Avaliações Hoffmann

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Avaliações Hoffmann

  1. 1. Avaliação Mediadora: Uma prática em construção da pré- escola à Universidade Jussara Hoffmann
  2. 2.  Alguns defendem a avaliação como se ela significasse a resolução de todos os problemas educacionais, outros atacam, desconsiderando o importante papel de informação e orientação para melhoria do ensino.  È difícil entender, porque se relaciona a aspectos metodológicos mais específicos, ligados a definição de critérios, elaboração de instrumentos, formas de análise e interpretação de resultados.
  3. 3.  Avaliar é confundido com medir – origem histórica da avaliação.  Notas (medida) tem provocado desvios significativos, pois classifica alunos, é é um estigma de não revelar o potencial dos alunos.  A avaliação não está integrada ao processo dinâmico de ensino aprendizagem, por isso traz uma série de malefícios à construção do conhecimento por parte do aluno e do próprio professor
  4. 4.  Avaliações Tradicionais – avalia a fração do conhecimento, valoriza aquilo que o aluno lembra do que lhe foi transmitido do que àquilo que ele pode fazer com o que aprendeu.  Esse método supervaloriza o conhecimento já constituído em detrenimento às formas pelas quais novos conhecimentos podem ser gerados.  A nota final, conceito, passa a ser o objetivo principal, deixando em segundo plano a construção do conhecimento.  Característica: discriminação, exclusão e seleção – notas para filhos excelentes = presentes.
  5. 5.  A avaliação não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamenta-se nos processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender.  Deve-se avaliar o que se ensina
  6. 6. Formas de avaliação  Avaliação Inicial: avaliar para conhecer o aluno e ensinar melhor.  Avaliação Final: avaliar ao finalizar um determinado processo didático.  Se a avaliação contribuir para o desenvolvimento das capacidades do aluno, converte-se em ferramenta pedagógica que melhora a aprendizagem do aluno e a qualidade de ensino – sentido definitivo de um processo de avaliação formativa.
  7. 7. Finalidade da avaliação  Conhecer melhor o aluno: competências curriculares, estilo de aprendizagem, interesses, técnicas de trabalho – avaliação inicial.  Constatar o que está sendo aprendido: recolher informações, aplicar outros procedimentos metodológicos, julgar o grau de aprendizagem.  Adequar o ensino aos que apresentam dificuldades.  Julgar globalmente o processo ensino aprendizagem.  Refletir sobre a função dos objetivos
  8. 8.  Tradicionalmente há um terceiro elemento, além de planejamento e processo de ensino: a aprendizagem produzida nos alunos.  A informação sobre os resultados obtidos leva ao replanejamento dos objetivos e conteúdos, atividades didáticas, materiais e relacionamentos.  Segundo Hoffmann, avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão; reflexões acerca do mundo.  A avaliação deve ser: contínua, formativa e personalizada.
  9. 9.  O PPP (Projeto Político Pedagógico) e a análise dos índices de aprovação das escolas, mostram que deve haver uma conjugação dos conceitos de educação/ ensino aprendizagem e avaliação.  A prática pedagógica no que se refere a avaliação, deixa muito a desejar. Apesar de tantas informações sobre o sistema de avaliação, ainda permanecem com posicionamentos seculares, construído o contexto avaliativo à sua revelia
  10. 10.  Entender por avaliação os tipos de provas, de exercícios, de testes, de trabalhos, etc, não compreendem a avaliação como processo de aprendizagem.  Falar de avaliação no âmbito de educação escolar leva a pensar na sua função, o papel social do professor, a razão da existência da escola. Traz a discussão sobre a inclusão e exclusão, privilégios e direitos, direitos e obrigações, instrução e formação, que alunos queremos formar, que escola estamos construindo para a nossa sociedade.  O sistema educacional apoia-se na avaliação classificatória, verifica a aprendizagem ou competências por medidas, de quantificações, das quais os alunos não respondem ao conjunto de disciplinas e excluem-se do processo de escolarização.  A avaliação não é um processo parcial e nem linear.
  11. 11.  Transformar a prática avaliativa significa questionar a educação desde as suas concepções, seus fundamentos, suas organizações, suas normas burocráticas. Significa mudanças conceituais, redefinição de conteúdos, das funções docentes entre outras.  A reestruturação interna da escola necessita de avaliação contínua, formativa no desenvolvimento integral do aluno.  Estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de seus fracassos e/ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente a quantificação da aprendizagem.
  12. 12. Avaliação Formativa  Não tem como objeto classificar ou selecionar.  Fundamenta-se nos processos da aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais.  Princípio fundamental: avaliar o que se ensina.
  13. 13. Características  A avaliação deve ser contínua e integrada ao fazer diário do professor: evitar medidas, registrar observações.  Avaliação deve ser global: tendo em vista as capacidades do aluno: cognitiva, motora, relações interpessoais, e de atuação.  Avaliação deve ser formativa: concebida como um meio pedagógico.
  14. 14.  Se avaliar é sinônimo de melhorar, essa melhoria se refere ao aluno, ao currículo, ao professor e, em definitivo... À ESCOLA.

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