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Exercícios do curso de metodologias do DFP | ISPA, sobre apresentação de trabalhos. Comunicação oral: Ilustração da obra de Rego e Cunha , 2006) sobre "Comunicar.

Exercícios do curso de metodologias do DFP | ISPA, sobre apresentação de trabalhos. Comunicação oral: Ilustração da obra de Rego e Cunha , 2006) sobre "Comunicar.

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  • 1. Desde a noite anterior até… aos primeiros acordes da partitura Capítulo 5 Cristiana Martins
  • 2. Temas a abordar: A noite anterior  Qual a imagem que quer transmitir?  Aparência e apresentação pessoal  Pontualidade… ou antecedência?  Controlar a ansiedade e o nervosismo Momentos iniciais da intervenção
  • 3. A noite anterior “ A sua apresentação começa no momento em que se ergue da cama na manhã do dia do evento. Verdadeiramente, ela até começa na noite anterior” S U C E S S O??? PREPARAÇÃO
  • 4. A noite anterior
  • 5. Qual a imagem que quero transmitir?  Vestir uma pele apropriada  Como quer ser percepcionado pela audiência  Qual é a imagem que lhe permite comunicar mais eficazmente a mensagem? Empenhado, confiante, jovem, prático, conservador, acessível, académico, crítico, humilde, tranquilo, humorado…
  • 6. Qual a imagem que quero transmitir?  O que a audiência espera de si  Ajuda nos comportamentos a tomar  Ajustar o estilo às características da audiência  Sentir confortável na “pele” que veste
  • 7. Aparência e apresentação pessoal  As impressões da audiência acerca de si  Grau de atenção das pessoas face às suas palavras “Os oradores não se limitam a transmitir a mensagem, eles são a própria mensagem” Aspectos que não estão Outros que podem ser sob controlo do orador: ajustados de modo a gerar e.g. sexo, altura, idade. boas impressões, estão sob o controlo do orador.
  • 8. Aparência e apresentação pessoal “ Não há uma segunda oportunidade para causar primeiras boas impressões”  Aspecto agradável e asseado  Homem Camisa: cor branca ou azul claro, preferível a cores aparatosas ou espampanantes  Fato: cores azul e cinzenta, não ao xadrez ou bolinhas  Gravata: nem demasiada discrição nem extravagância
  • 9. Aparência e apresentação pessoal  Mulher Tailleur pode ser boa escolha  Evitar acessórios desnecessários Evitar cores berrantes  Brincos, pulseiras que baloicem, tilintem – “ruído”  Evite maquilhar ou perfumar abusivamente Blusas de uma só cor (sem decote profundo)  Meias de seda
  • 10. Aparência e apresentação pessoal Ajuste à circunstância e respeite convenções Exemplo: uma plateia de especialistas em marketing e uma audiência de banqueiros Atenção: Se os organizadores do evento sugerirem roupa informal, respeite a sugestão!
  • 11. Aparência e apresentação pessoal Sentir bem com o que se veste Regra útil: Imagem habitual muito circunspecta e “cinzenta” (acrescentar cor e brilho) Imagem muito colorida/extravagante (mitigue-a com alguns atributos discretos) Não usar nada comprado no dia anterior Lidar com os imprevistos
  • 12. Pontualidade… ou antecedência? Respeitar a pontualidade. Atrasos transmitem: -Desrespeito pela plateia e intervenientes subsequentes; - Provocam atrasos na agenda do evento; -Não permitem um tempo mínimo de relaxe e preparação  Chegar ao local com alguma antecedência 30 minutos: -Visitar local onde fará intervenção; - Testar os equipamentos; -Fazer algum exercício (físico e mental) de relaxe; - Lidar com alguma ocorrência inesperada; - Ensaio breve; - Ajustar alguns pormenores da intervenção.
  • 13. Controlar a ansiedade e o nervosismo Tensão antecedente não é exclusiva dos oradores inexperientes e/ou incapazes.  Perante uma audiência, existe a vontade de encontrar um pretexto para desistir da apresentação.  Sensações de aumento cardíaco, perda de controlo na transpiração, joelhos a tremerem, palmas mãos transpiradas, cor pálida da pele são normais.
  • 14. Controlar a ansiedade e o nervosismo Nervosismo está sempre presente. Importa diminuir o impacto desse estado.  A tensão pode ser positivamente aproveitada para melhorar o desempenho. É importante aproveitar oportunidades. Principal causa do medo de falar em público radica em não estar habituado a fazê-lo.  Uma boa preparação é o antídoto para o excesso de nervosismo.
  • 15. Controlar a ansiedade e o nervosismo  A tensão tende a baixar após primeiros minutos da intervenção.  Predisponha seu espírito para o êxito.  Fazer alguns exercícios de respiração e relaxamento.  “ Tudo passa!”  Nada de catastrófico lhe acontecerá se a apresentação for mal sucedida.  A audiência deseja o seu êxito – e não o seu fracasso.
  • 16. Controlar a ansiedade e o nervosismo  As razões pelas quais emerge.  Tentar controlar a nossa respiração e os níveis de açúcar no sangue, de modo a baixar o nosso ritmo metabólico e a induzir o cérebro a pensar que a crise já passou.  Aprender a respirar, aprender a comer e ensaiar a apresentação.
  • 17. Controlar a ansiedade e o nervosismo Exercícios  Minutos antes da apresentação: sente-se tranquilamente num local recatado  Feche os olhos  Inspire profundamente pelo nariz 3 segundos. Manter o ar nos pulmões por idêntico tempo. Inspire pela boca durante mesmo tempo ( Repetir 6 ou 7 vezes).  Em situação maior stress, aumentar para 4 segundos.  Não tenha vergonha de proceder deste modo.
  • 18. Controlar a ansiedade e o nervosismo  Cuidados alimentares: correcta razão entre hidratos de carbono e proteínas. Introduzir legumes. Desaconselha- se bebidas alcoólicas, café, chá, colas, açúcar, chocolate, pão branco, artigos de pastelaria, batatas fritas. Recomenda-se água sem gás ou chá de ervas.  Preparação e ensaio: A sensação de estar bem preparado representa uma fonte essencial de tranquilidade (cap.3).
  • 19. Preparação - Estrutura  Estrutura ou o esquema das apresentações (Cap3)  Qual a ideia nuclear que desejo transmitir?  Seguir uma linha de rumo. Fornecer aos ouvintes as pontes que lhe permitem passar de um tópico para o outro.  Não alterar o plano de intervenção. Possibilidade de alguma improvisação, mas uma estrutura mínima fixa. Introdução Desenvolvimento Encerramento Diga o que vai dizer Diga o que tem a dizer Diga o que disse
  • 20. Momentos iniciais da intervenção Purgatório ou oportunidade soberana?  A fase que mais nervosismo provoca O instante em que o orador cativa (ou não) a plateia  A formação das primeiras impressões  A eficácia da apresentação depende da qualidade da fase inicial Confiança, concentração  Frase memorizada na ponta da língua : nome, bom dia/tarde/noite  “Estou aqui para falar de…”
  • 21. Momentos iniciais da intervenção Considerações a reter:  Não necessita de ser brilhante para ser bem sucedido. Os erros podem servir para fazer humor e criar elo emocional com a audiência.  Não é possível agradar a todos os membros da audiência. Concentre-se na mensagem e na audiência – não em si próprio.  Caminhe confiante em direcção à tribuna/diante do público.  Adaptação dos recursos.  Organizar previamente os meios audiovisuais.  Ambiente de suspense
  • 22. Momentos iniciais da intervenção Considerações a reter:  Mantenha as pernas direitas.  Não transmita a impressão de que pretende afastar-se da plateia. Procure criar uma boa impressão desde o início. Sorria – mesmo antes de começar a falar.  Mostre vontade de partilhar os seus pensamentos com a audiência. Seja cauteloso com os gestos. Evite ficar sentado. Se for o caso, não esconda as mãos. Utilize a voz activa – e não passiva. Estabelece contacto visual com a plateia.
  • 23. Momentos iniciais da intervenção Considerações a reter:  Não comece a sua intervenção pedindo desculpas por não ser competente na matéria ou não ter tido tempo para a preparar.  Não peça desculpa por estar nervoso.  Use linguagem simples, mas elegante, adaptada ao momento.  Estabelecer uma corrente emocional com o público.  Tente captar a atenção descrevendo uma história pessoal.  Possibilidade de iniciar com uma pergunta retórica.  Utilize o humor, mas com cuidado.
  • 24. Momentos iniciais da intervenção Uma boa introdução capta o interesse dos ouvintes. estabelece a credibilidade do orador junto deles. prepara-os para o corpo da intervenção.  Não se deixe afectar pela possível presença de câmaras de vídeo  Evite distribuir documentos nesta fase. Aguarde até término da intervenção.
  • 25. “Até mesmo uma caminhada de milhares de quilómetros começa com um simples passo” (Dickinson, 1998) “Tenha sempre em mente que a sua própria resolução para ter sucesso é mais importante do que qualquer outra coisa” (Lincoln, cit. Crainer, 1999)
  • 26. “ A maior parte das pessoas limita-se a desistir quando está prestes a ter êxito. Desistem nos últimos cem metros. Desistem no último minuto do jogo a um passo de marcar.” ( Ross Perot, cit. Crainer, 1999)

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