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História - Início do Império
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História - Início do Império

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Thaís Fontenelle, Taís Bastos, Rebecca Sousa, Maria Thereza e Italo.

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Transcript

  • 1. O Império brasileiro: revoltas, terra e escravidão. (cap. 10) Grupo: Maria Thereza, Thaís Fontenelle, Taís Bastos, Rebecca e Ítalo.
  • 2.
    • Primeiro Reinado
    • Segundo Reinado
  • 3. A Independência e a Constituição
    • A independência no Brasil ocorreu em 1822 e com ela foi conquistada a autonomia política e econômica em relação a Portugal, porém não houveram muitas mudanças na vida das pessoas, pois a escravidão permaneceu e o tráfico negreiro de intensificou, com o inicio da cafeicultura. Os homens livres não tinham muitas esperanças trabalhistas e a sociedade escravista era dominada pelos grandes proprietários. Assim, a economia continuou centralizada, com os latifúndios.
    • Em junho de 1822, antes da independência Dom Pedro I convocou uma Assembléia Constituinte, para redigir a primeira constituição brasileira, onde haviam três poderes, a manutenção da escravidão e outras medidas. Porém, o imperador dissolveu a Assembléia Constituinte, pois o projeto elaborado concediam mais poder ao Parlamento que ao próprio monarca. Então, convocou um conselho de estado para dar continuidade a redação da Constituição.
    Capa da primeira constituição brasileira
  • 4. Início do Império brasileiro
    • Em 1822, iniciou-se o Primeiro Reinado. Mas, a Constituição elaborada em 1824 era bastante centralizada, o que resultou em conflitos e na oposição de várias províncias brasileiras, que desejavam maior autonomia para defender seus objetivos. Afinal era um país com muitas diferenças e contrastes. A Confederação do Equador, formada em 1824, em Pernambuco, proclamou a independência de muitas províncias no Nordeste, o que fez surgir um novo país republicano. Esse movimento foi impedido com intervenção militar. Dom Pedro I desenvolveu um governo extremamente centralizado, sem discutir diferenças ou negociar interesses de outras classes. Assim, a elite brasileira articulou um movimento contrário ao Imperador, acusando-o de recolonizar o Brasil. Seus integrantes queriam mais poderes ao Parlamento. Essa oposição gerou violentos conflitos e desestabilizou o reinado de Dom Pedro I, que renunciou o trono em 7 de abril de 1831, finalizando o primeiro reinado.
  • 5. A provisoriedade das regências
    • Com a renúncia de D. Pedro I, seu filho, Pedro de Alcântara deveria assumir o trono. Entretanto, em 1831, ele tinha apenas cinco anos de idade, mas como era preciso esperar a sua maioridade, os senadores e deputados da Assembléia Geral optaram por fazer uma regência provisória.
    • Os liberais, um grupo de políticos, defendiam a monarquia constitucional e os restauradores defendiam o retorno de D. Pedro I e eram contrários às reformas constitucionais.
  • 6.  
  • 7.  
  • 8.
    • A primeira regência formada foi provisória. Depois de dois meses, a Assembléia do Império pôde eleger uma nova regência. Francisco de Lima e Silva agora, estava na companhia de Bráulio Muniz e José da Costa Carvalho. Para o Ministério da Justiça, Diogo Feijó foi escolhido para restaurar a legalidade no país, combatendo as revoltas e a corrupção. Ele criou a guarda nacional para cuidar da segurança do município.
    • Em 1832, a autonomia municipal foi ampliada e novas reformas foram colocadas em prática como a extinção do Conselho do Estado e do Poder Moderador e o estabelecimento da Regência Una. Após as medidas alguns políticos aliaram-se à parte dos liberais para combater a descentralização administrativa e a autonomia das províncias.
  • 9.
    • Diogo Feijó foi eleito regente uno em 1835 e fortaleceu a oposição conservadora. Em 1837, Feijó renunciou ao se encontrar sem força política para fazer oposições e revoltas. Assim o movimento chamado Regresso ganhou força, e representava os escravocratas que defendiam a limitação da autonomia provincial e municipal, pois somente um Estado forte e centralizado poderia garantir a manutenção da escravidão. Além disso, era preciso combater as revoltas populares, que punham em risco a unidade nacional.
    • Em 1840, foi organizado um movimento dos Liberais para se reaproximarem do poder, já que Dom Pedro II iria assumir o trono. Dessa forma, em dezembro de 1840, Dom Pedro II se tornou imperador e inaugurou o segundo reinado. Desde então, ocorreram reformas que limitavam o poder municipal, e as Assembléias Provinciais tiveram seu poder reduzido, e os governos nestas não podiam mais nomear autoridades municipais com a mesma autonomia de antes.
    Diogo Feijó
  • 10. Revoltas por toda parte
    • No período Imperial, houveram muitas revoltas em várias partes do país, vários grupos protestavam para terem uma maior autonomia regional (tudo isso ocorreu na época do governo central). Muitas províncias quiseram se “separar” do país.
  • 11. Cafeicultura e revoltas.
    • A crise econômica herdada do primeiro reinado, o alto custo de vida e o autoritarismo dos regentes tornaram difícil a vida nas províncias. Por isso, no período regencial, ocorreram vários protestos populares e rebeliões nas províncias do Império. Os participantes dessas manifestações variavam: poderiam ser pobres, ricos, fazendeiros, índios, negros, brancos... Porém, seus objetivos não eram os mesmos: as elites exigiam maior autonomia, os índios, negros, brancos pobres e mestiços lutavam por uma melhor condição de vida.
    • Registrou-se também o avanço da cafeicultura pelo interior do Rio de Janeiro, e em 1834 o café, pela primeira vez, superava o açúcar. Assim, o Rio ganhava mais força para reprimir as rebeliões.
    • As principais rebeliões foram a Cabanagem, a Farroupilha, a Revolta dos Malês, a Sabinada e a Balaiada.
  • 12.  
  • 13.  
  • 14. O segundo reinado e o fim do período imperial No segundo reinado o governo central limitou o poder das elites locais e promoveu acordos que atendiam vários interesses sob o controle da Coroa. Dois acordos duraram um bom tempo: a Política da Conciliação e Liga Progressista. Com o término da Liga Progressista em 1868, os acordos se desfizeram e se iniciou uma crise política que acabaria na derrubada do Império. Os paulistas foram aderindo ao movimento republicano, pois estavam interessados na obtenção de mão-de-obra estrangeira. Mas a Câmara dos Deputados fez resistência contra essa medida, pois outras províncias não estavam dispostas a custear a economia cafeeira. Houve também o movimento abolicionista, o incremento da vida urbana e a Guerra do Paraguai. No final de 1880, vários cafeicultores haviam aderido à República. Então um golpe militar articulado derrubou o Império e a República foi proclamada.
  • 15. FIM!