Palestra TV Digital ou TVs Digitais

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Palestra TV Digital ou TVs Digitais

  1. 1. TV DIGITAL ou TVs DIGITAIS ? TV DIGITAL ou TVs DIGITAIS ?
  2. 2. SOCIEDADE EM REDE • Os 3 exemplos caracterizam contextos de sociedades em rede. • REVOLUÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO • As TICs desencadearam uma nova estrutura social dominante, a sociedade em rede; uma nova economia, a economia informacional/global (Castells, 1999). • A informação é matéria-prima desse novo capitalismo informacional, e a estrutura produtiva configurada em sistemas cibernéticos de redes de comunicação e distribuição da informação/conteúdo. Sociedade de consumo mercadoria Sociedade da informação redes
  3. 3. • As TICs foram responsáveis pela revolução tecnológica digital que permitiu a convergência de redes de informação digitais, ou seja, a convergência de mídias digitais como redes superponíveis/linkadas. Telefonia digital, transmissão de TV UHF/Rádio, Cabo, Satélite, Internet IP. • Também permitiu o desenvolvimento ou segmentação da mesma mídia conceitual em diferentes mídias: ex. TVs Digitais: TV via Radiodifusão, IPTV, WebTV, Cabo e Satélite Mídia: Televisão – Sociedade - Aldeia Global “Meio é a mensagem” (Marshall McLuhan) “Interface é a mensagem” (G. Beiguelman) >>>“Interatividade é a mensagem” SOCIEDADE EM REDE
  4. 4. INTERATIVIDADE • O conceito de Interatividade adotado é relativo ao meio TVI (baseado em Glossário da Anatel, SBTVD, CPqD, 2004, e Waisman, 2006), classificando-se em: • Interatividade Local: circunscrita à comunicação entre controle-remoto e set top box, que apenas armazena e disponibiliza a informação que lhe chega via fluxo de difusão; • Interatividade com canal de retorno intermitente: comunicação assíncrona (não em tempo real) do usuário com o serviço oferecido ou outros usuários. As informações são temporariamente armazenadas no set top box e posteriormente enviadas ao servidor. • Interatividade com canal de retorno permanente: comunicação síncrona do usuário com o servidor (serviços e outros usuários). Usuário envia informações em tempo real. • Ao se pensar o design de aplicativos/interfaces para TVI, devemos ter em mente alguns fatores, como: • TV não é computador, possui sistema de transmissão particular (broadcast), é utilizada com largo distanciamento entre usuário e tela de exibição da interface, possui dispositivos de Entrada/Saída diferentes (controle remoto, teclado, touchscreen, aparelhos móveis etc), e normalmente há uma audiência de mais de uma pessoa assistindo TV. • Os perfis de usuário mudam completamente, ainda mais se considerarmos a TV Digital sendo utilizada em mídias móveis.
  5. 5. IPTV X WebTV • IPTV • Internet Protocol Television • Televisão que entrega serviços de TV Digital utilizando como canal uma rede própria (fechada ou pública) sob Protocolo IP de transmissão de dados, sob banda larga dedicada. • Recepção através de Set-top Box e rede especial dedicada. • Suporta pacotes de dados QoS (Quality of Service). • Modelo de negócios: streaming e downolad (VOD). Obs: VOD (Vídeo on Demand) é o principal modelo de negócios no momento. • Customização do conteúdo assinado pelo usuário. • Interatividade mista, em relação a Interface de Usuário, à que temos via TV a Cabo/Satélite digital e Web. • Exs: Clix (Portugal), Apple TV, Imagenio (Espanha), Videon (Brasil).
  6. 6. • WebTV • Televisão Digital que também se utiliza do Protocolo IP, porém usando como canal o próprio ambiente WWW, ou seja, rede aberta e compartilhada, baseando-se na tecnologia streaming de fluxo de dados, sofrendo assim com as limitações de banda larga dos usuários. • Recepção pela própria web / computador e conexão de banda larga do usuário. • Não suporta pacotes QoS. • Modelo de negócios: streaming e downolad (VOD). Principal: Streaming. • Mesmo conteúdo é oferecido para todos os usuários. • Interatividade e Interface de Usuário via Web. • Ex: Terra TV, IG TV, Joost, Globo Vídeos. IPTV X WebTV
  7. 7. 11 PRINCIPAIS ELEMENTOS DA MUDANÇA TV ANALÓGICA standart TV DIGITAL INTERATIVA TVDI O QUE É PROGRAMAÇÃO Conjunto de programas transmitidos por uma rede de televisão Conjunto de programas de preferência de um usuário, da mesma emissora ou de várias emissoras O QUE É GRADE HORÁRIA Distribuição dos programas em horários planejados e previamente divulgados Conjunto de programas escolhidos pelo usuário no horário que lhe convém PRINCIPAL ELEMENTO HORÁRIO DE TRANSMISSÃO Opção da Sequência de armazenamento PRINCIPAL CONCEITO Disponibilidade dos programas no menu principal da rede Medição da audiência Interação em tempo real ASSISTIR TV Um aparelho único para vários usuários simultâneos, hábito de assistir tv em grupo. Gradualmente, diminuir o número de pessoas assistindo a um só aparelho. TVD também se assiste no computador, no celular, no carro, ... Fonte: Prof. Dr. José Carlos Aronchi – UNESP UFRN UNINOVE Horizontalidade de programação – o mesmo programa no mesmo horário Ibope
  8. 8. TV DIGITAL INTERATIVA • Transmissão Broadcast UHF • Necessita de Set-top box para recepção e decodificação de dados (externo ou embutido no televisor digital. • Já existem formatos que oferecem interatividade parcial, como a NET TV a cabo, TV Sky e Telefonica Digital via satélite. • Recepção pelo aparelho de televisão. • Modelo de negócios: radiodifusão aberta gratuita, sob concessão governamental. • Permite interatividade através de canal de retorno ou Canal de Interatividade, regulamentado por portaria do governo federal, que obriga o uso de tecnologia de conexão IP.
  9. 9. TV DIGITAL EM ALTA DEFINIÇÃO • Com interatividade, pode vir a suportar customização do conteúdo oferecido pela emissora/canal. • TV Digital de Alta Definição – HDTV - iniciou operações no Brasil (sem interatividade) em 2007. • Para que haja interatividade, necessita de middleware do SBTVD embarcado (Ginga NCL e Ginga-J), além da presença do Canal de Interatividade via IP. • Interface de Usuário assemelha-se à da IPTV.
  10. 10. • Convergência entre mídias digitais também suporta a Divergência: • As mídias caracterizam-se por se diferenciarem numa grande tecnológica de formatos e suportes, que gera diferenciais conceituais de se trabalhar a informação. Ex: Mídias Mobile (Celular, Smartphone, PDA); Computador: Web, DVD multimídia,WebTV; TV Digital: Broadcast, IPTV • o Mercado/Usuário demandam conteúdos personalizados • Middleware • Camada intermediária de software localizada entre as aplicações (programas de uso final) e o sistema operacional. • Importância: Software que promove a convergência de ambientes de desenvolvimento, considerando-se a variedade de hardwares e sistemas operacionais existentes, por exemplo em smartphones. • Em relação ao usuário, tem como função possibilitar que ele não precise ter contato direto com o sistema operacional do hardware, por exemplo set top boxes ou celulares, especialmente quanto à TV Digital. • Seu objetivo é oferecer às aplicações o suporte necessário para seu rápido e fácil desenvolvimento, além de esconder os detalhes das camadas inferiores, bem como a heterogeneidade entre os diferentes sistemas operacionais e hardwares, definindo, para os que produzem conteúdo, uma visão única de aparelho. TV DIGITAL INTERATIVA
  11. 11. TV Digital Interativa • Sistemas desenvolvidos no mundo: • Americano – ATSC-T middleware DASE • Europeu – DVB-T middleware MHP • Japônes – ISDB-T middleware ARIB-BML • Sistema Brasileiro – SBTVD, baseado no sistema japonês • Middleware brasileiro: • Ginga NCL (declarativo) e Ginga Java (Procedural)
  12. 12. MIDDLEWARE GINGA EM: • Sistemas Operacionais Mobile: • Symbian • Windows • RIM • Linux • PalmOS • Plataformas de Desenvolvimento: • Symbian • JavaME
  13. 13. PROTOCOLOS
  14. 14. Middleware Procedural e Declarativo
  15. 15. Middleware Procedural e Declarativo
  16. 16. TV DIGITAL CONTEXTO MERCADOLÓGICO TV DIGITAL CONTEXTO MERCADOLÓGICO
  17. 17. TV Analógica x Web TV Fonte: Congresso Internacional TV 2.0 – SP – 2008 Site: www.comscore.com
  18. 18. • http://noticias.uol.com.br/ooops/ultnot/2008/09/18/ult2548u604.jhtm
  19. 19. Fonte: Congresso Internacional TV 2.0 – SP – 2008
  20. 20. VIDEON – (Brasil) • Oferece conteúdo audiovisual por banda larga na Tv do Cliente, na forma de VoD; • Brasília; • Programação fica em uma biblioteca virtual; • É possível voltar, avançar, pausar e parar o que esta assistindo e ver depois; • Em estudo: Formas de interação (jogos on-line, mensagem instantânea e acesso a conta bancária). Fonte: Revista Teletime – n.114 – Set-2008 www.videontv.com.br
  21. 21. Imagenio/Telefonica (Espanha - Chile) • Serviço através da plataforma IPTV • Trio da Telefónica = Telefone + Internet + TV • 4,5 milhões de assinantes de banda larga por ADSL • Testes de IPTV em São Paulo (Jardins) “A TV pessoal, sem horários!” Fonte: Revista Teletime – n.114 – Set-2008 www.telefonicaonline.com
  22. 22. IPHONE 3G: • “A briga pela venda do iPhone 3G da Apple no Brasil deixou de ser apenas uma mera questão comercial e, agora, é também uma "batalha" de Marketing. • Vivo e Claro marcaram o lançamento oficial do produto nos seus portfólios para eventos especiais na quinta-feira, 25/09, na capital paulista. • A Vivo, inclusive, vai fazer um evento - ainda em local secreto, segundo sua assessoria, às 11 horas da noite, simplesmente para não "bater" com o horário da concorrente.”
  23. 23. BIBLIOGRAFIA • Harvey, David. A Condição Pós-Moderna. • Bauman, Zygmunt. Globalização. • Castells, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. • Cruz, Vitor; Moreno, Márcio; Soares, Luiz F. TV Digital Para Dispositivos Portáteis - Middlewares. Monografia em Ciências da Computação, PUC, São Paulo, 2008. • Lévy, Pierre. Cibercultura. • Murer, Ricardo. O Que é IPTV. Disponível em: http://www.softv.com.br . Último acesso em outubro de 2008. • Waisman, Thais. Usabilidade em serviços educacionais em ambiente de TV digital. Tese ECA, USP, São Paulo, 2006.
  24. 24. OBRIGADO! Marcelo Correia • Atuação no mercado de Televisão/Vídeo/WebTV • Professor de Produção Multimídia – UNISANTA • Pesquisador em TV Digital – UNESP/TV UNESP • Mestrado - Ciências da Comunicação – USP • Pós-Graduando em Arquitetura da Informação • Contato: • tvdigital@rocketmail.com

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