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Deficiência Intelectual na Escola
 

Deficiência Intelectual na Escola

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Apresentação da PCNP Regina Leôncio sobre deficiência intelectual, durante a orientação técnica de Filosofia, realizada no Núcleo Pedagógico da DE Leste 4, em 30 de abril de 2013.

Apresentação da PCNP Regina Leôncio sobre deficiência intelectual, durante a orientação técnica de Filosofia, realizada no Núcleo Pedagógico da DE Leste 4, em 30 de abril de 2013.

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    Deficiência Intelectual na Escola Deficiência Intelectual na Escola Presentation Transcript

    • DIRETORIA DE ENSINO LESTE 4NÚCLEO PEDAGÓGICO"Somos diferentes, mas não queremos sertransformados em desiguais. As nossas vidas sóprecisam ser acrescidas de recursos especiais”.EDUCAÇÃOESPECIAL
    • • Constituição Federal: Artigos 5º; 205; 206 (incisos I e VII); 208 (incisosIII e V).• Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº9.394, de 20 de dezembro de 1996): Artigos 4º (inciso III); 58(parágrafos 1º a 3º); 59 (incisos I a IV).• Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da EducaçãoInclusiva, MEC, 2008• Deliberação CEE nº 68/2007• Resolução SE nº 11/2008, alterada pela Resolução SE nº 31/2008.• Decreto Federal nº 7.611, de 17 de novembro de 2011.• Decreto Federal nº 7.612, de 17 de novembro de 2011.• Todos esses documentos podem ser consultados na página doCAPE na internet (http://cape.edunet.sp.gov.br, menu Legislação)LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA – EDUCAÇÃO ESPECIAL
    • DEFICIÊNCIA INTELECTUALNA ESCOLA
    • Segundo D´Antino, a definição de deficiência mental maisdifundida e aceita é a da Associação Americana de DeficiênciaMental, de 1992, que representa um avanço conceitual :“Deficiência mental corresponde a um funcionamentointelectual significativamente abaixo da média, coexistindo comoutras limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas dehabilidades adaptativas: Comunicação, auto cuidado, habilidades sociais, participaçãofamiliar e comunitária, autonomia, saúde e segurança,funcionalidade acadêmica, lazer e trabalho, manifestando-seantes dos dezoito anos de idade”D´Antino (1997, p.97)
    • Como identificar a Deficiência Intelectual?Observando-se duas coisas :1- a capacidade do cérebro da pessoa para aprender, resolverproblemas, encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundoque as rodeia (a esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo oufuncionamento intelectual2- a competência necessária para viver com autonomia eindependência na comunidade em que se insere (a esta competênciatambém se chama comportamento adaptativo ou funcionamentoadaptativo).Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo énormalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos,neurologistas, fonoaudiólogos, psiquiatras, etc.), já o funcionamentoadaptativo deve ser objeto de observação e análise por parte da família,dos pais e dos educadores que convivem com a criança.
    • A deficiência é uma condição que abrange os campos dasaúde e da educação e tem implicações na área social e familiar.Nenhuma dessas áreas deve ter predominância sobre a outra.Em outras palavras, as áreas da educação e da saúde se completam,mas não se sobrepõem.O foco deve ser exclusivamente a criança: o que precisofazer para atender, da melhor forma possível, esta criança?O que deve nortear a atuação do professor é a avaliaçãopedagógica de seus alunos. E não estar preso a um laudo ou umdiagnóstico médico.Para obter dados a respeito do comportamento adaptativodeve procurar saber-se o que a criança consegue fazer emcomparação com crianças da mesma idade cronológica.
    • ADNM ou Deficiência Intelectual
    • DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA INTELECTUALA deficiência intelectual pelo atual CID -10 (classificação internacionalde doenças):-Retardo mental leve F70-Retardo mental moderado F71-Retardo mental grave F72-Retardo mental profundo F73-Outro retardo mental F78-Retardo mental não especificado F79-Variação normal de inteligência (VNI)O diagnóstico só poderá ser dado pelo médico neurologistaou psiquiatra.
    • CONDUTA MÉDICAO médico deverá fazer uma anamnese e exame neurológicocompletos com um exame de imagem como tomografia computadorizadade encéfalo ou RMN de encéfalo para avaliar a possibilidade demalformações cerebrais ou lesões cerebrais por infecções, anóxia etc...avaliação oftalmológica e audiológica.Lembrar que déficits auditivos e visuais podem apresentarsintomas clínicos que lembram quadros de deficiência mental e devemsempre fazer parte da investigação inicial dos pacientes com atraso oususpeita de deficiência mental
    • CONDUTA MÉDICASolicitar exames metabólicos como :-Hemograma completo-Eletrólitos (Na,K,Mg,Ca,CI)-Glicemia de jejum-Provas hepáticas e renais-Provas reumatológicas-Erros inatos do metabolismo-Provas tireoidianas e paratireoidianas-FenilcetonúriaO diagnóstico de deficiência intelectual é fundamentado atravésde avaliação psicológica (testes psicológicos) e da avaliação dodesempenho e rendimento do paciente ou seja , como o paciente funcionano dia a dia.
    • AVALIAÇÃO DA GENÉTICA MÉDICA(mapeamento genético)Lembrar que a maioria das síndromes são acompanhadas dedeficiência mental (por exemplo: Síndrome do X frágil, Down, Klinefelterentre outras.A importância de fazer uma investigação para diagnosticar opaciente com atraso ou deficiência mental é fundamental, pois apenasatravés de um diagnóstico definido podemos ter uma conduta terapêutica.Condições que podem levar a um quadro de Deficiência Intelectualou ADNM:
    • ERROS INATOS DO METABOLISMOGrupo de doenças geneticamente determinadas, decorrentes da deficiênciade alguma via metabólica envolvida na síntese, transporte ou degradação dealguma substância.Fenilcetonúria: o mais conhecido dos erros inatos.Ocorre acúmulo defenilalanina no sangue e seu tratamento é dietário.Sem tratamento pode ocorrer atraso no DNPM, DI e até traços autísticos.
    • A fenilcetonúria (PKU) é uma doença rara na qual o bebê nasce sem ahabilidade de quebrar adequadamente um aminoácido chamadofenilalanina.CausasA fenilcetonúria é hereditária, isto é, passa de pais para filhos. O pai e amãe devem passar o gene defeituoso para que o bebê tenha essa doença.Isso é conhecido como traço recessivo autossômico.Os bebês com PKU não possuem uma enzima chamada fenilalaninahidroxilase, necessária para quebrar um aminoácido essencial denominadofenilalanina. Essa substância é encontrada em alimentos que contêmproteínas.Sem essa enzima, os níveis de fenilalanina e de duas substânciasassociadas a ela crescem no organismo. Tais substâncias são prejudiciaisao sistema nervoso central e causam dano cerebral.
    • AUTISMOOs sintomas autísticos se caracterizamprincipalmente por:-Estereotipias (balançar o corpo ou as mãos, girar objetos,etc..)-Ecolalia (repetir geralmente a última palavra falada pelo entrevistador)-Não falar ou falar pouco (ou emitir vocalizações)-Isolamento (ficar restrito ao quarto ou sempre no mesmo lugar dacasa-Não gostar de contato físico (abraços, toques)-Não gostar da mudança de rotina (sentar no mesmo lugar,comer osmesmos alimentos, fazer o mesmo caminho de ida e volta, às vezesacompanhados de rituais, toques e tiques)
    • Como diagnosticar o autismo?DiagnósticoPara o diagnóstico do autismo, deverá ser utilizado um amploprotocolo de avaliações de preferência multidisciplinares (neurologista,pediatra, psicóloga, fonoaudióloga dentre outros), bem como arealização de exames não para a detecção do autismo, mas paraidentificação de outros quadros que com frequência se associam aoautismo. É comum para este fim a realização de avaliação auditiva,análise bioquímica para erros inatos do metabolismo, exames decariótipo, eletroencefalograma, ressonância magnética de crânio, alémde outros.
    • DEFICIÊNCIA MENTAL DE CAUSAHORMONALHipotireoidismo congênito “cretinismo” O Cretinismo éuma deficiência mental provocada porHipotireoidismo congênito..Durante o desenvolvimento do recém-nascido aausência da tiroxina, um dos hormônios da tireóide,impede o amadurecimento cerebral normal
    • PARALISIA CEREBRALDefinição: encefalopatia crônica nãoprogressiva é uma lesão de uma ou mais partesdo cérebro.Sequela de uma agressão encefálica,que se caracterizaprimordialmente por um transtorno persistente,porém não invariável, dotônus, da postura e do movimento, que surge na primeira infância e quenão é somente secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas sedeve também à influência que a referida lesão exerce sobre a maturaçãoneurológica.O fator causador pode ter ocorrido antes, durante ou após o parto.
    • O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordemcaracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão nãoprogressiva do cérebro em desenvolvimento.O cérebro comanda as funções do corpo.Cada área do cérebro é responsável por uma determinada função, como osmovimentos dos braços e das pernas, a visão, a audição e a inteligência.
    • SÍNDROME DE DOWNA mais conhecida das síndromes causadoras de DI,antigamente conhecida por mongolismo (pelo aspecto facial).Consequência da trissomia do cromossomo 21, temgrande correlação com a idade materna, fato que ocorrerá tambémna Síndrome de Klinefelter.O grau de comprometimento intelectual é variável.
    • SÍNDROME DE PRADER-WILLICitadas em conjunto por que são decorrentes de deficiência docromossomo 15 (sendo que respectivamente da hereditariedadepaterna e materna)Prader-Willi:hipotonia neonatal, DI leve a moderado, baixaestatura, hipogonadismo, chama atenção a polofagia (diabetes) econsequente associação com obesidade.SÍNDROME DE ANGELMANAngelman: Também conhecida como “Síndrome da marionete feliz”,ocorre quadro de sinais e sintomas extra-piramidais (movimentosabruptos, marcha irregular, parte superior do braço inflexível0, DIsevero,não há linguagem falada normal, paroxismos de risosinapropriados, hiperatividade e por vezes acessos de agitação(surtos).
    • A deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um desenvolvimentodefeituoso das características sexuais primárias ou secundárias, poucodesenvolvimento das genitálias, ou efeitos de retirada (por exemplo,menopausa prematura) em adultos. O desenvolvimento defeituoso dasgônadas resulta em infertilidade.O termo hipogonadismo é geralmente aplicado para os defeitospermanentes, ao invés dos temporários ou reversíveis, e geralmente implicadeficiência dos hormônios reprodutivos, com ou sem defeitos de fertilidade.O termo é menos usado para infertilidade sem deficiência hormonalHipotonia é uma condição na qual o tônus muscular está anormalmentebaixo, geralmente envolvendo redução da força muscular.SÍNDROME DE PRADER-WILLI
    • SÍNDROME DO TRIPLO X• Também conhecida como Síndrome de Jacob.• Acomete apenas mulheres, o cariótipo é 47 XXX;• A hereditariedade pode ser materna ou paterna, as característicasfísicas são aparentemente normais, porém ocorre DI leve.• Diferente de algumas outras síndromes, as portadoras podem serférteis.
    • SÍNDROME DO X FRÁGILÉ a causa de origem hereditária mais comum para DI, em graus quevão de dificuldades de aprendizado, déficit de atenção a DI profundo.A transmissão por linhagem materna é mais comum. Todas as mãesde indivíduos portadores da doença (que causa mutação do braço longo docromossomo X) são portadoras do gene alterado, o que traz alto risco deoutros filhos com a síndrome. O aconselhamento genético é muito importante.A síndrome afeta ambos os sexos, mas é mais frequente em homens, além do que neles as manifestações são mais graves.Tendem a ser instáveis, demoram a falar, fazem pouco contatovisual, por vezes com tiques, estereotipias, retraídos socialmente, podemhaver traços autísticos.
    • SÍNDROME DE KLINEFELTER• Restrita apenas a homens• O cariótipo é 47 XXY. O cromossomo adicional em 50% dos casos éde origem materna (como já dito há influência da idade) .• Tem hipogonadismo, níveis baixos de testosterona, aspecto físico(pêlos, gordura corporal, proporções) mais feminilizado.• O diagnóstico é difícil antes da puberdade. Costumam ter baixoíndice de fertilidade.• O quadro é de DI leve ou déficit de aprendizagem.
    • Síndrome da marionete felizHipogonadismo e associação c/obesidadeX frágil + autismoKlinefelterDown
    • FUNCIONALIDADE DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO NO PROCESSO DEAPRENDIZAGEMO paciente após receber o diagnóstico médico definido, pode seravaliado por outras especialidades terapêuticas e inclusive pelo pedagogoque sabendo das dificuldades do paciente poderá fazer uma estratégia decomo melhor abordar cada caso em particular.O profissional poderá comparar o desenvolvimento do pacienteatravés do tempo de tratamento ou abordagem pedagógica, uma vez quepossui uma avaliação antes de iniciar o processo de ensino ou tratamento.
    • TRATAMENTOA abordagem adequada é multiprofissional-Psicologia-Psicopedagogia-Terapia Ocupacional-Fonoaudiologia-Fisioterapia-Neurologia-Psiquiatria-Fisiatria-Ensino com especificações de deficientes auditivose visuais-Equoterapia-Etc..Atendimento é oferecido no CAPS
    • PROGNÓSTICOPodemos afirmar com certeza que na grande maioria dos casos,os pacientes sempre terão melhora dos seus quadros, uma vez quetenham um diagnóstico e sejam abordados de forma correta.Observamos pacientes que receberam diagnóstico de ADNM eapós a correção de fatores como dificuldade visual, auditiva ou causasmetabólicas ou hormonais, passaram a apresentar desempenho dentroda normalidade
    • SÍNDROME DE MOEBIUSSíndrome neurológica rara, decorrente do desenvolvimentoanormal dos pares cranianos.A característica principal é perda parcial ou total dosmovimentos da face, comprometendo expressões faciais, movimentosoculares.A associação com DI é frequente, e também podem aconteceralterações dentárias, fraqueza muscular na parte superior do corpo emalformações de extremidades (por exemplo sindactilia).Ainda não há causa definida, mas há uma relação evidente com o usodo misoprostol (CYTOTEC)(Sindactilia é uma anormalidade embriológica queresulta na visível união entre dois ou mais dedos dasmãos ou dos pés.)
    • Como lidar com alunos com deficiência intelectual naescola?As limitações impostas pela deficiência dependem muito dodesenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados,variando bastante de uma criança para outra.Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que acriança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadaspor parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas,relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostraexemplos concretos para ilustrar ideias mais complexas.O professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não écapaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificaras competências e habilidades que o aluno tem.Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples oudiferentes, não caracteriza uma situação de inclusão.
    • É preciso redimensionar o conteúdo com relação ás formas deexposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usarestratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala – o quetambém contribui para a integração e para a socialização do aluno.Em sala, também é importante a mediação do adulto no que dizrespeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiênciaintelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinadatarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.
    • O aluno com deficiência intelectual: podemos falar em regularidadesquanto ao processo de aprendizagem?Sim, mas...........É preciso considerar que...•O aluno é um sujeito epistêmico (sujeito do conhecimento )•O aluno é uma pessoa contextualizada•O aluno atribui significado ao meio físico e social•O aluno incorpora elementos de sua cultura
    • MotivaçãoOs fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos comDeficiência Intelectual. Dentre esses fatores se destacam a qualidade dasrelações sociais, as interações sociais negativas, a expectativa de fracasso, adependência dos outros e a baixa autoestima.No plano pedagógico:1- Reconhecer o esforço do aluno;2- Acompanhar o aluno em seu percurso de resolução de problema quandoele apresenta dificuldade, mas jamais fazer a tarefa em seu lugar;3- Propor ao aluno problemas compatíveis com o seu nível dedesenvolvimento (zona de desenvolvimento proximal);
    • AtençãoNa deficiência intelectual o sujeito possui déficit de atenção, sentedificuldade em orientar sua atenção para aquilo que realmente interessa,comprometendo o desenvolvimento do aluno: No ritmo de aprendizagem; Na resolução de problemas; Na transferência de informações no interior de um procedimentoNo plano pedagógico, é fundamental:1- Dar orientações breves e precisas aos alunos;2- Solicitar ao aluno que explore sistematicamente e descreva o materialsobre o qual ele deve trabalhar;3- Explicar para o aluno exatamente o que está sendo solicitado dele(compreensão do problema);4- propor atividades de aprendizagem significativas e de interesse doaluno;5- orientar o aluno a verificar suas respostas.
    • MemóriaOs sujeitos com deficiência intelectual possuem dificuldades noprocesso da memória. Suas causas podem ser tanto de natureza estruturalcomo na ausência de utilização de estratégias cognitivas de reagrupamentoou de repetição interna que dificulta o processamento da memória a curtoprazo.O déficit na memória de curto prazo pode causar dificuldadesnas situações de aprendizagem. Assim como nessa memória, a de longoprazo também apela para as estratégias cognitivas de codificação e derecuperação de informação.
    • No plano pedagógico:1- Solicitar que o aluno formule com suas próprias palavras a demanda doprofessor ;2- Perguntar ao aluno se ele já realizou aprendizagens ou problemassemelhantes;3- interrogar frequentemente o aluno sobre as orientações para a realizaçãoda tarefa;4- Solicitar ao aluno que verifique se ele respeitou as orientações para arealização da tarefa;5- Pedir ao aluno que organize as informações, reagrupando-as de maneiraque possibilite a conservação da informação;6- Ajudar ao aluno a dar sentido ao seu percurso
    • TRANSFERÊNCIANo plano pedagógico:1- Estabelecer relações com a família de maneira que as aprendizagens feitasna escola possam ser aplicadas também em situações da vida cotidiana e viceversa;2- Planejar com o aluno a aplicação de seus novos saberes e saber fazer emdiferentes contextos.Os sujeitos que apresentam deficiência intelectual sentem dificuldade natransferência de conhecimentos de uma situação a outra.
    • MetacogniçãoNa deficiência intelectual existe uma fragilidade metacognitiva. Apassividade no plano intelectual pode ser resultado dessa fragilidade. Assim,dificuldades em definir com clareza a natureza do problema a resolver,estabelecer relações com outros problemas semelhantes, selecionarestratégias úteis para solucioná-los são comuns em pessoas com deficiênciaintelectual.As pessoas com deficiência intelectual não solicitamespontaneamente as estratégias metacognitivas tais como:• Antecipar a natureza e as implicações do problema;• Comparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes; significa“pensar sobre o próprio pensamento”.
    • O que considerar então na prática pedagógica?1. Desenvolvimento de habilidades/recursos que estão em conexão com oensino voltado para as diferenças.2. Análise dos objetivos que estão sendo perseguidos com relação aoensino voltado para as diferenças.3. Identificação das principais estratégias de ensino que desenvolve em salade aula.4. Compreensão das estratégias utilizadas.5. Reflexão sobre a eficácia das estratégias e atividades no atendimento àsdiferenças.6. Reflexão sobre a leitura que faz da dinâmica dos seus alunos desde queestão sujeitos a esse contexto de ensino.
    • AS AULAS DEVEM... Partir de um planejamento que envolva a organização da rotina, o climasocial da aula, as estratégias e os recursos pedagógicos. Ajudar os alunos a atribuir significado pessoal à aprendizagem. Explorar as ideias prévias antes de iniciar nova aprendizagem. Adotar uma variedade de estratégias e possibilidades de escolha. Utilizar estratégias de aprendizagem cooperativa. Dar oportunidade para que os alunos pratiquem e apliquem com autonomiao que foi aprendido. Preparar e organizar os materiais e recursos de aprendizagem. Monitorar permanentemente o processo de aprendizagem dos alunos paraajustar o ensino.
    • COMO SUPERAR ESSES DESAFIOS?•Pautar-se pelas potencialidades dos alunos;•Implementar atividades cooperativas/colaborativas (Aprendizagemcooperativa);•Considerar os diferentes níveis, ritmos e estilos de aprendizagem;•Rever concepções;•Romper com o modelo conservador de ensino;•Oferecer opções de materiais diferenciados para a realização de uma mesmaatividade;•Fortalecer as Interações entre professor-aluno e dos alunos entre si;•Estabelecer expectativas positivas.
    • •Planejar e preparar recursos, materiais e estratégias de intervenção;•Fortalecer os saberes dos professores (curriculares, experienciais...);•Pautar-se pela colaboração entre os profissionais da escola;•Instaurar a reflexão pelo professor sobre a prática que realiza;•Realizar trabalho simultâneo, cooperativo e participativo;•Considerar as necessidades do educando e as propostaseducacionais a serem propiciadas.•Planejar atividades para uma turma levando em conta a presença dealunos com deficiências e contemplá-los na programação;
    • Concluindo...O ENSINO COM ATENÇÃO AS DIFERENÇAS DEVE... Organizar as interações e as atividades, de modo que cada aluno sejaconfrontado constantemente, ou ao menos com bastante frequência,com as situações didáticas mais fecundas para ele. Possibilitar o acesso a uma cultura de base comum através de umadiferenciação no interior de situações didáticas abertas e variadaslevando cada aluno a se confrontar com aquilo que é do seu interesseou que é obstáculo na construção do conhecimento. Utilizar diversas estratégias didáticas, de forma que sejam respeitadase atendidas as características individuais dos alunos. Desenvolver diferentes atividades ao mesmo tempo na sala de aula, oque implica numa organização apropriada da classe bem como napossibilidade de cooperação estreita entre os professores noplanejamento.
    • DEFICIÊNCIA INTELECTUAL:EMIR MACEDO..................................................................... 2 SALASJANDYRA VIEIRA DA CUNHA BARRA............................... 2 SALASJOCELYN PONTES GESTAL............................................... 2 SALASMISSIONÁRIO MANOEL DE MELLO.................................. 2 SALASMARIA DE LOURDES ROSÁRIO NEGREIROS................... 2 SALASMARIA DE LOURDES NOGUEIRA ALBERGARIA.............. 2 SALASMENOTTI DEL PICCHIA....................................................... 2 SALASOCTÁVIO MARCONDES FERRAZ.......................................2 SALASSÃO JOÃO EVANGELISTA................................................... 1 SALADEFICIÊNCIA VISUAL:ORESTES ROSOLIA............................................................. 2 SALASDEFICIÊNCIA AUDITIVA:SÃO JOÃO EVANGELISTA................................................... 2 SALASAUTISMO:BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA................................. 2 SALASAUGUSTO BAILLOT............................................................... 2 SALASSALAS DE RECURSO – LESTE 4
    • IMPORTÂNCIA DOREGISTRO
    • VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVEO aluno não sabe O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizadoNão tem limites Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois...É nervoso Ainda não desenvolveu habilidades para o convívio no ambienteescolar, pois...Tem o costume deroubarApresenta dificuldades de autocontrole quando...É agressivo Demonstra agressividade em situações de conflito; usa de meiosfísicos para alcançar o que deseja.É bagunceiro,relaxado, porcoAinda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidadoscom seus pertences.Não sabe nada Aprendeu algumas noções, mais necessita desenvolver...É largado da família Apresenta ser desassistido pela família, pois...É desobediente Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos;tem dificuldades em cumprir regras...
    • É apático,distraídoAinda não demonstra interesse em participar dasatividades propostas; muitas vezes parece se desligarda realidade, envolvido em seus pensamentos.É mentiroso Costuma utilizar inverdade para justificar seus atos ourelatar as atitudes dos colegas.É fofoqueiro Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes doscolegas.É chiclete É muito afetuoso; demonstra constantemente seucarinho.É sonso edissimuladoEm situações de conflito coloca-se como espectador,mesmo quando está clara a sua participação.
    • É preguiçoso Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço,porém logo parte para brincadeiras e outras atividades.É mimado Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitandoque sejam feitas todas as suas vontades.É deprimido,isolado,antissocialEvita o contato e o diálogo com os colegas e professorespreferindo permanecer sozinho;Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convíviosocial.É tagarela Costuma falar mais do que o necessário, não respeitando osmomentos em que o grupo necessita de silêncio.Tem a boca suja Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar.
    • Possui distúrbio decomportamentoApresenta comportamento pouco comum para sua idadeo que desfavorece o seu convívio no grupo, tais como...É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de formacoletiva.Coloque sempre as intervenções feitas para as açõesapresentadas, isto ressalta o trabalho do educador em salade aula.
    • OBRIGADA.Regina LeôncioPCNP Educação Especial – DE Leste 4