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Atividade colaborativa gestão de negócios internacionais-paulo rogério de oliveira
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Atividade colaborativa gestão de negócios internacionais-paulo rogério de oliveira

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  • 1. CURSO : ADMINISTRAÇÃO TÍTULO DO TRABALHO: ATIVIDADE COLABORATIVA (GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS) NOMES RA PAULO ROGÉRIO DE OLIVEIRA 2563469650
  • 2. Aula-tema 01: A globalização dos mercados No mundo globalizado em que vivemos, as negociações devem ultrapassar as barreiras dos países, e as empresas deverão compreender que, para ter competitividade, é fundamental manterem-se envolvidas em negociações que vão além do mercado doméstico, seja com a importação ou com a exportação de seus produtos para outros países, em busca de novos clientes e novas oportunidades, o que poderá garantir, assim, sua competitividade no mercado econômico mundial. Vimos também que as negociações internacionais são fundamentais para o crescimento econômico de um país. É nesse sentido que se desenvolverá a Atividade Colaborativa aqui proposta. Esta atividade deverá ser finalizada até a aula-tema 6 e postada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07. Apresente-se aos outros alunos do seu grupo por meio do Fórum, falando sobre a sua cidade, as coisas que você gosta de fazer, esportes que gosta de praticar, de onde vem sua família etc. Além dessas informações, se você estiver empregado no momento, explique um pouco sobre a empresa em que trabalha, as atividades que ela pratica, os bens e/ou serviços que produz e se ela realiza alguma negociação internacional. Caso não esteja trabalhando no momento, fale sobre a última empresa em que atuou. A primeira atividade proposta ao grupo será a de discutirem sobre para qual país vocês gostariam de exportar e qual produto nacional vocês exportariam. Ao final da discussão, escolham um produto e um país, dentre os propostos pelos integrantes do grupo, que vocês gostariam de envolver em suas negociações internacionais. Aula-tema 02: Teorias do comércio internacional No mundo globalizado em que vivemos, as negociações devem ultrapassar as barreiras dos países e as empresas deverão compreender que, para ter competitividade, é fundamental manterem-se envolvidas em negociações que vão além do mercado doméstico, seja importando produtos de outros países, seja exportando seus produtos para outros países, em busca de novos clientes e novas oportunidades, garantindo assim sua competitividade no mercado econômico mundial. Vimos também que as negociações internacionais são fundamentais para o crescimento econômico de um país. É nesse sentido que se desenvolverá a Atividade Colaborativa aqui proposta. Esta atividade deverá ser finalizada até a aula-tema 06 e postada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07. Conforme o enunciado desta Atividade, ela teve início na aula-tema 01 e se encerrará na aula-tema 06, devendo ser postada para entrega na aula-tema 07. Em cada aula, você e seu grupo desenvolverão uma parte dessa atividade, contudo todas as partes deverão ser entregues juntas e de uma única vez (na aula- tema 07), pois elas são complementares e contínuas. Conforme solicitado na Atividade Colaborativa da aula anterior (e nos outros exercícios das aulas-tema 01 e 02), você, juntamente com seu grupo, já escolheu um país e um produto para exportar, e também já discutiu sobre a vantagem comparativa desse país em relação a outros e já verificou quais produtos esse país mais exporta e qual foi o crescimento de sua economia. Ou seja, vocês estão repletos de informações para saber se realmente valerá a pena negociar com esse país e se o produto escolhido será
  • 3. aceito nesse mercado. Mas vamos avançar um pouco mais e dar mais um passo para elaboração dessa atividade? Portanto, em grupo, executem a 1ª etapa da atividade em questão, relatando em no máximo quatro páginas o que chamaremos de“Histórico do País Importador”. Esse histórico deverá conter tudo o que você já pesquisou sobre o país, como: Nome; Geografia; Características culturais; Características populacionais (quantidade de habitantes, faixa etária predominante da população, costumes, entre outros); Dados econômicos como crescimento do PIB, volume das negociações internacionais; Principais produtos importados; Principais produtos exportados. Aula-tema 03: Regulação do Comércio Internacional e impactos nos negócios: os acordos de defesa comercial sobre dumping, subsídios e salvaguardas Sabemos que os países utilizam-se de diferentes métodos para se defender da concorrência internacional, sendo algumas vezes necessário tomar medidas compensatórias para proteger seus mercados de práticas desleais. É nesse sentido que se desenvolverá a atividade colaborativa proposta. Esta atividade deverá ser finalizada até a aula-tema 6 epostada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07. Esta atividade teve início na aula-tema 01 e se encerrará na aula-tema 06, devendo ser postada para entrega na aula-tema 07. Em cada aula, você e seu grupo desenvolverão uma parte desta atividade, contudo, todas as partes deverão ser entregues juntas e de uma única vez (na aula-tema 07), pois elas são complementares e contínuas. Conforme solicitado nas Atividades Colaborativas das aulas anteriores, você, juntamente com seu grupo, já escolheu um país e um produto para exportar; vocês já discutiram sobre a vantagem comparativa desse país, já verificaram quais produtos esse país mais exporta e qual foi o crescimento de sua economia, desenvolvendo um texto com o histórico do país exportador. Para avançarmos ainda mais nesta atividade, vamos agora descobrir se esse país já cometeu alguma prática desleal de comércio com os produtos que importa, entendendo quais são as principais barreiras não- tarifárias aplicadas por ele e como são suas barreiras tarifárias, ou seja, qual o imposto de importação aplicado por esse país ao produto escolhido. Essas informações servirão de base para sabermos se a exportação do produto escolhido terá sucesso ou fracasso. Para desenvolver esta etapa, você deverá buscar informações na Internet, em sites já sugeridos em aulas anteriores, identificando: Barreiras não-tarifárias utilizadas pelo país escolhido pelo grupo; Barreiras tarifárias que o país aplica ao produto escolhido.
  • 4. Aula-tema 04: A Macroeconomia do Setor Externo: Uma Introdução Nesta aula-tema, aprendemos sobre macroeconomia e sua influência nas negociações internacionais através da articulação dos países com suas políticas cambiais, regime de câmbio, taxa de juros, inflação. Analisando todos esses aspectos, pudemos perceber a complexidade com que tem que lidar um país ao trabalhar sua política cambial em favor das negociações internacionais, pois as taxas de câmbio interferem e sofrem interferências de outras ações políticas adotadas pelos governos. É nesse sentido que se desenvolverá a atividade colaborativa proposta. Esta atividade deverá ser finalizada até a aula-tema 06 epostada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07. Nesta aula-tema, você e seu grupo, de acordo com o país escolhido para exportação, analisarão as questões macroeconômicas desse país estudando suas políticas cambiais, regime cambial adotado, taxa de juros aplicada e taxa de inflação. Nesse sentido, descreva sobre os itens acima fazendo uma análise macroeconômica do país que você e seu grupo escolheram, identificando: 1. Qual o regime cambial adotado pelo país? 2. Qual a taxa interna de juros que o país escolhido aplica? 3. Qual a taxa anual de inflação do país escolhido? Lembre-se: esta atividade teve início na aula-tema 01 e se encerrará na aula-tema 06, devendo ser postada para entrega na aula-tema 07. Em cada aula, você e seu grupo desenvolverão uma parte desta atividade, contudo, todas as partes deverão ser entregues juntas e de uma única vez (na aula-tema 07), pois elas são complementares e contínuas. Aula-tema 05: Crises Cambiais e a Experiência Latino-americana na Década de 1990 Aprendemos nesta aula-tema que existem muito mais variações de regimes cambiais do que simplesmente os três modelos aprendidos em aula anterior. Essas variações acontecem como uma estratégia do governo para equilibrar sua economia e, assim, diminuir o índice de inflação no país. Dentre as mais significativas, estão o currency board, o dirty floating e a adoção de outra moeda como moeda local. Desses casos, a adoção de outra moeda como moeda local é o modelo mais radical utilizado por um país para controle inflacionário. Com base nas orientações acima e no que foi aprendido nesta aula-tema é que se desenvolverá a atividade colaborativa proposta. Essa atividade deverá ser finalizada até a aula-tema 06 e postada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07.
  • 5. Nesta aula-tema, você e seu grupo, de acordo com o país escolhido para exportação, analisarão os modelos de regimes cambiais que o país utilizou nos últimos 20 (anos) anos, identificando: 1. Qual(is) o(s) regime(s) cambial(is) adotado(s) pelo país nos últimos 20 anos? 2. Qual a taxa de câmbio do país em relação a nossa moeda, o Real? 3. Vocês acreditam que o regime cambial adotado pelo país atualmente e o valor do câmbio da moeda desse país em relação ao Real poderão impactar negativamente as negociações propostas pelo grupo? Por quê? Aula-tema 06: O Setor Externo da Economia Brasileira Aprendemos que o Brasil passou por diversos planos econômicos em busca do controle da inflação e da estabilidade econômica. Aprendemos também que vários planos econômicos foram implantados desde o ano de 1968, quando nosso país decidiu adotar como estratégia a abertura de seus mercados, ampliando suas negociações com o resto do mundo. Após várias tentativas, finalmente o Brasil conseguiu estabilidade e controle inflacionário, com a implementação do Plano Real, que tornou nosso país competitivo junto ao mercado internacional e promoveu o desenvolvimento de nossa economia. Com base nas orientações acima e no que foi aprendido nesta aula-tema é que se desenvolverá a atividade colaborativa proposta. Esta atividade deverá ser finalizada nesta aula-tema e postada no ambiente virtual de aprendizagem na aula-tema 07, ou seja, na próxima aula-tema. Você e seu grupo deverão responder às seguintes perguntas, de acordo com o país escolhido para exportação e o produto a ser exportado: 1. Quais serão as estratégias de marketing adotadas pelo grupo para o produto exportado, com relação a: embalagem; preço; distribuição do produto no país estrangeiro (loja própria, revendedores, distribuidores, representantes etc.); comunicação para o produto no país estrangeiro (TV, outdoors, revistas etc.). 2. Como será feita a logística de distribuição do produto? Transporte marítimo ou aéreo. Lembre-se: esta atividade teve início na aula-tema 01 e se encerrará nesta aula-tema, devendo ser postada para entrega na próxima aula-tema. Em cada aula, você e seu grupo desenvolverão uma parte desta atividade, contudo todas as partes deverão ser entregues juntas e de uma única vez (na aula-tema 07), pois elas são complementares e contínuas.
  • 6. Escolha do produto e do país: PRODUTO A EXPORTAR: FRANGO PAÍS A EXPORTAR: JAPÃO
  • 7. Nome; JAPÃO Geografia; O Japão é um país formado por um arquipélago com mais de 3 mil ilhas, com área de 377.835 km², localizado no Círculo do Fogo do Pacífico. As principais ilhas são Hokaido, Honshu, Shikoku e Kiushu. Pode se dizer que a localização do país é estratégica pois, está junto à costa oriental da Ásia, com acesso continente, e ao mesmo tempo está voltado para a América (apesar da distância) e a Oceania. CAPITAL : TÓQUIO Geografia – Aspectos Naturais * O Relevo Japonês é 80% composto por Montanhas Jovens (período geológico) e 15% de Planícies litorâneas. A área é instável pois localiza-se numa região de Convergência de Placas tectônicas. * Por estar no Círculo de Fogo apresenta constantes tremores de terra, terremotos, os quais variam de intensidade, e por isso a infraestrutura é melhor preparada. Mas podem ocorrer grandes catástrofes naturais como Tsunamis e Fortes Terremotos, com o de 2011 que geram grandes destruições e mortes. * O solo é Fértil, pois é Vulcânica, porém devido à essa formação Geológica é pobre em Recursos Naturais, Minerais e Energéticos.
  • 8. * A Hidrografia apresenta Rios de pequena extensão e de curso acidentado (por isso energéticos), os destaques ficam para os Rios Ishikari, Tone e Shinano. * O Clima é Temperado Frio ao Norte e Subtropical no Centro-Sul, devido a latitude (Zona Temperada do Norte). Sofre influencias das Correntes Marítimas Oya Shivo (ou Curilas) que passa no norte e é fria, e da corrente Kuro Shivo (do Japão) ao sul, que é quente. * A Vegetação é formada de 50 a 72 % de floresta de coníferas. Há também Pântanos e Bambuzais. Características culturais; Não se sabe ao certo a origem do povo japonês. Acredita-se que eles são descendentes de diversos povos vindos do continente asiático. Dizem que seus ancestrais pertenciam ao clã Yamato, que estabeleceu o governo imperial durante os primeiros séculos. O Japão tem grande influência chinesa na história, tradições e costumes. A cultura do Japão evoluiu enormemente com o tempo, da cultura do país original Jomon para sua cultura híbrida contemporânea, que combina influências da Ásia, Europa e América do Norte. Depois de várias ondas de imigração do continente e Ilhas do Pacífico (veja História do Japão), os habitantes do Japão experimentaram um longo período de relativo isolamento do resto do mundo sob o Xogunato Tokugawa até a chegada dos Navios negros da Era Meiji. Como resultado, uma cultura distintivamente diferente do resto da Ásia desenvolveu-se, e resquícios disso ainda existem no Japão contemporâneo. No último século, a cultura japonesa foi também influenciada pela Europa e pela América. Apesar dessas influências, o Japão gerou um estilo único de artes (ikebana, origami, ukiyo-e), técnicas artesanais (bonecas, objetos
  • 9. lacados,cerâmica), espetáculo (dança, kabuki, noh, raku- go, Yosakoi, Bunraku), música (Sankyoku, Joruri e Taiko) e tradições (jogos, onsen, sento,cerimónia do chá), além de uma culinária única. O Japão moderno é um dos maiores exportadores do mundo de cultura popular. Os desenhos animados (anime)s, histórias em quadrinhos (mangá),filmes, a cultura pop japonesa - literatura e música (J-pop) conquistaram popularidade em todo o mundo, e especialmente nos outros países asiáticos. A cultura popular do Japão não reflete apenas as atitudes e preocupações do presente mas também fornecem uma ligação com o passado. Filmes, programas de televisão, mangá, música e Video game desenvolveram-se de antigas tradições artísticas e literárias, sendo que muitos de seus temas e estilos de apresentação podem ser atribuídos a formas de arte tradicionais. As formas contemporâneas de cultura popular, assim como as formas tradicionais, fornecem não apenas entretenimento mas também uma válvula de escape para que os japoneses possam fugir um pouco dos problemas de um mundo industrial. Quando perguntados como eles gastam seu tempo livre, 80% dos homens e mulheres entrevistados em uma pequisa do governo feita em 1986 responderam que gastam cerca de duas horas e meia por semana assistindo televisão, ouvindo o rádio e lendo jornais e revistas. Outros 16% gastam cerca de duas horas e quarenta e cinco minutos em hobbies ou diversão. Outros gastam seu tempo livre participando de atividades esportivas, socializando-se e com estudo pessoal. Adolescentes e aposentados relataram maior tempo gasto com essas atividades do que os outros grupos. Muitos animes e mangás são muito populares ao redor do mundo bem como video games, música e moda japoneses;11 o que transformou o Japão em uma superpotência do entretenimento assim como osEstados Unidos e o Reino Unido. No final da década de 1980, a família era o foco de atividades de lazer, tais como passeios a parques ou distritos comerciais. Apesar de o Japão ser frequentemente visto como uma sociedade com alta carga de trabalho e com pouco tempo para o lazer, os japoneses procuram entretenimento sempre que podem. É comum ver japoneses no trem a caminho do trabalho lendo seus mangás favoritos ou ouvindo, com fones de ouvido no volume máximo, música popular em seus MP3s. Uma grande variedade de tipos de entretenimento popular está disponível. Há uma grande seleção de músicas, filmes e outros produtos de uma gigantesca indústria de quadrinhos, entre outras formas de entretenimento. Fliperamas, boliches e karaoke são pontos de encontro populares para os adolescentes enquanto pessoas mais velhas podem jogar shogi ou go em lugares especializados. Juntas, as indústrias de editoração, filmes, música e jogos eletrônicos no Japão formam um setor de grande crescimento, que, em 2006, teve um valor estimado em cerca de 26 trilhões de ienes (400 bilhões de dólares).
  • 10. Características populacionais (quantidade de habitantes, faixa etária predominante da população, costumes, entre outros); O Japão tem uma elevada densidade populacional (337,23 hab./km2), já que a área do país, com apenas 377 835 km2, é ocupada por 127 463 611 habitantes. A faixa etária predominante é entre 20 a 39 anos. Café da manhãe – surpresa – não tem o tradicional pão com manteiga e café com leite. Em vez disso, bem na sua frente, tem um café reforçado: peixe grelhado, arroz, sopa e legumes. Tire os sapatos! Pode parecer estranho, mas elimine o chulé e capriche nas meias. Tem alguns restaurantes japoneses aqui no Brasil e muitos fora que não permitem a entrada de pessoas com sapatos. Na hora de comer a comida japonesa, preste atenção na mão que você vai usar para passar a comida ao seu amigo. Segundo a tradição samurai, estabelecida no século XVI, servir a comida com a mão esquerda é sinal de que a pessoa é seu inimigo e que você não o respeita. Use sempre a mão direita. Não tenha vergonha de fazer barulho quando estiver tomando sua sopa ou comendo seu macarrão: no Japão isso é considerado um sinal de que você está gostando muito da comida.
  • 11. Lembre do seu amigo na hora de beber: a tradição diz que você deve encher o copo do seu amigo de saquê até a boca e ele deve encher o seu copo. Só depois que a refeição acabar, vocês podem beber. Mas tem que beber tudo de uma vez, em um gole só, e dizer “kampai”, que é o nosso “saúde”. Nabo é multi-uso. As vezes, a gente vê nos restaurantes japoneses um vegetal cortadinho ou ralado em um potinho que muitas vezes é ignorado. Coitado do nabo. Noscostumes japoneses, o vegetal serve para ser consumido entre um prato e outro, para limpar o paladar e deixar que você sinta 100% do sabor de cada prato e também pode ser usado para limpar a sua roupa, caso você derrube um pouco de shoyu na roupa (isso acontece comigo toda vez). Cuidado com o wasabi: quem nunca comeu em restaurante japonês não deve se empolgar com aquela massinha verde, cor de chiclete da infância, na hora de comer. O wasabi é uma raiz forte que acelera o metabolismo e ajuda na digestão, mas é bem picante. Coma o sushi de uma vez só: não tenha vergonha de encher a boca e não deixe o sushi partir ao meio. Para que isso não aconteça, na hora de colocar shoyu no sushi, molhe só o peixe e deixe o arroz sequinho.
  • 12. Dados econômicos como crescimento do PIB, volume das negociações internacionais; Características gerais da economia japonesa A economia japonesa teve um grande avanço após a Segunda Guerra Mundial. Derrotado, o país recebeu uma grande quantidade de capital estrangeiro, principalmente norte- americano, para sua reconstrução. O Japão passou a investir no desenvolvimento industrial e tecnológico, tornando-se na década de 1970 numa grande potência econômica. Atualmente, o Japão é a segunda maior economia do mundo. Destaca-se na produção e exportação de veículos, equipamentos eletrônicos e artigos de informática. Além destas áreas, a metalurgia, siderurgia e produção naval também são destaques na economia japonesa. Além de grandes empresas multinacionais, o Japão conta com um forte sistema bancário. A infraestrutura (portos, rodovias, geração de energia, etc) japonesa também é muito desenvolvida, fator que colabora muito com o desenvolvimento econômico do país. A população japonesa possui um elevado poder de consumo, pois os salários pagos pelas empresas japonesas são altos. Logo o mercado interno japonesa é muito desenvolvido, embora as exportações também sejam elevadas. O Japão é um grande exportador de produtos industrializados, porém ,importa de outros países grandes quantidades de produtos agrícolas e matérias-primas. Isso ocorre, pois com um território pequeno há pouco espaço para a prática da agricultura. No território japonês também existem poucas reservas de recursos minerais. Dados da economia do Japão Principais setores econômicos: indústria, tecnologia, finanças Principais regiões industriais: ilhas de Honshu, Hokkaido, Shikoku e Kyushu Moeda: Iene (símbolo ¥) PIB: US$ 4,52 trilhões (estimativa 2012) PIB per capita: US$ 36.200 (estimativa 2012) Composição do PIB por setor da economia: serviços (71,4%), indústria (27,5%) e agricultura (1,2%) - dados de 2012 Força de trabalho (2012): 65,02 milhões de trabalhadores ativos Taxa de desemprego: 4,4% (2012) Investimentos: 21,1% do PIB (2012) Dívida Pública: 214,3% do PIB (2012) Taxa de Inflação: 0,1% (2012) Reservas monetárias: US$ 6,3 trilhões (31/12/2012)
  • 13. Principais produtos agro-pecuários produzidos: arroz, vegetais, frutas, açúcar de beterraba, peixe, ovos. Principais produtos industrializados produzidos: automóveis, máquinas, computadores, equipamentos eletrônicos, navios, produtos químicos, têxteis, alimentos processados. Principais commodities exportadas: motores de veículos, equipamentos de transporte, semicondutores, máquinas elétricas. Principais parceiros econômicos (exportação): Estados Unidos, China, Coreia do Sul, Hong Kong Principais parceiros econômicos (importação): China, Arábia Saudita, Austrália, Indonésia, Exportações (2012): US$ 792,9 bilhões Importações (2012): US$ 856,9 bilhões Saldo da balança comercial (2012): déficit de US$ 64 bilhões Bloco econômico que pertence: APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico) Principais produtos importados; Carne bovina e frango As importações de carne bovina e frango pelo Japão alcançaram seu maior volume mensal dos últimos 13 anos em julho, de acordo com dados do Ministério das Finanças do Japão. os consumidores japoneses estão gastando mais em carne, à medida que a economia continua melhorando. Analistas disseram que os dados divulgados pelo Ministério de Assuntos Internos do Japão revelaram que os gastos com carne bovina aumentaram em 8,1% com relação ao ano anterior, para 1.481 iene (US$ 14,88) por família, enquanto o consumo aumentou em 3,4%, para 540 gramas por família. Eles disseram que as pessoas no Japão também estão gastando mais em refeições fora de casa, direcionado por um aumento de 1,3% nas rendas com relação ao ano anterior. Principais produtos exportados. Os principais produtos exportados pelo Japão são automóveis, aparatos eletrônicos e computadores. Barreiras não-tarifárias utilizadas pelo país escolhido pelo grupo;e Barreiras tarifárias que o país aplica ao produto escolhido. O Japão é um país minúsculo se comparado ao Brasil que é quase vinte e três vezes maior do que ele, mas quase do mesmo tamanho se comparada a população de 127 milhões de pessoas, cerca de 70% da população
  • 14. brasileira. População essa que tem o maior consumo per capita de alimentos do mundo, de 3000 dólares por ano11 . O que faz com que o mercado japonês seja cobiçado por todo exportador alimentício. Neste último, que calcula a percepção de corrupção no país, ele tem uma média de desempenho nos últimos seis anos, de 7,26, o que significa que ele tem pouca ou baixa corrupção no país. Aumentando a credibilidade dele em âmbito internacional e assim no mercado internacional. Mesmo que ele tenha diminuído seu desempenho nos últimos três anos (como a tabela a seguir mostra). Já o desempenho japonês no GCI, que calcula a competitividade global, também é estimulante. Em média nos últimos seis anos ele teve o score de 5,41. Um ótimo resultado que mostra que o mercado japonês é bem competitivo. O Japão atualmente é um dos maiores importadores de frango brasileiro, cerca de 19%12 das exportações de pedaços e miudezas de galo/galinha, congelados, brasileiras vão para o Japão. Sendo ele o líder das importações catarinenses do tipo de frango em estudo. O Brasil teve sua importância elevada desde final de 2003 quando apareceram os primeiros casos de gripe aviária na Ásia, fazendo com que o governo japonês diminuísse o comércio de frango com os produtores asiáticos, dando mais espaço e prioridade às exportações de nosso país. O que propiciou que passássemos a liderar as exportações de frango para o Japão, representando aproximadamente 94%13 das importações japonesas em 2006. Outro fator que propiciou e propicia o aumento das exportações brasileiras da carne de galo/galinha ao Japão é devido ao alto custo de produção interno nas últimas décadas, o que faz com que a importação venha tendo uma vantagem comparativa positiva em relação à produção nacional, que ainda supri cerca de 70%14 da demanda nipônica. O frango é um pilar da alimentação japonesa, os chamados yakitori (semelhante ao churrasquinho de frango que temos no Brasil) é um alimento popular básico e de grande demanda entre os japoneses, tanto nos supermercados, que representam 30% dessa demanda, quanto nos restaurantes, 60%15 . A preferência japonesa são os pedaços e miudezas da galinha/galo, e é nesse ramo que as exportações brasileiras lideram. Para se ter uma idéia o quilo da cartilagem de frango, que por um brasileiro são apenas sobras, no Japão custava R$25,0016 em 2006. Outras características fundamentais do comércio deste produto com os japoneses são as barreiras tarifárias e não-tarifárias impostas pelo governo nipônico. Quanto às barreiras tarifárias (lê-se principalmente as ad valorem) não é um grande empecilho visto que são baixas se comparadas a outros mercados. O que realmente atinge e impede as exportações são as barreiras não-tarifárias, principalmente as técnicas e sanitárias, que lá são bem restritivas. O mercado japonês é um mercado exigente em relação à qualidade e à especificação do procedimento, do abate até a chegada da carne nas mesas japonesas. Os maiores problemas encontrados pelos exportadores são em geral barreiras impeditivas que dizem respeito às condições de saúde dos
  • 15. animais e a fiscalização dos meios de produção, como o requerimento da etiquetagem de proteção a saúde humana, e de testes de inspeção e quarentena. Sendo as carnes in natura as que mais dão dor de cabeça aos exportadores. A tabela a seguir mostra as tarifas cobradas sobre pedaços e miudezas, comestíveis, de frango, congelado, no Japão. Linha tarifária Tipo de carne Descrição Tarifa de importação 0207.14-100 Cortes de frango PEDACOS E MIUDEZAS, COMEST. DE GALOS/GALINHAS, CONGELADOS (FÍGADO) 3% 0207.14-210 Cortes de frango PEDACOS E MIUDEZAS, COMEST. DE GALOS/GALINHAS, CONGELADOS (COXAS COM OSSO) 8,5% 0207.14-220 Cortes de frango PEDACOS E MIUDEZAS, COMEST. DE GALOS/GALINHAS, CONGELADOS (OUTROS) 1,9% Qual o regime cambial adotado pelo país? Câmbio flutuante no amplo intervalo de 75 a 90 yens por dólar. Qual a taxa interna de juros que o país escolhido aplica? O Banco do Japão deixou a taxa básica de juros estável, entre zero e 0,1 por cento. Com os juros perto de zero, o BC tem usado o tamanho das compras de ativos como principal ferramenta de política monetária. Qual a taxa anual de inflação do país escolhido? Taxa de inflação do Japão – 0,705% Meta do governo – 2%
  • 16. Qual(is) o(s) regime(s) cambial(is) adotado(s) pelo país nos últimos20 anos? Câmbio flutuante no amplo intervalo de 75 a 90 yens por dólar. Qual a taxa de câmbio do país em relação a nossa moeda, o Real? Câmbio flutuante no amplo intervalo de 75 a 90 yens por dólar. (DE ACORDO COM O VALOR DO DÓLAR NO BRASIL) Vocês acreditam que o regime cambial adotado pelo país atualmente e o valor do câmbio da moeda desse país em relação ao Real poderão impactar negativamente as negociações propostas pelo grupo? Por quê? SIM PODEM IMPACATAR NEGATIVAMENTE SE TIVER UMA VARIAÇÃO MUITO GRANDE NO PREÇO DO DÓLAR,MAS ISTO PODE SER RESOLVIDO ESTABELECENDO UM PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO E NEGOCIANDO COM OS JAPONESES UM CUSTO OPERACINAL TAMBEM FLUTUANTE PREVENDO ASSIM UMA VARIAÇÃO POSITIVA E NEGATIVA DO PREÇO DO DÓLAR,ESTA MEDIDA PODE SER ESTABELECIDA EM CONTRATO DE MANEIRA QUE AMBAS AS PARTES GANHEM NA NEGOCIAÇÃO. O GOVERNO TAMBEM PODE ATUAR POSITIVAMENTE FACILITANDO AS TRANSAÇÕES ALIVIANDO TAXAS E PERMITINDO ASSIM A ENTRADA DE MANEIRA PROGRAMADA E CALCULADA DOS PRODUTOS IMPORTADOS,NO CASO O FRANGO QUE TEM ALTA DEMANDA NO PAÍS. Quais serão as estratégias de marketing adotadas pelo grupo para o produto exportado, com relação a: embalagem; preço; distribuição do produto no país estrangeiro (loja própria, revendedores, distribuidores, representantes etc.); comunicação para o produto no país estrangeiro (TV, outdoors, revistas etc.). A questão cultural não impacta sobre as decisões de preço. A cultura JAPONESA somente ensina a barganhar preço, mesmo que se tenha um bom
  • 17. relacionamento, o que ajuda nas interpretações de preço, mas não resolvem, os valores são sempre muito barganhados pelos árabes, que por outro lado acatam com bons olhos à empresa que não cede facilmente e que não entra em guerra de mercado utilizando-se de estratégias de baixo preço. Referente ao preço , sobre o poder de compra dos consumidores, o produto frango inteiro é barato e proporciona ganhos de escala e em outra corrente os produtos elaborados são ainda restritos a poucos consumidores devido ao alto preço e falta de volume expressivo de venda. Já referente às estratégias ,a instituição utiliza-se das táticas que observam os fatores mercadológicos, internos da empresa, e os de natureza do produto. Quando falamos em frango inteiro, falamos de um produto de categoria standard, ou seja, um produto padrão, sem alterações ou processos elaborados, nem tão pouco possibilita ao comprador solicitar alterações muito diversificadas. Talvez a questão da língua seja neste caso o mais impactante, pois a marca requer uma sonoridade árabe para facilitar a venda e a fixação da marca junto aos consumidores. A empresa utiliza-se somente de marca própria e não produz marca de terceiros. Os meios mais utilizados para promoção e comunicação são folders, bandeirolas, anúncios em televisão, rádio, promoções do tipo leve três e pague dois, utiliza-se também de degustadores, repositores e promouters para promoção in loco. As ações promocionais são realizadas em conjuntos, em parceira entre fornecedor e comprador. Muitas vezes a atitude de promover é do comprador e a empresa participa apenas com a verificação de material promocional e com a verba e ou desconto para o cliente. Ainda sobre promoção e comunicação, as questões tangentes à língua, a cor e padrões de figuras e desenhos devem ser rigorosamente observados para que não haja nenhuma violação as questões culturais, principalmente às religiosas. Como será feita a logística de distribuição do produto? Transporte marítimo ou aéreo? Transporte internacional: A carga será transportada por meio do modal marítimo, por se tratar de um lote pesado e de grande dimensão, esta fora a opção viável. Além disso, a distância geográfica também fora considerada para tal escolha de transporte. O container utilizado para o transporte da mercadoria será fracionado com outras cargas, para, dessa forma, obter um menor custo de frete.
  • 18. A LOGÍSTICA FOI PLANEJADA DA SEGUINTE FORMA: a) Custo do frete; b) Disponibilidade de equipamentos (containeres); c) Disponibilidade de espaço no navio; d) Transit time; e) Porto de embarque; I) Free time (tempo que o container pode aguardar no porto de destino sem pagar so breestad i a); e g) Custos portuários. 0 transporte aéreo de frango congelado, , não é economicamente viável, visto que o custo geralmente fica mais alto que o do próprio produto.

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