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Exercício de cenarização (GBN.com, “What If?”)
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Balanced ScoreCard – Esquema básico
Mapa Estratégico da Indústria - CNI
Exemplos práticos
Momento 1: incertezas críticas (econômicas)
Momento 1: tendências irreversíveis (econômicas)
Momento 1: cenários
Momento 2: operações e ações (parte 1)
Momento 3: operações, recursos, produtos e resultados
Momento 3: análise SWOT (forças, oportunidades; cartelas brancas)
Avaliação do seminário (cartelas azuis)
%Pessoas,organizaçãoetecnologiasProcessosVisãodefuturodoSEBRAETer excelência no desenvolvimento das MPE,contribuindo para ...
O time de planejamento do Bradesco (SP, 18/10/2007)
O time de planejamento do CesarEdu (Recife, 13 e 14/09/2007)
O time de planejamento do JC Online (Olinda, 26/04/08)
O time de planejamento do Sistema JCC (Recife, 5/6 março 2007)
O time de planejamento do IBCD (Guarujá, 17/18 nov 2006)
O time de planejamento da Positivo Informática (Curitiba, 31/08 e 01/09)
O time de planejamento da Metropolitana (Recife, 25 e 26/02/2008)
O time de planejamento da Coca-Cola Guararapes (Recife, 1 e 2/4/2008)
O time de planejamento do SEBRAE/GO (Goiânia, 29 e 30/07/2008)
Tem só um dia? Entãovamos tomar as decisõesestratégicas em umamanhã.
Workshop Prioridades BRASSCOMpara a Convergência DigitalPlano de ação das empresasassociadas para acelerar aConvergência D...
Menos tempo ainda? Entãovamos pegar o problemaprincipal e tratar em 1 hora.Mas vamos fazer issode forma estruturada –mapea...
Cláudio Marinhocmarinho@gmail.comwww.portomarinho.com
2º Seminário CICTEC - Surpresas Inevitáveis Gestão da Inovação e Cenários de Mudanças - Claudio Marinho 23 05 2013
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2º Seminário CICTEC - Surpresas Inevitáveis Gestão da Inovação e Cenários de Mudanças - Claudio Marinho

2º Seminário CICTEC
Palestrante: Claudio Marinho
Data: 23/05/2013

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  1. 1. Surpresas Inevitáveis:Gestão da Inovação eCenários de MudançasCláudio MarinhoPorto Marinho Ltda.www.portomarinho.comSegundo Seminário CICTEC/PDRecife, 23/05/2013
  2. 2. Abrindo a caixa deferramentas de umconsultor de cenários eestratégias para conversarcom o pessoal do CICTEC
  3. 3. Um olho no padre, outro namissa: métodos e técnicasde planejamentoestratégico para umcontexto empresarialestressado pelanecessidade de inovar
  4. 4. Tem algum tempo? Entãovamos fazer o planoestratégico em um dia emeio.
  5. 5. “As empresas são redesde conversações.”(Fernando Flores)
  6. 6. EmocionalidadeAtos Lingüísticos Básicos:• Afirmações• Declarações•Juízos• Promessas•Pedidos•OfertasLinguagemFalarEstados deÂnimoEmoçõesEscutarModalidades da fala:• Propor• IndagarComponentes de uma conversaçãoRafaelEcheverría
  7. 7. O elo das promessas nas organizaçõesFlores, Echeverría, M&B SolutionsCompromissoSolicitaçãoInquietaçõesdo ClienteConfiançaFim da execuçãoSatisfaçãoCriação doContextoNegociação eAprovaçãoAceitação eSatisfação do ClienteExecução daPromessaAceitaçãoPedido
  8. 8. • Racionalistas: quando chegar bem perto daverdade lá fora, tomar a decisão estratégica• Evolucionistas: a estratégia emerge emretrospectiva, um padrão que se reconhece no quejá aconteceu• Processualistas: em situações de mudançasrápidas e incertezas, o sucesso vem mais de umbom processo do que de uma estratégia ótima• Todos três estão baseados numa boaconversação estratégicaCenários: a arte da conversaçãoestratégica (Kees Van Der Heijden)
  9. 9. Exercício de cenarização (GBN.com, “What If?”)
  10. 10. Exercício de cenarização (GBN.com, “What If?”)
  11. 11. Exercício de cenarização (GBN.com, “What If?”)
  12. 12. • No-brainer: esforço-zero, a operaçãoestratégica que atravessa qualquer cenário, combons resultados e sem grande esforço de execução;• No-painer: a operação estratégica tem algumrisco mais vale a pena em mais de um cenário; é dotipo sem-trauma;• No-gainer: a aposta é alta para resultados muitoincertos, sem boas perspectivas em nenhumcenário; é do tipo perda-totalCenários: o túnel de ventos daestratégia (Peter Schwartz, China Futures)
  13. 13. • Visão: Dominar a Grécia• [Visão: Por Helena, a guerra…]• Missão: Conquistar Tróia [ ResgatarHelena]• Objetivo: Derrotar o exército troiano• Estratégia: Usar o cavalo de Tróia• Tática: Construir o cavalo; treinar oshomens etc.Da visão à tática na empresa(Mike Biggins, comentário (levemente alterado) ao artigo de Watkins)
  14. 14. Os quatro momentos do PESM1 = MOMENTO EXPLICATIVO (foi, é, tende a ser)M2 = MOMENTO NORMATIVO (deve ser)M3 = MOMENTO ESTRATÉGICO (pode ser do deve ser)M4 = MOMENTO TÁTICO-OPERACIONAL (fazer e recalcular)
  15. 15. Tática e estratégia em Matus
  16. 16. O triângulo de governo de Carlos Matus
  17. 17.  Valor político do problema. Tempo demandado para o alcance dos resultados. Recursos exigidos para enfrentamento do problema,em relação aos recursos que o gestor dispõe. Governabilidade do gestor sobre o problema. Custo de adiamento de decisões sobre o problema.CRITÉRIOS PARA UMA VALORAÇÃO PRÉVIADE PROBLEMAS E DEFINIÇÃO DEPRIORIDADES** Extraídos e adaptados apenas alguns dos critérios propostos porCarlos Matus.
  18. 18. CRITÉRIOS x PROBLEMASAlto coeficiente demortalidade infantilBaixa cobertura pré-natalGrande número depessoas hipertensasBaixa coberturavacinal na rotinaAusência de referênciae contra-referênciaLentidão dos processosadministrativosOferta precária deapoio laboratorialEXEMPLO DA APLICAÇÃO DOS CRITÉRIOS AOSPROBLEMASVALORPOL.TEMP.RES.REC. GOV.CUSTOADIAM.PRIOR.AltoDentrotemp.pla.Pol/eco/com/org.Méd.Imed.alto
  19. 19. Precáriascondiçõesde vidaSaneamentobásicoinadequadoAlto nível desnutrição maternaBaixa cobertura pré-natalBaixa qualificação profissionalInsuficiência de equipamentose insumosPouca informação da populaçãosobre os cuidados de saúdeAlto nível de desnutrição infantilInsuficiente oferta de açõespara a criança no 1º ano de vidaBaixo peso ao nascerPrematuridadeelevadaPrecária assistênciaao parto e puerpérioDesmame precoceElevado número decasos de diarréiaIncidência elevadade IRANC1NC2NC3NC4NC5NOME DO PROBLEMA: ALTA MORTALIDADE INFANTILATOR QUE PLANEJA: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDESITUAÇÃO FUTURA:REDUÇÃO DO COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL PARA 40/1.000 NVDESCRITORES80/1.000 NVCAUSAS
  20. 20. O QUE SE DEVE FAZER PARA MODIFICAR AS CAUSASQUE DETERMINAM O PROBLEMA ?OPERAÇÕESOP1 - Estimular o aleitamento materno.OP2 - Acompanhar o crescimento e o desenvolvimento dascrianças < 1 ano.OP3 - Atualizar 100% da vacinação das crianças < 1 ano.OP4 - Desenvolver ações para o controle das doenças diarréicas.OP5 - Desenvolver ações para infecções respiratórias agudas.IMPLANTAR / IMPLEMENTAR PROGRAMA DE ATENÇÃO À CRIANÇA, NO 1ºANO DE VIDAPLANO ESTRATÉGICO
  21. 21. CONHECIMENTOS Analisar cartão de vacinas Orientações na aplicação Técnica de vacinaçãoORGANIZATIVOS Salas estruturadas TransporteECONÔMICOS Insumos Material permanente ImpressosMATRIZ PARA DEFINIÇÃO DE RECURSOS, PRODUTOS E RESULTADOS DAOPERAÇÃO 3RECURSOS PRODUTOS RESULTADOS Ter 100% dascrianças vacinadas. Ausência de doençasimunopreveníveis emcrianças < 1 ano. Ausência, em 100%das crianças < 1 ano,de óbitos por formasgraves de tuberculoseAnalisar também qual desses recursos é crítico (o ator que planejanão controla)
  22. 22. PREFEITOSMSACSCMSAUX. ENFERMAGEMMATRIZ DE MOTIVAÇÃO DOS ATORES FRENTE ÀS OPERAÇÕESATORES OP1 OP2 OP3A +A +A +A +A 0IMPORTÂNCIA:(A) alta(M) média(B) baixaINTERESSE:(+) apoio(-) oposição(0) indiferençaOBSERVAÇÃO:Analisar, a partir de atores não-consensuais, que tipo deinfluência/controle exercem sobre osrecursos críticos, para desenvolverum estudo estratégico de ações denegociação (“operações K”)
  23. 23. Balanced ScoreCard – Esquema básico
  24. 24. Mapa Estratégico da Indústria - CNI
  25. 25. Exemplos práticos
  26. 26. Momento 1: incertezas críticas (econômicas)
  27. 27. Momento 1: tendências irreversíveis (econômicas)
  28. 28. Momento 1: cenários
  29. 29. Momento 2: operações e ações (parte 1)
  30. 30. Momento 3: operações, recursos, produtos e resultados
  31. 31. Momento 3: análise SWOT (forças, oportunidades; cartelas brancas)
  32. 32. Avaliação do seminário (cartelas azuis)
  33. 33. %Pessoas,organizaçãoetecnologiasProcessosVisãodefuturodoSEBRAETer excelência no desenvolvimento das MPE,contribuindo para a construção de um Brasilmais justo, competitivo e sustentávelSEBRAE/GO presta serviços de classe mundial às MPEPriorizar parcerias que agreguemvalor para as MPEGarantir cultura dacooperação, desenvolvimentohumano e responsabilidadesócio-ambiental nos projetosPreparar o SEBRAE/GOem gestão técnica, depessoas e de processosContribuir para odesenvolvimento territoriale dos sistemas locais deprodução de GoiásCrescimento significativo do númerode MPE com recursos para inovaçãoArticular programas deempreendedorismo emtodos os níveisCapacitar as MPE paracaptar recursos parainovaçãoSEBRAE/GO é referência na inclusãodas MPE nos mercados de todas asregiões do EstadoClientes&sociedadeMPE atendidas pelo SEBRAE/GO em todos os novos mercados prospectadosSEBRAE/GO reconhecido pela atuação em ações estratégicas para o EstadoMapa Estratégico do SEBRAE/GO 2009-2015(RSL)Facilitar o acesso das MPEa novos mercadosPromover ambienteinstitucional adequado (dentroe fora do Sistema SEBRAE) parao desenvolvimento das MPENovos Mercados Organizações Parceiras
  34. 34. O time de planejamento do Bradesco (SP, 18/10/2007)
  35. 35. O time de planejamento do CesarEdu (Recife, 13 e 14/09/2007)
  36. 36. O time de planejamento do JC Online (Olinda, 26/04/08)
  37. 37. O time de planejamento do Sistema JCC (Recife, 5/6 março 2007)
  38. 38. O time de planejamento do IBCD (Guarujá, 17/18 nov 2006)
  39. 39. O time de planejamento da Positivo Informática (Curitiba, 31/08 e 01/09)
  40. 40. O time de planejamento da Metropolitana (Recife, 25 e 26/02/2008)
  41. 41. O time de planejamento da Coca-Cola Guararapes (Recife, 1 e 2/4/2008)
  42. 42. O time de planejamento do SEBRAE/GO (Goiânia, 29 e 30/07/2008)
  43. 43. Tem só um dia? Entãovamos tomar as decisõesestratégicas em umamanhã.
  44. 44. Workshop Prioridades BRASSCOMpara a Convergência DigitalPlano de ação das empresasassociadas para acelerar aConvergência Digital no BrasilSão Paulo, 4 de novembro de 2008
  45. 45. Menos tempo ainda? Entãovamos pegar o problemaprincipal e tratar em 1 hora.Mas vamos fazer issode forma estruturada –mapeando o processodecisório.
  46. 46. Cláudio Marinhocmarinho@gmail.comwww.portomarinho.com
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