• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Relatório final da cpa ciclo avaliativo 2010
 

Relatório final da cpa ciclo avaliativo 2010

on

  • 3,991 views

Este relatório apresenta os resultados referentes à Avaliação Institucional realizada pela CPA no ano letivo de 2010 sobre a Universidade do Grande ABC a luz da Lei 10.861/04 do SINAES - Sistema ...

Este relatório apresenta os resultados referentes à Avaliação Institucional realizada pela CPA no ano letivo de 2010 sobre a Universidade do Grande ABC a luz da Lei 10.861/04 do SINAES - Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - que versa sobre as 10 Dimensões que as Instituições de Ensino Superior devem observar para realizar o processo avaliativo, bem como o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional 2007-2011), o PPI (Projeto Político Institucional) e os PPC’s (Projetos Pedagógicos de Curso). Os resultados apresentados ao longo do documento são fruto de pesquisas realizadas, consultas públicas à comunidade acadêmica da UniABC e informações coletadas ao longo do ano de 2010.

Statistics

Views

Total Views
3,991
Views on SlideShare
3,990
Embed Views
1

Actions

Likes
0
Downloads
16
Comments
0

1 Embed 1

http://www.slideshare.net 1

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Relatório final da cpa ciclo avaliativo 2010 Relatório final da cpa ciclo avaliativo 2010 Document Transcript

    •       RELATÓRIO FINAL DA AUTOAVALIAÇÃO DA UNIABC    Relatório final da Avaliação Institucional  realizada no decorrer do ano letivo de  2010 da Universidade do Grande ABC.          Santo André  2011 
    • UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC ‐ UNIABC  Reitor  Prof. Azurem Ferreira Pinto  Vice‐Reitora  Profa. Ana Gracinda Queluz Garci  Pró‐reitor acadêmico  Prof. Ms. Marcos Júlio    COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO 2010    Coordenador: Prof. Claudemir Martins da Silva  Vice‐coordenador: Profa. Eneida Yuri Suda  Secretário Geral: Prof. Alexandre Manduca e Eleandra Ap. Lelli  Representantes Docentes: Profa. Lucirene Ap. Carignato, Profa. Danielle G. Lima, Prof. Odeir Rizo,   Representante dos Coordenadores: Patrícia Santiago Improta  e Prof. Ricardo C. Moreira   Representantes Discentes das Graduações: Fabio Luigi Di Credico (Mecatrônica), Tatiane Nery Martins  (Veterinária) e Sandra Lucia Bevevino (Direito).  Representante Discente Pós‐graduação: Fabio Almeida Franco.  Representante do Corpo Técnico Administrativo: Renato César Parolin e Maria de Fátima M. Batista.   Representa comunidade externa: Ceila Regina Pereira Anhaia de Lemos. (CIEE)      Março   2011     2 
    •                      A avaliação não é uma tarefa para os que têm medo de ir além das aparências e de buscar o sentido e a gênese da universidade “pública” que temos nem para os que acomodam diante dos problemas e das dificuldades, preferindo lamuriar a falta de verbas, o descompromisso do Estado para com a educação pública, as “crises” da instituição, sem se comprometer com o pensamento, nem romper com o corporativismo, com o individualismo e a partidarização da vida universitária. Pelo contrário, é um trabalho, isto é, um processo de superação do existente e de produção do novo, um desafio para quem não tem medo do questionamento e da crítica, de enfrentar os interesses privados presentes na instituição que se diz pública, nem de fazer história, de se constituir como homem, intelectual, cidadão, ser livre e responsável pelo presente e o futuro da humanidade, da sociedade, da universidade. Ildeu Moreira Coêlho
    •      4 
    • Resumo   Este  relatório  apresenta  os  resultados  referentes  à    Avaliação  Institucional  realizada  pela  CPA  no  ano letivo de 2010 sobre a Universidade do Grande ABC a luz da Lei 10.861/04 do SINAES ‐ Sistema Nacional de  Avaliação  da  Educação  Superior  ‐  que  versa  sobre  as  10  Dimensões  que  as  Instituições  de  Ensino Superior  devem  observar  para  realizar  o  processo  avaliativo,  bem  como  o  PDI  (Plano  de Desenvolvimento  Institucional  2007‐2011),  o  PPI  (Projeto  Político  Institucional)  e  os  PPC’s  (Projetos Pedagógicos  de  Curso).  Os  resultados  apresentados  ao  longo  do  documento  são  fruto  de  pesquisas realizadas, consultas públicas à comunidade acadêmica da UniABC e informações coletadas ao longo do ano de 2010.    Palavras‐chave: Avaliação Institucional, Comissão Própria de Avaliação e Universidade do Grande ABC.   
    •     6 
    • Sumário INTRODUÇÃO  _______________________________________________________________________  9  _1.1.  Critérios de avaliação interna e externa MEC. ______________________________________  10 1.2.  A Universidade do Grande ABC __________________________________________________  14 1.3.  Pré‐requisitos da Avaliação Institucional na UniABC _________________________________  17  1.3.1.  Divulgação  ________________________________________________________________________ 18  1.3.2.  Envolvimento dos dirigentes __________________________________________________________ 20  1.3.3.  Dificuldades  _______________________________________________________________________ 21  1.3.4.  Formas de acesso ___________________________________________________________________ 23  1.3.5.  Construção de relatórios da avaliação  __________________________________________________ 24  1.3.6.  Construção da Autoavaliação na UNIABC. _______________________________________________ 26 1.4.  Sensibilização da Comunidade Acadêmica _________________________________________  31 1.5.  A Avaliação Institucional quantitativa realizada em 2010_____________________________  36 1.6.  Critérios adotados para a análise dos resultados quantitativos ________________________  37 1.7.  Critérios adotados para a análise dos resultados qualitativos  _________________________  38 2.  AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL À LUZ DO SINAES ________________________________________  40 2.1. Dimensão I ‐ Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional _________________________  40  2.1.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ______________________________________ 40 2.2. Dimensão II‐ Política para o Ensino, a Pesquisa, a Pós‐Graduação e Extensão  _______________  45  2.2.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ______________________________________ 45 
    • 2.3. Dimensão III ‐ Responsabilidade Social da Universidade  ________________________________  56  2.3.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ______________________________________ 56 2.4.  Dimensão IV – Comunicação com a Sociedade  _____________________________________  62  2.4.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 63 2.5.  Dimensão V ‐ Políticas de Pessoal ________________________________________________  68  2.5.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 68 2.6.  Dimensão VI ‐ Organização e Gestão da Instituição  _________________________________  74  _ 2.6.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 74 2.7.  Dimensão VII‐ Infraestrutura da Universidade  _____________________________________  77  _ 2.7.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 77 2.8.  Dimensão VIII – Autoavaliação __________________________________________________  88  2.8.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 88 DADOS DA MANTENEDORA E MANTIDA _________________________________________________  96 2.9.  Dimensão IX ‐ Políticas de Atendimento aos estudantes  _____________________________  98  2.9.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. ___________________________________ 98  2.9.2.  Outros aspectos importantes mensurados no levantamento _______________________________ 104 2.10.  Dimensão X ‐ Sustentabilidade Financeira ________________________________________  105  2.10.1.  Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. __________________________________ 106 CONSIDERAÇÕES FINAIS _____________________________________________________________  109 REFERÊNCIAS ______________________________________________________________________  110     8 
    • Introdução   Construir  uma  avaliação  institucional  interna  efetiva,  envolvente,  democrática  e  legítima,  abrangendo toda a comunidade acadêmica, não é uma tarefa fácil, pois demanda um olhar apurado das comissões de avaliação sobre a instituição e seus processos, para que possa contribuir efetivamente na melhoria dos aspectos acadêmicos e administrativos da instituição. A autoavaliação institucional é o processo que envolve a Universidade em se conhecer e ser conhecida pela sua comunidade acadêmica e que, articulada à gestão acadêmica, demonstra ter grande potencial para contribuir com as estratégicas institucionais, na busca da melhoria contínua e nos direcionamentos da atividade fim da universidade e na formação de cidadãos críticos, detentores de saberes, capazes de transformar sua realidade social e econômica.  Segundo  a  Comissão  Nacional  de  Avaliação  da  Educação  Superior  –  CONAES  (2004),  a  avaliação institucional interna e externa tem como propósito promover o olhar global das instituições de ensino superior (IES), buscando identificar o grau de coerência entre suas propostas educacionais e sua efetiva realização. Com a publicação da lei nº. 10.861, de 14 de Abril de 2004, que criou o Sistema Nacional de Avaliação da Educação  Superior  –  SINAES  –,  coordenada  pelo  Ministério  da  Educação  (MEC),  Instituto  Nacional  de Estudos  e  Pesquisas  (INEP)  e  CONAES,  que  versa  sobre  as  dez  dimensões,  a  saber:  1.  Missão  e desenvolvimento  institucional;  2.  Políticas  para  o  ensino,  pesquisa  e  extensão;  3.  Responsabilidade social;  4.  Comunicação;  5.  Políticas  de  carreira;  6.  Gestão  institucional;  7.  infraestrutura;  8. Planejamento  e  avaliação;  9.  Atendimento  e  10.  Sustentabilidade  financeira,  obrigando  as  IES  a implantar  a  avaliação  institucional  interna  (autoavaliação)  que  corroborasse  com  os  mecanismos avaliativos externos praticados pelos órgãos reguladores (BRASIL, 2004). Não  obstante,  a  lei  também  fornece  os  parâmetros  para  as  IES,  sobre  como  todos  (avaliados  e avaliadores)  devem  se  portar  diante  de  processos  avaliativos,  visando  a  imprimir  transparência  nas avaliações  e  convergir  para  os  demais  mecanismos  avaliativos  que  regulam  tais  atividades  e  suas responsabilidades (BRASIL, 2004). Ainda, segundo a lei 10.861/04, especificamente, no Art. 11, as IES deveriam, a partir daquele momento, constituir  sua  Comissão  Própria  de  Avaliação  (CPA)  para  proceder  à  autoavaliação  institucional,  e  sua composição deveria ter a representação de todos os segmentos da comunidade acadêmica (professores, 
    • alunos, ex‐alunos, colaboradores e comunidade externa), deixando a critério das instituições a definição do modo de organização e dinâmica de funcionamento (BRASIL, 2004). O  propósito  das  CPAs  é  executar  diversas  modalidades  de  avaliação  no  âmbito  da  instituição,  tendo como parâmetro as dez dimensões sugeridas pelo SINAES (2009) e, em consonância com os critérios de avaliação  externa,  realizada  pelo  Ministério  da  Educação  cujo  escopo  é  regulatório,  é  procedida  por especialistas previamente designados.   1.1.  Critérios de avaliação interna e externa MEC. Segundo as diretrizes do MEC/CONAES (2004) no documento intitulado Diretrizes para a Avaliação das Instituições  de  Educação  Superior,  tanto  a  autoavaliação,  como  a  avaliação  externa  deve  ter característica pedagógica, formativa e reflexiva. Segue quadro resumo dos processos avaliativos (interno e externo) a que as IES estão sujeitas. Tabela 1: Modalidades de avaliação que as IES são submetidas. TIPO DE AVALIAÇÃO  QUEM AVALIA?  QUANDO ACONTECE?  No credenciamento e  MEC (externa)  recredenciamento de instituições de  ensino superior. Avaliação Institucional (interna e  Pelo menos uma vez ao ano, tendo externa)  como parâmetro as 10 dimensões  CPA (interna)  propostas na lei 10.861/04 do  SINAES. Avaliação do Desempenho dos  Há cada 3 anos (trienal) os cursos são  MEC / Inep Estudantes (ENADE)  avaliados por meio de prova única.  Na autorização de novos cursos, Avaliação dos Cursos de Graduação  reconhecimento de curso e  MEC / Inep (ACG)  renovação de e reconhecimento de  curso*  10 
    • Anualmente o MEC / INEP publica  lista das IES e seus respectivos  desempenhos nos seguintes Índice Geral de Cursos da Instituição  indicadores: desempenho do alunado  MEC / Inep / SINAES e CAPES. (IGC)  no Enade, Indicador de Diferença  Entre os Desempenhos Observado e  Esperado (IDD), Censo da Educação  Superior e CAPES. Fonte: BRASIL (2003) e CONAES (2004). * as IES que obtém nota superior a 3 no ENADE são isentas da avaliação externa ou in loco. No  entanto,  cada  modalidade  avaliativa  sugerida  ou  imposta  pelos  órgãos  reguladores  demanda  uma abordagem  diferenciada  da  IES  avaliada,  e  todas  relacionam‐se  diretamente,  com  a  autoavaliação executada  pela  Comissão  Própria  de  Autoavaliação  ou  CPA,  pela  sua  capacidade  e  obrigação  de  gerar informações que contribuam com a IES na melhoria dos serviços prestados à sociedade. Passados seis anos após a publicação dos parâmetros versados no SINAES e CONAES para a implantação da avaliação institucional nas IES, ainda se discute os métodos, procedimentos e operacionalização da avaliação  institucional,  propostos  naquele  momento  pelo  governo  brasileiro  às  universidades.  Diante desta incongruência, as IES construíram a avaliação institucional, cada qual a seu modo, optando pelos enfoques: burocrático, consultivo ou participativo (CAVALIERI, MACEDO‐SOARES E THIOLLENT, 2004). Ao  relacionar  os  enfoques  com  as  diretrizes  propostas  na  lei  10861/04  e  as  orientações  do  CONAES, pode‐se  dizer  que  as  três  abordagens  apresentadas  estão  corretas,  pois  segundo  as  instruções  desses órgãos,  as  IES  devem  cumprir  com  as  exigências  legais  dos  órgãos  reguladores  (burocrático),  buscar resultados tácitos para melhorar seus processos (consultivo) e criar um ambiente em que a formação do indivíduo seja um imperativo para o êxito e validade do processo (participativo). O que fazer então? O fato é que conduzir um processo avaliativo contemplando os três enfoques propostos por Cavalieri, Macedo‐Soares  e  Thiollent  (2004)  alinhados  às  dez  dimensões  propostas  pelo  CONAES,  tem  exigido muitos esforços das instituições em compreender a avaliação institucional em profundidade e adequar suas especificidades a esta nova realidade para as instituições de ensino superior brasileiras. Por outro lado, é consenso que a avaliação institucional seja referida como um ‘mal necessário’, e todas as IES reconhecem, em escalas diferentes, o seu potencial educativo, formador e transformador, ainda assim, verifica‐se que é praticamente impossível obter‐se o consenso junto à comunidade acadêmica no 
    • processo,  principalmente,  nos  modos  de  operacionalização,  instrumentos  e  técnicas  de  coleta  dados, divulgação e formato de relatórios, dentre outros. (DIAS SOBRINHO, 2004). Sousa (2008) e Dias Sobrinho (2000) sugerem que, para construir a avaliação institucional, a IES precisa transpor  as  barreiras  culturais  incutidas  na  instituição,  pois  a  avaliação  institucional  deve  ser emancipatória, formativa e pedagógica, visando à identificação dos valores predominantes nas práticas institucionais, evitando o controle ou a punição, não se limitando em apenas operacionalizar pesquisas quantitativas ou qualitativas, mas organizar e sugerir ações que contribuam com as IES no processo de tomada de decisão, correção de falhas ou canalização de forças. Há  que  se  considerar  também,  que  a  apropriação  do  processo  avaliativo  necessita  de  tempo, envolvimento e entendimento das IES para ser introjetado e incorporado à cultura da instituição, pois a avaliação ultrapassa o limite entre a conformidade e a inconformidade; entre o certo e o errado; entre o realizado  e  o  não  realizado;  desempenhando  um  papel  de  mediadora  entre  o  que  a  comunidade acadêmica almeja e o que a IES avaliada pode oferecer. Assim sendo, considera‐se que seus efeitos não atingem somente o sistema de educação superior, mas têm impactos diretos sobre a sociedade (DIAS SOBRINHO, 2004).  Isto  posto,  nos  últimos  anos  a  Comissão  de  Própria  de  Avaliação  da  UniABC  tem  direcionado  seus trabalhos  na  construção  de  um  processo  avaliativo  útil,  tácito,  emancipatório,  permanente  e transparente,  como  previsto  nos  parâmetros  sugeridos  pelos  órgãos  reguladores,  buscando  entender em  profundidade  as  práticas  organizacionais  vigentes  na  universidade  tanto  nos  aspectos  acadêmicos quanto  administrativos.  Portanto,  o  relatório,  ora  apresentado,  trata,  sobretudo,  de  discorrer  sobre  a universidade  a  luz  das  10  dimensões  macro  propostas  pelo  SINAES,  tendo  como  focos  os  seguintes objetivos:   1. Investigar o cumprimento de cada dimensão no âmbito acadêmico;  2. Analisar o grau de satisfação do alunado em relação ao processo ensino aprendizagem;  3. Verificar  a  coerência  entre  as  políticas  institucionais  e  as  ações  efetivamente  realizadas  no  decorrer de 2010;  4. Identificar as principais demandas acadêmicas institucionais; e  5. Sugerir ações de melhorias para sinalizar para os dirigentes as ações corretivas que devem ser  realizadas.   12 
    • Visando atender os objetivos descritos o relatório as ações da CPA foram direcionadas para os processos acadêmicos e administrativos da universidade. Para tanto, foi necessário definir os fluxos institucionais (acadêmicos e administrativos) para proceder o acompanhamento dos desdobramentos da avaliação na universidade,  bem  como  a  compilação  da  percepção  da  comunidade  acadêmica  sobre  os  processos institucionais:                
    •                 1.2.  A Universidade do Grande ABC A Universidade do Grande ABC – UniABC – é caracterizada como instituição privada de ensino superior com fins lucrativos e localiza‐se no município de Santo André, estado de São Paulo. A Instituição teve seu início com o funcionamento da então denominada Faculdade de Filosofia, Ciências e  Letras  de  São  Caetano  do  Sul,  autorizada  pelo  Ministério  da  Educação,  por  meio  do  Parecer  CFE  nº 766/99  e  do  Decreto  nº  65672,  de  29/10/69,  para  abertura  dos  cursos  de  Matemática,  Letras  e Pedagogia,  tendo  como  Entidade  Mantenedora  a  União  para  Formação,  Educação  e  Cultura  do  ABC (UNIFEC).  Em  1971,  sob  CFE  nº  240/71  e  sob  Decreto  nº  68994,  foi  autorizado  o  funcionamento  da Escola Superior de Educação Física e, em 1973, o do curso de Psicologia, sob CFE nº 700 e Decreto nº 72490/73.  14 
    • A  autorização  para  funcionamento  dos  cursos  de  Ciências  (licenciatura  curta),  Ciências  Biológicas (licenciatura  plena)  e  Estudos  Sociais  (licenciatura  curta  e  licenciatura  plena,  com  habilitação  em Educação Moral e Cívica) ocorreu em 05/11/1973, com CFE nº 2153/73 e Decreto nº 73675/74. O curso de  Fisioterapia,  sediado  na  Faculdade  de  Fisioterapia  de  São  Caetano  do  Sul,  foi  autorizado  em  1986, sob Parecer do CFE nº 355/86 e Decreto nº 93177/86. O curso de Estudos Sociais foi transformado em curso de História e Geografia, com durações plenas, em 1992, com CFE nº 605/91 e Portaria Ministerial nº 1155/92. Os cursos de Ciências Biológicas e Matemática foram autorizados pelo Parecer nº766/91 e pela Resolução nº08/98, do CONSUN. As alterações da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Caetano do Sul, da Escola Superior de Educação Física e da Faculdade de Fisioterapia na Universidade de Formação, Educação e Cultura, com a mesma entidade mantenedora, foram aprovadas pelo Parecer do CFE nº 652/92 e pela Portaria do MEC nº 1868/92. Após  a  criação  da  Universidade,  que  teve  seu  funcionamento  no  início  do  ano  letivo  de  1993,  foram aprovados pelo CONSUN os seguintes cursos: Direito, Ciências Contábeis, Administração, Arquitetura e Urbanismo, Nutrição, Enfermagem, Engenharia de Produção Mecânica, Turismo e Engenharia Mecânica, este, criado em 1994. Em  1996,  o  CONSUN  aprovou  o  funcionamento  dos  cursos  de:  Medicina  Veterinária,  Farmácia,  com habilitação em Farmacêutico Bioquímico e Farmacêutico Industrial, Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda e a habilitação em Tradutor, no curso de Letras (português/inglês). Em  1995,  a  Universidade  de  Formação,  Educação  e  Cultura  (UNIFEC)  passou  a  denominar‐se Universidade do Grande ABC (UniABC), por meio de autorização fixada em Portaria Ministerial nº 1401. Tal mudança surgiu da percepção de que havia potencial para o crescimento de toda a região do Grande ABC e da própria inserção na comunidade desta região. Em  1999,  foram  criados  os  cursos  de  Ciências  da  Computação,  Administração  de  Sistemas  de Informação,  Administração  em  Comércio  Exterior,  Administração  em  Marketing,  Engenharia  Mecânica (modalidade de Automação e Controle), Hotelaria, Propaganda e Marketing e as novas habilitações do curso de Pedagogia. Em 2001, foi aprovado pelo Conselho Universitário o funcionamento dos cursos de graduação  em:  Licenciatura  em  Computação  e  Sistemas  de  Informação,  Química  e  também  os  cursos sequenciais  em  Web‐Sites  e  Gestão  Imobiliária.  No  ano  de  2000,  a  UniABC  mudou  suas  instalações  e sede  para  o  novo  campus,  na  Avenida  Industrial  no.  3.330,  em  Santo  André,  com  modernas  e  amplas instalações, mediante autorização da Portaria de nº 268, de 03 de março, do Ministério da Educação. 
    • No  ano  de  2000,  em  14  de  fevereiro,  entrou  em  funcionamento  o  novo  Campus  da  UniABC,  que  já contava com mais de 10 mil alunos matriculados;  a UniABC foi escolhida como um dos 79 Destaques do Ano,  pela  Revista  Livre  Mercado,  integrou  o  anuário  Vencedores  2000,  além  de  concorrer  ao  Prêmio Desempenho Cultural; a atleta da Seleção Brasileira de Ginástica Olímpica: Marisa Motta Ficarelli, então aluna  do  curso  de  Fisioterapia  da  UniABC;  e  estréia  da  Banda  UniABC,  sob  a  batuta  do  maestro  Celso Moreira. Pouco  tempo  depois,  em  2001,  foi  aprovado  o  funcionamento  dos  cursos  de  Licenciatura  em Computação,  Bacharelados  em  Sistemas  de  Informação,  e  Licenciatura  e  Bacharelado  em  Química. Também foram aprovados os cursos sequenciais de Web‐Sites e Gestão Imobiliária.  Em  2002,  a  Universidade  do  Grande  ABC  ‐  UniABC  adquiriu,  também  na  cidade  de  Santo  André,  um Centro Esportivo, com treze mil metros quadrados de área, com quadras, ginásios, campo de futebol e salas  esportivas,  destinado  às  aulas  do  curso  de  Educação  Física,    atualmente  neste  espaço  estão concentradas as clínicas escolas Existe  uma  projeção  para  ampliação  do  campus  da  Avenida  Industrial  em  mais  quatorze  mil  metros quadrados,  que  abrigará  uma  nova  biblioteca,  além  de  um  auditório  para  mil  pessoas  e  mais  vinte  e cinco salas de aula. Em 2008, a UniABC conquista os Prêmios GENDRIC (Nutrição), Cidadania sem Fronteiras, Desempenho Cultural (Grupo de Escritores), IES Socialmente Responsável (Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior) e Prêmio Top of Mind (2007 e 2008).   A  UniABC  comprometida  com  a  região  realiza  uma  série  de  eventos  voltados  para  a  comunidade,  tais como: Expo Profissões da UniABC, Simpósio de Empreendedorismo e Fórum de Educação Interdisciplinar, Saúde em Ação (serviços gratuitos, mais de mil atendimentos à comunidade).  Neste  ano  de  2009,  a  UniABC  comemorou  40  anos  de  existência,  com  52  cursos  de  graduação, articulados com os 26 cursos de pós‐graduação e inúmeros cursos e projetos de extensão, ratificando o seu  compromisso  com  a  região  do  Grande  ABC  e  assumindo  a  tarefa  de  ser  um  pólo  de  construção  e reconstrução do conhecimento. Para  tanto conta com 18 grupos de pesquisas cadastrados no CNPq e vários laboratórios de pesquisas que foram organizados para favorecer, por meio da busca contínua do saber, o desenvolvimento desta imensa região que necessita de formação com qualidade.  A IES tem por missão desenvolver o ensino, integrando produção científica, extensão e atendimento à comunidade,  no  sentido  de  formar  profissionais  competentes,  éticos,  conscientes  de  sua responsabilidade  cidadã  e  de  seu  compromisso  com  a  humanidade.  A  estrutura  organizacional  que  16 
    • conduz  o  sistema  didático‐administrativo  da  instituição  é  composta,  hierarquicamente,  pelo  CONSUN (Conselho  Universitário),  CONSEPE  (Conselho  de  Ensino  Pesquisa  e  Extensão),  Reitoria  (Reitor,  Vice‐Reitor Acadêmico, Pró‐Reitor Acadêmico, Pró‐Reitoria Administrativa Adjunta, Pró‐Reitoria de Pesquisa e Pós‐Graduação e Pró‐Reitoria de Extensão e Relações Comunitárias) e Coordenadorias de Cursos. O  Grande  ABC  é  a  base  e  o  suporte  do  desenvolvimento  dos  estudos  nos  cursos  oferecidos  pela Universidade. A região, além de caracterizar‐se por um grande número de indústrias de manufatura e de empresas  de  serviços,  apresenta  conflitos  básicos  de  gestão,  qualidade  de  apropriação  urbana  e ordenação espacial, cuja problemática passa por soluções municipais conjuntas. Mediante a estes fatos, a formação de profissionais das áreas de Exatas, Humanas, Saúde e Tecnológicas é fundamental para o desenvolvimento da região. Atualmente, a IES conta com 42 (quarenta e um) cursos de graduação nas áreas de Ciências da Saúde, Ciências  Exatas,  Ciências  Humanas  e  Tecnologia,  todos  reconhecidos  ou  autorizados  pelos  órgãos competentes. A Universidade conta ainda com o oferecimento de cursos de pós‐graduação, nos níveis lato‐sensu e MBA e cursos de extensão universitária. Até o fechamento deste relatório, a Universidade contabiliza,  aproximadamente,  350  professores,  380  colaboradores  técnico‐administrativos  e  cerca  de 8.500 discentes.  1.3.  Pré‐requisitos da Avaliação Institucional na UniABC Para se construir um processo de autoavaliação institucional nos moldes sugeridos pelo SINAES, deve‐se considerar aspectos importantes como: ética, métodos, técnicas, infraestrutura, cultura organizacional, dentre outros (DIAS SOBRINHO, 2000). Para  tornar  o  relatório  inteligível  a  CPA  realizou  profundo  estudo  na  literatura  que  trata  da  avaliação institucional  e  elencou,  seis  aspectos  essenciais  que  as  comissões  de  avaliação  devem  observar  ao implantar  ou  operacionalizar  a  Avaliação  Institucional  conforme  segue:  a)  ‐  na  divulgação,  b)  ‐  no envolvimento  dos  dirigentes,  c)  ‐  nas  dificuldades  para  operacionalizar  a  avaliação  institucional,  d)  ‐ formas de acesso as informações, e e) – construção dos relatórios.  Considera‐se  que  esses  aspectos  quando  observados  com  o  rigor  necessário  pelas  comissões,  podem contribui  diretamente,  para  a  consolidação  da  avaliação  no  âmbito  da  instituição  (DIAS  SOBRINHO; BALZAN, 2008; ROUCHY; DESROCHE, 2005; PIRES, 2002).  Segundo Dias Sobrinho (2003, p.148), quando os “objetos e objetivos da avaliação e suas relações” não são  levados em  conta,  a  avaliação  institucional  acaba  por  se  reduzir  a  um  instrumento  de  medida,  de 
    • controle e de intervenção externa, com pouco ou nenhum valor, e acrescenta, ainda, que a natureza da avaliação depende da forma como foi concebida e estruturada. Ainda,  segundo  o  autor  as  comissões  devem  pautar  suas  atividades  com  base  nos  parâmetros  dos órgãos reguladores e na demanda evidenciadas na avaliação institucional, sempre com vistas a incutir a cultura da avaliação na IES, corroborando com Pires (2002).  [...] a auto‐avaliação favorece a construção de uma cultura de avaliação na Instituição,  contribuindo  para  que  esta  se  prepare  mais  adequadamente  para  as  diversas  avaliações externas a que são submetidas. Neste sentido, segundo o SINAES (2004), os  processos  de  auto‐avaliação  devem  ser  permanentes,  isto  é,  constituir  se  como  uma  cultura internalizada nas estruturas e nas ações institucionais [...] (FREITAS, 2008, p.4). Nesse  sentido,  a  CPA  da  UniABC  procurou  articular  a  avaliação  interna  à  avaliação  externa  de  modo transversal ao SINAES, que está pautado, segundo Dilvo I. Ristoff (apud; SOBRINHO‐BALZAN, 2008, pp. 27‐51),  professor  da  Universidade  Federal  de  Santa  Catarina,  em  sete  princípios,  conforme  segue: “Globalidade; Comparabilidade; Respeito à identidade institucional; Não‐premiação ou punição; Adesão voluntária; Legitimidade e; Continuidade” . A  partir  desses  princípios  pode‐se  afirmar  que  avaliação  ultrapassa  amplamente  os  âmbitos  mais restritos do objeto a que se dirige, ou seja, a IES. Seus efeitos atingem não só o sistema de educação superior  como  também  impactam  a  comunidade  acadêmica  e  a  sociedade  de  forma  geral  (CHAUÍ, 2001). A  avaliação  instrumentaliza  as  instituições,  produzindo  mudanças  nos  currículos,  na  gestão,  nas estruturas gerenciais, nas configurações gerais do processo educativo, nas concepções e prioridades da pesquisa, nas noções de responsabilidade social, enfim, tem a ver com as transformações desejadas não somente  para  a  instituição  melhorar  seu  desempenho  e  a  qualidade  do  conhecimento  que  gera,  mas para contribuir efetivamente com as necessidades sociais. (DIAS SOBRINHO, 2004). 1.3.1. Divulgação O processo de divulgação é um elemento chave para a concretização da avaliação institucional interna, pois  é  o  momento  em  que  a  comunidade  acadêmica  passa  a  apropriar‐se  da  avaliação  institucional como instrumento de vazão aos seus anseios ou de consulta na tomada de decisão, no caso de gestores (SANCHES, 2009).    18 
    • Para  tanto,  recorremos  regularmente  aos  mecanismos  institucionais  de  comunicação  para  projetar informações,  conclamar  a  comunidade  acadêmica  ou  publicizar  os  relatórios  (KUSNCH,  2002; UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC, 2010).  Tais  recursos  variam  de  um  ciclo  avaliativo  para  outro,  mas  via  de  regra  são  eles:  intranet,  sítio institucional, extranet, informativos, jornal, murais, faixas e banners, novas tecnologias da informação e da comunicação (TICs) (RECUERO, 2009).  Além  destes,  são  organizadas  reuniões  segmentadas  e  coletivas  com  alunos,  professores, coordenadores,  colaboradores  e  comunidade  externa,  a  fim  de  discutir  estratégias  de  aplicação, divulgação  dos  resultados  e  metodologias  da  pesquisa  para  aprimorar  o  processo  avaliativo  e  obter  a devolutiva,  tanto  de  avaliadores  como  de  avaliados.  Alguns  autores  chamam  esse  momento  de  meta‐avaliação, ou seja, a avaliação da avaliação (SANCHES, 2009). Nesse cenário a idéia de divulgação traz em seu bojo o aspecto da imparcialidade, pois a mensagem será revestida  de  intencionalidades  persuasivas  e  com  vistas  a  convencer  nossa  comunidade  acadêmica sobre sua relevância da avaliação institucional. Tanto os autores referenciados relatório, como os órgãos reguladores  como  o  CONAES,  SINAES,  MEC  e  INEP,  denominam  esse  processo  de  sensibilização, conforme:  [...]  No  processo  de  auto‐avaliação,  a  sensibilização  busca  o  envolvimento  da  comunidade  acadêmica  na  construção  da  proposta  avaliativa  por  meio  da  realização  de  reuniões,  palestras,  seminários,  entre  outros.  Cabe  ressaltar  que  a  sensibilização  deve  estar  presente  tanto  nos  momentos  iniciais  quanto  na  continuidade  das  ações  avaliativas, pois sempre haverá sujeitos novos iniciando sua participação no processo:  sejam  estudantes,  sejam  membros  do  corpo  docente  ou  técnico‐administrativo  [...]  (MEC/CONAES, 2004). Bem como:  [...]  A  divulgação,  como  continuidade  do  processo  de  avaliação  interna,  deve  oportunizar a apresentação pública e a discussão dos resultados alcançados nas etapas  anteriores.  Para  tanto,  podem  ser  utilizados  diversos  meios,  tais  como:  reuniões,  documentos informativos (impressos e eletrônicos), seminários e outros. A divulgação  deve  propiciar,  ainda,  oportunidades  para  que  as  ações  concretas  oriundas  dos  resultados  do  processo  avaliativo  sejam  tornadas  públicas  à  comunidade  interna  [...]   (p.11‐12). 
    • Entende‐se que a comunicação formal e informal nestas circunstâncias desempenha um papel crucial na disseminação  da  avaliação  institucional  na  UniABC,  porque  é  por  intermédio  dela  que  a  comunidade acadêmica passar a conhecer a intenção, os resultados e as finalidades (BUENO, 2009).   1.3.2. Envolvimento dos dirigentes Para Belloni (1989) a construção coletiva e democrática da avaliação, deve contar com o envolvimento da gestão superior da IES (reitores, diretores, membros com poder de decisão), desde a proposta inicial, passando  pela  execução  até  a  divulgação  dos  resultados,  para  legitimar  a  CPA  e  todas  as  etapas  do processo avaliativo proposto no planejamento, pois entendemos que a avaliação que visa a mudanças e transformações nas práticas administrativas e acadêmicas, precisa e deve contar com vontade política, por parte do grupo dirigente da instituição (Pinto, 2005). Nesse sentido, a avaliação institucional operacionalizada pela CPA da UniABC constitui‐se em condição básica  para  o  necessário  aprimoramento  do  planejamento  e  da  gestão  da  instituição,  uma  vez  que propicia a constante reorientação de suas ações como assinala Sanches (2009):  [...] conduzir um, processo de avaliação interna, deve‐se favorecer a articulação entre  concepções,  objetivos  e  metodologias  para  promover  processos  de  avaliações  construídos coletivamente, com vistas a levantar informação para tomadas de decisão  de  caráter  político,  pedagógico  e  administrativo,  que  resultem  em  melhorias  institucionais (p.83). Como dito anteriormente, ainda há a falta de entendimento, tanto dos avaliadores, como dos avaliados pela  CPA,  pois  ainda  é  vista  como  instrumento  meritocrático  ou  punitivo.  Com  essa  perspectiva  Pires (2002) tece o seguinte comentário:  Percebe‐se  muito  dentro  das  organizações  acadêmicas  uma  simulada  resistência  em  relação  ao  processo  de  avaliação,  nitidamente  assentada  na  preocupação  deste  instrumento  ser  punitivo,  ou  até  por  evidenciar  mazelas  corporativas  de  interesses  pessoais ou de grupos, em prejuízo dos interesses maiores da instituição. Este prejuízo,  alicerçado na premissa da ação para punição, tem sido registrado como um dos fatores  emperradores  da  alavancagem  e  da  aplicação  deste  instrumento  dentro  das  organizações.  A  cultura  organizacional  de  resistência  às  mudanças,  o  que  fatalmente  ocorrerá com a implantação da avaliação (p.43).  20 
    • A  legitimação  do  grupo  de  dirigente  da  UniABC  valida  às  ações  previstas  no  planejamento  da  CPA, mesmo  que  de  forma  indireta,  e  sinaliza  para  a  comunidade  acadêmica  a  seriedade  e  importância  do processo na busca da  melhoria da instituição. Conforme especificado no documento  do MEC/CONAES (2004), o qual trata dos requisitos para implantação da autoavaliação institucional.  (c) compromisso explícito dos dirigentes das IES em relação ao processo avaliativo. No  entanto,  isto  não  significa  que  os  dirigentes  devam  ser  os  principais  membros  das  comissões instaladas. O importante é ficar evidenciado que há um apoio institucional  para que o processo ocorra com a profundidade e seriedade necessárias (p.7). A  relevância  do  envolvimento  direto  da  alta  administração  na  avaliação  institucional  concede  à  CPA  a condição de instância política, pois será por intermédio de seus processos avaliativos que a comunidade acadêmica ecoará seus anseios e desejos.  1.3.3. Dificuldades Avaliar  é  um  ato  que  se  exerce  constantemente  em  todo  o  cotidiano.  Toda  vez  que  se  precisa  tomar alguma  decisão  se  avalia  os  prós  e  contras,  sempre  atribuindo  juízos  de  valores.  Podemos  fazê‐lo  por meio de um diálogo construtivo ou, ao contrário, transformar a avaliação em um momento específico, com  espaço  e  tempo  previamente  definidos.  Esta  ou  aquela  opção  dependerá  da  concepção  e  dos objetivos desejados, como observam Sordi e Ludke (2009):  [...]  Segundo  Lima  (2008),  o  estudo  da  escola  é  processo  complexo,  mas  muito  estimulante,  pois  transita  entre  olhares  macroanalíticos  que  desprezaram  as  dimensões  organizacionais  dos  fenômenos  educativos  e  pedagógicos  e  olhares  microanalíticos,  exclusivamente  centrados  no  estudo  da  sala  de  aula  e  das  práticas  pedagógico‐didáticas. Ambos os olhares carecem de um elo que permita compreendê‐ los em relação [...] (p.317). Notadamente, qualquer processo avaliativo deveria ocorrer sob a égide dessa ótica, em função de suas características e princípios norteadores que justificam sua existência, e em teoria, não deveria encontrar muitas dificuldades em sua operacionalização. Mas não é o que acontece! (GADOTTI, 2009). A avaliação institucional tem sido executada em muitas instituições de ensino superior distribuídas pelo país, face sua obrigatoriedade, mas ainda encontra diversas dificuldades por razões políticas, ideológicas ou  até  mesmo  econômicas.  Não  se  discute  mais,  se  a  avaliação  deve  ou  não  ser  efetuada,  mas  como deve se processar e como romper as resistências que ela desencadeia (GADOTTI, 2009). 
    • Indubitavelmente, a avaliação institucional (interna ou externa) realizada pela CPA da UniABC é sempre polêmica, e por vezes,  causa insegurança em todos os envolvidos, seja na condição de avaliadores ou avaliados.  Não  se  questiona  se  deve  ou  não  deve  ser  feita,  mas  como  deve  ser  feita  de  modo  a minimizar as dificuldades (ROUCHY; DESROCHE, 2005).  Sendo  assim,  a  avaliação  não  pode  ser  vista  como  um  instrumento  de  controle  burocrático  e centralização,  em  conflito  com  a  autonomia,  mas  como  uma  busca  a  ser  institucionalizada  como  um processo  necessário  de  melhoria  da  instituição  nos  aspectos  de  ensino,  pesquisa,  extensão  e  de processos internos. Busca ser instituída até tornar‐se uma necessidade explícita na UniABC. (GADOTTI, 2009). A identificação das dificuldades tornou‐se condição sine qua nom para a operacionalização da avaliação institucional, pois será a partir desses ‘gargalos’ que a CPA da UniABC pode amenizar as resistências em relação ao processo avaliativo. Como sinalizam Sordi E Ludke (2009):  [...] Incorporar novos atores no processo de avaliação da escola e novos ângulos para  análise dos fenômenos educativos implica mudança substantiva na forma de conceber  a avaliação e, mais ainda, na forma de praticá‐la, sobretudo quando se toma a escola e  seus  atores  locais  como  espaço  e  interlocutores  preferenciais  para  gerar  conseqüências aos dados obtidos. A aprendizagem da participação passa a ser realçada  como expressão do reconhecimento dos múltiplos saberes dos atores envolvidos com  o  projeto  pedagógico,  devidamente  trabalhados  para  que  não  se  reproduzam  as  hierarquias entre eles [...] (p.322). Autores  como  Dias  Sobrinho  (2008;  2000;),  Silva  (2010),  Demo  (2005)  e  Pires  (2002)  indicam  que  o público que mais resiste a incorporar a avaliação institucional é o dos professores e dos coordenadores de  curso,  pois  não  acreditam  que  os  resultados  do  processo  de  avaliação  podem  ser  efetivamente utilizados para melhoria da qualidade de programas e projetos institucionais. Sordi  e  Ludke  (2009)  ao  abordar  a  questão  da  resistência  dos  públicos  em  relação  à  avaliação institucional, sugerem que o processo de sensibilização deve começar na formação do docente, ou seja, quando este estabelece o primeiro contato com a instituição.  Esta cultura da avaliação ajuda a entender (não a justificar) as recusas freqüentes de  alguns  professores  de  discutir  suas  práticas  pedagógicas  o  que  se  confronta  com  o  discurso  de  trabalho coletivo  presente na escola.  A  autonomia  do  docente  não pode  ser confundida com autonomização. Não tem ele a prerrogativa de decidir, por si só,  algo  que  afeta  o  bem  comum  e  marca  o  projeto  pedagógico  da  escola.  Certamente  22 
    • esta  aprendizagem  necessita  ser  incluída  desde  logo  nos  processos  de  formação  docente  para  promover  mudanças  na  cultura  escolar,  sobretudo  no  tocante  á  avaliação (p.316). Já  Demo  (2005),  infere  que  essas  resistências  podem  ser  justificadas  na  prerrogativa  da  avaliação  ao mensurar  os  processos  instituídos  na  IES,  inclusive  de  ensino‐aprendizagem  e  práticas  pedagógicas executadas pelos docentes dentro de sala de aula.  Independente  da  posição  dos  autores,  o  fato  é  que  a  CPA  da  UniBAC  busca  suplantar  os  focos  de resistências para poder dar continuidade do processo avaliativo e as estratégias depende basicamente do feedback obtido em cada ciclo avaliativo demandando tempo para que o fantasma da punição e da meritocracia, que permeia a avaliação, seja banido da nossa atmosfera acadêmica.  1.3.4. Formas de acesso Um processo avaliativo assemelha‐se a uma história que tem começo, meio e nunca tem fim devido seu caráter permanente. E como toda boa história, ela precisa ser contada repetidas vezes, pois sempre terá um  novo  ouvinte  fazendo  novos  e,  velhos  questionamentos,  sobre  como  começou,  quem  são  os principais personagens, quem são os vilões, os mocinhos, os neutros e assim por diante.  Trazendo  a  metáfora  para  o  foco  do  relatório,  notadamente  a  continuidade  da  avaliação  institucional depende  de  como  ela  é  apresentada  para  o  ouvinte/leitor.  A  comunidade  acadêmica  deve  ter elementos  suficientes,  para  entender  preliminarmente  a  história  e  seu  enredo.  (DIAS  SOBRINHO  E RISTOFF, 2000). Cientes dessa pré‐condição a CPA da UniABC tem se esforçado, na medida do possível, na prestação de contas de todas as suas atividades à comunidade acadêmica. Para  propiciar  esse  momento,  a  CPA  recorre  aos  canais  comunicativos  da  UniABC,  tradicional  ou  não, buscando  fornecer  esses  elementos  e  estimular  as  discussões  necessárias  ao  processo,  pois  considera que a avaliação só se justifica se a comunidade acadêmica participar efetivamente de todas as etapas do processo (KUNSCH, 2002). Dias Sobrinho e Ristoff (2000) e Silva (2010) quando tratam da avaliação institucional, sugerem para as instituições disponibilizar previamente os documentos e relatórios produzidos na avaliação institucional para  sua  comunidade  acadêmica,  com  vistas  a  estimular  a  discussão  internamente  e  posteriormente transcender os ‘muros’ da instituição. 
    • Atualmente a CPA possui diversos mecanismos e ambientes de compartilhamento de informações com a  comunidade  acadêmica  da  universidade,  seja  por  canais  tradicionais  ou  meios  eletrônicos  e, geralmente, os resultados da avaliação institucional são tornados públicos em um desses formatos.  Tal postura justifica‐se, visto que a CPA entende que possibilitar o acesso da comunidade acadêmica às informações e documentos (preliminares) sobre o processo avaliativo contribui, substancialmente, com a construção da avaliação institucional, além de imprimir a conotação democrática e participativa (DIAS SOBRINHO e BALZAN, 2008). Para tanto coube a CPA debruçar‐se sobre a comunicação organizacional da UniABC, para verificar suas possibilidades, entender seus fluxos comunicativos, conforme assinala Kunsch (2003), para utilizá‐los de acordo com a estrutura e cultura organizacional dominante na universidade.   1.3.5. Construção de relatórios da avaliação A atividade avaliativa desemboca naturalmente em relatórios, que podem ser impressos ou eletrônicos cujo  objetivo  principal  é  comunicar  os  resultados  da  avaliação  a  grupos  de  interesse  tais  como: avaliadores  externos,  alunos,  professores,  coordenadores,  funcionários,  dirigentes,  sociedade, comunidade,  enfim  todos  aqueles  que  estabelecem  alguma  relação  com  a  instituição  de  ensino  (DIAS SOBRINHO E RISTOFF, 2000).  Os  relatórios  devem  ser  construídos  com  foco  nessa  diversidade  de  grupos  e  leitores,  portanto  sua clareza  é  fundamental  na  comunicação  das  informações  e  no  caráter  analítico  e  interpretativo  dos resultados obtidos. Além disso, é desejável que o relatório apresente sugestões para ações de natureza administrativa, política, pedagógica e técnico‐científica a serem implementada (SINAES, 2004). Segundo  Dias  Sobrinho  e  Ristoff  (2000)  o  relatório,  entre  outras  coisas,  explicita  os  instrumentos utilizados na coleta de dados, os métodos, as técnicas, os achados, as sugestões de melhorias, enfim os pontos fortes e fracos da instituição avaliada, devendo expressar o resultado do processo de discussão, de  análise  e  interpretação  dos  dados  advindos,  principalmente,  do  processo  de  autoavaliação  e  ser capaz  de  incorporar,  quando  estiverem  disponíveis,  os  resultados  da  avaliação  de  cursos  e  de desempenho de estudantes. O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP, 2004), sugere em seus documentos oficiais  que  os  relatórios  da  avaliação  institucional  devem  atender,  minimamente,  aos  seguintes requisitos:  24 
    • a) Caracterização  da  instituição  avaliada  –  onde  se  apresenta  a  instituição,  seus  histórico, sua inserção na comunidade local e sua evolução no quadro social.  b) Apresentação  da  avaliação  ‐  Relato  do  processo  do  trabalho  desenvolvido,  destacando,  a  metodologia,  os  instrumentos  utilizados  para  operacionalizar  a  proposta  de  autoavaliação,  as  formas  de  análise  e  de  tratamento  dos  dados,  de  acordo  com  a  missão  e  os  objetivos  da  IES,  a  divulgação  e  seus  possíveis  desdobramentos no âmbito institucional.  c) Desenvolvimento  ‐  Explicitar  as  ações  planejadas  para  a  realização  da  avaliação  institucional;  as  ações  realizadas  pela  IES  no  decorrer  do  processo  avaliativo;  os  resultados  alcançados,  destacando  as  fragilidades  e  as  potencialidades;  como  são  incorporados  estes  resultados  no  planejamento  da  gestão  acadêmico‐ administrativa.   d) Aderência ao SINAES – Sugere também que os relatórios devem conter a descrição  das ações e resultados relativos a cada uma das dez dimensões contidas na Lei que  institui o SINAES (2004).  A  confecção  de  um  relatório  que  trata  da  avaliação  institucional  exigiu  da  CPA  um  alto  grau  de discernimento,  pois  as  informações  relacionados  nesses  documentos  representam  os  anseios  e necessidades da comunidade acadêmica em relação à UniABC. Entendemos assim, que este documento deve contribuir com a instituição em seu planejamento institucional e na priorização das ações técnicas, pedagógicas e administrativas (FREITAS, 2003). Michael Panton (apud; Dias Sobrinho e Ristoff, 2000) diz que os relatórios devem ter equilíbrio entre a descrição e análise e complementa:   [...]  ao  considerar  o  que  omitir,  é  preciso  decidir  quanta  descrição  deve  ser  incluída.  Descrição  detalhada  e  citações  são  qualidades  essenciais  de  relatórios  qualitativos.  Descrições  suficientes  e  citações  diretas  devem  ser  incluídas  para  permitir  que  os  leitores  entendam  plenamente  um  programa  ou  uma  instituição  bem  como  os  pensamentos das pessoas representadas no relatório [...](p.124). Ademais, com a apresentação dos pré requisitos, devidamente justificados, nos parágrafos anteriores, para  a  realização  da  avaliação  institucional  na  UNIABC  partilharemos  de  agora  em  diante  um  breve histórico sobre as etapas macro da construção do processo no âmbito institucional.     
    • 1.3.6. Construção da Autoavaliação na UNIABC.  A Universidade do Grande ABC realiza a avaliação institucional desde 2002 que, inicialmente, envolvia apenas  o  corpo  técnico‐administrativo,  o  docente  e  o  discente.  O  processo  consistia  em  realizar  a avaliação  semestralmente,  contando  com  a  participação  da  totalidade  de  alunos  da  Instituição,  que avaliavam  itens  como  a  infraestrutura  da  Universidade,  biblioteca,  laboratórios,  áreas  de  convivência, bem como, o atendimento dos setores: financeiro, secretaria e protocolo.  Em  2004,  com  a  promulgação  da  Lei  10.861/04  do  SINAES,  a  UniABC  criou  sua  primeira  Comissão Própria  de  Avaliação  (CPA)  composta  com  representantes  dos  segmentos  que  compõem  sua comunidade  acadêmica  (ver  tabela  abaixo)  e  com  o    propósito  de  elaborar  seu  projeto  de  avaliação institucional, de acordo com os preceitos da lei em vigor. Com  a  elaboração  do  projeto  de  avaliação  institucional,  a  partir  de  2005,  a  UniABC  passou  a  fazer  a autoavaliação de forma sistemática, data em que também foi constituída sua segunda CPA. Deste ano em diante, a Universidade passou a executar aprimorar o processo de coleta, análise e divulgação dos resultados. Em  2006,  a  CPA  reformulou  os  instrumentos  de  coleta  de  dados  e  realizou  a  avaliação  institucional, visando à totalidade da Universidade, os relatórios desta avaliação foram encaminhados para a análise dos dirigentes que, após análise, autorizaram a divulgação dos resultados nas reuniões de planejamento para o segundo semestre daquele ano. Em  2007/1,  2007/2  e  2008/1,  o  procedimento  foi  o  mesmo,  porém  estas  CPA’s  não  desenvolveram atividades  de  acompanhamento  das  melhorias  ou  divulgação  dos  resultados  para  a  comunidade acadêmica. Saliente‐se que as referidas comissões alteraram as formas de coleta, análise e tratamento dos  dados.  Após  muitos  questionamentos  da  comunidade  acadêmica  dos  critérios,  operacionalização, legitimidade  e  divulgação  dos  resultados  apurados,  a  UniABC  procedeu  à  troca  de  coordenador    e membros da Comissão Própria de Avaliação. A partir do segundo semestre de 2008, os trabalhos da CPA foram redimensionados visando a aprimorar o processo autoavaliativo institucional, os procedimentos foram revistos com a comunidade acadêmica e os instrumentos reformulados. Todos os resultados da pesquisa foram divulgados por meio impresso e eletrônico. Apesar de todos os esforços promovidos pelas comissões anteriores, a CPA de 2009 diagnosticou que, ainda,  havia  ajustes  para  fazer  e,  novamente,  conclamou  a  comunidade  acadêmica  da  UniABC  para  26 
    • mensurar sugestões e ações de melhoria no processo de avaliação institucional,  operacionalizados no ano de 2009.   Sendo  assim,  em  2009  a  comissão  de  avaliação  no  uso  de  suas  prerrogativas  promoveu  uma  série  de encontros, palestras e reuniões com os segmentos da comunidade acadêmica para validar as alterações do processo avaliativo.  Como  resultado  desse  esforço  a  CPA,  desde  então,  passou  a  implementar  paulatinamente  ações  que pudessem convergir com as diretrizes do SINAES e ao mesmo tempo satisfazer a comunidade acadêmica de modo geral.  Ao  final  do  ciclo  avaliativo  de  2009  novamente  a  CPA  deparou‐se  com  a  necessidade  de  promover  a meta‐avaliação, pois identificou alguns gargalos que necessitavam de ajustes para que o ciclo avaliativo posterior decorresse de modo satisfatório. No processo de meta‐avaliação a Comissão de Avaliação deliberou que a Avaliação Institucional Global da Universidade deveria ser realizada, ainda, no primeiro semestre do ano letivo para que a divulgação e acompanhamento das ações corretivas pudessem ser verificadas in loco.   Sendo assim, no início de 2010 a CPA redefiniu seu cronograma de trabalho, prevendo duas avaliações docentes  e  uma  com  a  comunidade  externa(empresas).  Segue  tabela  contendo  os  membros  das comissões, as atividades, o tipo de estudo realizado no ano letivo e os cronogramas de atividades. Tabela 2: Comissões e atividades realizadas em 2010.  Ano  Comissão de Avaliação  Atividades  Tipo de estudo realizado  Coordenador: Claudemir Martins da Silva   Avaliação dos Docentes da  Divulgação dos resultados  Universidade.  Vice‐coordenador: Eneida Yuri Suda.  Elaboração e publicação do    Secretária geral : Eleandra Ap. Lelli.   relatório final da avaliação  Levantamento das  Representantes Docentes: Odeir Rizo e  institucional;  fragilidades e 20101   Alexandre Manduca.  Avaliação do corpo docente  potencialidades  institucionais.  Representante Coordenador: Patrícia Santiago  da UniABC;    Improta.  Reuniões setorizadas para  54%  Alunos da UniABC  Representantes Discentes Graduações: Fabio  acompanhamento das  responderam  Luigi Di Credico (Mecatrônica), Marcio de  ações corretivas nos níveis  espontaneamente o  Menezes Alves (Logística), Tatiane Nery Martins  acadêmicos e  questionário de avaliação 
    • (Vetrinária) e Sandra Lucia Bevevino (Direito). administrativos; docente.  Representante Discente Pós graduação: Fabio  Publicização dos relatórios    Almeida Franco.  da avaliação institucional;  Estudo dos referenciais  teóricos que trata da  Representante Técnico Administrativo: Renato  Reformulação do  avaliação institucional.  César Parolin e Maria de Fátima Marques  instrumento de coleta de    Batista.  dados dos professores.  Representante Comunidade externa: Ceila    Regina Pereira Anhaia de Lemos.    Coordenador: Claudemir Martins da Silva     Vice‐Coordenador: Eneida Yuri Suda.  Execução da Avaliação    Secretário Geral : Alexandre Manduca   Docente;  Avaliação dos Docentes da  Representantes Docentes: Lucirene Ap.  Execução da Avaliação com  Universidade.  Carignato e Danielle G. Lima                      a Comunidade externa    (empresas da região);  Análise dos PPCs de cursos  Representante Coordenador: Ricardo C.  de graduação.  Moreira               Atualização das 10    dimensões do SINAES;  Representantes Discentes Graduações: Fabio  Estudo dos referenciais 20102   Desenvolvimento de plano  teóricos que trata da  Luigi Di Credico (Mecatrônica), Tatiane Nery  Martins (Veterinária) e Sandra Lucia Bevevino  estratégico de  avaliação institucional.  (Direito).  comunicação;    Representante Discente Pós Graduação: Fabio  Estruturação de grupo de  56%  Alunos da UniABC  Almeida Franco.  pesquisa da CPA;  responderam  espontaneamente o  Representante Técnico Administrativo: Renato  Avaliação dos PPCs de todos  questionário de avaliação  César Parolin e Maria de Fátima Marques  os cursos de graduação da  docente.  Batista.  UniABC.    Representante Comunidade Externa: Ceila  Regina Pereira Anhaia de Lemos.  Fonte: Comissão Própria de Avaliação da UniABC, 2010.  28 
    •   Tabela 3: Cronograma de atividades da CPA para 2010 (primeiro semestre)  ETAPAS  FEVEREIRO  MARÇO  ABRIL  MAIO  JUNHO 1. Formação da CPA.                     2. Entrega dos resultados da pesquisa realizada                    em 2009/2 para os dirigentes institucionais. 3. Definição das estratégias de divulgação dos  resultados da pesquisa realizada em 2009/2.  3.1. Elaboração do cronograma de                  divulgação;  3.2. Elaboração do cronograma de reuniões. 4. Distribuição dos trabalhos entre os membros                      da CPA. 5. Levantamento das informações pertinentes  as 10 dimensões previstas no SINAES e                      executadas pela UniABC. 6. Elaboração dos relatórios parciais (discentes,                    docentes e colaboradores). 7. Elaboração do relatório final da auto‐ avaliação do ano de 2009 para ser postado                    no Inep. (prazo limite até 30/03/2010) 8. Reunião de revisão dos questionários da  pesquisa com a comunidade acadêmica.                8.1. Elaboração de cronograma de execução 9. Revisão das ferramentas de coletas de dados                  com o CPD da UniABC. 10. Implementação da “oficina” renovação de                  reconhecimento. 11. Organização do I Fórum das Comissões de                    Avaliação do ABC. 12. Planejamento da CPA 2010/2.                     
    •  Tabela 4: Segundo Semestre  de 2010 ETAPAS  AGOSTO  SETEMBRO  OUTUBRO  NOVEMBRO  DEZEMBRO 1. Formação da CPA.                     1.1. Planejamento e organização dos trabalhos a serem executados no decorrer do semestre letivo. 2. Distribuição dos trabalhos a serem                   executados no decorrer do semestre letivo, entre os membros. 3. Coleta de informações institucionais     para serem analisadas pela CPA. 3.1.  Confecção do Relatório final do ciclo avaliativo 2008‐2010. 4. Pré‐teste e validação do                   questionário de avaliação docente. 5.  Definição das estratégias de         sensibilização.     5.1. Colocar o Blog da CPA no “ar”.  6. Inicio da coleta de dados previsão               01/10/10. 7.  Tabulação dos dados alunos,                     professores, coordenadores, funcionários, egressos e comunidade externa. 8. Elaboração e entrega dos relatórios                   parciais e finais para dirigentes e coordenadores. 9. Entrega dos relatórios aos dirigentes                     e coordenadores da universidade. 10. Planejamento das atividades da                     CPA para 2011/1 e revisão de todos os questionários da avaliação institucional global a ser realizada em 2011. Fonte: Comissão Própria de Avaliação, 2010.    30 
    • Ressaltam‐se  os  prazos  previstos  para  as  etapas,  que  em  ambos  os  cronogramas  foram  atendidos  com  o  rigor necessário para mensurar os indícios e indicadores que subsidiaram o relatório que ora se apresenta.    1.4. Sensibilização da Comunidade Acadêmica  Considerando  que  a  Avaliação  Institucional  deve  contemplar  número  expressivo  da  comunidade acadêmica da UniABC para validar as percepções quantitativas e qualitativas das instâncias previstas nos diversos instrumentos de coletas de dados.   A  CPA  adotou  uma  série  de  estratégias  comunicativas,  de  forma  que  toda  comunidade  acadêmica pudesse participar e se manifestar no decorrer do processo avaliativo. Segue exemplos das modalidades comunicativas adotadas nos dois períodos:       Inserção dos relatórios e endereço eletrônico do  Inserção dos relatórios na Central do Professor. Blog da CPA na intranet da UniABC. 
    •   Divulgação dos resultados e ações da CPA na  Área reservada para CPA no site institucional. Central do Aluno da UniABC.  Blog da CPA onde são divulgadas todas as  Divulgação do Blog da CPA no site  ações realizadas pela CPA.  institucional.  32 
    • Perfil criado da CPA na Rede Social Orkut para  Perfil criado da CPA na Rede Social Facebook  estimular a participação de ex‐alunos da  para compartilhar informações da UniABC.  UniABC. Perfil criado da CPA na Rede Social Twitter para Prestação de contas sobre a performance do  compartilhar informações da UniABC.  Blog da CPA. 
    • TEXTO BOLETO BANCÁRIO  PREZADO ALUNO,  De 01/10 a 30/11/10, a CPA realizará a Avaliação dos Professores. Não deixe  de  participar,  basta  acessar  a  Central  do  Aluno.  A  sua  opinião  é  muito  importante para UNIABC aprimorar os serviços prestados a VOCÊ.  Contamos com sua participação!  COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO   www.cpauniabc.blogspot.comDisponibilização do Relatório Final da UniABC em  Informe tratando da Avaliação de Docentes,ambientes colaborativos (Scribd, Slideshare entre  afixados nos murais de cada sala de aula.  outros).  34 
    • Interface da Avaliação Docente disposta na  Interface da Avaliação Docente disposta na  Central do Aluno no período de coleta de  Central do Aluno no período de coleta de  dados.  dados. Interface da Avaliação Docente disposta na  Interface da Avaliação Docente disposta na  Central do Aluno no período de coleta de  Central do Aluno no período de coleta de  dados.  dados. 
    • Além das estratégias mencionadas, a CPA da UniABC também adotou como estratégia de divulgação e sensibilização as seguintes ações:  1. Inserção  de  textos  antes,  durante  e  depois  da  pesquisa  no  Comunicado  Institucional,  com  periodicidade  semanal  e  são  lidos  pelos  professores  em  salas  de  aula,  no  primeiro  dia  da  semana;  2. Publicação,  em  conjunto  com  departamento  de  marketing,  um  informativo,  denominado  “Notícias no Campus”, divulgando a avaliação institucional;  3. Envio de‐mails segmentados para coordenadores de cursos, chefes de departamentos, parceiros  e egressos. O esforço em divulgar a avaliação institucional justifica‐se na crença de que esta comissão tem no uso dos canais de comunicação como mediador das relações e anseios da comunidade acadêmica.   1.5.  A Avaliação Institucional quantitativa realizada em 2010  Por  se  tratar  de  uma  avaliação  exploratória  quantitativa,  indicial,  de  método  dedutivo,  tendo  como instrumento de coleta de dados questionários eletrônicos, definiram‐se os seguintes critérios para fins de tratamento, análise e interpretação dos dados coletados, a saber: A  ‐  Validação  de  todos  os  questionários  aplicados  no  decorrer  da  pesquisa  para  mensurar  a funcionalidade  do  sistema  e  o  tempo  médio  que  cada  respondente  levaria  para  completar  o questionário;  1. Alunos, de 7 a 15 minutos.   2. Professores, de 10 a 15 minutos.   3. Coordenadores, de 10 a 15 minutos.   4. Pós‐graduação, de 6 a 10 minutos.   5. Funcionários, de 10 a 15 minutos.   6. Egressos, de 6 a 10 minutos.   7. Comunidade, de 5 a 8 minutos.  B ‐ Exclusão dos questionários que apresentaram as seguintes características:   1. Não respondidos em sua completude;  2. Cujo respondente optou por atribuir apenas um conceito para todos os itens;  3. Respondidos em duplicidade;  4. Respondidos no tempo inferior a 6 minutos;  5. Cujo respondente optou por atribuir apenas 01 conceito para cada grupo.  36 
    • C – Todos os dados foram compilados em MySQL e, posteriormente, tratados em Acess e Excel;  D – Todas as médias demonstradas estatisticamente utilizaram de aritmética simples, pois consideramos os  resultados  da  pesquisa  como  indiciais,  devendo,  portanto,  o  tomador  de  decisão  de  realizar  as inferências necessárias acerca dos dados.  Tais  critérios  foram  adotados  para  minimizar  os  possíveis  vieses  que  as  pesquisas,  naturalmente, apresentariam no ato da coleta de dados, cujas variáveis, muitas vezes, extrapolam os trabalhos desta comissão. O esforço desta ação justifica‐se em municiar os tomadores de decisão com dados legítimos, o mais próximo possível de sua realidade. Dessa  forma,  consideramos  que  as  proporções  foram  geradas  apenas  com  base  nas  respostas  válidas para cada questão, sendo definida a seguinte escala de valores para as questões: 1 Péssimo, 2 Ruim, 3 Regular,  4  Bom,  5  Ótimo  e  Sem  Opinião,  para  aqueles  que  não  quisessem  se  manifestar  ou desconhecessem  o  conteúdo  da  questão.  Sendo  este,  último,  desconsiderado  no  cálculo  da  média aritmética. Exemplo de fórmula utilizada =((1*C5)+(2*D5)+(3*E5)+(4*F5)+(5*G5))/H5.  Para  facilitar  o  entendimento  dos  respondentes,  optou‐se  por  categorizar  todos  os  instrumentos  de coleta de dados (questionários) em grupos de referência e considerou‐se, também, que alguns grupos deveriam  ser  comuns  a  todos  os  públicos  para  fins  do  estabelecimento  de  comparativos  com  as pesquisas  vindouras  e  de  auxiliar  a  Universidade  no  processo  de  avaliação  institucional,  a  saber: informações  gerais;  infraestrutura;  avaliação  do  curso;  atendimento;  avaliação  dos  serviços universidade; serviços e comunicação institucional. Outras  categorias  foram  utilizadas,  visando  a  contemplar  os  aspectos  específicos  que  circundam  os universos  pesquisados  e,  ao  final  de  cada  grupo,  foi  disponibilizada  uma  questão  aberta,  de  caráter qualitativo,  de  modo  que  o  respondente  pudesse  manifestar  suas  opiniões,  críticas  e/ou  sugestões acerca do processo ou do item avaliado.  1.6.  Critérios adotados para a análise dos resultados quantitativos Com o propósito de melhorar o entendimento de todos, a comissão adotou os seguintes critérios para analisar os resultados da pesquisa:  I. Classificou como POTENCIALIDADE as perguntas que obtiveram incidências superiores a 70% na  somatória  dos  conceitos  BONS  e  ÓTIMOS,  pois  entendemos  que  existe  um  alto  grau  de  satisfação em relação ao quesito; 
    • II. Considerou satisfatórios os quesitos cujas incidências oscilaram entre 45% e 69%, na somatória  dos  conceitos  BONS  e  ÓTIMOS,  portanto  não  caracterizando  POTENCIALIDADE  ou   FRAGILIDADE;  III. Considerou  frágeis  os  quesitos  que  obtiveram  índices  superiores  a  40%  na  somatória  dos  conceitos  PÉSSIMO,  RUIM  e  REGULAR,  visto  que  os  aspectos  encontram‐se  no  limiar  da  satisfação e insatisfação;  IV. Omitiu  nomes  de  professores,  coordenadores  ou  funcionários  técnico‐administrativos  para  preservar os profissionais e para fins de publicação dos relatórios, pois consideramos que estes  recebem a devolutiva da avaliação de suas respectivas chefias imediatas;   V. Desconsiderou  a  resposta  SEM  OPINIÃO,  pois  para  fins  da  análise,  em  alguns  quesitos,  entendemos  que  quem  optou  por  esta  resposta  desconhecia  o  assunto  ou  simplesmente  quis  abster‐se do questionamento;  VI. Formatou todos os dados quantitativos e os apresentou gráfica e descritivamente.  1.7.  Critérios adotados para a análise dos resultados qualitativos Considerando que a análise qualitativa demanda um olhar apurado sobre as áreas, a CPA no uso de suas atribuições, definiu os seguintes procedimentos para fazer suas objeções:  I. Compilação  do  instrumento  de  ações  preventivas  e,  ou  corretivas,  preenchidos  pelos  departamentos e coordenadores de curso a partir da ciência de seu desempenho na avaliação  institucional.  II. Exercício realizado junto aos coordenadores que foram submetidos a processos de renovação de  reconhecimento e reconhecimento pelo mec.  III. Visitação  às  empresas  parceiras  da  universidade  afim  de  mensurar  a  aderência  dos  cursos  oferecidos pela universidade a sua comunidade de origem. IV. Participação  nas  reuniões  setoriais  com  coordenadores,  dirigentes,  colaboradores  e  discentes,  para sensibilizá‐los quanto à importância dos processos de avaliação institucional.  V. Acompanhamento das ações institucionais de cunho acadêmico tais como: eventos, simpósios e  semanas de cursos. VI. Ao  final  de  cada  grupo  de  questões  nos  instrumentos  de  pesquisas,  disponibilizou  algumas  questões  abertas  para  que  alunos,  professores,  coordenadores,  colaboradores,  egressos  e  comunidade externa pudessem manifestar suas opiniões.  38 
    • VII. Analise  todos  os  projetos  pedagógicos  de  curso  com  o  propósito  de  verificar  sua  aderência  as  diretrizes institucionais e SINAES. VIII. Criação  de  diversos  ‘espaços  virtuais’  em  ambientes  colaborativos  para  aferir  o  impacto  das  ações institucionais sobre a comunidade acadêmica em geral. Portanto,  o  resultado  demonstrado  neste  relatório  configura  todos  os  esforços  já  descritos,  pois  a proposta dos trabalhos realizados pela CPA sempre foi e será a de auxiliar a  Universidade a atingir os requisitos  de  qualidade  exigidos  pelos  órgãos  reguladores  do  ensino  superior,  pela  sua  comunidade acadêmica e pelo mercado de trabalho. Ressalta‐se  que  no  decorrer  ciclo  avaliativo  2010,  outras  atividades  forma  realizadas,  buscando estimular  a  comunidade  acadêmica  ao  autoconhecimento  e  acreditando  ter  obtido  significativos avanços,  tendo  contado  com  o  apoio  incondicional  dos  dirigentes  e  de  profissionais  que  atuam  em diversos departamentos da Universidade, dentre eles: CPD, Núcleo de Estágio, Marketing, Reitoria, Vice‐Reitoria acadêmica e adjunta, Segurança, entre outros.  O  desafio  de  pensar  mecanismos  para  promover  uma  avaliação  dessa  envergadura  exigiu  esforços, ética, maturidade e concessões de todos os envolvidos seja na condição de avaliadores ou de avaliados. Sendo assim, é legitimo afirmar que a cultura avaliativa na UniABC consolidou‐se, pois toda comunidade acadêmica  percebeu  sua  importância  na  melhoria  nos  aspectos  acadêmicos  e  administrativos  da universidade. Destarte,  segue  a  compilação  dos  resultados  (quantitativos  e  qualitativos)  apurados  a  partir  das pesquisas,  acompanhamentos  e  análises  realizadas  pela  CPA  da  UniABC,  no  decorrer  do  ano  letivo  de 2010.     
    • 2. Avaliação Institucional à luz do SINAES  2.1. Dimensão I ‐ Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional Grupos de indicadores  Fontes de consultas  1. Organização didático pedagógica.  2. Coerência entre objetivos, diretrizes e formação profissional.  PDI,  PPC,  Regimento  geral  da  3. Integração do ensino com a pesquisa e a extensão.  Universidade  e  resultados  da  4. Interdisciplinaridade.  Avaliação Institucional.  5. Flexibilidade curricular.  2.1.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. Para realizar a análise desta dimensão a CPA utilizou como fonte de consulta os seguintes documentos: PDI, PPCs, Regimento Geral da UniABC e os resultados qualitativos apurados na Avaliação Institucional.  Os documentos institucionais (PDI e PPI) apresentam‐se devidamente articulados, como já descrito no relatório avaliativo do ciclo de 2009‐2010, porém com a finitude do atual PDI (2007‐2011) recomenda‐se que as comissões vindouras promovam o acareamento desses documentos quando publicados.  De qualquer  forma procedeu à avaliação dos referidos documentos e os resultados forma compilados em tabelas, visando facilitar o entendimento do público e categorizados de acordo com a realidade da universidade. Os  objetivos  gerais  da  Universidade,  traçados  para  o  quinquênio  2007‐  2011,  constituem  uma  parte integrante  tanto  do  PPI  quanto  do  PDI  e  estão  categorizados  nas  seguintes  instâncias:  I.  Ensino;  II. Pesquisa e Pós Graduação; III. Extensão; IV Administração; V Corpo Discente; VI Recursos Humanos.  Em consulta aos documentos pertinentes do indicador mencionado, verifica‐se a articulação unilateral entre  o  PDI,  PPI,  Regimento  Geral  da  Universidade  e  PPC,  a  conversão  das  ações  no  que  tange  às Políticas de Ensino para graduação, pesquisa e extensão estão em conformidade com os preceitos legais propostos pelo MEC e SINAES.    40 
    • Tanto  o  PDI  como  o  PPI  da  UniABC  convergem,  em  seus  objetivos  fundamentais,  na  formação  e  no oferecimento do ensino superior em suas diferentes instâncias. Ambos os documentos demonstram  a preocupação e o esforço da UniABC em legitimar a tríade ensino, pesquisa e extensão. Neste  sentido,  a  Universidade  vem  desenvolvendo  mecanismos  para  incentivar  seu  corpo  docente  e discente  no  engajamento  de  projetos  de  pesquisa  proposto,  em  seu  PDI  e  PPI.  Seguem  as  políticas institucionais para extensão.  I. Consolidar  o  Programa  de  Extensão  da  UniABC  atrelado  ao  Plano  Nacional  de  Extensão  Universitária.  II. Desenvolver e consolidar o incentivo às atividades de extensão, de cultura, de desporto e de  atendimento estudantil, integrados ao ensino e à pesquisa.  III. Aprimorar  os  serviços  de  atendimento  prestados  à  comunidade  pelo  Centro  Policlínico,  Assistência Jurídica e Empresa Júnior da UniABC.  IV. Aprimorar  o  atendimento  psicopedagógico  para  o  corpo  docente,  discente  e  técnico‐ administrativo da UniABC. Esta  comissão  entende  que  tanto  o  PDI  como  o  PPI  institucional  estão  alinhados  com  a  gestão acadêmica da Universidade, uma vez que esta implanta, desde sua concepção, Conselhos Deliberativos e  Consultivos  como  o  CONSUN  e  CONSEPE,  além  de  Colegiados  de  Cursos,  Comitê  de  Ética,  Núcleos Estruturantes e Comissão de Autoavaliação. As articulações desses mecanismos promovem um processo tácito, consubstanciando às diretrizes institucionais de gestão e responsabilidades no ensino superior. Os  objetivos  e  metas  propostos  no  PDI  institucional  são  operacionalizados  de  acordo  com  a  realidade institucional  e  contemplam  as  seguintes  áreas  da  instituição:  ensino,  pesquisa,  pós‐graduação  e extensão, corpo docente, recursos humanos e administração. Para cada instância contemplada, foram definidos os objetivos a serem implantados obedecendo ao cronograma abaixo: Tabela 5: Cronograma de execução do PDI da UniABC  2007  2008  2009  2010  2011    X  X  X  X Fonte: PDI da UniABC. Dimensões contempladas no planejamento da Universidade que têm sido operacionalizadas cada qual a seu tempo e acompanhadas pela CPA. Conforme tabela abaixo: 
    •  Tabela 6: Acompanhamento do PDI da UniABC Para o ensino  Status Organizar e estruturar mecanismos que propiciem a integração das  Não realizado diferentes áreas de conhecimento.  Estabelecer referências para elaboração e avaliação dos Projetos  Realizado Pedagógicos dos cursos de graduação. Criar o ensino na modalidade à distância.  Realizado Aprimorar a qualidade do ensino.  Realizado Aprimorar a qualidade da gestão do ensino de graduação.  Em fase de implementação Difundir o PPI disponibilizando‐o à comunidade acadêmica.  Realizado    Para a pesquisa e pós‐graduação  Status Apoiar as atividades de pesquisa com recursos para manutenção de  Parcialmente realizado programas, projetos e grupos de pesquisa. Incentivar o desenvolvimento de redes de pesquisa.  Não realizado Expandir a Pós‐Graduação com a implantação de Programas stricto sensu.  Em fase de implementação Incentivar ações para a elaboração de programas e projetos de acordo com  Realizado as políticas estabelecidas no PPI.    Para a extensão   Status Implantar Programa de Extensão Universitária na Instituição, em  Realizado conformidade com o Plano Nacional de Extensão. Implementar Programa de Acompanhamento de Egressos da UniABC,  Não realizado preferencialmente integrado ao ensino e à pesquisa. Ampliar programas de educação continuada ao docente e discente, em  Não realizado parceria com entidades governamentais e de classe. Implementar programa de avaliação da extensão.  Não realizado     42 
    • Para o corpo discente  Status Criar e aperfeiçoar Programa de Atendimento Estudantil.  Realizado Instituir legislação interna que discipline os Programas de Assistência  Realizado Estudantil. Implantar sistema de comunicação e relações públicas para os Programas de  Realizado Assistência Estudantil. Implantar Sistema de Avaliação dos Programas de Assistência Estudantil.  Realizado Criar e aperfeiçoar Programas de Acompanhamento Psicopedagógico.  Realizado Implantar sistema de avaliação dos Programas de Acompanhamento  Realizado Psicopedagógico.    Para a gestão acadêmica  Status Aprimorar os processos e métodos gerenciais.  Realizado Implantar um sistema de melhoria contínua nos processos administrativos.  Realizado Capacitar continuamente o quadro de colaboradores  Realizado parcialmente Criar metodologias de avaliação e acompanhamento do PPI  Realizado    Para o recursos humanos  Status Criar política de recursos humanos.  Não realizado Criar programas de capacitação ao corpo técnico administrativo  Não realizado Fonte: PDI da UniABC1 Os  processos  de  autoavaliação  institucional  obedecem  aos  preceitos  propostos  pelo  SINAES  e  estão previstos no PPI e organizados em dois momentos, a saber:  1   Ressaltamos  que  o  período  de  execução  dos  objetivos  e  metas  propostos  no  PDI  pode  e  deve  sofrer  alterações  no  prazo estipulado, pois as instituições privadas de ensino superior dependem da demanda de mercado para os cursos oferecidos e boa parte das ações sugeridas demanda investimentos financeiros ora modestos, ora vultosos, cabendo aos dirigentes da instituição decidirem o momento oportuno para realizar a ação em detrimento do previsto no PDI. 
    • A. Avaliação  Externa  ‐  Neste  processo,  são  considerados  tanto  os  aspectos  externos,  quanto  internos  da  Universidade,  conforme  regulamenta  o  SESU/MEC.  Os  compromissos  e  responsabilidades sociais que consolidam a Avaliação Institucional da UniABC estão  explicitadas  em  seu  PPI,  em  seu  Projeto  de  autoavaliação  e  Projetos  Pedagógicos  de  Cursos.  Para  maiores  informação  quanto  ao  acesso,  divulgação  e  conhecimento  dos  documentos  e  políticas  institucionais,  consultar  o  relatório  parcial  destinado  aos  coordenadores  e  disponível  na  Universidade.  B. Avaliação  Interna  –  Modalidade  prevista  na  Lei  10.861/04  do  SINAES  e  documentos  institucionais (PDI e PPI) têm como escopo mensurar as potencialidades e fragilidades com base  em pesquisas qualitativas e quantitativas.   Para mais informações, consultar a Dimensão IX disponível neste relatório que trata da articulação entre a Avaliação Institucional interna e externa com os  processos de gestão acadêmica e administrativa da UniABC.  Tabela 7: Quadro de fragilidades, potencialidades  e ações verificadas pela CPA no ciclo avaliativo.  DIMENSÃO  FRAGILIDADES  POTENCIALIDADES  AÇÕES CORRETIVAS  Adequação do PPC às  Nova matriz curricular para o  exigências do curso;  curso de Direito;    Infraestrutura     Divulgação do PPC aos  tecnológica;  Reavaliação da estrutura  docentes;    curricular do curso de    Capacidade de  Recursos Humanos;  Necessidade de  reinvestimento da    adequação da matriz  UniABC;  Atualização e revisão do PPC  Plano de  curricular dos cursos;    de Biologia, com a  Desenvolvimento    Proximidade e relação  participação ativa do corpo  Institucional  Necessidade de  com sua comunidade de  docente e do discente;  finalização de alguns  origem;    PCCs de curso;    Atualização e disponibilização    Perfil do seu grupos de  do PPc do curso de  Necessidade de  gestores, coordenadores  Fisioterapia na Biblioteca;  desenvolver projetos  e dirigentes.    interdisciplinar no   Projeto interdisciplinar do  âmbito acadêmico.  curso de Ciências Contábeis;  44 
    •   Execução de projetos  institucionais que envolveram  toda a comunidade  acadêmica como: Saúde em  Ação;    Desenvolvimento de sistemas  integrados de lançamento de  notas e publicização de  Planos de ensino aos  discentes.   Fonte: CPA, 2010.  2.2. Dimensão II‐ Política para o Ensino, a Pesquisa, a Pós‐Graduação e Extensão  Grupos de indicadores  Fontes de consultas1. Equilíbrio entre as propostas pedagógicas de cursos e documentos institucionais (PDI,  PPI, PPC e DCN); 2. Interdisciplinaridade no âmbito dos cursos;  CPA, PDI, PPI,  Relatório Social do 3. Alinhamento dos cursos e demanda regional;  ano de 2009, Pró‐4. Inovações didático‐pedagógicas, e estratégias de ensino aprendizagem;  reitoria acadêmica e  adjunta.  5. Estímulo à formação continuada no âmbito da universidade; 6. Aperfeiçoamento da Pós‐graduação e educação à distância.    2.2.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. Na análise desta dimensão, buscou‐se avaliar os Projetos Pedagógicos de Cursos, Programas de Pesquisa e de Extensão, bem como a sua articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2007‐2011 e Projeto Pedagógico Institucional (PPI).  
    • Ressalta‐se  que  é  responsabilidade  da  Universidade  planejar,  coordenar,  executar  e  avaliar  as  ações  e  políticas  de  ensino  em  consonância  com  as  diretrizes  propostas  pelo  MEC.  Portanto,  esta  CPA  limitou‐se  a  analisar,  de  forma  objetiva  e  sintética,  os  grupos  de  indicadores  tangenciados  pela  dimensão,  sem  prender‐se  a  discursos  incorporados  à  cultura  organizacional  da  Instituição  ou  às especificidades das propostas para o ensino pesquisa e extensão. Para tanto, documentos institucionais disponibilizados para análise, setores competentes e relatórios de CPA’s anteriores, forma previamente consultados.  Com essa postura, mantém‐se a neutralidade na análise dos indicadores demonstrando, com clareza e objetividade, os aspectos quantitativos e qualitativos, os quais constituem objetos macro de análise. A Universidade do Grande ABC atua em três grandes áreas do conhecimento, subdivididas em áreas de concentração, como seguem.  I. Área de Ciências Humanas e Sociais com áreas de concentração em: Ciências Sociais Aplicadas,  Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes.  II. Área  de  Ciências  Exatas  e  Tecnológicas  com  áreas  de  concentração  em:  Ciências  Exatas  e  da  Terra, Engenharia e Tecnologia.  III. Área  de  Ciências  Biológicas  e  da  Saúde  com  áreas  de  concentração  em:  Ciências  da  Saúde,  Ciências Biológicas e Ciências Agrárias.  Além  das  áreas  de  conhecimento  supracitadas,  faz  parte  do  planejamento  institucional  da  UniABC  a ampliação  das  modalidades  de  ensino  a  distância,  conforme  descrito  no  Plano  de  Desenvolvimento Institucional (PDI) 2007‐2011. Algumas ações foram implementadas, dentre elas, merecem destaque:  1. Implementação do sistema de gerenciamento do EAD da Universidade;  2. Reestruturação do departamento de EAD;  3. Desenvolvimento de Programa de Capacitação Online, para docentes, na metodologia de EAD;  4. Oferecimento  de,  pelo  menos,  uma  disciplina  para  cada  semestre  de  todos  os  cursos  na  modalidade EAD.  46 
    • Consideram‐se sob este aspecto as políticas institucionais voltadas para ampliação do oferecimento da pós‐graduação  e  extensão,  bem  como  a  implementação  das  políticas  de  educação  continuada, praticadas no âmbito institucional. A UniABC possui políticas próprias para o ensino de  graduação  e  graduação  tecnológica  em consonância com as DCNs. Em análise do PDI e PPI  da  Instituição,  pode‐se  visualizar  a articulação  da  tríade  institucional:  Graduação, Pesquisa  e  Extensão,  legitimando  o  discurso institucional  de  compromisso  com  a  educação no  ensino  superior  previstos  nos  documentos institucionais.  No que tange a análise das diretrizes dos cursos de Graduação, oferecidos pela Universidade, verifica‐se que a UniABC cumpre com o compromisso público assumido na consolidação das atividades de ensino e fortalecimento dos aspectos relacionados à inserção regional da Universidade, por meio de suas ações de articulação local e prospecção da imagem institucional. Demonstrando a articulação e o esforço da  Universidade  para  criar  um  ambiente  inter  e  multidisciplinar  que  atenda  às  instâncias  da  comunidade acadêmica.  Os  projetos  de  cursos  de  Graduação  existentes  na  estão  em  consonância  com  os  preceitos  legais  que  regem a oferta de cursos superiores na Federação e  essa  informação  pode  ser  confirmada  por  meio  dos  atos legais homologados pelo MEC e disponibilizados pela Instituição em seu site para consulta do público interno e externo, porém alguns ainda defasados, em relação a sua atualização e implementação. Registrada a validade legal dos cursos oferecidos na Instituição e utilizando de suas prerrogativas, a CPA analisou os Projetos Pedagógicos de cada um dos cursos de Graduação por área de atividade, buscando constatar  situações  que  possam  divergir  das  diretrizes  do  MEC  e  dos  princípios  defendidos  pela Universidade, além de verificar os aspectos qualitativos e quantitativos dos referidos cursos. Essa ação 
    • visou  a  identificar  potencialidades  e  fragilidades  de  execução  para,  em  momento  posterior,  sugerir mecanismos e estratégias de melhorias, respeitando as especificidades de cada área. As  análises  dos  projetos  pedagógicos  dos  cursos  de Graduação  foram  realizadas  pela  CPA no  segundo semestre de 2010, após a devolutiva que a CPA deu à vice‐reitoria acadêmica que, por sua vez, orientou  a  todos  os  coordenadores  de  curso  sobre  as  providências corretivas no âmbito de cada curso.   Segundo  o  Projeto  de  Política  Institucional  (PPI)  da UniABC, a proposta pedagógica da IES aponta,  como  essencial,  a  articulação  entre  ensino,  pesquisa e extensão, baseada na sustentação de  todas as atividades acadêmicas, dependendo de uma correta integração entre as três principais modalidades de ação e a obtenção de resultados finais qualitativamente  significativos.  Nessa  perspectiva,  professores  e  coordenadores  são  orientados  a apresentar  novos  projetos  de  trabalho  em  formulários  que,  além  de  descreverem  as  propostas específicas  de  ação,  enfatizam,  também,  os  aspectos  de  articulação  com  outras  modalidades acadêmicas, de forma que a participação discente nos projetos, programas e atividades acadêmicas, em geral,  proporcionem  ao  estudante  uma  formação  integral  e  contextualizada  no  universo  de  ações desenvolvidas na Universidade. Considerando  a  última  análise  procedida  pela  CPA  acerca  da  evolução  da  pós‐graduação  na  UniABC, naquele momento, afirmamos que universidade não havia atingido potencialidade no oferecimento de cursos  de  pós‐graduação  em  nível  lato  e  stricto  sensu,  pois  contava  com  cerca  de  200  alunos frequentando cursos de lato sensu e extensão. Atualmente a universidade melhorou quantitativamente e  qualitativamente  em  se  tratando  da  pós‐graduação,  contando  com  aproximadamente  20  turmas constituídas e cerca 800 alunos frequentes, em períodos e dias diferentes.   As  políticas  da  Universidade  para  pós‐graduação  também  estão  sendo  acompanhadas  pela  CPA, conforme o quadro de acompanhamento:  Tabela 8: Acompanhamento das Políticas para Pós‐graduação previstas no PDI (2007‐2011). Políticas Previstas  CPA Consolidar a implantação de Projetos de Iniciação Científica, atrelados às linhas  Realizado de forma de pesquisa da Instituição.  descontinuada  48 
    • Adequar  os  Trabalhos  de  Conclusão  de  Curso  e  Monografias  às  linhas  de  Não realizado pesquisa da Instituição. Firmar parcerias com outras instituições para a formação de redes de pesquisa.  Realizado parcialmente Expandir a pós‐graduação com a implantação de Programa de stricto sensu.  Realizado parcialmente Apoiar a produção e a divulgação científica do corpo docente e discente.  Realizado parcialmente  Com  relação  à  pesquisa,  a  UniABC  entende  que  é  parte  integrante  do  processo  educacional  a  ser oferecida  à  comunidade  acadêmica  e  que  sua  consolidação  contribui,  substancialmente,  para  a formação de cidadãos competentes e comprometidos com a sociedade, tornando‐os capazes de exercer cidadania sob diferentes perspectivas. Nesse sentido, a Universidade, no ano de 2010, vem perseguindo as  metas  propostas  em  seu  PDI,  já  mencionadas  neste  relatório,  referentes  ao  ensino,  pesquisa  e  extensão.  Por  outro  lado,  esta  CPA  constatou  que  a  implantação de um processo de Pesquisa perene  e  tácito  exige  comprometimento  tanto  institucional  como  o  de  docentes  e  discentes  para sua consolidação e manutenção; e que este  processo  se  consolida  em  longo  prazo.  Dessa  forma,  buscou‐se,  na  análise,  evidenciar  os  esforços  institucionais  na  consolidação  desse processo, por meio da acareação das políticas institucionais que tratam do assunto e as ações efetivas da universidade que atendem o escopo desta dimensão. Conforme segue.  Tabela 9: Acompanhamento das Políticas institucionais previstas no PDI para a Pesquisa. Políticas  CPA Organizar  Grupos  de  Pesquisa  em  consonância  com  os  três  grandes  eixos estabelecidos: 1. Educação, História e Desenvolvimento Regional; 2. Desenvolvimento  Realizado Tecnológico; 3. Promoção da Saúde Individual e Coletiva. Incentivar os docentes, por meio de capacitação contínua, a assumirem posturas de professores pesquisadores, conduzindo‐os à reflexão e ação do fazer pedagógico e ao  Realizado parcialmente questionamento  reconstrutivo  em  sala  de  aula,  com  rigor  metodológico,  adotando‐se, como princípio básico, a capacidade de identificar problemas, refletir sobre eles, 
    • localizar  as  soluções  e  (re)  construí‐las,  ao  mesmo  tempo,  examinando  suas especialidades  e  preferências,  sem  abandonar  os  eixos  temáticos  da  Universidade, com  o  propósito  de  institucionalizar  a  pesquisa,  mesmo  não  sendo  a  financiada, original e especializada, acompanhada e avaliada por órgãos de fomento. Incentivar a adoção de linhas de pesquisa e áreas temáticas para o desenvolvimento de  programas  de  Iniciação  Científica,  dos  cursos  de  Graduação  e  sequenciais, respeitando‐se  os  eixos  temáticos  da  Universidade.  Cuidar  para  que  o  trabalho  de iniciação  à  pesquisa  seja  acompanhado  e  se  dê  de  maneira  interativa.  Zelar  pelo acompanhamento  contínuo  dos  alunos  envolvidos,  explicitando  e  fundamentando  Realizado parcialmente cada  etapa  do  processo  (destacar,  comentar,  e  refletir  sobre  os  momentos fundamentais), acompanhar os trabalhos em grupo, realizar comentários de avaliação de  aprendizagem,  proporcionar  autoavaliação  e  a  divulgação  de  resultados  em jornadas e congressos. Incentivar  os  professores,  dentro  de  suas  especialidades  e  de  cada  disciplina,  a exercitar  pesquisas  de  caráter  qualitativo  e  quantitativo,  bem  como  o  diálogo  com  Não realizado seus pares, responsáveis pelas disciplinas propedêuticas ao trabalho científico. Orientar  professores  a  definir  problemas  de  pesquisa  em  consonância  com  os  Realizado parcialmente problemas da realidade, de modo especial, da localidade e regionalidade. Adotar  procedimentos  e  critérios  para  os  trabalhos  de  Iniciação  Científica, envolvendo  alunos  e  professores  nos  Trabalhos  de  Conclusão  de  Curso  de  forma  Realizado parcialmente contínua,  considerando  as  orientações  contidas  no  Projeto  Político‐Pedagógico  do curso e os eixos temáticos adotados pela Universidade. Acompanhar  e  avaliar,  sistematicamente,  o  desenvolvimento  da  pesquisa  visando  à manutenção  de  suas  linhas  e  áreas  temáticas  e/ou  a  substituição  das  mesmas  por outras, considerando as prioridades do Projeto Político Institucional e os problemas locais, regionais, nacionais ou internacionais, apontados pela comunidade acadêmica.  Não realizado Avaliar,  para  verificar,  se  os  objetivos  desejados  estão  sendo  atingidos  e,  se necessário,  mudar  as  ações.  Construir,  na  prática,  critérios  e  formas  de  avaliar  ao longo do processo, evitando artificializar a avaliação. Desenvolver  parcerias  com  outras  instituições  de  ensino  e/ou  centros  de  pesquisa,  Não realizado por meio de projetos compartilhados que objetivem o desenvolvimento da Região. Fonte: PDI da UniABC.  Mediante a leitura da tabela, fica evidente que a Universidade busca estimular, na medida do possível, seu quadro de docentes e discentes, para o desenvolvimento da pesquisa na vida acadêmica, algumas ações foram colocadas em prática, porém ainda estão muito aquém do potencial real da UniABC, pois a  50 
    • universidade precisa em caráter de urgência desenvolver políticas consistentes e continuadas voltadas para a pesquisa e extensão.   Os  programas  de  Monitoria  desenvolvidos  pela  Universidade  estão  vinculados  ao  departamento  de  Recursos  Humanos  da  UniABC  e  são  acompanhados pelos respectivos responsáveis por  área de conhecimento. As Diretrizes Institucionais  para  a  execução  de  Monitoria  na  Universidade  estão mencionadas no relatório do ciclo avaliativo  de  2008,  postado  no  sistema  do  INEP  em  março de 2009.  Os  alunos  contemplados  pelo  programa  de  Monitoria  da  UniABC  recebem  descontos  em  suas mensalidades,  desde  que  se  dediquem  de  05  horas  semanais,  efetivamente,  no  cumprimento  do exercício  das  funções  de  monitor.  O  controle  dessas  horas  é  feito  em  formulário  próprio  e supervisionado  pelo  professor  responsável,  que  o encaminha  à  Coordenação  de  Curso,  ao  final  de cada mês. O desconto na mensalidade é concedido enquanto  o  aluno  fizer  parte  do  programa, excetuando‐se  os  períodos  de  férias  e  recessos escolares.  Os  alunos  que  são  beneficiados  por outras  modalidades  de  programas  de  bolsa  de estudos  (Prouni)  não  são  beneficiados  pelo programa  de  monitoria,  no  entanto,  podem participar.  Ressalte‐se  que  a  UniABC  também  promoveu  uma  série  de  eventos  com  escopo interdisciplinar,  tangenciando  simultaneamente  as  diretrizes  do  ensino,  da  pesquisa  e  da  extensão conforme segue:  Tabela 10: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão II. AÇÕES PREVISTAS NO PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC  Reuniões  sistematizadas  (quinzenalmente)  com  os Disponibilizar  materiais  e  legislações  aos  professores  e  coordenadores  de  curso  para  discussão  das  Diretrizes  para  o coordenadores de curso.  ensino superior vigente.  
    • Promover  a  reforma  curricular  dos  cursos,  atendendo  ao  Implementação dos PPCs de cursos na universidade no decorrer Projeto Pedagógico  do ano letivo. Intensificar  o  envolvimento  de  alunos  em  projetos  de  Constituição e cadastramento de grupos de pesquisa no CNPq.  iniciação científica. Orientar  os  coordenadores  de  Curso  quanto  à  necessidade  Estudo do PPI e dos Parâmetros Curriculares como critério para de  acompanhamento  das  legislações  pertinentes  às  avaliação dos PPC’s. avaliações internas, externas e IGC.  Oficina: “Coordenador de Curso: Educador e Gestor”   Divulgação das diretrizes para elaboração do PPC constante no Avaliar  com  os  coordenadores  de  curso  os  Projetos  PPI; Pedagógicos  implantados,  incentivando  a  revisão,  a  Diretrizes norteadoras para revisão contínua do PPC; atualização e/ou ajustes necessários.  Utilização do Relatório parcial da Auto‐Avaliação para correção  de inconformidades no curso. Atualizar,  cadastrar  e  protocolar  os  cursos  de  graduação  a  No  decorrer  do  ano  de  2010  a  universidade  recebeu  visitas  de serem  avaliados  para  reconhecimento  e/ou  renovação  de  diversas  comissões  de  avaliação  para  reconhecimento  e reconhecimento;  renovação de reconhecimento de diversos cursos. Divulgar os resultados das avaliações do MEC à comunidade  Os resultados finais das avaliações são amplamente divulgados acadêmica.  na comunidade acadêmica.  Rever  os  instrumentos  de  auto‐avaliação  para  o  Encontros e reuniões foram realizadas com toda a comunidade aprimoramento  dos  trabalhos  da  Comissão  Própria  de  acadêmica da UniABC.  Avaliação; Realizar estudos para identificação dos meios de criação de  Realização  de  pesquisas  junto  as  empresas  da  região  do  ABC cursos de graduação.  Paulista.  Divulgação das diretrizes para elaboração do   PPC constante no Acompanhar  e  orientar  os  profissionais  envolvidos  nas  PPI; propostas  de  criação  de  novos  cursos  de  graduação  e/ou  Diretrizes norteadoras para revisão contínua do PPC; modalidade/habilitação,  para  a  elaboração  dos  Projetos  Encontros quinzenais com coordenadores de curso para discutir Pedagógicos de cada um deles.  legislação  do  ensino  superior,  gestão  acadêmica  e  rotinas  no  ensino superior.  Elaboração  do  Planejamento  Estratégico  por  meio  da  análise Analisar, acompanhar e emitir pareceres sobre as propostas  situacional do Grande ABC e o cenário do Ensino Superior.  de  criação  de  novos  cursos  de  graduação,  bem  como  seus  Tomada de decisão para a ampliação dos Cursos Superiores de respectivos  Projetos  Pedagógicos,  submetendo‐os  à  Tecnologia,  considerando  o  apelo  regional  para  os  cursos  de apreciação dos órgãos colegiados superiores.  curta duração com investimento da formação continuada.   Levantamento das demandas regionais para o ensino superior. Constituir grupos de trabalho para a elaboração do Projeto  Ampliação dos trabalhos realizados pelo departamento de EaD de Ensino a Distância  da UniABC.  Promover e adequar à atualização de máquinas, programas  Atualização  dos  aplicativos  e  sistema  operacional  de  todos  os e sistemas operacionais  computadores da universidade.   52 
    • Ampliar  a  utilização  das  metodologias  de  cursos  Oferecimento  de  pelo  menos  01  disciplina  por  semestre  a  ser semipresenciais.  cumprida na modalidade EaD em todos os cursos. Desenvolver  material  didático‐pedagógico  para  o  ensino  a  Realizado para cada disciplina disponível.  distância. Oferecer condições para a ampliação do corpo discente com  Não houve criação de novos cursos no ano de 2010. a  criação  de  novos  cursos  e  habilitações  e/ou  modalidades   de ensino. Atingir um crescimento de 10% no número de discentes.  A meta foi atingida. Aprimorar  a  formação  docente,  dando  especial  atenção  Encontros e oficinas de capacitação no início do semestre. para  o  aperfeiçoamento  das  práticas  pedagógicas  Participação  em  Congressos,  seminários  e  outros  encontros necessárias.  científicos no âmbito regional. Aprimorar  os  sistemas  de  gestão  e  acompanhamento  Implantação  de  sistemas  integrados  de  lançamento  de  notas  e acadêmico.  planos de disciplinas.  Criar  e  implementar  políticas  para  a  efetiva  inserção  do  Capacitação e formação continuada do corpo social co palestras corpo social na Universidade.  e seminários. Rever  as  políticas  de  incentivo  à  iniciação  científica  Ampliação  da  participação  discente  em  eventos,  congressos  e direcionando‐as  para  a  produção  de  artigos  e  encontros no âmbito regional e estadual. comunicações.  A  universidade  ainda  não  conseguiu  instituir  um  programa Ampliar o número de publicações.  continuo que atende satisfatoriamente esse aspecto. Ampliar  o  número  de  comunicações  apresentadas  em  Realizado de forma pontual nos cursos. congressos e simpósios. Viabilizar  a  aquisição  do  material  bibliográfico  (livros  e  Revisão  e  atualização  do  acervo  bibliográfico  disponível  na periódicos) para a Biblioteca da UniABC de acordo com o PPI  biblioteca; e  Projetos  Pedagógicos  dos  Cursos  e/ou  Programas  em  Divulgação sobre a política de atualização do acervo, por meio sintonia com a política de expansão do acervo.  de políticas de manutenção e aquisição.  AÇÕES PREVISTAS NO PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC Criar e implantar o Centro de Pesquisa e Pós‐Graduação no  Até  o  momento,  não  foi  registrada  nenhuma  ação  nesse campus situado no município de São Caetano do Sul.  sentido.  Foi realizada a aquisição de diversos títulos no decorrer do ano Ampliar o acervo bibliográfico técnico‐científico.  de 2010.  Aumentar os investimentos institucionais destinados à infra‐ Na  medida  do  possível  a  universidade  busca  investir  em  sua estrutura.  infraestrutura.  Incentivar e apoiar a qualificação docente.  Não realizado.  Estimular  a  criação  de  grupos  de  pesquisa  com  potencial  Em fase de implantação. para aumentar os indicadores de produção científica. 
    • Firmar  parcerias  com  outras  instituições  e/ou  centros  de  Estabelecimento  de  parcerias  com  órgãos  públicos  e  privados pesquisa por meio de projetos partilhados.  da região do grande ABC. Elaborar  Projeto  Pedagógico  para  implantação  de  Em fase de implantação. Programas de Pós‐Graduação Stricto Sens.; Implementar  estratégias  acadêmicas  para  criação  de  Em fase de implantação. Programas de Stricto Sensu. AÇÕES PREVISTAS  NO PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC  Implementação  da  Avaliação  Institucional  contemplando  a Avaliar as atividades de extensão oferecidas pela UniABC.  extensão.  Criar  mecanismos  institucionais  de  controle  e  Elaboração e publicação do Relatório social referente ao ano de monitoramento da extensão universitária.  2010. Criar e manter instrumentos administrativos e de suporte às  Realizado.  atividades de extensão. Realizar  eventos  que  sensibilizem  sobre  a  importância  da  Diversos eventos foram realizados no decorrer do ano letivo de extensão universitária e do Plano Nacional de Extensão.  2010. Promover estratégias para o desenvolvimento dos trabalhos  Realizado.  de extensão da UniABC. Divulgar, pelos canais de comunicação disponíveis (site, TV, editora,  informativos  internos),  as  atividades  de  extensão  Não realizado. programadas no âmbito da UniABC.  Oferecimento  de  diversos  cursos  de  extensão  à  comunidade Consolidar o Programa de Extensão da UniABC.  acadêmica interna e externa. Firmar  parcerias  com  órgãos  e  instituições,  privadas  e  Estabelecimento  de  novas  parcerias  e  convênios  com  diversas públicas, em áreas de interesse.  empresas públicas e privadas.   Vide relatórios parciais da CPA. Oferecer cursos de curta duração voltados às  necessidades  Inauguração da Universidade da Maturidade. da comunidade da região do Grande ABC.  Implantação de diversos cursos de extensão de pós‐graduação.  Promover  atividades  socioculturais  e  desportivas  para  a  Realizado. comunidade. Definir  ações  e  meios  para  incentivar  a  comunidade universitária  a  promover  atividades  de  extensão  em  seus  Realizado. respectivos cursos. Apoiar  as  coordenações  dos  cursos  em  ações socioeducativas que tenham como objetivo o envolvimento  Realizado. do aluno com os problemas em sua comunidade. Criar  link  específico  no  site  institucional  com  informações  Realizado. sobre extensão universitária.  54 
    • Contatar  egressos  para  identificar  as  necessidades  Realizado.  formativas. Utilizar  os  recursos  do  EAD  para  promover  atividades  de  Não realizado. extensão de educação continuada. Ampliar os projetos de extensão em 2% ao ano.  Meta atingida.  Realizar visitas às empresas, órgãos e instituições.  Realizado. Identificar  as  necessidades  dessas  empresas,  órgãos  e  Realizado. instituições; Alocar acadêmicos em postos de estágio.  Realizado. Implantar programa de educação executivo‐empresarial.  Não realizado. Acompanhar o processo de estágio extracurricular.  Realizado.  Criar  condições  para  implementação  de  atividades  de  Realizado. extensão nos Projetos Pedagógicos das Licenciaturas; Apoiar as atividades de extensão que apresentem atividades relacionadas  à  capacitação  de  profissionais  do  Ensino  Realizado. Fundamental e Médio. Divulgar  as  informações  disponíveis  sobre  Programas  de  Realizado. Educação Continuada da UniABC e de outras instituições. Incentivar  as  entidades  governamentais  e  de  classe  na promoção  dos  cursos  de  formação  e  de  educação  Realizado. continuada  que  contribuam  para  o  desenvolvimento regional.  Ações pontuais realizadas pela UniABC relacionadas a dimensão II. Projeto  pedagógico  acessível  aos  alunos  –  feito  encaminhamento  para  os  representantes  de  sala  e  para  a  reitoria  de  uma versão resumida. (Comunicação Social); PPC de História à espera de avaliação da reitoria para plena divulgação e proposta de discussão com os representantes sobre os pontos frágeis do PPC; Por meio do projeto interdisciplinar de Ciências Contábeis, os alunos estão se relacionando com os fundamentos do PPC, na prática; Reformulação do PPC e da Matriz Curricular do curso de Educação Física; Atualização do PPC do curso de Matemática; Atualização do PPC do curso de Direito; Dvulgação do PPC de Letras para os alunos pelos epresentantes de sala; Atualização e revisão do PPC de Recursos Humanos; 
    • Reestruturação do Núcleo de Prática Jurídica e proposta de criaçao de forum experimental (com práticas simuladas); Implantação de Agência Experimental de Comunicação Social junto ao Estúdio de TV. Contratação de estagiário para atender a demanda da Agência; Mesmo com a aprovação de 64%, será proposta discussão com representantes para avaliar melhor articulação; Projeto  interdisciplinar  do  curso  de  Ciências  Contábeis,  em  fase  de  encerramento  do  semestre,  disponível  a  todos  os professores, para o fechamento das médias que deve ser interdisciplinar; Melhorou no curso de Pedagogia (registrado no PPC), sendo que apenas um comoponente curricular não está contemplando; Discussão em reunião de colegiado para melhorar a interdisciplinaridade no curso de Recursos Humanos; Criação do novo sistema de avaliação dos alunos; Realização de atividades práticas e técnincas em abundância para facilitar o processo ensino‐aprendizagem do curso de Gestão Ambiental; Implantação do novo processo de Avaliação de ensino‐aprendizagem no ambito institucional (ACG, APC e ACE).     2.3. Dimensão III ‐ Responsabilidade Social da Universidade Grupo de indicadores   Fontes de consultas  1. Desenvolvimento de eventos temáticos Interdisciplinares.  2. Desenvolvimento de ações de Interação Ensino, Serviços e Comunidade.  CPA e Relatório social do ano de  2010.  3. Desenvolvimento  ações  ou  projetos  direcionados  a  segmentos  específicos da sociedade. (maturidade).  2.3.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. A  Universidade  do  Grande  ABC  possui  infraestrutura  adequada  aos  portadores  de  necessidades especiais. Há elevadores e rampas de acesso emborrachadas nos blocos B e C e elevadores no bloco A. Todos  os  blocos  estão  equipados  com  banheiros  adaptados  e  há  vagas  reservadas  para  esse  fim  no estacionamento.  Há  telefone  público  para  os  portadores  de  necessidades  especiais  e  um  computador  56 
    • para portadores de necessidades visuais, na Biblioteca. A Universidade conta, ainda, com profissionais especializados em LIBRAS, para portadores de deficiência auditiva e visual. As Clínicas de Fisioterapia, Nutrição, Psicologia e Enfermagem fazem atendimentos a pacientes oriundos da comunidade externa, além de a Universidade promover ações voltadas à comunidade localizada em seu entorno. No que tange à inclusão digital, percebe‐se esta preocupação institucional no PDI, quando descreve as intenções de expandir a biblioteca:   “Como parte desta política, a Universidade colocará mais terminais de Internet, sistemas de multimídia de  consulta do acervo na biblioteca, consulta do acervo, via internet, reservas de quaisquer componentes do  acervo,  via  Internet,  sistemas  de  controle  de  acesso  e  consulta  ao  acervo,  mais  eficazes,  terminais  de  consulta  ao  acervo  da  biblioteca,  revigoração  da  videoteca  e  cd‐teca,  como,  por  exemplo,  formas  de  reproduções  digitais  e  em  número  suficiente  para  os  usuários,  consultas  dos  periódicos,  revistas,  artigos,  monografias via sistema multimídia e Internet, apoio tático e logístico aos pesquisadores da UniABC, entre  outros.  (...)  O  aspecto  mais  relevante  desta  expansão  está  relacionado  às  novas  tecnologias,  tais  como  Internet  e  multimídia,  que  trarão  aspectos  de  modernização  da  Biblioteca  e  eficiência  à  pesquisa  bibliográfica dos usuários.” PDI 2007‐2011. Verificamos  que,  em  relação  às  propostas  do  PDI,  a  biblioteca  continua  não  dispondo  de  formas  de reprodução digital e de consultas de periódicos, revistas, artigos e monografias, via multimídia, porém, novas  formas  de  consultas  ao  acervo  foram  implementadas  pela  universidade  via  sistemas  integrados para discentes e docentes. Merece destaque, ainda, neste quesito de inclusão digital, a implementação que a UniABC tem feito nas matrizes curriculares de todos os cursos oferecendo pelo menos 01 disciplina na modalidade EAD. A  preocupação  com  a  formação  dos  alunos  está  expressa  com  clareza  nas  diretrizes  do  PDI  e  dos Projetos Pedagógicos de cursos, bem como o que se espera do egresso: O fortalecimento interno para a Pesquisa passou a ser preocupação da Universidade a partir de 2005. Linhas de pesquisa foram criadas nas áreas de Ciências Saúde, Ciências Exatas e Ciências Humanas e os projetos  são  desenvolvidos  por  docentes  e  discentes.  No  ano  de  2009,  a  Universidade  desenvolveu  e desenvolve  os  seguintes  projetos  cujo  escopo  principal  foi  beneficiar  diretamente  a  comunidade acadêmica e regional. O  Plano  de  Desenvolvimento  Institucional  da  UniABC  enfatiza,  ao  tratar  da  Política  de  Vivência Universitária,  o  objetivo  de  “ampliar  as  oportunidades  oferecidas  aos  discentes  pela  experiência 
    • universitária, em termos não somente de formação acadêmica, mas também de sociabilidade e prática da cidadania”. O estabelecimento de parcerias também é contemplado no PDI. Ações conjuntas com o poder público local;  a  comunidade  e  entidades  civis  auxiliariam  “as  ações  do  poder  local  em  seus  mais  diversos programas  que  apresentem  aderência  aos  campos  de  conhecimento  desenvolvidos  na  Universidade” (...) “O conjunto das parcerias caracteriza parte da feição mais generosa da Universidade: seu conjunto de ações de extensão”. Visando  a  contemplar  suas  prerrogativas  e  legitimar‐se  como  instituição  geradora  e  disseminadora  de conhecimento  a  Universidade  destina  parte  de  seus  equipamentos  ao  atendimento  da  comunidade como:   1. Clínica de Enfermagem ‐ Localizada à Av. Pedro Américo, 850, na Vila Homero Thon, em Santo  André,  com  telefone:  (11)  4458.2578  e  funcionamento  de  segunda  à  sexta‐feira,  proporciona  serviços  relacionados  a  acupuntura,  balanceamento  muscular,  reflexologia,  saúde  da  mulher,  doenças respiratórias, saúde mental, ioga e ginástica cerebral.   2. Clínica  de  Psicologia  ‐  Localizada  no  mesmo  espaço  da  Clínica  de  Enfermagem.  Esse  espaço  oferece  serviços  de  terapia,  orientação  vocacional,  psicoterapia  infantil/adulto,  orientação  a  pais e a grupos de adolescentes, psicomotricidade e triagem em grupo, à comunidade em geral.  3. A  Clínica‐Escola  de  Psicologia  ‐  Localizada  na  Rua  das  Caneleiras,  387,  no  Bairro  Jardim,  em  Santo André – SP com telefone (11) 4427‐7841 ou 4994‐3761, com funcionamento de segunda à  sexta‐feira das 14h às 21h. Na clínica, são oferecidos atendimentos de avaliação psicológica e de  psicoterapia  individuais  ou  em  grupos  para  crianças,  adolescentes  e  adultos  e  promoção  de  grupos de apoio terapêutico à comunidade em geral.    4. Brinquedoteca:  atividade  extracurricular  que  prevê  a  utilização  do  espaço  de  brinquedotecas  como  instrumento  de  prevenção  e/ou  desenvolvimento  de  habilidades  cognitivas,  sociais  e  emocionais. Em 2003, o projeto beneficiou 150 crianças, 40 pais de alunos e 37 professores da  rede pública de ensino.  5. Clínica de Fisioterapia: Localizada no mesmo endereço das Clínicas de Enfermagem e Psicologia,  com  atendimento  de  segunda  à  sexta‐feira,  das  7h30m  às  11h30  e  das  13h  às  17h.  A  Clínica  conta com Cinesioterapia, equipamentos de eletroterapia, hidroterapia, turbilhão, parafina etc.  e  banheiros  adaptados.  O  atendimento  à  população  é  garantido,  ainda,  por  uma  Sala  de  Neurologia, que atende, especialmente, pessoas com AVC (acidente vascular cerebral), crianças  58 
    • com  paralisia  cerebral  e  acidentados  automobilísticos.  Outros  distúrbios  que  podem  ser  tratados na clínica: problemas ortopédicos e de coluna, lombalgia etc.   6. Clínica de Nutrição ‐ Mais uma Clínica localizada no endereço das de Enfermagem, Psicologia e  Fisioterapia,  com  atendimento  de  segunda  à  sexta‐feira,  das  7h30  às  11h30  e  das  13h  às  17h  (tel:  4458‐2578  /  4458‐2572).  Os  serviços  prestados  à  comunidade  são:  diagnósticos  alimentares,  acompanhamentos  a  pessoas  com  necessidades  especiais  alimentares  como:  pessoas  portadoras  de  diabetes,  colesterol,  triglicérides,  hipertensos,  obesos,  quem  sofre  de  desnutrição  e  doenças  cardiovasculares  ou  do  aparelho  digestivo  e  atletas  em  fase  de  treinamento e competição  7. Hospital Veterinário ‐ Localizado na Rua Engenheiro Cajado de Lemos, nº 311, Bairro Cerâmico,  em São Caetano do Sul, telefone (11) 4221‐1823 e 4221‐8607, com horário de atendimento de  segunda  à  sexta‐  feira,  das  7h  às  17h30  e  sábados,  das  8h  às  12h.  No  referido  Hospital  são  oferecidos à comunidade atendimentos clínicos, em geral, de felinos, caninos, equinos, bovinos  e animais silvestres. Por exigência do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de  São Paulo (CRMV‐SP) o valor da consulta é de R$ 30,00. Exames e medicamentos são cobrados à  parte.  8. Escritório de Assistência Judiciária – EAJ ‐ Localizado na Av. Pedro Américo, 850, Vila Homero  Thon, em Santo André, com horário de atendimento de segunda à sexta‐feira, das 13h às 16h e  telefone  4458‐2583.  Os  serviços  prestados  à  comunidade  são  processos  que  envolvam  a  área  cível  (alimentos,  separação,  divórcio,  adoção,  união  e  dissolução  de  união  estável,  reconhecimento  de  paternidade,  regulamentação  de  visitas,  termo  de  guarda  e  responsabilidade,  tutela,  curatela,  retificação  de  registro  cível,  alvará  de  pequenos  valores)  e  criminal (Lei 9099/95). Todos os casos são acompanhados até a sua conclusão. O atendimento é  voltado  para  pessoas  com  renda  familiar  de  até  três  salários  mínimos  e  sem  imóvel  próprio  e  que residam nos municípios de Santo André e Mauá.   9. Setor de Conciliação das Varas de Família da Comarca de Santo André – Foi inaugurada no dia  24/02/2011,  em  parceria  entre  o  Tribunal  de  Justiça  do  Estado  de  São  Paulo,  Ordem  dos  Advogados do Brasil e Ministério Público.  Além  dos  equipamentos  destinados  ao  atendimento  discente,  docentes,  colaboradores  e  comunidade externa,  a  Universidade  apóia  ações  afirmativas  de  inclusão  social  como  Programa  FIES,  PROUNI, Programa  Jovens  Acolhedores,  Programa  Escola  da  Família  e  oferece  bolsas  de  estudos  aos  seus colaboradores, parceiros, egressos, discentes, docentes e pessoas envolvidas diretamente em projetos 
    • da Universidade. Como esses programas a UniABC, beneficiou quase 10.000 alunos nos últimos 3 anos, incluindo 2010. De  acordo  com  o  PDI,  item  2.5.6.  “Políticas  de  Estágio,  Prática  Profissional  e  Atividades Complementares”: a prática no processo de formação acadêmica é fundamental para a consolidação de uma  aprendizagem  baseada  no  contexto  real,  concreto,  no  qual  o  egresso  atuará.  Sendo  assim,  a estrutura curricular dos cursos oferecidos na Universidade deve propiciar o espaço para que o discente tenha possibilidades de vivenciar momentos de prática profissional e atividades ligadas ao contexto da profissão. No  entanto,  entende‐se  que  o  estágio  curricular  deve  ocorrer  em  um  momento  do  processo  de formação  que  caracterize  um  mínimo  de  amadurecimento  pré‐profissional,  pois  uma  iniciação antecipada pode concorrer para o não aproveitamento da oportunidade, além de incentivar a utilização de recursos humanos sem o compromisso empregatício. Nesse sentido, esta Comissão buscou analisar os  indicadores  institucionais  que  legitimam  o  discurso  institucional  e  preconizam  o  estágio  como norteador  do  contexto  na  futura  atuação  profissional.  Para  tanto,  analisamos  todos  os  projetos  de cursos oferecidos na Universidade e constatamos que todos os projetos versam em seu corpo sobre as práticas  voltadas  para  o  estágio  supervisionado.  Sendo  assim,  a  descrição  de  algumas  instâncias institucionais que buscam alinhar a oferta da Universidade à demanda regional. No  que  diz  respeito  às  oportunidades  de  oferta  e  consecução  de  parcerias  e  encaminhamento  de alunos, existem alguns setores e serviços diretamente ligados à Pró‐Reitoria Comunitária, como: setor de  supervisão  de  estágio,  onde  são  assinados  contratos  e  parcerias  com  empresas  e  instituições concedentes de estágios; setor de divulgação de vagas e oportunidades de estágio. Ao  contemplar  a  vigência  dos  estágios  na  Universidade,  percebemos  a  ampla  aplicação  do  que  está disposto no PDI. A pretensão da UniABC é manter os atuais serviços e setores para estágios de alunos, agregando  outros  espaços  e  implementando  outras  ações  de  parcerias.  Uma  dessas  ações  é  a disponibilização  das  vagas  e  oportunidades  na  home  page  da  Universidade  para  o  acesso  dos  alunos. Vide site institucional no link http://www.uniabc.br/site/empregabilidade. Uma parte dos discentes é encaminhada para instituições públicas para realizar seus estágios (no caso dos alunos da área da Saúde e dos cursos de licenciatura). Cursos de licenciatura podem utilizar parte dos  estágios  como  trabalho  voluntário  realizado  no  PREUNIV,  Instituto  de  Educação  Popular,  mantido pela Prefeitura de Santo André.   60 
    • A  Universidade  conta  ainda  com  o  Núcleo  de  Estágios,  o  qual  objetiva  ser  uma  ponte  entre  as solicitações  de  vagas  das  empresas  da  região  possibilitando,  assim,  o  encaminhamento  de  alunos  dos diversos cursos da Universidade. No  Núcleo  de  Estágios,  os  alunos  têm  à  disposição  computadores,  por  meio  dos  quais  podem encaminhar seus currículos e ter atendimento personalizado. No  mural  do  Núcleo  de  Estágios,  as  ofertas  de  estágios  e  empregos  são  afixadas  e  podem  ser consultadas por todos os alunos, podendo ser feita, ainda, a consulta aos periódicos e classificados de empregos.  Por  meio  de  parcerias  com  o  setor  privado,  busca‐se  melhorar  o  nível  técnico  dos profissionais da região. A  UniABC,  Universidade  do  Grande  ABC,  exercita  sua  face  mais  generosa  por  meio  da  viabilização  do retorno  à  comunidade  de  suas  ações  de  ensino  e  pesquisa  por  meio  de  uma  Política  de  Atividades Comunitárias.  Para  o  público  externo,  esse  retorno  ocorre  em  função  de  uma  série  de  convênios  e parcerias  institucionais  estruturadas  em  um  denso  conjunto  de  programas  e  subprogramas  de  ações compartilhadas. Para  a  comunidade  interna,  além  da  efetiva  possibilidade  de  participar  ativamente  na  concepção, implantação  e  desenvolvimento  destes  programas  e  subprogramas,  criam‐se  condições  de  contribuir com  oportunidades  de  extensão  aos  docentes  e  discentes,  a  Universidade  oferece  um  conjunto  de facilitadores para acesso e permanência de seu alunado. O  tema  de  responsabilidade  social  também  está  incorporado  nas  diferentes  atividades  do  ensino,  da pesquisa  e  da  extensão  da  Universidade,  o  que  pode  ser  constatado  por  meio  de  componentes curriculares  específicos;  alguns  cursos  dentro  da  Instituição  possuem  em  suas  matrizes  curriculares disciplinas  relacionadas  à  Ética.  O  curso  de  Direito  possui  Ética  Geral  e  Profissional  I  e  II  e  Bioética;  o curso de Pedagogia contém em sua matriz curricular, as disciplinas: Ética e Educação e Aspectos Ético‐político‐  educacionais  da  Integração  da  Pessoa  com  Necessidades  Especiais;  Ciências  Contábeis  possui na  sua  matriz  Ética  Profissional  e  o  curso  de  Administração  Geral  possui  Filosofia  e  Ética  Profissional; Fisioterapia,  por  sua  vez,  possui  a  disciplina  Ética  e  Deontologia;  Nutrição  possui  Ética  e  Legislação Profissional;  finalmente,  Psicologia  contém  em  sua  estrutura  curricular  a  disciplina  Ética  Profissional; seminários e encontros que versam sobre o Impacto ambiental, Responsabilidade social, Saúde coletiva, exposições  e  feiras  temáticas;  cursos  de  capacitação  para  docentes,  coordenadores  e  colaboradores, como:  palestras  especializadas,  cursos  de  capacitação  de  gestores,  reuniões  perenes  entre departamentos, entre outros. 
    • No confronto do PDI com as atividades de Extensão oferecidas pela Universidade, percebemos que há coerência entre o que é proposto e o que é realizado no âmbito institucional, porém há de se considerar que ainda a UniABC necessita de promover um olhar mais apurado sobre este aspecto devido a pouca produção cientifica, bem  e envolvimento de discentes e docentes nesse aspecto. Tabela 11: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão III. AÇÕES PREVISTAS no PDI   AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC Criar eventos com a finalidade de divulgar os talentos da comunidade universitária;  Realizado parcialmente.  Revitalizar o grupo de teatro da UniABC;  Não realizado.   Revitalizar o coral da UniABC;  Realizado. Criar espaços de exposição de artes plásticas para as comunidades interna e externa;  Realizado.    Publicar coletâneas ou obras individuais com a produção artística da comunidade  Não realizado. interna; Criar e instituir campeonatos esportivos envolvendo o corpo discente;  Realizado. Criar e instituir programa de ginástica laboral para os funcionários;  Realizado.   Incentivar  a  participação  dos  alunos  em  torneios  esportivos  regionais,  nacionais  e  Não realizado. internacionais.       2.4. Dimensão IV – Comunicação com a Sociedade Grupo de indicadores  Fontes de consultas  1. Mecanismos comunicacionais utilizados para interagir com a  comunidade acadêmica.  2. Instâncias específicas que promovem a livre expressão dos  discentes, docentes e técnico administrativos.  CPA, PDI, PPI e Relatório Social de 2010.  3. Parcerias/intercâmbios e diálogo com o ambiente externo.  4. Inserção da comunidade regional na esfera acadêmica.    62 
    •  2.4.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. A avaliação deste quesito tem como objetivo analisar a Instituição nos diferentes aspectos da Dimensão 4, propostos pelo SINAES, ou seja, comunicação interna e externa da Universidade e sua importância na construção  de  sua  imagem  na  região  do  ABC  Paulista.  Para  tanto,  partiu‐se  do  princípio  de  que  toda  instituição  produtora  de  conhecimento  acadêmico e científico tem por obrigação criar  e  manter  canais  de  diálogos  com  seus  parceiros,  colaboradores,  professores  e  discentes.   Considerando  os  princípios  pedagógicos  delineados  no  Projeto  Pedagógico  Institucional  (PPI)  da  Universidade  que  destaca  a  importância  da  articulação  da  rede  local  para  legitimação  e  consolidação  de  um  polo  disseminador  de  conhecimento,  e  para  assegurar  essa  condição,  a  UniABC  tem  colocado como exigência, dentro das políticas  institucionais,  a  criação,  manutenção  de  canais  e  fluxos  de  comunicação  com  a comunidade acadêmica e regional. Essa  iniciativa  tem  como  objetivo  privilegiar  a  gestão participativa  da  comunicação.  Nestes  momentos,  os produtores,  emissores  e  receptores  das  informações  são claramente  definidos,  vislumbrando  demonstrar eficiência, credibilidade e dialogicidade com o público alvo de cada segmento, com os quais a Universidade interage.  Como  mencionado  nas  considerações  iniciais,  a  UniABC privilegia  a  comunicação  interna  entre  as  instâncias 
    • superiores, colaboradores e comunidade, buscando fortalecer um ambiente democrático e participativo na  instituição.  Para  tanto,  maximiza  os  canais  criados  e  disponibilizados  à  comunidade  acadêmica  e funcional da Instituição: O  site  oficial  institucional  é  www.uniabc.br,  mecanismo  criado  para  que  discentes,  docentes, comunidade  e  colaboradores  possam  realizar  consultas,  lançar  dados,  acessar  comunicados  gerais  da Universidade,  ter  acesso  a  eventos,  entre  outras  possibilidades.  Nesse  espaço,  a  UniABC  procura desenvolver  mecanismos  de  interatividade  com  a  sociedade  por  meio  da  divulgação  de  estágios,  da formação  de  grupos  de  estudos,  do  ensino  à  distância  e  da  divulgação  de  livros  publicados  pela Instituição,  possibilitando  o  aprofundamento  das  relações  e  estabelecendo  um  canal  efetivo  de comunicação  nas  mais  diversas  áreas  do  conhecimento  humano.  Através  do  site,  as  comunidades acadêmicas,  interna  e  externa  mantêm‐se  informadas  a  respeito  dos  serviços  oferecidos  pela Universidade, bem como a respeito da realização de eventos, semanas de cursos, palestras, workshops, entre outros. Para reforçar o fluxo de informações, a UniABC conta também, com os murais informativos instalados nas  salas‐de‐aula,  nas  Coordenações  de  cada  curso,  nos  halls  dos  elevadores  e  em  diversas dependências do campus. Esses murais têm como finalidade socializar todas as informações pertinentes ao alunado, docentes e comunidade, servindo como propagadores de informações.  Além dos murais supracitados, a UniABC conta também com  diversas ações internas de comunicação, acompanhadas  e  avalizadas  pelo  departamento  de  Marketing  e  Publicidade,  essas  ações    tangenciam informes  gerais,  divulgação  interna  de  eventos  e  semanas  de  cursos,  por  vezes  envolvendo Coordenadores, docentes e discentes da Universidade. Outros  canais  que  a  UniABC  utiliza  para  semear  conhecimento,  divulgar  a  informação  e  integrar  a comunicação de forma horizontal e vertical são os periódicos NOTÍCIAS DO CAMPUS e TALENTOS que existem há dois anos, o primeiro, sendo publicado quinzenalmente, tem como função a divulgação de ações  institucionais,  palestras,  fóruns,  colóquios,  congressos  e  cursos  para  toda  a  comunidade acadêmica,  comunidade  local  e  colaboradores  e  o    TALENTOS  UniABC,  publicado  mensalmente  e distribuído  no  campus  da  Universidade,  o  qual  tem  o  intuito  de  disseminar  a  produção  artística  e cultural  realizadas  pelos  discentes,  servindo  como  excelente  canal  de  comunicação  com  a  rede  de parcerias que a UniABC estabeleceu ao longo de sua história. Além  do  site,  murais  e  periódicos,  a  UniABC  possui,  ainda,  uma  concessão  de  canal  de  televisão  que pode ser sintonizada no canal 18 do sistema de TV a cabo denominada TV Universitária – TV UNIABC e abrange  toda  a  região  do  ABC  Paulista  que,  segundo  o  IBGE,  é  composta  por  aproximadamente  64 
    • 2.500.000 habitantes. A programação veiculada nesse meio é o resultado de oficinas práticas realizadas com  alunos  das  faculdades  de  Comunicação  Social  e  Propaganda  e  Marketing,  sob  a  supervisão  dos docentes da Universidade, para garantir a qualidade contínua das peças, entrevistas, filmes, vinhetas e programas veiculados. O projeto da TV UniABC foi desenvolvido em 2004 e sua criação efetiva ocorreu em abril desse mesmo ano. Nesta data, a UniABC recebeu da Canbrás (atual NET) a concessão de uma frequência para transmissão do Canal Universitário. No dia 28 de outubro de 2004, foi inaugurada a TV UniABC / CNU‐ABC Canal Universitário do ABC.  O  objetivo  da  TV  UniABC  é  produzir  programas  que  promovam  educação,  pesquisa  e  extensão  para alunos  e  comunidade  em  geral.  Sua  programação  visa  ao  desenvolvimento  do  discente  nos  aspectos técnicos  e  de  construção  de  conhecimento,  buscando  prepará‐lo  para  o  exercício  da  cidadania  e desenvolver‐lhe  criticidade  profissional,  além  de  beneficiar  diretamente  a  comunidade  local  com programação  específica  para  a  região.  Cumprindo  as  diretrizes  estabelecidas  no  PDI,  o  alcance  da  TV UniABC é regional; a programação é veiculada por meio do Canal 18 da Operadora NET que comercializa TV  a  cabo  no  ABC  e  conta  com  aproximadamente  200  mil  assinantes  na  região,  abrangendo  os municípios  de  Santo  André,  São  Bernardo  do  Campo,  São  Caetano  do  Sul,  Diadema,  Mauá  e  Ribeirão Pires.  A Universidade conta, ainda, com o Núcleo de Estágios, que funciona de segunda à sexta‐feira, das 8h às 21h45 e, aos sábados, das 9h15 às 13h (tel: 4991‐9803 / 4991‐9847) e tem a função de canalizar toda a rotina e documentação exigida para o cumprimento dos estágios curriculares de cada um dos cursos da Universidade. A IES possui o Banco de Estágios, que mantém contato direto com as empresas da região do ABC e de São Paulo, funcionando como polo de divulgação das oportunidades de estágio e vagas de colocação  concreta  para  os  alunos  de  todos  os  semestres  da  Universidade.  Seguem  algumas  ações desenvolvidas por esses departamentos.  1. Murais:  os  do  Núcleo  de  Estágio  estão  organizados  por  áreas  de  atuação  e  o  aluno  pode  consultar uma média de 60 vagas nas áreas de Exatas, Humanas e Sociais e Saúde e Biológicas,  renovadas constantemente.  2. Jornais de Empregos: disponibilizados semanalmente aos alunos com, por exemplo, os cadernos  de  empregos  dos  principais  jornais  do  ABC  e  de  São  Paulo,  além  do  Jornal  dos  Concursos  e  suplementos especiais sobre profissões.  3. Terminais de computadores: por meio dos quais os alunos podem enviar currículos ou efetuar  cadastros em empresas, utilizando‐se dos computadores no local do Núcleo de Estágios. 
    • 4. Vagas de emprego no Núcleo de Estágios: os alunos, em sua grande maioria, vão ao Núcleo em  busca de estágios, porém, segundo os colaboradores desse departamento, tornou‐se comum a  procura  por  vagas  de  emprego,  sendo  assim,  o  Núcleo  também  atende  a  essa  demanda,  publicando, semanalmente, vagas em diversas áreas, algumas delas que não exigem experiência  profissional.   5. Colocação para ex‐alunos: muitos empresários da região entram em contato com o Núcleo de  Estágios para pedir indicação de ex‐alunos, ou seja, de profissionais já graduados que ainda não  conseguiram uma colocação no mercado.  6. A  função  de  atendimento  aos  alunos  e  encaminhamento  de  reclamações  ou  sugestões:  tem  sido realizada junto às Coordenações de cada curso oferecido na Universidade e as demandas  enviadas às áreas competentes por meio da Diretoria Acadêmica para as devidas providências.   7. Os  mecanismos  de  comunicação  existentes  na  Universidade  e  que  se  encontram  em  funcionamento: foram analisados, mas coom relação àqueles que ainda não foram implantados,  por  razões  que  fogem  ao  escopo  dessa  avaliação,  serão  devidamente  mencionados  ao  final  desta Dimensão, em fragilidades e potencialidades.  8. Ouvidoria:  Em  atenção  às  exigências  legais  propostas  às  instituições  de  ensino  superior  e  à  crescente  necessidade  de  aproximar  as  instâncias  institucionais,  a  UniABC    implantou  sua  Ouvidoria – disponível no site institucional ‐ onde a qualquer momento discentes podem realizar  suas críticas, elogios, denúncias ou sugestões de melhorias. A Comunicação Externa da UniABC tem por objetivo difundir informações de interesse público sobre a filosofia, as políticas e práticas da Universidade, enfatizando aspectos como missão, valores e objetivos, colaborando para a construção da imagem e identidade da Instituição no ABC Paulista. As  ações  de  comunicação  destinadas  ao  público  externo  são  empreendidas  pelos  departamentos específicos  da  Universidade  como  Marketing  e  Assessoria  de  Imprensa.  Esses  departamentos  estão vinculados  à  Reitoria  da  Universidade,  cuja  atribuição  principal  é  estruturar  modalidades  de comunicação  institucional  interna  e  externa,  utilizando  diversas  técnicas:  escritas,  orais,  audiovisuais, eletrônicas e murais, vislumbrando favorecer a visibilidade da Universidade. Em  consonância  às  técnicas  empregadas,  os  instrumentos  de  comunicação  externa  também  são bastante diversificados, utilizando‐se de diferentes mídias como: sites, comerciais, anúncios, periódicos, revistas, tablóides, murais, entre outras. A UniABC, ao longo de sua história, tem buscado validar seu discurso enquanto instituição produtora de conhecimento em ações concretas e legítimas junto à sociedade do Grande ABC Paulista. Tal senso de  66 
    • responsabilidade  tem  como  parâmetro  seu  Plano  de  Desenvolvimento  Institucional  que  enfatiza,  ao tratar  da  Política  de  Vivência  Universitária,  que  objetiva  “ampliar  as  oportunidades  oferecidas  aos discentes pela experiência universitária, em termos não somente de formação acadêmica, mas também de sociabilidade e prática da cidadania”. Destarte propõe a implantação de:   programa de Práticas de Cidadania;    programa de Estímulo à Atividade Esportiva;   programa de Participação Discente no Aperfeiçoamento da Universidade. Com  base  nessas  diretrizes,  pode‐se  afirmar  que  a  Universidade  tem  pautado  suas  ações  em responsabilidade social e, para legitimar esse posicionamento empresarial, desenvolve projetos visando a  beneficiar  diretamente  a  comunidade  local,  na  qual  está  inserida,  promovendo  importantes transformações nos aspectos econômicos e sociais da região.  A  UniABC  entende  que  estabelecer  uma  rede  de  parcerias  não  basta  para  divulgar  e  consolidar  sua imagem  institucional  enquanto  entidade  geradora  de  conhecimento  e  transformação  social.  Sendo assim, definiu como critério que cada parceiro legalmente constituído poderia solicitar a concessão de descontos de até 35% sobre o valor do curso pleiteado pelo seu funcionário, desde que esse comprove o fato de ser funcionários, associados, sindicalizados ou cooperados de algumas das entidades / empresas conveniadas. Atualmente, a Universidade conta com aproximadamente 300 parceiros. A  Universidade  recebeu,  pelo  terceiro  ano  consecutivo,  o  prêmio  Top  of  Mind  na  categoria  marca  de Universidade mais lembrada na região do Grande ABC. Esse prêmio criado pelo Diário do Grande ABC (DGABC) expressa o resultado de uma pesquisa realizada nas sete cidades do Grande ABC.  Em  pesquisa  realizada  pela  comissão  em  2010,  junto  aos  parceiros  institucionais  no  processo  de autoavaliação  foi  perguntado  aos  parceiros  institucionais:  qual  a  representatividade  da  Universidade para  região  do  ABC  Paulista,  e  obtivemos  a  seguinte  resposta:  54%  das  empresas  consideram  que  a UniABC  apresenta  uma  ótima  representatividade  na  região  do  ABC  Paulista,  38%  consideram  essa representatividade  boa,  e  8%  não  opinaram.  Sendo  assim,  as  análises  desta  dimensão  evidenciaram  a presença  de  canais  e  sistemas  de  comunicação  instalados  e  sistematizados  no  trato  da  comunicação institucional com seus atores diretos e apontou a existência de espaços que incentivam a comunicação e sua  socialização  no  campus  acadêmico  da  UniABC.  Mostrou  também,  condições  de  infraestrutura tecnológica  que  vêm  sendo  oferecidas  pela  Universidade  para  a  uniformização  da  comunicação,  que apesar dos esforços da Universidade, esses meios e canais de comunicação podem ser melhorados, no 
    • que  tange  à  produção  de  conteúdos  e  divulgação  das  informações  pertinentes  a  ela.    Conforme evidenciado no relatório do Ciclo Avaliativo de 2009.  2.5.  Dimensão V ‐ Políticas de Pessoal Grupo de indicadores  Fontes de consultas  1. Formação e qualificação dos quadros docentes e técnico  administrativos.  2. Estímulo à capacitação e atualização profissional.  3. Dedicação e desempenho na função.  4. Capacidade de adaptação ao cenário regional na oferta de  ensino superior.  5. Política de valorização de atividades docentes na graduação.  CPA, Departamento de Pessoal e PDI  6. Relacionamento funcionário‐professor.  7. Relacionamento funcionário‐estudante.  8. Relacionamento coordenador – professor.  9. Relacionamento dirigentes – quadro de colaboradores.  2.5.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. A política de pessoal da Universidade do Grande ABC insere‐se na preocupação da IES com a excelência acadêmica e está alicerçada na tríade: crescimento pessoal, conhecimento científico e desenvolvimento regional  do  ABC  Paulista,  e,  tendo  como  parâmetro  o  PDI  da  Universidade,  onde  se  encontram  os princípios norteadores das políticas de admissão, carreira, acompanhamento, avaliação, valorização dos colaboradores, bem como condições de trabalho oferecidas pela Universidade, ao quadro de pessoal. Esses  princípios  têm  sido  essenciais  para  o  alcance  das  metas  acadêmico‐administrativas  da Universidade, pois valoriza a importância do contínuo aprimoramento e crescimento dos colaboradores. A  UniABC  vem,  ao  longo  dos  anos,  pautando  investimentos  na  base  organizacional  do  sistema  de recursos  humanos  para  manutenção  e  gerenciamento  de  seu  quadro  de  pessoal,  vislumbrando,  com  68 
    • essa ação, legitimar os objetivos e metas constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no PPI, Projeto de  Política Institucional da Universidade, como  segue: I – Função Política – que possibilite inserir a educação como fator de inovação e mudança na região do Grande ABC; II – Função Ética – que possibilite o desenvolvimento de sua missão, observando e disseminando valores positivos que dignifiquem o homem e a sua vida em sociedade;  III – Função de Transformação Social – voltada para a regionalidade, por meio do comprometimento da comunidade  acadêmica  com  o  desenvolvimento  do  Estado  brasileiro  e,  em  especial,  da  região  do Grande ABC, sua principal área de atuação. Sendo  assim,  as  funções  convergem  para  a  missão  institucional  e  que  está  voltada  para  produzir, organizar e disseminar o conhecimento, de forma a contribuir para o desenvolvimento regional do ABC, sem  abandonar  o  preceito  constitucional  inerente  às  Universidades  da  federação:  indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, atrelados a um bom clima organizacional, como previsto no PPI e PDI da Universidade. Destarte, tomando como base documentos institucionais e relatórios anteriores produzidos por outras Comissões de Avaliação, partimos do pressuposto de que a análise desta dimensão deveria tangenciar os  aspectos  pertinentes  às  funções  do  quadro  geral  de  colaboradores  e  suas  relações  como:  perfil profissiográfico, formação, alocação, plano de carreira e capacitação, entre outros, vislumbrando, com essa análise, produzir uma visão consistente e coerente. O  perfil  do  corpo  docente  da  Universidade  do  Grande  ABC  é  constituído  por:  especialistas,  mestres  e doutores, contratados pelo regime jurídico da Consolidação das Leis do Trabalho, em regime de jornada variável: integral, parcial e horista, respeitando o Decreto Federal nº. 5773/2006 e padrões de qualidade preconizados pelo INEP/MEC. A  UniABC  exige  de  seu  corpo  docente  o  perfil  de  profissionais  capazes  de  transmitir  ao  seu  alunado conhecimentos  que  atendam  às  propostas  dos  cursos  e  sejam  vinculados  à  realidade  social  regional. Para  que  isso  seja  amplamente  eficaz,  são  selecionados  docentes  de  formação  compatível  com  a unidade curricular dentro da qual desenvolverão suas atividades, respeitando o Projeto Pedagógico de cada  Curso  ofertado  na  Instituição,  seja  em  nível  de  Graduação,  Tecnológico,  Especialização,  Pós‐Graduação, Pesquisa ou Extensão. 
    • A Universidade do Grande ABC atende ao pressuposto estabelecido na Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Art. 52), no que tange à titulação de mestres e doutores nos cursos oferecidos pela Instituição. Saliente‐se  que  a  UniABC  mantém  em  sua  política  de  Recursos  Humanos  plano  de  cargos  e  salários, destinado ao quadro de pessoal docente, técnico e administrativo, vislumbrando melhor qualificação de seus colaboradores e atendendo aos parâmetros mínimos estabelecidos por lei, porém esse encontra‐se em  análise  no  Ministério  do  Trabalho  e,  até  o  fechamento  desse  relatório,  ainda  não  havia  se manifestado. Com relação a Publicações e Produções pelo pessoal acadêmico, a UniABC tem priorizado seus esforços em criar fontes permanentes de produção e disseminação de conhecimentos. Para tanto, incentiva seu quadro  de  docentes  a  manterem  atualizado  seu  Curriculum  Lattes,  disponibilizando  equipamentos  – computadores – nas salas dos professores de cada curso, para que estes tenham acesso ao sistema, via Internet.    Concomitantemente,  determinou  que  todas  as  publicações  e  produções  dos  docentes deveriam  constar  de  seus  respectivos  prontuários  para  serem  consideradas  na  evolução  vertical  e horizontal do Plano de Carreira, que será implantado pela Universidade.  Segundo o Plano institucional da UniABC, o corpo docente submete‐se a três regimes de trabalho:  I  ‐  Regime  de  tempo  integral:  classificam‐se  os  docentes  que  disponibilizam  40  (quarenta)  horas semanais à Instituição, sendo até 20 (vinte) horas dedicadas ao ensino e as demais horas dedicadas às atividades  de  gestão,  avaliação,  planejamento,  extensão,  Iniciação  Científica,  ação  social,  pesquisa, supervisão de estágio, orientação de trabalhos de curso, atividades complementares e outras de apoio ao ensino.  II  ‐  Regime  de  tempo  parcial:  classificam‐se  os  decentes  que  disponibilizam  12  (doze)  ou  mais  horas semanais à Instituição, sendo 25 (vinte e cinco) por cento da carga horária dedicada ao extra‐ensino, nos moldes elencados para as atividades dos docentes em regime integral. III  ‐  Regime  horista:  classificam‐se  docentes  com  qualquer  carga  horária  dedicada,  semanalmente,  à Instituição,  exclusivamente  no  ensino  ou  com  carga  horária  de  participação  extra,  em  quantidade insuficiente para enquadrá‐los em regime parcial ou integral. Os  professores  da  Universidade  podem  ser  designados  para  compor  comissões  específicas  ou  para desenvolver  atividades  acadêmicas,  científicas,  de  pesquisa  (presencial  ou  a  distância)  ou administrativas,  ocupando  cargos  em  comissão  para  tais  atividades,  recebendo  salários  mensais  para cargos que exercem, independentemente das aulas que ministrem em cursos.   70 
    • O corpo docente da UniABC é constituído por professores que assumem o compromisso de respeitar os princípios  e  valores  explicitados  no  Estatuto  da  Universidade  e  no  seu  Regimento  Geral,  sendo estruturado de acordo com a qualificação de cada um, nos seguintes níveis de carreira de magistério:  I  ‐  Professor  Nível  I:  é  aquele  que  se  encontra  em  início  de  Carreira  de  Magistério  Superior  da Universidade; II  ‐  Professor  Nível  II  e  III:  são  aqueles  que  se  encontram  nos  níveis  intermediários  entre  o  início  e  o topo da Carreira de Magistério da Universidade; Cada  um  dos  níveis  elencados,  nesta  dimensão,  possui  exigências  mínimas  de  qualificação  e  titulação discriminadas no Plano de Carreira do Magistério da Universidade, que por estar obsoleto, atualmente, passou por reformulação e está sendo avaliado pelo Ministério do Trabalho para sua implantação.  A UniABC tem seu funcionamento das 07h30 às 23h, de segunda à sexta‐feira e, aos sábados, das 7h às 17h.  Deste  modo,  faz‐se  necessária  divisão  em  turnos,  obedecendo  à  carga  horária  de  44  horas semanais de trabalho, conforme legislação trabalhista.  Os  setores  de  apoio  técnico‐administrativo  da  UniABC  são  capacitados  no  âmbito  de  sua  formação  e experiência.  Todos  os  colaboradores  são  contratados  com  a  exigência  mínima  de  formação  no  Ensino Fundamental. Na Biblioteca, há 02 bibliotecárias, sendo uma bibliotecária‐supervisora e os atendentes, todos com formação mínima no Ensino Médio. Essa  característica  do  corpo  técnico‐administrativo  facilita  o  acesso  do  alunado  às  informações pertinentes ao curso e uma maior eficiência da funcionalidade, como um todo, sendo distribuídos nas seguintes  categorias  funcionais:  Administrativo,  Acadêmico‐Administrativo,  Operacional,  os  quais desenvolvem  suas  atividades  em  setores  diferentes  do  campus  da  Universidade,  atuando  junto  às secretarias  dos  diferentes  Centros,  Faculdades,  Pós‐Graduação  e  Reitoria  ou  em  setores  que  realizam assessoria  técnica  de  natureza  acadêmica  que  realizam  atendimento  direto  ao  alunado,  conforme descrito abaixo.  A. Secretaria  Geral:  responsável  pela  vida  acadêmica  do  aluno  (notas  e  faltas),  confecção  e  emissão de documentos.  B. Protocolo:  solicitação  de  documentos,  revisões  que  são  encaminhadas  aos  setores  competentes.  C. Secretaria  da  Coordenação  de  Curso:  suporte  aos  coordenadores  dos  cursos  e  também  atendimento  ao  aluno  para  esclarecimento  de  dúvidas  e  agendamento  do  atendimento  dos  coordenadores. 
    • D. Sala  dos  Professores:  suporte  e  apoio  aos  docentes,  entrega  e  recebimento  de  material  didático.  E. Financeiro: atendimento ao aluno quanto à questão financeira.  F. Biblioteca: atendimento ao aluno na pesquisa bibliográfica, inclusive pela internet; filmoteca e  orientação em trabalhos científico‐acadêmicos.  G. Laboratórios:  composta  por  técnicos  habilitados  a  orientar  alunos  e  professores  em  aulas  práticas, bem como em aulas livres. Preparo de material para as aulas, os quais são solicitados  anteriormente pelo docente. O  corpo  técnico‐administrativo  da  Universidade  é  constituído  de  pessoal  contratado  para  as  funções técnico‐administrativas de cada um dos departamentos, de acordo com as normas da Consolidação das Leis  do  Trabalho  e  da  Entidade  Mantenedora.  No  âmbito  de  suas  competências,  cabe  aos  órgãos  de Administração da Universidade a supervisão das atividades técnico‐administrativas. O Plano de Capacitação do quadro de colaboradores da Instituição procura, na medida da necessidade, contemplar  os  colaboradores  das  áreas  técnico‐administrativas  e  operacional,  pois  considera fundamental  a  qualificação  desses  profissionais  estimulando,  assim,  o  desenvolvimento  de competências,  habilidades  e  atitudes,  contribuindo  para  que  os  colaboradores  aperfeiçoem  seu desempenho ao executar suas atribuições tornando‐se criativos, inovadores e intraempreendedores.   Atendendo ao Plano de Capacitação, a UNIABC procura manter um processo contínuo de avaliação dos colaboradores,  analisando  seu  potencial  para  o  crescimento  profissional.  Este  potencial  é  mensurado considerando os seguintes aspectos: atribuições, conhecimentos, habilidades e atitudes fundamentais ao desenvolvimento profissional compreendendo esses conceitos, conforme descrito.  A. Atribuições: as tarefas principais do cargo, aquelas que são fundamentais, que caracterizam o  cargo  e  formam  sua  razão  de  existir  dentro  da  Universidade.  Tarefa  ou  atribuição  é  o  que  a  pessoa efetivamente faz, executa, opera, realiza.    B. Conhecimentos:  os  conhecimentos  necessários  para  o  desempenho  das  funções  são  aqueles  inseridos  nas  tarefas  e  que  são  facilmente  identificados.  Os  conhecimentos  variam  de  acordo  com as atribuições de cada cargo.  C. Habilidades:  por  habilidades,  são  entendidas  as  facilidades  que  a  pessoa  tem  ou  deveria  ter  para desempenhar determinada tarefa com eficiência.   D. Atitudes: são entendidas  como reações determinadas pela personalidade  de  cada um.  Não se  recomendam que atitudes circunstanciais e facilmente corrigíveis sejam realçadas na avaliação  profissional como, por exemplo, a assiduidade.  72 
    • A  UniABC  tem  possibilitado  condições  concretas  para  o  crescimento  pessoal  e  profissional  dos colaboradores administrativos, conforme já mencionado em relatórios anteriores, com iniciativas como; incentivo ao treinamento no próprio local de trabalho; disponibilização de bolsa‐estudo para cursos de graduação. Por fim, a categoria operacional compreende os cargos ocupados por colaboradores responsáveis pela limpeza,  copa  e  manutenção  da  Universidade  e  sendo  alocados  de  acordo  com  suas  aptidões profissionais e contemplados por todas as políticas de recursos humanos da Instituição.  Os  documentos  oficiais  da  UniABC,  analisados    até  o  presente  momento,  explicitam  as  políticas  de pessoal,  geração  e  divulgação  do  conhecimento,  adotadas  pela  Instituição,  assegurando  o aperfeiçoamento  contínuo  e  oferecendo  condições  para  a  realização  do  trabalho  pelo  seu  quadro  de colaboradores e bem‐estar dos discentes.  Tabela 12: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão V. AÇÕES PREVISTAS no PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC Avaliar  a  estrutura  e  as  formas  de  organização  do  corpo  Reestruturação dos fluxos administrativos de informação. técnico‐administrativo  para  a  alocação  otimizada  de  seus recursos humanos;  Criação da Central Unificada de Atendimento. Rever  critérios  de  contratação  e  de  qualificação  de  pessoal  Realizado. técnico‐administrativo; Elaborar estudo para a consolidação de políticas de gestão de  Realizado e submetido ao Ministério do Trabalho.  recursos humanos; Diagnosticar  e  analisar  o  perfil  do  pessoal  técnico‐ Realizado.  administrativo; Delinear  habilidades  e  competências  necessárias  ao  corpo  Versado no Plano de Cargos e Salários. técnico‐administrativo; Elaborar o plano de carreira do corpo técnico‐administrativo e  Em fase de avaliação. submeter à apreciação dos órgãos superiores; Implantar o plano de carreira do corpo técnico‐administrativo;  Idem.  Adotar  estratégias  de  avaliação  e  desempenho  do  corpo  Em fase de estudo. técnico‐administrativo; Diagnosticar a necessidade de treinamento do corpo técnico‐ Diagnosticado  pela  CPA  na  Avaliação  Institucional  e administrativo;  encaminhado aos dirigentes institucionais. 
    • Sensibilizar os funcionários para a importância e necessidade  Realizado. da qualificação profissional; Elaborar plano de capacitação;  Realizado. Oferecer  cursos  de  capacitação  contínua  e  treinamentos  Realizado. motivacionais; Implantar  o  Programa  de  Avaliação  do  corpo  técnico‐ Realizado por meio da Avaliação Institucional. administrativo; Avaliar e acompanhar os resultados.  Realizado pela CPA.    2.6.  Dimensão VI ‐ Organização e Gestão da Instituição Grupos de indicadores  Indicadores  1. Organização acadêmico‐administrativa (colegiado,  departamentos, comissões e outros).  2. Sistema gerencial e de informação.   3. Política de valorização de atividades docentes na graduação.  4. Capacidade de adaptação institucional à realidade do mercado  de trabalho.  Regimento Geral da Universidade, PDI, PPI,  5. Programas de apoio ao docente e aos discentes.  PPC, Dirigentes institucionais e CPA.  6. Programas de fomento à pesquisa e extensão.  7. Inserção regional da Universidade nos âmbitos políticos e  social.  8. Capacidade  de  estimular  a  comunidade  acadêmica  a  produzir  conhecimento.   2.6.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. A  administração  institucional  é  disciplinada  pelo  Regimento  Geral  da  Instituição  que  regulamenta  o Estatuto  e  disciplina  as  atividades  da  Universidade  do  Grande  ABC  nos  planos:  didático,  pedagógico, científico,  administrativo,  comunitário  e  disciplinar.  A  estrutura  da  Universidade,  a  composição  e  74 
    • competências  dos  Órgãos  de  Administração  Superior  e  da  Administração  Acadêmica  constam  do Estatuto  da  Universidade.  Cada  um  dos  órgãos  da  Administração  pode  ter  regulamento  próprio aprovado nos termos do Estatuto da Universidade e de seu Regimento Geral. Além do Regimento Geral, a Universidade conta ainda com o Plano de Desenvolvimento Institucional e Projeto Político Institucional, cujas diretrizes são utilizadas como parâmetros pelas demais instâncias da comunidade acadêmica para planejar, orientar e coordenar as atividades da Instituição.  A Universidade é regida por legislação própria, descrita em seu Estatuto, pelo Regimento Geral, por atos normativos  internos  e,  no  que  couber,  pelo  Estatuto  da  Entidade  Mantenedora.  Os  casos  omissos  no Regimento  Geral  são  dirimidos  pelo  Conselho  Universitário  ou,  em  caso  de  urgência,  pelo  Reitor,  ad referendum daquele órgão. O Regimento Geral só pode ser alterado ou reformado por decisão de, no mínimo, dois terços dos membros do Conselho Universitário e aprovação da Entidade Mantenedora. As alterações ou reformas são de iniciativa do Reitor, ou mediante proposta fundamentada e encaminhada ao Reitor pela maioria absoluta dos membros do Conselho Universitário. As alterações ou reformas das normas  da  Instituição  têm  aplicação  no  período  acadêmico  iniciado  após  sua  aprovação  ou imediatamente, nos casos que não impliquem em prejuízo da vida escolar do aluno. Os  Órgãos  Colegiados  Superiores  são  o  Conselho  Universitário  (CONSUN)  e  o  Conselho  de  Ensino, Pesquisa  e  Extensão  (CONSEPE).  As  alterações  e  reformas  do  Estatuto  da  Universidade  e  do  seu Regimento  Geral  exigem  maioria  de  2/3  (dois  terços)  de  votos  dos  membros  do  CONSUN,  bem  como aprovação  por  parte  da  Entidade  Mantenedora.  Exigem  maioria  absoluta  de  votos  dos  membros  do CONSUN, ouvido o CONSEPE, as deliberações sobre os seguintes assuntos:  1. criação, incorporação, suspensão ou fechamento de cursos de Graduação ou habilitação, de  Cursos  Sequenciais  e  de  Pós‐Graduação,  ressalvando‐se  o  disposto  no  Estatuto  da  Universidade;  2. criação,  desmembramento,  fusão  e  extinção  de  Centros,  Coordenadorias  de  Cursos  e  Órgãos Complementares;  3. fixação do número de vagas iniciais de cursos novos e alterações de número de vagas dos  existentes;  4. alteração e reforma dos regulamentos dos demais órgãos da Universidade, excetuado o do  Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, que aprova o seu próprio regulamento;  5. alteração e reforma dos anexos do Estatuto da Universidade e do Regimento Geral;  6. aprovação,  alterações  e  reformas  de  Estatutos  e  Regimentos  de  Associações  Estudantis,  quando for o caso; 
    • 7. recesso extraordinário das atividades escolares;  8. conflitos entre integrantes do corpo docente e discente;  9. recursos contra decisões de órgãos internos da Universidade. O Conselho Universitário (CONSUN) e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) reúnem‐se, ordinariamente,  uma  vez  por  semestre;  os  Conselhos  de  Cursos,  duas  vezes  por  semestre,  ou, extraordinariamente, na forma regulamentada. A convocação dos Colegiados é feita mediante edital, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas,  pelo  seu  Presidente,  por  sua  iniciativa,  ou  mediante  requerimento  encaminhado  ao  Presidente por, pelo menos, 1/3 (um terço) de seus componentes, dando‐se, em qualquer dos casos, conhecimento da pauta dos assuntos a serem tratados. Considerando que a universidade é constituída por setores categorizados, como descritos na dimensão anterior, e que os relatórios da Avaliação Institucional têm sido utilizados como instrumento de tomada de  decisão  pelos  diversos  segmentos  da  comunidade  acadêmica  e  administrativa  e  após  análise aprofundada  das  dimensões  no  âmbito  institucional,  entendemos  que  a  UniABC  cumpre  com  os indicadores previstos na dimensão em tela.  Tabela 13: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão VI. AÇÕES PREVISTAS NO PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC Envolver  os  órgãos  de  apoio  acadêmico  para  a  organização  dos  Realizado.  documentos legais específicos de cada setor; Organizar as legislações acadêmicas relativas aos cursos de graduação,  Realizado.  para sua divulgação à comunidade acadêmica; Promover atualização sobre as novas diretrizes para o ensino superior;  Realizado. Promover  reuniões  de  trabalho  com  os  responsáveis  diretos  pelos  Realizado. setores para diagnosticar eventuais problemas e/ou necessidades; Rever normas e procedimentos adotados em cada setor;  Em fase de estruturação.   Consolidar  práticas  diferenciadas  para  a  melhoria  do  atendimento  de cada setor;  Realizado.   Promover  reuniões  de  trabalho  nos  diferentes  níveis  de  gestão  Realizado.  acadêmica para diagnosticar eventuais problemas e necessidades; Consolidar os Planos Estratégicos.  Realizado.      76 
    • 2.7.  Dimensão VII‐ Infraestrutura da Universidade Grupos de indicadores  Fontes de consultas Adequação das diferentes instalações e equipamentos disponíveis no âmbito da universidade; Biblioteca;   CPA,  Documentos  Institucionais, Recursos audiovisuais e equipamentos de informática;  Supervisão de Campus e PDI. Laboratórios de apoio a comunidade acadêmica (laboratório de informática comunitário); Espaços destinados ao atendimento ao discente.  2.7.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. A  infraestrutura  física  da  UniABC  organiza‐se  em  quatro  macroáreas:  atividades  acadêmicas,  saúde comunitária, apoio acadêmico/comunitário e reserva de áreas para expansão. Mesmo territorialmente, apresentando seus equipamentos próprios, arrendados ou conveniados aos municípios de Santo André, São Caetano do Sul e Mauá, as facilidades de alocação destes equipamentos garantem o rápido acesso pelas outras cidades do Grande ABC e pela Zona Leste de São Paulo. Identifica‐se, no histórico do desenvolvimento físico da UniABC – Universidade do Grande  ABC, – dois momentos  distintos:  a  situação  fragmentada  ‐  pré‐construção  do  Campus  Santo  André  I  ‐  na  qual  a Universidade organizava‐se em inúmeras unidades desagregadas, no município de São Caetano do Sul, e o  novo  momento,  a  partir  do  ano  2000,  quando  se  iniciam  as  atividades  no  novo  campus,  em  Santo André. A congregação de todos os cursos, em um espaço integrado, possibilitou uma maior e efetiva articulação entre  os  corpos  docente,  discente  e  técnico‐administrativo.  O  novo  projeto  foi  discutido  com  a comunidade  acadêmica,  sintetizando  suas  expectativas  e  apresentando,  como  exemplo,  excepcionais condições de acessibilidade plural e inteligência predial. Esta  integração  potencializou  as  ações  da  Universidade,  permitindo  agilidade  nas  decisões  técnico‐administrativas,  racionalidade  nos  procedimentos  organizacionais,  permeabilidade  generosa  e convivência para toda a comunidade acadêmica. 
    • Campus Santo André I – O campus central da UniABC, chamado de Campus Santo André I, localiza‐se, estrategicamente, em uma das centralidades da Região do Grande ABC, na divisa entre os municípios de Santo André e São Caetano do Sul. A acessibilidade externa é favorecida por uma generosa rede metropolitana viária e ferroviária, como a proximidade  da  Estação  Utinga  /CPTM  (Companhia  Paulista  de  Trens  Metropolitanos),  do  Terminal Rodoviário de Santo André, da Avenida dos Estados e da Via Anchieta. A acessibilidade interna respeita normas  e  padrões  internacionais  que  garantem  o  direito  aos  portadores  de  necessidades  especiais  de circularem por todo o campus. Apresenta  77.000  m²  de  construção,  em  um  terreno  de  33.000  m²,  possui  instalações  adequadas  e capacidade de atender um público estimado de 45.000 alunos, se organizados em 3 turnos de 15.000.  A  concepção  geral  do  projeto  viabiliza  a  congregação  dos  corpos  discente,  docente  e  técnico‐administrativo, além de espaços de apoio acadêmico como a Biblioteca Mário de Andrade, 4 auditórios, estacionamento para 1.300 vagas e áreas de convivência. De  forma  geral,  a  Universidade  disponibiliza,  em  seus  77.000  m2  de  área  construída,  uma  estrutura capaz  de  proporcionar  aos  setores  acadêmico,  técnico‐administrativo,  de  apoio  acadêmico  e  de prestação de serviço, condições de desempenharem suas diversas funções, da melhor forma possível. Assim,  a  Universidade  coloca  à  disposição  das  comunidades  internas  e  externas,  253  salas,  53 laboratórios,  8  áreas  para  a  Gestão  de  Cursos,  8  áreas  para  a  Reitoria,  13  áreas  para  a  Administração Geral, 8 áreas para a Administração Acadêmica e 4 áreas para a Manutenção Geral. As instalações físicas da Universidade do Grande ABC encontram‐se em consonância com as exigências estabelecidas pelo Ministério da Educação. Segundo avaliação realizada pela CPA, o grau de satisfação da comunidade acadêmica com essa infraestrutura atinge índices expressos relacionados a esse quesito.  A  concepção  geral  do  projeto  do  Campus  I  da  UniABC  viabiliza  a  congregação  dos  corpos  discente, docente  e  técnico‐administrativo,  além  de  espaços  de  apoio  acadêmico  como  a  Biblioteca  Mário  de Andrade,  4  auditórios,  estacionamento  para  1.500  vagas  e  áreas  para  convivência.  É  importante destacar que, neste espaço, os alunos, professores e colaboradores têm facilidade de acesso a todos os departamentos e setores da Universidade. A  Unidade  do  Campus  I  subdivide‐se  em  três  setores  distintos:  setor  acadêmico,  setor  técnico‐administrativo, de apoio acadêmico e de prestação de serviços e expansão.  78 
    • O setor acadêmico compreende 209 salas de aula, 53 laboratórios e 10 unidades de Gestão de Curso. As salas  de  aula  possuem  uma  dimensão  de  12.500  metros  quadrados  para  uma  capacidade  de  15.000 alunos. O espaço físico disponível para os laboratórios compreende 3931 m² e para a Gestão de Cursos, 490 m². O  setor  Técnico‐Administrativo  é  composto  pela  Reitoria,  Administração  Geral,  Administração Acadêmica e Manutenção Geral. A  Reitoria  da  UniABC  ocupa  700  m²  de  área,  compreendendo  8  salas  distribuídas  no  décimo  terceiro andar  do  bloco  A.  Para  a  Administração  Geral  ,  13  salas,  e  a  Administração  Acadêmica  compreende  8 salas,  ambas com 450 m² e 1400 m², respectivamente. Já o setor de Manutenção Geral ocupa 13 salas, totalizando uma área de 450 m². O  setor  de  Apoio  Acadêmico  compreende  a  Biblioteca,  áreas  de  convivência,  esportes,  auditórios  e estacionamentos. A Biblioteca da UniABC encontra‐se no piso S1 do Campus I e ocupa uma área de 1700 m². As áreas de convivência somam 2500 m² e são subdivididas em três locais, no próprio Campus I da Universidade. Não existe local para a prática /aprendizado de esportes no Campus I,  porém, o Centro Poliesportivo, localizado no município de Santo André, compreende uma área total de 13.667 m². A Universidade do Grande ABC contém quatro auditórios com capacidade para 640 lugares, distribuídos em 3200 m² de área.  O setor de Prestação de Serviços e Extensão compreende 4 cantinas que ocupam um total de 300 m² de áreas, distribuídos pelos blocos A, B e C do Campus I da Universidade do Grande ABC. O espaço destinado ao atendimento de Secretarias, Tesouraria e Protocolo mostra ser suficiente. Houve uma adequação com relação às salas de Coordenação, pois foi destinado um espaço reservado para que os  mesmos  possam  desempenhar  suas  atividades,  bem  como  atender,  de  forma  confortável  e reservada, professores e alunos. Algumas  salas  de  professores  apresentam  espaço  suficiente  para  acomodar  todos  os  docentes  e  seus materiais, no período noturno, diurno ou vespertino. Os escaninhos, destinados ao uso dos professores, são adequados à quantidade de material a ser neles acomodada.  O  sistema  wireless  possibilitou  ao  professor  usar  seu  portátil  –  laptop  –  o  que  veio  a  minimizar  o problema  do  número  insuficiente  de  computadores  disponíveis  nas  salas  de  professores, principalmente, no término do bimestre letivo. 
    • A acessibilidade externa é favorecida por uma generosa rede metropolitana viária e ferroviária, como a proximidade  da  Estação  Utinga/CPTM  (Companhia  Paulista  de  Trens  Metropolitanos),  do  Terminal Rodoviário de Santo André, da Avenida dos Estados e da Via Anchieta. A  acessibilidade  interna  respeita  normas  e  padrões  internacionais  que  garantem  o  direito  aos portadores de necessidades especiais de circularem por todo o campus. Nos  campi  da  UniABC,  encontram‐se  facilidades  para  acesso  de  pessoas  portadoras  de  necessidades especiais,  tais  como:  vaga  preferencial  em  estacionamento  da  Universidade;  elevadores  que possibilitam o deslocamento dos mesmos por todo o campus, sem restrição de acesso; rampas por toda a  Universidade  que  facilitam  o  deslocamento  de  alunos,  colaboradores  e  professores,  portadores  de necessidades especiais, por toda a Instituição de Ensino; banheiros, tanto masculinos como femininos, planejados para o recebimento de cadeirantes, entre outras necessidades; fácil acesso às salas de aula, biblioteca, salas de informática, laboratórios, áreas de convivência e Coordenações de Cursos.  A  Universidade  contempla  todas  as  exigências  estabelecidas  pelo  Ministério  da  Educação,  relativas  ao acesso de portadores de necessidades especiais. A Universidade do Grande ABC dispõe de 14 laboratórios de informática, distribuídos pelos blocos A, B e C do Campus I: Tabela 14: Relação de laboratórios de informática da UniABC. LABORATORIO  BLOCO  Nº DE COMPUTADORES 1C 09  C  17 1C 10–11  C  37 1C 16  C  37 TB 16–17  B  35 2A  06  A  21 2A  10  A  30 3A  06  A  30 4A  01  A  15 4A  05  A  30 5A  05  A  30  80 
    • 5A 08  A  15 6A 06  A  30 BIBLIOTECA  B  29   DE MATEMATICA 2 A 08  A  04 TOTAL DE MÁQUINAS    360 * Com  exceção do laboratório TB 16‐17, do bloco B, que é destinado ao uso exclusivo dos alunos para pesquisas e realização de trabalhos, os demais laboratórios de Informática atendem a todos os cursos da Instituição, sejam estes de graduação, EAD, ou os de Especialização.  Os  computadores  da  Biblioteca  são  para  uso  exclusivo  de  pesquisa  na  internet,  de  modo  que  o  aluno não pode imprimir o material. Para atender a todos, o aluno agenda, com um dia de antecedência, um horário para uso. A UniABC acaba de realizar um alto investimento em tecnologia com aquisição de 300 computadores de última  geração:  monitores  LCD  Widescreen  de  17  polegadas,  processador  Intel Dual  Core  e  1Gb  de memória. Esses  novos  equipamentos  são  distribuídos  e  instalados  nos  12  laboratórios  de  informática.  Os laboratórios  localizados  no  2º,  4º  e  5º  andares  do  Bloco  A  (2A1,  4A1  e  5A5)  já  estão  equipados  com essas  novas  máquinas  e  destinam‐se  somente  às  aulas  dos  cursos  de  graduação.  Ao  passo  que,  os laboratórios  TB16  e  TB17,  situados  no  Bloco  B,  podem  ser  acessados  livremente,  portanto  sem  a necessidade de agendamento prévio. A Universidade dispõe de recursos audiovisuais, tais como: retroprojetores, televisores, videocassetes, dvd’s,  data‐show‘s  e  projetores  de  slides,  atendendo  aos  parâmetros  exigidos  pelo  Ministério  da Educação e Cultura. De qualquer forma, esta comissão, após análise dos resultados das pesquisas com os  docentes  e  discentes,  sugere  a  implementação  das  políticas  de  aquisição  e  gerenciamento  desses equipamentos face à demanda diária dos docentes e discentes. O sistema de leasing operacional firmado com a HP permite a atualização dos computadores a cada três anos.  A  manutenção  dos  equipamentos,  tanto  corretiva  quanto  preventiva,  ocorre  no  período  letivo, são realizadas mediante formulário de ocorrência e, no período  de recesso e  férias escolares, quando ocorre a manutenção preventiva em todos os Laboratórios de Informática da Universidade do Grande ABC, que possui técnicos qualificados  e aptos para  a realização  de tais  procedimentos, necessários ao bom funcionamento dos setores informatizados da IES. Os softwares institucionais são atualizados com a periodicidade de três anos. 
    • O setor de manutenção da Universidade do Grande ABC está disponível para controle e conservação das instalações físicas da Instituição.  São evidentes as ações institucionais no atendimento a  esse quesito, pois a manutenção, tanto corretiva quanto preventiva, ocorre a qualquer tempo do período letivo, e no período de recesso e férias escolares. A Universidade conta com seu próprio departamento de Manutenção, que é constituído por cerca de 40 profissionais  qualificados  e  aptos.  Conta  também,  com  outros  departamentos  como  Centro  de Processamento  de  Dados  e  Supervisão  de  Campus  dentre  outros,  que  funcionam  em  tempo  integral para  controle  e  conservação  de  todos  os  equipamentos  da  Universidade.  Para  acionar  os departamentos,  o  funcionário  deve  proceder  de  acordo  com  as  instruções  institucionais  e  aguardar  o profissional para resolução do problema. A reserva para utilização dos equipamentos de informática, audiovisuais, auditórios, datas‐show, dvd’s, vídeos‐cassetes, projetores de slides, retroprojetores, entre outros, é feita mediante controle no setor de  aferição  de  cada  departamento  (Saúde,  Humanas  e  Exatas)  e  pelo  setor  de  áudio‐visual  da Universidade do Grande ABC, mediante Comunicação Interna para futura aprovação de uso, feita pelo supervisor  de  campus.  Os  equipamentos  são  reservados  com  antecedência  para  que  não  faltem  no momento de sua utilização. A Biblioteca “Mário de Andrade”, da Universidade do Grande ABC  UniABC  ocupa uma área total de dois  mil  e  200  m²,  para  atender  às  necessidades  acadêmicas  de  ensino,  pesquisa  e  extensão  de  seus alunos e professores. Conta, ainda, com espaços reservados para a organização, a difusão e a divulgação da documentação bibliográfica e audiovisual. Ela  está  registrada  no  Conselho  Regional  de  Biblioteconomia    CRB    8.º  Região/SP.  As  normas  de funcionamento e sua utilização pela comunidade interna e externa estão disciplinadas em regulamento próprio aprovado por portaria interna disponível no site  www.uniabc.br.  A  Biblioteca  “Mário  de  Andrade”  conta,  atualmente,  com  cerca  de  150.000  (cento  e  cinquenta  mil) títulos  e  obras  (livros,  obras  raras,  obras  de  referência,  atlas,  cds,  dvd’s,  vídeos,  monografias  e  teses). Existe, ainda, um acervo de periódicos de 175 (cento e setenta e cinco) títulos correntes e 1.325 (um mil, trezentos e vinte e cinco) títulos não correntes. A utilização  dos serviços prestados pela Biblioteca  obedece a um regulamento próprio, aprovado pela Reitoria  e  disponível  no  site  institucional  para  os  docentes  e  discentes.  As  instalações  para  o  acervo, estudos individuais e em grupo são adequadas e contemplam o exigido pelo Ministério da Educação e Cultura.  82 
    • O  empréstimo  domiciliar  é  feito  de  acordo  com  um  regulamento  interno  da  Biblioteca,  que  rege  que toda a publicação da qual há mais de um exemplar pode ser emprestada. Cada aluno tem direito a 02 exemplares  e  os  que  estão  elaborando  seus  Trabalhos  de  Conclusão  de  Curso  (TCC)  podem  retirar  04 exemplares, por um período de sete dias, com direito à renovação, desde que não existam reservas.  Existe,  também,  o  empréstimo  entre  bibliotecas:  o  aluno  da  UniABC  pode  retirar  obras    em  outras instituições, obedecendo às normas da biblioteca na qual a solicitação está sendo feita. A  biblioteca  encontra‐se  em  perfeito  funcionamento,  havendo  práticas  consolidadas  e institucionalizadas,  contando  com  serviço  de  informatização  do  acervo  e  de  catalogação,  controle  de periódicos e empréstimo, além da comutação e consulta facilitada ao catálogo. Porém, as políticas de aquisição  existentes  na  Instituição  ainda  não  atendem  à  demanda  dos  discentes,  como  ficou evidenciado na Avaliação Institucional, principalmente, nos comentários registrados pelos alunos. Vide quadro de potencialidades e fragilidades disposto na Dimensão 8. A  atualização  do  acervo  é  solicitada  diretamente  pelas  Coordenações  dos  Cursos,  junto  à  Reitoria.  Os livros  com  poucos  exemplares  ou  muito  procurados  são  solicitados  pela  própria  bibliotecária supervisora. A conservação do acervo é feita duas vezes por ano (em janeiro e em julho), quando os livros que estão em  mau  estado  de  conservação  são  enviados  para  uma  encadernadora.  Em  média,  são  enviados  600 livros  por  ano.  Quanto  à  expansão,  há  o  projeto  de  construção  de  um  prédio,  especialmente  para  o funcionamento da Biblioteca. Os  equipamentos  são  adquiridos  conforme  a  necessidade.  Há,  hoje,  21  computadores  na  Biblioteca, para  uso  da  Internet,  15  como  terminal  de  consulta,  07  impressoras  para  empréstimo  de  livros,  01 computador  com  o  programa  para  portador  de  necessidade  visual  e  07  computadores  para  serviços internos. O horário de funcionamento atende às necessidades dos turnos dos cursos, isto é, tem início às 7h15 min. e encerramento às 22h45min. A reserva de livros é efetuada nos quinze terminais de consulta ou via internet, pelo site da Universidade. O  empréstimo  domiciliar  é  feito  de  acordo  com  um  regulamento  interno  da  Biblioteca,  onde  está determinado que toda publicação que tenha mais de um exemplar pode ser emprestada.   Cada  aluno  tem  direito  a  02  exemplares  e  os  que  estão  elaborando  seus  Trabalhos  de  Conclusão  de Curso podem retirar 04 exemplares, por um período de sete dias com direito à renovação, desde que 
    • não existam reservas, a renovação pode ser pela web, por duas vezes consecutivas desde que não haja reservas.  Existe,  também,  o  empréstimo  entre  bibliotecas:  o  aluno  da  UniABC  pode  retirar  obras    em outras Instituições, obedecendo às normas da biblioteca em que a solicitação está sendo feita. Existe um guia de elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso para a normatização dos trabalhos. Por  meio  de  solicitação  dos  alunos,  as  bibliotecárias  confeccionam  as  fichas  catalográficas  necessárias aos trabalhos. A  Biblioteca  “Mário  de  Andrade”  contempla  04  bibliotecárias  formadas,  sendo  uma  supervisora.  Há, ainda, 12 atendentes, sendo 01 formada em Biblioteconomia, 01 estudante de Direito, 10 com Ensino Médio.  Trabalham 03 funcionárias no período matutino e vespertino e 09 no período noturno. A TV UniABC (canal 18 Net ABC) e o Departamento de Marketing  funcionam  no 12º andar do Bloco A, sala 12A  02  e sala 12A 03, respectivamente.  A  Universidade  em  parceria  com  o  CIEE  (Centro  de  Integração  Empresa‐Escola)  estabeleceu  um  posto permanente  do  CIEE  para  atendimento  aos  discentes  (Bloco  B),  e  um  posto  bancário  do  Grupo Santander  (Bloco  A)  no  campus  I.  A  Universidade  conta,  ainda,  com  os  seguintes  laboratórios  de informática.  Tabela 15: Os laboratórios específicos dos cursos estão abaixo relacionados:  Laboratório  Bloco  Localização  Escritório contábil  A  5A 06 Turismo   C  TC 04  Agência experimental  A  5A 08 Hotelaria e nutrição  C  TC05  Estúdio fotográfico  A  5A 10 Hotelaria  C  TC 06  Conforto ambiental  A  6A 01 Tradução  C  1C 09/1C 12  Edificação e urbanismo  A  6A 04 Línguas  C  1C 13  De maquete  A  6A 07 Brinquedos (brinquedoteca)  C  1C 21  De fotografia  A  6A 09 Pedagogia  C  1C 22  De física   A  11A  05/11A010 História  A  2A 09B  De testes psicológicos   B  TB 04 Estudos e pesquisas biopsicossociais do  A  3 A 07A movimento humano  De enfermagem I, II e III    1B23/1B24/1B 25 De TV  A  5A 02/5A 03  De análise experimental do  B  2B13 De rádio  A  5A 04  comportamento  84 
    • Semi‐industrial  B  2B14/2B15  Técnicas dietéticas  B  3B 14 De zoologia  B  3B01  Pesquisas  B  3B 15 De botânica  B  3B 02  Química geral  B  3B 16 Microscopia I e II  B  3B 03/3B 04  Farmacotécnica e cosmetologia  B  3B 17 Microbiologia  B  3B05/3B06  Anatomia humana II  B  3B 18 Cinesiologia  B  3B07/3B08  Anatomia veterinária  B  3B 19/3B 20 Análise clínicas   B  3B10/3B13  Anatomia humana III  B  3B 21/3B 22 Anatomia humana I  B  3B 11  Química orgânica e bioquímica  B  3B 23/ 3B 24  Bromatologia e farmacognosia  B  3B 25/ 3B 26Análises clínicas  B  3B 12  Fonte: CPD da UniABC.  A  política  de  expansão  física  da  UniABC  deve  dotar  a  Universidade  de  instalações  físicas  plenamente satisfatórias para os cursos já existentes e para comportar a expansão prevista.  A. O  Centro  Multidisciplinar  localizado  na  Av.  Pedro  Américo,  850  –  Clube  Pirelli  ‐  Santo  André,  destina‐se  à  prática  dos  alunos.  Neste  Centro  Multidisciplinar,  funcionam  as  Clínicas  de  Enfermagem,  Psicologia,  Fisioterapia  e  Nutrição,  funciona  ali  também,  o  EAJ  –  Escritório  de  Assistência jurídica.  B. O Hospital Veterinário que funciona em São Caetano do Sul e atende à comunidade da região,  sob a supervisão dos professores.   C. Unidade Tenente Antônio João ‐ Edifício arrendado pela UniABC e desativado após o início de  atividades  do  campus  Santo  André  I.  Localiza‐se  na  Rua  Tenente  Antônio  João,  269,  em  São  Caetano do Sul.  Este edifício está passando por processo de reforma para alocação dos cursos  de pós‐graduação, que hoje funcionam no campus I. A Universidade do Grande ABC conta com políticas internas para utilização de seus laboratórios, normas para  armazenamento  e  descarte  de  resíduos  químicos  e  /ou  biológicos  provenientes  das  atividades experimentais  realizadas  nesses  laboratórios,  assim  como  normas  e  procedimentos  de  segurança  do trabalho, procedimentos descritos em manual de fácil acesso a todos os usuários dos laboratórios. Normas de segurança praticadas no cotidiano da Universidade por docentes, colaboradores e discentes.  I. Noções elementares de segurança: normas apresentadas aos alunos. 
    • II. Normas  e  procedimentos  de  segurança  do  trabalho  Item  1.7,  NR‐1  da  Portaria  3.214/78  do  Ministério do Trabalho.  III. Regulamentos internos para utilização dos laboratórios das áreas de ciências.  IV. Cartilha do usuário: professores / alunos.  V. Procedimento operacional‐padrão para armazenamento e descarte de resíduos químicos e /ou  biológicos.  VI. Procedimento operacional‐padrão para descarte de Resíduos químicos e biológicos.  VII. Políticas  de  aquisição,  atualização  e  manutenção  dos  equipamentos  e  formas  de  sua  operacionalização. O setor de manutenção da Universidade do Grande ABC está disponível para controle e conservação de todos  os  equipamentos  da  Instituição.  A  manutenção  dos  equipamentos,  tanto  corretiva  quanto preventiva, ocorre no período letivo, emergencialmente, quando são realizadas, mediante formulário de ocorrência,  e,  ainda,  no  período  de  recesso  e  férias  escolares.  Nesse  período,  ocorre  a  manutenção preventiva em todos os equipamentos da Universidade do Grande ABC, que possui técnicos qualificados e  aptos  para  a  realização  de  tais  procedimentos,  necessários  ao  bom  funcionamento  dos  setores  da Instituição de Ensino. Com  relação  à  manutenção  de  equipamentos,  tem‐se  observado  uma  grande  eficiência  por  parte  dos setores  responsáveis  e  os  equipamentos  existentes  nos  laboratórios  e  clínicas  são  disponibilizados  ao corpo docente e discente sempre que solicitado em tempo hábil. A  Universidade  possui  em  seu  quadro  de  funcionários,  profissionais  qualificados  para  execução  das atividades  específicas,  propostas  nesta  dimensão,  além  de  contar,  também,  com  a  supervisão  do  seu quadro  docente  que  acompanha  in  loco  os  procedimentos  realizados  pelos  discentes,  nos  cursos  que fazem uso desses recursos e que podem, de alguma forma, causar impacto ambiental ou social. Conta ainda, com o Comitê de Ética que supervisiona e delibera acerca de atividades que envolvam direta ou indiretamente seres humanos visando a preservar sua integridade física ou psíquica. A UniABC tem aprimorado o atendimento aos discentes e, para tanto, tem feito uso de diversos recursos institucionais (infraestrutura, tecnologias, ações afirmativas entre outros). Fato também mensurado na avaliação  institucional.  Conforme  demonstra  os  gráficos  comparativos  dispostos  no  relatório  do  ciclo avaliativo de 2009. Tabela 16: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão VII. AÇÕES PREVISTAS NO PDI  AÇÕES REALIZADAS PELA UniABC Organizar  encontros  para  discussão  dos  problemas  inerentes  à  Realizado.  86 
    • gestão institucional. Incentivar a proposta de soluções para os problemas diagnosticados  Realizado. buscando práticas inovadoras de gestão. Rever e adequar procedimentos e rotinas administrativas.  Realizado  Elaborar  estudos  de  viabilidade  para  criação/modificação  ou  Realizado.  extinção de unidades organizacionais. Criar e implantar indicadores de desempenho institucionais.  Realizado.  Estabelecer  e/ou  rever  normas  e  procedimentos  para  a  aquisição, armazenamento, distribuição e controle de materiais permanentes  Realizado.  e de consumo. Aprimorar o sistema utilizado pela gestão de recursos materiais.  Realizado. Elaborar e manter banco de dados;  Realizado. Acompanhar e avaliar as práticas adotadas. Estabelecer  e  /ou  rever  normas  e  procedimentos  de  manutenção/  Realizado. adequação da infraestrutura. Estabelecer  canais  de  comunicação  para  que  a  comunidade universitária possa opinar sobre a qualidade dos serviços prestados  Realizado. pelos setores de manutenção e limpeza. Acompanhar  e  avaliar  os  serviços  prestados  e  a  Realizado. manutenção/adequação da infraestrutura. Aprimorar a home page da UniABC.  Realizado. Elaborar programas de marketing institucional.  Não realizado. Aprimorar  o  acompanhamento  dos  eventos  institucionais  e  da  TV  Realizado parcialmente  universitária. Criar mecanismos de avaliação.  Realizado. Rever estrutura existente.  Realizado.  Desenvolver banco de dados integrados.  Realizado parcialmente  Capacitar funcionários para alimentação do sistema.  Realizado. Consolidar o sistema integrado.  Não realizado  Avaliar e acompanhar o desempenho do sistema implantado.  Não realizado         
    • 2.8.  Dimensão VIII – Autoavaliação Grupos de indicadores  Fontes de consultas Organização de uma instancia de avaliação institucional no âmbito acadêmico e nos moldes da lei 10.861/2004 – SINAES. Constituição da Comissão de Avaliação. Atenção institucional as potencialidades e fragilidades mensuradas na avaliação institucional.  CPA, PPI e PPC. Instrumentos  avaliativos utilizados no processo de avaliação. Compartilhamento dos resultados mensurados com a comunidade acadêmica. Planejamento e organização dos trabalhos realizados no ano letivo.  2.8.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. Conforme já apresentado no início deste relatório, o processo de Avaliação Institucional da UniABC tem sido construído ao  longo dos anos. Cada comissão registrou seu legado – positivo ou negativo ‐ para o processo de aprimoramento da avaliação da universidade.  A construção de um processo avaliativo transformador, ético e educativo, tornou‐se um imperativo para a  CPA  da  UniABC,  novas  práticas  foram  desenvolvidas,  instrumentos  reformulados,  consultas  públicas realizadas, enfim, buscou‐se compreender a avaliação institucional em profundidade para que esta seja realmente transformadora no âmbito acadêmico e administrativo da UniABC. No  entendimento  da  Universidade,  o  que  se  busca  no  processo  de  autoavaliação  institucional  é  o estabelecimento de uma cultura transformadora no modelo de gestão adotado pela Universidade, nos seguintes aspectos:  1. Aperfeiçoamento  do  corpo  técnico‐administrativo,  buscando  a  profissionalização  do  atendimento;  2. Ampliação das aplicações da tecnologia da informação à gestão acadêmica e administrativa;  3. Implementação  de  Sistema  Integrado  de  Gestão,  fortalecendo  os  vínculos  entre  os  setores  administrativos e acadêmicos;  4. Consolidação  do  processo  de  avaliação  institucional,  com  a  instauração  de  uma  cultura  permanente de avaliação;  88 
    • 5. Fortalecimento  das  relações  entre  os  corpos  docente,  discente  e  técnico‐administrativo  e  a  Instituição,  em  termos  de  participação  nos  processos  de  avaliação  e  planejamento  e  de  aumento de dedicação docente à Universidade. A  Universidade  do  Grande  ABC  realiza  a  avaliação  institucional  desde  2004,  inicialmente,  envolvendo apenas  o  corpo  técnico‐administrativo,  corpos  docente  e  discente.  O  processo  consistia  em  realizar  a avaliação  semestralmente,  contando  com  a  participação  da  totalidade  de  alunos  da  Instituição,  que avaliavam  itens  como  a  infraestrutura  da  Universidade,  biblioteca,  laboratórios,  áreas  de  convivência, bem como o atendimento dos setores: financeiro, secretaria e protocolo.  A  partir  de  2005,  a  UniABC  passou  a  executar,  de  forma  sistemática,  a  avaliação  institucional, aprimorando  a  cada  semestre  os  processos  de  operacionalização  da  avaliação.  Segue  o  gráfico  de respondentes das 3 (três) últimas avaliações. A  partir  do  segundo  semestre  de  2008,  os  trabalhos  da  Comissão  foram  redimensionados  visando  a aprimorar  o  processo  autoavaliativo  Institucional.  A  Universidade,  na  medida  do  possível,  e  da reivindicação,  busca  realizar  as  intervenções  de  melhorias  a  partir  dos  resultados  mensurados  no processo de autoavaliação, porém, é salutar ressaltar que, algumas ações demandam de investimentos financeiros  volumosos  que  requerem  planejamento  consistente  da  Pró‐reitoria  Administrativa  da Universidade.  Conforme  mencionado,  anteriormente,  a  partir  da  publicação  dos  relatórios  parciais  e  finais  da Avaliação  Institucional,  a  CPA  promove  o  acompanhamento  das  ações  versadas  no  Plano  de  Ação Corretiva  ou  Preventiva,  cujo  preenchimento  foi  procedido  pelos  respectivos  responsáveis  do  setor avaliado, por meio de reuniões setorizadas. As melhorias e ações promovidas no âmbito institucionais foram dispostas no corpo de cada dimensão, bem como no acompanhamento das políticas institucionais descritas no PDI da universidade. Segue a Matriz de acompanhamento. Tabela 16: Matriz de acompanhamento e consultas  Modalidades de Fontes de Dimensão   Indicadores de análise  Avaliação  Consulta  Organização didático pedagógica.  Análise do PPC  Coordenação Plano de desenvolvimento  Coerência entre objetivos, institucional  diretrizes e formação  Análise do PPC  Coordenação  profissional. 
    • Integração do ensino com a  Análise do PPC  Coordenação  pesquisa e a extensão.  Interdisciplinaridade.  Análise Questionários  Alunos/Professores  Flexibilidade curricular.  Análise do PPC/DCN  Coordenação  Equilíbrio entre as propostas  pedagógicas de cursos e  Análise PDI, PPI, PPC,  Coordenadores/apoio  documentos institucionais (PDI,  DCN  acadêmico/dirigentes  PPI, PPC e DCN).  Interdisciplinaridade no âmbito  Análise do PPC  Coordenação/professores  dos cursos.  Alinhamento dos cursos e  Coordenação/Comunidade  Análise do PPC/PDI Políticas de ensino,  demanda regional.  externa pesquisa e extensão  Inovações didático‐pedagógicas,  Análise do  e estratégias de ensino  Coordenação/professores  PPC/questionários  aprendizagem.  Estímulo à formação continuada  Análise PDI, PPI, PPC,  Coordenação/reitoria  no âmbito da universidade.  DCN  Pós‐Graduação e educação a  Análise PDI, PPI, PPC,  Coordenação/reitoria  distância.  DCN  Desenvolvimento de  eventos  Análise do  Coordenação/professores  temáticos Interdisciplinares.  PPC/questionários  Desenvolvimento de ações de  Coordenação/reitoria/comu Interação Ensino, Serviços e  Análise PDI, PPI, PPC Responsabilidade  nidade externa  Comunidade. social  Desenvolvimento ações ou  projetos  direcionadas a  Coordenação/reitoria/comu Análise PDI, PPI, PPC  segmentos específicos da  nidade externa  sociedade. (maturidade).  Mecanismos comunicacionais Comunicação com a  Análise dos  utilizados para interagir com a  Discentes sociedade  questionários  comunidade acadêmica.  90 
    • Instancias especificas que  Análise dos  promove a livre expressão dos  Docentes/Discentes  questionários  discentes, docentes.  Análise dos  Corpo  e tecnico administrativos.  questionários  técnico/administrativo  Parcerias/intercâmbios e diálogo  Análise dos  Comunidade externa  com o ambiente externo.  questionários  Inserção da comunidade regional  Análise do PDI/PPI  Reitoria  na esfera acadêmica.  Formação e qualificação dos  Análise do PDI, plano  Docentes/técnico  quadros docentes e técnico  de carreira e das  administraticos/Departame administrativos.  políticas de RH  nto pessoal  Estimulo a capacitação e  Análise do PDI e dos  Docentes/técnico  atualização profissional.  questionários  administrativos  Análise do PDI, plano  Dedicação e desempenho na  de carreira e  Docentes  função.  questionários  Capacidade de adaptação ao  cenário regional na oferta de  Análise do PDI/PPI  Comunidade externa Políticas de pessoal ‐  ensino superior. (técnico  Política de valorização de  Análise do PDI, plano administrativo e  Docentes/departamento  atividades docentes na  de carreira e docentes)  pessoal/reitoria  graduação.  questionários  Relacionamento funcionário‐ Análise dos  Docentes/funcionários  professor.  questionários  Relacionamento funcionário‐ Análise dos  Docentes/discentes  estudante.  questionários  Relacionamento coordenador –  Análise dos  Docentes/coordenadlores  professor.  questionários  Relacionamento dirigentes –  Análise dos  Dirigentes/colaboradores  quadro de colaboradores  questionários  Organização acadêmico‐Organização e  administrativa (colegiado,  Análise do PDI  Colegiados/comissões gestão institucional  departamentos, comissões e  outros). 
    • Sistema gerencial e de  Análise dos  Dirigentes/corpo técnico  informação.  questionários  administrativo/CPD  Política de valorização de  Análise do PDI, plano  Docentes/departamento  atividades docentes na  de carreira e  pessoal/reitoria  graduação.  questionários  Capacidade de adaptação  Coordenadores/comunidad institucional a realidade do  Análise do PDI/PPI/PPC  e externa  mercado de trabalho.  Programas de apoio ao docente  Análise dos Docentes/discentes  e aos discentes.  questionários  Programas de fomento a  Análise do PDI/PPI  Dirigentes  pesquisa e extensão.  Inserção regional da  Universidade nos âmbitos  Análise do PDI/PPI  Dirigentes  políticos e social.  Capacidade de estimular a  Análise do  Coordenadores/Docentes/D comunidade acadêmica a  PDI/PPI/PPC/questioná iscentes  produzir conhecimento.  rios  Adequação das diferentes  instalações e equipamentos  Coordenadores/corpo  Análise do PDI  disponíveis no âmbito da  técnico administrativo  universidade.  Análise do  Coordenadores/corpo  Biblioteca.  PDI/questionários  técnico administrativo  Recursos audiovisuais e  Análise do  Coordenadores/corpo Infraestrutura  equipamentos de informática.  PDI/questionários  técnico administrativo/CPD  Laboratórios de apoio a  comunidade acadêmica  Análise do  Coordenadores/corpo  (laboratórios de informática  PDI/questionários  técnico administrativo/CPD  comunitário).  Espaços destinados ao  Coordenadores/corpo  Análise do  atendimento ao discente.  técnico  PDI/questionários    administrativo/dirigentes  92 
    • Organização de uma instancia de  avaliação institucional no âmbito  Análise do PDI/PPI  Dirigentes  acadêmico e nos moldes da lei  10.861/2004 – SINAES.  Constituição da Comissão de  Análise do PDI/PPI  Dirigentes  Avaliação.  Atenção institucional as  Análise dos  potencialidades e fragilidades  CPA/dirigentes/coordenado questionários e dos  mensuradas na avaliação  res  relatórios/Resultados Planejamento e  institucional. avaliação  Instrumento avaliativos institucional  Análise os  utilizados no processo de  CPA  questionários  avaliação.  Compartilhamento dos  Análise dos  resultados mensurados com a  questionários e dos  Comunidade acadêmica  comunidade acadêmica.  relatórios/Resultados  Planejamento e organização dos  trabalhos realizados no ano  Análise dos trabalhos e  CPA/dirigentes  letivo.  ações da CPA          Inserção no mercado de  Análise dos  Discentes/egressos/comuni trabalho.  questionários/PDI/PPI  dade externa  Educação permanente/  Análise dos  questionários/PDI/PPI  Discentes/egressos Políticas de  continuada. atendimento aos  Análise dos  Vínculo com a escola.  Discentes/egressos discentes (regulares  questionários/PDI/PPI e egressos)  Análise dos  Discentes/egressos/comuni Banco de dados dos ex‐alunos.  questionários/PDI/PPI  dade externa        Análise dos  Implementação da infraestrutura  Coordenadores/dirigentes Sustentabilidade  questionários/PDI/PPI financeira.  Análise dos  Corpo docente/ Atraso de pagamento de salário.  questionários/PDI/PPI  coordenadores/dirigentes 
    • Análise dos  questionários/PDI/PPI  Dirigentes/corpo técnico  Manutenção da infraestrutura  admninistrativo Fonte: CPA, 2010. Cabe salientar que por mais que esta comissão se esforce para mensurar as melhorias, algumas serão impossíveis de serem verificadas como por exemplo  o impacto que a avaliação provoca no quadro  de corpo docente, uma vez que esse recebe sua avaliação de forma particularizada pelo seu coordenador de curso. Além das melhorias, a CPA também acompanha as ações institucionais para a correção das deficiências apontadas no processo avaliativo anterior. Conforme se pode observar no quadro abaixo:  Tabela 17: Acompanhamento das demandas apresentadas no ciclo avaliativo de 2009‐2010. DEMANDAS ACADÊMICAS  STATUS Revisão e atualização de PPC’s dos cursos nos aspectos: matriz curricular; infra‐estrutura;   missão  institucional;  histórico  dos  cursos;  perfil  do  egresso;  articulação  das  disciplinas;  Realizado projeto Integrador; projetos interdisciplinares horizontais; articulação com PDI e PPI. Capacitação do corpo docente nos aspectos: didática das aulas; normas e regulamentos da  Realizado Universidade; novas metodologias de ensino; tecnologias no ensino superior. Implementação de novos cursos de extensão de acordo com as especificidades regionais.  Realizado Ampliação e implementação de monitoria.  Realizado Sistematização de reuniões de colegiados de cursos.  Realizado Viabilização  de  ações  conjuntas  dos  professores  para  ampliar  o  quadro  de  aulas  práticas.  Realizado Realizar estratégias para a viabilização dessas aulas por curso. Sistematização de atualização dos dados cadastrais docentes.  Realizado Desenvolvimento de projetos multidisciplinares envolvendo as áreas de exatas, humanas e  Realizado biológicas. Revisão dos conteúdos programáticos das matrizes curriculares de cursos.  Realizado Palestras e participação mais ativa nas atividades da Instituição como o “Saúde em Ação” e  Realizado “Feira das Profissões”. Implementação dos programas de iniciação científica.  Realizado parcialmente  94 
    • Organização de colegiados e núcleo estruturante de cursos.  Realizado Trabalhar melhor com os professores a idéia de planejamento acelerado desde o início do semestre  para  evitar  eventuais  transtornos  para  a  utilização  dos  laboratórios  de  Realizado informática.  Revisão de políticas de contratação de novos docentes.  Realizado. DEMANDAS ADMINISTRATIVAS   Atualização e reestruturação dos laboratórios específicos de cursos.  Realizado parcialmente Reorganização e implementação do processo de reservas dos laboratórios de informática  Realizado destinados aos discentes. Atualização do acervo da biblioteca.  Realizado parcialmente Apresentação de propostas para agilizar o fluxo de entrada e saída do estacionamento da  Não realizado Universidade. Desenvolvimento  de  mecanismos  tecnológicos  de  compartilhamento  de  informações  no  Realizado âmbito institucional. (Banco de dados integrado) Atualização dos recursos didáticos; mapas, equipamentos tecnológicos etc.  Realizado parcialmente Aquisição de novos equipamentos de áudio visual (principalmente no período noturno).  Realizado Contratação  de  técnico  que  auxilie  na  utilização  dos  laboratórios  e,  inclusive,  no  Realizado laboratório de informática. Organização  de  uma  agenda  antecipada  para  utilização  dos  laboratórios  com  Realizado planejamento. Reestruturação dos laboratórios de TV, rádio e fotografia.   Realizado Ampliação das clinicas escola como: Farmácia escola.  Não realizado Realização  de  levantamento  com  os  professores  sobre  a  necessidade  de  compra  de  Realizado material para aulas práticas por curso. Divulgação  dos  procedimentos  executados  nos  departamentos  de  protocolo,  secretaria  Realizado. geral, coordenações de cursos, departamento financeiro entre outros. Ampliação dos cursos de capacitação ao corpo técnico‐administrativo.  Não realizado Fonte: Relatório final da CPA da UniABC referente ao ciclo avaliativo de 2010.  
    • Com  base  nessas  ações,  a  UniABC  demonstra  que  tem  utilizado,  na  medida  do  possível,  e  da reivindicação,  os  dados  mensurados  pela  CPA  na  implementação  de  seus  processos  acadêmicos  e administrativos. É salutar ressaltar que algumas ações demandam investimentos financeiros volumosos e requerem planejamento consistente da universidade.  Com o propósito de auxiliar a universidade, principalmente no aspecto acadêmico, a CPA no uso de suas prerrogativas  criou  um  instrumento  de  avaliação  dos  PPCs  de  curso,  visando  a  identificar  as inconformidades  que  os  projetos  poderiam  conter  em  sua  estrutura.  A  partir  da  análise  foi  emitido parecer  sobre  o  PPC,  para  que  o  coordenador  de  curso  procedesse  às  devidas  correções.  Segue instrumento. Tabela 18: Modelo de instrumento de avaliação de Projeto Pedagógico de Curso (PPC)   atende  não atende  Observação 1. APRESENTAÇÃO       Capa ( identificação da IES)       Atos legais (número do processo)       CURSO / HABILITAÇÃO       Quadro com número de vagas Carga Horária (mínima e máxima) / integralização/ duração do curso Dados da mantenedora e mantida       Apresentação do PPC              2. HISTÓRICO DA UNIABC       Justificativa e concepção de curso       Justificativa para a implantação do curso       Concepção do curso       Objetivos       Perfil do egresso – competências e habilidades              3. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO       Considerações iniciais       Coerência e adequação curricular       Coerência do currículo com os objetivos do curso       Coerência do currículo com o perfil do egresso       Coerência do currículo em face das Diretrizes Curriculares Nacionais       Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso       Inter‐relação das disciplinas na concepção e execução do currículo – formas        96 
    • de realização da interdisciplinaridade Modos de integração entre teoria e prática       Dimensionamento da carga horária das disciplinas        Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas       Adequação, atualização e relevância da bibliografia       Formação prática na estrutura curricular       Atividades Científico Culturais articuladas ao ensino de graduação       Participação dos discentes nas atividades acadêmicas       Participação dos discentes em programas projetos/atividades/iniciação       científica ou em outras práticas de investigação Estágio supervisionado       Objetivos do estágio supervisionado no curso       Atribuições do supervisor de estágios       Atividades complementares       Trabalho de conclusão de curso (quando houver)       Estratégias de flexibilização curricular         Estratégias de Gestão e acompanhamento do curso       Mecanismos de apoio e acompanhamento ao corpo discente       Mecanismos de apoio e acompanhamento ao corpo docente       Articulação entre Gestão Institucional – Conselhos Superiores e Colegiado de       Curso Organização do NDE e do Colegiado de Curso       Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso       Especificação dos processos de acompanhamento e avaliação do PPC e como eles ocorrerão  ‐ com base na definição de seus objetivos, competências e habilidades, estrutura curricular, flexibilização curricular, atividades       complementares, pertinência do curso no contexto regional, corpo docente e discente – realizados nas reuniões do NDE e do Colegiado   Medidas corretivas a partir da avaliação contínua do PPC e das avaliações       internas (auto‐avaliação e avaliação externa – ENADE, entre outros)  Formas de avaliação do ensino e da aprendizagem        Critérios gerais da instituição        Critérios específicos do curso       Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino – aprendizagem       Coerência do sistema de avaliação do Processo Ensino – Aprendizagem com a       Concepção do Curso          4. MATRIZ CURRICULAR       Ementário e Bibliografia       
    • Corpo docente do curso       Adequação de professores às disciplinas de orientação educacional              5. RELAÇÃO DE ANEXOS       ANEXO I ‐ Articulação entre os componentes curriculares com a formação       desejada (perfil do egresso, habilidades e competência) ANEXO II ‐  Laboratórios e Relação de equipamentos usados no curso       ANEXO III – Manual de Estágio       ANEXO IV – Manual para elaboração do TCC (quando houver)       ANEXO V – Manual de atividades acadêmico – científico‐culturais       ANEXO VI – Regulamento das atividades complementares       ANEXO VII – Forma de funcionamento do EAD (quando houver)       Fonte : Comissão Própria de Avaliação Concomitantemente,  a  CPA  criou  vários  instrumentos,  com  base  nas  diretrizes  do  MEC/INEP,  para  os coordenadores que serão submetidos a processos de Avaliação Externa de reconhecimento e renovação de  reconhecimento,  visando  a  auxiliar  o  coordenador  no  direcionamento  das  ações  corretivas  e  no entendimento dos pressupostos legais do curso e do ensino superior.   2.9.  Dimensão IX ‐ Políticas de Atendimento aos estudantes Grupos de indicadores  Fontes de consultas  1. Inserção no mercado de trabalho.  2. Educação permanente/ continuada.  CPA, PDI e PPI.  3. Vínculo com a escola.  4. Banco de dados dos ex‐alunos.  2.9.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. De acordo com o PDI:  A  Política  de  Atendimento  aos  Discentes  da  UniABC  tem  por  objetivo  manter  a  qualidade  do  atendimento  a  todos os seus alunos, bem como aos seus egressos e está pautada nos seguintes princípios:  I. Preservar e difundir os valores éticos;  II. Assegurar aos discentes igualdade de oportunidades no exercício das atividades acadêmicas;  III. Contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico;  98 
    • IV. Propiciar apoio psicopedagógico.  Os programas e projetos voltados ao atendimento dos discentes contemplam as seguintes estratégias:  I. Bolsas  oficiais  de  estudo,  tais  como:  Programa  Universidade  para  Todos  –  PROUNI  ,  Escola  da  Família  e  Jovens Acolhedores;  II. Bolsas Institucionais concedidas aos colaboradores e seus dependentes e a alunos carentes;  III. Financiamento Estudantil – FIES;  IV. Parcerias com empresas e órgãos públicos.” Além  disto,  a  UniABC  conta  com  um  núcleo  para  atendimentos  aos  estagiários  que  tem  a responsabilidade de estabelecer convênios com empresas, agências de fomento e órgãos públicos para a  concessão  de  estágios  curriculares  obrigatórios  e  livres.  Também  auxilia  os  alunos,  disponibilizando vagas de empregos efetivos, encaminhadas por empresas e órgãos de todas as regiões da Grande São Paulo. A Política Cultural da UniABC tem como objetivo o enriquecimento cultural dos discentes, levando‐os a ampliar seu repertório e a alargar seus horizontes culturais. A estratégia adotada baseia‐se na criação de condição  de  acesso  a  bens  culturais  eruditos  ou  alternativos  às  produções  massificadas  da  indústria cultural. Seguem alguns preceitos defendidos pela UniABC e referentes à política cultural aos discentes.  A. Programa de estímulo à produção cultural discente ‐ Este programa basear‐se‐á na criação de  condições  para  o  florescimento  cultural  discente,  identificando  novas  oportunidades  de  realização de capacidade dos alunos. Valer‐se‐á da realização de um censo cultural, destinado a  identificar aspirações, preferências, capacidades e práticas artístico‐culturais do corpo docente.  Oferecerá eventos e atividades de estímulo à produção cultural.  B. Programa  de  estímulo  à  leitura  ‐  O  estímulo  à  leitura  obedecerá  a  uma  dinâmica  de  ação  fundamentada na realização de eventos e atividades gerais, destinadas a todo o corpo discente,  como  também  em  atividades  realizadas  no  âmbito  de  cada  curso,  obedecendo  às  suas  necessidades próprias.  C. Programa de acesso à cultura ‐ A promoção de acesso à cultura, longe de ter um caráter elitista  ou  excludente,  deverá  ser  vista  como  criação  de  oportunidades  de  ampliação  do  repertório  cultural dos discentes, ofertando‐lhes acesso a uma produção cultural nem sempre disponível,  especialmente  para  o  perfil  de  boa  parte  dos  alunos  da  Universidade  ‐  os  estudantes  trabalhadores.  Trata‐se,  portanto,  de  expor  o  corpo  discente  à  proteção  cultural  erudita  ou  alternativa às produções massificadas da indústria cultural, mais facilmente disponíveis.  D. Programa  de  facilidades  estudantis:  além  das  facilidades  oferecidas,  que  serão  mantidas  e  gerenciadas  em  busca  da  melhoria  contínua,  a  UniABC  deverá  expandir  a  oferta  de  acesso  à 
    • internet,  a  implantação  de  novos  serviços,  implantação  de  restaurante  universitário,  ambulatório e livrarias nos campi.   E. Programa de melhoria no atendimento ao aluno: a melhoria no atendimento ao aluno se dará  pela combinação de diversos tipos de intervenção. Um ponto central é a criação de um setor de  atendimento ao aluno, com o objetivo de centralizar o atendimento de diversas demandas. Os  colaboradores  dos  diversos  setores,  com  tarefas  de  atendimento  ao  aluno,  são  submetidos  a  processos de capacitação para melhoria do atendimento ao público.  Por  meio  dos  relatórios  das  iniciativas  ora  da  universidade,  ora  dos  cursos,  percebe‐se  que  a preocupação dos dirigentes no enriquecimento cultural dos discentes, como proposto no PDI. Além do estímulo  à  leitura,  contido  em  vários  projetos  pedagógicos  de  diferentes  áreas,  há  a  apresentação regular  de  trabalhos  de  alunos  em  Semanas  de  Cursos,  congressos,  simpósios  e  eventos  realizados dentro e fora da instituição. Há,  ainda  na  Universidade,  o  Núcleo  de  Estágios,  que  é  responsável  pela  divulgação  de  vagas  para estágio,  contando  com  parcerias,  no  setor  privado,  para  os  alunos  das  áreas  de  Exatas,  Humanas  e Saúde.  O  Núcleo  possui  um  mural  com  ofertas  de  estágios  e  empregos  que  são,  ainda,  afixadas  nos painéis  dos  corredores  e  nas  salas  de  aula  da  Instituição.  Os  alunos  podem  enviar  ou  cadastrar  seu currículo,  utilizando‐se  dos  computadores  desse  Núcleo  de  Estágios.  O  Núcleo  recebe  cerca  de  80 vagas/semana  nas  diferentes  áreas  do  conhecimento.  Está  localizado  no  campus  Santo  André,  da Universidade, na Av. Industrial, 3.330. Para  facilitar  o  acesso  aos  dados  e  registros  acadêmicos,  A  UniABC  oferece  aos  alunos  a  central  do aluno, onde podem consultar suas notas, faltas e solicitar diversos serviços em departamentos como de: Protocolo, Ouvidoria, Secretária Geral, entre outros. Também, no site da Instituição, o aluno tem acesso ao histórico, boletim além do acervo da biblioteca e acesso  ao  manual  do  aluno.  Há,  no  site,  um  link  com  normas  e  regulamentos  da  IES.  Matrícula  e rematrícula  são  agendadas  para  dia  específico  de  cada  curso,  divididas,  também,  por  turno;  provas substitutivas são aplicadas, se solicitadas, dentro do prazo de 72 horas após a prova oficial; trancamento de matrículas, transferência de turno e retorno ao curso são, em geral, executados com eficiência. Todas as salas de aula possuem quadro de avisos, nele, são afixados, periodicamente, regulamentos, prazos e avisos com orientações para alunos.  A matriz curricular de cada curso está disponível no site da Universidade e as ementas das disciplinas, como  também  seus  cronogramas  e  bibliografia  básica  e  complementar,  são  divulgadas  aos  alunos  no  100 
    • início de cada semestre em sala de aula, pelos professores. Em poucos cursos, professores e alunos têm acesso ao Projeto Pedagógico do curso. Desde o segundo semestre de 2005, percebe‐se a forte intenção, na forma de ações da Universidade no sentido  de  dar  início  ao  programa  de  iniciação  científica,  objetivando  a  incorporação  dos  alunos  e  o aumento  de  sua  produção  científica.  Alguns  cursos  promovem  a  apresentação  de  trabalhos  de  seus alunos, não só internamente, mas também em fóruns regionais ou nacionais. As  Semanas  Científico‐Técnico‐Culturais  também  proporcionam  divulgação  de  trabalhos  discentes. Alguns cursos divulgam, amplamente, a defesa de monografias de seus cursos e proporcionam interação entre cursos diferentes, uma vez que a defesa é aberta à comunidade interna.  Até  o  momento,  não  há  no  âmbito  institucional,  políticas  que  incentivem  a  criação  de  agremiações estudantis ou similares. Em  relação  aos  egressos,  o  PDI  aponta  que  “O  perfil  do  egresso  de  cada  curso  deverá  conter  os seguintes  critérios  de  identidade  institucional  da  Universidade,  adaptando‐os  às  particularidades  e necessidade de cada área”  A. Ética  e  moral  ‐  A  ética,  como  elemento  regente  da  moral  humana,  deve  ser  entendida  como  singularidade de convívio social. Não se pode assumir a existência de éticas diferentes para cada  espaço de atuação do homem, a ética é uma só em qualquer contexto.   B. Consciência Crítica ‐ A capacidade de discernir, por competência própria, o que é melhor para  si, bem como de julgar uma situação ou indivíduo pelo sistema da meritocracia é fundamento  de uma consciência crítica.  C. Cultural ‐ A propagação e o incentivo e desenvolvimento da cultura do ponto de vista erudito,  ou  como  forma  de  inserção  grupal,  ou  ainda  como  acesso  a  outros  conhecimentos,  é  de  responsabilidade da Universidade para com o egresso, paralelamente à formação profissional.  D. Social  ‐  A  formação  do  egresso  deve  ter,  como  perspectiva  maior,  sua  atuação  na  sociedade,  tanto  no  que  diz  respeito  ao  convívio  social,  quanto  ao  exercício  profissional.  Sendo  assim,  a  ênfase  no  processo  será  dada  a  uma  educação  humanista,  juntamente  com  o  ensino  de  conhecimentos técnicos e científicos consoantes com a realidade profissional em que ele atuará.  Para tanto, são necessários estudos constantes sobre as demandas, peculiaridades e tendências  do mercado regional.  E. Profissional  ‐  O  egresso  deve  sintonizar‐se  com  as  tendências,  as  regras  e  as  mudanças  que  ocorrem  no  seu  campo  de  atuação  profissional.  Para  isso,  é  incentivada  a  participação  em  eventos internos e externos gerais da área e, também, há um esforço em contratar professores 
    • que  estejam  efetivamente  inseridos  no  mundo  do  trabalho  em  que  os  futuros  profissionais  atuarão.  F. Científica  ‐  A  incumbência  maior  do  ensino  superior  é  a  formação  profissional  lato‐sensu,  ou  seja,  preparar  o  profissional  para  um  determinado  segmento  de  trabalho,  tendo  em  vista  sua  atuação imediata na sociedade. Sabe‐se, no entanto, que uma parte dos alunos caminhará para  o exercício na vida científica. Ao conhecer as noções básicas do trabalho de pesquisa científica, o  egresso  prepara‐se  para  um  exercício  profissional  melhor  fundamentado,  além  de  superar  as  limitações do pensamento de senso comum. Não há política institucionaliza de acompanhamento dos egressos da IES. Contudo, os cursos recebem ex‐alunos  nas  semanas  de  cursos,  momentos  em  que,  muitas  vezes,  estes  são  chamados  para apresentações  de  trabalhos.  Há,  inclusive,  um  link  no  site  da  Instituição  que  conta  a  história  de  ex‐alunos.  Cientes  desta  realidade  a  CPA,  visando  a  avaliar  os  egressos  e  seus  vínculos  com  a  universidade, promovemos  avaliação  geral  com  os  egressos  da  UniABC  por  intermédio  das  Redes  Sociais  em  2009. Segue alguns gráficos do levantamento.  Gráfico 1: Região de origem dos egressos que participaram da pesquisa.  31% 29% 13% 7% 8% 7% 3% 1% 1% Santo André Diadema São Caetano Mauá São Paulo Ribeirão São Rio Grande Outros do Sul Pires Bernardo do da Serra Campo  Fonte: Comissão Própria de Autoavaliação.  102 
    • Segundo levantamento realizado pela CPA em 2009, 31% dos egressos reside em Santo André; outros 29%, em São Paulo; 8%, em Mauá ;13% em São Bernardo do Campo; 7% em São Caetano do Sul; 3%, em Ribeirão Pires; 1% em Diadema. 1% em Rio Grande da Serra e 7% em outras localidades. Gráfico 2: Curso frequentado na UniABC.  22% 10% 10% 07% 04% 05% 04% 04% 03% 02% 01% 00% 01% 01% 02% 02% 03% 01% 03% 02% 01% 00% 01% 00% 01% 00% 02% 01% 01% 00% 02% 00% 00%  Fonte: Comissão Própria de Autoavaliação. Gráfico 3: Setor de atuação.  33% 17% 11% 12% 10% 8% 5% 1% 2% Própria ‐ Própria ‐ Própria ‐ Privada ‐ Privada ‐ Privada ‐ Pública ‐ Pública ‐ Pública ‐ Indústria Comércio serviços Indústria Comércio Serviços Municipal Estadual Federal  Fonte: Comissão Própria de Autoavaliação. 
    • Quando questionados sobre o setor de atuação, 33% dos egressos responderam que estão alocados na área de serviços da iniciativa privada; 17% estão na indústria privada; 8% estão no comércio; 11% estão alocados  em  empresa  pública  Municipal;  12%  em  empresa  pública  Estadual;  2%  em  empresa  pública Federal; 5% estão no comércio próprio e 1% na indústria própria.  2.9.2. Outros aspectos importantes mensurados no levantamento Questionados sobre a contribuição do curso para a sua área profissional, 43% avaliam ser grande a sua contribuição  para  a  segurança  na  profissão;  24%  concordam  que  contribuem,  porém  ainda  não  se sentem seguros na profissão; 10% entendem que não contribuem muito para a profissão; 2% acreditam que não contribuem em nada para a profissão e outros 21% não estão inseridos na área do curso. Quando questionados sobre quando ingressaram na área, a distribuição obedece à seguinte ordem: 49% dos  respondentes  ingressaram  na  sua  área  de  formação  durante  o  curso;  5%  depois  de  6  meses  de formado; 4% de 6 meses a 1 ano depois de formado; 7% de 1 a 2 anos depois de formado; 4% com mais de 2 anos de formado e outros 31% ainda não atuam na sua área de formação.  Quanto à faixa salarial percebida, 37% estão na faixa dos 3 a 5 salários mínimos; 23% ganham menos de 3 salários mínimos; outros 23% ganham entre 5 e 9 salários mínimos; 9% já estão acima dos 10 salários mínimos e há ainda 8% que se declaram sem renda no momento. Em relação à contribuição do curso para formação profissional, 47% dos egressos dizem que é boa; 25%, regular; 16%, ótimo; 4%, ruim; 1%, péssimo e 7% não emitiram opinião. Já com relação à coerência do que  aprenderam  durante  o  curso  com  sua  prática  profissional;  46%  dos  egressos  dizem  que  foi  boa; 26%, regular; 13%, ótima; 7%, ruim; 1% péssimo e 8% não emitiram opinião.  O propósito deste levantamento foi mapear o quanto e como o curso oferecido pela UniABC contribui para a inserção efetiva dos profissionais que ela forma para o mercado de trabalho. Mais informações consultar o relatório final de egressos, disponível no site institucional. Tabela 19: Quadro de acompanhamento das ações previstas e realizadas pertinentes à Dimensão IX. AÇÕES PREVISTAS  AÇÕES Rever e aprimorar os programas de monitoria, iniciação científica e extensão;  Realizado Implementar o Programa de Atendimento Estudantil. Promover reuniões com os representantes de classe.  Realizado Criar comissão multidisciplinar para atendimento estudantil.  Realizado  104 
    • Analisar as necessidades diagnosticadas.  Realizado Promover estudos para a elaboração de um plano de ação. Promover ações de recepção a calouros.  Realizado Desenvolver e registrar as atividades desse programa por meio da extensão universitária.  Realizado Consolidar o Programa de Recepção a calouros.  Realizado Criar comissões para a elaboração das normas e procedimentos. Submeter as normas e procedimentos à aprovação dos Conselhos Superiores.  Realizado Implementar e divulgar legislação à comunidade acadêmica. Envolver as áreas de comunicação e marketing.  Realizado Estabelecer canais de comunicação e divulgação das ações.  Realizado Sistematizar as ações de divulgação; Consolidar o sistema de comunicação e relações públicas para os Programas de Assistência  Realizado Estudantil. Criar núcleos de atendimento psicopedagógico para os discentes.  Realizado Implementar o Programa de Acompanhamento Psicopedagógico.  Realizado Avaliar relatórios parciais e finais de atividades de acompanhamento psicopedagógico.  Realizado Instituir uma comissão para coordenar o levantamento de dados sobre os egressos.  Realizado Disponibilizar infraestrutura em relação à informática e a recursos humanos.  Realizado Planejar e executar atividades e encontros.  Realizado Criar mecanismos de contato e comunicação entre egressos.  Realizado Consolidar o Programa de Acompanhamento de Egressos da UniABC.  Não realizado    2.10. Dimensão X ‐ Sustentabilidade Financeira Grupos de indicadores  Fontes de consulta  1. Implementação da infraestrutura.   PDI, PPI e CPA  2. Atraso de pagamento de salário.  3. Manutenção da infraestrutura.  
    • 2.10.1. Síntese qualitativa da CPA sobre a dimensão em análise. Uma gestão financeira responsável serve, de maneira inequívoca, à consecução dos objetivos maiores da Universidade, voltados para a excelência de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.  Mais do que  gerar  superávits,  a  missão  da  gestão  financeira  é,  antes  de  tudo,  garantir  a  sustentabilidade  da Universidade, dentro de uma visão de processos de curto, médio e longo prazo.  A gestão financeira da UniABC caracteriza‐se pela preocupação constante em manter a saúde financeira da  Instituição.  Com  isso,  garante‐se  capacidade  de  investimento,  independência  de  fontes  externas  e melhores  oportunidades  de  negociação,  e  torna‐se  possível  fazer  planos  verdadeiramente  realizáveis, como é o caso das formulações apresentadas neste PDI. Quando à proposta orçamentária é totalmente coerente com as políticas constantes dos documentos oficiais da IES (PDI, PPI, PPC etc.).  De acordo com os relatórios de CPA’s anteriores, a Entidade Mantenedora da UniABC demonstra uma situação financeira sólida, fornecendo o necessário respaldo aos cursos fornecidos, à manutenção física de  suas  instalações,  aos  compromissos  assumidos  com  fornecedores  em  geral,  cumpre  rigorosamente em  dia  com  suas  obrigações  trabalhistas  e  procurando,  sempre  que  possível,  investir  em  novas tecnologias.   As  propostas  de  desenvolvimento  da  Universidade  em  grande  parte  são  de  conhecimento  de  sua comunidade  acadêmica,  pois  envolvem  departamentos,  docentes  e  coordenações  de  cursos.  Algumas ações concretas relacionadas à manutenção de estruturas físicas, técnicas e tecnológicas, são públicas como versado nas dimensões anteriores, indicando organização e gestão com visão de futuro propostos em seu PDI de 2007 – 2011. O PDI descreve várias metas para o quinquênio 2007‐2011, dentre as quais pode‐se citar:  I. Ações de atualização e revisão permanente da organização didático‐pedagógica;  II. Melhoria  da  seleção  do  corpo  docente  através  de  processos  seletivos  públicos,  redução  da  rotatividade docente, processo seletivo continuado e novos critérios de seleção por pontuação;  III. Novos  cursos  de  graduação,  formação  tecnológica,  especialização  nos  diversos  campi  da  UniABC, para atender a uma demanda reprimida de cursos profissionalizantes do Grande ABC;  IV. Informatização eficiente da biblioteca com novas aquisições ao acervo e expansão do acesso à  Internet;  V. Implantação dos sistemas de indicadores para avaliação institucional e gestão acadêmica;  VI. Expansão física dos campi com cronogramas já estabelecidos;  106 
    • VII. Realizações  de  atividades  voltadas  aos  discentes,  como,  por  exemplo,  de  estímulo  à  leitura,  programa de estímulo à produção cultural, programa de acesso à cultura, através de parcerias  regionais;  VIII. Implantação de atividades de orientação para a prática esportiva continuada;  IX. Programa de atendimento ao alunado, com padrões de qualidade;  X. Atendimento  à  comunidade,  como  à  saúde,  habitação,  assistência  jurídica,  parcerias,  alfabetização, cursos de treinamento, etc.;  XI. Implantação e revisão do programa de adequação da estrutura técnico‐administrativa e política  de ampliação de bolsas de estudo. Sendo  assim,  o  PDI  compreende  os  investimentos  a  serem  realizados  baseados  na  tríade  ensino, pesquisa  e  extensão  na  busca  da  construção  de  condições  de  excelência.  Seguem  algumas  instâncias previstas para alocação de recursos.   A. Investimento em instalações físicas: aquisições, construções e reforma de edifícios, montagem  de laboratórios, aquisição de equipamentos e softwares.  B. Investimento  na  biblioteca:  aquisição  de  acervo,  sistemas  e  instalações  específicas  da  biblioteca.  C. Investimento  na  organização  e  nas  pessoas:  investimentos  em  programas  de  capacitação  de  docentes  e  colaboradores,  investimentos  na  qualificação  do  corpo  discente,  investimentos  na  modernização  da  gestão,  investimentos  na  criação  de  um  ambiente  acadêmico  propício  à  aprendizagem, à criação e circulação de conhecimento e à prática da cidadania.   D. Investimento  em  infraestrutura  de  cursos:  investimentos  em  tecnologias,  melhorias  e  atualização de laboratórios e clínicas.  Nesse sentido, a alocação dos recursos institucionais ficam evidenciados nas seguintes ações:   1. Realização  de  palestras  voltadas  exclusivamente  ao  corpo  técnico  administrativo  e  docente;   2. Atualização do acervo bibliográfico da universidade;  3. Reforma predial do campus São Caetano do Sul;  4. Adaptações nas instalações físicas do campus I;  5. Reestruturação de laboratórios específicos de cursos;  6. Financiamento de grupos de pesquisas no âmbito acadêmico;  7. Aquisição de recursos audiovisuais projetores multimídia;  8. Estruturação de 50 salas multimídias; 
    • 9. Aquisição novos equipamentos tecnológicos (computadores).  As  compatibilidades  da  alocação  dos  recursos  caracterizam  benefícios  diretos  para  os  programas  de ensino  nos  níveis  de  graduação,  extensão  e  pós‐graduação.  A  execução  do  PDI  da  Universidade  está dividida em etapas, com cronogramas de cumprimentos rígidos e servindo de apoio para a melhoria da qualidade do processo ensino‐pesquisa‐extensão. Para  suportar  estes  resultados,  a  Universidade  adota  uma  estratégia  de  gestão  financeira  com  as características explicitadas nos próximos parágrafos.   A. Realização  de  investimentos  apenas  com  recursos  próprios,  mantendo  o  endividamento  de  longo prazo em zero: a Universidade tem procurado, ao longo dos últimos anos, realizar todos  os seus investimentos empregando apenas recursos próprios.  Esta postura já foi adotada para a  construção  do  Campus  Central  e  será  repetida  para  todas  as  obras  de  ampliação  propostas  neste plano.  B. Manutenção de reservas: os superávits gerados pelas atividades da Universidade não devem ser  empregados em sua totalidade, permitindo a manutenção de reservas para situações especiais e  constituição de fundos para expansão futura.   C. Cumprimento de prazos de pagamento: a UniABC  paga todos os seus compromissos financeiros  rigorosamente em dia,  evitando incorrer em acréscimos contratuais e deterioração das relações  com fornecedores e colaboradores.  D. Adoção  de  medidas  de  manutenção  da  inadimplência  em  níveis  baixos:  a  Universidade  caracteriza‐se  por  manter  uma  taxa  de  inadimplência  abaixo  da  média  das  Universidades  privadas  paulistas.  Uma  cuidadosa  gestão  da  inadimplência,  com  normas  determinadas,  mecanismos de renegociação e uma generosa política de bolsas de estudo, que dá suporte aos  alunos necessitados, garantem a manutenção da inadimplência em taxas aceitáveis.  E. Elaboração  de  planejamento  de  investimentos  a  partir  das  disponibilidades  efetivas:  a  elaboração  de  planos  de  investimento,  sua  aprovação  e  execução  apenas  podem  realizar‐se  frente à disponibilidade de recursos.  F. Elaboração de planejamento de aquisições, visando a otimizar os prazos de compra, entrega e  pagamento:  as  aquisições  devem  ser  cuidadosamente  gerenciadas,  evitando‐se  estoques  desnecessários ou aquisições precoces.  G. Utilização  de  recursos  disponíveis  como  lastro  para  obtenção  de  melhores  condições  em  negociações:  a  manutenção  da  saúde  financeira  da  Instituição  reverte  em  benefícios  que  108 
    • realimentam o processo, instituindo‐se um círculo virtuoso, uma vez que melhores negociações  redundam em melhoria da saúde financeira da Universidade. Desta forma a CPA considera que a saúde financeira da Universidade demonstra estar bem, sob o ponto de vista de sua operacionalização, pois os salários são pagos em dia, visivelmente não registramos falta de recursos materiais para que os profissionais possam exercer suas atividades diárias.     Considerações finais Embora  o  relatório  não  seja  conclusivo,  com  o  seu  resultado  é  possível  desenvolver  uma  visão panorâmica  da  UniABC  a  partir  da  avaliação  institucional  realizada  em  2010,  e  validar  os  princípios macros que norteiam o SINAES como: emancipação, democracia, ética e identidade. A análise permite observar que quando a avaliação institucional da UniABC está consolidada e sustenta‐se no envolvimento da comunidade acadêmica de modo geral envolvidos, e subsidia os ‘avaliados’ com informações  pertinentes  e  fidedignas,  além  de  provocar  a  melhoria  acadêmica  e  administrativa, convergindo com os pressupostos do SINAES que apregoa que a avaliação institucional deve ser acima de tudo, uma ação transformadora, pois é o momento que a comunidade acadêmica se conhece com mais agudez.  Fazer  essa  transposição  não  foi  uma  tarefa  simples,  mas  mais  do  que  isto,  foi  uma  transformação  de mentalidade e postura profissional de todos os envolvidos, pois significou assumir o risco de fracassar pubicamente.  A  tarefa  de  analisar  uma  universidade  em  que  circulam  diariamente  cerca  de  12.000  pessoas,  entre alunos,  funcionários,  professores  e  visitantes,  é  complexa  e  exigiu  dedicação,  seriedade  e  muita cooperação  dos  atores  institucionais,  além  de  uma  boa  política  de  vizinhança  e  como  resultado, finalizou‐se o trabalho árduo, porém necessário para o crescimento institucional. A  cada  ciclo  avaliativo  procura‐se  a  melhoraria  dos  procedimentos  de  avaliação  por  uma  questão  de manter a justiça nas analises e inferências, porém é de conhecimento da CPA que estamos no caminho certo, em se tratando de avaliação institucional, visto que os resultados apurados promovem mudanças ora sutis, ora gigantescas e isso é motivados. 
    • Por  fim,  gostaríamos  de  agradecer  aos  dirigentes  institucionais  que  nos  dão  total  autonomia  e  apoio para realização da avaliação institucional. Muito obrigado!    Referências   BELLONI,  Isaura.  Avaliação  de  políticas  públicas.  In  BELLONI,  I;  MAGALHÃES,  H;  E  SOUZA,  L.C. Metodologia da Avaliação. São Paulo: Cortez, 2000. BRASIL,  Comissão  Especial  de  Avaliação  (CEA).  Sistema  nacional  de  avaliação  da  educação  superior: Bases  para  uma  nova  proposta  de  avaliação  da  educação  superior.  2003.  Disponível  em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/sinaes.pdf.> acesso em 20 Agosto 2009. ______, MEC / Inep. Lei nº. 10.861, de 14/04/2004, DOU Nº 72, 15/4/2004, SEÇÃO 1, P.3 ‐4.  Disponível em:  <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004‐2006  /  2004/Lei/L10.861.html.>.  acesso  em:  20 Março 2009. BOGDAN,  Robert;  BIKLEN,  Sari.  Investigação  qualitativa  em  educação:  uma  introdução  à  teoria  e  os métodos. Porto, PT: Editora Porto, 1994. BOYD,  Harper  W.  e  WESTFALL,  Ralph.  Pesquisa  mercadológica:  textos  e  casos.  Rio  de  Janeiro,  FGV, 1982. BUENO, Wilson da C. Comunicação Empresarial: Políticas e Estratégias. São Paulo: Saraiva 2009. _______, Wilson da C. Comunicação Empresarial: teoria e pesquisa. São Paulo, Editora Manole, 2003.  CAVALIERI, Adriane; MACEDO‐SOARES, T. Diana L. V. A;  THIOLLENT, Michel. Avaliando o Desempenho da Universidade. São Paulo: Loyola, 2004. CASTELLS,  Manuel.  Sociedade  em  rede.  A  era  da  informação:  economia,  sociedade  e  cultura.  São Paulo: Paz e Terra, 1999. CABESTRÉ,  Sonia  Aparecida;  GRAZIADEI,  Tânia  Maria;  e  CRUZ,  Luciane  Miranda  de  Faria.  Inteligência competitiva no contexto digital – a utilização do sistema intranet como facilitador dos relacionamentos  110 
    • no  ambiente  organizacional.  Trabalho  apresentado  ao  núcleo  NP‐05,  de  Relações  Públicas  e Comunicação  Organizacional,  no  XXVII  Congresso  Brasileiro  de  Ciências  da  Comunicação  (Intercom 2004). CONAES.  Diretrizes  para  a  Avaliação  das  Instituições  de  Educação  Superior.  2004.    Disponível  em: <http//: www.portal.mec.gov.br/arquivos/>. acesso em: 20 maio 2010. CHAUÍ, Marilena. Escritos sobre a universidade. São Paulo: Ed. Unesp, 2001. DEMO, Pedro. Universidade, Aprendizagem e Avaliação: Horizontes Reconstrutivos. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2005.  DIAS SOBRINHO; José; BALZAN, Newton Cesar (orgs.). Avaliação Institucional: teoria e experiências. ‐ 4ª ed. ‐ São Paulo: Cortez, 2008. DIAS  SOBRINHO,  José;  RISTOFF,  Dilvo.  (org.).  Universidade  Desconstruída:  Avaliação  Institucional  e Resistência. Florianópolis: Insular, 2000. ________________________________________.  Avaliação  Democrática:  Para  uma  Universidade Cidadã. Florianópolis: Insular, 2002. DIAS SOBRINHO, José. Avaliação da Educação Superior. Petropólis: Vozes, 2000. ____________________.  Universidade  e  Avaliação:  entre  a  ética  e  o  mercado.  Florianópolis:  Insular, 2002. ____________________.  Avaliação:  Políticas  Educacionais  e  Reformas  da  Educação  Superior.  São Paulo: Cortez, 2003. ____________________.  Avaliação  ética  e  política  em  função  da  educação  como  direito  público  ou como  mercadoria?.  Educação  &  Sociedade.  Campinas,  v.  25,  n.  88,  p.  703‐725,  2004.  disponível  em: <www.scielo.br/pdf/es/v25n88/a04v2588.pdf>. acesso: 23 maio 2010. FREITAS,  Luiz  Carlos.  Avaliação  de  Escolas  e  Universidades.  Campinas,  SP:  Komedi,  2003.  (Série: construindo o campo e a crítica). FREITAS, A. L. P. A auto‐avaliação de instituições de ensino superior: uma importante contribuição para a gestão educacional. Revista Iberoamericana de Educación, Madrid, ES, v.1, p. 1‐15, 2004. Disponível em:<http://www.rieoei.org/deloslectores/660 Policani.PDF>. Acesso em: 22 agosto 2010.  
    • FREITAS, André Luiz Policani e FONTAN, Emanuella Aparecida. Um procedimento para a estruturação do processo  de  auto‐avaliação  de  cursos  universitários.  Rio  de  Janeiro:  Revista  Eletrônica  Sistemas  & Gestão,  v.3,  n.  2,  p.147‐162,  maio  a  agosto  de  2008.  –  disponível  em: <http://www.latec.uff.br/sg/arevista/Volume3/Numero2/SG118. pdf>. Acesso em: 15 agosto 2010. GADOTTI,  Moacir.  Avaliação  institucional:  Necessidade  e  condições  para  a  sua  realização.  São  Paulo, 2009: Disponível em: <http://www.paulofreire.org/pub/Institu/SubInstitucional1203023491It003Ps002/ Avali_Institucional.pdf>. Acesso em: 10 outubro 2010. KUNSCH,  Margarida  Maria  Krohling.  Universidade  e  comunicação  na  edificação  da  sociedade.  São Paulo: Loyola, 1992. ________,  Margarida  Maria  Krohling.  Planejamento  de  relações  públicas  na  comunicação  integrada. São Paulo: Summus, 2003. LIMA, L. C. A escola como organização educativa. Uma abordagem sociológica. 3 ed. São Paulo: Cortez , 2008. LI, Nan. A Research Perspective: Online and Traditional Evaluation of Teaching in the Higher Education Settings.  In  G.  Siemens  &  C.  Fulford  (Eds.),  Proceedings  of  World  Conference  on  Educational Multimedia, Hypermedia and Telecommunications 2009 (pp. 3296‐3300). Chesapeake, VA: AACE. MEC/CONAES. Diretrizes para a avaliação das instituições de educação superior. Brasília, 2004. _______. Orientações Gerais para o Roteiro das Autoavaliações da Instituições. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP): Brasil, 2004.   PINTO,  Marli  Dias  de  Souza;  HEINZEN,  Jadna  Lúcia  Neves;  MELO,  Pedro  Antônio  de.  Avaliação  como Compromisso e Instrumento de gestão nas Instituições de Ensino Superior. In Revista Avaliação, ano 10, nº1, RAIES, Campinas, mar. 2005. PIRES,  César  Henrique  Santos.  Concepção  dos  Docentes  da  UEMA  sobre  Avaliação  Institucional. Florianópolis: Insular, 2002. RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.  _____________. Um estudo do Capital Social gerado a partir de Redes Sociais no Orkut e nos Weblogs. Trabalho  apresentado  no  GT  de  Tecnologias  Informacionais  da  Comunicação  da  Compós.  Niterói,  RJ,  112 
    • 2005.  Disponível  em:  <http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2009/>.  Acesso  em: 27/07/2009. RHO, Eunju. The impact of organizational communication on public and nonprofit managers’ perception of  red  tape.  The  University  of  Georgia.  2009.  Disponível  em: <http://www.pmranet.org/conferences/OSU2009/papers.html>. acesso em 30 de julho 2010. ROUCHY,  Jean  Claude;  DESROCHE,  Monique  Soula:  Instituição  e  Mudança:  Processo  Psíquico  e organização. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. SANCHES. Raquel Cristina Ferraroni. Avaliação Institucional. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2009. SILVA,  Claudemir  Martins.  Panorama  Comunicacional  da  Avaliação  Institucional  nas  IES  do  ABC Paulista.  2010,  130  f.  Dissertação  (Mestrado  em  Comunicação)  ‐    Universidade  Municipal  de  São Caetano do Sul. São Caetano do Sul. SINAES. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: da concepção à regulamentação. 5. ed. ampl. Brasília: INEP, 2009. _______. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: da concepção à regulamentação. 2. ed. ampl. Brasília: INEP, 2004. SORDI,    Mara  Regina  Lemes  de  e  LUDKE,  Menga.  Da  avaliação  da  aprendizagem  à  avaliação institucional:  Aprendizagens  necessária,.  in;  Revista  Avaliação,  Campinas;  Sorocaba,  SP,  v.  14,  n.  2,  p. 253‐266,  jul.  2009.  Disponível  em:  <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414‐40772009000200005&script=sci_arttext>. Acesso em: 15 outubro 2010. SOUSA,  Clarilza  Prado  de  ;  MARCONDES,  Anamérica  Prado  ;  ACOSTA,  Sandra  Ferreira.  Auto‐avaliação Institucional : Uma Discussão em Processo. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo: v. 19, n. 39, p. 29‐48, jan./abr., 2008. Disponível em: <http:// www.inep.gov.br/pesquisa>. acesso em: 01 Abril 2010. UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC. Relatório final da Avaliação Institucional UNIABC 2009. Santo André, SP, 2010. Disponível em: <http://www.IES.br/sítio/ downloads/cpa/relat_cpa_2008_3.pdf.pdf> . acesso em: 20 março 2010.