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Alocação particionada consiste em dividir à memória em
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Para manter controle das partições, é gerada uma tabela
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Proteção se dá através de registradores que armazenam
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Com um processo por partição, espaço interno não
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Partições são alocadas dinamicamente de acordo com os
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Término dos processos deixa espaços que podem ser
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Reunir espaços adjacentes conforme os programas
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 Relocação dinâmica de todas as partições ocupadas, eliminando
espaços entre elas e criando uma única área livre contígua...
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Partição escolhida é aquela em que o programa deixa o
menor espaço sem utilização.
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Partição escolhida é primeira livre de tamanho suficiente
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Partição escolhida é aquela em que o programa deixa o
maior espaço sem utilização.
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 Problema: e se não houver memória RAM
suficiente para acomodar todos os processos?
 Solução: realizar uma troca de proc...
 Necessário haver relocação
dinâmica.
 Permite maior compartilhamento.
 Custo elevado p/operações de
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E n d e r e ç o d e
m e m ó r ia
E n d e r e ç o in c ia l
d a p a r tiç ã o
R e g is tr a d o r d e R e lo c a ç ã o In s...
REFERÊNCIAS
- MACHADO, Francis Berenger e MAIA, Luiz Paulo,
Arquitetura de Sistemas Operacionais, 4ª edição – Rio de
Janei...
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Apresentação Sistemas Operacionais

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O gerenciamento da memória é a ferramenta empregada para permitir aos programas em execução no computador aproveitarem a memória do computador para armazenar as instruções e dados que serão manipulados.

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  1. 1. AdoniAs oliveirA sAntos CleudiAn AndrAde CleidiAne oliveirA FrAnCisCo MorAis liliAn FrAnçA vAguer luCinArA FAlCão Wesley sAntos PereirA
  2. 2. O gerenciamento da memória é a ferramenta empregada para permitir aos programas em execução no computador aproveitarem a memória do computador para armazenar as instruções e dados que serão manipulados.
  3. 3. Manter um maior numero de processos na memória; Maximizar o compartilhamento da CPU e demais recursos; Swapping; Execução de programas maiores que a memória disponível; Proteção; Compartilhamento.
  4. 4. Maneira mais simples: alocação contígua da memória. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l Á r e a p a r a p r o g r a m a • Registrador delimita as áreas do Sistema Operacional e do usuário (proteção). • Uso ineficiente do espaço, somente um usuário ocupando-o.
  5. 5. M e m ó r i a P r i n c i p a l R e g i s t r a d o r S i s t e m a O p e r a c i o n a l Á r e a p a r a p r o g r a m a M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l P r o g r a m a d o u s u á r i o Á r e a l i v r e
  6. 6. A técnica de overlay permite que módulos independentes de um mesmo programa sejam carregados numa mesma área de memória em momentos diferentes. M e m ó r i a P r i n c i p a l C a d a s t r a m e n t o I m p r e s s ã o S i s t e m a O p e r a c i o n a l2 K b 3 K b 4 K b 4 K b 2 K b 2 K b 1 K b M ó d u l o p r i n c i p a l Á r e a d e o v e r l a y Á r e a l i v r e Á r e a n ã o u t i l i z a d a • Áreas de overlay definidas pelo programador. • Expande limites da memória principal. • Não possui compartilhamento por usuário.
  7. 7. Alocação particionada consiste em dividir à memória em pedaços denominados partição. Sistema Operacional Partição 1 2 KB Partição 2 5 KB Partição 3 8 KB A alocação de memória se dá de duas formas:  Alocação particionada estática; e  Alocação Particionada dinâmica.
  8. 8. Memória é dividida em partições fixas, cada processo ocupará uma determinada partição estabelecida na inicialização do sistema. M e m ó r ia P r in c i p a l S is t e m a O p e r a c i o n a l 2 K b 5 K b 8 K b Pa r t iç ã o 1P a r tiç ã o Ta b e la d e p a r tiç õ e s Ta m a n h o 1 2 K b 2 5 K b 3 8 K b Pa r t iç ã o 2 Pa r t iç ã o 3 P r o g r a m a s a s e r e m e x e c u ta d o s : AE 3 K b D 6 K b C 1 K b B 4 K b 2 K b A alocação particionada estática pode ser absoluta ou relocável.
  9. 9. Compiladores geram códigos absolutos, ou seja, todas as referências a endereços são posições físicas na memória principal. Programas só podem ser executados em partição determinada. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 2 K b 5 K b 8 K b P a r t i ç ã o 1 P a r t i ç ã o 2 P a r t i ç ã o 3 A B D C E 3 K b 6 K b 1 K b 4 K b 2 K b
  10. 10. Compiladores geram códigos relocáveis, ou seja, todas as referências a endereços são posições relativas ao início do código  Programas podem ser executados em qualquer partição M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 2 K b 5 K b 8 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A P r o g r a m a B ED 6 K b 3 K b
  11. 11. Para manter controle das partições, é gerada uma tabela de alocação. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 1 2 3 P r o g r a m a C Á r e a l i v r e P r o g r a m a B P a r t i ç ã o T a m a n h o L i v r e 1 2 K b N ã o 2 5 K b S i m 3 8 K b N ã o
  12. 12. Proteção se dá através de registradores que armazenam limites inferior e superior de cada partição. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l E n d e r e ç o i n i c i a l E n d e r e ç o f i n a l
  13. 13. Com um processo por partição, espaço interno não utilizado em cada partição é desperdiçado. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 1 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A P r o g r a m a E BD 6 K b 4 K b
  14. 14. Partições são alocadas dinamicamente de acordo com os requisitos de memória dos programas. M e m ó r i a P r i n c i p a lM e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a lS i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 1 K b 3 K b 5 K b 2 K b 1 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a B P r o g r a m a A P r o g r a m a E BA 2 K b E 3 K b C 1 K b 4 K b
  15. 15. Término dos processos deixa espaços que podem ser insuficientes para novos programas. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A D 6 K b
  16. 16. Reunir espaços adjacentes conforme os programas terminam. M e m ó r i a P r i n c i p a lM e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a lS i s t e m a O p e r a c i o n a l 8 K b 4 K b 3 K b 5 K b5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a AP r o g r a m a A
  17. 17.  Relocação dinâmica de todas as partições ocupadas, eliminando espaços entre elas e criando uma única área livre contígua.  Algoritmo complexo que consome recursos do sistema. M e m ó r i a P r i n c i p a lM e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l R e l o c a ç ã o S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 1 2 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a C P r o g r a m a A P r o g r a m a A
  18. 18. SOs mantêm uma lista de áreas livres e implementam, basicamente, três estratégias de alocação que tentam evitar ou diminuir o problema de fragmentação externa. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A Á r e a s l i v r e s Á r e a l i v r e 1 Á r e a l i v r e 2 Á r e a l i v r e 3 T a m a n h o 1 4 K b 2 5 K b 3 3 K b
  19. 19. Partição escolhida é aquela em que o programa deixa o menor espaço sem utilização. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A F 1 K b S i s t e m a O p e r a c i o n a l 2 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a F P r o g r a m a A Á r e a l i v r e
  20. 20. Partição escolhida é primeira livre de tamanho suficiente para carregar o programa. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A F 1 K b S i s t e m a O p e r a c i o n a l 3 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A Á r e a l i v r e P r o g r a m a F
  21. 21. Partição escolhida é aquela em que o programa deixa o maior espaço sem utilização. M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b 3 K b 5 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A F 1 K b S i s t e m a O p e r a c i o n a l 4 K b P r o g r a m a C P r o g r a m a A Á r e a l i v r e P r o g r a m a F
  22. 22.  Problema: e se não houver memória RAM suficiente para acomodar todos os processos?  Solução: realizar uma troca de processos, ou swapping. – Um dos processos em RAM é deslocado para uma memória secundária (swap out) e dá lugar ao “novo” processo (swap in). – Opta-se por remover o processo em wait com menos chance de ser executado (possivelmente pode optar por um processo em ready). – Uma área do disco passa a ser usada como memória secundária (área de swap). – Mais tarde, o processo swapped out é escalonado e, então, swapped in, voltando a ser executado.
  23. 23.  Necessário haver relocação dinâmica.  Permite maior compartilhamento.  Custo elevado p/operações de swap in e swap out.  Problema: não havendo espaço para crescimento ou relocação, e/ou a área de swap estiver cheia, o processo poderá ficar em estado de espera ou ser terminado. M e m ó r i a P r i n c i p a l M e m ó r i a P r i n c i p a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l S i s t e m a O p e r a c i o n a l P r o g r a m a A P r o g r a m a A P r o g r a m a G Á r e a L i v r e S w a p i n S w a p o u t A r q u i v o d e S w a p P r o g r a m a E P r o g r a m a E P r o g r a m a B P r o g r a m a H H B B
  24. 24. E n d e r e ç o d e m e m ó r ia E n d e r e ç o in c ia l d a p a r tiç ã o R e g is tr a d o r d e R e lo c a ç ã o In s tr u ç ã o E n d e r e ç o C ó d ig o d e o p e r a ç ã o
  25. 25. REFERÊNCIAS - MACHADO, Francis Berenger e MAIA, Luiz Paulo, Arquitetura de Sistemas Operacionais, 4ª edição – Rio de Janeiro: LTC, 2007. - LEÃO, Erico Meneses, Apostila de Sistemas Operacionais - Universidade Federal do Piauí – UFPI.
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