A língua de eulália

  • 12,031 views
Uploaded on

 

  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
No Downloads

Views

Total Views
12,031
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
116
Comments
0
Likes
2

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. A língua de Eulália Marcos Bagno A bruxa está solta! Grupo: Anne e Mariane
  • 2. Introdução O livro “A língua de Eulália” têm como objetivo proporcionar uma reflexão em relação ao uso da língua padrão e não-padrão; podemos perceber a grande diversidade lingüística existente, a partir dos contextos sociais, costumes, cultura e hábitos.
  • 3. A história acontece em uma fazenda, onde mora Irene, tia de Vera, que é lingüista. Com a intenção de descansar e aproveitar as férias de inverno, três estudantes universitárias decidem visitá-la. A trama inicia quando as garotas acham engraçado o jeito de falar de Eulália, empregada de Irene e, a partir daí se discute a constituição da Língua Portuguesa e as variações lingüísticas.
  • 4. O nome da bruxa.... ANALOGIA
    • Mudança lingüística causada pela interferência em uma forma já existente;
    • A analogia é responsável por uma quantidade imensa de fenômenos lingüísticos, são tantos que seria difícil mostrá-los todos no livro.
  • 5. O roubo das vogais fechadas
    • O primeiro exemplo de “ataque” da analogia é um feitiço tão forte que seus resultados são audíveis não só na língua não-português-padrão, mas também na forma de falar de algumas pessoas que se dizem instruídas e educadas.
    • Na língua portuguesa há uma alternância vocálica entre vogal fechada e vogal aberta na relação nome-verbo. Por exemplo:
    eu [me] apego o apego eu gelo o gelo eu selo o selo eu almoço o almoço VERBO SUBSTANTIVO
  • 6.
    • Em 1971 com as novas regras ortográficas, o acento circunflexo foi excluído, pois percebeu-se que nenhum falante português se confundiria para pronunciar essas palavras.
    SUBSTANTIVO VERBO O esp ê lho O est ô ro O p ô so O r ô bo Eu esp é lho Eu est ó ro Eu p ó so Eu r ó bo
  • 7. Segundo Bagno, essas formas podem ser ouvidas diariamente em lojas, salas de aula, televisão e outros meios de comunicação, pronunciados por todas as classes sociais e níveis de escolaridade. As crianças são as vítimas preferidas da analogia, até porque ela é considerada uma bruxa. É nela que as crianças falam “ eu fazi ”, “ eu sabo ”.
  • 8. Considerações finais: Percebe-se em relação à leitura do livro como também do capítulo abordado que o português padrão não é utilizado pela enorme quantidade de regras; já o português não padrão se faz presente no cotidiano das pessoas, na forma de comunicação, expressão e interação. Sendo este mais popular e de fácil compreensão.