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QUANTIFICAÇÃO DA DEGRADAÇÃO E RISCO EM
ÁREAS MINERADAS DO LITORAL NORTE, SP

Grupo de Pesquisa

Cláudio José Ferreira

V S...
Roteiro
Qual o problema e premissas
para sua definição?

Aplicações
Como quantificar
degradação e risco?
Resultados
Como transferir o conhecimento para o
gestor público?
Programa Políticas Públicas da
FAPESP
Concepção e
desenvolvimento do...
Estrutura do tema de pesquisa
Como definir o problema?
Depende dos atores
●

●
●
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Cúpula ou direção de uma organização, ou
excepcionalmente uma pe...
Atores envolvidos no Litoral Norte
Atores envolvidos no Litoral Norte
Qual é o problema?

Explotação de grandes volumes de solo causou
diversos impactos ambientais;
●

A mineração ilegal em gr...
Consequências
Depreciação do patrimônio
paisagístico de uma região
com vocação turística e de
conservação ambiental;
●

Au...
Questões
Como quantificar a
degradação e o risco
das dezenas de áreas
degradadas ?
●

Como foi a evolução
da degradação na...
Conceitos

DEGRADAÇÃO

- comprometimento da
capacidade de uma área
de prestar servicos ou
dar suporte ambiental
ou de ser ...
Abordagem e Métodos
O que é uma área minerada?
●

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●

a) pertencer a um
inventário
b) exibir geometria
não-natural
c) apresentar fe...
Unidades de Análise

324 polígonos são as
unidades básicas de
análise e no
gerenciamento de
dados
●
Sistema de Informações Geográficas

08/11/13

GEG - The University of Sheffield

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Caracterização do processo degradador

Desmatamento

Criação de
bermas e taludes
Escavação
da encosta

Processos
erosivos
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Vegetação
herbáceaArbustiva
Solo
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Traços
erosivos
Quebras de
talude
Situações
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Vegetação
herbáceaArbustiva
Solo
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Traços
erosivos
Quebras de
talude
Situações
de risco
Indicadores da degradação
V e g e ta ç ã o
h e rb á c e a

P o líg o n o
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E scavação e
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...
Solo Exposto e vegetação arbustiva

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GEG - The University of Sheffield

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Recorte inicial

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Segmentação

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Classificação

Solo exposto
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Vegetação herbácea
GEG - The University of Sheffield

Vegetação arbustiva
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Mapeamento de classe e medição

Solo
Exposto

Vegetação
herbácea-ar
bustiva

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GEG - The University of Sheffield

...
Feições lineares erosivas

08/11/13

GEG - The University of Sheffield

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Feições lineares de quebras de relevo

08/11/13

GEG - The University of Sheffield

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Cálculo do Índice de Degradação
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Valores absolutos

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Normalização

Xn=(X-Xmin)/(Xmax-Xmin)
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Definição de pesos

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C...
Cálculo índices de risco
RISCO
R = Perigo * Vulnerabilidade * Exposição

Perigo

Perigo = 0,4 * Declividade + 0,15 * Ampli...
Vulnerabilidade
V = 0,7 * V residências + 0,3 * V estradas
Exposição

E = (0,7 * Residências + 0,2 * Rodovias + 0,1 * Estradas)
* Perigo * Vulnerabilidade
Resultados
Exemplos

DI=0.60

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200m

200m

DI=0.17

DI=0.27

DI=0.06
200m
200m

08/11/13

GEG - The University ...
Valores absolutos

24km2
(1,23%)

23,90km

08/11/13

4,35km2
(0,23%)

55,35km

GEG - The University of Sheffield

19,65km2...
Distribuição Espacial

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GEG - The University of Sheffield

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Distribuição por sub-bacias

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Evolução 1966-2001

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Aplicações
Gestão Municipal Ubatuba
Ministério Público: caracterização dano ambiental
Caracterização dano ambiental
Caracterização dano ambiental
Caracterização do risco
Aplicação licenciamento ambiental
Zoneamento Ecológico Econômico do Litoral Norte
Não previu casos pontuais
de áreas degra...
Risco – Licenciamento especial para mineração
Risco – Licenciamento especial para mineração
RESULTADOS
Gráfico Risco vs Degradação
RESULTADOS – Área Morro do Havaí
RESULTADOS – Área Cidade Jardim
RESULTADOS – Área SP-99
Resultados – diagrama de classificação

DEGRADAÇÃO ALTA/
RISCO BAIXO

DEGRADAÇÃO ALTA/
RISCO ALTO

DEGRADAÇÃO BAIXA/
RISCO...
Plano Diretor Mineração Litoral Norte
Conclusões
Conclusões

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área de cerca de 24km2: 1,23% da região;
maioria dos sítios com baixa degradação: medidas de
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- permite enquadrar as áreas no instrumento
especial de licenciamento da mineração em Z1,
quanto ao risco alto

- pode ser...
Para saber mais
BELL, F.G.; GENSKE, D.D. 2000. Restoration of derelict mining sites and mineral workings. Bull Eng Geol En...
Muito Obrigado!
Claudio José Ferreira
cferreira@igeologico.sp.gov.br
Grupo de Pesquisa

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V Simpósio de Restauração Ecoló...
Quantificação da degradação e risco em áreas mineradas do Litoral Norte, SP
Quantificação da degradação e risco em áreas mineradas do Litoral Norte, SP
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Quantificação da degradação e risco em áreas mineradas do Litoral Norte, SP

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Palestra apresentada no V Simpósio de Restauração Ecológica: Políticas Públicas para a conservação da Biodiversidade, organizado pelo Instituto de Botânica, em 08 de novembro de 2013

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  1. 1. QUANTIFICAÇÃO DA DEGRADAÇÃO E RISCO EM ÁREAS MINERADAS DO LITORAL NORTE, SP Grupo de Pesquisa Cláudio José Ferreira V Simpósio de Restauração Ecológica: Políticas Públicas para a conservação da Biodiversidade – São Paulo 04-08 de novembro de 2013
  2. 2. Roteiro Qual o problema e premissas para sua definição? Aplicações Como quantificar degradação e risco? Resultados
  3. 3. Como transferir o conhecimento para o gestor público? Programa Políticas Públicas da FAPESP Concepção e desenvolvimento do projeto em conjunto com gestor público Pareceres técnicos em resposta a questões práticas Comunicação e consulta com tomadores de decisão em oficinas participativas Laudos e pareceres Comitê de Bacias Participação em órgãos colegiados locais Grupo de integração Ministério Público e órgãos ambientais
  4. 4. Estrutura do tema de pesquisa
  5. 5. Como definir o problema? Depende dos atores ● ● ● ● ● ● Cúpula ou direção de uma organização, ou excepcionalmente uma personalidade; Ação criativa: é produtor e produto do sistema social; Tem um projeto que orienta sua ação; Tem capacidade para produzir fatos no jogo social; Tem organização estável: atua com o peso de um coletivo Produtor de atos de fala e de jogadas.
  6. 6. Atores envolvidos no Litoral Norte
  7. 7. Atores envolvidos no Litoral Norte
  8. 8. Qual é o problema? Explotação de grandes volumes de solo causou diversos impactos ambientais; ● A mineração ilegal em grande escala não ocorre mais, porém a recuperação ambiental não foi feita; ●
  9. 9. Consequências Depreciação do patrimônio paisagístico de uma região com vocação turística e de conservação ambiental; ● Aumento dos perigos geológicos-hidrológicos e risco; ● Restringe o desenvolvimento das atividades mineiras legais . ●
  10. 10. Questões Como quantificar a degradação e o risco das dezenas de áreas degradadas ? ● Como foi a evolução da degradação nas últimas décadas? ●
  11. 11. Conceitos DEGRADAÇÃO - comprometimento da capacidade de uma área de prestar servicos ou dar suporte ambiental ou de ser utilizada sem algum tipo de recuperação RISCO Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento e suas consequências negativas
  12. 12. Abordagem e Métodos
  13. 13. O que é uma área minerada? ● ● ● ● ● ● a) pertencer a um inventário b) exibir geometria não-natural c) apresentar feições erosivas d) apresentar solo ou rocha exposta e) conter vegetação herbácea-arbustiva f) continuidade espacial
  14. 14. Unidades de Análise 324 polígonos são as unidades básicas de análise e no gerenciamento de dados ●
  15. 15. Sistema de Informações Geográficas 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 19
  16. 16. Caracterização do processo degradador Desmatamento Criação de bermas e taludes Escavação da encosta Processos erosivos
  17. 17. ● ● ● ● ● Vegetação herbáceaArbustiva Solo exposto Traços erosivos Quebras de talude Situações de risco
  18. 18. ● ● ● ● ● Vegetação herbáceaArbustiva Solo exposto Traços erosivos Quebras de talude Situações de risco
  19. 19. Indicadores da degradação V e g e ta ç ã o h e rb á c e a P o líg o n o (m 2) E scavação e e x t r a ç ã o m in e r a l S o lo E x p o s t o P o líg o n o (m 2) M udança da g e o m e tr ia T ra ç o s d e q u e b ra L in h a ( m ) P a r a lis a ç ã o o u abandono da a t iv id a d e T ra ç o s d e e ro s ã o L in h a ( m ) D e s m a ta m e n to 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 23
  20. 20. Solo Exposto e vegetação arbustiva 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 24
  21. 21. Recorte inicial 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 25
  22. 22. Segmentação 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 26
  23. 23. Classificação Solo exposto 08/11/13 Vegetação herbácea GEG - The University of Sheffield Vegetação arbustiva 27
  24. 24. Mapeamento de classe e medição Solo Exposto Vegetação herbácea-ar bustiva 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 28
  25. 25. Feições lineares erosivas 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 29
  26. 26. Feições lineares de quebras de relevo 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 30
  27. 27. Cálculo do Índice de Degradação 1 Valores absolutos 2 Normalização Xn=(X-Xmin)/(Xmax-Xmin) 3 Definição de pesos 4 Cálculo DI = 0.399TIn + 0.353EFn + 0.184ESn + 0.064HVn 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 31
  28. 28. Cálculo índices de risco RISCO R = Perigo * Vulnerabilidade * Exposição Perigo Perigo = 0,4 * Declividade + 0,15 * Amplitude + 0,15 * Linhas Erosão + 0,15 * Linha de Quebra + 0,15* (Solo Exposto + Vegetação Rasteira)
  29. 29. Vulnerabilidade V = 0,7 * V residências + 0,3 * V estradas
  30. 30. Exposição E = (0,7 * Residências + 0,2 * Rodovias + 0,1 * Estradas) * Perigo * Vulnerabilidade
  31. 31. Resultados
  32. 32. Exemplos DI=0.60 DI=0.49 DI=0.38 200m 200m 200m DI=0.17 DI=0.27 DI=0.06 200m 200m 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 200m 36
  33. 33. Valores absolutos 24km2 (1,23%) 23,90km 08/11/13 4,35km2 (0,23%) 55,35km GEG - The University of Sheffield 19,65km2 (1,00%) 37
  34. 34. Distribuição Espacial 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 38
  35. 35. Distribuição por sub-bacias 08/11/13 GEG - The University of Sheffield 39
  36. 36. Evolução 1966-2001 1966 08/11/13 1977 1973 GEG - The University of Sheffield 2001 40
  37. 37. Evolução do índice de degradação 14 Solo exposto % 12 10 8 6 4 2 0 1966 1973 1 13 25 08/11/13 2 14 26 3 15 27 4 16 28 1977 5 17 29 6 18 30 Sub-bacias 7 19 31 GEG - The University of Sheffield 8 20 32 2001 9 21 33 10 22 34 11 23 12 24 41
  38. 38. Aplicações
  39. 39. Gestão Municipal Ubatuba
  40. 40. Ministério Público: caracterização dano ambiental
  41. 41. Caracterização dano ambiental
  42. 42. Caracterização dano ambiental
  43. 43. Caracterização do risco
  44. 44. Aplicação licenciamento ambiental Zoneamento Ecológico Econômico do Litoral Norte Não previu casos pontuais de áreas degradadas em Z1 – zona mais conservada Proibição da mineração em Z1 Mineradores e Ministério Público negociam autorização especial para mineração em áreas degradadas com risco alto Qual degradação? Qual risco?
  45. 45. Risco – Licenciamento especial para mineração
  46. 46. Risco – Licenciamento especial para mineração
  47. 47. RESULTADOS
  48. 48. Gráfico Risco vs Degradação
  49. 49. RESULTADOS – Área Morro do Havaí
  50. 50. RESULTADOS – Área Cidade Jardim
  51. 51. RESULTADOS – Área SP-99
  52. 52. Resultados – diagrama de classificação DEGRADAÇÃO ALTA/ RISCO BAIXO DEGRADAÇÃO ALTA/ RISCO ALTO DEGRADAÇÃO BAIXA/ RISCO BAIXO DEGRADAÇÃO BAIXA/ RISCO ALTO
  53. 53. Plano Diretor Mineração Litoral Norte
  54. 54. Conclusões
  55. 55. Conclusões   área de cerca de 24km2: 1,23% da região; maioria dos sítios com baixa degradação: medidas de recuperação de menor porte;  64 sítios com processos ativos importantes (impactos visuais, erosão acelerada de solo e perigos a movimentos de massa e escoamento hídrico);  sub-bacia hidrográfica mais crítica 14-Guaxinduba, em Caraguatatuba;  Importância da criação do Parque Estadual da Serra do Mar na recuperação das encostas;  Instrumento 08/11/13 para gestão ambiental. GEG - The University of Sheffield 60
  56. 56. - permite enquadrar as áreas no instrumento especial de licenciamento da mineração em Z1, quanto ao risco alto - pode servir como instrumento de planejamento e indutor de empreendimentos ao apontar as áreas críticas
  57. 57. Para saber mais BELL, F.G.; GENSKE, D.D. 2000. Restoration of derelict mining sites and mineral workings. Bull Eng Geol Env 59:173–185. BITAR, O.Y. 1990. Mineração e usos do solo no litoral paulista: estudo sobre conflitos, alterações ambientais e riscos. Dissertação de Mestrado. Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1990. 162 p. BITAR, O.Y.; CAMPOS, H.C.N.S.; LEMOS, A.C.P.N. 1985. Planejamento e manejo minerário municipal – a experiência no município de Ubatuba. In: SIMP. REG. GEOL., 5, São Paulo, 1985. Atas... SBG-SP, São Paulo. v. 1, p. 99-114. BRAGA, T. de O.; FORNASARI FILHO, N.; SOARES, P.V. 1991. Abordagem ambiental sobre a atividade de mineração na Carta Geotécnica do município de Ubatuba-SP. In: SIMP. GEOL. SUDESTE, 6, São Paulo, SP, 1991. Atas... SBG-SP, São Paulo, p. 353-359. FERREIRA, C.J. 2006. Hazards related to small mining of minerals for use in construction (sand, stone and residual soil) in the North Coast of State of Sao Paulo, Brazil. In: International Disaster Reduction Conference, 2006, Davos. Proceedings of the International Disaster Reduction Conference. Birmensdorf and Davos : Swiss Federal Research Institute WSL, 2006. v. 1. p. 250-250. FERREIRA, C. J. 2012. Análise de risco a escorregamento e da degradação em apoio ao licenciamento ambiental da mineração, Litoral Norte, SP. In: Congresso Brasileiro sobre Desastres Naturais, 2012, Rio Claro. Anais do Congresso Brasileiro sobre Desastres Naturais, 2012. p. 1-9. FERREIRA, C.J.; CRIPPS, J.C. 2009. Avaliação quantitativa da degradação relacionada à exploração mineral no litoral norte do estado de São Paulo. In: Simpósio de Geologia do Sudeste, XI, Águas de São Pedro, SP, 14 a 17/10/2009, Sociedade Brasileira de Geologia. Anais..., p. 123. FERREIRA, C.J.; CRIPPS, J.C. 2010. Evolution of land degradation among the watersheds of the North Coastal Zone, State of Sao Paulo, Brazil. In: Willians, A.L.; Pinches, G.M.; Chin, C.Y.; McMorran, T.J.; Massey, C.I. (eds.). Geologically Active. CRC Press/Balkema/Taylor & Francis Group, London, UK. ISBN 978-0-203-83825-9 (eBook): p. 1857-1862. FERREIRA, C.J.; FERNANDES-DA-SILVA, P.C. 2008. O uso de sistema de informações geográficas na priorização de áreas para aproveitamento mineral de saibro em áreas degradadas, Ubatuba, SP. Revista do Instituto Geológico, v. 29, p. 19-31, 2008. FERREIRA, C.J.; BROLLO, M.J.; UMMUS, M.E.; NERY, T.D. 2008a. Indicadores e quantificação da degradação ambiental em áreas mineradas, Ubatuba (SP). Revista Brasileira de Geociências, v. 38, p. 143-154, 2008. FERREIRA, C.J.; VEDOVELLO, R.; SCIOTTA, L.C.; FERNANDES-DA-SILVA, P.C. 2008b. Definição e analise dos indicadores de degradação ambiental associada às áreas mineradas no município de Caraguatatuba, SP. In: Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, 12, 2008, Porto de Galinhas. Anais do 12º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental. São Paulo : Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental, 2008. FERREIRA, C.J.; FERNANDES-DA-SILVA, P.C.; FURLAN S.; BROLLO, M.J.; TOMINAGA, L.K.; VEDOVELLO, R.; GUEDES, A.C.M.; FERREIRA, D.F.; EDUARDO, A.S.; AZEVEDO SOBRINHO, J.M.; LOPES, E.; CRIPPS J.C.; PERES, F.; ROCHA, G. 2005. Devising strategies for reclamation of derelict sites due to mining of residual soil (Saibro) at Ubatuba, North coast of Sao Paulo State, Brazil: the views and roles of stakeholders. Sociedade & Natureza, Special Issue (ISSN 0103-1570): 643 – 660. MATUS, C. Estratégias Políticas: Chimpanzé, Maquiavel e Gandhi. São Paulo: Edições FUNDAP. 1996.
  58. 58. Muito Obrigado! Claudio José Ferreira cferreira@igeologico.sp.gov.br Grupo de Pesquisa ● V Simpósio de Restauração Ecológica: Políticas Públicas para a conservação da Biodiversidade – São Paulo 04-08 de novembro de 2013
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