2 Oe José Cruz 11 11 2009 Final

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    2 Oe José Cruz 11 11 2009 Final - Presentation Transcript

    1. José Cruz
    2. O que é? Modelo matemático que representa o comportamento de um edifício. É constituído por três blocos  Estrutura do sistema (modelo do edifício): Arquitectura, Materiais, Envidraçados, …  Variáveis de input: Controláveis – ocupação, iluminação, equipamentos, horários, Incontroláveis – clima local  Resultados: resposta do modelo matemático aos parâmetros anteriores 2
    3. Programa Analisado: DesignBuilder  Interface do Energy plus Ferramenta poderosa, mas pouco user friendly  Desenvolvido no Reino Unido  Primeira versão lançada em 2005  Brevemente terá em módulo IEE  Factor de Forma e Factores de Correcção Climática de Inverno e de Verão  IEE limite e S ponderados (em caso de edifícios com várias tipologias)  Indicador de Eficiência Energética  Classe Energética  Consumos energéticos relevantes para preenchimento da DCR / CE  Etc. 3
    4. Funcionamento do programa Dados Clima • Temperatura Seca • Humidade Relativa • Pressão Descrição Edifício • Radiação • Vento (velocidade direcção) • Localização •… • Arquitectura • Materiais construção • Zonas térmicas • Ganhos internos (equipamentos, Análise Térmica iluminação, elevadores, bombagens e acessórios , …) Cargas térmicas Potências • Perfis ocupação horárias Climatização • infiltrações arrefecimento e aquecimento Climatização Análise Sistema •Tipo e potência •Performance •Ventilação insuflação e extracção •Controlo e horários •Ar novo •… Consumos de energia 4
    5. Resultados  Ganhos e perdas de energia térmica dentro de cada espaço definido, discriminados por fontes e poços;  Consumo energético discriminado por aplicação (aquecimento, arrefecimento, ventilação, iluminação, etc.) e por fonte de energia (electricidade, gás, etc.);  Temperaturas do ar interior, média radiante e operacional, humidade relativa;  Índices de conforto térmico, com curvas de distribuição da temperatura;  Transmissão de calor através da envolvente do edifício, incluindo paredes, coberturas, infiltração, ventilação, etc.;  Cargas de aquecimento e arrefecimento;  Produção de CO2;  Dimensionamento de sistemas AVAC, climatização e ventilação. 5
    6. Envolvente Exterior  Ambiente 3D  Construção por blocos  Grande variedade de geometrias possíveis  Navegador com os elementos construtivos e respectivas áreas 6
    7. Visualização do Edifício 7
    8. Tipos de construções no DB  Paredes exteriores  Cobertura  Pavimento  Pavimento entre pisos  Paredes interiores  Paredes/coberturas/pavimento em contacto com espaços não ocupados  Pontes térmicas  … 8
    9. Parede exterior  Construções e materiais tipo na biblioteca do programa  Possibilidade de adicionar novos materiais e construções à biblioteca Material 9
    10. Existem dois modos de definir as infiltrações e a ventilação natural:  Schedule: define um valor fixo de renovações por hora  Calculated: o programa calcula as renovações com Atenção! base em Verificar se os ficheiros de - Janelas, grelhas, aberturas e fendas; clima têm dados de vento - Tamanho, forma e orientação - Velocidade do vento e temperatura exterior - Temperatura interior em cada zona - Definições de controlo de conforto 10
    11. Divisórias interiores, criação de zonas A criação de zonas é um processo que divide o edifícios em áreas físicas separadas Se alguma área do edifício tem diferentes sistemas de AVAC, iluminação, orientação ou condições de operação é necessários criar uma zona que a represente As zonas no DesignBuilder são desenhadas com partições:  Partições interiores definem as zonas num bloco  Cada zonas pode ter definições independentes ou comuns ao bloco  Simulação multi-zona  os cálculos são feitos para cada zona e não com médias para o edifício 11
    12. Funcionamento hierárquico do modelo Local  Valores por defeito definidos pelo nível acima na hierarquia Edifício Bloco  Alterações num nível altera todos os parâmetros abaixo na Zona hierarquia. Superfície Abertura 12
    13. O edifício é dividido em zonas de acordo com as suas actividades Cada tipo de actividade tem associado os dados de: i) Ocupação - densidade de ocupação (pessoas/m2); - perfis de ocupação (com detalhe horário e com possibilidade de incluir feriados) ii) Actividade metabólica - actividade dos ocupantes e - ganhos térmicos sensíveis e latentes iii) Consumo de AQS - Consumo em litros/m2/dia 13
    14. iv) Controlo ambiente - Setpoints de temperatura (aquecimento e arrefecimento) - Setpoints de temperatura de setback (aquecimento e arrefecimento) - Setpoints de humidade relativa (humidificação e desumidificação) - Temperatura mínima de ventilação natural (free cooling) - Ar novo: mínimo por pessoa nº de renovações horárias mínimas - Iluminação: iluminância requerida (lux) 14
    15. v) Ganhos internos - Ganhos internos de equipamentos (computadores, equipamento escritório, equip. cozinha, …) - Horários de funcionamento dos equipamentos 15
    16. Typical Workday - Horário On/Off (100%, 0%) - Intensidade a 100 Schedule - Perfis horários, 0-100% - Podem-se definir perfis diferentes para os diferentes dias da semana e do mês - Possibilidade de adicionar feriados 16
    17.  Base de dados com envidraçados (algumas falhas)  Possibilidade de adicionar à biblioteca  Definição de tipo de caixilhos e nº de divisórias Sombreamentos:  Window shadings (cortinas, estores, black-outs, etc.) - Controlo em função de horários, temperatura, radiação, …  Local shadings (palas exteriores verticais ou horizontais) 17
    18. Define-se a iluminação em função de:  Potência (W/m2)  Tipo de luminária  Fracções visível e radiante 18
    19. Controlo de iluminação  Funcionamento em função de horário  Controlo em função da luz natural:  Linear  Escalões 19
    20. Tipos de sistemas de AVAC disponíveis no DesignBuilder  Fan coil units Sistemas monozona  Unitary single zone (expansão directa e splits)  Unitary multizone (expansão directa multizona com uma única UTA) Sistemas multizona  CAV – Volume de Ar Constante  VAV – Volume de Ar Variável 20
    21. 21
    22. 22
    23. Ventilação mecânica  Valor máximo  Perfil e horário funcionamento  Ar Novo  Ventiladores  Free Cooling  Recuperador de Calor 23
    24. Aquecimento  Combustível  CoP  Perdas de distribuição  Bateria aquecimento  Horário funcionamento Arrefecimento  (igual a aquecimento) Controlo de humidade  Humidificação – On/Off  Desumidificação – On/Off 24
    25. Cálculos  Dimensionamento potência aquecimento Cálculo estacionário  Dimensionamento potência arrefecimento Cálculo para dia projecto  Simulação Simulação dinâmica – 2-10 iterações por hora 25
    26. Potência Aquecimento Perdas Térmicas Cálculo sem ganhos solares 26
    27. Potência Arrefecimento 27
    28. Simulação  Ficheiros climáticos com detalhe horário;  Simulação dinâmica;  2-10 iterações por horas;  Parâmetros analisados: Radiação solar, iluminância, sombras, ganhos, massa, ventilação, trocas de calor inter-zona;  Simulação anual (possibilidade de estudar períodos de tempo mais curtos, por exemplo: semana de verão, semana de inverno);  Resultados podem ser disponibilizados em períodos anuais, mensais, diários, horários ou sub-horários ;  etc 28
    29. Resultados – trocas térmicas anuais Aquecimento Arrefecimento Edifício escritórios 29
    30. Resultados – Consumos eléctricos anuais Edifício escritórios 30
    31. Resultados: ganhos internos e aquecimento - dia Inverno 31
    32. Resultados: ganhos internos e arrefecimento - dia Verão 32
    33. CFD – análise interna e externa  Computation Fluid Dynamics (CFD) é o termo utilizado para descrever métodos numéricos usados para calcular a temperatura, velocidade e outras propriedades de fluidos num espaço.  CFD aplicado a edifícios fornece-nos os valores de velocidade, pressões e temperatura no interior do edifício e na sua envolvente.  Necessárias condições fronteira: clima, ganhos internos, AVAC, … 33
    34. Funcionamento  Cálculo estacionário a três dimensões  Utiliza o método do volume finito  O espaço é dividido numa grelha definida pelo utilizador 34
    35. Análise externa Velocidade Velocidade 35
    36. Definições Fronteiras CFD Análise interna - construção  Fluxo insuflação  Ângulo descarga  Fluxo extracção  Temperatura  Fluxo Calor Extracção (Fluxo insuflação, Radiadores ângulo descarga) (fluxo calor) Insuflação (Fluxo extracção) 36
    37. Análise interna resultados Velocidade e temperatura 37 Velocidade e temperatura
    38. Ferramentas para a Simulação Dinâmica EnergyPlus/DesignBuilder 38
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