da TARV.casos de aids em menores de 13 anos de idade.Inicialmente a taxa de incidência (TI) apresen- Categoria de Exposiçãotou elevação e atingiu seu pico em 1997, com6,1 casos por 100.000 crianças menores de 13 Dos 5.528 casos de aids notificados atra-anos de idade-ano. Em seguida apresentou um vés do SINAN, a principal categoria de exposi-declínio de 71%, quando comparados 1998 e ção foi a transmissão vertical do HIV, com 88%2009 (passou de 4,7 casos por 100.000 crianças dos casos no período analisado. Desde 2005,menores de 13 anos de idade-ano para 1,4), de- a transmissão vertical tem representado a to-vido à introdução dos ARV, tanto na prevenção talidade dos casos, exceto em algumas crian-da transmissão vertical do HIV, quanto no uso ças que foram notificadas sem informação dada terapia ARV (TARV) em crianças portadoras categoria de exposição. Estes casos deverãodo vírus (Tabela 3). ser investigados para elucidação da forma de Dos 6.330 casos de aids, 75% tinham me- transmissão do HIV nesta população (Tabela 5).nos de cinco anos de idade, 19% de 5 a 9 anos e Quatrocentos e cinquenta e cinco casosem 6% o diagnóstico de aids ocorreu entre 10 e (8%) continuam com categoria de exposição ig-12 anos de idade (Tabela 4). norada ou em investigação, sendo as proporções Entre as crianças menores de cinco anos mais elevadas as que ocorreram nos anos de 2000,de idade a TI apresentou crescimento até 1997, 2003 e 2009, com 13% (n=50), 12% (n=32) e 12%seguida de queda de 79% na comparação dos (n=7), respectivamente. Este dado indica a neces-anos 1998 e 2007 (passou de 9,8 casos por sidade de aprimorar a investigação junto aos ser-100.000 crianças menores de 5 anos de idade- viços de atendimento, para o esclarecimento do-ano para 2,1). Entre 2007 e 2008 a TI aumentou modo de transmissão do HIV entre crianças com26% (passou de 2,1 casos por 100.000 crianças aids (Tabela 5).menores de 5 anos de idade-ano para 2,6), man- Na Tabela 6 observa-se o registro de 98tendo-se estável em 2009 (Tabela 4 e Figura 2). casos de aids por transmissão vertical em pes- A TI nas crianças com idade de 5 a 9 anos soas com 13 ou mais anos de idade. Chamou aapresentou elevação até 2003, atingindo o pico atenção, os 18 casos diagnosticados em 2008,de 3,8 casos por 100.000 crianças de 5 a 9 anos que corresponderam aproximadamente a 19%de idade-ano. Foi observada uma diminuição de do total para este ano. Um fator relevante nes-85% na comparação dos anos 2004 e 2009 (pas- ta faixa de idade tem sido o diagnóstico tardiosou de 3,0 casos por 100.000 crianças de 5 a 9 do HIV, realizado no momento de definição daanos de idade-ano para 0,4) (Tabela 4 e Figura 2). doença aids. Como estratégia para a redução No grupo etário de 10 a 12 anos a TI destes casos, o Departamento Nacional de DST/manteve-se razoavelmente estável, apresentan- Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúdedo pequenas alterações até o ano 2000. Apre- divulgou em março de 2010 a Nota Técnica Nºsentou aumento de 25% quando comparados 34/2010 UAT/DST-AIDS e HEPATITES VIRAIS/2001 e 2004 (passou de 1,2 casos por 100.000 SVS/MS que recomenda o oferecimento de tes-crianças de 10 a 12 anos de idade-ano para 1,5), tagem para o HIV aos filhos de pessoas que vi-seguida de queda de 18% entre 2005 e 2006 vem com HIV/aids; considerando os filhos com(passou de 1,3 casos por 100.000 crianças de 10 até 20 anos de idade ou conforme a necessida-a 12 anos de idade-ano para 1,1), mantendo-se de apontada pela investigação epidemiológica. Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 43
    • Tabela 3. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade e taxa de incidência* (TI), segundo ano dediagnóstico, sexo e razão de sexo, estado de São Paulo, 1984 - 2011 ** Sexo Total Razão de Sexo Ano de Diagnóstico Masculino Feminino N TI N TI N TI M/F 1984 1 0,0 - - 1 0,0 - 1985 5 0,1 1 0,0 6 0,1 5/1 1986 11 0,3 3 0,1 14 0,2 4/1 1987 41 1,0 15 0,4 56 0,7 3/1 1988 51 1,2 52 1,3 103 1,3 1/1 1989 63 1,5 61 1,5 124 1,5 1/1 1990 107 2,5 87 2,1 194 2,3 1/1 1991 114 2,7 117 2,8 231 2,7 1/1 1992 143 3,3 136 3,3 279 3,3 1/1 1993 157 3,7 149 3,6 306 3,6 1/1 1994 173 4,0 164 4,0 337 4,0 1/1 1995 189 4,4 205 4,9 394 4,7 1/1 1996 211 4,9 225 5,4 436 5,2 1/1 1997 253 5,9 261 6,3 514 6,1 1/1 1998 185 4,3 208 5,0 393 4,7 1/1 1999 185 4,4 201 4,9 386 4,6 1/1 2000 201 4,7 207 5,0 408 4,9 1/1 2001 185 4,4 214 5,3 399 4,8 1/1 2002 167 4,0 206 5,1 373 4,5 1/1 2003 151 3,7 165 4,1 316 3,9 1/1 2004 115 2,8 137 3,5 252 3,1 1/1 2005 94 2,3 109 2,8 203 2,5 1/1 2006 75 1,9 75 1,9 150 1,9 1/1 2007 57 1,4 58 1,5 115 1,5 1/1 2008 52 1,3 65 1,7 117 1,5 1/1 2009 48 1,2 55 1,5 103 1,4 1/1 2010 37 1,0 48 1,3 85 1,1 1/1 2011 19 - 16 - 35 - 1/1 Total 3.090 - 3.240 - 6.330 - 1/1Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 13 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal44 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 4. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade e taxa de incidência* (TI), segundo faixaetária (anos) e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1984 a 2011** Faixa Etária (anos) Total Ano de Diagnóstico 0-4 5-9 10-12 N TI N TI N TI N TI 1984 - - 1 0,0 - - 1 0,0 1985 4 0,1 1 0,0 1 0,1 6 0,1 1986 5 0,2 5 0,2 4 0,2 14 0,2 1987 46 1,5 6 0,2 4 0,2 56 0,7 1988 88 2,8 8 0,3 7 0,4 103 1,3 1989 100 3,2 12 0,4 12 0,6 124 1,5 1990 158 5,1 21 0,6 15 0,8 194 2,3 1991 203 6,6 24 0,7 4 0,2 231 2,7 1992 238 7,6 33 1,0 8 0,4 279 3,3 1993 261 8,4 36 1,1 9 0,5 306 3,6 1994 298 9,5 30 0,9 9 0,5 337 4,0 1995 340 10,8 41 1,3 13 0,7 394 4,7 1996 365 11,6 58 1,8 13 0,7 436 5,2 1997 421 13,3 73 2,3 20 1,0 514 6,1 1998 311 9,8 63 2,0 19 1,0 393 4,7 1999 301 9,5 74 2,3 11 0,6 386 4,6 2000 310 9,7 85 2,7 13 0,7 408 4,9 2001 279 8,9 96 3,1 24 1,2 399 4,8 2002 239 7,7 115 3,7 19 1,0 373 4,5 2003 179 5,9 117 3,8 20 1,0 316 3,9 2004 129 4,3 93 3,0 30 1,5 252 3,1 2005 116 3,9 60 2,0 27 1,3 203 2,5 2006 76 2,6 52 1,7 22 1,1 150 1,9 2007 59 2,1 34 1,1 22 1,1 115 1,5 2008 73 2,6 26 0,9 18 0,9 117 1,5 2009 69 2,5 13 0,4 21 1,1 103 1,4 2010 51 1,9 20 0,7 14 0,7 85 1,1 2011 20 - 9 - 6 - 35 - Total 4.739 1.206 385 6.330Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de incidência por 100.000 crianças-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 45
    • Figura 2. Taxa de Incidência* de aids em menores de 13 anos de idade, segundo faixa etária e ano de diagnóstico,estado de São Paulo, 1991 a 2010** 0-4 5-9 10-12 Total 14,0 12,0 10,0 Taxa de Incidência 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Ano de DiagnósƟcoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de incidência por 100.000 crianças-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal46 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 5. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, segundo categoria de exposição e ano dediagnóstico, estado de São Paulo, 1984 a 2011* Categoria de Exposição Ano de Uso de Drogas Transfusão Transmissão Ignorada/em Total Diagnóstico Homossexual Heterossexual Hemofilia Injetáveis de Sangue** Vertical investigação N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 1984 - - - - - - 1 100,0 - - - - - - 1 100,0 1985 - - - - - - 4 80,0 1 20,0 - - - - 5 100,0 1986 - - - - - - 7 53,8 4 30,8 - - 2 15,4 13 100,0 1987 - - - - - - 12 23,5 10 19,6 25 49,0 4 7,8 51 100,0 1988 1 1,0 - - 2 2,0 4 4,1 17 17,3 66 67,3 8 8,2 98 100,0 1989 - - - - 1 0,9 9 8,0 12 10,6 83 73,5 8 7,1 113 100,0 1990 1 0,6 - - 1 0,6 16 9,2 10 5,7 134 77,0 12 6,9 174 100,0 1991 - - - - - - 4 1,9 10 4,7 190 88,4 11 5,1 215 100,0 1992 - - - - - - 4 1,6 13 5,2 212 85,5 19 7,7 248 100,0 1993 - - - - 1 0,4 3 1,1 9 3,3 233 86,3 24 8,9 270 100,0 1994 - - - - - - 1 0,3 7 2,3 268 89,6 23 7,7 299 100,0 1995 - - - - - - 2 0,5 8 2,2 327 89,6 28 7,7 365 100,0 1996 - - - - - - 1 0,2 4 1,0 379 90,5 35 8,4 419 100,0 1997 - - 1 0,2 - - - - - - 440 95,7 19 4,1 460 100,0 1998 - - - - - - - - - - 345 92,0 30 8,0 375 100,0 1999 - - 2 0,5 - - 1 0,3 - - 335 91,0 30 8,2 368 100,0 2000 - - - - - - - - 1 0,3 346 87,2 50 12,6 397 100,0 2001 - - - - 1 0,3 - - 1 0,3 333 88,8 40 10,7 375 100,0 2002 - - - - - - - - 1 0,3 255 88,2 33 11,4 289 100,0 2003 - - 1 0,4 - - - - - - 227 87,3 32 12,3 260 100,0 2004 1 0,5 1 0,5 - - - - - - 171 91,9 13 7,0 186 100,0 2005 - - - - - - - - - - 139 95,9 6 4,1 145 100,0 2006 - - - - - - - - - - 100 88,5 13 11,5 113 100,0 2007 - - - - - - - - - - 87 96,7 3 3,3 90 100,0 2008 - - - - - - - - - - 79 94,0 5 6,0 84 100,0 2009 - - - - - - - - - - 51 87,9 7 12,1 58 100,0 2010 - - - - - - - - - - 45 100,0 - - 45 100,0 2011 - - - - - - - - - - 12 100,0 - - 12 100,0 Total 3 0,1 5 0,1 6 0,1 69 1,2 108 2,0 4.882 88,3 455 8,2 5.528 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal** Os casos por transfusão de sangue foram reinvestigados de acordo com o algoritmo do Departamento Nacional de DST/Aids e HepatitesVirais-MS Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 47
    • Tabela 6. Casos notificados de aids na categoria de exposição transmissão vertical, segundo idade e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1987 a 2011* Ano de Diagnóstico Idade Total (em anos) 1987 a 1989 1990 a 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) < de 01 ano 107 61,5 1.265 44,1 87 24,9 75 22,2 45 17,2 40 17,0 32 17,8 31 21,5 25 22,5 20 21,1 20 20,6 18 31,0 12 22,6 3 21,4 1.780 35,7 01 40 23,0 519 18,1 44 12,6 45 13,3 36 13,8 27 11,5 22 12,2 22 15,3 14 12,6 19 20,0 15 15,5 9 15,5 7 13,2 1 7,1 820 16,5 02 16 9,2 353 12,3 47 13,5 42 12,4 41 15,7 30 12,8 13 7,2 12 8,3 4 3,6 2 2,1 4 4,1 3 5,2 4 7,5 1 7,1 572 11,5 03 8 4,6 221 7,7 41 11,7 40 11,8 22 8,4 14 6,0 11 6,1 10 6,9 8 7,2 3 3,2 7 7,2 5 8,6 3 5,7 1 7,1 394 7,948 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST 04 3 1,7 127 4,4 44 12,6 34 10,1 30 11,5 23 9,8 16 8,9 11 7,6 5 4,5 5 5,3 2 2,1 3 5,2 2 3,8 - - 305 6,1 05 - - 111 3,9 32 9,2 28 8,3 31 11,9 26 11,1 11 6,1 10 6,9 10 9,0 4 4,2 5 5,2 - - 4 7,5 2 14,3 274 5,5 06 - - 78 2,7 11 3,2 13 3,8 15 5,7 16 6,8 16 8,9 3 2,1 5 4,5 8 8,4 3 3,1 - - 3 5,7 - - 171 3,4 07 - - 60 2,1 11 3,2 20 5,9 5 1,9 13 5,5 8 4,4 10 6,9 7 6,3 3 3,2 3 3,1 2 3,4 2 3,8 2 14,3 146 2,9 08 - - 55 1,9 13 3,7 9 2,7 12 4,6 14 6,0 13 7,2 10 6,9 4 3,6 5 5,3 6 6,2 1 1,7 - - 1 7,1 143 2,9 09 - - 31 1,1 7 2,0 14 4,1 6 2,3 13 5,5 11 6,1 6 4,2 5 4,5 5 5,3 6 6,2 4 6,9 3 5,7 - - 111 2,2 10 - - 22 0,8 3 0,9 5 1,5 7 2,7 6 2,6 7 3,9 3 2,1 7 6,3 7 7,4 3 3,1 1 1,7 2 3,8 1 7,1 74 1,5 11 - - 11 0,4 2 0,6 6 1,8 4 1,5 2 0,9 6 3,3 5 3,5 4 3,6 3 3,2 1 1,0 1 1,7 2 3,8 - - 47 0,9 12 - - 10 0,3 4 1,1 2 0,6 1 0,4 3 1,3 5 2,8 6 4,2 2 1,8 3 3,2 4 4,1 4 6,9 1 1,9 - - 45 0,9 13 a 22 - - 8 0,3 3 0,9 5 1,5 6 2,3 8 3,4 9 5,0 5 3,5 11 9,9 8 8,4 18 18,6 7 12,1 8 15,1 2 14,3 98 2,0 Total 174 100,0 2.871 100,0 349 100,0 338 100,0 261 100,0 235 100,0 180 100,0 144 100,0 111 100,0 95 100,0 97 100,0 58 100,0 53 100,0 14 100,0 4.980 100,0 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Nota: *Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal
    • Raça/Cor essa proporção é quase nula (0,3%) e a informa- ção ignorada quanto a esse quesito (8%) vem de- No período de 2004 a 2011, entre as 733 crescendo expressivamente para ambos os sexoscrianças com menos de 13 anos de idade obser- (Tabela 7).vou-se predomínio da cor de pele branca (58%), Ressalte-se que a orientação de que atanto para o sexo masculino (60%) quanto para o coleta da informação sobre raça/cor deve serfeminino (56%). A proporção de indivíduos com auto-definida pelo usuário do serviço de saú-cor de pele preta e parda é semelhante para am- de e, no caso da criança, esta deve ser definidabos os sexos (34%), entre amarelos e indígenas pelo cuidador.Tabela 7. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, segundo sexo, raça/cor e ano de diagnósti-co, estado de São Paulo, 2004 a 2011* Raça/Cor Total Ano de Diagnóstico Branca Preta Parda Amarela Indigena Ign/Branco N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Masculino 2004 43 53,8 8 10,0 20 25,0 - - - - 9 11,3 80 100,0 2005 45 70,3 1 1,6 14 21,9 - - - - 4 6,3 64 100,0 2006 36 61,0 2 3,4 18 30,5 - - - - 3 5,1 59 100,0 2007 21 48,8 6 14,0 14 32,6 1 2,3 - - 1 2,3 43 100,0 2008 29 78,4 3 8,1 5 13,5 - - - - - - 37 100,0 2009 13 46,4 2 7,1 13 46,4 - - - - - - 28 100,0 2010 11 61,1 1 5,6 6 33,3 - - - - - - 18 100,0 2011 4 50,0 - - 3 37,5 - - - - 1 12,5 8 100,0 Subtotal 202 59,9 23 6,8 93 27,6 1 0,3 - - 18 5,3 337 100,0 Feminino 2004 56 52,8 7 6,6 31 29,2 - - - - 12 11,3 106 100,0 2005 39 48,1 8 9,9 25 30,9 - - 1 1,2 8 9,9 81 100,0 2006 28 51,9 4 7,4 14 25,9 - - - - 8 14,8 54 100,0 2007 29 61,7 6 12,8 8 17,0 - - - - 4 8,5 47 100,0 2008 27 57,4 4 8,5 11 23,4 - - - - 5 10,6 47 100,0 2009 18 60,0 4 13,3 8 26,7 - - - - - - 30 100,0 2010 19 70,4 3 11,1 3 11,1 - - - - 2 7,4 27 100,0 2011 4 100,0 - - - - - - - - - - 4 100,0 Subtotal 220 55,6 36 9,1 100 25,3 - - 1 0,3 39 9,8 396 100,0 Ambos os sexos 2004 99 53,2 15 8,1 51 27,4 - - - - 21 11,3 186 100,0 2005 84 57,9 9 6,2 39 26,9 - - 1 0,7 12 8,3 145 100,0 2006 64 56,6 6 5,3 32 28,3 - - - - 11 9,7 113 100,0 2007 50 55,6 12 13,3 22 24,4 1 1,1 - - 5 5,6 90 100,0 2008 56 66,7 7 8,3 16 19,0 - - - - 5 6,0 84 100,0 2009 31 53,4 6 10,3 21 36,2 - - - - - - 58 100,0 2010 30 66,7 4 8,9 9 20,0 - - - - 2 4,4 45 100,0 2011 8 66,7 - - 3 25,0 - - - - 1 8,3 12 100,0 Total 422 57,6 59 8,0 193 26,3 1 0,1 1 0,1 57 7,8 733 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Nota: *Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 49
    • Em relação aos GVE de residência, obser- 42% nos GVE de Presidente Venceslau, Bauru evou-se predomínio de indivíduos de cor de pele Capital. As maiores proporções de informaçãobranca nas GVE de Assis, Botucatu, Marília, Ca- ignorada foram expressas nos GVE de Franco daraguatatuba, Jales e Itapeva. A cor de pele pre- Rocha (28%), Araraquara (17%) e Santo Andréta e parda apresentou concentração acima de (15%) (Tabela 8).Tabela 8. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológi-ca (GVE) de residência e raça/cor, estado de São Paulo, 2004 a 2011* Raça/Cor Total GVE Residência Branca Preta Parda Amarela Indígena Ign/Branco N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)GVE 1 Capital 137 49,5 33 11,9 84 30,3 1 0,4 1 0,4 21 7,6 277 100,0GVE 7 Santo André 10 50,0 1 5,0 6 30,0 - - - - 3 15,0 20 100,0GVE 8 Mogi das Cruzes 31 55,4 3 5,4 17 30,4 - - - - 5 8,9 56 100,0GVE 9 Franco da Rocha 11 61,1 1 5,6 1 5,6 - - - - 5 27,8 18 100,0GVE 10 Osasco 20 45,5 6 13,6 12 27,3 - - - - 6 13,6 44 100,0GVE 11 Araçatuba 8 72,7 - - 3 27,3 - - - - - - 11 100,0GVE 12 Araraquara 3 50,0 - - 2 33,3 - - - - 1 16,7 6 100,0GVE 13 Assis 5 100,0 - - - - - - - - - - 5 100,0GVE 14 Barretos 6 75,0 - - 2 25,0 - - - - - - 8 100,0GVE 15 Bauru 3 42,9 - - 3 42,9 - - - - 1 14,3 7 100,0GVE 16 Botucatu 6 100,0 - - - - - - - - - - 6 100,0GVE 17 Campinas 36 69,2 - - 13 25,0 - - - - 3 5,8 52 100,0GVE 18 Franca 6 66,7 1 11,1 2 22,2 - - - - - - 9 100,0GVE 19 Marília 1 100,0 - - - - - - - - - - 1 100,0GVE 20 Piracicaba 26 78,8 2 6,1 5 15,2 - - - - - - 33 100,0GVE 21 Presidente Prudente 2 66,7 1 33,3 - - - - - - - - 3 100,0GVE 22 Presidente Venceslau 1 50,0 - - 1 50,0 - - - - - - 2 100,0GVE 23 Registro 6 75,0 - - 1 12,5 - - - - 1 12,5 8 100,0GVE 24 Ribeirão Preto 21 70,0 1 3,3 7 23,3 - - - - 1 3,3 30 100,0GVE 25 Santos 26 47,3 5 9,1 18 32,7 - - - - 6 10,9 55 100,0GVE 26 São João da Boa Vista 6 75,0 1 12,5 1 12,5 - - - - - - 8 100,0GVE 27 São José dos Campos 12 60,0 2 10,0 5 25,0 - - - - 1 5,0 20 100,0GVE 28 Caraguatatuba 3 100,0 - - - - - - - - - - 3 100,0GVE 29 São José do Rio Preto 8 66,7 1 8,3 3 25,0 - - - - - - 12 100,0 GVE 30 Jales 4 100,0 - - - - - - - - - - 4 100,0 GVE 31 Sorocaba 13 81,3 - - 2 12,5 - - - - 1 6,3 16 100,0GVE 32 Itapeva 2 100,0 - - - - - - - - - - 2 100,0GVE 33 Taubaté 9 52,9 1 5,9 5 29,4 - - - - 2 11,8 17 100,0Total 422 57,6 59 8,0 193 26,3 1 0,1 1 0,1 57 7,8 733 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Nota: *Dados preliminares até 30/06/11, sujeitos a revisão mensal50 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Crianças vivendo com aids queda de 71% na mortalidade, quando compa- rados os anos 1997 e 2009 (passou de 2,7 óbi- O número de “crianças vivendo com aids” tos por 100.000 crianças menores de 13 anosfoi estimado, ano a ano, através da subtração en- de idade-ano para 0,8) (Tabela 9). A introduçãotre os casos de aids e os respectivos óbitos ocor- da TARV modificou o prognóstico das criançasridos em cada ano, adicionando-se o resíduo de infectadas pelo HIV, contribuiu com importan-casos vivos do ano anterior. Este cálculo foi possi- te redução da mortalidade e aumento da so-bilitado pela atualização de situação de vida dos brevida, garantindo melhor qualidade de vidacasos notificados através do relacionamento das aos pacientes. No entanto, elevou a prevalên-bases de dados SINAN-aids criança com os óbitos cia das crianças vivendo com aids (Tabela 9 edo Sistema de Mortalidade da Fundação Seade. Figura 3), demandando mais recursos e políti- No estado de São Paulo, dos 6.330 casos cas específicas voltadas para a assistência des-em menores de 13 anos de idade, 3.578 estão sas crianças.vivendo com aids e 2.752 (43,5%) crianças evolu- O aprimoramento dos programas de pre-íram para o óbito com aids (Figura 3 e Tabela 9). venção primária e secundária, com introdução de A taxa de mortalidade (TM) apresen- terapêuticas mais eficazes, que melhoram as con-tou aumentou gradativo e atingiu seu pico em dições clínicas dos pacientes, também tem contri-1996, com 2,8 óbitos por 100.000 crianças me- buído para maior efetividade da assistência.nores de 13 anos de idade-ano. Observou-se Figura 3_PrevFigura 3. Casos de aids em menores de 13 anos de idade, óbitos registrados e crianças vivendo com aids, estadode São Paulo, 1984 a 2011* Casos Óbitos Crianças  vivendo  com  aids 600 4.000 3.500 500 3.000 Es6ma6va  de  prevalência 400 2.500 Nº  de  casos 300 2.000 1.500 200 1.000 100 500 0 0 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2011 Ano  de  Diagnós6coFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional Page 1de DST, Aids e Hepatites ViraisNota: * Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 51
    • Tabela 9. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, óbitos reportados ao ano de diagnóstico,taxa de letalidade (TL), óbitos por ano de ocorrência, taxa de mortalidade* (TM) e estimativa do número de crian-ças vivendo com aids, segundo ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1984 a 2011** Óbitos Casos Crianças vivendo com aids Ano de Diagnóstico Reportados ao ano de diagnóstico Ano de ocorrência N N TL (%) N TM N 1984 1 1 100,0 1 0,0 - 1985 6 6 100,0 2 0,0 4 1986 14 10 71,4 6 0,1 12 1987 56 49 87,5 30 0,4 38 1988 103 82 79,6 52 0,6 89 1989 124 109 87,9 92 1,1 121 1990 194 151 77,8 115 1,4 200 1991 231 184 79,7 136 1,6 295 1992 279 208 74,6 181 2,2 393 1993 306 229 74,8 182 2,2 517 1994 337 227 67,4 206 2,4 648 1995 394 236 59,9 230 2,7 812 1996 436 234 53,7 237 2,8 1.011 1997 514 248 48,2 226 2,7 1.299 1998 393 162 41,2 158 1,9 1.534 1999 386 129 33,4 143 1,7 1.777 2000 408 117 28,7 120 1,4 2.065 2001 399 99 24,8 101 1,2 2.363 2002 373 79 21,2 93 1,1 2.643 2003 316 46 14,6 69 0,8 2.890 2004 252 31 12,3 63 0,8 3.079 2005 203 20 9,9 62 0,8 3.220 2006 150 22 14,7 43 0,5 3.327 2007 115 20 17,4 62 0,8 3.380 2008 117 24 20,5 67 0,9 3.430 2009 103 23 22,3 59 0,8 3.474 2010 85 5 5,9 12 ... 3.547 2011 35 1 2,9 4 ... 3.578 Total 6.330 2.752 43,5 2.752Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional deDST, Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de mortalidade por 100.000 crianças menores de 13 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal52 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Crianças com aids nas regionaise municípios Das 6.330 crianças com aids, as regionais gistro, Ribeirão Preto, Santos e Caraguatatubacom maior número de casos foram: Capital apresentaram TI maiores do que a do Estado(39%), Santos (8%) e Campinas (6,5%). Obser- (Figura 4 e Tabela 11). Em todo o período ana-vou-se tendência decrescente dos casos a par- lisado, a GVE de Santos apresentou as maiorestir dos anos de 2003, 2004, 2005 e 2006, nas incidências (Tabela 11).regiões de Ribeirão Preto, São Paulo, Piracica- Uma das metas do Pacto pela Saúde noba e Sorocaba, respectivamente (Tabela 10). país é a redução da taxa de incidência de aids Na Tabela 10 observou-se que 39% dos ca- em menores de cinco anos de idade. Em 2009,sos de aids em menores de 13 anos de idade resi- no estado de São Paulo a TI de aids em criançasdiam no município de São Paulo e 17% nos demais menores de cinco anos de idade foi de 2,5 ca-municípios da grande São Paulo. No interior, es- sos por 100.000 crianças menores de 5 anos detes casos, se concentraram nas regiões de Santos idade-ano. Neste mesmo ano, dez GVE apresen-(8%), Campinas (6%) e Ribeirão Preto (4%). taram TI maiores do que a do Estado (Figura 5 e Os GVE de Presidente Venceslau (n=12) Tabela 12). Os GVE de Santos e Araraquara apre-e Itapeva (n=16) apresentaram os menores sentaram as maiores incidências, 13 e 5 casos pornúmeros de casos de aids e, desde 2009, es- 100.000 crianças menores de 5 anos de idade-tas regionais não registraram casos residentes -ano, respectivamente, em 2009 (Tabela 12).(Tabela 10). As Tabelas 13 e 14 mostram o número de Em 2009, o estado de São Paulo apresen- casos de aids em menores de 13 anos de ida-tou uma TI de 1,4 casos por 100.000 crianças de e a TI em crianças menores de cinco anos demenores de 13 anos de idade-ano. Neste mes- idade nos municípios de residência com maiormo ano, os GVE Capital, Araraquara, Bauru, Re- quantidade de casos, no período analisado. Uma das metas do Pacto pela Saúde no país é a redução da taxa de incidência de aids em menores de cinco anos de idade. Em 2009, no estado de São Paulo a TI de aids em crianças menores de cinco anos de idade foi de 2,5 casos por 100.000 crianças menores de 5 anos de idade-ano. Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 53
    • Figura 4. Taxa de incidência* (TI) de aids em menores de 13 anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epide-miológica (GVE) de residência, estado de São Paulo, 2009 5,5 5,0 4,5 4,0 3,5 Taxa de Incidência* 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 GVE de ResidênciaFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNota: * Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 13 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADEFigura 5. Taxa de Incidência* (TI) de aids em menores de cinco anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epi-demiológica (GVE) de residência, estado de São Paulo, 2009 14,0 12,0 10,0 8,0 Taxa de Incidência* 6,0 4,0 2,0 0,0 Ano de DiagnósƟcoFonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNota: *Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 5 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE54 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 10. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epidemioló-gica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1984 a 2011* Ano de Diagnóstico Total GVE de Residência 84 a 89 90 a 99 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N N N N N (%)GVE 1 Capital 151 1.399 135 127 129 134 93 67 57 47 33 40 29 8 2.449 38,7GVE 7 Santo André 16 186 22 29 25 22 9 13 1 6 6 1 6 2 344 5,4GVE 8 Mogi das Cruzes 6 139 23 25 26 17 16 18 11 6 7 8 4 5 311 4,9GVE 9 Franco da Rocha 2 28 3 8 6 6 8 7 4 1 2 - 1 3 79 1,2GVE 10 Osasco 20 170 32 33 25 19 9 12 15 6 11 4 4 2 362 5,7GVE 11 Araçatuba 7 30 - 3 3 2 2 3 - 2 3 1 1 - 57 0,9GVE 12 Araraquara 1 70 7 6 3 1 2 2 - 1 1 3 - - 97 1,5 GVE 13 Assis 4 15 - 2 1 1 2 3 2 - - - - - 30 0,5 GVE 14 Barretos - 32 7 4 4 4 1 4 3 - - - 1 1 61 1,0 GVE15 Bauru 2 63 7 10 7 1 6 1 2 1 1 3 1 1 106 1,7 GVE 16 Botucatu 3 15 3 2 3 1 - 2 - 2 3 - 1 - 35 0,6 GVE 17 Campinas 9 215 26 33 27 26 17 13 8 11 8 8 6 3 410 6,5 GVE 18 Franca 1 31 1 3 5 3 1 2 4 1 1 1 3 - 57 0,9 GVE 19 Marília - 38 4 1 2 3 2 - - - - - - - 50 0,8 GVE 20 Piracicaba 2 86 12 9 9 10 11 8 6 5 4 3 3 1 169 2,7 GVE 21 Presidente Prudente 1 15 3 5 2 3 1 1 - - 2 1 - - 34 0,5 GVE 22 Presidente Venceslau 1 4 2 1 1 1 - 1 - - 1 - - - 12 0,2 GVE 23 Registro 1 7 2 2 1 1 1 - 2 - 1 1 3 - 22 0,3 GVE 24 Ribeirão Preto 15 164 11 17 21 6 12 4 3 2 5 5 1 - 266 4,2 GVE 25 Santos 39 265 38 18 20 16 19 12 9 5 16 16 8 3 484 7,6 GVE 26 São João da Boa Vista 1 32 4 5 1 2 5 - - 1 2 - 1 1 55 0,9 GVE 27 São José dos Campos 3 98 14 16 17 10 10 6 5 - 4 1 5 - 189 3,0GVE 28 Caraguatatuba - 26 4 3 3 3 - 1 3 2 1 1 - 1 48 0,8GVE29SãoJosédoRio Preto 7 115 17 11 4 5 5 2 3 2 2 2 2 - 177 2,8GVE 30 Jales - 11 2 3 1 - - - 1 2 - - 1 - 21 0,3GVE 31 Sorocaba 7 129 17 11 11 9 9 17 10 7 3 3 4 3 240 3,8GVE 32 Itapeva 1 8 1 1 - 3 - - - 2 - - - - 16 0,3GVE 33 Taubaté 4 79 11 11 16 7 11 4 1 3 - 1 - 1 149 2,4Total 304 3.470 408 399 373 316 252 203 150 115 117 103 85 35 6.330 100,0Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNota: * Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 55
    • Tabela 11. Taxa de incidência* (TI) de aids em menores de 13 anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica(GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1991 a 2010** Ano de Diagnóstico GVE de Residência 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI GVE 1 Capital 4,5 4,8 4,7 6,2 6,8 7,3 9,0 6,9 6,1 6,1 5,8 5,9 6,2 4,3 3,2 2,7 2,3 1,6 2,0 1,5 GVE 7 Santo André 2,4 2,4 3,5 3,0 5,8 3,0 3,8 4,2 4,8 4,2 5,7 4,9 4,4 1,8 2,7 0,2 1,3 1,3 0,2 1,3 GVE 8 Mogi das Cruzes 1,2 2,1 1,5 2,8 2,0 3,8 4,0 2,6 3,6 3,8 4,2 4,4 2,9 2,7 3,1 1,9 1,0 1,2 1,4 0,7 GVE 9 Franco da Rocha 4,5 1,1 1,1 1,0 3,0 7,7 4,7 3,7 0,9 2,6 7,0 5,3 5,3 7,1 6,2 3,5 0,9 1,8 - 0,9 GVE 10 Osasco 2,4 3,3 4,0 2,9 2,8 3,3 2,9 3,6 3,2 5,3 5,5 4,2 3,2 1,5 2,1 2,6 1,0 1,9 0,7 0,7 GVE 11 Araçatuba - 1,3 1,3 2,7 5,4 1,4 3,5 2,1 1,4 - 2,2 2,2 1,5 1,5 2,4 - 1,6 2,5 0,8 0,9 GVE 12 Araraquara 3,2 4,2 1,1 3,2 4,8 2,1 6,5 4,9 6,6 3,9 3,3 1,7 0,6 1,2 1,2 - 0,6 0,6 1,8 - GVE 13 Assis 2,0 1,0 1,0 1,0 - 1,0 2,1 5,2 1,0 - 2,1 1,1 1,1 2,2 3,4 2,3 - - - - GVE 14 Barretos - 1,1 3,2 3,2 4,4 6,6 10,0 2,3 4,6 8,1 4,7 4,8 4,9 1,2 5,1 3,9 - - - 1,4 GVE15 Bauru 0,5 3,2 1,8 3,7 2,8 4,2 7,5 2,4 2,8 3,3 4,8 3,4 0,5 3,0 0,5 1,0 0,5 0,5 1,6 0,5 GVE 16 Botucatu - - 3,4 0,8 2,5 - 0,9 2,6 1,7 2,6 1,7 2,6 0,9 - 1,8 - 1,8 2,8 - 1,0 GVE 17 Campinas 1,5 2,9 2,2 3,0 3,4 3,0 4,6 3,5 4,0 3,5 4,5 3,7 3,5 2,3 1,8 1,1 1,5 1,1 1,1 0,9 GVE 18 Franca - 1,5 2,2 5,1 0,7 1,5 2,9 5,1 3,6 0,7 2,2 3,7 2,2 0,8 1,5 3,1 0,8 0,8 0,8 2,5 GVE 19 Marília 2,8 1,4 0,7 2,9 1,5 5,3 5,4 4,7 4,0 3,2 0,8 1,7 2,5 1,7 - - - - - - GVE 20 Piracicaba 0,4 0,7 1,4 3,6 2,2 6,1 8,3 3,6 3,6 4,3 3,3 3,3 3,7 4,1 3,0 2,3 1,9 1,6 1,2 1,2 GVE 21 Presidente Prudente 1,1 - 7,6 - - 3,3 2,3 1,1 1,1 3,5 5,9 2,4 3,6 1,2 1,3 - - 2,7 1,4 - GVE 22 Presidente Venceslau - - - - 1,4 2,9 - 1,5 - 3,1 1,6 1,6 1,6 - 1,7 - - 1,8 - - GVE 23 Registro - 2,6 - - - - 2,6 - 2,6 2,7 2,7 1,4 1,4 1,4 - 3,0 - 1,6 1,6 4,9 GVE 24 Ribeirão Preto 3,9 3,9 5,9 6,3 7,9 10,7 10,8 4,8 6,4 4,4 6,9 8,6 2,5 5,0 1,7 1,3 0,8 2,1 2,2 0,4 GVE 25 Santos 5,7 5,4 8,8 8,1 8,4 10,5 10,8 8,3 9,5 11,6 5,5 6,1 4,9 5,9 3,7 2,8 1,6 5,1 5,1 2,6 GVE 26 São João da Boa Vista 1,2 1,8 4,2 1,8 0,6 3,0 1,8 2,5 1,9 2,5 3,2 0,6 1,3 3,4 - - 0,7 1,5 - 0,8 GVE 27 São José dos Campos 2,9 4,4 4,9 3,9 6,9 5,4 7,9 5,5 6,0 7,0 8,1 8,6 5,1 5,2 3,1 2,6 - 2,2 0,5 2,8 GVE 28 Caraguatatuba 9,1 8,7 8,4 - 4,0 9,6 7,5 1,8 1,8 7,0 5,2 5,2 5,2 - 1,7 5,1 3,4 1,7 1,7 - GVE 29 São José do Rio Preto 3,1 5,3 4,4 3,6 4,5 7,2 5,9 7,8 6,4 7,9 5,2 1,9 2,4 2,4 1,0 1,5 1,0 1,0 1,0 1,0 GVE 30 Jales 1,7 1,7 1,7 1,8 3,6 3,7 1,9 3,9 - 4,1 6,2 2,1 - - - 2,3 4,8 - - 2,6 GVE 31 Sorocaba 2,2 2,7 3,8 2,1 5,5 4,7 3,4 3,1 5,4 4,3 2,8 2,8 2,3 2,4 4,5 2,7 1,9 0,8 0,8 1,1 GVE 32 Itapeva - 1,0 1,0 - 1,0 - 3,2 2,1 - 1,1 1,1 - 3,5 - - - 2,6 - - - GVE 33 Taubaté 1,8 3,6 3,6 4,1 5,5 5,0 5,1 4,2 2,3 5,2 5,2 7,7 3,4 5,4 2,0 0,5 1,5 - 0,5 - Total 2,7 3,3 3,6 4,0 4,7 5,2 6,1 4,7 4,6 4,9 4,8 4,5 3,9 3,1 2,5 1,9 1,5 1,5 1,4 1,1Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional de DST, Aidse Hepatites ViraisNotas: *Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 13 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal 56 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 12. Taxa de incidência* (TI) de aids em menores de 5 anos de idade, segundo Grupo de Vigilância Epide-miológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 2000 a 2010** Ano de Diagnóstico Total (1984 a 2011**) GVE Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI N GVE 1 Capital 11,6 10,3 9,0 8,9 5,5 4,6 3,6 2,4 2,4 2,9 2,1 1.827 GVE 7 Santo André 7,1 9,8 6,3 3,7 2,2 4,4 0,6 2,3 3,5 0,6 1,9 242 GVE 8 Mogi das Cruzes 7,1 7,7 9,1 3,5 4,5 5,9 1,4 1,9 1,9 1,5 2,0 223 GVE 9 Franco da Rocha 2,3 13,6 9,2 4,6 9,4 9,5 4,8 - 5,0 - 2,6 57 GVE 10 Osasco 11,4 9,4 6,1 4,8 1,3 3,2 2,8 0,9 2,9 1,5 0,5 260 GVE 11 Araçatuba - 2,1 4,2 4,2 4,3 6,5 - - 4,6 - 2,4 46 GVE 12 Araraquara 9,1 4,6 3,1 - 3,2 1,6 - 1,7 - 5,1 - 82 GVE 13 Assis - 5,8 - - 6,1 3,1 6,4 - - - - 24 GVE 14 Barretos 16,4 13,3 10,2 6,9 3,5 14,3 3,6 - - - 3,9 49 GVE 15 Bauru 7,7 9,1 5,3 - 4,1 1,4 2,8 - 1,5 3,0 1,5 79 GVE 16 Botucatu 6,9 4,7 7,1 2,4 - - - 5,1 7,8 - 2,7 28 GVE 17 Campinas 8,7 6,9 7,7 6,6 3,3 2,6 0,8 3,8 2,3 2,7 1,6 306 GVE 18 Franca 1,9 5,9 10,0 4,1 2,1 4,2 6,4 - - - 4,6 50 GVE 19 Marília 8,8 - 4,6 4,7 - - - - - - - 43 GVE 20 Piracicaba 8,8 7,9 4,0 4,0 6,1 5,2 5,3 3,2 3,3 2,2 2,3 128 GVE 21 Presidente Prudente 9,7 16,4 3,3 6,8 - 3,5 - - 7,5 3,9 - 27 GVE 22 Presidente Venceslau 8,5 4,4 - 4,6 - 4,9 - - - - - 9 GVE 23 Registro 6,9 3,6 - 3,8 - - 4,2 - 4,5 4,7 14,6 16 GVE 24 Ribeirão Preto 9,9 15,5 16,7 6,7 10,2 3,4 3,5 1,2 2,4 4,8 1,2 216 GVE 25 Santos 20,3 8,7 12,8 8,1 4,9 6,6 5,1 2,6 7,8 13,2 3,6 370 GVE 26 São João da Boa Vista 7,0 7,1 1,8 1,8 7,5 - - 2,0 - - 2,2 46 GVE 27 São José dos Campos 14,7 13,5 13,6 9,6 7,0 - 4,3 - 4,4 - 3,1 140 GVE 28 Caraguatatuba 13,4 8,9 4,5 9,1 - 4,6 4,7 4,7 4,8 4,8 - 34 GVE 29 São José do Rio Preto 18,3 10,5 4,0 6,7 2,7 - 1,4 1,4 1,4 2,8 1,4 131 GVE 30 Jales 11,6 17,7 6,1 - - - - - - - 7,5 14 GVE 31 Sorocaba 5,4 4,8 6,9 3,5 2,9 5,1 3,7 3,0 2,3 1,6 1,6 164 GVE 32 Itapeva 2,8 2,9 - 6,3 - - - 3,7 - - - 12 GVE 33 Taubaté 7,6 11,5 10,4 5,3 9,4 2,8 1,4 4,3 - 1,5 - 116 Total 9,7 8,9 7,7 5,9 4,3 3,9 2,6 2,1 2,6 2,5 1,9 4.739Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIP-Aids) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacionalde DST, Aids e Hepatites ViraisNotas: *Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 5 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 57
    • Tabela 13. Casos notificados de aids em menores de 13 anos de idade, segundo 150 municípios de residência commaior número de casos e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1984 a 2011* Ano de Diagnóstico Total Município de Residência 84-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) Nº de municípios com caso 242 222 71 54 49 53 43 45 20 330 1 São Paulo 151 1.398 618 67 57 47 33 40 29 8 2.448 38,7 2 Ribeirão Preto 13 125 37 2 2 - 3 2 1 - 185 2,9 3 Santos 16 109 33 6 4 1 4 5 4 - 182 2,9 4 Campinas 3 86 41 9 3 3 5 3 1 2 156 2,5 5 Guarulhos 6 67 50 11 6 3 6 2 1 2 154 2,4 6 Sorocaba 3 81 18 8 4 3 - - - 2 119 1,9 7 São José dos Campos 3 60 37 4 3 - 1 - 2 - 110 1,7 8 Santo André 7 53 31 6 1 4 4 - 1 - 107 1,7 9 Osasco 6 50 31 3 5 2 4 - 3 2 106 1,7 10 São José do Rio Preto 4 68 24 1 1 2 1 1 - - 102 1,6 11 São Vicente 11 43 29 4 1 2 3 4 1 2 100 1,6 12 Guarujá 6 48 18 1 1 2 2 1 2 1 82 1,3 13 São Bernardo do Campo 4 39 26 3 - 1 1 - 1 - 75 1,2 14 Taubaté 2 40 30 1 - 1 - 1 - - 75 1,2 15 Bauru 1 44 14 - 1 - - 2 - 1 63 1,0 16 Mauá - 36 22 3 - - - - 1 - 62 1,0 17 Piracicaba - 37 16 2 4 1 1 - 1 - 62 1,0 18 Praia Grande - 36 14 1 - - 2 3 - - 56 0,9 19 Carapicuíba 2 19 19 4 1 1 4 3 1 - 54 0,9 20 Jacareí - 28 14 2 2 - 2 1 2 - 51 0,8 21 Taboão da Serra 3 40 3 1 3 - - - - - 50 0,8 22 Diadema 2 25 18 - - - 1 - 1 - 47 0,7 23 Itaquaquecetuba - 18 15 3 2 3 - 4 1 1 47 0,7 24 Jundiaí 1 30 14 - - 1 - - - - 46 0,7 25 Araraquara 1 27 10 1 - - - - - - 39 0,6 26 São Caetano do Sul 2 24 5 1 - 1 - 1 2 2 38 0,6 27 Catanduva 1 26 9 - - - - - 1 - 37 0,6 28 Sumaré 1 18 12 - - 1 1 1 - - 34 0,5 29 Mogi das Cruzes - 18 10 1 2 - 1 - 1 - 33 0,5 30 Embu 3 14 15 - - - - - - - 32 0,5 31 Itapevi 1 10 16 1 2 1 - 1 - - 32 0,5 32 Cubatão 4 16 8 - 2 - 1 - - - 31 0,5 33 São Carlos - 22 6 - - 1 1 1 - - 31 0,5 34 Suzano - 15 13 1 1 - - 1 - - 31 0,5 35 Franca 1 19 4 2 1 1 - - 2 - 30 0,5 36 Limeira - 11 10 1 - 2 1 2 - - 27 0,4 37 Bebedouro - 19 7 - - - - - - - 26 0,4 38 Caçapava - 10 14 - - - 1 - 1 - 26 0,4 39 Cajamar - 11 11 1 - 1 - - - 2 26 0,4 40 Marília - 20 4 - - - - - - - 24 0,4 41 Presidente Prudente 1 13 7 1 - - 1 1 - - 24 0,4 42 Caraguatatuba - 12 6 - 2 2 1 - - - 23 0,4 Continua58 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total Município de Residência 84-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) 43 Cotia 1 9 10 2 1 - - - - - 23 0,4 44 Barueri 1 9 7 - 1 2 2 - - - 22 0,3 45 Francisco Morato - 5 7 3 3 - 1 - 1 - 20 0,3 46 Franco da Rocha 2 7 7 2 1 - - - - 1 20 0,3 47 Rio Claro 1 8 5 3 2 - - - - - 19 0,3 48 Barretos - 7 7 1 3 - - - - - 18 0,3 49 Itapetininga - 7 4 3 2 - 1 1 - - 18 0,3 50 Atibaia 1 9 3 - 1 - 1 1 1 - 17 0,3 51 Itu 1 10 4 - - 1 - - - 1 17 0,3 52 Jaboticabal - 7 8 - - - 1 1 - - 17 0,3 53 Votorantim 1 7 6 - 2 - - - 1 - 17 0,3 54 Araçatuba 2 7 4 1 - - - 1 1 - 16 0,3 55 Araras 1 10 5 - - - - - - - 16 0,3 56 Guaratinguetá - 8 6 1 - 1 - - - - 16 0,3 57 Ubatuba - 9 3 1 1 - - 1 - 1 16 0,3 58 Americana - 5 7 - - 1 - - 2 - 15 0,2 59 Mococa - 10 3 - - - 1 - - 1 15 0,2 60 Poá - 5 7 - - - - - 1 2 15 0,2 61 Cosmópolis - 3 6 1 2 2 - - - - 14 0,2 62 Ferraz de Vasconcelos - 6 7 1 - - - - - - 14 0,2 63 Itanhaém 1 6 3 - - - 1 2 1 - 14 0,2 64 Pindamonhangaba - 10 3 - - 1 - - - - 14 0,2 65 Pirassununga - 5 6 - - 1 - 1 1 - 14 0,2 66 Sertãozinho 1 9 3 - - 1 - - - - 14 0,2 67 Tatuí 1 5 7 - - 1 - - - - 14 0,2 68 Cruzeiro - 7 4 - 1 - - - - 1 13 0,2 69 Bragança Paulista - 6 5 - - - - - 1 - 12 0,2 70 Capivari - 4 3 1 - 1 2 - 1 - 12 0,2 71 Hortolândia - 7 4 - 1 - - - - - 12 0,2 72 Leme - 8 3 - - - - - - 1 12 0,2 73 Mogi-Guaçu - 5 7 - - - - - - - 12 0,2 74 Ribeirão Pires 1 7 4 - - - - - - - 12 0,2 75 Andradina - 8 3 - - - - - - - 11 0,2 76 Arujá - 7 3 1 - - - - - - 11 0,2 77 Itapira - 7 3 - - - 1 - - - 11 0,2 78 Várzea Paulista - 8 3 - - - - - - - 11 0,2 79 • Embu-Guaçu 1 5 4 - - - - - - - 10 0,2 80 Ourinhos 1 5 2 2 - - - - - - 10 0,2 81 Santa Bárbara dOeste 1 4 4 - - - - 1 - - 10 0,2 82 Assis 2 3 3 - 1 - - - - - 9 0,1 83 Caieiras - 3 4 1 - - 1 - - - 9 0,1 84 Lins 1 2 5 - - 1 - - - - 9 0,1 85 Peruíbe 1 1 5 - - - 1 1 - - 9 0,1 86 • Santana de Parnaíba 1 1 5 - 1 - 1 - - - 9 0,1 87 Amparo - 3 5 - - - - - - - 8 0,1 Continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 59
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total Município de Residência 84-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) 88 Birigui - 5 2 - - - 1 - - - 8 0,1 89 Botucatu 1 7 - - - - - - - - 8 0,1 90 Indaiatuba - 5 2 - - 1 - - - - 8 0,1 91 Ituverava - 4 2 - 1 - 1 - - - 8 0,1 92 Lorena - 4 3 1 - - - - - - 8 0,1 93 • Miguelópolis - 3 2 - 2 - - - 1 - 8 0,1 94 Mirassol - 5 2 1 - - - - - - 8 0,1 95 Mogi-Mirim 1 5 2 - - - - - - - 8 0,1 96 • Monte Mor - 5 2 - - - - 1 - - 8 0,1 97 São Sebastião - 4 4 - - - - - - - 8 0,1 98 Valinhos 1 4 2 1 - - - - - - 8 0,1 99 Votuporanga - 6 1 - - - - - 1 - 8 0,1 100 Aparecida - 4 3 - - - - - - - 7 0,1 101 Avaré 2 2 1 - - - 1 - 1 - 7 0,1 102 Campo Limpo Paulista - 5 2 - - - - - - - 7 0,1 103 Itatiba - 3 2 - - - 1 - - 1 7 0,1 104 Jales - 5 1 - 1 - - - - - 7 0,1 105 Salto - 3 3 - - - - 1 - - 7 0,1 106 Santa Fé do Sul - 3 4 - - - - - - - 7 0,1 107 São Roque - 1 3 1 1 1 - - - - 7 0,1 108 Serrana - 3 3 - - - - 1 - - 7 0,1 109 Taquaritinga - 5 2 - - - - - - - 7 0,1 110 Batatais - 3 3 - - - - - - - 6 0,1 111 Fernandópolis - 2 1 - - 2 - - 1 - 6 0,1 112 Garça - 5 1 - - - - - - - 6 0,1 113 Guariba - 2 3 - 1 - - - - - 6 0,1 114 • Itararé - 2 4 - - - - - - - 6 0,1 115 Jandira 1 4 1 - - - - - - - 6 0,1 116 Jaú - 5 1 - - - - - - - 6 0,1 117 • Mairinque - - 1 - - 1 2 - 2 - 6 0,1 118 Paraguaçu Paulista 1 3 - 1 1 - - - - - 6 0,1 119 Porto Ferreira - 3 1 1 - - - 1 - - 6 0,1 120 Registro - 1 2 - 1 - 1 1 - - 6 0,1 121 Bertioga - 3 1 - 1 - - - - - 5 0,1 122 • Cajuru - 1 3 - - 1 - - - - 5 0,1 123 Itapecerica da Serra - 2 2 - 1 - - - - - 5 0,1 124 Itapeva 1 2 1 - - 1 - - - - 5 0,1 125 Mongaguá - 3 - - - - 2 - - - 5 0,1 126 Monte Alto 1 3 1 - - - - - - - 5 0,1 127 • São Pedro - 2 2 1 - - - - - - 5 0,1 128 Tupã - 4 1 - - - - - - - 5 0,1 129 Vinhedo - 2 2 1 - - - - - - 5 0,1 130 • Boituva - 3 - - - - - - 1 - 4 0,1 131 • Capão Bonito - - 3 - 1 - - - - - 4 0,1 132 • Guararapes - 3 1 - - - - - - - 4 0,1 Continua60 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total Município de Residência 84-89 90-99 00-04 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N N N N N N N N N N N (%) 133 • Ibiúna 1 2 1 - - - - - - - 4 0,1 134 • Ilha Solteira 1 3 - - - - - - - - 4 0,1 135 Lençóis Paulista - 3 1 - - - - - - - 4 0,1 136 Mairiporã - 2 2 - - - - - - - 4 0,1 137 Olímpia - 1 2 1 - - - - - - 4 0,1 138 Paulínia - 1 1 - - 1 - - 1 - 4 0,1 139 Penápolis 1 2 - 1 - - - - - - 4 0,1 140 Presidente Venceslau 1 1 1 1 - - - - - - 4 0,1 141 São Joaquim da Barra - 1 3 - - - - - - - 4 0,1 142 • São Lourenço da Serra - 1 2 1 - - - - - - 4 0,1 143 • Tietê - 4 - - - - - - - - 4 0,1 144 Vargem Grande Paulista - 2 2 - - - - - - - 4 0,1 145 • Adamantina - 2 1 - - - - - - - 3 0,0 146 • Agudos - 1 1 - - - 1 - - - 3 0,0 147 • Álvares Machado - 1 2 - - - - - - - 3 0,0 148 • Araçoiaba da Serra - 1 1 1 - - - - - - 3 0,0 149 • Bady Bassitt - 2 - - 1 - - - - - 3 0,0 150 • Brodósqui - 1 1 1 - - - - - - 3 0,0 Subtotal 295 3.349 1.660 190 146 108 109 95 79 34 6.065 95,8 158 Pederneiras - 2 1 - - - - - - - 3 0,0 174 Campos do Jordão - - 2 - - - - - - - 2 0,0 186 Jaguariúna - 2 - - - - - - - - 2 0,0 187 Jardinópolis - 2 - - - - - - - - 2 0,0 193 Matão - 1 - - - - - 1 - - 2 0,0 196 Mirandópolis - 1 - - - 1 - - - - 2 0,0 201 Pariquera-Açu - 1 1 - - - - - - - 2 0,0 204 Pirajuí - 1 1 - - - - - - - 2 0,0 208 Santa Isabel - 2 - - - - - - - - 2 0,0 210 São João da Boa Vista - 1 - - - 1 - - - - 2 0,0 211 São José do Rio Pardo - 2 - - - - - - - - 2 0,0 217 Tremembé 1 - 1 - - - - - - - 2 0,0 222 Américo Brasiliense - 1 - - - - - - - - 1 0,0 273 Laranjal Paulista - - - - - 1 - - - - 1 0,0 297 Presidente Epitácio - - - - - - 1 - - - 1 0,0 298 Promissão - - 1 - - - - - - - 1 0,0 Subtotal** 1 16 7 - - 3 1 1 - - 29 0,5 Demais municípios do Estado 8 105 81 13 4 4 7 7 6 1 236 3,7 Total 304 3.470 1.748 203 150 115 117 103 85 35 6.330 100,0Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional deDST/Aids e Hepatites ViraisNotas:* Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal** Incluído demais municípios prioritários que não estavam na relação dos 150 municípios com maior número de casos• Municípios não incluídos na relação de prioritários Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 61
    • Tabela 14. Taxa de incidência* (TI) de aids em crianças menores de cinco anos de idade, segundo município deresidência, estado de São Paulo, 2000 a 2010** Taxa de Incidência Total Município de Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI NTotal Estado de São Paulo 9,7 8,9 7,7 5,9 4,3 3,9 2,6 2,1 2,6 2,5 1,9 4.7391 Serrana 29,6 - - - 30,7 - - - - 32,6 - 62 Itanhaém - 14,3 - 14,5 14,5 - - - 15,1 30,5 15,5 103 Porto Ferreira - - - - - 27,9 - - - 29,5 - 54• Monte Mor - 26,8 - 26,9 - - - - - 27,9 - 75 Santos 34,4 11,7 15,9 - 16,5 12,6 17,2 4,4 13,5 22,9 9,4 1466 Peruíbe 38,4 19,4 19,7 20,0 - - - - 22,0 22,5 - 87 Ubatuba 14,1 - - 30,1 - 15,8 16,3 - - 17,8 - 148 Praia Grande 21,8 5,4 16,1 10,7 - 5,3 - - 5,3 16,0 - 489 São Caetano do Sul - 13,7 - 27,7 - 14,1 - 14,3 - 14,5 - 2810 Salto - - - 12,9 13,1 - - - - 14,5 - 511 São Vicente 18,1 11,0 14,9 15,2 - 11,8 4,0 4,1 8,4 12,8 - 7312 Atibaia - - - 11,0 - - - - 12,0 12,3 12,5 1213 Limeira 9,7 19,8 - 5,1 - - - 5,5 - 11,5 - 2114 Itapetininga - - - 9,0 - 18,5 9,4 - 9,7 9,9 - 1215 Santa Bárbara dOeste - 7,7 7,9 8,0 - - - - - 9,2 - 816 Presidente Prudente 6,9 21,1 - 7,2 - 7,4 - - 7,8 7,9 - 1917 São Carlos 13,7 13,8 - - - - - 7,3 - 7,5 - 2618 Carapicuíba 14,5 8,9 6,0 - 3,1 6,4 3,3 - 6,9 7,1 - 3419 Itapevi 21,1 16,0 5,4 21,7 5,5 5,6 - 5,7 - 5,9 - 2720 Ribeirão Preto 10,5 13,1 29,0 13,2 16,0 2,7 5,4 - 2,7 5,5 2,8 15621 Taubaté 14,5 34,3 24,8 - 15,2 5,1 - 5,3 - 5,5 - 6122 Bauru 20,0 16,2 4,1 - 4,3 - 4,4 - - 4,7 - 5123 Campinas 14,7 10,8 6,9 2,8 4,2 5,7 1,5 4,5 6,1 4,6 1,6 11724 Guarujá 15,2 3,9 7,8 4,0 4,1 4,2 - 4,4 - 4,6 4,7 5625 São José do Rio Preto 36,1 24,2 8,1 8,2 - - - 4,2 - 4,3 - 8326 Itaquaquecetuba 6,2 6,3 12,8 - - 6,8 3,5 10,6 - 3,7 3,8 3227 São Paulo 11,6 10,3 9,0 8,9 5,5 4,6 3,6 2,4 2,4 2,9 2,1 1.82728 Guarulhos 7,3 7,4 9,5 4,8 5,9 8,0 2,0 1,0 3,2 2,2 1,1 11129 Sorocaba 2,4 4,8 4,8 4,9 2,5 5,0 7,7 5,2 - - - 8230 São José dos Campos 14,7 6,4 19,2 4,3 4,4 - 4,5 - - - 2,4 8031 Osasco 11,8 8,6 5,3 7,2 - 3,8 7,9 - 4,2 - 2,2 7432 Santo André 6,3 6,4 10,8 2,2 4,5 9,2 2,3 7,2 9,8 - - 7333 Mauá 16,8 14,2 5,8 - 3,0 3,1 - - - - 3,5 4934 São Bernardo do Campo 5,1 8,6 7,0 3,6 - 3,7 - - 2,0 - 2,0 4935 Piracicaba 3,8 7,6 3,9 3,9 12,0 4,1 12,5 4,2 4,3 - - 4536 Jundiaí 16,9 4,2 25,6 8,6 - - - 4,4 - - - 4037 Jacareí 5,9 30,1 6,1 - 12,6 - 6,5 - 13,6 - 7,1 3938 Taboão da Serra 5,2 - - - - - - - - - - 3739 Araraquara 24,1 8,1 8,1 - 16,3 - - - - - - 3540 Diadema 5,7 8,7 3,0 6,1 3,1 - - - 3,4 - 3,6 3241 Franca - 3,9 4,0 4,1 4,2 8,5 4,4 - - - 4,8 2742 Embu 17,7 18,0 9,1 9,3 - - - - - - - 2643 Catanduva 26,9 13,6 13,8 28,1 14,2 - - - - - 15,7 2544 Mogi das Cruzes 6,3 6,4 9,6 - - 3,4 - - 3,5 - 3,7 2545 Bebedouro 33,0 17,0 34,9 18,0 - - - - - - - 24 Continua62 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Taxa de Incidência Total Município de Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI N46 Cubatão 19,2 9,7 19,7 10,0 - - 10,5 - - - - 2447 Suzano 8,4 8,5 8,7 13,3 13,7 - - - - - - 2448 Marília 12,6 - - - - - - - - - - 2249 Sumaré 16,3 10,9 - 5,5 5,5 - - 5,6 - - - 2250 Caçapava 46,3 15,6 - 63,6 16,1 - - - 17,0 - - 1951 Cajamar - 37,6 - 37,9 19,0 19,1 - - - - - 1952 Cotia - 6,8 27,1 - 6,7 6,7 - - - - - 1653 Rio Claro 23,2 7,8 - - - 25,0 16,9 - - - - 1654 Barueri 9,2 - 4,8 4,8 - - - 5,2 5,4 - - 1455 Itu 16,5 - 8,5 - - - - 9,3 - - - 1456 Araras 12,4 12,5 25,3 - 12,9 - - - - - - 13 57 Caraguatatuba 13,1 26,2 - - - - - 13,4 13,5 - - 13 58 Francisco Morato - 6,4 13,0 - 13,4 13,7 7,0 - 7,3 - 7,7 13 59 Franco da Rocha - 9,5 - - - 9,9 10,0 - - - - 13 60 Barretos 26,3 13,3 13,4 - 13,7 13,9 14,0 - - - - 12 61 Ferraz de Vasconcelos 19,1 12,9 - - - 6,9 - - - - - 12 62 Mococa - 39,9 - - 21,5 - - - - - - 12 63 Mogi-Guaçu 29,7 - 10,2 - 31,8 - - - - - - 12 64 Araçatuba - 8,2 8,4 - 8,7 8,8 - - - - 9,7 11 65 Pindamonhangaba 8,6 - 8,8 - - - - 9,5 - - - 11 66 Votorantim - 11,0 11,2 11,4 11,7 - - - - - - 11 67 Cosmópolis 26,8 26,3 25,9 25,4 - 24,7 - 48,4 - - - 10 68 Cruzeiro - - - 16,9 17,2 - 18,0 - - - - 10 69 Hortolândia 6,5 - - 6,7 6,8 - 7,0 - - - - 10 70 Jaboticabal 19,0 19,4 59,6 - - - - - - - - 10 71 Leme 13,7 - - 14,2 - - - - - - - 10 72 Americana 7,7 7,8 - 7,9 7,9 - - - - - 8,5 973 Andradina - - - 26,6 - - - - - - - 974 Assis - 15,8 - - 32,6 - 16,7 - - - - 975 Capivari - - 27,9 - - - - 28,6 57,6 - 29,2 976 Guaratinguetá 11,9 - - 12,7 13,0 - - 14,0 - - - 977 Itapira 21,4 21,9 - 23,1 - - - - - - - 978 Ribeirão Pires - 23,2 - - - - - - - - - 979 Tatuí 36,0 - 24,5 - - - - - - - - 980 Várzea Paulista - - 22,7 11,5 - - - - - - - 981 Arujá - 16,7 - - - 17,4 - - - - - 882 Birigui - - - 14,5 14,6 - - - 15,0 - - 883 Bragança Paulista - 9,8 - 10,1 - - - - - - 11,4 884 Caieiras - 29,1 14,7 - 14,9 - - - 15,6 - - 885 Ourinhos - 13,1 - - - 13,8 - - - - - 886 Pirassununga - - - 20,5 20,9 - - - - - 23,4 887 Sertãozinho - 12,7 - 12,9 - - - - - - - 888 • Embu-Guaçu - 35,3 - - - - - - - - - 789 Ituverava 35,3 - 36,6 - - - 39,6 - - - - 790 Poá - - 22,1 - - - - - - - 13,3 791 Aparecida - - 38,0 38,7 - - - - - - - 692 Batatais 25,0 50,6 - - - - - - - - - 6 Continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 63
    • Continuação Taxa de Incidência Total Município de Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI N93 Campo Limpo Paulista - - 17,4 - - - - - - - - 694 Indaiatuba - - 7,9 7,8 - - - 7,7 - - - 695 Jaú - - 11,9 - - - - - - - - 696 • Mairinque - - 26,8 - - - - 30,2 61,9 - 65,2 697 • Miguelópolis - 58,4 - - - - 63,0 - - - 67,7 698 Santa Fé do Sul 110,4 112,1 - - - - - - - - - 699 • Santana de Parnaíba 26,5 - 12,9 - - - - - 12,6 - - 6100 São Sebastião 17,6 - 17,5 - - - - - - - - 6101 Amparo 22,7 - - 47,9 - - - - - - - 5102 Avaré 15,9 - - - - - - - 17,9 - 18,5 5103 Botucatu - - - - - - - - - - - 5104 Garça - - 30,1 - - - - - - - - 5105 Guariba 34,1 34,4 - - 35,3 - 36,0 - - - - 5106 Itatiba - - 15,2 15,3 - - - - 15,9 - - 5107 Jandira 10,2 - - - - - - - - - - 5108 Lins - - 41,3 - 21,5 - - - - - - 5109 Lorena - - 15,7 - - - - - - - - 5110 Mogi-Mirim - - - - - - - - - - - 5111 São Roque - 17,6 35,8 - - 18,9 - - - - - 5112 Taquaritinga 23,4 - 24,4 - - - - - - - - 5113 Votuporanga - - - 20,8 - - - - - - - 5114 • Cajuru - - 54,5 - 56,3 - - 59,1 - - - 4115 • Capão Bonito - 21,2 21,9 - 23,5 - 25,4 - - - - 4116 Fernandópolis - 23,5 - - - - - - - - 30,2 4117 • Ilha Solteira - - - - - - - - - - - 4118 Itapeva - - - 12,4 - - - - - - - 4119 • Itararé 21,0 21,7 - 23,2 - - - - - - - 4120 Jales - - 32,9 - - - - - - - - 4121 Mairiporã 17,5 - 17,8 - - - - - - - - 4122 Paraguaçu Paulista - - - - - - 33,2 - - - - 4123 Penápolis - - - - - 26,5 - - - - - 4124 Presidente Venceslau 37,1 - - - - 42,2 - - - - - 4125 São Joaquim da Barra - - 93,3 - - - - - - - - 4126 • São Lourenço da Serra - 161,4 - - - 89,0 - - - - - 4127 • São Pedro - - - - 46,0 47,0 - - - - - 4128 Tupã - - - 24,3 - - - - - - - 4129 Vinhedo 29,0 28,5 - - - - - - - - - 4130 • Adamantina 46,8 - - - - - - - - - - 3131 Bertioga - - - - - - - - - - - 3132 • Cajati - - - - - - - - - - 42,9 3133 • Conchas 82,2 - - - - - - - 86,2 - - 3134 • Cravinhos - 80,9 - - - 43,6 - - - - - 3135 • Guararapes - - 48,9 - - - - - - - - 3136 • Ibiúna - 15,6 - - - - - - - - - 3137 • Itaí - 49,5 50,2 - - - - - - - - 3138 Itapecerica da Serra - 7,1 - - - - 7,7 - - - - 3139 • Juquiá 44,1 - - - - - - - - - 72,6 3140 Lençóis Paulista - - - - - - - - - - - 3 Continua64 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Taxa de Incidência Total Município de Residência 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI TI N 141 Mirassol 28,4 28,7 - - - - - - - - - 3 142 Monte Alto - 32,1 - - - - - - - - - 3 143 • Monte Azul Paulista - - - - - 74,5 - - - - - 3 144 Pederneiras - 30,2 - - - - - - - - - 3 145 • Pirapora do Bom Jesus - 64,4 - - - - - - - - - 3 146 • Pitangueiras 30,4 - - - - - - - - - - 3 147 • Potim 71,3 - - - - - - - - - - 3 148 • Serra Negra - 58,2 - - - - - - - - - 3 149 • Tietê - - - - - - - - - - - 3 150 Valinhos - - 16,6 - - 16,4 - - - - - 3 Demais municípios prioritários do Estado*** 151 Jardinópolis - - - - - - - - - - - 2 152 Matão - - - - - - - - - 21,9 - 2 153 Mongaguá - - - - - - - - 29,4 - - 2 154 Olímpia - - - - - 31,2 - - - - - 2 155 Paulínia - - - - - - - 18,6 - - - 2 156 Registro - - - - - - - - 24,3 25,2 - 2 157 Santa Isabel - - - - - - - - - - - 2 158 São João da Boa Vista - - - - - - - 20,3 - - - 2 159 São José do Rio Pardo - - - - - - - - - - - 2 160 Vargem Grande Paulista 30,9 - - - - - - - - - - 2 161 Américo Brasiliense - - - - - - - - - - - 1 162 Campos do Jordão - 22,8 - - - - - - - - - 1 163 Jaguariúna - - - - - - - - - - - 1 164 Laranjal Paulista - - - - - - - 62,6 - - - 1 165 Mirandópolis - - - - - - - - - - - 1 166 Pariquera-Açu - 58,3 - - - - - - - - - 1 167 Pirajuí - - - - - - - - - - - 1 168 Tremembé - - - - 35,5 - - - - - - 1 169 Presidente Epitácio - - - - - - - - - - - - 170 Promissão - - - - - - - - - - - -Fonte: Base Integrada Paulista de Aids (BIPAIDS) - Cooperação Técnica PEDST/Aids-SP e Fundação SEADE; MS/SVS/Departamento Nacional deDST/Aids e Hepatites ViraisNotas:* Taxa de incidência por 100.000 crianças menores de 5 anos de idade-ano. Utilizada projeção populacional da Fundação SEADE** Dados preliminares até 30/06/11 (SINAN) e 31/12/09 (SEADE), sujeitos a revisão mensal*** Incluído demais municípios prioritários que não estavam na relação dos 150 municípios com maior número de casos• Municípios não incluídos na relação de prioritários A investigação, o acompanhamento e a ava- junto às gestantes HIV positivas e seus conceptosliação dos casos, bem como, a prática de medidas reduz a taxa de transmissão vertical do HIV.profiláticas/terapêuticas são fundamentais para Em 2010, a Coordenação Estadual de DST/atingir o objetivo do Pacto pela Saúde. Uma crian- Aids de São Paulo propôs o “Protocolo para in-ça portadora do vírus HIV em acompanhamento vestigação dos casos HIV/aids por transmissãoambulatorial especializado possui menor probabi- vertical” (Ofício Circular VE. Nº 039/2010), quelidade de desenvolver um quadro de aids. Assim tem por finalidade investigar todos os casos decomo, a prática adequada de medidas preventivas criança HIV positivo e os casos de aids por trans- Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 65
    • missão vertical, diagnosticados a partir de 2008 Entretanto, fatores importantes relacionadosno Estado. ao cumprimento das recomendações da trans- Este protocolo é composto por um ques- missão vertical do HIV, tais como: o diagnósticotionário, que busca identificar possíveis causas materno de infecção antes da gestação, o usoenvolvidas no processo de transmissão vertical de antirretrovirais no pré-natal, no parto e parado HIV. Nele foram incluídas variáveis socioe- o recém-nascido, a substituição do aleitamentoconômicas, demográficas e outras, que possibi- materno por fórmula láctea, o acompanhamen-litam esboçar um perfil de situações de vulne- to das crianças filhas de mães soropositivas pararabilidade vivenciadas pela mãe e que podem a definição do diagnóstico, bem como, a investi-interferir no diagnóstico para o HIV, no trata- gação de todos os casos e óbitos de crianças HIVmento e na adesão de medidas preventivas e positivas, ainda representam desafios para osprofiláticas. A investigação de todos os casos de Programas Estadual e Municipais de DST/Aids.transmissão vertical do HIV tem como objetivo: A ocorrência de aids entre crianças é um(a) verificar e investigar oportunidades perdidas evento sentinela da qualidade da atenção ma-de prevenção, (b) identificar medidas tomadas terno-infantil ou de contextos de vulnerabilida-em relação ao caso e (c) aumentar a proporção des às DST/aids (morador de rua, usuários dede encerramento de casos de crianças expostas drogas, pessoas vivendo em regime prisional eao risco de transmissão vertical do HIV. seus familiares, migrantes, adolescentes, dentre Cada caso de aids por transmissão verti- outros) que exigem medidas de intervenção decal deve ser considerado um evento sentinela. acordo com a realidade e necessidade local.Cada criança infectada por esta via de transmis- Os colegiados regionais são espaços fun-são pode representar falha na identificação da damentais para as articulações, discussões egestante infectada ou na aplicação de medidas decisões em resposta a estes desafios, melho-preventivas e profiláticas. rando a qualidade da prevenção, vigilância e Vale ressaltar que o PEDST/AIDS-SP, a assistência à saúde materno-infantil, especial-partir de 2009, lança o “Plano de Eliminação da mente as relacionadas com o estabelecimentoTransmissão Vertical do HIV e da Sífilis” inves- de referências e contra-referências dos serviçostindo esforços para o alcance desta meta até o para cada paciente.ano de 2015, em consonância com a propos- Ressalta-se a necessidade de implemen-ta da Organização Mundial da Saúde (OMS). A tar a vigilância de todos os casos de HIV/aids emtransmissão vertical do HIV será considerada crianças, uma vez que o número diagnosticadoeliminada quando o Estado atingir o número de a cada ano é pequeno, na ordem de 110 casos, conforme observado nos últimos anos.duas crianças HIV+ por 100 mães soropositivas O plano de Eliminação da Transmissão Ver-ao HIV (OMS). tical do HIV e da Sífilis do Estado de São Paulo con- Para a análise de situação epidemiológica, tribui não só para as Metas do Milênio da Orga-é recomendada a construção da taxa de incidên- nização Mundial da Saúde (Metas 4, 5 e 6), assimcia que melhor traduz a importância do agravo, como para o Pacto pela Saúde do Ministério dajá para fins de avaliação operacional, além da TI, Saúde e do Estado de São Paulo, nas Prioridadesos municípios devem avaliar também os núme- III e IV.ros absolutos que podem ser trabalhados por Em documento divulgado no segundo se-serviço de saúde, considerando sua região de mestre de 2011, a UNAIDS propõe a “Elimina-atuação. Lembrando que, mesmo diante de um ção de Novas Infecções por HIV em crianças atécaso notificado de HIV por transmissão vertical, 2015, mantendo as Mães Vivas”, esta propostao sistema de saúde local deve considerar que vem ao encontro das metas e ações do Plano doeste caso teria, pelo menos, 98% de possibilida- estado de São Paulo, na tentativa de atingir umade de ser evitado. “Geração Livre do HIV” (OMS). A redução da aids em crianças encontra-seintrinsecamente relacionada com as medidas pre-conizadas para prevenção e assistência de crianças Referênciasexpostas a transmissão vertical do HIV e de ges- 1. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Progra-tantes soropositivas, pois cerca de 90% dos casos ma Nacional de DST e Aids. Critérios de definição de casosdizem respeito à esta categoria de transmissão. de AIDS em adultos e crianças. Brasília, DF;2004.66 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Gestante Infectada pelo HIV no Estado de São Paulo No estado de São Paulo foram notifica- Vigilância Epidemiológica (SVE), a subnotifica-das 16.534 gestantes infectadas pelo HIV entre ção dos casos ou pela real diminuição de ges-1999 e junho de 2011 (Tabela 1). Apesar da no- tantes HIV positivo. Possivelmente, esta dúvidatificação do binômio mãe-filho ser compulsória poderia ser resolvida com um novo estudo so-a partir do ano 2000, casos registrados em 1999, rológico entre parturientes, que possibilitariacom gestação finalizada em 2000, foram incluí- o conhecimento da prevalência do HIV nestados na análise. população (Figura 1). O número de casos notificados aumen- O Grupo de Vigilância Epidemiológicatou 61%, quando comparados 2000 e 2003 (de (GVE) Capital apresentou a maior proporção de1.106 para 1.781 casos) e declinou nos anos notificação com 37% do total de casos, seguidoposteriores. pelo GVE Campinas e Santos com 8%, cada um, Entre 2007 e 2010 as notificações di- e GVE Santo André e Mogi das Cruzes, ambosminuíram 24% (de 1.498 para 1.141 casos). com 5%. Os GVE que apresentaram menor pro-Dentre as possíveis explicações para este fato, porção de notificação foram Presidente Vences-pode ser considerado o atraso no Sistema de lau, 0,2%, Jales, 0,3% e Itapeva, 0,3% (Tabela 1).Figura 1. Casos notificados de Gestante HIV/aids e mulheres com aids, segundo ano de diagnóstico, estado deSão Paulo, 1999 a 2011* 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 Nº de casos 2.000 1.500 1.000 500 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011* Gestante HIV+ 549 1.106 1.342 1.664 1.781 1.701 1.492 1.331 1.498 1.352 1.267 1.141 310 Mulheres com aids 3.825 3.761 3.809 4.151 4.035 3.720 3.801 3.504 3.196 3.423 3.120 2.195 793 Ano de DiagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: *Dados sujeitos à revisão mensal até 30/06/2011
    • Tabela 1. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de notificação e anode diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Diagnóstico Total** GVE de 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notificação N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)GVE Capital 188 34,2 368 33,3 453 33,8 646 38,8 675 37,9 658 38,7 517 34,7 502 37,7 543 36,2 503 37,2 485 38,3 422 37,0 125 40,3 6.085 36,8GVE Santo 41 7,5 84 7,6 65 4,8 91 5,5 95 5,3 88 5,2 75 5,0 44 3,3 75 5,0 57 4,2 55 4,3 64 5,6 29 9,4 863 5,2AndréGVE Mogi das 8 1,5 26 2,4 68 5,1 88 5,3 95 5,3 91 5,3 110 7,4 70 5,3 101 6,7 79 5,8 50 3,9 44 3,9 7 2,3 837 5,1CruzesGVE Franco da - - - - 3 0,2 13 0,8 8 0,4 9 0,5 10 0,7 14 1,1 18 1,2 15 1,1 5 0,4 4 0,4 3 1,0 102 0,6RochaGVE Osasco 11 2,0 16 1,4 42 3,1 48 2,9 54 3,0 61 3,6 49 3,3 37 2,8 52 3,5 46 3,4 60 4,7 39 3,4 18 5,8 533 3,2GVE Araçatuba 4 0,7 13 1,2 20 1,5 22 1,3 24 1,3 24 1,4 20 1,3 17 1,3 23 1,5 21 1,6 19 1,5 12 1,1 - - 219 1,3GVE Araraquara 21 3,8 36 3,3 38 2,8 42 2,5 46 2,6 41 2,4 29 1,9 28 2,1 24 1,6 30 2,2 18 1,4 28 2,5 3 1,0 384 2,3GVE Assis - - - - 4 0,3 11 0,7 8 0,4 13 0,8 11 0,7 10 0,8 17 1,1 16 1,2 13 1,0 6 0,5 - - 109 0,7 GVE Barretos 7 1,3 16 1,4 15 1,1 13 0,8 20 1,1 12 0,7 17 1,1 20 1,5 15 1,0 10 0,7 16 1,3 9 0,8 4 1,3 174 1,1 GVE Bauru 8 1,5 7 0,6 17 1,3 14 0,8 17 1,0 23 1,4 24 1,6 18 1,4 32 2,1 19 1,4 22 1,7 11 1,0 - - 212 1,3 GVE Botucatu 7 1,3 11 1,0 16 1,2 16 1,0 17 1,0 18 1,1 14 0,9 16 1,2 11 0,7 7 0,5 7 0,6 7 0,6 - - 147 0,9 GVE Campinas 16 2,9 91 8,2 117 8,7 147 8,8 150 8,4 128 7,5 113 7,6 134 10,1 129 8,6 120 8,9 123 9,7 73 6,4 20 6,5 1.361 8,2 GVE Franca 8 1,5 8 0,7 13 1,0 19 1,1 19 1,1 14 0,8 11 0,7 11 0,8 27 1,8 21 1,6 25 2,0 24 2,1 3 1,0 203 1,2GVE Marília 10 1,8 17 1,5 19 1,4 17 1,0 17 1,0 22 1,3 14 0,9 13 1,0 16 1,1 15 1,1 9 0,7 13 1,1 - - 182 1,1GVE Piracicaba 7 1,3 1 0,1 8 0,6 29 1,7 48 2,7 54 3,2 59 4,0 38 2,9 51 3,4 47 3,5 26 2,1 44 3,9 5 1,6 417 2,5GVE Presidente 1 0,2 5 0,5 1 0,1 6 0,4 6 0,3 6 0,4 13 0,9 15 1,1 8 0,5 7 0,5 6 0,5 10 0,9 1 0,3 85 0,5PrudenteGVE Registro 2 0,4 2 0,2 6 0,4 6 0,4 7 0,4 10 0,6 5 0,3 7 0,5 11 0,7 14 1,0 10 0,8 20 1,8 4 1,3 104 0,6GVE Ribeirão 23 4,2 74 6,7 80 6,0 87 5,2 79 4,4 72 4,2 59 4,0 59 4,4 57 3,8 55 4,1 69 5,4 56 4,9 31 10,0 801 4,8PretoGVE Santos 90 16,4 109 9,9 110 8,2 105 6,3 124 7,0 134 7,9 110 7,4 123 9,2 101 6,7 94 7,0 85 6,7 75 6,6 17 5,5 1.277 7,7GVE São João 2 0,4 8 0,7 15 1,1 24 1,4 24 1,3 26 1,5 27 1,8 16 1,2 17 1,1 12 0,9 12 0,9 13 1,1 3 1,0 199 1,2da Boa VistaGVE São José 16 2,9 59 5,3 55 4,1 44 2,6 42 2,4 30 1,8 35 2,3 29 2,2 31 2,1 24 1,8 29 2,3 39 3,4 8 2,6 441 2,7dos CamposGVE Taubaté 11 2,0 12 1,1 28 2,1 35 2,1 31 1,7 37 2,2 44 2,9 23 1,7 29 1,9 32 2,4 25 2,0 23 2,0 5 1,6 335 2,0GVE Sorocaba 23 4,2 77 7,0 71 5,3 62 3,7 60 3,4 44 2,6 61 4,1 40 3,0 46 3,1 42 3,1 41 3,2 34 3,0 10 3,2 611 3,7GVE São José 34 6,2 51 4,6 56 4,2 59 3,5 67 3,8 52 3,1 37 2,5 25 1,9 40 2,7 32 2,4 30 2,4 41 3,6 4 1,3 528 3,2do Rio Preto GVE Presidente - - 1 0,1 1 0,1 2 0,1 4 0,2 6 0,4 5 0,3 3 0,2 4 0,3 4 0,3 3 0,2 6 0,5 2 0,6 41 0,2 Venceslau GVE Jales 1 0,2 - - 2 0,1 6 0,4 9 0,5 6 0,4 5 0,3 3 0,2 6 0,4 4 0,3 5 0,4 4 0,4 3 1,0 54 0,3GVE Itapeva - - - - 5 0,4 1 0,1 7 0,4 7 0,4 7 0,5 2 0,2 6 0,4 9 0,7 4 0,3 5 0,4 - - 53 0,3GVE 10 1,8 14 1,3 14 1,0 11 0,7 28 1,6 15 0,9 11 0,7 14 1,1 8 0,5 17 1,3 15 1,2 15 1,3 5 1,6 177 1,1CaraguatatubaTotal 549 100,0 1.106 100,0 1.342 100,0 1.664 100,0 1.781 100,0 1.701 100,0 1.492 100,0 1.331 100,0 1.498 100,0 1.352 100,0 1.267 100,0 1.141 100,0 310 100,0 16.534 100,0Fonte:SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas:*Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal**Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada 68 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • A faixa etária de 25 a 29 anos concentrou e após o parto declinou 42% (de 83 para 48a maior proporção de casos, 29% no período de casos) e 41% (de 22 para 13 casos), respecti-1999 a junho de 2011. No entanto, observou-se vamente (Tabela 3).aumento de 19% (de 111 para 132 casos) de ges- Desde 2007, a proporção de gestantetantes infectadas com 19 anos ou menos, entre HIV positivo com pré-natal tem se mantido ele-2009 e 2010 (Tabela 2). vada, em patamares de 92%. No entanto, em 2010, esta proporção decresceu (80%) e foi observada elevação de gestantes com informa- ção ignorada (16%). A proporção de casos que iniciou o pré-natal no primeiro trimestre da ...aumento de 19% (de gestação aumentou de 31% para 40%, quando 111 para 132 casos) de comparados 2008 e 2010. No mesmo período, gestantes infectadas com observou-se um declínio dos casos com início 19 anos ou menos, entre de pré-natal no terceiro trimestre de gestação, 2009 e 2010. de 28% para 23% (Tabela 3). A cor de pele branca apresentou a maiorproporção de casos, 52%, seguida da parda, 24% ...observou-se um declínioe preta, 12%. A partir de 2004, foi observado dos casos com início deum aumento consistente da cor de pele parda. pré-natal no terceiroEm relação à escolaridade, o número de casos trimestre de gestação, decom sete anos ou menos de estudo declinou a 28% para 23%.partir de 2003, enquanto que os casos com oitoanos ou mais aumentaram 48,5%, entre 2006 e2007 e mantiveram-se estáveis nos anos subse-quentes (Tabela 2). O aumento dos casos com 8 Em relação aos antirretrovirais (ARV),a 11 anos de estudo, entre 2006 e 2007, pode a proporção de gestantes que utilizou estater sido influenciado pela mudança na versão medicação durante o pré-natal diminuiu dedo Sistema de Informação de Agravos de Notifi- 78,5%, em 2008, para 69%, em 2010. Con-cação - SINAN (versão Windows para Net), que tudo, a proporção de casos com informaçãoalterou a classificação da escolaridade na ficha ignorada elevou-se neste período, de 10%,de notificação compulsória. em 2008, para 23%, em 2010. Apesar da dis- ponibilidade das medidas profiláticas e tera- pêuticas, ainda observaram-se casos que não ...elevada proporção de utilizaram ARV durante o pré-natal, 87 e 44 gestantes (85%) com diagnóstico casos, em 2010 e 2011 (até 06/2011), respec- sorológico de infecção pelo HIV tivamente (Tabela 3). antes do parto... Apesar da elevada proporção de ges- ...ainda observaram-setantes (85%) com diagnóstico sorológico de casos que não utilizaraminfecção pelo HIV antes do parto, em 6% e 2% ARV durante o pré-natal,a evidência laboratorial do vírus foi realizada 87 e 44 casos, em 2010no momento ou após o parto, respectivamen- e 2011 (até 06/2011),te. Entre 2007 e 2008, o diagnóstico de so- respectivamente.ropositividade do HIV no momento do parto Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 69
    • Tabela 2. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo características sociodemográficas e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Diagnóstico Total** Características 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 socio demográficas N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Escolaridade (em anos) Nenhuma 20 3,6 25 2,3 40 3,0 67 4,0 53 3,0 41 2,4 32 2,1 20 1,5 18 1,2 14 1,0 6 0,5 3 0,3 1 0,3 340 2,1 1a3 79 14,4 164 14,8 167 12,4 198 11,9 225 12,6 162 9,5 128 8,6 81 6,1 93 6,2 85 6,3 65 5,1 51 4,5 16 5,2 1.514 9,2 4a7 195 35,5 415 37,5 508 37,9 577 34,7 668 37,5 625 36,7 607 40,7 561 42,1 532 35,5 427 31,6 412 32,5 313 27,4 84 27,1 5.924 35,8 8 a 11 112 20,4 210 19,0 242 18,0 339 20,4 394 22,1 482 28,3 434 29,1 404 30,4 600 40,1 574 42,5 583 46,0 579 50,7 143 46,1 5.096 30,8 12 ou mais 13 2,4 19 1,7 30 2,2 38 2,3 50 2,8 60 3,5 61 4,1 43 3,2 41 2,7 54 4,0 47 3,7 43 3,8 17 5,5 516 3,1 Ign/Branco 130 23,7 273 24,7 355 26,5 445 26,7 391 22,0 331 19,5 230 15,4 222 16,7 214 14,3 198 14,6 154 12,2 152 13,3 49 15,8 3.144 19,0 Raça/cor70 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST Branca 283 51,5 541 48,9 677 50,4 807 48,5 916 51,4 931 54,7 789 52,9 714 53,6 743 49,6 747 55,3 696 54,9 609 53,4 158 51,0 8.611 52,1 Preta 64 11,7 105 9,5 132 9,8 176 10,6 231 13,0 210 12,3 179 12,0 161 12,1 189 12,6 160 11,8 149 11,8 134 11,7 48 15,5 1.938 11,7 Parda 101 18,4 211 19,1 231 17,2 357 21,5 379 21,3 371 21,8 374 25,1 342 25,7 448 29,9 378 28,0 377 29,8 359 31,5 90 29,0 4.018 24,3 Amarela 2 0,4 4 0,4 5 0,4 7 0,4 7 0,4 3 0,2 8 0,5 4 0,3 18 1,2 9 0,7 7 0,6 7 0,6 1 0,3 82 0,5 Indígena - - - - - - 1 0,1 1 0,1 4 0,2 2 0,1 1 0,1 3 0,2 2 0,1 4 0,3 3 0,3 1 0,3 22 0,1 Ign/Branca 99 18,0 245 22,2 297 22,1 316 19,0 247 13,9 182 10,7 140 9,4 109 8,2 97 6,5 56 4,1 34 2,7 29 2,5 12 3,9 1.863 11,3 Faixa etária (em anos) 14 ou menos 1 0,2 7 0,6 6 0,4 9 0,5 12 0,7 6 0,4 7 0,5 3 0,2 1 0,1 6 0,4 10 0,8 9 0,8 - - 77 0,5 15 a 19 47 8,6 102 9,2 124 9,2 143 8,6 169 9,5 140 8,2 132 8,8 111 8,3 114 7,6 105 7,8 101 8,0 123 10,8 27 8,7 1.438 8,7 20 a 24 161 29,3 304 27,5 361 26,9 409 24,6 454 25,5 351 20,6 338 22,7 293 22,0 309 20,6 289 21,4 248 19,6 215 18,8 72 23,2 3.804 23,0 25 a 29 172 31,3 313 28,3 392 29,2 517 31,1 536 30,1 516 30,3 416 27,9 386 29,0 439 29,3 356 26,3 351 27,7 307 26,9 69 22,3 4.770 28,8 30 a 34 101 18,4 224 20,3 282 21,0 336 20,2 367 20,6 392 23,0 343 23,0 315 23,7 381 25,4 343 25,4 298 23,5 261 22,9 82 26,5 3.725 22,5 35 a 39 46 8,4 104 9,4 100 7,5 136 8,2 149 8,4 204 12,0 168 11,3 141 10,6 200 13,4 212 15,7 194 15,3 165 14,5 46 14,8 1.865 11,3 40 a 44 4 0,7 13 1,2 15 1,1 28 1,7 37 2,1 29 1,7 45 3,0 42 3,2 45 3,0 34 2,5 56 4,4 54 4,7 14 4,5 416 2,5 45 ou mais - - 2 0,2 2 0,1 2 0,1 2 0,1 - - 2 0,1 4 0,3 6 0,4 4 0,3 5 0,4 5 0,4 - - 34 0,2 Ign/Branco 17 3,1 37 3,3 60 4,5 84 5,0 55 3,1 63 3,7 41 2,7 36 2,7 3 0,2 3 0,2 4 0,3 2 0,2 - - 405 2,4 Total 549 100,0 1.106 100,0 1.342 100,0 1.664 100,0 1.781 100,0 1.701 100,0 1.492 100,0 1.331 100,0 1.498 100,0 1.352 100,0 1.267 100,0 1.141 100,0 310 100,0 16.534 100,0 Fonte:SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal **Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada
    • Tabela 3. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo momento da evidência laboratorial do HIV, características do pré-natal e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Diagnóstico Total** Características 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Evidência laboratorial do HIV Anterior ao 299 54,5 541 48,9 682 50,8 818 49,2 921 51,7 900 52,9 843 56,5 734 55,1 840 56,1 794 58,7 759 59,9 594 52,1 173 55,8 8.898 53,8 pré-natal Durante o 171 31,1 357 32,3 407 30,3 488 29,3 541 30,4 523 30,7 448 30,0 382 28,7 547 36,5 493 36,5 421 33,2 341 29,9 108 34,8 5.227 31,6 pré-natal Durante o 22 4,0 43 3,9 71 5,3 99 5,9 155 8,7 141 8,3 123 8,2 142 10,7 83 5,5 48 3,6 38 3,0 40 3,5 12 3,9 1.017 6,2 parto Após o parto 31 5,6 60 5,4 42 3,1 76 4,6 50 2,8 33 1,9 26 1,7 20 1,5 22 1,5 13 1,0 13 1,0 10 0,9 4 1,3 400 2,4 Ign/Branco 26 4,7 105 9,5 140 10,4 183 11,0 114 6,4 104 6,1 52 3,5 53 4,0 6 0,4 4 0,3 36 2,8 156 13,7 13 4,2 992 6,0 Realização de pré-natal Sim 470 85,6 942 85,2 1.126 83,9 1.411 84,8 1.510 84,8 1.448 85,1 1.304 87,4 1.142 85,8 1.375 91,8 1.254 92,8 1.164 91,9 912 79,9 275 88,7 14.333 86,7 Não 40 7,3 58 5,2 86 6,4 113 6,8 139 7,8 109 6,4 72 4,8 89 6,7 83 5,5 74 5,5 52 4,1 43 3,8 12 3,9 970 5,9 Ign/Branco 39 7,1 106 9,6 130 9,7 140 8,4 132 7,4 144 8,5 116 7,8 100 7,5 40 2,7 24 1,8 51 4,0 186 16,3 23 7,4 1.231 7,4 Trimestre de início do pré-natal 1º Trimestre 147 26,8 269 24,3 307 22,9 394 23,7 422 23,7 488 28,7 404 27,1 360 27,0 441 29,4 423 31,3 485 38,3 460 40,3 138 44,5 4.738 28,7 2º Trimestre 164 29,9 301 27,2 412 30,7 492 29,6 577 32,4 530 31,2 516 34,6 356 26,7 353 23,6 396 29,3 381 30,1 350 30,7 104 33,5 4.932 29,8 3º Trimestre 78 14,2 166 15,0 199 14,8 225 13,5 219 12,3 197 11,6 153 10,3 218 16,4 425 28,4 373 27,6 312 24,6 265 23,2 56 18,1 2.886 17,5 Ign/Branco 160 29,1 370 33,5 424 31,6 553 33,2 563 31,6 486 28,6 419 28,1 397 29,8 279 18,6 160 11,8 89 7,0 66 5,8 12 3,9 3.978 24,1 Uso de ARV no pré-natal Sim 435 79,2 875 79,1 1.078 80,3 1.369 82,3 1.457 81,8 1.407 82,7 1.236 82,8 1.077 80,9 1.103 73,6 1.061 78,5 995 78,5 791 69,3 210 67,7 13.094 79,2 Não 51 9,3 107 9,7 134 10,0 154 9,3 166 9,3 178 10,5 143 9,6 128 9,6 224 15,0 157 11,6 120 9,5 87 7,6 44 14,2 1.693 10,2 Ign/Branco 63 11,5 124 11,2 130 9,7 141 8,5 158 8,9 116 6,8 113 7,6 126 9,5 171 11,4 134 9,9 152 12,0 263 23,0 56 18,1 1.747 10,6 Total 549 100,0 1.106 100,0 1.342 100,0 1.664 100,0 1.781 100,0 1.701 100,0 1.492 100,0 1.331 100,0 1.498 100,0 1.352 100,0 1.267 100,0 1.141 100,0 310 100,0 16.534 100,0 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 71 Notas: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal **Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada
    • Do total de gestantes notificadas, 87%(14.374/16.534) tiveram as gestações finaliza-das com 13.830 nascidos vivos, 222 natimortose 322 abortos. A cesárea eletiva/urgência foi aprincipal via de parto, correspondendo a maisde 70% dos casos, desde 2007 (Tabela 4). Desde 2007, o uso de ARV no parto tem Em 2010, aproximadamentesido superior a 85%. No entanto, em 2010, 7% das gestantes nãoaproximadamente 7% das gestantes não utili- utilizaram ARV durante ozaram esta medicação durante o trabalho de trabalho de parto.parto. Dentre as gestantes que não utilizaramARV no parto, 43% (29/67), residiam na GVECapital, 9% (6/67), na GVE Santos, 6% (4/67),na GVE de São João da Boa Vista, 6%(4/67) na Dentre os municípios de residência, SãoGVE de Piracicaba e 36% (24/67) nas demais Paulo foi responsável por 33% do total de casosGVE. Importante ressaltar que a proporção de de gestantes infectadas pelo HIV, seguido porcasos com informação ignorada foi de 7% em Guarulhos, Campinas, Santos e Ribeirão Preto.2010 e 2011 (Tabela 4). Entre 2009 e 2010, observou-se aumento de 2,0 O preenchimento adequado e comple- vezes ou mais de casos de gestantes HIV posi-to das informações no SINAN contribui para tivas em 14 municípios de residência: São Josémelhor análise dos dados, monitoramento da dos Campos, Piracicaba, Araraquara, Suzano,epidemia e avaliação das ações programáticas Cubatão, Birigui, Mogi-Guaçu, Ferraz de Vascon-direcionadas às gestantes infectadas pelo HIV. celos, Assis, Leme, Barrinha, Cajuru, MairinqueA proporção de informação ignorada ou sem e São Roque (Tabela 6).preenchimento compromete a análise do perfilda epidemia e da avaliação dos resultados dasmedidas preventivas disponibilizadas. O preenchimento adequado O GVE Capital concentrou o maior núme- e completo das informaçõesro de casos residentes, seguido por Campinas, no SINAN contribuiSantos e Mogi das Cruzes. Quando comparado para melhor análise dos2007 e 2010, notou-se o aumento de gestantes dados, monitoramentoinfectadas pelo HIV residentes nos GVE de Re- da epidemia e avaliaçãogistro e Caraguatatuba, 82% e 78%, respectiva- das ações programáticasmente (Tabela 5). direcionadas às gestantes infectadas pelo HIV.72 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 4. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo características do parto, do recém-nascido e ano de parto, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Parto Total*** TCaracterísticas 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2.011 Ign/Branco** N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Tipo de parto**** Vaginal 89 52,4 313 40,2 370 33,0 485 34,0 492 32,2 498 31,5 388 27,4 373 27,7 304 24,6 316 27,0 312 29,4 245 26,2 82 24,6 19 1,0 4.286 26,8 Cesárea eletiva 66 38,8 396 50,8 663 59,2 819 57,4 934 61,0 984 62,2 949 67,0 875 65,1 832 67,4 743 63,6 658 62,1 626 66,9 231 69,2 18 1,0 8.794 55,0 Cesárea de urgência 1 0,6 - - - - 1 0,1 - - 1 0,1 - - 2 0,1 56 4,5 101 8,6 84 7,9 60 6,4 19 5,7 3 0,2 328 2,1 Ign/Branco 14 8,2 70 9,0 87 7,8 122 8,5 104 6,8 98 6,2 80 5,6 95 7,1 43 3,5 9 0,8 6 0,6 5 0,5 2 0,6 1.847 97,9 2.582 16,1 Uso de ARV no parto**** Sim 85 50,0 531 68,2 820 73,2 1.017 71,3 1.181 77,2 1.250 79,1 1.163 82,1 1.079 80,2 1.049 84,9 1.034 88,5 933 88,0 800 85,5 290 86,8 116 6,1 11.348 71,0 Não 65 38,2 132 16,9 172 15,4 234 16,4 208 13,6 188 11,9 142 10,0 134 10,0 107 8,7 73 6,2 78 7,4 67 7,2 20 6,0 11 0,6 1.631 10,2 Ign/Branco 20 11,8 116 14,9 128 11,4 176 12,3 141 9,2 143 9,0 112 7,9 132 9,8 79 6,4 62 5,3 49 4,6 69 7,4 24 7,2 1.760 93,3 3.011 18,8 Total 170 100,0 779 100,0 1.120 100,0 1.427 100,0 1.530 100,0 1.581 100,0 1.417 100,0 1.345 100,0 1.235 100,0 1.169 100,0 1.060 100,0 936 100,0 334 100,0 1.887 100,0 15.990 100,0 Evolução da gestação Nascido vivo 165 97,1 752 95,3 1.091 95,3 1.384 95,0 1.491 95,8 1.537 95,2 1.389 95,2 1.299 94,6 1.218 95,2 1.156 94,8 1.049 93,7 927 93,7 331 95,9 41 2,0 13.830 83,6 Natimorto - - 7 0,9 17 1,5 20 1,4 20 1,3 21 1,3 25 1,7 12 0,9 22 1,7 26 2,1 17 1,5 19 1,9 3 0,9 13 0,6 222 1,3 Aborto - - 3 0,4 8 0,7 10 0,7 6 0,4 12 0,7 17 1,2 16 1,2 23 1,8 24 2,0 42 3,8 34 3,4 8 2,3 119 5,9 322 1,9 Ign/Branco 5 2,9 27 3,4 29 2,5 43 3,0 39 2,5 44 2,7 28 1,9 46 3,4 17 1,3 13 1,1 11 1,0 9 0,9 3 0,9 1.846 91,4 2.160 13,1 Total 170 100,0 789 100,0 1.145 100,0 1.457 100,0 1.556 100,0 1.614 100,0 1.459 100,0 1.373 100,0 1.280 100,0 1.219 100,0 1.119 100,0 989 100,0 345 100,0 2.019 100,0 16.534 100,0 Início do ARV na criança***** Nas primeiras 24 horas 97 58,8 552 73,4 865 79,3 1.111 80,3 1.284 86,1 1.361 88,5 1.257 90,5 1.160 89,3 1.143 93,8 1.100 95,2 999 95,2 855 92,2 310 93,7 29 70,7 12.123 87,7 Após 24 horas do nascimento 13 7,9 28 3,7 30 2,7 40 2,9 27 1,8 28 1,8 15 1,1 16 1,2 7 0,6 9 0,8 3 0,3 7 0,8 2 0,6 - - 225 1,6 Não realizado 21 12,7 35 4,7 36 3,3 49 3,5 33 2,2 28 1,8 14 1,0 16 1,2 11 0,9 8 0,7 7 0,7 6 0,6 - - 1 2,4 265 1,9 Ign/Branco 34 20,6 137 18,2 160 14,7 184 13,3 147 9,9 120 7,8 103 7,4 107 8,2 57 4,7 39 3,4 40 3,8 59 6,4 19 5,7 11 26,8 1.217 8,8 Total 165 100,0 752 100,0 1.091 100,0 1.384 100,0 1.491 100,0 1.537 100,0 1.389 100,0 1.299 100,0 1.218 100,0 1.156 100,0 1.049 100,0 927 100,0 331 100,0 41 100,0 13.830 100,0 Fonte:SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal **Ign/Branco - Incluído gestantes sem informação da data de parto ou gestação em curso ***Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada **** Não incluídos 322 abortos e 222 natimortos Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 73 *****Incluído exclusivamente as crianças com informação de nascidas vivas
    • Tabela 5. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano do diagnóstico Total** GVE de Residência 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE Capital 161 29,3 320 28,9 403 30,0 567 34,1 604 33,9 592 34,8 466 31,2 465 34,9 492 32,8 452 33,4 446 35,2 382 33,5 114 36,8 5.464 33,0 GVE Santo André 43 7,8 87 7,9 69 5,1 97 5,8 102 5,7 93 5,5 83 5,6 48 3,6 79 5,3 59 4,4 60 4,7 72 6,3 31 10,0 923 5,6 GVE Mogi das Cruzes 19 3,5 40 3,6 90 6,7 117 7,0 118 6,6 113 6,6 124 8,3 81 6,1 114 7,6 98 7,2 62 4,9 55 4,8 11 3,5 1.042 6,3 GVE Franco da Rocha - - 5 0,5 6 0,4 18 1,1 17 1,0 10 0,6 17 1,1 17 1,3 24 1,6 17 1,3 7 0,6 8 0,7 4 1,3 150 0,9 GVE Osasco 23 4,2 40 3,6 61 4,5 83 5,0 83 4,7 96 5,6 69 4,6 53 4,0 76 5,1 70 5,2 78 6,2 51 4,5 21 6,8 804 4,9 GVE Araçatuba 4 0,7 13 1,2 20 1,5 22 1,3 25 1,4 24 1,4 21 1,4 18 1,4 23 1,5 21 1,6 20 1,6 12 1,1 - - 223 1,3 GVE Araraquara 21 3,8 36 3,3 38 2,8 44 2,6 46 2,6 41 2,4 31 2,1 31 2,3 26 1,7 31 2,3 18 1,4 30 2,6 3 1,0 396 2,4 GVE Assis 1 0,2 - - 5 0,4 11 0,7 8 0,4 14 0,8 11 0,7 9 0,7 17 1,1 16 1,2 13 1,0 6 0,5 - - 111 0,774 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST GVE Barretos 6 1,1 16 1,4 15 1,1 14 0,8 22 1,2 12 0,7 18 1,2 22 1,7 16 1,1 10 0,7 18 1,4 9 0,8 4 1,3 182 1,1 GVE Bauru 14 2,6 11 1,0 30 2,2 19 1,1 19 1,1 27 1,6 24 1,6 23 1,7 34 2,3 20 1,5 23 1,8 11 1,0 - - 255 1,5 GVE Botucatu 1 0,2 6 0,5 3 0,2 10 0,6 13 0,7 11 0,6 13 0,9 9 0,7 9 0,6 7 0,5 6 0,5 7 0,6 - - 95 0,6 GVE Campinas 15 2,7 89 8,0 115 8,6 140 8,4 148 8,3 124 7,3 110 7,4 128 9,6 127 8,5 116 8,6 119 9,4 70 6,1 19 6,1 1.320 8,0 GVE Franca 8 1,5 8 0,7 15 1,1 21 1,3 21 1,2 15 0,9 12 0,8 11 0,8 27 1,8 22 1,6 27 2,1 24 2,1 4 1,3 215 1,3 GVE Marília 9 1,6 17 1,5 17 1,3 16 1,0 16 0,9 22 1,3 14 0,9 13 1,0 16 1,1 15 1,1 9 0,7 13 1,1 - - 177 1,1 GVE Piracicaba 7 1,3 2 0,2 9 0,7 35 2,1 49 2,8 59 3,5 60 4,0 40 3,0 51 3,4 48 3,6 28 2,2 46 4,0 6 1,9 440 2,7 GVE Presidente Prudente 1 0,2 4 0,4 1 0,1 6 0,4 4 0,2 6 0,4 9 0,6 14 1,1 6 0,4 7 0,5 7 0,6 7 0,6 1 0,3 73 0,4 GVE Registro 2 0,4 3 0,3 7 0,5 6 0,4 7 0,4 10 0,6 5 0,3 7 0,5 11 0,7 15 1,1 10 0,8 20 1,8 4 1,3 107 0,6 GVE Ribeirão Preto 23 4,2 74 6,7 78 5,8 84 5,0 75 4,2 70 4,1 56 3,8 57 4,3 55 3,7 53 3,9 64 5,1 54 4,7 30 9,7 773 4,7 GVE Santos 91 16,6 107 9,7 109 8,1 103 6,2 127 7,1 134 7,9 108 7,2 122 9,2 100 6,7 95 7,0 85 6,7 76 6,7 17 5,5 1.274 7,7 GVE São João da Boa Vista 2 0,4 9 0,8 16 1,2 25 1,5 26 1,5 27 1,6 29 1,9 22 1,7 19 1,3 14 1,0 15 1,2 13 1,1 3 1,0 220 1,3 GVE São José dos Campos 16 2,9 59 5,3 55 4,1 44 2,6 42 2,4 30 1,8 36 2,4 29 2,2 31 2,1 24 1,8 29 2,3 41 3,6 8 2,6 444 2,7 GVE Taubaté 11 2,0 13 1,2 28 2,1 37 2,2 31 1,7 36 2,1 44 2,9 23 1,7 29 1,9 32 2,4 25 2,0 23 2,0 5 1,6 337 2,0 GVE Sorocaba 24 4,4 79 7,1 75 5,6 63 3,8 61 3,4 50 2,9 64 4,3 42 3,2 46 3,1 45 3,3 41 3,2 36 3,2 10 3,2 636 3,8 GVE São José do Rio Preto 35 6,4 51 4,6 55 4,1 58 3,5 65 3,6 51 3,0 37 2,5 24 1,8 39 2,6 32 2,4 29 2,3 38 3,3 4 1,3 518 3,1 GVE Presidente Venceslau - - 2 0,2 1 0,1 2 0,1 6 0,3 6 0,4 9 0,6 5 0,4 7 0,5 4 0,3 3 0,2 9 0,8 2 0,6 56 0,3 GVE Jales 1 0,2 - - 3 0,2 7 0,4 9 0,5 7 0,4 5 0,3 3 0,2 6 0,4 4 0,3 5 0,4 7 0,6 3 1,0 60 0,4 GVE Itapeva - - - - 4 0,3 1 0,1 8 0,4 6 0,4 5 0,3 1 0,1 6 0,4 8 0,6 4 0,3 5 0,4 - - 48 0,3 GVE Caraguatatuba 11 2,0 14 1,3 14 1,0 12 0,7 29 1,6 15 0,9 11 0,7 14 1,1 9 0,6 17 1,3 15 1,2 16 1,4 6 1,9 183 1,1 Ign/Branco - - 1 0,1 - - 2 0,1 - - - - 1 0,1 - - 3 0,2 - - 1 0,1 - - - - 8 0,0 Total 549 100,0 1.106 100,0 1.342 100,0 1.664 100,0 1.781 100,0 1.701 100,0 1.492 100,0 1.331 100,0 1.498 100,0 1.352 100,0 1.267 100,0 1.141 100,0 310 100,0 16.534 100,0 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal **Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada
    • Tabela 6. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV, segundo município de residência com maior ocorrência decasos (≥ 30 casos) e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano do diagnóstico Total**Município de Residência 1999 a 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)São Paulo 2.647 32,5 466 31,2 465 34,9 492 32,8 452 33,4 446 35,2 382 33,5 114 36,8 5.464 33,0Guarulhos 299 3,7 59 4,0 38 2,9 56 3,7 62 4,6 39 3,1 30 2,6 5 1,6 588 3,6Campinas 250 3,1 33 2,2 51 3,8 39 2,6 37 2,7 55 4,3 28 2,5 8 2,6 501 3,0Santos 263 3,2 33 2,2 40 3,0 38 2,5 38 2,8 30 2,4 29 2,5 5 1,6 476 2,9Ribeirão Preto 268 3,3 27 1,8 26 2,0 36 2,4 33 2,4 31 2,4 23 2,0 16 5,2 460 2,8São José dos Campos 163 2,0 22 1,5 25 1,9 14 0,9 13 1,0 14 1,1 28 2,5 7 2,3 286 1,7São José do Rio Preto 168 2,1 15 1,0 11 0,8 19 1,3 16 1,2 17 1,3 26 2,3 1 0,3 273 1,7São Vicente 138 1,7 19 1,3 26 2,0 13 0,9 6 0,4 17 1,3 22 1,9 2 0,6 243 1,5São Bernardo do Campo 117 1,4 23 1,5 16 1,2 23 1,5 14 1,0 16 1,3 20 1,8 10 3,2 239 1,4Santo André 110 1,4 21 1,4 6 0,5 22 1,5 22 1,6 16 1,3 23 2,0 6 1,9 226 1,4Mauá 133 1,6 18 1,2 4 0,3 12 0,8 12 0,9 14 1,1 14 1,2 8 2,6 215 1,3Osasco 104 1,3 24 1,6 20 1,5 21 1,4 11 0,8 17 1,3 8 0,7 5 1,6 210 1,3Sorocaba 111 1,4 22 1,5 14 1,1 12 0,8 8 0,6 8 0,6 11 1,0 1 0,3 187 1,1Praia Grande 101 1,2 16 1,1 19 1,4 12 0,8 19 1,4 7 0,6 6 0,5 3 1,0 183 1,1Diadema 102 1,3 8 0,5 10 0,8 14 0,9 8 0,6 9 0,7 10 0,9 5 1,6 166 1,0Guarujá 55 0,7 14 0,9 15 1,1 20 1,3 14 1,0 11 0,9 8 0,7 5 1,6 142 0,9Jundiaí 79 1,0 6 0,4 14 1,1 20 1,3 8 0,6 9 0,7 5 0,4 - - 141 0,9Taubaté 70 0,9 20 1,3 7 0,5 10 0,7 12 0,9 9 0,7 12 1,1 - - 140 0,8Piracicaba 51 0,6 23 1,5 12 0,9 13 0,9 17 1,3 7 0,6 14 1,2 - - 137 0,8Franca 58 0,7 6 0,4 7 0,5 17 1,1 14 1,0 14 1,1 17 1,5 3 1,0 136 0,8Itaquaquecetuba 58 0,7 27 1,8 15 1,1 9 0,6 11 0,8 8 0,6 3 0,3 2 0,6 133 0,8Araraquara 82 1,0 8 0,5 9 0,7 7 0,5 8 0,6 4 0,3 10 0,9 3 1,0 131 0,8Jacareí 74 0,9 9 0,6 4 0,3 12 0,8 7 0,5 11 0,9 10 0,9 1 0,3 128 0,8Bauru 51 0,6 13 0,9 8 0,6 15 1,0 9 0,7 16 1,3 3 0,3 - - 115 0,7Marília 62 0,8 9 0,6 8 0,6 11 0,7 5 0,4 5 0,4 7 0,6 - - 107 0,6São Carlos 59 0,7 6 0,4 8 0,6 6 0,4 8 0,6 7 0,6 9 0,8 - - 103 0,6Suzano 42 0,5 8 0,5 12 0,9 16 1,1 6 0,4 4 0,3 9 0,8 2 0,6 99 0,6Carapicuíba 52 0,6 4 0,3 2 0,2 7 0,5 7 0,5 21 1,7 4 0,4 1 0,3 98 0,6Mogi das Cruzes 35 0,4 12 0,8 5 0,4 19 1,3 11 0,8 7 0,6 7 0,6 - - 96 0,6Itapevi 39 0,5 10 0,7 6 0,5 4 0,3 13 1,0 8 0,6 12 1,1 3 1,0 95 0,6Itu 52 0,6 12 0,8 3 0,2 8 0,5 5 0,4 3 0,2 5 0,4 3 1,0 91 0,6Taboão da Serra 43 0,5 6 0,4 11 0,8 12 0,8 9 0,7 4 0,3 5 0,4 - - 90 0,5Americana 38 0,5 15 1,0 8 0,6 8 0,5 5 0,4 3 0,2 5 0,4 3 1,0 85 0,5Caraguatatuba 46 0,6 5 0,3 7 0,5 2 0,1 7 0,5 5 0,4 8 0,7 2 0,6 82 0,5Cubatão 35 0,4 13 0,9 16 1,2 7 0,5 4 0,3 2 0,2 4 0,4 - - 81 0,5Embu 35 0,4 5 0,3 2 0,2 11 0,7 8 0,6 5 0,4 6 0,5 3 1,0 75 0,5Bebedouro 42 0,5 4 0,3 6 0,5 2 0,1 3 0,2 5 0,4 2 0,2 1 0,3 65 0,4Araçatuba 36 0,4 8 0,5 5 0,4 9 0,6 4 0,3 1 0,1 1 0,1 - - 64 0,4Hortolândia 33 0,4 5 0,3 8 0,6 4 0,3 5 0,4 5 0,4 3 0,3 - - 63 0,4Itanhaém 32 0,4 4 0,3 1 0,1 2 0,1 9 0,7 12 0,9 3 0,3 - - 63 0,4Limeira 24 0,3 8 0,5 3 0,2 10 0,7 8 0,6 4 0,3 4 0,4 1 0,3 62 0,4Francisco Morato 23 0,3 6 0,4 5 0,4 12 0,8 7 0,5 3 0,2 3 0,3 2 0,6 61 0,4Sumaré 31 0,4 10 0,7 4 0,3 6 0,4 3 0,2 4 0,3 1 0,1 - - 59 0,4 Continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 75
    • Continuação Ano do diagnóstico Total** Município de Residência 1999 a 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)Itapetininga 35 0,4 4 0,3 3 0,2 4 0,3 5 0,4 4 0,3 - - 1 0,3 56 0,3Rio Claro 25 0,3 2 0,1 6 0,5 4 0,3 5 0,4 5 0,4 8 0,7 1 0,3 56 0,3Barretos 23 0,3 6 0,4 4 0,3 6 0,4 6 0,4 5 0,4 3 0,3 2 0,6 55 0,3Barueri 29 0,4 7 0,5 2 0,2 2 0,1 - - 7 0,6 4 0,4 4 1,3 55 0,3Cotia 21 0,3 2 0,1 2 0,2 7 0,5 6 0,4 7 0,6 8 0,7 2 0,6 55 0,3Ubatuba 28 0,3 2 0,1 3 0,2 1 0,1 5 0,4 7 0,6 4 0,4 4 1,3 54 0,3Catanduva 30 0,4 6 0,4 6 0,5 3 0,2 2 0,1 2 0,2 3 0,3 1 0,3 53 0,3Tatuí 13 0,2 8 0,5 2 0,2 5 0,3 6 0,4 11 0,9 7 0,6 1 0,3 53 0,3Votuporanga 37 0,5 4 0,3 1 0,1 4 0,3 4 0,3 1 0,1 1 0,1 - - 52 0,3Birigui 30 0,4 5 0,3 1 0,1 4 0,3 4 0,3 2 0,2 4 0,4 - - 50 0,3Mogi-Guaçu 20 0,2 9 0,6 6 0,5 5 0,3 4 0,3 2 0,2 4 0,4 - - 50 0,3Mogi-Mirim 26 0,3 6 0,4 8 0,6 2 0,1 5 0,4 3 0,2 - - - - 50 0,3Pindamonhangaba 32 0,4 6 0,4 2 0,2 4 0,3 4 0,3 1 0,1 - - - - 49 0,3Sertãozinho 23 0,3 3 0,2 4 0,3 2 0,1 1 0,1 5 0,4 7 0,6 3 1,0 48 0,3Araras 17 0,2 4 0,3 3 0,2 8 0,5 8 0,6 3 0,2 3 0,3 - - 46 0,3Ferraz de Vasconcelos 27 0,3 3 0,2 3 0,2 8 0,5 1 0,1 1 0,1 2 0,2 - - 45 0,3Jaboticabal 17 0,2 3 0,2 3 0,2 1 0,1 6 0,4 6 0,5 6 0,5 2 0,6 44 0,3Itatiba 23 0,3 2 0,1 3 0,2 4 0,3 3 0,2 3 0,2 4 0,4 - - 42 0,3Peruíbe 34 0,4 3 0,2 2 0,2 - - - - 2 0,2 1 0,1 - - 42 0,3Votorantim 29 0,4 1 0,1 2 0,2 2 0,1 3 0,2 2 0,2 1 0,1 - - 40 0,2 Arujá 15 0,2 8 0,5 6 0,5 2 0,1 4 0,3 2 0,2 - - 2 0,6 39 0,2 Bragança Paulista 14 0,2 4 0,3 4 0,3 6 0,4 5 0,4 4 0,3 2 0,2 - - 39 0,2 Ourinhos 15 0,2 2 0,1 4 0,3 5 0,3 4 0,3 7 0,6 2 0,2 - - 39 0,2 Santa Bárbara dOeste 18 0,2 2 0,1 3 0,2 4 0,3 5 0,4 3 0,2 4 0,4 - - 39 0,2 São Sebastião 18 0,2 3 0,2 4 0,3 3 0,2 4 0,3 3 0,2 4 0,4 - - 39 0,2 Amparo 25 0,3 3 0,2 3 0,2 5 0,3 1 0,1 1 0,1 - - - - 38 0,2 Capivari 4 0,0 10 0,7 5 0,4 2 0,1 5 0,4 6 0,5 4 0,4 2 0,6 38 0,2 Taquaritinga 22 0,3 8 0,5 2 0,2 - - 4 0,3 - - 2 0,2 - - 38 0,2 Itapecerica da Serra 22 0,3 2 0,1 3 0,2 3 0,2 3 0,2 3 0,2 1 0,1 - - 37 0,2 Atibaia 14 0,2 1 0,1 3 0,2 1 0,1 8 0,6 5 0,4 4 0,4 - - 36 0,2 Indaiatuba 9 0,1 4 0,3 2 0,2 3 0,2 4 0,3 7 0,6 5 0,4 1 0,3 35 0,2 Franco da Rocha 17 0,2 4 0,3 3 0,2 4 0,3 3 0,2 2 0,2 1 0,1 - - 34 0,2 Ribeirão Pires 14 0,2 7 0,5 3 0,2 3 0,2 2 0,1 2 0,2 1 0,1 1 0,3 33 0,2 Batatais 19 0,2 5 0,3 2 0,2 1 0,1 - - 4 0,3 1 0,1 - - 32 0,2 Assis 9 0,1 6 0,4 4 0,3 3 0,2 6 0,4 1 0,1 2 0,2 - - 31 0,2 Cosmópolis 12 0,1 2 0,1 1 0,1 5 0,3 7 0,5 2 0,2 - - 1 0,3 30 0,2 Demais Municípios 1.066 13,1 253 17,0 231 17,4 270 18,0 231 17,1 203 16,0 198 17,4 51 16,5 2.503 15,1 Total 8.143 100,0 1.492 100,0 1.331 100,0 1.498 100,0 1.352 100,0 1.267 100,0 1.141 100,0 310 100,0 16.534 100,0Fonte:SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos a revisão mensal **Não foram incluídos 7 casos de Outros Estados e 5 casos com data de diagnóstico ignorada 76 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Vigilância Epidemiológica da Criança Exposta ao Risco de Transmissão Vertical do HIV A criança exposta ao risco de transmissão gicas para a vigilância epidemiológica do PEDST/vertical do HIV é aquela nascida de mãe infec- AIDS-SP (Figura 1).tada ou que tenha sido amamentada por mu- Em 2007, o número de crianças expostaslheres infectadas pelo HIV. A notificação é com- ao risco de TVHIV foi 28% menor do que o depulsória desde 2000, através da Portaria nº 993/ gestantes portadoras do HIV, atingindo 36% emGM - Ministério da Saúde. 2009. Enquanto o SINAN Windows estava vigen- A vigilância deste agravo é importan- te e a ficha de notificação era única para os doiste para o planejamento e monitoramento das agravos, as curvas representativas das sériesações de prevenção da transmissão vertical do históricas dos casos de gestante HIV positivo eHIV (TVHIV) no país, nos estados e municípios. de criança exposta eram próximas, principal-Dentre seus objetivos, destaca-se a oportuni- mente entre 2003 e 2006. A partir de 2007, ob-dade de monitorar os fatores de risco para a servou-se o distanciamento destas curvas comTVHIV, assim como, subsidiar as ações de con- a implantação do SINAN Net e separação dostrole e reduzir a morbimortalidade por aids. instrumentos de notificação (Figura 1). Desde 2007, a vigilância epidemiológica Em relação às informações referentesdo Programa Estadual de DST/AIDS de São Pau- ao acompanhamento das crianças expostas,lo (PEDST/AIDS-SP) implantou um fluxo espe- observou-se ao longo do período uma diminui-cífico para a notificação dos casos de crianças ção na proporção de crianças que não utiliza-expostas ao risco de TVHIV, devido a não inclu- ram antirretroviral (ARV) ou o fizeram de formasão deste agravo no Sistema de Informação de inadequada, representando 5% dos casos emAgravos de Notificação (SINAN). Este fato pos- 2009 (4% uso inadequado e 1% não usou ARV).sibilitou a elaboração de uma base de dados, No entanto, deve ser ressaltada a elevada pro-com digitação centralizada e a emissão de re- porção de casos com informação ignorada oulatórios que contribuem para avaliação do per- sem preenchimento para este quesito (26% emfil epidemiológico e da aplicação das medidas 2009) (Tabela 2).preventivas. O gerenciamento deste sistema O número de casos que recebeu leite ma-de informação é complexo e requer constante terno vem diminuindo desde 2000, na análisemonitoramento para garantir a qualidade dos de 2007 e 2009 o declínio foi de 39%, passou deseus resultados. 18 para 11 casos, respectivamente (Tabela 2). No estado de São Paulo foram notificados13.020 casos de crianças expostas ao risco deTVHIV, no período de janeiro de 1999 a outubro No estado de São Paulo foramde 2011. Deste total, cerca de 38% residem no notificados 13.020 casos deGrupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) Capi- crianças expostas ao risco detal, 7,4% e 7% nos GVE de Santos e Campinas, TVHIV, no período de janeirorespectivamente (Tabela 1). de 1999 a outubro de 2011. Ao longo do período, observou-se um au-mento no número de notificações de casos até2004, seguido de uma redução, principalmente, A revisão e atualização da base de dadosapós 2006. Este fato pode ser decorrente da não possibilitaram a reclassificação de alguns casosinclusão da criança exposta na implantação do em relação ao encerramento da criança expos-SINAN Net em 2007, da subnotificação dos ca- ta, principalmente no período anterior a 2006.sos e do atraso no envio das fichas epidemioló- Na análise do perfil das crianças expostas ao ris-
    • co de TVHIV foram considerados 12.902 casos Das crianças expostas ao risco de TVHIV,que nasceram vivos (excluídos 118 natimortos). diagnosticadas em 2008, aproximadamente O número de casos infectados diminuiu 90% e 82% realizaram a primeira e a segunda48% na análise dos anos 2002 e 2008 (passou carga viral, respectivamente (Figura 2).de 65 casos para 34). Também, para os mes- Para o encerramento de casos com duasmos anos, foi observado um declínio de 60% cargas virais negativas é necessária a realizaçãode casos com perda de seguimento ou sem da sorologia anti-HIV após 12 meses de idade.informação, passando de 257 para 102 casos Observou-se que apenas 69% e 25% dos casos(Tabela 2). realizaram a sorologia em 2008 e 2009, respec- Em 2006 foi observado o maior número tivamente (Figura2).de crianças expostas com perda de seguimento Como esperado, nas crianças infectadasou sem informação (n=539, 40% do total de ca- a não utilização ou o uso inadequado das medi-sos) com consequente diminuição na proporção das profiláticas foi bastante evidente. Trinta porde casos encerrados (47%). Este fato foi decor- cento das mães de crianças infectadas tiveram orente da mudança na versão do sistema SINAN diagnóstico do HIV no momento ou após o par-(Tabela 2). to, enquanto que nas não infectadas esta pro- Em 2008, entre os 678 casos encerrados porção foi de 7% (Tabela 3).(infectados ou não infectados), 5% (34/678) A proporção de mães que não realizou odas crianças foram infectadas pelo HIV. Se con- pré-natal foi maior entre as crianças infectadassiderar, dentre os casos encerrados, os “prová- (18%) do que nas não infectadas (5%), assimveis não infectados” (crianças com duas cargas como, a não utilização de ARV durante a ges-virais negativas, sem sorologia para HIV) a pro- tação, 27,5% e 7%, respectivamente. Entre asporção de crianças infectadas passaria para 4% crianças infectadas, 46% dos partos ocorreram(34/809). Contudo, este percentual de crianças por via vaginal e 35% das mães não receberaminfectadas deve ser visto com cautela, uma vez ARV no momento do parto. Trinta e dois porque 102 casos (11%) permaneciam com perda cento destas crianças não utilizaram ARV oralde seguimento ou sem informação e a subnoti- ou o fizeram de forma inadequada e 24% foramficação em torno de 32% (n=429), até o fecha- amamentadas (Tabela 3).mento dos dados para elaboração deste bole- Em relação às crianças não infectadas ob-tim (Tabela 2). servou-se que 84% das crianças iniciaram o uso As crianças expostas ao risco de TVHIV de ARV oral nas primeiras 24 horas e 91% nãodiagnosticadas em 2009 poderiam ter sido en- foram amamentadas (Tabela 3).cerradas em 2011. No entanto, apenas 27% fo- A Tabela 4 mostra a situação de encerra-ram finalizadas como infectadas (2,4%) ou não mento das crianças expostas nos GVE de notifi-infectadas (24,5%), mostrando atraso de dois cação. Vale ressaltar a importância do acompa-anos na atualização das informações, reflexo da nhamento destas crianças e a busca de faltosos,falta de sistema para este agravo (Tabela 2). para evitar a perda de seguimento.78 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 1. Casos notificados de crianças expostas ao HIV materno, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Diagnóstico Total GVE de Residência 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE 1 Capital 72 41,6 229 29,0 326 28,8 460 31,9 507 32,8 543 33,7 470 32,7 477 35,4 474 44,2 443 48,0 423 52,4 415 65,9 57 52,8 4.896 37,6 GVE 7 Santo André 21 12,1 60 7,6 72 6,4 77 5,3 92 6,0 92 5,7 78 5,4 58 4,3 41 3,8 10 1,1 29 3,6 4 0,6 1 0,9 635 4,9 GVE 8 Mogi das Cruzes 5 2,9 36 4,6 49 4,3 100 6,9 111 7,2 95 5,9 114 7,9 95 7,1 75 7,0 56 6,1 54 6,7 55 8,7 9 8,3 854 6,6 GVE 9 Franco da Rocha - - 3 0,4 5 0,4 13 0,9 10 0,6 21 1,3 7 0,5 19 1,4 10 0,9 10 1,1 6 0,7 - - - - 104 0,8 GVE 10 Osasco 7 4,0 30 3,8 45 4,0 70 4,8 76 4,9 74 4,6 69 4,8 58 4,3 36 3,4 31 3,4 26 3,2 17 2,7 4 3,7 543 4,2 GVE 11 Araçatuba 1 0,6 8 1,0 19 1,7 15 1,0 26 1,7 23 1,4 21 1,5 22 1,6 5 0,5 - - - - - - - - 140 1,1 GVE 12 Araraquara 5 2,9 27 3,4 39 3,4 40 2,8 31 2,0 44 2,7 38 2,6 26 1,9 15 1,4 7 0,8 9 1,1 16 2,5 6 5,6 303 2,3 GVE 13 Assis - - 1 0,1 1 0,1 3 0,2 12 0,8 16 1,0 6 0,4 10 0,7 8 0,7 15 1,6 19 2,4 9 1,4 1 0,9 101 0,8 GVE 14 Barretos - - 7 0,9 19 1,7 11 0,8 18 1,2 11 0,7 10 0,7 11 0,8 7 0,7 4 0,4 7 0,9 - - - - 105 0,8 GVE 15 Bauru 2 1,2 15 1,9 12 1,1 33 2,3 19 1,2 21 1,3 14 1,0 19 1,4 30 2,8 9 1,0 11 1,4 3 0,5 2 1,9 190 1,5 GVE 16 Botucatu - - 2 0,3 5 0,4 5 0,3 14 0,9 8 0,5 10 0,7 9 0,7 10 0,9 7 0,8 2 0,2 - - - - 72 0,6 GVE 17 Campinas 1 0,6 43 5,4 91 8,0 119 8,2 116 7,5 125 7,8 97 6,7 98 7,3 71 6,6 100 10,8 25 3,1 19 3,0 2 1,9 907 7,0 GVE 18 Franca 1 0,6 12 1,5 8 0,7 19 1,3 25 1,6 13 0,8 18 1,3 15 1,1 13 1,2 19 2,1 18 2,2 13 2,1 - - 174 1,3 GVE 19 Marília - - 14 1,8 14 1,2 21 1,5 13 0,8 15 0,9 23 1,6 14 1,0 11 1,0 14 1,5 9 1,1 1 0,2 - - 149 1,1 GVE 20 Piracicaba 2 1,2 4 0,5 5 0,4 10 0,7 41 2,7 54 3,4 54 3,8 43 3,2 33 3,1 19 2,1 1 0,1 1 0,2 - - 267 2,1 GVE 21 Presidente Prudente - - 3 0,4 2 0,2 1 0,1 5 0,3 4 0,2 3 0,2 6 0,4 10 0,9 5 0,5 3 0,4 1 0,2 - - 43 0,3 GVE 22 Presidente Venceslau - - - - 3 0,3 - - 4 0,3 6 0,4 4 0,3 6 0,4 1 0,1 6 0,7 2 0,2 1 0,2 - - 33 0,3 GVE 23 Registro - - 3 0,4 4 0,4 8 0,6 5 0,3 8 0,5 7 0,5 8 0,6 14 1,3 8 0,9 7 0,9 2 0,3 - - 74 0,6 GVE 24 Ribeirão Preto 3 1,7 39 4,9 86 7,6 81 5,6 78 5,0 72 4,5 64 4,4 67 5,0 63 5,9 40 4,3 62 7,7 6 1,0 - - 661 5,1 GVE 25 Santos 32 18,5 98 12,4 88 7,8 122 8,4 109 7,1 123 7,6 119 8,3 98 7,3 60 5,6 44 4,8 42 5,2 22 3,5 12 11,1 969 7,4 GVE 26 São João da Boa Vista - - 3 0,4 13 1,1 20 1,4 22 1,4 25 1,6 27 1,9 27 2,0 14 1,3 12 1,3 11 1,4 10 1,6 3 2,8 187 1,4 GVE 27 São José dos Campos 3 1,7 34 4,3 59 5,2 44 3,0 51 3,3 26 1,6 28 1,9 24 1,8 35 3,3 35 3,8 28 3,5 19 3,0 6 5,6 392 3,0 GVE 28 Caraguatatuba 1 0,6 16 2,0 16 1,4 12 0,8 21 1,4 20 1,2 17 1,2 15 1,1 10 0,9 7 0,8 1 0,1 6 1,0 1 0,9 143 1,1 GVE 29 São José do Rio Preto 8 4,6 46 5,8 49 4,3 58 4,0 44 2,8 55 3,4 52 3,6 26 1,9 11 1,0 9 1,0 4 0,5 5 0,8 2 1,9 369 2,8 GVE 30 Jales - - 1 0,1 - - 2 0,1 8 0,5 13 0,8 3 0,2 1 0,1 2 0,2 - - - - - - - - 30 0,2 GVE 31 Sorocaba 5 2,9 43 5,4 82 7,2 64 4,4 50 3,2 54 3,4 40 2,8 62 4,6 3 0,3 2 0,2 3 0,4 - - 2 1,9 410 3,1 GVE 32 Itapeva - - - - 3 0,3 4 0,3 5 0,3 14 0,9 8 0,6 4 0,3 3 0,3 4 0,4 1 0,1 - - - - 46 0,4 GVE 33 Taubaté 4 2,3 11 1,4 16 1,4 30 2,1 33 2,1 34 2,1 38 2,6 27 2,0 8 0,7 7 0,8 5 0,6 5 0,8 - - 218 1,7 Ignorada - - 1 0,1 1 0,1 2 0,1 - - - - - - 1 0,1 - - - - - - - - - - 5 0,0 Total 173 100,0 789 100,0 1.132 100,0 1.444 100,0 1.546 100,0 1.609 100,0 1.439 100,0 1.346 100,0 1.073 100,0 923 100,0 808 100,0 630 100,0 108 100,0 13.020 100,0Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 79 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Nota: *Dados preliminares até 30/10/2011, sujeitos a revisão mensal
    • Figura 1. Casos notificados de gestantes infectadas pelo HIV e crianças expostas ao risco de transmissão verticaldo HIV, segundo ano do diagnóstico, estado de São Paulo, 2000 a 2010 Gestante HIV posiƟvo Criança exposta 2.000 1.800 1.600 1.400 1.200 Nº de casos 1.000 800 600 400 200 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Ano de diagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Figura 2. Casos notificados de crianças expostas ao risco de transmissão vertical do HIV, segundo exames paradetecção do HIV e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2010 1ª CV Realizada 2ª CV Realizada Sorologia anƟ-HIV Realizada 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 Proporção de casos 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Ano de diagnósƟcoFonte:SINAN - - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Fonte: SINAN Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)80 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 2. Casos notificados de crianças expostas ao HIV materno, segundo características do tempo de uso de antirretroviral (ARV), aleitamento materno e encerramento de caso, por ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Ano de Diagnóstico Total** Características 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Tempo de uso de ARV (AZT oral) Menos de 3 semanas 6 3,5 26 3,3 34 3,0 75 5,2 56 3,7 49 3,1 58 4,1 60 4,5 22 2,1 13 1,4 14 1,7 13 2,1 3 2,8 429 3,3 De 3 a 5 semanas 4 2,3 40 5,1 41 3,7 63 4,4 69 4,5 62 3,9 47 3,3 74 5,5 33 3,1 36 3,9 20 2,5 7 1,1 - - 496 3,8 6 semanas 110 63,6 505 64,5 735 65,8 926 64,8 1.009 65,9 1.019 64,1 862 61,0 735 55,1 791 74,3 725 78,6 553 68,7 148 23,5 26 24,1 8.144 63,1 Não usou 36 20,8 76 9,7 76 6,8 78 5,5 54 3,5 52 3,3 29 2,1 30 2,2 18 1,7 9 1,0 7 0,9 3 0,5 1 0,9 469 3,6 Ign/Branco 17 9,8 136 17,4 231 20,7 287 20,1 343 22,4 408 25,7 418 29,6 436 32,7 201 18,9 139 15,1 211 26,2 459 72,9 78 72,2 3.364 26,1 Aleitamento Materno Sim 44 25,4 79 10,1 53 4,7 72 5,0 53 3,5 37 2,3 25 1,8 27 2,0 18 1,7 13 1,4 11 1,4 1 0,2 1 0,9 434 3,4 Não 115 66,5 620 79,2 942 84,3 1.192 83,4 1.293 84,5 1.350 84,9 1.212 85,7 1.107 82,9 955 89,7 846 91,8 696 86,5 248 39,4 45 41,7 10.621 82,3 Ign/Branco 14 8,1 84 10,7 122 10,9 165 11,5 185 12,1 203 12,8 177 12,5 201 15,1 92 8,6 63 6,8 98 12,2 381 60,5 62 57,4 1.847 14,3 Encerramento do caso Infectada*** 25 14,5 81 10,3 72 6,4 65 4,5 56 3,7 55 3,5 38 2,7 52 3,9 23 2,2 34 3,7 19 2,4 4 0,6 - - 524 4,1 Não infectada 126 72,8 575 73,4 814 72,9 1.039 72,7 1.066 69,6 1.083 68,1 886 62,7 578 43,3 743 69,8 644 69,8 197 24,5 12 1,9 - - 7.763 60,2 Provável não infectada 5 2,9 20 2,6 29 2,6 49 3,4 81 5,3 86 5,4 99 7,0 144 10,8 143 13,4 131 14,2 300 37,3 169 26,8 4 3,7 1.260 9,8 Caso em seguimento - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 192 23,9 131 20,8 41 38,0 364 2,8 Perda de seguimento 15 8,7 77 9,8 140 12,5 196 13,7 215 14,0 225 14,2 192 13,6 212 15,9 41 3,8 38 4,1 10 1,2 4 0,6 1 0,9 1.366 10,6 Sem informação 2 1,2 19 2,4 54 4,8 61 4,3 94 6,1 127 8,0 181 12,8 327 24,5 102 9,6 64 6,9 81 10,1 308 48,9 61 56,5 1.481 11,5 Óbito sem definição - - 11 1,4 8 0,7 19 1,3 19 1,2 14 0,9 18 1,3 22 1,6 13 1,2 11 1,2 6 0,7 2 0,3 1 0,9 144 1,1 de caso**** Total 173 100,0 783 100,0 1.117 100,0 1.429 100,0 1.531 100,0 1.590 100,0 1.414 100,0 1.335 100,0 1.065 100,0 922 100,0 805 100,0 630 100,0 108 100,0 12.902 100,0 Fonte: SINAN - Vigilância Epimiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Notas: *Dados preliminares até 30/10/2011, sujeitos a revisão mensal **Não incluído 118 natimortos ***Do total de casos de crianças infectadas, 53 (10%) evoluíram para óbito ****Dos óbitos sem definição de caso, 09 eram de crianças provavelmente não infectadas (com duas cargas virais indetectáveis) Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 81
    • Tabela 3. Casos notificados de crianças expostas ao HIV materno, segundo características da mãe e da criança emrelação às medidas preventivas, tipo de encerramento e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1999 a 2010* Tipo de Encerramento Total Características da mãe/criança Infectada Não Infectada N (%) N (%) N (%) Evidência laboratorial do HIV Anterior ao pré-natal 190 36,3 4.027 51,9 4.217 50,9 Durante o pré-natal 104 19,8 2.458 31,7 2.562 30,9 Durante o parto 60 11,5 390 5,0 450 5,4 Após o parto 97 18,5 174 2,2 271 3,3 Ign/Branco 73 13,9 714 9,2 787 9,5 Realização de pré-natal Sim 328 62,6 6.658 85,8 6.986 84,3 Não 94 17,9 400 5,2 494 6,0 Ign/Branco 102 19,5 705 9,1 807 9,7 Uso de ARV durante a gestação Sim 242 46,2 6.112 78,7 6.354 76,7 Não 144 27,5 521 6,7 665 8,0 Ign/Branco 138 26,3 1.130 14,6 1.268 15,3 Tipo de parto Vaginal 242 46,2 2.204 28,4 2.446 29,5 Cesáreo 208 39,7 4.914 63,3 5.122 61,8 Ign/Branco 74 14,1 645 8,3 719 8,7 Uso de ARV no parto Sim 246 46,9 6.120 78,8 6.366 76,8 Não 182 34,7 790 10,2 972 11,7 Ign/Branco 96 18,3 853 11,0 949 11,5 Início de ARV na criança Nas primeiras 24 hs 290 55,3 6.522 84,0 6.812 82,2 Após 24 hs do nascimento 21 4,0 114 1,5 135 1,6 Não realizado 76 14,5 112 1,4 188 2,3 Ign/Branco 137 26,1 1.015 13,1 1.152 13,9 Tempo de uso de ARV oral (AZT oral) Menos de 3 semanas 17 3,2 200 2,6 217 2,6 De 3 a 5 semanas 22 4,2 298 3,8 320 3,9 6 semanas 229 43,7 6.044 77,9 6.273 75,7 Não usou 128 24,4 233 3,0 361 4,4 Ign/Branco 128 24,4 988 12,7 1.116 13,5 Aleitamento Materno Sim 125 23,9 230 3,0 355 4,3 Não 323 61,6 7.089 91,3 7.412 89,4 Ign/Branco 76 14,5 444 5,7 520 6,3 Total 524 100,0 7.763 100,0 8.287 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epimiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP)Notas: *Dados preliminares até 30/10/2011, sujeitos a revisão mensal Até a data de fechamento deste boletim, nenhum caso de criança infectada foi notificado com diagnóstico em 201182 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 4. Casos notificados de crianças expostas ao HIV materno, segundo situação da criança e Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de notificação, estado de São Paulo, 1999 a 2011* Situação da criança exposta Total GVE de Notificação Infectada Não infectada Provável não infectada Caso em seguimento Perda de seguimento Sem informação Óbito sem definição de caso Natimorto N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE 1 Capital 225 4,1 3.107 57,1 566 10,4 212 3,9 836 15,4 407 7,5 49 0,9 43 0,8 5.445 100,0 GVE 7 Santo André 25 4,2 321 54,0 95 16,0 53 8,9 51 8,6 36 6,1 9 1,5 4 0,7 594 100,0 GVE 8 Mogi das Cruzes 19 2,8 330 49,5 41 6,1 98 14,7 81 12,1 87 13,0 5 0,7 6 0,9 667 100,0 GVE 9 Franco da Rocha 1 1,9 15 28,8 3 5,8 4 7,7 10 19,2 19 36,5 - - - - 52 100,0 GVE 10 Osasco 7 2,3 158 51,8 14 4,6 2 0,7 112 36,7 8 2,6 - - 4 1,3 305 100,0 GVE 11 Araçatuba 8 5,8 111 81,0 4 2,9 - - 9 6,6 - - 5 3,6 - - 137 100,0 GVE 12 Araraquara 8 2,7 213 72,7 28 9,6 17 5,8 12 4,1 13 4,4 1 0,3 1 0,3 293 100,0 GVE 13 Assis 2 2,0 53 53,5 17 17,2 10 10,1 6 6,1 6 6,1 2 2,0 3 3,0 99 100,0 GVE 14 Barretos 5 5,1 59 59,6 6 6,1 15 15,2 - - 11 11,1 1 1,0 2 2,0 99 100,0 GVE 15 Bauru 5 3,4 82 55,4 35 23,6 11 7,4 3 2,0 7 4,7 2 1,4 3 2,0 148 100,0 GVE 16 Botucatu 10 7,8 83 64,3 18 14,0 - - 12 9,3 3 2,3 1 0,8 2 1,6 129 100,0 GVE 17 Campinas 34 3,6 519 55,6 115 12,3 74 7,9 65 7,0 100 10,7 15 1,6 11 1,2 933 100,0 GVE 18 Franca - - 103 63,6 31 19,1 21 13,0 2 1,2 4 2,5 1 0,6 - - 162 100,0 GVE 19 Marília 3 2,0 130 85,0 6 3,9 1 0,7 8 5,2 - - 3 2,0 2 1,3 153 100,0 GVE 20 Piracicaba 14 5,6 168 67,7 12 4,8 16 6,5 19 7,7 15 6,0 1 0,4 3 1,2 248 100,0 GVE 21 Presidente Prudente 2 4,2 25 52,1 5 10,4 1 2,1 3 6,3 6 12,5 4 8,3 2 4,2 48 100,0 GVE 22 Presidente Venceslau - - 12 48,0 3 12,0 2 8,0 2 8,0 6 24,0 - - - - 25 100,0 GVE 23 Registro 4 5,6 51 71,8 4 5,6 2 2,8 3 4,2 3 4,2 3 4,2 1 1,4 71 100,0 GVE 24 Ribeirão Preto 35 5,1 531 77,0 68 9,9 14 2,0 15 2,2 8 1,2 14 2,0 5 0,7 690 100,0 GVE 25 Santos 61 6,3 582 59,9 72 7,4 112 11,5 25 2,6 105 10,8 9 0,9 6 0,6 972 100,0 GVE 26 São João da Boa Vista 7 4,0 115 66,5 22 12,7 6 3,5 7 4,0 8 4,6 7 4,0 1 0,6 173 100,0 GVE 27 São José dos Campos 15 3,8 296 75,5 26 6,6 17 4,3 10 2,6 25 6,4 1 0,3 2 0,5 392 100,0 GVE 28 Caraguatatuba 2 1,4 92 66,2 13 9,4 12 8,6 17 12,2 - - 2 1,4 1 0,7 139 100,0 GVE 29 São José do Rio Preto 15 4,0 265 71,0 8 2,1 41 11,0 29 7,8 7 1,9 2 0,5 6 1,6 373 100,0 GVE 30 Jales 1 3,7 23 85,2 - - - - 1 3,7 1 3,7 1 3,7 - - 27 100,0 GVE 31 Sorocaba 13 3,3 166 41,9 25 6,3 96 24,2 16 4,0 66 16,7 5 1,3 9 2,3 396 100,0 GVE 32 Itapeva 1 2,9 19 54,3 8 22,9 1 2,9 3 8,6 3 8,6 - - - - 35 100,0 GVE 33 Taubaté 2 0,9 134 62,3 15 7,0 21 9,8 9 4,2 32 14,9 1 0,5 1 0,5 215 100,0 Total 524 4,0 7.763 59,6 1.260 9,7 859 6,6 1.366 10,5 986 7,6 144 1,1 118 0,9 13.020 100,0Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 83 Fonte: SINAN - Vigilância Epimiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PEDST/Aids-SP) Nota: *Dados preliminares até 30/10/2011, sujeitos a revisão mensal
    • 84 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Sífilis na gestação A sífilis na gestação é um agravo de notifi- notificação de caso elevou-se 5 e 11 vezes, respec-cação compulsória no Brasil desde 2005, através tivamente, passou de 39 municípios, em 2005,da Portaria nº 33 de 14/07/2005- Seção 1- DOU para 211, em 2010, e de 94 serviços, em 2005, para15/07/2005. A notificação corrobora para o alcance 1005, em 2010 (Figura1). Se considerado o estudoda meta de eliminação da sífilis congênita até 2015, de soroprevalência acima citado, apesar do acrésci-uma vez que aumenta a visibilidade do agravo e de- mo importante na notificação de casos, ainda seriasencadeia medidas de controle. Em todo o país, a esperado um número mais elevado, inclusive comtriagem sorológica e o tratamento com penicilina, maior participação de municípios e de serviços no-eficaz para a sífilis adquirida, foram implantados tificadores.durante o pré-natal, a partir da década de 40. A gestação é o momento importante e opor- No estado de São Paulo foram notificados tuno para a prevenção da sífilis congênita. A sífilis8.119 casos de gestantes com sífilis, no período de na gestação é um agravo diagnosticado principal-2005 a 30/06/2011. O Grupo de Vigilância epide- mente na atenção básica, durante a assistência domiológica (GVE) Capital notificou 41% dos casos, se- pré-natal. Conforme esperado, as Unidades Básicasguido dos GVE de Campinas, 7% e Mogi da Cruzes, de Saúde foram responsáveis por grande parte das6%. Dez GVE não atingiram 1% do total de casos notificações (75%), no período analisado. No en-notificados no Estado (Tabela 1). tanto, observou-se 15% de casos notificados por O último estudo de soroprevalência de sífilis hospitais/maternidades, provavelmente devido ae HIV em parturientes, realizado no estado de São gestantes que não realizaram o pré-natal ou se in-Paulo¹, ocorreu em 2004 e mostrou uma taxa de fectaram com o Treponema pallidum próximo ao1,6% para a sífilis. Considerando esta taxa, anual- parto (Tabela 2).mente seriam esperadas cerca de 9.000 gestações Nos casos em que a sífilis materna foi diag-com sífilis em todo o estado. nosticada no momento do parto, todas as reco- Na Tabela 1, observou-se que a notificação mendações de tratamento e seguimento devemde casos de sífilis na gestação aumentou aproxima- ser aplicadas para a mãe e seu concepto. Neste mo-damente 14 vezes, quando comparado 2005 com mento, a notificação da puérpera deverá ser feita2010 (de 152 para 2.100 casos). No mesmo pe- como caso de sífilis adquirida e não como sífilis naríodo, o número de municípios e de serviços com gestação.Figura 1. Casos notificados de sífilis na gestação, segundo municípios e serviços notificadores por ano de notifica-ção, estado de São Paulo, 2005 a 2011* 2.500 1.000 900 2.000 800 Nº de municípios/serviços 700 1.500 Nº de casos 600 500 1.000 400 300 200 500 100 0 0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011* Municípios 39 106 163 198 183 211 166 Serviços 94 280 567 763 848 1.005 656 Casos 152 525 1.017 1.449 1.715 2.100 1.161Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota:* Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal
    • Tabela 1. Casos notificados de sífilis na gestação, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de notifica-ção e ano de notificação, estado de São Paulo, 2005 a 2011* Ano de Notificação Total GVE de Notificação 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011* N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE 1 Capital 51 33,6 155 29,5 315 31,0 607 41,9 779 45,4 867 41,3 556 47,9 3.330 41,0GVE 7 Santo André 2 1,3 10 1,9 95 9,3 91 6,3 69 4,0 118 5,6 50 4,3 435 5,4GVE 8 Mogi das Cruzes 6 3,9 60 11,4 71 7,0 84 5,8 109 6,4 85 4,0 38 3,3 453 5,6GVE 9 Franco da Rocha 1 0,7 3 0,6 7 0,7 8 0,6 7 0,4 16 0,8 5 0,4 47 0,6GVE 10 Osasco 2 1,3 28 5,3 63 6,2 69 4,8 87 5,1 115 5,5 72 6,2 436 5,4GVE 11 Araçatuba 1 0,7 11 2,1 19 1,9 22 1,5 26 1,5 28 1,3 15 1,3 122 1,5GVE 12 Araraquara 20 13,2 9 1,7 21 2,1 31 2,1 48 2,8 62 3,0 47 4,0 238 2,9GVE 13 Assis 4 2,6 5 1,0 16 1,6 23 1,6 20 1,2 20 1,0 14 1,2 102 1,3GVE 14 Barretos - - - - 18 1,8 16 1,1 7 0,4 9 0,4 5 0,4 55 0,7GVE 15 Bauru 2 1,3 14 2,7 13 1,3 19 1,3 25 1,5 36 1,7 12 1,0 121 1,5GVE 16 Botucatu 3 2,0 13 2,5 14 1,4 17 1,2 14 0,8 25 1,2 29 2,5 115 1,4GVE 17 Campinas 9 5,9 41 7,8 69 6,8 99 6,8 123 7,2 148 7,0 59 5,1 548 6,7GVE 18 Franca - - - - 6 0,6 14 1,0 17 1,0 31 1,5 2 0,2 70 0,9GVE 19 Marília - - 3 0,6 9 0,9 12 0,8 17 1,0 9 0,4 0 0,0 50 0,6GVE 20 Piracicaba 4 2,6 35 6,7 32 3,1 30 2,1 25 1,5 39 1,9 18 1,6 183 2,3GVE 21 Presidente Prudente - - 2 0,4 1 0,1 5 0,3 7 0,4 13 0,6 7 0,6 35 0,4GVE 22 Presidente Venceslau 4 2,6 10 1,9 5 0,5 8 0,6 6 0,3 9 0,4 8 0,7 50 0,6GVE 23 Registro 1 0,7 2 0,4 6 0,6 7 0,5 3 0,2 6 0,3 2 0,2 27 0,3GVE 24 Ribeirão Preto 7 4,6 23 4,4 44 4,3 37 2,6 34 2,0 48 2,3 28 2,4 221 2,7GVE 25 Santos 10 6,6 30 5,7 30 2,9 42 2,9 73 4,3 80 3,8 46 4,0 311 3,8GVE 26 São João da Boa Vista 6 3,9 30 5,7 16 1,6 19 1,3 29 1,7 49 2,3 24 2,1 173 2,1GVE 27 São José dos Campos - - 1 0,2 32 3,1 32 2,2 36 2,1 51 2,4 16 1,4 168 2,1 GVE 28 Caraguatatuba 2 1,3 6 1,1 15 1,5 18 1,2 9 0,5 11 0,5 2 0,2 63 0,8 GVE 29 São José do Rio Preto - - 5 1,0 35 3,4 44 3,0 25 1,5 48 2,3 26 2,2 183 2,3 GVE 30 Jales - - - - 4 0,4 8 0,6 9 0,5 9 0,4 5 0,4 35 0,4 GVE 31 Sorocaba 16 10,5 20 3,8 42 4,1 59 4,1 83 4,8 123 5,9 52 4,5 395 4,9GVE 32 Itapeva - - - - 9 0,9 10 0,7 2 0,1 28 1,3 14 1,2 63 0,8GVE 33 Taubaté 1 0,7 9 1,7 10 1,0 18 1,2 26 1,5 17 0,8 9 0,8 90 1,1Total 152 100,0 525 100,0 1.017 100,0 1.449 100,0 1.715 100,0 2.100 100,0 1.161 100,0 8.119 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: *Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensalTabela 2. Casos notificados de sífilis na gestação, segundo tipo de serviço notificador e ano de notificação, estadode São Paulo 2005 a 2011* Tipo de Serviço Notificador Ano de Total Centros de Saúde/ Vigilância Unidades não Notificação Hospitais/Maternidades Outros serviços** Unidades Básicas (UBS) epidemiológica classificadas*** N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 2005 20 13,2 115 75,7 5 3,3 11 7,2 1 0,7 152 100,0 2006 56 10,7 382 72,8 16 3,0 64 12,2 7 1,3 525 100,0 2007 181 17,8 746 73,4 28 2,8 62 6,1 - - 1.017 100,0 2008 248 17,1 1.077 74,3 48 3,3 76 5,2 - - 1.449 100,0 2009 255 14,9 1.315 76,7 53 3,1 92 5,4 - - 1.715 100,0 2010 260 12,4 1.634 77,8 46 2,2 160 7,6 - - 2.100 100,0 2011 173 14,9 863 74,3 29 2,5 70 6,0 26 2,2 1.161 100,0 Total 1.193 14,7 6.132 75,5 225 2,8 535 6,6 34 0,4 8.119 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Notas: *Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal**Outros serviços: ambulatórios de especialidades, consultórios de convênios, policlínicas, CTA , dentre outros ***Códigos que não constam na relação do CNES 86 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • O perfil das gestantes com sífilis mos- observa-se que 33% das gestantes iniciaramtrou que 50% dos casos apresentaram idade o PN no 1º trimestre de gestação, conformeentre 20 e 29 anos. No entanto, observou-se a recomendação. No entanto, o número deum incremento importante nas faixas etárias mulheres que iniciaram o PN no 3º trimestre,mais jovens. Entre 10 e 14 anos o aumento aumentou duas vezes, quando comparadosfoi de sete vezes, passou de quatro gestan- 2007 e 2010, passou de 267 gestantes parates com sífilis em 2007 para 28 em 2010 e, 539, respectivamente.de duas vezes, entre 15 e 19 anos, no mesmo A realização de pelo menos um VDRLperíodo (Tabela 3). durante o PN atingiu quase a totalidade dos Em 2007, gestantes que se auto-defini- casos (97%). Contudo, em 2010 (36 casos) eram com cor de pele branca representaram primeiro semestre de 2011 (37 casos) ocorre-52% dos casos, enquanto que, em 2010, esta ram casos que não realizaram o teste ou queproporção foi de 48%. A proporção de gestan- apresentaram esta informação ignorada nates com cor de pele parda foi maior em 2010, ficha de investigação epidemiológica do SI-do que em 2007, 33% e 28%, respectivamente NAN. O teste treponêmico foi realizado em(Tabela 3). 76% dos casos, a partir da Portaria CCD Nº 25 Durante o período analisado, foi obser- de 18/07/2011, há a recomendação da suavado aumento dos anos de estudo das gestan- utilização, conforme algoritmo estabelecido,tes com sífilis, seguindo o padrão do estado em todos os casos que apresentarem soro-de São Paulo. Em 2010, 40% dos casos pos- logia não treponêmica reagente (Tabela 4).suíam de oito a 11 anos de estudo. Contudo, Esta Portaria, elaborada pelo Programa Esta-deve ser considerada a elevada proporção de dual de DST/AIDS de São Paulo e pelo Insti-casos com informação ignorada (25%), que tuto Adolfo Lutz, dispõe sobre as medidas apode comprometer a análise deste quesito. serem seguidas em testes laboratoriais paraDentre as ocupações informadas nas notifi- o diagnóstico da sífilis. Apresenta um algo-cações, 41% dos casos corresponderam a “do ritmo alternativo para municípios com maiorlar” ou “dona de casa”, no entanto a propor- demanda de testes e com capacidade paração de ocupação ignorada (36%) foi bastante iniciar a pesquisa da sífilis por meio de tes-elevada (Tabela 3). tes treponêmicos. Esta iniciativa avançou na Profissionais de vigilância epidemioló- proposta diagnóstica laboratorial, indo alémgica e de serviços de saúde têm apontado o dos testes não treponêmicos que subsidiam aaumento de casos de sífilis em gestantes per- atual definição de caso de sífilis.tencentes a grupos mais vulneráveis. Esta si-tuação requer o planejamento de abordagenseficientes e específicas para estes diferentesgrupos (usuárias de drogas lícitas e ilícitas, ... Portaria CCD – Nº 25 deprofissionais do sexo, moradoras de rua, mi- 18/07/2011, DOESP nº 143, degrantes, privadas da liberdade, adolescentes, 30/07/2011- Seção 1- p.42 -dentre outras). dispõe sobre as medidas a serem Há necessidade de aprimorar a qualida- seguidas em testes laboratoriaisde dos dados, por meio de adequada coleta/ para o diagnóstico da sífilis...investigação, preenchimento dos instrumen-tos de notificação e digitação nos sistemas deinformação (SINAN), para análise mais precisa Trinta e cinco por cento das gestantesdo perfil epidemiológico destas gestantes. com sífilis foi classificada na forma clínica pri- Em 2007, com a inclusão de campos re- mária, apesar da forma latente ter apresen-lacionados ao diagnóstico da sífilis no SINAN, tado aumento na proporção de casos duran-foi possível realizar uma análise do pré-natal te o período analisado, 26% e 31%, em 2007(PN) de gestantes com sífilis. Na Tabela 4, e 2010, respectivamente. Entretanto, ao se Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 87
    • observar o tratamento, verificou-se que 23% porção de ignorados/sem informação (23%) édas gestantes receberam penicilina benzatina muito elevada, comprometendo a análise do2.400.000 UI, dose adequada para fase primá- dado (Tabela 4).ria, enquanto que, 56% receberam 7.200.000UI de penicilina benzatina, dose utilizada notratamento da forma terciária ou latente tar- ... tratamento realizado comdia ou indeterminada/ignorada (Tabela 4). outras drogas, que não a penicilinaDeve ser ressaltado o fato de que quando benzatina, não é capaz de tratarnão se consegue determinar a forma clínica o concepto. Nestes casos, o recémda sífilis, deve ser prescrito o tratamento com nascido deverá ser tratado com7.200.000 UI de penicilina benzatina. penicilina, logo após o parto. A discordância entre classificação clí-nica e tratamento prescrito reforça a neces-sidade de investimento na capacitação eatualização de profissionais que assistem ospacientes, assim como na divulgação de ma- É histórica a ausência do homem na redeteriais técnicos: “Guia de Referências Técni- de atenção básica à saúde, cerca de 80% doscas e Programáticas para as Ações do Plano usuários destes serviços são mulheres, crian-de Eliminação da Sífilis Congênita”, elaborado ças e idosos. É necessário um grande empenhopelo Programa Estadual de DST/AIDS de São para estimular o homem a cuidar de sua saúdePaulo e o manual “Diretrizes para o Controle e incluí-lo nas ações de prevenção, diagnósticoda Sífilis Congênita” do Ministério da Saúde. e tratamento da sífilis. Este processo é funda- Em 9% dos casos, o tratamento não foi mental para que o Estado alcance a meta derealizado ou esta informação era ignorada/não eliminação da transmissão vertical da sífilis.preenchida, deste total, 197 e 100 casos foram notificados em 2010 e 2011, respectivamente. Gestantes que receberam outro esquema detratamento representaram 3% do total de ca- ... É necessário um grande empenhosos (Tabela 4). Vale ressaltar que o tratamento para estimular o homem a cuidar derealizado com outras drogas, que não a penici- sua saúde e incluí-lo nas ações delina benzatina, não é capaz de tratar o concep- prevenção, diagnóstico e tratamentoto. Nestes casos, o recém nascido deverá ser da sífilis. Nota Técnica CCD -tratado com penicilina, logo após o parto. 001/2007 - Nº 185 - DOE 29/09/07 A informação sobre o tratamento do Assunto: Abordagem dos parceirosparceiro foi disponibilizada no SINAN Net a sexuais de gestantespartir de 2010 e observou-se que 40% dos ca-sos receberam tratamento. No entanto, a pro-88 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 3. Casos notificados de sífilis na gestação, segundo características sociodemográficas e ano de notificação,estado de São Paulo, 2007 a 2011* Ano de Notificação Total Características 2007 2008 2009 2010 2011 sociodemográficas N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Faixa etária (em anos) 10 a 14 4 0,4 13 0,9 17 1,0 28 1,3 11 0,9 73 1,0 15 a 19 153 15,0 211 14,6 248 14,5 359 17,1 209 18,0 1.180 15,9 20 a 24 253 24,9 374 25,8 460 26,8 538 25,6 307 26,4 1.932 26,0 25 a 29 258 25,4 399 27,5 412 24,0 513 24,4 277 23,9 1.859 25,0 30 a 34 194 19,1 235 16,2 300 17,5 352 16,8 189 16,3 1.270 17,1 35 a 39 113 11,1 161 11,1 212 12,4 238 11,3 120 10,3 844 11,3 40 e mais 42 4,1 56 3,9 66 3,8 72 3,4 48 4,1 284 3,8 Raça/cor Branca 529 52,0 714 49,3 834 48,6 1.001 47,7 531 45,7 3.609 48,5 Preta 121 11,9 160 11,0 224 13,1 220 10,5 133 11,5 858 11,5 Parda 281 27,6 476 32,9 527 30,7 693 33,0 388 33,4 2.365 31,8 Amarela 7 0,7 10 0,7 16 0,9 13 0,6 10 0,9 56 0,8 Indígena 11 1,1 18 1,2 32 1,9 31 1,5 14 1,2 106 1,4 Ign/Branco 68 6,7 71 4,9 82 4,8 142 6,8 85 7,3 448 6,0 Escolaridade (em anos) Nenhuma 10 1,0 18 1,2 13 0,8 9 0,4 12 1,0 62 0,8 De 1 a 3 97 9,5 156 10,8 166 9,7 140 6,7 94 8,1 653 8,8 De 4 a 7 321 31,6 422 29,1 452 26,4 550 26,2 295 25,4 2.040 27,4 De 8 a 11 370 36,4 556 38,4 687 40,1 840 40,0 453 39,0 2.906 39,0 De 12 e mais 15 1,5 15 1,0 23 1,3 36 1,7 22 1,9 111 1,5 Ign/Branco 204 20,1 282 19,5 374 21,8 525 25,0 285 24,5 1.670 22,4 Ocupação Do lar 421 41,4 570 39,3 717 41,8 870 41,4 447 38,5 3.025 40,6 Estudante 26 2,6 52 3,6 47 2,7 73 3,5 53 4,6 251 3,4 Desempregada 11 1,1 24 1,7 27 1,6 40 1,9 18 1,6 120 1,6 Costureira 6 0,6 31 2,1 17 1,0 29 1,4 30 2,6 113 1,5 Empregada doméstica 11 1,1 16 1,1 21 1,2 44 2,1 19 1,6 111 1,5 Outros 107 10,5 191 13,2 286 16,7 330 15,7 198 17,1 1.112 14,9 Ign/Branco 435 42,8 565 39,0 600 35,0 714 34,0 396 34,1 2.710 36,4Total 1.017 100,0 1.449 100,0 1.715 100,0 2.100 100,0 1.161 100,0 7.442 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Nota: *Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 89
    • Tabela 4. Casos notificados de sífilis na gestação, segundo características da gestante no pré-natal (PN) e ano denotificação, estado de São Paulo, 2007 a 2011* Ano de Notificação Total Características** 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)VDRL no PN Reagente 975 95,9 1.363 94,1 1.632 95,2 2.028 96,6 1.083 93,3 7.081 95,1 Não reagente 14 1,4 36 2,5 36 2,1 36 1,7 41 3,5 163 2,2 Não realizado 12 1,2 20 1,4 20 1,2 25 1,2 17 1,5 94 1,3 Ign/Branco 16 1,6 30 2,1 27 1,6 11 0,5 20 1,7 104 1,4Teste treponêmico no PN Reagente 679 66,8 1027 70,9 1204 70,2 1508 71,8 844 72,7 5.262 70,7 Não reagente 51 5,0 71 4,9 101 5,9 108 5,1 59 5,1 390 5,2 Não realizado 216 21,2 258 17,8 285 16,6 349 16,6 173 14,9 1.281 17,2 Ign/Branco 71 7,0 93 6,4 125 7,3 135 6,4 85 7,3 509 6,8Trimestre de gestação (no início do PN) 1º trimestre 332 32,6 442 30,5 579 33,8 763 36,3 350 30,1 2.466 33,1 2º trimestre 318 31,3 467 32,2 556 32,4 705 33,6 407 35,1 2.453 33,0 3º trimestre 267 26,3 441 30,4 503 29,3 539 25,7 358 30,8 2.108 28,3 Ign/Branco 100 9,8 99 6,8 77 4,5 93 4,4 46 4,0 415 5,6Classificação clínica da sífilis Primária 400 39,3 521 36,0 584 34,1 697 33,2 389 33,5 2.591 34,8 Secundária 107 10,5 148 10,2 163 9,5 159 7,6 91 7,8 668 9,0 Terciária 99 9,7 140 9,7 167 9,7 210 10,0 130 11,2 746 10,0 Latente 268 26,4 426 29,4 492 28,7 655 31,2 314 27,0 2.155 29,0 Ign/Branco 143 14,1 214 14,8 309 18,0 379 18,0 237 20,4 1.282 17,2Tratamento prescrito Penicilina benzatina 2.400.000UI 274 26,9 349 24,1 405 23,6 449 21,4 267 23,0 1.744 23,4 Penicilina benzatina 4.800.000UI 89 8,8 141 9,7 134 7,8 175 8,3 88 7,6 627 8,4 Penicilina benzatina 7.200.000UI 548 53,9 784 54,1 949 55,3 1.226 58,4 679 58,5 4.186 56,2 Outro esquema 27 2,7 58 4,0 53 3,1 53 2,5 27 2,3 218 2,9 Não realizado 46 4,5 69 4,8 121 7,1 146 7,0 76 6,5 458 6,2 Ign/Branco 33 3,2 48 3,3 53 3,1 51 2,4 24 2,1 209 2,8Total 1.017 100,0 1.449 100,0 1.715 100,0 2.100 100,0 1.161 100,0 7.442 100,0Parceiro tratado concomitante à gestante*** Sim … … … … … … 790 37,6 511 44,0 1.301 39,9 Não … … … … … … 750 35,7 463 39,9 1.213 37,2 Ign/Branco … … … … … … 560 26,7 187 16,1 747 22,9Total … … … … … … 2.100 100,0 1.161 100,0 3.261 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Notas: *Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal ** Dados disponíveis a partir de 2007 no SINAN Net ***Informação disponível no SINAN a partir de 2010 90 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • O Departamento Nacional de DST/AIDS tação de casos no pré-natal, tendo como pa-propôs no Boletim Epidemiológico do ano râmetro a taxa de soroprevalência para sífilis,2007, o cálculo da taxa de detecção (TD) de sí- resultado do estudo sentinela de 2004¹ (pre-filis na gestação como indicador operacional, valência em parturiente = 1,6%). A taxa de de-para medir a ocorrência do agravo em locais tecção é o número de casos novos notificadose tempos específicos. Diante do contexto de de gestantes com sífilis, dividido pelo total deelevada taxa de subnotificação, este indicador nascidos vivos do mesmo local e ano, multipli-é útil para estabelecimento de metas de cap- cado por 1.000. Taxa de detecção (TD) = nº de casos notificados de sífilis na gestação (ano e local) x 1.000 nº de nascidos vivos (ano e local)A Sífilis na Gestação nas Regionais sentaram taxa de detecção igual ou maior que ode Saúde e Municípios Estado (Figura 2 e Tabela 5). No estado de São Paulo, a taxa de detec- Em 2010, o GVE de Itapeva foi o que apre-ção para sífilis na gestação foi de 3,5casos/1.000 sentou a maior taxa de detecção de casos de sí-NV-ano (ou 0,35%), no ano de 2010, muito filis na gestação (5,8 casos/1.000 NV-ano), en-abaixo do valor esperado, que seria aproxima- quanto que os GVE de Marília e Taubaté a me-damente de 16 casos/1.000 NV-ano, conforme nor taxa (ambos com 1,2 casos/1.000 NV-ano)estudo sentinela 2004¹. Dos 28 GVE, seis apre- (Tabela 5).Figura 2. Taxa de detecção (TD) de casos de sífilis na gestação (por 1.000 nascidos vivos-ano), segundo Grupo deVigilância Epidemiológica (GVE) de residência, estado de São Paulo, 2010 6,0 5,0 4,0 TD (por 1.000 NV) 3,5 3,0 2,0 1,0 0,0 GV as ha GV 30 to es c a GV Pr 8 C am o Bo ara GV rud u GV E 1 ista e GV G Bot a og a R a s ba Pr nte at s Ri 5 B u 11 3 A é Ta ro e s 19 até ra a GV Fra Pir sco a Ri ca os GV G VE rão ru So ital s ESP S s GV Ar ssis id Ven ub Jo 18 po et 21 ide agu na to la b d b r GV E 1 ent Jo Ara ev 24 E 1 cat re GV E 2 Jale íli uz i d oc G VE And 33 gist 16 atu 8 co ica ca u do ran Sa ant te es Pr qu ar re Sã GV Cam GV a V at ub 31 ap pi sa GV o P p be a Cr u ro 12 Ita M n ac ar E E2 O aç F C G o GV R 1 GV 4 B 5 0 nt P E 32 C E 23 i do da 17 1 E 9 0 E es ar V GV VE en E E GV E sé sé ão E 7 E M VE G E Jo G 22 2 es o o E o E VE E Sã Sã GV 29 27 26 E VE E E GV GV G GVE de residênciaFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) As Tabelas de 5 a 7 apresentam os ca- NV-ano) (Tabela 6). Em geral, considerando asos de sífilis na gestação segundo GVE e mu- prevalência encontrada no estudo sentinela denicípios de residência. Em 2010, o município 2004¹, os municípios apresentaram taxas decom a maior taxa de detecção de sífilis na ges- detecção de casos de sífilis na gestação muitotação foi Rancharia (22,2 casos/1000 NV-ano) e abaixo do esperado (Tabela 6).com a menor taxa Praia Grande (1,8 caso/1000 Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 91
    • Tabela 5. Casos notificados de sífilis na gestação e taxa de detecção (TD) por 1.000 nascidos vivos-ano, segundo Gru-po de Vigilância Epidemiologica (GVE) de residência e ano de notificação, estado de São Paulo, 2007 a 2010 Ano de Notificação GVE de Residência 2007 2008 2009 2010 N TD N TD N TD N TD GVE 1 Capital 308 1,8 606 3,5 778 4,5 864 5,0 GVE 7 Santo André 96 2,6 90 2,4 69 1,9 118 3,3 GVE 8 Mogi das Cruzes 71 1,6 85 1,9 109 2,5 86 2,0 GVE 9 Franco da Rocha 8 1,0 9 1,1 7 0,8 17 2,0 GVE 10 Osasco 68 1,5 69 1,5 87 1,9 116 2,4 GVE 11 Araçatuba 19 2,2 22 2,4 26 2,9 28 3,2 GVE 12 Araraquara 22 1,8 30 2,5 48 3,9 62 5,1 GVE 13 Assis 16 2,7 23 3,8 20 3,3 20 3,3 GVE 14 Barretos 19 3,5 16 3,0 7 1,3 9 1,8 GVE 15 Bauru 13 0,9 22 1,6 25 1,8 38 2,8 GVE 16 Botucatu 14 1,8 15 1,9 14 1,9 23 3,0 GVE 17 Campinas 69 1,3 99 1,8 123 2,2 148 2,6 GVE 18 Franca 6 0,6 14 1,5 17 1,9 31 3,4 GVE 19 Marília 9 1,2 12 1,6 17 2,3 9 1,2 GVE 20 Piracicaba 32 1,7 30 1,6 25 1,3 39 2,1 GVE 21 Presidente Prudente 1 0,2 5 1,0 7 1,3 13 2,4 GVE 22 Presidente Venceslau 5 1,4 8 2,2 6 1,6 9 2,5 GVE 23 Registro 6 1,4 7 1,7 3 0,7 6 1,5 GVE 24 Ribeirão Preto 42 2,5 37 2,1 34 1,9 48 2,7 GVE 25 Santos 30 1,2 42 1,7 73 3,0 80 3,3 GVE 26 São João da Boa Vista 16 1,7 19 2,0 29 3,0 49 5,1 GVE 27 São José dos Campos 32 2,3 32 2,3 36 2,6 51 3,5 GVE 28 Caraguatatuba 15 3,5 18 4,1 9 2,1 11 2,5 GVE 29 São José do Rio Preto 35 2,5 43 3,0 26 1,8 48 3,3 GVE 30 Jales 4 1,6 9 3,2 8 3,0 9 3,3 GVE 31 Sorocaba 42 1,6 59 2,2 84 3,2 123 4,5 GVE 32 Itapeva 9 1,7 10 2,0 2 0,4 28 5,8 GVE 33 Taubaté 10 0,7 18 1,3 26 1,9 17 1,2 Total 1.017 1,7 1.449 2,4 1.715 2,9 2.100 3,5Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: População de nascidos vivos - Fundação Seade 92 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 6. Casos notificados de sífilis na gestação e taxa de detecção (TD) por 1.000 nascidos vivos-ano, segundomunicípio de residência (≥ 05 casos em 2010), estado de São Paulo, 2005 a 2010 Ano de notificação Município de Residência 2005 2006 2007 2008 2009 2010 N TD N TD N TD N TD N TD N TD Total do estado de São Paulo 152 0,2 525 1,0 1.017 1,7 1.449 2,4 1.715 2,9 2.100 3,5 1 Rancharia - - - - 1 2,9 2 5,4 4 10,6 8 22,2 2 Santa Cruz das Palmeiras - - 2 5,1 3 6,9 7 15,2 1 2,5 8 18,9 3 Itapeva - - - - 7 4,8 7 4,8 2 1,5 21 15,3 4 Espírito Santo do Pinhal - - 1 2,4 - - 2 4,4 1 1,8 6 12,8 5 Itapira 1 1,2 1 1,4 - - - - 9 11,6 8 10,6 6 Sorocaba - - 3 0,5 9 1,1 27 3,4 37 4,7 76 9,1 7 Pitangueiras 1 1,6 1 2,0 1 1,7 4 7,1 2 3,7 5 9,1 8 Mairiporã - - - - 3 2,6 4 3,4 2 1,8 10 8,5 9 Santa Cruz do Rio Pardo 4 6,0 5 9,7 7 12,6 7 12,0 11 17,5 5 8,3 10 São Carlos 1 0,4 - - 5 1,7 6 2,1 22 7,7 23 8,2 11 Itanhaém - - - - - - 7 5,1 8 6,3 11 8,0 12 Araraquara 16 6,5 8 3,9 6 2,5 11 4,5 9 3,6 19 7,5 13 São José do Rio Preto - - 2 0,5 13 2,7 18 3,7 15 2,9 35 6,7 14 Diadema - - 1 0,2 18 2,7 36 5,3 31 4,7 41 6,6 15 São João da Boa Vista - - 4 4,8 4 4,1 1 1,1 4 4,4 6 6,4 16 Campinas 3 0,2 15 1,3 20 1,4 44 3,0 53 3,6 94 6,3 17 Itu 13 5,6 3 1,5 10 4,4 5 2,2 18 8,0 14 6,0 18 São Vicente - - - - 1 0,2 4 0,8 24 4,7 29 5,8 19 Franca - - - - 6 1,2 8 1,7 11 2,4 26 5,7 20 Tatuí - - - - 4 2,7 4 2,7 8 5,2 9 5,5 21 Bauru 2 0,4 8 2,1 2 0,5 9 2,0 15 3,5 24 5,4 22 São Paulo 51 0,3 153 1,0 308 1,8 606 3,5 778 4,5 864 5,0 23 Botucatu 1 0,6 3 2,1 3 1,8 3 1,7 6 3,5 8 4,9 24 Indaiatuba - - - - 2 0,8 4 1,5 3 1,1 13 4,7 25 Mogi Mirim 3 2,7 5 5,5 4 3,6 3 2,7 4 3,8 5 4,5 26 Santos 8 1,4 16 3,6 21 3,9 20 3,8 22 4,5 22 4,5 27 Itapevi - - 3 1,0 6 1,6 8 2,2 3 0,8 17 4,5 28 Salto 1 0,7 - - 5 3,5 1 0,7 2 1,4 6 4,3 29 Ourinhos - - - - 3 2,2 11 8,0 6 4,0 6 4,1 30 São José dos Campos - - - - 25 2,8 28 3,0 31 3,4 39 4,1 31 Ribeirão Preto 2 0,3 14 2,3 21 2,9 20 2,6 25 3,2 32 3,9 32 Rio Claro - - 1 0,5 1 0,4 2 0,9 6 2,5 9 3,9 33 Mogi Guaçu 2 1,1 11 7,2 2 1,1 4 2,3 6 3,4 7 3,8 34 Barretos - - - - 7 5,1 8 5,5 2 1,3 5 3,6 35 Santana de Parnaíba - - 1 0,8 1 0,7 - - 2 1,2 6 3,4 36 Santo André - - 4 0,5 21 2,4 19 2,2 20 2,2 31 3,4 37 Cotia - - - - 6 1,9 7 2,1 9 2,6 12 3,3 38 Limeira 4 1,1 20 6,2 9 2,6 4 1,1 3 0,9 11 3,1 39 Embu - - 1 0,3 3 0,7 4 0,9 5 1,1 14 3,1 40 Atibaia 3 1,6 4 2,6 1 0,6 7 3,8 6 3,2 6 3,0 41 Osasco 1 0,1 20 2,1 22 2,0 23 2,1 19 1,8 31 2,9 42 Taboão da Serra - - - - 8 1,8 3 0,7 14 3,2 13 2,9 43 Piracicaba - - 4 0,9 7 1,5 15 3,0 11 2,3 13 2,8 44 Araçatuba - - 2 1,1 1 0,5 4 1,8 6 2,9 6 2,7 45 Cubatão 2 1,0 5 2,9 - - 5 2,5 3 1,6 5 2,7 46 Jacareí - - 1 0,4 7 2,3 4 1,3 2 0,7 8 2,6 47 Suzano - - 1 0,2 13 3,1 6 1,4 15 3,7 11 2,6 48 Mogi das Cruzes 2 0,3 7 1,4 11 1,9 7 1,1 15 2,5 15 2,6 49 São Bernardo do Campo 2 0,2 5 0,5 24 2,1 23 2,0 8 0,7 28 2,5 50 Americana - - 8 3,6 12 4,7 4 1,5 5 2,0 6 2,3 51 Itapecerica da Serra - - - - 3 1,0 7 2,5 3 1,1 6 2,3 52 Franco da Rocha 1 0,5 3 1,7 2 1,0 3 1,5 3 1,4 5 2,3 53 Mauá - - - - 30 4,8 9 1,5 2 0,3 13 2,2 54 Guarulhos 2 0,1 47 2,7 37 1,8 53 2,6 55 2,7 44 2,2 55 Itaquaquecetuba 2 0,4 1 0,2 4 0,7 9 1,7 6 1,1 11 2,1 56 Praia Grande - - 3 1,0 5 1,3 - - 6 1,6 7 1,8Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Nota: População de nascidos vivos - Fundação Seade Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 93
    • Tabela 7. Casos notificados de sífilis na gestação segundo município de residência com ocorrência de casos (≥ 20 casos) e ano de notificação, estado de São Paulo, 2005 a 2011* Ano de Notificação Total Município de Residência 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%)1 São Paulo 51 33,6 153 29,1 308 30,3 606 41,8 778 45,4 864 41,1 548 47,2 3.308 40,72 Campinas 3 2,0 15 2,9 20 2,0 44 3,0 53 3,1 94 4,5 36 3,1 265 3,33 Guarulhos 2 1,3 47 9,0 37 3,6 53 3,7 55 3,2 44 2,1 18 1,6 256 3,24 Sorocaba - - 3 0,6 9 0,9 27 1,9 37 2,2 76 3,6 23 2,0 175 2,25 Diadema - - 1 0,2 18 1,8 36 2,5 31 1,8 41 2,0 23 2,0 150 1,86 Osasco 1 0,7 20 3,8 22 2,2 23 1,6 19 1,1 31 1,5 30 2,6 146 1,87 São José dos Campos - - - - 25 2,5 28 1,9 31 1,8 39 1,9 11 0,9 134 1,78 Ribeirão Preto 2 1,3 14 2,7 21 2,1 20 1,4 25 1,5 32 1,5 17 1,5 131 1,69 Santos 8 5,3 16 3,0 21 2,1 20 1,4 22 1,3 22 1,0 11 0,9 120 1,510 São Bernardo do Campo 2 1,3 5 1,0 24 2,4 23 1,6 8 0,5 28 1,3 16 1,4 106 1,311 Santo André - - 4 0,8 21 2,1 19 1,3 20 1,2 31 1,5 6 0,5 101 1,212 São José do Rio Preto - - 2 0,4 13 1,3 18 1,2 15 0,9 35 1,7 13 1,1 96 1,213 Araraquara 16 10,5 8 1,5 6 0,6 11 0,8 9 0,5 19 0,9 9 0,8 78 1,014 São Carlos 1 0,7 - - 5 0,5 6 0,4 22 1,3 23 1,1 18 1,6 75 0,915 Itu 13 8,6 3 0,6 10 1,0 5 0,3 18 1,0 14 0,7 9 0,8 72 0,916 São Vicente - - - - 1 0,1 4 0,3 24 1,4 29 1,4 14 1,2 72 0,917 Mogi das Cruzes 2 1,3 7 1,3 11 1,1 7 0,5 15 0,9 15 0,7 10 0,9 67 0,818 Bauru 2 1,3 8 1,5 2 0,2 9 0,6 15 0,9 24 1,1 3 0,3 63 0,819 Mauá - - - - 30 2,9 9 0,6 2 0,1 13 0,6 2 0,2 56 0,720 Piracicaba - - 4 0,8 7 0,7 15 1,0 11 0,6 13 0,6 5 0,4 55 0,721 Limeira 4 2,6 20 3,8 9 0,9 4 0,3 3 0,2 11 0,5 2 0,2 53 0,722 Suzano - - 1 0,2 13 1,3 6 0,4 15 0,9 11 0,5 6 0,5 52 0,623 Franca - - - - 6 0,6 8 0,6 11 0,6 26 1,2 1 0,1 52 0,624 Cotia - - - - 6 0,6 7 0,5 9 0,5 12 0,6 15 1,3 49 0,625 Itapevi - - 3 0,6 6 0,6 8 0,6 3 0,2 17 0,8 11 0,9 48 0,626 Itapeva - - - - 7 0,7 7 0,5 2 0,1 21 1,0 8 0,7 45 0,6• 27 Santa Cruz do Rio Pardo 4 2,6 5 1,0 7 0,7 7 0,5 11 0,6 5 0,2 3 0,3 42 0,528 Taboão da Serra - - - - 8 0,8 3 0,2 14 0,8 13 0,6 4 0,3 42 0,529 Botucatu 1 0,7 3 0,6 3 0,3 3 0,2 6 0,3 8 0,4 15 1,3 39 0,530 Itaquaquecetuba 2 1,3 1 0,2 4 0,4 9 0,6 6 0,3 11 0,5 5 0,4 38 0,531 Mogi-Guaçu 2 1,3 11 2,1 2 0,2 4 0,3 6 0,3 7 0,3 5 0,4 37 0,532 Americana - - 8 1,5 12 1,2 4 0,3 5 0,3 6 0,3 1 0,1 36 0,433 Bragança Paulista - - 1 0,2 5 0,5 7 0,5 13 0,8 2 0,1 2 0,2 30 0,434 Barueri - - 1 0,2 9 0,9 5 0,3 5 0,3 4 0,2 6 0,5 30 0,435 Itanhaém - - - - - - 7 0,5 8 0,5 11 0,5 4 0,3 30 0,436 Embu - - 1 0,2 3 0,3 4 0,3 5 0,3 14 0,7 2 0,2 29 0,437 Ourinhos - - - - 3 0,3 11 0,8 6 0,3 6 0,3 3 0,3 29 0,438 Mogi-Mirim 3 2,0 5 1,0 4 0,4 3 0,2 4 0,2 5 0,2 4 0,3 28 0,339 Atibaia 3 2,0 4 0,8 1 0,1 7 0,5 6 0,3 6 0,3 1 0,1 28 0,340 Carapicuíba - - 2 0,4 3 0,3 4 0,3 17 1,0 2 0,1 - - 28 0,341 Tatuí - - - - 4 0,4 4 0,3 8 0,5 9 0,4 3 0,3 28 0,342 Indaiatuba - - - - 2 0,2 4 0,3 3 0,2 13 0,6 6 0,5 28 0,343 Ferraz de Vasconcelos - - - - 5 0,5 7 0,5 11 0,6 3 0,1 1 0,1 27 0,3 Continua 94 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Continuação Ano de Notificação Total Município de Residência 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) • 44 Santa Cruz das Palmeiras - - 2 0,4 3 0,3 7 0,5 1 0,1 8 0,4 4 0,3 25 0,3 45 Porto Ferreira - - - - 2 0,2 8 0,6 6 0,3 3 0,1 6 0,5 25 0,3 46 Cubatão 2 1,3 5 1,0 - - 5 0,3 3 0,2 5 0,2 4 0,3 24 0,3 47 Praia Grande - - 3 0,6 5 0,5 - - 6 0,3 7 0,3 3 0,3 24 0,3 48 Jacareí - - 1 0,2 7 0,7 4 0,3 2 0,1 8 0,4 2 0,2 24 0,3 49 Sumaré - - 1 0,2 6 0,6 5 0,3 7 0,4 3 0,1 1 0,1 23 0,3 50 Barretos - - - - 7 0,7 8 0,6 2 0,1 5 0,2 1 0,1 23 0,3 51 Rio Claro - - 1 0,2 1 0,1 2 0,1 6 0,3 9 0,4 4 0,3 23 0,3 52 Mairiporã - - - - 3 0,3 4 0,3 2 0,1 10 0,5 4 0,3 23 0,3 53 Itapetininga 1 0,7 5 1,0 6 0,6 6 0,4 1 0,1 2 0,1 1 0,1 22 0,3 54 Itapecerica da Serra - - - - 3 0,3 7 0,5 3 0,2 6 0,3 3 0,3 22 0,3 55 São João da Boa Vista - - 4 0,8 4 0,4 1 0,1 4 0,2 6 0,3 2 0,2 21 0,3 56 Ubatuba - - 1 0,2 8 0,8 4 0,3 4 0,2 4 0,2 - - 21 0,3 57 Araçatuba - - 2 0,4 1 0,1 4 0,3 6 0,3 6 0,3 2 0,2 21 0,3 58 Guarujá - - 1 0,2 1 0,1 3 0,2 7 0,4 4 0,2 5 0,4 21 0,3 • 59 Conchal - - 3 0,6 12 1,2 3 0,2 1 0,1 - - 1 0,1 20 0,2 60 Penápolis 1 0,7 - - 7 0,7 2 0,1 5 0,3 3 0,1 2 0,2 20 0,2 61 Taubaté - - 4 0,8 2 0,2 4 0,3 6 0,3 3 0,1 1 0,1 20 0,2 62 Marília - - 2 0,4 6 0,6 3 0,2 6 0,3 3 0,1 - - 20 0,2 63 Catanduva - - - - 8 0,8 7 0,5 3 0,2 - - 2 0,2 20 0,2 Demais Municipios 26 17,1 114 21,7 192 18,9 246 17,0 247 14,4 295 14,0 183 15,8 1.303 16,0 Total 152 100,0 525 100,0 1.017 100,0 1.449 100,0 1.715 100,0 2.100 100,0 1.161 100,0 8.119 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Notas: *Dados até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal • Municípios não incluídos na relação de prioritários Notas e Resoluções importantespara o controle da sífilis na gestação •  ota Técnica CCD - 001/2007 - Nº 185 - DOE 29/09/07 N Assunto: Abordagem dos parceiros sexuais de gestantes com sífilis • Nota Técnica CCD – DOE 01/10/09 Assunto: O uso da penicilina benzatina na Rede de Atenção Básica à Saúde e demais Serviços do Sistema Único de Saúde do Estado de São Paulo •  ortaria CCD – N° 25, de 18/07/2011- DOESP N° 143, Seção I, p. 42 publicada em 30/07/2011 . P Assunto: Dispõe sobre as recomendações a serem utilizadas em testes laboratoriais para o diagnóstico da sífilis.Referência1. Tayra A, Holcman MM, Szwarcwald CL, Soares CL, Placco ALN, Matida LH, et al. Relatório do estudo sentinela parturiente HIV e sífilis – estado de São Paulo-2004. Boletim Epidemiológico de AIDS do Estado de São Paulo – SES-SP. 2006;25(1):37-41. Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 95
    • 96 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Sífilis Congênita no Estado de São Paulo No período de 1998 a Junho/2011 foram Em 2010, a mortalidade por SC foi trêsnotificados 12.089 casos de sífilis congênita (SC) vezes maior do que em 2009 (de 0,84 óbitosno Estado de São Paulo. A taxa de incidência (TI) por 100.000 NV-ano para 2,67) (Tabela 1). Ape-do Estado apresentou um aumento de 46% en- sar dos 16 óbitos ocorridos em 2010 terem sidotre 2009 e 2010, de 1,32 casos por 1.000 nasci- verificados e confirmados como SC, portantodos vivos-ano (NV-ano) para 1,92, a maior regis- óbitos evitáveis, segundo a Classificação Inter-trada em todos estes anos. Esta elevação pode nacional de Doenças, faz-se necessário uma in-ser devida à melhor captação e notificação de vestigação mais apurada para identificar opor-casos pelas equipes de vigilância epidemiológi- tunidades perdidas e para implementar açõesca do Estado, reduzindo a elevada subnotifica- de prevenção.ção e pelo real aumento de casos (Tabela 1). Em decorrência desta situação, a vigilân- Era esperado este aumento no número cia epidemiológica do Programa Estadual dede casos de SC, uma vez que, no Pacto pela Saú- DST/AIDS de São Paulo está desenvolvendo umde do Estado de São Paulo – 2011, na sua ter- instrumento específico para a investigação dosceira meta prioritária: “Redução da Mortalidade casos de SC. Esta vigilância será iniciada emInfantil e da Mortalidade Materna”, está entre 2012, com a investigação de óbitos e natimor-as diferentes estratégias planejadas: “o aumen- tos por SC.to da notificação de casos de sífilis congênita”. Ainda deve ser lembrado que nos últimosanos, tem sido observado um aumento dos ca-sos de sífilis adquirida, em grupos mais vulnerá-veis (usuários de drogas lícitas e ilícitas, privados Em 2010, a mortalidade por SC foida liberdade, profissionais do sexo, moradores três vezes maior do que em 2009 (de 0,84 óbitos por 100.000 NV-anode rua, adolescentes, entre outros), além da po- para 2,67) (Tabela 1). Apesar dos 16pulação em geral. Esta situação contribui para óbitos ocorridos em 2010 terem sidoa elevação de casos de SC, quando gestantes verificados e confirmados como SC,infectadas com o Treponema pallidum ou não portanto óbitos evitáveis, segundosão diagnosticadas ou não recebem tratamento a Classificação Internacional deadequado e em momento oportuno, ou ainda, Doenças, faz-se necessário umase os parceiros sexuais não são abordados clini- investigação mais apurada...co-laboratorialmente para o devido tratamento,quando indicado.
    • Tabela 1. Casos e óbitos por sífilis congênita, taxa de incidência (TI por 1.000 nascidos vivos-ano [NV-ano]) etaxa de mortalidade (TM por 100.000 NV-ano), segundo ano de diagnóstico e de ocorrência do óbito, estado deSão Paulo, 1986 a 2011* Ano Casos TI Óbitos TM 1986 - - 29 4,14 1987 - - 21 3,04 1988 - - 24 3,40 1989 17 0,02 20 2,90 1990 32 0,05 12 1,85 1991 57 0,09 10 1,53 1992 47 0,07 12 1,87 1993 316 0,47 8 1,19 1994 359 0,52 5 0,73 1995 434 0,64 8 1,18 1996 494 0,72 9 1,30 1997 555 0,79 6 0,86 1998 730 0,99 2 0,27 1999 852 1,17 9 1,23 2000 976 1,40 4 0,57 2001 907 1,40 7 1,08 2002 919 1,45 4 0,63 2003 997 1,60 3 0,48 2004 918 1,46 5 0,80 2005 870 1,41 3 0,48 2006 823 1,36 4 0,66 2007 790 1,33 3 0,50 2008 828 1,38 6 1,00 2009 787 1,32 5 0,84 2010 1.151 1,92 16 2,67 2011 541 - 3 - Total 14.400 238Fontes: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) e Fundação SEDADENota: *Dados sujeitos à revisão mensal até 30/06/2011 A Sífilis Congênita passou a ser um agravo -ano. Em 1992, foi lançado o plano de elimina-de notificação compulsória em 1986, através da ção de SC nas Américas e, em 1993, os casosPortaria Nº 542, de 22/12/1986, do Ministério aumentaram sete vezes quando comparadosda Saúde. Até este ano, a informação sobre SC com 1992 (de 47 casos para 316) (Tabela 1). Naera referente aos registros de óbitos pela do- Figura 1, observam-se as maiores taxas de in-ença. Em 1986, no estado de São Paulo haviam cidência em toda série histórica, 1,4 por 1.000ocorrido 29 óbitos, correspondendo a uma taxa NV-ano, 1,6 e 1,9 em 2000, 2003 e 2010, res-de mortalidade de 4,14 óbitos por 100.000 NV- pectivamente.98 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Figura 1. Casos de sífilis congênita e Taxa de Incidência (TI) por 1.000 nascidos vivos-ano (NV-ano), segundo anode diagnóstico, estado de São Paulo, 1989 a 2010 Casos TI 1.400 2,50 1.200 2,00 1.000 TI (por 1.000 NV-ano) 1,50 Nº de casos 800 600 1,00 400 0,50 200 0 0,00 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Ano de diagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Oitenta e cinco por cento dos casos de sos, observou-se que o diagnóstico havia sidoSC são notificados por maternidades e hospi- realizado na própria UBS. Este fato, provavel-tais, locais onde se espera que o diagnóstico mente, foi decorrente da subnotificação da SCe a captação dos casos sejam realizados pre- nas maternidades ou da não identificação decocemente (Tabela 2). O aumento das notifica- recém-nascidos infectados com o Treponemações é diretamente proporcional ao aumento pallidum no momento do parto (Tabela 2).de serviços que passam a notificar casos (Figu- Na comparação de 2001 e 2009, ob-ra 2), principalmente maternidades que identi- servou-se 49% de decréscimo das notifica-ficam os recém-nascidos com SC e implantam ções de SC nas UBS (de 100 casos para 51).vigilância epidemiológica com busca ativa de No entanto, em 2010, as UBS apresentaramcasos suspeitos. uma elevação de 53% em relação a 2009 (de Ao longo do período, as Unidades Básicas 51 casos para 78), apesar do aumento de 46%de Saúde (UBS) notificaram 1.010 (8%) casos de das notificações nas maternidades, no mesmoSC. Na análise de pequena amostra destes ca- período (Tabela 2). Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 99
    • Tabela 2. Casos notificados de sífilis congênita, segundo tipo de serviço notificador e ano de diagnóstico, estadode São Paulo, 1998 a 2011* Tipo de Serviço Notificador Unidade Total Ano de Outros Maternidades e Hospitais UBS Vigilância Epidemiológica não Classi- Diagnóstico Serviços** ficada*** N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) 1998 a 2000 2.104 82,3 263 10,3 95 3,7 90 3,5 6 0,2 2.558 100,0 2001 761 83,9 100 11,0 21 2,3 25 2,8 - - 907 100,0 2002 783 85,2 91 9,9 14 1,5 28 3,0 3 0,3 919 100,0 2003 821 82,3 92 9,2 25 2,5 57 5,7 2 0,2 997 100,0 2004 759 82,7 70 7,6 23 2,5 64 7,0 2 0,2 918 100,0 2005 733 84,3 60 6,9 17 2,0 57 6,6 3 0,3 870 100,0 2006 699 84,9 71 8,6 20 2,4 32 3,9 1 0,1 823 100,0 2007 683 86,5 57 7,2 22 2,8 28 3,5 - - 790 100,0 2008 729 88,0 52 6,3 17 2,1 30 3,6 - - 828 100,0 2009 683 86,8 51 6,5 15 1,9 38 4,8 - - 787 100,0 2010 996 86,5 78 6,8 28 2,4 49 4,3 - - 1.151 100,0 2011 496 91,7 25 4,6 7 1,3 13 2,4 - - 541 100,0 Total 10.247 84,8 1.010 8,4 304 2,5 511 4,2 17 0,1 12.089 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Notas:*Dados sujeitos à revisão mensal até 30/06/2011**Outros serviços: ambulatórios de especialidades, consultórios de convênios, policlínicas, CTA , dentre outros***Códigos que não constam na relação do CNESFigura 2. Casos de sífilis congênita e serviços notificadores, segundo ano de diagnóstico, estado de São Paulo,2001 a 2010 250 1.200 1.000 200 800 150 Nº de serviços Nº de casos 600 100 400 50 200 0 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Total de Serviços 187 194 202 198 199 194 186 189 197 226 Casos 761 783 821 759 733 699 683 729 683 996 Ano de diagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)100 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Na Figura 3, observa-se o número de ser-viços que notificam casos de SC, e, a principalfonte são as maternidades/hospitais.Figura 3. Número de serviços notificadores de sífilis congênita, segundo tipo e ano de diagnóstico, estado de SãoPaulo, 2001 a 2010 Maternidades e Hospitais UBS Vigilância Epidemiológica Outros Serviços** 160 140 120 100 Nº de serviços 80 60 40 20 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Ano de diagnósƟcoFonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: **Outros serviços: ambulatórios de especialidades, consultórios de convênios, policlínicas, dentre outrosPerfil dos casos de sífilis congênita proporção considerável de recém-nascidos não faz avaliação liquórica, não sendo possível des- Oitenta e oito por cento dos casos de SC cartar a neurolues. O uso da penicilina cristalinaforam diagnosticados com menos de sete dias tem sido observado em cerca de 50% dos casos,de vida. A partir de 2008, esta proporção foi desde 2007.superior a 95% dos casos, demonstrando um Chamou a atenção o número de casos dediagnóstico precoce, ainda no período de per- SC que não recebeu tratamento, 168 e 49, emmanência na maternidade (Tabela 3). Apesar 2010 e 2011, respectivamente, além dos que re-da recomendação de avaliação clínica, labora- ceberam outros esquemas terapêuticos que nãotorial e radiológica para o diagnóstico e acom- a penicilina (99 casos, em 2010 e 43, em 2011)panhamento dos casos de SC, verificou-se que (Tabela 3).um número considerável de casos não realizoua investigação completa. Em 2010, 12,5% e 35%dos recém-nascidos não realizaram exame VDRL ...número de casos de SC que não recebeuno sangue periférico e no líquor, respectivamen- tratamento, 168 e 49, em 2010 e 2011,te. Aproximadamente 22% dos casos de SC não respectivamente...apresentaram avaliação radiológica de ossoslongos (Tabela 3). ...verificou-se que um número O tratamento preconizado para os casos considerável de casos não realizou ade sífilis congênita é a penicilina, idealmente investigação completa.a cristalina durante 10 dias, uma vez que uma Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 101
    • Como esperado, a maior parte dos casos realizaram o pré-natal, entre 2007 e 2010, pas-de SC é assintomática (67%). No entanto, 14% sando de 16% para 22%, respectivamente (Ta-das crianças apresentaram um ou mais sinal/sin- bela 5). É necessário o empenho contínuo detoma, sendo a icterícia o mais frequente (8%), esforços para aumentar a adesão das gestantesseguida pela anemia e hepatomegalia, com 2%, ao pré-natal, em especial para populações comcada um (Tabela 4). maior vulnerabilidade às DST/HIV/Aids. Apesar do grande número de casos as-sintomáticos ao nascimento, verificou-se queo número de abortos, natimortos e óbitos ...na ocorrência da SC observou-se umpor SC foi de 668 (5,5%), durante o período aumento na proporção de casos comanalisado. Em 2010, estas ocorrências repre- mães que não realizaram o pré-natal,sentaram 11% (n=123) dos casos (Tabela 4). entre 2007 e 2010, passando de 16% paraConsiderando a sífilis na gestação como uma 22%, respectivamente.doença tratável, de acordo com as recomen-dações técnicas, estes eventos fatais teriamsido evitados, se todas as gestantes tivessem De modo geral, o perfil das mães dos ca-tido acesso ao pré-natal, com diagnóstico e sos de SC mostrou uma população com maiortratamento em tempo oportuno e se seus par- vulnerabilidade às DST/HIV/AIDS. São mulheresceiros sexuais também tivessem sido aborda- jovens, com menor percentual de pré-natal rea-dos. A elevada proporção de casos com infor- lizado, 74%, em 2010, quando comparado commação ignorada ou sem preenchimento (18%) a cobertura geral do estado de São Paulo, apro-pode comprometer a análise da evolução da ximadamente 78% em mães com sete ou maiscriança (Tabela 4). consultas de pré-natal¹. Em 2010, os abortos, natimortos e óbitos por SC representaram 11% (n=123) De modo geral, o perfil das mães dos dos casos. casos de SC mostrou uma população com maior vulnerabilidade às DST/HIV/AIDS. Vale lembrar que durante 2001 e 2005,ocorreram várias modificações na ficha de noti-ficação e investigação epidemiológica de SC, es- Em 2010, dentre os casos de SC, a baixapecialmente nos campos referentes aos sinais/ proporção de mães e de parceiros sexuais quesintomas e aborto. receberam tratamento adequado, 5% e 10%, Entre os casos de SC, observou-se um au- respectivamente, sugere dificuldades na capta-mento na proporção de mães com idade entre ção e/ou vinculação desta população aos servi-15 e 19 anos, passou de 10%, em 2007, para ços de saúde (Tabela 5).13%, em 2010 (Tabela 5). Este fato aponta para Chamou a atenção o aumento de VDRLa importância de estratégias de prevenção das reativo no momento do parto, 86% dos casos,DST/HIV/AIDS para o grupo de adolescentes. em 2007 e 92%, em 2010 (Tabela 5). Este fato A variável escolaridade das mães é um sugere várias possibilidades, como: a) reinfec-item que, ao longo dos anos, continua com uma ção de gestante diagnosticada e tratada noelevada proporção de casos com informação ig- pré-natal, porém sem tratamento do parceironorada (ao redor de 36%), o que inviabiliza qual- sexual, b) infecção recente próxima ao momen-quer tipo de análise (Tabela 5). to do parto, c) gestante não diagnosticada e/ A despeito da ampla cobertura que o ou não tratada adequadamente, d) não adesãopré-natal vem apresentando, observou-se nos materna ao serviço, dentre outros, indicandocasos notificados de SC que houve um aumen- a necessidade de investigar fatores que contri-to na proporção de casos com mães que não buem para a transmissão vertical da sífilis.102 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 3. Casos notificados de sífilis congênita, segundo características da criança e ano de diagnóstico, estado de São Paulo,1998 a 2011* Ano de diagnóstico Características da Total 1998 a 2000 2001 a 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 criança N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Faixa Etária < 7 dias 1.882 73,6 4.095 88,8 759 92,2 743 94,1 792 95,7 756 96,1 1097 95,3 522 96,5 10.646 88,1 7-27 dias 332 13,0 250 5,4 23 2,8 20 2,5 17 2,1 15 1,9 33 2,9 11 2,0 701 5,8 28 dias a 1 ano 318 12,4 217 4,7 38 4,6 21 2,7 16 1,9 16 2,0 21 1,8 8 1,5 655 5,4 2 a 12 anos 13 0,5 21 0,5 1 0,1 6 0,8 3 0,4 - - - - - - 44 0,4 Ign/Branco 13 0,5 28 0,6 2 0,2 - - - - - - - - - - 43 0,4 Resultado de VDRL no sangue periférico Reativo 1.023 40,0 1.835 39,8 273 33,2 441 55,8 472 57,0 472 60,0 753 65,4 393 72,6 5.662 46,8 Não reativo 532 20,8 936 20,3 87 10,6 235 29,7 218 26,3 199 25,3 217 18,9 84 15,5 2.508 20,7 Não realizado 369 14,4 886 19,2 297 36,1 61 7,7 95 11,5 87 11,1 144 12,5 35 6,5 1.974 16,3 Ign/Branco 634 24,8 954 20,7 166 20,2 53 6,7 43 5,2 29 3,7 37 3,2 29 5,4 1.945 16,1 Resultado de VDRL no Liquor Reativo 78 3,0 126 2,7 33 4,0 9 1,1 33 4,0 22 2,8 41 3,6 11 2,0 353 2,9 Não Reativo 1.081 42,3 2.406 52,2 439 53,3 418 52,9 462 55,8 425 54,0 613 53,3 319 59,0 6.163 51,0 Não realizado 562 22,0 1.105 24,0 219 26,6 278 35,2 260 31,4 281 35,7 404 35,1 158 29,2 3.267 27,0 Ign/Branco 837 32,7 974 21,1 132 16,0 85 10,8 73 8,8 59 7,5 93 8,1 53 9,8 2.306 19,1 Alteração Liquórica Sim 83 3,2 242 5,2 29 3,5 11 1,4 34 4,1 25 3,2 59 5,1 33 6,1 516 4,3 Não 873 34,1 2.567 55,7 475 57,7 466 59,0 477 57,6 459 58,3 624 54,2 312 57,7 6.253 51,7 Não realizado - - 1 - 1 0,1 209 26,5 226 27,3 234 29,7 349 30,3 134 24,8 1.154 9,5 Ign/Branco 1.602 62,6 1.801 39,1 318 38,6 104 13,2 91 11,0 69 8,8 119 10,3 62 11,5 4.166 34,5 Alteração no RX de Ossos Longos Sim 79 3,1 115 2,5 23 2,8 19 2,4 27 3,3 13 1,7 23 2,0 11 2,0 310 2,6 Não 1.464 57,2 3.103 67,3 535 65,0 549 69,5 530 64,0 517 65,7 754 65,5 363 67,1 7.815 64,6 Não realizado - - - - - - 135 17,1 172 20,8 178 22,6 255 22,2 91 16,8 831 6,9 Ign/Branco 1.015 39,7 1.393 30,2 265 32,2 87 11,0 99 12,0 79 10,0 119 10,3 76 14,0 3.133 25,9 Esquema de Tratamento** Penic G Cristal 1.463 57,2 1.657 35,9 5 0,6 399 50,5 446 53,9 440 55,9 619 53,8 330 61,0 5.359 44,3 100.000 UI Kg/ dia/10 a 14 dias Penic G Procaina 167 6,5 191 4,1 2 0,2 54 6,8 44 5,3 36 4,6 95 8,3 52 9,6 641 5,3 50.000 UI Kg/ dia/10 dias Penic G Benzatin 120 4,7 174 3,8 2 0,2 107 13,5 94 11,4 99 12,6 122 10,6 40 7,4 758 6,3 50.000 UI Kg/dia dose única Outro esquema 301 11,8 243 5,3 - - 46 5,8 84 10,1 73 9,3 99 8,6 43 7,9 889 7,4 Não realizado 202 7,9 268 5,8 - - 94 11,9 106 12,8 103 13,1 168 14,6 49 9,1 990 8,2 Ign/Branco 305 11,9 2.078 45,1 814 98,9 90 11,4 54 6,5 36 4,6 48 4,2 27 5,0 3.452 28,6 Total 2.558 100,0 4.611 100,0 823 100,0 790 100,0 828 100,0 787 100,0 1.151 100,0 541 100,0 12.089 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Notas:*Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal**O esquema de tratamento da criança foi excluído da ficha de notificação - SINAN no período de 14/01/2004 até 19/07/2005 Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 103
    • Tabela 4. Casos notificados de sífilis congênita, segundo características da criança (clínica/evolução) e ano de diagnóstico,estado de São Paulo, 1998 a 2011* Ano de Diagnóstico Características da Total criança (clínica/ 1998 a 2000 2001 a 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 evolução) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Presença de sinais/ sintomas** Ictericia 301 56,6 446 9,7 64 61,5 2 40,0 10 37,0 32 50,8 59 50,0 19 52,8 933 7,7 Anemia 103 19,4 101 2,2 9 8,7 3 60,0 5 18,5 12 19,0 24 20,3 10 27,8 267 2,2 Hepatomegalia 95 17,9 102 2,2 7 6,7 3 60,0 7 25,9 13 20,6 20 16,9 9 25,0 256 2,1 Esplenomegalia 65 12,2 74 1,6 9 8,7 3 60,0 6 22,2 11 17,5 15 12,7 9 25,0 192 1,6 Lesões cutâneas 60 11,3 71 1,5 4 3,8 - - 2 7,4 6 9,5 12 10,2 2 5,6 157 1,3 Osteocondrite 15 2,8 29 0,6 2 1,9 - - 2 7,4 2 3,2 8 6,8 2 5,6 60 0,5 Rinite sanguinolenta 17 3,2 11 0,2 3 2,9 - - - - 1 1,6 2 1,7 - - 34 0,3 Pseudoparalisia 7 1,3 9 0,2 1 1,0 - - - - 1 1,6 2 1,7 - - 20 0,2 Outros sinais e 197 37,0 195 4,2 23 22,1 3 60,0 8 29,6 17 27,0 40 33,9 14 38,9 497 4,1 sintomas Total de sintomas 860 33,6 1.038 22,5 122 14,8 14 1,8 40 4,8 95 12,1 182 15,8 65 12,0 2.416 20,0 Total de casos 2.558 4.611 823 790 828 787 1151 541 12.089 Diagnóstico clinico Assintomatico 1.708 66,8 3.344 72,5 631 76,7 207 26,2 444 53,6 574 72,9 825 71,7 429 79,3 8.162 67,5 Sintomático 532 20,8 785 17,0 104 12,6 5 0,6 27 3,3 63 8,0 118 10,3 36 6,7 1.670 13,8 Não se aplica - - 67 1,5 32 3,9 25 3,2 46 5,6 53 6,7 112 9,7 26 4,8 361 3,0 Ign/Branco 318 12,4 415 9,0 56 6,8 553 70,0 311 37,6 97 12,3 96 8,3 50 9,2 1.896 15,7 Evolução Vivo 1.476 57,7 3.422 74,2 692 84,1 710 89,9 718 86,7 701 89,1 1.001 87,0 493 91,1 9.213 76,2 Óbito por sífilis 48 1,9 92 2,0 5 0,6 16 2,0 12 1,4 3 0,4 13 1,1 3 0,6 192 1,6 congênita Óbito por outras ... ... ... ... ... ... 8 1,0 10 1,2 7 0,9 13 1,1 5 0,9 43 0,4 causas*** Aborto 2 0,1 23 0,5 8 1,0 24 3,0 55 6,6 38 4,8 76 6,6 15 2,8 241 2,0 Natimorto 50 2,0 77 1,7 16 1,9 9 1,1 13 1,6 24 3,0 34 3,0 12 2,2 235 1,9 Ign/Branco 982 38,4 997 21,6 102 12,4 23 2,9 20 2,4 14 1,8 14 1,2 13 2,4 2.165 17,9 Total 2.558 100,0 4.611 100,0 823 100,0 790 100,0 828 100,0 787 100,0 1151 100,0 541 100,0 12.089 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Notas:* Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal** As porcentagens foram calculadas sobre o total de casos em cada ano (cada recém-nascido pode ter apresentado mais de um sintoma)*** Informação disponível no SINAN a partir de 2007 104 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 5. Casos notificados de sífilis congênita, segundo características da mãe e ano de diagnóstico, estado de SãoPaulo, 1998 a 2011* Ano de diagnóstico Total Características da mãe 1998 a 2000 2001 a 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Faixa Etária (em anos) 10 a 14 7 0,3 8 0,2 6 0,7 - - 3 0,4 6 0,8 9 0,8 3 0,6 42 0,3 15 a 19 312 12,2 480 10,4 84 10,2 83 10,5 119 14,4 113 14,4 154 13,4 91 16,8 1.436 11,9 20 a 24 602 23,5 1.106 24,0 187 22,7 203 25,7 198 23,9 227 28,8 318 27,6 135 25,0 2.976 24,6 25 a 29 570 22,3 1.081 23,4 204 24,8 203 25,7 207 25,0 183 23,3 270 23,5 131 24,2 2.849 23,6 30 a 34 452 17,7 860 18,7 156 19,0 157 19,9 145 17,5 134 17,0 208 18,1 95 17,6 2.207 18,3 35 a 39 264 10,3 556 12,1 97 11,8 84 10,6 102 12,3 79 10,0 119 10,3 55 10,2 1.356 11,2 40 e mais 74 2,9 186 4,0 52 6,3 48 6,1 33 4,0 28 3,6 44 3,8 20 3,7 485 4,0 Ign/Branco 277 10,8 334 7,2 37 4,5 12 1,5 21 2,5 17 2,2 29 2,5 11 2,0 738 6,1 Escolaridade (em anos) Nenhum 157 6,1 184 4,0 22 2,7 13 1,6 12 1,4 7 0,9 17 1,5 3 0,6 415 3,4 De 1 a 3 1.078 42,1 935 20,3 77 9,4 77 9,7 79 9,5 55 7,0 57 5,0 31 5,7 2.389 19,8 De 4 a 7 5 0,2 1.099 23,8 266 32,3 229 29,0 213 25,7 198 25,2 283 24,6 105 19,4 2.398 19,8 De 8 a 11 214 8,4 586 12,7 154 18,7 236 29,9 243 29,3 228 29,0 356 30,9 183 33,8 2.200 18,2 De 12 e mais 20 0,8 88 1,9 18 2,2 8 1,0 10 1,2 14 1,8 13 1,1 8 1,5 179 1,5 Ign/Branco 1.084 42,4 1.719 37,3 286 34,8 227 28,7 271 32,7 285 36,2 425 36,9 211 39,0 4.508 37,3 Realização de pré-natal Sim 1.731 67,7 3.625 78,6 677 82,3 648 82,0 664 80,2 596 75,7 856 74,4 425 78,6 9.222 76,3 Não 438 17,1 573 12,4 91 11,1 123 15,6 135 16,3 161 20,5 252 21,9 97 17,9 1.870 15,5 Ign/Branco 389 15,2 413 9,0 55 6,7 19 2,4 29 3,5 30 3,8 43 3,7 19 3,5 997 8,2 Tratamento materno Adequado 112 4,4 290 6,3 15 1,8 25 3,2 28 3,4 34 4,3 55 4,8 31 5,7 590 4,9 Inadequado 1.250 48,9 2.413 52,3 478 58,1 456 57,7 492 59,4 390 49,6 537 46,7 290 53,6 6.306 52,2 Não realizado 327 12,8 805 17,5 198 24,1 253 32,0 236 28,5 285 36,2 450 39,1 164 30,3 2.718 22,5 Ign/Branco 869 34,0 1.103 23,9 132 16,0 56 7,1 72 8,7 78 9,9 109 9,5 56 10,4 2.475 20,5 Tratamento do parceiro Sim 285 11,1 585 12,7 79 9,6 82 10,4 90 10,9 81 10,3 120 10,4 71 13,1 1.393 11,5 Não 574 22,4 2.236 48,5 527 64,0 584 73,9 593 71,6 580 73,7 866 75,2 387 71,5 6.347 52,5 Ign/Branco 1.699 66,4 1.790 38,8 217 26,4 124 15,7 145 17,5 126 16,0 165 14,3 83 15,3 4.349 36,0 Realização de VDRL no parto Reativo 1.579 61,7 3.302 71,6 643 78,1 677 85,7 715 86,4 684 86,9 1056 91,7 491 90,8 9.147 75,7 Não reativo 146 5,7 426 9,2 72 8,7 79 10,0 79 9,5 70 8,9 54 4,7 28 5,2 954 7,9 Não realizado 113 4,4 216 4,7 41 5,0 18 2,3 20 2,4 13 1,7 19 1,7 14 2,6 454 3,8 Ign/Branco 720 28,1 667 14,5 67 8,1 16 2,0 14 1,7 20 2,5 22 1,9 8 1,5 1.534 12,7 Total 2.558 100,0 4.611 100,0 823 100,0 790 100,0 828 100,0 787 100,0 1.151 100,0 541 100,0 12.089 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 105
    • A Sífilis Congênita nas Regionais de O Número de municípios com casos resi-Saúde e Municípios dentes de SC aumentou 27%, quando compara- dos 2007 e 2010 (Tabela 7). No período de 1998 a junho/2011, oGrupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) daCapital notificou 51% dos casos, seguido doGVE de Mogi das Cruzes, 7%, Osasco, 6,5% e O Número de municípiosSanto André, 6% (Tabela 6). Continua cha- com casos residentes demando a atenção o baixo percentual de casos SC aumentou 27%, quandonotificados pelos GVE de Jales (0,1%) e Pre- comparados 2007 e 2010.sidente Venceslau (0,1%). Dentre os 28 GVE,15 (54%) notificaram menos de 1% do totalde casos do Estado. Os GVE de Franca, Marília Dos 645 municípios que compõem o esta-e Presidente Venceslau não notificaram casos do de São Paulo, 352 (55%) apresentaram pelode SC no primeiro semestre de 2011 (Tabela menos um caso de SC durante toda série históri-6). Lembrando que no último estudo sentine- ca. Sessenta e oito municípios (10,5%) apresen-la, realizado em 2004, a soroprevalência do taram 15 ou mais casos de SC, representandoTreponema pallidum entre parturientes foi de 91% do total das notificações (Tabela 8).1,6%². Em 2010, observou-se a ocorrência de Em 2010, foi observada elevação da TI primeiras notificações de SC em 15 municípios,de SC em quase todos os GVE de residência, deste total, sete possuíam menos de 100 nasci-exceto nos GVE de Araraquara, Marília, Presi- dos vivos-ano (Fundação SEADE, 2010 – estatís-dente Venceslau e Caraguatatuba. No GVE de ticas vitais – nascidos-vivos).Itapeva a TI aumentou cinco vezes entre 2009 Em 2010, os municípios que apresen-e 2010, passou de 0,6 casos por 1.000 NV-ano taram as maiores TI foram Itobi, 25 casos porpara 3,3, a maior TI do estado de São Paulo. 1.000 NV-ano, Rincão, 22 por 1.000 NV-ano,No mesmo período, os GVE de Ribeirão Pre- Paulo de Faria, 18 por 1.000 NV-ano e Barra doto e São João da Boa Vista apresentaram uma Turvo, 17 por 1.000 NV-ano (Tabela 9). Chamouelevação de quatro vezes na TI e os GVE de a atenção a TI do município Flora Rica, 125 casosBauru, Registro, São José do Rio Preto e Jales por 1.000 NV-ano ( 1 caso de SC em 08 nascidosde três vezes (Tabela 7). vivos em 2010).106 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 6. Casos notificados de sífilis congênita, segundo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de notificação e ano de diagnósti-co, estado de São Paulo, 1998 a 2011* Ano de diagnóstico Total GVE de Notificação 1998 a 2000 2001 a 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) GVE 1 Capital 1.566 61,2 2.279 49,4 344 41,8 361 45,7 418 50,5 416 52,9 560 48,7 228 42,1 6.172 51,1 GVE 7 Santo André 97 3,8 300 6,5 64 7,8 50 6,3 77 9,3 41 5,2 54 4,7 28 5,2 711 5,9 GVE 8 Mogi das Cruzes 58 2,3 392 8,5 85 10,3 79 10,0 64 7,7 70 8,9 90 7,8 34 6,3 872 7,2 GVE 9 Franco da Rocha 1 0,0 23 0,5 2 0,2 4 0,5 3 0,4 3 0,4 2 0,2 8 1,5 46 0,4 GVE 10 Osasco 71 2,8 388 8,4 78 9,5 54 6,8 48 5,8 40 5,1 61 5,3 41 7,6 781 6,5 GVE 11 Araçatuba 5 0,2 21 0,5 5 0,6 6 0,8 7 0,8 10 1,3 14 1,2 6 1,1 74 0,6 GVE 12 Araraquara 18 0,7 41 0,9 7 0,9 17 2,2 11 1,3 25 3,2 23 2,0 10 1,8 152 1,3 GVE 13 Assis 1 0,0 13 0,3 7 0,9 11 1,4 15 1,8 7 0,9 11 1,0 5 0,9 70 0,6 GVE 14 Barretos 1 0,0 14 0,3 - - 2 0,3 4 0,5 5 0,6 5 0,4 1 0,2 32 0,3 GVE 15 Bauru 2 0,1 31 0,7 10 1,2 6 0,8 6 0,7 6 0,8 15 1,3 3 0,6 79 0,7 GVE 16 Botucatu 5 0,2 20 0,4 6 0,7 1 0,1 3 0,4 4 0,5 9 0,8 12 2,2 60 0,5 GVE 17 Campinas 88 3,4 254 5,5 55 6,7 42 5,3 37 4,5 40 5,1 78 6,8 32 5,9 626 5,2 GVE 18 Franca 2 0,1 22 0,5 3 0,4 - - 4 0,5 6 0,8 4 0,3 - - 41 0,3 GVE 19 Marília 15 0,6 33 0,7 5 0,6 3 0,4 5 0,6 4 0,5 - - - - 65 0,5 GVE 20 Piracicaba 5 0,2 45 1,0 15 1,8 6 0,8 1 0,1 6 0,8 7 0,6 3 0,6 88 0,7 GVE 21 Presidente Prudente 32 1,3 29 0,6 3 0,4 4 0,5 5 0,6 7 0,9 11 1,0 5 0,9 96 0,8 GVE 22 Presidente Venceslau 3 0,1 6 0,1 - - 3 0,4 2 0,2 1 0,1 - - - - 15 0,1 GVE 23 Registro 35 1,4 42 0,9 11 1,3 9 1,1 3 0,4 4 0,5 11 1,0 4 0,7 119 1,0 GVE 24 Ribeirão Preto 95 3,7 67 1,5 10 1,2 17 2,2 11 1,3 6 0,8 24 2,1 9 1,7 239 2,0 GVE 25 Santos 98 3,8 206 4,5 40 4,9 36 4,6 26 3,1 30 3,8 42 3,6 29 5,4 507 4,2 GVE 26 São João da Boa Vista 12 0,5 26 0,6 8 1,0 5 0,6 7 0,8 5 0,6 19 1,7 5 0,9 87 0,7 GVE 27 São José dos Campos 209 8,2 118 2,6 25 3,0 30 3,8 25 3,0 10 1,3 23 2,0 14 2,6 454 3,8 GVE 28 Caraguatatuba 8 0,3 24 0,5 1 0,1 5 0,6 8 1,0 5 0,6 5 0,4 4 0,7 60 0,5 GVE 29 São José do Rio Preto 24 0,9 53 1,1 14 1,7 15 1,9 7 0,8 8 1,0 30 2,6 25 4,6 176 1,5 GVE 30 Jales 2 0,1 2 0,0 1 0,1 1 0,1 1 0,1 2 0,3 3 0,3 1 0,2 13 0,1 GVE 31 Sorocaba 21 0,8 71 1,5 15 1,8 13 1,6 22 2,7 17 2,2 30 2,6 13 2,4 202 1,7 GVE 32 Itapeva 19 0,7 40 0,9 5 0,6 1 0,1 1 0,1 1 0,1 15 1,3 17 3,1 99 0,8 GVE 33 Taubaté 65 2,5 51 1,1 4 0,5 9 1,1 7 0,8 8 1,0 5 0,4 4 0,7 153 1,3 Total 2.558 100,0 4.611 100,0 823 100,0 790 100,0 828 100,0 787 100,0 1.151 100,0 541 100,0 12.089 100,0 Nº serviços notificadores 272 11,4 980 41,0 194 8,1 186 7,8 189 7,9 197 8,2 226 9,5 145 6,1 2.389 100,0 Nº municipios notificadores 99 8,9 453 40,7 93 8,4 95 8,5 93 8,4 106 9,5 98 8,8 76 6,8 1.113 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 107
    • Tabela 7. Casos notificados de sífilis congênita e taxa de incidência* (TI), segundo Grupo de Vigilância Epidimiológica (GVE) de residência e ano de diagnóstico, estado de São Paulo, 1998 a 2010** Ano de diagnóstico GVE de Residência 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI GVE 1 Capital 450 2,1 477 2,2 562 2,7 472 2,5 471 2,5 525 2,9 394 2,1 363 2,0 335 1,9 353 2,1 411 2,4 408 2,3 546 3,1 GVE 7 Santo André 39 0,8 39 0,8 26 0,6 64 1,6 58 1,5 65 1,7 53 1,4 53 1,4 65 1,7 47 1,3 77 2,1 42 1,2 55 1,5 GVE 8 Mogi das Cruzes 18 0,4 27 0,6 51 1,2 74 1,6 74 1,7 91 2,1 111 2,6 61 1,3 89 2,0 80 1,8 65 1,5 74 1,7 95 2,2 GVE 9 Franco da Rocha 2 0,2 2 0,2 2 0,2 3 0,4 4 0,5 7 0,8 11 1,3 7 0,8 3 0,4 6 0,7 3 0,4 2 0,2 4 0,5 GVE 10 Osasco 19 0,3 32 0,6 45 0,8 84 1,6 89 1,8 69 1,4 78 1,6 91 1,9 82 1,7 61 1,3 53 1,1 43 0,9 68 1,4 GVE 11 Araçatuba 1 0,1 - - 4 0,3 5 0,4 2 0,2 3 0,4 8 0,9 4 0,5 5 0,6 6 0,7 7 0,8 10 1,1 14 1,6 GVE 12 Araraquara 7 0,5 5 0,4 6 0,5 7 0,6 4 0,3 10 0,8 9 0,7 11 0,9 7 0,6 21 1,7 10 0,8 25 2,1 22 1,8 GVE 13 Assis - - - - 1 0,1 1 0,2 2 0,3 3 0,5 - - 6 0,9 6 1,0 11 1,8 15 2,5 6 1,0 10 1,6 GVE 14 Barretos - - 1 0,2 - - 1 0,2 1 0,2 3 0,5 3 0,5 6 1,1 - - 2 0,4 4 0,8 5 0,9 6 1,2108 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST GVE 15 Bauru - - 1 0,1 - - 3 0,2 8 0,5 5 0,4 5 0,3 10 0,7 11 0,8 6 0,4 7 0,5 6 0,4 17 1,2 GVE 16 Botucatu 2 0,2 1 0,1 2 0,2 3 0,4 3 0,4 2 0,2 7 0,9 5 0,6 5 0,6 1 0,1 3 0,4 5 0,7 8 1,1 GVE 17 Campinas 31 0,5 22 0,4 31 0,5 25 0,5 31 0,6 49 0,9 63 1,2 77 1,4 54 1,0 42 0,8 36 0,7 40 0,7 79 1,4 GVE 18 Franca - - 1 0,1 2 0,2 2 0,2 3 0,3 10 1,0 1 0,1 7 0,7 3 0,3 - - 4 0,4 6 0,7 4 0,4 GVE 19 Marília 3 0,3 6 0,6 7 0,8 4 0,5 15 1,9 4 0,5 6 0,8 5 0,6 6 0,8 3 0,4 5 0,7 5 0,7 - - GVE 20 Piracicaba 1 0,0 2 0,1 2 0,1 6 0,3 5 0,3 10 0,5 17 0,9 12 0,6 17 0,9 6 0,3 2 0,1 6 0,3 7 0,4 GVE 21 Presidente Prudente 13 1,9 7 1,1 11 1,8 3 0,5 11 2,0 6 1,1 3 0,5 3 0,5 3 0,5 3 0,6 4 0,8 7 1,3 10 1,8 GVE 22 Presidente Venceslau 1 0,2 1 0,2 2 0,4 1 0,2 4 1,0 1 0,3 2 0,5 1 0,3 - - 4 1,1 3 0,8 1 0,3 - - GVE 23 Registro 18 3,1 10 1,6 7 1,2 12 2,2 6 1,1 6 1,2 10 1,9 11 2,2 11 2,4 9 2,0 4 0,9 4 1,0 11 2,7 GVE 24 Ribeirão Preto 28 1,4 35 1,8 29 1,5 18 1,0 11 0,6 13 0,7 13 0,7 10 0,6 10 0,6 13 0,8 11 0,6 6 0,3 23 1,3 GVE 25 Santos 9 0,3 35 1,2 56 2,0 38 1,5 47 1,8 31 1,2 51 2,0 39 1,5 39 1,6 36 1,4 25 1,0 30 1,2 42 1,7 GVE 26 São João da Boa Vista 6 0,5 5 0,4 1 0,1 3 0,3 3 0,3 7 0,7 9 0,9 6 0,6 8 0,8 5 0,5 8 0,8 5 0,5 20 2,1 GVE 27 São José dos Campos 53 3,1 83 5,0 74 4,6 33 2,2 21 1,5 20 1,4 11 0,8 32 2,3 25 1,8 29 2,1 25 1,8 10 0,7 23 1,6 GVE 28 Caraguatatuba 4 0,8 6 1,2 2 0,4 1 0,2 8 1,7 3 0,7 3 0,7 9 2,0 1 0,2 4 0,9 8 1,8 5 1,2 5 1,1 GVE 29 São José do Rio Preto 10 0,6 10 0,6 3 0,2 4 0,3 4 0,3 14 1,0 16 1,1 15 1,1 13 0,9 15 1,1 7 0,5 9 0,6 29 2,0 GVE 30 Jales 3 0,8 - - - - - - 1 0,3 - - 1 0,3 - - 1 0,4 1 0,4 1 0,4 1 0,4 3 1,1 GVE 31 Sorocaba - - 5 0,2 16 0,5 7 0,2 9 0,3 25 0,9 17 0,6 14 0,5 15 0,6 13 0,5 22 0,8 15 0,6 28 1,0 GVE 32 Itapeva 4 0,6 4 0,5 10 1,3 13 1,9 6 0,9 11 1,7 5 0,8 4 0,6 5 0,8 1 0,2 1 0,2 3 0,6 16 3,3 GVE 33 Taubaté 6 0,3 29 1,7 23 1,4 18 1,2 15 1,0 3 0,2 10 0,7 5 0,3 4 0,3 11 0,8 7 0,5 8 0,6 5 0,4 Municipio Ignorado 2 .. 6 .. 1 .. 2 .. 3 .. 1 .. 1 .. 3 .. - - 1 .. - - - - 1 .. Total 730 1,0 852 1,2 976 1,4 907 1,4 919 1,5 997 1,6 918 1,5 870 1,4 823 1,4 790 1,3 828 1,4 787 1,3 1.151 1,9 Nº municipios com casos residentes 80 89 94 110 114 127 132 132 122 113 116 128 144 Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Nota: *Taxa de incidência por 1.000 NV - ano
    • Tabela 8. Casos notificados de sífilis congênita, segundo município de residência com maior ocorrência de casos (≥15 casos) e anode diagnóstico, estado de São Paulo, 1998 a 2011* Ano de Diagnóstico Total Municipio de residência 98-2000 2001-2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) São Paulo 1.489 58,2 2.225 48,3 335 40,7 353 44,7 411 49,6 408 51,8 546 47,4 225 41,6 5.992 49,6 Guarulhos 57 2,2 223 4,8 65 7,9 59 7,5 52 6,3 49 6,2 71 6,2 18 3,3 594 4,9 São José dos Campos 186 7,3 97 2,1 15 1,8 27 3,4 22 2,7 9 1,1 23 2,0 12 2,2 391 3,2 Diadema 48 1,9 128 2,8 23 2,8 16 2,0 26 3,1 19 2,4 31 2,7 14 2,6 305 2,5 Campinas 28 1,1 86 1,9 26 3,2 21 2,7 22 2,7 14 1,8 43 3,7 12 2,2 252 2,1 Osasco 23 0,9 96 2,1 25 3,0 25 3,2 25 3,0 17 2,2 19 1,7 8 1,5 238 2,0 Carapicuíba 12 0,5 128 2,8 22 2,7 11 1,4 5 0,6 5 0,6 6 0,5 6 1,1 195 1,6 Santos 41 1,6 75 1,6 19 2,3 15 1,9 12 1,4 9 1,1 11 1,0 9 1,7 191 1,6 São Bernardo do Campo 16 0,6 87 1,9 7 0,9 6 0,8 18 2,2 10 1,3 12 1,0 4 0,7 160 1,3 Ribeirão Preto 73 2,9 42 0,9 4 0,5 10 1,3 6 0,7 3 0,4 13 1,1 3 0,6 154 1,3 Itaquaquecetuba 7 0,3 72 1,6 11 1,3 9 1,1 8 1,0 14 1,8 11 1,0 12 2,2 144 1,2 Santo André 33 1,3 43 0,9 21 2,6 12 1,5 16 1,9 2 0,3 3 0,3 - - 130 1,1 São Vicente 33 1,3 39 0,8 1 0,1 7 0,9 3 0,4 5 0,6 15 1,3 10 1,8 113 0,9 Taboão da Serra 30 1,2 40 0,9 4 0,5 6 0,8 6 0,7 2 0,3 8 0,7 2 0,4 98 0,8 Ferraz de Vasconcelos 25 1,0 47 1,0 - - 2 0,3 1 0,1 3 0,4 3 0,3 1 0,2 82 0,7 Embu 15 0,6 29 0,6 9 1,1 4 0,5 1 0,1 3 0,4 15 1,3 5 0,9 81 0,7 Taubaté 42 1,6 24 0,5 3 0,4 1 0,1 1 0,1 3 0,4 3 0,3 3 0,6 80 0,7 São José do Rio Preto 12 0,5 20 0,4 4 0,5 6 0,8 3 0,4 3 0,4 17 1,5 14 2,6 79 0,7 Cubatão 9 0,4 33 0,7 5 0,6 9 1,1 5 0,6 9 1,1 6 0,5 - - 76 0,6 Mauá 3 0,1 17 0,4 10 1,2 12 1,5 11 1,3 4 0,5 8 0,7 5 0,9 70 0,6 Itapecerica da Serra 3 0,1 43 0,9 3 0,4 - - 7 0,8 1 0,1 4 0,3 5 0,9 66 0,5 Praia Grande 3 0,1 29 0,6 8 1,0 3 0,4 2 0,2 6 0,8 7 0,6 8 1,5 66 0,5 Araraquara 3 0,1 20 0,4 5 0,6 7 0,9 2 0,2 13 1,7 10 0,9 3 0,6 63 0,5 Itapevi 5 0,2 25 0,5 7 0,9 4 0,5 3 0,4 2 0,3 6 0,5 8 1,5 60 0,5 Sorocaba 4 0,2 18 0,4 2 0,2 3 0,4 5 0,6 7 0,9 13 1,1 8 1,5 60 0,5 Jundiaí 17 0,7 27 0,6 2 0,2 2 0,3 1 0,1 1 0,1 5 0,4 2 0,4 57 0,5 Itapeva 3 0,1 24 0,5 2 0,2 - - 1 0,1 - - 15 1,3 11 2,0 56 0,5 Sumaré 4 0,2 24 0,5 9 1,1 3 0,4 2 0,2 4 0,5 6 0,5 - - 52 0,4 Presidente Prudente 18 0,7 13 0,3 3 0,4 2 0,3 3 0,4 5 0,6 4 0,3 2 0,4 50 0,4 Suzano 1 0,0 27 0,6 7 0,9 4 0,5 3 0,4 4 0,5 4 0,3 - - 50 0,4 Barueri 3 0,1 10 0,2 7 0,9 7 0,9 3 0,4 5 0,6 3 0,3 5 0,9 43 0,4 São Carlos 11 0,4 4 0,1 - - 8 1,0 6 0,7 5 0,6 6 0,5 3 0,6 43 0,4 Jacareí 16 0,6 15 0,3 9 1,1 1 0,1 1 0,1 - - - - - - 42 0,3 Hortolândia 9 0,4 16 0,3 9 1,1 1 0,1 1 0,1 1 0,1 4 0,3 - - 41 0,3 Mogi das Cruzes 2 0,1 19 0,4 2 0,2 3 0,4 1 0,1 3 0,4 4 0,3 6 1,1 40 0,3 Ourinhos - - 4 0,1 3 0,4 8 1,0 13 1,6 2 0,3 4 0,3 1 0,2 35 0,3 Cotia 4 0,2 18 0,4 2 0,2 3 0,4 - - 3 0,4 2 0,2 2 0,4 34 0,3 Itu 4 0,2 25 0,5 1 0,1 - - 1 0,1 1 0,1 - - 1 0,2 33 0,3 Limeira - - 22 0,5 5 0,6 1 0,1 1 0,1 1 0,1 1 0,1 - - 31 0,3 Marília 5 0,2 15 0,3 2 0,2 1 0,1 4 0,5 2 0,3 - - - - 29 0,2 Bauru - - 9 0,2 3 0,4 1 0,1 2 0,2 2 0,3 10 0,9 1 0,2 28 0,2 Franca 1 0,0 15 0,3 2 0,2 - - 1 0,1 5 0,6 4 0,3 - - 28 0,2 Ubatuba 9 0,4 12 0,3 - - 2 0,3 2 0,2 2 0,3 1 0,1 - - 28 0,2 Guarujá 12 0,5 11 0,2 3 0,4 - - 1 0,1 - - - - - - 27 0,2 continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 109
    • continuação Ano de Diagnóstico Total Municipio de residência 98-2000 2001-2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) N (%) Francisco Morato 1 0,0 13 0,3 - - 4 0,5 - - - - 1 0,1 6 1,1 25 0,2 Atibaia 9 0,4 10 0,2 - - - - - - 1 0,1 2 0,2 2 0,4 24 0,2 Cajati 3 0,1 13 0,3 - - 2 0,3 - - 1 0,1 4 0,3 1 0,2 24 0,2 Salto 1 - 5 0,1 5 0,6 3 0,4 2 0,2 1 0,1 6 0,5 1 0,2 24 0,2 Poá 3 0,1 15 0,3 2 0,2 3 0,4 - - 1 0,1 - - - - 24 0,2 Mogi-Guaçu - - 7 0,2 1 0,1 2 0,3 3 0,4 1 0,1 8 0,7 - - 22 0,2 São Caetano do Sul 1 0,0 7 0,2 3 0,4 1 0,1 4 0,5 5 0,6 1 0,1 - - 22 0,2 Americana - - 2 0,0 3 0,4 6 0,8 3 0,4 2 0,3 2 0,2 2 0,4 20 0,2 Itanhaém 1 0,0 13 0,3 - - 2 0,3 1 0,1 - - 2 0,2 1 0,2 20 0,2 Botucatu 2 0,1 3 0,1 1 0,1 - - 2 0,2 2 0,3 4 0,3 5 0,9 19 0,2 Casa Branca 8 0,3 8 0,2 - - 1 0,1 - - - - 1 0,1 1 0,2 19 0,2 Catanduva - - 8 0,2 6 0,7 - - - - 2 0,3 3 0,3 - - 19 0,2 Várzea Paulista 6 0,2 9 0,2 - - 1 0,1 - - 1 0,1 2 0,2 - - 19 0,2 Tremembé 7 0,3 8 0,2 - - 2 0,3 - - 1 0,1 - - - - 18 0,1 Caraguatatuba 1 0,0 1 0,0 - - - - 6 0,7 3 0,4 2 0,2 4 0,7 17 0,1 Indaiatuba - - 2 0,0 - - 1 0,1 - - 3 0,4 6 0,5 5 0,9 17 0,1 Itapetininga 2 0,1 3 0,1 3 0,4 5 0,6 3 0,4 - - 1 0,1 - - 17 0,1 Bragança Paulista 1 0,0 8 0,2 2 0,2 2 0,3 1 0,1 2 0,3 - - - - 16 0,1 Promissão - - 8 0,2 2 0,2 2 0,3 1 0,1 2 0,3 - - 1 0,2 16 0,1 Serrana 10 0,4 6 0,1 - - - - - - - - - - - - 16 0,1 Franco da Rocha 1 0,0 8 0,2 1 0,1 1 0,1 1 0,1 1 0,1 - - 2 0,4 15 0,1 Leme 2 0,1 9 0,2 2 0,2 - - - - 2 0,3 - - - - 15 0,1 Penápolis 3 0,1 6 0,1 - - - - 2 0,2 1 0,1 3 0,3 - - 15 0,1 Votorantim 2 0,1 2 0,0 2 0,2 - - 5 0,6 2 0,3 1 0,1 1 0,2 15 0,1 Demais municipios 175 6,8 441 9,6 85 10,3 77 9,7 74 8,9 87 11,1 125 10,9 80 14,8 1.144 9,5 Total 2.558 100,0 4.611 100,0 823 100,0 790 100,0 828 100,0 787 100,0 1.151 100,0 541 100,0 12.089 100,0Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP)Nota: *Dados preliminares até 30/06/2011, sujeitos à revisão mensal 110 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
    • Tabela 9. Casos notificados de sífilis congênita e taxa de incidência (TI por 1.000 nascidos vivos-ano), segundo municípios de resi-dência (≥ 02casos diagnosticados em 2010), estado de São Paulo, 2001 a 2010 Ano de Diagnóstico Total de Municipio de residência 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 casos N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI Total Estado de São Paulo 907 1,4 919 1,5 997 1,6 918 1,5 870 1,4 823 1,4 790 1,3 828 1,4 787 1,3 1.151 1,9 8.990 Americana - - - - 2 0,8 - - - - 3 1,1 6 2,4 3 1,2 2 0,8 2 0,8 18 Araçatuba - - - - - - - - - - 2 0,9 - - 1 0,5 4 1,9 5 2,3 12 Araraquara 2 0,9 3 1,3 3 1,3 9 3,7 3 1,2 5 2,0 7 3,0 2 0,8 13 5,2 10 3,9 57 Assis - - - - - - - - - - - - 1 0,8 - - 1 0,8 2 1,6 4 Atibaia 1 0,5 1 0,5 1 0,5 2 1,0 5 2,7 - - - - - - 1 0,5 2 1,0 13 Avanhandava - - - - - - - - - - - - 1 7,1 - - - - 2 12,6 3 Barra do Turvo 1 6,5 - - - - 1 6,5 1 7,4 1 8,4 - - - - - - 2 16,8 6 Barretos - - - - - - - - 1 0,7 - - 1 0,7 3 2,1 3 2,0 3 2,2 11 Barueri 1 0,2 1 0,2 2 0,4 3 0,6 3 0,6 7 1,3 7 1,4 3 0,6 5 0,9 3 0,5 35 Bauru - - 1 0,2 - - 1 0,2 7 1,5 3 0,7 1 0,2 2 0,4 2 0,5 10 2,3 27 Biritiba-Mirim - - - - - - - - - - - - - - - - - - 2 4,5 2 Botucatu - - - - 1 0,6 1 0,6 1 0,6 1 0,6 - - 2 1,2 2 1,2 4 2,4 12 Cajati 4 6,3 1 1,7 1 1,7 3 4,6 4 6,4 - - 2 3,8 - - 1 2,0 4 8,4 20 Campinas 2 0,1 14 1,0 3 0,2 22 1,5 45 3,2 26 1,9 21 1,5 22 1,5 14 0,9 43 2,9 212 Caraguatatuba - - - - - - - - 1 0,7 - - - - 6 4,1 3 1,9 2 1,3 12 Carapicuíba 16 2,3 35 5,2 21 3,1 24 3,5 32 4,6 22 3,2 11 1,7 5 0,8 5 0,8 6 0,9 177 Catanduva 1 0,7 - - 2 1,5 3 2,2 2 1,5 6 4,4 - - - - 2 1,4 3 2,3 19 Cotia 7 2,0 3 0,9 1 0,3 2 0,6 5 1,6 2 0,6 3 0,9 - - 3 0,9 2 0,6 28 Cubatão 3 1,3 6 2,8 7 3,4 9 4,3 8 3,8 5 2,5 9 4,6 5 2,5 9 4,8 6 3,2 67 Diadema 34 4,4 28 3,7 28 3,8 19 2,6 19 2,8 23 3,4 16 2,4 26 3,8 19 2,9 31 5,0 243 Embu 13 2,8 5 1,1 4 0,9 1 0,2 6 1,3 9 2,0 4 0,9 1 0,2 3 0,7 15 3,3 61 Ferraz de Vasconcelos 15 4,9 8 2,6 14 5,0 7 2,4 3 1,1 - - 2 0,7 1 0,4 3 1,1 3 1,1 56 Franca 1 0,2 2 0,4 7 1,4 1 0,2 4 0,8 2 0,4 - - 1 0,2 5 1,1 4 0,9 27 Guarulhos 45 2,0 37 1,7 25 1,2 77 3,6 39 1,8 65 3,1 59 2,9 52 2,5 49 2,4 71 3,5 519 Hortolândia 1 0,4 - - - - 12 4,5 3 1,1 9 3,5 1 0,4 1 0,4 1 0,4 4 1,5 32 Ibirá - - 2 20,6 - - - - 1 8,6 - - 1 6,8 1 7,8 - - 2 14,6 7 Indaiatuba - - - - 1 0,4 1 0,4 - - - - 1 0,4 - - 3 1,1 6 2,2 12 Itanhaém 1 0,7 3 2,2 2 1,4 7 5,0 - - - - 2 1,5 1 0,7 - - 2 1,5 18 Itapecerica da Serra 12 3,2 9 2,5 11 3,6 5 1,6 6 2,0 3 1,0 - - 7 2,5 1 0,4 4 1,5 58 Itapeva 9 4,5 5 2,8 7 4,1 2 1,2 1 0,6 2 1,2 - - 1 0,7 - - 15 11,0 42 Itapevi 5 1,3 9 2,4 3 0,8 - - 8 2,2 7 1,9 4 1,1 3 0,8 2 0,5 6 1,6 47 Itapira - - - - - - - - 2 2,5 1 1,2 - - 1 1,4 1 1,3 4 5,3 9 Itaquaquecetuba 8 1,3 14 2,4 29 5,2 14 2,5 7 1,3 11 2,1 9 1,6 8 1,5 14 2,6 11 2,1 125 Itatiba 1 0,8 2 1,5 3 2,3 1 0,8 - - 1 0,8 1 0,8 1 0,8 2 1,6 2 1,5 14 Itobi - - - - - - - - - - - - - - - - - - 2 25,0 2 Jacupiranga 2 6,6 - - 1 3,9 1 3,1 - - 3 11,4 - - 1 3,8 - - 2 8,2 10 Jaguariúna - - 1 1,7 4 7,4 - - - - 1 1,6 - - 1 1,7 1 1,6 2 3,0 10 Jundiaí 8 1,6 6 1,2 11 2,2 2 0,4 - - 2 0,4 2 0,4 1 0,2 1 0,2 5 1,0 38 Mairiporã - - - - - - 1 0,9 2 1,7 1 0,8 1 0,9 2 1,7 - - 2 1,7 9 Mauá 4 0,6 - - 2 0,3 5 0,8 6 0,9 10 1,6 12 1,9 11 1,8 4 0,7 8 1,4 62 Mogi das Cruzes 1 0,2 6 1,0 8 1,3 3 0,5 1 0,2 2 0,3 3 0,5 1 0,2 3 0,5 4 0,7 32 Continua Boletim Epidemiológico | AIDS • DST • 111
    • Continuação Ano de Diagnóstico Total de Municipio de residência 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 casos N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI N TI Mogi-Guaçu - - - - 2 1,1 4 2,2 1 0,6 1 0,5 2 1,1 3 1,7 1 0,6 8 4,3 22 Olímpia - - 1 1,6 - - - - 1 1,5 - - - - 1 1,6 2 3,3 3 4,8 8 Osasco 11 0,9 15 1,3 17 1,5 32 2,7 21 1,8 25 2,2 25 2,3 25 2,3 17 1,6 19 1,8 207 Ourinhos - - - - 1 0,7 - - 3 1,9 3 2,1 8 5,9 13 9,4 2 1,3 4 2,7 34 Pariquera-Açu - - - - - - 2 5,7 2 6,1 - - 3 11,0 1 3,5 1 3,4 2 6,8 11 Paulo de Faria - - - - - - 1 7,6 1 7,1 - - - - 1 8,1 - - 2 17,7 5 Penápolis - - - - 1 1,4 4 5,0 1 1,3 - - - - 2 2,5 1 1,3 3 4,2 12 Pilar do Sul - - - - - - - - - - - - - - - - 1 2,6 4 9,5 5 Pirassununga - - - - - - 1 1,1 1 1,1 4 4,6 - - - - 1 1,1 2 2,4 9 Pitangueiras 1 1,6 2 3,5 3 4,7 - - - - - - - - 1 1,8 1 1,8 3 5,5 11 Praia Grande 3 0,8 2 0,6 - - 12 3,2 12 3,2 8 2,2 3 0,8 2 0,5 6 1,6 7 1,8 55 Presidente Prudente 2 0,7 7 2,5 - - 1 0,4 3 1,1 3 1,1 2 0,7 3 1,1 5 1,9 4 1,5 30 Ribeirão Preto 14 1,8 6 0,8 7 0,9 7 0,9 8 1,0 4 0,5 10 1,4 6 0,8 3 0,4 13 1,6 78 Rincão - - - - 1 5,8 - - - - - - - - - - 1 6,3 3 21,9 5 Rio Claro - - 1 0,4 - - 1 0,4 - - - - 1 0,4 - - 2 0,8 2 0,9 7 Salto - - 2 1,4 - - 2 1,4 1 0,7 5 3,6 3 2,1 2 1,4 1 0,7 6 4,3 22 Santa Cruz do Rio Pardo - - 2 3,4 1 1,6 - - 1 1,5 1 1,7 1 1,8 2 3,4 1 1,6 2 3,3 11 Santo André 8 0,8 3 0,3 9 1,0 10 1,1 13 1,4 21 2,3 12 1,4 16 1,8 2 0,2 3 0,3 97 Santos 21 3,8 30 5,5 9 1,7 8 1,4 7 1,3 19 3,6 15 2,8 12 2,3 9 1,8 11 2,3 141 São Bernardo do Campo 14 1,2 24 2,1 23 2,0 13 1,1 13 1,1 7 0,6 6 0,5 18 1,6 10 0,9 12 1,1 140 São Carlos 2 0,7 - - 1 0,3 - - 1 0,4 - - 8 2,8 6 2,1 5 1,7 6 2,1 29 São José do Rio Preto 2 0,4 - - 2 0,4 8 1,7 8 1,7 4 0,8 6 1,2 3 0,6 3 0,6 17 3,3 53 São José dos Campos 32 3,3 19 2,1 18 2,0 9 1,0 19 2,1 15 1,7 27 3,0 22 2,4 9 1,0 23 2,4 193 São Paulo 472 2,5 471 2,5 525 2,9 394 2,1 363 2,0 335 1,9 353 2,1 411 2,4 408 2,3 546 3,1 4.278 São Sebastião - - 1 0,8 - - - - 1 0,8 - - 2 1,6 - - - - 2 1,6 6 São Vicente 5 1,0 4 0,7 5 1,0 14 2,6 11 2,1 1 0,2 7 1,3 3 0,6 5 1,0 15 3,0 70 Sertãozinho - - - - - - 1 0,7 - - 1 0,7 - - 1 0,6 1 0,6 2 1,3 6 Sorocaba 1 0,1 2 0,2 7 0,9 5 0,6 3 0,4 2 0,3 3 0,4 5 0,6 7 0,9 13 1,6 48 Sumaré - - - - 5 1,5 13 4,0 6 1,7 9 2,6 3 0,9 2 0,6 4 1,1 6 1,6 48 Suzano 3 0,7 7 1,5 7 1,5 4 0,9 6 1,3 7 1,6 4 1,0 3 0,7 4 1,0 4 1,0 49 Taboão da Serra 17 3,5 9 1,9 5 1,0 4 0,9 5 1,1 4 0,9 6 1,3 6 1,3 2 0,5 8 1,8 66 Taubaté 8 2,0 9 2,3 3 0,8 3 0,8 1 0,2 3 0,8 1 0,3 1 0,3 3 0,8 3 0,8 35 Vargem Grande do Sul - - - - - - - - - - - - - - - - - - 2 3,7 2 Várzea Paulista 7 4,3 - - 1 0,6 - - 1 0,6 - - 1 0,6 - - 1 0,6 2 1,1 13 Votuporanga - - 1 1,1 - - - - - - - - 3 3,2 - - 1 1,1 3 3,1 8Fonte: SINAN - Vigilância Epidemiológica - Programa Estadual DST/Aids-SP (VE-PE DST/AIDS - SP) Referência 1. Fundação SEADE. Informações dos Municípios Paulistas – IMP - Consultas 2. Tayra A, Holcman MM, Szwarcwald CL, Soares CL, Placco ALN, Matida LH, de Pré-natal. Mães que Tiveram Sete e Mais Consultas de Pré-Natal; et al. Relatório do estudo sentinela parturiente HIV e sífilis – estado 2010 [acesso em 20 jan 2012]. Disponível em:< http://www.seade. de São Paulo-2004. Boletim Epidemiológico de AIDS do Estado de gov.br/produtos/imp/index.php?page=tabela >. São Paulo – SES-SP. 2006;25(1):37-41. 112 • Boletim Epidemiológico | AIDS • DST
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