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  1. O LULA SECRETO – VERDADES SOBRE LULA QUE A DOUTRINA DA GRANDE MENTIRA NÃO CONTA Engana-se quem pensa que o Brasil é governado por brasileiros. Toda a classe política, banqueira e empresarial é dominada pelos interesses da elite globalista internacional. E assim como no Brasil é em todo o mundo. Os textos que seguem foram retirados do site Libertar. Engana-se quem atribui à Lula a condição de apedeuta (ignorante), devido a ausência de escolaridade acima do curso primário não concluído, em seu currículo. Ele possui “qualidades natas de liderança”, tanto que o fizeram líder do sindicato dos metalúrgicos do ABC . O resto foi conseqüência para quem disto se apercebeu e o utilizou inteligentemente. Ao contrário do que parece, não se absteve de estudar. Consta do passado de Lula passagens, como aluno (1968), pelo Iadesil (Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação mantida desde 1963 em São Paulo, pelos norte-americanos da AFL-CIO (American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations), que surgiu em 1955 e é a maior central sindical dos EUA (12 milhões de sindicalizados). Tanto o Iadesil como a AFL-CIO, ministram cursos contra-revolucionários de “liderança” sindical, desenhados sob medida para parecer de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante. O que se depreende é que ele foi, isto sim, submetido à uma tremenda lavagem cerebral (brain wash) pelos dois organismos americanos, interessados em ter um aliado num país como o Brasil, rico em matérias-prima de que não podem abdicar. Isto é facilmente comprovado para quem já leu o tristemente famoso “Relatório Kissinger” NSSM-200 (National Security Study Memorandum), de 1974. quinta-feira, 11 de julho de 2013 Revelações: O Lula secreto e a Nova Ordem Mundial Leia mais: http://www.libertar.in/2013/07/o-lula-secreto-e-nova-ordemmundial.html#ixzz2Z4PyQuVE
  2. Tão idolatrado pela esquerda brasileira, Lula é mais um agente marionete da Elite Globalista! Antes de iniciar sua vida política, Lula teve que receber aulas de sindicalismo, no início dos anos 70, na Johns Hopkins University, nos Estados Unidos! Confira esta e outras revelações, e tire suas conclusões... Mário Garnero, testa de ferro do Barão Rothschild no Brasil, conta sobre o “Lula Secreto” Leia mais: http://www.libertar.in/2013/07/o-lula-secreto-e-nova-ordem-mundial.html#ixzz2Z4QCtiHQ Dora Kramer fragmento de artigo publicado no Jornal do Brasil, 18 de agosto de 2004: “O sindicalista Lula – ao contrário do que parece - não se absteve de estudar. Há relatos – nunca desmentidos – de sua preparação em cursos de AFL CIO, as centrais sindicais norte-americanas, quintessência do peleguismo e do anti-esquerdismo em geral e na John Hopkins University, em Baltimore, Estados Unidos (em 1972 ou 73), onde teria feito um curso de liderança sindical, desenhado sob medida para parecer de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante. Merece um doutorado honoris causa, ou seria horroris causa? E, além disso, já como diretor do sindicato dos Metalúrgicos, cursou o Instituto Interamericano para o Sindicalismo Livre, (Iadesil), sustentado pela CIA e passou a adotar sua própria “agenda”, livrando-se do próprio irmão, o Frei Chico, quadro do Partido Comunista.” Leia mais: http://www.libertar.in/2013/07/o-lula-secreto-e-nova-ordem-mundial.html#ixzz2Z4PW8pZS Segue abaixo artigo da revista Veja publicado em 1O de agosto de 1979 sobre o Iadesil:
  3. GLOBALISTAS NO PODER DO BRASIL: COMISSÃO TRILATERAL QUER IMPOR CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES Leia mais: http://www.libertar.in/2013/05/comissao-trilateral-quer-impor.html#ixzz2ZGFD1zTM Enviado por Fernando Silveira A Comissão Trilateral é um comitê que representa os interesses da elite globalista, e foi fundado por David Rockefeller. Que fique mais uma vez claro, que o Site Libertar não possui preferência política partidária nenhuma. Praticamente todos os partidos fazem parte do esquema e obedecem às ordens da elite globalista, como na ocasião é descrito neste artigo. Nos últimos seis meses a população brasileira assiste a um grande espetáculo midiático patrocinado pelo capital internacional, cujos atores regiamente remunerados cumprem a risca o papel a eles atribuído. No palco, magistrados, parquets, políticos, jornalistas e intelectuais na defesa dos interesses dos grupos que servem. Para aqueles que viveram o pré-64, um tormentoso déjà vu. A classe artística nacional que historicamente sempre esteve disposta a denunciar este tipo de articulação encontra-se refém de patrocínios que representam sua sobrevivência.
  4. O único grupo político organizado detentor de poder capaz de resistir encontra-se dividido, uma parte envergonhada diante da opinião pública, devido à condenação de integrantes do partido pelo STF, a outra refém do acordo celebrado. A militância do PT assustada, a todo o momento indaga o porquê do ex-presidente Lula estar apanhando publicamente sem reagir. Nos bastidores a explicação; No intuito de manter a governabilidade do governo Dilma. Porém, a verdadeira razão está no longínquo ano de 2006. Cumprindo as regras do manual de sociologia, para realizar-se uma análise imparcial é fundamental consultar o passado para entender com nitidez o presente. Em 2004, George H. W. Bush, pai de George W. Bush, em uma cerimônia na “Spencer House”, casa do Lorde Rothschild em Londres, saudou Aécio Neves como o futuro presidente do Brasil. Naquele momento Aécio ainda cumpria o segundo ano de seu primeiro mandato de governador de Minas Gerais. Dois anos depois, em 2006, ao contrário do esperado, Aécio nada faria para ajudar o candidato à presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin. Na época, diante da descrença da população desinformada e condicionada pela grande mídia, encontramos um editorial do jornalista Jorge Serrão afirmando: A eleição presidencial brasileira não será decidida pelos 125 milhões 913 mil 479 eleitores aptos a comparecer às urnas no domingo. O resultado do pleito já foi resolvido, em acordos secretos, nos bastidores dos centros de poder mundial, por grupos que governam o mundo de verdade. O Centro Tricontinental (sediado na Bélgica), que representa a nobreza econômica européia, investe na reeleição de Lula, no Brasil, e aposta em candidatos ligados ao Foro de São Paulo, para governar os países da América Latina. Em nome da divisão dos negócios globalizados, este pouco conhecido grupo fechou um acordo com o Diálogo Interamericano (do qual o tucano FHC é membro, e onde Lula da Silva é aceito) para que o governo do PT tivesse continuidade e não fosse "derrubado" ou "impedido" pela pretensa oposição tucana. Outro grupo de poder ligado aos europeus, o CFR (Council on Foreign Relations dos EUA), mediou com o “Foro de São Paulo”, organismo fundado pelo PT, em 1990, que congrega as esquerdas do continente. No dia 18 de maio, em Nova York, depois de um prato de talharim e um cafezinho, os tucanos digeriram um acordo político-econômico de não-agressão entre o PSDB e o PT, caso se confirmasse à reeleição do presidente Lula. Comprovando que, Geraldo Alckmin entrara na disputa para perder. Sua chegada ao segundo turno foi um acidente eleitoral”. Reeleito governador de Minas Gerais em 2006, Aécio Neves, contrariando seu próprio partido que pautava os assuntos a serem investigados pela CPI do Mensalão, saiu publicamente em defesa da “governabilidade” do governo do presidente Lula, como dito anteriormente, fora lançado à presidência, em Londres, no dia 17 de junho de 2004, durante um jantar com a nobreza econômica européia, do Centro Tricontinental e do Clube dos Bildelberg, no castelo dos banqueiros Rothschild.
  5. Dirigentes do Banco Itaú que por imposições internacionais se uniram em novembro de 2008 ao grupo Moreira Sales, proprietários da CBMM que controla a exploração e venda de Nióbio, presenciaram o encontro secreto entre os tucanos e os petistas. Tal pacto político-empresarial de intenções foi selado entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aloízio Mercadante, nos Estados Unidos. O tratado político informal foi sacramentado pelo senador Tasso Jereissati e pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Mas o acordo foi desenhado pelo Centro Tricontinental e pelo Diálogo Interamericano. Os políticos brasileiros apenas obedecem aos “parceiros” dos quais são dependentes. A contrapartida ao esquema de não-agressão dos tucanos no segundo governo Lula seria o apoio do governo federal a um mega-projeto de concessões e parcerias público-privadas em rodovias, que movimentou R$ 30 bilhões. Tal negócio foi montado pelo publicitário Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC, que fechou uma parceria com um poderoso grupo de empreiteiros canadenses. Em troca das “privatizações” nas estradas, os tucanos apoiariam a reforma da previdência que seria tocada por Luiz Gushiken, que vinha sendo elaborada desde o primeiro governo FHC. Em 2002, a empresa do petista (na época, Gushiken Associados, agora Global Previ) elaborou para o Ministério da Previdência de FHC o livro “Regime Próprio de Previdência dos Servidores: Como Implementar uma Visão Prática e Teórica”. Os dois partidos, na questão previdenciária, defendem um modelo que favorece o grande capital. O modelo previsto utilizaria os bilhões da máquina arrecadadora da Previdência Social e os outros bilhões dos Fundos de Pensão de Estatais. Tudo montado por sindicalistas ligados à “Articulação Bancária” e que ocupou alto escalão do governo Lula, como Gushiken e Sérgio Rosa. Todos têm o aval tecnocrático dos petistas e da equipe que serviu aos oito anos de FHC no governo. Patrocinados pelos banqueiros, que querem cuidar do lucrativo caixa da Previdência, eles fabricam manobras técnicas que criam à impressão de que a previdência é “deficitária”, quando não é. Os gestores tucanos e os petistas que o sucederam trabalharam para provar que o governo não tem competência para gerenciar a Previdência, cujos gastos globais representam 8% do Produto Interno Bruto. Os dois lados patrocinam e defendem a “incompetência do Estado”, por eles induzida e fabricada artificialmente, como falsa evidência de que o governo não consegue inibir os sonegadores e nem cobrar o que devem os maiores devedores da Previdência. O Tribunal de Contas da União calcula que a sonegação anualmente atinge 30% da presumível arrecadação previdenciária. Bate na casa de R$ 30 bilhões que deixam de ser arrecadados. Para resolver tal problema, tucanos e petistas têm a fórmula mágica. Entregar o sistema para a gestão dos bancos, "mais competentes", e que também vão cuidar da nova modelagem dos Fundos de Pensão de Estatais que o governo atual não pode promover, em função da falta de condições políticas geradas pelos escândalos do mensalão. Petistas e tucanos defendem uma continuidade do
  6. regime de repartição (em que o trabalhador ativo paga a aposentadoria do inativo), que prevalece hoje. Mas os grandes bancos estão de olho no sistema de capitalização (em que cada assalariado paga por sua própria aposentadoria no futuro). Apenas a transição do sistema atual para o novo modelo movimentaria o equivalente a três PIBs: R$ 3 trilhões e 300 bilhões de reais – segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas do Ministério do Planejamento). O ministério da Previdência estima uma movimentação um pouco menor, porém expressiva: R$ 2 trilhões e 750 bilhões de reais. Os banqueiros querem gerenciar o processo e lucrar cada vez mais. Mas quem vai pagar a conta é o cidadão que é vítima da atual derrama tributária, que nos obriga a trabalhar 145 dias do ano só para pagar impostos. Especialistas temem que a transição do modelo de “Repartição” para o de “Capitalização” inviabilize as contas públicas do País, com a emissão gigantesca de novos títulos e a expansão da dívida pública decorrente deste processo. Os bancos – e seus ex-funcionários sindicalistas – vão sair ganhando na operação. E isso é o que importa para eles. O triunvirato tucano e o senador petista Mercadante (que concorreu, para perder, ao governo de São Paulo) estiveram em Nova York, no dia 18 de maio de 2006, para participar da homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos ao presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agneli. O acordo de negócios políticos foi sacramentado no luxuosíssimo Hotel Waldorf Astoria, onde ocorreu a mega-festa. O candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra - que também estava nos Estados Unidos (só que em tratamento médico) - não participou dessa negociação com Mercadante, seu adversário (combinado para perder) na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. No entanto, certamente, Serra tomou conhecimento de tudo. Todos os envolvidos na história têm explicações oficiais para sua estada em Nova York. FHC e Tasso estavam lá para a homenagem a Agneli, da Vale. O governador mineiro estava lá para assinar contratos para empréstimos de US$ 330 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial. O então senador, hoje ministro, Mercadante participou de evento do Banco Itaú, ao qual esteve presente também FHC. Ambos podem ser vistos em uma foto oficial na qual aparecem ao lado de Roberto Nishikawa, Alfredo Setúbal, Olavo Setúbal, Roberto Setúbal, Alexandre Tombini e Candido Bracher. Em 2010, o candidato dos controladores seria Aécio Neves, o que só não ocorreu diante da intransigência de José Serra, que mantinha controle sobre o PSDB. A divisão ocorrida no partido acabou por viabilizar a eleição de Dilma, que teria sido escolhida para perder. Com a vitória de Dilma, fruto de desentendimento do PSDB e da vontade popular expressada nas urnas, devido a alta aceitação e prestigio político de Lula, para o PT, o combinado estaria cumprido, a chance teria sido dada ao PSDB. Porém os representantes dos interesses internacionais não têm o mesmo entendimento.
  7. Aécio Neves passou a ser visto como a solução dos problemas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos, sedentos de commodities principalmente na área mineral. Sua docilidade na entrega das jazidas mineiras, aliadas a comprovada eficiência na “negociação”, principalmente na área ambiental com o Ministério Público Mineiro, que possibilitou a não rejeição ou atraso na implantação e exploração mineral no Estado de Minas Gerais, nos últimos 10 anos passou a ser motivo de amplo e caloroso debate internacional. Não por outro motivo que o Procurador Geral de Justiça de Minas Gerais, Alceu Torres, figura máxima do Ministério Público Mineiro, foi convidado a dar palestra nos Estados Unidos sobre o “modelo participativo e compartilhado” adotado em Minas Gerais nos licenciamentos ambientais, principalmente minerais. Lula ensaia reagir, com o apoio da população procura arregimentar forças para viabilizar sua ação, diante dos pesados ataques da mídia, patrocinada pelos interesses econômicos internacionais. Enquanto isto, diante da simulada cruzada contra a corrupção, Aécio Neves é apresentado com a solução. Porém a realidade é outra, seu envolvimento nos escândalos, além de ser comprovado seu entreguismo e subserviência aos interesses internacionais, assusta principalmente àqueles que defendem a soberania nacional. A família dos banqueiros Rothschild, que cumprem o papel de controladores dos negócios da nobreza econômica européia (e que tem um projeto de exercer a hegemonia sobre os Estados Unidos), tem um lema que define bem sua atuação junto aos governos dos países do Terceiro Mundo: Let me issue and control a nation's money, and I care not who writes its laws. (Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação, e eu não me importarei com quem escreve suas leis.) Por Jorge Serrão Leia mais: http://www.libertar.in/2013/05/comissao-trilateral-quer-impor.html#ixzz2ZGFrT1oj Todos conhecem o ex-presidente do Banco Central do Brasil, Armínio Fraga Neto, quando presidiu este banco durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. O que a maioria das pessoas não sabe, porque a mídia apóia a doutrina da grande mentira, é que este senhor Armínio Fraga trabalhou para o banco de investimentos de Wall Street, Salomon Brothers, atualmente parte do Citygroup e ocupou durante seis anos o cargo de diretor-gerente da Soros Fund Management LLC (George Soros pertence ao Grupo Bilderberg) em Nova Iorque e tem sido membro de prestigiosas organizações internacionais incluindo: O Grupo dos Trinta, o Conselho de Relações Internacionais, a Junta de Assessores ao Presidente do Foro de Estabilidade Financeira, a Junta Assessora de Pesquisas do Banco Mundial, o Diálogo InterAmericano e a Junta de Diretores de Pro-Natura (Estados Unidos).
  8. George Soros (à esquerda), o cabeça da Soros Fund, repudiado por especular os sistemas monetários dos países do terceiro mundo, está junto a Carl Birt (à direita), um mau inglês para os Balkans; e, ao centro, um dos guarda-costas pessoais de Soros. O Conselho de Relações Internacionais ou Conselho de Relações Exteriores é o famoso e famigerado CFR. Se não é suficiente, uma publicação da Revista Veja apresentou um artigo sobre
  9. o fato de Fernando Henrique Cardoso comentar que, “quando olha para o governo Lula, parece estar vendo o seu próprio governo, e estar vendo em Lula, ele próprio”. Este comentário do senhor Cardoso não é de se estranhar pois os dois fizeram parte do Diálogo Interamericano do qual também participara Armínio Fraga. Qual o propósito do Diálogo Interamericano? É Executive Intelligence Review (EIR) que reponde por intermédio do capítulo 3 intitulado A Soberania Limitada: objetivo do Diálogo Interamericano, de seu livro O Complô, que encontra-se disponível na Livraria Avalon da cidade de São Lourenço onde resido e que fora lá deixado por mim em consignação há vários anos na tentativa de que alguém o comprasse para abrir a mente, o que não aconteceu: Em conferência de imprensa realizada em 8 de dezembro de 1992, em Washington, o Diálogo Interamericano (DI) deu a conhecer o seu plano para eliminar a curto prazo a soberania nacional, tanto de jure como de fato, no hemisfério. O relatório do DI, Convergência e comunidade: as Américas em 1993, esboça uma estratégia de esmagamento sistemático do Estado nacional, substituindo as funções do mesmo por uma rede de instituições supranacionais administradas conforme os ditames do Fundo Monetário Internacional. A importância do projeto do Diálogo Interamericano vai além do Hemisfério Ocidental. Como destacaram os proponentes, o estabelecimento de um regime supranacional nas Américas, mediante a criação de uma “Comunidade de democracias do Hemisfério Ocidental”, tem como objetivo insuflar o projeto “unimundista” de eliminação da soberania de todas as nações. O DI, fundado em 1982 por David Rockefeller e o governo estadunidense, opera agora como um órgão programático principal da Comissão Trilateral. Outra conclusão que se extrai de Convergência e comunidade responde à frequente pergunta: por que o Establishment anglo-americano se acha tão decidido a eliminar a soberania nacional? O mundo “democrático” de que nos fala o relatório é um pesadelo orwelliano em que os grupos financeiros internacionais governam por meio de uma rede de “organizações não governamentais” (ONG`s), e entidades oficiais entrelaçadas, que ditam todas as regras e reprimem qualquer força independente. Este projeto “democrático” supranacional que se estende pelo mundo é instrumento do FMI e não é motivado por consideração humanitária alguma, a não ser a usura. (...)
  10. (...) O Tratado de Livre Comércio entre o Canadá, o México e os Estados Unidos (NAFTA) é uma das três colunas sobre as quais se assenta a “Comunidade de democracias do Hemisfério Ocidental” que planeja o Diálogo Interamericano. O referido tratado seria o precursor de um NAFTA hemisférico, que os próceres do DI pretendem estabelecer assim que seja politicamente factível. (...) Quais então são as outras duas colunas? O mesmo livro nos responde: Ao ser perguntado, na conferência de imprensa, sobre como responderiam os governos ibero-americanos a essa doutrina de soberania limitada, o colombiano Rodrigo Botero, covice-diretor do DI, explicou que embora continue sendo “difícil para qualquer governo subscrever o enunciado de que a soberania nacional desapareceu”, de todos os modos, é um fato que, com a adoção da Resolução de Santiago da OEA, em 1992, que autoriza respostas internacionais a acontecimentos políticos internos, os governos já aceitaram limites à soberania. “Isso é o que encerra o termo, defesa coletiva da democracia”, afirmou Botero. Desse modo, portanto, a “defesa coletiva da democracia” − reconhecida como eufemismo politicamente aceitável para a limitação da soberania − é a segunda coluna da “comunidade” que o DI propõe. Para impô-la, propõe que se dê à OEA uma capacidade de inteligência e vigilância de grande alcance, a fim de identificar que medidas, aplicadas nos devidos “pontos de pressão”, como diz Feinberg, poderiam “alterar o equilíbrio interno do poder” em uma dada nação. (...) (...) A terceira coluna da “comunidade” que o Diálogo Interamericano propõe são os programas oficiais de “luta contra a pobreza”. À sua própria pergunta: “por que preocuparse com a pobreza e a desigualdade”, o DI responde de acordo com os preconceitos de seus patronos banqueiros, com a terminologia do movimento pela eugenia. Urgem programas, diz o relatório, não para eliminar a pobreza, mas para refrear o fermento político da “subclasse alienada e socialmente destrutiva” que seus planos de “livre comércio” causarão. (...) O dinheiro que propõem para a assistência para os mais pobres terá de sair de aumentos tributários em todo o hemisfério, reduções dos orçamentos militares e desinvestimento em saúde e educação. (...) O livro de EIR também nos apresenta os participantes do DI, incluso os do Brasil:
  11. Não é de se estranhar, portanto, uma manchete de primaira página, certa vez publicada no jornal O Globo: No artigo acima, quando se lê “ONGs dirigidas por petistas ou ligadas a movimentos como o MST, que apoiaram a reeleição do presidente Lula”, leia-se LONDRES APOIOU O PRESIDENTE LULA!! Falando em MST, vejamos no capítulo 10 daquele mesmo livro citado de EIR algo sobre o MST: (...) O ataque britânico está em marcha em todas as frentes: está se apoderando de bancos e minas, estatais estratégicas, redesenhando as fronteiras nacionais e mobilizando as hordas jacobinas de narcoterroristas, para destruir todos os aspectos da vida institucional da região. (...) (...) Essa nova ofensiva do MST não é uma decisão soberana na cúpula dirigente local, mas o cumprimento das ordens de marcha recebidas de seus controladores externos, processo similar ao desfechado, a partir do início do mesmo ano, pelo seu congênere mexicano Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN). A semelhança entre os dois movimentos os torna clones quase perfeitos, criados no laboratório de “engenharia social” da decrépta
  12. Monarquia britânica, cujo objetivo maior é o desmembramento dos Estados nacionais soberanos. (...) (...) Praticamente, desde a fundação oficial do MST, a Monarquia britânica tem presenteado o movimento com ajuda financeira, ao mesmo tempo em que se converteu, por meio de várias de suas fundações, na principal patrocinadora da imagem internacional do movimento, fornecendo-lhe um disfarce de genuíno movimento em prol da justiça social. A relação do MST com a Casa de Windsor se realiza principalmente por intermédio de dois canais, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e o Departamento do Desenvolvimento para o Gabinete Internacional (DFID), o antigo Colonial, que centralizou o apoio britânico aos líderes responsáveis pelo genocídio em curso na África Central. (...) (...) O MST foi oficialmente fundado em 1984, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). Esta, por sua vez, deve a sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 70, graças ao apoio que recebeu do CMI, a Comissão de Justiça e Paz, controlada pelo agora exarcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduíno e Pedro Casaldáliga. A CPT foi fundada em Goiânia, em abril de 1975; atualmente faz parte da organização Pax Christi, sediada na Bélgica, uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários sequestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). (...) (...) Durante o governo de John Major, o DFID era dirigido por Lynda Chalker, que coordenou pessoalmente o apoio oficial britânico aos genocidas da África Central, Laurent Kabila, do ex-Zaire (atual República Democrática do Congo), Yoweri Musevini, de Uganda e Paul Kagame, de Ruanda. No atual governo inglês, encabeçado por Tony Blair, esta política não foi alterada. Em agosto de 1977, Diolinda Alves de Souza, alta dirigente do MST, viajou à Europa para evitar a prisão de seu marido José Rainha − considerado o líder militar maoísta do movimento e, à época, seu coordenador na crítica região do Pontal −, que fora condenado a 26 anos de prisão por sua suposta participação em dois assassinatos cometidos por semterras em Pedro Canário (ES). Sua viagem foi patrocinada pela Christian Aid (CA), organização filantrópica oficial das 40 igrejas da Inglaterra e Irlanda, encabeçada pela Igreja Anglicana e cujo chefe superior é a própria rainha Elizabeth II. A CA integra a estrutura do CMI e, igualmente, a rede do “Império Invisível” britânico, pois tem assento na Crown Agents Foundation (Fundação dos Agentes da Coroa), entidade recém-privatizada, que trabalha em coordenação com o DFID. (...) O controle do MST exercido por Londres encontra-se apresentado bem claramente no livro em diagrama de blocos cuja cópia encontra-se abaixo:
  13. É lógico, eu não posso aqui entrar em todos os detalhes, muito menos copiar todos os livros, mas se o prezado leitor continuar cético quanto a tudo que aqui eu coloquei, ou mesmo, imaginar que estou sendo tendencioso, engraçado ou fantasioso, copiando apenas aquilo que satisfaz ao meu pensamento, por favor, leia o livro indicado e tire suas próprias conclusões. Mas não se limite ao livro apresentado aqui, procure outros para cruzar informações. Eu não tenho por objetivo fazer lavagem cerebral em ninguém, muito ao contrário, o objetivo é fazer com que as pessoas pensem por si mesmas, utilizem a sua ferramenta de raciocínio. Uma pergunta que eu me fiz: Essas ONGs, só para mencionar este assunto, gastam muito dinheiro, como a Greenpeace, só para citar uma delas; portanto, quem paga a conta? Agora é outro livro também de EIR que nos responde em Máfia Verde, página 26: As ONGs foram elevadas ao seu atual status político por obra da reestruturação da Nações Unidas, iniciada na gestão do secretário Javier Pérez de Cuellar e consolidada na de Boutros Boutros-Ghali, ambos notórios agentes de influência da oligarquia anglo-americana. Essa organização malthusiana [Thomas Malthus] do poder mundial representa a culminância do processo iniciado no início do século durante a presidência de Theodore Roosevelt [o primeiro Roosevelt], quando foi iniciada a política da “relação especial” dos EUA com a Inglaterra, nucleada ao redor de uma cabala oligárquica de famílias estadunidenses, britânicas e canadenses. O poderio desta cabala pode ser aquilatado pelo seu controle efetivo sobre o Banco da Inglaterra, o Sistema da Reserva Federal, o Banco de Compensações Internacionais (BIS), as grandes casas bancárias, financeiras e seguradoras da Europa e da América do Norte, os grandes cartéis de alimentos, matérias primas e recursos energéticos, os grandes conglomerados de mídia e as principais organizações do sistema das Nações Unidas (Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Organização Mundial de Comércio, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente etc.). Em sua cúpula, esse conglomerado oligárquico se autodenomina “Clube da Ilhas”, em homenagem a Eduardo VII, cognominado “Príncipe das Illhas”. O “Clube das Ilhas” criou, financia e dirige a gigantesca máquina de propaganda e intervenção política representada pelas ONGs ambientalistas, das quais as primeiras foram a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), fundada em 1948, e o WWF, criado em 1961 pelos príncipes Philip da Inglaterra e Bernardo da Holanda. O financiamento do aparato ambientalista provém de uma vasta infra-estrutura constituída de mais de 1000 fundações familiares oligárquicas da América do Norte e da Europa, além de doações de empresas privadas e agências governamentais dos EUA, Canadá, Inglaterra e outros países. Vejamos alguns detalhes a mais sobre estas organizações de frente dos Illuminati no capítulo 3 do mesmo livro Máfia Verde: Uma das armas mais eficientes desenvolvidas nas últimas décadas pelo Império Britânico contra os Estados nacionais são as chamadas organizações não-governamentais (ONGs), que contam com a égide da Organização das Nações Unidas (ONU). Sob o pretexto de defender os “direitos humanos”, proteger o “meio ambiente” ou organizar “ajuda humanitária”, muitas ONGs constituem instrumentos políticos para desacreditar e subverter estados, fomentar guerras civis, golpes “democráticos” e revoluções.
  14. A tradição britânica de usar organizações dedicadas a causas vistas como justas como instrumentos de subversão vem de longa data. Um exemplo é a Internacional AntiEscravidão (Ant-Slavery International-ASI), entidade criada ainda no final século 18, que se autoproclama “a mais antiga ONG do mundo”. Supostamente dedicada ao combate à escravidão em todas as suas formas, atualmente, a ASI tem sido uma ativa apoiadora de movimentos protoinsurgentes como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) brasileiro (ver Cap. 10). A própria repressão ao tráfico de escravos − que o Imperio Britânico adotou como política depois de abolir a escravidão em suas colônias − representava um instrumento de fustigamento político semelhante ao presente empenho em proteger o meio ambiente, os direitos humanos e os povos indígenas. A fundação da Comunidade Britânica (Commonwealth Foundation), que cunhou a expressão “ONGs” nos anos 60, define as ONGs como “organizações voluntárias, independentes, sem âmbito de lucro”, que buscam “melhorar as circunstâncias e possibilidades das pessoas desprotegidas” e “atuar em interesse e temas que são prejudiciais à sociedade em geral”. A fundação foi criada em 1966, para ajudar a agenciar a presumida transação do Império Britânico para a Comunidade Britânica. Segundo a Fundação, as ONGs são um fenômeno recente, embora, na realidade, elas representem uma rede cuja origem remonta há bastante tempo e abarca desde as fundações privadas da aristocracia britânica até uma multiplicidade de seus rebentos, organizações com as quais a expressão é geralmente identificada. Esta rede, que promove e derruba políticos, manipula a opinião pública, cria movimentos religiosos, urde revoltas e assassina chefes de Estado, é, em muitos sentidos, tão poderosa quanto os organismos de Governo cujo poder deriva diretamente da Coroa britânica. Atualmente, segundo a Fundação da Comunidade Britânica, existem mais de 50.000 ONGs apenas na Grã-Bretanha, as quais manejam um orçamento combinado em torno de 30 bilhões de dólares anuais. Entre elas, há um grupo de elite de umas poucas centenas, controladas diretamente pelas famílias ligadas ao poder, que determinam o rumo seguido pelas demais. A Câmara dos Lordes do Parlamento Britânico, onde se congregam representantes das famílias no poder para anunciar as políticas já acordadas de antemão, desempenha um papel especial na coordenação de todo esse exército “não-governamental”. Frequentemente, é lá onde se decide a execução de campanhas propagandísticas de imprensa e operações clandestinas, que são confiadas seja a organismos de Governo, seja às ONGs. Algumas das ONGs mais importantes são comandadas diretamente por membros da Câmara dos Lordes. Por exemplo, lorde Frank Judd, ex-secretário de Relações Exteriores da casa, foi diretor da Oxfam (Oxford Famine − Oxford Fome), organização que trafica armas sob o disfarce de ajuda em casos de fome. Outro ex-secretário de Relações Exteriores, lorde David Ennals, já falecido, encabeçava a Anistia Internacional, rede de apoio e propaganda próterrorista que opera com o apoio da família Ennals. A baronesa Lynda Chalker, ministra de Desenvolvimento Internacional (o novo nome do antigo Gabinete Colonial), maneja todas as doações do Governo britânico ao exterior, entre elas as feitas às ONGs.
  15. ABRANGÊNCIA DO CONSELHO DE RELAÇÕES EXTERIORES (COUNCIL OF FOREIGN RELATIONS – CFR)
  16. O Conselho de Relações Exteriores (Council of Foreign Relations – CFR) foi criado em 1921 como o cérebro dos Estados Unidos. O Conselho foi fundado sob a direção da “Távola Redonda (Round Table)” de Cecil Rhodes, por membros da Skull & Bones (Crânio e Ossos), uma organização super-elitista, na qual houvera membros das famílias Rockefeller, Vanderbilt, Harriman, Pilsbury e Bush entre outras. De fato, desde a sua aparição, o CFR demanda todo presidente americano como membro, antes de cada eleição presidencial, com a única exceção sendo Ronald Reagan. O mais interno círculo do CFR é composto exclusivamente por membros da Skull & Bones. Logo da sociedade secreta Skull & Bones A Tumba ou Mausoléo que sedia a sociedade Skull & Bones na Universidade de Yale nos Estados Unidos Segundo o livro Sociedades Secretas da Elite da América de Steven Sora (Madras Editora) um dos edifícios estranhos do campus de Yale lembra um mausoléu. Dentro, um jovem, um dos 15 estudantes escolhidos a cada ano, está deitado nu em um sarcófago. Ele não etá morto; está recitando uma autobiografia sexual anterior à sua “seleção” para a Skull & Bones. O presidente George Bush anterior (pai) é um dos que se deitaram no caixão. Ele não é o único membro famoso; seu filho George W. Bush é outro. Um terceiro presidente, William Howard Taft, era um Bonesman, ou seja, um Membro, e seu pai, Alphonso Taft, foi um dos fundadores. As probabilidades de que
  17. três presidentes surjam de uma fraternidade que admite 15 membros por ano são infinitesimais. Mais uma vez, então, o apoio de um companheiro Bonesman significa ter força política – suficiente para entrar na Casa Branca. A lista de afiliados da Skull & Bones é uma das maiores concentrações de poder dos Estados Unidos. Eles dominam no mundo dos negócios e também na arena política. A seguir lista de algumas das notáveis famílias de Bonesman: Segundo Sora, seu livro “expõe a influência que essas sociedades exercem no governo americano e sua atuação nos bastidores da história mundial” e afirma que “o imenso poder e a riqueza dessas famílias permitem o controle da América e do mundo em um grau muito além do imaginado”. A propósito, de fevereiro a maio de 1959, o jornal O Globo deu grande atenção à carreira diplomática de Claire Luce, a esposa de Henry Luce, o presidente da Time-Life. A simpática cobertura da atividade diplomática de Claire Luce foi entendida como demonstrativa do interesse da Globo em desenvolver contactos e estreitar relações com grupo americano na área televisiva. Roberto Marinho conseguiu sua primeira concessão de TV em 1957 do presidente Kubitschek, cujo governo ele apoiava, e sua segunda de João Goulart, cujo governo ele ajudou a derrubar. A inauguração da TV Globo ocorreu em 26 de abril de 1965. Três anos antes, um acordo polêmico assinado entre Time-Life e as Organizações Globo, permitiu à empresa brasileira acesso a um capital em torno de 6 milhões de dólares, o que lhe garantiu recursos para comprar equipamentos e montar sua infra-estrutura. É coincidência que a TV Globo tenha sido financiada com capital americano do grupo Time-Life de Henry Luce? Quem era Henry Luce? Para aqueles que não perceberam o nome de família Luce na lista acima de notáveis da sociedade Skull & Bones (Bonesman), existe um artigo de Executive Intelligence Review publicado por Steven P. Meyer e Jeffrey Steinberg, intitulado Henry Luce's Empire of Fascism (Império Fascista de Henry Luce) que diz: A revista Time foi criada em 1923 como porta-voz dos sinarquistas americanos agrupados em torno dos interesses de J. P. Morgan. Henry Luce tinha acabado de sair da Universidade de Yale onde era membro da sociedade secreta Skull & Bones (turma de 1920). Morgan
  18. canalizou fundos para o início da empresa de Luce e este aproveitou muitos de seus amigos da fraternidade secreta para criar e dirigir o que seria um império de propaganda. Em 1930, por exemplo, Luce escolheu Russell Davenport, amigo íntimo da fraternidade, para se tornar o primeiro editor chefe da revista Fortune. Membros iniciais da junta de diretores da Time incluíam Henry P. Davison Jr. (da lista anterior), companheiro de classe e Bonesman cujo pai era antigo parceiro de J. P. Morgan & Co. Davison trouxe Dwight Morrow, outro parceiro de Morgan, para financiar o início da Time. Os interesses de Morgan foram ainda mais fortalecidos quando em 1927, John Wesley Hanes foi colocado na junta. O início da Time também recebeu fundos de William Hale Harkness, membro da junta que era parente do sócio de Rockefeller, Edward S. Harkness. O advogado pessoal de Lucy que viria representar o império de mídia inteiro era seu cunhado, Tex Moore, da firma Cravath, deGersdorff, Swaine and Wood, a mesma firma que implantou Allen e John Foster Dulles para facilitar a subida de Hitler ao poder no início dos anos de 1930. Lucy era íntimo também do Lord Beaverbrook e do Príncipe de Gales, que eram notórios membros pró Hitler do grupo de Cliveden (Cliveden House). Ele também forjou íntimo relacionamento com Winston Churchill que foi outro promotor de Hitler no início dos anos de 1930. Digno de citação aqui é que o supracitado John Wesley Hanes é um membro (1995) do exclusivo Club 1001 do World Wide Fund for Nature (WWF) do príncipe Philip e reflete um século de serviços prestados pela família Hanes para a Coroa Britânica. Não é por mera coincidência que o vice-presidente do maior monopólio de telecomunicações, as Organizações Globo, que opera a vasta rede de televisão, rádio, jornais e revistas, também diretor geral da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, um dos principais enlaces brasileiros com o Establishment anglo-americano, tenha sido também, diretor-presidente do WWF Brasil além de membro da junta de diretores das ONGs Conservation International, da The Natural Conservancy, e também da Rockefeller Foundation (Fundação Rockefeller), e do Council of the Américas (Conselho das Américas) de David Rockefeller. Resumindo, ele é encarregado das relações internacionais para o grupo Marinho. O WWF-Brasil também incluiu em sua junta executiva, Pedro Sirotsky, Mario Frering (vicepresidente), seu irmão Guilherme Frering, assim como membros proeminentes como Joseph Safra, Roberto Paulo César de Andrade e Francisco Antunes Maciel Mūssnich. A extensão das Organizações Globo eu não preciso comentar pois todos já conhecem. Sobre a RBS, Pedro Sirotsky é filho de Maurício Sirotsky Sobrinho, fundador do grupo de comunicação RBS e desde 2008 faz parte do conselho executivo. O grupo RBS é uma das maiores empresas de comunicação multimídia do Brasil e a maior afiliada da Rede Globo. Trabalha conteúdos jornalísticos, de entretenimento e de serviços por meio de emissoras de rádio e de televisão, jornais e portais de internet. Com mais de 6 mil colaboradores, é o segundo maior empregador de jornalistas do país. Plataformas do Grupo RBS: 18 emissoras de TV aberta afiliadas à Rede Globo (RBS TV); 2 emissoras de TV locais (TVCOM); 24 emissoras de rádio (Rádio Gaúcha,Rádio Atlântida, Rádio Itapema, Rádio Cidade, Rádio Farroupilha, Rádio CBN Porto Alegre, Rádio CBN Diário); 8 jornais (Zero Hora, Diário Gaúcho, Pioneiro, Diário de Santa Maria, Diário Catarinense, Hora de Santa Catarina, Jornal de Santa Catarina, A Notícia).
  19. A RBS também opera uma empresa digital, a e.Bricks Digital, formada por empresas da área de tecnologia por meio das quais o Grupo RBS atua nas seguintes áreas: mídia digital e tecnologia; mobile; e-commerce segmentado. O Grupo RBS opera ainda com: HSM (empresa de educação executiva, mídias e eventos); Kzuka (operação voltada ao público jovem); Engage eventos; RBS Publicações (editora); Orbeat Music (gravadora); Mídia Gráfica (gráfica); Vialog (empresa de logística); Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (fundação empresarial). Mario Frering, quando foi vice-presidente do WWF-Brasil era herdeiro, junto com seu irmão, Guilherme Frering, do grupo de mineração CAEMI do falecido Augusto Azevedo Antunes, que, segundo EIR (Executive Intelligence Review, Volume 8, Número 8, 23 de fevereiro de 2001) era o homem de frente no Brasil dos interesses comerciais do falecido Nelson Rockefeller. A CAEMI, em 1982, assumiu o controle da Companhia do Jarí (Projeto Jarí), fundada por Daniel K. Ludwig, que, por sua vez, era também membro das juntas do WWF e de seu braço angariador de fundos, o Clube 1001. O irmão de Mario, Guilherme, como José Roberto Marinho, foi também membro do Council of Americas. O banqueiro Joseph Safra, proprietário do Banco Safra. Segundo o livro Dope Inc., seu irmão, Edmond Safra, assassinado em Mônaco, e que tinha sido membro do Clube 1001, e seu banco Republic National, foram acusados em um memorando de 13 páginas escrito por agentes da agência americana DEA (Drug Enforcement Agency ou Agência de Esforço contra as Drogas) em Berna, na Suíça, e datado de 3 de janeiro de 1989, de implicações em uma rede de lavagem de dinheiro das drogas baseada em Zurique na Suíça. Ainda segundo o livro, as ligações do banqueiro Edmond Safra com a lavagem de dinheiro das drogas recuam ao menos aos meados dos anos 70 e o banco Republic National de Nova York estava servindo como local de lavagem de dinheiro para as organizações de tráfico de narcóticos da América Latina e Oriente Médio. Fontes aparentemente bem informadas afirmam que Safra foi assassinado por ter fornecido evidência ao FBI pertinente a desvio de crédito do FMI (Fundo Monetário Internacional) para a Rússia. Dentre os amigos de Safra estavam Nancy Reagan, Condoleezza Rice e o Príncipe Charles. Ele foi introduzido nos círculos aristocráticos de Londres por Lorde Jacob Rothschild. Quanto a Roberto Paulo César de Andrade, foi presidente do grupo canadense Brascan que representa os interesses da família Bronfman no Brasil. Finalizando, Francisco Antunes Maciel Mūssnich, sócio da firma de advocacia Barbosa, Mūssnich, Aragão, diretor da Fundação Roberto Marinho e, contratado por José Roberto Marinho para processar a instituição MSIa (Movimento Solidariedade Ibero-americano) por suas edições que denunciavam a verdade sobre a ONG WWF, dentre muitas outras, e sua filial brasileira WWFBrasil quando José Roberto Marinho era seu diretor-presidente. Segue lista de alguns participantes do Clube 1001, “amigos” dos brasileiros acima: • Ali Ahmed: Corrupto paquistanês dito ser envolvido com contrabando de diamantes, ouro e armas para interesses holandeses, britânicos e americanos. Sócio do membro do CFR (Council of Foreign Relations ou Conselho de Relações Exteriores) ligado com a máfia, Maxwell Rabb.
  20. • Sir Max Aitken: Filho do Lorde Beaverbrooke, íntimo do círculo interno de Hitler e bom amigo de Rudolph Hess. O Conselheiro Privado de Sua Majestade Britânica, Jonathan Aitken, o antigo chefe do grupo Le Cercle que esteve profundamente envolvido em transporte de armas ilegais, é sobrinho do 2O Lorde Beaverbrook. • Tibor Rosenbaum: Agente do Mossad (Serviço Secreto Israelense) e amigo de um dos fundadores do WWF, o príncipe Bernhard. Em 1958, com Edmond de Rothschild, foi fundador do suíço BCI através do qual financiou operações do Mossad e da Permindex. O BCI foi uma espécie de precursor do BCCI e igualmente envolvido em lavagem de dinheiro. • http://www.whale.to/c/1001_club1.html O CONTROLE DE LONDRES E DA FAMÍLIA REAL BRITÂNICA SOBRE O MUNDO Segundo As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX, de Jan van Helsing: Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente os seniors, quer dizer os antigos. As duas outras sociedades secretas são os Scroll & Key (Rolo e Chave) e Wolf`s Head (Cabeça de Lobo). É espantoso verificar que os membros mais eminentes da Eastern Liberal Establishment (o Establishment da costa leste) sempre foram membros de uma dessas sociedades. Segundo Gary Allen, o Establishment da costa leste é a perífrase da máfia financeira, política, acadêmica e da mídia controlada pelos Rockefeller. Um banco digno de ser mencionado é o “W. A. Harriman Co.”. Seu fundador, William Averell Harriman, foi iniciado na ordem Skull & Bones em 1913. Nos anos 20, W. A. Harriman foi aquele que mais sustentou os russos com dinheiro e auxílios diplomáticos. Seu sustento financeiro vinha do “Ruskombank” o primeiro banco comercial soviético. Max May, vice-presidente da Guaranty Trust e membro da Skull & Bones tornou-se o primeiro vice-presidente do “Ruskombank”. A Guaranty Trust estava sob o controle do banco “J. P. Morgan & Co” (banco associado ao banco N. M. Rothschild), e alguns dos associados de “J. P. Morgan” eram membros da Skull & Bones. Aí foram iniciados: Harold Stanley em 1908 e Thomas Cochran em 1904. O capital inicial para o Guaranty Trust vinha de Whitney, Rockefeller, Vanderbilt e Harriman; todas essas famílias tinham membros na ordem Skull & Bones. Percy Rockefeller foi o único de sua família a ser aí admitido. Ele representava os investimentos Rockefeller na “Guaranty Trust” e foi seu diretor de 1915 a 1930. O N. M. Rothschild & Sons Bank tinha suas sucursais em Londres, Paris, Viena e Berlim. Os Rothschild controlavam durante esse período da história, a City em Londres e por isso, também as colônias da coroa britânica e o governo inglês assim como o governo francês, o “Comitê dos 300”, os Iluminados da Baviera e, como conseqüência todas as lojas secretas da Europa e dos Estados Unidos infiltradas pelos Illuminati. Com o auxílio de seus representantes o Khun Loeb Bank cujo diretor era Jacob Schiff, o August Belmont & Co. Bank e o J. P. Morgan & Co. Bank nos Estados Unidos assim como o M. M. Warburg Gesellschaft em Hamburgo e Amsterdam, os Rothschild tinham erigido entre outros, o Standard Oil-Imperium de Rockefeller, as estradas de ferro Harriman e as usinas
  21. siderúrgicas Carnegie, e eles controlavam, dessa forma, a maior parte da economia americana. Em 16 de março de 1996, o Sr. Lyndon La Rouche perguntou na revista EIR-Resumen Ejecutivo 1a quinzena de junho de 1996, Vol. XIII, num. 10-11, no artigo intitulado El Sol Nunca se Pone en el Imperio Británico (O Sol Nunca se Põe no Império Britânico) escrito por Jeffrey Steinberg: Quais são as potências? E ele mesmo respondeu: Primeiro de tudo, a principal potência que enfrentamos é o Império Britânico. Não deixem que ninguém lhes diga que é o Reino Unido. O Reino Unido não é uma nação, é uma plantação, ocupada por umas 5.000 pessoas que são as mais ricas e as mais perversas e daninhas que há neste planeta e que formam uma oligarquia... “Esse Império, controlado pelos britânicos, com exceção de umas quantas nações dissidentes das quais não gosta, esse Império representa aproximadamente uma quinta parte da área mundial de terra; representa quase trinta por cento da população. Controla de 48 a 50 por cento do rendimento financeiro mundial, incluído os 3.500 bilhões de dólares do rendimento dos derivados. Controla a maior parte do comércio internacional mundial de metais estratégicos, como os metais que quase todas as indústrias necessitam. Controla a maior parte do comércio internacional de petróleo... Esses interesses, o complexo anglo-holandez-suíço, Cargill, etc., controlam a maior parte do comércio mundial de alimentos, em uma época de grave crise alimentar”. E, nos excertos expostos abaixo, La Rouche explica como este poder controla o mundo: Nas mentes das elites políticas, industriais e intelectuais da maioria das nações do mundo, existe um mito mortalmente perigoso: que o Império Britânico desapareceu da face da Terra e que a Grã-Bretanha, o Reino Unido, não tem nenhuma influência nos assuntos mundiais. Segundo esse mito, a família real britânica não é mais que uma relíquia do passado que cobra sua modesta pensão, cumpre com suas obrigações cerimoniais e, quiçá, atrai os turistas e por isso é mantida. Na versão extrema desta grande mentira, se considera que a Grã-Bretanha é atualmente uma força benigna nos assuntos mundiais, “uma amiga dos fracos” e “defensora diligente dos direitos humanos”. (...) (...) Na mente de muitas figuras mundiais, inclusas as russas, o novo “inimigo” não é o velho Império Britânico, e sim a nova “potência imperial”: os Estados Unidos da América do Norte. Os autores desta fraude, a derrocada do Império Britânico e sua substituição pelos Estados Unidos como o “grande Satanás”, pode ser localizado entre os círculos da inteligência britânica e na vasta propaganda ligada a instituições como a British Broadcasting Corporation (BBC), o serviço de notícias Reuters, a Corporação Hollinger, o Instituto Tavistock, a Sociedade Mont Pelerin, as Universidades de Oxford e Cambridge, a Comunidade Britânica e o Fundo Mundial da Vida Silvestre (World Wildlife Fund – WWF) do príncipe Felipe. De Cartum até Moscou e Buenos Aires, este revisionismo histórico tem se afiançado entre a classe política e cultural. Seu efeito desorientador tem aberto a porta a erros graves e possivelmente irreverssíveis. (...) (...) O Império britânico segue vivo e ativo. A portas fechadas, em lugares como Chatham House, sede do Real Instituto de Assuntos Internacionais (RIIA), já foram desenhados os
  22. planos de consolidação do império unimundial, a partir dos recursos da Comunidade Britânica e da Organização das Nações Unidas (ONU). (...) (...) Como disse LaRouche, o próprio Reino Unido tem muito pouco a ver com o novo Império Britânico. Inglaterra, Escócia, Gales e, especialmente, Irlanda do Norte, não são mais que plantações de escravos e laboratórios de engenharia social de um grupo de famílias que não somam mais de 3.000 a 5.000 pessoas e que vivem e trabalham nos arredores da City de Londres, o distrito financeiro e corporativo de uma milha quadrada que representa a maior concentração de poder financeiro já visto. Essas famílias constituem uma oligarquia financeira; são o poder por trás do trono dos Windsor. Consideram-se herdeiros da oligarquia veneziana, a mesma que infiltrou e subverteu a Inglaterra desde 1509 a 1715 e estabeleceu um novo ramo, mais violento, do sistema oligárquico anglo-holandês-suíço que vem da tradição imperial bizantina, persa, romana e babilônica. Entre eles, esses oligarcas se referem a si mesmos como o Clube das Ilhas, referindo-se ao “príncipe das Ilhas”, Eduardo Alberto (rei Eduardo VII), filho da rainha Vitória e autor da guerra da Criméia, das guerras do ópio, a guerra russo-japonesa e a Primeira Guerra Mundial, para consolidar a GrãBretanha como primus interpares das monarquias européias e famílias feudais. O Clube das Ilhas, sob a direção da monarquia britânica, abarca recursos e personalidades da Holanda, Suíça, França, Alemanha e Itália, e orquestra as ações de uma casta de estadunidenses anglófilos como Henry Kissinger e George Bush. Para começar a entender a amplitude do atual Império Britânico, é necessário primeiro revisar a Comunidade Britânica, tal como o próprio Clube das Ilhas a considera. Em 1995, o RIIA publicou o Discussion Paper 60 (Papel de Discussão 60), escrito por Katharine West, intitulado “Economic Opportunities for Britain and the Commomnwealth [Oportunidades Econômicas para a Grã-Bretanha e a Comunidade]. West é uma professora australiana, assessora de empresas e atualmente empregada na Chatham House. Segundo ela, as 52 nações que formam parte da Comunidade Britânica têm a possibilidade de dominar cada um dos blocos econômicos regionais do mundo, desde o Grupo dos 77, a Organização de Países Exportadores de Petróleo, a Organização da Unidade Africana, a Associação de Nações do Sudeste Asiático, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e até o Tratado Norte-americano de Livre Comércio. A comunidade, que inclui uma de cada três nações do planeta, forma o maior bloco de votação da Assembléia Geral da ONU. A City de Londres domina os mercados especulativos do mundo. Um estreito grupo de corporações internacionais envolvidas na extração de matérias primas, finanças, seguradoras, transporte e produção de alimentos, controla a maior parte do mercado mundial e exerce um controle de “estrangulamento” virtual na indústria de todo o mundo. Em uma coluna recente do jornal Times de Londres, porta-voz do Clube das Ilhas, o correspondente em Washington DC, James Adams, reconhece candidamente que as casas bancárias da City de Londres lavam atualmente 400 bilhões de dólares por ano do dinheiro sujo das drogas. A Comunidade Britânica inclui muitos dos paraísos fiscais onde chegam os capitais em fuga e o dinheiro das drogas. A Sociedade Mont Pelerin, essa organização secreta e promotora radical do livre mercado fundada em 1947 por Friedrick von Hayek e promovida pelo príncipe Felipe, mantém os livros contábeis mais precisos sobre a economia
  23. subterrânea do mundo. Como é possível? Porque o Clube das Ilhas, desde a era das guerras do ópio contra a China e as escapadas de Giuseppe Mazzini, agente pessoal de lorde Palmerston no século passado, tem sido o principal promotor e controlador do crime organizado no mundo inteiro. Não se pode subestimar a importância do controle exercido pelo Clube das Ilhas sobre o crime organizado. Lorde William Rees-Mogg, membro vitalício da Câmara dos Lordes, exdiretor do Times de Londres e atual encarregado da propaganda de guerra contra o presidente Clinton, disse recentemente que o mundo está entrando em um paradigma pósindustrial da “terceira onda”, onde os Estados nacionais quedarão em erosão e serão substituídos por um “feudalismo eletrônico” unimundial. Nesse Mundo feliz de Rees-Mogg, somente 5 por cento da população, a “elite cognitiva”, prosperará e desfrutará os frutos da tecnologia moderna, enquanto a grande maioria da população do resto do mundo viverá na miséria. Para evitar o descontentamento social dessas condições brutais, a oligarquia financeira britânica tem se esmerado em promover a contra-cultura das drogas, o rock e a libertinagem sexual que, nas palavras de Aldous Huxley, é um “campo de concentração da mente”. Das fileiras dessa contra-cultura, o príncipe Felipe, seu World Wildlife Fund (WWF) e seu “Clube 1001”, tem recrutado um movimento ecológico radical, uma quadrilha neopagã como a juventude nazi dos anos 20. Para chegar a dominar o mundo, como o próprio príncipe Felipe tem dito, há que se eliminar 80 por cento da população mundial no período de duas gerações. Para tornar realidade a era tenebrosa do Clube das Ilhas, há que se eliminar 4 bilhões de pessoas! Este estudo que segue se divide em quatro seções principais: A primeira seção é sobre a própria monarquia britânica. Em contraste com os mitos populares, a rainha Elizabethh II é uma das figuras mais poderosas e abastadas do mundo e exerce poder absoluto sobre a vida de 1,5 bilhão de pessoas. Os leitores se inteirarão dos poderes formais da monarquia e conhecerão alguns dos políticos e militares mais famosos dos Estados Unidos que juraram lealdade à rainha, violando a Constituição dos Estados Unidos. A segunda proporciona um quadro da vasta maquinaria de propaganda e guerra psicológica da Grã-Bretanha que mantém controle do fluxo de informação em toda a Comunidade e no resto do mundo e através da qual mantém uma nova forma de escravismo mental, um “imperialismo da mente”. O leitor se acautelará pelo fato de que milhares de organizações não-governamentais (ONGs) que operam em todos os países do mundo para destruir o Estado nacional estão dominadas por lordes e damas ingleses e todos prestam informação ao conselho privado da rainha. Na terceira seção, o leitor entrará nos corredores da Chatham House e outros centros da inteligência britânica onde se elaborou a futura estrutura do novo Império Britânico.
  24. Finalmente, proporcionamos ao leitor uma lista de corporações que formam parte da junta de diretores do Clube das Ilhas e um quadro da concentração de riqueza desses sujeitos como arma de guerra econômica contra as nações. Daquela mesma revista segue um organograma retirado do artigo intitulado Los Carteles de las Materias Primas Estrangulan la Econoíia Mundial (Os Cartéis de Matérias Primas Estrangulam a Economia Mundial) escrito por Richard Freeman: Do organograma acima depreende-se que petróleo, gás, carvão, alimentos, minerais e metais do mundo, ou seja, tudo no mundo, de uma forma ou de outra, é controlado e manipulado pelo Clube das Ilhas, o qual está diretamente ligado à casa de Windsor, esta, mantendo-se informada de tudo quanto se passa no mundo através de seu conselho privado. Vejamos um exemplo retirado do mesmo artigo na área de alimentos: Empregar os alimentos como maneira de arma remonta à Babilônia. A Roma imperial o fez, do mesmo modo que Veneza e vários rebentos venezianos, especialmente as companhias holandesas e britânicas do Levante, das Índias Orientais e das Índias Ocidentais. A guerra dos alimentos na atualidade é conduzida por Londres, com a ajuda de sócios subordinados, em especial Suíça e Amsterdã. De dez a doze companhias, ajudadas por outras dezenas, governam o abastecimento mundial. As principais companhias de grãos do cartel dos alimentos dirigido pela casa de Windsor – Cargill, Continental, Louis Dreyfus, Bunge and Born, André e Archer Daniels MidlandTöpfer – dominan o abastecimento mundial de grãos, de trigo ao milho e à aveia, da cevada ao sorgo e o centeio. Mas também dominam a carne, os produtos lácteos, os azeites e gorduras comestíveis, as frutas e verduras, o açúcar e todas as especiarias.
  25. A oligarquia tem procurado fazer de quatro regiões os principais exportadores de quase todo tipo de alimentos, e historicamente tem se apoderado por inteiro da cadeia de produção de alimentos dessas regiões. São (1) os Estados Unidos; (2) a União Européia, em particular França e Alemanha; (3) Austrália, Canadá, África do Sul e Nova Zelândia, da Comunidade Britânica de Nações; (4) Argentina e Brasil, na Iberoamérica. As ditas regiões têm um total de população de quando muito 900 milhões de pessoas, 15 por cento da população mundial. O resto do mundo, com 85 por cento da população (4,7 bilhões de pessoas), dependem das exportações de alimentos dessas regiões. É correto que as nações com excedentes de alimentos os exportem. Mas para as quatro regiões exportadoras do cartel, se tem dado preeminência de forma brutal: grande parte do resto do mundo vive em atraso forçado. A oligarquia lhes nega sementes, fertilizantes, obras hidráulicas, eletricidade, ferrovias, todas as obras de infra-estrutura e bens de capital necessários para se converterem em produtores auto-suficientes (ou voltar a sê-lo). Essas nações têm sido reduzidas a condição de vassalos; ou compram tudo das regiões exportadoras do cartel ou morrem de fome. No entanto, o cartel anglo-holandês dos alimentos reduziu também as quatro regiões mencionadas, a um estado de servidão. Nas últimas duas décadas, milhões de agricultores dos Estados Unidos, Europa, Canadá, Austrália e Argentina foram apagados do mapa.. (...) Cinco das seis principais companhias do cartel de alimentos – Cargill, de Mineápolis e Genebra; Continental, de Nova York; a parisiense Louis Dreyfus; Bunge and Born, com sedes em São Paulo, Brasil e nas Antilhas holandesas; e André, de Lausanne, Suíça – são de propriedade privada de famílias multimilionárias que as manejam a seu modo. Não emitem ações nem publicam resultados anuais. São mais sigilosas que as companhias petrolíferas, os bancos e os serviços de inteligência dos governos. Tão só duas delas, Cargill e Continental, abocanharam juntas entre 45 e 50 por cento do comércio mundial de grãos. Ainda que Archer Daniel Midland-Töpfer emita ações, também é administrada de cabo a rabo como um feudo de Dwayne Andreas. Vejamos outro exemplo, agora sobre o petróleo e energia, também daquele mesmo artigo: Dos recursos energéticos que movem a economia, os britânicos têm em seu poder 15 por cento da produção de carvão e 12 por cento da distribuição de petróleo, segundo os critérios empregados neste estudo. Isto já é considerável; mas, em realidade, seu domínio é muito maior. Os principais produtores do mundo são companhias estatais de países como Arábia Saudita, Irã, México e Nigéria. Contudo, estas têm que exportar seu petróleo por meio de companhias vinculadas aos britânicos, que são as que mandam em um mercado no qual diariamente se vendem 71,4 milhões de barris de petróleo. Na cabeça da lista, com 5,7 milhões de barris ao dia, está a Royal Dutch Shell. A maior parte do petróleo vendido pela Royal Dutch Shell não é produzido por ela. O vendedor número 4 é a British Petroleum Corp.. Nosso estudo classificou a produção da Exxon, Chevron, Móbil e Texaco, os componentes estadunidenses das Seis Irmãs, nos países não industrializados não britânicos. Sem embargo, como se demonstra nas farsas de 1973-74, 1978-79 e a atual, o procedimento da Exxon e das demais é, em muitos aspectos, muito britânico. Se as quatro irmãs estadunidenses se consideram parte do conglomerado britânico, então os britânicos dominam 41 por cento da distribuição mundial.
  26. Sementes e alimentos para animais: O cartel não podia deixar a margem os alimentos para animais nem as sementes. A British Petroleum Company, mercê de seu departamento de nutrição, é o maior produtor de alimentos para animais da Europa. A British Petroleum, uma das principais companhias de energia da casa de Windsor, logo após comprar a Purina Mills (Moinhos Purina) da Ralston Purina Company, se tornou o segundo produtor de alimentos para animais dos Estados Unidos. A Cargill, o maior exportador de grãos do mundo, é também o maior produtor do mundo de alimentos para animais e de sementes híbridas, por meio de seu braço Nutrema Feed, tanto quanto a Continental, que por meio de sua divisão Wayne Feed, é um dos maiores produtores de alimentos para animais e uma força importante na produção de sementes híbridas. Óleos e gorduras comestíveis: Os Estados Unidos, a União Européia, Argentina e Brasil dominam as exportações da fonte principal de óleos e gorduras comestíveis: a soja e seus derivados. Os setores exportadores do cartel dos alimentos são os donos de 93 por cento do comércio internacional da soja, que soma 32,1 milhões de toneladas ao ano; 90 por cento do comércio internacional da farinha de soja, que soma 31,1 milhões de toneladas; e, junto com a Índia, integrante da Comunidade Britânica, são amos e senhores de 92 por cento dos 31,1 milhões de toneladas de óleo de soja que se exportam. Mercados internos: O cartel sujeita também com mão de ferro, por meio das indústrias transformadoras, a economia agrícola de muitos países e regiões, em especial dos que compreendem as quatro regiões exportadoras. Dominando-se essas indústrias, domina-se o comércio interno. Metais e minerais: O domínio exercido pelo Império Britânico sobre os metais e minerais é enorme, entre 20 e 90 por cento. Examinamos o domínio exercido pelo cartel anglo-holandês em (...) metais e minerais, que se divide por sua vez em metais preciosos, básicos e estratégicos (...) Comecemos pelo grupo de metais preciosos: ouro, prata e platina. Chamam-se preciosos porque, ainda que a prata seja empregada, por exemplo, em fotografia e a platina em conversores catalíticos, os três metais se entesouram por seu valor não industrial, em forma de lingotes e, as vezes, joalheria. No caso do ouro, as firmas com casa matriz em Londres ou na Comunidade Britânica de nações possuem 59,9 por cento da produção mundial. As três maiores companhias mineiras auríferas do mundo – Anglo American Corp. e Consolidated Goldfields, ambas sulafricanas, e Barrick Gold, do Canadá, todas dominadas pelos britânicos – geraram 20 por cento da produção mundial de ouro. A produção anual de ouro é de 2.300 toneladas, que,
  27. uma vez no mercado, possuem um valor de 29,4 bilhões de dólares. Aos britânicos cabe uma abocanhada de 60 por cento. O grupo com casa matriz em Londres ou na Comunidade Britânica é dono de 29 por cento da produção de prata, e de 78 por cento da produção de platina. Em seguida vemos o domínio do cartel anglo-holandês sobre os metais comuns: cobre, zinco, chumbo, níquel, bauxita, ferro e estanho. Esses metais não brilharão, mas sem eles é impossível conceber a economia moderna. Sem contar o cascalho, a madeira e os derivados de carbono, 70 por cento do peso de todos os produtos manufaturados do mundo se compõe destes sete minerais. São o suporte dos produtos que compõem a vida econômica, desde as máquinas, ferramentas e tratores até os geradores elétricos e refrigeradores. (...) o grupo com casa matriz em Londres ou na Comunidade Britânica domina 40 por cento da produção anual de níquel, que é de 90 toneladas. Três das quatro companhias mineradoras exploradoras de níquel do mundo estão em mãos britânicas: Inco Ltd, do Canadá, aliada da família Bronfman, da Liga Anti-Difamação; a ubíqua Anglo American Corp.; e Western Mining Corp., da Austrália. As companhias mineradoras canadenses, australianas e sul-africanas servem aos britânicos para dominar uma boa parte da produção mundial de minérios. A Grã-Bretanha explora também os gigantescos depósitos de metais e minerais não metálicos do Canadá, Austrália e África do Sul. Aparte o carvão, a GrãBretanha não tem minério próprio algum. Os britânicos dominam 25 por cento da produção anual de cobre, que alcança 9,4 milhões de toneladas, e 17 por cento da de zinco (17 por cento é o mínimo dominado pelos britânicos na exploração de um metal). O cartel anglo-holandês tem em suas mãos 30 por cento da produção anual de chumbo, que é de 2,98 milhões de toneladas. (...) os britânicos têm em seu poder 58 por cento da produção de bauxita, da qual se extrai o alumínio. 21 por cento da extração de minério de ferro está em mãos britânicas, assim como 24 por cento da de estanho. (...) os metais estratégicos, chamados assim porque são empregados com freqüência em artigos militares e em instrumentos moderníssimos. A maioria entra em ligas; são úteis por sua leveza, por sua resistência à tensão ou ao calor, etc.. Sem eles, a indústria eletrônica moderna, a aeroespacial, a nuclear e a de trens rápidos não poderiam existir. Por exemplo, 40 por cento do cobalto empregado na indústria se destina a turbinas de aviões e 10 por cento em ligas magnéticas. O cartel anglo-holandês monopoliza 64 por cento da extração de cobalto, 42 por cento da de magnésio e 47 por cento da de titânio. Os britânicos abocanharam 32 e 39 por cento da produção de vanádio e cromo respectivamente. Manipulação dos mercados: A manipulação dos preços dos grãos e gasolina, que tem andado ao lado do enorme aumento de preço do alumínio, cobre e outros metais, é uma advertência muito clara às nações do
  28. mundo, do que os aguarda, se não se apertarem às abotuaduras do Clube das Ilhas e da casa de Windsor. Nos últimos 18-24 meses, os sócios do Clube têm se desfeito de seus instrumentos financeiros inflacionados e – um passo a mais para a quebra financeira iminente – têm apertado seu domínio sobre as matérias primas. O Clube domina todas as matérias primas essenciais para suster a vida humana no planeta. Não se pode produzir nada, seja bens de consumo ou de produção, nem nada se pode comer, sem a aprovação do Império Britânico. O Terceiro Mundo, tampouco pode vender seus produtos, em sua maior parte, sem passar pelos mercados subordinados por esta rede. Isto representa quiçá, a maior concentração de poder oligárquico que já existiu. Para prova basta um botão. Além de todo este poder de Londres sob controle da família real, John Bond, executivo chefe do grupo HSBC Holdings PLC, afirmou que embora “a City de Londres não seja mais que uma milha quadrada das 94.000 milhas quadradas do Reino Unido, guarda uma posição única no sistema financeiro do mundo”, e explicou: • “Nestes momentos a City representa mais da quarta parte da circulação mundial de divisas, e aporta em torno de 1,8 bilhões de libras esterlinas na economia do Reino Unido. A bolsa de Londres lista as ações de mais companhias estrangeiras que qualquer outra bolsa, e processa em torno de 60 por cento de todas as ações que são comercializadas fora do país de origem. Maneja 90 por cento do comércio entre bolsas distintas na Europa, e a décima parte da circulação mundial de valores”. • “Londres é... o maior emissor de eurobônus do mundo”. • “A City também é sede do LIFFE, o Mercado Internacional de Futuros Financeiros de Londres, que é o terceiro mercado de futuros do mundo” • “Aqui estão os principais mercados de bens a granel da Europa: a Bolsa de Mercados de Londres, o Mercado Internacional de Petróleo e o Mercado de Bens de Londres. Eles representam três quartas partes da circulação européia de derivados financeiros do mercado de bens, e 15 por cento da atividade mundial”. • “Historicamente, Londres tem sido foco de seguros e resseguros aéreos, marítimos e comerciais internacionais. Nos anos 80 foram gerados aqui de 50 a 60 por cento das comissões marítimas do mundo, e cerca da metade das compras e vendas de embarcações”. • “Em administração de fundos, Londres domina a administração de fundos de instituições estrangeiras, especialmente os fundos de governo e de liquidação de outros países. E a participação de Londres nos fundos de instituições estrangeiras administrados na Europa supera os 81 por cento”. • “Além do mais, Londres, cuja City conta com mais de 500 bancos estrangeiros, é um dos principais centros de crédito internacional. Em 1993, mais de 16 por cento de todos os empréstimos internacionais provinham de bancos com sede no Reino Unido”.
  29. Completando, segue o artigo intitulado El Imperio Corporativo Angloholandés (O Império Corporativo Anglo-holandês), da mesma revista, por Anthony K. Wikrent: Os 3.000 a 5.000 financistas oligarcas que tomam parte do conselho governante do novo Império Britânico são proprietários e também manejam os assuntos de um aparato corporativo interconectado que domina “pontos de estrangulamento” na economia global. Controlam, em particular, as finanças, as seguradoras, as matérias primas, o transporte e os bens de consumo. Esse cartel é conhecido como o Clube da Ilhas; seu centro de operações e poder é a milha quadrada conhecida como City de Londres. O Clube da Ilhas estendeu seu controle sobre os assuntos corporativos e financeiros da Alemanha, França e outros estados da Europa continental. Historicamente, Suíça e os Países Baixos estão integrados à este império com sede em Londres. Ainda que ocasionalmente haja disputas e rivalidades entre os membros do Clube, em sua maior parte, esta vasta e global estrutura de corporações, bancos, etc., funciona como uma entidade geopolítica única, em guerra com o Estado nacional. Como escreveu Katharine West em um informe para o Real Instituto de Assuntos Internacionais (RIIA): “Para entender a realidade, em contraste com a retórica, do papel dos britânicos nas economias européias e não européias, é melhor estudar o que fazem as companhias em vez do que dizem os políticos”. Quem pensa que os brasileiros, sejam eles políticos, empresários, industriais ou banqueiros, dirigem o Brasil, está redondamente enganado. As pessoas no Brasil, do mesmo modo que no resto do mundo, nada mais são que marionetes dos deuses do Olimpo. E nem mesmo o presidente escapa, seguindo a regra: Ou dá, ou desce!!!
  30. TOPO DE CONTROLE DO MUNDO PELOS DEUSES DO MONTE OLIMPO Em 1913 J. P. Morgan adoeceu durante sua viagem anual à Europa, e a partir de fevereiro começaram a circular boatos a respeito de seu estado de saúde. A 30 de março um comunicado vindo de seu quarto de hotel em Roma anunciava que ele estava bastante doente, e no dia seguinte ele entrava em delírio falando de religião e de seus triunfos passados. Depois disso, logo após a meia-noite, teve um instante de lucidez. Morgan apontou para o teto e voltou-se para Satterlee, dizendo: “Tenho de subir a montanha” [ou seja, o Monte Olimpo]. Entrou em estado de coma e não recuperou mais a consciência.

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