Planejamento Escolar 2014

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Apresentação utilizada na Orientação Técnica para Professores Coordenadores e PCAGPs das escolas de Ensino Fundamental/Anos Finais e de Ensino Médio, realizada na Diretoria de Ensino Leste 4 (Núcleo Pedagógico), em 20/02/2014.

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Planejamento Escolar 2014

  1. 1. DIRETORIA DE ENSINO LESTE 4 José Carlos Francisco Dirigente Regional de Ensino Orientação Técnica PLANEJAMENTO ESCOLAR 2014 Núcleo Pedagógico http://leste4.nucleopedagogico.zip.net delt4npe@see.sp.gov.br
  2. 2. “O pressuposto de qualquer atividade de planejamento é o desejo de mudança, de acertar, de aperfeiçoar. Seria importante que o professor fosse ganhando clareza de que, se não planejar conscientemente, a tendência é reproduzir.” Celso Vasconcellos
  3. 3. ZAR= Espaço para se caminhar* espaço para planejar, espaço para agir, espaço para refletir Limite externo (natureza, sociedade) Zona de Autonomia Relativa (ZAR) Zona de atuação atual Limite interno: Projetado pelo sujeito Contradições do sujeito * Conforme proposta de Celso Vasconcellos
  4. 4. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Retomada e discussão de documentos da escola Proposta Pedagógica, Plano de Gestão 2011-2014, PAP (Plano de Ação Participativo): identificação e caracterização da escola; objetivos, metas e ações da escola.  Análise dos resultados finais de 2013 (Conselho final) e considerações sobre os indicadores da U.E.  O que já conseguimos em 2013? O que falta alcançar?
  5. 5. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Definição da participação, ao longo do ano, em projetos e programas da SEE ou MEC (por adesão ou não) – ex.: Cultura é Currículo – Lugares de Aprender / Escola em Cena / Cinema Vai à Escola, Descubra a Orquestra, Prodesc, ProEmi, Mais Educação, Vale Sonhar, Dengue, Feiras Científicas, Formação para Conselheiros de Escolas, CEL – Centro de Estudos de Línguas, e eventos como OLP, OBMEP, Ismart, Olimpíadas diversas.
  6. 6. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Definição dos projetos institucionais e dos projetos didáticos a serem desenvolvidos ao longo do ano pelos professores.  Lembrando: projetos institucionais ≠ projetos didáticos Ações envolvendo toda a escola em torno de um mesmo objetivo (produzir um jornal, uma campanha), durante o ano todo Investigações mais pontuais, com objetivos, produto, público alvo e prazo bem delimitados Para pensar com carinho: I – Incorporar cada vez mais as TICs nos procedimentos, instrumentos e produtos dos projetos. II – “Projeto Copa”: zelar para que a dimensão da construção do conhecimento (estudo, pesquisa e comunicação sobre as dimensões socioculturais, econômicas e políticas do futebol e da Copa) prevaleça sobre o aspecto “evento”.
  7. 7. QUE DESTINO DAR AOS PROJETOS INSTITUCIONAIS Responda às perguntas e descubra em que pontos eles merecem ajustes O projeto refletiu as necessidades da escola? não sim O projeto continua sendo parte da cultura escolar? Descartar Reimplantar sim Avaliar periodicamente não Buscar referências sim Rever os pontos anteriores para descobrir as causas do problema Replanejar o tempo Reformular sim Fazer a gestão da equipe não As metas estavam dentro do alcance? não Discutir novos projetos A equipe foi envolvida e aderiu à iniciativa? sim As ações planejadas foram executadas? sim Houve adequação aos públicos? Rever formação e comunicação Incluir no PPP não As ações têm embasamento teórico? Não sim O impacto na comunidade foi o esperado? Surgiram novas demandas? Adaptado de: Revista Gestão Escolar, edição de dez.2013/jan. 2014.
  8. 8. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Elaboração dos Planos Anuais de Ensino por Disciplina, conforme modelo publicado no Caderno do Gestor 2008, vol.2, ficha 3, p. 42.
  9. 9. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Exemplo de Plano Anual de Ensino por disciplina, Caderno do Gestor 2008, vol.2, ficha 3, p. 43. (Currículo Estadual) (Currículo Estadual) (Currículo Estadual) (Currículo Estadual)
  10. 10. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados: Documento de base: Currículo do Estado de São Paulo. Consultar a 1ª edição atualizada, 2011, disponível no site da SEE - “(...) os professores devem assumir seus planos, eles devem ser assinados e implementados. Eles são os guias que servem para a elaboração dos planos das aulas e da avaliação da aprendizagem dos alunos.” (CG 2008, v.2, p. 9) “As Propostas Curriculares [agora, Currículo] das disciplinas apresentam um plano anual por séries/bimestres sobre o que deve ser ensinado e aprendido. É importante que os professores formulem seus planos anuais considerando as possibilidades e ajustes, em relação àqueles indicados nas Propostas [= Currículo], mesmo que, durante os bimestres, atualizem os demais aspectos associados à definição dos conteúdos indicados no plano anual.” (CG 2008, v.2, p. 10)
  11. 11. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados: Recuperação Intensiva Sugestão para elaboração do plano anual, dos planos bimestrais e dos planos de aula, específicos para as turmas de RI (etapas III e IV, 7º e 9º anos, respectivamente):  Tomar como parâmetro o documento básico das Matrizes de Referência para a Avaliação (SARESP), que relacionam as habilidades fundamentais para as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, já representando um recorte do Currículo;  Ed. Física, Inglês e Arte: ver materiais do envelope.
  12. 12. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados: Escolas de Tempo Integral Sugestão para elaboração do plano anual, dos planos bimestrais e de aula/oficina – ver documentos que poderão auxiliar as unidades escolares no Drive Virtual do Projeto Escola de Tempo Integral: https://drive.google.com/folderview?id=0BzmU0FfGQyrjU WYyX1ZSNzRBXzQ&usp=sharing
  13. 13. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Orientações e encaminhamentos para elaboração e entrega dos Planos Bimestrais de Ensino, conforme modelo publicado no Caderno do Gestor 2008, vol. 2, ficha 5, p. 45.  Combinar diversas modalidades organizativas (atividades permanentes, situações independentes, sequências didáticas e projetos) e estratégias de avaliação.  Análise e interpretação das avaliações diagnósticas (atividades iniciais e resultados da Avaliação da Aprendizagem em ProcessoAAP) para a decisão sobre habilidades a desenvolver, e estratégias para desenvolvê-las. Sobre diagnóstico nas demais disciplinas que não contam com as provas da AAP: ver Orientações para os Primeiros Dias Letivos 2014, documento elaborado pela CGEB enviado por e-mail às escolas no final de janeiro, e documentos de apoio (ver materiais do envelope), elaborados pelos PCNPs.
  14. 14. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Levar em consideração: Recomendações que integram os Relatórios Pedagógicos do SARESP 2011/2012 (disciplinas avaliadas); recomendações abordadas em OTs e Cursos realizados durante 2013.  Importância do planejamento articulado (bimestral, partindo do diagnóstico do aluno) – Língua Portuguesa e Matemática, com demais disciplinas.  Importância do planejamento e da avaliação por habilidades, em todas as disciplinas, inclusive, para o acompanhamento dos alunos com necessidades especiais.
  15. 15. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados:  Atenção especial para a EJA: Promover o estudo e a incorporação à prática das orientações contidas na publicação Reflexões Pedagógicas sobre o Ensino e a Aprendizagem de Pessoas Jovens e Adultas, da Profa. Dra. Stela Piconez (FEUSP).  Material focado no “saber sobre o fazer” (pedagógico), considerando pressupostos andragógicos  Visa à elaboração de planos de ensino ajustados às necessidades de aprendizagem de jovens e adultos  Subsídio para o desenvolvimento de saberes didático-pedagógicos – aperfeiçoamento profissional contínuo dos professores que atuam na EJA  Parte I: considerações sobre como aprendem as pessoas jovens e adultas  Parte II: estratégias para a articulação entre as dimensões de desenvolvimento cognitivo e as dimensões do conhecimento
  16. 16. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS DIAS DE PLANEJAMENTO Assuntos a serem tratados: Consultar as diversas orientações da CGEB (Coordenadoria de Gestão da Educação Básica) a ser disponibilizado em breve, voltadas para todas as disciplinas e áreas, Tecnologia Educacional, os Temas Transversais, a Educação Especial, a Educação de Jovens e Adultos.
  17. 17. Planejamento estratégico do Professor
  18. 18. A Matemática nos currículos deve constituir, em parceria com a disciplina de Língua Portuguesa, um recurso imprescindível para uma expressão rica, uma compreensão abrangente, uma argumentação correta, um enfrentamento assertivo de situações-problema, uma contextualização significativa dos temas estudados.
  19. 19. O Planejamento Escolar é um instrumento facilitador do trabalho docente. Todo planejamento precisa de uma elaboração e segundo Vasconcellos (2006), essa elaboração se dá tendo como referência as três dimensões da ação humana consciente: realidade, finalidade e mediação.
  20. 20. Planejando devemos definir: • O que pretendemos que o (a) aluno (a) aprenda; • Como propiciar a aprendizagem; • Os diferentes momentos de aprendizagem; • O que, quando e como avaliar as aprendizagens. (Cad. Gestor 2008 vol.1 – pg.36 e 39)
  21. 21. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação a partir dos resultados das avaliações. Ao planejar, antecipamos uma série de acontecimentos que podem ocorrer na ação e nos preparamos para lidar com eles, diminuindo assim a quantidade de imprevistos e tornando as nossas ações mais precisas e de melhor qualidade.
  22. 22. Planejar bem requer: • Pesquisa permanente; • Criatividade na elaboração da aula; • Estabelecer prioridades e limites; • Abrir-se para acolher o aluno e sua realidade; • Flexibilidade para replanejar sempre que necessário.
  23. 23. Ao planejar devemos sempre levar em conta: • As características e necessidades de aprendizagem dos alunos; • Os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico; • O conteúdo de cada série; • Os objetivos e seu compromisso pessoal com o ensino.
  24. 24. O Currículo de Matemática
  25. 25. O Currículo Oficial Características Principais do Currículo Oficial do Estado: • a escola aprendente, • o currículo como espaço de cultura, • as competências como referência, • a prioridade para a leitura e a escrita, • a articulação das competências para aprender.
  26. 26. O Currículo de Matemática: Apresenta três competências básicas a serem desenvolvidas pelos alunos ao longo de sua trajetória, divididas em três eixos: • expressão/compreensão, • argumentação/decisão, • contextualização/abstração.
  27. 27. Sugestões de atividades: 7º ano • Frações, 6º ano • Operações Fundamentais, • Números Decimais, • Área e Perímetro de • Propriedades, Figuras Planas • Porcentagem, • Figuras Planas 9º ano • Expressões Algébricas, 8º ano • Números Racionais, • Números Negativos, • Resolução de • Ângulos, Equações do 1º, • Conceito de Equações • Teorema de Tales, • Teorema de Pitágoras • Teorema de Pitágoras
  28. 28. 1ª Série do E.M. • Equações do 2º grau, • Proporcionalidade, • Semelhança, • Probabilidade 2ª Série do E.M. • Funções, • Razões Trigonométricas, • Relações Métricas no Triângulo Retângulo, • Progressão Aritmética e Geométrica 3ª Série do E.M. • Matrizes, • Geometria: Área de Superfície e Volume de Sólidos, • Probabilidade.
  29. 29. Conteúdos e Habilidades: Para subsidiar o planejamento de ensino e aprendizagem, encontra-se no caderno referente ao Currículo de Matemática, uma seção denominada “Quadro de conteúdos e habilidades de Matemática”, que poderá ser perfeitamente objeto de pesquisa para a ação de planejar. Sugere-se aqui, que o plano de ação seja elaborado na forma de grupo colaborativo, de tal forma que todos os professores de Matemática possam elaborar um plano comum de ação para todas as séries/anos da Unidade Escolar.
  30. 30. 6º Ano 7º Ano 8º Ano 9º Ano • Compreender e operar com o SND; • Compreender o significado das frações e operar com as mesmas; • Compreender o significado dos números decimais e operar com os mesmos; • Saber identificar e classificar formas planas e espaciais; • Compreender a noção de área e perímetro; • Compreender informações contidas em tabelas e gráficos. • Compreender a relação entre uma fração e a representação decimal de um número e saber operá-los; • Compreender o significado dos números negativos e operá-los; • Saber reconhecer e resolver situaçõesproblema que envolvam proporcionalidade; • Reconhecer e saber utilizar o conceito de razão; • Conhecer o significado do número pi; • Saber resolver problemas que envolvam a ideia de porcentagem; • Operar com ângulos; • Compreender o conceito de equação a partir da ideia de equivalência. • Compreender a ideia de número racional em sua relação com as frações e as razões; • Compreender a utilidade do uso das potências para representar números muito grandes e muito pequenos; • Relacionar as linguagens algébricas e geométricas no caso dos produtos notáveis; • Realizar operações com monômios e polinômios; • Saber resolver sistemas lineares de duas equações e duas incógnitas; • Compreender e usar o plano cartesiano; • Reconhecer e aplicar o Teorema de Tales; • Compreender o significado do Teorema de Pitágoras; • Calcular áreas de polígonos. • Ampliar os conjuntos numéricos culminando com os números irracionais; • Saber representar os números racionais na reta numerada; • Saber operar com radiciação e potenciação; • Compreender a resolução de equações do 2º grau; • Compreender a noção de função como relação de interdependência; • Saber expressar e utilizar em contextos práticos as funções de 1º e 2º graus; • Saber reconhecer a semelhança entre figuras planas; • Compreender e saber aplicar as relações métricas e as razões trigonométricas dos triângulos retângulos; • Utilizar o número pi no calculo de área e perímetro de circunferência; • Resolver situações-problema que envolvam o princípio multiplicativo e probabilidade
  31. 31. 1º Ano 2º Ano 3º Ano • Saber reconhecer padrões e regularidades em sequências numéricas; • Conhecer as características principais das progressões aritméticas e geométricas; • Saber utilizar em diferentes contextos as funções de 1º e 2º graus; • Conhecer a função exponencial e suas propriedades; • Conhecer o significado dos logaritmos; • Saber usar as relações métricas fundamentais em triângulos retângulos e não retângulos; • Saber aplicar as propriedades dos polígonos regulares em problemas de pavimentação de superfície. • Conhecer as principais características das funções trigonométricas básicas, sabendo construir seus gráficos e aplicá-las em seus diversos contextos; • Compreender o significados das matrizes e das operações entre elas; • Saber resolver e discutir sistemas de equações lineares por escalonamento; • Saber calcular probabilidade de eventos em diferentes situaçõesproblema; • Saber identificar propriedades características, calcular relações métricas fundamentais de sólidos como o prisma, o cilindro, a pirâmide o cone e a esfera. • Saber usar de modo sistemático sistemas de coordenadas cartesianas; • Saber reconhecer a equação da reta e o significado de seus coeficientes; • Saber identificar as equações da circunferência e das cônicas na forma reduzida e conhecer as propriedades características; • Conhecer as relações entre os coeficientes e as raízes de uma equação algébrica; • Saber reduzir a ordem de uma equação a partir do conhecimento de uma raiz; • Compreender o significado geométrico das operações com os números complexos; • Compreender o significado da taxa de variação unitária, utilizando-a para caracterizar o crescimento, decrescimento e a concavidade de gráficos; • Saber analisar e interpretar índices estatísticos de diferentes
  32. 32. Comparação entre as defasagens tendo por base as mesmas habilidades SÉRIE HABILIDADE DEFASAGEM 6º Campo Multiplicativo 49% 6º Campo Multiplicativo 81% 7º Campo Multiplicativo 76% 6º Fração: equivalente, parte todo, porcentagem 83% 6º Fração: equivalente, parte todo, porcentagem 60% 7º Fração: equivalente, parte todo, porcentagem 99%
  33. 33. Comparação entre as defasagens tendo por base as mesmas habilidades SÉRIE HABILIDADE DEFASAGEM 1º Ler e interpretar um gráfico cartesiano que indica a variação de duas grandezas 58% 1º Ler e interpretar um gráfico cartesiano que indica a variação de duas grandezas 61% 2º Ler e interpretar um gráfico cartesiano que indica a variação de duas grandezas 68% 1º Resolver problemas envolvendo as relações métricas dos triângulos retângulos 79% 1º Resolver problemas envolvendo as relações métricas dos triângulos retângulos 75% 2º Resolver problemas envolvendo as relações métricas dos triângulos retângulos 77%
  34. 34. O Currículo de Língua Portuguesa
  35. 35. Matrizes de Referência O Em Língua Portuguesa, em situações de Leitura e Leitura, existem habilidades e competências comuns a todas as séries/anos , dentro de seis temas estruturantes do currículo :
  36. 36. Matrizes de Referência O Tema 1 – Reconstrução das condições de produção e recepção de textos; O Tema 2 – Reconstrução dos sentidos O Tema 3 – Reconstrução da textualidade O Tema 4 – Reconstrução da intertextualidade e relação entre textos O Tema 5 – Reflexão sobre os usos da língua falada e escrita O Tema 6 – Compreensão de textos literários
  37. 37. Matrizes de Referência O Considerações sobre a produção textual: O Competência 01 – Tema O Competência 02 – Gênero O Competência 03 – Coesão e Coerência O Competência 04 – Registro O Competência 05 – Proposição – Indicativos de propostas de intervenção para o problema abordado (9º e 3º ano EM)
  38. 38. Matrizes de Referência O Considerações sobre a produção textual: O Competência 01 – Tema O Competência 02 – Gênero O Competência 03 – Coesão e Coerência O Competência 04 – Registro O Competência 05 – Proposição – Indicativos de propostas de intervenção para o problema abordado (9º e 3º ano EM)
  39. 39. Olimpíada de Língua Portuguesa O O lançamento nacional acontece em São Paulo (SP), no dia 24 de fevereiro, mas os educadores de todo o Brasil já podem se preparar e dar início ao planejamento para a 4ª. edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. O calendário com as datas, prazos e períodos para todas as atividades já está disponível na Comunidade Virtual do CENPEC http://www.escrevendoofuturo.org.br/
  40. 40. Olimpíada de Língua Portuguesa O A partir do lançamento, em 24 de fevereiro, as inscrições de professores e as adesões de Estados e municípios poderão ser realizadas unicamente via Comunidade Virtual Escrevendo o Futuro, o Portal da Olimpíada (www.escrevendo.cenpec.org.br), até o dia 30 de abril.
  41. 41. Olimpíada de Língua Portuguesa O As oficinas com os alunos podem ser realizadas logo no início do ano letivo e a metodologia da Olimpíada segue todos os parâmetros curriculares oficiais de língua portuguesa.. O texto - ou textos, se a escola participa com mais de um gênero - deve ser enviado até a data limite de 15 de agosto
  42. 42. O Planejamento estratégico do Professor deve estar atrelado ao desenvolvimento de habilidades, para que o aluno se torne competente nas diferentes áreas do conhecimento
  43. 43. Professor Coordenador e o Planejamento Escolar Gestão Pedagógica do Currículo
  44. 44. O Maestro
  45. 45. Legislação
  46. 46. Legislação
  47. 47. Perfil do Professor Coordenador
  48. 48. Legislação
  49. 49. Autoavaliação Gestão Pedagógica do Currículo
  50. 50. Autoavaliação, por que? O A autoavaliação não se propõe apenas a avaliar pessoas, mas refletir criticamente sobre as potencialidades e fragilidades da ação profissional , que podem afetar a organização da escola e a qualidade dos serviços prestados a toda a comunidade escolar. O Por esta razão, propomos uma oficina de autoavaliação reflexiva, com o objetivo de valorizar o Professor Coordenador e incentivar ações e processos de melhoria da qualidade da educação em cada escola, bem como favorecer a gestão pedagógica desempenho das escolas.
  51. 51. Oficina O Formação de grupos para reflexão da ação pedagógica diante das seguintes dimensões: O Definição da missão e Gestão do Currículo O Monitoramento do ensino O Monitoramento do progresso dos alunos O Promoção do clima pedagógico
  52. 52. DEFINIÇAO DA MISSÃO Você tira proveito de qualquer oportunidade para discutir os objetivos, os propósitos e a missão da escola com seus professores ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você disponibiliza as informações adequadas e o apoio necessário aos professores para que possam envolver-se com sucesso no planejamento curricular , nas inovações educacionais e no desenvolvimento geral do ensino aprendizagem dos alunos ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você trabalha para garantir o bom ajuste entre os objetivos curriculares e os testes de realizações? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você busca aumentar o seu conhecimento e de sua equipe sobre métodos pedagógicos, de tal forma que possa tornar válidas e úteis as sugestões e as críticas sobre o trabalho de seus professores ? ( ) Sim ( ) Não Comentários GESTÃO DO CURRÍCULO
  53. 53. MONITORAMENTO DO ENSINO (GESTÃO DE SALA DE AULA) Você dedica tempo em orientar os professores de sua escola sobre como ensinar , observando seu desempenho em aulas e encorajando-o a fazer o melhor em seu trabalho ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você instrui e aconselha os professores de uma maneira solidária , encorajando-os a definir objetivos que propiciem o próprio crescimento profissional? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você revisa com os professores os dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações internas e notas bimestrais ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você utiliza as informações decorrentes dos processos de avaliação para medir o progresso dos alunos em relação aos objetivos propostos nos planos de ensino ? ( ) Sim ( ) Não Comentários MONITORAMENTO DO PROGRESSO DOS ALUNOS
  54. 54. MONITORAMENTO DO PROGRESSO DOS ALUNOS Você revisa com os professores os dados sobre o desempenho dos alunos nas avaliações internas e notas bimestrais ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você utiliza as informações decorrentes ( dos processos de avaliação para medir o progresso dos alunos em relação aos objetivos propostos nos planos de ensino ? ) Sim ( ) Não Comentários Vocês disponibiliza com facilidade e presteza informações sobre os alunos que possam afetar seu desempenho escolar ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você discute com os professores os resultados apresentados pelos alunos para determinar os pontos fortes e fracos dos processos de ensino e aprendizagem? ( ) Sim ( ) Não Comentários
  55. 55. PROMOÇÃO DO CLIMA PEDAGÓGICO Você encoraja os professores a tentar nova ideias e envolver-se em projetos pedagógicos multidisciplinares ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você elogia e reconhece os professores por um trabalho bem executado ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você observa e dá feedback a(os) professor(es) sobre suas práticas pedagógicas ? ( ) Sim ( ) Não Comentários Você promove espaço para a auto( avaliação da sua equipe de professores ? ) Sim ( ) Não Comentários Você prioriza a escuta e procura ( compreender o ponto de vista das partes envolvidas diretamente no processo ensino aprendizagem (professor-alunopais- equipe gestora)? ) Sim ( ) Não Comentários
  56. 56. Referências importantes: O Vasconcellos, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino- aprendizagem e projeto político-pedagógico. 20ª ed. SP: Libertad, 2010. O Piconez, Stela C. Bertholo. Reflexões pedagógicas sobre o ensino e a aprendizagem de pessoas jovens e adultas. SP: SEE, 2013. Caderno do Gestor, volume 1, 2008 http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CADERNO_GESTOR_FINA L_red.pdf Caderno do Gestor, volume 2, 2008 – Plano Anual e Plano Bimestral – disponível em http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL2.pdf Caderno do Gestor, volume 3, 2008 – Plano de Aula e gestão pedagógica das dificuldades de aprendizagem http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG-VOL3.pdf
  57. 57. “Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come. Mas se nos juntarmos, a gente pega o bicho.” Mário Sérgio Cortella

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