O uso de redes sociais: riscos e benefícios

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Oficina do 6° Congresso Estadual de Jornalistas de Santa Catarina.

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O uso de redes sociais: riscos e benefícios

  1. 1. O uso de redes sociais: riscos e benefícios 6° Congresso Estadual de Jornalistas de SC 29 de setembro de 2012 Por Alexandre Gonçalves
  2. 2. ALEXANDRE GONÇALVES• Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, em 1994.• Desde 2004, trabalha com internet como gestor e produtor de conteúdo para sites, blogs e mídias sociais.• Sócio na agenteinforma – gestão e produção de conteúdo, atualmente, ocupa o cargo de Gestor de Produtos Internet do Grupo RIC em Santa Catarina.• Integrante da atual diretoria do Sindicato dos Jornalistas de SC.
  3. 3. INTRODUÇÃOERA UMA VEZ...
  4. 4. INTRODUÇÃO...um lobo, três porquinhos e milhares deusuários de redes sociais... Comercial do jornal The Guardian para divulgar seu modelo de jornalismo aberto http://youtu.be/YuuQJZSQgu4
  5. 5. INTRODUÇÃO• O comercial do The Guardian deixa claro o impacto das redes sociais no jornalismo.• A prática do bom jornalismo não muda, mas com as redes ganha mais e novos ingredientes.• Por fim, o recado: as redes sociais não podem ser ignoradas pelos jornalistas – na redação, nas assessorias...
  6. 6. INTRODUÇÃO• Sem esquecer que blog também é uma rede social, Twitter e Facebook seguem como as mais relevantes.• Twitter: notícias, texto, urgência, agilidade, monitoramento, SAC, interação, distribuição, seguidores.• Facebook: promoção, imagens, compartilhamento, curtir, lançamentos, relacionamento, amigos.
  7. 7. INTRODUÇÃO Twitter Facebook
  8. 8. INTRODUÇÃO• Importante: ter uma conta no Twitter ou no Facebook não é um diferencial.• Diferencial é o modo como o jornalista utiliza as redes sociais para gerar conteúdo e entregar um material jornalístico mais encorpado para o leitor• Gerar conteúdo é diferente de navegar pelo Twitter e Facebook para encontrar pautas e publicar como notícia pura e simples em sites e blogs.
  9. 9. INTRODUÇÃO• Outras redes sociais: Google+: ainda não emplacou. Orkut: já era. YouTube: é rede social, mas vista como site de vídeos. Flickr: é rede social, mas vista apenas como site de fotos. LinkedIn: muito específica, pode ajudar a localizar fontes. Instragram: em crescimento, para ações especiais. Pinterest: segmentada, destaque pela organização.
  10. 10. REDES SOCIAISHÁ RISCOS?
  11. 11. HÁ RISCOS?• Lembrar sempre que rede social é conversa pública.• Em determinadas situações, o silêncio é o melhor post para evitar “trolagem” desnecessária.• Ainda que eventualmente o silêncio seja a melhor estratégia, não deixe seguidores falando sozinho e não apareça apenas “na boa”.
  12. 12. HÁ RISCOS?• Não precisa ter um perfil profissional e outro pessoal, mas deve-se cuidar com o tipo de conteúdo a ser publicado.• Para os jornalistas-assessores, o cuidado é não usar seu perfil para divulgar o assessorado.• Os maiores erros nas redes sociais são causados pela falta de vivência do usuário. Por isso, antes de começar a postar, navegue para conhecer a dinâmica da rede.
  13. 13. REDES SOCIAISE OS BENEFÍCIOS?
  14. 14. E OS BENEFÍCIOS?• Além dos benefícios citados em relação à geração de conteúdo, as redes sociais servem como canais de distribuição de conteúdo que o próprio jornalista pode “operar”.• A facilidade na distribuição do conteúdo valoriza o trabalho do jornalista pela número de RTs no Twitter ou de comentários, “curtir” e compartilhamentos no Facebook.• As redes sociais aproximam e facilitam o contato dos jornalistas com fontes, leitores e colegas. E pode ajudar a identificar novas abordagens.
  15. 15. REDES SOCIAISNA PRÁTICA
  16. 16. NA PRÁTICATwitter Facebooko Listas o Fanpageo #Tags o Eventos como chato Módulos o FotosFlickr YouTubeo Álbum coletivo o Lista de reproduçãoo Slideshow o Upload pró-Google
  17. 17. NA PRÁTICA• O Storify é a ferramenta que resume o quanto o jornalismo pode se beneficiar das redes sociais. Foi criada para isso.• A partir de conteúdo publicado essencialmente nas redes sociais, o Storify ajuda a criar facilmente narrativas colaborativas sobre um fato relevante, que tenha sido ou esteja sendo destaque no Twitter, Facebook, YouTube, Flickr...
  18. 18. Depois de acessar o Storify e criar sua conta, clique em “Create Story”.
  19. 19. NA PRÁTICA• Depois de criada, a narrativa pode ser “colada” em um post de blog ou no corpo de uma notícia, assim como um vídeo do YouTube, incrementando a oferta de conteúdo para o leitor.• Storify: www.storify.com• Exemplos:http://bit.ly/storify_01http://bit.ly/storify_02
  20. 20. NA PRÁTICA• Exercício: criar uma narrativa utilizando o Storify sobre a neve e a queda de temperatura na Primavera em Santa Catarina.• O Storify deve ter: Título Descrição 5 módulos de conteúdo (Twitter, Facerbook, YouTube e Google News), com seus respectivos textos de introdução.
  21. 21. REDES SOCIAISPARA ENCERRAR...
  22. 22. SUGESTÕES DE LEITURA• Um passarinho me contou (Rosana Hermann @rosana)• A revolução das mídias sociais (André Telles @andretelles)• Para entender mídias sociais – Volume 1 http://bit.ly/paraentendervolume1• Para entender mídias sociais – Volume 2 http://bit.ly/paraentendervolume2
  23. 23. CONVITE• Participe do Núcleo de Webjornalismo do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina.• Promover ações online e presenciais para discutir temas específicos sobre jornalismo na internet.• Acesse o grupo no Facebook:http://bit.ly/webjorSC
  24. 24. ENTRE EM CONTATO• alexandre@agenteinforma.com.br• @agenteinforma• www..facebook.com/alexandregoncalves
  25. 25. #OBRIGADO

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