PROJETO SEBRAE

Fortalecimento do APL de Confecção no
    Agreste Pernambucano (GEOR)




               Março de 2008
Sumário



1.     Apresentação            ...................................................................................
1. Apresentação




A principal finalidade deste relatório é descrever as informações básicas necessárias
para avaliação e...
confrontar, na medida do possível, com os resultados obtidos na fase inicial T0
(referente ao ano de 2004) e T1 (referente...
2. Metodologia da Pesquisa



  2.1. Plano Amostral



  O público alvo, de onde foram sorteadas as empresas vinculadas ao...
Quantidade de questionários não respondidos e seus respectivos motivos.

                                                 ...
3.2.   Análise dos Resultados Intermediários e Finalísticos Objetivados pelo
       SEBRAE




   3.2.1. Resultado 01 (Fin...
Gráfico 1 – Percentual de empresas que escoam seus produtos através de cadeias e
magazines.

                           Pa...
Gráfico 2 – Faturamento médio mensal com vendas para cadeias de lojas e magazine (R$).

                                 P...
Gráfico 3 – Percentual médio de lucratividade das empresas.

                           Participantes do Projeto          ...
3.2 Perfil dos Entrevistados



Quadro 2 – Empresas segundo algumas variáveis socioeconômicas, Fortalecimento da APPL
de C...
Total   -   17,9%   12,5%
Quadro 3 - Empresas empresa segundo tempo de atuação no ramo, Fortalecimento da APPL
de Confecção no Agreste Pernambucano ...
Quadro 6 – Empresas segundo quantidade de empregados e os cargos que ocupam,
Fortalecimento da APPL de Confecção no Agrest...
4. Conclusão




O projeto “Fortalecimento do APL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR”,
idealizado pelo SEBRAE, es...
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  1. 1. PROJETO SEBRAE Fortalecimento do APL de Confecção no Agreste Pernambucano (GEOR) Março de 2008
  2. 2. Sumário 1. Apresentação .................................................................................................................... 03 2. Metodologia .................................................................................................................... 05 2.1. Plano amostral .................................................................................................................... 05 2.2. Hipóteses ............................................................................................................. 06 Levantadas 2.3. Etapas da Pesquisa .............................................................................................................. 06 3. Análise dos Dados .............................................................................................................. 07 3.1 Análise dos Resultados Intermediários e Finalísticos Objetivados pelo .................. 07 SEBRAE 3.1.1. Resultado 01 (Finalístico) ....................................................................................... 07 3.1.2. Resultado 02 (Finalístico) ....................................................................................... 09 3.1.3. Resultado 03 (Intermediário) ....................................................................................... 10 3.2 Perfil do Entrevistado ............................................................................................................ 11 4. Conclusão ......................................................................................................................... 14
  3. 3. 1. Apresentação A principal finalidade deste relatório é descrever as informações básicas necessárias para avaliação e análise do projeto “Fortalecimento do APL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR”. Este projeto foi concebido pelo SEBRAE com o objetivo geral de melhorar a qualidade dos produtos, aumentar a lucratividade das empresas e fortalecer/ampliar suas relações comerciais, com lojas, cadeias de lojas e magazines, localizadas dentro e fora da região do pólo. O SEBRAE-PE dividiu o projeto em resultados, que foram descritos no decorrer do relatório. Para cada resultado foi construído um indicador capaz de mediar a situação das empresas que fazem parte tanto do projeto quanto do grupo de controle. Estes indicadores foram mensurados e comparados, sem perder de vista os focos estratégicos a serem atacados durante a execução do trabalho: • Melhoria da qualidade e produtividade • Melhoria da Imagem do Pólo • Aumento do volume de vendas e do faturamento em mercados nacionais e regionais • Aumento do valor agregado dos produtos • Promoção de efeito multiplicador, através de empresas espelho • Design, Modelagem, Técnicas de Gestão e Controle da Produção como diferencial a ser utilizado pelas empresas • Conservação e preservação ambiental • Fortalecimento da cultura da cooperação A Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos analisa os resultados intermediários T2 (referente ao ano de 2006 e o 1º semestre de 2007) procurando
  4. 4. confrontar, na medida do possível, com os resultados obtidos na fase inicial T0 (referente ao ano de 2004) e T1 (referente ao ano de 2005). As informações contidas neste relatório são expressas de forma simples, visando facilitar a compreensão dos dados analisados. O resultado final é apresentado em forma de gráficos e quadros.
  5. 5. 2. Metodologia da Pesquisa 2.1. Plano Amostral O público alvo, de onde foram sorteadas as empresas vinculadas ao projeto, é constituído de 300 micro e pequenas empresas do segmento de confecções do pólo do Agreste Pernambucano, com ênfase nos municípios de Caruaru, Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Surubim. A amostra1 é composta por 81 empresários colhidos dentre os segmentos acima mencionados (28 do grupo de controle e 53 vinculados ao projeto), sorteados de forma aleatória. A estratificação da amostra por município foi realizada a partir de plano amostral probabilístico proporcional ao tamanho dos estratos (PPT), podendo ser visualizada a seguir (Quadro A): Quadro A Estratificação da amostra por tipo município Município Grupo de Participante Total Controle do Projeto Caruaru 14 33 47 Santa Cruz de Capibaribe 6 8 14 Surubim 2 5 7 Toritama 2 4 6 Município não localizado2 4 3 7 Total 28 53 81 No ano de 2005 foram realizadas 81 entrevistas. Nesta pesquisa, que avalia o ano de 2006 e 1º semestre de 2007, 62 dos 81 entrevistados participaram da consulta. Podemos verificar a quantidade de entrevistas não realizadas no Quadro B a seguir: Quadro B 1 Amostra retirada do plano amostral contido no relatório concebido pela empresa Datamétrica no ano de 2005. 2 O coordenador da pesquisa (Reivon Souza Pimentel) vivenciou alguns problemas em campo, sendo: 1. Falta de divulgação da pesquisa por parte do SEBRAE, devido a isto muitas empresas se negaram a dar informações referente ao faturamento; 2. A listagem enviada pelo SEBRAE (Amostra) não constavam os nomes das cidades. Para resolver este problema recorremos ao Gestor do Projeto (Mário César R. de Freitas Lins), que identificou os municípios através do número de telefone. Mesmo assim houve dificuldades na localização dos bairros. O Problema só foi sanado depois de consultar o mapa fornecido pela Secretária de Finanças de Caruaru. Entretanto, não conseguimos identificar 7 municípios (4 do grupo de controle e 3 participantes do projeto)
  6. 6. Quantidade de questionários não respondidos e seus respectivos motivos. Participante Grupo de Empresas Total do Projeto Controle Estabelecimento fechado 2 4 6 Recusou-se a responder o questionário 4 1 6 Proprietário viajando - 1 6 Não conseguiu identificar o município 4 3 6 Total 10 9 19 Para verificar informações mais detalhadas com relação ao motivo da não-reposta consulte o Quadro 10 em anexo. 2.2. Hipóteses Levantadas: • Se a evolução deverá ser no geral, positiva. • Se o desempenho médio das empresas apoiadas pelo SEBRAE será significativamente melhor do que o daquelas que fazem parte do grupo de controle. 2.3. Etapas da Pesquisa • Determinação do espaço amostral, delimitação da amostra e sua respectiva estratificação; • Elaboração do questionário com base na identificação das variáveis relevantes à pesquisa; • Aplicação dos questionários; • Lançamento, tabulação, análise estatística (no programa estatístico SPSS) e elaboração do relatório; • Elaboração da Apresentação do Relatório. 3. Análise dos Dados
  7. 7. 3.2. Análise dos Resultados Intermediários e Finalísticos Objetivados pelo SEBRAE 3.2.1. Resultado 01 (Finalístico) – Aumentar as vendas para o mercado lojas, cadeias de lojas e magazines, em 20% até dezembro de 2007. A análise desse resultado é baseada em dois indicadores distintos: percentual das empresas que utilizam os canais de escoamento de produtos (cadeias de lojas e magazines) e faturamento médio mensal proveniente de vendas através desses canais. O percentual de empresas que utilizam as cadeias de lojas e magazines para comercialização dos seus produtos cresceu de forma significativa, passando de 46,0% em 2005 para 53,6% em 2006. Entretanto as empresas que fazem parte do grupo de controle utilizaram bem menos esses canais de escoamento de produtos (Gráfico 1). Quadro 1 a seguir podemos visualizar o percentual de utilização de quatro canais de escoamento de produtos (lojas próprias, cadeias de lojas e magazines, feiras livres e sacoleiras, shoppings).
  8. 8. Gráfico 1 – Percentual de empresas que escoam seus produtos através de cadeias e magazines. Participantes do Projeto Grupo de Controle Total 53,60% 53,60% 47,00% 46,00% 45,00% 44,00% 46,00% 39,00% 42,50% 42,50% 16,70% 16,70% Ano de 2004 Ano de 2005 Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. Quadro 1 – Proporção de empresas segundo canais de escoamento de produtos (%). Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Comercialização de Produtos Grupo de Participante Grupo de Participante Total Total Controle do Projeto Controle do Projeto Sim 8,3% 46,4% 35,0% 8,3% 46,4% 35,0% Por meio de Lojas Não 91,7% 53,6% 65,0% 91,7% 53,6% 65,0% próprias Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Sim 16,7% 53,6% 42,5% 16,7% 53,6% 42,5% Por meio de Cadeia de Não 83,3% 46,4% 57,5% 83,3% 46,4% 57,5% lojas e magazine Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Sim 100,0% 50,0% 65,0% 100,0% 50,0% 65,0% Por meio de feiras e Não 0,0% 50,0% 35,0% 0,0% 50,0% 35,0% sacoleiras Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Comercialização de Sim 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% produtos por meio de Não 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Shoppings Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% O faturamento médio com vendas através de canais de escoamento em 2004 e 2005 foram respectivamente R$ 12.582,35 e R$ 20.986,75 entre as empresas participantes do projeto. Em 2006 o faturamento médio atingiu R$ 30.636,36, um crescimento de aproximadamente 46%, mais do que o esperado para este ano. A média do grupo de controle também cresceu, embora o valor médio desse grupo seja bem inferior ao das empresas participantes do projeto (Gráfico 2).
  9. 9. Gráfico 2 – Faturamento médio mensal com vendas para cadeias de lojas e magazine (R$). Participantes do Projeto Grupo de Controle Total 32.272,73 30.636,36 23.625,00 22.312,50 20.986,75 15.383,46 11.771,43 12.582,35 8.325,00 7.630,00 4.600,00 4.000,00 Ano de 2004 Ano de 2005 Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. 3.1.2 Resultado 02 (Finalístico) – Aumentar aa lucratividade das empresas em 10% até dezembro de 2007. As empresas participantes do projeto também aumentaram o seu percentual de lucratividade em relação ao faturamento bruto, passando de 49,6% em 2005 para 61,85% em 2006. Entretanto, as empresas do grupo de controle apresentaram decréscimo, no que se refere a este indicador (Gráfico 3).
  10. 10. Gráfico 3 – Percentual médio de lucratividade das empresas. Participantes do Projeto Grupo de Controle Total 71,67% 71,67% 65,31% 65,50% 61,85% 62,05% 44,20% 45,92% 46,20% 49,60% 38,61% 36,25% Ano de 2004 Ano de 2005 Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. 3.1.3 Resultado 03 (Intermediário) – Ter 50 lavanderias de Caruaru desenvolvendo ações ambientalmente responsáveis até dezembro de 2007. De acordo com as informações fornecidas pelo ITEP, no ano de 2004, 13 projetos estavam em análise na CPRH, 6 obras civis estavam em andamento e 3 não eram atendidas por esse instituto. Em 2005 os dados desta mesma fonte apontaram para existência de 19 projetos de tratamento de afluentes implantados3. Conforme as informações obtidas nesta pesquisa, 12 lavanderias vinculadas ao projeto desenvolveram ações ambientais em 2006 e 78 lavanderias em 2007 começaram a realizar ações ambientalmente responsáveis, sendo que só 18 delas continuaram. 3 Informações tiradas do Relatório emitido pela empresa Datamétrica Consultoria, Pesquisa e Telemarketing Ltda referente a análises dos indicadores T0 (2004) e T1 (2005).
  11. 11. 3.2 Perfil dos Entrevistados Quadro 2 – Empresas segundo algumas variáveis socioeconômicas, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Tipo de Empresa Variáveis Socioeconômicas Grupo de Participante Total Controle do Projeto Sexo Masculino 16,7% 35,7% 30,0% Feminino 83,3% 60,7% 67,5% Não respondeu - 3,6% 2,5% Total 100,0% 100,0% 100,0% Escolaridade Ensino Fundamental 50,0% 32,1% 37,5% Ensino Médio 41,7% 57,1% 52,5% Ensino Superior 8,3% 10,7% 10,0% Pós-Graduação - - - Total 100,0% 100,0% 100,0% Atividade Exercida Anteriormente Empregado de micro e pequena empresa 33,3% 10,7% 17,5% Empregado de média ou grande empresa de outra atividade - 3,6% 2,5% Empregado de micro ou pequena empresa do setor - 3,6% 2,5% Empregado de média ou grande empresa do setor - - - Funcionário público - 7,1% 5,0% Empresário em outra localidade - - - Atuou em setor rural - - - Não exerce outra atividade 66,7% 57,1% 60,0% Outras Atividades * - 17,9% 12,5% Total 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. Anexo do Quadro 2 * Outras Atividades Grupo de Participante Total (Autônomo) Controle do Projeto Comerciante - 10,7% 7,5% Estagiaria - 7,2% 5,0%
  12. 12. Total - 17,9% 12,5%
  13. 13. Quadro 3 - Empresas empresa segundo tempo de atuação no ramo, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Grupo de Participante Classe de tempo Total Controle do Projeto Até 5 anos 25,0% 21,4% 22,5% De 6 a 10 anos 58,3% 42,9% 47,5% De 16 a 15 anos 8,3% 28,6% 22,5% De 16 a 20 anos - 3,6% 2,5% Acima 20 anos 8,3% 3,6% 5,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. Quadro 4 – Empresas segundo grau de satisfação com os serviços oferecidos pelo SEBARE- PE, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. . Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Opinião Grupo de Participante Grupo de Participante Total Total Controle do Projeto Controle do Projeto Ótimo - 10,7% 7,5% ,0% 10,7% 7,5% Bom 25,0% 32,1% 30,0% 25,0% 32,1% 30,0% Regular 25,0% 46,4% 40,0% 16,7% 46,4% 37,5% Ruim 33,3% 3,6% 12,5% 33,3% 3,6% 12,5% Péssimo 8,3% 7,1% 7,5% 8,3% 7,1% 7,5% Não respondeu 8,3% - 2,5% 16,7% - 5,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. Quadro 5 - Empresas segundo quantidade de funcionários com ou sem carteira assinada, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Classe Grupo de Participante Grupo de Participante Total Total Controle do Projeto Controle do Projeto Nenhum 8,3% 17,9% 15,0% 8,3% 17,9% 15,0% De 1 a 10 66,7% 39,3% 47,5% 66,7% 39,3% 47,5% De 11 a 20 8,3% 14,3% 12,5% 8,3% 14,3% 12,5% De 21 a 30 8,3% 14,3% 12,5% 8,3% 17,9% 15,0% De 31 a 40 8,3% 3,6% 5,0% 8,3% - 2,5% Acima de 40 - 10,7% 7,5% - 10,7% 7,5% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008.
  14. 14. Quadro 6 – Empresas segundo quantidade de empregados e os cargos que ocupam, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Quantidade de Empregados Grupo de Participante Grupo de Participante Total Total Controle do Projeto Controle do Projeto Menor Nenhum 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Aprendiz Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Nenhum 100,0% 96,4% 97,5% 100,0% 100,0% 100,0% Estagiário Dois - 3,6% 2,5% - - - Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Nenhum 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 96,4% 97,5% Em fase de experiência - Três - - - 3,6% 2,5% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Tem função Nenhum 100,0% 85,7% 90,0% 100,0% 78,6% 85,0% de chefe Um - 14,3% 10,0% - 21,4% 15,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Nenhum 100,0% 92,9% 95,0% 100,0% 92,9% 95,0% Vendedores Dois - 7,1% 5,0% - 7,1% 5,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. Quadro 7 – Empresas segundo opção pelo Super Simples, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Ano de 2006 1º Semestre de 2007 Opinião Grupo de Participante do Grupo de Participante do Total Total Controle Projeto Controle Projeto Sim 16,7% 21,4% 20,0% 91,7% 85,7% 87,5% Não 83,3% 71,4% 75,0% 8,3% 7,1% 7,5% Não respondeu - 7,1% 5,0% - 7,1% 5,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008 Quadro 8 - Empresas segundo participação em entidades associativas, Fortalecimento da APPL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR. Ano de 2006 Classe Grupo de Participante Total Controle do Projeto Sindicato 25,0% 59,3% 48,7% Cooperativa 8,3% - 2,6% Outras Associações4 - 7,4% 5,1% Não participa de Associações 66,7% 33,3% 43,6% Total 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Compet Consultoria, Marketing, Pesquisas e Treinamentos, jan 2008. 4 ACIC – Associação Empresarial e Comercial de Caruaru
  15. 15. 4. Conclusão O projeto “Fortalecimento do APL de Confecção no Agreste Pernambucano – GEOR”, idealizado pelo SEBRAE, está fundamentado nas hipóteses levantadas no início do trabalho que visa verificar se evolução deverá ser, no geral, positiva e se o desempenho médio das empresas apoiadas pelo SEBRAE-PE será significativamente melhor do que o daquelas que fazem parte do grupo de controle. Com base nessas hipóteses concluímos que (2006 em relação a 2005): • As empresas vinculadas ao projeto apresentaram bom desempenho no que diz respeito aos dois primeiros resultados analisados: percentual de empresas que utilizam cadeias de lojas/magazines para escoamento dos produtos, assim como o seu faturamento médio, e lucratividade média das empresas pesquisadas; • Segundo o ITEP, em 2006 a quantidade de lavanderias que realizam ações ambientalmente responsáveis foi menor que a do ano de 2005.

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