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Evolução do Papel do Estado e da Administração Pública, Arminda Neves

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  • 1. Evolução do Papel do Estado e da Administração Pública
    Arminda Neves
    Professora Convidada na Universidade de Évora
    Coordenadora Adjunta da Estratégia Europa2020
  • 2.
    • Questões de partida
    • 3. Desafios à governação e à gestão pública
    Teorias – evolução do papel do Estado
    Dimensões de análise:
    Domínios e Sectores de Acção Governativa,
    Tipologia das Funções do Estado;
    Papel do Território;
    Níveis de Governação
    Participação, Cidadania e Responsabilidade Social Empresarial
    Tempo
    Novo Modelo de Governação Pública
    Sentido da acção nos Serviços Públicos
    Agenda
  • 4. Como têm evoluído os desafios à governação e à gestão pública nos seus objectos e formas de actuação?
    Que quadros de referência dispomos para o aprofundamento desta análise e a clarificação de respostas possíveis?
    Onde é a actuação excessiva e onde há falhas de acção pública?
    Como se avalia a pertinência e eficácia das políticas públicas?
    Como consegue cada um de nós dar sentido e integrar a acção que desenvolve no contexto do papel do Estado?
    Questões de Partida
  • 5. Quer desde já fazer alguma sugestão ou comentário?
    • Peça a palavra
  • Globalização
    Integração europeia
    Complexidade dos problemas/desafios
    Maior exigência social
    Escassez de recursos
    Sustentabilidade do Modelo social
    Modelo orçamental
    Modelo de desenvolvimento: novos factores
    Necessidade de integração da acção: foco nos resultados
    Desafios à Governação e à Gestão Pública
  • 6. Novas Clivagens Emergentes - J. Aguiar, Actas I Encontro Nacional de Ciência Política, 308
  • 7. Crise do Estado Nacional – níveis de governação
    Crise do Estado Providência – sustentabilidade?
    Crise do Modelo de Desenvolvimento – da sociedade industrial à sociedade do conhecimento; do crescimento à prosperidade e sustentabilidade
    Crise da dívida soberana – sistema financeiro e regulação
    Crise política? Representação democrática e participação
    CONTEXTO DE CRISE
  • 8. Visão para a Europa 2020: Modelo de Crescimento
    Inteligente– economia baseada no conhecimento e na inovação
    Verde– economia mais eficiente na utilização dos recursos, mais ecológica e mais competitiva
    Inclusivo – economia com níveis mais elevados de emprego que assegura a coesão social e territorial
  • 9. Como compatibilizar contenção das despesas públicas e crescimento económico?
    Como garantir o modelo social europeu?
    Crescimento económico e justiça social – a questão da distribuição da riqueza
    Crescimento e coesão social e territorial
    Como articular governação nacional e integração europeia?
    Que futuro para a União Europeia? Reforço ou desmantelamento? Duas velocidades?
    Onde está o poder de decisão? Poder político; poder económico; poder financeiro
    Dilemas - paradoxos
  • 10. Neste contexto, o que considera os principais desafios para o Estado?
    E à Administração Pública?
    • Peça a palavra
  • Desafios aos Serviços Públicos
    Pertinência da acção - Faz sentido; valor acrescentado?
    Acesso - Igualdade/Equidade; Discriminação positiva
    Produtividade - Eficácia e Eficiência
    Qualidade – Características do serviço
    Individualização/Diferenciação – Personalização; Responder diferente ao que é diferente
    Inovação social - Novas respostas; Fazer diferente; Com novos recursos.
  • 11. Papel do EstadoIr à história…..
    Teorias - Evolução
  • 12. Estado Providência - pós II Grande Guerra: Matriz de referência
    • A democracia - sistema orientador das preferências colectivas;
    • 13. A expansão dos direitos de cidadania, nomeadamente sociais e laborais, com inclusão de novas categorias de pessoas e novos tipos de direitos;
    • 14. A consolidação das normas visando a igualdade de oportunidades e a redução das desigualdades;
    • 15. A institucionalização dos direitos associativos e dos processos de participação e concertação social.
  • Pensamento Neoliberal
    • O Governo mínimo
    • 16. A autonomia da sociedade civil
    • 17. O fundamentalismo de mercado
    • 18. O autoritarismo moral, juntamente com forte individualismo
    • 19. O mercado de trabalho livre, como qualquer outro
    • 20. A aceitação das desigualdades
    • 21. O nacionalismo tradicional
    • 22. O Estado Providência apenas como rede de protecção
    • 23. A modernização linear
    • 24. Poucas preocupações com o ambiente
    • 25. Uma teoria realista da ordem internacional, a favor da globalização.
  • Giddens - questões fundamentais para a Terceira Via
    1. A globalização –o Governo nacional e a Governação
    2. O individualismo - novo equilíbrio entre a resposta individual e a resposta colectiva
    3. A relação esquerda e direita - A esquerda é a favor de uma maior igualdade, enquanto a direita vê a sociedade como uma hierarquia que não se pode evitar”
    4. A representação política – reafirmação do que os governos podem fazer no mundo contemporâneo
    5. Os problemas ambientais - uma questão também de segurança
  • 26. Programa da Terceira Via
    O novo Estado democrático
    Sociedade civil activa
    A família democrática
    A nova economia mista
    Igualdade como inclusão
    Mais protecção social
    O Estado social de investimento
    A nação cosmopolita
    Democracia cosmopolita
  • 27. Alain Touraine: Dimensões Fundamentais
    A participação e cidadania
    A dimensão da intervenção do Estado
    O desenvolvimento sustentável
  • 28. Teoria do Estado Imperfeito
    “A visão do Estado Imperfeito partilha com a concepção clássica a noção de que uma importante função do Estado é uma afectação eficiente de recursos. Quanto à distribuição de rendimento defende que deve ser generalista, ou seja, que são necessárias restrições de natureza constitucional ou outras para que se evite que o Estado seja um instrumento de redistribuição selectiva para grupos de interesse”Pereira e outros (2005, 32)
  • 29. Correntes sobre o Estado – antagonismos (Miranda, 2002)
    Idealistas – ideias ou finalidades
    Objectivistas – realidade exterior aos homens
    Atomistas ou nominalistas – conjunto de indivíduos
    Contratualistas – produto de vontade; associação
    Normativistas – realidade normativa ou identificada com unidade de normas
    Correntes monistas – centro ou titular de poder político
    Realistas – existência temporal
    Subjectivistas – realidade é predominantemente subjectiva
    Organicistas – entidade específica com vontade própria
    Institucionalistas – Estado como sentido, relação, ordem objectiva
    Não normativistas – não redutível a normas jurídicas; realidade sociológica
    Dualistas – Estado como objecto de poder ou instrumento ao serviço dos verdadeiros detentores do poder
  • 30. Fundamentos para a Intervenção Pública na Economia
    Razões de Ineficiência do mercado - a incapacidade do mercado fornecer certo tipo de bens e serviços
    Razões de justiça social
    - Sobre a redistribuição que resulta do livre funcionamento do mercado
  • 31. Que papel para o Estado hoje?
    Como tenderia a situar-se entre (escolha sim ou não):
    Aumento do Papel do estado
    Reforço do Papel do mercado
    Peça a palavra, se quiser comentar:
  • 32. Conclusão
    A complexidade e a coexistência de elementos contraditórios são um dado da sociedade contemporânea.
    O mercado e as políticas públicas complementam-se
    Oliveira Martins, 1999, 47
  • 33. Dimensões de Análise
    Domínios e Sectores de Acção Governativa
  • 34. Arminda Neves
    PAPEL DO ESTADO
    DOMÍNIOS
    ASSEGURAR A SOBERANIA, A COESÃO NACIONAL E A QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES ATRAVÉS DO DESENVOLVIMENTO (ECONÓMICO E SOCIAL) HARMONIOSO E INTEGRADO DO PAÍS.
    SOBERANIA
    CONHECIMENTO
    ECONÓMICO
    TERRITÓRIO
    SOCIAL
  • 35. Sectores de SOBERANIA
    Sectores
    ECONÓMICOS
  • Sectores
    SOCIAIS
    Sectores do CONHECIMENTO
    • CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    • 57. CULTURA
    • 58. EDUCAÇÃO
    • 59. FORMAÇÃO PROFISSIONAL
  • Sectores ligados aoTERRITÓRIO
    • AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
    • 60. EQUIPAMENTOS E OBRAS PÚBLICAS
    • 61. ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO
    • 62. TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
  • Da sua experiência como têm evoluído os desafios nestes domínios e sectores de acção governativa?
    • Aponte exemplos. Peça a palavra
  • Dimensões de Análise
    Funções do Estado
  • 63. Funções do Estado
    Adaptado de Jorge Miranda, Teoria do Estado e da Constituição
    Tipologia das Funções do Estado
  • 64. FUNÇÕES DO ESTADO - Rawls
    Atribuições– sistema de preços concorrencial impedindo a formação de posições dominantes no mercado; preservar a eficácia da economia de mercado
    Estabilização– alcançar o pleno emprego
    Transferências sociais– assegurar o “mínimo social”; garantir “um certo nível de bem-estar” e satisfazer as “reivindicações provenientes das necessidades”
    Repartição – preservar uma certa justiça graças à fiscalidade e aos ajustamentos necessários do direito da propriedade
    ChevallieretGuchet, 1982, 411.
  • 65. FUNÇÕES DO ESTADO - Musgrave
    Afectação– afectação eficiente de recursos na economia; provisão de bens e serviços públicos, correcção dos agentes económicos através de impostos ou subsídios e regulação de certas actividades produtivas
    Distribuição – intervenção “quer na distribuição do rendimento e riqueza com vista a adequá-la a uma norma distributiva considerada mais desejável quer na provisão em espécie de certos bens/serviços com vista a contribuir para uma maior igualdade de oportunidades.
    Estabilização– contribuição para um desenvolvimento sustentado da economia, para níveis de emprego elevados, para uma estabilidade dos preços e equilíbrio das contas externas, de que é exemplo a política orçamental.
  • 66. FUNÇÕES ACTUAIS DO ESTADO: Uma leitura sintética
    Função estratégica–que dá sentido e estabelece o contorno das políticas
    Função fiscalizadora– da execução das políticas
    Função reguladora– dos impactes das políticas
  • 67. FUNÇÕES DO ESTADO E CATEGORIAS DE DESPESA - EUROSTAT
  • 68. DOMÍNIOS DE ACÇÃO GOVERNATIVA / FUNÇÕES DO ESTADO
  • 69. Dimensões de Análise
    Papel do Território
  • 70. O QUE ESTÁ EM CAUSA
    Reforço da coordenação territorial ? Regionalização?
    • Papel do território enquanto pólo de integração de políticas;
    • 71. Articulação da dimensão territorial com abordagens sectoriais/especializadas
    • 72. Eficácia das políticas públicas – aderência à realidade e implementação
    • 73. Modelo de desenvolvimento – sustentável e coeso
  • Dimensões de Análise
    Níveis de Governação
  • 74. Evolução do Nacional para o Global - David Held, et all
  • 75. Que Importância acha que o território deve ter no modelo de Governação?
    E como reflecte a relação entre o nível de Governação Nacional e o Nível Europeu?
    Peça a palavra……
  • 76. Dimensões de Análise
    Participação, Cidadania e Responsabilidade Social Empresarial
  • 77. Conceito de Cidadania
    Conceito elaborado e difundido após a Revolução Francesa
    “Cidadãos são membros do Estado, da Civitas, os destinatários da ordem jurídica estatal, os sujeitos e os súbditos do poder”;
    “Cidadania é a qualidade de cidadão”;
    “Cidadania significa ainda, mais vincadamente, a participação em Estado democrático”.
    Miranda (2002, 301-302)
  • 78. Conceito de Cidadania
    “conjunto específico de direitos e instituições no qual são exercidos os direitos dos indivíduos” (Marshall) – elemento civil
    enquanto instituição legal e direito de participação política, que “capacita o indivíduo, como agente activo baseado no sufrágio universal, para a acção concreta do Estado e para o processo democrático de formação da opinião pública” (Habermas)
    In Neves (2009)
  • 79. Dimensões da Cidadania
    Os direitos legalmente atribuídos;
    Século XVIII - o direito liberal consagrava os direitos civis
    Séculos XIX e XX - direitos políticos e sociais
    As capacidades decorrentes dos recursos sociais a que os indivíduos têm acesso;
    O âmbito de aplicação dos direitos de cidadania, ou as condições de igualdade de acesso à cidadania.
    Neves (2009)
  • 80. Conceito de Cidadania Activa
    “O cidadão activo é, assim, aquele que, para além do exercício cívico, assume uma presença pública e política. Quer através da manifestação de uma vontade objectivada, quer já na intervenção social directa” (João Almeida)
    Cidadão = o indivíduo na cidade; Cidadania activa pressupõe a ideia de colectivo o que a demarca do essencialismo liberal.
    In Neves (2009)
  • 81. Cidadania e Esfera Pública (Habermas, 1973)
    Esfera Pública: “processo de mediação entre as práticas sociais e políticas e a estrutura do poder político do Estado”.
    Esfera pública aparece quando “certas forças sociais, que pretendem influenciar as decisões do poder, constituem um público que faz uso da sua razão a fim de legitimar, face a esse fórum, algumas das suas exigências”.
  • 82. Cidadania e ideologias
    Possibilidade de escolha das formas de orientação das relações sociais e económicas;
    Filosofia social - predominam as orientações de maximização do bem-estar individual;
    Filosofia liberal - o principal valor é a protecção e consolidação dos direitos individuais;
    Teoria contratualista de Rawls - primeiro temos os princípios que garantem as liberdades individuais e em segundo lugar os princípios que asseguram que as desigualdades sociais e económicas são distribuídas de modo a proporcionar o maior benefício possível aos menos favorecidos num contexto de equitativa igualdade de oportunidades (Rawls, 1972)
    In Neves 2009
  • 83. Cidadania e Tensão entre os Direitos Instituídos
    Utilização, de maneira diferente, pelos diversos grupos e classes sociais
    Relação entre uma igualdade de estatuto de cidadania e as desigualdades sociais
    Efeitos contraditórios, nomeadamente entre as preferências dos cidadãos por maior abrangência enquanto eleitores e as suas expectativas de diminuição de encargos enquanto contribuintes
    “O poder da democracia política pode ser utilizado para introduzir direitos sociais que capacitem os indivíduos a accionar os mecanismos de redistribuição de recursos, a qual afecta a distribuição de poder e, portanto, a escolha individual das orientações colectivas” Esping-Anderson (1991)
    In Neves 2009
  • 84. Cidadania e Participação
    Participação na vida política e social = elemento chave do exercício da cidadania;
    Participação assume diversas formas;
    Concertação social: processo de mobilização política e social e de progressiva inserção dos parceiros sociais e de co-responsabilização
  • 85. Redes Sociais
  • 86. Conceito de Responsabilidade Social das Empresas (RSE)
    “a integração voluntária das preocupações sociais e ambientais por parte das empresas nas suas operações e na sua interacção com as outras partes interessadas”
    Comissão Europeia
    Livro Verde Julho 02
  • 87. O poder das empresas
    “Entre as 100 maiores economias do mundo, 51 são empresas e 49 são estados nacionais.
    As 100 maiores empresas multinacionais têm facturações anuais que excedem o PIB de metade das nações do mundo.
    Um quarto do comércio mundial é controlado pelas 200 maiores companhias.”
    Relatório sobre o desenvolvimento humano, 2000
  • 88. Fórum Económico MundialDavos - 31 de Jan 1999
    KofiAnnan apela aos lideres das empresas a darem um rosto humano à globalização, contribuindo para uma economia global mais sustentável e inclusiva.
  • 89. Global CompactNações Unidas Julho 2000
    O Pacto Mundial das Nações Unidas, desenvolve um rede mundial das empresas, agências das Nações Unidas, organizações de trabalhadores e organizações da sociedade civil, que pretendem congregar esforços nas áreas dos direitos humanos, trabalho e ambiente.
    A estes é acrescentado a luta contra a corrupção em Julho de 2004
  • 90. Europa: Livro Verde 2002Promover um quadro europeu para a RSE
    Dimensão interna: diálogo social
    competências
    igualdade de oportunidades
    previsão e gestão da mudança
    Dimensão externa: Nível local e nacional – reforço da coesão económico social
    Nível global – protecção ambiental; respeito dos direitos fundamentais
  • 91. Dimensões de Análise
    O Factor Tempo e a Exigência de Flexibilidade Políticas Públicas e Programas
  • 92. Arminda Neves
    57
    CNEL-PT
    PLANO TECNOLÓGICO
    ESTRATÉGIA LISBOA
    PORTUGAL A INOVAR
    PORTUGAL DE NOVO
    Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
    Papel das Estratégias e Programas – Exemplo a nível nacional
  • 93. Como considera que se deva articular o desenvolvimento de políticas públicas com as competências organizacionais?
    Peça por favor a palavra….
  • 94. NOVO MODELO DE GOVERNAÇÃO
    PAPEL DAS REDES
  • 95.
    • Complexidade dos problemas/desafios
    • 96. Predomínio de respostas sectoriais; segmentação
    • 97. Eficácia e eficiência das políticas públicas
    • 98. Integração das estratégias de desenvolvimento
    Prioridades governativas (políticas) e estruturas da AP
    Níveis de governação
    PROBLEMAS DE PARTIDA:
  • 99. MODELOS DE GOVERNAÇÃO
    Modelos “cartesianos”, de 2 e 3 dimensões (estruturas, relações, níveis)
  • 100. MODELOS DE GOVERNAÇÃO
    - Novos paradigmas, 4ª e 5ª dimensões (tempo, propósito)
  • 101. O propósito: Papel central da Política – Funções
    A relação com a sociedade: A participação e a responsabilidade social
    Os sectores de actuação
    Os níveis de actuação: A dimensão regional
    O tempo – Flexibilidade e estruturas flexíveis
    Modelo de Governação a cinco Dimensões
  • 102. D
    O
    M
    Í
    O
    N
    P
    I
    O
    M
    S
    E
    Social
    T
    Imprevisibilidade
    Território
    Conjuntoralidade
    Desafios
    Soberania
    Flexibilidade
    Económico
    Adaptabilidade
    Inovação
    Conhecimento
    Democracia
    Cidadania
    Internacional
    Resp. social
    Necessidades
    Comunitário
    Relações
    Mercado
    E
    Nacional
    N
    D
    Í
    A
    V
    Cidadãos
    E
    D
    Políticas
    Organizações
    I
    Regional
    E
    Estratégias
    S
    I
    Empresas
    C
    Local
    Prioridades
    O
    S
    Regulação
    Fomento
    Prestação
    AS 5 DIMENSÕES DA GOVERNAÇÃO
    PROPÓSITO
  • 103. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    EMPRESAS
    ORGANIZAÇÕES
    CIDADÃOS
    Propósito/Funções
    Relações com a Sociedade
    PROPÓSITO
  • 104. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    - Domínios e Regiões
  • 105. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    - Esferas de governação
  • 106. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    - Redes
  • 107. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    - Redes
  • 108. MODELO DE GOVERNAÇÃO
    - Níveis de governação
  • 109. GOVERNAÇÃO
    PÚBLICA EM
    REDE
    Arminda Neves
  • 110. Vê Vantagens no modelo apresentado?
    E acha-o viável?
    Peça por favor a palavra….
  • 111. Apreciação do Modelo de Governação em Rede
    QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO MODELO DE GOVERNAÇÃO APRESENTADO?
    Peça por favor a palavra ou escreva no Chat ….
  • 112.
    • NOVO URBANISMO GOVERNATIVO:
    Propósito – Política no centro / funções
    Relação com a sociedade – parcerias
    Níveis de governação – papel do território
    Domínios e sectores: integração
    Tempo – estruturas flexíveis
    VISANDO:
    - Responder à complexidade;
    - Integrar as dimensões funcional e orgânica;
    - Ligar o governo à sociedade e à administração.
    GOVERNAÇÃO PÚBLICA EM REDE:
  • 113.
    • Resposta às preocupações de integração: Gestão articulada de redes a diferentes níveis de governação.
    Reforço da EFICÁCIA GOVERNATIVA, com:
    Actuação sistémica, centrada na realidade
    Convergência e complementaridade entre actores
    Gestão integradora, reforço da coordenação
    Matricialidade e funcionamento de redes
    Reforço das relações externas e internas
    Governação Pública em Rede
  • 114. O Sentido da Acção no Serviço Público
    Da Missão à Prestação de Contas
  • 115. Neste Contexto como considera possível reforçar o sentido da acção nos Serviços Públicos?
    • Peça a palavra
  • DIVERSIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
    FUNÇÕES
    POLÍTICAS
    PÚBLICAS
    PRESTAÇÃO
    DE SERVIÇOS
    FOMENTO /
    / APOIO
    REGULAÇÃO
    LOGÍSTICA
    DOMÍNIOS
    SOBERANIA
    D
    E
    S
    T
    I
    N
    A
    T
    Á
    R
    I
    O
    S
    GOVERNO
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
    CIDADÃOS
    OUTRAS ORGANIZAÇÕES
    EMPRESAS
    SOCIEDADE
    FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
    ECONÓMICO
    SOCIAL
    E
    N
    T
    I
    D
    A
    D
    E
    S
    DIRECÇÕES GERAIS OU EQUIPARADO
    INSTITUTOS
    FUNDAÇÕES
    COMISSÕES / CONSELHOS
    GRUPOS DE MISSÃO / PROJECTO/PROGRAMA
    CONHECIMENTO
    TERRITÓRIO
  • 116. Factores de Complexidade na Gestão Pública
    • Dimensão, Multiplicidade de Funções e Diversidade Organizativa
    • 117. Posicionamento de Intermediação Governo/Sociedade
    • 118. Alterações Sociais e Políticas
    • 119. Diversidade de Interesses em Confronto – Escolhas Públicas
    • 120. Tipos de Destinatários – Cidadão e “Cliente”
    • 121. Grau de Autonomia na Gestão de Recursos
    • 122. Distanciamento das Fontes de Receita
    • 123. Fraca ou Ausência de Competição
  • Arminda Neves
    80
    RELAÇÃO GOVERNO - ADMINISTRAÇÃO
    GOVERNO
    CONFIANÇA?
    ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA /
    SERVIÇOS PÚBLICOS
    CONSONÂNCIA ?
    SOCIEDADE – PROBLEMAS / DESAFIOS
  • 124. Factores Mobilizadores
    • Serviço Público
    • 125. Sentido social no trabalho
    • 126. Trabalho em rede e parceria
    • 127. Acesso informação e ao conhecimento
    • 128. Exigência de competências acrescidas
    • 129. Valores de intervenção pública e cidadania
  • PROCESSO DE GESTÃO
    DA VISÃO À AVALIAÇÃO
    INTERACÇÃO DIAGNÓSTICO-ACÇÃO
    SISTEMA DIRECTIVO – REDES
    VALOR DA DECISÃO - LIDERANÇA
  • 130. ONDE - SISTEMA OBJECTO DE ACTUAÇÃO
    PARA QUÊ - FINALIDADE / OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS
    COMO - FORMAS DE INTERVENÇÃO / OBJECTIVOS OPERACIONAIS
    COM QUEM - PARCERIAS
    LIMITES – PROGRAMA DE GOVERNO / NORMAS
    PADRÕES - QUALIDADE
    VISÃO E COMPROMISSO
  • 131. Face a padrões ?
    Para quê ?
    Missão num Serviço
    Público
    PADRÕES
    FINALIDADE
    Como ?
    PAPEL
    SERVIÇO
    PÚBLICO
    Com quem ?
    RELAÇÕES
  • 132. 85
  • 133. Arminda Neves
    86
    INDICADORES DE AVALIAÇÃO
    NECESSIDADES
    OBJECTIVOS
    RECURSOS
    RESULTADOS
    EFICIÊNCIA
    EFICÁCIA
    IMPACTO
  • 134. Indivíduo
    Transparência
    Ascendente
    Indivíduo
    Estruturas
    Transparência
    Ascendente
    Estruturas
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    È
    Ç
    Colectivo
    Discrição
    Descendente
    Colectivo
    Comportamentos
    Discrição
    Descendente
    Comportamentos
    SIMULTANEIDADE
    ARBITRAGEM
    Conformidade
    Simplicidade
    Cronobiologia
    Táctica
    Conformidade
    Simplicidade
    Cronobiologia
    Táctica
    È
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    Inovações
    Complexidade
    Entropia
    Estratégia
    Inovações
    Complexidade
    Entropia
    Estratégia
    DOSAGENS
    Participação
    Esforço
    Participação
    Esforço
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    Directividade
    Relaxação
    Directividade
    Relaxação
    ALTERNÂNCIA
    Análise
    Análise
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    Acção
    Acção
    LIDERANÇA – AnnieBartoli
  • 135. COMENTÁRIOS FINAIS….
    Peça por favor a palavra….
  • 136. Obrigada pela participação
    aneves@uevora.pt
    FIM

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