Apresentação Eng. Pedro Sampaio Nunes

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Apresentação Eng. Pedro Sampaio Nunes

  1. 1. Pedro Sampaio Nunes Setembro 2008 Produção, Consumo e Eficiência Energética para a Próxima Década em Portugal Biocombustíveis: a melhor solução para combater a fome e a pobreza no Mundo
  2. 2. Índice <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A Humanidade confronta-se com um problema de aumento do custo dos alimentos, aumento do custo do petróleo e ameaça de alterações climáticas </li></ul><ul><li>Os países mais desenvolvidos estão preocupados, por seu lado, com três questões fundamentais : </li></ul><ul><ul><li>A segurança dos abastecimentos de energia </li></ul></ul><ul><ul><li>As emissões de gases de efeito de estufa </li></ul></ul><ul><ul><li>O impacto dos custos da energia na desenvolvimento económico e social </li></ul></ul><ul><li>O aumento dramático do preço do petróleo, tem a sua origem na incapacidade da oferta cobrir satisfatoriamente a procura, liderada pelo rápido desenvolvimento económico dos países emergentes aliado ao fim do petróleo barato. </li></ul><ul><li>A solução para esses problemas está numa maior produção agrícola nas zonas de maior potencial de crescimento, de maior abundância de água e com significativa áreas de terra arável disponível, que se encontram nos Países em desenvolvimento. </li></ul>Introdução
  4. 4. Programa do Governo <ul><li>: “ Para a competitividade das empresas é importante fomentar o desenvolvimento de uma cultura de concorrência assente em “regras do jogo” claras, transparentes e iguais para todos. </li></ul><ul><li>promover uma maior concorrência , nomeadamente através da remoção gradual de barreiras à entrada de produtores mais eficientes e, também, por via da correcção de posições dominantes de incumbentes . </li></ul><ul><li>O reconhecimento da superioridade do mercado como forma de organização da economia subentende, porém, a existência de mecanismos que zelem pelo seu adequado funcionamento concorrencial, prevenindo monopólios e posições dominantes, gerando eficiência no interesse da economia nacional e garantindo, também, os direitos dos consumidores. </li></ul><ul><li>O correcto funcionamento do mercado não dispensa, pois, sobretudo nos domínios mais sensíveis, designadamente quando está em causa a prestação de serviços essenciais, uma regulação independente, forte e eficaz. É preciso evitar, por meio de regras de transparência e incompatibilidade rigorosas, que as entidades reguladoras sejam “capturadas” pelos interesses regulados ..” </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  6. 6. Um crescimento anual do PIB mundial sem precedentes Fonte: World Bank
  7. 7. Conduzindo ao crescimento do PIB per capita mundial Fonte: IMF
  8. 8. Criou uma pressão estrutural sobre os preços de energia
  9. 9. Criou igualmente o aumento das matérias-primas agrícolas
  10. 10. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  11. 11. Existe muita terra arável disponível no Mundo “ Taking these data at face value, and in relative terms, there is greatest potential for agricultural expansion in Sub-Saharan Africa and in South and Central America, which together form over 70% of the global potential increase.” LAND RESOURCE POTENTIAL AND CONSTRAINTS AT REGIONAL AND COUNTRY LEVELS FAO Rome, 2000
  12. 12. Podem os biocombustíveis substituir o petróleo? <ul><li>O Mundo consome 900 milhões de toneladas de gasolinas e 1200 milhões de toneladas de gasóleos anualmente. São necessários 150 milhões de ha de cana de açucar para substituir integralmente a produção de gasolinas com origem em petróleo e 1200 milhões de ha de soja/girassol/palma/jatrofa para substituir integralmente a produção de gasóleos com origem mineral. </li></ul><ul><li>O Mundo dispõe de 3 800 milhões de hectares de área arável sem irrigação e está a utilizar hoje 1 500 milhões, isto é existe um potencial de 2 300 milhões de hectares disponíveis e não utilizados, especialmente na África Subsahariana e na América Latina e Central. </li></ul><ul><li>Só o Brasil tem área suficiente para substituir toda a gasolina consumida no Mundo em áreas hoje não utilizadas, e no Mundo existe área não utilizada para produzir biodiesel correspondente ao dobro do gasóleo consumido. </li></ul>
  13. 13. Evolução da produtividade do cultivo da soja nos EUA
  14. 14. Evolução do uso de fertizantes na produção de soja
  15. 15. Área arável disponível em Angola, Moçambique e Namíbia Portugal consome cerca de 1580 mil toneladas de gasolina e 5371mil toneladas de gasóleo.Com uma produção média de 6 tonelada de bioetanol de cana sacariana por hectare, bastarão cerca de 250 000 hectares para cobrir a totalidade do consumo nacional de gasolina e 10 milhões de hectares para cobrir a totalidade do consumo de diesel. Ora Angola tem 50 milhões de hectares de área arável por cultivar e Moçambique 40 milhões. Fonte: FAO
  16. 16. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  17. 17. Aspectos de competitividade: enquadramento <ul><li>Os biocombustíveis são já competitivos e não necessitam de subsídios para substituírem os hidrocarbonetos. </li></ul><ul><li>Necessitam apenas de uma politica fiscal adequada que não privilegie hoje os hidrocarbonetos minerais, em contradição com a razão de ser do seu aparecimento. </li></ul><ul><li>Actualmente o crude e os produtos destilados entram no mercado europeu sem direitos aduaneiros enquanto que os combustíveis renováveis são fortemente penalizados. </li></ul>
  18. 18. Custos de importação, fiscais e de comercialização Biodiesel Bioetanol Produção no Brasil e em Angola Transporte Taxas aduaneiras ISP Comercialização IVA 0,19 €/l 0,10 €/l 0,12 €/l 0,27 €/ l 0,68 €/l 0,02 €/l 0,36 €/l 0,52 €/l 0,18 €/l O,23 €/l 0,04 €/l 0,04 €/l 1,38 €/l 1,37 €/l TOTAL
  19. 19. Biodiesel vs. Diesel – Sem o ISP o biodiesel é já competitivo com o diesel mineral 1,20 0,36 Biodiesel Diesel 0,63 Taxas aduaneiras IVA 0,68 (BIODIESEL) Transporte Preço final Diesel ISP PVP Diesel 0,21 IVA Comercialização 0,04 ISP 0,02 0,36 0,10 0,18 1,38 Sem o ISP = 1,02 Impostos
  20. 20. Bioetanol vs. Gasolina – O bioetanol à base de cana proveniente das zonas tropicais é imbatível 1,37 Bioetanol Gasolina 0,55 0,58 IVA 0,27 (BIOETANOL) Preço final Gasolina ISP PVP Gasolina 0,24 Taxas aduaneiras Transporte IVA Comercialização ISP Sem o ISP = 0,85 1,37 0,52 0,23 0,12 0,19 0,04 Sem o ISP e taxas aduaneiras = 0,66 Impostos
  21. 21. Situação distorcida da politica fiscal <ul><li>Dos custos actuais do biodiesel, 0,56 €/l são impostos derivados de uma aplicação desvirtuada do imposto sobre produtos petrolíferos, aliados aos impostos de importação e ao IVA. Sem ISP o valor de venda é de 1,02 €/l contra os 1,2 €/l do diesel mineral. </li></ul><ul><li>No caso do bioetanol esse valor é de 0,94 €/l! os 30 anos da experiência do programa de alcool no Brasil, permitiu atingir produtividades que fazem com que o valor sem ISP seja de 0,85 €/l contra 1,4 €/l da gasolina mineral, e de 0,66 €/l se excluirmos os direitos aduaneiros (que não se aplicam ao crude ou aos produtos destilados como o diesel que importamos da Rússia, por exemplo) </li></ul><ul><li>Significa que se os Governos forem coerentes no combate à mudança climática e à segurança dos abastecimentos energéticos deveriam reduzir a injustificada carga fiscal sobre os biocombustíveis, compensando a perda fiscal com correspondentes aumentos da carga fiscal sobre os combustíveis minerais, assegurando assim a neutralidade fiscal para os consumidores e o Tesouro. </li></ul><ul><li>Analisaremos em seguida as consequências a nível: </li></ul><ul><ul><li>Do impacto no aumento do custo dos alimentos </li></ul></ul><ul><ul><li>Do impacto na politica de desenvolvimento e redução da fome e pobreza no Mundo </li></ul></ul>
  22. 22. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  23. 23. Aspectos ambientais: enquadramento <ul><li>A contribuição dos biocombustíveis é muito relevante para a redução das emissões de gases de efeito de estufa. </li></ul><ul><li>Actualmente não existem outras alternativas para o sector dos transportes </li></ul><ul><li>A substituição de 15% dos combustíveis por biocombustíveis, permitirá reduzir 2 milhôes de toneladas de CO2, poupando um valor de 40 milhões de euros por ano. </li></ul>
  24. 24. Contribuição dos sectores chave para a emissão dos gases de efeito de estufa Valores em milhões de toneladas de CO2 equivalente para a EU 15 Geração eléctrica Emissões 1990 Previsão 2010 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 Transportes Industria Edifícios Agricultura Serviços Resíduos Fonte: Comissão Europeia
  25. 25. Emissões de GEE por km e por tecnologia em ciclo de vida 62 124 0 248 186 310 372 Gasolina CNG LPG Diesel E85 BD20 Diesel Híbrido Eléctrico BD100 Gramas CO2 equivalentes / km Fonte: Laboratório Nacional de Argonne USA – GREET model Emissões de GEE / Km para um veículo médio
  26. 26. Modelo GREET Well-to-Wheel ( WTW ) ( WTP ) ( PTW )
  27. 27. Processos de produção de combustíveis analisados GREEN CYBER GALP
  28. 28. Uso de energia fóssil em ciclo de vida
  29. 29. Uso de petróleo em ciclo de vida
  30. 30. Emissões de GEE em ciclo de vida
  31. 31. Redução das Emissões de GEE em ciclo de vida em comparação com o diesel mineral
  32. 32. Vantagens ambientais do Biodiesel BD100 (100% Biodiesel) em comparação com o Diesel <ul><li>menos 70% </li></ul>Efeito de Estufa Qualidade do ar <ul><li>menos 55% Pm </li></ul><ul><li>mais 5% NOx </li></ul><ul><li>menos 55% VOC </li></ul><ul><li>menos 45% CO </li></ul>Fonte: Laboratório Nacional Argonne, GREET Model
  33. 33. Vantagens ambientais do Bioetanol de cana A Europa e os Estados Unidos investiram mais no Bioetanol de milho mas o Bioetanol de cana tem mais vantagens ambientais do o Etanol de milho Etanol de milho 10% -10% -30% -50% -70% - 90 % Biomassa Carvão Gás natural Media Industrial Redução das emissões de Efeito de Estufa pelo Bioetanol vs. Gasolina Etanol de cana Fonte: Laboratório Nacional Argonne
  34. 34. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  35. 35. Aspectos sociais: enquadramento <ul><li>A evolução do preço do petróleo irá continuar em alta devido à rigidez da procura e á incapacidade de aumentar significativamente a oferta (teoria do pico do petróleo) </li></ul><ul><li>Do outro lado a elevada disponibilidade de terras aráveis improdutivas, especialmente na cintura tropical, onde existem 70% das terras aráveis disponíveis, permitem prever a estabilização dos preços das matérias primas agrícolas pela expansão do investimento na produção agrícola. </li></ul><ul><li>Este investimento é intensivo na criação de trabalho local permitindo a criação de condições para a fixação das populações rurais, evitando o êxodo para as cidades e para os países ricos. </li></ul><ul><li>O recente aumento das matérias primas agrícolas decorre da política proteccionista agrícola dos Estados Unidos e da União Europeia, aliada à forte procura dos países emergentes. </li></ul>
  36. 36. Mapa da fome no Mundo
  37. 37. Zonas de melhor potencial para a cultura da soja, sem irrigação Fonte: FAO
  38. 38. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  39. 39. A falsa questão do food vs fuel: enquadramento <ul><li>Contrariamente à afirmação propalada pelos vários interesses instalados, a promoção dos biocombustíveis irá contribuir fortemente para solucionar os problemas da fome e de subdesenvolvimento no Mundo. </li></ul><ul><li>A expansão da fronteira agrícola, especialmente para o caso das oleaginosas para biodiesel, implica um forte aumento da produção alimentar, como co-produto da fileira bioenergética. </li></ul><ul><li>Por se realizar nas regiões mais deprimidas do Globo, esse investimento vai trazer desenvolvimento económico, redução da fome e fixação das populações rurais às terras. </li></ul>
  40. 40. Utilização dos grãos de soja – Bioenergia aumenta a produção de alimentos Fazenda de grão de soja Grão de soja Molho de soja, Tofu, farinha, substituto de carne, sobremesas, outros produtos Indústria alimentar Indústria química Indústria de cosméticos e detergentes Margarina, óleo de cozinhar, maionese, bolos, biscoitos, pastel, creme de café, outros produtos alimentares Tinta, pintura, graxa, óleos, outros produtos Sabão, detergentes, cosméticos Indústria química Indústria alimentar Massas, Comida de bebé, Farinha, Cereais, outros produtos Plásticos, Cosméticos, Pintura, Tinta, outros produtos Indústria de alimente Alimente Gado Fazenda de Gado Carne, produtos de carne Matadouro 18% – 25% 71% - 78% Indústria Biodiesel Biodiesel como um substituto e complemento de diesel Ao mobilizar-se terra arável para produzir Biodiesel de grãos de soja e obtemos: 20% de combustível 80% para a alimentação & Fabrica esmagadora Industria alimentar Vários óleos de soja e gorduras Refinaria Óleo de grão de soja Fonte: PWC Refeição de grão de soja
  41. 41. First Force em números: Angola 300,000 ha Área cultivada 170,000 tons Produção de óleo $ 210 M CapEx (acum. 3 anos) Vendas $ 171 M Numeros preliminares e indicativos 500,000 tons Farinha de soja Alimentação Bioenergia 670,000 tons Produção de grão
  42. 42. Angola: 95 % da terra arável não cultivada, enorme abundância de água
  43. 43. Aproveitamento agrícola de irrigação do Rio Cunene na Namíbia Angola Namibia
  44. 44. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A origem do problema actual </li></ul><ul><li>Existe solução? </li></ul><ul><li>Aspectos de competitividade </li></ul><ul><li>Aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Aspectos sociais </li></ul><ul><li>A falsa questão do food vs. fuel </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  45. 45. Conclusões <ul><li>Os Biocombustíveis são a resposta imediata à carência de petróleo e às emissões de GEE no sector dos transportes </li></ul><ul><ul><li>Reduzem claramente as emissões de GEE </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem substitui até 50 % do actual consumo de petróleo </li></ul></ul><ul><li>Para isso os Governos têm que dar o mesmo apoio que é dado às renováveis para a produção de electricidade – eólica, fotovoltaica e biomassa </li></ul><ul><ul><li>Escoamento a um preço estável e garantido por um prazo suficiente </li></ul></ul><ul><ul><li>Condições de concorrência leal </li></ul></ul><ul><ul><li>Restabelecer a equidade e a racionalidade fiscal </li></ul></ul>
  46. 46. Conclusões II <ul><li>Promover os Biocombustíveis é combater a fome no Mundo e reduzir a pobreza </li></ul><ul><li>As vantagens evidentes dos Biocombustíveis, podem ser ainda melhoradas pela 2ª geração; Mas tal facto não deve servir de desculpa para se atrasar esta única resposta eficaz a curto prazo aos problemas que a Humanidade faz face no sector dos transportes </li></ul><ul><li>Aos preços actuais do petróleo, o apoio aos Biocombustíveis não exige um sobrecusto à economia, se os sinais de preço forem os adequados </li></ul><ul><li>A evolução tecnológica poderá permitir resolver a captura biológica do CO2 e ao mesmo tempo criar biomassa para a produção de energia </li></ul>
  47. 47. <ul><li>Pico do petróleo </li></ul><ul><li>Evolução do preço do Brent </li></ul><ul><li>Evolução dos preços do petróleo e do óleo de palma </li></ul><ul><li>Etanol – Superavit da refinação europeia </li></ul><ul><li>Biodiesel – Déficit da refinação europeia </li></ul><ul><li>Produção de biocombustíveis na UE </li></ul><ul><li>Custo marginal das tecnologias de redução de CO2- Vatenfall – January 2007 </li></ul>Anexos
  48. 48. Anexo 1: Pico do petróleo Fonte:ASPO – Association for the Study of Peak Oil
  49. 49. Anexo 2: Evolução do preço do Brent O preço do Brent subiu 800% nos últimos 9 anos numa altura em que a economia mundial cresce a níveis sem precedentes nos últimos 30 anos.
  50. 50. Anexo 3: Evolução dos preços do petróleo e do óleo de palma
  51. 51. Anexo 4: Etanol – Superavit da refinação europeia Source: IEA and Total 2004 1 1 2 1 3 3 4 1 6 1 4 2 19 America Latina +6 Mt America do Norte -31 Mt FUS +32 Mt Asia-Pacifico -4 Mt Médio Oriente -8 Mt Africa -8 Mt Europa +29 Mt Total do fluxo mundial (excl intra-regional) = 47 Mt Fluxo mundial da gasolina Em milhões de toneladas
  52. 52. Anexo 5: Biodiesel – Déficit da refinação europeia Source: IEA and Total 2004 America Latina -7 Mt America do Norte -2 Mt FUS +32 Mt Asia-Pacifico -2 Mt Médio Oriente +10 Mt Africa -8 Mt Europa -23 Mt Total do fluxo mundial(excl intra-regional) = 42 Mt 1 1 3 2 2 1 2 25 2 3 3 3 2 2 2 Fluxo mundial do diesel Em milhões de toneladas
  53. 53. Anexo 6: Produção de biocombustíveis na UE
  54. 54. Anexo 7: Custo marginal das tecnologias de redução de CO2- Vatenfall – January 2007 <ul><li>~27 Gton CO2e a baixo de 40 €/T (-46% vs. BAU) </li></ul><ul><li>~7 Gton negativos e zero oportunidade custo </li></ul><ul><li>Fragmentação das oportunidades </li></ul>
  55. 55. Anexo 8: Os Países Baixos e a Suécia sâo hoje a porta de entrada dos biocombustíveis na Europa

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