Metálica

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Metálica

  1. 1. Aço oferece agilidade às obras para a CopaO perfil dos fabricantesde estruturas metálicasPesquisa ABCEM/CBCAPilares mistos deaço e concretoArtigo TécnicoGustavo Penna – A levezapara a integração da paisagemSala VipEdição 108 | 2013 | ISSN 1414-6517 – Publicação Especializada da Associação Brasileira da Construção Metálica - ABCEM
  2. 2. 618222638 4 Editorial Os desafios continuam em 2013 6 Sala VipGustavo Penna 12 Especial Jantar ABCEMA Nova diretoria para o biênio 2013/201418 ReportagemO perfil dos fabricantes de estruturas metálicas no país22 Aço em EvidênciaJeitinho Mineiro26 Projeto em DesenvolvimentoEnvelope de Aço 28 Casa de aço harmoniza modernidade e natureza30 Giro Pelo SetorPrêmio Talento Engenharia Estrutural selecionaprojetos do Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco,Distrito Federal e São Paulo 32 Profissionais que trabalham com aço galvanizadoganham prêmio do ICZ33 Livros Aço Montagens Industriais34 Notícias ABCEM Dânica conclui forros do primeiro estádio da Copa 35 Manzato participa da Fastener Fair 2012 36 A construção seca em destaque naConstruction Expo 2013 36 Engenharia civil perde José Zamarion Ferreria Diniz 37 Biblioteca da Belas Artes recebe livrosdoados pela ABCEM38 GalvanizaçãoOne World Trade Center 40 Artigo TécnicoDimensionamento de pilares mistos de aço e concreto44 Estatística Vendas crescerão em 201346 Nossos Sócios Martifer e Módulo47 Sócios e Produtos Empresas, entidades de classe e profissionais liberais50 Agenda Eventos do Setor
  3. 3. 4 Construção MetálicaEdição 108 – 2013Publicação especializada da Associação Brasileirada Construção Metálica – ABCEMConselho Diretor ABCEMPresidenteLuiz Carlos Caggiano Santos (Brafer)Vice-PresidentesCésar Bilibio (Medabil)Fulvio Zajakoff (Bemo)Ronaldo do Carmo Soares (Gerdau)Ulysses Barbosa Nunes (Armco Staco)DiretoresAntonio Roso (Metasa)Steffen B. Nevermann (Danica)Ademar de C. Barbosa Filho (Codeme)Marino Garofani (Brafer)Weber Reis (CSN)Marcelo Manzato (Manzato)Bernardo Rath Garcia (Techsteel Eng.)Alan Baldon (Engemetal)Horácio Steinmann (UMSA)Carlos Eduardo Marzola (Tecnaço Const. Met.)Afonso Henrique M. de Araújo (VM)Volmir Supptitz (Nova JVA)Norimberto Ferrari (FAM Const. Metálicas)Érik Demuth (Demuth Machines)Edson de Miranda (Perfilor)Diretora ExecutivaPatrícia Nunes Davidsohnpatricia@abcem.org.brSecretaria GeralAv. Brig. Faria Lima, 1931 – 9oandar – Cj. 9101452-001 – São Paulo, SPFone/Fax: (11) 3816.6597abcem@abcem.org.brwww.abcem.org.brPublicidade e MarketingElisabeth Cardosoelisabeth.cardoso@abcem.org.brEdiçãoSansei ProjetosPaulo Ferrara Filhoferrara@sanseiprojetos.com.brSoriedem RodriguesDireção de Arte e diagramaçãoAntonio AlbinoJornalista ResponsávelValéria Vargas (MTB 21139)RevisãoTassiana Ghorayeb ResendeEstagiárioLucas PelinContato com a redaçãoredacao@sanseiprojetos.com.br(11) 7630-8879PublicidadeAv. Brig. Faria Lima, 1931- 9oandar01452-001 – São Paulo, SPFone/Fax: (11) 3816.6597www.abcem.org.brTiragem5.000 exemplaresCapa: intervenção gráfica de Antonio Albino sobreimagem originalmente produzida por BCMF ArquitetosConstrução Metálica é uma publicação trimestral, editada desde 1991,pela Associação Brasileira da Construção Metálica – ABCEM, entidadeque congrega empresas e profissionais da Construção Metálica emtodo Brasil. A revista não se responsabiliza por opiniões apresentadasem artigos e trabalhos assinados. Reprodução permitida, desde queexpressamente autorizada pelo Editor Responsável.Encerramos um ano de bons resultados para o nos-so segmento, porém, um resultado abaixo da expectativa,principalmente em função da não concretização de mui-tos dos, amplamente anunciados, investimentos em in-fraestrutura para a Copa e também para o setor industrial,onde a construção metálica tem uma forte presença. Emrelação a isso,o que se tem visto são atrasos nas licitações,adiamentos e até o corte de alguns dos projetos. Isso, pordiferentes razões, tem efeito direto em segmentos que,como o nosso, requerem altos investimentos para a atu-alização tecnológica e aumento da capacidade, visandoatender uma demanda que acaba não se materializando.2012 foi um ano marcado também pelo aumento da con-corrência estrangeira no país. E este é um dos principaisdesafios que temos para 2013: sensibilizar o governo paraa necessidade de medidas que garantam a competitivida-de da indústria brasileira.Torna-se cada vez mais urgentea introdução de mecanismos de controle para impedir asimportações predatórias e oportunistas. O tema foi abor-dado durante o jantar de confraternização e cerimôniade posse da nova diretoria da ABCEM, que contou coma presença de líderes e representantes do setor. O even-to, que teve ainda a entrega do Prêmio PersonalidadeABCEM 2012 ao professor e arquiteto Siegbert Zanettini,é um dos destaques desta edição.Nesta edição também será possível conferir o perfildos fabricantes de estruturas de aço no Brasil. O estudo,primeiro realizado para identificar a capacidade e o po-tencial do segmento, foi feito pela ABCEM em parceriacom o Centro Brasileiro da Construção em Aço, CBCA.A SalaVIP traz uma entrevista com o arquiteto Gus-tavo Penna, responsável pelo projeto de restruturação doMineirão. E ainda em relação ao Mineirão, oficialmenteEstádio Governador Magalhães Pinto, destaca-se o pro-jeto de instalação da cobertura do estádio, realizado porduas empresas mineiras que, por sua funcionalidade emenor custo, foi escolhido pelo consórcio responsávelpela execução da obra.Boa leitura!!!Luiz Carlos Caggiano SantosPresidente da ABCEMOs desafios continuamem 2013
  4. 4. Gustavo PennaGustavo Penna tem a arquitetura como parte da sua his-tória de vida. Mineiro, morador de Belo Horizonte, nas-cido em 17 de abril de 1950, acompanhou os traços deNiemayer seja observando a Pampulha, seja ao lado dopai, Roberto Penna, engenheiro civil que trabalhou naconstrução de Brasília. Penna se apaixonou pelascurvas de Niemayer, mas pensou no aço comoalternativa para construir as formas com asquais sonhava. Neste sentido, a influência doartista plástico Amilcar de Castro foi fundamen-tal. Utilizando a estrutura metálica, conseguiu aleveza que buscava para a integração da paisagemcom a cultura despojada do brasileiro. Reconheci-do nacionalmente e internacionalmente, um dosseus trabalhos mais recentes é o projeto para a re-novação do estádio Governador Magalhães Pinto, oMineirão. Mas, como referência da sua obra, pode-mos citar a Escola de Arte Guignard (1990), o Cen-tro de Exposições Expominas (1998) e o Memorialda Imigração Japonesa (2009). Formado em1973 na Universidade Federal de Minas Ge-rais, em 1974 montou o escritório de arqui-tetura localizado no centro da cidade deBH em um casarão centenário que perten-cia a seus avós. E foi lá, onde comanda umaequipe com cerca de 30 profissionais, que fa-lou para a Revista Construção Metálica.fotos:GustavoPenna,divulgação/unifei,casadigitalCampus deItapira daUNIFEI valorizaa integraçãoentreestudantes6 Construção Metálica
  5. 5. SalaVipGustavo Penna – Quando criança já fa-zia brincadeiras com a ocupação do es-paço da minha casa, na montagem dasmanivelas, caixinhas de ferramentas. Deimuita martelada no dedo, tomei muitochoque de 120 volts de tanto mexer comobjetos para brincar. Tudo isso é umtrabalho que você faz para representaro que está no universo mental. Semprefui assim, um menino imaginativo quegostava de trabalhar com as mãos. Alémdisso, nasci numa casa na qual o meupai era um homem muito interessante.Então, nasci sob o signo da construçãode Brasília. Tenho aqui no escritório umafoto do meu pai com o Oscar Niemayer.Gustavo Penna – Eu piso no chão deferro. Como não pensar em estruturametálica? Vivo sobre o minério de fer-ro. É quase uma obrigação atávica dese expressar arquitetonicamente como aço.A arquiteturafaz parteda sua vidadesde criança.Como isso oinfluenciou?O Niemayer éconhecido comoum arquiteto quevaloriza o concreto,mas você gosta daestrutura metálica.E é justamentepor estar nestesolo de minériode ferro, quevocê consideraimportante essaligação entre osolo de Minas ea construçãoem metal?Gustavo Penna – Tudo aquilo quefaz parte da cultura de uma sociedadeemerge na obra de arte, é síntese de umpensamento. Acho que a arquitetura emaço quando nasce em um chão de ferro,nasce num processo de transformaçãode uma coisa em outra. O resultado,portanto, é a síntese da cultura, seu sig-nificado, um símbolo. Acho interessanteessa ligação entre a cultura e arquitetu-ra. O Amilcar de Castro [artista plásticoconhecido por esculturas em metal] meensinou a olhar assim.Gustavo Penna – O arquiteto é umlaboratório de pesquisa grátis de apli-cação do aço. Se for incentivado opensamento neste sentido, surgirãograndes exemplos, grandes prêmiosinternacionais de arquitetura em aço.Você começa a mostrar as potencialida-des de cada produto e elas vão sendotransformadas em um meio de expres-Mas a formaçãodo arquiteto noBrasil valorizaa utilização doconcreto. Qual asua opinião emrelação a isso?
  6. 6. 8 Construção MetálicaSalaVipte a coisa mais bonita da arquitetura noaço. É como se fosse um instrumentomusical, porque cada peça tem um somno conjunto. É como se fosse uma cor-da de um instrumento imaginário. Eume sinto assim quando projeto algo emaço, trabalhando a ação e compressão.Gustavo Penna – O engenheiro de es-trutura é o amigo preferido dos arqui-tetos. Pelo menos é o meu. Ele é o queestá no primeiro momento. Eu vou criarjunto com ele, ao lado dele, simultanea-mente. Não é algo que um faz lá e outrocá. É feito simultaneamente.Fale um poucoda relação entrea arquiteturae a estruturana concepçãodo partido.são, como a arquitetura. A arquiteturatem uma parte de técnica, régua e com-passo, mas a grande parte é o equilíbrioda forma, a relação com o meio, a ousa-dia, a provocação. Eu acho que o setorprodutivo deveria valorizar a criação deuma estética do aço.Gustavo Penna – Nós tínhamos queaumentar a construção metálica bai-xando os custos para que pudesse seaproximar da construção cotidiana. Porque não fazemos mais escolas em aço?Eu fiz algumas escolas em aço. Outroponto é a repetição do mesmo. Quandoa gente vê passarelas em aço a gente vêrepetições do mesmo. Mostra que o açonão sabe evoluir, não constrói coisasexcepcionais, não constrói excelência.Isso é terrível! Se a indústria do aço qui-sesse fazer coisas notáveis tinha que in-vestir em passarelas, tinha que investirem pontes, em edifícios que mostremtodo o potencial da estrutura metálica.A estética esbelta, os grandes vãos, aestrutura monomatéria que é realmen-Como avalia asdiferenças entreos projetos/obrascom estruturametálica nomundo eno Brasil?Expominasé uma das obraspreferidas deGustavo PennaNós tínhamosque aumentara construçãometálica baixandoos custos paraque pudessese aproximarda construçãocotidiana.JoseIsraelAbrantes
  7. 7. SalaVipGustavo Penna – O aço nunca vivetão solitariamente. Ele sempre preci-sa do concreto, que resiste melhor doque o aço a torção e a compressão. Eusempre acho bom quando há solida-riedade. Na estrutura em concreto oaço fica escondido, mas quando a es-trutura é metálica o concreto aparece eo aço também, cada um em uma posi-ção mostrando claramente qual é a suafunção no sistema.Gustavo Penna – Eu fiz o projeto doExpominas com o maior vão da AméricaLatina. São 72 metros e meio de vão livre.Esse foi um mega projeto em estruturametálica. Agora estou fazendo uma esco-la para a Universidade Federal de Itajubá(UNIFEI), campus de Itapira. É lindo esseprojeto, com coberturas que viabilizam oencontro das pessoas, a integração entreos diversos pátios. É uma área para 10 milalunos que utilizam o sistema PBL, Pro-blem Based Learning (sistema de ensinobaseado na discussão dos problemas nosquais cada aluno se depara. O professorse torna um tutor) Nós fizemos o açosendo um elemento viabilizador dessapedagogia revolucionária.Gustavo Penna – Quando me pergun-tam isso eu assusto os meninos porquedigo: percam as esperanças. De imediatohá um horror. Mas eu digo percam as es-peranças para que não fiquem esperando.É partir para o trabalho. Fazer propositi-vo. É se autocontratar para determinadosprojetos. Digo, encomende-se um pro-jeto para a sua cidade. Depois apresentepara a população, apresente para a co-munidade. Perder a esperança é sair daposição estática para a posição dinâmica.Ao invés de ser reativo, ser proativo. Pro-ponha, amigo! Pegue essa energia quevocê tem dentro do coração e coloque emuma ideia, comprometa-se com ela, lutepor ela. Não dá para ficar esperando quealguém bata na porta do escritório dizen-do: eu trouxe o melhor projeto do mundopara você. Isso não vai acontecer nuncase ele não sair do lugar. Corra o risco. Emarquitetura a gente risca e arrisca.Recentemente vocêfoi o arquitetoresponsávelpela reforma doMineirão e usouuma estruturamista de concretoe aço. Qual a suaopinião a respeitode estruturasmistas e híbridas?Tem algumprojeto seuque consideredestaque?Dentro desseprocesso deaprendizagem, oque falaria paraum estudante dearquitetura?JoseIsraelAbrantesLeonardoFinotti
  8. 8. Presidente da ABCEM toma posse para mais dois anosde mandato e comemora parcerias entre empresas do setorA Nova diretoria para o biênio 2013/2014Com a presença de associados, re-presentantes de entidades parceirase convidados, a ABCEM realizou o jantarde confraternização que marcou o encer-ramento de 2012. Nesse ambiente festivoe de congraçamento, tomou posse o novoConselho Diretor da ABCEM que irá con-duzir a entidade durante o biênio 2013-2014, uma vez mais sob a liderança do En-genheiro Luiz Carlos Caggiano Santos.Em seu discurso de boas-vindas ena qualidade de presidente reeleito, Ca-ggiano fez uma análise do ano de 2012,dos desafios e das conquistas do setor.Destacou a união e a integração das em-Por Patrícia Nunes Davidsohn, Diretora Executiva da ABCEMpresas que fazem parte da cadeia produ-tiva da construção civil com o setor daconstrução em aço. Ressaltou tambémum forte trabalho de aproximação comas siderúrgicas, visando fortalecer o seg-mento da construção em aço que tem semostrado cada vez mais importante parao desenvolvimento do país e do própriosetor siderúrgico. Disse acreditar que essaintegração e convergência de interesses écada vez maior e que, nos próximos doisanos, seu objetivo é tornar essa parceriaainda mais efetiva.Caggiano enfatizou que a união detodos os envolvidos na cadeia produtiva12 Construção Metálica
  9. 9. Construção Metálica 13EspecialJantarABCEMPresidente Luiz Carlos Caggiano Santos quermais integração de todo o setor produtivo daindústria da construção metálicacontribui para que haja resultados maisexpressivos em relação às reivindica-ções e pleitos não só do segmento que aABCEM representa, mas da indústria na-cional como um todo. Reivindicações epleitos, que tem como foco o desenvolvi-mento e o crescimento da indústria local,ampliam as oportunidades de negóciospara todos os envolvidos.Ao agradecer a presença dos repre-sentantes das entidades, manifestou suasatisfação com as parcerias que tem seampliado principalmente nos últimosdois anos. A troca de experiências so-bre o mercado, práticas e interesses emcomum são valiosas para os setores re-presentados por essas entidades e seusrespectivos associados.Nesse sentido, Caggiano fez ques-tão de destacar a parceria com a ABIMAQ(Associação Brasileira da Indústria de Má-quinas e Equipamentos), que convidou afotos:KarinaSimões/sanseiABCEM para integrar o conselho de meta-lurgia do Plano Brasil Maior, cujo objetivoé apresentar ao governo federal sugestõesde novas regras para a cobrança de taxas etarifas com vistas a estabelecer condiçõesde isonomia com mercado global. Muitosempresários vêm reclamando da concor-rência desleal praticada por diversos con-correntes estrangeiros, principalmente daChina.“Quanto maior o valor agregado dapeça, menos competitivo nós ficamos porcausa do custo Brasil. Importar é muito fá-cil, chega com a metade do nosso preçoe, às vezes, menos. Recentemente foi ma-jorada a taxa de importação para algumasmatérias primas, inclusive as chapas gros-sas. Isso é um tiro no próprio pé, porqueno lugar da importação de matéria prima,certamente irá crescer a importação doproduto pronto. É preciso sobretaxar todaa cadeia”, afirmou Caggiano.A dificuldade de competir com omercado externo por falta de isonomia decondições também foi destacada pelo Pre-sidente do Instituto Aço Brasil e Diretor-Superintendente daVotorantim Siderurgia,Albano Chagas Vieira.“A China não podeser esquecida e nem pode passar desper-cebida. A produção do aço chinês é estatal.O nosso setor é privado, portanto é empre-sário disputando com o Estado. Na China,o caixa de muitas empresas foi negativo.Como competir com uma empresa queA união detodos os envolvidosna cadeia produtivacontribui paraque haja resultadosmais expressivosem relação àsreivindicaçõese pleitos
  10. 10. 14 Construção Metálicaé um exemplo. Durante o evento, reali-zado a cada dois anos, muitos engenhei-ros e arquitetos apresentaram projetos ecompartilharam suas experiências com autilização do aço, com a comunidade téc-nica presente, clientes e potenciais clien-tes, cada vez mais interessados na soluçãometálica. “Neste ano tivemos um níveltécnico excelente. Tanto os arquitetos eengenheiros estrangeiros como os brasi-leiros indicaram soluções estéticas e eco-nômicas que abriram mais oportunidadespara a utilização da estrutura metálica naconstrução civil”, comentou Caggiano.E foi exatamente para valorizar e reco-nhecer os profissionais que contribuem parao crescimento da construção em aço que aABCEM criou o prêmio“Personalidade AB-CEM”. Em sua primeira edição, seguindo asolenidadedepossedanovadiretoria,oprê-mio foi outorgado ao professor e arquitetoSiegbert Zanettini, escolhido por sua longatrajetória e importante acervo de obras queutilizam o aço como elemento principal. Édeletambémoprojetodasnovasinstalaçõesda ABCEM, recentemente inauguradas. Umespaço que enche de orgulho a ABCEM eque passa a ter agora a assinatura de um dosmais renomados arquitetos do Brasil.50 anos de açoO arquiteto Siegbert Zanettini aindalembra a primeira obra que fez com estru-tura de aço. “Foi quando tiraram os trilhosde bonde de São Paulo e eu fiz umas tre-liças. Inclusive, era um perfil meio equivo-cado quanto ao uso estrutural, mas a gen-te usava o que tinha. Eu enfrentei muitos1. Nova diretoria ABCEMbiênio 2013/2014e convidados2, 3 e 4. Convidados5. A.P. Xavier de Brito,Presidente do Conselhode Metalurgia eMineração da Abimaq6. Presidente eConselheiros Diretoresda Abcem7. Albano Chagas Vieira(Presidente Iabr),Prof. Siegbert Zanettini(homenageado) e LuizCarlos Caggiano Santos(Presidente Abcem)EspecialJantarABCEM213 45 6mesmo gerando caixa negativo, reduz ospreços e afeta toda a cadeia”, questiona.Albano Chagas lembrou que o setorda construção civil hoje é um dos parceirosmais importantes das usinas, pois há umaexpectativa de investimentos no país e épreciso incentivar a utilização da estruturametálica.“O consumo de aço na construçãocivil no mundo representa 50%, segundo aWorld Steel Association, enquanto no Bra-sil esse número é abaixo de 35%.Temos umcaminho longo a percorrer e os produtoresde estrutura metálica são importantes elosdessa cadeia, principalmente para as obrasde infraestrutura”, conclui.Incentivar a utilização da estruturametálica na construção civil tem sido umdos trabalhos da ABCEM. O CONSTRU-MENTAL 2012, que aconteceu em agosto,
  11. 11. Construção Metálica 15obstáculos e barreiras. Vocês imaginamfazer na década de sessenta as primeirasobras em aço”, recorda.O trabalho como arquiteto já rendeuinúmeros prêmios para Zanettini. O últi-mo foi o de personalidade ABCEM, en-tregue no dia 29 de novembro durante ojantar de confraternização da associação.“Muito obrigado a todos pelo reconhe-cimento desse passado de trabalho quejuntou o ensino com a atividade práticaprofissional”, agradeceu.Zanettini, literalmente, fez escola noBrasil. Durante anos, como professor titu-lar da Faculdade de Arquitetura e Urba-nismo da Universidade São Paulo, buscouvalorizar a união do trabalho profissionalcom o conhecimento e a pesquisa acadê-micos. Dentro da sala de aula incentivou oMuito obrigado atodos pelo reconhecimentodesse passado de trabalhoque juntou o ensinocom a atividade práticaprofissionalSiegbert Zanettiniuso de estruturas metálicas oferecendo osprimeiros cursos de arquitetura com aço.Zanettini conta que não se conformavacom a quantidade de matéria prima do paíssendo exportada sem valor agregado e de-cidiu conscientizar os novos profissionais.“Não tinha apoio governamental e nem dauniversidade. Mas fomos evoluindo e con-seguimos aumentar muito os trabalhos dosalunos que antigamente eram feitos espe-cificamente em concreto”, analisa. Agora,ele comemora o surgimento de um cursona Poli-USP que integra arquitetura comengenharia. “Será de sete anos e vai geraruma nova visão para construir um mundomelhor e mais belo”, conclui.O prêmio da ABCEM foi um dosmuitos recebidos durante este ano porZanettini. Em 26 de novembro ele con-quistou, pelo segundo ano consecutivo,o Prêmio Socioambiental Chico Mendes,emitido pelo Instituto Internacional de Pes-quisa e Responsabilidade SocioambientalChico Mendes que busca valorizar açõesefetivas voltadas ao desenvolvimento sus-tentável. Recebeu também o prêmio DavidGottfried Global Green Building Entrepre-neurshipAward.Zanettinifoiescolhidoporser pioneiro no uso de novas tecnologias e7fotos:KarinaSimões/sansei
  12. 12. 16 Construção MetálicaEspecialJantarABCEMWaldez Luiz LudwigProfessor, consultor em gestãoempresarial.Formado em Psicologiapela Universidade de Brasília.Formado em Teatropela Fundação Brasileira de Teatro.Trabalhou como Analista de Sistemasdurante vinte anos para os setorespúblico e privado.Fez palestras para mais de810.000 pessoas em mais de1.995 eventos nos últimos 18 anos.sistemas que promovem racionalidade eeficiência na construção civil.O arquiteto com mais de 50 anos dehistória tem obras de destaque no cenárionacional como o Fórum do Meio Ambien-te e da Fazenda Pública do Distrito Fede-ral, o Centro de Convenções da Unicamp,os hospitais São Luiz e Anália Franco emSão Paulo, o Inhotim/GreenHouses, en-tre outros. São mais de 1.200 projetos,todos conseguindo harmonizar a paisa-gem urbana, oferecendo funcionalidadee estética. Com a sua técnica consegueaproveitar todas as qualidades e carac-terísticas oferecidas exclusivamente peloaço, transformando cada projeto em umaobra única. “Conferir ao aço a robustez dapedra, o calor da madeira, a maleabilida-de do plástico ou a plasticidade moldáveldo concreto é não entender sua gramá-tica e sua semântica, não articular suaspalavras, suas frases e sua mensagem e,portanto, não expressar de modo corretoa sua linguagem”, resume Zanettini.O talento faz a diferençaDurante o jantar, o consultor em ges-tão Waldez Ludwig, formado em psicolo-gia e teatro, brindou o público com umapalestra carregada do seu característicobom humor, na qual ele abordou, entreoutras coisas, a importância da descobertade talentos nas empresas e da constantenecessidade de renovação das estratégiaspara manter a produtividade.Sempre utilizando comparativosperspicazes e provocadores, comentou omomento econômico mundial no qual háa migração da produção de simples bensmateriais para aqueles com alto valor in-telectual e tecnológico agregados. Desta-cou como exemplo o setor de informação,no qual a inovação é peça fundamentalpara o crescimento e a sustentabilida-de do negócio.“Eu quero começar lem-brando que as empresas mais valiosas domundo estão ligadas intrinsicamente àinovação”e citou o Google, o Facebook ea Apple como exemplos.O palestrante deixou um recado:“Não adianta brigar contra essa novaonda; é preciso se adaptar, olhar diferentepara o presente para conseguir planejar ofuturo. Para avançar é preciso estabelecerprocessos colaborativos dentro das em-presas,valorizar o ser humano,estabelecerestratégias inovadoras na forma de gestãopara conseguir crescer e criar oportunida-des em um ambiente competitivo como oque vivemos atualmente.“As empresas maisvaliosas do mundosão exclusivas deinovação. É o Google,Facebook, Apple.Waldez LudwigKarinaSimões/sansei
  13. 13. ReportagemO perfil dos fabricantes deestruturas metálicas no paísEmpresas ainda têm capacidade de aumentar a produção em 18%Ocrédito com acesso mais fácil parao setor imobiliário, o crescimentoda renda do brasileiro, as obras de infra-estrutura, principalmente tendo comoobjetivo a Copa do Mundo de 2014 e asOlimpíadas de 2016, os projetos para o se-tor de exploração de petróleo e gás estãomudando o Brasil e trazendo novas pers-pectivas de negócios para diversos setoresda economia. A construção civil é um dosque vivem um dos melhores momentosda história com investimentos na ordemde R$ 1,68 trilhões. Uma perspectiva quevem alavancando também o crescimentoda construção em aço. A cada dia é possí-vel verificar que a estrutura metálica vemsendo utilizada tendo em vista suas quali-dades ambientais e de custo.Em 2012, por exemplo, foi realizadamais uma etapa do projeto “Minha Casa,Minha Vida” do governo federal. Em Ca-choeira do Itapemirim, no interior do Es-pírito Santo, foram erguidos 496 novosapartamentos. Esta foi a primeira vez nopaís em que um conjunto habitacional paraquem ganha de zero a três salários míni-mos foi viabilizado com a utilização de es-truturas metálicas. O desafio foi aliar preçoe agilidade na construção de moradias paraessa faixa salarial. Até 2014, o programa dogoverno federal pretende investir na cons-trução de 2,4 milhões de novas moradias.Não há como negar. As oportuni-dades para a construção brasileira sãoFotos:Dreamstime5102030405060708085AmazonasParáRondôniaBahiaCearáParaíbaPernanbucoMaranhãoGoiásDistritoFederalMatoGrossodoSulMatoGrossoEspíritoSantoMinasGeraisRiodeJaneiroSãoPauloNorte1,5%Sul13,5%Grafico 1 e 2 distribuição por estado e regiaoSudeste70%Nordeste7%Centro-oeste16%ParanáRioGrandedoSulSantaCatarinaDistribuição por Estado e região
  14. 14. expressivas para os próximos anos tendoem vista o crescimento em escala de in-vestimentos, volume de obras e atuaçãoterritorial. Diante do cenário de avanços,o desafio é participar acompanhando asmodernas técnicas e tecnologias, ino-vando para elevar a produtividade semdeixar de lado a qualidade e os aspectosambientais adequados.Foi para levantar um diagnóstico decomo está a construção metálica no Brasil,a fim de direcionar o trabalho de promo-ção da capacidade e a importância do se-tor, que o Centro Brasileiro da Construçãoem Aço, CBCA, e a Associação Brasileirada Construção Metálica, ABCEM, decidi-ram, com o apoio da CriActive, realizar aprimeira pesquisa sobre os fabricantes.Os fabricantes de estruturas são umimportante elo no processo de forneci-mento de uma obra em aço. São geral-mente responsáveis pelo projeto de de-talhamento dos desenhos de fabricação emontagem, além de toda a logística queenvolve o transporte e a efetiva monta-gem na obra. O aço é processado nas fá-bricas, onde são realizadas as operaçõesde corte, dobra, furação, soldagem e, emalguns casos, a pré-montagem. Todo oprocesso segue as especificações do pro-jeto, normas e padrões de qualidade.A pesquisa da CBCA e ABCEM foidesenvolvida com o objetivo de compre-
  15. 15. 20 Construção MetálicaReportagemender melhor as áreas de atuação dasempresas que fabricam estruturas emaço, conhecer a produção anual, a capa-cidade instalada, bem como os tipos decertificações de qualidade que estas em-presas possuem. O período base do estu-do foi o ano de 2011, mas a pesquisa foifeita a partir de julho de 2012. Foram trêsmeses para a realização de entrevistas eelaboração de um amplo relatório. Aotodo foram ouvidas 253 das 275 empre-sas, representando 92% de adesão, umaamostra significativa e que reflete a rea-lidade do setor. Das 253 empresas parti-cipantes, 204 são fabricantes de estruturade aço e 49 atuam em outras áreas (cortee perfuração, calderaria, distribuição deaço, entre outras atividades).Em 2011 foram produzidas, em todoo território nacional, 1,245 milhão de to-neladas de aço em estrutura metálica. Aregião sudeste é responsável por 70% daprodução, com uma concentração maiorno estado de São Paulo. As empresas quefabricam até 500 toneladas são a maioria.Apenas 2% produzem acima de 60 miltoneladas. Mas, segundo o levantamento,há espaço para crescimento. A capacidadeinstalada das empresas aponta para a pos-sibilidade de fabricação de 1,5 milhão detoneladas., ou seja, uma capacidade pro-dutiva 18% maior.As estruturas de grande porte paraa obras de shopping centers, centros dedistribuição, edifícios altos, grandes gal-pões, torres de transmissão e as constru-ções industriais de siderurgia, mineração,óleo e gás, álcool e açúcar e pontes foramos maiores clientes, responsáveis por cer-ca de 78% da produção total de 2011. Asestruturas médias e pequenas como casas,prédios pequenos e telhados, representa-ram 20,9% da produção.O estudo do perfil de fabricantes deestruturas metálicas também identificouque as empresas estão se empenhandona melhoria da gestão administrativa paraconquistar certificados que comprovema qualidade e tragam valor agregado aosseus produtos. Das 204 empresas entre-vistadas, 58 possuem certificação (28%),sendo que, destas, 22 afirmaram ter maisde um tipo de certificado.Esta foi a primeira pesquisa queenvolveu o setor. Neste ano um novolevantamento será desenvolvido com oobjetivo de, cada vez mais, qualificar asinformações de modo que sirvam comosuporte para futuras ações, alinhadas àsoportunidades e necessidades de desen-volvimento do setor.20% 19%34%14%5%2% 4%2%≤500 tde 30.001a 60.000 t acima de60.000 tde 20.001a 30.000 tde 10.001a 20.000 tde 5.001a 10.000 tde 1.001a 5.000 tde 501a 1000 tProdução Total:1.245.959 toneladasProdução de estruturaProdução de estruturaA pesquisa está disponível no site da ABCEM:http://www.abcem.org.br/publicacoes-fabricantes-de-estruturas-de-aco.php
  16. 16. ≤500 tde 30.001a 60.000 t acima de60.000 tde 20.001a 30.000 tde 10.001a 20.000 tde 5.001a 10.000 tde 1.001a 5.000 tde 501a 1000 tCapacidade Produtiva Total:1.504.203 toneladascapacidade produtiva16,1%12,4%39,2%14%8,1%1,1%4,3%2,7Capacidade produtivaÁrea de atuaçãoFotos:Dreamstime
  17. 17. AçoEmEvidência22 Construção Metálica
  18. 18. Construção Metálica 23ACopa do Mundo no Brasil trouxeoportunidade para muitos negó-cios, especialmente os ligados ao setorda construção civil. Com a necessidadede fornecer infraestrutura para abrigar acompetição, inúmeras obras saíram dopapel. A busca por resultados rápidoschamou a atenção para a utilização deestruturas metálicas. Elas estão presen-tes em praticamente todos os estádiosque estão sendo preparados para 2014.A oportunidade, entretanto, não bate naporta dos empresários. É preciso ideiascriativas e atitude para buscar um bomnegócio. Foi isso que um grupo de execu-tivos e empresários de Minas Gerais fezpara desbancar a concorrência externae fechar um negócio que pode se tornaruma referência em recuperação de edifi-cações utilizando concreto e aço.Tudo começou quando o engenhei-ro Euler de Oliveira Guerra, da Engserj,procurou o antigo professor da faculdade,Afonso Henrique Mascarenhas de Araujo,que hoje é Cheif Expert Product Applica-tiondaVallourecReserchdeBeloHorizon-te, a VM Brasil e Conselheiro Diretor daABCEM.Oex-aluno,deolhonasobrasparaa Copa, fez um desafio. Fazer a coberturado estádio Governador Magalhães Pinto,o Mineirão, sem alterar suas característicasoriginais. A grande questão era como fazera antiga estrutura suportar uma extensãoBCMFarquitetosJeitinho MineiroEstrutura mista de concretoe aço combina tanto quantocafé e pão de queijo
  19. 19. 24 Construção MetálicaThiagoFernandesda cobertura de 29 para 55 metros, feita deuma treliça de tubos de aço.A solução foi trabalhar a estrutura deconcreto em conjunto com a estrutura me-tálica, estabelecendo novos cálculos paraas diferentes tensões que surgiriam. “Vi apossibilidade de macaquear as colunas doestádio para estabelecer uma tensão pró-xima de zero, fazer uma propensão nasvigas de balanço e, nesta fase, incorporara estrutura metálica para depois retirar omacaco”, explica Afonso Henrique.Efoicomesteconceitoqueosestudoscomeçaram. A Engserj, que há anos faziaperiodicamente um acompanhamentoda vibração do Mineirão, foi a responsá-vel pelo projeto. Os engenheiros Euler deOliveira Guerra, Aécio Freitas Lira, FilipeMoreira Guedes e Antonio Sérgio de Re-zende, trabalharam durante vários diasestudando a antiga estrutura do estádio,calculando e fazendo simulações, inclusi-ve para verificar a tensão que o vento fariana cobertura. O arquiteto Gustavo Penna,responsável pelo projeto de restauração,acompanhou tudo de perto e participoude todo o processo de discussão.Quando o projeto foi entregue parao consórcio Nova Arena (Construcap,Egesa e Hap) responsável pela obra derestauração, os consultores responsá-veis pela avaliação descartaram o projetoconcorrente de uma empresa alemã e op-taram pelo jeitinho mineiro de resolver aimplantação da cobertura. O projeto es-trangeiro previa a instalação de colunasde aço, o que alteraria as característicasoriginais do Mineirão, poderia criar pon-tos cegos para os torcedores e teria queesperar a arquibancada ficar pronta paraser realizado. “A nossa proposta ofereciacusto menor e obra mais rápida”, concluiAfonso Henrique. A ideia de BH permitiuque a construtora continuasse o trabalhoem outras áreas enquanto a cobertura erafeita e manteve a característica originaldo gigante da Pampulha, mas agora semchuva e sol para os torcedores, como de-termina a FIFA.A instalação da nova cobertura demo-rou 60 dias. Depois de reforçada a estrutu-ra, as treliças de tubos de aço foram içadascom guindastes e instaladas no concretoem uma chapa de aço. Depois, foi só colo-car a segunda treliça e a cobertura autolim-pante. O Mineirão foi o segundo estádio dalista da Copa do Mundo a ser entregue.A VM Brasil, onde trabalha o en-genheiro Afonso Henrique que acompa-nhou todo o processo, da concepção arealização, foi a responsável pelo forne-viga arquibancadaviga arquibancadaviga da coberturapórticospilar internopilar externoarquibancadacirculaçõesÉ uma evoluçãomuito grande sepensarmos em tubopara a construçãometálicaAfonso HenriqueMascarenhas de Araujo,da VM e ConselheiroDiretor da ABCEMCobertura do Mineirão – estrutura existente
  20. 20. Construção Metálica 25AçoEmEvidênciacimento dos tubos de aço. Para o Minei-rão foram 1.500 toneladas de tubos semcostura em aço resistente à corrosão. Aempresa também forneceu material paraoutras obras da Copa (veja tabela). O en-genheiro Afonso Henrique comemora.“É uma obra que é um marco. É umaevolução muito grande se nós pensarmosem tubo para a construção metálica”.A participação da VM Brasil dentrodo processo de restauração do Mineirãodemonstra que os negócios precisam serobservados amplamente, em toda a ca-deia produtiva. “Estamos preparados paraapoiar engenheiros, arquitetos, projetistas,calculistas e fabricantes. Para a empresa,se não investir, não vai abrir mercado. AVM Brasil entrou nesse processo de criaruma cultura e tem sido corajosa em suasações”, avalia Afonso Henrique.absorvedores dinâmicosmão francesatirante incotepreforço de cantocordoalhasengraxadascolunas demacaqueamentomembranatreliças planasCobertura do Mineirão – solução estruturalInformações geraisObra: cobertura de 13.000 m² doestádio Governador MagalhãesPinto – Mineirão – construídooriginalmente em 1965Projeto original:Eduardo Mendes Guimarãese Gaspar GarretoConcepção e projeto básicode reforma: Gustavo PennaProjeto da cobertura do estádio:Engserj – engenheiros Euler deOliveira Guerra, Aécio Freitas Lira,Filipe Moreira Guedes eAntonio Sérgio de RezendeConcepção do projeto da cobertura:Euler de Oliveira Guerra,Aécio Freitas Lira, Filipe MoreiraGuedes, Antonio Sérgio deRezende e Afonso HenriqueMascarenhas de AraujoExecução: Consórcio ConstrutorNova Arena BHFornecimento dos tubos:Vallourec-Mannesmann do BrasilFabricação e montagem da estruturade aço: FORTE METALData da entrega:dezembro de 2012Estádios reformados com material fornecido pela VMEstádio Localização CopaMINEIRÃO BELO HORIZONTE - MG SIMESTÁDIO NACIONAL MANÉ GARRINCHA BRASÍLIA - DF SIMBEIRA-RIO PORTO ALEGRE - RS SIMARENA DO CORINTHIANS SÃO PAULO - SP SIMGRÊMIO PORTO ALEGRE - RS NÃOPALMEIRAS SÃO PAULO - SP NÃOARENA BARUERI SÃO PAULO - SP NÃOMARACANÃ RIO DE JANEIRO - RJ SIMINDEPENDÊNCIA BELO HORIZONTE - MG NÃO
  21. 21. 26 Construção Metálica
  22. 22. Construção Metálica 27ProjetosEmDesenvolvimentoEnvelope de AçoAntigo prédio da região do Minhocão, em São Paulo, é reformadocom estrutura metálica para abrigar laboratórios de alta complexidadeOInstituto Nacional de Ciência eTecnologia das Doenças Asso-ciadas ao Papilomavírus – INCT-HPV,ou simplesmente Instituto do HPV, temnova sede. Antes, todo o estafe do Insti-tuto estava inserido no espaço do prédiohistórico da Santa Casa de São Paulo,mas as necessidades de aumentar as pes-quisas, formar recursos humanos e pro-mover a fusão entre os conhecimentos daacademia com o setor produtivo, impul-sionaram a busca por outro local.Um prédio de seis andares no centroda cidade de São Paulo, em frente ao ele-vado Presidente Costa e Silva, o Minho-cão, foi totalmente reformado. O desafiocoube aos arquitetos do escritório daAndrade Morettin Associados. O projetoteve que acomodar de maneira funcionaltoda a estrutura administrativa do Insti-tuto, integrando laboratórios de últimageração na área de Virologia, Cultura deCélulas, Histologia e Bioinformática e es-paço para debates do setor científico, deintegração entre pesquisadores do setoracadêmico, pós doutores, estudantes ecientistas do setor produtivo.As salas de laboratório foram distri-buídas nos três primeiros pavimentos doprédio de tal forma que o pavimento domeio pudesse funcionar como uma es-pécie de andar técnico. Neste pavimentoficaram as salas de apoio do laboratório(de uso comum) e as salas de máquinas.Com esta solução, foi possível viabilizartodas as instalações técnicas para o fun-cionamento do local, uma vez que o pé-direito do edifício era baixo e não seriapossível a colocação horizontal de dutospara a passagem de material. No térreohá a recepção e um pequeno auditório;nos dois últimos andares ficaram as ati-vidades administrativas do Instituto; nacobertura foi criada uma plataforma téc-nica em estrutura metálica para acomo-dar as centrais de utilidades do prédio,composta por gerador, condensadoras dear-condicionado, caixas d’água, etc.Além da parte interna, toda a parteexterna foi reformulada para oferecer umnovo aspecto visual para o edifício. Se-gundo os arquitetos da Andrade Morettin,o objetivo foi “atender aos requisitos deconforto ambiental e criar uma imagemforte para o Instituto”. A solução encon-trada foi reduzir a antiga superfície envi-draçada, que provocava prejuízos para asatividades internas do laboratório, e en-velopar todo o prédio com uma segundapele de chapas metálicas perfuradas.Os caixilhos utilizados, dotados devidros laminados de 12 milímetros foramdimensionados por um consultor de acús-tica para reduzir o alto ruído provenientedo Minhocão. “A pele metálica de chapasgalvanizadas com pintura eletrostática foifixada no prédio por meio de um sistemade longarinas metálicas, que assegurama planicidade desejada e o correto afas-tamento da fachada original do prédio”,explicam os arquitetos do escritório.Para a criação da nova sede, foramutilizados recursos provenientes da FA-PESP e do CNPq tanto para a compra,quanto para o parque de equipamentose reformas para montagem dos labora-tórios. O prédio oferece mais funcionali-dade para a pesquisa brasileira na buscade soluções para os problemas causadospelo papilomavírus e traz um novo as-pecto visual para o Minhocão, integran-do o antigo edifício à paisagem urbana dacapital paulista.Instituto HPVLocal:São Paulo – SPCliente:Instituto HPVData do projeto/execução:2011 / 2012Área Construída:1.000 m²Forma de utilização do aço:Estrutura (plataforma técnica) e vedaçãoimagem:divulgação/andrademorettinassociados
  23. 23. 28 Construção MetálicaProjetosEmDesenvolvimentoCasa de aço harmonizamodernidade e naturezaMorar na região metropolitana daagitada capital paulista pode nãoser sinônimo de conviver com a poluiçãosonora e ainda dividir a ocupação de res-tritos espaços obrigando a estar sempredelimitado por outro morador vizinho.Quem escolhe terrenos afastados da re-gião central consegue harmonizar paz,tranquilidade, espaço e natureza com oconforto de uma residência integrada àcidade. É o que se observa no projeto cria-do pelos arquitetos do escritório AndradeMorettin Associados para uma casa, emárea densamente arborizada, localizadaem Carapicuíba, na grande São Paulo.Em linhas retas bem definidas, o pro-jeto consegue fundir o moderno ao natu-ral, formando um conjunto uniforme. “Foiuma oportunidade de pensar a casa comoum abrigo para o homem em meio à na-tureza. Imaginamos a residência com umvolume de 13 X 29 X 5,55 metros suspen-sos 35 centímetros do solo, aberto para amata na qual está inserida”, explicam osprojetistas da Andrade Morettin.O terreno tem 2.568 m², mas 20%foram ocupados pela construção, valori-zando o ambiente externo e possibilitan-do aos seus habitantes olharem ao redore apreciarem a paisagem. Os dois andaresda fachada em vidro oferecem um espa-ço de circulação que permite a constantetroca de energia entre quem está do ladodentro e quem está lá fora.Toda a construção da casa pressu-põe a utilização de estrutura e vedaçãoem aço para se obter uma montagemmais rápida e precisa do que foi proje-tado. Até mesmo a cobertura com setemetros de altura e dezessete por dezmetros da base foi pensada com a utili-zação de uma telha metálica termoacús-
  24. 24. Construção Metálica 29Residência TRLocal: Carapicuíba – SPCliente: ParticularData do projeto/execução: 2010 / 2012Área Construída: 520 m²Área do terreno: 2.568 m²Projetistas complementares:Engº. Wilson Ramos – ConstrumetForma de utilização do aço:Estrutura e vedaçãoFabricante da estrutura: ConstrumetMontador da estrutura: Construmettica construída com estrutura metálica.O fechamento externo da casa foi umdos desafios para os arquitetos que quise-ram oferecer a integração desejada e, aomesmo tempo, proporcionar a mediaçãocom a mata. A solução adotada foi umsistema com duas camadas. A primeira,exterior, feita de policarbonato com jane-las camarão que possibilita a iluminaçãoda casa e ajuda na regulação térmica dosespaços internos. A segunda é constituí-da por um sistema de fechamento de vi-dro com janelas de correr, cujos suportese perfis de fixação são leves.“Nosso desejo foi criar um volumecuja materialidade, dada especialmen-te pela pele dupla, permitisse diferentesleituras da inserção da casa na natureza,em função das suas características tantominiméticas quanto da reação as varia-ções climáticas. Assim, dependendo daluz incidente e da posição relativa doobservador da casa e da mata teríamos aarquitetura se firmando, ora como umacaixa de luz, ora como objeto opaco, oracomo volume translúcido, ora como ca-maleão engolido pela natureza”, definemos arquitetos.Construção evedação da casa emestrutura metálicapermite maiorrapidez e precisãona montagemimagens:divulgação/andrademorettinassociados
  25. 25. 30 Construção MetálicaGiroPeloSetorPrêmio Talento Engenharia Estruturalseleciona projetos do Rio de Janeiro,Ceará, Pernambuco, Distrito Federale São PauloAGerdau e a Associação Brasileirade Engenharia e Consultoria Es-trutural (Abece) realizaram a 10ª ediçãodo Prêmio Talento Engenharia Estrutu-ral, com a finalidade de reconhecer o tra-balho de profissionais que contribuempara a valorização do setor. Neste ano,houve um recorde de inscritos. Foram230 projetos, 24% a mais que o núme-ro registrado ano passado. “O númerorecorde de candidatos consolida a pre-miação como uma referência nacionalna área de engenharia estrutural. Issodemonstra um maior reconhecimentoadquirido pelo prêmio e reforça o aque-cimento do setor da construção civil,que constantemente recebe novos pro-jetos em todo o país”, destacou o diretorde vendas e marketing da Gerdau AçosBrasil, Paulo Ricardo Tomazelli.Os trabalhos foram selecionados emquatro categoriais: Infraestrutura, Edifi-cações, Obras de Pequeno Porte e ObrasEspeciais. Entre os critérios que defini-ram os ganhadores estão o uso adequadode materiais, economia de produtos du-rante a construção, concepção estrutural,criatividade e adequação harmônica aoambiente. Os vencedores ganharam umaviagem para Nova Iorque com uma visi-ta monitorada à obra de reconstrução doWorld Trade Center. A Gerdau, uma dasrealizadoras do prêmio, inclusive, é umadas fornecedoras de material para a obra.A empresa é líder no segmento de açoslongos nas Américas e uma das princi-pais do mundo. Já a Abece, outra promo-tora do prêmio, congrega profissionaisque movimentam mais de 80%, em valorfinanceiro, das transações comerciais re-lacionadas ao ramo de engenharia e con-sultoria estrutural.InfraestruturaPonte do SaberEdificaçõesEdifícios Píer Mauríciode Nassau ePíer Duarte CoelhoObras EspeciaisArena CastelãoPequeno porteCasa em Ubatuba
  26. 26. Construção Metálica 31CATEGORIA ENGENHEIRO VENCEDOR MENÇÃO HONROSA OBRA UFInfraestrutura Vicente Garambone Neto Ponte do Saber RJInfraestrutura Ademir Santos Ponte do Paiva PEEdificações João José Asfura Nassar Edifícios Píer Maurício de Nassau PE e Píer Duarte Coelho Edificações Minor Nagao Torre IV (Bridge Tower) SPPequeno Porte Ibsen Puleo Uvo Casa em Ubatuba SPPequeno Porte Cândido José Residência em Araras RJ de Fonseca Magalhães Obras Especiais Marcelo Correia Alcantra Silveira Arena Castelão CEObras Especiais Francisco Helder Centro de Eventos CE do Vale MartinsDestaque do Juri Bruno Contarini Nova sede do DF Tribunal Superior EleitoralSustentabilidade Carlos Alberto Szucs Laminada colada (mic) RJ – residência Roger WrightVencedores do Prêmio Talento Engenharia Estrutural 2012Na festa de premiação do 10º Prêmio Talento EngenhariaEstrutural, a ABECE entregou o título de Personalidade daEngenharia Estrutural 2012 ao engenheiro Ivan Lippi. O título éuma homenagem conferida anualmente pela ABECE a grandesprofissionais da área em reconhecimento à sua dedicação aoexercício da profissão e pela sua contribuição ao engrandecimentoda engenharia estrutural brasileira. Ivan Lippi Rodrigues formadona Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil,fez pós-gradução na Universidade de Lehigh e no Illinois Instituteof Technology. Foi professor da Universidade Mackenzie, emSão Paulo e apresentou diversos trabalhos no Brasil e no exterior.Talento reconhecidokarinasimões/sanseifotos:divulgação
  27. 27. 32 Construção MetálicaGiroPeloSetorCategoria Construção e Arquitetura• Obra: centro de convençõesdo Ceará• Projeto: Zipco coberturas metálicas• Galvanizador: UsiminasCategoria Industrial• Obra: análises comparativasentre aços zincados por imersãoa quente e os aços pintadospara uso em estruturas naFAFEN – fábrica de fertilizantesnitrogenados – Sergipe• Projeto: Petróleo Brasileiro S/AFAFEN – SE• Galvanizador: BraferConstruções MetálicasCategoria Novas Aplicações• Obra: Duopark Krebs• Projeto e Galvanizador: empresaKrebsfer Industrial Ltda.Categoria Obra Emblemática• Obra: Armazem de Açúcar –Santos, SP• Projeto: Blat Estruturas Metálicas• Galvanizador: Armco StacoVencedores do PrêmioBrasil GalvanizadoProfissionais que trabalham com açogalvanizado ganham prêmio do ICZEm dezembro foram divulgados osvencedores da primeira edição doPrêmio Brasil Galvanizado, promovidopelo ICZ (Instituto de Metais Não Ferro-sos). O objetivo foi reconhecer os profis-sionais que investem na valorização douso do aço galvanizado, garantindo umfuturo sustentável para o país. Segundoo gerente executivo do ICZ, Ricardo Su-plicy Goes, a indústria da galvanizaçãodeve crescer nos próximos anos no país.“O planejamento é de investir até R$ 133bilhões em infraestrutura nos próximos 25anos, dos quais R$ 80 bilhões deverão sematerializar nos próximos cinco anos, ouseja, até 2017. É um caminho sem volta,se o Brasil quer ser um grande player domercado, sua infraestrutura terá que seadequar às necessidades atuais”, disse.O Prêmio Brasil Galvanizado, pa-trocinado pela Votorantim Metais e comapoio da Associação Brasileira da Cons-trução Metálica – ABCEM, AssociaçãoBrasileira de Tratamentos de Superfície– ABTS, Centro Brasileiro da Constru-ção em Aço – CBCA, Instituto Aço Brasil– IABR e European General GalvanizersAssociation – EGGA, foi estruturado emquatro categorias: Construção e Arquite-tura, Industrial, Novas Aplicações e ObraEmblemática. Foram 22 obras inscritas.Os vencedores foram selecionados poruma comissão julgadora formada peloartista plástico e especialista em obras dearte metálicas, Antonio Spinosa, pelo cor-rosionista e Consultor técnico da Gerdau,Fábio Pannoni, pelo arquiteto SeigbertZanettini, pelo engenheiro da AndradeRezende, Jeferson Luiz Andrade e pelodiretor da European General GalvanizersAssociation, Murray Cook.A premiação foi em dinheiro: R$10 mil reais para as categorias de Cons-trução e Arquitetura, Industrial e NovasAplicações e R$ 15 mil reais para a cate-goria Obra Emblemática.Ulysses Nunes e Paulo Silva Sobrinho, da ArmcoStaco, vencedores na categoria Obra Emblemáticafotos:divulgação
  28. 28. LivrosAçoMontagens IndustriaisOsetor de montagem industrial ob-teve na última década uma receitaoperacional bruta acima de 1,3 bilhão dedólares/ano, com mais de 50 mil empre-gados, envolvendo engenheiros, técni-cos, supervisores e outros profissionais.Com o atual aquecimento dos negóciose a instalação e ampliação de novas in-dústrias em todos os setores, incluindoenergia, siderurgia, petróleo, petroquí-mica, mineração, agroindústria e outros,espera-se que estes números venham aser ultrapassados já a partir de 2005.Paulo S. Thiago Fernandes, emseus 20 anos de experiência na área demontagens, ressentiu-se sempre da faltade uma literatura técnica que expuses-se, de forma específica e abrangente, osfundamentos e informações essenciais àimplementação da atividade de monta-gem. Procurou escrever este livro, então,sob a óptica do montador, não do proje-tista, fabricante ou construtor.Dentro dessa orientação, são abor-dadas as cinco modalidades básicas quecompõe a montagem: estruturas metáli-cas, equipamentos mecânicos, tubulações,elétrica e instrumentação. Além destas,algumas técnicas sempre presentes, comoo transporte e levantamento de cargas, asoldagem e a pintura. Complementandoo assunto, noções de gerenciamento deobras, planejamento, programação e con-trole, qualidade, custos, orçamento e con-tratação de serviços. Assinale-se a inclusãode uma coletânea de índices de montagem,que poderão servir como referência para aorganização de um arquivo próprio, adap-tado a características particulares da em-presa, à natureza dos serviços, a condiçõeslocais e a outros fatores condicionantes daprodutividade da mão-de-obra.Os assuntos abordados poderão serúteis aos profissionais ligados a obras deconstrução e montagem, incluindo enge-nheiros, técnicos, supervisores e admi-nistradores em geral, bem como profes-sores e estudantes das escolas técnicas ede engenharia.Autor: Paulo S. Thiago FernandesEditora: ArtliberEdição: 3ªPáginas: 371Idioma: Portuguêsdivulgação
  29. 29. 34 Construção MetálicadivulgaçãoDânica conclui forrosdo primeiro estádio da CopaOs produtos Dânica estarão presen-tes em alguns dos momentos maismarcantes da Copa do Mundo de 2014:acaba de ser concluída a instalação dospainéis que servem como forro para áreasdo Estádio Governador Plácido Castelo,a Arena Castelão, em Fortaleza/CE. Estefoi o primeiro estádio brasileiro prontopara a Copa de 2014. Foi inaugurado nodia 16 de dezembro de 2012, às 19h.Dânica forneceu mais de 3 mil m² depainéis termoisolantes Frigopainel, comnúcleo isolante em poliuretano (PUR) de70 mm de espessura e duas faces em aço,na cor RAL 9003 (branco). Usados comoforro, os painéis estão presentes nos 24quiosques do estádio que abrigam os ba-res e restaurantes que servirão os torce-dores nos dias de jogos. Além disso, áreascomo bilheteria, sala de imprensa, centrode mídia, subestações e demais salas téc-nicas também contam com o acabamentofornecido pela companhia, líder em siste-mas termoisolantes na América Latina.Com capacidade para aproximada-mente 67 mil torcedores, a Arena Castelãotem orçamento de mais de R$ 500 milhõese foi executada pelas construtoras Andra-de, Galvão Engenharia, Serveng e BWA.O espaço já começa a ser usado no iníciode 2013, no Campeonato Cearense e naCopa do Nordeste. No meio do ano, serátambém uma das seis sedes da Copa dasConfederações, recebendo jogos do Brasile da Espanha, atual campeã mundial. Em2014, o estádio sediará quatro jogos da fasede grupos (sendo um do Brasil), um dasoitavas-de-final e um das quartas-de-final.A Dânica Corporation é umacompanhia europeia e latino-americana especializada em sistemastermoisolantes. Após quase 40 anosde atividades, é líder do segmentona América Latina, oferecendouma solução de engenhariacompleta turn key, desde o projetoaté a montagem, passando pelafabricação e comercialização,segundo as necessidades de cadacliente. Conta com sete divisõesde negócio: Câmaras FrigoríficasIndustriais, Supermercados eCâmaras Frigoríficas Comerciais,Salas Limpas, Naval e Offshore,Construção Civil, Construção CivilResidencial e Construção CivilVarejo. Empresa com raízes naDinamarca, produz em fábricaslocalizadas em Joinville/SC,Recife/PE, Lucas do Rio Verde/MT,Aparecida do Taboado/MS, Toluca(MEX) e Santiago (CHI). Além disso,tem unidades comerciais ou demontagem em São Paulo, Rio deJaneiro, Jundiaí/SP, Porto Alegre/RS,Goiânia/GO, Belém/PA,Betim/MG, Altamira/PA, Salvador/BA, Manaus/AM, Lima (PER), PortoRico (EUA), Puerto Varas (CHI),Buenos Aires (ARG) e Mainland(EUA). Com aproximadamente 1 milfuncionários, sua capacidade fabrilé de 8 milhões de m² de painéis etelhas termoisolantes e seu processoé ecologicamente correto, comuso de pentano na fabricação dospainéis de poliuretano (PUR), comemissão zero de compostos nocivosà camada de ozônio.www.danica.com.br.Sobre a Dânica
  30. 30. NotíciasABCEMdivulgaçãoManzato participa da Fastener Fair 2012AMetalúrgica Manzato, maior fa-bricante de parafusos autoper-furantes do Brasil, marcou presença nasegunda edição da Fastener Fair Brasil- Feira de Tecnologias de Fixação. A fei-ra, evento satélite da renomada FastenerFair Stuttgart da Alemanha, é exclusi-vamente dedicada ao setor de fixação eoferece uma excepcional oportunidadepara fazer negócios e manter relaçõescom especialistas envolvidos neste setor.Durante os dias 21 e 22 de novembro de2012, o Expo Center Norte – SP reuniuas principais empresas do setor de fixa-ção e a Manzato destacou-se novamen-te apresentando sua linha completa deprodutos e fortalecendo sua marca comouma das líderes no setor. Com um mo-derno stand de 66m2, a empresa recebeunovos e tradicionais clientes, fortaleceuparcerias e realizou excelentes negócios,sempre focada na qualidade de seusprodutos e serviços.
  31. 31. 36 Construção MetálicaA construção seca em destaquena Construction Expo 2013AConstruction Expo 2013 – 2ª Fei-ra Internacional de Edificações eObras de Infraestrutura – está marcadapara junho e acontecerá no Centro deExposições Imigrantes, na cidade de SãoPaulo. O evento vai reunir a cadeia pro-dutiva do drywall e do steel frame, entreoutros. Estarão presentes fabricantes demateriais, de insumos, de acessórios,de ferramentas e máquinas para a ins-talação do sistema, construtoras, mon-tadoras, projetistas e demais empresasprestadoras de serviços. Além da feira,haverá o Salão da Construção Seca comdemonstrações de soluções que utilizamvedações internas e estrutura em aço. Oobjetivo é apresentar as qualidades des-ses produtos que são utilizados em largaescala em países como Canadá, EstadosUnidos, Japão, Inglaterra e Chile.No Brasil, o mercado vem abrindoos olhos para as vantagens da constru-ção seca. Segundo dados da AssociaçãoBrasileira de Drywall, em 2011 hou-ve crescimento de 15% do consumo dechapas para este tipo de vedação. Nasgrandes cidades, o benefício está no ga-nho de área útil, uma vez que as paredesde drywall são mais estreitas que as detijolo. Já o light steel frame oferece pra-zos menores para a execução da obra, omaterial é resistente à corrosão, portanto,há um aumento da durabilidade, maiorqualidade do acabamento, melhor isola-mento acústico, redução de desperdício epossibilidade de reciclagem em 100%.Durante o evento elaborado pela So-bratema, Associação Brasileira de Tecno-logia para Equipamentos e Manutenção,haverá um congresso para debater os as-suntos mais importantes para o setor daconstrução, uma chance para profissio-nais e representantes de empresas troca-rem experiências. Na pauta de discussão,temas atuais alinhados às grandes metasde qualidade do setor, como desenvolvi-mento tecnológico e segurança.A Construction Expo 2013 tem comoapoiadoras diversas entidades do setor, en-tre elas a ABCEM. O site oficial do evento éo www.constructionexpo.com.br.Engenharia civil perde José Zamarion Ferreria DinizUm dos grandes nomes da engenha-ria civil morreu no dia 24 de novem-bro de 2012: José Zamarion Ferreira Diniz,sócio-diretor do escritório Zamarion eMillen Consultores. O engenheiro tinha80 anos e sofria de mal de Parkinson.Zamarion começou sua carreira emMinas Gerais, logo após ter se formado emengenharia civil pela Escola de Engenhariada Universidade de Minas Gerais, ondetambém foi coordenador e professor. Masdeixou sua cidade natal e migrou para SãoPaulo em busca de novas oportunidades.Especialista em estrutura de con-creto pré-moldado, estruturas industriaise de concreto de alto desempenho, Za-marion é considerado um dos primeirosa desenvolver no Brasil o concreto leve,agregado composto por argila expandida.O produto já existia em outros países epermitia aos projetistas criarem grandesvãos. A novidade trazida por Zamarion,à época, ainda é a base da construção degalpões industriais – hoje, comumente,feitos a partir de soluções pré-moldadas.O engenheiro trabalhou em diver-sas empresas do setor, como na Socie-dade do Concreto Armado Centrifugadodo Brasil (Scac) e na empresa ConstruçãoIndustrializada Nacional (Cinasa). Em1980 fundou a consultoria Zamarion eMillen da qual foi sócio-diretor até a datada sua morte. José Zamarion Ferreira Di-niz também foi sócio honorário da Asso-ciação Brasileira de Engenharia e Con-sultoria Estrutural (Abece) e membro doConselho Diretor do Instituto Brasileirodo Concreto (Ibracon).divulgação
  32. 32. Construção Metálica 37NotíciasABCEMBiblioteca da Belas Artes recebe livrosdoados pela ABCEMAABCEM recebeu no final do anopassado uma doação de 143 livros dabiblioteca pessoal do engenheiro civil Pau-lo Alcides Andrade, um dos fundadores daABCEM e especialista no uso da estruturametálica . O presente foi encaminhado pelafilha do engenheiro que morreu no anopassado. A casa onde morava foi desfeita e,sem espaço para guardar os livros em outroimóvel, a filha decidiu pela doação.Para ampliar o acesso a esses tí-tulos, a diretoria da ABCEM optou porencaminhá-los à Biblioteca Luciano Oc-távio Ferreira Gomes Cardim do CentroUniversitário Belas Artes de São Paulo.Agora, os alunos e pesquisadores pode-rão ter acesso aos livros que não são maiseditados e que poderiam cair no esqueci-mento se não ganhassem vida nova nasprateleiras onde estão outros títulos.A preservação da memória e de obje-tos históricos sempre foi uma das ativida-des da Belas Artes que durante sete anos,de 1932 a 1939, foi responsável pelo acervoda Pinacoteca do Estado. A sua fundação,inclusive, se deu em um momento agita-do da produção cultural brasileira. Foi em1925, logo após a semana de arte moder-na. Entre os fundadores estavam Mário deAndrade e Menotti Del Picchia.O acervo está disponível na unidade 1 do CentroUniversitário Belas Artes de São Paulo.Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Unidade 1 (Térreo),Vila Mariana. Horário: das 7h às 22h, de segundaa sexta-feira, e das 7h às 17h, aos sábados.Exemplarraro comanotações doengenheiroPaulo Alcides
  33. 33. 38 Construção MetálicaGalvanizaçãofonte:ABCEMDurabilidade da camada de zinco: Correlação Peso/Espessura/Vida Útil da camadaErguendo-se sobre a cidade a 1.776pés (541 metros), o One World TradeCenter será o maior edifício dos EUA e per-manente marco na paisagem de Nova Ior-que. O design sustentável é uma premissado projeto. Com 12.000 caixilhos de alta re-sistência e à prova de explosão estruturadasem aço e clima subtropical úmido, a galva-nização a quente foi a melhor escolha paragarantir a redução de impactos ambientaisdeste projeto monumental.O projeto se estendeu durante 6anos, devido a quantidade de mudançase contratempos, tornando sua finalizaçãono prazo um desafio. A química do aço, oprojeto das peças e suas aplicações, neces-sitaram de um tratamento especial para oaço galvanizado. Com ênfase na criação deuma “zona de explosão” muito mais se-gura no projeto do edifício, o uso de açode alta resistência foi fundamental paraestruturar os 12.000 painéis de 60” x 160”(aproximadamente 1.50m x 4.00m). Todosos materiais foram importados para Por-tland e montados em frames. Depois, osmódulos foram transportados por trem ecaminhões até o canteiro, em Manhattan.O One World Trade Center será umaadição ousada para o skyline de NovaIorque. Revestido em vidro prismático, afachada do edifício criará um efeito de ca-leidoscópio com a refração da luz duranteo decorrer do dia. Cuidados com confortoe segurança da edificação maiores que osexigidos pela legislação local aliados coma arquitetura, desenho urbano e as preo-cupações com a sustentabilidade tornameste edifício uma referência.One World Trade Centerfoto:dreamstimeGalvanização a quente garante redução de impactoambiental na construção do edifícioOne World Trade CenterLocal: Nova Iorque – NY,Estados Unidos da AméricaMotivo da galvanização:Durabilidade, Performance à corrosão,Qualidade de HDGComponentes Galvanizados:Estrutura dos painéisde vidro - fachada.Quantidade/peso:Aço: 50.000 toneladasHDG: 150 toneladasProjetoArquitetura:• Skidmore Owings and Merrill• Tishman ConstructionFabricante:• Advanced Metal and Wire Products• Benson IndustriesGalvanização:Galvanizers Company
  34. 34. Construção Metálica 39
  35. 35. 40 Construção MetálicaArtigoTécnico(a) (b) (c) (d)Dimensionamento de pilares mistosde aço e concretoPaulo Henrique Lubas SilvaMestrando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil eEstruturas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulopaulolubas@yahoo.com.brValdir Pignatta e SilvaProfessor Doutor do Departamento de Engenharia de Estruturas eGeotécnica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulovalpigss@usp.brINTRODUÇÃOOs pilares mistos de aço e concreto consistem em um oumais perfis de aço ligados entre si trabalhando em conjunto como concreto, simples ou armado, solicitados à compressão ou àflexocompressão. Os pilares mistos são, basicamente, de doistipos: revestidos ou preenchidos. A norma brasileira referente apilares mistos, ABNT NBR 8800:2008, trata especificamente dequatro tipos de pilares, todos com seções simétricas, as seçõesretangulares de concreto revestindo total (1a) ou parcialmente(1b) um perfil I ou H obrigatoriamente com barras de aço e tu-bos retangulares (1c) ou circulares (1d) de aço preenchidos comconcreto com ou sem barras de aço.O sistema misto apresenta grandes vantagens estruturais,uma vez que herda a capacidade resistente dos pilares de açoe a robustez dos pilares de concreto. A ABNT NBR 8800:2008,apresenta dois modelos de cálculo simplificados para o dimen-sionamento de pilares mistos com seções transversais simétri-cas, com base em duas normas internacionais. O primeiro, oModelo I, com base no AISC 360 (2005) e o segundo, o ModeloII, no Eurocode 4 (2004). Fica a critério do engenheiro estrutu-rista a escolha do método a ser utilizado.O maior desafio de se calcular pilares mistos está em con-siderar no dimensionamento todos os critérios e formulaçõesapresentados por qualquer uma das normas, brasileiras ouinternacionais, que abordam esse assunto. A quantidade deequações e verificações é grande, o que torna trabalhosa suautilização. Para minimizar esse problema, elaborou-se o có-digo computacional CalcPM que inclui todas as formulaçõesnormativas do AISC 360 (2005), do novo AISC 360 (2010), doEurocode 4 (2004) e da ABNT NBR 8800:2008, com intuito decontribuir para o conhecimento desse sistema. O objetivo destetrabalho é descrever o código CalcPM.O código CalcPM foi desenvolvido em linguagem de pro-gramação C#, que é o principal esforço da Microsoft em lin-FIGURA 1: Seções transversais típicas de pilares mistosxxyyxxyyxxyyyxxy
  36. 36. Construção Metálica 41guagem de programação, sendo criado no Visual Studio 2010,que também é da Microsoft e possui cerca de 60.000 linhas decódigo, necessárias para o calculo dos pilares mistos, geração degráficos, geração de memória de cálculo, verificações, desenhos,entradas e saídas de informações e tratamentos de erro.FIGURA 2:Perfil I totalmente revestido por concreto.Interface com o usuário do CalcPMFIGURA 3:Perfil I parcialmente revestido por concreto.Interface com o usuário do CalcPMFIGURA 5:Perfil circular preenchido por concreto.Interface com o usuário do CalcPMFIGURA 4:Perfil retangular preenchido por concreto.Interface com o usuário do CalcPMCÓDIGO CALCPMO código CalcPM calcula todos os tipos de seções trans-versais abordadas pela ABNT NBR 8800:2008, pilares mistostotalmente ou parcialmente revestidos (figuras 2 e 3, respecti-vamente) e seções retangulares ou circulares preenchidas porconcreto (figuras 4 e 5, respectivamente).
  37. 37. 42 Construção MetálicaPode-se decompor a aplicabilidade do código CalcPM emcinco pacotes descritos a seguir nos subitens A até E.a) Introdução de esforçosPara todos os tipos de seções dimensionadas pelo códigoCalcPM, a introdução de esforços é realizada por meio de umatabela na qual devem ser informados os momentos fletores Mkxe Mky aplicados no topo e na base do pilar e a força normalNk. É possível importar todos esses dados do Excel por meio deplanilhas salvas com qualquer nome em extensão “*.csv”.b) Introdução da geometriaA introdução da geometria é realizada de forma dinâmica esimplificada, uma vez que as seções estão todas parametrizadas,de forma a serem geradas automaticamente com base nosdados inicias informado pelo usuário. As entradas de dadosgeométricos foram anteriormente apresentadas nas figuras 2 a 5.c) Introdução da segurançaComo o código CalcPM aborda normas distintas, AISC 360(2005 e 2010), Eurocode 4 Part 1-1 e Part 1-2 (2004), e aABNT NBR 8800:2008, a introdução da segurança é realizadaseparadamente como ilustrado pela figura 6.d) Controle gráficoPara facilitar a visualização dos esforços e da capacidaderesistente das seções o código CalcPM v 1.0, apresenta umcontrole gráfico onde são plotados os momentos máximos parauma determinada força normal solicitante com os esforçossolicitantes de cálculo majorados, figura 7, e o diagrama deinteração “força normal x momentos fletores” máximos parauma determinada seção transversal, figura 8.e) Relatório de cálculoO relatório de cálculo é apresentado em duas caixas de texto,como apresentado na figura 9: a primeira detalhando o resumodo cálculo e outra relatando a ocorrência de problemas nodimensionamento. Ambas as caixas de textos podem serexportadas e salvas em um formato de texto aceito peloMicrosoft Word, com a extensão “ *. rtf”.FIGURA 6:Introdução da segurança no CalcPM para diversas normasFIGURA 7:Controle gráfico. Gráfico dos momentos máximospara uma determinada normal, e os esforços solicitantes
  38. 38. Construção Metálica 43ArtigoTécnicoEm Lubas et al. (2012) pode se encontrar uma aplicação doCalcPM comparando resultados dos dois modelos de dimensio-namento de pilares mistos descritos na ABNT NBR 8800:2008.CONCLUSÕESO código CalcPM possibilita a análise e comparação dosmétodos de dimensionamento de pilares mistos de aço e con-creto recomendados pelas normas brasileira, norte-americanae europeia. É possível analisar também o recém-publicadoAISC 360 (2010).O código CalcPM mostrou-se bastante eficiente no pro-cessamento dos dados, sendo criado no Visual Studio 2010,que além de ser um poderosa ferramenta computacional fa-cilitou a implementação da interface gráfica. Na bibliografiapesquisada não foi encontrado nenhum outro código para ocálculo de pilares mistos com tantos recursos, atendendo àsnecessidades acadêmicas de estudo e com a funcionalidadenecessária para utilização em projeto.FIGURA 8:Controle gráfico.Diagrama de interação normal x momentos máximosFIGURA 9:Caixas de texto dos relatórios de cálculoreferências• American Institute of Steel Construction.ANSI/AISC 360. “Specification for Structural Steel Buildings”. Chicago. 2005.• American Institute of Steel Construction.ANSI/AISC 360. “Specification for Structural Steel Buildins”. Chicago. 2010.• Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 8800. Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios. Rio de Janeiro. 2008.• European Committee for Standardization.EN 1994-1-1. Eurocode 4: Design of composite steel and concrete structures,Part 1-1 : General rules and rules for building. Brussels. 2004.• Lubas, P. H.; Silva, V. Pignatta; Munaiar Neto. J.;Dimensionamento de pilares mistos de aço e concreto conforme ABNT NBR8800 : 2008. Revista da Estrutura de Aço, CBCA, Rio de Janeiro. 2012 (no prelo).
  39. 39. 44 Construção MetálicaEstatísticaEm novembro, as compras registraram retração de 1,9% em relação ao mês anterior, com volume totalde 381,4 mil toneladas. Quando comparadas a novembro do ano anterior (349,2 mil toneladas), registraramalta de 9,2%. No ano acumulam crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado, comvolume total de 3.974,8 mil toneladas.Segundo o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço – INDA, em dezembro de 2012, tanto compraquanto venda na rede de distribuição deve fechar os dados registrando uma retração em torno de 15%.Para 2013, baseado nas recentes ações do governo para fomentar a competitividade da indústria nacio-nal e nas expectativas positivas de crescimento do consumo aparente de aço, o INDA acredita que as vendasda rede de distribuição voltem a crescer de forma mais consistente, em torno de 6%.Vendas crescerão em 2013349,2 353,7 346,8391,7389,7351,6317,7 331,4377,5 340,8321,2388,8 381,4324,2+ 2,0%20122011fonte: INstituto nacional dos distribuidores de aço (inda)ComprasAs vendas da rede também registraram recuo, 4,1% em relação ao mês anterior, com volume total de384,8 mil toneladas. Na comparação com novembro do ano anterior (359,3 mil toneladas), contabilizaram altade 7,1%. No acumulado do ano, as vendas registram acréscimo de 1,9% em relação ao mesmo período do anoanterior, com volume total de 4.042,0 mil toneladas.359,3324,8 356,1 343,6379,3344,8408,3348,7 342,1378,8 353,8401,2 384,8327,120122011+ 0,7%Vendas
  40. 40. Construção Metálica 45Com isso, os estoques da rede de distribuição, em novembro, registraram leve recuo de 0,4% emrelação ao mês anterior, com volume total de 933,5 mil toneladas. Na comparação com novembro do anoanterior (1007,8 mil toneladas), os estoques reduziram 7,4%. O giro de estoques subiu para 2,4 meses.As importações encerraram o mês de novembro com pequena alta de 2% em relação ao mês anterior,com 110,4 mil toneladas. Comparando-se ao mesmo período do ano anterior (149,4 mil toneladas), as im-portações registraram retração de 9,8%.1007,8 1000,7 997,9 1005,9 1016,3 1018,41001,8974,3963,6 962,3 949,3 936,9 933,5 930,620122011- 7,0%EstoquesImportaçõesINDA Instituto Nacional dos Distribuidores de aço. Tem como objetivo promover o uso consciente do aço. O desenvolvimento deestudos estatísticos estratégicos e a produção de conhecimento técnico específico são ferramentas que o Instituto se utiliza para oferecerinformações a seus associados e ao mercado de uma maneira geral.
  41. 41. 46 Construção MetálicaNossosSóciosAMartifer Construções Metálicas iniciou a sua atividadeno Brasil em 2011. Parte integrante do grupo Martifer,a empresa conta com a experiência de mais de 20 anos doGrupo na fabricação e montagem de estruturas metálicas,beneficiando da sua grande capacidade de engenharia e deexecução de grandes projetos.Executa projetos de elevada incorporação deestrutura metálica em aço, fachadas de alumínio e vidro,e soluções em aço inox, atuando também na produção decomponentes para energia eólica, petróleo e gás.Especialmente vocacionada para liderar projetos degrande complexidade, a Martifer Metallic Constructionscentra a sua estratégia de desenvolvimento na diferenciaçãopela qualidade da engenharia.Com uma equipe altamente qualificada e orientadapara ultrapassar os maiores, a Martifer ConstruçõesMetálicas está especialmente vocacionada para a execuçãode projetos de elevada complexidade.A Martifer Construções Metálicas está integrada naMartifer Metallic Constructions, que conta com mais de 2 000trabalhadores em todo o mundo e presença industrial emPortugal, na Romênia, na Austrália, em Angola e no Brasil.Criada com o objetivo de aplicar os princípios daindustrialização e racionalização da construçãometálica, a Módulo Engenharia Metálica Ltda. atuadesde 1996 na área de construção de obras emestruturas metálicas.A Módulo Engenharia Metálica Ltda. é formadapor um grupo de engenheiros, projetistas e técnicosque desenvolvem projetos para empresas do setorprivado, participando no desenvolvimento e implantaçãodos diversos sistemas construtivos e inovadores paraos vários setores da indústria.A Módulo Engenharia Metálica Ltda. visa odesenvolvimento tecnológico da construção metálicade uma forma sistêmica, buscando estudar os váriosaspectos que influenciam o desempenho deste setor.Tal abordagem do processo de construção implicavisualizar a produção de uma edificação sob um enfoquemais específico, levando em conta as suas diversas fases,desde a concepção, passando pelo projeto, produção,fiscalização, montagem, levando sempre em conta,as interações que existem entre as mesmas.A Módulo Engenharia Metálica Ltda. oferecetoda assistência nas seguintes áreas:• Departamento Comercial;• Desenvolvimento e Pesquisa de Mercados;• Desenvolvimento de Projetos;• Fiscalização e Inspeções no Processo de Fabricação;• Fiscalização e inspeção em Montagem de Obras.www.martifer.com www.modulo-rs.com.br
  42. 42. FabricantesdeEstruturasMontagemServiçosTécnicosEMPRESA TELEFONEAÇOBRIL (11) 2207-6700ACCIAIO (11) 4023-1651AÇOTEC (49) 3361-8700ÁGUIA SISTEMAS (42) 3220-2666ALUFER (11) 3022-2544ARMCO STACO (11) 2941-9862ASA ALUMÍNIO (19) 3227-1000Avsteel (17) 3212-8214BIMETAL (65) 2123-5000BLAT (18) 3324-7949BRAMETAL (27) 2103-9400BRAFER (41) 3641-4613CODEME (31) 3303-9000CONTECH (11) 2213-7636CPC (61) 3361-0030DAGNESE (54) 3273-3000Demuth (51) 3562-8484DINÂMICA (19) 3541-2199ENGEMETAL (11) 4070-7070EMMIG (34) 3212-2122EMTEC (11) 5184 2454FAM (11) 4894-8033Ferralumi (11) 4534-3371Frisomat (19) 3208-2025H. PELLIZZER (11) 4538-0303ICEC (11) 2165-4700Incomisa (12) 2126-6600JM (31) 3281-1416IMESUL (67) 3411-5700JOCAR (19) 3866-1279MARFIN (11) 3064-1052MARTIFER (12) 3604-6330MECAN (31) 3629-4042MEDABIL (51) 2121-4000METASA (51) 2131-1500Metálica 3D (47) 3521-9779Morelli Mezaninos (61) 3401-3000MULTI-STEEL (16) 3343-1010NOVAJVA (54) 3342-2252PLASMONT (11) 2241-0122PROJEART (85) 3275-1220SAE TOWERS (31) 3399-2702SEMAM (79) 3254-1488SHEstrut.Metálicas (51) 3594-3922SIGPER (11) 4441-2316SOROCABA (15) 3225-1540SSR PROJECT (11) 4067-6388SULMETA (54) 3273-4600TECNAÇO (34) 3311-9600TIBRE (54) 3388-3100Usiminas Mecanica (31) 3499 8500Vão Livre (83) 3331-3000EMPRESA TELEFONEACCIAIO (11) 4023-1651Açoport (12) 3953-2199AÇOTEC (49) 3361-8700ALUFER (11) 3022-2544ARTSERV (11) 3858-9569BEMO (11) 4053-2366BIMETAL (65) 2123-5000BRAFER (41) 3641-4613C.A.W. projetos (41) 2102-5600CODEME (31) 3303-9000CONTECH (11) 2213-7636CPC (61) 3361-0030DAGNESE (54) 3273-3000DÂNICA (11) 3043-7883DINÂMICA (19) 3541-2199EMMIG (34) 3212-2122EMTEC (11) 5184-2454ESTRUTEC (31) 3394-6035EUROTELHAS (54) 3027-5211FAM (11) 4894-8033H. PELLIZER (11) 4538-0303ICEC (11) 2165-4700IMESUL (67) 3411-5700JM (31) 3281-1416MARFIN (11) 3064-1052MARKO (21) 3282-0400MBP (11) 3787-3787MECAM (31) 3629-4042MEDABIL (54) 3273-4000Metálica 3D (47) 3521-9779METASA (51) 2131-1500MULTI STEEL (16) 3343-1010NOVAJVA (54) 3342-2252PERFILORARCELORMITTAL(11) 3065-3400PLASMONT (11) 2241-0122PROJEART (85) 3275-1220SEMITH (11) 4990 0050SIGPER (11) 4441-2316SOROCABA (15) 3225-1540SULMETA (54) 3273-4600TECNAÇO (34) 3311-9600TIBRE (54) 3388-3100TUPER (47) 3631-5180EMPRESA TELEFONE3EixosServ.Engenharia (48) 3028-6803ACCIAIO (11) 4023-1651Açofer (65) 3667-0505Açoport (12) 3953-2199AÇOTEC (49) 3361-8700ANDRADE REZENDE (41) 3342-8575ARTSERV (11) 3858-9569ASA ALUMÍNIO (19) 3227-1000BIMETAL (65) 2123-5000BRAFER (41) 3641-4613CARLOS FREIRE (11) 2941-9825C.A.W. projetos (41) 2102-5600CODEME (31) 3303-9000DÂNICA (11) 3043-7883EMMIG (34) 3212-2122FAM (11) 4894-8033Fhecor (41) 3029-9190H. PELLIZZER (11) 4538-0303ICEC (11) 2165-4700inoservice (11) 3766-8347Kofar (11) 4161-8103loyman (54) 3342-2525MARFIN (11) 3064-1052MBP (11) 3787-3787MEDABIL (54) 3273-4000MÉTODO ENGENHARIA (11) 5181-5089MÓDULO ENGENHARIA (51) 3348-9229NOVAJVA (54) 3342-2252PAULO ANDRADE (11) 5093-0799PERFILORARCELORMITTAL (11) 3065-3400PLASMONT (11) 2241-0122PROJEART (85) 3275-1220RMG (31) 3079-4555SANTO ANDRÉ (11) 3437-6373SEMAM (79) 3254-1488SOROCABA (15) 3225-1540SULMETA (54) 3273-4600TECNAÇO (34) 3311-9600TECHSTEEL (41) 3233-9910TIBRE (54) 3388-3100TUPER (47) 3631-5180USIMINAS MECÂNICA (31) 3499 8500Verzoni Adm. (51) 3076-3450ZANETTINI (11) 3849-0394ProjetodeArquiteturaProjetodeEngenhariaEstruturalConsultoria-PlanejamentoConstrução Metálica 47EdifíciosindustriaisEdifícioscomerciaisGalpões,silosearmazénsMezaninos,escadas,corrimãosPonteseviadutosObrasespeciaisSistemasespaciaisDefensasmetálicasTorresparatelecomunicaçãoeenergiaPré-EngenhariasEstruturasTorresparatelecomunicaçãoeenergiaCoberturasSóciosProdutos
  43. 43. GalvanizaçãoEstruturasparacoberturasTelhasemgeralTelhasautoportantesTelhaszipadasTelhastermoacústicasStellDeckCoberturasmÁquinas eequipamentosEMPRESA TELEFONEAçofer (65) 3667-0505AÇOTEL (32) 2101-1717Açoport (12) 3953-2199ANANDA (19) 2106-9050ARTSERV (11) 3858-9569BIMETAL (65) 2123-5000BRAFER (41) 3641-4613BEMO (11) 4053-2366CODEME (31) 3303-9000COFEVAR (17) 3531-3426DAGNESE (54) 3273-3000DÂNICA (11) 3043-7883EMTEC (11) 5184-2454EUROTELHAS (54) 3027-5211IFAL (21) 2656-7388IMESUL (67) 3411-5710JOCAR (19) 3866-1279Kofar (11) 4161-8103MARKO (11) 3577-0400MBP (11) 3787-3787PERFILOR/ARCELORMITTAL (11) 3065-3400PIZZINATTO (19) 2106-7233REGIONAL TELHAS (18) 3421-7377SANTO ANDRÉ (11) 3437-6373SEMITH (11) 4990-0050SOUFER (19) 3634-3600SULMETA (54) 3273-4600TELHAÇO (19) 2106-7233TUPER (47) 3631-5180Gradedepiso,pisoindustrialParafusos,porcasearruelasIsolamentotermoacústicoServiçosdepinturaeacabamentoPinturacontrafogoEMPRESA TELEFONEACCIAIO (11) 4023-1651Açofer (65) 3667-0505AÇOTEC (49) 3361-8700ANANDA (19) 2106-9050ARMCO STACO (21) 24729167ARTSERV (11) 3858-9569BRAFER (41) 3641-4613COFEVAR (17) 3531-3426CONTECH (11) 2213-7636CPC (61) 3361-0030CSN (11) 3049-7162DÂNICA (47) 3461-5303EMMIG (34) 3212-2122EUROTELHAS (54) 3027-5211FAM (11) 4894-8033FEREZIN MARTINS (18) 3421-7377H. PELLIZZER (11) 4538-0303HARD (47) 4009-7209ICEC (11) 2165-4700ISOESTE (62) 4015-1122IVI IPEÚNA (19) 3534-5681Kofar (11) 4161-8103MANZATO (54) 3221-5966MARFIN (11) 3064-1052MBP (11) 3787-3787MEDABIL (54) 3273-4000NOVAJVA (54) 3342-2252PERFILOR/ARCELORMITTAL(11) 3171-1775PIZZINATTO (19) 2106-7233PROJEART (85) 3275-1220SANTO ANDRÉ (11) 3437-6373SEMITH (11) 4990-0050SOROCABA (15) 3225-1540TECNAÇO (34) 3311-9600TEKNO (11) 2903-6000TIBRE (54) 3388-3100TUPER (47) 3631-5180Insumos eImplementos48 Construção MetálicaEMPRESA TELEFONEARMCO STACO (11) 2941-9862B. BOSCH (11) 2152-7988BIMETAL (65) 2123-5000BRAFER (41) 3641-4613BRAMETAL (27) 2103-9400FOGAL (11) 4994-6200LUMEGAL (11) 4066-6466trifer (11) 4084-1750EMPRESA TELEFONEFicep S.p.A. (11) 4636-8798SiderurgiaEMPRESA TELEFONEASA ALUMÍNIO (19) 3227-1000IPEUNA (19) 3534-5681NEMETSCHEK (11)9880 9845TEKLA CORPORATION (11) 4166-5684TUPER (47) 3631-5180VOTORANTIM METAIS (11) 3202-8699Fornecedoresde outrosProdutose ServiçosProdutosdealumínioProdutospláticosSoftwaresVentilaçãoindustrialFerramentaseMaquinárioZincoeligasdezincoFornecedoresdeMP(zinco)ServiçosdegalvanizaçãoTorresmetálicasMáquinasdeCorteMáquinasdePerfuraçãoMáquinasCNCsteel frameLaminadosplanosLaminadosnãoplanosTubosDrywallCalhasRufosProdutosMetalúrgicosEMPRESA TELEFONECSN (11) 3049-7162GERDAU AÇOMINAS (11) 3094-6552GERDAU LONGOS (11) 3094-6552VM (31) 3328-2390VOTORANTIM SIDERURGIA (11) 2575-6700EMPRESA TELEFONEALGE METALÚRGICA (11) 2721-2006
  44. 44. Entidades de classeChapasplanasBobinasPerfislaminadosPerfisdobradosPerfissoldadosTuboscomesemcosturaCentroleserviçosDistribuiçãoEMPRESA TELEFONEAÇOBRIL (11) 2207-6700AÇOTEL (32) 2101-1717ANANDA (19) 2106-9050BIMETAL (65) 2123-5000COFEVAR (17) 3531-3426CPC (61) 3361-0030EURO TELHAS (54) 3027-5211GERDAU AÇOMINAS (11) 3094-6552MBP (11) 3787-3787METASA (51) 2131-1500MULTIAÇO (11) 4543-8188PIZZINATTO (19) 2106-7233REGIONAL TELHAS (18) 3421-7377SANTO ANDRÉ (11) 3437-6373SIGPER (11) 4441-2316SOUFER (19) 3634-3600TECNAÇO (34) 3311-9600TIBRE (54) 3388-3100TUPER (47) 3631-5180SóciosProdutosAARSAssociação do Aço do Rio Grande do Sultelefone: (51)3228.3216e-mail: aars@aars.com.brABECEAssociação Brasileira de Engenhariae Consultoria Estruturaltelefone: (11) 3938.9400e-mail: abece@abece.com.brABMAssociação Brasileira de Metalurgia,Materiais e MineraçãoTelefone: (11) 5534.4333e-mail: abm@abmbrasil.com.brCBCACentro Brasileiro da Construção em Açotelefone: (21)3445-6332e-mail: cbca@acobrasil.org.brCDMECCentro Capixaba deDesenvolvimento Metalmecanicotelefone: (27) 3227.6767e-mail: cdmec@ebmet.com.brIABrInstituto Aço Brasiltelefone: (21) 3445.6300e-mail: acobrasil@acobrasil.org.brICZInstituto de Metais Não Ferrosostelefone: (11) 3214.1311e-mail: contato@icz.org.brINDAInstituto Nacional de Distribuidores de Açotelefone: (11) 2272.2121e-mail: contato@inda.org.brNÚCLEO INOXAssociação Brasileira do Aço Inoxidáveltelefone: (11) 3813.0969e-mail: contato@nucleoinox.org.brConstrução Metálica 49
  45. 45. 50 Construção MetálicaAgendaFeicon BatimatLocal: Pavilhão deExposições do AnhembiSão Paulo – SPSite: www.feicon.com.brPETROTECH – II Feira Brasileira deTecnologias para indústria doPetróleo, Gás e BiocombustíveisLocal: Imigrantes ExposiçõesSão Paulo – SPSite: www.petrotech.com.brSantos Offshore Oil Gas ExpoLocal: Mendes Convention CenterSantos – SPSite: www.santosoffshore.com.brCONSTRUCTION EXPO 2013 – 2ª Feirainternacional de Soluções paraObras InfraestruturasLocal: Centro de Exposições ImigrantesSão Paulo – SPSite: www.constructionexpo.com.brBrasil Offshore – Feira eConferência da Indústria dePetróleo e GásLocal: Macaé CentroMacaé – RJSite: www.brasiloffshore.com12 a 16março 201302 a 04abril 201323 a 26abril 201305 a 08junho 201311 a 14junho 201323 a 26julho 201315 a 19setembro 201324 a 26setembro 201301 a 03outubro 201301 a 04outubro 201302 a 04setembro 20146ª Feira Da Metalmecânica,Energia E Automação – Mec ShowLocal: Parque de Exposições FlorianoVarejão – Pavilhão de CarapinaCarapina, Serra – ESSite: www.mecshow.com.brRio Oil Gas Expo and ConferenceLocal: RiocentroBarra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJRio Pipeline 2013Conference ExpositionLocal: Centro deConvenções SulAméricaRio de Janeiro – RJSite: www.ccsulamerica.com.brVII TubotechFeira Internacional de Tubos,Conexões e ComponentesLocal: Centro de Exposições ImigrantesSão Paulo – SPSite: www.tubotech.com.brCorte Conformaçãode Metais 2013 - VII EdiçãoLocal: Expo Center Norte, PavilhãoVerde e Branco, São Paulo – SPSite: www.arandanet.com.br/eventos2013ConstrumetalLocal: Centro de Convenções FreiCaneca, São Paulo – SPSite: www.construmetal.com.br

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