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Trabalho Rac

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  • 1. RAC Reportagem com auxílio do computador
  • 2. Conhecido no Brasil como: RAC R eportagem com A uxílio do C omputador
  • 3. Conhecido internacionalmente como: CAR C omputer- A ssisted R eporting
  • 4. O que é RAC ?
  • 5. O que é RAC?
    • Segundo a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Científico).
    • Técnicas usadas no jornalismo investigativo que, fazem uso do computador como ferramenta principal para ajudar na pauta de grandes reportagens investigativas.
    • Contribuições:
    • Mais precisão com mais velocidade.
    • Permite analisar grandes quantiades de
    • informação em menos tempo.
    • Busca e filtragem de informações.
  • 6. O que é RAC? Segundo o jornalista Nilson Lage RAC baseia-se no emprego de técnicas instrumentais: a navegação e busca na internet, utilização de planilhas de calculo e banco de dados. Trata-se de colher e processar informação primária ou pelos menos, intermediária entre a constatação empírica da realidade e a produção de mensagens compreensíveis para o público.
  • 7. O que é RAC?
    • Segundo Brant Houston – diretor executivo da IRE (Investigation Reporters and Editors, fundada em 1975) :
    • As técnicas elementares são :o uso de planilhas eletrônicas, como o Excel e consiste basicamente em três passos o de organizar os dados, examiná-los e fazer referências.
    • Posteriormente passa pela busca avançada na internet, por programas geo-referenciamento.
    • E os sofisticados softwares de relacionamento.
  • 8. O que é RAC? Segundo Brant Houston Ele acredita que existe confusão na hora de definir o RAC, muitos acreditam que é apenas uma busca avançada na internet. Ele explica que o termo se refere a baixar bases de dados e fazer análises desses dados, pensando criticamente e fazendo pesquisas bem planejadas na rede.
  • 9. José Roberto de Toledo Coordenador de cursos e projetos da Abraji
  • 10. História do RAC nos EUA
    • Em 1967, Philip Meyer (Detroit Free Press é o repórter pai da RAC), usou um computador mainframe para analisar uma pesquisa com moradores da cidade sobre os distúrbios ocorridos naquele verão em Detroit).
    • Em 1973 – Meyer lança o clássico “Precision Journalism”.
    • Definição:
    • Aquele em que as reportagens são fundamentadas em pesquisas feitas pelos próprios jornalistas e não cedidas por fontes. Com isso, além de descobrir informações por pesquisas próprias, o jornalista pode conferir, complementar e, principalmente, questionar dados já prontos que chegam às redações como verdades absolutas.
  • 11. Mainframe
  • 12. Jornalismo de Precisão
    • Segundo Nilson Lage:
    • Jornalismo de precisão e uso de computador se complementam – na verdade, a essa altura, se confundem. Já não há mais motivo para se falar em reportagem assistida por computador, pelo mesmo motivo que não se fala em design assistido por computador ou contabilidade assistida por computador.
  • 13. História do RAC nos EUA
    • Nos anos 80 os repórteres começaram a usar a técnica de RAC como um acessório tanto para matérias de longo curso quanto o dia-a-dia.
    • Em 1990 Bill Dedman ganhou um prêmio Pulitzer de 1989 com uma reportagem que revelava os critérios racistas com auxílio da RAC.
    • Em 1989 a criação da NICAR (National Institute for Computer– Assited Reporting). Elaborado pela IRE (Investigation Reporters and Editors) e pela faculdade de Jornalismo de Missouri ensina jornalistas do mundo inteiro a prática do RAC
  • 14. História do RAC no Brasil
    • Chegou no Brasil em meados dos anos 90. Primeiras matérias envolviam análise de bases de dados públicas, como as do IBGE, em planilhas eletrônicas
    • A primeira reportagem ancorada com a técnica de RAC foi em 1995 na Folha de S. Paulo um caderno chamado Raio – X SP, coordenado por José Roberto de Toledo e Fernando Rodrigues. O trabalho baseou-se em uma pesquisa da PUC-SP, foram mapeados fatores econômicos e geográficos de 96 distritos paulistanos. Com o auxílio de planilhas.
  • 15. História do RAC no Brasil
    • 1997 - Folha de S. Paulo começa a promover cursos de RAC para seus jornalistas.
    • Primeiro curso da abraji de RAC/CAR em 2003 ministrado por Brant Houston e Ron Nixon da IRE. Abertos a jornalistas e estudantes de todo o país.
    • Em 2005, equipe de O Globo ganha primeiro Prêmio Esso
    • com uma matéria feita com técnicas de CAR/RAC (sobre
    • enriquecimento de deputados estaduais no Rio).
  • 16. Entrevista Marcelo Soares Trabalho sobre RAC dos alunos da Universidade Santa Cecília
  • 17.  
  • 18.
    • Os dados só se transformam em informação se corretamente filtrados, analisados e contextualizados; esse é o papel-chave dos jornalistas em meio à overdose informativa.
    • • As ferramentas de CAR/RAC facilitam essa Tarefa.
    • Dados acumulados ao longo do tempo podem se transformar em informações muito relevantes, desde que se possa facilmente recuperá-los; daí a importância de organizá-los em bancos de dados (vide Elio Gaspari).
    Conceitos RAC/CAR
  • 19. Conceitos RAC/CAR
    • CAR/RAC não substitui a reportagem tradicional, mas a complementa; sempre será preciso apurar, entrevistar, checar, ouvir o outro lado.
    • • CAR/RAC não transforma um repórter ruim em um bom repórter...
    • • ...mas pode ajudar um bom repórter a se tornar um jornalista ainda melhor (Elliot Jaspin - pioneiro do CAR nos EUA).
  • 20. Técnicas da RAC/CAR
  • 21. Técnicas da RAC/CAR Entre as técnicas usadas destacam-se: • Programas que armazenam textos, reportagens e entrevistas (Banco de Dados) • Pesquisa avançada na internet; • Realizar grandes quantidades de cálculos com rapidez usando planilhas eletrônicas;
  • 22. Busca avançada pela internet
  • 23. Banco de Dados
    • Segundo Nilson Lage:
    • Bancos de dados são dispositivos que permitem armazenar de maneira ordenada um grande volume de informação, em forma número, fotografias, textos, gráficos e etc...
    • A utilização de bancos de dados serve para organizar e acumular informações em uma área de cobertura – nada disso oferece dificuldades.
  • 24. Banco de Dados
    • Segundo Nilson Lage:
    • “ O repórter Caco Barcelos, disseram-me, montou um excelente banco de dados sobre marginalidade em São Paulo reunindo informações que nem a polícia tem”.
    • A Folha de S.Paulo procura estimular esse tipo de atividade e importa especialistas estrangeiros para falar sobre o assunto – embora ela mesma, a Folha , apóie sua política editorial mais em articulistas selecionados do que em repórteres diligentes.
  • 25. Banco de Dados
    • Segundo Nilson Lage:
    • A Rede Globo de Televisão mantém profissionais trabalhando na alimentação de banco de dados e pesquisando sua utilização em diferentes circunstâncias, como nas épocas de eleições e em outros grandes eventos de interesse nacional. Há no Brasil dezenas de jornalistas webmasters, com domínio dos programas, recursos da máquina e métodos de gestão de sítios da internet.
  • 26. Banco de dados Elio Gaspari
  • 27. Busca avançada na Internet
  • 28. Busca avançada na Internet
    • Mecanismos de busca como o Google só conseguem encontrar uma parte dos arquivos disponíveis da rede:menos de 1/3 do total
    • Para encontrar dados "escondidos" em páginas dinâmicas é preciso entrar nos bancos de dados on-line e usar seus próprios filtros e mecanismos de pesquisa
  • 29. Busca avançada na Internet
    • Exemplos de bancos de dados online:
    • cadastro de CPFs e CNPJs da Receita
    • • lista de devedores da Previdência
    • • contribuições/despesas eleitorais no TSE
    • • Aliceweb - BD de importações e exportações
    • • súmulas de processos em tribunais
    • • dados de mortalidade e morbidade do Datasus
    • • dados sobre emprego formal do Mtb
    • • dados de educação do Inep
  • 30. Busca avançada na Internet Lista de devedores da Previdência Social (www.previdencia.gov.br)
  • 31.  
  • 32.  
  • 33.  
  • 34.  
  • 35.  
  • 36.  
  • 37.  
  • 38. Busca avançada na Internet Cadastro de CNPJs da Receita www.receita.fazenda.gov.br
  • 39.  
  • 40.  
  • 41.  
  • 42.  
  • 43. Busca avançada na internet Cadastro de CPF’s - situação cadastral www.receita.fazenda.gov.br
  • 44.  
  • 45.  
  • 46.  
  • 47.  
  • 48.  
  • 49. Busca avançada na Internet Alice web – base de dados estatísticos do Governo sobre a situação mensal do comércio interno e externo do país. http://aliceweb.desenvolvimento.gov.br/
  • 50.  
  • 51.  
  • 52. Busca avançada na Internet Tribunal Federal – consulta do título de eleitor http://www.tse.gov.br/
  • 53.  
  • 54.  
  • 55.  
  • 56. Busca avançada na Internet O Datasus contém dados sobre mortalidade e morbidade www.datasus.gov.br
  • 57. Estatísticas vitais
  • 58.  
  • 59.  
  • 60.  
  • 61.  
  • 62. Busca avançada na Internet DETRAN – Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Consulta sobre multa) http://www.detran.sp.gov.br/
  • 63.  
  • 64. Busca avançada na Internet Ministério do Planejamento –consulta de registro de imobiliário http://www.planejamento.gov.br
  • 65.  
  • 66.  
  • 67.  
  • 68.  
  • 69. Busca avançada na Internet Site Controle público – UOL
  • 70.  
  • 71. Busca avançada na Internet Projeto Excelências: Transparências Brasil Site
  • 72.  
  • 73. Busca avançada na internet nos EUA
  • 74. Busca avançada na Internet - EUA Miami Dade –Propriedades em Miami Site
  • 75. Busca avançada na Internet - EUA State of Florida Site
  • 76. Busca avançada na Internet - EUA Fact Finder – U.S Census Bureau Site
  • 77.  
  • 78.  
  • 79. Banco de Dados
  • 80. Banco de Dados
    • Desenvolvimento de bancos de dados próprios para contextualização de reportagens e recuperação rápida de informação.
    • Dados acumulados ao longo do tempo podem se transformar em informações muito relevantes, daí a importância de organizá-los em bancos de dados para que se possa facilmente recuperá-los.
  • 81.  
  • 82.  
  • 83. Planilha Eletrônica
  • 84. Planilha eletrônica
    • • Análise exploratória: primeira entrevista "com"
    • os dados, procurar tendências, identificar
    • pontos fora da média
    • • Análise detalhada: medir crescimento, verificar
    • consistência, projetar tendência
    • Valores numéricos
    • Estatística esportivas
    • Dados textuais
  • 85.  
  • 86.  
  • 87.  
  • 88.  
  • 89.  
  • 90.  
  • 91. Dicas sobre RAC/CAR
  • 92. FAÇA
    • Convide jornalistas para sentar ao seu lado e observar os passos de uma análise de dados. Eles podem pegar algumas dicas e fazer o trabalho por conta própria da próxima vez. Não seja um solitário, divida seus conhecimentos.
    • Insista que seus repórteres coletem e guardem todos os documentos eletrônicos possíveis. Orçamentos das cidades, orçamentos na área de educação, entre outros. Esses arquivos são muitas vezes salvos em formato Excel, mas, de qualquer forma, é preciso saber importar os dados da internet para uma planilha eletrônica (tabela de Excel).
  • 93. FAÇA
    • Depois de uma reunião de pauta, sente com a equipe e pensem, juntos, como o CAR pode ajudar a melhorar a informação em todas as histórias do dia.
    • Se transforme no "mestre dos números" na sua redação. Lembre-se sempre que nenhum número deve ser ignorado. Às vezes, um único dado se transforma numa grande matéria.
    • Comece pelo trabalho pequeno e convença seu editor que as técnicas de
  • 94. NÃO FAÇA
    • Não aceite a recusa de editores em comprar um hardware ou software para a redação, assim como qualquer repórter persistente não aceita ouvir "não" de uma fonte mais difícil. Seja persistente e pergunte ao editor quanto do orçamento anual ele pode reservar para equipar a redação com ferramentas para desenvolver as técnicas de CAR.
    • Não seja recluso. Conheça outros jornalistas que trabalham com CAR e participe de palestras sobre o assunto. Mantenha contato e sempre peça ajuda quando precisar.
    • Não deixe os funcionários de repartições públicas negarem informação. Se você quer um banco de dados para análise, insista e conheça as leis sobre o acesso à informação.
    • Evite as redações que não se interessam por técnicas de computer assisted reporting. Se você está tentando ser auto-didata na área, seu trabalho não será apreciado. Não adianta tentar construir uma tradição num lugar desinteressado.
  • 95.
    • Quando você estiver atrás de idéias para novas reportagens com técnicas de CAR, não hesite em usar a internet. O site da IRE (http://www.ire.org/), por exemplo, tem uma página dedicada apenas as dicas sobre reportagens com auxílio do computador.
    • Não se especialize apenas em computador, a não ser que seu objetivo de vida seja se tornar uma analista de dados. O computador é uma ferramenta. O seu trabalho é saber usá-lo para fazer jornalismo.
    • Nunca use o tamanho do seu jornal como desculpa. Você pode trabalhar no menor jornal do seu país, mas pode fazer um grande trabalho.
    NÃO FAÇA
  • 96. NÃO FAÇA
    • Não deixe que os jornalistas fiquem desanimados ou frustrados com as técnicas de CAR. Incentive o uso e o ensino.
    • Não tente fazer de todos na redação um viciado em CAR. Repare e selecione aquelas pessoas que mostram real interesse no assunto
    • Uma frase do editor e sociólogo Robert Ezra Park resume tudo: "Reportagem com auxílio de computador é, como a arte para um artista, um jeito excitante de levar a vida, não apenas uma ferramenta de trabalho".
  • 97. UNISANTOS 5º Semestre/ Jornalismo Cintia Ferreira Nathália do Lago
  • 98. Referências Bibliográficas
    • - www.abraji.org.br/
    • - www.arquivoz.com.br/arquivo/Curso_CAR_Abraji_rio.pdf
    • Nilson Lage - publique.rdc.puc-rio.br/revistaalceu/media/alceu_n3_Nilson.pdf / books.google.com.br/books?isbn=8501060909
    • http://novoemfolha.folha.blog.uol.com.br/arch2007-04-29_2007-05-05.html#2007_05-03_07_27_13-11540919-0
    • http://www.youtube.com/watch?v=64ebKZPaJnI
    • Jornalismo investigativo/ Caco Cardoso e Francisco Heira.computadores fazem arte na biblioteca de Babel.
    • http://knightcenter.utexas.edu/journalism20 . php

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