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Mini LATEX - Um mini-curso
Um mini curso de LATEX elaborado pelo grupo PET - MAT da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - CPPP.

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  1. 1. Programa de Educação Tutorial - Matemática PET - MAT Mini L TEX - Um mini-curso A Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara Lorenzon Bolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan Bolsista: Oilson Antonio Soares Enciso Tutor: César Klayson Soares dos Santos Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS Ponta Porã - MS 12 de Maio de 2011Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 1 / Bo
  2. 2. Mini L T X - Um mini-curso A E Mini L TEX - Um mini-curso A A Mini L TEX - Um mini-cursoBolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 2 / Bo
  3. 3. Introdução Contexto Histórico • O TEX é uma linguagem de composição desenvolvido por Donald E. Knuth em 1984. Onde sua principal função é a composição e impressão de textos e fórmulas matemáticas. • O TEX possui aproximadamente 600 comandos que controlam a construção de uma página. • O L TEX foi desenvolvido por Leslie Lamport em 1985 através do TEX. É um A pacote composto de uma série de comandos que formata consistentemente coisas como seções, tabélas ou fórmulas matemáticas de uma forma consistente e uniforme.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 3 / Bo
  4. 4. Vantagens com o L T X A E Vantagens com o L TEX A Permite gerar facilmente . . . notas de rodapé; referências; índices; bibliográfias; escrever fórmulas matemáticas de modo simple e eficaz; estabelecer um padrão de textos nos diversos formatos como arigo, revista, livro, apresentação, etc; facilidade de formatação; numeração automática de fórmulas, seções, teoremas, definições, demonstrações, dentre outros.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 4 / Bo
  5. 5. Distribuição Distribuição • MikTex é uma distribuição TEX e L TEX para Microsoft Windows. A • TeTex é uma distribuição TEX e L TEX para Linux. A • MacTex é uma distribuição TEX e L TEX para Mac OS X. ABolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 5 / Bo
  6. 6. Editor de Texto Editor de Texto Com o MikTex (Windows) ou TeTex (Linux) necessitamos de um editor de textos para converter os códigos inseridos em arquivos de textos. Alguns editores de texto: • WinEdt é um software livre para teste para Microsoft Windows. • TeXnicCenter, software livre para Microsoft Windows. • Kile, software livre para Linux. • TeXShop, software para Mac OS X.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 6 / Bo
  7. 7. Comandos e Ambientes Comandos e Ambientes • Os comandos indicam como o texto será processado. Dessa forma, um arquivo do L TEX é composto por comados pré-definidos pelo autor. A Observação 1 Geralmente os comandos em L TEX são iniciados pelo caracter . A Ao inserirmos textos com comandos em modo matemático, devemos tomar cuidado, pois sempre devemos colocar espaço entre letras e comandos, caso contrário o compilador acusará erro e o arquivo texto não será gerado. • Um ambiente é um local no qual podemos inserir uma caracteristica predefinidas. Observação 2 Um ambiente é iniciado com begin{Nome do Ambiente} e terminado com end{Nome do Ambiente}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 7 / Bo
  8. 8. Exemplo de Ambiente Exemplo de Ambiente • Para fazermos uma demonstração de algum teorema, proposição, lema, corolário, etc, podemos estar usando o ambiente de demonstração, ou seja; begin{demonstracao} Texto... end{demonstracao} o que gera Demonstração: Texto...Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 8 / Bo
  9. 9. Exemplo de comandos Exemplo de comandos Observação 3 Os comandos matemáticos no L TEX são escritos entre os símbolos $, A ou seja, $comando$. Segue o exemplo: $ sum_{i=0}ˆ{n}biggl(frac{1}{i!}biggr)= =1+1+frac{1}{2!}+ldots+frac{1}{n!} $ e $int_0ˆ1f(x)dx$ gerando assim, n 1 1 1 1 =1+1+ + ... + e f (x)dx i=0 i! 2! n! 0Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 9 / Bo
  10. 10. Escrevendo Texto Escrevendo Texto • A maioria dos trabalhos científicos exige que os espaçamentos entre as linhas e tamanho das linhas contenham o mesmo comprimento. Assim, o L TEX A insere quebras de linhas e espaços o suficiente para otimizar o conteúdo de um parágrafo inteiro. Caso necessario, o L TEX pode também incluir infenização A em palavras que não iriam caber confortavelmente em uma linha. • Caso seja necessario quebra de linha ou iniciar uma nova página, devemos osrdenar ao L TEXe usa-se os os respectivos comandos A ou newline e newpage • O L TEX ignora qualquer tipo de espaços entre caracteres, neste caso, A quando se deseja inserir um espaço devemos usar a barra .Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 10 / Bo
  11. 11. Texto Matemático Texto Matemático • Ao se usar textos no formato matemático no meio de texto comum não podemos esquecer que devemos colocar entre $...$. Assim, precisamos ter atenção, pois, devemos separar símbolos de letras, caso isso não ocorra o compilador acusará erro e o arquivo texto não será gerado. Vejamos o exemplo: Percebemos que a integral indefinida $int xˆ{2}dx$ tem como valor $frac{xˆ{3}}{3}+c$, onde $c$ é uma constante arbitrária. Texto equivalente; x3 Percebemos que a integral indefinida x2 dx tem como valor + c, onde c é 3 uma constante arbitrária. Observação 4 Usamos duas vezes os símbolos $$...$$ para centralizarmos uma expressão matemática.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 11 / Bo
  12. 12. Fórmulas Matemáticas Fórmulas Matemáticas • O L TEX fornece uma grande variedade de fórmulas e símbolos matemáticos A de modo a tornar a escrita mais rápida e eficaz. Dessa forma, percebemos que uma das suas principais funções é a escrita matemática. • Como podemos perceber, em alguns editores de textos que utilizam o L TEX, A possui comandos pré-existentes, assim se quisermos elaborar uma série teremos que usar o comando sum que é equivalentemente ao somatório. Vejamos o exemplo: $$ sum_{n=1}ˆ{infty}frac{1}{nˆ2} =frac{piˆ2}{6} $$ gerando ∞ 1 π2 2 = . n=1 n 6Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 12 / Bo
  13. 13. Classes de Documentos Fórmulas Matemáticas • Através do L TEX podemos facilitar a escrita matemática no que se refere a A abilidade de decorar comandos e símbolos, para isto usa-se: newcommand{novo nome}{nome do comando} • O comando citado acima permite renomear comandos pré-existentes de modo conveniente ao desejo do autor. Renomeando o comando O comando que gera a integral int, pode ser renomeado como o autor preferir, dessa forma, escolhemos integral. Assim, newcommand{integral}{int}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 13 / Bo
  14. 14. Classes de documentos Classes de documentos • Antes de iniciarmos a criar um texto, o L TEX necessita que informamos qual A é a classe de documento que desejamos criar. Vejamos alguns exemplos mais comuns: article - para artigos em jornais científicos, pequenos relatórios, convites; report - para relatórios mais longos contendo vários capítulos, pequenos livros, teses de doutoramento; book - para livros; letter - carta; beamer - para apresentações em slide.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 14 / Bo
  15. 15. Preambulo Preambulo • Um texto criado em L TEX possui basicamente duas partes. Ou seja, uma é A o preambulo e a outra é o corpo do texto. • O preambulo é o local onde organizamos todo o formato do texto, identificando qual classe de documento, inserimos os pacotes que serão usados, qual o tipo e tamanho da letra, a configuração da página, como: margens, cabeçalho e rodapé, etc. • Utilizamos o comando usepackage para inserir pacotes. Observação 5 É necessario e importante o uso dos pacotes, pois, configurações de acentuações em português, por exemplo, não é padrão em L TEX . O não uso de pacotes A pode comprometer a compilação, desse modo, o arquivo texto não será gerado.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 15 / Bo
  16. 16. Corpo de um Texto Corpo de um Texto • O corpo do texto é o local onde o autor irá inserir o texto propriamente dito. Assim, todo e texto ddeverá ser escrito entre o ambiente de texto. Vajamos um exemplo: begin{document} Texto. . . end{document} Observação 6 O ambiente no qual escreve-se o texto é sempre inserido no preambulo depois da inserção dos pacotes, sempre seguindo esta ordem, caso contrario o compilador acusará erros, não gerando o arquivo texto.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 16 / Bo
  17. 17. Exemplo de um texto em L T X A E Exemplo de um texto em L TEX A • Preâmbulo documentclass[a4paper,12pt]{report} usepackage[latin1]{inputenc} - lingua em alfabeto latin usepackage[brazil]{babel} - lingua portuguesa usepackage{amssymb} - pacote para digitar símbolos como conjunto dos números reais, etc usepackage[T1]{fontenc} - pacote para hifenizar corretamente usepackage{color} - pacote para escrever em cores usepackage{graphicx} - pacote para inserir figuras usepackage{makeidx} - pacote para gerar índice pagestyle{headings} - pacote de estilo de cabeçalho da página • Corpo do texto begin{document} Texto ... end{document}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 17 / Bo
  18. 18. Introdução Beamer • A elaboração de apresentações em PDF é a combinação do pdfL TEX e a A classe Beamer do L TE A X. • O Beamer é uma classe do L TEX para criação de apresentações no formato A PDF, na qual se parecem bastante com o que se pode criar no Power Point, que as torna altamente portáteis, já que Acrobat Reader está disponivel em diversos sistemas. • Sua estrutura é a mesma do L TEX, com algumas carácteristicas específicas A do Beamer.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 18 / Bo
  19. 19. Vantagens de se usar o Beamer Vantagens de se usar o Beamer As vantagens que obtemos ao se trabalhar com o Beamer ao invés do Power Point e outras ferramenta, são as mesmas de se usar o L TEX para desenvolver A textos: Os comandos principais do L TEX também funcionam no Beamer; A Um sumário é criado automaticamente, com links para cada seção e subseção que o autor inserir; Pode-se escolher temas que melhor se adequem no momento em que a apresentação será utilizada. Esses temas são desenvolvidos para serem legiveis e uteis, de forma a facilitar a compreensão e dar uma aparência mais profissional à apresentação.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 19 / Bo
  20. 20. Criando uma apresentação Exemplo de um preambulo para apresentação documentclass[10pt]{beamer} usepackage[brazil]{babel} - pacote para a lingua portuguesa usepackage[latin1]{inputenc} - pacote de acentuação usetheme{CambridgeUS} title[UFMSCPPP]{Programa de Educação Tutorial - Matemática PET - MAT} subtitle { large Mini LaTeX{}} authortextbf{Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes} institute{ vspace{0.4cm} Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS Ponta Porã - MS } date{12 de Maio de 2011} begin{document} begin{frame} titlepage end{frame}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 20 / Bo
  21. 21. Exemplo de uma apresentação section{Primeira Apresentação} frame { frametitle{Exemplo de uma apresentação} begin{block}{Podemos inserirldots} begin{itemize} item Item 1dots pause item Item 2 pause item Item 3 pause end{itemize} end{block} e muitas mais coisas !!! } end{document}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 21 / Bo
  22. 22. Observações Primeira apresentação com efeito de transição Observação 7 No exemplo do preambulo para uma apresentação pode ser inseridos seus pacotes preferidos!!! Observação 8 Usa-se o comando pause para dar efeitos de transição na apresentação exatamente onde o autor deseja inserir.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 22 / Bo
  23. 23. Destacando informações em forma de bloco Destacando informações em forma de bloco Título do Bloco begin{block}{Título do Bloco} Texto ... end{block} Título do Bloco de atenção begin{alertblock}{Título do Bloco de atenção} Texto ... end{alertblock} Título do Bloco de exemplo begin{exampleblock}{Título do Bloco de exemplo} Texto ... end{exampleblock}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 23 / Bo
  24. 24. Temas de Apresentação Temas de Apresentação • Existem diversos temas, e cada tema possui uma estrutura de apresentação e formatação de cores e fontes específica, dessa forma, o autor pode escolher aquele que seja mais adequado para a situação em que ele utilizará a apresentação. O comando para definir o tema é usetheme{Nome do Tema} • Os temas que geralmente, encontramos em instalação padrão do Beamer são: Temas para apresentação Antibes, AnnArbor, Bergen, Berkeley, Berlin Boadilla, boxes,CambridgeUS, Copenhagen, Darmstadt, Dresden, Frankfurt, Goettingen, Hannover, Ilmenau, Juanlespins, Madrid, Malmoe, Marburg, Montpellier, Paloalto, Pittsburgh, Rochester ,Singapore e Warsaw.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 24 / Bo
  25. 25. Dicas Diversas Dicas Diversas • Para inserir texto dentro do modo matemático basta usar o comando mbox{}. Vejamos o exemplo: A função $f$ satisfaz: $f(x)=0 mbox{somente se} xin D $ . Em L TEX: A função f satisfaz: f (x) = 0 somente se x ∈ D. A ——— O que estiver escrito a partir do símbolo % o L TEX ignora. A Em L TEX: O que estiver escrito a partir do símbolo A ——— • Para inserir espaço entre ca ra cteres basta usar a barra uma vez para um espaço e mais de uma vez para mais espaços sempre com espaços entre as barras. • Para inserir espaços entre ca ra cteres basta usar a barra uma vez para um espaço e mais de uma vez para mais espaços sempre com espaços entre as barras.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 25 / Bo
  26. 26. Estilo e tamanho de letra Estilo e tamanho de letra Texto não uniforme, com letras {LARGE grandes}, {tiny pequenas}, uline{sublinhadas}, sout{riscadas}, em textbf{negrito} e em emph{itálico}. {sc Letras de forma} e em {tt máquina de escrever}. Em L TEX: Texto não uniforme, com letras A grandes , pequenas, sublinhadas, riscadas, em negrito e em itálico, Letras de forma e em máquina de escrever. Observação 9 No texto acima usamos os comandos {LARGE}, {tiny}, uline{}, sout{}, textbf{}, emph{}, {sc} e {tt} que dispensam o uso de $$ pois não precisamos entrar no modo matemático.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 26 / Bo
  27. 27. Criando Ambientes Criando Ambientes • Atráves do L TEX também pode-se criar ambientes para a elaboração de A definições, observações, teoremas, corolários, exemplo etc. Neste caso, devemos usar o comando newtheorem{teorema}{Teorema}[section] cuja númeração é baseada na seção com título Teorema. Observação 10 Supomos que a seção é 3.5, assim, quando utilizarmos o ambiente de teorema, isto fornecerá as espressões do tipo Teorema 3.5.1, Teorema 3.5.2, Teorema 3.5.3, etc. Exemplo do ambiente teorema begin{teorema} Texto ... gerando Teorema 1.1.1 Texto ... end{teorema} supondio que o teorema seja inserido na seção 1.1.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 27 / Bo
  28. 28. Exercício 1 Exercício 1 • Digite o início de um capítulo como exemplo abaixo. Capítulo 1 Funções Homogêneas 1.1 Seção Teorema 1.1 (Gauss) A curvatura gaussiana ... Teorema 1.1 (Pitágoras) A soma ... Proposição 1.1 (Bezout) Dados dois ...Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 28 / Bo
  29. 29. Resposta do exercício 1 Resposta do exercício 1 chapter{Funções homogêneas} section{Seção} begin{teorema}[Gauss] A curvatura gaussiana ... end{teorema} begin{teorema}[Pitágoras] A soma ... end{teorema} begin{proposicao}[Bezout] Dados dois inteiros ... end{proposicao}Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 29 / Bo
  30. 30. Exercício 2 Exercício 2 • Digitar o texto abaixo. A função xy , (x, y) = (0, 0) f (x, y) = x2 + y2 0 , (x, y) = (0, 0) é contínua em (0, 0), ou seja xy lim =0 (x,y)−→(0,0) x2 + y 2 Comandos utilizados: Ambiente usado frac{}{} - para gerar fração array longrightarrow - para gerar a seta do limite left{ begin{array}{ccc} end{array} right.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 30 / Bo
  31. 31. Resposta do exercício 2 Resposta do exercício 2 $$ f(x,y)=left{ begin{array}{ccc} displaystylefrac{xy}{xˆ{2}+yˆ{2}}&,&(x,y)neq(0,0) 0&,&(x,y)=(0,0) end{array} right. $$ é contínua em $(0,0)$, ou seja $$ displaystylelim_{(x,y)longrightarrow(0,0)}frac{xy}{xˆ{2}+yˆ{2}}=0 $$ Observação 11 Utilizamos o comando displaystyle antes de frações, integrais, somatórios, etc, pois, este comando amplia os símbolos, permitindo melhor vizualização.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 31 / Bo
  32. 32. Referências Referências PARTL, T. O. H.; HYNA, I.; SCHLEGL, E. Uma não tão pequena introdução ao L TEX 2ε . A Tradução de Alberto Simões. Versão 4.20.1, set. 2007. Dísponivel em: <http://alfarrabio.de.uminho.pt/ albie/lshort/ptlshort.pdf> Acesso em: abr./maio 2011. SIMÕES, A. Mini-curso L TEX, Departamento de Informática - Universidade do Minho, mar. A 2006. Dísponivel em: < http://alfarrabio.di.uminho.pt/ albie/lshort/presentation.pdf> Acesso em: abr./maio 2011. AZEREDO, A. D. Introdução ao L TEX. Dísponivel em: A <http://www.professores.uff.br/schmidt/manual-abel.pdf> Acesso em: abr./maio 2011. A SOUTO, G. Curso de L TEX, Florianópolis - SC. Dísponivel em: <http://w3.ufsm.br/petfisica/extras/arquivos/latex.pdf> Acesso em: abr./maio 2011. SANTOS, R. J. Introdução ao L TEX, Departamento de Matemática - ICEx (UFMG), abr. A 2002. Dísponivel em: <http://www.mat.ufmg.br/ regi/topicos/intlat.pdf> Acesso em: abr./maio 2011. A SANTOS, C. K. S. Introdução ao L TEX - Um mini-curso, Departamento de Matemática - Aquidauana (UFMS), jun. 2009.Bolsista: Jonathan Araujo Fernandes Bolsista: Carla Mayara LorenzonBolsista: Atemizia Janaina Costa Bazan 32 UFMS/CPPP Seminário 32 / Bo
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