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Teresa Correia - CM FARO
 

Teresa Correia - CM FARO

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ENCONTRO LIVING LAB sobre o Tema: Reabilitação Sustentável e Eficiência como Motores da Internacionalização das Empresas ...

ENCONTRO LIVING LAB sobre o Tema: Reabilitação Sustentável e Eficiência como Motores da Internacionalização das Empresas

O SUSTAINABLE CONSTRUCTION LIVING LAB é uma organização transversalmente representativa do sector da construção, integrando gradualmente todos os atores, desde as Instituições Europeias ao Utilizador Final, com o objectivo de tornar a construção sustentável a prática comum. Constitui-se como estrutura que facilita a cooperação entre os atores relevantes deste sector, com o objectivo de promover a eficácia das soluções construtivas e a inovação, nomeadamente na área da reabilitação do edificado.

O TEMA:

O SUSTAINABLE CONSTRCTION LIVING LAB (membro da Rede Europeia de Living Labs) apresenta os resultados dos seus Grupos de Trabalho transdisciplinares, dedicados à definição de soluções construtivas robustas para a reabilitação de coberturas, fachadas, sistemas e revestimentos interiores, com o objectivo de alargar boas práticas, melhorar salubridade e conforto e incrementar a robustez do edificado existente. Dada a atual conjuntura, torna-se importante comunicar quais os critérios para a internacionalização das boas práticas identificadas, no sentido de virem acrescentar valor noutros locais do planeta.

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    Teresa Correia - CM FARO Teresa Correia - CM FARO Presentation Transcript

    • INCENTIVAR AS BOAS PRÁTICASATRAVÉS DAREGULAMENTAÇÃOTeresa Viegas CorreiaVereadora da Câmara Municipal deFaroFaro, 9 de maio de 2013
    • REGULAMENTOS MUNICIPAIS:Num Estado de Direito todos os momentos da vida de um cidadão sãomediados por leis e regras que deve conhecer, cumprir e respeitar.q A legislação municipal terá de ser coerente, clara e facilmentecompreensível.q Os objetivos gerais são de defesa do interesse público, identificandoos valores mais importantes claramente, dirimindo conflitos e criandocondições para a modernidade.q A dispersão legislativa cria dificuldades de entendimento ecompreensão, pretendendo-se tanto quanto possível a junção num únicodocumento.NORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃO
    • 1970 - “Estudo de Prospeção, Preservação e Recuperação Urbana deFaro” Arqt.º Cabeça PadrãoNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃOEstudos preliminaresintegrando,propostas de salvaguarda ao nívelda definição de zonamento e daintervenção no espaço urbano e nosedifícios sujeitos a intervenções deconservação ou de correcção dedissonâncias
    • 1981 – “Plano de Urbanização de Faro” – Arqtº Tomás TaveiraNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃO
    • 1990 – “Estudos de reabilitação urbana dos núcleos históricos de Faro”Arq.tos Rui e Frederico PaulaA - Vila a dentroB - Mouraria e JudiariaC - Bairro Ribeirinho              Sem Escala" NÚCLEOSHISTÓRICOS,REABILITAÇÃOURBANA ".Delimitação dos Núcleos HistóricosArqº Rui PaulaOut. 1990NORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃOEstudos preliminaresintegrando,Identificação dos EspaçosUrbanos Históricos,Caracterização e identificaçãodos aspetos a preservar, notocante às suas componentesurbanísticas e arquitetónicas.
    • 1995 – “Plano Director Municipal” – Arqtºs Bruno Soares e Ana LebreEspaço urbano estruturanteEspaço Histórico de FaroUnidades Operativas dePlaneamento e Gestão( U.O.P.)Doca de recreio- barcos semmastroDoca de recreio- para outrobarcosPontão/Transporte FluvialLimite do Parque Natural da RiaFormosa34,56Espaço urbano estruturanteEspaço Histórico de FaroUnidades Operativas dePlaneamento e Gestão( U.O.P.)Doca de recreio- barcos semmastroDoca de recreio- para outrobarcosPontão/Transporte FluvialLimite do Parque Natural da RiaFormosa34,56Instrumentos de gestãoterritorialestabelecendo, para as áreasurbanas antigas:A delimitação dos Espaços UrbanosHistóricos; a obrigatoriedade demanutenção das característicasurbanísticas das suas malhas e daarquitectura dos edifícios de maiorinteresse e; a identificação edifícios econjuntos a preservar, no âmbito dosPlanos Municipais de OrdenamentoNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃO
    • 1996 – “Normas Provisórias do Plano de Salvaguarda dos Núcleos Históricosde FaroNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃONormas orientadoras,visando:Proibição dasdestruiçõessistemáticas deelementos construtivose tipologias;Reorganização doespaço público
    • 1997 – Área Crítica de Reconversão e Recuperação Urbanística da VilaAdentro - ACRRU – Núcleo Histórico Intra-muros ou Vila Adentrodo Centro Histórico de FaroNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃOEnquadramento legal,visando a uma intervençãoglobal de conservação ereabilitação do edificado
    • 2002 – Regulamento Municipal das Intervenções nos NúcleosHistóricos de Faro - abrangênciaNORMATIVA E REGULAMENTAÇÃO - EVOLUÇÃOOcupação do espaço público -toldos; esplanadas; publicidade;mobiliário urbano.Usos - manutenção da habitação;Arqueologia – identificação dezonas arqueologicamentesensíveis e respetivosprocedimentos;Edificado – identificação dea) categorias de edifícios – frente urbana de qualidade; edifícios notáveis; edifíciosclassificados ou em vias de construção – e respetivos tipos de intervenção –conservação, ampliação, reconstrução e construção nova;b) elementos de construção a conservar e/ou repor, incluindo materiais, técnicas deconstrução a obedecer.
    • DAS NORMAS PROVISÓRIAS AO RMUEFDAS NORMASPROVISÓRIAS1996VISANDOCUIDADOS PRIMÁRIOS DESALVAGUARDAREORGANIZAÇÃO DO ESPAÇOPÚBLICO
    • DAS NORMAS PROVISÓRIAS AO RMUEFAO RMEUF2013INTEGRANDO AS INTERVENÇÕESDESTAS ÁREAS NO CONTEXTODA CIDADEALARGANDO AS ORIENTAÇÕESÀ SALVAGUARDA DETIPOLOGIASALARGANDO AS ORIENTAÇÕESÀS COMPONENTES DEEFICIÊNCIA ENERGÉTICA
    • NOVO REGULAMENTO DA URBANIZAÇÃO E DA EDIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FAROMANUTENÇÃO DE MATERIAIS E REVESTIMENTOSArtigos 60º, 61º e, 62º - Imóveis classificados ouem vias de classificação; edificações notáveise; frentes urbanas de qualidadePara estes imóveis as obras de conservaçãodeverão ser:i.  Executadas com vista à manutenção fiel dascaracterísticas do edifício, no tocante aosseus elementos estruturais, arquitetónicos, oudecorativos e, com recurso a técnicas emateriais iguais, idênticos ou compatíveiscom os existentes à data da sua construção;iii.  Apenas admitidas substituições totais,nos casos em que se verifique adegradação irrecuperável dos elementosreferidos no ponto anterior, devidamentecomprovada após visita técnica realizada pelaCâmara Municipal
    • o conforto térmico, através de soluções que permitam o aquecimento e oarrefecimento passivos, que maximizem os ganhos solares no inverno e oscontrolem no verão.aproveitamento de energias renováveis como objetivo de maximizar a eficiência energética e reduzir as emissões degases com efeito de estufaArtigo 63.º- Eficiência energéticaNOVO REGULAMENTO DA URBANIZAÇÃO E DA EDIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FAROEFICIÊNCIA ENERGÉTICA
    • http://www.microgeracaoedp.com/o-que-eos proprietários, promotores e projetistas devem aplicar as devidasmedidas nos seus projetos, por forma a obter tendencialmente a “Classe A” doSistema de Certificação Energética.redução das taxas urbanísticas aos requerentes cujos projetos de edifícioscontemplem a utilização de mecanismos de aproveitamento de energiasalternativas e de soluções que racionalizem e promovam o aproveitamento derecursos renováveis para a água, a água quente e a energia elétrica, tais comocoletores de águas pluviais, coletores solares térmicos e painéisfotovoltaicos.Artigo 63.º- Eficiência energéticaNOVO REGULAMENTO DA URBANIZAÇÃO E DA EDIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FAROEFICIÊNCIA ENERGÉTICA
    • Artigo 63º : Eficiência Energética…3 — Os projetos de arquitetura de edifícios devem demonstrar e ilustrar assoluções adotadas em cumprimento da legislação em vigor sobre odesempenho energético e a qualidade do ar interior dos edifícios, sistemasenergéticos de climatização e características de comportamento térmico,devendo ser seguidas a regulamentação nacional, as boas práticas e asrecomendações nacionais e internacionais sobre a matéria, garantindo a melhorintegração na envolvente bem como na solução do projeto.O Regulamento da Urbanização e da Edificação do Município de Faro foiaprovado em Assembleia Municipal em 29 de Abril de 2013.
    • OBRIGADO