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Antropologia modificado
 

Antropologia modificado

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    Antropologia modificado Antropologia modificado Presentation Transcript

    • Psicologia 1° semestre fcaAntropologia filosóficaBárbara AlvesCleberson AlvesEubio MatosGeiqsa MairaJane CleiaLiliane BarretoToni Freitas
    • mitos gregosA mitologia grega desenvolveu-se plenamente por volta do ano 700 a.C., compreende o conjunto de mitos, lendas e entidades divinas e/ou fantásticas, (deuses, semideuses e heróis) presentes na religião praticada na Grécia Antiga, criados e transmitidos originalmente por tradição oral, muitas vezes com o intuito de explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos - como os rituais - cuja explicação não era evidente.As fontes remanescentes da mitologia grega ou são transcrições dessa oralidade, ou trabalhos literários feitos em tempos posteriores à criação dessa.A diferença em relação a outras religiões antigas,como o hinduísmo ou o judaísmo,consiste em não incluir revelações ou ensinamentos espirituais.Práticas e crenças também variam amplamente, sem uma estrutura formal, como uma instituição religiosa de governo, nem um código escrito, como um livro sagrado.Os gregos acreditavam que os deuses tinham escolhido o monte Olímpio,em uma região da Grécia chamada Tessália,como sua residência.No Olímpio,os deuses formavam uma sociedade organizada no que diz respeito à autoridade e poder,movimentavam-se com total liberdade e formavam três grupos que controlavam o universo conhecido: o céu ou firmamento, o mar e a terra. Enquanto todas as culturas através do mundo têm suas próprias mitologias, esse termo é de cunhagem grega e teve um sentido específico nessa cultura. Ele deriva de muthologia: muthos, que no grego homérico significa superficialmente um discurso ritualístico de um chefe, um poeta ou um sacerdote; logos, que no grego clássico significa "uma história convincente, um argumento em ordem"; Originalmente, então, a mitologia é uma tentativa de trazer sentido às narrativas estilizadas que os gregos recitavam em festivais, sussurravam em locais sagrados e espalhavam em banquetes de aristocratas.
    • Mitos gregos
      Os doze deuses principais, conhecidos como Olímpicos,eram:
      Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu.Afrodite - deusa do amor e da beleza.Poseidon - deus dos mares Hades - deus dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo.Hera - deusa dos casamentos e da maternidade.Apolo - deus da luz e das obras de artes.Artemis - deusa da caça.Ares - divindade da guerra.Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de AtenasHermes - divindade que representava o comércio e as comunicaçõesHefestos - divindade do fogo e do trabalho.
      Héstia – deusa dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.
      Para os gregos, não foram os deuses que criaram o Universo, e sim o Universo que os criou.
    • Pré – socráticosHomens que também se inclinaram sobre o por quê das coisas. No entanto se voltaram mais para as coisas da natureza, a origem do universo, a sua base e transformações, a influência da natureza nos seres, etc. Muitos dos mesmos se disseram sobre a base deles como fogo, água, o ar e a terra não incomodados com essas forças m si mesmas, como se fossem cientistas, mas usando as notas destas forças por semelhança.Para maior entendimento os pré-socráticos são divididos em que chamamos ‘’escolas’’. São estas:Escola Jônica: Tales de Mileto, Anaxímenes de Mileto, Anaximandro de Mileto e Heráclito de Eféso.Escola Itálica: Pitágoras de Samos, Filolau de Crotona e Arquitas de Tarento.Escola Eleata: Xenófanes, Parmênides de Eléia, Zinão de Eléia e Melisso de Samos.Escola da Pluralidade: Empédocles de Agrigento, Anaxágoras de Clazômena, Leucipo de Abdera e Demócrito de Abdera.
    • sofistasOs sofistas foram os primeiros filósofos do período socrático. Esses se opunham à filosofia pré-socrática dizendo que estes ensinavam coisas contraditórias e repletas de erros que não apresentavam utilidade nas polis (cidades). Dessa forma, substituíram a natureza que antes era o principal objeto de reflexão pela arte da persuasão. Os sofistas ensinavam técnicas que auxiliavam as pessoas a defenderem o seu pensamento particular e suas próprias opiniões contrárias sobre o mesmo para que dessa forma conseguisse seu espaço. Por desprezarem algumas discussões feitas pelos filósofos, eram chamados de céticos até mesmo por Sócrates que se rebelou contra eles dizendo que desrespeitavam a verdade e o amor pela sabedoria. Outros filósofos ainda acreditavam que os sofistas criavam no meio filosófico o relativismo e o subjetivismo. Dentre os sofistas, pode-se destacar: Protágoras, Górgias, Hípias, Isócrates, Pródico, Crítias, Antifonte e Trasímaco, sendo que destes, Protágoras, Górgias e Isócrates foram os mais importantes. Estes, assim como os outros sofistas, prezavam pelo desenvolvimento do espírito crítico e pela capacidade de expressão. Uma conseqüência importante que se fez pelos sofistas foi a abertura da filosofia para todas as pessoas das polis que antes era somente uma seita intelectual fechada formada apenas por nobres. Protágoras difundiu a frase: “O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são”. Por meio dela e de outras, foi acusado de ateísta tendo seus livros queimados em praça pública, o que o fez fugir de Atenas e refugiar-se em Sicília.
    • SócratesSócrates nasceu em Atenas, provavelmente no ano de 470 aC, e tornou-se um dos principais pensadores da Grécia Antiga. Podemos afirmar que Sócrates fundou o que conhecemos hoje por filosofia ocidental. Foi influenciado pelo conhecimento de um outro importante filósofo grego: Anaxágoras. Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza  da alma humana. Sócrates era considerado pelos seus contemporâneos um dos homens mais sábios e inteligentes. Em seus pensamentos, demonstra uma necessidade grande de levar o conhecimento para os cidadãos gregos. Seu método de transmissão de conhecimentos e sabedoria era o diálogo. Através da palavra, o filósofo tentava levar o conhecimento sobre as coisas do mundo e do ser humano.Em função de suas idéias inovadoras para a sociedade, começa a atrair a atenção de muitos jovens atenienses. Suas qualidades de orador e sua inteligência, também colaboraram para o aumento de sua popularidade. Temendo algum tipo de mudança na sociedade, a elite mais conservadora de Atenas começa a encarar Sócrates como um inimigo público e um agitador em potencial. Foi preso, acusado de pretender subverter a ordem social, corromper a juventude e provocar mudanças na religião grega. Em sua cela, foi condenado a suicidar-se tomando um veneno chamado cicuta, em 399 AC.
    • Platão Filho de uma família de aristocratas, começou seus trabalhos filosóficos após estabelecer contato com outro importante pensador grego: Sócrates. Platão torna-se seguidor e discípulo de Sócrates. Em 387 a.C, fundou a uma escola de filosofia com o propósito de recuperar e desenvolver as idéias e pensamentos socráticos. Convidado pelo rei Dionísio, passa um bom tempo em Siracusa, ensinando filosofia na corte.Ao voltar para Atenas, passa a administrar e comandar a Academia, destinando mais energia no estudo e na pesquisa em diversas áreas do conhecimento: ciências, matemática, retórica (arte de falar em público), além da filosofia. Suas obras mais importantes e conhecidas são: Apologia de Sócrates, em que valoriza os pensamentos do mestre; O Banquete, fala sobre o amor de uma forma dialética; e A República, em que analisa a política grega, a ética, o funcionamento das cidades, a cidadania e questões sobre a imortalidade da alma.Platão valorizava os métodos de debate e conversação como formas de alcançar o conhecimento. De acordo com Platão, os alunos deveriam descobrir as coisas superando os problemas impostos pela vida. A educação deveria funcionar como forma de desenvolver o homem moral. A educação deveria dedicar esforços para o desenvolvimento intelectual e físico dos alunos. Aulas de retórica, debates, educação musical, geometria, astronomia e educação militar. Para os alunos de classes menos favorecidas, Platão dizia que deveriam buscar em trabalho a partir dos 13 anos de idade. Afirmava também que a educação da mulher deveria ser a mesma educação aplicada aos homens.
    • AristótelesO Filósofo grego Aristóteles nasceu em 384 a.C., na cidade antiga de Estágira, e morreu em 322 a.C. Seus pensamentos filosóficos e idéias sobre a humanidade tem influências significativas na educação e no pensamento ocidental contemporâneo. Aristóteles é considerado o criador do pensamento lógico. Suas obras influenciaram também na teologia medieval da cristandade. Aristóteles foi viver em Atenas aos 17 anos, onde conheceu Platão tornando seu discípulo. Passou o ano de 343 a.C. como preceptor do imperador Alexandre, o Grande, da Macedônia. Fundou em Atenas, no ano de 335 a.C, a escola Liceu, voltada para o estudo das ciências naturais. Seus estudos filosóficos baseavam-se em experimentações para comprovar fenômenos da natureza.O filósofo valorizava a inteligência humana, única forma de alcançar a verdade. Fez escola e seus pensamentos foram seguidos e propagados pelos discípulos. Pensou e escreveu sobre diversas áreas do conhecimento: política, lógica, moral, ética, teologia, pedagogia,  metafísica, didática, poética, retórica, física, antropologia, psicologia e biologia. Publicou muitas obras de cunho didático, principalmente para o público geral. Valorizava a educação e a considerava uma das formas crescimento intelectual e humano. Sua grande obra é o livro Organon, que reúne grande parte de seus pensamentos.  
    • Mito da cavernaMito da Caverna narrado por Platão no livro VII do Republica é, talvez, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia,define a realidade como sendo composta de dois domínios, os quais são o domínio das coisas sensíveis e o domínio das idéias.Para o filósofo,todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras,ou seja,vivem no mundo ilusório das coisas sensíveis as quais são mutáveis,não são universais e nem necessárias e,por isso, não são objetos de conhecimento. Platão quis dizer que a realidade está dividida em duas partes:A primeira é o nosso mundo irreal; cheio de idéias imperfeitas (forma, cor, leis).Todas as cópias da matriz,aquele mundo que domina todos de forma arrogante,usando os nossos sentidos (visão) para nos enganar,nós estamos presos em um mundo sensível (porque nunca vemos, ouvimos,cheiramos e andamos) mas não sabemos disso.Já o outro é onde tem o sol que projeta a luz para o outro mundo, onde tem a matriz das idéias perfeitas, a realidade,os objetos são 3D(profundidade, altura e largura).Os primeiros se parecem conosco,se analisarmos bem, veremos que o nosso conhecimento é sombrio, sem plena certeza de nada, não sabemos quem somos de onde viemos se estamos sozinhos no universo, onde o universo acaba muitos acreditam naquilo que vê, sem contestar nada.Já se fossemos soltos negaríamos isso e resistiríamos em acreditar no que aprendemos desde pequenos, já se nós fossemos obrigados a olhar para trás, nós teríamos dois tipos de reações: as cadeias (violência física, material), e a ilusão (cadeia invisível que aprisiona a mente). Nós provavelmente não agüentaríamos o choque e gostaríamos de voltar para a caverna (mesmo sabendo que aquilo não é real),e ignoraríamos o que vimos, achando que era só um sonho. Preferindo continuar a sua vida,olhando só as sombras,sem sentir cheiros e ouvirmos nada, seguindo o cotidiano da vida. 
    • Santo AgostinhoNão é possível exagerar a importância de Santo Agostinho (Tagaste, 354 - Hipona, 430) na história da filosofia e da cultura. Até hoje há agostinianos, e, inútil lembrá-lo, leitores das Confissões, que contam esse livro entre as dez ou doze obras-mestras da literatura universal. Santo Agostinho é também, com A Cidade de Deus, o primeiro autor de uma orgânica A sua vida, muito conhecida, torna-o inteligível também para muitos não-cristãos. Retórico, homem do mundo, carnal, fez um longo esforço para encontrar a chave da inquietação que o devorava. Primeiro maniqueu, depois platônico, finalmente convertido, num célebre momento que ele mesmo contou com um gênio inimitável. Depois da conversão, e sem pretendê-lo, é ordenado sacerdote. Chega ao episcopado da mesma maneira. E desde esse momento, no meio de muitas vicissitudes críticas, carrega sobre si grande parte da responsabilidade da Igreja; assim, por exemplo, no auge da heresia de Pelágio ou em face do cisma dos donatistas. No momento da sua morte, é todo um símbolo. Morre em Hipona quando os vândalos sitiavam a cidade. Com ele, morre a cultura antiga e nasce outra nova. Porque Santo Agostinho foi um homem do seu tempo. Diríamos que o seu pensamento é tão profundo que supera as habilidades do retórico.Inicialmente, escreve filosofia, porém mais tarde dedica as suas forças à pregação, sem descuidar uma enorme correspondência. Escreve também muitos tratados teológicos, de exegese bíblica, etc. Santo Agostinho não construiu um sistema filosófico completo, ainda que as idéias básicas se mantenham constantes e acusem um claro predomínio platônico. Ele mesmo nos conta que começou a ler uma obra de Aristóteles e não pôde prosseguir.
    • Santo AgostinhoSanto Agostinho não parece feito para encerrar a realidade em categorias. A sua reflexão parte sempre da vida: das coisas que se passam ao seu redor, das idéias dominantes, dos ataques contra a fé, da interioridade da sua alma.Em Santo Agostinho, não existem provas formais para demonstrar a existência de Deus. Ainda que toda a sua obra seja uma espécie de itinerário em direção a Deus. Tudo fala de Deus; basta abrir os olhos. Ele é intimior intimo meo, mais íntimo ao homem que a própria intimidade humana. As coisas falam-nos todo o tempo de Deus. Perguntamos-lhes: “Sois Deus?” E respondem: “Não, fomos feitas. Continua a buscar”. De forma retórica – retórica de grande qualidade –, encontramos aí a prova da existência de Deus pela contingência das realidades humanas. Em Santo Agostinho, como em outros filósofos de inspiração platônica, está claramente formulado o que será a quarta via de São Tomás de Aquino.A prova fundamental de que essa divisão não é equivalente à divisão Igreja-Estado é a afirmação taxativa de que na Igreja podem existir homens que, na realidade, pertencem à cidade terrena; e, inversamente, entre as pessoas que ainda estão fora da Igreja podem-se encontrar predestinados à cidade celestial. Por outro lado, essas duas “cidades” acham-se misturadas, imbricadas. A “peneira” será feita só no final de cada história pessoal e no final da história de todo o gênero humano. Em uma palavra: a concepção de história é, em Santo Agostinho, uma concepção aberta. O seu “providencialismo” não é uma afirmação de “teocracia”. Não se pode extrair da filosofia-teologia da história de Santo Agostinho argumentos para o césaro-papismo ou para qualquer outra confusão do religioso com o político. A importância desta filosofia-teologia da história ressalta mais quando se tem em conta que em toda a história da filosofia será preciso esperar Hegel para encontrar outra concepção igualmente global e completa (embora em Hegel ela tenha um sentido panteísta).
    • São Tomás de AquinoEm torno do problema das relações entre filosofia e teologia , ciência e fé, razão e revelação, e mais precisamente em torno do problema da função da razão no âmbito da fé, Tomás de Aquino dá uma solução precisa e definitiva mediante uma distinção clara entre as duas ordens. Com base no sólido sistema aristotélico, é eliminada a doutrina da iluminação, agostiniana, que levava inevitavelmente a uma confusão da teologia com a filosofia. Destarte, é finalmente conquistada a consciência do que é conhecimento racional e demonstração racional, ciência e filosofia: é um lógico procedimento de princípios evidentes para conclusões inteligíveis. E compreende-se, portanto, que não é possível demonstração racional em matéria de fé, onde os princípios são, para nós, não evidentes, transcendentes à razão, mistérios, e igualmente ininteligíveis suas condições lógicas. Em todo caso, segundo o sistema tomista, a razão não é estranha à fé, porquanto procede da mesma Verdade eterna Em todo caso, segundo o sistema tomista, a razão não é estranha à fé, porquanto procede da mesma Verdade eterna. E, com relação à fé, deve a razão desempenhar os papéis seguintes
    • SÃO TOMÁS DE AQUINO1. A demonstração da fé, não com argumentos intrínsecos, de evidência, o que é impossível, mas com argumentos extrínsecos, de credibilidade (profecias, milagres, etc.), que garantem a autenticidade divina da Revelação.2. A demonstração da não irracionalidade do mistério e da sua conveniência, mediante argumentos prováveis.3. A determinação, enucleação e sistematização das verdades de fé, pelo que a sacra teologia é ciência, e ciência em grau eminente, porquanto essencialmente especulativa, ao passo que, para os agostinianos, é essencialmente prática.Tomás, portanto, não confunde - como faz o agostinianismo - nem opõe - como faz o averroísmo - razão e fé, mas distingue-as e as harmoniza. De modo que nasce uma unidade dialética profunda entre a razão e a fé; tal unidade dialética nasce da determinação tomista do conceito metafísico de natureza humana; esta determinação tomista do conceito metafísico de natureza humana tornou possível a averiguação das reais, efetivas vulnerações da natureza humana; estas vulnerações são filosoficamente, racionalmente, inexplicáveis. E demandam, por conseguinte, a Revelação e, precisamente, os dogmas do pecado original e da redenção pela cruz.
    • RenascençaRenascimento cultural foi um movimento artístico-intelectual que, a partir do séc. XV, recusou o pensamento religioso medieval, colocando o ser humano no centro de todos os interesses. Características gerais: * Racionalidade * Dignidade do Ser Humano * Rigor Científico * Ideal Humanista * Reutilização das artes greco-romana Os pensadores, escritores do Renascimento eram conhecidos como humanistas, ou seja, grandes conhecedores da cultura clássica. Boa parte destes representantes do Renascimento se destacou na Itália, especialmente na pintura e na escultura. Outros, tiveram destaque fora da Itália, principalmente na literatura e na filosofia.
    • Contrariamente ao defensores do inatismo, os defensores do empirismo afirmaram que a razão, a verdade e as idéias racionais são adquiridas por nos pela experiência, antes da experiência, dizem eles, nossa razão é como uma “folha em branco”. Onde nada foi escrito ; uma tabua rasa onde nada foi gravado. Som,os como uma cera sem forma e sem nada ingresso nela, ate que a experiência venha escrever na folha, gravar na tabua, dar forma acera. A razão e uma maneira de conhecer e a adquirir ( por meio da experiência sensorial) no decorrer de nossa vida.
      * O empirismo  é uma doutrina filosófica que tem como principal teórico o inglês John Locke (1632-1704)
      • Entende-se por empírico aquilo que pode ter sua veracidade ou falsidade verificada por meio dos resultados de experiências e observações. Teorias não bastam, somente através da experiência, de fatos ocorridos observados, um conhecimento é considerado pelo empirista.
      • A percepção do Mundo  externo e a abstração da realidade realizada na mente humana são o que faz o homem adquirir sabedoria, segundo o empirismo. Embora tenha se baseado no cartesianismo de René Descartes, ao contrário deste, Locke não aceita a existência de idéias inatas resultantes da capacidade de pensar da razão.
      Empirismo
    • *A percepção do Mundo  externo e a abstração da realidade realizada na mente humana são o que faz o homem adquirir sabedoria, segundo o empirismo. Embora tenha se baseado no cartesianismo de René Descartes, ao contrário deste, Locke não aceita a existência de idéias inatas resultantes da capacidade de pensar da razão.
      *Segundo a teoria de Locke (com a qual concordavam os demais empiristas), a razão, tem a função de organizar os dados empíricos, apenas unir uns dados aos outros, que lhe chegam através da experiência. Segundo Locke, “nada pode existir na mente que não tenha passado antes pelos sentidos”, ou seja, as idéias surgem da experiência externa (via sensação), ou interna (via reflexão), e podem ser classificadas em simples (como a idéia de largura, que vêm da visão) ou compostas (a idéia de doença, resultado de uma associação de idéias).
      O empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças à valorização das experiências e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados práticos, buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a metodologia científica.
      EMPIRISMO
    • empirismo
      O empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças à valorização das experiências e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados práticos, buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a metodologia científica.
      Os Filósofos Empiristas
      No Decorrer da história da filosofia, muitos filósofos defenderem a tese empirista, mas os mas famosos e conhecidos são os filósofos ingleses do século XVI ao XVII chamados, por isso, de empiristas ingleses :John Locke e David Hume, outros filósofos que são associados ao empirismo são: , Francis Bacon, Thomas Hobbes, George Berkeley e John Stuart Mill.
    • Racionalismo O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da demonstração,sustentadospor um conhecimento a priori, ou seja, conhecimentos que não vêm da experiência e são elaborados somente pela razão. Doutrina que afirma que tudo que existe tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser demonstrada de fato, como a origem do Universo. Privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento. Considera a dedução como o método superior de investigação filosófica. René Descartes (1596-1650), Spinoza (1632-1677) e Leibniz (1646-1716) introduzem o racionalismo na filosofia moderna. Friedrich Hegel (1770-1831), por sua vez, identifica o racional ao real, supondo a total inteligibilidade deste último.
    • RACIONALISMONa passagem do século XVIII para o XIX, Immanuel Kant (1724-1804) revê essa tendência de associar o pensamento à análise pura e simples e inaugura o neo-racionalismo. A nova doutrina aceita as formas a priori da razão, afirmando, entretanto, que elas necessariamente devem ser conjugadas aos dados da experiência para que possa haver conhecimento. O racionalismo dos séculos XVII e XVIII influencia a religião e a ética até hoje.Benedictus de Spinoza (1632—1677), forma latinizada de Baruch de Spinoza, nasceu em Amsterdã, no seio da família judaica Spinoza, de portugueses foragidos da perseguição pela Inquisição, sendo, juntamente com Descartes e Leibniz, um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna.No verão de 1656, foi excomungado na Sinagoga Portuguesa de Amsterdã pelos seus postulados a respeito de Deus em sua obra, defendendo que Deus é o mecanismo imanente da natureza e do universo, e a Bíblia uma obra metafórico-alegórica que não pede leitura racional e que não exprime a verdade sobre Deus. René Descartes (1596 - 1650) "Nenhum objeto de pensamento resiste à dúvida, mas o próprio ato de duvidar é indubitável."Assim como Morpheus pergunta a Neo (filme MATRIX) se ele já teve um sonho tão real a ponto de se questionar se era sonho ou realidade, René Descartes, pensador francês do século 18, escreveu: "Quando penso sobre meus sonhos claramente, vejo que nunca existem sinais certos pelos quais estar acordado pode se distinguir de estar dormindo. O resultado é que fico tonto e esse sentimento só reforça a idéia de que eu posso estar sonhando". Ele imaginou a possibilidade de um terrível demônio estar constantemente lhe dando a ilusão de que todas as suas certezas são corretas, quando na verdade elas não fariam qualquer sentido. Mesmo em coisas simples como calcular 2 mais 2, o demônio forneceria sempre os mesmos resultados errados, o que daria a impressão de que eles estão sempre certos. Descartes conclui que, como não podemos provar se esse demônio existe ou não, nenhuma de suas opiniões era segura.  .
    • RACIONALISMOGottfried Leibniz, filósofo e matemático, foi estudioso de grande erudição em Teologia, Direito, Filosofia, e Matemática. Nasceu em 10 de julho de 1646, na Alemanha, entrou para a Universidade de Leipzig em 1663, para estudar Direito. Aos dezessete anos já era bacharel e, aos vinte anos, preparava-se para receber o título de doutor. O título foi negado por ser novo demais, fato que o forçou a sair da cidade de Leipzig e ir estudar  na Universidade de Altdorf, em Nuremberg, onde conseguiu o título. Em 1666, escreveu a obra “De Arte Combinatória”, onde criou o modelo de combinação.Leibniz elevou os estudos sobre a matemática e a lógica. Até os dias atuais, a Biblioteca Real de Hanôver tem a guarda de seus rascunhos. Criou uma máquina de calcular mais avançada do que a de Pascall. A sua máquina foi exposta na Royal Society, em Londres, o que permitiu que ele se tornasse membro dessa instituição.Em 1676, descobriu o “Teorema Fundamental da Cálculo”, publicado em 11 de julho de 1677. Trabalhou para a família Brunswick e outras família aristocratas no setor jurídico e diplomático. Viajou pelos principais países da Europa e organizou a Academia de Ciências de Berlim, eliminada no século XX pelos nazistas.Leibniz criou o termo “função”, e ao lado de Isaac Newton desenvolveu o cálculo moderno. Próximo de sua morte, não possuía o mesmo prestígio de antes, morreu esquecido em 14 de novembro de 1716, a única testemunha de seu enterro fora seu secretário.
    • Referências
      Fonte: www.mitollogia.hpg.ig.com.br
      Marilena Chauí (um convite a filosofia)
      www.infoesola.com
      www.notapositiva.com
      http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates
      http://www.suapesquisa.com/socrates/
      http://www.suapesquisa.com/platao/
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles
      http://www.suapesquisa.com/aristoteles/
      Fonte : http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/sofistas.htm
      http://efisica.if.usp.br/mecanica/curioso/historia/filosofia/
      www.dicio.com.br/racionalismo/
      http://www.philosophy.pro.br/racionalismo_empirismo_02htm.htm