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Epistemologia da
Cultura Midiática
claudiocpaiva@yahoo.com.br
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA
2009.1
 Para uma lógica e filosofia do conhecimento:
 gerado a partir dos processos midiáticos
 Desde a origem: misto de desen...
 Globalização: Comunicação Gobal: Tela
Total
 Contexto das Ciências Novas: astrofísica;
 engenharia genética; medicina ...
 Reconhecimento e
legitimidade do campo da
comunicação
 Interdisciplinaridade: produção
dos efeitos de verdade
 As tecn...
 Distinção entre Mídia e
Comunicação
 Processos midiáticos
(mercado) e processos
comunicacionais (academia)
 O campo da...
 O sentido dessa irradiação
depende de:
 a) empenho dos agentes
sociais;
 b) vontade (coragem) de criar;
 c) habilidad...
 A base da formação das
competências
 cognitivas, discursivas e
operacionais:
 Informações midiáticas: além
dos formato...
 Múltiplas portas abertas com as
TIC (Tecnologi@s.Midiáticas):
 No plano psicológico (indivíduo) e
social (comunidades);...
 Meios (pós)massivos: são
radares captando
 As expectativas e
necessidades do publico
consumidor
 Que sabe tirar provei...
 O papel da escola: reflexão
dos usos estéticos, cognitivos
 e ético-políticos dos meios;
 vetores de aprendizagem
entr...
 Da necessidade de Crítica das
Mídias
 Estudos Críticos: paradoxos e
contradições da globalização
 Baudrillard: pensame...
 2. Mídias Radicais & cultura do espetáculo
 Mecantilização e espetacularização do pensamento, vida e linguagem
 Discur...
 O campo das mídias: (De Adriano Rodrigues e outros
autores ibéricos, lusitanos);
 Artistas, pensadores, estetas, intele...
 Função das escolas de (pos)graduação em Comunicação;
 Fornecimento das bases epistemológicas para
 traduzir as experiê...
 Característica básica da Cultura midiática:
 conexões da oralidade, audivisibilidade e tecnicidade;
 Da formação cultu...
 Contexto histórico:
 Anos 70: revolução silenciosa
 Estado Brasileiro: EMBRAFILME;
EMBRATEL; MOBRAL;
 Geração de uma ...
 vão constituir a substância da
cultura midiática nos anos 80
 Anos de chumbo na política (Anos
Rebeldes)
 & anos de ou...
 Para fazer uma crítica das
teorias críticas:
 Função do especialista em
cultura midiática:
 (re)pensar os usos das
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 Anos 80: A condição pós-moderna
 Anos 90: A globalização cultural
 Anos 2000: A cibercultura
 Metástase e proliferaçã...
 Liberação de um novo espaço público:
 Uso inédito dos objetos técnicos, criações originais e
elaboradas;
 Dispositivos...
 Uma epistemologia hermenêutica, interpretativa
 crítica e compreensiva, reconhecendo o
conhecimento comum,
 em diálogo...
 5. O poder das mídias e das identidades culturais
 O pensamento comunicacional (Bernard MIEGE);
 intensidades e brevid...
 Muniz Sodré
 História social da cultura brasileira sob influência da mídia;
 Reconhecimento e crítica da tradição cult...
 6. Midiofobia x Midiolatria
 Para uma contemplação dialógica da
cultura
 Bakhtin (Problemas da poética de
Dostoievsky;...
 Carnavalização da cultura;
 Subversão da ordem cultural dominante;
 Como os modernistas: estética da antropofagia cult...
 Anos 80: surge um mercado editorial
vigoroso
 Adauto Novaes: O olhar (1988); Rede
imaginária (1991) e Muito além do
esp...
 Filosofia e Ciência do
Imaginário: Bachelard;
Durand; Maffesoli;
 Da sociologia da comunicação
à comunicação social;
 ...
 7. Elementos de antropologia e
sociologia da comunicação
 História das imagens e sua
inserção no percurso civilizatório...
 Para concluir
 Convivência de diferentes formações culturais;
 Os suporte arcaicos e os ultratecnológicos;
 Anos 90: ...
 Experiências de compactação, miniaturização,
 Mobilidade e teletransporte do dados, através das minimídias,
 Mídias lo...
 O texto na íntegra está disponível na
revista on line
 Culturas Midiáticas
 Programa de Pós Graduação em
Comunicação –...
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  1. 1. Epistemologia da Cultura Midiática claudiocpaiva@yahoo.com.br UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA 2009.1
  2. 2.  Para uma lógica e filosofia do conhecimento:  gerado a partir dos processos midiáticos  Desde a origem: misto de desencantamento e deslumbramento  Daí a expressão dos “apocalípticos e integrados” (ECO);  pós-guerra, segunda ½ sec.XX: expansão dos audiovisuais  Nasce o campo da comunicação audiovisual  Em distinção-extrapolação do campo do jornalismo  Do espaço público gerado pelos jornais e periódicos à ambiência midiatizada ou aldeia global (Galáxia de McLuhan)
  3. 3.  Globalização: Comunicação Gobal: Tela Total  Contexto das Ciências Novas: astrofísica;  engenharia genética; medicina nuclear  Comunicação séc. XXI: arte, sociedade, cultura e tecnologia  As competências discursivas e o novo mercado de trabalho
  4. 4.  Reconhecimento e legitimidade do campo da comunicação  Interdisciplinaridade: produção dos efeitos de verdade  As tecnologias do audiovisual e as aparências de verdade  Evidências sociopolíticas, históricas e culturais  O trabalho do comunicólogo e a distinção social  As mídias e a geração de formas de poder:  Como hegemonia, controle, dominação;  E como potência libertária; modalidades de produção e partilha do saber  sobre-das-e com as mídias e as mediações sociais
  5. 5.  Distinção entre Mídia e Comunicação  Processos midiáticos (mercado) e processos comunicacionais (academia)  O campo da comunicação: de olho na complexidade cognitiva e agregadora  Do fenômeno comunicacional  Comunicação = comunicatio = comunitas (Sodré. Antropológica do Espelho).  As estratégias midiáticas:  conceder visibilidade às celebridades  e aos indivíduos comuns e aos fatos cotidianos  Os processos midiáticos: são forças e intensidades que formam, deformam e transformam os modos de existência
  6. 6.  O sentido dessa irradiação depende de:  a) empenho dos agentes sociais;  b) vontade (coragem) de criar;  c) habilidade em driblar os obstáculos;  d) bom uso da razão comunicativa  A qualidade da experiência audiovisual depende de:  a) habilidade dos criadores e condições técnicas de veiculação;  b) componentes cognitivos, ético-políticos dos  usuários- espectadores- contribuintes-consumidores  como leitores-colaboradores- cidadãos
  7. 7.  A base da formação das competências  cognitivas, discursivas e operacionais:  Informações midiáticas: além dos formatos impressos  e da comunicação interpessoal e grupal;  cinema, artes do vídeo e computador como  meios de irradiação de informação e conhecimento.  Culturas líquidas, conceitos provisórios  Cultura no plural (Michel de Certeau):  Conjunto de dispositivos mentais e físicos,  Cognitivos, tecnológicos etc;  Complexidade cultural (Morin):  Cultura humanística, científica, técnica, religiosa etc  O campo de ação do especialista em cultura midiática.
  8. 8.  Múltiplas portas abertas com as TIC (Tecnologi@s.Midiáticas):  No plano psicológico (indivíduo) e social (comunidades);  Autonomia e socialização: walking man; câmeras portáteis;  Vídeo; gravador; controle-remoto:  Cultura das mídias: transfiguração do ambiente  outrora dominado pela cultura de massa.  Meios eletrônicos e digitais:  a) estímulos sensoriais e cognitivos dos usuários;  b) dinâmica e agilidade no trabalho:  investigativo (na escola e centros de pesquisa)  operacional (nos mercados e atividades profissionais).
  9. 9.  Meios (pós)massivos: são radares captando  As expectativas e necessidades do publico consumidor  Que sabe tirar proveito da midiatização social.  Narrativas audiovisuais estruturam o imaginário nacional:  Telejornais; telenovelas; esportes; filmes; propaganda;  reality e talk shows; imagens, sons e textos da internet;  assim como as comunicações interativas;  Isso se mescla com as narrativas extra-midiáticas cotidianas.
  10. 10.  O papel da escola: reflexão dos usos estéticos, cognitivos  e ético-políticos dos meios;  vetores de aprendizagem entre a escola, a rua, o mercado.  Barbéro & Canclini: atualização dos estudos culturais  Williams (grande revisão conceitual a partir dos anglo- saxônicos);  Crítica das noções de imperialismo, colonização e indústria cultural;  Featherstone (consumo); Said (orientalismo); Bhabba (o local da cultura);  Jameson (pós-modernismo); Beatriz Sarlo (videoculturas latino-americanas).
  11. 11.  Da necessidade de Crítica das Mídias  Estudos Críticos: paradoxos e contradições da globalização  Baudrillard: pensamento radical: simulacros e simulações  Crítica da sociedade de consumo (mass media, sexo e lazeres);  E das mitologias contemporâneas (mitoironias);  Muniz Sodré: transcendência da teoria crítica da indústria cultural e da teoria crítica da sociedade do espetáculo;  Crítica de o “monopólio da fala”; “máquina de narciso”; “ethos midiatizado”,  E do “império do grotesco” (Sodré & Paiva).  Estratégia dos especialistas em comunicação audiovisual:  compreender e interagir com os agenciamentos afirmativos e  Atuantes nas brechas dos sistemas aparentemente blindados  (Rede Globo, Record, Folha, VEJA, UOL, Google)
  12. 12.  2. Mídias Radicais & cultura do espetáculo  Mecantilização e espetacularização do pensamento, vida e linguagem  Discursos e ações críticos, compreensivos, corajosos e indignados;  inteligentes, vigilantes e criativos.  Para além da “aldeia global”:  Wolton (elogio do grande público); Downing (Mídias radicais);  Trigueiro (“ativistas midiáticos”); Lemos (desmistificando a cibercultura);  Santaella (para entender as linguagens líquidas da cultura midiática);  Primo (para entender a blogosfera); Machado (a percepção cinematográfica);  Marques de Melo (o grande sistematizador dos estudos de mídia e comunicação).
  13. 13.  O campo das mídias: (De Adriano Rodrigues e outros autores ibéricos, lusitanos);  Artistas, pensadores, estetas, intelectuais:  Trabalho elaborado, olhar crítico e esclarecedor;  Métodos de interpretação e modalidades de conhecimento.  Papel dos Especialistas em cultura midiática:  (re)conhecer as informações midiáticas  como vetores de cognição e comunicabilidade  enfrentamento e utilização dos meios  como vetores de subjetividade e sociabilidade;
  14. 14.  Função das escolas de (pos)graduação em Comunicação;  Fornecimento das bases epistemológicas para  traduzir as experiências sociais e suas interfaces midiáticas;  além de uma compreensão da ética, estética e linguagem das mídias;  Um ambiente de leitura, debate e argumentação;  Elaboração do trabalho das noções conceituais:  advindas do pensamento teórico-metodológico; filosófico;  epistemológico; rigor e formalização do conhecimento científico;  Não se confunda com o mero uso de uma “linguagem difícil”.
  15. 15.  Característica básica da Cultura midiática:  conexões da oralidade, audivisibilidade e tecnicidade;  Da formação cultural massiva, excludente, vertical  a uma formação interativa, colaborativa  e verdadeiramente comunicacional  Atitude compreensiva, ação afirmativa geradora de  (des)envolvimento, uso de processos técnicos  como meios de intervenção na realidade;  conquista de autonomia, emancipação e inclusividade.
  16. 16.  Contexto histórico:  Anos 70: revolução silenciosa  Estado Brasileiro: EMBRAFILME; EMBRATEL; MOBRAL;  Geração de uma comunidade imaginada  (cultura de massa, aldeia global & integração nacional);  Vide crítica radical no filme Bye Bye Brasil;  Uma aproximação da “segunda pele do Brasil”  Anos 70: Demarcação de um território de resistência audiovisual  que alimentam hoje a cultura midiática  Criação de artistas, intelectuais, poetas, publicitários,  outsiders, visionários nos espaços do cinema, teatro, jornalismo  e vídeos alternativos, de maneira crítica e inventiva  através de processos de desmontagem e remontagem  das formações tradicionais
  17. 17.  vão constituir a substância da cultura midiática nos anos 80  Anos de chumbo na política (Anos Rebeldes)  & anos de ouro no mercado  Barateamento dos preços, dos financiamentos e crediários  Facilitação do acesso e popularização da tv no Brasil  Um país na tv; a tv brasileira em três canais (KHEL e outros)  A moderna tradição brasileira (Renato Ortiz)  Cultura-internacional-popular-de massa  Leitura dos processos midiáticos e atualização dos  Intérpretes da história da cultura brasileira  (S.B. Holanda; Caio Prado Jr; Gilberto Freyre)  Raízes e antenas do Brasil (Cláudio Paiva).  Inclusão do dos meios audiovisuais no  pensamento social e da vida cultural
  18. 18.  Para fazer uma crítica das teorias críticas:  Função do especialista em cultura midiática:  (re)pensar os usos das mídias, na era da  sedimentação, cooperação e mobilidade;  Perceber as transfigurações estéticas, tecnológicas  e cognitivas.  As bases para uma epistemologia da cultura midiática  Arlindo Machado (Ilusão especular; arte do vídeo;  Cinemas (pós-cinemas; televisão levada a serio;  Máquina e Imaginário; O sujeito na tela, modos de enunciação  no cinema e no ciberespaço).  Vertente semioticista, lúcida e perspicaz da cultura midiática;
  19. 19.  Anos 80: A condição pós-moderna  Anos 90: A globalização cultural  Anos 2000: A cibercultura  Metástase e proliferação das imagens audiovisuais;  Além da era do radio, século do cinema, império da televisão;  A convergência das mídias; o controle remoto; o zapping;  Processo cultural global: intersemiótico, intermidiático;  Geração de diferentes estilos de pensamentos, discursos e  ações na esfera cotidiana.
  20. 20.  Liberação de um novo espaço público:  Uso inédito dos objetos técnicos, criações originais e elaboradas;  Dispositivos portáteis, câmeras, projetores, celulares, gravadores  Novas estratégias de comunicação interativa  Consumidores, leitores, cidadãos (Canclini)  Nebulosidade midiática e comunicacional: cultura das mídias;  Configuração sociocultural em permanente transformação:  Estatuto de provisoriedade do conceito;
  21. 21.  Uma epistemologia hermenêutica, interpretativa  crítica e compreensiva, reconhecendo o conhecimento comum,  em diálogo com os saberes especializados;  uma filosofia e ciência do presente; um saber ligado nos fatos  e acontecimentos da vida cotidiana,  com tudo o que estes tem de nômade, mutante e transitório;  reveladores do espírito do tempo
  22. 22.  5. O poder das mídias e das identidades culturais  O pensamento comunicacional (Bernard MIEGE);  intensidades e brevidades das ocorrências midiáticas;  conexões com a lógica do vivido;  com a organicidade dos acontecimentos virtuais e presenciais;  positividades e evidências sensíveis;  DE olho na teia intersemiótica, politécnica e multicultural;  Relações entre os indivíduos e as mídias;  Um conhecimento aprofundado.  Redes tecnológicas e redes de sociabilidade,  E o poder da identidade (Castells);  Participação dos setores sociais ideológicamente minoritários
  23. 23.  Muniz Sodré  História social da cultura brasileira sob influência da mídia;  Reconhecimento e crítica da tradição cultural;  Compreensão e crítica das culturas midiáticas;  O social irradiado (1992);  Sociedade, Mídia e Violência (2002);  Influências de Lasch; Baudrillard; Baudrillard:  Simulacros da democracia forjados pela mídia;  Crítica da simulação midiática  dos direitos, liberdades e igualdades;  Ética, educação, conhecimento,  e as estruturas tradicionais de socialização  Convivem com os processos mídiáticos  .
  24. 24.  6. Midiofobia x Midiolatria  Para uma contemplação dialógica da cultura  Bakhtin (Problemas da poética de Dostoievsky;  Marxismo e filosofia da linguagem;  O poder das mediações sociais e os meios dominantes);
  25. 25.  Carnavalização da cultura;  Subversão da ordem cultural dominante;  Como os modernistas: estética da antropofagia cultural;  Como os tropicalistas e o mange-beat;  Dias Gomes; Guel Arraes; Maria Adelaide Amaral;  Gilberto Braga; Aguinaldo Silva;  Migrações do livro ao vídeo e ao DVD;  O pagador de Promessas; Macunaíma; Bye Bye Brasil  O auto da Compadecida e o recente Tropa de Elite:  motores transgressivos, criadores, libertários  O poder da mídia é relativizado pelas modalidades de  conexões entre a oralidade,  a audiovisualilidade e a tecnicidade
  26. 26.  Anos 80: surge um mercado editorial vigoroso  Adauto Novaes: O olhar (1988); Rede imaginária (1991) e Muito além do espetáculo (2005): filosofia, sociologia, antropologia:  irrigando os estudos da comunicação e cultura audiovisual;
  27. 27.  Filosofia e Ciência do Imaginário: Bachelard; Durand; Maffesoli;  Da sociologia da comunicação à comunicação social;  O acontecimento comunicacional mediado pelos audiovisuais;  O imaginário e a força simbólica das mensagens  Nas diversas ambiências da vida cotidiana:  No cinema, no vídeo, na publicidade, no ciberespaço,  Nos espaços intersticiais: aeroportos,  shopping centers, supermercados:  proliferação das tecnologias da mobilidade;  O significado da cultura midiática  vai depender do uso que fizermos dela.
  28. 28.  7. Elementos de antropologia e sociologia da comunicação  História das imagens e sua inserção no percurso civilizatório  Regis Debray: Vida e Morte da Imagem,  uma história do olhar no Ocidente (1993);  o limite e o alcance do conhecimento pela comunicação audiovisual;  O cara´ter de reprodutibilidade das imagens e sons,  No sentido econômico, técnico e mitológico;  Desde os anos 90: uma farta produção:  Ortiz; Ianni; Santos: cultura das mídias, globalização,  aceleração e velocidade; encurtamento da distâncias e  compressão do tempo.
  29. 29.  Para concluir  Convivência de diferentes formações culturais;  Os suporte arcaicos e os ultratecnológicos;  Anos 90: os meios telemáticos:  mais uma camada semiótica e cognitiva  à cultura das mídias;  Velocidade terminal: dromologia (Virilio);  Dromoscopia (Balogh); dromocracia (Trivinho);  Instâncias fatias dos processos comunicacionais.
  30. 30.  Experiências de compactação, miniaturização,  Mobilidade e teletransporte do dados, através das minimídias,  Mídias locativas: um novo sentido à ambiência comunicacional  Novos contextos locais e globais da experiência vivida:  Inserção de novos conceitos, metodologias e perspectivas.  As teorias das mídias digitais  respondem às circunstâncias emergentes:  blogs, flogs, microblogs, twitters, flickrs; as apreciações críticas:  mídias radicais (Downing); os ativistas midiáticos (Trigueiro); os novos agenciamentos digitais: do chip ao caleidoscópio (Leão):  por uma melhoria da vida psíquica, política, sociocultural.
  31. 31.  O texto na íntegra está disponível na revista on line  Culturas Midiáticas  Programa de Pós Graduação em Comunicação – UFPB  http://www.cchla.ufpb.br/culturasmidiaticas/ pdf/01/01_claudio.pdf
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