Indicadores sociais IBGE 2010

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Indicadores sociais IBGE 2010

  1. 1. ESTUDOS & pesquisas INFORMAÇÃO DEMOGRÁFICA E SOCIoeconômica 27SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAISUMA ANÁLISE DAS condições de vida da população brasileira 2010
  2. 2. Presidente da República Luiz Inácio Lula da SilvaMinistro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo SilvaINSTITUTO BRASILEIRODE GEOGRAFIA EESTATÍSTICA - IBGEPresidente Eduardo Pereira NunesDiretor-Executivo Sérgio da Costa CôrtesÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARESDiretoria de Pesquisas Wasmália Socorro Barata BivarDiretoria de Geociências Luiz Paulo Souto FortesDiretoria de Informática Paulo César Moraes SimõesCentro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu TaiEscola Nacional de Ciências Estatísticas Sérgio da Costa Côrtes (interino)UNIDADE RESPONSÁVELDiretoria de PesquisasCoordenação de População e Indicadores Sociais Luiz Antônio Pinto de Oliveira
  3. 3. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geograf a e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Estudos e Pesquisas Informação Demográf ca e Socioeconômica número 27Síntese de Indicadores Sociais Uma Análise das Condições de Vida da População Brasileira 2010 Rio de Janeiro 2010
  4. 4. Instituto Brasileiro de Geograf a e Estatística - IBGEAv. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - BrasilISSN 1516-3296 Estudos e pesquisas Divulga estudos descritivos e análises de resultados de tabulações especiais de uma ou mais pesquisas, de autoria institucional. A série Estudos e pesquisas está subdividida em: Informação Demográf ca e Socioeconômica, Informação Econômica, Informação Geográf ca e Documen- tação e Disseminação de Informações.ISBN 978-85-240-4144-0 (CD-ROM)ISBN 978-85-240-4143-3 (meio impresso)© IBGE. 2010Elaboração do arquivo PDFRoberto CavararoProdução de multimídiaMarisa Sigolo MendonçaMárcia do Rosário BraunsCapaMarcos Balster Fiore e R enato J . Aguiar- Coordenaçãode Marketing/Centro de Documentação e Disseminaçãode Informações - CDDI
  5. 5. Sumário Apresentação Introdução Aspectos demográficos Educação Domicílios Famílias Casamentos Crianças, adolescentes e jovens Idosos Cor ou raça Mulheres Saúde Referências Anexos 1 Nota técnica 2 Notas sobre a PNAD 3 Grupamentos e subgrupos principais ocupacionais 4 Grupamentos e divisões de atividade 5 Coeficientes de variação, por tipo de estimativa e situação do do- micílio, segundo o tamanho da estimativa - Brasil - 2009 Glossário
  6. 6. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010Lista de tabelas1 Aspectos demográficos1.1 - População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo as GrandesRegiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20091.2 - População residente, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20091.3 - Taxa de urbanização, razão de sexo e razão de dependência, segundo asGrandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20091.4 - Taxa de fecundidade total, taxa bruta de natalidade, taxa bruta de mortalidade,taxa de mortalidade infantil e esperança de vida ao nascer, por sexo, segundo asGrandes Regiões e as Unidades da Federação - 20091.5 - Taxa de fecundidade total, por cor ou raça das mulheres, segundo as GrandesRegiões - 20091.6 - Taxa de fecundidade total, por grupos de anos de estudo das mulheres,segundo as Grandes Regiões - 20091.7 - População residente, por Grandes Regiões de residência, segundo o lugar denascimento - 20091.8 - Distribuição percentual da população residente, por Grandes Regiões deresidência atual, segundo o lugar de nascimento - 20091.9 - Emigrantes, por lugar de nascimento, segundo as Grandes Regiões deresidência - 20091.10 - Imigrantes, por Grandes Regiões de residência, segundo o lugar denascimento - 20092 Educação2.1 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade, analfabetas, total e respectivadistribuição percentual, por grupos de idade e cor ou raça, segundo as GrandesRegiões - 20092.2 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade, analfabetas, total e taxa deanalfabetismo, por classes de rendimento mensal familiar per capita, segundo asGrandes Regiões - 20092.3 - Taxa de analfabetismo funcional das pessoas de 15 anos ou mais de idade, porcaracterísticas selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 20092.4 - Taxa de frequência bruta a estabelecimento de ensino da população residente,por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e asRegiões Metropolitanas - 20092.5 - Taxa de frequência bruta a estabelecimento de ensino da população residente,por situação do domicílio e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  7. 7. Sumário _________________________________________________________________________________________ 2.6 - Distribuição percentual das pessoas que frequentam estabelecimentos de ensino, por rede de ensino frequentada e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - 2009 2.7 - Distribuição percentual das pessoas que frequentam estabelecimentos de ensino, por nível e rede de ensino frequentados, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.8 - Taxa de frequência líquida a estabelecimento de ensino da população residente de 6 a 17 anos de idade, por grupos de idade e nível de ensino, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.9 - Estudantes de 18 a 24 anos de idade, total e respectiva distribuição percentual, por nível de ensino frequentado, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.10 - Média de anos de estudo das pessoas de 10 anos ou mais de idade, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.11 - Média de anos de estudo das pessoas de 10 anos ou mais de idade, por grupos de idade, sexo e situação do domicílio, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.12 - Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade, por quintos de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.13 - Pessoas de 25 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por grupos de anos de estudo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 2.14 - Estudantes da rede pública e da rede particular no ensino médio e no superior, total e respectiva distribuição percentual, segundo os quintos de rendimento mensal familiar per capita - Brasil - 2009 2.15 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade, que frequentam cursos de alfabetização e educação de jovens e adultos, total e respectiva distribuição percentual, por tipo de curso, grupos de idade e cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009 2.16 - Taxa de frequência líquida a estabelecimento de ensino da população residente de 15 a 17 anos de idade, por quintos do rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 2.17 - Pessoas de 15 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por anos de estudo, segundo as Grandes Regiões - 2009 2.18 - Pessoas de 18 a 24 anos de idade, total, pessoas de 18 a 24 anos de idade com 11 anos de estudo, total e respectiva proporção, por sexo e cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009
  8. 8. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20102.19 - Pessoas de 25 a 64 anos de idade, total, pessoas de 25 a 64 anos de idade quefrequentam escola, total e respectiva proporção, por sexo e cor ou raça, segundo asGrandes Regiões - 20092.20 - Pessoas de 25 a 64 anos de idade, total, pessoas de 25 a 64 anos de idade quefrequentam escola, total e respectiva proporção, por grupos de idade, segundo asGrandes Regiões - 20092.21 - Pessoas de 25 a 64 anos de idade, total e respectiva distribuição percentual,por grupos de anos de estudo, segundo as Grandes Regiões - 20092.22 - Pessoas de 18 a 24 anos de idade, total e proporção de pessoas de 18 a 24anos de idade com 11 anos de estudo e mais de 11 anos de estudo, por frequência àescola, segundo as Grandes Regiões - 20092.23 - Pessoas de 18 anos ou mais de idade, por grupos de idade, total eeconomicamente ativas, com indicação dos anos de estudo, segundo as GrandesRegiões - 20092.24 - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB observado emetas projetadas, segundo o nível de ensino e a dependência administrativa -Brasil - 2005/20092.25 - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB observado emetas projetadas, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e onível de ensino - 20093 Domicílios3.1 - Domicílios particulares, pessoas e número médio de pessoas, por domicílio edormitório, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20093.2 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectivadistribuição percentual, por classes de rendimento mensal domiciliarper capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e asRegiões Metropolitanas - 20093.3 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva distribuiçãopercentual, por condição de ocupação e proporção de domicílios urbanos compropriedade do terreno, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação eas Regiões Metropolitanas - 20093.4 - Domicílios particulares permanentes urbanos com rendimento mensaldomiciliar per capita de até ½ salário mínimo, total e respectiva distribuiçãopercentual, por condição de ocupação e proporção de domicílios urbanos compropriedade do terreno, segundo as Grandes Regiões - 20093.5 - Domicílios particulares permanentes urbanos com rendimento mensaldomiciliar per capita de mais de 2 salários mínimos, total e respectiva distribuiçãopercentual, por condição de ocupação e proporção de domicílios urbanos compropriedade do terreno, segundo as Grandes Regiões - 2009
  9. 9. Sumário _________________________________________________________________________________________ 3.6 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva distribuição percentual, por tipo de domicílio, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 3.7 - Domicílios particulares permanentes urbanos com até ½ salário mínino de rendimento domiciliar per capita, total e respectiva distribuição percentual, por tipo de domicílio, segundo as Grandes Regiões - 2009 3.8 - Domicílios particulares permanentes urbanos com mais de 2 salários míninos de rendimento domiciliar per capita, total e respectiva distribuição percentual, por tipo de domicílio, segundo as Grandes Regiões - 2009 3.9 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e proporção com serviços de saneamento, por classes de rendimento médio mensal domiciliar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 3.10 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva distribuição percentual, por existência de serviço de abastecimento de água por rede geral, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 3.11 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva distribuição percentual, por existência de serviço de esgotamento sanitário, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 3.12 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva distribuição percentual, por existência de serviço de coleta de lixo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 3.13 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e respectiva proporção, por acesso a alguns serviços e posse de alguns bens duráveis, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 3.14 - Domicílios particulares permanentes urbanos, total e por acesso simultâneo a serviços e posse de bens duráveis, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 4 Famílias 4.1 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por tipo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 4.2 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por classes de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 4.3 - Pessoas residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por classes de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  10. 10. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20104.4 - Número médio de pessoas nos arranjos familiares residentes emdomicílios particulares, por classes de rendimento mensal familiarper capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e asRegiões Metropolitanas - 20094.5 - Rendimento médio mensal familiar per capita das famílias com rendimento,em reais e em salários mínimos, dos 10% e 40% mais pobres e dos 10% mais ricos,e relação entre os rendimentos médios, segundo as Grandes Regiões, as Unidadesda Federação e as Regiões Metropolitanas - 20094.6 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e unipessoais,por sexo da pessoa de referência da família, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20094.7 - Distribuição percentual dos arranjos familiares unipessoais residentesem domicílios particulares, por grupos de idade da pessoa de referência dafamília, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20094.8 - Distribuição percentual dos arranjos familiares unipessoais residentes emdomicílios particulares, por classes de rendimento mensal, segundo as GrandesRegiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20094.9 - Famílias com laços de parentesco residentes em domicílios particulares,total e respectiva distribuição percentual, por grupos de idade dos f lhos,segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20094.10 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectivadistribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos dearranjos e o sexo da pessoa de referência - Brasil - 20094.11 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectivadistribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos dearranjos e o sexo da pessoa de referência - Região Nordeste - 20094.12 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectivadistribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos dearranjos e o sexo da pessoa de referência - Região Sudeste - 20094.13 - Taxa de ocupação das pessoas de 10 anos ou mais de idade, nos arranjosfamiliares com laços de parentesco residentes em domicílios particulares, por sexoda pessoa de referência e posição na família, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20094.14 - Casais residentes em domicílios particulares com pessoa de referênciado sexo masculino e cônjuge ocupados, com rendimento do trabalho, total erespectiva distribuição percentual, por razão entre o rendimento do cônjuge e orendimento da pessoa de referência da família, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  11. 11. Sumário _________________________________________________________________________________________ 4.15 - Casais residentes em domicílios particulares com pessoa de referência do sexo feminino e cônjuge ocupados, com rendimento do trabalho, total e respectiva distribuição percentual, por razão entre o rendimento do cônjuge e o rendimento da pessoa de referência da família, segundo as Grandes Regiões - 2009 4.16 - Distribuição percentual do rendimento dos arranjos familiares residentes em domicílios particulares, por classes de rendimento familiar per capita e origem do rendimento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 4.17 - Distribuição percentual do total do rendimento familiar per capita dos arranjos familiares residentes em domicílios particulares, por quintos do rendimento familiar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 4.18 - Rendimento mensal familiar per capita, médio e mediano, dos arranjos familiares residentes em domicílios particulares, segundo as Grandes Regiões - 2009 4.19 - Casais residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por grupos de idade da pessoa de referência da família, segundo as Grandes Regiões - 2009 4.20 - Média do rendimento familiar per capita, em salários mínimos, dos casais residentes em domicílios particulares, por grupos de idade da pessoa de referência da família, segundo as Grandes Regiões - 2009 4.21 - Domicílios particulares permanentes, por número de arranjos residente s, e arranjos familiares conviventes com uma família principal em domicílios particulares permanentes, total e respectiva distribuição percentual, por motivo para a convivência e número médio de pessoas, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 4.22 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e o sexo da pessoa de referência - Brasil - 2009 4.23 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e o sexo da pessoa de referência - Região Nordeste - 2009 4.24 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e o sexo da pessoa de referência - Região Sudeste - 2009 4.25 - Pessoas residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e o sexo da pessoa de referência - Brasil - 2009 4.26 - Pessoas residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e o sexo da pessoa de referência - Região Nordeste - 2009
  12. 12. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20104.27 - Pessoas residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuiçãopercentual, por rendimento familiar per capita, segundo os tipos de arranjos e osexo da pessoa de referência - Região Sudeste - 20094.28 - Famílias, total e respectiva distribuição percentual, por avaliação do graude dif culdade para chegar ao f m do mês com o rendimento monetário familiar,segundo as Grandes Regiões - período 2008-20094.29 - Famílias com muita dif culdade para chegar ao f m do mês com orendimento monetário familiar, total e respectiva distribuição percentual,por classes de rendimento total mensal familiar, segundo as Grandes Regiões -período 2008-20095 Casamentos5.1 - Taxa de nupcialidade, segundo as Grandes Regiões e as Unidades daFederação - 1999/20085.2 - Idade média dos solteiros, por sexo, segundoas Unidades da Federação - 20085.3 - Proporção de casamentos, por estados civis selecionados do homem e damulher, segundo as Unidades da Federação - 20085.4 - Proporção de separações concedidas sem recurso, por sexo do requerente,segundo as Unidades da Federação - 20085.5 - Proporção de divórcios concedidos sem recurso, por tipo, segundo asUnidades da Federação - 20086 Crianças, adolescentes e jovens6.1 - Crianças, adolescentes e jovens de 0 a 24 anos, total e respectiva proporção,por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e asRegiões Metropolitanas - 20096.2 - Famílias, total e proporção de famílias com pelo menos uma criança,adolescente ou jovem de 0 a 24 anos, por grupos de idade, segundo as GrandesRegiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20096.3 - Taxas de mortalidade infantil em menores de 1 ano de idade eem menores de 5 anos de idade, por 1 000 nascidos vivos, segundoos países selecionados e as respectivas posições ocupadas em mortalidadede menores de 5 anos - 1990/20086.4 - Crianças nascidas, total e crianças nascidas com baixo peso, total e respectivaproporção, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 20086.5 - Crianças de 0 a 14 anos de idade em domicílios sem abastecimentode água por rede geral, sem esgotamento sanitário de rede geral ou fossaséptica e sem coleta de lixo, segundo as Grandes Regiões e as Unidades daFederação - 2009
  13. 13. Sumário _________________________________________________________________________________________ 6.6 - Alunos na educação básica, total e proporção de alunos em escolas sem água f ltrada para o próprio consumo e sem saneamento adequado, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2009 6.7 - Escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental, total e proporção de escolares com 300 minutos ou mais de atividade física acumulada nos últimos sete dias, por sexo e dependência administrativa da escola, segundo os municípios das capitais e o Distrito Federal - 2009 6.8 - Escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental, total e proporção de escolares que experimentaram cigarro alguma vez, por sexo e dependência administrativa da escola, segundo os municípios das capitais e o Distrito Federal - 2009 6.9 - Escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental, total e proporção dos que já sofreram algum episódio de embriaguez, por sexo e dependência administrativa da escola, segundo os municípios das capitais e o Distrito Federal - 2009 6.10 - Escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental, total e proporção dos escolares que tiveram relação sexual alguma vez e que usaram preservativo na última relação sexual, por sexo, segundo os municípios das capitais e o Distrito Federal 6.11 - Escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamental, total e proporção dos escolares que receberam orientação na escola, por tipo de orientação e dependência administrativa da escola, segundo os municípios das capitais e o Distrito Federal - 2009 6.12 - Taxa de frequência escolar das crianças de 0 a 5 anos de idade, por quintos de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 6.13 - Taxa de frequência escolar das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos de idade, por quintos de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 6.14 - Taxa de frequência escolar dos adolescentes de 15 a 17 anos de idade, por quintos de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 6.15 - Taxa de frequência escolar dos jovens de 18 a 24 anos de idade, por quintos de rendimento mensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 6.16 - Taxa de frequência escolar das crianças, adolescentes e jovens de 0 a 24 anos de idade, por situação do domicílio e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - 2009 6.17 - Taxa de frequência escolar das crianças, adolescentes e jovens de 0 a 24 anos de idade, por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  14. 14. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20106.18 - Taxa de frequência escolar das crianças, adolescentes e jovens de 0 a 24anos de idade, por cor ou raça e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20096.19 - Crianças, adolescentes e jovens de 7 a 24 anos de idade, total e proporção,por grupos de idade, que não sabem ler e nem escrever, segundo as GrandesRegiões - 20096.20 - Crianças, adolescentes e jovens de 10 a 24 anos de idade ocupados, total etaxa de ocupação, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidadesda Federação e as Regiões Metropolitanas - 20096.21 - Jovens de 18 a 24 anos de idade, total e respectiva distribuição percentual,por condição de atividade na semana de referência, segundo as Grandes Regiões,as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20096.22 - Adolescentes e jovens de 16 a 24 anos de idade, ocupados na semana dereferência, total e respectiva distribuição percentual, por classes de rendimentomédio mensal de todos os trabalhos, segundo as Grandes Regiões, as Unidades daFederação e as Regiões Metropolitanas - 20096.23 - Adolescentes e jovens de 16 a 24 anos de idade, ocupados na semanade referência, total e respectiva distribuição percentual, por número de horastrabalhadas por semana, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação eas Regiões Metropolitanas - 20096.24 - Mulheres de 15 a 24 anos de idade que tiveram f lhos nascidos vivos,total e respectiva proporção, por grupos de idade, segundo asGrandes Regiões - 20096.25 - Percentual de escolares frequentando o 9º ano do ensino fundamentalexpostos a diferentes tipos de violência, segundo os municípios das capitais e oDistrito Federal - 20096.26 - Pessoas de 0 a 17 anos de idade residentes em domicílios particulares, total erespectiva distribuição percentual, por grupos de idade e classes de rendimentomensal familiar per capita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federaçãoe as Regiões Metropolitanas - 20096.27 - Famílias com pessoas de 0 a 17 anos de idade residentes em domicíliosparticulares, por grupos de idade e classes de rendimento mensal familiar percapita, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20096.28 - Distribuição percentual das famílias com pessoas de 0 a 14 anos de idaderesidentes em domicílios particulares, por condição de ocupação da pessoa dereferência e cônjuge, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federaçãoe as Regiões Metropolitanas - 20096.29 - Famílias com crianças de 0 a 14 anos de idade, total e respectiva distribuiçãopercentual, por avaliação do grau de dif culdade para chegar ao f m do mês como rendimento monetário familiar, segundo as Grandes Regiões e as Unidades daFederação - período 2008-2009
  15. 15. Sumário _________________________________________________________________________________________ 6.30 - Famílias com crianças de 0 a 14 anos de idade, total e respectiva distribuição percentual, por avaliação da quantidade de alimento consumido pela família, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - período 2008-2009 6.31 - Municípios, total e com política para crianças e adolescentes, por tipo, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2009 7 Idosos 7.1 - População residente total e pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.2 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por situação do domicílio e sexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.3 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por situação do domicílio e sexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.4 - População residente de 60 e 65 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009 7.5 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total, com indicação da média de anos de estudo e respectiva distribuição percentual, por grupos de anos de estudo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.6 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, total, com indicação da média de anos de estudo e respectiva distribuição percentual, por grupos de anos de estudo, segundo as Grandes Regiões - 2009 7.7 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por classes de rendimento médio mensal domiciliar per capita, . segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.8 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por classes de rendimento médio mensal domiciliar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2009 7.9 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por condição no domicílio, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 7.10 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por condição no domicílio, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  16. 16. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20107.11 - Domicílios particulares, total e proporção de pessoas de referência de 60 e 65anos ou mais de idade residentes nos domicílios, segundo as Grandes Regiões, asUnidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20097.12 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares,total e respectiva distribuição percentual, por tipo de arranjo domiciliar, segundo asGrandes Regiões - 20097.13 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, residentes em domicílios particulares,total e respectiva distribuição percentual, por tipo de arranjo domiciliar, segundo asGrandes Regiões - 20097.14 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectivadistribuição percentual em aposentados e/ou pensionistas, segundoas Grandes Regiões - 20097.15 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuiçãopercentual em aposentados e/ou pensionistas, por sexo, segundo as GrandesRegiões - 20097.16 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, total e respectivadistribuição percentual em aposentados e/ou pensionistas, segundoas Grandes Regiões - 20097.17 - Pessoas de 65 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuiçãopercentual em aposentados e/ou pensionistas, por sexo, segundo as GrandesRegiões - 20097.18 - Proporção das pessoas de 60, 65 e 70 anos ou mais de idade, ocupadas nasemana de referência, por sexo, segundo as Grandes Regiões - 20097.19 - Proporção das pessoas de 60, 65 e 70 anos ou mais de idade,aposentadas e ocupadas na semana de referência, por sexo, segundoas Grandes Regiões - 20097.20 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva proporção,por algumas doenças selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 20087.21 - Pessoas de 75 anos ou mais de idade, total e respectiva proporção, poralgumas doenças selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 20087.22 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva proporção, por sexo ealgumas doenças selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 20087.23 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva proporção, por cor ouraça e algumas doenças selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 20087.24 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva proporção, porclasses de renda domiciliar per capita e algumas doenças selecionadas, segundo asGrandes Regiões - 20087.25 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuiçãopercentual, por percepção do próprio estado de saúde, segundo as GrandesRegiões - 2008
  17. 17. Sumário _________________________________________________________________________________________ 7.26 - Pessoas de 75 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por percepção do próprio estado de saúde, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.27 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por sexo e percepção do próprio estado de saúde, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.28 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição, por cor ou raça e percepção do próprio estado de saúde, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.29 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e respectiva distribuição percentual, por classes de renda domiciliar per capita e percepção do próprio estado de saúde, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.30 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e distribuição percentual das que não realizaram atividades nas duas últimas semanas por motivo de saúde e as que não conseguem andar 100 metros, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.31 - Pessoas de 75 anos ou mais de idade, total e distribuição percentual das que não realizaram atividades nas duas últimas semanas por motivo de saúde e as que não conseguem andar 100 metros, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.32 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e distribuição percentual das que não realizaram atividades nas duas últimas semanas por motivo de saúde e as que não conseguem andar 100 metros, por sexo, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.33 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e distribuição percentual das que não realizaram atividades nas duas últimas semanas por motivo de saúde e as que não conseguem andar 100 metros, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.34 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e distribuição percentual das que não realizaram atividades nas duas últimas semanas por motivo de saúde e as que não conseguem andar 100 metros, por classes de renda domiciliar per capita, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.35 - Pessoas de 60 anos ou mais de idade, total e proporção de pessoas de 60 anos ou mais de idade em domicílios cadastrados no Programa de Saúde da Família, com plano de saúde ou sem nenhum dos dois, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2008 7.36 - Pessoas de 75 anos ou mais de idade, total e proporção de pessoas de 75 anos ou mais de idade em domicílios cadastrados no Programa de Saúde da Família, com plano de saúde ou sem nenhum dos dois, segundo as Grandes Regiões - 2008 7.37 - Proporção das pessoas de 60 anos ou mais de idade moradoras em domicílio cadastrado no Programa de Saúde da Família e/ou tenham plano de saúde ou nenhum dos dois, por sexo, segundo as Grandes Regiões - 2008
  18. 18. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20107.38 - Proporção das pessoas de 60 anos ou mais de idade moradoras em domicíliocadastrado no Programa de Saúde da Família e/ou tenham plano de saúde ounenhum dos dois, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 20087.39 - Proporção das pessoas de 60 anos ou mais de idade moradoras de domicíliocadastrado no Programa de Saúde da Família e/ou tenham plano de saúde ounenhum dos dois, por classes de renda domiciliar per capita, segundo as GrandesRegiões - 20088 Cor ou raça8.1 - População total e respectiva distribuição percentual, por cor ou raça,segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20098.2 - Taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, por corou raça, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20098.3 - Taxa de analfabetismo funcional das pessoas de 15 anos ou mais de idade, porcor ou raça, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20098.4 - Estudantes de 18 a 24 anos de idade, total e respectiva distribuiçãopercentual, por cor ou raça e nível de ensino frequentado, segundoas Grandes Regiões - 20098.5 - Média de anos de estudo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, por corou raça, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20098.6 - Média de anos de estudo e rendimento médio mensal de todos os trabalhos,das pessoas de 10 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, comrendimento de trabalho, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões, as Unidadesda Federação e as Regiões Metropolitanas - 20098.7 - Pessoas de 25 anos ou mais de idade e pessoas de 25 anos ou mais de idadecom 15 anos ou mais de estudo, total e sua distribuição percentual, por cor ou raça,segundo as Grandes Regiões - 20098.8 - Proporção das pessoas de 25 anos ou mais de idade com 15 anos ou mais deestudo, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 20098.9 - Razão entre o valor do rendimento-hora do trabalho principal que as pessoasde cor preta ou parda recebem, em relação ao valor recebido pelas pessoas decor branca, por anos de estudo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades daFederação e por grupos de anos de estudo, as Regiões Metropolitanas - 20098.10 - Distribuição do rendimento mensal familiar per capita das pessoas de 10 anosou mais de idade, com rendimento de trabalho, entre os 10% mais pobres e o 1%mais rico, em relação ao total de pessoas, por cor ou raça, segundo as GrandesRegiões - 2009
  19. 19. Sumário _________________________________________________________________________________________ 8.11 - População residente, total e respectiva distribuição percentual, por cor ou raça, segundo décimos de rendimento mensal familiar per capita - Brasil - 2009 8.12 - Proporção das pessoas de 18 a 25 anos de idade frequentando curso superior, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009 8.13 - Proporção das pessoas de 25 anos ou mais de idade que não frequentam escola e concluíram curso superior, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009 8.14 - Arranjos familiares residentes em domicílios particulares, total e respectiva distribuição percentual, por sexo e cor ou raça da pessoa de referência e tipo de arranjo, segundo as Grandes Regiões - 2009 8.15 - Pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas na semana de referência, total e respectiva distribuição percentual, por cor ou raça e posição na ocupação, segundo as Grandes Regiões - 2009 9 Mulheres 9.1 - Pessoas de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, total e respectiva proporção em trabalhos formais, por sexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 9.2 - Pessoas de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, por sexo, total e respectiva distribuição percentual, por posição na ocupação, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 9.3 - Proporção de pessoas de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência em trabalhos informais, por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - 2009 9.4 - Proporção de mulheres de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência em trabalhos formais e informais, por cor ou raça, segundo as Grandes Regiões - 2009 9.5 - Média de anos de estudo das pessoas de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência e em trabalhos formais e informais, por sexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 9.6 - Rendimento médio do trabalho principal das pessoas de 16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência e em trabalhos formais e informais, por sexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009 9.7 - Percentual do rendimento médio das mulheres de 16 anos ou mais de idade ocupadas em relação aos homens, por grupos de anos de estudo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 2009
  20. 20. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 20109.8 - Média de horas semanais trabalhadas no trabalho principal, das pessoasde 16 anos ou mais de idade, ocupadas, em trabalhos formais e informais, porsexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20099.9 - Média de horas semanais trabalhadas no trabalho principal, das pessoas de 16anos ou mais de idade, por sexo e grupos de anos de estudo, segundo as GrandesRegiões, as Unidades da Federação e as Regiões Metropolitanas - 20099.10 - Média de horas semanais gastas em afazeres domésticos, das pessoasde 16 anos ou mais de idade, total e ocupadas na semana de referência, porsexo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e as RegiõesMetropolitanas - 20099.11 - Média de horas semanais gastas em afazeres domésticos das pessoas de16 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, por sexo e gruposde anos de estudo, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e asRegiões Metropolitanas - 20099.12 - Municípios, total e com estrutura na área de política de gênero, porcaracterização do órgão gestor e com orçamento próprio para a política, segundoas Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 20099.13 - Municípios, total e com unidades de Segurança Pública, por tipo, segundoas Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 20099.14 - Municípios, total, com serviço de assistência jurídica e com juizado especial,por tipo, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 20099.15 - Municípios, total e com Casa Abrigo para atendimento a mulheres vítimasde violência, por tipo de atividade realizada, segundo as Grandes Regiões e asUnidades da Federação - 20099.16 - Registros de atendimentos da Central de Atendimento à Mulher,total e respectiva distribuição percentual, segundo o tipode atendimento - Brasil - 20099.17 - Registros de atendimentos da Central de Atendimento à Mulher,total e respectiva distribuição percentual, segundo o tipode informação - Brasil - 20099.18 - Registros de atendimentos da Central de Atendimento à Mulher,total e respectiva distribuição percentual, segundo o tipode relato - Brasil - 20099.19 - Registros de Atendimentos da Central de Atendimento à Mulher,total e respectiva distribuição percentual, segundo o tipode encaminhamento - Brasil – 200910 Saúde10.1 - Nascidos vivos, por número de consultas pré-natal, segundo as GrandesRegiões e as Unidades da Federação - 2008
  21. 21. Sumário _________________________________________________________________________________________ 10.2 - Óbitos infantis, por componentes, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2008 10.3 - Óbitos infantis, por causas selecionadas, segundo as Grandes Regiões - 1999/2008 10.4 - Óbitos, por grupos de causas selecionadas, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2008 10.5 - Óbitos, total e respectiva distribuição percentual, por sexo, segundo os grupos de causas - Brasil - 2008 10.6 - Óbitos, total e respectiva distribuição percentual, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - 1999/2008 10.7 - Óbitos das pessoas de 15 a 29 anos de idade, por sexo e grupos de idade, segundo as causas externas de mortes - Brasil - 2008 10.8 - Óbitos de causas externas dos jovens de 15 a 19 anos de idade, por sexo, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2008 Convenções - Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento; .. Não se aplica dado numérico; ... Dado numérico não disponível; x Dado numérico omitido a f m de evitar a individualização da informação; 0; 0,0; 0,00 Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente positivo; e -0; -0,0; -0,00 Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo.
  22. 22. Apresentação O s indicadores apresentados neste v olume da Síntese de indicadores sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2010 têm como objetivo possibilitar um conhecimento mais amplo da realidade social do País. São informações sociodemográf cas, organizadas tematicamente, dando continuidade à produção e sistematização de relevantes estatísticas sociais. A principal fonte de informação para a construção dos indicadores foi a Pesquisa Nacional porAmostra de Domicílios - PNAD para o ano de 2009, cuja cobertura abrange todo oTerritório Nacional. Foram também utilizadas informações de outras fontes do IBGE, como a P esquisa de Informações Básicas Municipais - M UNIC 20 09 e a Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009. Além dessas, foram utilizadas informações oriundas das bases de dados do Instituto Nacional de Estudos e P esquisas Educacionais AnísioTeixeira - INEP do , Ministério da Educação, e da Secretaria de Políticas para as Mulheres, relativas ao ano de 2009. O CD-ROM que acompanha a publicação contém, além das informações do v olume impresso, em formato PDF , as tabelas em formato Excel. Wasmália Bivar Diretora de Pesquisas
  23. 23. Introdução A construção de um sistema de estatísticas nacionais, no Brasil, seguiu as transformações e tendências políticas, sociais e econômicas observadas ao longo da história do País. De acordo com Schwartzman (1997), até a década de 1 950, a questão geográf ca era prioritária, na medida em que“descrever a terra, def nir suas fronteiras e identif car os recursos disponíveis para a construção de uma poderosa nação-estado” era tarefa fundamental na identifcação dos “elementos culturais que estavam transformando o P aís em uma sociedade moderna, nos moldes ocidentais”. Ainda segundo o autor , nos anos 1960 e 1970, a economia passou a ter precedência sobre a geograf a. Dessa forma, além do mapeamento e das informações demográf cas usuais, o IBGE, criado na década de 1930: [...] tornou-se responsável pela org anização das contas nacionais, e a sua peça central passou a ser uma ambiciosa matriz de insumo-produto que permitiria a identif cação de gargalos no sistema e a avaliação do impacto potencial dos in vestimentos em energia, transpor te, produção de aço, petroquímicos e outros insumos na economia do P aís (SCHWARTZMAN, 1997). Reconhecidamente, o crescimento econômico, verificado na “era de ouro ” dos países desen volvidos (décadas de 1 950 e 1960) e no “milagre econômico ” no Brasil (anos 1 970), não foi capaz de promover o desenvolvimento social esperado e parcelas significativas da população permaneceram à margem dos frutos desse crescimento econômico. A crescente demanda por estatísticas sociais que pudessem avaliar as condições de vida da população e que fossem além da usual ótica economicista do P roduto Interno Bruto - PIB per capita suscitou uma mobilização para a elaboração
  24. 24. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010e organização sistemática de indicadores sociais.A literatura internacional, em geral,aponta para a configuração do “movimento dos indicadores sociais” na década de ,1960, como ponto de par ida dessa mobilização, consubstanciada com a publicação do tlivro Toward a social report, que traça um painel de indicadores sociais dos EstadosUnidos, país onde mais claramente essa demanda foi colocada (J ANUZZI, 2001). Apartir de então, entidades internacionais, como a Org anização para a Cooperação e oDesenvolvimento Econômico - OCDE e a Comunidade Econômica Europeia, passarama incentivar programas de estudos e a propor temas específicos para a construção deindicadores na área social e para que o mo vimento propriamente dito transpusesseas fronteiras americanas (INDICADORES..., 1979). A década de 1 970, por tanto, presenciou a difusão e a implementação desistemas de indicadores sociais em vários países. No Brasil, o IBGE criou, em 1 973,o Departamento de Indicadores S ociais, o que lev ou à coexistência, numa mesmainstituição, de departamentos de elaboração, coleta e análise da informação estatística.Em 1979, foi publicado o primeiro relatório brasileiro na área – Indicadores sociais:relatório 1979 – com tabulações sobre populações e famílias, di visão do trabalho,mobilidade ocupacional da força de trabalho, distribuição de renda, despesa familiar ,habitação, educação e saúde. P ara a construção desse painel, foram utilizadas asbases de dados do Censo Demográfico 1970, da Pesquisa Nacional por Amostra deDomicílios - PNAD, do Estudo Nacional da Despesa F amiliar - E NDEF, de pesquisasindustriais e de registros administrativos. Como havia uma perspectiva analítica emperíodos mais longos, em função da disponibilização e processamento ainda lentosdas estatísticas coletadas, um segundo trabalho foi publicado somente em 1 995 –Indicadores sociais: uma análise da década de1980 – também na forma de robustosrelatórios, seguindo as mesmas temáticas abordadas no anterior e preservando adiversidade das fontes de informação. A década de 1 990 foi emblemática para a consolidação e institucionalização dossistemas de indicadores sociais. Para Januzzi (2001), diversos fatores contribuírampara essa difusão crescente do uso de indicadores sociais na sociedade brasileira,em par ticular, nas últimas décadas. P rimeiramente, há os fatores relacionados ànatureza político-institucional do País, tais como: avanço da democratização; maioracesso a fontes de informação pela sociedade; surgimento de organizações sociaismais compromissadas; e pressão popular por maior transparência e por maiorefetividade social do gasto público. Por outro lado, Jannuzzi (2001) cita os fatores denatureza econômico-social, como: a per sistência dos problemas sociais históricos;da pobreza e desigualdade; e o aumento do risco ao desemprego e à exclusão social.Vale chamar atenção, ainda, para a maior di vulgação dos resultados de pesquisassocioeconômicas realizadas por parte da mídia que contribuiu sobremaneira para a“popularização” dos indicadores sociais. No plano internacional, a crescente globalização impõe a necessidade decomparações internacionais e a elaboração de indicadores conceitualmente iguais oupróximos àqueles escolhidos pela Org anização das Nações Unidas - ONU nas di versasconferências globais realizadas ao longo da década nos temas presentes na agendasocial contemporânea.Tais conferências assinalaram, em seu conjunto, a necessáriaimplementação, por parte dos países, de políticas e programas que caminhem em
  25. 25. Introdução _____________________________________________________________________________________direção ao desenvolvimento, à paz e segurança, à equidade de gênero, à erradicaçãodas muitas dimensões da pobreza e ao desen volvimento humano sustentável. Aindana década de 1990, o IBGE inicia a publicação da Síntese de indicadores sociais, umamplo conjunto de indicadores sociais para Brasil e Unidades da F ederação, emum formato mais sumarizado visando atender à demanda por informações rápidas,anuais e di versificadas para acompanhamento sistemático das condições de vidada população brasileira. Nesse contexto, a pressão pela ofera de estatísticas sociais ocor e, por um lado, t rpor meio da sociedade ci il, seja em termos do próprio conhecimento das tendências ve problemas sociais enfrentados, seja no sentido de pressionar os go vernantespor respostas aos problemas detectados, como também por par te dos própriosformuladores de políticas públicas, interessados em adquirir o maior número possívelde informações para elaboração e avaliação de políticas e programas sociais. Asáreas mais demandadas têm sido tanto as tradicionais, como: educação, habitaçãoe saneamento, desenvolvimento social, mercado de trabalho e saúde; como aindainformações referentes às metodologias mais recentes de pesquisas sobre o usodo tempo e avaliação subjetiva dos informantes sobre diversos aspectos sociais. Atualmente, as principais fontes de informação para construção dosindicadores sociais em nível nacional e estadual apresentados na Síntese doIBGE são: primeiramente, a P esquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD(anual) e seus respecti vos suplementos temáticos (de periodicidade não regular);as bases de dados do IBGE referentes aos Censos Demográficos (de periodicidadedecenal); a P esquisa de Orçamentos F amiliares - POF; a P esquisa de InformaçõesBásicas Municipais - M UNIC (anual) e seus respecti vos suplementos (periodicidadenão regular); a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária - AMS (periodicidade nãoregular); a Pesquisa sobre Saúde do Escolar - PeNSE, realizada pela primeira vez em2009; e as Estatísticas do Registro Civil. Somam-se, ainda, registros administrativosigualmente importantes para análise da integralidade dos fenômenos sociais, comoas informações do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos - SINASC e do Sistemade Informações sobre Mortalidade - SIM, do Ministério da S aúde, o Censo Escolar,do Ministério da Educação, entre outros. Embora a Síntese esteja organizada em capítulos, para melhor sistematizaçãoe apresentação das informações, é de conhecimento da equipe da Gerência deIndicadores Sociais [ transver salidade dos temas tratados e a complementaridadeentre os capítulos para análise dos fenômenos sociais. F amílias são constituídas nointerior dos domicílios, cuja infraestrutura afeta diretamente o bem-estar de seusmoradores. A composição familiar caracteriza os diferentes ciclos de vida pelos quaispassa a família ao longo se sua existência. Cada ciclo apresenta vulnerabilidadesespecíficas a serem objeto de medidas ati vas de proteção social, em par ticular, apresença de crianças e idosos (relações de dependência), comprometimento derenda familiar (situação de pobreza) e relações de gênero. F amílias são formadaspor indivíduos, com suas características básicas em termos de idade, sexo e cor ouraça. Os indi víduos que ao par ticiparem da vida social e laboral, vão, em primeirainstância, influenciar a sua situação familiar (ilustração a seguir).
  26. 26. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010 Educação Crianças Jovens Adultos Idosos Adolescentes Trabalho Nupcialidade Saúde Fecundidade Saúde INDIVÍDUOS Idade, gênero, cor/raça FAMÍLIAS Ciclos de vida, vulnerabilidades DOMICÍLIOS Habitação, urbanismo e saneamento Por fim, vale ressaltar, que tratar de temas sociais no Brasil significa observarsempre a questão das desigualdades espaciais, de renda e de opor tunidades,características da sociedade brasileira. Esta tem sido, por tanto, a tônica da análisede todos os capítulos, por meio de tabulações que refletem as diferentes condiçõesde vida em função do nível de renda, sexo, idade e cor ou raça dos indivíduos.
  27. 27. Aspectos demográficos O s indicadores demográficos revelam, prioritariamente, as características da reprodução da população em termos de sua composição etária, padrões de mor talidade e compor tamento reprodutivo, além de registrar os mo vimentos migratórios e sua distribuição pelo território. O conjunto de informações e indicadores gerado pelos estudos demográf cos tem especial relevância para as análises das condições de vida da população. Segundo a Pesquisa Nacional porAmostra de Domicílios - PNAD 2009, a população brasileira contava com cerca de 1 91,8 milhões de habitantes cuja densidade demográf ca média é de 22,5 habitantes por quilômetro quadrado (km2). A comparação da densidade entre as regiões, mostra grandes disparidades. A Região Norte, que possui 45,2% da área total do P aís e 8,1% do total da população brasileira, tem apenas 4,0 habitantes por km. Em contrapartida, a Região Sudeste 2 com 42,0% da população total apresenta densidade de 87 habitantes ,0 por km2. A maior concentração de população no Brasil encontra-se no Estado de São P aulo. O peso relati vo da população residente neste estado corresponde a 21,4% do total da população do País. As metrópoles são também áreas de concentração populacional. A Região Metropolitana de São Paulo contava, em 2009, com o maior volume de habitantes com 1 milhões de pessoas, o que coresponde 9,7 r a 47,8% da população do estado. No caso da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o peso relativo da população metropolitana em relação ao estado é o maior do País, 73,3% (Tabela 1.1).
  28. 28. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010 A diminuição das taxas de fecundidade e de natalidade pode ser observada a partir da análise da composição etária da população brasileira. O estreitamento significativo ocorrido na base da pirâmide aponta para a redução do contingente das crianças e adolescentes de até 1 anos de idade. Enquanto, em 1 99, a proporção desse 9 9 grupo na população total era de 40,1%, em 20 9, esta participação diminui para 32,8%. 0 Gráfico 1.1 - Composição da população residente, por sexo, Outro ponto que merece segundo os grupos de idade - Brasil - 1999/2009 ser destacado refere-se ao 80 anos ou mais considerável incremento da 75 a 79 anos 70 a 74 anos população idosa de 70 anos 65 a 69 anos Homens Mulheres 60 a 64 anos ou mais de idade. Em 1 999, a 55 a 59 anos 50 a 54 anos PNAD apontava para um total 45 a 49 anos 40 a 44 anos de 6,4 milhões de pessoas 35 a 39 anos 30 a 34 anos nessa faixa etária (3,9% da 25 a 29 anos 20 a 24 anos população total), enquanto 15 a 19 anos 10 a 14 anos para 2009 a população atinge 5 a 9 anos 0 a 4 anos % a um efeti vo de 9,7 milhões 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 de idosos, cor respondendo 1999 2009 a 5,1%. A redução daFonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1999/2009. população de crianças e j ov e n s e o c o n s e q u e n t e aumento da população adulta e idosa estão associados à queda continuada dos níveis de fecundidade e ao aumento da esperança de vida (Gráfico 1.1 e Tabela 1.2). A razão de sex é um indicador que aponta o equilíbrio dos sexs numa população o o na medida em que há uma di visão proporcional entre homens e mulheres. Expressa o número de pessoas do sex masculino para cada grupo de 1 0 pessoas do sex feminino. o 0 o Em 2009, havia, para cada 1 00 mulheres, 94,8 homens. Esta razão vem declinando ao longo do tempo em virtude da sobremortalidade masculina. Entre as regiões metropolitanas, a mais baixa razão de sex o foi encontrada em Recife, 85,0 homens para cada 1 mulheres, enquanto a maior em Curitiba, 94,6 homens 00 para cada 100 mulheres, valores abaixo da média nacional. A taxa de urbanização para o P aís (proporção de pessoas residentes em áreas urbanas) foi de 84,0%. A maior concentração de população urbana foi registrada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, 99,3%. A taxa de urbanização f uminense pode ser contrastada com a piauiense, cujo valor é o mais baixo do País: 61,9% (Gráf co 1.2 e Tabela 1.3). A razão de dependência é um indicador demográf co bastante utilizado para f ns de análise socioeconômica, como os de mercado de trabalho. Esse indicador expressa a proporção de pessoas em idade potencialmente inati a de uma população, em relação a v 100 pessoas em idade potencialmente ati a ou disponível para as ati idades econômicas. v v Em 2009, a razão entre as populações de 0 a 1 4 anos e de 65 anos ou mais de idade e o segmento populacional de 15 a 64 anos de idade era de 47,2%. Entre as Unidades da Federação, a menor razão de dependência se encontra em Snta Catarina, 39,9%, seguida a do Distrito Federal com 40,0%, enquanto, no Acre, tem-se o maior valor com 61,5%, o que expressa desigualdades ter ritoriais bastante signif cativas.Tais resultados são frutos de processos reprodutivos diferenciados (Tabela 1.3).
  29. 29. Aspectos demográf cos _________________________________________________________________________ Gráfico 1.2 - Razão de sexo, segundo as Regiões Metropolitanas - 2009 94,8 94,6 93,0 91,6 90,8 89,2 88,3 88,2 87,4 85,0 Brasil Curitiba São Porto Belém Belo Salvador Fortaleza Rio de Recife Paulo Alegre Horizonte Janeiro Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009. Em 2009, a taxa de fecundidade total (número médio de f lhos que uma mulherteria ao f nal do seu período fér til) foi de 1,94 f lho. Tal valor traduz o resultado de umprocesso intenso e acelerado de declínio da fecundidade ocor rido na sociedade brasileiranas últimas décadas. Essa redução signif cativa ref ete a mudança que vem ocor rendono Brasil em especial com a urbanização e com a entrada da mulher no mercado detrabalho. Os níveis mais baix os da taxa de fecundidade se encontram nos estados daRegião Sudeste, sobretudo no Rio de J aneiro e Minas Gerais com valores um poucoacima de 1,60 f lho por mulher (Gráf co 1.3 e Tabela 1.4). Gráfico 1.3 - Taxa de fecundidade total, segundo as Unidades da Federação - 2009 2,96 2,87 2,60 2,51 2,38 2,32 2,32 2,31 2,29 2,25 2,20 2,15 2,08 2,11 2,06 2,05 1,94 1,93 1,88 1,87 1,84 1,84 1,84 1,84 1,82 1,78 1,67 1,63 Acre Amapá Tocantins Pará Amazonas Rondônia Roraima Maranhão Alagoas Paraíba Ceará Rio Grande do Norte Pernambuco Piauí Bahia Sergipe Espírito Santo São Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná Mato Grosso Goiás Distrito Federal Mato Grosso do Sul Brasil Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009. A introdução de alguns condicionantes socioeconômicos, tais como os anos deestudo das mulheres e a cor ou raça, nas análises da fecundidade, permite elaborar umdiagnóstico, ainda que sucinto, de como essas variáveis demográf cas se compor tamante essas dimensões sociais. Antecedendo as análises dos níveis da fecundidade das mulheres segundo oscondicionantes introduzidos, é impor tante frisar que a experiência uni ersal tem mostrado v
  30. 30. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010que os aumentos na escolaridade feminina guardam estreita relação com reduçõesnas taxas de fecundidade, de forma a se situarem em patamares muito próximos,independentemente da região geográf ca de residência. A distância que separa a fecundidade das mulheres menos instruídas da egião Norte Rda fecundidade das que possuem alta escolaridade da R egião Sudeste é de 2,0 1 f lhos.Mesmo dentro de uma mesma região, as mulheres com até 7 anos de estudo c egam a ter, hem média, quase o dobro do número de flhos das mulheres com 8 anos ou mais de estudo.Ao considerar a cor ou raça, in variavelmente, são observados, no segmento de mulheresbrancas, níveis mais baixos de fecundidade com respeito ao conjunto de mulheres pretase pardas. Os diferenciais dentro de uma mesma região não se apresentam tão marcados,porém destaca-se a Região Sudeste com a mais baixa fecundidade das mulheres brancas(1,55 f lho por mulher), enquanto na Região Norte a taxa mais alta cor responde às mulherespretas e pardas, com 2,67 f lhos por mulher (Tabelas 1.5 e 1.6). O padrão de fecundidade, fornecido pela distribuição relati va das taxas específ casde fecundidade por grupos quinquenais de idade dentro do período reproduti vo, reveladiferencial marcante quanto à forma de as mulheres terem seus f lhos, levando-se emconsideração o número de anos de estudo das mulheres. No Brasil, mulheres com menos de 7 anos de estudo apresentam um padrão defecundidade extremamente jovem (o grupo de 20 a 24 anos de idade concentra 37 ,0% dafecundidade total). A partir dele, a fecundidade declina rapidamente. Mostra-se, porém, maisdilatado o padrão de fecundidade de mulheres mais instruídas, com tempo de estudo superiora 8 anos: grupos de 20 a 24 e de 25 a 29 anos de idade próximas ou bem mais elevadas queas adjacentes. Concentram 25,0% e 24,8%, respectivamente. Entre as mulheres com menos de 7 anos de estudo, o grupo de 1 a 19 anos de idade 5concentra 20,3% da fer tilidade, uma proporção relati vamente alta, que revela o lado crueldo aumento da fecundidade na adolescência. Esse fator acaba por dif cultar o processoeducacional e a inserção de adolescentes no mercado de trabalho. O comportamento descrito acima se ref ete na idade média da fecundidade, isto é, aidade média com que as mulheres têm seus flhos. Entre as mulheres com menos de 7 anosde estudo a média é de 25,2 anos; entre aquelas com mais de 8 anos de estudo, é de 27 ,8,uma diferença de 2,6 anos (Gráf co 1.4). Gráfico 1.4 - Distribuição percentual das taxas de fecundidade das mulheres de 15 a 50 anos de idade, por anos de estudo Brasil - 2009 % 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 15 20 25 30 35 40 45 50 Até 7 anos 8 anos ou mais Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009.
  31. 31. Aspectos demográf cos _________________________________________________________________________ O aumento da esperança de vida ao nascer em combinação com a queda do nívelgeral da fecundidade resulta nos aumentos absoluto e relati vo da população idosa. Defato, a esperança média de vida ao nascer no Brasil era, em 20 de 73,1 anos de idade. 09,A vida média ao nascer, de 1999 para 2009, obteve um incremento de 3,1 anos, com asmulheres em situação bem mais fav orável que a dos homens (73,9 para 77 ,0 anos, nocaso das mulheres, e 66,3 para 69,4 anos, para os homens). Em 20 09, a diferença entrea maior esperança de vida do sex o feminino, 79,6 anos, no Distrito F ederal, e a menordo sexo masculino, 63,7 anos, no Estado de Alagoas, corresponde a uma diferença dequase 16 anos a favor dessas mulheres (Gráf co 1.5 e Tabela 1.4). Gráfico 1.5 - Esperança de vida ao nascer, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 1999/2009 anos 1999 73,2 73,2 73,0 72,5 72,4 71,9 71,7 71,7 71,4 71,4 71,4 71,1 70,7 70,4 69,7 69,5 69,3 69,2 68,9 68,9 68,8 68,1 68,0 70,0 66,7 67,5 67,4 67,4 65,8 65,8 65,0 64,5 63,4 Brasil Norte Pará Amazonas Acre Rondônia Tocantins Amapá Roraima Nordeste Bahia Sergipe Rio Grande do Norte Ceará Paraíba Piauí Pernambuco Maranhão Alagoas Sudeste Minas Gerais São Paulo Espírito Santo Rio de Janeiro Sul Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná Centro-Oeste Distrito Federal Mato Grosso do Sul Goiás Mato Grosso anos 2009 75,8 75,8 75,5 75,2 75,1 74,8 74,7 74,6 74,3 73,9 74,3 74,3 73,7 73,7 73,1 72,5 72,6 72,2 72,2 72,0 71,9 71,8 71,6 71,1 71,0 71,0 70,6 70,4 69,8 69,7 69,1 68,4 67,6 Brasil Norte Pará Amazonas Acre Tocantins Rondônia Amapá Roraima Nordeste Bahia Sergipe Rio Grande do Norte Ceará Paraíba Piauí Pernambuco Maranhão Alagoas Sudeste Minas Gerais São Paulo Espírito Santo Rio de Janeiro Sul Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná Centro-Oeste Distrito Federal Mato Grosso do Sul Goiás Mato Grosso Fonte: Projeto IBGE/Fundo de População das Nações Unidas - UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02), População e Desenvolvimento: Sistematização das Medidas e Indicadores Sociodemográficos Oriundos da Projeção da População por Sexo e Idade, por Método Demográfico, das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o Período 1991/2030. A taxa bruta de mortalidade, que representa a frequência com que ocor em os róbitos em uma população, se encontra em 6,27% em 209. A taxa bruta de natalidade, 0atualmente com 1 5,77%, vem caindo muito nos últimos anos devido ao processode urbanização que gerou transformações de ordens socioeconômica e cultural napopulação brasileira (Tabela 1.4).
  32. 32. ____________________________________________________________ Síntese de indicadores sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2010 A taxa de mortalidade infantil no Brasil continua em declínio, passando de 31,7%,em 1999, para 22,5%, em 2009, o que corresponde a uma queda de 29,0% no período. Amelhoria das condições de habitação, paricularmente o aumento relativo do número de tdomicílios com saneamento básico adequado, vem contribuindo para reduzir as mores tinfantis. O Rio Grande do Sul foi o estado que registrou a menor taxa de mor talidadeinfantil em 2009 (12,7%), e Alagoas, com 46,4%, apresentou a mais elevada (T abela 1.4). A PNAD 2009 também permite analisar informações sobre os locais de nascimentoe de residência atual das pessoas. A distribuição da população por Grandes Regiões deresidência atual segundo o lug de nascimento, em 20 mantém as mesmas tendências ar 09,verif cadas no início da década de 1 990, revelando certa estabilidade dos mo vimentosmigratórios brasileiros. As Regiões Nordeste e Sul, com 97 e 93,9%, respectivamente, ,1%são as que apresentam as maiores proporções de população natural, isto é, população cujolocal de nascimento ocorre na própria região. O Centro-O este tem em sua composição omenor número de naturais (69,5%) e, consequentemente, o maior de migrantes (30,5%),sendo que desses, 23,3% são pro venientes das Regiões Nordeste e Sudeste. Cabe ressaltarque Distrito F ederal, Roraima e R ondônia são as três Unidades da F ederação onde seencontram os menores percentuais de população natural, acar retando um maior númerode migrantes na composição de suas populações residentes (Tabelas 1.7 e 1.8). Em 20 09, o total acumulado de migrantes segundo as Grandes R egiões foi daordem de 20,1 milhões de pessoas. O grupo de maior peso no contingente de emigrantesbrasileiros foi o de nordestinos, com 1 milhões (pessoas que saíram daquela região), 0,8correspondendo a 53,9% do total de emigrantes. A R egião Sudeste continua a ser omaior polo de atração consolidado dos emigrantes nordestinos, uma vez que 66,9% sedirigiram para esta região, e ali ainda residem. O segundo grupo que historicamentemais emigrou nasceu na R egião Sudeste (20,6% do total de emigrantes), dirigindo-se,em sua maioria, para a R egião Centro-Oeste (35,9%), em razão, muito pro vavelmente, docrescimento de Brasília e dos mo vimentos de ocupação das últimas fronteiras agrícolas.Das 682 mil pessoas que vieram de países estrangeiros, 69,3% ti veram como destinoa Região Sudeste. Observa-se, também, que, com exceção da Região Norte (que tem omaior f uxo de emigrantes se dirigindo para o Centro-O este), os emigrantes de todasas demais regiões, inclusi ve país estrangeiro, tinham a R egião Sudeste como local demaior atração (Tabela 1.9). Quanto à distribuição acumulada da imigração, foi a R egião Sudeste que obteve amaior participação, com 49,8% do total de 20,1 milhões de imigrantes. Na composiçãodentro da própria região, verif ca-se que 7,2 milhões (71,6%) dos quase 1 0 milhões deimigrantes tiveram como lugar de nascimento a R egião Nordeste. É importante destacarque dos 1,7 milhão de imigrantes na R egião Sul, 116 mil (6,9%) eram pro venientes depaíses estrangeiros, valor esse próximo ao das pessoas que vieram da R egião Centro-Oeste (6,2%) e superior ao das pessoas oriundas da R egião Norte (2,1%). Na distribuiçãodos imigrantes inter -regionais, nota-se que, além da Região Sudeste, também as R egiõesNorte e Centro-Oeste tiveram os nordestinos com maior peso relati Apenas na Região vo.Sul, os nascidos na Região Sudeste eram maioria (Tabela 1.10). Estimativas da Di visão de P opulação das Nações Unidas para 20 10 (calculadaspela média geométrica para os períodos 20 05-2010 e 20 10-2015) possibilitam estudoscomparativos de alguns indicadores demográficos do Brasil com algumas áreas
  33. 33. Aspectos demográf cos _________________________________________________________________________específ cas. A comparação do número de anos que uma pessoa esperaria vi ver aonascer – indicador muito utilizado para verif car o nível de desenvolvimento dos países– mostra que as pessoas que nascem na América do Norte têm a possibilidade de viverpelo menos até os 79,7 anos de idade, enquanto aquelas que nascem na África têmuma expectativa de vida de apenas 55,0 anos, o que acareta uma diferença de quase 25 ranos. Segundo estimativas das Nações Unidas, o Brasil situa-se em torno de 72,9 anosde esperança de vida ao nascer (Gráf co 1.6). Gráfico 1.6 - Esperança de vida ao nascer, segundo a América Latina e Caribe, América do Norte, Ásia, África, Europa, Oceania e Brasil - 2010 anos 79,7 76,8 75,6 73,9 72,9 69,6 55,0 América Oceania Europa America Latina Brasil Ásia África do Norte e Caribe Fonte: World population prospects: the 2008 revision. In: ONU, Population Division. Population Database. New York, 2010. Disponível em: <http://esa.un.org/unpp>. Acesso em: set. 2010. Ainda segundo as Nações Unidas, em relação à mor talidade infantil, indicadortambém muito utilizado para aferir os níveis de desenolvimento econômico e social vdos países, no continente americano, aAmérica do Norte se sobressai com a menortaxa, 5,6 óbitos por cada 1 0 nascidos vivos. O Brasil (21,8‰) ainda apresenta uma 00taxa ligeiramente superior à da América Latina, 20,3‰ (Gráfico 1.7). Gráfico 1.7 - Taxa de mortalidade infantil, segundo a América Latina e Caribe, América do Norte, Ásia, África, Europa e Oceania - 2010 ‰ 78,9 39,3 21,6 20,3 7,0 5,6 África Ásia Oceania America Latina Europa América e Caribe do Norte Fonte: World population prospects: the 2008 revision. In: ONU, Population Division. Population Database. New York, 2010. Disponível em: <http://esa.un.org/unpp>. Acesso em: set. 2010.

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