2011.10.17 projecto curricular de escola
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

2011.10.17 projecto curricular de escola

on

  • 1,417 views

 

Statistics

Views

Total Views
1,417
Views on SlideShare
1,417
Embed Views
0

Actions

Likes
0
Downloads
13
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

2011.10.17 projecto curricular de escola 2011.10.17 projecto curricular de escola Document Transcript

  • Projeto Curricular de Escola2011-2012 “Não se pode aprender sem uma autoestima elevada. Assim, é preciso convencer os alunos em dificuldade de que eles podem aprender, assim como valorizar todos os seus progressos, por menores que sejam.” Rua Costa Veiga 2460 - 028 Alcobaça Philippe Perrenoud 262 505 170 962 097 175 913 6174 44 262 596 460 Aprovado em Conselho Geral 2011.10.26 www.esdica.pt diretor@esdica.pt facebook.com/esdica
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012ESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLAESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2I. NOTAS INTRODUTÓRIAS 5 1. DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULO 5 2. O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA 8II. O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO 10 1. TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA E O REGULAMENTO INTERNO 10 2. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR 12 3. PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO 13 4. GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕES 14 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS 14 6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS 15 TESTES ESCRITOS 17III. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR 18 1. PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA 19IV. OFERTA FORMATIVA 21 1. Turmas em funcionamento no ano letivo 2011-2012 21 2. ENSINO SECUNDÁRIO 22 Competências do Ensino Secundário 22 2.1.1. CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS 23 2.1.2. CURSOS TECNOLÓGICOS 29 2.1.3. CURSOS PROFISSIONAIS 30 2.1.4. ENSINO PARA ADULTOS 36V. ORGANIZAÇÃO DO ANO Letivo 39 1. Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012 39 2. Critérios de constituição de turmas 39 3. Critérios para a elaboração dos horários dos alunos 41 4. Distribuição do serviço docente 42 5. Orientações para os projetos curriculares de turma 45 6. Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares) 46VI. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 48 1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (Contextualização) 48 Página 2 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS 48 3. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 51 PORTUGUÊS 51 FILOSOFIA 52 FRANCÊS 53 INGLÊS 54 ESPANHOL 55 MATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B e MACS 55 EDUCAÇÃO FÍSICA 57 ÁREA DE INTEGRAÇÃO 64 ECONOMIA A e C 64 HISTÓRIA e HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES 65 DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICA 66 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO 68 FORMAÇÃO CÍVICA – 10º Ano 73 DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA 75 FÍSICA E QUÍMICA 80 GEOMETRIA DESCRITIVA A 81 DESENHO A 84 GEOGRAFIA e GEOGRAFIA A e C 86 PSICOLOGIA A + B 88 4. REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARES 89 5. CURRÍCULO INFORMAL / Atividades DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULO 92 Projetos 92 5.1.1. SENTIR + - Clube de Inteligência Emocional 92 5.1.2. DESPORTO ESCOLAR 98 5.1.3. DESPORTO MENTAL 99 5.1.4. OFICINA DE EXPRESSÕES 101 5.1.5. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI 105 5.1.6. PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR 106 5.1.7. LITERACIA financeira 106 5.1.8. CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLA 108 5.1.9. a LeR+ com a ESDICA 108 5.1.10. PESME 110 5.1.11. Projeto PTE – Plano TIC 115 5.1.12. “ESCOLA ABERTA” 116VII. PLANO DE FORMAÇÃO 2011-2012 116VIII. ESTRUTURAS DE APOIO 117 Página 3 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTO 117 2. SALAS DE ESTUDO 123 3. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 126 4. SPO 127IX. PROTOCOLOS E PARCERIAS 128X. AVALIAÇÃO DO Projeto CURRICULAR DE ESCOLA 130 Página 4 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012I. NOTAS INTRODUTÓRIAS 1. DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULOTodas as instituições têm uma cultura, a que se chama “cultura institucional”. De contornos maisou menos definidos, ela “explica” determinadas opções, determinadas maneiras de agir / reagirperante os problemas.Nem tudo, porém, assume a mesma importância nessa tarefa explicativa; é natural que astransformações mais recentes tenham um papel mais importante na explicação de determinadosfenómenos, enquanto que o nexo entre factos mais distantes no tempo e o comportamentopresente mal se faça sentir.A história da Escola Secundária D. Inês de Castro, como primeira escola de Alcobaça, está,longinquamente, ligada à história de Alcobaça e, mais precisamente, à história da Ordem de Cister– sob cuja sombra tutelar Alcobaça apareceu e se desenvolveu.Assim, poderemos dizer que nascemos algures nos séc. XI e XII quando S. Bernardo de Claraval eum grupo de monges, saídos da Borgonha, se instalam em Alcobaça..Em 11 de janeiro de 1269, Frei Estêvão Martins, 12º Abade do Mosteiro, cria, em Alcobaça, aprimeira Escola pública do Reino – onde se ensinava Gramática, Lógica e Teologia. E, como oconhecimento significa “desenvolvimento”, e não “despesa”, a Abadia conheceu o seu períodoáureo entre 1357 e 1433 (desde o reinado de D. Pedro I ao reinado de D. João I).Com a nomeação do Abade a ser da responsabilidade do Rei, começou a decadência da Abadia (háerros que nunca se emendam...) – sendo particularmente ruinosa a “gestão” do Abade D. JoãoDornellas. Pio V, cedendo, por meio de bula entregue ao Cardeal D. Henrique, completaautonomia aos Monges de Cister, deu novo folgo à comunidade. Contudo, dois acontecimentosiriam condenar todo o esforço: as inundações de 1722 e o terramoto de 1755: com as finanças nãoconsolidadas, o esforço de reconstrução revelou-se maior do que as possibilidades, tanto mais queo pior ainda estava para vir: primeiro, as invasões francesas e, finalmente, em 1833, o decreto queextingue as Ordens religiosas existentes no país. Página 5 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012A causa do ensino só ganha nova dimensão em Alcobaça em 3 de maio de 1925, com ainauguração da Escola Agrícola Feminina Vieira Natividade, culminando um processo iniciado em1910, liderado, para além do ilustre alcobacense atrás citado, por Ana de Castro Osório e JoséJoaquim dos Santos.Esta Escola, de que a atual “Escola Velha/Escola Nova” mantém toda a traça arquitetónica,desenhada por Raul Lino, foi criada pelo Decreto nº 4105, de 18 de abril de 1918, tendo sido aprimeira pedra lançada em 11 de julho de 1921. Os cursos aí ministrados, a alunas em regime deinternato, tinham uma forte componente prática e conferiam o curso Prático Elementar Agrícola –que comportava um ano de estágio.Não foi feliz a curta vida desta escola, lançada numa época de fortes convulsões políticas e sociais.Nem a passagem de uma figura tão emblemática como o Prof. Joaquim Vieira Natividade (1899-1968) conseguiu inverter a situação. Aliás, na vida deste insigne alcobacense, esse foi um períodoque ele gostava de omitir. Outro fator que pesou no destino infeliz da Escola prende-se com a sua(não) inserção no meio. Com efeito, a maior parte das alunas era oriunda do Asilo da InfânciaDesvalida de Alcobaça. Por estas razões, conjugadas com o desprezo com que o Estado Novotratou a Educação, a Escola foi extinta em 1931. A Escola Prática Agrícola Vieira Natividade, quefoi criada em sua substituição, nunca haveria de sair do papel. No entanto, em 1947, assiste-se aorecomeço do ensino agrícola (“Pomicultura”), sempre nas mesmas instalações, agoradenominadas Escola Prática de Agricultura Vieira Natividade. (Como se poderá constatar, vem delonge a nossa atração pela mudança de rótulos...)A avaliação da validade dos curricula e de toda a organização do ensino tem em Vieira daNatividade um lúcido crítico. Pela sua atualidade, merecerá atentar nestas palavras (ainda, hoje,tão atuais):“(...) A relação das disciplinas que fazem parte do ciclo profissional das escolas práticas de agricultura, com a duraçãode dois anos, mostra que nos mantemos fiéis ao enciclopedismo, tão grato às gerações que nos antecederam, e emque a preocupação de se ensinar um pouco de tudo dá como resultado ficar-se a saber muito pouco de qualquercoisa.”Entretanto, em 1932, por iniciativa e financiamento da Câmara Municipal, foi criado, nasinstalações da extinta escola, o Liceu Municipal. Contudo, quando os alcobacenses almejavam atransformação do Liceu Municipal em Liceu Nacional, ocorreu, pouco tempo depois, a suaextinção. Página 6 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Não conformadas, as gentes de Alcobaça encetam uma campanha que, pelo menos a partir de1947, tem no jornal Alcoa a tribuna oficial, encontrando entre as diversas individualidadesenvolvidas, mais uma vez... Joaquim Vieira Natividade. Provando que “tudo vale a pena quando aalma não é pequena”, o Decreto nº 40:029, de 28 de junho de 1955, veio transformar a EscolaPrática de Agricultura em Escola Técnica de Alcobaça. Desse mesmo decreto constam os cursos aserem ministrados, “Ciclo Preparatório do Ensino Técnico-Profissional” e “CursosComplementares de Aprendizagem de Serralheiro, Ceramista e Comércio”.A inauguração da Escola efetuou-se em 1960, permitindo que o ano letivo de 1960/61 funcionassejá nas novas instalações. A partir desta altura, a “Escola Velha” é encerrada.Os passos seguintes mais relevantes são:1968 – Separação Ciclo Preparatório / Escola Técnica.1971/72 – Inclusão na Escola Técnica da secção liceal do Liceu de Leiria.1974/75 – O grande aumento da população escolar leva à reocupação da Escola Velha – que, noentanto, já não tinha condições mínimas para um funcionamento adequado.1978/79 – O Decreto-Lei 80/78, de 27/4/78, extingue todos os Liceus e Escolas Técnicas.Doravante, apenas haverá escolas secundárias, nascendo, assim, a Escola Secundária de Alcobaça.Os anos 80 foram anos de crise. O aumento incessante dos alunos, a progressiva degradação dasinstalações da Escola Velha, levaria ao seu encerramento, a começos atribulados dos anos letivos,à colocação, em 84/85, de uma série de Pavilhões pré-fabricados. A transitoriedade desta medidasó viria a acabar no ano letivo de 2001/02 com a desocupação e posterior demolição dosfamigerados Pavilhões.No final da década, a situação melhorou significativamente com a entrada em funcionamento daescola gémea Escola Secundária nº 2, no ano letivo de 1988/89. Por essa razão, desde essa altura,a nossa escola passou a chamar-se Escola Secundária Nº 1 de Alcobaça.Em 1990/91, aproveitando as infraestruturas agrícolas existentes, é criada a EPACIS, mercê dacelebração de contrato-programa em que foram outorgantes o Estado (GETAP), a EscolaSecundária Nº 1, a Câmara Municipal e as Cooperativas Agrícola dos Avicultores e Criadores deGado, da Benedita, e Agrícola, de Alcobaça.Em 1993, através do Despacho nº 140/SERE/93, de 24 de setembro, a Escola passa a chamar-seESCOLA SECUNDÁRIA D. INÊS DE CASTRO, lecionando os 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino Página 7 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Secundário. A oferta pedagógica do Ensino Básico e Secundário sempre se caracterizou pelaabrangência e diversidade, implementando Cursos de Educação e Formação Profissional, ViasProfissionalizantes e Cursos Tecnológicos / Profissionais, em articulação com as necessidadeslocais e os interesses dos alunos. Foi, deste modo, a primeira escola de Alcobaça a oferecer, no 3ºCiclo, primeiro, e depois, no Secundário, o Espanhol como Língua Estrangeira, correspondendo auma procura forte por parte dos alunos e encarregados de educação.Após a transformação desta escola em Escola Secundária “pura” – o que aconteceu em 2007, porDespacho do Senhor Secretário de Estado da Educação, de 26 de abril (comunicado pelo OfícioDREL nº 22644, de 10 de maio) - passámos a poder oferecer todos os cursos, incluindo, a partir doano letivo anterior, o de Artes Visuais. Merecem destaque, pela inovação e arrojo das propostas,os Cursos Profissionais de Música e o de Técnico Auxiliar de Saúde.Esta nota introdutória, embora repita, em parte inutilmente, textos semelhantes inseridos noProjeto Educativo, tem como função tornar percetíveis certas escolhas curriculares. A história deuma instituição, a sua cultura institucional, o seu corpo docente, acabam por ter um peso nãonegligenciável na escolha das disciplinas a oferecer – sendo, no entanto, verdadeiro o princípiofundamental: a escolha tem de partir sempre de impulsos vindos de fora, dos alunos e seusrepresentantes, bem como da evolução da própria sociedade. 2. O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA“Formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas” (Paulo Freire)A citação de Paulo Freire constitui uma tentativa de resposta à questão em título: “formar oueducar”?. Ela, para além de um programa, é sobretudo a constatação de um facto: a Escoladeslocou-se da sua pura dimensão instrutiva para uma missão também educadora.A realização deste desiderato pressupõe algumas condições: 1) a existência de uma escolaautónoma, formada por atores autónomos; 2) a aceitação da mudança como o facto maispermanente da modernidade – o que implica ajustamentos constantes nos programas, nosconteúdos, nos esquemas curriculares, na “rede escolar” de uma região mais ou menos alargada.Assim, o que antigamente estabelecia uma linha de distinção clara entre tipos de ensino/estabelecimentos – “liceus”, “escolas técnicas”, “escolas comerciais e industriais”… - hoje não épossível mais. Aqueles currículos estáveis - que se desdobravam em “livros de texto” estáveis, em Página 8 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012perguntas-tipo estáveis que se materializavam em exames estáveis – são fatores a ter em contanuma avaliação comparativa entre os “bons velhos tempos” de outrora e o tempo de hoje em que,supostamente, nada se sabe. De qualquer modo, mesmo que teimosamente se continue a afirmarum pensamento catastrofista, a mobilização dos recursos mais adequados à formação comsentido dos seus alunos, continuará a ser um desafio de que as comunidades educativas não sepodem alhear.É neste sentido que Del Carmen e A Zabalza definem o Projeto Curricular de Escola como um“conjunto de decisões articuladas, partilhadas por uma equipa docente de uma escola, tendentesa dotar de maior coerência a sua atuação, concretizando as orientações curriculares de âmbitonacional em propostas globais de intervenção pedagógico-didática adequadas a um contextoeducativo.”Por todas estas razões, a tão falada articulação entre o Projeto Educativo de Escola, o CurrículoNacional e o Projeto Educativo de Escola, muito para além de aparecer como um “diktat”doutrinário e dogmático, afigura-se como a constatação de uma necessidade, de uma evidência.Na verdade, aqueles esquemas curriculares em que muita gente foi formada, feitos deestabilidade que percorria várias gerações, já não existem. E, se bem que estas mudanças sejammais visíveis ao nível das ofertas profissionalizantes – em grande parte consubstanciada nosCursos Profissionais – elas apontam o caminho para que, cada vez mais, tenderão os projetoscurriculares, quaisquer que eles sejam: coerência – o que exige sujeição a um Projeto Educativo –mas, simultaneamente, atenção aos contextos concretos em que as escolas se situam. Página 9 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012II. O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO1. TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA E O REGULAMENTO INTERNOO Projeto Curricular de Escola é visto como um instrumento que sofre mudanças, consoante os diferentescontextos em que a sua construção se dá. Essas mudanças são caracterizadas pelo currículo escolar, oconjunto de aprendizagens que, por serem consideradas socialmente necessárias num dado tempo econtexto, cabe à escola garantir e organizar (Roldão, 1999), a partir do currículo nacional. Por outro lado, oProjeto Curricular de Escola estabelece relações de transversalidade com o Projeto Educativo de Escola ecom o Regulamento Interno, documentos vértices e pontos de referência orientadores de toda a atividadeescolar.A pretendida melhoria eficaz da escola tem por base a missão orgânica da escola ou, como afirma Éthier,“toda a organização tem uma missão a cumprir, ela é, ao mesmo tempo, a sua razão de ser, a sua finalidadee a sua referência”. O plano de ação do Projeto Curricular de Escola tem em consideração diversos aspetos,tais como: - Valores consagrados no PEE. - Níveis e campos de decisão curricular. - Recursos Físicos e Humanos de que a Escola dispõe. - Avaliação das opções tomadas. Página 10 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Página 11 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULARTempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente dasações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou oprofessor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficoucomo “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar.Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a suaaceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, écanónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo éincontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, umespaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, emgrupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”.Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deveconsiderar:  A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o currículo, os programas das diversas disciplinas1, homologados pelo Ministério da Educação, as orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus direitos.  As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.  Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.2, 31 Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos, eventualmente numasequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos, objetivos e indicações bibliográficas.2 Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, das prioridades, metas emeios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem ter etiologia diversa, podendo provir do Conselhode Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares / Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO eProfessora de Educação Especial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade setornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas se pronunciar.3 Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberações internas das escolas comofonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso está na lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que umanorma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-lei ou um simples despacho… Página 12 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃOAo contrário de um certo senso comum, que teima em ver nas planificações o mero cumprimento de umaformalidade, a planificação constitui-se, em vista do objetivo, como um meio facilitador: visa que se atinjamos objetivos de aprendizagem de cada disciplina com um mínimo de recursos materiais, no mais curtoespaço de tempo. É, pois, uma atividade que alinha estratégias, atividades de professores e alunos, bemcomo as circunstâncias de tempo, modo e recursos. Por comodidade de leitura e análise, a representaçãohabitual das planificações assume a forma de uma tabela que evidencie objetivos, roteiro de conteúdos,calendarização, atividades / estratégias e demais circunstâncias da aprendizagem.O facto de a representação simplificada ser uma tabela deste tipo, não significa que não sejam tidos emconta dos seguintes pressupostos:  Perfil do aluno à saída do 3º Ciclo.  Perfil dos alunos à saída do ensino secundário.  Objetivos gerais do ensino, tais como estão definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo.  Circunstâncias e valores locais, tomando como pontos de apoio, nomeadamente, a Carta Municipal de Educação, o Projeto Educativo da Escola e o Regulamento Interno da Escola  Programas oficiais das diferentes disciplinas.  Manuais oficialmente adotados  Orientações sobre a Educação Sexual.  Diferenciação pedagógica, valorização do saber experimental e da oralidade.  Transversalidade da competência em Língua Portuguesa.  Competência em Tecnologias de informação e comunicação.  Existência de Critérios de avaliação.  Valor da informação, nomeadamente no que diz respeito aos alunos, encarregados de educação, pares e direção, sobre a evolução das aprendizagens e perspetivas de sucesso.Entendendo-se por ensino a criação dos meios e das situações que levam os alunos à descoberta,tratamento e validação das informações que as diversas disciplinas propõem, devem ser propostas aosalunos, além das atividades letivas, Salas de Estudo e projetos extracurriculares. Assim, o Currículo, apesarde ser uma realidade nascida fora da instituição escolar, desenvolve-se dentro dela, devendo articular-secom os valores consagrados no Projeto Educativo, na esperança de formar cidadãos capazes de serem bemsucedidos para além da instituição, porque intelectualmente emancipados.. Página 13 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 4. GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕESA grelha de apresentação do planeamento de atividades de ensino e aprendizagem, de cada nível edisciplina, a propor aos Grupo disciplinar e ao departamento curricular, até ao início do ano escolar, deveconter os seguintes elementos:  Pré-requisitos  Objetivos  Roteiro de conteúdos, a serem abordados, a longo, a médio e a curto prazo.  Atividades / Estratégias  Competências o Exemplos de competências / operações cognitivas:  Identificação;  Comparação;  Diferenciação; / Diferenciação  Análise / Síntese;  Cálculo  Relação temporal /espacial;  Antecedente / consequente / causa / consequência / simultaneidade;  Recursos materiais e humanos. 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOSPelas implicações que tem na vida das pessoas, pelas leituras políticas que suscita, pelo efeito reguladorque tem sobre a aprendizagem, o sistema de avaliação é central em todo o processo, impondo algunscuidados especiais.Matriz dos testesAssim, as provas de conhecimentos devem implicar a existência prévia de uma Matriz, para informar osalunos e encarregados de educação, de modo explícito, sobre a natureza e a estrutura do teste a realizar. Página 14 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Salvaguardando a especificidade de cada disciplina, não existe um modelo único de Matriz, mas têm de serdada informação explícita sobre os seguintes aspetos:Temas a abordar e hierarquização dos temas, distinguindo, nomeadamente através da cotação, os temascentrais dos secundários.Estrutura do teste: número e tipologia das perguntas (pergunta direta, pergunta de preenchimento delacuna, pergunta de escolha entre alternativas de resposta, pergunta de opção por pares contrários;pergunta pelo comentário ou dissertação).Pressupostos pedagógicosEquacionar o tempo disponível com o número de perguntas.Nas disciplinas de línguas, devem ser realizados, pelo menos uma vez por período, momentos formais deavaliação oral.Nas disciplinas que impliquem trabalho de laboratório, com dimensão prática, devem existir, pelo menos,dois momentos de avaliação, em cada um dos períodos: teste teórico-prático e relatório sobre as aulaspráticas. 6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOSInstrumentos de avaliação, em uso na escola:Testes de diagnóstico – Realizados no início do ano letivo, virados para aprendizagens anteriores,assumidos como um ponto de partida, a ter em conta no desenrolar do processo de ensino aprendizagem.Testes de prognóstico – Realizados antes do início de uma nova unidade letiva, com o objetivo de garantiros pré-requisitos necessários para que essa unidade seja lecionada com sucesso.Relatórios - de trabalho experimental, de observação, de visitas de estudo ou sobre o trabalhodesenvolvido, num determinado período de tempo.Testes de oralidade: intervenções espontâneas do aluno ou solicitadas pelo professor, dissertaçõesprogramadas e debates. Quando intencionalmente provocadas pelo professor, os questionários orais, seexistirem, devem pautar-se pelas seguintes regras: Criação de condições físicas e psíquicas de descontração; começar com uma troca de palavras extrainterrogatório e iniciar este com perguntas simples Página 15 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Aviso atempado sobre quais os alunos a ser interrogados, para evitar o embaraço que se segue imediatamente à escolha. Tempo ao aluno para refletir, antes de responder Evitar manifestações de desagrado, pelas respostas ou falta delas, através da fisionomia. em caso algum deve troçar do aluno Formulação de perguntas de modo claro e preciso, na ordem direta, indo ao essencial e não a pormenores insignificantes Criação de mecanismos para que nunca se instale em algum aluno a suspeita de ter sido alvo de um tratamento injusto. Registo, feito pelo professor, sobre a qualidade da resposta e a atitude do aluno.Trabalhos de casaTrabalhos de grupoExposições. Na avaliação da qualidade do que se expõe, a avaliação deve pautar-se por critérios, entre osquais se destacam Riqueza e adequação vocabular; Rigor na construção sintática; Estilo: de frases apelativas, interrogativas e exclamativas; Estruturação e sequência de ideias; Modo expositivo, considerando-se, nomeadamente: Uso de argumentos racionais e afetivos Imparcialidade da informação utilizada Confiança evidenciada Capacidade de “prender” o auditório. Página 16 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012TESTES ESCRITOS o Resposta fechada o Resposta de escolha múltipla4 o Preenchimento de lacunas o Resposta aberta o Resposta curta54 As provas de reconhecimento podem ser de escolha múltipla, de verdadeiro ou falso e de associação. Sãoparticularmente eficazes na avaliação da memorização de conceitos, verificando a precisão de definiçõesou de entendimento de sentenças de um texto como nenhumas outras; se muito bem usadas, podem aindapermitir verificar o rigor e fundamentação de raciocínios. As provas de escolha múltipla são as maiseficientes e também as que dão mais trabalho a elaborar, mas têm a vantagem de ser muito rápidas declassificar e poderem ir sendo dadas aos poucos, na parte final das aulas, servindo assim de autênticosapontamentos para os alunos.As regras gerais são as seguintes: a)- nunca use menos de quatro alíneas na escolha múltipla, pois tornará oacaso como causa de sucesso; b)- use perguntas ou proposições e suas respostas ou complementos muitoclaras e precisas; c)- indique muito claramente o modo de responder, se possível fazendo um exemplo noenunciado e no quadro; d)- na prova de lacunas não deve começar logo o texto por uma delas, para nãofazer perder o sentido do texto; atire-as para o fim da frase; e)- não penalize os erros.5 As provas escritas de resposta curta verificam em extensão a aquisição de memórias. À medida que vailecionando, o professor deve ir anotando os pontos a que deu maior ênfase e que correspondem aproblemas claros e significativos para o aluno; ao fim de algumas aulas já tem um banco de dados comperguntas significativas, em perfeito acordo com o estilo com que o curso está a ser ministrado - que variade turma para turma, de ano para ano, de escola para escola - e capazes de, em princípio, seremrespondíveis pelos alunos.As principais regras a seguir neste tipo de provas podem ser:a)- A redação das perguntas deve ser clara e precisa, e só o é se estiver em acordo com o modo como os conteúdos foramsurgindo na aula; uma pergunta só pode dar origem a uma resposta, deve excluir a possibilidade de o aluno pensar noutras ou terde responder duplamente;b)- evitar as respostas em cadeia, isto é, que a primeira resposta, quando falhada, impeça a resposta às seguintes; tal não excluique, em cada grupo, por cada assunto, haja uma progressão de dificuldade de resposta;c)- evitar dar pontuação muito diferente às várias perguntas; as questões mais difíceis já são penalizadoras por serem mais difíceis; Página 17 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012III. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULARTempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente dasações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou oprofessor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficoucomo “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar.Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a suaaceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, écanónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo éincontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, umespaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, emgrupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”.Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deveconsiderar:  A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o currículo, os programas das diversas disciplinas6, homologados pelo Ministério da Educação, as orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus direitos.  As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.  Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.7, 8d)- organizar as perguntas por grupos correspondentes aos menores agrupamentos de conteúdos - aqueles que serviram de títulonos sumários; dentro de cada grupo, organizar as perguntas por grau de dificuldade, de modo a entender qual o patamar deconhecimento em que pode situar o aluno.6 Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos,eventualmente numa sequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos,objetivos e indicações bibliográficas.7 Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, dasprioridades, metas e meios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem teretiologia diversa, podendo provir do Conselho de Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares /Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO e Professora de Educação Página 18 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-20127. PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA1.1 - ARTICULAÇÃO SISTEMÁTICA – Muitas vezes, o que falta às organizações não é o fazer, mas sim a consciência do que fazem e de por que é que o fazem. A distinção pode parecer meramente escolástica; no entanto, esta consciencialização permite uma consistência muito maior do agir, transformando um acontecer casuístico num fazer intencional, regulado por princípios, e que, deste modo, tem maiores possibilidades de se repetir com (mais) êxito no futuro.Deste modo, o nosso Projeto Curricular procurará cotejar-se sempre com os valores axiais do ProjetoEducativo acima referenciados (promoção da cidadania, do sucesso, qualidade, abertura e liberdadeintelectual), com as imposições do Currículo nacional, reconhecendo que, para além da obrigatoriedadelegal, há a justificação racional de um valor comum a todos. Finalmente, não esquecerá a culturalinstitucional da Escola, “aberta” por tradição a atividades várias que se apresentam como extensões edesenvolvimentos do currículo formal.1.2 - ABERTURA - “Numa época em que nada é garantido e tudo é para ser justificado, a inculcação do valor da mudança, da criatividade e da adaptabilidade ao que é mutável, não constitui apenas um valor; constitui também um ‘manual de sobrevivência’” (Projeto Educativo, pág. 13). Este princípio desdobra-se nos seguintes preceitos operativos:1.2.1 Mudança / Inovação Contínuas – Sobretudo no que diz respeito à oferta da Escola nos Cursos Profissionais, impõe-se uma política de mudança (quase) contínua, de modo a melhor aproveitar as oportunidades e não saturar o mercado com profissionais sem ocupação nem futuro. Esta política impõe-se também por razões mais realistas: num cenário em que “o aluno” passou a ser um bem escasso, a satisfação das suas ambições é também uma necessidade prática – a par da, mais fundamental, imposição ética e deontológica.1.2.2 Permeabilidade ao meio – A dicotomia escola / meio faz cada vez menos sentido. Sem que se defenda, em circunstância alguma, uma “capitulação” da escola face às competências concorrentes do meio; significa, antes, a consciencialização de que as instituições, escolares ou não, estãoEspecial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade setornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas sepronunciar.8 Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberaçõesinternas das escolas como fonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso estána lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que uma norma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-leiou um simples despacho… Página 19 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 “condenadas” a um entendimento estratégico. A cultura está em toda a parte, assim como as oportunidades, os riscos, as ameaças.1.2.3 Uma oferta completa, que valoriza a dimensão artística - A nível dos cursos gerais, a Escola tem a possibilidade, outorgada pela “Rede Escolar” da DRELVT, de oferecer todos os cursos disponíveis. Assim, desde o ano letivo anterior, que o Curso de Artes Visuais funciona neste estabelecimento de ensino.Sendo Alcobaça, desde sempre, uma terra dedicada a certas formas de produção artística, adquirindo amúsica particular importância, como o provam o número de instituições que ao ensino / divulgação damúsica se dedicam. Filarmónicas, hás as de Alcobaça, Maiorga, Vestiaria, Pataias e Turquel, algumas dasquais centenárias. Há várias escolas de música (desde logo as que nasceram à sombra da sociedadesfilarmónicas, bem como outras como as do Bárrio e da Cela. Deste modo, serão de privilegiar “Clubes” eProjetos que se dediquem à divulgação da música nas suas diversas manifestações. Concretizou-se, nopresente ano letivo, em articulação e parceria com a Academia de Música de Alcobaça, a oferta de cursosprofissionais, na Área da Música, de Instrumentistas de sopro e percussão e de instrumentista de jazz, oque se traduz numa enorme mais valia, uma vez que a oferta regional é praticamente nula neste domínio. 1.3 - O INTERESSE DOS ALUNOS – Para que este princípio não seja uma mera figura de retórica, deve comportar consequências. Deste modo:1.3.1 Escolha das opções – Uma vez que as escolhas possíveis, sobretudo no que ao 12º ano dizem respeito, oscilam entre o privilegiar a abrangência ou privilegiar a especialização, sem que haja um critério que se imponha inequivocamente, após vários anos em que este assunto se analisou em sede de Conselho Pedagógico, decidimos que a palavra decisiva sobre este assunto cabe aos alunos. São eles quem decide o caminho da especialização ou o caminho da abrangência. À Escola cabe a tarefa de arregimentar os meios para viabilizar as opções mais escolhidas.1.3.2 Viabilização de projetos próprios – A escola empenhar-se-á em criar as condições para viabilizar todos os projetos válidos, propostos pela Biblioteca, pelo PTE, pelo CNO, pelos departamentos/ grupos disciplinares, pelo SPO/NEE, por “Clubes” ou pelos alunos. Página 20 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012IV. OFERTA FORMATIVA 8. TURMAS EM FUNCIONAMENTO NO ANO LETIVO 2011-2012Ensino Diurno 10º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Ciências e Tecnologias 5 Cursos Científico Ciências Socioeconómicas 1 humanísticos Línguas e Humanidades 2 Artes Visuais 1 Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas 1 Informáticos Apoio á Gestão Desportiva 1 Profissionais Técnico auxiliar de saúde 1 Instrumentista de sopro e 1 percussão/Instrumentista de Jazz 11º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Ciências e Tecnologias 4 Cursos Científico Ciências Socioeconómicas 1 humanísticos Línguas e Humanidades 2 Artes Visuais 1 Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas Profissionais 1 Informáticos 12º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Cursos Científico Ciências e Tecnologias 4 Página 21 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 humanísticos Ciências Socioeconómicas 1 Línguas e Humanidades 2 Tecnológico Desporto Téc.º de Gestão de Equipamentos Profissionais 1 InformáticosEnsino Noturno Secundário Nº de turmas Cursos EFA Certificação Escolar 2 (turmas A e B)A diversidade de opções de formação pretende por um lado, dar resposta às solicitações e necessidadesdos alunos que a escola serve, mas também desafiar as suas capacidades organizativas de forma arentabilizar os recursos humanos, infraestruturas e equipamentos que possui. 9. ENSINO SECUNDÁRIOCOMPETÊNCIAS DO ENSINO SECUNDÁRIOÀ saída do Ensino Secundário, o aluno deverá ser capaz de: · Dominar competências comunicativas usando com clareza e correção a Língua Portuguesa em contextos diversos; · Dominar conhecimentos e técnicas no domínio das tecnologias da informação e comunicação; · Compreender, viver e fruir da realidade em que está inserido, nas suas diversas dimensões; · Organizar os seus saberes e experiências, em sistemas interpretativos coerentes, mas críticos e flexíveis; · Reconhecer a permanente relatividade do conhecimento, estruturando processos cognitivos de questionamento crítico; · Atualizar as competências técnico-científicas adquiridas, face à rápida mutação do mundo atual; Página 22 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 · Manifestar respeito, abertura e capacidade de diálogo face a perspetivas e valores diferentes dos seus; · Desenvolver uma perspetiva de interesse e responsabilização face aos problemas dos grupos e da sociedade a que pertence; · Atuar autonomamente, sabendo gerir pessoalmente e de forma eficaz os seus objetivos, iniciativas e opções; · Desempenhar papéis sociais em contextos diversos, compreendendo a interação com a perspetiva do (s) outro (s). · Conhecer princípios e adotar comportamentos reveladores de uma sexualidade saudável. · Dominar conhecimentos do âmbito da literacia financeira.9.1.1. CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS Generalidades  Perfil do Aluno à saída destes cursos · Compreender e utilizar corretamente a terminologia específica de cada disciplina. · Desenvolver o raciocínio e o pensamento científicos. · Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção para cada problema da realidade. · Desenvolver as capacidades de utilização de novas tecnologias. · Desenvolver a capacidade de selecionar, analisar e avaliar de modo crítico, informações em situações concretas. · Ser crítico e apresentar posições fundamentadas quanto à defesa e melhoria da qualidade de vida e do ambiente. · Adquirir, compreender e utilizar dados, conceitos, modelos e teorias do domínio científico. · Produzir enunciados que permitam interação linguística, exprimindo as ideias em textos linguisticamente corretos e de complexidade crescente. · Escrever com fluência e correção, utilizando diversos modelos de escrita. · Adotar atitudes e valores relacionados com a consciencialização pessoal e social visando uma educação equilibrada. Página 23 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Esta tipologia de formação é particularmente adequada a alunos que concluíram o 9.º ano de escolaridade,que tenham realizado exames nacionais às disciplinas de Português e Matemática e que pretendampredominantemente o prosseguimento de estudos no ensino superior, após o 12ºano. Por este motivodeve salientar-se a obrigatoriedade de realização de, pelo menos, quatro exames nacionais, exigidos emcada curso, que assumem também a valência de Provas de Ingresso Página 24 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Ciências e TecnologiasPlano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007 Página 25 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Ciências Socioeconómicas(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 26 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Línguas e Humanidades(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 27 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Artes Visuais(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 28 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 9.1.2. CURSOS TECNOLÓGICOS Curso Tecnológico de DesportoO Curso Tecnológico de Desporto, último e único curso tecnológico ainda em funcionamento, irádesaparecer no final deste ano letivo (2011-2012), sendo substituído pelo correspondente (?) cursoprofissional. Tem por objetivo a formação de profissionais capazes de dinamização desportiva, capazes dedesempenhar variadas funções em áreas como o desporto, o lazer e o turismo, exercer tarefas deorganização, realização e avaliação de atividades desportivas, bem como a gestão e manutenção ao níveldos respetivos materiais, equipamentos e estruturas de enquadramento.Legislação  Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de março (Estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação das aprendizagens, no nível secundário de educação), retificado pela Declaração de Retificação nº 44/2004, de 25 de maio.  Decreto-Lei n.º 24/2006. de 6 de fevereiro (Altera o Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação das aprendizagens, no nível secundário de educação. Revoga o nº 5 do artigo 11º do Dec. Lei nº 74/2004)  Portaria nº 550-A/2004 de 21 de maio (Estabelece os princípios orientadores da organização e dagestão do currículo, bem como da avaliação e certificação das aprendizagens do nível secundário deeducação, aplicáveis aos diferentes percursos do nível secundário de educação).  Portaria nº 260/2006 de 14 de março (Aprova o regime de organização, funcionamento e avaliação dos cursos tecnológicos de nível secundário de educação). Componentes de Carga horária Semanal Disciplinas (tempos de 90 minutos) formação 10º 11º 12º Português 2 2 2 L. Estrangeira I, II ou III a) 2 2 - Filosofia 2 2 - GERAL Ed. Física 2 2 - Tecnologias da Informação e Comunicação 2 - - Sub-total 10 8 4 CIENTÍFICA Matemática B 2 2 2 Página 29 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Biologia Humana 2 2 - Sub-total 4 4 2 Psicologia A 2 2 2 Organização e Desenvolvimento Desportivo 2 2 2 Práticas Desportivas e Recreativas 2 4 - Sub-total 6 6 4 Carga Horária Anual ( tempos de 90 minutos) TECNOLÓGICA Área Tecnológica Integrada c) Práticas de Dinamização Desp. Disciplina de Especificação d) e) 120 Práticas de Organização Desp. Projeto Tecnológico e) 27 (147) Estágio f) 160 g) Educação Moral e Religiosa h) (1) (1) (1) TOTAL 20 a 21 20 a 21 17 a 18 a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. b) A área Tecnológica Integrada é assegurada pelo docente que leciona a disciplina de Especificação. Certificado Profissional Técnico Intermédio de Nível III 9.1.3. CURSOS PROFISSIONAIS GeneralidadesDestinatários:Os Cursos Profissionais podem ser o percurso mais indicado para jovens que: - tenham concluído o 9º ano de escolaridade ou equivalente; - procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho; - não excluam a hipótese de, mais tarde, prosseguir estudos.Certificações: Página 30 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012A conclusão do curso profissional confere um diploma equivalente ao ensino secundário e um certificadode qualificação profissional de nível III.O diploma do ensino secundário e o certificado de qualificação profissional de nível III permitem o ingressonos Cursos de Especialização Tecnológica (nível 4) e o acesso ao ensino superior.No entanto, se o aluno pretende prosseguir estudos no ensino superior, terá de realizar um exame nadisciplina de Português e em duas disciplinas da componente de formação científica.Estes cursos culminam com a apresentação de um projeto, designado por Prova de Aptidão Profissional(PAP), no qual o aluno demonstrará as competências e os saberes que desenvolveu ao longo dos 3 anos deformação.Legislação aplicável:- Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, retificado pela Declaração de Retificação n.º 44/2004, de 25 demaio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/ 2006, de 6 de fevereiro, retificado pelaDeclaração de retificação n.º 23/2006, de 7 de abril;- Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de maio, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10de agosto;- Despacho n.º 14 758/2004, de 23 de julho. Cursos Profissionais atualmente em funcionamento na ESDICA:  Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos  Técnico de Apoio à Gestão Desportiva  Instrumentista de Sopro e Percussão  Instrumentista de Jazz  Técnico Auxiliar de Saúde Página 31 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Portaria nº 916/2005 de 26 setembroNota: Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior realizam exame às disciplinas específicas.Perfil de Desempenho à Saída do Curso: O Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos é oprofissional qualificado que, de uma forma autónoma ou integrado numa equipa, realiza atividades deconceção, especificação, projeto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemasinformáticos e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações. Página 32 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Portaria nº 176/2011 de 28 de abrilPerfil de Desempenho à Saído do Curso – O técnico de apoio à gestão desportiva é o profissional quecolabora na gestão e manutenção de instalações e de equipamentos desportivos e que participa naconceção e desenvolvimento e avaliação de programas, atividades e eventos desportivos em diversoscontextos organizacionais. Página 33 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Portaria nº 221/2007 de 1 de marçoPerfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Sopro e Percussão é o profissional quedesenvolve a sua atividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executandocomo solista ou em grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística. Página 34 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Portaria nº 176/2011 de 28 de abrilPerfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Jazz é o profissional que desenvolve a suaatividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando como solista ouem grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística. Página 35 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Portaria nº 1041/2010 de 7 de outubroPerfil de Desempenho à Saída do Curso – O Técnico Auxiliar de Saúde é o profissional que desenvolve a suaatividade sob a orientação de profissionais de saúde com formação superior, e que auxilia na prestação decuidados de saúde aos utentes, na recolha e transporte de amostras biológicas, na limpeza, higienização etransporte de roupas, materiais e equipamentos. Operacionalização dos Cursos Profissionais e Curso Tecnológico.A especificidade organizativa dos cursos que conferem certificação profissional, para além da certificaçãoescolar, e incluem formação em contexto de trabalho, justifica a elaboração de regulamentação específicaadaptada a cada tipologia de formação.9.1.4. ENSINO PARA ADULTOS Centro de Novas Oportunidades (CNO)O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária D. Inês de Castro promove processos de diagnósticoe encaminhamento para educação e formação, de reconhecimento de competências, de formação e decertificação que respondam às necessidades dos cidadãos que pretendam elevar os seus níveis dequalificação escolar, procurando sempre adequar os processos referidos ao perfil do formando adulto.Constitui-se assim como meio privilegiado de acesso a todas as modalidades de Educação e Formação deAdultos, oferecidas pela Escola Sec. D. Inês de Castro ou por outras entidades da região.O Centro Novas Oportunidades D. Inês de Castro propõe-se, ainda, distinguir-se pela qualidade da ofertaformativa. Assim, mobilizando os conceitos-âncora de “rigor”, “exigência” e “eficiência”, procurar-se-á criaruma imagem de seriedade associada a este processo de formação, contribuindo, assim, para credibilizaresta inovadora aposta na valorização dos recursos humanos.Numa primeira fase, o Centro Novas Oportunidades irá assegurar a certificação escolar de Nível Básico e deNível Secundário, remetendo para um próximo Plano Estratégico de Intervenção a possibilidade de secandidatar a RVCC Profissional.Pretende-se garantir igualdade de oportunidades a mulheres e homens e desenvolver práticas quemelhorem o acesso à formação por parte de públicos com dificuldades de inserção no mercado detrabalho, procurando garantir-lhes um acompanhamento personalizado, adaptado às condições específicasverificadas, no sentido de encontrar soluções adequadas ao perfil individual. Página 36 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Nesta fase de implementação, o horário de funcionamento, repartido entre o período laboral e o períodopós-laboral, procura diversificar a oferta, de modo a poder atender formandos adultos, ora em situação dedesemprego, ora empregados em busca de qualificação e certificação suplementar.Haverá avaliação periódica dos processos e dos resultados alcançados, através do modelo CAF (CommonAssessment Framework), perspetivandorspectivando-se sempre uma estratégia dinâmica de intervenção ea atualização constante dos membros da equipa técnico-pedagógica, através de Ações de Formaçãoregulares e de Jornadas de Reflexão. reActPara alguns, a escola não resulta. Isto leva ao insucesso e ao aumento da marginalização. A falta deiniciativa, de assuntos relevantes ou de interesse revelam que a escola não motiva. Coloca-se então umdesafio: reativar o desejo natural para aprender, de modo a que estes aprendentes possam voltar àeducação e construir um futuro para si-próprios.Quando os estudantes pensam: A escola foi uma perda de tempo; Nada na escola se relaciona com a minhavida; A escola não é real e quando os professores perguntam:Como tornar os estudantes mais proativos na sala de aula? Devem as aulas ser divertidas? Uma sala de aulasem “paredes”?Assim, o projeto reAct propõe:Autonomia: Os aprendentes escolhem e definem os seus projetos, desenvolvendocapacidades de iniciativa e autonomia, desaprendendo a passividade previamente incutida pelo sistemaeducativo.Colaboração: Trabalham com outros aprendentes nos seus projetos, incluindo pessoas de outros países,alargando assim as suas perspetivas, aprendendo a trabalhar em equipa e desenvolvendo, também, a suacriatividade no processo.Aprender a aprender: no processo, desenvolvem novas competências e novas atitudes que irão mudar omodo de abordar a aprendizagem e o mundo do trabalho.Como atingir estes objetivos?Uma mudança na metodologia de formação 1. Os formandos colaboram uns com os outros num projeto criativo, num tema à sua escolha, em colaboração com outros países. 2. Os formandos escolhem e trabalham num projeto criativo num tema da área do seu curso. Página 37 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. A atividade regressa à sala de aula mas os formandos adquiriram novas competências e uma nova conceção da aprendizagem.Papel do formadorApoia o processo, é guia e coaprendente das novas competências, o que lhe permite mudar as atividadesprevistas no programa, tornando-as mais criativas, colaborativas e relevantes.Ferramentas tecnológicas Uma seleção de ferramentas criativas de comunicação para apoiar o processo.Principais atividades a desenvolver no projeto:Estudo do perfil dos participantes: definir competências e necessidades de formadores e formandos.Metodologia: definir linhas mestras para aplicar abordagens pedagógicas personalizadas e inovadoras.Preparação de um conjunto de ferramentas, incluindo as da Web 2.0, utilizadas em AmbientesPersonalizados de Aprendizagem (PLE). Página 38 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012V. ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 10. Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012 Ensinos Básico e Secundário – Períodos letivos Início 15 de setembro 1º P Termo 16 de dezembro Início 3 de janeiro 2º P Termo 23 de março Início 10 de abril 3º P 8 de junho para os 11.º e 12.º anos e 15 de junho para Termo o 10º ano. Interrupções 1º P De 19 de dezembro a 3 de janeiro, inclusive 2º P De 20 a 22 de fevereiro, inclusive 3º P De 24 de março a 09 de abril, inclusiveDia do diplomaNo dia 30 de setembro de 2011, realiza-se o dia do Diploma: “as escolas e os agrupamentos que lecionem oensino secundário deverão promover, envolvendo a respetiva comunidade educativa, uma ação formal deentrega dos certificados e dos diplomas aos alunos que, no ano letivo anterior, tenham terminado o ensinosecundário.”Adenda em tom menor – Este ano, a uma semana do dia aprazado, veio o desmentido: não há prémiosmonetários. A crise até podia justificar o facto, não fosse a circunstância de o dinheiro ficar na escola. 11. Critérios de constituição de turmasOs critérios de natureza pedagógica para a construção de turmas obedecem a Despacho a publicar em cadaano letivo, sendo o Diretor responsável pela sua aplicação, em função dos recursos humanos e materiais Página 39 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012disponíveis na escola. Para além dos critérios gerais legalmente estabelecidos, foram definidos emConselho Pedagógico os seguintes critérios específicos: - Os critérios de natureza pedagógica para a constituição de turmas, obedecem a Despacho nº13170/2009 , de 4 de junho. - Serão considerados todos os alunos efetivamente matriculados (que pagaram propinas e seguro escolar), sendo as turmas constituídas pelo número de alunos legalmente estabelecido em função da tipologia do curso. - As turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente (NEECP) devidamente comprovadas e cujo PEI assim o determine deverão ser constituídas por 20 alunos, integrando, no máximo, 2 alunos com NEECP por turma. - A constituição de turmas com número de alunos inferior ou superior ao estabelecido carece de autorização da respetiva Direção Regional de Educação, tendo estas situações que ser devidamente justificadas. - O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério; - No respeito pela lei, serão respeitadas, sempre que possível, as opções dos alunos, no que respeita às suas escolhas disciplinares; - As turmas em situação de continuidade (11º) serão mantidas, a menos que existam razões pedagógicas em contrário; - Na constituição das turmas do 10º ano, o Os pedidos de manutenção de determinados grupos de alunos serão, sempre que possível, respeitados; o Os alunos repetentes e provenientes de outros estabelecimentos de ensino sem indicação de grupo de referência serão distribuídos pelas diversas turmas de forma equilibrada.O Grupo de Elaboração de Turmas é constituído por um Coordenador e dois professores, por cada ano aprocessar.A equipa é homologada pelo Diretor, precedendo parecer do(a) Coordenador(a). O Grupo de Elaboraçãode Turmas, que trabalha em estreita colaboração com a Direção, os Serviços Administrativos e o SPO,executará as seguintes tarefas: elaborar as listas de alunos em suporte digital e preencher os mapas dedistribuição de níveis.Quaisquer situações não previstas serão resolvidas em articulação coma Direção, durante o período defuncionamento do Grupo de Trabalho, e pelo órgão Diretivo, depois da cessação de funções do grupo. Página 40 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 12. Critérios para a elaboração dos horários dos alunosOs horários obedecem aos princípios seguintes:  Tendencialmente, as atividades escolares comuns a todas as turmas de um mesmo ano deverão ter início e termo das atividades escolares comuns para todas as turmas do mesmo ano.  Tanto quanto possível, os alunos, ao longo da semana, têm sempre as mesmas horas de entrada e saída.  Os alunos pós-puberdade não devem iniciar as atividades letivas teóricas muito cedo, uma vez que, adormecendo mais tarde, não têm o tempo de sono necessário à consolidação da memória de longo prazo.  As unidades letivas devem ocupar, em 4 dias da semana, os dois turnos (manhã e tarde), e um dia com apenas um turno.  Em caso algum o dia escolar pode conter mais do que 4 unidades letivas curriculares de 90 (8 tempos letivos).  Em caso algum pode ser ultrapassado o máximo de 3 unidades letivas de 90 num período do dia (manhã ou tarde).  Pelo menos, cada turma deve dispor de uma manhã ou uma tarde livre. Sempre que possível, esse período livre deve ser comum a todas as turmas do mesmo ano.  Em horários completos, não deve haver "furos".  Em horários completos, um período não deve ter apenas uma aula.  O intervalo para almoço não pode ser inferior a uma hora.  As aulas de Educação Física só poderão iniciar-se uma hora depois de findo o período que a escola definiu para o almoço (horário de funcionamento do refeitório), ou seja, uma hora entre o período definido para o almoço no horário do respetivo grupo ou turma e o início das aulas de Educação Física).  Devem evitar-se blocos consecutivos de aulas que exijam concentração elevada, ou seja, distribuição equilibrada entre disciplinas de caráter teórico e disciplinas de caráter prático, ou aulas teóricas e aulas práticas.  Distribuição das unidades letivas das disciplinas em dias intercalados.  As aulas das diversas disciplinas devem ser lecionadas em dias interpolados.  Línguas estrangeiras diferentes não devem ser lecionadas em tempos consecutivos.  Uma mesma disciplina não deve ser lecionada sempre nem ao primeiro nem ao último tempo.  Uma mesma disciplina, preferencialmente, não deve ser lecionada nos extremos da semana. Página 41 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  As disciplinas de Biologia e Geologia e de Física e Química desdobram num bloco e meio (135 min), quando o número de alunos da turma for superior a 15, de modo a permitir a realização de trabalho experimental.■ Nota: Trabalho Experimental é o que inclui atividades que envolvem controlo e manipulação de variáveise se realizam no campo, em laboratório ou oficinas ou com recurso a kits de experimentação utilizáveis emsalas normais. O critério principal para assumir uma atividade como laboratorial ou de campo diz respeitoao local onde a mesma se desenvolve. O trabalho prático corresponde ao envolvimento que os alunos têmna realização de atividades, mas que não implica necessariamente controlo e manipulação de variáveis elocal específico de realização das atividades. O critério que permite distinguir o trabalho experimental dotrabalho não experimental é a metodologia utilizada. 13. Distribuição do serviço docentePRINCÍPIO INFORMANTE:O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério.PRINCÍPIOS GERAIS: 1. Nos horários de trabalho do pessoal docente será registada a totalidade das horas correspondentes à componente letiva e não letiva de estabelecimento, bem como o tempo para atividades de apoio educativo, organizadas em Salas de Estudo. 2. Todos os professores terão direito a uma componente de trabalho individual que será de 10 horas para os docentes com menos de 100 alunos e de 11 horas para os docentes com mais de 100 alunos. [As horas, 1 ou 2, derivadas da conversão dos tempos letivos de 50 min em tempos de 45 min (Artº 3º do Despacho nº 13599 /2006), não entram neste cômputo]. 3. Não é permitida a lecionação de mais de 6 horas letivas consecutivas. 4. Na distribuição de serviço docente deverá respeitar-se a constituição de equipas estáveis que acompanhem os alunos ao longo de um ciclo de estudos. 5. A continuidade é, pois, o critério maior que preside à distribuição do serviço docente, só podendo ser quebrado em casos excecionais, devidamente fundamentados. 6. Aos professores poderá ser distribuído qualquer serviço docente, independentemente do Grupo de Recrutamento a que pertençam, desde que detenham formação adequada. Página 42 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012CRITÉRIOS CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVOS 1. Inexistência de incompatibilidades conhecidas entre professor e alunos; 2. Sintonia entre o saber / experiência do professor e as matérias a lecionar; 3. Distribuição equitativa e equilibrada de níveis, evitando que o mesmo professor lecione todas as turmas do mesmo ano. 4. Sempre que possível, cada professor não deve lecionar mais de três níveis diferentes. 5. Em caso de insuficiência de horas em determinado grupo, os horários zero / incompletos pertencerão aos professores menos graduados. 6. Em disciplinas que funcionem em regime de junções / simultaneidades, nenhum professor poderá lecionar mais do que uma das disciplinas / turmas envolvidas. 14. Reuniões de coordenação de ano (RCA)Tentando dar maior consistência e organização à Componente não Letiva de Estabelecimento (CNLE), aEscola instituiu um tempo de coordenação a que deu o nome de RCA. Dessa estrutura / valência foielaborado um regulamento que, aprovado no Conselho Pedagógico de 11 de novembro de 2009, aqui setranscreve: Artigo 1.º CNLE - Natureza, Âmbito e Finalidade Nos termos do Artigo 82º do Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 270/2009, de 30 de setembro, adiante designado por ECD, a componente não letiva de estabelecimento, adiante designada por CNLE, compreende “o trabalho a nível do estabelecimento de educação ou de ensino [que] deve ser desenvolvido sob a orientação das respetivas estruturas pedagógicas intermédias com o objetivo de contribuir para a realização do projeto educativo da escola.” 1. As atividades a desenvolver na CNLE são as que constam do número 3 do Artigo 82º do ECD. Artigo 2.º RCA - Natureza, Âmbito e Finalidade Página 43 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. As “Reuniões de Coordenação de Ano, Grupo e Departamento”, adiante designadas por RCA, constituem um espaço destinado à operacionalização das diversas coordenações pedagógicas. 2. O RCA insere-se na componente não letiva de estabelecimento (CNLE) e é de marcação obrigatória nos horários dos docentes. 3. Dentro da sua matriz inicial, o RCA deve consagrar, pelo menos, uma reunião mensal à coordenação de Ano. a. Esta reunião deverá ocorrer na primeira quarta-feira de cada mês; b. Se este dia coincidir com feriado, transfere-se para a quarta-feira seguinte, procurando sempre assegurar a realização de, pelo menos, uma reunião mensal consagrada à coordenação de ano; 4. Entre outras matérias que julguem adequadas, deverão ser analisadas nesse RCA as seguintes: a. Avaliação do grau de cumprimento dos programas por anos / níveis de ensino, procurando assegurar uma gestão sincronizada dos ritmos de ensino-aprendizagem; b. Avaliação do grau de profundidade / dificuldade adequado; c. Planificação dos instrumentos de avaliação sumativa, de modo a assegurar níveis de dificuldade semelhantes, comuns aos diversos docentes; d. Diagnóstico anual das necessidades de formação; e. Elaboração do Plano de Atividades do Grupo, a submeter, no final do ano letivo, ao respetivo Departamento. 5. As restantes reuniões de RCA poderão ser utilizadas para outros tipos de coordenação, nomeadamente: a. Coordenação de Grupo / Departamento; b. Coordenação de Turma (Conselhos de Turma, Conselho de Diretores de Turma); c. Coordenação de Projetos; d. Reposição de aulas nos cursos profissionais / CEF, desde que não tenha sido possível assegurá-las através dos mecanismos OPTE. 6. No caso de não se realizarem as atividades previstas no nº 5, todas a reuniões previstas nos horários serão utilizadas para Coordenação de Ano. Artigo 3º Deliberações e votações Nas reuniões de RCA apenas poderão ser tomadas decisões vinculativas se os assuntos a deliberar tiverem sido divulgados por convocatória, nos termos da lei. Artigo 4.º Registo das Reuniões Das reuniões haverá registo, em impresso próprio, comum a todos os Grupos / Departamentos, através do qual seja possível: Página 44 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 a. Fazer o apuramento de presenças e ausências; b. Saber os assuntos que foram alvo de ponderação e análise. 15. Orientações para os projetos curriculares de turmaO Projeto Curricular de Turma tem como objetivo organizar as atividades da turma, encontrando uma linhacondutora de atuação, tendo em conta as especificidades da turma e a situação real dos alunos, as suascaracterísticas e necessidades.O PCT concretiza o PCE, ajustando-o à turma, incluindo os seguintes tópicos: 1-Caracterização da turma 1.1 – Percurso escolar 1.2 - Perfil da turma 1.3 - Situações específicas 2- Medidas de Intervenção de âmbito disciplinar/ Interdisciplinar 2.1 – Interdisciplinaridade/ Desenvolvimento de Projetos Transversais 3- Plano de Atividades da Turma 3.1 – Promoção do sucesso escolar 3.2 – Promoção de um espírito de cidadania ativa e crítica 3.3 – Promoção de valores locais e relação com a Comunidade 3.4 – Quadro sinóptico das visitas de estudo 4– Indicadores de medida do sucesso educativo 5– Avaliação do Projeto Curricular de Turma 5.1 – Análise SWOTEm http://www.esdica.pt/DTURMA/DOCS/PCT_BASE_VERSAO_3.doc encontra-se disponível o modeloem formato Word, assim como outros documentos de apoio ao seu preenchimento. Página 45 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 16. Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares)O Despacho 19117/2008 de 17 de julho reescrevendo o Despacho 13599/06, promove a ESCOLA A TEMPOINTEIROMercê da experiência colhida em anos anteriores, o nosso OPTE - Programa de Ocupação Plena dosTempos Escolares estrutura-se nos seguintes eixos: 1. Substituição de Professores em faltas não previstas – ou não passíveis de ser colmatadas. Esta atividade mobiliza os meios que se encontram no quadro “OPTE / CAS” 2. O CAS (“Coordenação das Atividades de Substituição”) é uma estrutura de coordenação dessas atividades, tendo por missão preparar os materiais, os dossiês, gerir os professores afetos, em esquema de rotatividade. 3. Este OPTE / CAS constitui uma das quatro opções disponibilizadas aos docentes para facilitar o cumprimento da assiduidade: a. Permutas - Permite que, no seio do Conselho de Turma, se encontrem os horários que, esporadicamente, possam servir aos docentes para não faltarem. b. Substituição por um docente com formação adequada - Permite que, no seio de um grupo de docência / recrutamento, mediante uma planificação feita pelo professor titular da disciplina, um professor com formação adequada possa substituir o professor impedido. c. Trocas - O professor que tenha de faltar poderá, em circunstâncias excecionais, trocar as horas das suas aulas. 4. Para que seja possível uma leitura do que se faz – e de quem faz – criámos um modelo de registo das diversas atividades desenvolvidas, em que o próprio professor substituto, em casos que ache justificados, anota procedimentos que correram menos bem, instituindo, assim, uma primeira avaliação da atividade.Em todas as circunstâncias, o que pretendemos, na linha defendida pelo Despacho 13599/06 e redaçõesposteriores, é fazer uma escola a tempo inteiro. E com sentido.OPERACIONALIZAÇÃOA operacionalização deste Plano segue as seguintes regras: Página 46 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012- Todos os Professores estão vinculados à comunicação antecipada da sua intenção de faltar (na Direção)assim como de organizar a respetiva permuta, troca ou substituição por outro docente de formaçãoadequada.-Na impossibilidade de permutar, devem antecipadamente entregar a algum membro do CAS, os Planos deAula para serem utilizados pelos docentes que irão ocupar os seus alunos.-Na eventual falta destes Planos de Aula deixados pelos professores ausentes, as atividades desenvolvidasna ocupação dos alunos serão da responsabilidade do professor destacado para este serviço.- Os professores destacados para o serviço de Ocupação Plena dos Tempos Escolares (OPTE) deverão estarà hora do início da aula na sala de professores:a) Havendo conhecimento da ausência prevista de um professor, o elemento do grupo CAS procederá àentrega do material deixado por este, ao professor que o irá substituir na ocupação dos alunos.b) Na falta imprevista de um professor, a auxiliar de ação educativa do respetivo bloco informará, danecessidade de ocupação dos alunos. Neste caso, algum dos elementos CAS selecionará o material queentender conveniente. (Se possível, recorrendo ao Delegado de Grupo Disciplinar para o apoiar na seleçãodo material mais adequado)- Concluída a Aula de Substituição, o Professor Substituto preencherá um formulário referindo se o Planofoi aplicado com normalidade- Estes professores serão destacados para o serviço de OPTE de acordo com as seguintes regras:Na sala de professores será afixado um mapa semanal com a indicação dos professores substitutos emserviço. Os professores irão desempenhar este serviço em regime de rotatividade. Para este efeito, osmapas semanais de substituições são atualizados semanalmente e afixados na sala de professores, paraconsulta.AVALIAÇÃOEste Plano será alvo de uma avaliação no final de cada período com base em informações recolhidas pelaanálise dos relatórios semanais de substituições e registos elaborados dos Professores que realizaram assubstituições. Página 47 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012VI. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 17. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (CONTEXTUALIZAÇÃO)Critérios de Avaliação – De um modo sistemático, os “Critérios de Avaliação” fazem parte da linguagempedagógica desta Escola desde há muitos anos, antes ainda de serem consagrados em lei. Este verdadeiroavanço educacional está plasmado em vários documentos oficiais da escola, nomeadamente no ProjetoEducativo, no que diz respeito à filosofia subjacente, no Regulamento Interno, no que diz respeito aosCritérios de Avaliação Gerais. Os Critérios de Avaliação Específicos de cada disciplina, depois de aprovadospelo Conselho Pedagógico, integram este projeto, sendo são dados a conhecer aos alunos pelo Diretor deTurma, apesar de publicados na página da Escola, em www.esdica.ptPara além dos Critérios de Avaliação próprios de cada disciplina – e que designamos de “Específicos” –existem os “Critérios de Avaliação Gerais” – que fazem parte do Regulamento Interno. Desse documento,transcrevemos os Artigos 9º, 10º e 11º: 18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS Artigo 9º Critérios de Avaliação 1. Os Critérios de Avaliação são instrumentos pedagógicos de natureza pública, devendo ser do conhecimento de todos os implicados no processo de avaliação, nomeadamente alunos, professores, diretores de turma e encarregados de educação. 2. Os critérios de avaliação definem metodologias e procedimentos, instituindo-se como referenciais comuns, não fundamentando, nunca, prejuízos para os alunos. 3. Em ordem a garantir o princípio consagrado no número anterior, deve ser algo de especial ponderação e valorização, de acordo com o preceituado legal, a progressão do aluno. Página 48 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 4. Os Critérios de Avaliação dividem-se em dois níveis: Critérios de Avaliação Gerais e Critérios de Avaliação Específicos. a. Os Critérios de Avaliação Gerais definem um conjunto de regras e procedimentos gerais, fazendo parte deste Regulamento Interno; b. Os Critérios de Avaliação Específicos definem as regras, normas e procedimentos próprios de cada disciplina, sendo elaborados pelos Grupos Disciplinares. 5. Todos os Critérios de Avaliação carecem de aprovação pelo Conselho Pedagógico. 6. A divulgação dos Critérios de Avaliação Gerais é da responsabilidade do Diretor. 7. A divulgação dos Critérios de Avaliação Específicos é da responsabilidade de todos os professores. 8. O Conselho de Turma e, em primeiro lugar, o Diretor de Turma são os responsáveis pela verificação da sua aplicação. 9. Para os efeitos previstos no nº anterior, cada dossiê de Direção de Turma deve conter exemplares de todos os Critérios que tiverem aplicação na Turma. Artigo 10º Critérios de Avaliação Gerais 1. Cada Grupo define/confirma Critérios de Avaliação Específicos, por ano e por disciplina. 2. Para além dos testes, o Grupo deve definir que outros instrumentos entram na avaliação do aluno e em que percentagem, bem como as consequências de os alunos não os realizarem. 3. Deve ser fixado o número mínimo de testes e/ou trabalhos equiparados, por período e para a totalidade do ano. 4. O Grupo deve estabelecer explicitamente, através de critérios objetivos, a projeção e a incidência de cada período letivo na avaliação final, de modo a salvaguardar o caráter contínuo da avaliação. 5. Todos os elementos que entrem na composição da avaliação dos alunos devem apoiar- se em instrumentos objetiváveis. Página 49 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 6. Para os efeitos do nº anterior, devem ser elaboradas Grelhas de Registo de Observação ou documentos análogos que permitam traduzir, o mais rigorosamente possível, o qualitativo em quantitativo. 7. Antes da realização de cada teste, os alunos devem ser informados, de um modo claro e inequívoco, sobre: a. Conteúdos a testar; b. Estrutura da prova; c. Duração do teste. 8. As cotações das perguntas devem constar nos enunciados dos testes. 9. A cotação atribuída a cada resposta deve ser registada na folha de prova dos alunos. 10. Os enunciados não podem ser manuscritos, de modo a facilitar a leitura e interpretação por parte dos alunos. 11. Não pode ser ministrado um segundo teste, sem que o primeiro tenha sido entregue aos alunos e com eles discutido e corrigido. 12. Os testes devem ser corrigidos e entregues aos alunos no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data da sua realização. 13. Sem prejuízo do disposto no número anterior, até ao último dia de aulas de cada período, todos os elementos de avaliação devem ser do conhecimento dos alunos, de modo a tornar viável a sua autoavaliação. 14. Todos os elementos de avaliação devem ser entregues aos alunos em sala de aulas e esse facto ser registado nos sumários respetivos. 15. A classificação a constar nos testes de avaliação é, obrigatoriamente, quantitativa. Nos restantes instrumentos de avaliação, a informação qualitativa deve obedecer à seguinte terminologia: Reduzido (0 – 19%), Insuficiente (20 – 49%), Suficiente (50 – 69%), Bom (70-89%) e Muito Bom (90-100%). 16. Os instrumentos de avaliação devem ser elaborados e discutidos no seio dos grupos disciplinares, de modo a salvaguardar a maior justiça e equidade entre todos os alunos. 17. Em ordem a prosseguir as finalidades referidas no número anterior, podem os grupos disciplinares, mediante aprovação do Conselho Pedagógico e comunicação atempada aos encarregados de educação, ministrar testes comuns, em horários também comuns, ainda que fora do horário habitual dos alunos. Página 50 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 18. Para não provocar acréscimo desnecessário de horas letivas, estes testes devem ser considerados como medidas excecionais, não podendo ultrapassar o número de três por período e por ano de escolaridade. 19. Este procedimento não deve ocorrer em disciplinas que disponham de testes intermédios, quer a eles tenham aderido ou não. 20. Se realizados dentro das normas previstas nos números anteriores, os testes constituem-se em atividades obrigatórias. Artigo 11º Divulgação e Comunicação aos Encarregados de Educação dos Resultados da Avaliação Sumativa 1. No prazo máximo de dois dias úteis após a realização do último Conselho de Turma de avaliação sumativa de cada período letivo, são afixados em local público os resultados da avaliação sumativa, assim como publicados em www.esdica.pt 2. No prazo máximo de cinco dias úteis após o reinício das atividades letivas - no 2º e 3º períodos – o Diretor de Turma convoca, através de correio eletrónico ou via CTT, o Encarregado de Educação, para uma reunião a ser realizada nos primeiros quinze dias do período onde serão comunicados os resultados da avaliação sumativa do seu educando. 3. Os resultados da avaliação sumativa do 3º período são comunicados aos encarregados de educação, até dois dias úteis após a afixação das pautas. 19. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃOOs critérios de avaliação específicos das diferentes disciplinas, que integram os curricula dos cursosexistentes na escola, aprovados pelo Conselho Pedagógico para o ano letivo 2011-2012, são os que seseguem.PORTUGUÊS Página 51 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 10º ANO 11º ANO 12º ANO  Testes escritos  Trabalhos individuais e em grupo  Fichas de leitura Expressão escrita 60% 65% 65%  Trabalhos realizados na sala de aula, equiparados a teste (1)  Leitura Oralidade  Expressão e exposição oral 25% 25% 25%  Contratos de leitura  Comportamentos e atitudes de Atitudes e Valores acordo com os itens aprovados 15% 10% 10% em Conselho Pedagógico (2)(1) Os alunos devem saber previamente quais os trabalhos que serão equiparados a testes.(2) Responsabilidade e empenho nas atividades letivas; autonomia; respeito pelas normas de funcionamento da sala de aula; respeito pelos colegas e professores; cooperaçãoNotas:  Nas respostas escritas, deve aplicar-se o padrão de correção dos exames nacionais.  A avaliação dos segundo e terceiro períodos deve ser globalizante.  A avaliação do 2º período tem peso 2 em relação à do 1º período de acordo com a fórmula (2 X classificação do 2º período+ 1 X classificação do 1º período) : 3  A classificação final do ano é igual à classificação do 2º período mais a do 3º período a dividir por 2.  A progressão, ao longo do período e/ou do ano letivo, deve ser tida em conta.FILOSOFIA10º AnoAptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 80%Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 20% Página 52 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 10% 10% 100%Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,(1º Período + 2º Período + 3º Período) : 311º AnoAno Letivo - 2011 /2012 Critérios de AvaliaçãoAptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 80%Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 20%Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 10% 10% 100%Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,(1º Período + 2º Período + 3º Período) : 3FRANCÊSCompreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações dodesempenho oral)Atitudes e Valores – 10 %Notas:- Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas;-A classificação do 1º período terá peso 1; Página 53 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012-A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período.-A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período.- Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletiressa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critériosaprovados.Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anosCompreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações dodesempenho oral)Atitudes e Valores – 30 %INGLÊSCursos Gerais e Tecnológicos - 10º, 11º e 12º anoCompreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações dodesempenho oral)Atitudes e Valores – 10 %Notas:- Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas;-A classificação do 1º período terá peso 1;-A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período.-A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período.- Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletiressa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critériosaprovados.Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anos Página 54 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Compreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações dodesempenho oral)Atitudes e Valores – 30 %ESPANHOL10º, 11º e 12ºanos Compreensão/ Expressão escrita – 60% (Testes de avaliação sumativos: 70%; trabalhos escritos (individuais e de grupo): 30%) Compreensão/ Expressão oral – 30% (estão incluídas a participação na sala de aula, as exposições bem como todas as avaliações do desempenho oral)Observações:  A classificação do primeiro período terá peso 1;  A classificação do segundo período terá peso 2, à qual se somará a do primeiro período;  A classificação do terceiro período terá peso2, à qual se somará a do segundo período;  Caso o aluno revele uma progressão significativa a classificação final a atribuir deverá refletir essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios aprovadosMATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B E MACSProfissionais (por módulos)  Trabalhos escritos em sala de aula 70%  Atitudes e valores 30%Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC, contribuição para o bom funcionamentoda aula.10º e 11º Ano Matemática A, Matemática B e MACS  Testes de Avaliação 80% Página 55 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Trabalho escrito / Relatório 10%  Atitudes e valores 10%Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC12º Ano Matemática A  Testes de Avaliação 85%  Trabalho escrito / Relatório 5%  Atitudes e valores 10%Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPCClassificação dos 2º e 3º Períodos nota da pauta do 1º período  2  nota da fórmula do 2º período 2º Período = 3 3  nota da pauta do 2º período  2  nota da fórmula do 3º período 3º Período = 5  Em qualquer dos níveis de ensino deverão ser realizados, no mínimo, dois testes escritos e um trabalho em grupo e/ou individual.  Os testes intermédios são equiparados a um teste de avaliação.  No caso de não ser realizado qualquer trabalho escrito/relatório, no 10º, 11º e 12º anos, a percentagem correspondente será distribuída pelos dois parâmetros restantes, em partes iguais.  Os casos pontuais, correspondentes a grandes oscilações de rendimento, deverão ser analisados cuidadosamente.  A operacionalização da avaliação da Língua Materna no secundário será efetuada nos critérios de cotação dos testes de avaliação em que haja perguntas de desenvolvimento (composição).Trabalho de escrito (em grupo e/ou individual) /Relatório: Nota qualitativa: Nota quantitativa: Reduzido 0-4 Insuficiente 5 – 9,5 Suficiente 10 – 13 Bom 14 – 16 Muito Bom 17 – 19 Excelente 19 - 20 Página 56 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012EDUCAÇÃO FÍSICADomínios de Critérios Percentagem % (Ponderação)Avaliação Domínio das Competências Práticas (Técnicas eDomínio Táticas) referentes a cada matéria, através deMotor 60% exercícios critério e jogos reduzidos;(Saber Fazer) Progressão;Domínio Domínio dos Conhecimentos Teóricos (Teste /Cognitivo Trabalho temático Individual; Competências de 20%(Saber) Língua Materna); Interesse e empenho nas atividades propostas:  Assiduidade;  Traz o material necessário;  Cumpre as tarefas propostas; Respeito das normas de funcionamento da aula:  Empenho;  Nível de participação; 20%Domínio  Capacidade de iniciativa;Sócio-Afetivo (itens pontuados de 1 a 5 pontos de Pontualidade: acordo com a tabela aprovada em(Saber Estar) Respeito pelos colegas e professores: Conselho pedagógico)  Não causa situações de conflito;  Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas opiniões;  Cumpre as regras estabelecidas;  Revela espírito desportivo; Espírito de cooperação e entreajuda: - É solidário.Classificação do Final do 1.º Período = CP1Classificação do 2.º Período = CP1+(2*CP2)3Classificação do 3.º Período = CP2+(2*CP3)3Nota: Considerando a especificidade dos conteúdos lecionados no âmbito desta disciplina, será tido emconta, na análise da progressão do aluno, o seu rendimento escolar em cada um dos conteúdos, sendo Página 57 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012equacionado em casos devidamente fundamentados a atribuição de uma valorização na avaliação final(final do ano letivo) até um (1) valor.Obs.: Sempre que o aluno não tem condições de efetuar a aula deverá preencher uma ficha de observação(modelo próprio).  Trabalhos EscritosDomínios de Percentagem % CritériosAvaliação (Ponderação) 1 a 5Pontualidade na entrega do trabalho pontos 1 a 5 Capa ou folha de rosto pontos 1 a 5 Página de cortesia pontosDesign 1 a 5(Apresentação Índice pontosGráfica) 1 a 5 Bibliografia pontos 80% 1 a 5 Formatações, tabulações e paginação pontos Estrutura (Introdução; Desenvolvimento; 1 a 5 Conclusão) pontos 1 a 20 Adequação ao tema pontosConteúdos 1 a 20 Rigor / pertinência pontos 5 a 25 Tratamento pessoal da informação pontosApresentação Clareza na exposição, seleção das ideias a 20%Oral transmitir e capacidade de resposta a questões.Legenda: 1 1 5 Muito Fraco 2 5 10 Fraco 3 10 15 Médio 4 15 20 Bom 5 20 25 Muito Bom Página 58 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 a) Alunos com Atestado MédicoDomínios de Percentagem % CritériosAvaliação (Ponderação) O aluno: Analisa e interpreta, pelo uso correto da língua materna, a realização das atividades físicas aplicando os conhecimentos sobre técnica, organização, participação e ética desportiva. Conhece e interpreta os fatores de saúde e riscos associados à prática das atividades físicas e aplica as regras de higiene e segurança. Conhece e aplica os diversos processos de elevação e manutenção da condição física de uma forma autónoma no seu quotidiano.Domínio Conhece a função e modo de execução das principais ações técnico-Cognitivo táticas individuais e coletivas elementares e complexas da defesa e do 60% ataque e respetivas regras do jogo.(Saber) Conhece os objetivos, características, indicadores, princípios de ação e regras de gesta, fases de processamento de uma ação tática complexa, simbologia dos principais jogos desportivos coletivos e dos seus aspetos comuns. Conhece as fases do jogo, princípios fundamentais e específicos bem como as suas vantagens e desvantagens. Arbitragem – o aluno deverá, quando solicitado, coadjuvar o professor na aula arbitrando os jogos ou atividades conhecendo os sinais e respetivas regras. Ajuda na (gestão) arrumação do material quando solicitado e / ou por iniciativa própria;Domínio Conhece e cumpre as orientações inerentes ao regulamento deSócio-Afetivo educação física e regulamento da escola; 40%(Saber Estar) Está atento às informações do professor ou colegas; Aceita os Feed backs do professor para corrigir a sua execução; Procura saber, questionando o professor sobre os conteúdos, Página 59 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 esclarecendo as suas dúvidas; Respeita o material da escola apenas utilizando para fins a que se destina; Não faz ruído com bolas quando o professor ou colegas transmitem informação, se expressam emitindo opiniões ou colocando dúvidas ou noutros momentos inadequados; Admite as indicações que lhe dirigem; Aceita as opções e falhas dos seus colegas dando sugestões para a sua melhoria; Trata com igual cordialidade e respeito os companheiros e os adversários; Assiduidade / PontualidadeALUNO QUE APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:  Deve comparecer às aulas;  Não necessita de trazer equipamento;ALUNO QUE NÃO APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:  Deve comparecer às aulas;  Deve apresentar-se com o equipamento sempre que o professor o solicitar, de forma a poder participar no que lhe for possível (organização, cooperação, arbitragem, etc).FORMAS DE AVALIAR O ALUNO:  Trabalhos escritos;  Testes escritos;  Participação na própria aula com tarefas distribuídas pelo professor.  Tabela de quantificação do Domínio Sócio-Afetivo aprovado em pedagógico.Cada item será pontuado de 1 a 5 pontos: - Muito Fraco(a) 1 - Fraco(a) 2 Página 60 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Médio(a) 3 - Bom(Boa) 4 - Muito Bom(boa) 5 5 ………………………………. 0 6 ………………………………. 1 7 ………………………………. 2 8 ………………………………. 3 9 ………………………………. 4 10 ………………………………. 5 11 ………………………………. 6 12 ………………………………. 7 13 ………………………………. 8 14 ………………………………. 9 15 ………………………………. 10 16 ………………………………. 11 17 ………………………………. 12 18 ………………………………. 13 19 ………………………………. 14 20 ………………………………. 15 21 ………………………………. 16 22 ………………………………. 17 23 ………………………………. 18 24 ………………………………. 19 25 ………………………………. 20Tabela de Assiduidade: Pontos % de faltas 5 0a5 % 4 6a9 % 3 10 a 24 % 2 25 a 49 % 1 50 % Página 61 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Regulamento da disciplina da Disciplina de Educação Física - EQUIPAMENTO o Para a participação nas aulas de Educação Física, é necessário equipamento apropriado (calças ou calções desportivos, t-shirt, sapatilhas, meias e roupa interior limpas. O uso de boné só é permitido nas aulas de exterior. o Os alunos devem tomar banho após a prática desportiva, devendo trazer o material adequado para o mesmo (não esquecer do uso de chinelos). - DISPENSA DA PRÁTICA DAS AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA o Os alunos que, por doença ou outra incapacidade, não possam realizar atividade física têm de apresentar atestado médico ao Professor de Educação Física, até 30 dias após o início do ano letivo, da doença ou incapacidade. o Todos os alunos dispensados deverão realizar um relatório teórico da aula, ajudar na arbitragem nas aulas e noutras tarefas indicadas pelo Professor. - ASSIDUIDADE o Sempre que os alunos não se apresentem com o material necessário para a participação na aula, ser-lhe-á marcada falta de material, convertendo-se em falta de presença à 3ª ocorrência. o Os alunos que, por motivo de saúde, não puderem realizar a aula prática devem fazer-se acompanhar de uma justificação escrita e assinada pelo Encarregado de Educação, a fim de comprovar a sua situação de saúde. Caso o aluno não traga essa justificação ser-lhes-á marcada dispensa por falta de equipamento (caso seja a 1ª). Se a professora achar que, devido às dispensas do aluno, não tem elementos suficientes para o avaliar, poderá ser-lhes pedido trabalhos adicionais para a sua avaliação. o As aulas iniciam-se 10 minutos após a hora indicada no horário, após o que a Professora pode marcar falta. - AVALIAÇÃO o Todos os alunos, mesmo os dispensados ao abrigo do ponto 2.1. deste regulamento, têm de ser avaliados. o Os critérios de avaliação na disciplina de Educação Física são: 60 % - SABER FAZER; 20% - SABER; 20 % - SABER SER/SABER ESTAR. o No caso de alunos ao abrigo do ponto 2.1 deste regulamento, os critérios de avaliação são: 60% -SABER; 40%- SABER SER/SABER ESTAR. Página 62 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - INSTALAÇÕES E MATERIAL o A turma e o respetivo professor são responsáveis pelo material e instalações que utilizam. o A utilização adequada do material e instalações provoca-lhes menos desgaste beneficiando todos os utilizadores. o A utilização inadequada de qualquer material ou instalação obriga o autor ou autores a pagarem as despesas devidas pela reparação ou reposição do material ou instalação danificada. o Se houver extravio de material, a turma é responsável pela sua reposição. - VALORES DOS ALUNOS o No início da aula, os alunos colocam os seus valores numa caixa destinada para o efeito, no espaço onde vai decorrer a aula. o Sempre que um aluno não cumpra com o estipulado no ponto anterior assume a responsabilidade pelo eventual extravio dos seus pertences. - FINAL DA AULA o As aulas terminam, pelo menos, 10 minutos antes da hora indicada de forma a garantir tempo suficiente para os alunos tomarem banho, e ainda a saída das Instalações Desportivas ao toque de saída; - ASSISTÊNCIA ÀS AULAS o Não é permitida a assistência às aulas desde que os alunos não sejam elementos integrantes da turma. - Folha de Registo do Conhecimento dos AlunosAno: ___; Turma: ______; Data: ____/____/20___; Sumário N.º _____; ______ Tomei Conhecimento do Nome Email: (O regulamento de Educação Física e os critérios regulamento de Educação de avaliação serão depositados conta de correio Física e dos Critérios deNº (Primeiro e eletrónico da turma criada para o efeito). No entanto, Avaliação. último os alunos que concordarem podem redigir o seu nome) endereço pessoal. (Assinatura do Aluno)Rubrica do Professor da Disciplina: _________________; data ____/____/______ Página 63 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012ÁREA DE INTEGRAÇÃOObjetos de avaliação Instrumentos de avaliação Parâmetros de ponderação Testes escritos Fichas de trabalhoO conhecimento e as Trabalho de grupo 70%competências Trabalho individual Relatórios de atividadesAs atitudes e os Grelhas de registos de atitudes e 30%comportamentos na aula comportamentos  As atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendo em conta os seguintes itens: o Cooperação o Participação séria e adequada o Interesse e empenho manifestado o Tolerância e respeito pelos outros o Cumprimento de tarefas propostas o Pontualidade o Cumprimento das regras da sala de aulaECONOMIA A E C Instrumentos de Ponderaç Domínio Aspetos a avaliar avaliação ão  conhece/compreende conceitos, factos,  testes sumativos Conhecimento/ teorias, fórmulas;  trabalhos 90% Competências  descreve conceitos, factos, teorias; individuais  relaciona os conceitos, factos, teorias;  trabalhos de Página 64 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  interpreta a informação, sobretudo grupo quadros, gráficos e textos;  participação oral  analisa, sintetiza, avalia, apresenta, discute  relatórios de e fundamenta ideias; atividades  organização do material de trabalho;  comunicação oral e escrita com correção linguística.  cooperação;  hábitos de estudo;  grelha de registo Atitudes e  participação adequada nos debates; de atitudes e 10% comportamentos  tolerância e respeito pelos outros; comportamentos  pontualidade e assiduidade;  compostura no ambiente de sala de aula.  A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima referidos.  O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno antes da realização do trabalho.  A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida de um valor em função da progressão do aluno.  Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos alunos. HISTÓRIA E HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTESConhecimentos e Competências……………………………………90%Em todos os instrumentos de avaliação, para além das competências específicas da disciplina, são tambémavaliadas competências de comunicação em língua portuguesa com o peso de 10%. Não é atribuídaqualquer pontuação relativa ao desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa, sea cotação atribuída ao desempenho inerente às competências específicas no âmbito da disciplina for dezero pontos.Testes e trab. de investigação ---------------------------- 70% Página 65 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Outros elementos de avaliação---------------------------- 20%Oralidade--------------------------------------------------- 10%Cidadania ...............................................................10%Neste domínio serão considerados os seguintes itens:*Manifestar compreensão pela pluralidade de pontos de vista*Defender o património local e a qualidade de vida no meio em que vive*Posicionar-se solidariamente face aos problemas sociais do mundo*desenvolver atitudes de curiosidade intelectual e de pesquisa*Participar em trabalhos de grupo ou de equipaO peso relativo de cada período letivo na classificação sumativa resultará da seguinte ponderação,interpretada e otimizada pelo Professor:2º período: média aritmética do 1º com 2º períodos;3º período: (2º período x 0,66) + (3º período x 0, 34) DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICACursos ProfissionaisAV – Domínio das Atitudes e Valores ---------------- 30%  Pontualidade/Assiduidade ------------------- 6%  Comportamento ----------------------------- 8%  Empenho/Responsabilidade em aula ------- 8%  Iniciativa de realizar trabalhos ------------- 8%DC – Domínio Cognitivo ------------------------------- 70% Te – Testes ------------------------------------- 40% Toda a avaliação teórica, prática ou teórico/prática que é feita individualmente e da qual sepretende quantificar o grau de conhecimento dos conteúdos curriculares da disciplina. Página 66 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Se o suporte de gravação de ficheiros ficar danificado ou com ficheiros corrompidos terá de haver apossibilidade de realizar uma repetição do teste. Tg/Ti – Trabalhos de Grupo/Individual –------ 30%Todos os trabalhos realizados na aula ou em casa e que são feitos individualmente ou em grupo.  Produto ------------------------ 50%  Relatório*---------------------- 30%  Apresentação/Defesa* ------- 20%*Se um destes dois pontos, ou os dois pontos não se realizar a distribuição da percentagem fica ao critériodo professor.NOTA: Se não se realizarem trabalhos de grupo/individuais, o peso destes, reverte para os testes deavaliação e vice-versa. Avaliação Quantitativa Avaliação Qualitativa 0…..4 Reduzido 5…..9 Insuficiente 10…..13 Suficiente 14…..16 Bom 17…..20 Muito BomDisciplinas:  TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação 1º Ano  Arquitetura de Computadores 1º e 2º Ano GPSI  Redes de Comunicação 1º, 2º e 3º Ano GPSI  Sistemas Operativos 2º Ano GPSI  Programação e Sistemas de Informação 1º, 2º e 3º Ano GPSI Página 67 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO12ºANO - Curso Tecnológico de DesportoCritérios de Avaliação 12.º Ano ODD 1.º 2.º 3.º Período Período PeríodoDomínio Cognitivo 60% 60% 60% Class. Final = Class. Final =Domínio Sócio- 40% 40% ((2*2ºP)+1ºP)/3 40% ((2*3ºP)+2ºP)/3AfetivoBLOCOS PROGRAMÁTICOS Instrumentos, objetos e/ou matérias de avaliação Trabalho/pesquisa individual (documento escrito) Trabalho/pesquisa grupo (documento escrito) Apresentação oral individualConceitos Estruturantes Apresentação oral grupo Teste escrito ParticipaçãoAssociativismo Desportivo Projeto de atividade (elaboração do projeto)(Tema Complementar) Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto) Relatório de atividade (avaliação do projeto)Recursos Materiais Trabalho de Investigação(Tema Fundamental) Participação Projeto de atividade (elaboração do projeto) Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto)Financiamento Relatório de atividade (avaliação do projeto) Teste escrito ParticipaçãoODD – Organização e Desenvolvimento Desportivo: Critérios de AvaliaçãoDomínio CRITÉRIOS PONDERAÇÃO Página 68 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1 - Interesse e empenho nas atividades propostas: 8% - Assiduidade; - Traz o material necessário; - Cumpre as tarefas propostas; 2 - Respeito das normas de funcionamento da aula: 8% - Empenho;Domínio - Nível de participação;Sócio - - Capacidade de iniciativa;Afetivo 40% 3 - Pontualidade: 8%Atitudes eValores 4 - Respeito pelos colegas e professores: 8% 1. Não causa situações de conflito; 2. Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas opiniões; 3. Cumpre as regras estabelecidas; 5 - Espírito de cooperação e entreajuda: 8% 4. Revela espírito desportivo; - É solidário.1. Trabalhos de Grupo de Suporte Informático12ºANOCritérios de Avaliação de Trabalhos de Grupo de suporte informático - Apresentação Oral1. Expressão1.1 Clareza na exposição (linguagem adequada). 1 a 15 pontos Seleção das ideias a transmitir (o aluno não se limita a 1 a 20 pontos1.2 ler). Inovação metodológica e criatividade (apresentação 1 a 5 pontos 50%1.3 e lecionação original do conteúdo do trabalho) Interação (capacidade de motivar o diálogo e 1 a 10 pontos1.4 participação dos restantes elementos da turma e a capacidade de resposta a questões)2. Conteúd2.1 Rigor/Pertinência da informação (sem erros) 1 a 20 pontos Seleção e Organização dos conteúdos (não ser 1 a 20 pontos2.2 50% demasiado expositivo)2.3 Apresentação (estética) 1 a 10 pontos Página 69 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Legenda 1 1 Muito Fraco 1 1 3 5 Fraco 2 5 5 10 Médio 3 10 7 15 Bom 4 12 10 20 Muito Bom 5 152. Critérios de Avaliação do Dossier ODD e PDD 1º, 2º e 3.º Períodos Conteúdo 1 Pontualidade 1 a 5 pontos 2 Organização dos conteúdos 1 a 30 pontos (Consultar tabela seguinte) 3 Apresentação (estética) 1 a 5 pontos 4 Seleção dos conteúdos 1 a 10 pontosTotal = 50 pontosAplicar a regra 3 simples: 50 pontos ------ 20 valores Legenda 1 1 Muito Fraco 1 3 10 Fraco 2 5 15 Médio 3 7 20 Bom 4 10 30 Muito Bom 53. Organização dos Conteúdos do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PT12ºANOO Dossier será avaliado no final de cada período tendo em consideração a informação construída nas váriasdisciplinas do Curso Tecnológico de Desporto; PONTO 2 – ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS Página 70 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Organização Conteúdos PonderaçõesSeparado 1.º 2 e 3.º Disc. 1.º Período 2.º Período 3.º Períodores Período Período Identificação do aluno Índice do DossierIntrodução 20% 10% Critérios de Avaliação; Planificações; Fichas de Fichas de Trabalho; Trabalho; Interrupção para Sumários; Estágio Sumários; Projetos Projetos1 PDD 30% 20% Relatórios; (Mesmo Relatórios; conteúdo do 1.º Legislação; período) Legislação; Anexos; Anexos; Fichas de Fichas de Fichas de Trabalho Trabalho Trabalho Sumários; Sumários; Sumários; Projetos; Projetos; Projetos;2 ODD Relatórios; Relatórios; 30% 20% Relatórios; Testes escritos; Testes Testes escritos; escritos; Legislação Legislação Legislação Anexos Anexos Anexos Página 71 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Fichas de Trabalho; Fichas de Trabalho; Interrupção para Sumários; Estágio Sumários; Realização -3 PT Projeto; Projetos; 20% 20% (Mesmo Legislação Relatório; conteúdo do 1.º período) Anexos Legislação Anexos Roteiro de Estágio; ___________4 ________________ Relatório de 0% 20% _____ Estágio Estágio Anexos; ______________5 PAT ________________ Projeto; 0% 10% __ 100% 100%4. Estrutura do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PTEstrutura Disciplina Conteúdos 1.ºP 2.ºP 3.ºP Identificação do aluno 5% 2,5% 2,5% Índice do Dossier 5% 2,5% 2,5% Introdução Critérios de Avaliação; 5% 2,5% 2,5% Planificações; 5% 2,5% 2,5% Conteúdos:Separador 1º. Período……….. 30% 5% 2,5% PDDI 2º. Período………… ------ 15% 2,5% 3º. Período………… ------ ------ 15% ConteúdosSeparador II ODD 1º. Período…………… 30% 5% 2,5% Página 72 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2º. Período…………… ------ 15% 2,5% 3º. período…………… ------ ------ 15% Conteúdos 1º. Período……………… 20% 5% 5%Separador III PT 2º. Período……………… ------ 15% 5% 3º. Período……………… ------ ------ 10% Conteúdos 1º. Período……………… 0% 0% 0%Separador IV Estágio 2º. Período……………… ------ 10% 2,5% 3º. Período……………… ------ ------ 7,5% Conteúdos 1º. Período……………… 0% 0% 0%Separador V PAT 2º. Período……………… ------ 10% 2,5% 3º. Período……………… ------ ------ 7,5% 100% 100% 100%FORMAÇÃO CÍVICA – 10º ANOPerfil do Aluno  Investiga, seleciona e analisa dados e informações  Questiona a experiência quotidiana e o saber estabelecido  Reflete sobre as questões e avalia-as  Debate ideias, constrói estratégias e possíveis soluções para os problemas  Elabora planos de atuação  Coopera e colabora com o grupo/turma  Assume as responsabilidades decorrentes do trabalho individual e de grupo Parâmetros Pesos atribuídos Atitudes individuais / Valores Assiduidade e pontualidade  50% Participação autónoma Interesse e empenho Página 73 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Execução de tarefas Relatório Cabeçalho Introdução  30% Estrutura/ organização geral Expressão escrita Apresentação Trabalho de Grupo Espírito de iniciativa Discussão de pontos de vista  20% Capacidade de escutar os colegas Sentido de responsabilidade Organização do trabalho Grelha de avaliação do trabalho desenvolvidoNº Nome Assiduidade Participação Interesse Execução Relatório Trabalho Avaliação Pontualidade Autónoma Empenho de tarefas de grupo global Não satisfaz - NS Satisfaz -S Satisfaz Bem – SB DATA:-------/ --------/-------- Assinatura do Delegado de Turma:_____________________________ Assinatura do Professor: _____________________________________ Página 74 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA(10º ANO):Biologia e Geologia1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelose teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos. 60%2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático,ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática 15% 3 – Observação de aula prática 10%Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental pode 5%corresponder à realização de um trabalho de investigação.3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10 %(11º Ano):Biologia e Geologia1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos 60%e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos.2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático,ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 15% 2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática 10% 3 – Observação de aula prática 5%Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental podecorresponder à realização de um trabalho de investigação.3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Página 75 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Disciplinas de Biologia e de Geologia (12º Ano): Biologia e Geologia 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos. 50% Nota: No 3º período só se realizará um teste sumativo. 2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático, ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 20% 2 – Relatório/ficha de avaliação sobre atividade prática 15% 3 – Observação de aula prática 5% Nota: Quando se considere necessário 20%, ou mesmo os 40%, da componente experimental podem corresponder à realização de um trabalho de investigação/pesquisa. 3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10 % CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Disciplina de BiologiaBiologia (cftas)1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos;e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático: 90%Trabalhos científicos e/ou relatórios2 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Disciplina de SaúdeSaúde (cftas)1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos;e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático: 90%Trabalhos científicos e/ou relatórios2 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Página 76 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Classificação atribuída no final do 2º e 3º Períodos, tendo em conta a avaliação contínua dos alunos:  Classificação do 2º Período e 3º PeríodoTendo em conta a avaliação continua dos alunos, será efetuada do seguinte modo:Média aritmética dos testes sumativos desde o início do ano letivo, acrescido da avaliação resultante dosrestantes critérios de avaliação. No entanto, a classificação final do 3º período (av. Final), poderá seracrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma progressão nas classificações entre os períodosletivos de dois ou mais valores de diferença.Nota: - Os testes sumativos deverão contemplar itens de conteúdos programáticos já lecionadosanteriormente.Critérios de correção aplicados nos Relatórios, Trabalhos e Testes  Avaliação dos Relatórios – V de Gowin (grelha própria)  Avaliação dos Trabalhos (grelha própria)  Avaliação de Observação em Contexto de Aula Prática (grelha própria)  Avaliação dos Testes/ficha de avaliação sobre aula prática  Os Testes Sumativos devem apresentar a cotação de cada pergunta.  A avaliação atribuída aos testes é quantitativa.Normas a adotar durante a realização dos Testes Sumativos dos 10°. 11º e 12° anos:  Todas as respostas deverão ser perfeitamente legíveis e estar corretamente identificadas de uma forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, será atribuída cotação zero à questão em causa.  Todas as respostas deverão ser escritas com caneta preta ou azul.  Não é permitido o uso de corretor. Sempre que se verificar um engano, deve ser riscado e corrigido à frente, de modo bem legível.  A ausência de resposta, ou resposta totalmente ilegível, terá cotação zero.Critérios gerais de classificação: Página 77 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  As classificações a atribuir a cada item são obrigatoriamente um número inteiro de pontos.  Todas as respostas dadas pelos alunos devem estar legíveis e devidamente referenciadas de uma forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, é atribuída a classificação de zero pontos à(s) resposta(s) em causa.  Se o examinando responder ao mesmo item mais do que uma vez, deve eliminar, clara e Inequivocamente, a(s) resposta(s) que considerar incorreta(s). Na ausência dessa eliminação, devem ser atribuídos zero pontos às respostas aos itens de Escolha Múltipla, de Verdadeiro/Falso (ou Sim/Não) e de Ordenamento em causa. Nos itens de Resposta Aberta será classificada a resposta que surja em primeiro lugar na folha de respostas do examinando.  Nos itens de resposta aberta, os critérios de classificação estão organizados por níveis de desempenho.O enquadramento das respostas num determinado nível de desempenho contempla aspetos relativos aosconteúdos, à organização lógico-temática e à utilização de linguagem científica, expressos nos critériosespecíficos.Exemplo de classificações a atribuir em cada nível de desempenho das respostas a itens de resposta aberta A) Itens de resposta aberta curtaA classificação a atribuir traduz a avaliação das competências específicas da disciplina e é atribuída deacordo com os níveis de desempenho a seguir descritos:No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é zero pontos. B) Itens de resposta aberta extensaA classificação a atribuir traduz a avaliação simultânea das competências específicas da disciplina e dascompetências de comunicação escrita em língua portuguesa.A avaliação das competências de comunicação escrita em língua portuguesa contribui para valorizar aclassificação atribuída ao desempenho no domínio das competências específicas da disciplina. Esta Página 78 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012valorização é cerca de 10% da cotação do item e faz-se de acordo com os níveis de desempenho a seguirdescritos:No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é de zero pontos.Neste tipo de itens, se a resposta incluir tópicos excedentes relativamente aos pedidos, deve ser atribuída aclassificação prevista, desde que o examinando aborde os tópicos estipulados e os excedentes não oscontrariem. No caso de a resposta apresentar tópicos contraditórios, estes devem ser classificados comzero pontos.  Nos itens de escolha múltipla, é atribuída a cotação total à resposta correta. As respostas incorretas são classificadas com zero pontos.Também deve ser atribuída a cotação de zero pontos às respostas em que os examinandos apresentem: - mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correta); - o número do item e/ou a letra da alternativa ilegíveis.  Nos itens de verdadeiro/falso (ou de sim/não), são classificadas com zero pontos as respostas em que todas as afirmações sejam avaliadas como verdadeiras ou como falsas [ou como argumentos a favor (Sim) ou não conclusivos (Não)]. Não são classificadas as afirmações; - consideradas simultaneamente verdadeiras e falsas (ou sim e não); - com o número do item, a letra da afirmação e/ou a sua classificação (V/F ou S/N) ilegíveis.  Nos itens de ordenamento, só é atribuída classificação se a sequência estiver integralmente correta. Página 79 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012FÍSICA E QUÍMICA1 – DOMÍNIO COGNITIVO 10º/11º/12ºANOS 1.1 – Testes de avaliação 60% 1.2 – Componente laboratorial 30%  1 teste por período sobre atividades laboratoriais - 60%  Cumprimento das regras de segurança e execução das atividades laboratoriais – 15%  Preparação das atividades laboratoriais – 10%  Relatórios/ Fichas práticas/Trabalhos de pesquisa – 15%2 – DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES 10%  Responsabilidade e empenho nas atividades da aula  Autonomia  Respeito pelas normas de funcionamento da aula  Respeito pelos colegas e professores  Cooperação Alguns testes de avaliação poderão ser substituídos por trabalhos ou por dois ou mais mini-testes, cuja classificação seja no total equivalente à de um teste. Será realizado no mínimo um teste por período. Os testes de avaliação (teóricos) terão pesos diferentes ao longo do ano. Assim, a classificação do parâmetro – testes de avaliação será feita de acordo com a fórmula seguinte:  1º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 / 2  2º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 ) / 6  3º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 + T5 + T6)/10(T1, T2, T3 … - Testes realizados ) A classificação final do 3º período poderá ser acrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma progressão nas classificações entre os períodos letivos de 2 (dois) ou mais valores de diferenciação. Os testes intermédios são equiparados a testes sumativos. A componente laboratorial será avaliada a partir dos elementos recolhidos ao longo do ano letivo. Página 80 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Nos testes serão incluídos todos os conteúdos lecionados até ao momento da sua realização. Nos testes de 11º ano serão também abordados temas do 10º ano que previamente serão indicados aos alunosCURSOS PROFISSIONAIS1 – DOMÍNIO COGNITIVO1.1 – Testes de avaliação1.2– Trabalhos (pesquisa/experimental - relatórios)2 – DOMÍNIO DE ATITUDES E VALORES  Responsabilidade e empenho nas atividades aula  Autonomia  Respeito pelas normas de funcionamento da aula  Respeito pelos colegas e professores  Cooperação  Em cada módulo o(s) teste(s) poderão ser substituídos por trabalho(s) escrito(s) cuja avaliação será equivalente à do(s) teste(s) ou por mini-testes que no total serão equivalentes ao(s) teste(s).  A classificação final será a média aritmética das classificações obtidas em cada módulo.GEOMETRIA DESCRITIVA AAVALIAÇÃOA avaliação em Geometria Descritiva é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa orasumativa, baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outrasumativa, assente em provas criadas expressamente para esse efeito.Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que seapresentam em seguida.CONCEITOS Página 81 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Neste campo, é objeto de avaliação a aplicação dos conceitos decorrentes dos conteúdos do programa,implicados no conhecimento dos fundamentos teóricos dos métodos de representação diédrica e triédrica,no conhecimento dos processos construtivos da representação e no conhecimento da normalização.A avaliação do conhecimento dos princípios teóricos far-se-á tendo em conta: - a interpretação de representações de formas - a identificação dos métodos de representação utilizados - a distinção entre as aptidões específicas de cada método, para a escolha do mais adequado à resolução de cada problema concreto de representação - o relacionamento de métodos e/ou processosA avaliação do conhecimento dos processos construtivos far-se-á tendo em conta: - a interpretação de dados ou de descrições verbais de procedimentos gráficos - a aplicação dos processos construtivos na representação de formas - a economia nos processos usados - a descrição verbal dos procedimentos gráficos para a realização dos traçadosA avaliação do conhecimento relativo à normalização far-se-á tendo em conta: - a interpretação de desenhos normalizados - a aplicação das normas nos traçadosTÉCNICASNeste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução dos traçados.Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta: - a escolha dos instrumentos para as operações desejadas - a manipulação dos instrumentos - a manutenção dos instrumentosNo que respeita à avaliação da execução dos traçados, serão tidos em conta: - o cumprimento das normas - o rigor gráfico - a qualidade do traçado - a legibilidade das notações Página 82 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012REALIZAÇÃONeste campo, são objeto de avaliação: competências implicadas na utilização imediata da GeometriaDescritiva em situações de comunicação ou registo; competências que atuam na capacidade de perceção ede visualização.A avaliação da utilização da Geometria Descritiva como instrumento de comunicação ou registo será feitatendo em conta: - o recurso à representação de formas, para as descrever - a legibilidade e poder expressivo das representações - a pertinência dos desenhos realizadosA avaliação da capacidade de representação de formas imaginadas ou reais terá em conta: - a representação gráfica de ideias - a reprodução gráfica de formas memorizadasATITUDESNeste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintesparâmetros: - interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas - espírito de cooperação e interajuda - respeito pelas normas de funcionamento da aula - pontualidade revelada - respeito demonstrado pelos outrosO levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de: 1 - Trabalhos realizados nas atividades desenvolvidas nas aulas ou delas decorrentes, quer em termos dos produtos finais quer em termos dos materiais produzidos durante o 20% processo, pela observação direta das operações realizadas durante a execução dos trabalhos e intervenções orais 3 - Atitudes reveladas durante as atividades 20% 4 - Provas de avaliação sumativa expressamente propostas - 2 ou 3 por período 60% Página 83 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Nos Itens 1, 2 são atribuídas avaliações qualitativas com as menções de: Reduzido (0 a 4 Valores),Insuficiente(5 a 9 Valores), Suficiente (10 a 13 Valores), Bom (14 a 17 Valores) e Excelente (18 a 20 Valores).No Item 3, Provas de Avaliação, é atribuída uma avaliação quantitativa de 0 a 20 valores, tendo as cotaçõesdas provas que traduzir os seguintes aspetos, com os seguintes pesos: Aspeto avaliado Peso Valores Tradução gráfica dos elementos dados 4 Processo de resolução 8 Obtenção dos resultado final pretendido 4a5 Observação das convenções gráficas usuais aplicáveis, rigor de 3a4 execução e qualidade expressiva dos traçadosNOTAS:No final do 1º Período a classificação do aluno é traduzida pela seguinte fórmula:{(Media testes x60)+(Item1 x20)+(Item2 x20)}/100As classificações a atribuir nos 2º e 3º Períodos, são calculadas com base na mesma fórmula, mas sãoacrescidas com a média, com peso de um terço, da nota do período anterior, no 2º P a classificação é dadapor (fórmula x 2 + 1ºP x 1) / 3 e no 3º P é (fórmula x 2 + 2ºP x 1) / 3.Mediante a progressão do aluno ao longo do ano letivo esta fórmula poderá ser adaptada visandorecompensar positivamente o esforço e o estudo.DESENHO AAVALIAÇÃOA avaliação em Desenho A é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa ora sumativa,baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outra sumativa,assente no culminar destes trabalhos práticos.Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que seapresentam em seguida.CONCEITOS Página 84 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. O domínio dos conceitos constantes nos conteúdos programáticos, com especial incidência naqueles que são de aprofundamento e que constam do capítulo «sintaxe», e a sua correta aplicação; 2. O domínio dos vocábulos específicos da área do desenho; 3. O conhecimento das condicionantes psicofisiológicas da perceção e da representação gráfica; 4. O conhecimento e valorização do papel desempenhado pelo sujeito observador perante desenhos, imagens e objetos visuais, assente numa consciência dos fatores que o estruturam e condicionam.TÉCNICASNeste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução do traço.Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta:a escolha dos instrumentos para as operações desejadasa manipulação dos instrumentosa manutenção dos instrumentosNo que respeita à avaliação da execução dos trabalhos, serão tidos em conta:o cumprimento das técnicaso rigor gráfico
a qualidade do traçoREALIZAÇÃO 1. O domínio de uma grande diversidade de suportes, em escalas e matérias diferenciadas, e suas potencialidades; 2. O domínio dos diferentes meios atuantes, integrando o conhecimento da sua natureza específica com a compreensão das suas diferentes utilidades e adequações; 3. O domínio de fatores, processos e sistemas de estruturação e organização formal, cromática, espacial e dinâmica e sua articulação operativa na representação e expressão gráfica; 4. O domínio e aplicação de princípios e estratégias de composição e estruturação, compreendendo práticas de ocupação de página, enquadramento e processos de transferência; 5. A capacidade de análise e representação de objetos do mundo visível e o domínio, no campo dos estudos analíticos de desenho à vista, de proporção, escalas e distâncias, eixos e ângulos relativos, volumetria, configuração e pontos de inflexão de contorno, acompanhada do desenvolvimento de uma capacidade de síntese gráfica; Página 85 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 6. A adequação da formulação gráfica à função, à audiência e à tecnologia de divulgação; 7. A eficácia técnica no uso dos recursos gráficos e construtivos; 8. A utilização de novas tecnologias e sua aplicação às tarefas e processos do
desenho.ATITUDESNeste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintesparâmetros:  interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas;  espírito de cooperação e interajuda;  respeito pelas normas de funcionamento da aula;  pontualidade revelada;  respeito demonstrado pelos outros.O levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de: 1. Aquisição de conceitos 30% 2. Concretização de Praticas 50% 3. O desenvolvimento de valores e atitudes 20%A avaliação dos 2º e 3º períodos terá em conta um peso de 30% do período anteriorGEOGRAFIA E GEOGRAFIA A E CDisciplinas lecionadas pelo Grupo 420PONDERAÇÃO  A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima referidos.  O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno antes da realização do trabalho.  A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida ou reduzida de um valor em função da progressão ou da regressão do aluno. Página 86 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos alunos.GEOGRAFIA A e C AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS - Testes de avaliação e/ou 80% - Trabalhos de grupo/projeto PARTICIPAÇÃO 10% Participação nas aulas (oral, fichas formativas) ATITUDES E VALORES - Interesse e empenho nas atividades; respeito pelas normas, pelos 10% colegas e professores; pontualidade; cooperação e interajudaGEOGRAFIA Instrumentos de Parâmetros de Objetos de avaliação avaliação ponderação Testes escritos O conhecimento e as Fichas de trabalho competências 70% Trabalho de projeto Relatórios de atividades As atitudes e os Grelhas de registos de 30% comportamentos na aula atitudes e comportamentosAs atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendoem conta os seguintes itens:  Interesse/ participação  Cumprimento de regras da sala de aula  Assiduidade  Pontualidade Página 87 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012PSICOLOGIA A E PSICOLOGIA BPSICOLOGIA A - 12º ANOAptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 60%Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 40%Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 20% 20% 100%Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,(1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3PSICOLOGIA BAptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 70%Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 30%Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 20% 10% 100%Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,1º Período + 2º Período + 3º Período(1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3 Página 88 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 20. REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARESParece-nos importante que os alunos de uma escola, quando elaboram um trabalho escrito, se pautem porregras comuns, independentemente da disciplina e do professor. Nesse sentido, a Biblioteca Escolar,assumindo a sua responsabilidade na promoção da literacia, apresentou a proposta seguinte que colheu oparecer favorável do Conselho Pedagógico de 14 de outubro de2009.Trabalho de PesquisaEstrutura  Capa ou Folha de Rosto 1. Nome da escola 2. Nome da disciplina 3. Nome do professor 4. Título do trabalho 5. Nome e número do aluno 6. Ano e turma 7. Ano letivo  Página de Cortesia ou Folha de Guarda  Índice (pode ser no fim)  Corpo do trabalho1. Introdução2. Desenvolvimento3. Conclusão  Anexos  Bibliografia e WebografiaReferência BibliográficaQuando a fonte é uma monografiaA. Um autor:APELIDO, primeiros nomes – Título da obra, Local, Editora, Ano da publicação.Batista, António Alçada – Catarina ou o Sabor da Maçã, Lisboa, Editorial Presença, 1999.B. Dois autores:PINTO Teresa; HENRIQUES, Fernanda – Igualdade de Oportunidade, Lisboa: Comissão para aIgualdade epara os Direitos das Mulheres, 1999.C. Mais de três autores:PEREIRA, João e outros – Linguística, Lisboa, Bertrand, 1998. Página 89 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Quando a fonte é um artigo ou um capítulo de um livro de outro autorAPELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ou do capítulo”. In APELIDO, primeiros nomes - Título dolivro, Local, Editor, Ano da publicação. Localização no livro.FARR, Robert – “ Representações sociais: a teoria e a sua história”.In GUARESCHI, Pedrinho;JOVCHELOVITCH, Sandra - Textos em Representações Sociais. Petrópolis, Editora Vozes, 2000. p. 31 a 59.Elementos desconhecidosEditor desconhecido: (s.n.) – expressão latina sine nomine, abreviada e entre parênteses.Local de publicação desconhecido: (s.l.) – abreviatura de “sem local”.Data da publicação desconhecida: (s.d.) – abreviatura de “sem data”.Quando a fonte é um artigo retirado de uma publicação periódica (revista ou jornal)APELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ”. Título da publicação, Local, Editor, Volume, número (Anoda publicação), páginas.GEADA, Eduardo – “A páginas tantas”: espaço aberto da filosofia e do saber: a modernidade e a biblioteca.A Capital. (19 Nov.1987) p.9Quando a fonte é um CD-ROM:Título, Local da publicação, Editor, Ano da publicação.Auto da Índia: Teatro interativo. (CD-ROM) Lisboa: Universidade Nova de Lisboa,(s.d.)Quando a fonte é um endereço eletrónico:APELIDO, primeiros nomes – Título (Data da consulta). Disponibilidade de acesso ao artigoPEREIRA, Dulce – Crioulos de Base Portuguesa (28 de agosto de 1998). Disponível em WWW:http.www.institutocamoes.pt/cvc/hlp/geografia/crioulosdebasepot.htmlQuando a fonte é um endereço eletrónico e não se conseguem reunir as informações anteriores:Entidade responsável pela página. Disponibilidade e acesso ao artigo (Data da Consulta)Instituto da Droga e da Toxicodependência. Disponível na WWW<htpp//drogas.pt>.[Consult. 14 Out.2007].Quando a fonte é um filme ou um documentário em vídeo:TÍTULO. Local de publicação: Editor/Distribuidor, Ano. Designação específica e extensão.O Saber da Água. Lisboa: EPAL, 2000. 1 cassete vídeo (VHS) Rei Artur. Lisboa: Lusomundo, 2004. 1 discovídeoQuando a fonte é um disco compacto (CD):AUTOR(ES). Título. Local de publicação: Editor/Distribuidor, Ano. Designação específica dematerial/extensãoCALCANHOTO, Adriana Adriana Partimpim. São Paulo: BMG Brasil, 2004. 1disco (CD).Quando a fonte é um quadro que se observa numa exposição:APELIDO, primeiros nomes. Título do quadro. Data. Designação específica e dimensão. Coleção a quepertence. Página 90 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012SAMÚ, Raphael. Vitória, 18,35 horas, 1977. 1 original de arte: Óleo sobre tela; 40X50 cm. Coleçãoparticular.Algumas regras úteisCabeçalhos • Identificação do estabelecimento de ensino • Tipo de trabalho (Disciplina) • Subtítulo do trabalho (Conteúdo) • Nome, nº e turma do aluno que realiza o trabalho// DataTítulos das Obras e Estrangeirismos (empréstimos externos) • Em trabalhos manuscrito – sublinhados • Em trabalhos em letra de imprensa (computador) – em itálicoTítulos de Poemas, Citações e Transcrições • Entre aspasArranjo e Composição Gráfica (processamento informático do texto)  Formatar / Assinalar títulos e parágrafos  Margens da páginaA largura e a altura das margens devem ser estabelecidas, de modo a permitir a encadernação. Emprincípio, será suficiente deixar dois centímetros e meio nas margens superior, inferior e direita e poder-se-á ir até aos três centímetros ou três centímetros e meio na margem esquerda. O texto deve ser alinhado(“justificado”).  Espaços em branco e linhas em brancoNão se deixa espaço antes de qualquer sinal de pontuação, mas deixa-se sempre um espaço em brancodepois. As linhas do texto deverão ser dispostas com a distância correspondente a um espaço e meio.  Tipos de letraEvitar recorrer ao grafismo exagerado, a fim de atribuir maior destaque a uma ideia. Este realce deve serconseguido mais por palavras do que por tipos de letra ou efeitos especiais.Os tipos de letra de tamanho 12 ou 14 correspondem aos tamanhos usados com mais frequência. Para ageneralidade do texto, poder-se-á utilizar um tipo de letra do género Times New Roman, Arial e Bookman,entre outros clássicos. Deve empregar-se o itálico e o negrito com moderação. Como já vimos, o itálicodeve ser usado para registar os títulos das obras, palavras em língua estrangeira ou para indicar que apalavra está a ser utilizada num contexto diferente do habitual. Página 91 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 21. CURRÍCULO INFORMAL / ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULOPROJETOSVem de longe a propensão desta escola para os projetos e atividades de enriquecimento curricular. Tendocomo pano de fundo o conceito de “Escola Cultural”, cunhado nas longínquas décadas de setenta e oitentado século XX, sempre houve o culto dos “Clubes” – nome que foi cedendo o seu lugar e importância ao de“projeto”.Por uma questão de arrumação conceptual, vamos manter esta dicotomia: sob o nome de “Clubes”incluiremos aqueles que a si mesmos se dão esse nome – como é o caso do “Clube do Desporto Escolar” –bem como aqueles que têm um cunho marcadamente pessoal, que são “projetos de autor”. Sob o nome de“Projetos”, designaremos aqueles que têm um cunho transversal, que decorrem de políticas nacionais oude escola, dirigindo-se à globalidade dos alunos.Não convirá, no entanto, fazer uma dicotomia absoluta entre estes dois tipos de atividades – tanto maisque a Escola, muito recentemente, em sede do seu Plano Anual de Atividades definiu algumas atividadesque, designadas anteriormente por “Clubes”, se destinam à totalidade dos alunos, sendo apelidadas de“Clubes” / “Projetos” de Escola.A divisão que a seguir se desenvolve é, pois, uma entre outras possíveis.21.1.1. SENTIR + - Clube de Inteligência EmocionalPorquê investir na linguagem “Sentir +”Uma vez houve um incêndio enorme numa floresta que fez com que todos os animais fugissem do fogo. Era“impossível” combatê-lo. Enquanto fugiam repararam que um pequeno colibri entrava e saía do fogo. Àenésima vez o Leão achou aquilo demasiado estranho e perguntou-lhe: "Ó colibri, afinal o que andas tu afazer a entrar e a sair deste fogo enorme?" E ele disse:"É que eu encontrei um rio aqui perto. Então encho o bico de água eatiro para o fogo!"O Leão admirado, insistiu:"Então, tu tão pequenino, achas mesmo que consegues apagar este fogo imenso? É impossível!""Eu sei que é impossível, mas eu faço a minha parte..." Página 92 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012A falta de competências no domínio da Literacia Emocional (“anatomia emocional”), que se reflete naincapacidade de reconhecer as diferentes emoções, identificar os estados e padrões emocionais, em si enos outros, e de dar respostas adequadas aos sentimentos de terceiros, está a assumir proporçõesalarmantes. A verdadeira “alfabetização” deve acontecer a nível da linguagem do coração porque a maioriados problemas educativos podem ter a sua raiz a nível das relações interpessoais que contaminam aproficiência.O Clube “Sentir +” orienta-se em função de dois Pilares da Educação da UNESCO?Aprender a Viver Juntos – Aprender a Viver com os outros!;Aprender a Ser!.Quem é o responsável pelo Clube “Sentir +”?Professor de Educação Física, João Jorge.Porque se alterou o nome para “Sentir +”?Porque na verdade ninguém ensina ou educa para a felicidade, apenas podemos criar a oportunidade paracada um desenvolver competências no âmbito da literacia Emocional. A Felicidade é um investimentopessoal que depende da forma construtiva como se utilizam os instrumentos recursos e competências queestão á disposição.O que é o Clube “Sentir +”?Pretende criar as condições para a exploração de um conjunto de interrogações, inseguranças, medos ereceios sobre a relação que cada um tem consigo próprio e com os outros.É um espaço de desenvolvimento de competências de Literacia Emocional (Inteligência Emocional)compreendida nas suas 3 capacidades:– Capacidade de escutar os outros e sentir empatia com as suas emoções;– Capacidade de compreender as suas emoções;– Capacidade de expressar as emoções de um modo produtivoQual o Objetivo do Clube?Ajudar os alunos a compreender o vocabulário, a gramática, a linguagem e o potencial da comunicação dasemoções, seja através da interpretação das expressões faciais, da linguagem corporal das atitudes epadrões de comportamentos. Como tal, durante os momentos de encontro, serão “dissecados” os aspetosinerentes á “Anatomia Emocional”.A “Anatomia Emocional” corresponde á compreensão dos nossos estados e padrões emocionais, saberutilizar estes recursos para melhor comunicar com os outros.Para sermos uma pessoa emocionalmente educada temos de saber lidar com as emoções de tal forma queo nosso poder pessoal se desenvolva, bem como a qualidade de vida à nossa volta. A Literacia Emocional Página 93 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012melhora as relações, aumenta as possibilidades de criação de relações afetivas entre as pessoas, tornapossível a cooperação no trabalho escolar e facilita o sentimento de comunidade.Necessitamos de um ambiente que encoraje e incentive o discurso emocional, onde possamos partilharhonestamente as nossas emoções com pessoas que partilhem honestamente as suasA eficácia da aprendizagem não é uma questão apenas cognitiva; os estados, padrões emocionais e aqualidade da experiência sentida durante a aprendizagem, o contexto emocional familiar, tambémdesempenham um papel importante Csikszentmihalyi, (1988).Pelo facto de funcionarmos de modos tão diferentes, temos necessidade de informação para decidir comonos devemos relacionar com os outros. Os nossos medos dificultam a comunicação e as relações sofrem.Isto encoraja um verdadeiro leque diversificado de respostas que, por sua vez, torna a consciência socialmuito importante. Será que sabemos ler e interpretar os sinais da linguagem facial e a mimética corporal própria da“Anatomia Emocional”? Sobretudo, compreendemos nós a linguagem das sensações, perceções e intuiçõesinternas próprias do nosso universo interior? Será que apesar de dominares os meios de comunicação oral e escrito te sentes compreendido(a) econsegues exprimir aquilo que sentes? Será que apesar das competências linguísticas sentes que comunicas verdadeiramente? Éscompreendido(a), reconhecido(a) e amado(a)? “WhereisTheLove”Gostaria de ter como ponto de partida, alguns parágrafos importantes retirados do “Relatório para aUNESCO da Comissão Internacional da Educação para o século XXI” na medida em que, para todos osefeitos, é uma das grandes referências e diretivas mundiais para a educação. Este relatório fala dos “4pilares da Educação” e a preocupação de “Educar para o desenvolvimento humano” é mais um tema dorelatório da UNESCO (1996). Mais à frente afirma que, “a educação deve, de facto, fazer com que cada umtome o seu destino nas mãos e contribua para o progresso da sociedade em que vive, baseando nodesenvolvimento na participação responsável dos indivíduos e comunidades”.Este projeto assume que a única forma de Promover a Saúde, promover a educação ambiental e promoveruma atitude de cidadania consciente passa fundamentalmente pela facilitação nos jovens de um contextoenriquecido no qual possam aprender a integrar e exprimir a sua interioridade e resolver os seus conflitosintrapsíquicos centrípetos e centrífugos. Este projeto promove a “ecologia da mente”, a “ecologia dasemoções”, “ecologia social” e “ecologia ambiental”. Pressupõe também que os conflitos externos são oreflexo dos conflitos internos. Então, a resolução dos conflitos da Educação depende da reestruturaçãopsicoemocional que é, na ótica deste modelo, a forma mais viável para se alcançar o 3.º e 4.º pilares daEducação segundo a UNESCO.Competências a Desenvolver nos alunos:a) Sensibilização à compreensão e expressão das emoções;b) Consciência das emoções para assistir o pensamento;c) Compreensão das emoções;d) Resolução, observação, expressão e gestão de emoções. Página 94 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 QUESTÕES COMPONENTES  O que faz com que pense, sinta e aja  Autoconsciência: o reconhecimento das causas e da forma que o faz? efeitos do nosso próprios sentimentos  Que partes da sua reação são  Honesto consigo próprio. A aceitação das nossa habituais (realizadas sem o próprias qualidades e limitações (falhas), as pensamento consciente) e que nossa próprias experiências e emoções e o nosso partes são intencionais; próprio poder. CONHECE-TE  Independência: o reconhecimento dos nossos  De que tem medo. próprios direitos e responsabilidades como uma pessoa livre.  Hesitar na gratificação: optar pelas ações  Como identifica aquilo que é melhor “corretas” mesmo que saibamos que não para si; venhamos a ser imediatamente recompensados.  Priorizar: tornar prioritário na nossa mente uma  Consegue aumentar a consciência “checklist” daquilo que é mais importante de das suas ações de forma a sentir os forma que possamos pesar as decisões e ações. seus efeitos – “Imagética” (Visualização criativa) (Imagética)  Gerir sentimentos: utilizar técnicas simples como por exemplo uma pausa para reflexão para agir e não reagir (escalada do conflito);  Se não tem medo o que faria?  Otimismo: Reconhecer o facto de que temos escolhas, que podemos fazer a diferença, que somos uma parte importante do todo vivo; ESCOLHE-TE  Responsabilidade: Fixar-se em padrões elevados  Consegue viver fazendo menos do de objetivos e assim realizar aquilo que está que é correto? correto… mesmo que pareça inútil.  Interdependência: o reconhecimento do papel do indivíduo numa comunidade local ou global. A 1. Estarei eu a viver o legado de Deus; consciência e a tomada de decisões que tenha em consideração as consequência a curto e a longo prazo das nossas ações;  Empatia: utilize a sua consciência para orientar 2. Estarei eu a curar ou a magoar? as suas escolhas;  Objetivos Nobres: comprometer-se para com  Estarei eu a viver a regra de ouro? uma ação que sirva ideais e os outros, mas não ENTREGA-TE magoe ninguém ou não sobreponha os  Morrerei eu sabendo que vivi bem a interesses de um sobre o outro ou subjugue o vida? outro.Metodologia:A abordagem segue a estrutura do modelo SixSeconds sofrendo adaptações desenvolvidas pelo professorJoão Jorge. O modelo SixSeconds apresenta-se como uma ferramenta muito adequada para facilitar oprocesso de desenvolvimento da IE no contexto educativo. Este modelo possui paralelismos com os Página 95 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012“estados de espírito e a polaridade das emoções” que David Boadella (1997) menciona num artigointitulado “Inspiração e corporificação”. Contudo, adiciono ao modelo “SixSeconds” uma dimensão extrapara além das 3 propostas inicialmente pelos seus criadores Conhece-te a ti Escolhe-te a ti Entrega-te mesmo Desenvolver a Aplicar o Aumentar a empatia; Literacia Emocional; pensamento Perseguir objetivos consequencial; Reconhecer padrões; nobres; Navegar nas emoções; Desenvolver a motivação intrínseca; Exercer o otimismo.Modelo “SixSecondsO modelo de “Inteligência Emocional” a aplicar no âmbito Educativo, conjuga várias abordagens com ointuito de enriquecer o processo transformativo. Todo o modelo educativo está vocacionado para acontenção da emoção, para o correccionismo (emoções incoerentes), para a ausência de liberdade e delibertação, para a sobrevalorização da mente, do ego narcisista e consequentemente para o conflito e aneurose.─────────────────────────────────────────────────────────────Modelo 6 Seconds Estados de espírito e polaridades da emoção, as 4 Qualidades básicas do Coração.─────────────────────────────────────────────────────────────  Conhece-te a ti mesmo; Via Positiva: Celebração da Alegria  Escolhe-te a ti mesmo Via Criativa: Nascimento, crescimento, amor e criatividade  Dá-te Via da Partilha: Desapego, rendição, aceitação, coração  Transcende-te Via Transformativa: Preocupação consciencial e via compassiva para transformar o mundo interiorEstilos de aprendizagem a privilegiar:Estilo de Tipo de intervenção na sala e caracterização da Atividade de aprendizagem.aprendizagem intervenção Abordagem reflexiva: Atividade de brainstorming; Propor atividades ou experiências próximas de Situações nas quais os alunos sãoDivergente uma situação concreta e só posteriormente a convidados a observar, discutir ou reflexão sobre a situação, levando o aluno a refletir sobre um problema; Página 96 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 questionar-se sobre os conceitos, as regras e os Troca de ideias em situações princípios relevantes para explicar essa situação. estruturadas e não estruturadas; Trabalho em grupo e individual; Trabalho de natureza emocional; Situações que permitam fazer uma relação entre a teoria e a prática; Autoaprendizagem: Reflexões sobre a lógica das coisas Criar condições para o estudo por parte do (relatividade);Assimilador aluno até este ser capaz de resolver uma Situações nas quais os alunos tenham determinada situação ou exercício baseado no um aposição crítica e sejam capazes conhecimento que ele próprio descobriu; de a discutir em grupo; Trabalho estruturado com uma finalidade precisa; Resolução de problemas numa Instrucional: situação concreta; Formular clara e concisamente os conceitos, asConvergente: Análise de situações nas quais é regras e os princípios que deverão ser usados na evidente a regra utilizada; interpretação de uma situação; Aprendizagem de natureza Abrir o espaço à liberdade individual para queAuto- holoprática (Holopráxis) possa, sem juízos de valor ou considerações,Convergente: Definição negociada de tarefas; exprimir a sua interioridade e individualidade na Trabalho prático em grupo e interpretação de uma situação. individual; Criar situações novas ou novas situações de reflexão; Prático: Simulações, dramatizações (Role Proporcionar aos alunos um conjunto de Playing); exercícios para a experiência sem serem Tarefas e atividades a realizar numAcomodador questionados e chamados a refletir rapidamente tempo determinado; sobre as experiências para só tirarem Resolução de problemas com conclusões no final de uma longa manipulação. múltiplas soluções; Trabalho em grupo; Trabalho de natureza prática;Quem Pode Participar?Todos os alunos que assim o desejem.A que Horas Funciona?A hora de encontro semanal será determinada em função do horário do professor e da disponibilidade dosalunos, procurando sempre encontrar o horário que permita ao maior número de alunos participar..Como Funciona o Clube?O Clube “Sentir+” dirige-se principalmente aos estudantes da Escola Secundária D. Inês de Castro e temcomo objetivo promover as competências de Inteligência emocional. Através da conversa descontraída, de Página 97 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012jogos de interação, da exploração dos assuntos que mais nos preocupam, relativos á sua relação com ospais, amigos, Professores, e sobretudo consigo próprios. Todos sentem inseguranças, receios e medos. Aconsciência emocional significa saber aquilo que sentimos, saber aquilo que os outros sentem, descobrir acausa desses sentimentos e conhecer o efeito provável dos nossos sentimentos nos outros. As emoçõesevoluem e são moldadas pelas experiências que nos rodeiam ao longo de toda a nossa vida. A maior partede nós tem muito pouca consciência da força das nossas emoções ou daquilo que as faz disparar. Odesenvolvimento da consciência emocional é o tema central deste clube. A nossa consciência emocionalpode ser maior ou menor. Nós podemos passar por experiências que despoletam memórias subconscientescujas emoções nós compreendemos e entendemos no entanto, não temos consciência de outros estados epadrões emocionais que acabam por se manifestar como desequilíbriosBenefícios e ganhos decorrentes da aplicação das ferramentas da literacia emocional?  Aumenta a cooperação;  Melhora as relações na classe;  A aumentar a concentração e atenção dos alunos;  Melhorar a relação entre professor e aluno;  Melhoria da aprendizagem dos alunos;  Aumentar o trabalho colaborativo;  Aumentar as afirmações verbais positivas;  Diminuição das mensagens verbais negativas entre os estudantes;Dedicado a melhorar a capacidade dos Jovens para conquistarem o sucesso na vida pelo desenvolvimentode: caráter, força, felicidade, confiança, liderança e empatia.21.1.2. DESPORTO ESCOLARO Programa do Desporto Escolar reforça os mecanismos que contribuem para a aplicação do princípio daautonomia das Escolas que tem vindo a nortear a ação do Ministério da Educação, em todos os diversosdomínios da política educativa. Assim, o Projeto de Desporto Escolar deve integrar-se, de forma articuladae continuada, no conjunto de valores consagrados no Projeto Educativo e nos objetivos do Plano deAtividades da Escola, fazendo parte do seu Projeto Curricular.Assim se dá cumprimento à Lei de Bases do Sistema Educativo (art.51º), complementando atividadescurriculares dos diferentes níveis de ensino devem por ações orientadas para a formação integral e arealização pessoal dos educandos, no sentido da utilização criativa e formativa dos seus tempos livres.O Desporto Escolar da qual a ESDICA faz parte integrante é um Projeto nacional de desenvolvimentodesportivo que tem como objetivo dinamizar nas escolas as várias modalidades desportivas permitindo aosalunos inscritos nos grupos equipa participar nos quadros competitivos das várias fases. Todas as atividades Página 98 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012do Desporto escolar obedecem ao regulamento Geral de Provas, o qual se aplica a todas as competiçõesrealizadas no âmbito do Desporto Escolar. Tem ainda por objetivo balizar a prática desportiva no âmbito doSistema Educativo, procurando homogeneidade e coerência no quadro competitivo, tanto na fase Localcomo na Regional e na Nacional, seguindo naturalmente o Regulamento Específico, o Programa doDesporto Escolar e as regras oficiais.O Desporto Escolar é o conjunto das práticas lúdico-desportivas desenvolvidas como complementocurricular e ocupação dos tempos livres dos alunos, num regime de participação voluntário, integrados noplano de atividades da escola.O desporto escolar visa especificamente a promoção da saúde, da condição física e mental, a aquisição dehábitos e condutas motoras e sociais, bem como o entendimento do desporto como fator de cultura,estimulando sentimentos de solidariedade, cooperação, autonomia e criatividade, devendo ser fomentadaa sua gestão pelos estudantes praticantes, salvaguardando-se a orientação por profissionais qualificados.As modalidades implementadas na ESDICA dependem da formação do professor responsável o qualdinamiza e promove junto da população escolar a modalidade. As modalidades implementadas são obadminton, as multiatividades, o voleibol e o Xadrez. A prática da modalidade facilita aos jovens inscritos, oaprofundamento do conhecimento sobre a prática do ensino-aprendizagem destas modalidades, promovea cooperação interescolas e o convívio entre os alunos/atletas, apoiando a implementação e organizaçãode um circuito de provas/torneios ou concentrações nestas modalidades do desporto escolar.Oferta da Escola : ● Badminton - grupo equipa, no escalão de juvenis e juniores, masculinos e femininos ● Voleibol – um grupo equipa de juniores femininos;  Multiatividades de ar livreAs “Multiactividades de Aventura” são uma modalidade desportiva que se caracteriza pela prática deatividades de aventura e exploração da natureza, tendo como base um percurso de orientação.As equipas de Exploradores foram contactadas para levar a cabo uma missão secreta, importante para oseu país. Do sucesso desta missão depende a resolução do problema financeiro em mão. A equipa deExploradores deverá encontrar um tesouro que lhes permitirá libertar a nação da dependência energéticado país. Que tesouro é esse que deve encontrar e transportar até ao final do percurso? – Promover a prática desportiva em ambiente natural de forma equilibrada e desenvolver no grupo o gosto e respeito pela natureza. – Promover a prática de desportos de aventura privilegiando a segurança. – Desenvolver a autoconfiança e o trabalho em equipa. – Promover a prática de diversos desportos de aventura e ar-livre inseridos numa única modalidade.21.1.3. DESPORTO MENTAL Página 99 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Já começa a ser tradição o xadrez na nossa Escola, como atividade com caráter organizado e continuado,desde 2005. Até essa data, não sendo grande, não foi, contudo, inexistente. Aqui e ali, de facto, praticou-seo jogo, a espaços e sem sustentáculo teórico, exceção feita para um ano em que um grupo de alunosrecebeu aulas com alguma frequência e sistematicidade, e para outro, mais recente, em que se realizouuma simultânea com a participação de algumas dezenas de alunos do concelho, na semana da “EscolaAberta”.Desde o ano letivo 2010 - 2011 que o Xadrez integra as atividades do Desporto Escolar.Do Bridge, que se saiba, jamais existiu qualquer atividade, antes do surgimento do Clube de DesportoMental, em 2005.Que vantagens se encontram nestas modalidades? Além do caráter lúdico, é de sublinhar todo um conjunto de competências e comportamentos quequalquer jogo requer e desenvolve, sejam do nível cognitivo, do nível sócio - comportamental e do nívelestético, para além de outros. De facto, o Xadrez e o Bridge, atividades principais do clube, pelas suascomponentes de individualidade, o primeiro, e de sociabilidade, o segundo, embora diferenciando-se,complementam-se. Sendo, pois, quer o Xadrez quer o Bridge jogos de inegável valia intelectual, são-no, também, de valiasocial. E a consideração intelectual e social que ambos merecem, para além de constituírem uma mais-valia, pela vida fora, para os nossos alunos, constituem um valor acrescentado, para a nossa Escola,porquanto fazem parte daquelas atividades de referência que poderão, juntamente com outras, de algummodo contribuir para que sejamos uma escola pública de qualidade e assim esbater diferenças que nospermitam afirmarmo-nos na, por vezes, desigual luta entre o público e o privado. Ambicioso projeto, masprojeto: a obra realizada não é, afinal, um projeto que se realizou?Assim, considera-se que o princípio mens sana in corpore sano é um ideal a atingir numa escola em que, deacordo com o Projeto Educativo, cidadania tem um conceito muito abrangente.1. Objetivos 1.1. Objetivos do domínio cognitivo – científico 1.1.1. Desenvolver a capacidade de concentração e de raciocínio indutivo e dedutivo. 1.1.2. Fomentar a capacidade de tomar decisões num espaço de tempo limitado. 1.1.3. Estimular a capacidade de analisar dados objetivos e subjetivos (psicológicos). 1.1.4. Interligar o uso funcional concreto com o conhecimento reflexivo abstrato. 1.1.5. Compreender a relatividade dos valores em função dos contextos específicos. 1.1.6. Assegurar o desenvolvimento do raciocínio e da reflexão através do domínio progressivo das potencialidades dos jogos. 1.2. Objetivos do domínio comportamental – social 1.2.1. Contribuir para a formação integral do aluno, promovendo valores de autonomia, responsabilidade e espírito crítico. 1.2.2. Desenvolver práticas de relacionamento interpessoal favoráveis ao exercício da crítica e da autocrítica, da aceitação e da recusa. 1.2.3. Melhorar a capacidade de autodisciplina e de controlo da agressividade. Página 100 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1.2.4. Promover a educação para a cidadania, através da aceitação e interiorização da necessidade do cumprimento de regras. 1.2.5. Incentivar o convívio entre jovens dos mesmos escalões etários a nível escolar concelhio, regional e nacional. 1.3. Objetivos do domínio estético – lúdico 1.3.1. Apreciar o jogo como um objeto estético. 1.3.2. Sentir o prazer da invenção e da descoberta, da competição saudável e do merecimento. 1.3.3. Combater o stress, ocupando os tempos livres de uma forma lúdica. 1.3.4. Proporcionar a vivência de momentos potenciadores da autoestima.2. Metodologia / Atividades 2.1. Divulgar a existência do Clube e dos seus objetivos, através de folhas informativas, de cartazes e do site da Escola; 2.2. Motivar para a aprendizagem do Bridge; 2.3. Participar na receção ao 10º ano, para que estes novos alunos sejam informados e alertados para o interesse das atividades propostas; 2.4. Disponibilizar uma ficha de (re) inscrição; 2.5. Reunir com os alunos que transitem do ano letivo anterior 2.6. Criar, com a colaboração de alunos, um forum a incluir no site da escola; 2.7. Contactar a Federação Portuguesa de Bridge e a Federação Portuguesa de Xadrez; 2.8. Participar em atividades no exterior em que a Escola esteja representada, quando solicitado pelos órgãos próprios da Escola; 2.9. Jogar regularmente pelo menos uma vez por semana/realizar campeonato interno; 2.10. Dedicar algum tempo ao estudo teórico do xadrez; 2.11. Participar nos Torneios da CEOSTE e em outros de eventual interesse para os alunos; 2.12. Organizar o Torneio de Xadrez da Escola, com a participação de outras escolas da Região Oeste, no âmbito do circuito do Desporto Escolar.21.1.4. OFICINA DE EXPRESSÕESEnquadramento PedagógicoO projeto “Oficina de Expressões” afirmou-se e firmou-se na continuidade de uma tradição teatral, a qual,não sendo nem longa nem sistemática, moldou o rosto da Escola Secundária D. Inês de Castro, para quem aformação integral do aluno - na sua dimensão cultural, estética, cívica e humana – foi sempre umaprioridade. Página 101 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012De facto, ao fazer apelo a várias competências, aposta numa formação teatral complementar, não marcadapor uma qualquer obrigatoriedade, a não ser a dos compromissos afetivos, procurando, a par do gosto pelacriação dramática, favorecer o autodomínio e contribuir para a socialização dos alunos. • Assim, e com o objetivo sério de educar ludicamente, a Oficina de Expressões visa contribuir para a formação de cidadãos mais cultos, mais informados, mais responsáveis e, consequentemente, mais interventivos. Representar, declamar construir cenários, imaginar enredos, construir-se e construir uma escola diferente tem sido o nosso propósito. • Cremos, tal como Gonçalo M. Tavares, que “ O teatro é, deve ser: 1 bilhete para mudar a vida”, queremos que todos os alunos que se inscrevam nesta Oficina enriqueçam a sua vida porque, se a liberdade e a criatividade não se ensinam, podem certamente aprender-se. • O facto de a biblioteca ter assumido a responsabilidade de implementar o Projeto aLeR+ com a ESDICA implicou que esta “oficina” se tornasse a principal executora da faceta visível, em termos da comunidade, deste projeto.Enquadramento no Projeto Educativo  Promover o desenvolvimento pessoal, através da prática artística.  Fomentar um espírito de tolerância e de solidariedade.  Incentivar a criatividade e a capacidade de despersonalização como modo de objetivar o juízo sobre o outro.  Desenvolver o sentido de responsabilidade pessoal e coletivo.  Contribuir para o sucesso educativo.Objetivos Gerais  Desenvolver uma relação aberta e franca entre professor e alunos, baseada no respeito mútuo, na confiança, na responsabilização individual e de grupo e no cumprimento das normas de funcionamento previamente definidas e aceites pela maioria.  Conciliar liberdade com responsabilidade.  Criar uma dinâmica de grupo a partir do conhecimento individual.  Tomar consciência do corpo, da voz, das capacidades e das limitações.  Contribuir para a divulgação dos projetos da escola no exterior.  Valorizar o livro e a leitura  Incentivar a criatividade e a expressão espontânea.  Evidenciar aprendizagens significativas do conhecimento de si, do outro e do mundo.  Desenvolver estratégias de comunicação, relações interpessoais, trabalho de equipa, resolução de problemas e tomadas de decisão.  Desenvolver a consciência e o sentido estético.  Utilizar e desenvolver as diferentes linguagens (verbal, gráfica, plástica e corporal) como meio de produção, expressão e comunicação.  Compreender os significados expressivos corporais, textuais, visuais e sonoros da criação teatral. Página 102 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Valorizar a utilização de diferentes fontes de comunicação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimento.  Questionar a realidade formulando problemas e tentando resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição e a capacidade de análise crítica.  Interpretar e usufruir de produções artísticas, em contextos diversos, contactando com diferentes intenções e situações de comunicação.  Premiar o mérito.  Preparar a candidatura ao ensino superior.Objetivos Estratégicos  Contribuir para a integração dos alunos na escola.  Promover a imagem da escola e da biblioteca.  Melhorar a relação entre textos e leitores.  Contribuir para a inovação e a qualidade da escola pública.  Integrar a Biblioteca nos Projetos da Escola.  Concretizar o Projeto aLeR+ com a ESDICA.Calendarização - Ao longo do ano letivo, em horário a combinar, podendo implicar a existência de horáriosdiferentes, em função da disponibilidade dos alunos.Estratégias  Realizar jogos e exercícios que criem um espaço para análise e discussão dos acontecimentos e dos sentimentos ocorridos.  Fomentar atividades que criem o sentimento de pertença a um grande grupo: a escola.  Através de ações concretas, demonstrar a necessidade de um trabalho sistemático.  Utilizar imagens, objetos, textos e personagens, na improvisação de dramatizações, mímicas, declamações.  Utilizar textos literários, líricos, narrativos e dramáticos, como material para representações.  Dramatizar profilacticamente situações do quotidiano escolar.  Contactar com alunos de teatro e com atores.  Envolver os alunos na preparação e organização das atividades.  Potenciar as competências naturais dos alunos para representar, declamar, dançar, tocar preparar cenários ou recorrer às TIC…Atividades  Construção de um grupo; construção de uma oficina; construção de projetos.  Exercícios de dicção, de voz, de movimentação em palco, de verticalidade, de tensão interioridade / exterioridade, de leitura expressiva.  Produção, análise e seleção de textos.  Conceção, análise e seleção de projetos. Página 103 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Animação de momentos de leitura, na escola e no exterior, no âmbito do Projeto aLeR+.  Animação da Semana da Leitura.  Dinamização do Sarau Leituras Livres.  Preparação de alunos para provas específicas de Teatro.  ParceriasPermanentes  Equipa aLeR+.  Equipa da Biblioteca.  Equipa PTE  Professores de Português.  Armazém das Artes.  Café Tertúlia.  Jornal Região de Cister  Junta de Freguesia de Cós.  Universidade SéniorOcasionais  Antigos alunos da escola, a frequentar Cursos de Teatro  Antigos alunos do grupo de Leitores da Biblioteca.  Professoras Maria do Céu Batista e Sandra Ventura (Canto)  Academia de Música  Academia de Dança  Turmas de AV e de Música  Outros projetos existentes na Escola, mediante apresentação de propostas.  Rádio CisterDestinatáriosTodos os alunos, mediante inscrição, organizados em grupos com interesses/ disponibilidades diferentes.Recursos  Material audiovisual  Materiais para cenários  Fundo documental da BE e da Biblioteca Municipal  Papel, impressões e fotocópias  Material informático  Ineses a Ler  Auditório /Ginásio /Sala Polivalente da BE / Espaços cedidos pelos parceiros permanentes. Página 104 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012AvaliaçãoRelatórios enviados, no fim de cada período, aos Diretores de Turma sobre os alunos inscritos e dos queparticipam ocasionalmente.Relatórios intermédios a apresentar ao Diretor.Relatório a enviar ao PNLRelatório de avaliação RBEDados EstatísticosDinamizadores:Professora Bibliotecária, Coordenadora do PNL /Alunos do grupo de leitores da BibliotecaProfessor responsável - Professor João Fatal21.1.5. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXIÉ um espaço onde pais e educadores podem partilhar medos, angústias, trocar ideias e saberes, encontrarapoio na resolução de problemas e ganhar mais autoconfiança enfim. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI éum projeto que se propõe a ajudar os pais na árdua, mas valiosa tarefa que é EDUCAR.COMO SURGIU?Da necessidade de pais e filhos encontrarem uma relação equilibrada que lhes proporcione bem-estar eharmonia, fundamentais para o bom funcionamento familiar, e que lhes proporcione maior disponibilidadepara as aprendizagens escolares.Objetivos:- Proporcionar informação sobre o desenvolvimento da criança e do adolescente nas suas diferentesvertentes;- Proporcionar contextos de formação, reflexão e aprendizagem sobre os problemas das famílias nassociedades contemporâneas;- Contribuir para o desenvolvimento das competências parentais associadas ao desenvolvimentoharmonioso dos jovens, fazendo face a situações geradoras de stress familiar;- Criar contextos informais, promovendo a reflexão em torno das práticas educativas familiares, com vista àresolução de problemas;- Promover a autoconfiança das famílias com vista à melhoria da sua capacidade relacional com osrespetivos educandos;- Contribuir para o aprofundamento da colaboração entre a Escola e as Famílias, designadamente atravésde ações orientadas para:  Comunicação escola/família;  Debate sobre questões educativas;  Desenvolvimento das competências educativas das famílias, pais e encarregados de educação;  Maior participação na vida escolar dos seus educandos. Página 105 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-201221.1.6. PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR“Mediação Escolar Entre Pares”O projeto tem como objetivo fundamental implementar um modelo de mediação interpares, cujosdestinatários finais são os alunos. No entanto, mais do que promover aprendizagem de ferramentas quepermitam a resolução pacífica e cooperativa dos conflitos, pretendemos que os alunos desenvolvamhabilidades que lhes permitam, no futuro, enfrentar de forma positiva e eficaz as situações e desafios davida quotidiana. Importa promover uma cultura da responsabilização, uma vez que aprender a gerir e aresolver conflitos implica desenvolver a capacidade de tomar decisões, de comunicar de forma positiva eeficaz, de gerar empatia, de estabelecer e manter relações interpessoais, de utilizar as emoções de formaadequada, de utilizar o pensamento crítico e criativo na resolução de problemasObjetivos DO PROJETO 1. Diagnosticar os tipos de conflitos que surgem na escola, assim como os setores onde têm maior expressão; 2. Sensibilizar a Comunidade Escolar para a importância da Mediação de Conflitos em Meio Escolar; 3. Integrar este projeto nos objetivos do já existente “Pais na Escola do Século XXI”, no sentido de dotar os pais de capacidades específicas para o desenvolvimento de competências educativas, melhoria da comunicação com os seus filhos, problematização do papel da escola e da sua relação com a família, integrando a mediação de conflitos; 4. Formar alunos mediadores.21.1.7. LITERACIA FINANCEIRAEnquadramento e justificação do projetoA atual crise global, que teve início na crise financeira provocada pelo endividamento, mostrou anecessidade de níveis mais elevados de literacia financeira que permitam gerir melhor as finanças pessoaisna perspetiva do crédito e da poupança.A oferta de produtos de poupança e de crédito nos mercados financeiros é cada vez mais diversificada ecomplexa, com alternativas cada vez mais difíceis de avaliar levando a que os consumidores nem sempreestejam totalmente conscientes dos riscos das suas escolhas.Bons níveis de literacia financeira permitem tomar decisões financeiras informadas, desde a gestão doorçamento familiar até ao planeamento de despesas e escolha de serviços e produtos financeirosadequados, passando pela aplicação das poupanças e o recurso ao crédito.A educação financeira ao ajudar o consumidor a selecionar os produtos e serviços apropriados e a investiradequadamente não traz apenas vantagens para o indivíduo mas também para a economia e a sociedadeem geral.A Educação Financeira possibilita-nos algum bem-estar no presente e ganhar liberdade para agir no futuro. Página 106 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Assim, propomo-nos desenvolver o projeto literacia financeira com vista a desenvolver nos alunos algumascompetências básicas sobre educação financeira por forma a torná-los cidadãos ativos e conscientes e, aomesmo tempo, agentes de mudança no seio familiar e na comunidade escolar.ObjetivosObjetivo geral:Ensinar a lidar com o dinheiro de modo a prevenir o sobreendividamento, promovendo o bem-estar e aqualidade de vida financeira e estimulando a poupança.Objetivos de aprendizagem  Reconhecer a importância da literacia financeira  Prevenir o endividamento  Fomentar hábitos de poupança  Elaborar um orçamento  Organizar um glossário de termos financeirosConteúdos  A importância do dinheiro e da poupança  O orçamento  Meios de pagamentoMetodologiasA metodologia a adotar no desenvolvimento do projeto centrar-se-á em três vertentes: - Compreensão e conhecimentos financeiros: o saber - disponibilização / fornecimento de conhecimentos sobre aspetos relacionados com os conteúdos a abordar de modo a que os alunos compreendam os conceitos básicos relacionados com o dinheiro e a sua aplicação. - Competência financeira: desenvolver o saber-fazer /saber–usar necessário a uma gestão eficiente do dinheiro (gastar, poupar, investir). - Responsabilidade social/educação para a cidadania: avaliar e ponderar o impacto que o dinheiro e as decisões financeiras têm sobre os outros.Recursos previstosHumanos  Prof. Ana Mimoso  Prof. Raquel SantosMateriais  Uma sala equipada com um computador e ligação à internetFinanceiros Є Os necessários para imprimir e fotocopiar alguns documentos de apoio e efetuar alguns contactos telefónicos (não deverão exceder €50)Forma de ImplementaçãoDuas áreas de atuação: Página 107 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Junto dos públicos-alvo o População escolar ESDICA o Escolas do concelho de Alcobaça  Preparação de materiaisAtividades a desenvolver  Ação de sensibilização para criação de um núcleo dinamizador constituído por alunos dos11º e 12ºanos de economia.  Criação de um blogue e/ou site.  Articulação de conteúdos e realização de atividades em colaboração com os professores de Formação Cívica, MACS e Matemática A.  Dinamização de dias comemorativos.  Realização de fóruns e conferências para os diversos públicos (alunos, professores, encarregados de educação e funcionários).ParceriasASFAC21.1.8. CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLAÉ já longa a história do Jornal da Escola. Independentemente de grupos responsáveis, de mais ou menoscor, de conteúdos, de designações e de formatos, desde sempre, o Diretor do Jornal foi o Presidente doConselho Executivo / Diretor da Escola, desde sempre a sua elaboração foi responsabilidade da Equipa daBiblioteca. Assim se julga que deve continuar a ser.Depois de alguma oscilação de nomes, Canto D ’Inês foi o título que este PCE consagrou, bem como umaestrutura interna que, sem ser limitadora de propostas criativas, deve obedecer aos seguintes itens: Páginado Diretor; Página da Biblioteca; Página de antigos alunos, professores ou funcionários; Entrevistas, Letrasda Casa; Página da Ciência; Página das Humanidades; Notícias breves; Divulgação de autores portugueses edos diferentes Clubes e Projetos da Escola.O facto de a responsabilidade de assegurar a saída do jornal, uma vez por período, ser da Equipa daBiblioteca não significa que a sua composição e redação não possa ser atribuída a alunos, desde que taisprojetos se afigurem em sintonia com as linhas orientadoras e os padrões de qualidade definidos peloDiretor e pelo Professor Bibliotecário.21.1.9. a LeR+ com a ESDICAO Projeto aLeR+ com a ESDICA, resultante de uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e da Rede deBibliotecas Escolares, pretende incentivar a escola a desenvolver um ambiente integral de leitura,apostando num trabalho que envolva toda a comunidade escolar, as famílias, a biblioteca municipal eoutras estruturas culturais da cidade de Alcobaça. Página 108 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012A nossa escola, pela dinâmica revelada em termos de iniciativas de leitura, foi convidada a aceitar estedesafio, o que implicou que a Biblioteca, como dinamizadora do Projeto, se assumisse como promotora daleitura e da escrita, através de experiências inovadoras, em que os livros, em diferentes formatos, são umponto de partida de vivências que enriqueçam cultural e afetivamente os nossos jovens, preparando-ospara os desafios da sociedade de informação. Ler para conhecer; ler para se construir; ler para saber; lerpara aprender a ser livre; ler para conviver; ler para se descobrir; ler para ser - são o nosso lema, numaescola em que pretendemos, não só que se leia mais, mas, sobretudo, que se leia melhor. @ LeR+A Direção da escola e a Equipa da Biblioteca estão conscientes de que o futuro é inevitável e que a recenteintervenção feita na escola pela Parque Escolar justifica uma modernização radical da biblioteca comoespaço pedagógico. Assim, uma vez que passámos a ter um sala polivalente que possibilita completar a salade leitura tradicional, consideramos que esta candidatura é uma oportunidade de atingir várias finalidades:modernizar o fundo documental; incentivar alunos menos fáceis de cativar através da leitura em formatode papel; contribuir para um esclarecimento sobre a importância dos ebooks e o seu impacto na dinâmicada leitura.  Metodologia e ProcedimentosPartindo da sensibilização do Conselho Pedagógico e da criação da Sala de Leitura Digital, passando porreuniões e pela formação de professores, a BE pretende que o ebook não seja visto como um inimigo, mascomo um complemento, conquistando novos leitores, em novos formatos. Uma prática muito bemsucedida na nossa escola é a dos Contratos de Leitura, portanto, parece que, seguindo esse modelo,poderemos diversificar as ofertas e conquistar cada vez mais leitores, propiciando uma concorrênciasaudável entre leitores de tipos diferentes. As “semanas ” vividas, na escola, de modo intenso, a “Semanado Amor” e a “Semana da Leitura”, bem como a “Escola Aberta”, na última semana do segundo período,serão valorizadas e enriquecidas com uma dimensão diferente porque se deseja que este projeto, em certamedida inovador, se integre nas “tradições” da nossa escola. A lógica é fazer coexistir, no mesmo espaço, aleitura tradicional e a leitura digital.Embora mais centrado nos professores do Departamento de Línguas, pareceu importante que seentendesse leitura num conceito alargado, podendo incluir professores de outras áreas, desde que semostrem motivados para fazer a formação e levarem os seus alunos a usar a tecnologia como instrumentoda construção de saber.Sendo uma escola unicamente secundária, considerámos que devíamos começar pela base, de modo apodermos ver o fruto do nosso trabalho, portanto seria quase inevitável que, nesta fase inicial, noscentrássemos nos alunos de 10º Ano, mas sem excluir alunos de outros anos que, em regime livre, queiramaderir ao projeto.De modo a rentabilizar os recursos existentes, mas apostando na qualidade do ensino -aprendizagem,pareceu-nos importante formar grupos de alunos nunca superiores a 14, de modo a garantir que existe umtablet por cada dois alunos. Prevê-se, portanto, que as turmas/ padrão de 28 alunos sejam divididas emdois grupos de 14: 14 nos primeiros 45 minutos e os outros 14 nos últimos.Os leitores de ebooks podem ser requisitados para empréstimo interno e externo, em termos a definir noregimento da Biblioteca.A médio prazo, pretende-se a generalização do projeto a outros grupos disciplinares e aos alunos de 11º ede 12º Anos. Página 109 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Avaliação do ProjetoA avaliação do Projeto será feita de acordo com o estipulado pela Fundação Calouste Gulbenkian eintegrada na avaliação da Biblioteca Escolar e da Escola. Quanto aos resultados esperam-se os seguintes:consolidação da importância da biblioteca nos projetos da escola; maior articulação entre a Biblioteca e osdepartamentos curriculares; envolvimento maior de alunos tradicionalmente menos leitores na dinâmicada leitura; a renovação do ensino – aprendizagem; incentivo à criatividade; cooperação entre os diferentesestabelecimentos de ensino.21.1.10. PESME1 - INTRODUÇÃOO quadro legislativo atual (Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020) e Decreto - Lei nº 50/2011, tornam obrigatória ainclusão da Promoção e Educação para a Saúde e da Sexualidade Humana, como área de formação globaldo indivíduo, nos Projetos Curriculares de Turma, no Projeto Educativo da Escola e na Formação Cívica.O Projeto da Promoção para a Saúde em Meio Escolar e da Educação para a Sexualidade aplica-se àcomunidade escolar da Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça: Alunos, Pessoal Docente,Assistentes Operacionais e Encarregados de Educação, ajudando a construírem processos de Educação queestimulem a cidadania interventiva e consciente.2 - ENQUADRAMENTOA Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu saúde como “a situação de completo bem-estar físico,mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades” A saúde é um recurso da maiorimportância para o desenvolvimento social, económico e pessoal.Continuando a seguir as orientações da OMS, definiu sexualidade como “a energia que nos motiva naprocura do amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos,tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos,sentimentos, ações e interações e por isso, influência também a nossa saúde física e menta”. Deste modo,podemos afirmar que a Saúde Sexual é um direito humano fundamental, com impacto no bem-estar e naqualidade de vida do indivíduo.Assim, faz todo o sentido que toda a comunidade escolar esteja envolvida na prossecução deste projeto,podendo para isso, dar sugestões, propor e/ou dinamizar ações conducentes à adoção de comportamentosque promovam a saúde e bem-estar.Reforçando a conclusão do relatório do Grupo de Trabalho da Educação Sexual/Saúde (GTES), quepreconiza a importância da Promoção para a Saúde nas escola, e, como tal deve ser obrigatória em todosos estabelecimentos ensino e integrar o Projeto Educativo da Escola abordando cinco temáticasprioritárias: - Alimentação e Atividade Física - Consumo de Substâncias Psicoativas - Sexualidade - Infeções Sexualmente Transmissíveis (VIH / Sida) Página 110 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Violência em Meio Escolar3 – FINALIDADES DO Projeto♀♂ - Desenvolver as vertentes de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação dos diferentesconhecimentos disciplinares e não disciplinares.♀♂ - Promover a relação Escola – Família, Escola – Centro de Saúde e/ou outras instituições/recursoscomunitários♀♂ - Fomentar hábitos de vida saudável.♀♂ - Fomentar o reconhecimento da Saúde como um bem precioso que todos desejamos e devemospromover.♀♂ - Promover numa perspetiva de educação global do indivíduo, a capacidade de ouvir, de negociar, derespeitar o outro, de tomar decisões, de reconhecer pressões, ou de destacar a informação pertinente.♀♂ - Estimular o apreço pelo seu próprio corpo e pela conquista da saúde individual.♀♂ - Discutir e compreender as diversas perspetivas morais e sociais sobre a sexualidade, numa posição derespeito pelas diferenças culturais existentes.♀♂ - Facultar aos jovens, para além da informação necessária, a oportunidade de compreender a dimensãoafetiva da sexualidade, ajudando-os a compreender as emoções, os sentimentos e as decisões envolvidosno comportamento.♀♂ - Dotar os mais jovens da capacidade de proteção face a todas as formas de abuso e exploração sexual.♀♂ - Reduzir as possíveis consequências negativas dos comportamentos sexuais, tais como a gravidez nãoplaneada e as doenças sexualmente transmissíveis.♀♂ - Conseguir uma melhoria dos relacionamentos afetivoo-sexuais.♀♂ - Promover competências pessoais e sociais conducentes a comportamentos assertivos.4 - METODOLOGIA4.1 – Seleção da TemáticaA Educação para a Saúde e a Educação Sexual será efetuada numa perspetiva interdisciplinar, numa lógicade transversalidade, combinada com a inclusão temática na área curricular não disciplinar, nomeadamentena Formação Cívica. O desenvolvimento deste projeto deverá ser adequado ao nível etário dos alunos eutilizará um modelo pedagógico envolvendo a comunidade escolar e, será dinamizado em colaboraçãoestreita com os serviços de saúde, encarregados de educação e outras entidades externas. Para tal: - em reunião de Departamento, os elementos dos diferentes grupos disciplinares analisam qual ocontributo que a disciplina pode dar para a dinâmica da Educação para a Saúde e da Sexualidade, eelaboram um quadro – síntese dos contributos mínimos por ano de escolaridade; - os Projetos Curriculares de Turma (PCT) deverão ser elaborados prevendo os diferentesmomentos em que a Educação para a Saúde e Sexualidade é abordada nas diferentes disciplinas. - no âmbito da Formação Cívica , pretende-se fazer uma seleção temática seguindo as orientaçõesda legislação atual: Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020 e Decreto - Lei nº 50/2011.4.2 – Desenvolvimento do Projeto Página 111 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012De acordo com as orientações estabelecidas pelo Despacho do Secretário de Estado da Educação, de 27 desetembro de 2006, são definidas como áreas prioritárias: a) ALIMENTAÇÃO E Atividade FÍSICA Identificação de problemas: Falta de bons hábitos alimentares; ausência de conhecimento sobre uma correta alimentação, desconhecimento da Roda dos Alimentos Mediterrânica, consequências da Subnutrição sedentarismo, obesidade, anorexia, bulimia e higiene oral. Objetivos: melhorar o regime alimentar dos alunos, informação sobre: alimentação e composição de uma dieta equilibrada, metabolismo energético, obesidade, anorexia, bulimia, benefícios da prática de atividade física e regras de uma boa higiene oral. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro de 2011), em colaboração com empresas da região de Alcobaça para distribuição de maçãs e/ou sumos e/ou fruta fresca e também de folhetos alusivos aos benefícios da ingestão de fruta. ♂♀ Elaboração dos cabazes de Natal, em parceria com o SPO e Associação de Estudantes. ♂♀ Corta Mato Escolar, no dia 14 de dezembro de 2011 em parceria com o grupo de Educação Física. ♂♀ Atividades Multidesportivas, em S. Martinho do Porto, prevista para a última 4ª feira de aulas, no mês de junho (destina-se aos primeiros 50 alunos da escola que façam a inscrição no PESME).b) CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS Psicoativas Identificação de problemas: Consequências físicas, psicológicas e sociais do consumo de substâncias lícitas (por exemplo a cafeína, a nicotina e o álcool) e consumo de substâncias ilícitas (por exemplo haxixe, a heroína e o ecstasy). Objetivos: aumentar a tomada de decisões e prevenir comportamentos de risco. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial do Não Fumador (17 de novembro) em colaboração com a Associação de Estudantes e o SPO.c) SEXUALIDADE ed) Infeções SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (VIH – Sida) Identificação de problemas: Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível do plano social, emocional e pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a temática da sexualidade; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência. Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível do plano social, emocional e Página 112 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a temática das doenças sexualmente transmissíveis; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência. Objetivos: Compreensão ética da sexualidade Humana Clarificar conceitos relacionados com a temática; desenvolver competências que possam sustentar um entendimento emocional e social da sexualidade; desenvolver relações interpessoais. Adotar comportamentos informados e responsáveis relativamente às doenças sexualmente transmissíveis, ajudar os adolescentes a fazer escolhas informadas, desenvolver a capacidade de expressar sentimentos e opiniões, prevenir comportamentos de risco e promover e proteger a saúde e prevenir a doença na comunidade educativa. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Luta contra a Sida (1 de dezembro), em colaboração com o Centro de Saúde de Alcobaça e SPO. ♂♀ Projeto CUIDA-TE, da responsabilidade do IPJ, ao qual foi feito a candidatura para o teatro debate. ♂♀ Formação sobre Educação Sexual destinada a professores da ESDICA, em parceria com o CEFAE. ♂♀ - GRUPO DISCIPLINAR: BIOLOGIA E GEOLOGIA TEMA: Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos menstruais; Métodos contracetivos disponíveis e utilizados, segurança proporcionada pelos diferentes métodos, motivos que impedem o uso de métodos adequados; Doenças e infeções sexualmente transmissíveis e suas consequências; Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. ANO: 12º DISCIPLINAS: Biologia UNIDADE DIDÁTICA: Reprodução Humana e Manipulação da Fertilidade PERÍODO Letivo: 1º TEMPO Letivo: Durante o 1º Período Atividades: Filmes, debates INTERVENIENTES: Professor e alunose) - VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR Identificação de problemas: Identificar a violência nas relações de namoro; detetar situações de pobreza, de exclusão social e de conflitos étnicos; a Importância de impor regras na escola, Página 113 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 em casa e na sociedade. Objetivos: Prevenir a violência no namoro, implementar um modelo de mediação inter pares, evitar situações de exclusão social, gerir as emoções e o autocontrolo, prevenir Bullying e educação pelos pares. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do dia dos namorados (14 de fevereiro de 2011), inserido na Semana do Amor, em parceria com a BE/CRE. ♂♀ Projeto mediação de conflitos em meio escolarNOTA: Este projeto está dependente de algumas parcerias a desenvolver ao longo do ano letivo,nomeadamente com a Área Curricular Não Disciplinar (Formação Cívica), com o Centro de Saúde deAlcobaça e o Instituto Português da Juventude (IPJ)5 – POPULAÇÃO -ALVO- Todos os alunos da Escola Secundária D. Inês de Castro- Professores da Escola Secundária D. Inês de Castro- Funcionários do Estabelecimento de Ensino- Pais e Encarregados de Educação- Técnicos Especializados6 - PARCERIAS- Centro de Saúde de Alcobaça- Câmara Municipal de Alcobaça- PSP (Escola Segura)- Bombeiros Voluntários de Alcobaça- Banco Alimentar do Oeste- Centro de Respostas Integrados do Oeste, organismo do Instituto da Droga e da Toxicodependência- Associação Abraço- Associação Planeamento Familiar (APF)- Biblioteca Escolar e Centro de Recursos Escolares (BE/CRE) da ESDICA7 – CALENDARIZAÇÃOAo longo do ano letivo de 2011/2012.8 – EQUIPA DE TRABALHO- Coordenadora da Educação para a Saúde: Ana Luísa Bernardo- Professores: Daniel Silva, Daniel Madeira, Miguel Almeida e Carlos Gomes. Página 114 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012- Um Assistente Operacional- Um Representante de Pais e Encarregados de Educação- Técnicos Especializados: Psicóloga do SPO, Professora de Educação Especial, Enfermeira, Médico…)9 – ORÇAMENTO / CUSTOS:▪ Formação de Professores: 800 euros▪ Divulgação: 200 eurosPublicações (Boletim do PESME por Período Letivo e outros boletins informativos alusivos às temáticasdesenvolvidas, via internet), materiais diversos e manutenção do Gabinete de Informação e Apoio aoAluno.▪ A previsão do orçamento: 1000 euros10 – AVALIAÇÃO DO ProjetoA avaliação do projeto deverá ser contínua, com observação direta e possível utilização de questionários,mas concretizada no final de cada período letivo com a elaboração de um relatório, realizado pelaCoordenadora da Educação para a Saúde, com base nos relatórios efetuados por todos os elementos quedesenvolveram ações nesta temática.No final do ano letivo, a avaliação será feita pelos intervenientes, incidindo sobre o Plano de Atividadesdesenvolvido no âmbito do projeto. Terá como objetivo fomentar as boas práticas decorrentes daimplementação do projeto, assim como a reformulação das metodologias inerentes às açõesdesenvolvidas, que tiveram menor impacto junto da comunidade escolar. Daqui resultará uma reflexão,que deverá servir de base à elaboração de propostas de trabalho para o ano letivo seguinte.21.1.11. PROJETO PTE – PLANO TIC“Cabe à equipa PTE, a elaboração de um Plano de ação anual para as TIC (plano TIC). Este plano visapromover a utilização das TIC nas atividades letivas e não letivas, rentabilizando os meios informáticosdisponíveis e generalizando a sua utilização por todos os elementos da comunidade educativa.”, Despachonº700/2009, art.18ObjetivosOtimizar o trabalho da Equipa PTEAssegurar a manutenção do Parque Informático.Envolver a comunidade escolar nas necessidades da escola e nos projetos que se pretendem desenvolverColaborar no levantamento de necessidades de formação e certificação em TIC de docentes e nãodocentes.Otimizar a utilização dos Equipamentos envolvidos no projetoFacilitar o acesso à informação digital na BEDinamizar as redes social da ESDICA. Página 115 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012Apoiar e divulgar os diferentes projetos da ESDICAReestruturar a página da ESDICAFacilitar a Comunicação entre o órgão de gestão e restantes elementos da comunidade escolar via Web epromover a partilha de recursosUniformizar DocumentosContribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal docenteContribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal não docenteFomentar o uso de software livreAvaliar o Plano TIC21.1.12. “ESCOLA ABERTA”Houve um tempo, entre finais dos anos de 80, começos dos anos 90 do século XX, em que a EscolaSecundária Nº 1 promoveu e viveu duas ou três Semanas Culturais. A memória desse tempo ainda semanteve, silenciada, nas paredes da escola até há poucos anos atrás. Por razões que não sabemos precisar,a iniciativa não teve seguimento.Foi em 1999 que a festa voltou, com a I Escola Aberta. De lá para cá, já se realizaram doze,ininterruptamente, a ponto de, a despeito de todas as críticas que lhe possam fazer, ela se tertransformado em algo incontornável: uma ou duas realizações são eventos; doze, constituem um facto.De duração e programação variáveis, a Escola Aberta adquiriu alguma fisionomia distintiva: 1. Duração de 2dias;2. Calendarização: últimos dois dias do 2º Período;3. Existência de atividades obrigatórias para alunos e professores;4. Suspensão dos horários “normais” e observância de horários adaptados, equilibrados e equitativos, massem sujeição a “dias livres” e contabilização rigorosamente matemática das horas – uma vez que se tratade horas não letivas;VII. PLANO DE FORMAÇÃO 2011-2012Este capitulo constitui-se em documento autónomo denominado "Plano de Formação". Página 116 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012VIII. ESTRUTURAS DE APOIO 22. BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTOInserida num meio com inegáveis tradições culturais, a Escola pode e deve assumir um protagonismo quetem como parceiro privilegiado a Biblioteca Escolar – Centro de Recursos Educativos, encarada como parteintegrante do processo educativo. De acordo com o princípio, consagrado no Projeto Educativo, “Nenhumvento é favorável para quem não sabe para onde vai” , Saint-Exupéry, a biblioteca elabora um planoplurianual, reavaliado todos os anos, tendo em conta os resultados da autoavaliação.Avaliação da situação em setembro de 2011Pontos Fortes  Horário de atendimento. Pontos Fracos  Espaço amplo, atraente, confortável e de fácil acesso.  Inexistência de Catálogo online.  Wireless.  Inexistência de parcerias  Qualidade da assistência aos eficazes com os Intervenções Prioritárias equipamentos informáticos. Departamentos. Literacia da Informação  Empenho, disponibilidade e  Reduzida participação dos  Sensibilização dos vontade efetiva do Diretor na utilizadores no Blogue. Professores e superação de todos os pontos  Necessidade de repensar o alunos de fracos. projeto relativo à Formação Cívica e  Disponibilidade e cooperação Biblioteca Histórica devido de disciplinas sem da CIBE. à extinção da disciplina de exame.  Empenho, formação, perfil e AP.  Estabelecimento disponibilidade dos recursos de um programa humanos afetos à BE. de intervenção Possíveis constrangimento sistemática, a  Existência de duas AO à hora de  Obrigatoriedade de a PB longo prazo. almoço. lecionar uma turma.  Implementação do  Biblioteca online.  Desaparecimento da programa  Existência de um Regimento disciplina de Área de atualizado. ProjetoProjecto-12ºAno  Dinâmica da Leitura / Oficina de  Dificuldade de acesso ao Expressões. espaço da BM  Existência de dados estatísticos. Página 117 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Avaliação dos alunos.  Cooperação com o PTE, CNO, SPO, PESME, DE, CDM, , Departamento de Línguas e grupo de Matemática.  Projeto aLeR+ com a ESDICA  Projeto BD- Boa Decisão  Projeto @Ler +  Parcerias externas Desenvolver o Planificação de grau de projetos comuns para participação da BE a realização de nos diferentes diferentes iniciativas 2009- projetos da da escola. 2010  Colaboração e escola. ParticipaçãoA – Apoio ao Pedagógica Fomentar as potencialidades Incentivo à utilização Todos osDesenvolvimento da BE/ Sala da BE como espaço de anosCurricular polivalente como aprendizagem Centro de autónoma e Aprendizagem. responsável.A.1 Articulaçãocurricular da BE Dinamizarcom as estruturas Articulação das TIC projetos que com as áreasde coordenação promovam a curriculares.educativa e utilização dassupervisão  Promoção das novas tecnologias. Todos ospedagógica e os Literacias anos Desenvolver a Dinamização de açõesdocentes pesquisa de apoio à pesquisa e autónoma e à elaboração deA. 2 Promoção das consciente. trabalhos.literacias da Fomentar as Formação, no inícioinformação, presenças de cada ano letivo,tecnológica e autónomas na BE, sobre asdigital de alunos, de potencialidades da professores e de BE, como centro de funcionários. recursos e centro de  Utilização Livre da aprendizagem. Todos os BE anos Divulgação, online, da Contribuir para a coleção, dos Favoritos progressiva da BE, de guiões de autonomia dos pesquisa e de utilizadores. elaboração de trabalhos. Contribuir para a Ação de formação  Formação de Todos os existência de informal, no início de Página 118 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Utilizadores utilizadores cada ano, no âmbito anos. disciplinados, mas das TIC. criativos, capazes Promoção de visitas de construir guiadas à BE, na autonomamente primeira semana de o seu saber. aulas, para todos os alunos. Contribuir para a Esclarecimento dos aquisição de utilizadores sobre os competências da seus direitos e informação. deveres. Incentivo à participação no blogue e na Rede Social da BE. Elaboração de avisos com as principais normas de conduta consagradas no Regimento da BE. Orientações teóricas e práticas sobre como pesquisar na Internet Formação dos utilizadores na pesquisa em catálogo 2012 on-line. /2013 Dinamizar Articulação da leitura projetos que com as TIC, com a promovam a expressão dramáticaB – Leitura e e as artes plásticas. leituraLiteracia Vinda de escritores à escola.B.1 Trabalho da BE Feira do livro.ao serviço da Incentivar apromoção da leitura e a escritaleitura na Escola  Promoção da Divulgação de obras e Todos os Leitura e Escrita autores anos representativos daB.2 Integração da Envolver os literatura portuguesaBE nas estratégias encarregados de e universal.e programas de educação,leitura ao nível da Momentos de professores e Leitura.Escola funcionários, na dinâmica da PoeMática leitura. Espetáculos dedicados aos encarregados de Página 119 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 educação e aos funcionários. Mês das Bibliotecas, Semana da Ciência, Semana da Língua Materna, Semana do Amor, Semana da Leitura. Diferentes Dias de, de acordo com o PA. Participação dos alunos nos diferentes concursos, Concretizar promovidos pelo PNL. projetos da RBE, Apoio a todas as do PNL e os atividades Projetos apoiados curriculares e pela Gulbenkian. extracurriculares que promovam a leitura. Publicação, uma vez por período, do jornal Canto D’ Inês. Projeto aLeR+ BD- Boa Decisão Projeto @Ler + Desenvolver o Planificação de grau de Todos os projetos comuns e/ participação da BE anos ou complementares nos diferentesC - Projetos, com diferentes projetos da escolaParcerias e  Colaboração e instituições culturais. e da comunidade.Atividades Livres ede Abertura à Participação DinamizarComunidade Pedagógica projetos em Planificar uma monumentos do 2011-C.1 Apoio a intervenção cultural concelho de 2012atividades livres, no Convento de Cósextracurriculares e Alcobaçadeenriquecimento Manutenção dacurricular Página do blogue e Divulgar as áreas das redes sociais da  Divulgação de de intervenção da BE.C.2 Projetos e Recursos e BEparcerias Atividades Folhetos e cartazes Divulgar todos os Todos os informativos sobre as projetos da anos valências da BE. ESDICA. Parcerias com a imprensa e a rádio Página 120 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 local. Propostas de 2009- alteração ao RI. 2010 Propostas de 2011- alteração do 2012 regimento da BE Promover uma Definição clara das gestão eficiente áreas de intervenção da BE. essenciais para atingir Todos os os objetivos anos propostos. Elaboração de horários não Promover a fragmentados para os planificação de colaboradores um trabalho permanentes.D - Gestão daBiblioteca Escolar  Gestão organizado e Manutenção dos produtivo. colaboradores permanentes.D.1 Articulação da Reuniões informaisBE com a escola / com os professoresAcesso e serviços responsáveis pelasprestados pela BE diferentes áreas de 2011- intervenção. 2012 Manter a DireçãoD.2 Condições informada de Manutenção doshumanas e todo o trabalho dossiês organizados,materiais para a desenvolvido pela em suporte de papel Todos osprestação dos BE e pelo SABE. e em suporte anosserviços informático. Informações aoD.3 Gestão da Diretor sobre ocoleção/da trabalho realizado.informação Formação da PB Outubro a dezembro de 2009 Apresentação do Modelo ao Conselho Pedagógico. Dezembro Implementar a de 2010 avaliação da  Avaliação Biblioteca, de Operacionalização da acordo com o avaliação interna da 2009- MABE BE, a aplicar aos 2010 seguintes domínios: 2010-  Domínio B 2011  Domínio C 2011- 2012  Domínio D 2012- Página 121 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Domínio A 2013 Integração da Todos os avaliação da BE na anos avaliação da Escola Apresentação ao Diretor de sugestões para a manutenção 2011- da equipa. 2012 Manutenção de uma Otimizar o equipa que apoia a  Equipa trabalho da BE. Coordenadora na vertente técnica e pedagógica. Definição precisa das Todos os áreas de intervenção anos de cada um dos elementos da equipa. Propostas ao Centro de Formação de Ações e criação de Contribuir para a condições para a sua aquisição de frequência por parte  Formação da dos elementos da Todos os competências, no Equipa Equipa. anos âmbito do TD e das TIC Divulgação de Ações de formação de outros Centros/ Instituições. Abate dos Dossiês Todos os Temáticos e de anos Melhorar os Manuais Escolares  Equipamentos equipamentos da desatualizados BE Recuperação das cassetes VHS, 2011- gravando-as em DVD 2012 Livro de registos Atualizar o manual atualizado. tratamento Classificação, cotação técnico da e arrumação das documentação espécies Definir princípios documentais.  Fundo Todos os de política Conservação e Documental anos documental restauro das obras. Promover a Empréstimo externo e utilização de interno. recursos documentais Receber sugestões da comunidade escolar para aquisição de Página 122 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 documentos. Incorporação na BE de materiais produzidos por alunos, professores e funcionários. Enriquecimento do fundo documental, adequando-o aos novos conteúdos programáticos. Catalogação do material livro e não livro existente na BE 23. SALAS DE ESTUDOApoio pedagógico / Salas de EstudoDesde o início do ano letivo que a Escola proporciona apoio pedagógico, na modalidade de salas de estudo,em algumas disciplinas de exame nacional, principalmente naquelas onde existem as maiores dificuldades,como sejam:  Português  Matemática  Físico-Química  Biologia  Inglês  História  GeografiaA Sala de Estudo constitui um espaço de apoio ao aluno que este poderá frequentar voluntariamente emregime de autoacesso e onde poderá encontrar ajuda em diversas disciplinas. As finalidades são asseguintes:- Motivar os alunos para o sucesso- Desenvolver competências Página 123 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012- Transformar a relação Professor/Aluno em relações de trabalho implicado- Desenvolver mecanismos que permitam superar em tempo útil as dificuldades de aprendizagemAs Salas de Estudo funcionam no período da tarde e estão programadas de modo que os alunos asfrequentem fora do seu horário escolar. Apresentam-se os mapas de ocupação das salas de estudo deacordo com as disciplinas e respetivos professores de apoio.  PortuguêsHoras Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala14:45/15:30 Professor Professores15:30/16:15 300.03 A15 300.02 A15 300.0616:30/17:1517:15/18:00  Matemática Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala14:45/15:30 Professor Professores Professores15:30/16:15 500.01 A 500.03 500.01 A 01 A 500.04 01 01 500.0716:30/17:15 Professor Professor Professor 500.03 500.02 500.05 A 500.07 500.08 0117:15/18:00 500.05 Página 124 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Físico-Química Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala13:45/14:30 Professora LQ Professora LQ 2 2 510.02 510.0114:45/15:30 Professor LQ Professor 215:30/16:15 510.03 510.0516:30/17:15 Professor Professo LQ r 2 510.06 510.06 510.0417:15/18:00 Professora 510.01  Biologia Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala14:45/15:30 Professor LC Professor LC 1 115:30/16:15 520.06 520.0216:30/17:15 Professor LC 117:15/18:00 520.02  InglêsHoras Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala Professor13:45/14:30 A17 330.0114:45/15:3015:30/16:15 Página 125 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Professor16:30/17:15 Professor A17 A16 330.01 330.0117:15/18:00  HistóriaHoras Segunda Sala Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala14:45/15:30 Professor A1615:30/16:15 400.02 24. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALO Departamento de Educação Especial (DEE) é constituído por um docente com formação especializada emEducação Especial, trabalhando em articulação direta com o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO).A promoção da igualdade de oportunidades para as pessoas diferentes passa, necessariamente, pelasescolas, dando a estes indivíduos o direito à educação e à construção de expectativas de vida.Foi nesta ideia que se baseou a conferência globalizante denominada “Educação para Todos”, que decorreuem junho de 1994, em Salamanca. Desta, surgiu um conjunto de princípios que vieram a constituir aDeclaração de Salamanca. Nesta conferência, alargou-se o conceito de criança com NecessidadesEducativas Especiais e constatou-se que a escola não deve excluir ninguém, já que a exclusão escolarorigina uma impossibilidade de criar uma vida ativa em termos profissionais, sociais, pessoais e atéfamiliares. Assim, foi criado o conceito de Escola Inclusiva.Pretende-se que as Escolas Inclusivas aceitem a criança/jovem diferente e apoiem a sua aprendizagem enecessidades específicas. Desta forma, as escolas regulares, os currículos disciplinares e as práticaseducativas devem adequar-se às características do jovem com Necessidades Educativas Especiais. Para quehaja igualdade de oportunidades, a escola não deve dar o mesmo a todos, mas sim, dar a cada aluno aquiloque lhe faz falta.De acordo com o Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro, são abrangidos por este regime especial os alunoscom limitações significativas ao nível da atividade e da participação, num ou vários domínios de vida, Página 126 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldadescontinuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamentointerpessoal e da participação social e dando lugar à mobilização de serviços especializados para promovero potencial de funcionamento biopsicosocial.Para dar uma resposta adequada às necessidades educativas especiais de crianças e jovens, previstas noDecreto-Lei supracitado, a escola possui um docente especializado em Educação Especial e um Serviço dePsicologia e Orientação, os quais promoverão uma inclusão ativa e socializante destes alunos, dentro e forada comunidade escolar, com os objetivos de promover o seu sucesso escolar, o seu prosseguimento deestudos ou inserção na vida ativa profissional. 25. SPOO S.P.O. é uma unidade especializada de apoio educativo que desenvolve a sua atuação no domínio daorientação escolar, do apoio psicopedagógico, a pais e professores, e a nível da colaboração com o Núcleode Apoio Educativo e GAAF.Serviços prestados:  Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e na sua integração na comunidade escolar;  Implementar ações preventivas e medidas específicas, em colaboração com a comunidade educativa, com vista ao sucesso escolar, nomeadamente colaborar na elaboração de programas de apoio;  Detetar, em colaboração com outros serviços, os alunos com necessidades educativas especiais;  Avaliar a sua situação e estudar as medidas de intervenção adequadas;  Apoiar os alunos com abandono escolar ou assiduidade irregular;  Colaborar com o professor tutor no acompanhamento do aluno sob sua orientação;  Promover a orientação vocacional dos alunos do 9ºano e dos alunos do 12ºano;  Acompanhar e avaliar os cursos de Educação e Formação, Profissionais e Tecnológicos;  Participar nos conselhos de turma disciplinares e no Conselho Pedagógico. Página 127 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012IX. PROTOCOLOS E PARCERIASPara além das relações institucionais comuns, designadamente aquelas que decorrem da participação derepresentantes de instituições externas nos órgãos da escola como o Conselho Geral e da participação derepresentantes da escola em órgãos externos como o Conselho Municipal de Educação, o estabelecimentode protocolos e parcerias com outras entidades tem sido uma exigência constante de uma escola que sequer “aberta”.Há já vários anos que esta escola tem vindo a estabelecer protocolos e parcerias com entidadesempresariais, no âmbito da formação em contexto de trabalho, nos cursos com valênciasprofissionalizantes. Mais recentemente, têm sido estabelecidos protocolos com entidades formadorasexternas no âmbito do CNO e no apoio a alunos e famílias carenciados. Muitos outros protocolos têm sidocelebrados no âmbito do GAAF – nomeadamente os que conduziram à sua viabilização. Um aspetoimportante também nesta política de parcerias levou à institucionalização dos Prémios para o MelhorAluno, ideia – atividade que, desde 1998, tem vindo a congregar as boas vontades da Caixa Geral deDepósitos, do Rotary Clube de Alcobaça e da Caixa de Crédito Agrícola de AlcobaçaPROTOCOLOS INSTITUCIONAIS  Câmara Municipal de Alcobaça  Academia de Música de Alcobaça  Junta de Freguesia de Alcobaça  Banda de Alcobaça  Mosteiro de Alcobaça  Câmara Municipal da Nazaré  IAC- Instituto de Apoio à Criança  CPCJ - Alcobaça  Rotary Clube de Alcobaça  Caixa Geral de Depósitos  Caixa de Crédito Agrícola Página 128 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Armazém das Artes – Fundação Cultural  IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional de Alcobaça  CEERIA – Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça  Centro de Saúde de Alcobaça  Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça  Villa Ramadas – Centro de Tratamento Internacional  Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins  Agrupamento de Escolas de Pataias  Agrupamento de Escolas D. Pedro I  Centro Escolar de Alcobaça  ADEPA – Associação para a Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça  Cruz Vermelha Portuguesa/ Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa  Banco Alimentar do Oeste  ACSIA (Associação Comercial, de Serviços e Industrial de Alcobaça)  NERLEI (Associação Empresarial da Região de Leiria)  Continente / Modelo Hipermercados SA  Frubaça (Cooperativa de Hortofruticultores, CRL)  Tomaz Marques, Alcobaça  SPF Informática  SISDIG Sistemas Digitais  António José Faustino da Silva (Empresa de Jardinagem)  Valjardim- Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.  Origem Verde - Projeção e Construção de Espaços Verdes  Humberto dos Santos Chumbo (Empresa de Jardinagem)  José Manuel Gameiro Valério (Empresa de Jardinagem)  Paulo & Marta, Lda. (Empresa de Jardinagem)  Teciplante, Viveiros de plantas, Lda. Página 129 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Associação de Agricultores da Região de Alcobaça  Cooperativa Agrícola de Alcobaça  AVAPI – Associação para a Valorização Agrícola em Produção Integrada  CRIVILA – Produção de Plantas, Lda.  Viveiros S. Jorge  Entreflores, Produção e Comércio de plantas  A.Teixeira, Lda.  Dr. Rui Silva (Clínica Médica e Dentária Europa)  Laboratório de Análises Alves & Duarte, Lda.  Faria & Bento  ICAP – Internacional Cerâmica Artística Portuguesa, Lda.  GITE Consultores, S.A. - Gestão Total e Inovação Empresarial  Associação Recreativa, Desportiva, Cultural e Social do Casal Pardo  Fator H. Lda.  Carlos Manuel Silva Santos – Contabilidade, Auditoria e Gestão, Lda.  EUROFACT XXI, Lda. /TCCX. AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 1. Como qualquer instrumento de gestão, neste caso pedagógica, o Projeto Curricular de Escola terá de prestar contas, através da eficácia que promove, dos desperdícios que evita, do êxito dos alunos que ajuda a conseguir. 2. O Observatório da Comunidade Educativa, dentro da missão que lhe é acometida, fará os estudos, análises e inquéritos que se mostrarem adequados, no sentido de proporcionar à Direção, ao Conselho Pedagógico e demais estruturas da escola, os instrumentos necessários à verificação da idoneidade das escolhas curriculares efetuadas. Página 130 de 131
  • Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. Outra fonte de avaliação será proporcionada pela análise das atas e relatórios apresentados pelas estruturas intermédias da Escola, nomeadamente Conselhos de Grupo e de Departamento, Diretores de Turma. 4. Importante na avaliação da adequação da oferta curricular aos interesses dos alunos será a análise dos movimentos de anulações, desistências e insucesso verificadas em algumas disciplinas. 5. Com uma periodicidade anual, motivada em parte pelas movimentações da “Rede Escolar”, tentar- se-á prestar atenção aos indicadores socioeconómicos, nomeadamente os que se referem às taxas de empregabilidade. 6. Como em qualquer avaliação, será dada especial ênfase à vertente autoavaliativa, procurando que cada colaborador / entidade reflita sobre o seu desempenho, identificando os pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças que enquadram a sua atividade. 7. Procurar-se-á a colaboração de um “amigo crítico”, capaz de, com uma perspetiva positiva, mas distanciada, ajudar a organização a confrontar-se, sem traumas, mas com verdade, com as suas deficiências / possibilidades de crescimento. 8. Em tudo o mais, o Projeto Curricular de Escola deverá ter em atenção o que sobre a matéria da avaliação dispõe o documento orientador que se encontra no Projeto Educativo da Escola. Página 131 de 131