NOSSO CREDOA BíbliaNós ensinamos que as Sagradas Escrituras são a revelação escrita de Deus para o homem eassim, os sessen...
Deus FilhoNós ensinamos que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Trindade, possui todas as prerrogativasdivinas, sendo Co-igu...
Jesus Cristo e transformar os crentes à imagem do Filho de Deus (Jo 16.7-9; At 1.5; 2.4; Rm8.29; II Co 3.18; Ef 2.22).Ensi...
vença ao pecado e agrade a Deus (Jo3. 3-7; I Co 6.19-20; Ef 2.10; 5.17-21; Fp 2.12; Cl 3.16; IIPe 1.4-10).Ensinamos de aco...
congregações), nível estadual (Convenção Estadual), nível nacional (C.G.A.D.B.), nívelinternacional. Concílio Geral das As...
estarão gozando da comunhão com Ele (II Co 5.8).Ensinamos a ressurreição corporal de todosos homens; os salvos para a vida...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

A) nosso credo

203

Published on

Published in: Spiritual
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
203
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
6
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

A) nosso credo

  1. 1. NOSSO CREDOA BíbliaNós ensinamos que as Sagradas Escrituras são a revelação escrita de Deus para o homem eassim, os sessenta e seis livros da Bíblia que nos foi dado pelo Espírito Santo, constituem aplena Palavra de Deus (I CO 2.7-14; II Pe 1.20,21).Nós ensinamos que a Bíblia é verbalmenteinspirada em cada palavra (II Tm 3.16) e absolutamente inerrante e inspirada einfalível.Ensinamos que a interpretação das Escrituras deve ser feita sob ótica literal, gramático-histórica, com exceção dos trechos que clara e irrefutavelmente indicam sersimbólicos.Ensinamos que a Bíblia constitui a única regra infalível de fé e prática (Mateus 5.18;24,35; JO 10.35; 16.12,13; 17.17; I CO 2.13; II Tm 3.15-17; Hb 4.12: II Pe 1.20,21).Nósensinamos que Deus falou em Sua Palavra escrita por um processo de dupla autoria. O EspíritoSanto deste modo inspirou e supervisionou os autores humanos que, apesar de suaspersonalidades individuais e estilos diferentes de escrita, compuseram e registraram a Palavrade Deus para o homem (II Pe 1.20,21), sem erros na sua totalidade ou até mesmo parciais (Mt5.18; II Tm 3.16).Nós ensinamos que, apesar da possibilidade de se haver muitas aplicaçõessobre um determinado texto das Escrituras, há, contudo, uma única e verdadeira interpretação,a “Hermenêutica de Deus” e este significado singular das Escrituras é encontrado à medida quealguém se aplica no método de interpretação literal (gramática-histórica) sob a iluminação doEspírito Santo (Jo 7.17; 16.12-15; I Co 2.7-15; I Jo 2.20), cuidando de explicar corretamentequalquer linguagem figurativa ou retórica.É responsabilidade do crente descobrir qual é osignificado e a verdade pretendida pelas Escrituras, reconhecendo que qualquer que for a“descoberta”, esta deve ser idêntica a todos os homens, de todas as gerações ou de qualquercontexto cultural, econômico, social, educacional, etc.A Bíblia Sagrada é a Nossa Única Regra Infalível de Fé Normativa Para a Vida e CaráterCristão.DeusNós ensinamos que há um só Deus vivo e verdadeiro (Dt 6.4; Is 45.5-7; I Co 8.4), um SerInfinito e Conhecedor de todas as coisas. Perfeito em todos os seus atributos; Um em essência,mas eternamente existente em três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 28.19; II Co13.14), cada um merecedor igualmente de adoração e obediência.Deus PaiNós ensinamos que Deus Pai, a primeira pessoa da Trindade, ordena e dispõe todas as coisasde acordo com o seu propósito e graça (Sl 145. 8-9: I Co 8.6). Ele é o Criador de todas ascoisas (Gn 1.1-31; Ef 3.9). Como o Único, o Absoluto e Onipotente Regeenter do universo, Ele éSoberano na criação, na providência e redenção (Sl 103.19; Rm 11.36). Ele continuamentesustenta, dirige e governa todas as criaturas e eventos (I Cro 29.11). Em sua Soberania Ele nãoé, contudo, o autor do pecado (Hb 1.13; Jo 8.38-47), nem deixará de exigir a contabilidademoral das criaturas inteligentes (I Pe 1.17). Ele salva do pecado todo aquele que vai a Eleatravés de Jesus Cristo, que tornam-se seus filhos através da fé em Jesus. (I Jo 1.12; Rm 8.15;Gl 4.5; Hb 12.5-9).
  2. 2. Deus FilhoNós ensinamos que Jesus Cristo, a segunda pessoa da Trindade, possui todas as prerrogativasdivinas, sendo Co-igual, Consubstancial e Co-Eterno com o Pai (Jo 14.9). Nós ensinamos que oDeus Pai criou os Céus e a terra e tudo o que neles há, de acordo com a Sua vontade, atravésde Seu Filho, Jesus Cristo, por quem todas as coisas continuam a existir e a operar (Jô 1.3; Cl1.15,17; Hb 1.2).Nós ensinamos que na encarnação Deus tornou-se homem. Ele colocou delado todas as prerrogativas da sua Deidade, tomando a forma de servo, mas sem deixar depossuir, em Sua vida terrena, a totalidade da essência Divina. Isto é, Ele não perdeu nada, emgrau ou substância, a plenitude da divindade, ao deixar de usar os atributos inerentes a Elecomo Deus, pois Ele é Deus Eterno (Is 9.6), e a qualidade do eterno é inextinguível.Naencarnação, a segunda pessoa eternamente existente da Trindade, incorporou todas ascaracterísticas da humanidade e tornou-se Deus-homem (Fp 2.5-8; Cl 2.4).Ensinamos, portanto, que Jesus Cristo representa a Humanidade e a Divindade em umaunidade indivisível (Mq 5.2; Jo 5.23; Cl 2.9).Nós ensinamos que o Senhor Jesus Cristo nasceude uma virgem (Is 7.14; Mt 1.23; Lc 1.26-35), que foi o Deus encarnado (Jo 1.1,14) e que opropósito da encarnação foi revelar Deus (Jo 1.18; 14.9,10), redimir o homem e governar sobreo Reino de Deus (Sl 2.7-9; Is 9.6; Jo 1.29; Fl 2.9-11; Hb 7.25,26; I Pe 1.18,19).Ensinamos queo ministério terreno efetuado por Jesus, foi executado sob a unção do Espírito Santo: “Pois oEspírito do Senhor é sobre mim, porque Ele tem me ungido para pregar o Evangelho aospobres, Ele tem me enviado para curar os quebrantados de coração, para pregar libertação aoscativos, dar vista aos cegos e colocar em liberdade os que estão presos” (Lc 4.18). “Deus ungiua Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem, e curandoa todos os oprimidos do Diabo, porque Deus era com Ele” (Atos 10.38).Ensinamos que o Senhor Jesus Cristo efetuou nossa redenção através do sangue derramado nasua morte sacrificial sobre a cruz; e que esta morte foi voluntária, vicária, propiciatória eredentiva (Jo 10.15; Rm 3.24,25; 5.8; I Pe 2.24). Ele viveu uma vida irrepreensível, totalmentesem pecado, a qual satisfez plenamente a justiça de Deus.Ensinamos que baseados na eficáciada morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, o pecador crente é livre da punição, da penalidade e dopoder do pecado; sendo declarado justo, possuidor da vida eterna e adotado na família de Deus(Rm 3.25; 5.8,9; II Co 5.14,15; I Pe 2.24; 3.18).Ensinamos que a nossa justificação foigarantida por sua literal ressurreição física da morte e que está agora assentado do lado diretodo Pai, de onde intercede por nós como nosso Advogado e Sumo Sacerdote (Mt 28.6; lc 24.38-39; At 2.30,31; Rm 4.25; 8.34; I Tm 2.5; Hb 7.25; 9.24; I Jo 2.1).Ensinamos que a ressurreiçãode Jesus Cristo foi mais uma confirmação da sua Deidade e através dele Deus deu provas deque havia aceitado a obra expiatória de Jesus na cruz. Sendo que a ressurreição corporal deJesus é também uma garantia da ressurreição futura de todos os crentes (Jo 5.26-29; 14.19;Rm 1.4; 4.25; 6.5-10; I Co 15.20,23).Ensinamos que Jesus retornará para arrebatar a Igreja eque posteriormente implantará seu reino Milenar sobre a terra (At 1.9-11; I Ts 4.13-18; Ap20).Ensinamos que o Senhor Jesus Cristo é Aquele pelo qual Deus julgará a humanidade (Jo5.22,23).Deus, Espírito SantoEnsinamos que o Espírito Santo é uma pessoa Divina, eterna, infinita, possuindo todos osatributos de uma personalidade da Deidade, incluindo intelecto (I Co 2.10,13), emoção (Ez4.30), vontade (I Co 12.11); eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onisciência (Is40.13,14); onipotência (Rm 15.13); e verdade (Jo 16.13). Em todos os divinos atributos, Ele éCo-igual e Consubstancial com o Pai e o Filho (Mt 28.25,26; I Co 12.4-6; 2Co 13.14; Hb 10.15-17), que Ele é Deus (At 5.3,4).Ensinamos que um trabalho singular do Espírito Santo começouno Pentecostes, quando Ele veio do Pai como uma promessa de Cristo (Jo 14.16,17; 15.26)para iniciar e completar a edificação do Corpo de Cristo (I Co 12.13). O campo de ação da Suadivina atividade inclui convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo; glorificar o Senhor
  3. 3. Jesus Cristo e transformar os crentes à imagem do Filho de Deus (Jo 16.7-9; At 1.5; 2.4; Rm8.29; II Co 3.18; Ef 2.22).Ensinamos que o Espírito Santo é uma pessoa sobrenatural esoberana, na regeneração, batizando todos os crentes no corpo de Cristo (I Co 12.13). OEspírito Santo também é Aquele que santifica, instrui, dirige e os enche de poder para oserviço; e sela os crentes para o dia da redenção (Rm 8.9; II Co 3.6; Ef 1.13).Ensinamos que oEspírito Santo é o Instrutor Divino, que guiou, os apóstolos e profetas em toda a verdadequando eles estavam escrevendo a revelação de Deus, a Bíblia. Cada crente possuí em seu ser,a presença do Espírito Santo desde o momento da salvação, e que é obrigação de todo nascidode novo ser cheio do Espírito Santo (Jo 16.13; Rm 8.9; Ef 5.18; II Pe 1.21; I Jo 2.20,27).Comomembros da igreja evangélica Assembléia de Deus, pioneira na prática pentecostal, ensinamosa atualidade e a necessidade, para o serviço, do batismo no Espírito Santo , operação dos donsespirituais, e a evidência do fruto do Espírito na vida do obreiro.Cremos ser línguas estranhas aevidência inicial de que a pessoa foi batizada no Espírito Santo.Defendemos também o direito,baseadas na tradição histórica e pioneira da nossa denominação e também por entender quepossuímos base bíblica, de continuar a chamar esta segunda experiência de batismo no EspíritoSanto, em vez de “plenitude”, “enchimento”, “santificação” ou qualquer outra nomenclaturausada por grupos recentes pentecostais, por carismáticos, por neo-pentecostais ou por nãopentecostais.Ensinamos também que a manifestação do Espírito Santo através das línguas,profecia, interpretação, dons de cura, palavra de sabedoria, discernimento de espíritos ououtros dons, são essenciais ao serviço ministerial.O HomemEnsinamos que o homem foi criado por Deus em sua imagem e semelhança. O homem foicriado livre do pecado, com uma natureza racional, intelectual, volitiva e moralmenteresponsável perante Deus. (Gn 2.7; 15.25; Tg 3.9).Ensinamos que a intenção de Deus nacriação do homem foi que este pudesse glorificá-lo, mantendo comunhão com Ele e fazendo aSua vontade (Is 43.7; Cl 1.16; Ap 4.11).Ensinamos que no pecado de desobediência de Adão, ohomem perdeu sua inocência, trazendo a penalidade da morte física e espiritual, tornando-semerecedor da ira de Deus. Assim a queda de Adão deixou o homem totalmente incapaz deescolher ou fazer o que é aceitável diante de Deus. Com a natureza pecaminosa e sem poderque o capacite a recuperar-se por si só, o homem ficou irremediavelmente perdido. A suasalvação é unicamente através do trabalho redentivo de Jesus Cristo (Gn 2.16,17; 3.1; Jo 3.36;Rm 3.23; 6.23; I Co 2.14; Ef 2.1-3; I Tm 2.13-14; I Jo 1.8).Ensinamos que pelo fato de todosos homens procederem de Adão, todos herdaram a sua natureza corrompida, sendo Jesus aúnica exceção. Todos os homens são pecadores por natureza, escolha e ação individual ( Sl14.1-3; Jr. 17.9; Rm 3.9-18,23; 5.10-12).SalvaçãoEnsinamos que a salvação é totalmente pela graça de Deus, fundamentada na redenção deJesus Cristo, no mérito do seu sangue derramado, e não por méritos pessoais ou obras (Jo1.12; Ef 1.7; 2.8-10; I Pe 1.18,19).Ensinamos que a justificação (Rm 8.33) é um ato pelo qualDeus declara justos todos aqueles que através da fé em Jesus arrependeram-se dos seuspecados (Lc 13.3; At 2.38; 3.19; 11.18; Rm 2.4; II Co 7.10; Is 55.6,7) e confessam-no comoSoberano Senhor (Rm 10.9,10; I Co 12.3; II Co 4.5; Fp 2.11). Esta justiça é separada dequalquer virtude ou obra humana (Rm 3.20; 4.6), e consiste em aceitar o sacrifício vicário deJesus para a redenção dos nossos pecados (Cl 2.14; I Pe. 2.24) e imputar a justiça de Cristo anós (I Co 1.30; II Co 5.21).Ensinamos que a regeneração é um trabalho sobrenatural doEspírito Santo através do qual uma natureza e uma vida divina é dada (Jo 3.3-7; Tt 3.5). Éinstantânea e executada unicamente pelo poder do Espírito Santo através da instrumentalidadeda Palavra de Deus (Jo 5.24), quando o pecador arrependido, responde em fé à divina provisãoda salvação. A genuína regeneração é manifestada por frutos dignos de arrependimento ao sedemonstrar atitudes e condutas condizentes com o testemunho cristão. É através daregeneração, ao receber uma nova natureza, que o homem se habilita a viver uma vida que
  4. 4. vença ao pecado e agrade a Deus (Jo3. 3-7; I Co 6.19-20; Ef 2.10; 5.17-21; Fp 2.12; Cl 3.16; IIPe 1.4-10).Ensinamos de acordo com as Assembléias de Deus no Brasil, a doutrina da eleiçãocondicional, a qual é baseada no exercício individual do livre arbítrio de cada homem.Entendemos ser a eleição um ato baseado na presciência de Deus, pelo qual Ele escolheu emJesus Cristo para a salvação todos aqueles que de antemão sabia que O aceitariam, isto é,somos eleitos em Cristo, porque decidimos aceitá-lo (Ef 1.4; I Pe 1.1,2; II Tm 1.9).Ensinamosser a eleição baseada na presciência divina, sendo conseqüência de uma fé prevista por Deus.(Discordamos da eleição incondicional do Calvinismo, onde a fé é fruto e vidência da eleição –os indivíduos são eleitos para crer, e não porque hão de crer). De acordo com o nosso ensino, aeleição incondicional fere o senso de justiça de Deus e a responsabilidade do homem. Comofalar em julgamento onde não houve exercício da liberdade? Além do mais vemos na Bíblia queCristo morreu por todos os Homens, (I Tm 2.4,6; Hb 2.9; I Jo 2.2; II Pe 3.9), sendo a vontadedivina que todos sejam salvos (Mt 11.28; Rm 10.13). Estes convites seriam hipocrisia divina sea aceitação deles dependesse unicamente de uma assistência eficaz por parte de Deus. E o quefazer com exortações que inspiram a atividade missionária e a pregação do Evangelho a todasos perdidos? Retiraríamos da nossa Bíblia Mc 16.15,16?Assim sendo, na eleição condicionalDeus e o homem cooperam mutuamente no processo de salvação (que o homem é ativo naconversão podemos ver pelas seguintes passagens: Is 55.7; Jr 18.11; Ez 18.23-32; 33.11; At2.38; 3.19; 17.30).As seguintes referências sustentam a nossa posição da eleição condicional:Mt 7.24; Mt 25.34-40; I Sm 2.30; Jo 3.10; Mt 10.32; 11.28; Mc 8.38; 11.3,6; Lc 9.23; At 2.21;10.43; 17.30; Rm 1.16; 10.13,14; I Tm 2.3,4; Ap 3.20; 22.17.Ensinamos que cada crente, nomesmo instante em que aceita a Jesus é declarado posicionalmente santo. Esta santidade nãopoderá ser confundida com a santificação progressiva, mas é uma posição, não tendo nada aver com a sua presente condição (At 20.32; I Co 1.2,30; 6.11; II Ts 2.13; Hb 2.11; 3.1;10.10,14; 13.12; I Pe 1.2).Ensinamos também que através da operação do Espírito Santo, háuma santificação progressiva, pela qual se procura igualar o padrão presente decomportamento ao do estado posicional de santidade. Através da obediência à Palavra de Deuse através do poder do Espírito Santo, o crente é capaz de viver uma vida de santificaçãoprogressiva, na qual vai crescendo mais e mais, até a estatura de varão perfeito (Ef 4.13; Jo17.17,19; Rm 6.1-22; II Co 3.18; I Ts 9.3-4; 5.23).Ensinamos que cada pessoa salva estáenvolvida em um conflito diário (a nova criação em Cristo guerreia contra a carne). Ressaltamosque a provisão para a vitória é conseguida através do domínio do Espírito Santo (Rm caps. 7 e8). O conflito contudo, entre a carne e o espírito, estará sempre presente (a menos que ocrente morra ou seja arrebatado). Não aceitamos, portanto, a Teologia da erradicação dopecado da natureza humana, após a pessoa haver aceitado a Jesus, por entender que a mesmanão tem fundamento escriturístico. O que o Espírito Santo faz não é a erradicação do pecadomas é providenciar vitória sobre o poder do pecado (Gl 5.16-25; Ef 4.22-24; Fp 3.12; Cl 3.9,10;I Pe 1.14-16; I Jo 3.5-9).A IgrejaEnsinamos que todo aquele que colocar sua fé em Jesus Cristo, fará parte imediatamente daunidade do seu Corpo Espiritual, a Igreja (I Co 12.12,13), a qual é também chamada sua noiva(II Co 11.2; Ef 5.23-32; Ap 19.7,8); e da qual Cristo é a cabeça (Ef 1.22; 4.15; Cl1.18).Ensinamos que a Igreja, o Corpo de Cristo, começou formalmente no dia de Pentecostes(At 2.1-21, 38-47) e Ela estará de pé (Mt 16.18) até que Cristo venha, e haja o seu rapto (I Co15.51,52; I Ts 4.13-18).Ensinamos que a Igreja é um organismo espiritual designado porCristo, formada por todos os nascidos de novo na presente época (Ef 2.11 – 3.6). Entendemosque o estabelecimento e a continuidade das Igrejas locais é ensinada no Novo Testamento (At14.23,27; 20.17,28; Cl 1.2; Fp 1.1; I Ts 1.1; II Ts 1.1).Ensinamos que os líderes devem dirigir aIgreja como servos de Cristo (ITm 5.17-22). E como eles tem a autoridade divina na direção daIgreja, espera-se que a congregação se submeta à sua liderança (Hb 13.7,17).Ensinamos comopadrão o sistema eclesiástico hierárquico utilizado pela Assembléia de Deus no Brasil. Osvínculos organizacionais se articulam a partir do nível municipal (igreja local – sede e suas
  5. 5. congregações), nível estadual (Convenção Estadual), nível nacional (C.G.A.D.B.), nívelinternacional. Concílio Geral das Assembléias de Deus.Ensinamos que a igreja visível de Cristo éuma congregação de crentes batizados nas águas, que se associam por um pacto na fé ecomunhão do Evangelho; que observam as ordenanças de Cristo e são governados por suasleis; que usam os dons, direitos e privilégios a eles concedidos pela Palavra (Mt 18.17; I Co 1.1-13; At 5.11; 8.11; At 11.21; I Co 4.17; 14.23; III Jo; I Tm 3.5; At 2.41,42; II Co 8.5; At 2.17; ICo 5.12; Ef 4).Ensinamos que as duas ordenanças básicas da Igreja são o Batismo nas Águas,que deve ser ministrado por imersão total (Mc 16.16; Mt 28.19; At 2.38; 4.31; 8.12,16; 9.18;16.15,33; Rm 6.3; Gl 3.27) e a Santa Ceia, que foi instituída pelo Senhor Jesus (Mt 26.17-19; Lc22.14-23; Jo 13.30; I Co 11.23-26; I Co 5.7).Ensinamos que o propósito fundamental da Igrejase identifica com o de Deus, o qual é: procurar e salvar o perdido. Deste modo entendemos arazão prioritária de ser da Igreja, é de servir como agência de Deus na evangelização do mundo(At 1.8; Mt 28.19,20; Mc 16.15,16), e ser um canal na edificação de vidas que estão sendoaperfeiçoadas à imagem de Cristo (Ef 4.11-16; I Co 12.28; 14.12).Ensinamos que a igrejaAssembléia de Deus procura se assemelhar em tudo aos padrões apostólicos do NovoTestamento, enfatizando tanto uma vida cheia do fruto como dons do Espírito. Por isto,ressaltamos a importância na Igreja local, de um aprofundamento na Palavra, balanceando coma procura dos dons, encorajando a todos os crentes que sejam batizados no Espírito Santo efalem em outras línguas (Gl 5.16-26; I Co 12-14).Os AnjosEnsinamos que os anjos são seres criados, não devem portanto ser adorados. Foram criadospara servir e adorar a Deus (Lc 2.9-14; Hb1.6,7,14; 2.6,7; Ap 5.11-14; 19.10; 22.9).Ensinamosque Satanás também é um anjo criado e autor do pecado. Ele mereceu o julgamento de Deuspor rebelar-se contra seu Criador (Is 14.12-17; Ez 28.11-19). Na ocasião da sua queda levouconsigo muitos anjos (Mt 25.4; Ap 12.1-14) e foi responsável direto quando tentou Eva e opecado foi introduzido na raça humana (Gn 3.1-15).Ensinamos que Satanás e seus anjos são inimigos declarados de Deus e dos homens (Is14.13,14; Mt 4. 1-11; Ap 12.9-10). Que ele é o Príncipe deste mundo, mas que tem sidoderrotado através da morte e ressurreição de Jesus (Rm 16.20), e que será eternamentepunido no lago de fogo (Is 14.12-17; Ez 28.11; Mt 25.41; Ap 20.10).O InfernoEnsinamos que o inferno é um lugar real e que é a habitação e a condição final dos pecadores.Assim como o céu é um lugar, tendo sua localização difinida, assim também é o inferno. Isso évisto pelo fato que é representado como possuidor de habitantes. Seus habitantes possuemalma e corpo (Lc 16,28; Ap 20.14; 21.8).O inferno é apresentado como lugar de tristeza edesespero (Lc 13.28; Mt 25.30)., lugar de infortúnio e tormento (Ap. 14.11; 20.10), lugar detrevas e degradação (Mt 25.30; Ap 22.11a).Ensinamos que quem vai para o inferno: Satanás eseus anjos (Mt 25.41), o anticristo e o falto profeta (Ap 20.10), os ímpios e incrédulos (Ap21.8). Neste lugar, o castigo tem um caráter eterno (Mt 25.46; Mc 3.29; II Tes 1.9).Escatologia:A MorteEnsinamos que a morte é a separação entre a alma e o corpo (Fp 1.23), e nela não estáenvolvida a perda da consciência imaterial (Ap 6.9-11), pois a alma do redimido passaimediatamente à presença de Cristo (Lc 23.4; Fp 1.23; II Co 5.8). Esta separação continuaráaté o rapto da igreja (I Ts 4.13-17), onde se dará a primeira ressurreição e onde ocorrerá areunificação da nossa alma e corpo, os quais serão glorificados para sempre (Fp 3.21; I Co15.35-44,50-54). Até aquele momento da glorificação, as almas dos redimidos em Cristo
  6. 6. estarão gozando da comunhão com Ele (II Co 5.8).Ensinamos a ressurreição corporal de todosos homens; os salvos para a vida eterna (Jo 6.39; Rm 8.10-11, 19-23; II Co 4.14); e os não-salvos para o julgamento e punição eterna (Dn 12.2; Jo 5.29; At 20.13-15).Ensinamos que asalmas dos não salvos, são guardadas sob punição até a segunda ressurreição (Lc 16.19-26; Ap20.13-15), quando a alma e o corpo ressurretos serão unidos (Jo 5.28,29). Eles comparecerãoentão para julgamento diante do grande Trono Branco (Ap 20.11-15), e serão lançados aoinferno, no Lago de Fogo (Mt 25.41-46), e cortados da vida e da presença de Deus para sempre(Dn 12.2; Mt 25.41-46; II Ts 1.7-9).O Rapto da IgrejaEnsinamos o retorno pessoal e corporal do Senhor Jesus Cristo antes dos sete anos datribulação (I Ts 4.16; Tt 2.13), para transladar Sua Igreja da Terra (Jo 14.1-3; I Co 15.51-53; ITs 4.15; 5.11), é entre esse evento de Seu retorno glorioso com os Santos, no fim do períododa tribulação, que haverá o galardoamento dos crentes de acordo com suas obras, no eventoque chamamos de “Bodas do Cordeiro” (I Co 3.11-15; II Co 5.10).A TRIBULAÇÃO Ensinamos que imediatamente após a remoção da Igreja da Terra (Jo 14.1-3; I Ts 4.13-18),iniciará um período de julgamento divino sobre o mundo descrente (Jr 30.7; Dn9.23;12.1; II Ts2.7-12; Ap 16). Este julgamento findará com o retorno de Cristo em glória (Mt 24.27-31; 25.31-46).A Segunda Vinda e o MilênioEnsinamos que, após o período da Tribulação, Cristo retornará à Terra e ocupará o trono deDavi (Mt 25.31; Lc 1.31-33; At 1.10-11; 2.29-30) e estabelecerá Seu Reino Messiânico por milanos (Ap 20.1-7). Durante esse tempo, os Santos ressurretos reinarão com Ele sobre as nações(Ez 37.21-28; Dn 7.17-22; Ap 19.11,16). Este Reino será precedido pela vitória do Cordeirosobre o Anticristo e o Falso Profeta, e pela remoção de Satanás do mundo (Dn 7.17-27; Ap20.1-7). Enfatizamos que o Reino Milenar do Senhor será caracterizado por harmonia, justiça,paz, retidão e longa vida (Is 11; 65.17-25; Ez 36. 33-38). Este reino findará com a libertação deSatanás (Ap 20.7)O Julgamento dos PerdidosEnsinamos que após o Milênio, Satanás será solto (Ap 20.7), e enganará as nações da terra eas arregimentará à guerrearem contra os santos e a cidade amada. Neste ponto, Satanás e seuexército serão destruídos por fogo vindo do céu (Ap 20.9). A seguir Satanás será lançado nolago de fogo e enxofre (Mt 25.41; Ap 20.10). E então Cristo, que é o juiz de todos os homens(Jo 5.22), julgará no Grande Trono Branco, os grandes e pequenos que ressuscitarão paraserem julgados.Esclarecemos que esta é a ressurreição para julgamento dos que morreram semsalvação (Rm 14.10-13). Todos os ressurretos aqui serão julgados e condenados a uma puniçãoconsciente e eterna no lago de fogo (Mt 25.41; Ap 20.11-15).A EternidadeEnsinamos que, após o julgamento dos não salvos (Ap 20.7-15), os elementos desta terra serãodestruídos (II Pe 3.10) e aparecerá um novo céu e uma nova terra onde habita a justiça (Ef5.5; Ap 20.15, 21,22). A seguir, a Nova Jerusalém descerá dos céus (Ap 21.2) e será o local dehabitação dos santos, onde gozarão a eterna comunhão com Deus (Jo 17.3; Ap 21.22).A Bíblia Sagrada é a Nossa Única Regra Infalível de Fé Normativa Para a Vida e CaráterCristão.

×